segunda-feira, 5 de julho de 2010

Club Atlético de Madrid

Foi fundado como Athletic Club de Madrid em 26 de Abril de 1903 por estudantes bascos torcedores do Athletic Bilbao. A equipe da capital espanhola deixaria de ser uma simples filial em 1921, quando desvencilhou-se da equipe basca. Ainda assim, a similaridade dos uniformes, nomes e distintivos entre ambos, originada em razão de como o clube madrilenho foi criado, manteve-se.O primeiro nome, Ahtletic Club de Madrid, demonstrava a ideia inicial dos fundadores, estudantes bascos que desejavam criar uma filial do Athletic Club, equipe de Bilbao. O uniforme inicial, em razão disso, era o mesmo: camisas divididas verticalmente ao meio em azul e branco e calças azuis, uniformes comprados da equipe inglesa do Blackburn Rovers. A troca ocorreu em 1911, quando um representante dos dois Athletics, ao viajar à Inglaterra, não conseguiu encontrar os uniformes do Blackburn e decidiu trazer os do Sunderland: camisas com listras verticais vermelhas e brancas e calças pretas.

O novo modelo foi usado integralmente pelo Athletic de Bilbao desde então. O de Madrid, entretanto, manteve os calções azuis do Blackburn, causando a diferenciação nos uniformes dos dois clubes, que passaram a receber a alcunha de rojiblancos. A filial, porém, logo receberia um apelido próprio: como alguns colchões populares da época eram revestidos de camadas alvirrubras e a maior parte da torcida dos madrilenhos era de operários, não tardou para que surgisse o alcunha de colchoneros.O primeiro uniforme do time, alviazul, serve ocasionalmente de base para os uniformes secundários utilizados pelo clube.

O Athletic de Madrid, em contraste ao outro time da cidade - que recebera oficialmente alcunha da realeza e passara a chamar-se Real Madrid -, passou a receber apoio das classes operárias, cujas moradias concentravam-se na área do primeiro estádio, Ronda de Vallecas. Em 1923, com administração já independente do Athletic de Bilbao, mudou-se para o Estádio Metropolitano de Madrid.
Na década de 1920, o Atlético venceu por três vezes o Campeonato do Centro Espanhol, e foi vice-campeão da Copa do Rei em 1926. Desta forma, foi convidado para participar da edição inaugural do Campeonato Espanhol de Futebol, a dar-se na época 1928/29. Na segunda edição do campeonato, todavia, terminou rebaixado. Voltou em 1934, e sofreu nova queda dois anos depois.
Para piorar, viu o rival abocanhar troféus: o Madrid (que perdera a alcunha Real durante a Segunda República Espanhola foi bicampeão espanhol em 1932 e 1933 e levou a Copa do Presidente (como ficou conhecida a Copa do Rei no período republicano) em 1936, ano do segundo rebaixamento do Atlético. Poucas semanas após cair, estourou a Guerra Civil Espanhola.

Após o conflito, o clube ressurgiu de nome novo - fundiu-se com o Aviación Nacional, equipe de Zaragoza ligada à aeronáutica espanhola, e tornou-se o Athletic Aviación de Madrid. Conseguiu convite da edição 1939/40 da Liga Espanhola para ocupar o lugar do Real Oviedo, cuja estrutura foi destruída pela Guerra. O convidado saiu-se muito bem: sob o comando técnico de Ricard Zamora, justamente a grande estrela do Real nos títulos da década anterior, o Aviación terminou campeão pela primeira vez. E igualaria a equipe rival no ano seguinte, conquistando um bi.
No mesmo ano do segundo título, um decreto do presidente espanhol Francisco Franco, general que saiu-se vitorioso na Guerra Civil, proibiu o uso oficial de outro idioma que não a língua castelhana no território espanhol. Com isso, o nome em inglês foi trocado para Atlético Aviación de Madrid.
Enquanto o Real decaía cada vez mas, o Atlético evoluía, muito por conta da proximidade de sua diretoria com os militares que governavam a Espanha. O apoio diminuiu após o fim do vínculo com as forças aéreas, em 1947, que resultou em nova alteração no nome: Club Atlético de Madrid vem mantendo-se até os dias atuais. Naquele ano, os rojiblancos conseguiram sua maior vitória contra o Real, um 5 x 0.
Após nove anos de jejum, o Atlético conseguiu seu terceiro título espanhol em 1950, com novo bi no ano seguinte. A equipe era então a segunda maior vencedora do campeonato espanhol - quatro títulos, ao lado do Barcelona, apenas um atrás do Atlético de Bilbao. A saída do técnico Helenio Herrera acabou estagnando o time - o Barcelona passaria à frente com dois títulos seguidos. O pior para a torcida rojiblanca, entretanto, ainda estaria por vir.

A temporada 1953/54 veria o Real Madrid voltando a conquistar a Liga, com o reforço do argentino Alfredo di Stéfano. La Saeta Rubia lideraria o Real a um bi posteriormente, igualando as conquistas do Atlético. A década seguiu com o argentino comandando o Real em cinco conquistas seguidas nas primeiras edições da Copa dos Campeões da UEFA. Mais do que tudo isso, o sul-americano mexeu com rivalidades: o clube blanco passou a nutrir mais ódio, reciprocamente, com o Barcelona, contra quem passou a disputou a hegemonia nacional na década.
Em 1957, o Real conseguiu seu quinto título espanhol, e o sexto viria em seguida. O Barcelona respondia com seu sétimo e oitavo títulos, em 1959 e 1960. À distância de ambos, o Atlético viu o Real emendar cinco títulos espanhóis no início da década de 1960. A saída foi dedicar-se às Copas do Generalíssimo, novo nome da Copa do Rei: títulos no torneio vieram em 1960 (o primeiro do Atlético na competição), 1961 e 1965. Os dois primeiros foram conquistados sobre o Real Madrid, com os rojiblancos contando com o primeiro brasileiro no clube, Vavá.
Com o título de 1961, o clube credenciou-se a disputar a Recopa Europeia, competição surgida entre os vencedores das Copas nacionais europeias e prestigiada como segundo torneio interclubes europeu em importância. O Atlético venceu a edição de 1962, faturando seu primeiro troféu continental. A conquista marcou a despedida do ídolo Joaquín Peiró - os italianos do Torino os observaram nas finais contra a Fiorentina, em que ele marcou dois gols, e o contrataram.

O Atlético interrompeu as sequências de títulos espanhóis do Real em 1966, vencendo pela quinta vez a Liga e já contando com três ídolos: Adelardo, Luis e José Ufarte. Este, um galego crescido no Brasil, onde defendera Corinthians e Flamengo sob o apelido de "Espanhol". Ainda assim, o rival ofuscou a conquista ao ganhar seu sexto título na Copa dos Campeões naquela temporada. A primeira participação do Atlético no torneio, na temporada 1966/67, terminou de forma ruim, com eliminação precoce na segunda fase, frente aos iugoslavos do Vojvodina Novi Sad. 1966 marcou também a mudança para um novo estádio que recebeu o nome do presidente à época: Vicente Calderón.
Enquanto isso, o Real ganhava o campeonato espanhol outras três vezes seguidas na década, acumulando quatorze títulos. Em 1970, o Atlético conseguiu o seu sexto, embalado por Luis e José Eulogio Gárate, artilheiros da Liga. Em meio à crise do Barcelona, o Atlético terminou a década como o principal antagonista do rival Real Madrid. A segunda campanha do time na Copa dos Campeões foi melhor: os colchoneros chegaram às semifinais, onde foram parados pelos futuros campeões do Ajax de Johan Cruijff.

Os anos 1970 vieram com o Real somando seu décimo quinto título espanhol em 1972 e o Atlético respondendo com seu sétimo em seguida, ficando a um título de igualar o Barcelona. Ainda com os veteranos Adelardo, Luis e Ufarte, o time reunia outros nomes consagrados no clube: o goleiro Miguel Reina, o meia Javier Irureta e os atacantes argentinos naturalizados espanhóis Heraldo Bezerra e José Eulogio Gárate. Com o título de 1973, os rojiblancos ultrapassaram a matriz Atlético Bilbao e chegaram pela terceira vez à Copa dos Campeões. Após alcançar as semifinais em 1971, a equipe finalmente chegou à final. O adversário era o Bayern Munique, base da Seleção Alemã-Ocidental que seria campeã mundial semanas depois: Sepp Maier, Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Uli Hoeneß, Paul Breitner e Hans-Georg Schwarzenbeck.
No tempo normal, o Atlético consegue equilibrar a partida, que ruma sem gols para a prorrogação. A seis minutos do fim do tempo extra, Luis, aos 36 anos e à beira da aposentadoria, marca de falta. Em Madrid, torcedores começaram a encher as ruas da cidade no que prometia ser uma noite de festa. As comemorações foram bruscamente interrompidas a trinta segundos do final da partida, quando Schwarzenbeck arriscou de fora da área e empatou os jogos. O lance acabaria castigando o goleiro Reina. Como ainda não havia decisão por pênaltis, o título só foi decidido em um jogo-extra. Os alemães, em vantagem psicológica, não tiveram dificuldades para vencer por 4 x 0 e levar a taça, que tão próxima ficara do Atlético. Para piorar, a temporada havia se encerrado com o Barcelona sendo novamente campeão espanhol, abrindo dois títulos de vantagem.
No ano seguinte, o clube conseguiria o Mundial Interclubes com o ex-jogador Luis como treinador. A vaga na final só foi possibilitada com a desistência do Bayern. Após perder na Argentina por 0 x 1 para o Independiente, o Atlético vence na volta por 2 x 0, com gols de Irureta e outro argentino do time, Rubén Ayala.

Além do título mundial, 1975 também foi o ano em que o clube contratou dois brasileiros presentes na Copa do Mundo de 1974, ambos vindos do então campeão brasileiro, o Palmeiras: Leivinha e Luís Pereira. Em sua primeira temporada, Leivinha termina como vice-artilheiro da Liga, com 18 gols, mas o campeão é, pela décima sétima vez, o Real Madrid, que faturara o título também na anterior. Com os brasileiros em campo e Luis Aragonés treinando, o Atlético foi em 1977 campeão espanhol pela oitava vez, novamente encostando no Barcelona. Na Copa dos Campeões, o time cai nas quartas-de-final, contra os belgas do Brugge. Outro brasileiro a chegar após uma Copa é Dirceu, que vem em 1979. Dirceu fica apenas três anos, mas sai do clube como um dos mais adorados da torcida. Presente na Copa do Mundo de 1982, ele é o primeiro jogador do futebol estrangeiro convocado para a Seleção Brasileira para uma Copa, ao lado de Falcão (à época do mundial, na Roma).
As perspectivas de ultrapassar o Barcelona nos anos seguintes acabam não se concretizando, apesar de o clube catalão também viver crise no período. Quem se aproveita é o Real Madrid, que até 1990 soma vinte e cinco títulos espanhóis, cinco deles conquistados em sequência no final da década de 1980. Para piorar, os cinco títulos são embalados pelos gols do mexicano Hugo Sánchez, que fora comprado do Atlético em 1985 após ser artilheiro pelos colchoneros na Liga e ter faturado na mesma temporada a Copa do Rei. Quando não vê o rival vencer a Liga, o Atlético vê outros times, e não ele, alcançarem o troféu: Athletic Bilbao e Real Sociedad conseguem dois bicampeonatos cada; o Barcelona abre nova distância de dois títulos em 1985.
Em toda a década de 1980, o time só consegue a Copa do Rei de 1985 e a Supercopa da Espanha na abertura da temporada seguinte. O Atlético, voltando a disputar a Recopa Europeia, retorna também à final do torneio, mas perde para os soviéticos do Dínamo Kiev. Mesmo quando consegue ter o maior goleador da Liga, em 1989 - o brasileiro Baltazar -, o time não chega às primeiras posições e vê constantemente o rival faturar títulos. Outro brasileiros que jogaram pelo Atleti na década foram Alemão, da Seleção Brasileira (temporada 1987/88) e Donato, que viera junto com Baltazar na temporada 1988/89.
Quando Baltazar foi artilheiro, o Atlético era presidido havia dois anos pelo polêmico Jesús Gil. A primeira medida de Gil foi comprar o português Paulo Futre, campeão da Copa dos Campeões com o surpreendente Porto em 1987. Ainda assim, é só com a contratação do veterano alemão Bernd Schuster, em 1990, que o time volta às primeiras posições. Schuster vinha diretamente do Real Madrid, de onde saíra após desentender-se com a diretoria.
Na primeira temporada com Don Bernardo, a de 1990/91, o Atlético é vice-campeão espanhol, ficando à frente do Real Madrid. O título, entretanto, vai para o Barcelona, que agora fica com três troféus de vantagem. Para piorar, o Barça emendaria outras três conquistas em seguida, ampliando a distância. No interím, a maior alegria dos colchoneros é o título da Copa do Rei em 1992: na final, contra o Real Madrid, Futre e Schuster marcam os dois gols da vitória por 2 x 0 em pleno Santiago Bernabéu. O gol de falta de Schuster é lembrado até hoje pela torcida. Naquela temporada, por pouco a artilharia de Manolo não resulta também no Espanhol, que por dois pontos ficou com o Barcelona.
Atlético terminou em sexto na temporada 1992/93 em crise administrativa, que faz o presidente Gil extinguir suas divisões de base do clube. O prejuízo futuro ficaria simbolizado no atacante Raúl: cria das bases rojiblancas e vindo de família fanaticamente atleticana, acabaria comprado pelo arquirrival Real Madrid, onde se celebrizaria. Por causa da crise, Schuster, Futre e Donato deixam o time. Sem eles, o Atlético termina a temporada 1993/94 em décimo segundo. A de 1994/95 vê uma piora: a posição é a de décimo sexto, enquanto o Real Madrid alcança o vigésimo sexto título espanhol.

Aproveitando-se de crise vivida tanto pelo Real Madrid quanto pelo Barcelona, e também do Deportivo La Coruña (clube que vinha em ascensão na década), o Atlético se supera na temporada 1995/96: no Espanhol, volta a vencer, após dezenove anos, La Liga, aproveitando a liderança disparada que obtém no primeiro turno;e o que é melhor, e um dublete com a Copa do Rei, também conquistada. Treinado pelo iugoslavo Radomir Antić, o elenco reunia José Molina, José Luis Caminero, Lyuboslav Penev, Diego Simeone, Milinko Pantić, Juanma López e, notadamente, Kiko.
O nono título espanhol traz esperanças: o clube vai bem na Liga dos Campeões da UEFA em 1997, eliminado nas quartas-de-final pelo Ajax, equipe que o racista presidente Gil apelidou de "FC Congo". O título do torneio fica com o Borussia Dortmund, adversário superado na fase de grupos. Para piorar, quem vence o Espanhol é o Real Madrid. Os dois campeonatos seguintes, com o Atlético gastando no brasileiro Juninho e no italiano Christian Vieri (artilheiro da liga em 1997/98), vão para o Barcelona. Nessas três temporadas, o time não consegue ficar nem entre os cinco primeiros. A crise administrativa voltava a rondar, agravada pelas investigações da polícia espanhola em torno de Gil, em razão de transações suspeitas e de sua gestão em Marbella, balneário andaluz do qual era prefeito  e que patrocinava o time na época.
O que é ruim piora na de 1999/2000. Nem a contratação de Carlos Gamarra, festejado zagueiro paraguaio da Copa do Mundo de 1998, ajuda a defesa rojiblanca, que termina a temporada com saldo negativo de dezesseis gols e em penúltimo lugar, vergonhosamente rebaixada pela primeira vez em mais de sessenta anos. A Copa do Rei também não vem como consolo: o time perde a final para o segundo time de Barcelona, o Espanyol. A infelicidade da torcida é agravada ainda pelo sucesso do Real Madrid, que consegue paralelamente seu oitavo título na Liga dos Campeões da UEFA - o sétimo viera dois anos antes. O rival ainda rouba um integrante do elenco atleticano, Santiago Solari.
O que já estava pior piora ainda mais em 2000/01: a equipe contrata o artilheiro da Liga na temporada anterior, Salva, mas ainda assim termina a Segunda Divisão Espanhola em quarto, perdendo o acesso no saldo de gols para o modesto Tenerife, com quem iguala em pontos. A Segunda Divisão é finalmente conquistada na temporada seguinte, com um time mais barato e com a intervenção judicial em razão das enormes dívidas da administração Gil. Todavia, o Real Madrid consegue na mesma temporada título espanhol e o pior, o nono na Liga dos Campeões.

O retorno à elite marca também o debute profissional de Fernando Torres, o solitário messias rojiblanco nos anos que se seguem. A boa relação com jogadores brasileiros não é renovada com Rodrigo Fabri, que fica apenas a temporada 2003/04, marcada pelo centenário do time e pela morte do presidente Gil. O contínuo discurso de equipe grande não se coaduna com os resultados.A distanciação de Real Madrid e Barcelona continua, cada vez maior.
O ambiente, incluído ainda por um jejum de vitórias sobre o Real Madrid (perdurante desde 1999), não se altera nem com a chegada do vencedor técnico argentino Carlos Bianchi, em 2004: ele reforça bem o ataque com os compatriotas Maxi Rodríguez e Luciano Galletti, o búlgaro Martin Petrov e o servo-montenegrino Mateja Kežman, mantendo a segura defesa formada por Pablo Ibáñez, Antonio López e Luis Perea,[7] mas o clube não consegue bons meio-campistas; os pedidos por Juan Román Riquelme e Javier Mascherano acabam não-atendidos.
Outros dois brasileiros são contratados nos anos seguintes, Fabiano Eller e Cléber Santana, nenhum deles com o mesmo sucesso do último ídolo do país no clube, Juninho. Fabiano vem no decorrer da temporada 2006/07, marcada pela chegada de Sergio Agüero e do técnico mexicano Javier Aguirre. Santana foi um dos que chegaram com o dinheiro da venda do ídolo Fernando Torres para o Liverpool, no verão de 2007. Outros a chegarem foram José Antonio Reyes, vindo diretamente do rival Real; Luis García, contrapeso de Torres na negociação com o Liverpool; pertencentes ao Barcelona, o português Simão Sabrosa e o brasileiro Thiago Motta; e o uruguaio Diego Forlán.
Justamente na temporada que se seguiu após a perda de seu grande ídolo, o Atlético conseguiu seu melhor resultado em La Liga na década, um quarto lugar, que devolveu o clube à Liga dos Campeões da UEFA após mais de dez anos. Saído da sombra de Torres, que reunia para si as referências ofensivas dos companheiros, "Kun" Agüero deslancha no clube e faz dupla de ataque devastadora com Forlán.Na Liga dos Campeões, o clube termina invicto, mas eliminado nas oitavas-de-final.
O quarto lugar é repetido na temporada 2008/09, bem como a dupla Agüero-Forlán (artilheiro da Liga), apesar da queda do técnico Aguirre. Na temporada 2009/10, a boa campanha no Espanhol não se repete. Em compensação, o Atlético consegue um troféu depois de quatorze anos: a primeira edição da Liga Europa da UEFA, vencendo na prorrogação o Fulham, com dois gols de Forlán. O clube chega à final também da Copa do Rei, mas perde para o Sevilla. Desde 1996, também, esta foi a primeira temporada em que o Atleti conseguiu títulos e o Real, não.

Estádio

O Estádio Vicente Calderón fica localizado no bairro de Arganzuela, às margens do Rio Manzanares, na cidade de Madri, capital da Espanha e pertence ao Atlético de Madrid, tendo sido inaugurado em 2 de Outubro de 1966, no empate de 1 a 1 entre o Atlético e o Valencia Club de Fútbol com o nome de Estadio Manzanares. Luis Aragonés, do Atlético, de cabeça, fez o primeiro gol deste estádio aos 19 minutos do primeiro tempo.
Este estádio foi o primeiro estádio europeu a ter todos os seus lugares cobertos por assentos, já na época de sua inauguração, o que o qualifcou como sede de diversos jogos internacionais importantes, inclusive da Copa do Mundo de 1982.
Em 14 de Julho de 1971 adotou o nome de Vicente Calderón em homenagem há seu presidente de então, responsável direto pela construção deste estádio .
Sua capacidade já foi de 70.000 espectadores, hoje reduzida para 54.851 a fim de aumentar o conforto e a segurança deste estádio, que em 2003 recebeu a qualificação como cinco estrelas pela UEFA.
 
 
Títulos


Copa Intercontinental: 1(1974)

Liga Europa da UEFA: 1 (2010)

Recopa Européia: 1 (1961/62)

Copa Intertoto da UEFA: 1(2007)

Campeonato Espanhol: 9 (1940/40, 1941/41, 1950/50, 1951/51, 1966/66, 1970/70, 1973/73, 1977/77 e 1996/96)

Copa da Espanha: 9 (1959/60, 1960/61, 1964/65, 1971/72, 1975/76, 1984/85, 1990/91, 1991/92 e 1995/96)

Supercopa da Espanha: 1 (1985)

Hino

Atleti, Atleti, Atlético de Madrid,

Atleti, Atleti, Atlético de Madrid,

Jugando, ganando, peleas como el mejor,
porque siempre la afición,
se estremece con pasión,
cuando quedas entre todos campeón,
y se ve frente al balón,
un equipo de verdad,
que esta tarde de ambiente llenará.


Yo me voy al Manzanares,
al estadio Vicente Calderon,
donde acuden a millares,
los que gustan del fútbol de emoción.


Porque luchan como hermanos,
defendiendo su colores,
en un juego noble y sano,
derrochando coraje y corazón.


Atleti, Atleti, Atlético de Madrid
Atleti, Atleti, Atlético de Madrid
 
Alcunhas

Colchoneros ; Rojiblancos ; Indios

Mascote

A mascote do Atlético de Madrid é um índio vestido com as cores do clube. A explicação para a escolha é uma simples inspiração no instinto guerreiro dos jogadores, que batalham por vitórias no seu campo.


Site
http://www.clubatleticodemadrid.com/