terça-feira, 30 de junho de 2009

Sertãozinho Futebol Clube

O Sertãozinho FC foi fundado oficialmente no dia 6 de agosto de 1944, após uma reunião entre um grupo de esportistas da cidade para a criação de um novo time. O primeiro presidente escolhido foi Enéas Sílvio Bordin e a equipe logo começou a participar dos campeonatos amadores da Liga Ribeirãopretana de Futebol, à qual era filiada.

Nos anos 50, a equipe do Sertãozinho Futebol Clube disputava campeonatos amadores da "Liga Ribeirãopretana de Futebol" contra Cajurú, Serrana, Santa Rosa de Viterbo, Bento Quirino, Dumont, Pontal e o tradicional rival da cidade, "Esporte Clube Mogiana".

Em 1963 o Sertãozinho Futebol Clube suspendeu suas atividades.

Em 1969, reiniciou suas atividades tendo como base a equipe amadora do São Paulinho F. C.
Disputou o Campeonato Amador da Liga Araraquarense de Futebol (1969),
sagrando-se Campeão Amador do Setor 47.


O Sertãozinho Futebol Clube na Categoria Profissional ( de 1970 a 2002 )
Inscreveu-se em 1970 na Federação Paulista de Futebol, para disputar a 2ª Divisão de Profissionais, foi Vice Campeão, perdendo o título para o E. C. Rio Branco, de Ibitinga, partida realizada no Estádio da Fonte Luminosa em Araraquara.

Em 5 de março de 1972, sagrou-se Campeão da 2ª Divisão de Profissionais (1971), vencendo o Rio Claro E. C., no Estádio Conde Rodolfo Crespi, na capital paulista (Rua Javarí), subiu para a 1ª divisão, primeira imediatamente inferior à divisão de elite do futebol paulista.

Em 1980, foi Campeão da 2ª Copa São Paulo, torneio realizada pela Federação Paulista de Futebol.

Em 1984, foi Campeão da Copa FPF/TV Globo, disputada por associações da divisão intermediária, organizada pela FPF, patrocinada pela Rede Globo de Televisão.

Em 1989, foi Vice-campeão da 2ª Divisão, sendo o Campeão do Grupo Azul da 2ª Divisão, perdendo o título para o Grêmio Esportivo São Carlense (ambos ascenderam à divisão intermediária).

Em 1998, Campeão do Quadrangular Final da 2ª Divisão Série B1-B, ascendeu à série B1.

Em 26 de agosto de 2001, após vencer em casa o AD Guarulhos por 7 a 0, o Sertãozinho Futebol Clube ascendeu para a série A-3.

O time alcançou, portanto, a Série A2 em 2004 e, dois anos depois, subiu à elite do Campeonato Paulista, algo inédito em sua história. No Estadual de 2007, ficou na 16ª posição, se mantendo na primeira divisão do estado.

Em 2009 disputou o Campeonato Paulista Série A-2, ao final do campenato conquistou o acesso à Série A-1 (Primeira Divisão), retornando depois da queda ocorrida no ano de 2008.

Títulos

1971 – Campeão paulista da Segunda Divisão
1989 – Campeão do Grupo Azul da Segunda Divisão - Acesso à Divisão Intermediária
2004 – Campeão paulista da Série A3

Estádio

O Estádio Municipal Frederico Dalmaso foi inaugurado no dia 10 de novembro de 1968, com uma vitória dos veteranos da cidade sobre o Escrete do Rádio, de São Paulo, por 2 a 1, cabendo ao empresário Menezis Balbo a honra de ser o primeiro a marcar no campo. No mesmo dia uma seleção de Sertãozinho foi derrotada pelo Botafogo, de Ribeirão Preto, por 4 a 0.

Bem diferente do estádio que hoje pode receber confortavelmente 15.074 torcedores nos jogos do Sertãozinho FC, o Fredericão, como é carinhosamente chamado pelos torcedores, na época comportava apenas cinco mil pessoas.

Atualmente, depois de passar por várias reformas, a última delas no final de 2006, o estádio possui modernas cabines e sala de imprensa, tribunas de honra para diretores do Sertãozinho FC, visitantes e autoridades, vestiários amplos para os atletas e arbitragem, além de todas as condições de segurança exigidas pelas autoridades.

Hino


Campeão é o Touro de novo
Sempre honrando a camisa grená
É com raça e muita energia
Sertãozinho pra sempre será

No gramado o Touro é valente
A torcida vibra sem parar
Sertãozinho conquista a vitória
Tá na hora de comemorar

REFRÃO
Salve, salve o Touro
Touro dos Canaviais
Salve, salve o Touro
Touro dos Canaviais



Mascote:
Criado pelo ex-presidente do Clube, o Comendador Alcídio Balbo, o mascote "Touro dos Canaviais" surgiu nos anos 80, quando o então presidente comparou o Sertãozinho FC com os animais que escapavam de sua propriedade e entravam na plantação de cana-de-açúcar. “Esse time é tão forte que até parece um touro solto no canavial”, disse o comendador, lembrando que assim como os animais, o Sertãozinho era muito difícil de ser vencido.



Site
http://www.sertaozinhofutebolclube.com.br/

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Serrano Futebol Clube

O Serrano Futebol Clube foi fundado em 1º de outubro de 1983 é um dos times mais novos do futebol pernambucano, surgindo em uma região muito famosa do estado de Pernambuco. A equipe é sediada na cidade de Serra Talhada, mesmo local do nascimento de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, o mais famoso cangaceiro da história do Brasil. Em homenagem a Virgulino, uma torcida do Serrano foi criada com o nome de “Lampiões da Fiel”.

O Serrano conseguiu o acesso à elite de Pernambuco 20 anos após sua fundação. Em 2003, o clube fez uma grande campanha na segunda divisão. Na primeira fase, o clube se classificou invicto, com quatro vitórias e dois empates. Na segunda etapa, o Aurinegro ganhou duas e perdeu duas, conseguindo o direito de ir para o quadrangular final. Na última fase, a equipe ganhou duas partidas, empatou três e perdeu uma, conquistando assim o vice-campeonato da segunda divisão, competição vencida pelo Porto.

O primeiro ano na elite foi uma temporada modesta para o Serrano, mas o time conseguiu se manter na primeira divisão pernambucana. No primeiro turno, o clube ficou com a sexta colocação, 11 pontos atrás do líder Santa Cruz. Na segunda etapa do torneio, a equipe repetiu a campanha e ficou com a quinta posição na junção das duas fases da competição.

O clube tem como principal glória a conquista do Campeonato Pernambucano do Interior de 2005. A equipe fez uma campanha muito regular e no primeiro turno acabou na frente de potências como Náutico e Sport, ficando atrás somente do Santa Cruz, com três pontos a menos. No segundo turno, o time fez uma campanha inferior, porém ficou em quarto lugar com 11 pontos, 16 a menos que o Tricolor, novamente.

A campanha de 2005 deu direito ao Serrano de disputar pela primeira vez um campeonato nacional. Atuou na Série C desse mesmo ano, mas não passou da primeira fase. Uma derrota para o Ferroviário, do Ceará, na última rodada, decretou a eliminação da equipe dos Lampiões da Fiel.

Em 2006, o investimento foi grande. A diretoria trouxe 24 novos jogadores para a disputa e o Serrano chegou novamente perto de conquistar uma vaga para a final do Campeonato Pernambucano. O clube terminou o primeiro turno em quatro com apenas cinco pontos a menos que o líder Santa Cruz. No returno, a campanha foi inferior e o clube não passou de uma sétima posição.

No ano de 2007, o Serrano fez um papel muito ruim no primeiro turno e ficou em antepenúltimo colocado, com apenas 11 pontos, 14 a menos que o líder Sport. Novamente ruim no returno, o Aurirubro ficou em sétimo de novo e correu risco de rebaixamento, escapando por apenas seis pontos. Nesse ano o atacante Jessui se destacou por ser vice-artilheiro com 11 gols marcados. Rebaixado em 2009 para segunda divisão.

Eatádio

O Estádio Nildo Pereira de Menezes, ou Pereirão como é mais conhecido, é um estádio de futebol que fica na cidade de Serra Talhada, no estado de Pernambuco. Nildo Pereira de Menezes é o nome de um ex-prefeito da cidade de Serra Talhada. Capacidade 5000 lugares.

Hino

Nasceu o Serrano em nossa terra
Preto e amarelo bordaram sua bandeira

A torcida soltou o seu grito de guerra
Nosso Time não está pra brincadeira

Nos momentos de tristeza e de glória
No empate, na derrota ou na vitória

És belo, considerado Sempre honrado neste sertão Serrano sempre Serrano eu sou Serrano de coração

Mascote

A mascote do Serrano Futebol Clube é um jumento, porém não é apenas um símbolo ou desenho. O animal realmente existe e freqüenta os jogos do time quando a partida acontece no Pereirão.

domingo, 28 de junho de 2009

Cachoeiro Futebol Clube

O Cachoeiro F.C., foi fundado em 09 de janeiro de 1916 e tornou-se um dos clubes mais conceituados do Estado do Espírito Santo. Denominado clube fidalgo por ser considerado o clube da elite, em razão de ter sido fundado por um grupo de pessoas de famílias tradicionais e influentes da sociedade cachoeirense.

No mesmo ano o Presidente José Moreira de Abreu iniciou a construção do campo de futebol e na década de 20, o Presidente Godofredo Chaves Baião, construiu a famosa e inesquecível arquibancada de madeira, fazendo com que o estádio Moreira Rebello fosse considerado um dos mais modernos do Estado do Espírito Santo.No período da sua construção, o clube paralizou temporariamente suas atividades.

É o clube mais antigo em atividade do município de Cachoeiro de Itapemirim e um dos mais importantes da história do próprio futebol capixaba. Naquela época atraía uma multidão em seus clássicos contra o rival, o Estrela do Norte F.C. A primeira partida realizada entre ambos os clubes ocorreu no mês de abril de 1916 e o resultado foi 0 a 0.

Em 1944, o Cachoeiro F.C. foi Campeão Sulino com os seguintes jogadores: Waldir Portes, Luiz Pretti, Delson, Manoelito, Lídio, Otávio, Joemir, Nilsinho, Armênio, Amâncio, Nerinho, Rúpter e Alcino. O time era dirigido por Daniel Israel e pelo Professor Florisbelo Neves.Foi o primeiro clube do interior capixaba a conquistar o Campeonato Capixaba de Futebol no ano de 1948. O título foi decidido contra a forte equipe da Vale do Rio Doce, atual Desportiva Ferroviária, em uma melhor de três jogos. No primeiro realizado em Cachoeiro de Itapemirim, o Cachoeiro F.C. venceu por 4 a 3, no segundo em Vitória, perdeu por 4 a 1 e no último, também realizado em Vitória, no estádio Governador Bley, em Jucutuquara, venceu por 7 a 2, sagrando-se campeão. Nos dois primeiros jogos realizados, o trio de arbitragem indicado era capixaba de Vitória. Por exigência do Cachoeiro F.C., na ocasião, a Federação Capixaba indicou um trio de arbitragem neutro do vizinho município de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro para trabalhar no último jogo e o Cachoeiro F.C., se comprometeu a custear todas as despesas de locomoção, alimentação, hospedagem e remuneração do mesmo.

Na década de 50, foi o clube que mais conquistou títulos no Sul do Estado e na década de 60 prosseguiu colecionando títulos. Na mesma década, objetivando conter os constantes alagamentos decorrentes das chuvas, o campo de futebol foi aterrado e as demais dependências demolidas. Sem estádio, o Cachoeiro F.C. prosseguiu com suas atividades utilizando o estádio Elpídio Volpini, do Ouro Branco, no Bairro Independência, de grandes recordações, onde veio a conquistar o Bi - Campeonato Sulino de Profissionais de 1969/1971, vencendo o Estrela do Norte F.C. nas finais. Em 1970, a LDCI - Liga Desportiva de Cachoeiro de Itapemirim - não promoveu o Campeonato.

Em 1974, o Cachoeiro F.C. encerrou suas atividades profissionais, mas continuou com o amadorismo formando sempre excelentes times e revelando bons valores. Somente no fim da década de 70, na administração do Presidente Genildo Patrício, teve o campo de futebol e os alambrados reconstruídos. Isso fez com que o clube se dedicasse ainda mais ao amadorismo, sempre prestigiando as categorias de base.

O início e desenvolvimento da construção da sede administrativa nas décadas de 80 e 90, se deu na administração dos Presidentes, Genildo Patrício, José de Alencar Beiriz Aarão e Irlando Antônio Viana Filho.

Em 1994, o Cachoeiro F.C., retornou ao profissionalismo na 2ª divisão do Campeonato Capixaba, ficando em 5º lugar, competindo com doze equipes. Em virtude do estádio Moreira Rebello não ter sido aprovado na vistoria realizada pela Federação Capixaba, os estádios utilizados foram o do Grêmio Santo Agostinho, no bairro Vila Rica e o Mario Monteiro, do Estrela do Norte F.C., localizado no bairro Sumaré.

Em 2000, na administração dos Presidentes Lenilson Mendes Lesqueves e Jackson Rangel Vieira, retomou as obras de melhoria do estádio Moreira Rebello, visando o retorno ao profissionalismo. Com muito sucesso disputou o Campeonato Capixaba da 2ª Divisão, sagrando-se campeão, assegurando o direito de disputar o Capixabão de 2001.


Estádio: Moreira Rebello

Capacidade: 5.000 pessoas


TÍTULOS:
Campeonato Capixaba: 1948.
Campeonato Capixaba da Segunda Divisão: 2000.


Site:

sábado, 27 de junho de 2009

Juazeiro Social Clube

Fundado em 16 de agosto de 1995, o Juazeiro Social Clube tem um número grande de torcedores em relação ao seu tempo de existência, por levar o nome da cidade e pelo fato de o time ter surgido da junção de oito agremiações. São elas: América, Barro Vermelho, Carranca, Colonial, Grêmio, Olaria, XV de Novembro e Veneza.

Com essa união, o Tricolor do Norte, como também é conhecido, tornou-se o clube do interior com o maior número de torcidas organizadas. Os grandes resultados ao longo da história só aumentaram o número de fãs.

Após um ano de fundação, a equipe conquistou a vaga de acesso para a primeira divisão do futebol baiano e, já em seu primeiro ano, foi terceiro colocado. Aliás, até o ano de 2005 a agremiação nunca havia terminado a competição abaixo da quarta colocação.

No entanto, em 2006 não figurou entre os primeiros e, em 2007, ocupou o quinto lugar na tabela. Os grandes resultados qualificaram o Juazeiro para disputar campeonatos nacionais, como a terceira divisão do brasileiro de 1997, 1998, 2000, 2001 e 2003 e a Copa do Brasil de 2002. Porém, em nenhum conseguiu repetir o desempenho que obteve nos estaduais.

As cores do time, o verde e o vermelho, são originárias da Liga Juazeirense de Futebol, a sede formal da equipe, já que na prática a agremiação não possui sede própria.

Em 2008, o Juazeiro não foi bem no Campeonato Baiano e acabou sendo rebaixado. Em 2009, o clube terá que disputar a segunda divisão do estadual.

Títulos

Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 1996.

Estádio

Estádio Adauto Morais é um estádio de futebol de Juazeiro (Bahia), que atende ao Juazeiro Social Club. Sua capacidade é de 8 mil pessoas.


Mascote

A mascote do time é a carranca, objeto que enfeita as embarcações que sobem e descem o rio São Francisco e que é muito produzido na cidade, dando origem à mascote e até a um dos apelidos da equipe, o Tricolor das Carrancas.

O Juazeiro Social Clube adotou um símbolo de sua região como mascote, a Carranca. Objeto artesanal muito produzido na cidade, tem seu nome originado de uma árvore típica da região. As carrancas são, segundo o dicionário Michaelis, “figuras que ornam a proa de embarcações, sendo típicas as do rio São Francisco”.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Tocantins Esporte Clube

O Tocantins Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Miracema do Tocantins, no estado de Tocantins. O primeiro clube profissional do Tocantins se prepara para retornar ao cenário esportivo tocantinense. O Tocantins Esporte Clube, conhecido popularmente por TEC (alcunha plagiada pelo Tocantinópolis Esporte Clube), foi fundado profissionalmente em 10 de março de 1993 em Miracema do Tocantins, pelo eterno presidente de honra, o primeiro atleta profissional do Estado, Rainel Barbosa Araújo. O Tecão de Aço, apelidado pela imprensa e adotado pela torcida, tem como mascote o Jaburu e utilizava com sede dos seus jogos o lendário Estádio Castanheirão, que acumula o descaso estadual e municipal dos últimos 12 anos, aproximadamente.

Títulos Campeonato Tocantinense - 2ª Divisão: 2013

Estádio 
Castanheirão é um estádio de futebol localizado na cidade de Miracema do Tocantins, no estado de Tocantins. Pertence ao Governo Estadual e tem capacidade para 2.000 pessoas.

Alcunhas Tecão Maravilha

Mascote Jaburu

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Funorte Esporte Clube

O Funorte Esporte Clube foi criado em 2002 logo após a criação do curso de Educação Física na Funorte – Faculdades Unidas do Norte de Minas. Em 2003, com a chegada do professor Paulo César Neves, que trabalhou em diversas equipes no Brasil, inclusive sendo campeão brasileiro no América mineiro, em 1997, como preparador físico, e com o apoio de vários acadêmicos de Educação Física. Foi montado o time de futebol para a disputa dos Jogos universitários de Montes Claros.

Participaram da montagem do time, ao lado do professor Paulo César Neves, vários acadêmicos de Educação Física, dentre eles José Queiroz, Nego, Heberth Halley, Andrey Souza, Daniel Candango, Cássio Maia, Dinha Luis, Fabinho, Magal, Lantony, João Paulo Melo e os professores como Jeibson Moura, Walter Moura, Jaime Tolentino, Flávio, Jomar Almeida, entre outros.

A equipe conquista o título na modalidade, e com o bom resultado, se inscreve, em 2004, na segunda divisão do campeonato amador de Montes Claros.
A partir daí, o Funorte, apoiado pela empresa mantenedora Soebras - Sociedade Educativa do Brasil, disputa várias competições. Em 2004, o time sub-17 comandado pelo treinador Paulo César Neves é campeão dos Jimis - Jogos do Interior de Minas com a participação de mais de 100 cidades.

O time conquista o tetra campeonato universitário em 2004, 2005 e 2006. No ano de 2006, a equipe fica com o vice-campeonato dos Jum-s - Jogos Universitários de Mineiros na cidade de Divinópolis. Em 2007, em Montes Claros, classifica-se em quarto lugar.
Com o bom desempenho da equipe, o presidente de honra do Funorte, que já havia sido vereador em Montes Claros, Ruy Muniz, nota a carência dos torcedores montes-clarenses de terem uma equipe profissional na cidade.
A última teria sido o Montes Claros Futebol Clube em 2004. O persistente Ruy Muniz tinha o objetivo de montar a equipe profissional. As coisas foram fluindo e acontecendo. Começa a ser montado o Centro de Treinamento do Funorte, na antiga fábrica Aymorés, em Montes Claros.

Em 04 de maio de 2007, ano do sesquicentenário de Montes Claros, no campus JK na Funorte, é lançado oficialmente o Funorte Esporte Clube. Houve desfile de modelos e atletas que apresentaram o uniforme da equipe, e que contou com a presença de mais de mil pessoas entre desportistas, esportistas, jornalistas e torcedores.
O time ganha o apelido de Formigão, referência ao Arraial das Formigas, antes de virar a cidade de Montes Claros.
A equipe se inscreve na disputa do Campeonato Mineiro da segunda divisão. Contrata vários atletas experientes, o principal deles o atacante Ditinho, duas vezes artilheiro do campeonato mineiro da primeira divisão. O objetivo agora era vencer e subir para o módulo II do Mineiro e, em seguida, subir para o grupo de elite do Campeonato Mineiro para enfrentar equipes como Cruzeiro e Atlético em Montes Claros, o sonho dos montes-clarenses.

Estádio
Estádio: José Maria de Melo
Capacidade: 5.000 espectadores

Títulos
Campeonato Mineiro Segunda Divisão – 2008

Mascote: Formiga (Formigão)

Site

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Time Negra Carajás Club

Remover formatação da seleçãoFoi fundado em 27/06/1997 com o nome de Carajás Esporte Clube e com as cores laranja, violeta, azul e branco. Em 2007, assinou uma parceria com o Paysandu, recebendo jogadores da base do papão para ganharem experiência. Em troca, mudou seu nome para Time Negra Carajás Clube.
Em 2007, como o Paysandu deixou precocemente a terceira divisão do Nacional, e não tem nenhuma competição oficial a disputar até o fim do ano, o presidente Miguel Pinho decidiu criar uma equipe B, o Time Negra Carajás Clube [em parceria, o Carajás cede a estrutura para treinamentos], para jogar amistosos e a divisão de acesso do Campeonato Paraense. A competição estadual tem início previsto para novembro, e poder preparar jovens atletas para reforçarem o clube de Belém em 2008.
O mais curioso do projeto, inovador no Pará, é o nome adotado para esse time alternativo. Time Negra era o apelido do Norte Club, que após divergências com a diretoria da Liga Paraense de Futebol, deu origem ao Paysandu no início de 1914.
Em 2008, o Time Negra Carajás continuará suas atividades independentemente do Paysandu, embora não possa atuar na mesma divisão de seu parceiro.

O mais novo caçula do futebol paraense, o Time Negra, uma espécie de equipe B do Paysandu, chega para disputar a primeira fase do Parazão 2009 com o pensamento de se consolidar como a melhor equipe entre as intermediárias. Vice-campeã do Torneio de Acesso, a equipe criada no ano passado por meio da parceria entre Paysandu e Carajás, para dar oportunidade aos atletas recém-saídos das divisões de base do Papão, quer ir ainda mais longe e disputar a fase principal do torneio, em janeiro, contra Remo, Paysandu, Águia e Ananindeua.

Estádio

ESTÁDIO LEÔNIDAS CASTRO (CURUZÚ)
LOCAL: BELÉM - PARÁ
LOTAÇÃO: 15.115

terça-feira, 23 de junho de 2009

Centro de Futebol Zico do Rio Sociedade Esportiva

Diferentemente do que ocorre com as associações esportivas tradicionais, cuja fundação é marcada pela assinatura de uma ata, um clube-empresa passa a existir na data em que é registrado seu contrato social. O CFZ do Rio entrou em atividade dessa forma, nos moldes da lei que tem a assinatura de Zico, no dia 12 de julho de 1996, seis meses depois do primeiro aniversário do Centro de Futebol Zico, no Recreio dos Bandeirantes.

O grande objetivo do Galinho com a criação de um clube era dar continuidade ao trabalho das escolinhas de seu Centro de Futebol, proporcionando aos jovens a possibilidade de competir. Foram formadas equipes nas cinco principais categorias: mirim, infantil, juvenil, juniores e profissionais. O primeiro jogo foi pela categoria juvenil, contra o São Cristóvão, em Duque de Caxias, pela Copa Rio.

Primeiro clube-empresa registrado no Brasil, inicialmente se chamou Rio de Janeiro Sociedade Esportiva. A equipe ainda competiu como Rio de Janeiro, mas o nome teve de ser abandonado porque já havia um registro semelhante. No dia 4 fevereiro de 1998, CFZ é oficializado e o ‘do Rio’ é acrescentado para manter a essência da idéia original.

Assim como seu dono, o CFZ do Rio nasceu predestinado a vencer. A equipe profissional ingressou na terceira divisão do Campeonato Estadual em 1997 e já estreou sendo campeã. Na final, realizada no dia 27 de setembro, o time comandado por Jaime de Almeida com Joubert Filho na preparação física e Joubert na coordenação-técnica, derrotou o Duquecaxiense por 1 a 0, gol do japonês Takayuki Suzuki. Suzuki defendeu posteriormente a seleção do Japão e foi comandado por Zico entre 2002-2006.

Nas outras categorias não foi diferente. Desde que o clube entrou em atividade, juniores e juvenis obtiveram resultados expressivos. Sob o comando dos ex-jogadores Adílio e Andrade- contemporâneos de Zico no meio-campo do Flamengo- o CFZ conquistou o tricampeonato da Segunda Divisão de Juniores (1999, 2000 e 2002). E ainda chegou ao bicampeonato da Taça Otávio Pinto Guimarães, competição que reúne as principais equipes do Estado, na mesma categoria. Em 2000, o time juvenil alcançou o título estadual invicto, enquanto a equipe mirim levantou a taça no ano anterior. Neste mesmo ano, Zico teve a idéia de levar o projeto para onde houvesse maior organização e estrutura no campeonato regional. Foi assim que surgiu o CFZ de Brasília.

Títulos

Bicampeão da Terceira Divisão Estadual (1997 e 2004)

Estádio Antunes




O campo do estádio não fez parte do projeto original do Centro de Futebol Zico e seu terreno foi adquirido posteriormente quando Zico decidiu que, além de uma escola de futebol, naquele espaço seria criado um time de futebol. Oito meses após a fundação oficial do CFZ do Rio, foi inaugurado o estádio Antunes, uma homenagem à família extensiva ao pai e ao irmão diretamente, pois ambos eram conhecidos como Antunes. O projeto foi assinado pelo engenheiro Fernando Marinho.

Originalmente, o gramado tinha as dimensões de 100 x 64m. A capacidade de público nas arquibancadas de cimento foi estimada em 500 pessoas. O estádio conta com cabine de rádio com capacidade para 10 equipes, dois vestiários para equipes e um para árbitros. Coube a Dona Matilde, já falecida mãe de Zico, cortar a fita inaugural do estádio em 29 de março de 1997. Na ocasião, com casa cheia, o time profissional ainda com o nome de Rio de Janeiro goleou o Raiz da Gávea por 7 x 0 na partida de estréia pelo Campeonato Estadual da Terceira Divisão. O primeiro gol do estádio Antunes foi do atacante Guarilha.

Ao longo dos anos foram realizadas ampliações na capacidade do estádio para partidas pelo Campeonato Estadual e para outros eventos. Fez-se uso de arquibancadas metálicas na parte de trás do gol à esquerda das cabines de rádio e no lado oposto às cabines. De acordo com estimativas, o Jogo das Estrelas em dezembro de 2005, com a presença de Maradona, registra o recorde de público com cerca de 4 mil pessoas. Foram montadas duas arquibancadas auxiliares para este evento.

No fim de 2007, o campo sofreu modificações e teve suas dimensões ampliadas. Novamente com a coordenação de Fernando Marinho, o gramado foi elevado em cerca de um metro para evitar alagamentos e ganhar estabilidade. O campo ganhou dois metros a mais de comprimento em relação ao projeto original e um a mais de largura, passando de 100 por 64 para 102 por 65, ambas medidas oficiais da Fifa.


Site
http://www.ziconarede.com.br/cfzdorio

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Centro de Futebol Zico de Brasília

A desorganização e os desmandos políticos do futebol carioca observados por Zico desde a criação do CFZ do Rio, em 1996, impediram o clube de chegar ao objetivo maior que é a elite do Rio. Determinado como nos tempos de jogador, o Galinho buscou uma alternativa para que seu time pudesse se desenvolver. A melhor delas foi transferir a equipe para o Distrito Federal, onde havia uma bem-sucedida franquia do Centro de Futebol e um campeonato organizado. Lá, o Azul e Branco encontrou boas condições e um parceiro para a empreitada. No dia 1º de agosto de 1999 nasceu a filial brasiliense do CFZ, em sociedade com a empresa HPMA . O clube de Zico passou a competir no Rio e em Brasília, muitas vezes usando o mesmo time e comissão técnica. O CFZ de Brasília iniciou suas atividades com equipes formadas nas categorias de juniores e profissionais, e vários jogadores da sede carioca. No ano seguinte, montou um time feminino que chegou ao tetra (2000, 2001, 2002 e 2003). Sem obstáculos políticos, o profissional masculino chegou rapidamente à Primeira Divisão e, em 2002, atingiu o ponto máximo em Brasília ao conquistar o título do Distrito Federal com uma campanha invicta: 19 vitórias e 7 empates. A conquista valeu uma vaga na Copa do Brasil 2003 e garantiu a classificação para a Série C. Na Terceirona, o time comandado por Reinaldo Gueldine foi até a quarta fase, quando acabou eliminado no mata-mata. No ano seguinte disputou novamente as duas competições nacionais.

Em 2006, o clube fez parcerias que não foram positivas e o resultado acabou sendo um duplo rebaixamento, colocando CFZ de Brasília na Terceira Divisão do Distrito Federal. Quando imaginavam que o Azul e Branco fecharia as portas, o clube renasceu em 6 de junho de 2008.

Em 2008, o time profissional se qualificou para disputar a 2ª divisão do Campeonato Brasiliense 2009 no segundo semestre do ano, que começou muito bem com a conquista do campeonato matogrossense de juniores (sub18) numa parceria vitoriosa com o Sorriso E. C., com uma campanha 100%.

De volta à Brasília, a equipe de juniores se renova e se prepara para disputar o campeonato brasiliense da categoria.

Títulos

Campeonato Brasiliense: 2002.

Site
http://www.otimedozico.com.br

domingo, 21 de junho de 2009

CFZ/Imbituba Futebol Clube

O IMBITUBA FUTEBOL CLUBE foi fundado em 1/02/07. No ano de 2009 o clube passará por uma reformulação total em sua estrutura e gestão, tendo a frente desse novo projeto o Sr. ROBERTO RODRIGUES que em parceria com o CENTRO DE FUTEBOL ZICO constituem um clube empresa denominado de CFZ IMBITUBA FC, tendo a missão de promover o esporte como meio de integração social e de atingir a excelência e o alto rendimento nos mais diversos campeonatos disputados sempre com o objetivo de desenvolver talentos com responsabilidade. A partir de agora o Centro Esportivo Alberto Rodrigues representa Santa Catarina junto à rede de escolas de futebol Zico 10, que possui outras 85 instituições espalhadas pelo país, instaladas no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Tocantins e. Amazonas.
Atualmente a Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense buscando uma vaga na série A do campeonato estadual catarinense 2010.

Mascote

Como mascote, o CFZ IMBITUBA tem a águia. A idéia da águia é expressar força, sabedoria e grandeza. E é com essas qualidades que todos que estamos imbuídos nesse projeto que pensa em elevar o nome do nosso clube.


Estádio

Estádio: Emília Mendes Rodrigues
Capacidade: 2.000 espectadores
Inauguração: 08/06/2009

Site

http://www.cfzimbituba.com.br

sábado, 20 de junho de 2009

Esporte Clube Renascença

O Esporte Clube Renascença foi fundado por funcionários e pela diretoria da Fábrica de Tecidos Renascença 15/10/1941. Seu uniforme era camisa e meias brancas e calção preto. O escudo em forma de engrenagem tinha um R ao centro. O estádio do clube que ficava no bairro tinha o nome de Cristiano Guimarães, mas era conhecido como "Eucaliptos". Era chamado de "time dos tecelões". Sua sede era na rua Botucatu, 177.


Começou disputando as competições do futebol amador promovidas pela Federação Mineira de Futebol. Em 1947 construiu seu estádio e pediu inscrição no Campeonato da Cidade de 1948. O ingresso no certame era complicado, pois dependia da aprovação dos clubes . A inscrição do Renascença não foi aceita, pois temiam que os seus jogos causassem déficit nas arrecadações. Em 1958 a Federação Mineira de Futebol aceitou a inscrição de diversos clubes, dentre eles o Renascença. Devido ao grande número de inscritos, houve a necessidade de se organizar um torneio eliminatório para definir as equipes que iriam disputar o Estadual. O Renascença perdeu a 8a vaga para o Cruzeiro e ficou fora do certame. Em 1959, voltou a disputar o Torneio Classificatório e conseguiu uma das vagas para o Campeonato.


Disputou os Campeonatos Mineiros de 1959 (9º); 1960 (10º); 1961 (11º); 1962 (10º); 1963 (11º); 1964 (11º); 1965 (11º) e 1966 (12º), quando foi rebaixado para a 2a Divisão.

Seu maior momento de glória ocorreu em 25 de maio de 1961. Naquele dia, o Renascença, comandado pelo ex-zagueiro Gérson dos Santos, conquistou a terceira edição da Copa Belo Horizonte, ao vencer o Atlético por 2 a 0, no Estádio do Barro Preto (o Galo fora campeão em 1959 e o Cruzeiro, em 1960). A equipe foi campeã sem levar gol em nenhum dos cinco jogos, contra Cruzeiro, Atlético, América, Sete de Setembro e uma seleção do Departamento de Futebol Amador da Federação Mineira de Futebol.

Subitamente, o modesto clube fez com que o populoso Bairro da Renascença passasse a ser alvo das atenções e simpatias de todo o público esportivo de Belo Horizonte. Mas, em quase uma década, não conseguiu sucesso no Campeonato Mineiro, sempre com campanhas apagadas, com exceção de 1963, quando conquistou o Torneio Início, disputado no Estádio da Alameda após vencer, sempre nos pênaltis, Cruzeiro, Siderúrgica e Atlético. No mesmo ano, comandado por Mário Celso de Abreu, conseguiu terminar em 3° lugar o campeonato mineiro.

Um fato curioso ocorreu em 1965. No Torneio Início, disputado no Estádio Independência, o clube chegou à final contra o Siderúrgica mas o jogo, que seria disputado em 90 minutos, não chegou ao fim, pois o Renascença teve nove jogadores expulsos. O título ficou com o time de Sabará.

O maior orgulho do clube foi ter revelado para o futebol brasileiro o goleiro Tonho e o meiocampo Piazza, que se tornou ídolo nacional com a camisa do Cruzeiro e da Seleção Brasileira.

Em 1966 ficou em último lugar e caiu para a Segunda Divisão, o que levou a Companhia Renascença Industrial a extinguir o departamento de futebol, em 1967. A indústria ainda resistiu até 1996 quando, sem conseguir acompanhar os avanços tecnológicos, sucumbiu à concorrência com produtos importados, deixando inúmeras pessoas desempregadas e uma grande incerteza para o bairro. No local da fábrica, encontra-se hoje instalada uma universidade particular.

Estádio: Cristiano Guimarães (Eucaliptos)

Mascote: Urubu

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Nova Iguaçu Futebol Clube

O Nova Iguaçu Futebol Clube foi fundado em 1º de Abril de 1990, pela iniciativa de 25 profissionais liberais, amantes do futebol, que sempre tiveram por objetivo fazer do futebol, uma opção de vida para muitas pessoas, principalmente as crianças. O projeto foi idealizado em meados dos anos de 1988/1989, pelo então Diretor-Presidente Jânio Moraes e apoiado por estes profissionais liberais, que sempre apostaram no futebol como forma social e educativa para crianças, principalmente de caráter carente e discriminadas pela situação sócio-econômica que a vida lhes proporcionou. Desta forma, no ano de 1990, o NIFC teve seu início em ma sala de 40 metros quadrados, localizada na Rua Topázio, nº 10, no centro de Nova Iguaçu, começando assim, a desenvolver um projeto social desportivo com crianças, com o objetivo de educar, formar e encaminhar estes menores para uma carreira profissional no mundo do futebol ou em outra carreira que fosse escolhida ao longo do tempo de todo aprendizado. A cor adotada foi o laranja, como não poderia deixar de ser, foram as mesmas que deram o título ao município “terra da laranja”, um dos maiores exportadores de laranja da década de 30.

Em 1991, os dirigentes do Nova Iguaçu obtiveram a posse de um terreno de 135.000 m² para a construção de seu Centro de Treinamento através do então secretário de Esportes do Governo Collor, o ex-jogador Zico.

A equipe disputou o Campeonato Carioca da 1º Divisão em 2006 e 2007, sendo neste ano rebaixado para a 2º Divisão.

No ano de 2008, o Nova Iguaçu conquistou a Copa Rio ao derrotar nos jogos finais o Americano, por 1 a 0 no Estádio Giulite Coutinho e por 3 a 2 no Estádio Godofredo Cruz.

Títulos

Copa Rio:2008
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2005
Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1994

Estádio

Mais um sonho se concretizando no Nova Iguaçu. A construção do ‘’Laranjão”, forma carinhosa como já é conhecido, iniciou-se no ano de 2005. Hoje, o gramado já serve para os treinamentos coletivos da equipe profissional.

Situado ao lado do centro de treinamento, o projeto foi muito bem desenvolvido e elaborado, visando instalações modernas, como praça de alimentação, lojas e entretenimento para torcedores, atletas e imprensa.

A capacidade de público ficará entre 20 a 30.000 expectadores, porém, na primeira fase da construção, a capacidade será de 5.000 pessoas, com o objetivo de utilização do mesmo, dentro do prazo mais rápido possível, para assim, não ter que jogar em estádios alugados e a torcida se sentir verdadeiramente em casa.

Hino

Salve o “Fruto da Terra” Nova Iguaçu traz com orgulho seu brasão Onde brilham duas cores Laranja e branco no seu pavilhão 1° de abril é sua glória É um marco na história desse clube vencedor Com amor e alegria dia e noite, noite e dia vou aonde ele for Suas vitórias têm um gosto especial E a derrota é um fato acidental Nova Iguaçu Futebol, paixão e arte És um grande baluarte No esporte nacional Nova IguaçuFutebol, paixão e arte És um grande baluarte No esporte nacional

Mascote
O mascote Laranjinha representa e personifica o espírito do trabalho do Nova Iguaçu F.C.. Ele é inspirado num dos símbolos do clube, a "laranja", uma das principais fontes econômicas da região, nos anos 30. O Laranjinha já caiu nas graças da torcida. Além das crianças, é grande o público jovem que se identifica com o mascote.


Site

http://www.nifc.com.br/

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Associação Portuguesa Londrinense

A Associação Atlética Portuguesa de Desportos foi fundada em 14 de maio de 1950, mas seu nome foi alterado em 1997 e passou a se chamar Associação Portuguesa Londrinense. Com o nome antigo, a Portuguesa só disputou três estaduais, em 1959, 1960 e 1961.

Após o retorno às suas atividades, o clube disputou a divisão de acesso para a elite do futebol paranaense. Em 1998, no seu segundo ano depois da reestruturação, chegou em terceiro lugar da Série A-II, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Já no ano seguinte, a Lusinha, como também é conhecida, obteve a sua vaga para a série A-I, a primeira divisão, quando alcançou o vice-campeonato.

Em 2001, o Campeonato Estadual Paranaense passou por uma reestruturação e dividiu suas divisões em A-II, AI e Série Ouro, que seriam respectivamente a terceira, a segunda e a primeira divisão. A participação das equipes em cada série seria decidida de acordo com o desempenho dos clubes em 2000.

A Lusinha disputou em 2001 a série A-I e sagrou-se vice-campeã. Em 2002 e 2003, participou da elite do futebol do Estado do Paraná. Em 2004, o clube disputou a Série A-I, pois havia sido rebaixado ano anterior. Somente em 2006 a Portuguesa obteve o título da Série A-I e retornou a Série Ouro.

Em 2007, a Associação Portuguesa Londrinense se fundiu com o Clube Atlético Cambé. Segundo o presidente, a fusão teria como propósito atrair torcedores de Carimbe, região metropolitana de Londrina.

Infelizmente o clube não foi bem no Campeonato Paranaense de 2008 e acabou sendo rebaixado. Em 2009, a Portuguesa disputará a segunda divisão do estadual, de volta à Londrina.

Estádio

Apesar de não ser um time com muita tradição e títulos, o clube conta com uma boa estrutura. Possui o estádio Vila Santa Terezinha, com capacidade para três mil pessoas, e um Centro de Treinamento com 33 mil m2, com três campos e um alojamento para 50 atletas. Suas partidas são jogadas no Vitorino Gonçalves Dias, com capacidade para 10 mil pessoas, ou no estádio do Café, para 45 mil pessoas.

Títulos

Campeonato Paranaense - Série Prata: 2006.

Site

http://www.portuguesalondrina.com.br

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Sport Club Santa Cruz

Foi o primeiro Clube do interior a ser Pentacampeão Sergipano.
Em Estância, a companhia industrial de Estância (Fábrica Santa Cruz) já possuía um pequeno campo de futebol desde 1930, construído nos terrenos de sua “Vila Operária”. Durante muitos anos serviu apenas para os amistosos do Santa Cruz, clube a ela pertencente desce 1931.

Reativado o Santa Cruz em 1937 pelos novos diretores da Fábrica, tendo à frente Julio César leite, além de Coriolano Alves de Oliveira, o campo da Vila Operária mereceu maiores cuidados. Quando em 1947, o Santa Cruz filiou-se à Federação sergipana de Desporto, Julio Leite tinha o firme propósito de preparar um grande time de futebol para disputar o certame oficial. E assim ocorreu em 1955. Mas o campo da Vila Operária ainda estava em reformas, daí o Santa Cruz disputar inicialmente seus jogos em Maruim.

Somente a partir de 1958 é que o campo da Vila Operária teve condições de abrigar jogos oficiais do campeonato. Interessante é que três clubes de Estância se filiaram à FSD em 1947: Santa Cruz, A. C. Bonfim e Guarany. Apenas o Santa Cruz é que participou dos certames oficiais, mesmo assim oito anos depois.

Foi neste período que o Santa Cruz possui a melhor equipe e era temido pelos adversários. Jogadores como, Augusto Goleiro - Taratí - João Cego - Serraria - ABC - Teminho - João Rocha (Hoje Bel.João Rocha) Senhor, Zito Aguiar, Everaldo, e vários outros valorosos atletas. Era conhecido como o azulão do Piautinga (rio que banha a cidade de Estância) e já teve não um dia, mas seus dias de Glórias.

Somente anos depois é que Itabaiana e Sergipe se igualaram ao Santa Cruz de Estância.

Estádio

Santa Cruz (Bairro Santa Cruz) Comporta cerca de dois a tres mil torcedores

Títulos:
Campeonato Sergipano (1956, 1957, 1958, 1959, 1960)

Fonte:
http://blog.cacellain.com.br/2009/06/12/memoria-do-futebol-sergipano-santa-cruz/

terça-feira, 16 de junho de 2009

Calouros do Ar Futebol Clube

O Calouros do Ar foi fundado em 1º de janeiro de 1952. Até então o clube era apenas um despretensioso time de futebol, chamado América. Quando foi oficialmente fundado, mudou o nome para homenagear o conjunto musical da Base Aérea de Fortaleza e os aspirantes a oficial aviador que chegavam todo ano à cidade. Ascendeu à divisão principal da FCD em 1953, vindo, por uma dessas anomalias de nosso futebol, da terceira divisão.Em 1954, quando o diretor do Ceará, Ivonísio Mosca de Carvalho, lutava para trazer o time do Botafogo, com todas as suas estrelas, para comemorar os 40 anos alvinegro (1914-1954).Ocorre que, tanto no Rio como em Fortaleza, não havia datas disponíveis, pois os respectivos campeonatos estavam em pleno andamento, mas Ivonísio lutou e conseguiu uma brecha.A programação ficou organizada. No dia 12 de junho o Botafogo faria sua estréia diante do Calouros, uma espécie de preliminar, num dia de sábado.O Botafogo era dirigido pelo veterano Gentil Cardoso e a delegação ficou no Hotel Iracema, de propriedade do senhor Antônio Português, à rua dos Tabajaras. Não faltaram as reclamações, principalmente do ‘’velho marinheiro'’ (Gentil Cardoso). Mas era o jeito. No centro só havia o Excelsior e parece que fechado. Savanah e San Pedro Hotel ainda não eram construídos e, na praia, a diária era mais barata.Referido jogo entrou para a história: O Calouros do Ar venceu o Botafogo de Garrincha, por 1x0, com um gol marcado por Orlando Ciarlini aos 40 minutos do segundo tempo. No gol, o hoje empresário e ex-comodoro do Iate Clube de Fortaleza, Chico Martins, fez uma partida memorável, entrando para a história do futebol cearense. O goleiro pegou até pênalti, batido por Garrincha.Eis a súmula de Calouros 1 x 0 Botafogo. Data: 12/6/1954 - Calouros do Ar 1 x 0 Botafogo. Estádio Presidente Vargas. Gol: Orlando Ciarlini (40 do 2º tempo). Juiz: José Tosta (F.C.D). Calouros do Ar: Chico Martins; Pedrinho e Azevêdo; Jandir, Helder (Zanata) e Índio; Luciano, Zezinho, Beto (Orlando Ciarlini) Nelsinho e Zuzinha. Botafogo: Pianoswisky; Gerson e Floriano, Arati, Bob e Juvenal; Garrincha, Dino, Carlyle, Paulinho e Vinícius.No dia seguinte domingo o Ceará Sporting perdeu por 2 x 0.
O título de 55
No dia 11 de março de 1956, o Calouros do Ar conquistou aquele que é até hoje seu único título estadual, o Campeonato Cearense de 1955, derrotando o Ferroviário por 2 a 0, com gols dos atacantes Zezinho e Zuzinha, no estádio Presidente Vargas. Então com apenas quatro anos de fundação, o Calouros do Ar tinha uma equipe formada em sua maioria pelo efetivo da Base Aérea de Fortaleza, que mantinha o time e abrigava sua sede. Mais novo dentre os oito participantes do campeonato, o Tricolor da Base Aérea ou Tremendão da Aerolândia superou os tradicionais Ceará, Fortaleza e Ferroviário. Na final, contra o Ferrim, venceu a primeira partida (2 a 0), perdeu a segunda (3 a 0) e levou a melhor na decisiva.
Em pé, da esquerda para a direita: Edilson, Zezinho, Beto, Helder e Zuzinha; Agachados: Luciano, Jandir, Jesus, Pedrinho, Jairo e Coité
Na verdade, 1955 foi o ano de ouro do Calouros do Ar, que conquistou os três títulos disputados pelos clubes da divisão principal cearense, uma verdadeira “tríplice coroa”. Orientado pelo treinador Paulo Salgueiro, o clube papou o Torneio Preparatório, o Torneio Início e por último e mais importante, o campeonato estadual. Dizia-se que o segredo daquela equipe era sua homogeneidade, afinal era toda ela integrada por jovens cujas idades variavam entre 18 e 24 anos. Nenhum figurão no plantel. O curioso é que, durante todo o campeonato cearense de 1955 o Calouros do Ar utilizou apenas 13 atletas, o que significa dizer que jogou em todo o torneio quase que com a mesma equipe. O título do Calouros quebrou um encanto de anos, só comparado ao feito de um outro jovem clube, o Tramsways, que ganhou o campeonato de 1940.O clube disputou os campeonatos cearenses de 1953 a 1968 e 1970 a 1998, conquistando o 3º lugar em 1953, 1956, 1960 e 1968. Em 1960, Juarez, atacante da equipe, foi artilheiro do campeonato cearense, com 14 gols. Em 1968, o artilheiro foi Célio, com 9 gols. Foi também 3ª colocado na 2ª divisão estadual em 1999 e 2003. Em âmbito nacional o Calouros do Ar chegou a disputar o Torneio Norte-Nordeste de 1968 e a 2ª Divisão brasileira em 1971 e 1972, sem conseguir passar da 1ª fase.Em 2004, após péssima participação no estadual da Segunda Divisão, o Calouros do Ar foi rebaixado para a Terceira Divisão Estadual, onde se encontra até hoje.
Os dias de hoje:
Passado mais de meio século, a conquista memorável de 1955 contrasta com o péssimo momento vivido pelo time, mendigando apoio financeiro, à beira da falência e esquecido na Terceira Divisão Estadual. Sua diretoria sofre para manter a equipe em atividade. O quadro de sócios, que recebeu poucos integrantes nas últimas décadas, por causa da seqüência de maus resultados, resume-se a um grupo de cerca de 20 torcedores, a maioria presente apenas em ano de eleições no clube.Na década de 60, uma partida entre o América, campeão de 1966, e Calouros do Ar, vencedor de 1955, levaria uma multidão ao estádio Presidente Vargas. Em 2009, porém, os times participaram da Série C do Campeonato Cearense. Infelizmente, em Fortaleza, o clube é hoje uma espécie de sinônimo de time ruim, com expressões do tipo “esses Calouros do Ar da vida…” Para completar o Calouros está suspenso até 2010 devido à suposta manipulação de resultado na derrota por 8 a 0 para o Tauá, no desfecho da terceira divisão de 2008.

Mascote:

Tremendão da Aerolândia.





Estádio: Brigadeiro Médico José da Silva Porto (3 mil pessoas).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Mineiros Esporte Clube


Fundado em 20 Janeiro 1977 (Surgiu a partir do Palmeiras de Mineiros).
1984 - O clube fica em penúltimo no Campeonato da Segunda Divisão e paralisa suas atividade no término do campeonato.
1987 - Retorna ao futebol, disputando novamente a Segunda Divisão
1988 - Fica com o Vice Campeonato Goiano da Segunda Divisão, vencida pelo Quirinópolis e garante vaga na elite do futebol goiano.
1993 - Conquista sua melhor colocação na história, a terceira posição no Campeonato Goiano, mas acaba se afastando novamente do futebol

Conquistou o título da Terceira Divisão do Campeonato Goiano em 2003 e da Segunda Divisão em 2004. No ano de 2005, tornou-se o melhor time do interior goiano, sendo novamente o terceiro colocado do Campeonato, atrás apenas do Goiás e do Vila Nova, o campeão de 2005, que venceu o time mineirense na semifinal. Com essa colocação, ganhou o direito de disputar pela primeira vez a Série C do Campeonato Brasileiro de 2005 e a Copa do Brasil de 2006.

Em 2006, chegou a ocupar, na penúltima rodada do 2º turno do campeonato goiano, a liderança do grupo A, a um passo de se classificar mais uma vez para as semifinais, dependendo apenas de um empate contra a Anapolina, segundo no grupo. Mas perdendo a partida por 3 a 2, ficou fora do quadrangular final. O time ainda era um dos representantes do estado de Goiás, ao lado do Vila Nova, na Copa do Brasil. Nesta competição, o time pegou na primeira fase o Americano do Rio de Janeiro. O jogo de ida, no Estádio Odilon Flores em Mineiros, terminou com vitória do 'MEC', como é conhecido pelos habitantes de sua cidade, por 3 a 1. Já no jogo de volta, em Campos, Rio de Janeiro, acabou perdendo por 4 x 2, mas se classificou para a segunda fase da Copa do Brasil por ter marcado mais gols fora de casa.

Foi a segunda vez que um time do interior de Goiás se classificou para a 2ª fase desta competição (O CRAC já havia conseguido tal façanha, em 2004). Jogando então contra a equipe do Atlético Mineiro, um dos maiores do Brasil, o time de Mineiros saiu vitorioso na partida de ida por 3 a 2, no dia 15 de março. No jogo de volta, agora no Mineirão, em Belo Horizonte, o time mineirense acabou sendo eliminado ao ser derrotado por 4 a 1. Em 2007, novamente era cotado como um dos principais concorrentes ao título goiano, porém não obteve um bom desempenho na fase de grupos e acabou não conseguindo se classificar para as semifinais do estadual, terminando na 6° colocação entre 12 concorrentes. Agora em 2009 rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Goiano.

Títulos

Campeonato Goiano da Segunda Divisão: 2004.
Campeonato Goiano da Terceira Divisão: 2003.

Estádio

O Estádio Odilon Flores, localiza-se nacidade de Mineiros, no interior do estado de Goiás, Brasil. Pertence ao Mineiros Esporte Clube, fundado em 20 de janeiro de 1977, também conhecido como MEC. Tem capacidade de aproximadamente 7.000 pessoas.

Mascote

Águia do Sudoeste







Site
http://www.mineirosesporteclube.com.br/ - fora do ar.

domingo, 14 de junho de 2009

Centro Sportivo Capelense

O Centro Sportivo Capelense, fundado no dia 4 de abril de 1946, já foi o mais famoso clube do interior alagoano. Na época do Dr. Horácio Gomes, seu time era poderoso, e logo no primeiro ano que disputou o campeonato da divisão especial, em 1959, foi campeão com todos os méritos. Disputou o título com o CRB em uma melhor de três, e ganhou os dois jogos na categoria. A dose foi repetida em 1962 quando conquistou outro título de campeão disputando com o Estivadores. Na decisão ganhou o primeiro jogo e empatou o segundo.

Depois, apesar de estar sempre presente, não conseguiu repetir o bom desempenho dos anos anteriores. Como tantos outros clubes, terminou se afastando da competição oficial do futebol alagoano por motivos financeiros. No início dos anos oitenta, conseguiu retornar com altos e baixos. Somente em 1989 é que voltou a brilhar. O Capelense se sagrou campeão alagoano de forma indiscutível, depois de vencer os três turnos disputados.

Com o título de 1989, o clube ganhou o direito de participar da 2ª edição da Copa do Brasil, disputando duas partidas contra o Flamengo-RJ, mas não teve sucesso. Foi goleado duas vezes, por 5x1 na Gávea e por 4x0 jogando em Alagoas.

Logo depois, em 1991, resolveu mais uma vez se afastar do futebol profissional, voltando, somente em 2005, disputando a Segunda Divisão do Campeonato Alagoano. Campeão da segunda divisão em 2008, retorna a primeira divisão e é rebaixado em 2009.

Títulos

Campeonato Alagoano: 3 vezes (1959, 1962 e 1989).
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2008.

Estádio
Estádio Manoel Moreira é um estádio de futebol de Capela (Alagoas), que atende ao Centro Sportivo Capelense. Sua capacidade é de 8 mil pessoas e foi inaugurado em 4 de abril de 1946.


Site

http://www.capelense.com.br

sábado, 13 de junho de 2009

Quatro de Julho Esporte Clube

O 4 de Julho foi fundado no dia 04 /07 /1987, em Piripiri, que fica localizado ao Norte do Estado, cerca de 175 km de Teresina. O Colorado gloriosamente conquistou dois títulos estaduais de 1º divisão. Nos anos de 1992 e 1993, sendo bicampeão estadual da temporada. Em 2003, o Colorado foi outra vez campeão, só que desta vez, da 2º divisão.O nome do clube é uma homenagem ao aniversário de fundação da cidade de Piripiri.


Estádio

O Estádio Municipal Ytacoatiara, na cidade de Piripiri, deverá receber um moderno sistema de iluminação dentro dos próximos meses, para possibilitar jogos noturnos da principal praça de esportes da cidade.








Títulos

2 Campeonatos estaduais (1993 e 1994 )
1 Campeonato da 2ª Divisão (2003).

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Grêmio Esportivo Sapucaiense

O Grêmio Esportivo Sapucaiense foi fundado em 28 de julho de 1941, após o fechamento do Grêmio Esportivo Iraí, clube fundado em 1936, de cores vermelho e preto, do qual o Sapucaiense herdou os uniformes e o campo, situado no mesmo lugar onde hoje localiza-se o Arthur Mesquita Dias.

De sua fundação até o ano de 2004, o Sapucaiense foi um clube amador que se destacava nos campeonatos municipais de Sapucaia do Sul, rivalizando com equipes amadoras tradicionais da cidade. Seus principais adversários eram o Vera Cruz, a Vila Vargas, o Sial e o Taurus, times com os quais o Sapucaiense disputava acirrados clássicos.
O clube também participava de campeonatos e torneios de nível amador em âmbito regional - com equipes do Vale do Sinos e região Metropolitana - e estadual.
Ao longo dos anos o Sapucaiense foi se destacando e, nos anos 90, começou a disputar competições oficiais da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) com suas equipes das categorias de base.
Em 1999 a FGF lançou um campeonato estadual amador entre cidades para garotos com idade até 21 anos, denominado Copa Sul 21. O Sapucaiense representou Sapucaia do Sul e foi campeão. O destaque do time na competição foi o meio-campista Maicon Sapucaia, então com 19 anos.
O título conquistado na Copa Sul 21 fez o clube começar a pensar em ser profissional.
Essa ascensão do Sapucaiense culminou com a sua profissionalização em 2005, quando passou a disputar o Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão e a Copa RS.
Já em 2005, no seu primeiro ano como profissional, o Sapucaiense chegou à 3ª fase da 2ª Divisão Gaúcha, após ser campeão da fase de Repescagem. A equipe ficou em 8º na classificação final e demonstrou competência como estreante.
Em 2006 o clube foi eliminado na segunda fase da Segundona e terminou em 17º na competição. Mas fez uma boa campanha na Copa RS, sendo eliminado apenas nas quartas-de-final pela equipe B do Grêmio, que sagrou-se campeã do torneio.
Mas o grande acontecimento na história do Sapucaiense ocorreu em 2007. Nesse ano o clube foi Campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho, marco que fixou o rubro-negro de Sapucaia do Sul no cenário do futebol profissional do Rio Grande do Sul.
O dia 29 de setembro de 2007 foi a data da última partida do octogonal final que garantiu a vaga na 1ª Divisão de 2008. Nesse jogo, em que a equipe enfrentou o Ipiranga de Sarandi, o Sapucaiense se apresentou diante de um Arthur Mesquita Dias completamente lotado.

No Gauchão de 2008 o Sapucaiense fez uma campanha excelente, acima das expectativas de um estreante, encerrando o campeonato num honroso 6º lugar.

Em 2009, após uma campanha irregular, termina em penúltimo e é rebaixado para segunda divisão.

Títulos

Campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho 2007

Estádio

Seu estádio é o Arthur Mesquita Dias, mas no Gauchão os jogos serão realizados no Cristo Rei, em São Leopoldo.

Estádio João Correia da Silveira, o Cristo Rei
O Cristo Rei tem a capacidade para 5.000 pessoas e será a casa do Sapucaiense no Gauchão


Hino

A força de Sapucaia
Conhece a raça que sempre vence
Crianças, homens e mulheres
Nossa família sapucaiense
Sou torcedor até morrer
É rubro-negra essa paixão
Tremula a minha bandeira
No mundo a fora, em qualquer nação
Se um dia eu te deixar
Levo comigo a devoção
De longe quero gritar,
Sapucaiense é campeão.
Meu coração sapucaiense
Me enche de amor febril
Tu és meu campeão,
Pelo Rio Grande, pelo Brasil.
Meu coração sapucaiense
Me enche de amor febril
Tu és meu campeão,
Pelo Rio Grande, pelo Brasil

Mascote

Sapo

Site

http://www.gesapucaiense.com.br//

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Chapadinha Futebol Clube

Chapadinha sempre foi apaixonada por futebol. Mas mesmo sendo a maior cidade do Baixo-Parnaíba e Alto-Munim a Chapada das Mulatas sempre se dava mal quando o assunto era competições intermunicipais. O máximo que o futebol chapadinhense conseguia era ser vice-campeão do Torneio Intermunicipal, competição disputada por seleções amadoras que teve até o início da década de 90, seus tempos de glamour. Até a seleção da vizinha cidade de Mata Roma já conquistou o torneio numa das poucas vezes em que disputou. Isto acabava por gerar no povo de Chapadinha um sentimento de inferioridade. Algo tinha que ser feito para que os desportistas da cidade tivessem orgulho de seu futebol que vivia momentos de decadência. O Real Brasil, uma das equipes amadoras de maior tradição da cidade, chegou a especular por diversas vezes a profissionalização para a disputa do campeonato estadual da primeira divisão, mas desistiu da idéia por falta de apoio do poder público e do comércio em geral. Em outubro de 2002, um grupo de desportistas, movidos pela paixão, resolveu encarar o desafio e cobrar do prefeito Magno Bacelar, uma atitude neste sentido. A idéia começou a tomar forma quando Edmílson Santos, aquele que viria a ser o primeiro técnico da equipe, procurou o radialista William Fernandes para expor as intenções do grupo de desportistas no programa Rádio Denúncia. Santos, como ficaria conhecido, já estava com uma relação de jogadores convocados para fazer parte da equipe que supostamente disputaria a segunda divisão daquele ano, mas encontrava dificuldades para conseguir a liberação do estádio Lucídio Frazão para a realização dos treinos. Sensibilizado, e grande desportista que é, José Filho, diretor da Rádio Mirante AM, entrou na briga e liberou o telefone da emissora para que os ouvintes participassem ao vivo e dessem a sua opinião a respeito do impasse. Todos foram a favor da criação do time e da liberação do campo para os treinos, pois não havia na cidade outro local com estrutura suficiente para que uma equipe profissional pudesse realizar seus trabalhos. No dia seguinte, o prefeito que chegara de São Luiz, num gesto que entrou para a história,conversou com o então secretário de esportes Moraisinho e com o então presidente da LEC e autorizou, por telefone, diante da câmera da TV Mirante, que o estádio fosse liberado para os treinos da equipe e garantiu na entrevista a William Fernandes que a cidade teria um time de futebol profissional, como havia prometido em sua famosa “Cartilha 25”. Nascia aí, no início de novembro de 2002, o Chapadinha Futebol Clube, que, logo em seguida disputaria a segunda divisão com mais 5 equipes, 2 da capital e 3 do interior, e seria campeão, de forma inquestionável vencendo, na final, o time do Brigadeiro Falcão por 3 x 0 na memorável tarde-noite de ´´ de ´´ de 2003, garantindo uma vaga no restrito grupo de elite do futebol maranhense. Desde então, a cidade de Chapadinha não parou mais de aparecer em todo o Estado e até no País inteiro, por conta do meteórico sucesso do Chapadinha Futebol Clube, o Galo da Chapada.

Títulos

Campeonato Maranhense - 2ª Divisão: 2002.

Estádio

Estádio Lucídio Frazão
Capacidade 8.000

Mascote
Galo da Chapada

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Grêmio Atlético Coariense

O Grêmio Atlético Coariense foi fundado em 06 de janeiro de 1977 na cidade de Coari, região do médio Amazonas. Esta cidade possui 70 mil habitantes e é rica na produção da banana e do petróleo, além do gás natural.
Após várias disputas no futebol amador, o tricolor "Gavião" ganhou vários títulos na cidade, principalmente nos anos 90.
Em 1991, por ocasião do Torneio da Amazônia ajudou a Seleção Local (cedendo vários jogadores) a jogar contra o São Raimundo de Manaus. Em Coari o resultado foi 0 x 0 e em Manaus, 0 x 2.
Em 2003 houve a Copa Integração e o "Gavião" chegou ao vice-campeonato, com os resultados (0 x 0 e 0 x 1), ganhou o Sulamérica de Manaus.
Em fins de 2003 a diretoria do Clube, que tem à frnte, O Sr. Jessé, inscreveu a quipe no profissionalismo da FAF (Federação Amazonense de Futebol) e em 2004 já jogava no profissionalismo.
No Primeiro Turno do Amazonão 2004, a equipe chegou à finalíssima empatando com o São Raimundo no Estádio Brasil (0 x 0).
Chegou ao Vice-campeonato amazonense de futebol e disputa a Série C do Brasileirão, estreando no dia 01/08/2004 vencendo ao Rio Branco-AC (Campeão da Copa Norte 1997) em Rio Branco por 1 x 0.
Foi o primeiro campeão amazonense advindo do interior do estado em 2005.
Licenciado desde 2007.
Estádio


Estádio: José Rosquildes


Capacidade: 10000 pessoas




Hino




Mostra a tua garra grande gavião
Vamos vibrar - bate forte coração
(BIS)
Avante Grêmio Coariense eu sou mais um
Torcedor do Gigante Tricolor
1977 - A fundação se deu aqui
Em Coari - O meu amor!
Tenho banana
O petróleo negro-ouro
Futebol - Pura magia
O meu tesouro
Preto, azul e branco
São as cores do meu pavilhão
BIS
Hoje canto com alegria
Em ver meu GRÊMIO CAMPEÃO




A sua mascote é o GAVIÃO.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cardoso Moreira Futebol Clube

Fundado no dia 19 de março de 1935, o Cardoso Moreira Futebol Clube passou mais de 70 anos de sua história disputando apenas campeonatos de futebol amadores. Localizado no Norte Fluminense, na cidade homônima da agremiação, o time obteve sucesso nos torneios regionais do interior do Estado do Rio de Janeiro durante quase toda sua existência.

Somente no ano de 1994, quando a diretoria decidiu profissionalizar a prática do futebol no clube, a equipe conseguiu um título de maior importância. O Marreco, como é chamado por seus torcedores, conquistou a terceira divisão do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, se credenciando para disputar a segunda divisão no ano seguinte.

Porém, por mudanças que ocorreram na prefeitura da cidade, um dos principais incentivadores do clube, o Cardoso Moreira teve que voltar para o amadorismo e se contentar com as competições do interior do Norte Fluminense.

Dez anos depois, a direção do clube resolveu se aventurar novamente no profissionalismo e preparou o elenco para a disputa da terceira divisão do estadual de 2006. Sem muitas pretensões de fazer uma boa campanha, o improvável aconteceu. O Marreco conquistou pela segunda vez o título da terceira divisão e passou a sonhar com a elite do futebol fluminense.

Em 2007, já na segunda divisão do Campeonato Estadual, a equipe tricolor não tinha muitas esperanças de conseguir o acesso para o primeiro escalão do futebol do Rio. Até a competição daquele ano, nenhuma equipe estreante havia conseguido a vaga.

As primeiras rodadas, ainda sob o comando do técnico Rubinho, não foram muito animadoras, e mostravam que o caminho até o sonho de ingressar na elite seria difícil. A solução encontrada foi a troca de treinador. Saiu Rubinho e entrou Mário Marques.

Com a substituição do responsável pela comissão técnica, o time recuperou a confiança e começou a obter melhores resultados. Após um campeonato longo e exaustivo, o Cardoso Moreira terminou na quarta colocação, conseguindo uma das cinco vagas para a primeira divisão do Estadual do Rio. O feito inédito estava concretizado.

Classificação confirmada, os olhares de todos se voltaram para a pequena cidade de Cardoso Moreira, que possui pouco mais de 12 mil habitantes. Um dos fatos mais comentados sobre o clube foi a sua prestação de contas disponibilizada em seu site oficial (www.cmfc.com.br). Na área destinada às finanças da agremiação, todos as despesas são computadas e ficam à disposição dos visitantes.

Infelizmente o Cardoso Moreira não foi bem 2008 e, ao lado do América, acabou caindo. Em 2009 o Cardoso Moreira disputará a segunda divisão do Campeonato Estadual do Rio.

Estádio

O Cardoso Moreira atua no Estádio Antônio Ferreira de Medeiros, o popular Ferreirão, localizado na própria cidade de Cardoso Moreira. O estádio tem capacidade para mil espectadores aproximadamente e sua tribuna de honra chama-se "Tribuna Agnaldo Jacinto da Silva". Suas cores são preto, vermelho e o branco, sendo assim conhecido como o Tricolor Cardosense.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1994 e 2006

Mascote

Devido ao grande número de inundações que a cidade sofreu, em virtude das fortes chuvas que costumam atingir a região, Cardoso Moreira ficou conhecida como a “Cidade das Enchentes“. A mais grave delas aconteceu em 1997, quando mais de 80% de seu território ficou debaixo d’água.

Com o apelido, os moradores das cidades vizinhas passaram a chamar os habitantes da cidade de “Marrecos“. O presidente do clube não encarou o tratamento como gozação e decidiu adotar a figura do animal como mascote do Cardoso Moreira.

Site

http://www.cmfc.com.br/ - fora do ar

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Atlético Clube Três Corações

Em atividade desde 1.913, quando um grupo de apaixonados pelo futebol reuniu-se na casa do Sr. Miguel Ainda e elegeu sua primeira diretoria, tendo como Presidente o Sr. Valério Ludgero de Resende. Inicialmente adotaram a cor vermelha e as iniciais do América do Rio de Janeiro (AFC), optando pelo nome de Atlético Futebol Clube. Tempos depois foi proposta uma nova denominação, e por todos aceita. Atlético Clube Três Corações.

A eterna rivalidade esportiva com a vizinha cidade de Varginha é tão antiga quanto o próprio Atlético, pois já na primeira partida, em 20 de janeiro de 1.914, houve muita confusão e pancadaria, mas a vitória foi nossa: 2 X 0 .

Em 1.927, devido a grandes desavenças entre as diretorias do Atlético e da Associação Esporte Clube, o agente executivo (Prefeito) Cornélio Andrade Pereira foi obrigado a intervir, promovendo a extinção dos dois clubes. Esta decisão duraria até o ano de 1.938, quando o médico Dr. Daniel volta do Rio de Janeiro e juntamente com outros companheiros, conseguem reerguer o Atlético. Em 1.941, a Liga Esportiva Tricordiana (LET), reunindo jogadores do Atlético, Raul Chaves (Canto do Rio) e Colégio Estadual conquista a Taça Guaraína, a mais importante competição do sul-Mineira. Naquele time jogava Dondinho, pai do maior jogador de futebol de todos os tempos: Pele.

De 1.941 até 1.966, mesmo no amadorismo, o Atlético formou grandes times e viu despontar inúmeros craques. Em 1.960, conquista o difícil e decantado Torneio sul-mineiro. Em 1.966, inaugura a sua sede social e , em 1.967, forma o primeiro time profissional. Em 1.970, disputa o campeonato mineiro da primeira divisão, com jogadores trazidos do Cruzeiro de Belo Horizonte, onde se destaca o ponta direita Roberto Batata. Em 1.971, além de formar talvez a sua melhor equipe, ficando atrás apenas dos três grandes da capital: Atlético, Cruzeiro e América, viu o craque Vanderley Paiva, oriundo de suas fileiras ( e filho da terra) sagrar-se Campeão Brasileiro, defendendo o Atlético de Belo Horizonte. Depois de um longo período de altos e baixos, o Atlético volta a se destacar em 1.986, ano em que se sagra Campeão Mineiro da Segunda Divisão, fato que se repetiria em 1.992.

Agora, tão próximo da marca histórica em que irá completar os seus noventa e três anos de existência, temos a obrigação de manter o ATLÉTICO vivo e vibrante, para que nos dê ainda mais alegrias e glórias.

Em 2007 , o Atlético de Três Corações foi punido com suspensão de dois anos, se não me engano, por ter abandonado as disputas do Campeonato Mineiro do Módulo II de 2007. Aí, com a conivência da Federação Mineira, alterou o nome para Clube Atlético Tricordiano , para poder participar da Segunda Divisão (Terceirona)de 2008.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Mineira 1986 e 1992

Hino

Ouvir cantar o nosso hino tradicional Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Jogando em qualquer parte Estando abaixo deste céu azul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul Dizem que preto é luto Branco é desprezo, encarnado é guerra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Atirei o barco n’agua Alcei as velas e deixei rolar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar


Estádio

Estádio: Elias Arbex
Capacidade: 7.000 pessoas




Mascote: Galo



Site
http://www.atleticotc.com.br