sexta-feira, 31 de julho de 2009

América Futebol Clube

O América foi fundado no dia 02 de agosto de 1939, dentro da família Teixeira, sendo Amadeu Teixeira Alves um dos fundadores ao lado do irmão Artur, em Manaus.

O América teve seus primórdios no colégio Dom Bosco, no centro de Manaus, na década de 30.

Com o passar do tempo, os irmãos Teixeira, souberam continuar o trabalho e levaram o América à primeira divisão da antiga F.A.D.A. (Federação Amazonense de Desportos Atléticos).

Possui um uniforme idêntico ao América carioca e sua sede localiza-se num aristocrático bairro da zona centro-sul de Manaus, o parque 10 de novembro.

Realiza seus treinamentos no centro social urbano do mesmo bairro, ou no campo do “formigão” na zona centro-oeste.

Possui 5 títulos amazonenses, 1951, 1952, 1953, 1954 (daí em seu hino citar que é tetracampeão) e 1994, quando na final, derrotou o Nacional nos pênaltis.

Disputou apenas uma vez o Campeonato Brasileiro, em 1983, quando foi eliminado pelo Izabelense de Belém(PA), era a taça de bronze, ou terceira divisão. Foi vice-campeão da Copa Amazônia em 1993, quando na semi-final eliminou o time do municipal de Maués(AM) e chegou à final contra o São Raimundo.

O América manteve o mesmo treinador por mais de 50 anos: Amadeu Teixeira, substituído em 2006 por Artur Teixeira.

Em 2009 ,de time pequeno, sempre entre últimos da tabela em campeonatos anteriores, o América emplacou um arrancada heróica e conquistou, ontem, no Vivaldo Lima, o sexto título estadual de sua história, impondo uma derrota maiúscula por 3 a 0 sobre o poderoso Nacional, que tentava o 41º título. Os gols foram marcados pelo zagueiro Guará e os atacantes Diego e Ronildo, respectivamente. O clube cujo dono é lendário Amadeu Teixeira vai ficar na história do Vivaldão como o último a sagrar-se campeão antes da demolição do Estádio para dar lugar à Arena da Amazônia.

Títulos

Campeão Amazonense 1951/1952/1953/1954 , 1994 e 2009

Estádio:

Vivaldo Lima - Vivaldão
Capacidade: 55.000 torcedores

Hino

Autor: Daniel Sales (1998)


Força da raça e da vitória
América do meu coração
No Amazonas não tem igual
Vermelho e branco tradicional
Tu vens da luta de uma raça
Vermelho e branco o teu valor
Em tuas hostes exercitas
A juventude, a esperança e o labor
No futebol és a conquista
Da força rubra destemida indolor!
Tetracampeão!
América do meu coração!
Tua torcida nunca ti esquece
A tua luta é inconteste
Em 2 de agosto de 39
Nasceu a fama que nos comove
(BIS) da chama ardente americana
Se fez a luz rubra da vitória
América! América! América! meu coração!
América! América! América! minha paixão!

Mascote

Diabo

Site

http://www.amigosdoamerica.com

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Guarani Esporte Clube

O Guarani Esporte Clube foi fundado no dia 20 de setembro de 1930 na cidade de Divinópolis e é um dos maiores representantes do município no estado. O time é um dos mais tradicionais do interior mineiro e sempre revelou bons jogadores para o futebol estadual e nacional.

Nas primeiras décadas de existência, o clube disputava apenas campeonatos amadores e regionais pelo interior do Estado. A equipe é uma das maiores vencedoras da região centro-oeste de Minas Gerais, com 26 títulos de campeonato de juniores.
Em 1961, 31 após a fundação, a equipe fez sua melhor campanha em estaduais, terminando a competição na segunda colocação.

Neste campeonato , o time de Divinópolis perdeu o título, que seria o mais importante de sua história, nas últimas rodadas. O certame era disputado em pontos corridos e na antepenúltima jornada a equipe foi derrotada por 2 a 1 para o Atlético-MG, com uma atuação polêmica do árbitro da partida, que validou os dois gols do Galo convertidos de maneira duvidosa.
Três anos após o vice, o clube venceu o Atlético-MG na final e conquistou pela primeira e única vez o Torneio Início de Minas Gerais, em 1964. A competição antecede o Campeonato Mineiro e é disputado pelas equipes da elite do futebol estadual.

No Estadual de Minas Gerais de 1979, a agremiação mais uma vez deixou seu nome na história do futebol mineiro e fez do atacante Fernando Roberto o artilheiro da competição. Com 15 gols naquele torneio, ele até hoje é lembrado pelo seu feito.
Dois anos depois, em 1981, o Guarani fez sua melhor campanha em campeonatos nacionais. O time terminou a Taça Bronze, equivalente a Série C do Campeonato Brasileiro, na quarta colocação. Como o regulamento na época era diferente e passou por muitas mudanças, o Tamanduá não obteve o acesso à Série B.
Entre os inícios das décadas de 80 e 90, o time amargou dez anos na segunda divisão mineira, devido a uma confusa parceria com o Atlético-MG. O acordo entre as partes envolvia o intercâmbio de jogadores entre as duas equipes, mas o Galo “passou a perna” no alvirrubro, ficando com os melhores atletas revelados pelo Bugre e vendendo os outros. O time não recebeu nenhum centavo e, por falta de recursos financeiros, entrou em crise, caindo para a terceira divisão do Estado.
O clube deu a volta por cima em 1994, quando se sagrou campeão da Terceira Divisão do Campeonato Mineiro, ascendendo ao segundo escalão do futebol estadual. A equipe venceu o hexagonal final da competição e ergueu o caneco. Era o começo da caminhada rumo a divisão principal do futebol do estado.Para este campeonato, foram inscritas 10 equipes de todo o estado, muitas delas de história e tradição no futebol estadual.

O Guarani continuou se reerguendo e fazendo boas campanhas, até que em 2000 foi vice-campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro e retornou à elite do futebol no Estado, após muitos anos nas divisões inferiores.
Em 2001, no seu retorno à Série A do futebol Mineiro, o alvirrubro não foi bem e conquistou apenas quatro pontos em 11 jogos, encerrando o certame na última colocação. Com a péssima campanha, o Tamanduá caiu de divisão mais uma vez.
No ano seguinte, o Bugre voltou a jogar bem e conquistou a segunda divisão Mineira. A equipe fez excelente campanha na primeira fase e assegurou o título no hexagonal final.
No ano de 2003, o Guarani disputou mais uma vez a primeira divisão e encerrou o sobe-desce no campeonato estadual. O time terminou a competição na décima colocação e se manteve entre os “grandes” do Estado.
Desde então, o clube de Divinópolis permanece na elite do futebol mineiro, mas sempre lutando contra o rebaixamento. Em 2009, realiza péssima campanha, e é rebaixado.

TÍTULOS


1 Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 2002.
1 Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 1994

ESTÁDIO

Farião

Nome oficial: Waldemar Teixeira de Farias
Capacidade: 4.500 espectadores
Inauguração: 20 de setembro de 1996
Recorde de Público: 6.200 (Guarani 0 x 3 Cruzeiro - 11/02/2006)

HINO

Autor: Itamar de Oliveira

Pinta em cores de vermelho e branco
a bandeira do tamanduá
bolas de ouro alvirubro do meu Guará
E lá se vão nossos heróis
buscar vitórias para servir,
meu sentimento meu alimento
coração de Guarani.
Pelo prazer, de te querer
o teu nome é imortal.

MASCOTE

O mascote do Guarani é um tamanduá. O animal foi escolhido por ser o predador da formiga, nome de um time rival, da cidade homônima, vizinha a Divinópolis. Por causa dessa rivalidade, o mamífero foi eleito símbolo do clube

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ypiranga Futebol Clube

Fundado em 18/8/1912

Um dos mais tradicionais clubes da cidade, o Ypiranga já foi o mais forte clube de futebol do estado (antes da fusão com a Guanabara, quando Niterói era capital), e chegou a ceder jogadores para a Seleção Brasileira na Copa de 1930 (Manoelzinho e Oscarino).

Várias vezes campeão fluminense e niteroiense antes da fusão, o clube entrou em decadência no fim dos anos 70.

O clube protagonizou em 25-04-1931 a primeira partida internacional de Niterói. Resultado: Sud America(Uruguai) 5 x 3 Ypiranga

Curiosidades
- O clube era chamado de “o clube indígena”, e seu mascote era um índio.
- O clube foi fundado na Alameda, e só foi para São Lourenço na década de 20.
- Suas cores originais eram o azul e ouro. Só em 1923 o clube decidiu adotar cores e uniforme em homenagem ao Flamengo, mantendo porém o escudo em um formato diferente.
- O clube é até hoje o único de Niterói a ter cedido jogadores para a seleção brasileira.

Hoje, o clube está abandonado, sem quadro social e praticamente extinto.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Princesa do Sul Futebol Clube

Fundação: 1° de dezembro de 2001

Estádio: Tibério Barbosa Nunes
Capacidade: 5000 pessoas

Foi o primeiro clube-empresa do futebol piauiense.
Disputou a segunda divisão em 2004 e 2005. Promovido em 2006, foi rebaixado, disputando a segundona em 2007 novamente. Volta a primeira em 2009.

O rival do Princesa do Sul é o Cori-Sabbá, com o qual faz o clássico conhecido como "Prinsabbá".

Site
http://www.florianonet.com.br/princesadosul/

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Itaporã Futebol Clube

Fundado em 5 de março de 2008 como um time amador, o Itaporã começou a ganhar destaque ao disputar o Campeonato Sul-Mato-Grossense da Série C, também chamada pela FFMS de Campeonato Estadual Amador, chegando às finais e vencendo numa acirrada disputa o time de Miranda nos pênaltis.

Com a vitória, em setembro de 2008, o time de Itaporã se profissionalizou e ganhou o direito de disputar o Campeonato Sul-Mato-Grossense da Série B, que se iniciaria em outubro do mesmo ano.

Fazendo uma campanha singular, com cinco vitórias e apenas uma derrota, o Itaporã sagrou-se Campeão da segunda divisão do Estadual vencendo por 4 a 0 o time de Campo Grande.

Atualmente o ITAPORÃ FUTEBOL CLUBE é o caçula na disputa a Série A, e fez uma excelente campanha chegando bem perto da inédita final da competição. Não decepcionou sua torcida, pois não perdeu nenhum jogo em seu Estádio conhecido como Chavinha na cidade de Itaporã.

Na primeira fase chamou a atenção da imprensa estadual e nacional pela campanha arrasadora, conquistando 36 pontos em 16 jogos. Obteve 11 vitórias, 02 empates e apenas 02 derrotas. Teve o melhor ataque com 40 gols marcados, uma média de mais de 02 por partida, sofreu apenas 13 e teve um saldo de 27 positivos. Aplicou duas das maiores goleadas da competição, vencendo o Rio Verde por 6 x 0 e o tradicional Operário por 5 x 0 jogando em Campo Grande.

Na 2ª fase ficou na 4° colocação garantindo vaga no quadrangular final, deixando de fora equipes consideradas favoritas como o Cene de Campo Grande, o Misto de Três Lagoas e o Costa Rica. Fez 16 pontos em 10 jogos, com 05 vitórias, 01 empate e 04 derrotas. Fez 14 gols e teve a defesa menos vazada sofrendo apenas 07 gols.

Na 3ª fase disputou até o último minuto com o Ivinhema a segunda vaga para a final, mas jogando na casa do adversário e com a pressão da torcida, perdeu de virada a partida e o sonho de disputar um título inédito. • Somou 07 pontos em 06 jogos, venceu 01, empatou 04 e perdeu apenas a última e decisiva partida. Marcou 05 gols e teve a melhor defesa sofrendo apenas 04.

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense da Série B: 2008.
Campeonato Sul-Matogrossense da Série C - Amador: 2008.

Fonte
http://itaporafutebolclube.blogspot.com/

domingo, 26 de julho de 2009

Jabaquara Atlético Clube

Com a união de associações ou agremiações esportivas dos imigrantes europeus na região de santos no início do século XX, e o interesse na nova modalidade esportiva, reuniam-se em torno do atual bairro do Jabaquara e fundaram o Hespanha Foot Ball Club, conforme denominavam, em 15 de novembro de 1914.

A sua primeira partida oficial ocorreu em 1916, contra o Clube Afonso XIII, em um resultado de 1x1 numa ocasião em que foi levantado o primeiro pavilhão do clube. Surpreendeu com uma gloriosa vitória e arrecadação contra o SPR no ano seguinte, onde festejaram e conquistaram diversos associados e atenção na cidade.

Nos anos de 1918 a 1920, conquistou a "Taça Grande Café D'Oeste" e participou como convidado na inauguração do estádio da Associação Atlética Portuguesa.

O seu crescimento foi tamanho a partir de então, que em 1924 foi construído um estádio maior, localizado no bairro do Macuco como "Estádio Antonio Alonso", que levou o nome do seu proprietário, passando a ser chamado o time popularmente como o "Leão do Macuco".

Em 1930, o Hespanha enfrenta seu primeiro adversário internacional com uma vitória de 3x2 contra a Seleção de Buenos Aires.

Com a fundação da Federação Paulista de Futebol, esteve presente o Hespanha nos campeonatos oficiais de São Paulo na divisão principal.

Como o início da década de 40 trouxe a Segunda Guerra Mundial, houve a necessidade de mudança do Hespanha, pois levava o nome de país, o que não era permitido a partir de um decreto de lei, passando a denominar-se após votação como Jabaquara Atlético Clube em homenagem ao seu bairro de origem, gerando o popularizado apelido de "Jabuca".

Em 1944 o time atingiu o seu auge com o melhor ataque do futebol paulista. Foi no período entre 1940 e 1957 que o clube revelou vários craques, com o técnico Arnaldo de Oliveira, popularmente conhecido como Papa. As maiores estrelas reveladas foram o goleiro Gilmar, ingressado depois no Sport Club Corinthians Paulista e na Seleção Brasileira de Futebol, e Osvaldo da Silva, conhecido como Baltasar, que era o nome do seu irmão que jogava no Santos FC. Outros craques formados: Marcos (revelado para o Corinthians); Feijó, Getúlio, Ramiro e Álvaro (para o Santos); Célio (para o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro); e Melão, (do Santos para o SPAL na Itália).

No entanto, em 1945 o clube sofreu grave crise financeira que afetou o time quase com o rebaixamento à segunda divisão, senão disposse de um recurso de seu advogado. Houve a venda de um valorizado terreno, próximo à praia, no bairro Ponta da Praia (Santos), que não saldou as dívidas do clube, para questionamento de muitos até os dias atuais. Restou treinar em um campo na cidade vizinha de São Vicente.

Assim correram os anos até que em 1957, com uma vitória de virada em partida histórica contra o bicampeão paulista Santos FC na Vila Belmiro, sob cordenação de Nelson Ernesto Filpo Nuñes, passando a ser chamado de Dom Filpo pelo seu feito de vitórias consecutivas no Jabaquara, salvando ainda o clube de um rebaixamento pela segunda vez em 1959. O inevitável rebaixamento ocorreu em 1963.

Finalmente, uma grande área definitiva com 67.380m2 para o clube em um local alagadiço e pouco valorizado, que contribuiu a partir de 1961 para o crescimento do bairro da Caneleira. Apesar de ser bem maior que o Estádio Urbano Caldeira da Vila Belmiro, nenhum torcedor admite a venda do local por lembranças amargas de sua história. Em virtude das crises, em 1967 o Jabaquara passa a se dedicar a equipes amadoras, deixando o futebol profissional, para retornar somente em 1977 inserido na terceira divisão.

Em luta pela sobrevivência, este histórico clube alterna entre a segunda e a terceira divisão, como privilegiado como fundador da Federação Paulista. Em 1983, Nabi Abi Chedid aumentou o número de times na segunda divisão, inserindo o clube, mas acabou retornando à terceira. Somente conseguiu vitória no campeonato da Terceira Divisão em 1993, entre 56 equipes, e em 1995 entre os Juniores.

Em 1997, destacou-se o artilheiro Sérgio Miler, e no ranking paulista, ocupou o 9° lugar.

Com uma invencibilidade de 23 jogos, o Jabaquara tornou-se campeão paulista da série B-3 de 2002 e a 11ª colocação no Campeonato Paulista da Série B-2 de 2004.

No ano de 2006, o Jabaquara fez uma de suas piores campanhas no campeonato paulista da segunda divisão e no ano de 2007, através de uma parceria com a equipe do Litoral F.C. chegou às quartas de final do Campeonato Paulista da segunda divisão.

A luta desse clube honroso e histórico fazem a paixão de seus torcedores e a simpatia dos torcedores rivais regionais São Vicente Atlético Clube(com quem faz o maior clássico da região atualmente, o Derby Praiano), Santos FC e Portuguesa Santista.

Em 2008 a equipe anexou ao seu patrimônio o Litoral Futebol Clube, clube de um projeto social idealizado por Pelé, do qual agora o Jabaquara também faz parte. Com isso a equipe conseguiu apoio para as disputas da Série B estadual e para as categorias de base, alem de um patrocínio com a empresa alemã fornecedora de materiais esportivos Puma. Além do Jabaquara, o recém criado Monte Alegre e o Paulista de Jundiaí também fazem parte do projeto.

Títulos

Vice-Campeonato Paulista: 1927.
Campeonato Paulista - Série A3: 1993.
Campeonato Paulista Segunda Divisão B3: 2002.

Estádio

O Estádio Espanha pertence a Jabaquara, localiza-se em Santos na divisa com o município de São Vicente. O estádio foi inaugurado, e sua lotação máxima é de sete mil pessoas.
O estádio fica situado próximo ao centro de Santos (aproximadamente 2,5 km), e está localizado na avenida Francisco Ferreira Canto, 351 na Caneleira.

Chamado carinhosamente de Caneleira, o nome oficial do estádio é Estádio Espanha.

A denominação surgiu como homenagem aos imigrantes espanhóis da baixada santista.

Hino

Vamos cantar-te, Jabuca
Porque mereces também uma canção
Por teu passado glorioso
Que ainda vibra em nosso coração.
E nesta terra praiana
Em São Paulo e no interior,
Tu foste sempre o primeiro,
Que nos cobriu de honra e de valor.
Rubro amarelo, hás de vencer,
O Jabaquara jamais há de morrer
Por tuas glórias, com emoção,
Hoje brindamos, com amor, esta canção!
Rubro amarelo, sempre estarás
Em nossa alma, em nosso coração
Leão do Macuco, vamos lutar,
Que em nossa história será sempre o campeão!

Mascote


Mascote Em 1963, o clube comprou uma nova área no bairro da Caneleira e lá construiu o seu estádio que hoje se chama Espanha. Essa é a origem do nome da mascote hoje em dia: “Leão da Caneleira

Site

http://www.jabaquaraac.com.br/

sábado, 25 de julho de 2009

Centro Limoeirense

O Centro Limoeirense de Futebol foi fundado em 15 de setembro de 1913 em Limoeiro, em Pernambuco. Apesar de ser um dos clubes mais antigos do estado, a equipe só se profissionalizou 50 anos depois, em 1963.

Já no primeiro ano de profissional, o time já disputou a primeira divisão do Campeonato Pernambucano, sendo a primeira equipe de Limoeiro a alcançar esse nível. Logo na estréia, a equipe ficou com a quinta colocação no Estadual.

Mas a colocação final do Centro, a sua melhor em toda a história do Pernambucano, não foi o principal momento da história do campeonato de 1963. Após perder na estréia para o Náutico por 2 a 0, o clube devolveu o placar no estádio José Vareda, o Varedão, e conseguiu sua primeira vitória sobre um clube da capital pernambucana. O Centro só voltaria a vencer o Timbu 40 anos depois, em 2003, quando, com gol de Eduardo, saiu com a vitória por 1 a 0.

No ano seguinte, o time conquistou novamente uma ótima colocação, ficando com a sexta posição.

Após essas boas posições, o clube só voltaria a disputar a primeira divisão do futebol pernambucano 30 anos depois, em 1994. E não foi um bom retorno para o Dragão. Após terminar na 12ª colocação, o clube foi rebaixado.

No ano seguinte, no entanto, a equipe retornou à primeira divisão. Após uma ótima campanha na Série A2 do Pernambucano, o Centro terminou na segunda colocação, perdendo na final para o Sete de Setembro de Garanhuns.

Nos anos seguintes, o clube disputou duas Séries A1 de Campeonato Pernambucano seguidas. Em 1996, o Dragão terminou na oitava colocação. Já no ano seguinte, a equipe de Limoeiro ficou apenas com a 12ª posição, o que rendeu um novo rebaixamento ao time.

O time só voltaria a disputar a primeira divisão quatro anos depois, em 2001, quando ficou com a nona posição e foi rebaixado novamente.

Em 2003, o clube teve a sua primeira negociação com um clube do exterior, quando vendeu os direitos econômicos do jogador Cleyton Mendes do Santos para o Dong Tam Long Na, pequeno clube do Vietnã.

Quatro anos depois, em 2007, veio outra grande conquista do Centro Limoeirense de Futebol. Após ficar na segunda colocação no grupo 2, o time se classificou e venceu Usina Catende e Sete de Setembro, quando se vingou do clube de Garanhuns. Na final, a equipe de Limoeiro enfrentou o Salgueiro e, após duas derrotas por 1 a 0, o Dragão ficou com o vice-campeonato da Série A2 do Pernambucano.

Infelizmente o clube não foi bem no Campeonato Pernambucano de 2008, sendo rebaixado. Em 2009, o Centro terá que disputar a segunda divisão do estadual.

Estádio

José Vareda (Varedão)
Capacidade 5000 lugares


Mascote

A mascote do Centro Limoeirense de Futebol é um dragão. Ele foi escolhido como um dos símbolos do clube por sua força. Além disso, o animal mítico é dono de uma fibra enorme, que seus jogadores devem incorporar.


sexta-feira, 24 de julho de 2009

Sociedade Boca Junior Futebol Clube

O Sociedade Boca Junior Futebol Clube é uma entidade desportiva que surgiu como clube profissional em 31 de maio de 2004 na cidade de Cristinápolis, sendo as suas cores oficiais o branco, azul e o amarelo.

O objetivo principal do Sociedade do Boca Junior Futebol Clube desde a sua fundação é a descoberta de jogadores jovens e talentosos, projetando-os em seguida para o futebol.

No seu primeiro ano no profissionalismo, derrotou o América de Propriá na final da Segunda divisão e conquistou o título. Rebaixado em 2006, conquista novamente o título e o acesso em 2007, retornando a primeira divisão em 2008, onde é rebaixado novamente.

Estádio

Manda suas partidas no Estádio Geraldo Oliveira, cuja capacidade é de 2 mil espectadores.

Títulos

Campeonato Sergipano - Série A2: 2 vezes (2004 e 2007).

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Esporte Clube Guarani

Em 3 de setembro de 1929, um grupo de amigos criou uma agremiação denominada Sociedade de Foot Ball Sport Club Guarany. O nome surgiu através dos índios guaranis, que na época estavam acampados junto à antiga "fonte pública", próximo ao local onde está instalado o Correio.

A primeira idéia de criar um clube de futebol que surgiu de um grupo de amigos, como é contada a história por Herberto Germano Henn um dos funcionários do clube. "Nós estávamos conversando e juntou com show de dar água aos cavalos, ao lado da igreja velha, prontos para irmos ao o grêmio gaúcho, que ficava logo adiante. Estavam comigo Edmundo Feix, Pube Feix, Marino Schuler, Arlido Lücke e Emílio Becker, quando resolvemos por fundar um clube de futebol. Depois de estar resolvido, se pensou em qual seria o nome do time. Aí o Marino Schuler sugeriu que fosse "Guarani", por causa que havia uns bugres acampados ao lado da fonte pública que ficava onde hoje é o correio, a que se chamavam Bugres Guarani. Todos acharam um nome bonito e concordaram".

O primeiro campo do Guarani foi na várzea do Arroio Castelhano. Em 1933 o clube transferiu-se para o Estádio dos Eucaliptos, num local mais próximo da cidade. Mas foi em 30 de março de 1958 que o estádio recebeu amplas melhorias e passou a se chamar Estádio Edmundo Feix.

Em 1980 o clube, já projetando avanços futuros, passou a contar com uma potente iluminação, renovando ano a ano sua estrutura. O clube teve destaque no amadorismo com a conquista do estadual amador 88. No ano seguinte, o Guarani se profissionaliza e logo consegue a vaga para a primeira divisão estadual. Em 1991, fez grande campanha na primeira fase do estadual terminando em primeiro do seu grupo e invicto. Na segunda fase, nos quadrangulares finais, não manteve o mesmo desempenho e acabou desclassificado.

Para lembrar alguns feitos na era profissional, as estupendas campanhas nos Gauchões de 1991 e 1997; a conquista do Gaúcho em 2002 – depois de finalizar o primeiro turno na lanterna – e a campanha invicta na Seletiva da extinta Sul-Minas, também em 2002. Os dois jogos contra o América-RN pela Copa do Brasil também entram para a história, além de revelar um dos maiores treinadores da atualidade: Mano Menezes, atualmente no Corinthians, e diversos atletas de destaque no futebol brasileiro e até no exterior.

2003 As mudanças vão desde reformas no Estádio Edmundo Feix até a contratação de jogadores. O ano promete ficar na história do clube, fundado há 73 anos. Pela primeira vez, o time está disputando a Copa do Brasil, motivo para deixar os atletas ainda mais confiantes em uma boa campanha no Campeonato Gaúcho. A equipe comandada por Mano Menezes recebeu oito reforços no início de janeiro, mas a base continua sendo a mesma que conquistou a primeira fase do Gauchão no ano passado.

Em dificuldade financeira, o clube joga apenas o campeonato juvenil. Sua ambição é de recomeço em 2010. Mas deve adiar para 2011.

HINO:

Vamos saudar o glorioso
rubro-negro da terra do chimarrão

time de raça, sangue guerreiro

é o primeiro do meu coração

És forte meu time índio
te amo desde guri
no campo ninguém te segura
Guarani, Guarani, Guarani (repete)

Na região, tu és temido
no Estado, tens tradição
futuro, presente, passado,
o Guarani é nosso campeão

Títulos

Campeão da Seletiva para a Copa Sul-Minas de 2004 (disputada em 2003)
Campeão da Primeira Fase do Campeonato Gaúcho 2002,
Vice-campeão da Segunda Divisão do Gauchão 1990,
Campeão Estadual Amador 1988,
Campeão do Alto Taquari do Campeonato Estadual Amador 1956 e
Vice-campeão Amador - Região Centro 1963

ESTÁDIO

Nome oficial: Estádio Edmundo Feix
Data de inauguração: 30 de março de 1958
Data de inauguração da iluminação: 12 de outubro de 1988
Recorde de público: 5.500 pessoas - 10/11/91 (Guarani 1 x 2 Internacional)
Capacidade: 5.500 pessoas sentadas

Mascote

Índio Guarani

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Coenge Futebol Clube

A firma de construção COENGE S.A. - Engenharia e Construções, pioneira na capital da República, onde chegou no ano de 1957, fundou, em 14 de novembro de 1966, uma agremiação de futebol para manter vivo o clima de amizade e a união de todos os seus funcionários e operários.
Seus idealizadores consideravam o futebol como o esporte da paixão, do entusiasmo e da alegria, e não foi difícil conseguir entre os componentes da firma a cooperação necessária para se formar uma equipe. A idéia pouco a pouco foi tomando corpo e o clube surgia para a alegria de todos. Embora houvesse a colaboração de toda a firma, alguns nomes se destacaram pela maneira com que se empenharam na campanha de organização e concretização do Coenge Futebol Clube, entre eles Edvaldo Batista Gesteira, Júlio César de Oliveira, Geraldo Augusto da Fonseca e Indalécio de Souza Pinto. Estes devotados e conscientes não mediram esforços para levar a equipe a figurar dentre as melhores do Distrito Federal.
Constituído na maior parte por elementos da própria Companhia, o Coenge inaugurou a sua Sede Social à Quadra 9, Lote 10, Setor Comercial no Gama, onde promoveu suas reuniões para decisões e medidas a serem adotadas em relação ao clube. Além do futebol, o clube possuía quadras de voleibol, futebol de salão e grande parte recreativa, oferecendo, assim, diversão para todos os seus mais de 400 associados.
Como é do conhecimento de todos o futebol sempre encontrou inúmeras dificuldades para a sua expansão em Brasília. Talvez pelo ritmo acelerado de construções, ou por falta de recursos de vários clubes, o futebol do brasiliense esbarrava sempre em alguns obstáculos.
Mesmo ciente das dificuldades, o Coenge nunca esmoreceu e enfrentou crises e problemas com grande disposição. Sua primeira diretoria foi constituída dos seguintes membros: Edvaldo Batista Gesteira (Presidente), Antônio de Sena Lopes (Vice-Presidente), Júlio César de Oliveira (1º Secretário), Genilson Almeida Alfena (2º Secretário), Geraldo Augusto Fonseca (1º Tesoureiro) e Indalécio de Souza Pinto e Francisco Matheus, respectivamente Diretor de Esporte e Diretor Social.
Sua sala de troféus possuía em suas prateleiras inúmeras taças, dentre elas a de tricampeão do Torneio de Aniversário do Gama (1967 a 1969).Outras taças passariam a enriquecer essa sala.

Nos dias 26 de novembro e 3 de dezembro de 1967, o Coenge Futebol Clube e Associação Atlética Mariana, ambos da cidade-satélite do Gama, promoveram um torneio quadrangular contando ainda com a presença de Rabello e Cruzeiro do Sul, clubes profissionais do DF. Na primeira rodada, o Cruzeiro do Sul venceu 2 x 1 A. A. Mariana por 2 x 1, enquanto Coenge e Rabello empataram em 1 x 1 (nos pênaltis, vitória do Coenge por 3 x 2). Na decisão do torneio, o Cruzeiro do Sul venceu o Coenge por 4 x 3 e sagrou-se campeão.

Em 1968, foi o vencedor do Campeonato do Departamento Autônomo, Série Gama, da Federação Desportiva de Brasília, superando União, Real, Gaminha, Guarani, Grêmio, Minas e Imperial. Junto com o Gaminha, passou para a Fase Final do campeonato, que reuniu clubes de outras cidades-satélites e do Plano Piloto. Foi necessária uma superdecisão entre Gaminha, Civilsan e Coenge, todos com 3 pontos perdidos, para se conhecer o campeão.
A decisão aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1969 e com um gol de Oscar o Coenge venceu o Gaminha por 1 x 0.
A campanha invicta nessa fase final foi a seguinte: 1 x 0 Meta, 3 x 2 Brasília, 2 x 1 Gaminha, 2 x 2 Manufatura, 3 x 3 Setor Automobilístico, 2 x 2 Civilsan, 2 x 1 Civilsan e 1 x 0 Gaminha.
O Coenge foi com campeão com essa formação: Hugo, Dirceu (Minhoca), Heraldo (Márcio), Ferraz (Tarcísio) e Xixico (Duchinha); Divino e Pelezão (Mauro); Garrinchinha, Pelezinho, Tatá e Oscar (Ademir).
Com o título, Coenge confirmava que era a melhor equipe amadora do Distrito Federal.
Seus dirigentes se animaram com o título e, quando a Federação Desportiva de Brasília resolveu inscrever clubes amadores e profissionais em seu campeonato de 1969, o Coenge se fez presente com mais 23 clubes de todo o Distrito Federal.
Foi a maior conquista de sua curta história. A campanha do clube foi excelente em todos os aspectos. Nas tardes de domingo as cores preto e branco do Coenge alegravam grande número de torcedores que levavam o seu grito incentivador para os jogadores que sempre procuravam corresponder.
Fez sua estréia no dia 13 de abril, no estádio da Associação Atlética Cultural Mariana, no Gama, vencendo o Vila Matias, por 1 x 0. Na primeira fase, ficou no Grupo B, e terminou apenas atrás do Brasília (que nada tem a ver com o atual Brasília, era de Taguatinga) e na frente de dez outros clubes. Foram doze jogos, 9 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota. Marcou 24 gols e sofreu 6.
Na fase final, entre os doze melhores times do Distrito Federal, não foi derrotado, conseguindo 8 vitórias e 3 empates (26 gols a favor e 10 contra).
A partida que definiu o título aconteceu em 19 de outubro de 1969, mais uma vez no campo da Cultural Mariana: goleada de 5 x 1 sobre o Brasília.
Na campanha pela conquista da Taça Brasília o Coenge contou com 20 jogadores. Esses, depois de uma campanha ao longo de seis meses, conseguiram o título de campeões da Taça Brasília, quando todos acreditavam que o título ficaria de posse do Grêmio. Foi o prêmio pelo esforço despendido, pela luta e pela convicção de que conseguiriam o cobiçado troféu.
Defenderam o Coenge Hugo (goleiro), Minhoca, Jamil, Ferraz, Tatá, Elias, Ceará, Pelezão, Eustáquio, Bi Santiago, Divino e Xixico (defensores) e Agostinho, Batista, Garrinchinha, Pelezinho, Marcos, Neco, Mauro e Oscar (atacantes).
Logo depois, disputou a Taça “Tira-Teima”, oferta da Casa do Athleta (loja de material esportivo de Brasília), contra o Grêmio, em uma série “melhor de três”.
No primeiro jogo, em 2 de novembro, empate em 2 x 2. Uma semana depois, novo empate, desta vez em 1 x 1. No dia 22 de novembro, o Coenge venceu o Grêmio por 1 x 0, gol de Noé. Seria a conquista do título. Seria. Posteriormente, foi anulado o título, tendo em vista o Coenge utilizar um jogador em situação irregular (o zagueiro Jamil). Em nova partida, em 29 de novembro, o Grêmio venceu por 1 x 0 e ficou com título.
O ano de 1970 começou de forma animadora, disputando dois amistosos interestaduais: 1 x 1 Portuguesa, do Rio de Janeiro (1º de fevereiro) e 3 x 1 Goiânia (22 de fevereiro).
Continuou disputando amistosos (0 x 0 com o Tupi e derrota para o Goiás por 4 x 0), até o início do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, em 5 de julho.
Antes, em junho, realizou excursão invicta pelo interior de Goiás, conseguindo os seguintes resultados: 3 x 2 Mago, em Anápolis; 3 x 2 Jataiense, em Jataí e 2 x 1 Palmeiras, em Mineiros.
O torneio foi encerrado em 16 de agosto de 1970, com o título ficando com o Grêmio, com a vitória sobre o Coenge (vice-campeão), por 2 x 1. Jogaram pelo Coenge: Maurício, Márcio, Elias, Mauro e Pereira; Santiago e Divino; Augustin, Ari (Américo), Paulinho (Mário) e Oscar.
Em 6 de setembro, estreou no campeonato amador do DF de 1970, com vitória de 1 x 0 sobre o Defelê, gol de Oscar.
A primeira fase terminou no dia 8 de novembro e o Coenge ficou com a sétima colocação, não conseguindo classificação para a Fase Final (somente os seis melhores passavam). Foram 9 jogos, 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, 10 gols a favor e 12 contra.
Sua última participação em torneios oficiais do DF aconteceu de forma melancólica: em 28 de março de 1971, foi derrotado pelo Serviço Gráfico, por 3 x 1, em jogo válido pelo Torneio “Governador do Distrito Federal”. A competição foi marcada por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações. O Coenge foi um deles.
Em 13 de agosto de 1971, aconteceu a Assembléia da Federação Desportiva de Brasília que desfiliou as seguintes associações: Gaminha, Planalto, Coenge, Defelê, CSU e Serveng Civilsan. O Coenge nunca mais voltou ao futebol.

Fonte:

http://blog.soccerlogos.com.br/2008/08/25/clubes-extintos-do-df-coenge/

terça-feira, 21 de julho de 2009

Independente Esporte Clube

O Independente Esporte Clube é da cidade de Santana e foi fundado em 19 de janeiro de 1962. Seu uniforme tem camisa verde com gola branca, calção e meias verdes. Já conquistou cinco títulos de campeão amapaense, sendo dois (1995 e 2001) no profissionalismo. Devido a problemas de acessibilidade, o clube não disputou o estadual de 2004 a 2007, junto com outras equipes de fora da capital, Macapá. Voltou a disputar o certame amapaense neste ano de 2008.

Tem o Carcará como mascote.

Títulos

Campeonato Amapaense: 5 vezes (1982, 1983, 1987, 1988 , 1995 e 2001).

Estádio

Antonio Vilela (Vilelão) - municipal, 3000 lugares.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sport Club Barroso

No dia 11 de junho de 1921, quando se comemorava mais um aniversário da “Batalha do Riachuelo”, surgiu em Maceió um novo clube chamado Esporte Clube Barroso. O nome era em homenagem ao grande almirante brasileiro. Um punhado de desportistas fundaram o novo clube: Serginho Chagas. Leodegário Amarante. Manoel Lino e Luiz Cardoso - O lema do clube era –Lutar e vencer sempre unidos pelo esporte.

Durante muitos anos, o Barroso participou dos campeonatos alagoanos com bons e maus momentos. Foi um dos clubes fundadores da Coligação Esportiva de Alagoas em 1927, hoje, Federação Alagoana de Futebol. No primeiro jogo oficial realizado em Maceió, pelo primeiro campeonato da CEA, o Barroso venceu o Uruguai por 2x1.
Com o passar dos anos, muitos diretores assumiram o Barroso. Muitos deles com destaques especiais. Caso de Arestides Toledo. Waldomiro Breda. Paulo Ananias. Luiz Falcão. Oscar de Souza. Abel Ribeiro. Manuel Torquato. Mário Lages e Luiz Canuto. Mesmo nas dificuldades, nas crises, nos momentos difíceis, esses dirigentes não se desesperavam e procuram fazer do Barroso um clube grande. Eram homens simples e fieis trabalhadores, que ofereciam parte do seu tempo para acompanhar o dia a dia do seu time.
O grande momento do Barroso no futebol alagoano aconteceu em 1946. O clube rubro negro se sagrou campeão estadual pela primeira vez. Apesar do campeonato ter sido disputado em apenas um turno, o Barroso ganhou todos os jogos com méritos indiscutíveis. Waldomiro Breda e Luiz Canuto era seus dirigentes mais atuantes, auxiliado pelo Ziza, outro abnegado pelas cores do seu clube.
Em 1951, depois de atravessar muitas crises em seu departamento de futebol, o Barroso foi obrigado a fechar suas portas. Era mais um triste capitulo da história do futebol alagoano. Mais um clube que deixava de existir. Mais uma agremiação que deixava saudades. Não pelo que apresentou ao longo dos campeonatos, mas pela simpatia de seus dirigentes e jogadores.

Títulos

Campeonato Alagoano: 1946.

Fonte

http://www.museudosesportes.com.br/noticia.php?id=3998

domingo, 19 de julho de 2009

Paissandu Atlético Clube

O Paissandu Atlético Clube foi fundado por ingleses no dia 15 de agosto de 1872, completa este ano 137 anos. O maior marco do alvianil do Leblon foi o título inédito do Campeonato Carioca de 1912, vencendo forças como Flamengo, Fluminense, América e Bangu. Atualmente, o clube ainda existe, fica do lado do CR Flamengo, porém o futebol não existe mais.

HISTÓRIA – O clube nasceu com o nome de ‘Rio Cricket Club’, num terreno alugado na Rua Berquó (atual General Polidoro), em Botafogo, onde criou um “ground” para a prática do Cricket, esporte amplamente difundido na Inglaterra.

No entanto, em 1880, devido às limitações do terreno, que não permitia a prática de outros esportes, e temendo que o crescimento da região acabasse com o campo, o clube muda-se para um terreno alugado no Bairro do Flamengo, na Rua Paysandu, e por essa razão passa a se chamar Paysandu Cricket Club.

O espaço, de propriedade do Conde D’Eu, estava localizado exatamente em frente à sua residência com a Princesa Isabel, que grande apreciadora da prática de esportes, era presença constante nos jogos e campeonatos.

Então, em 1898, Oscar Cox, filho de um dos fundadores do Clube traz da Suíça a primeira bola de futebol para o Rio de Janeiro. O Paysandu adere à prática do futebol, sendo um dos fundadores do Campeonato Carioca. Em 1912, o Paysandu é o primeiro e único time inglês a ser campeão carioca de futebol, conquistando a Taça Colombo.

Bye, bye futebol – Em 1914 o clube abandona a prática oficial do futebol, e passa a se chamar Paysandu Athletic Club. Em 1932, após a queda do Império e as sucessivas mudanças de propriedade do terreno, o Paissandu é obrigado a mudar-se e procurar uma nova sede.

De galho em galho até a sua última Sede – Graças à boa vontade e à simpatia pelo esporte, a Light & Powers aluga a um preço bastante amigável um terreno de sua propriedade na Rua Siqueira Campos, em Copacabana, que passa a sediar o Clube. Porém, o tamanho do terreno era sensivelmente menor do que o antigo, fazendo com o clube se limitasse à prática de tênis e do bowls.
Então, 20 anos depois, a Light & Powers vendeu o terreno da Rua Siqueira Campos e novamente o Clube perde a sua sede. Os sócios passam a utilizar a Embaixada Britânica para praticar esportes, e a Christ Church, em Botafogo, para suas reuniões administrativas.

Em 1953, depois de um período de total indefinição, finalmente a Prefeitura do Rio de Janeiro, na época Prefeitura do Distrito Federal, doa o terreno da Avenida Afrânio de Melo Franco, no Leblon, onde ainda hoje está o Clube. Apesar de ser uma área bastante privilegiada, trazia também grandes desafios.

À primeira vista mal poderia ser considerado terreno, tamanha era a quantidade de água que precisava ser aterrada. Os vizinhos também eram bastante diferentes dos de hoje. De um lado, a Favela da Praia do Pinto, do outro, a Favela de Ilha das Dragas. E para todo lugar que se olhasse, lixo e mais lixo.

Finalmente, após árduo trabalho, em 31 de dezembro de 1956, o Paissandu Atlético Clube é finalmente reinaugurado. A princípio conta apenas com um barracão, onde ficavam um bar, sala de estar e salão de jogos. Ao longo do tempo foram sendo construídas as quadras de tênis, vestiários, o gramado do bowls e a piscina. Em 1963, o Clube inaugura sua nova sede social, projetada por Rolf Hütner e inspirada nas formas de Oscar Niemeyer. Com a nova sede, a vida social do clube ganha nova vida.

INÍCIO NO FUTEBOL – O Paysandu Athletic Club foi um dos fundadores do Campeonato Carioca, e ajudou a organizar o I Campeonato Carioca de 1906. Com uma bela campanha o time paissanduano terminou com o vice-campeonato. Em 10 jogos, foram sete vitórias e três derrotas.

No Estadual de 1907, com apenas quatro clubes, o Paysandu ficou na penúltima colocação. Em 1908, a competição passou de quatro para seis clubes, mas o Paysandu com uma campanha ruim acabou à frente apenas do estreante Riachuelo, que ficou na lanterna.

Campeão da Segundona – No ano seguinte, o Paysandu ficou de fora do carioca, talvez para refletir o que estava sendo feito de forma errada. Então, a equipe paissanduana retornou em 1910, quando a Liga Metropolitana de Sports Athleticos decidiu oferecer uma vaga na Primeira Divisão aos novos clubes inscritos.

Ficou decidido então, que os vencedores dos prélios São Cristóvão x Bangu e Paysandu x Mangueira disputariam uma partida (ou duas se a primeira terminasse empatada), cujo vencedor seria o indicado para a elite. Com duas vitórias por goleadas, o Paysandu conquistava o título da Série B do Rio, assegurando à Primeirona : 02/04/10 – Paysandu 5 x 2 Mangueira e 16/04/10 – Paysandu 4 x 0 São Cristóvão.

O Retorno – Então, a indagação que pairava no ar era: será que o Paysandu Athletic Club, que voltava a disputar o Campeonato Carioca de 1911, tinha aprendido a lição? A resposta que veio, era que não. Afinal, com quatro clubes, o time terminou na última colocação, com apenas uma vitória e cinco derrotas.

TÍTULO INÉDITO – A Associação de Football do Rio de Janeiro (Campeonato Carioca) de 1912 era uma incógnita. Apesar do número de clubes dobrarem de quatro para oito, a campanha do ano anterior não inspirava confiança aos seus fãs. No entanto, o Paysandu Athletic Club fez uma campanha impressionante. Em 14 jogos, foram 11 vitórias, dois empates e apenas uma derrota; com 64 gols (média de 4,6 gols por jogo) a favor e 13 gols contra (média de 0,9 gol por partida); saldo de 51.

DECRETADO O FIM DO TIME – Após brilhar e conquistar o título inédito veio o Campeonato Carioca de 1913. Nele, o Paysandu, apesar de vitórias expressivas como 5 a 4 no Fluminense, e 3 a 0 no Botafogo, em pleno Estádio de General Severiano, o time paissanduano terminou na quarta colocação.

No entanto, no Campeonato Carioca de 1914, o Paysandu não conseguiu reeditar as boas campanhas anteriores e acabou na última colocação, conquistando apenas quatro pontos em 24 possíveis. Após o término do estadual veio a decisão de abandonar o futebol. Resolução esta que perdura até os dias de hoje.

CURIOSIDADE – O Paissandu possui uma rivalidade clubística forte com o Rio Cricket e Associação Atlética, da colônia inglesa da cidade de Niterói. Para além da rivalidade entre as cidades, os clubes guardam uma origem comum, sendo o Rio Cricket uma dissidência do então Paysandu Cricket Club.

Em algumas fontes antigas as partidas entre os dois clubes, nos mais variados esportes, era chamada de Clássico dos Ingleses. Atualmente, o nome do clube aportuguesado para Paissandu Atlético Clube, ainda se pratica tênis, squash, bowls, futebol, dentre outros esportes.

TÁ SABENDO? Em 2006, especialmente, o Paysandu voltou a disputar uma partida de futebol após 92 anos de ausência, nos jogos comemorativos dos 105 anos do futebol no estado do Rio de Janeiro. A partida aconteceu na sede do Rio Cricket, em Niterói.

Por não possuir mais departamento de futebol ou jogadores, o clube pegou emprestado o time principal do Tombense Futebol Clube de Minas Gerais, que gentilmente cedeu jogadores para a partida especial. E, relembrando os tempos de glórias, deu Paysandu, que venceu o Rio Cricket pelo placar de 2 a 1.

UNIFORME – O time campeão usava uniforme metade azul e metade branca, e a maioria de seus jogadores era de origem inglesa. Depois, a camisa passou a ser com listras verticais, nas cores azul e branco.

Fonte

http://blog.soccerlogos.com.br/2008/09/15/campeao-do-campeonato-carioca-de-1912-o-paissandu-atletico-clube-comemora-136-anos/

http://www.paissandu.net/

sábado, 18 de julho de 2009

Sociedade Esportiva Matsubara

Foi fundada em 18 de dezembro de 1974, por Sueo Matsubara, animados com a conquista do Torneio Frei Raphael Froner em Bandeirantes em 1.974,diretores do Matsubara decidiram à época incluir a S. E. MATSUBARA no Campeonato Amador de1.975, promovido pela Liga Regional de Futebol de Cornélio Procópio.

Com a conquista do título, o Clube ganhou o direito de disputar a Taça Paraná, certame que reúne os campeões amadores de todas as ligas filiadas à Federação Paranaense de Futebol.

Em 1976, dois anos após sua fundação, a S.E. MATSUBARA passou a integrar a então 1ª Divisão de Profissionais do Paraná. Com a conquista do vice-campeonato, assegurou sua participação na extinta Divisão Especial. Ainda em 76, a S.E. MATSUBARA levou a F. P. F. a realizar o 1º Campeonato estadual de Juvenis (hoje Sub-20), um campeonato unificando Norte e sul do Paraná.
De 77 em diante, a primazia do clube de Cambará surgiu e nos primeiros 10 anos de disputa, o Matsubara ganhou sete vezes e foi vice em três.

Enquanto nenhum time possuía Centro de Treinamento (os famosos CT's) no Paraná, no ano de 1980 o Matsubara fundava o CT Vila Olímpica e se tornava o primeiro clube paranaense a disponibilizar este recurso para seus atletas. O sucesso foi tão grande que o clube se tornou referência nacional no trabalho com categorias de base. E o resultado disso, foi melhor ainda. O clube foi campeão estadual de juniores nada menos que nove vezes, título que o Atlético Paranaense, por exemplo, conquistou pela primeira vez no ano passado.

Além disso, para se ter idéia do carisma do Matsubara em sua cidade, o Estádio Regional de Cambará foi construído pela própria população, para que o clube tivesse um lugar decente para mandar seus jogos.

Hoje, o clube disputa apenas à terceira divisão, de volta a Cambará.

Estádio : Regional de Cambará

Capacidade 20.000 espectadores

Títulos

Categorias de Base Campeonato Paranaense de Juniores (Sub-20): 7 vezes (1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1987 e 1988).

Seu mascote é o Japonesinho.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Esporte Clube Cabo Branco

Impulsionados pelo amor ao futebol, um grupo de jovens pessoenses resolverem oficializar suas peladas dominicais fundando um clube. Assim, reunidos num domingo do ano de 1915, no altiplano do cabo branco lançaram os alicerces do que hoje é o maior complexo sócio-cultural esportivo paraibano: o Esporte Clube Cabo Branco.

Sempre voltados para o futebol aqueles jovens foram fortalecendo o time, realizando partidas interestaduais, vencendo jogos e campeonatos importantes, tendo participado vitoriosamente do primeiro jogo promovido pela Liga Desportiva Paraibano, em 1919.

A popularidade conseguida com o futebol, aliada a uma estrutura social, administrativa e financeira exemplar, possibilitaram ao clube transferir-se o hipódromo do bairro de Jaguaribe.
Em 1942 o futebol adulto do clube foi extinto, dando lugar às categorias de base.
A parti dos anos 30 novas modalidades esportivas foram introduzidas como basquete, vôlei, tênis de mesa, futebol de salão, natação, ginástica, handebol e aeróbica.
A parte social foi inicialmente marcada por bailes carnavalescos no hipódromo de Jaguaribe. Pouco tempo depois o clube adquiriu a sede central da Rua Duque de Caxias, onde festas carnavalescas e desfiles de fantasias rivalizavam com outros clubes e influenciavam no comportamento social da cidade.
A sede do hipódromo de Jaguaribe foi desativada com grande baile de carnaval. Da mesma forma, foram inaugurada, 1958, a atual sede Fo bairro de Miramar.
Com a chegada dos anos 80 os bailes carnavalescos começam a perder a força e, na sede do Miramar dá-se inicio a uma extensa programação social, com festa típicas, bailes de debutantes, concursos de misses, shows com artistas renomados, eventos que mantêm o clube vivo até hoje. Nessa mesma época ocorre também o crescimento esportivo do Cabo Branco, que revelou atletas de nível nacional em diversas modalidades.

Títulos

Campeonato Paraibano: 10 vezes (1915, 1918, 1920, 1924, 1926, 1927, 1929, 1931, 1932 e 1934).

Fonte
http://www.clubecabobranco.com/historia.htm

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Estrela do Norte Futebol Clube

ESTRELA DO NORTE FUTEBOL CLUBE, fundado em 16 de janeiro de 1916, numa casa próximo ao Colégio Liceu Muniz Freire. Participaram da reunião de fundação LAURENTINO LUGON, MÁRIO SAMPAIO, ORLANDO NUNES, AMPHILÓFIO BRAGA, JOÃO VIANA, ESTULANO BRAGA, DEUSDEDIT CRUZ, FERNANDO REIS, FRANCISCO PENEDO, que são considerados portanto os fundadores do Clube mais querido do Sul do Espírito Santo e hoje uma das maiores paixões do nosso Estado do Espírito Santo. FRANCISCO PENEDO foi o primeiro Presidente do Clube.

A primeira Sede, segundo constam nos arquivos, foi onde é hoje, o Tiro de Guerra e o primeiro campo foi no pátio do Liceu Muniz Freire, zona norte da cidade, daí o nome ESTRELA DO NORTE. As primeiras cores do Estrela do Norte, eram Verde e Amarelo e o primeiro time Estrelense era formado por Pedro Tanure, Antonio Cruz, Belmiro, Adão, Barão, Dodoca, Erly, Vivi, Mine, Cezarino e Lauro.
Tempos depois, por volta da década de 30, o Estrela transferiu o seu campo para o Bairro Sumaré, onde está até hoje. No início o campo era aberto, depois com muito esforço a Diretoria conseguiu cercar o Estádio com varas de bambus, tábuas e bem depois conseguiu murar. Os ingressos para os jogos eram vendidos no Armazém "Estrela", sob o comando do Sr. Oswaldo Lima. O primeiro lance de arquibancadas foi sob o comando de José Cocco e Otávio Mesquita, depois veio o aterro comandado pelo Sr.Mário Monteiro e a criação da Banda de Música "Estrela do Norte", pelo Maestro Raul Sampaio e Mário Sampaio. Alfredo Duarte de Abre e Armando Lunz, seu LICO, fizeram os melhoramentos na iluminação do Estádio. Darcy Brum, Délio Lima, Gerson Moura e José Cocco, colocaram vestiários, alambrados, traves e aumentaram arquibancadas.

O Estrela foi o primeiro campeão Sulino de profissionais. Vários grandes jogadores vestiram a camisa do Estrela na época: Elias, Fernando, Catiquinha, Sarará, Pedrinho, Toninho, Geraldo Martins, Geraldo Menezes, Lico, Siro e Zinho., Virgilio, Hugo, Américo, Correlogo, Otacílio, Gerson, Donato, Rainor, Bela, Nerinho, Jove. Veraldo, Raul, Gesse, Orlando, Manduca. Em 93 anos de existência o clube ganhou vários títulos regionais, mas jamais venceu um campeonato estadual. Tem a mais fanática e uma das maiores torcidas do Espírito Santo.
Em 1996, o Estrela do Norte Futebol Clube, foi notícia no Brasil, devido a publicação na Revista Placar sobre "o menor campeonato do mundo", o campeonato capixaba da 2ª divisão, tendo o Estrela do Norte Futebol Clube campeão, e o Sport Club Capixaba como o vice-campeão.

HINO DO ESTRELA DO NORTE F. C.
(Raul Sampaio)

Ô Estrela, Ô Estrela
É o clube do meu coração
Quando há jogo, pega fogo
Na torcida do meu campeão

Alvi-negro preferido
De vitória em vitória se fez
Pega a bola, leva a bola, chuta a bola, não dá bola
Vence um, vence dois, vence três

Brilham, também os refletores
Sua cores, suas cores
Ele, é tradição do esporte
Como é forte, como é forte
O meu Estrela do Norte


Estádio

Mário Monteiro (Sumaré).
Capacidade: 12.000 pessoas.

TÍTULOS:

Campeonato Capixaba - 2ª Divisão: 2 vezes (1996 e 1999).Copa Espírito Santo: 3 vezes (2003, 2004 e 2005). Campeonato Sulino Capixaba: 6 vezes (1954, 1955, 1964, 1965, 1966 e 1968).

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Olympic Club

O Olympic Club, foi fundado em 25 de julho de 1915, na cidade de Barbacena, Minas Gerais. O nome foi sugerido pelo Sr. Aristides de Souza Marques, e foi inspirado na marca de uma bola de fabricação inglesa, a “Olympic”.

Seu primeiro presidente foi o coronel do exército Antônio de Queiroz que, como professor do Colégio Militar de Barbacena, conseguiu que a equipe utilizasse as dependências esportivas daquela Instituição. O primeiro jogo ocorreu em 10 de Agosto de 1915, uma vitória por 4x1 sobre a Seleção do Colégio Militar.

Em 1921, o clube começou a utilizar o campo de Santa Tereza, alugado do Sr. Orlando Piergentille, que foi finalmente adquirido entre 1929 e 1930, em uma compra parcelada.

Na década de 20, teve como atacante o ilustre barbacenense José Bonifácio Lafayette Andrada, o Dr. Zezinho, avô do deputado Antônio Carlos Andrada. Em 1928, o Clube Atlético Mineiro se reforçou com alguns jogadores do Olympic: Jairo, Said e Mário de Castro. Na mesma época brilharam craques como Francisco de Almeida Dutra (Francisquinho Dutra), os irmãos Edson e Rosalvo.

Na década de 40, o time se profissionalizou e disputou a 2ª divisão do campeonato mineiro. Em 1957, o Olympic sagrou-se Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora, ao derrotar o Tupi na grande decisão, em emlhor de três partidas.

Depois de longa espera, o Olimpic retornou aos gramados das disputas profissionais em 2003, funcionando em parceria com o Centro Universitário da UFMG, em Belo Horizonte. Já em 2004 foi o clube foi campeão da 2ª Divisão do Campeonato Mineiro (correspondente à terceira), mas não conseguiu se manter no Módulo II, sendo rebaixado no ano seguinte. O insucesso desanimou os dirigentes, que solicitaram o licenciamento junto à Federação Mineira.

O “Furacão da Colina” tem as cores azul e branca e seu grande rival na cidade sempre foi o Villa do Carmo. Atualmente, o clube conta com uma sede social no centro de Barbacena, uma grande sede campestre na BR 040 e o Estádio Santa Tereza, situado no bairro de mesmo nome.

Títulos:

• Campeão Mineiro da 3ª divisão, 2004

Estádio

Estádio Santa Tereza, situado no bairro de mesmo nome com capacidade para 5000 torcedores.

Fonte

http://blog.soccerlogos.com.br/2007/12/27/olympic-club-de-barbacena-o-furacao-da-colina/

http://www.barbacenaonline.com.br/olympic/historia.php

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sport Club Maguary

O Sport Club Maguary, tradicional ‘equipe cintanegrina’, foi fundado em 24 de junho de 1924 e está retornando ao convívio do futebol profissional cearense, agora como clube-empresa.O futebol cearense já teve sangue-azul. Por quase vinte anos, entre as décadas de 1920 e 1940, o aristocrático Sport Club Maguary, conhecido como o “Clube dos Príncipes”, figurou entre as principais forças do esporte no Estado. A trajetória do principado pelo gramados teve os ingredientes inerentes à história de qualquer dinastia - ao mesmo tempo que gloriosa, foi bastante conturbada.

A fase dourada do Maguary teve ares de conto de fada, como nos clássicos de príncipes e princesas.
Criado em 1925, pela família Barbosa Freitas, o clube reunia boa parte da elite fortalezense em sua primeira sede, no bairro do Alagadiço (hoje São Gerardo). O futebol era praticado pelos jovens associados, uma inovação, já que o esporte tinha a pecha de marginal. A primeira competição oficial foi o Estadual de 1927. Vestidos de branco, com uma listra preta horizontal na altura do peito, os atletas ganharam o apelido
de cintanegrinos. Contudo, o Maguary não demorou muito para passar a ser conhecido pelo nome que o consagrou nos gramados: Clube dos Príncipes. “Naquela época não havia o profissionalismo. Então, como era o time dos jovens da classe média alta, eles ficaram sendo chamados de príncipes”, aponta José Leite Jucá, último presidente do clube.
Também não custou para o Maguary agregar simpatizantes de todas as classes sociais.
Na década de 40, rivalizava com o Ceará em torcida – Fortaleza e Ferroviário vinham
bem atrás no apelo popular. O crescimento dos cintanegrinos veio associado aos títulos.
O clube disputou o Cearense entre 1927 e 1945, vencendo quatro edições (1929, 1936,
1943 e 1944) e levando sete vices-campeonatos. Possuiu ainda o artilheiro estadual em
cinco edições.


Assim como nos contos de fada, quando tudo parecia tranqüilo, a situação virou para o Maguary. Após conquistar o bicampeonato em 43/44, entrou como favorito
para o campeonato de 1945.
Mas perdeu o tri por um ponto para o Ferroviário. A derrota doeu nos príncipes, que deixaram o futebol ainda naquele ano, em meio à crise financeira e às brigas com a ADC (Associação Desportiva Cearense. Os esforços e recursos do clube foram revertidos para a construção da sede social que o Maguary possuiu na Rua Barão do Rio Branco (hoje pertencente à Coelce – Companhia de Eletricidade do Ceará).


Nos anos seguintes o clube continuou sua vida social, ensaiando uma volta, efêmera, aos campos, em 1972, com o nome de Maguari Esporte Clube. Não deu certo e o Maguary fechou as portas em 1975. Como a própria história do Clube dos Príncipes tratou de mostrar, em algumas situações, quem foi rei perde sim a majestade. O Maguary sagrou-se como o ‘primeiro campeão do Castelão’ quando venceu ao América em 02 de dezembro de 1973, na final do ‘Torneio Breno Vitoriano’, competição organizada para comemorar a inauguração do Gigante da Boa Vista.


CURIOSIDADES

O escritor e pesquisador Airton Fontenele lembra que uma das principais passagens do Maguary foi a vitória sobre o Bahia, na temporada de amistosos que os tricolores realizaram no Ceará em 1939. No ano anterior, os baianos sairam invictos da excursão ao Estado, vencendo os cinco jogos disputados.
Porém, em 39, perderam a invencibilidade na derrota por 4 a 2 para os “Príncipes”.
“Foi um acontecimento para a época”, assegura Airton.

Em “A Verdadeira História do Futebol Cearense – 1903 a 1955”, Frederico Maia aponta os motivos para o fechamento do futebol do Maguary em 45. “Tendo em vista as grandes despesas realizadas com seu quadro de futebol, não compensadas com as rendas do Campeonato, o afastamento do seu dinâmico presidente Egberto de Paula Rodrigues, que ingressava na política, e, especialmente, a construção de sua sede social, onde despenderia vultosa soma de dinheiro, resolveu a Diretoria do Maguari abandonar as atividades futebolísticas, afastando- se em definitivo da FCD (Federação Cearense de Desportos)”.

Em 2009 o querido e simpático ‘Clube dos Príncipes’ ressurge no cenário futebolístico cearense, agora como Clube-Empresa, atendendo aos requisitos estabelecidos na Lei Pelé/Zico, o que faz na condição de legítimo sucedâneo da tradicional agremiação, participando do Campeonato da 3ª Divisão do Futebol Cearense, disputando os jogos em Messejana, no Estádio Murilo Borges em Messejana a disposição dos cintanegrinos, (com laranja como os holandeses ao invés do branco que ficará para o uniforme dois), falta muito pouco para o Sport Club Maguary nessa nova fase.


Títulos

Quatro vezes campeão cearense (1929, 1936, 1943 e 1944). Quatro vezes vencedor do Torneio Início (1929, 1942, 1944 e 1945).

Fonte

http://futebolcerapio.blogspot.com/2009/05/sport-club-maguary-de-volta-para-o.html
http://blog.soccerlogos.com.br/2008/05/26/maguario-clube-dos-principes/

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ypiranga Futebol Clube

No dia 19 de julho de 1924, um grupo de estivadores que trabalhavam no porto de São Francisco do Sul fundou o Ypiranga Futebol Clube.
Quatro anos após sua fundação, o Ypiranga deu um demonstrativo de sua força ao vencer o campeonato de sua cidade (na época, além de Florianópolis, só São Francisco do Sul tinha um campeonato) e disputar cinco amistosos e não perder nenhum deles.
No dia 1º de julho de 1928, em Joinville, derrotou o América local por 4 x 3. Destaque-se que o América dificilmente perdia em seus domínios. Duas semanas depois, venceu o América, de Paranaguá, na época o principal clube desta cidade paranaense, por 3 x 0. Mais uma semana e novo êxito alcançado, ao empatar em 2 x 2 com o Britânia, de Curitiba, muitas vezes campeão paranaense. No dia 8 de setembro de 1928, novamente o Britânia visitou São Francisco do Sul, com o objetivo de desempatar o jogo anterior e foi batido por 1 x 0. Ainda no mês de setembro, a seleção catarinense, desejando treinar para o Campeonato Brasileiro, não conseguiu superar a força do Ypiranga em Florianópolis: 2 x 2.
No ano de 1936, venceu de forma invicta o campeonato promovido pela ACD - Associação Catarinense de Desportos (1ª Zona), não reconhecido pela FCD - Federação Catarinense de Desportos, a atual FCF - Federação Catarinense de Futebol. Participaram clubes de Joinville (América, Caxias, Grêmio e São Luiz) e de São Francisco do Sul (Atlético, Bangu e Ypiranga). Derrotou por duas vezes Bangu, Grêmio Joinville, Atlético e São Luiz, além de aplicar duas sonoras goleadas no América, de Joinville: 7 x 2 e 5 x 1.
No dia 17 de janeiro de 1937, no campo do Caxias, em Joinville, aconteceu a decisão do campeonato, contra o Pery, campeão da 2ª e 3º Zonas (Mafra e região). O Ypiranga venceu por 4 x 3.
Em 1937, participou do campeonato da Zona Norte da ACD (Liga Serrana), competição que contou com seis clubes de Joinville e São Francisco do Sul. O campeão foi o Caxias.
Nos anos de 1938 e 1939, com a criação da Associação Esportiva São Francisco (AESF), foi superado pelo Atlético nos dois anos.
Em 1940, o clube conquistou sua maior glória: campeão estadual invicto. Para chegar ao título, havia ganhado o Torneio Início e o citadino, também sem derrotas. Na Fase Preliminar, no dia 20 de outubro de 1940, venceu o Caxias, de Joinville, por 3 x 0. Em uma das semifinais, ocorrida em 27 de outubro, nova vitória, desta vez sobre o Pery Ferroviário, de Mafra, por 2 x 0. E, a grande final, em 4 de novembro de 1940, em Florianópolis, surpreendeu o favorito Avaí, vencendo-o por 1 x 0, gol de Bujão. Defenderam o Ypiranga na última partida: Marona, Walter e Adelino; Tito, Pedro Lemos e Rubens; Arturzinho, Gato, Bujão, Pedroca e Tassuvinha.
Em 1941, a maior estrela do time, o atacante Bujão, sofreu uma lesão no tornozelo direito, num clássico contra o Atlético local. Chegou a vencer o campeonato da AESF, mas foi derrotado pelo Caxias, de Joinville, na final da Zona Norte do campeonato catarinense.
Em 13 de janeiro de 1942, a ACD mudou o nome para Liga Joinvillense de Desportos (LJD). Passou toda a década de 40 toda e uma boa parte da de 50 amargando resultados para seu grande rival, o Clube Atlético São Francisco.
Entre 1949 e 1955 a LJD organizou campeonatos nas cidades de São Francisco do Sul e Jaraguá do Sul. O campeão de cada cidade disputava com o campeão da 2ª Divisão de Joinville o Supercampeonato da 2ª Divisão. Nesse período Atlético e Ypiranga disputaram a 1ª Divisão de Joinville.
Em 23 de março de 1956 foi fundada a LFF - Liga Francisquense de Futebol e desde então passou a organizar o campeonato de futebol de São Francisco do Sul (o Ypiranga venceu a edição de 1961).
Em 1957, venceu o campeonato da 4ª Zona (Norte), duelando contra times de Jaraguá do Sul, Rio do Sul e São Francisco do Sul. Na Fase Final, foi eliminado após duas derrotas para o Hercílio Luz, de Tubarão, que acabaria sagrando-se campeão naquele ano.
Nos anos de 1958 e 1959, não conseguiu resultados de expressão.
Em 1960, voltou a vencer o campeonato da Zona Norte, levando a melhor sobre cinco clubes de Jaraguá do Sul, Joinville e São Francisco do Sul. Na Fase Final, ficou de fora dos classificados do Grupo 2.
Em 1964, aconteceu a última participação no campeonato catarinense, ao competir contra outros 12 clubes da 2ª Zona, compreendendo Blumenau, Brusque, Jaraguá do Sul, Joinville, São Francisco do Sul e São João Batista. Ficou de fora da lista dos cinco classificados para a Fase Final.
Aos poucos, o Ypiranga vai se erguendo das cinzas. No início da década de 80, um grupo de abnegados, liderado pelo ex-presidente Osmar Agacy, ajudou a pôr de pé uma bela sede social. Em 1993, aconteceu a retomada do futebol (amador); e hoje, os planos incluem a construção do estádio próprio e uma pista de atletismo, na mesma área de antes.

Fonte

http://blog.soccerlogos.com.br/2008/09/19/clubes-extintos-o-ypiranga-de-sao-francisco-do-sul/

domingo, 12 de julho de 2009

Caicó Esporte Clube

Mais antigo clube da região e o primeiro a ter sede própria, o Caicó foi fundado em 1930 por José Linho, Pedro Sabino, Joaquim Fernandes, José Pereira e Zé Helinho, todos desportistas da época. A sede era chamada de ‘‘Sede dos Morenos’’ e ficava em frente ao hotel Regente, próximo ao centro da cidade. A história das duas fundações, começou na década de 80, quando os dirigentes decidiram assinar uma fusão com o Iate clube de Caicó.

A parceria que veio para sedimentar o rubro-negro, terminou quebrando o histórico time, que na época tinha a maior torcida da cidade e região. Os maiores bens do clube, no caso a sede e o estádio José Avelino da Silva se tornaram patrimônios do Iate clube. A perda dos imóveis ninguém sabe explicar ao certo como aconteceu, mas o que se sabe é que as portas se fecharam.

Atendendo aos pedidos de torcedores e imprensa esportiva, um grupo de dirigentes decidiu se reunir para dar vida ao rubro-negro. Foi no ano de 1986, que Janduís Fernandes e José de Alencar Filho fundaram novamente o Caicó Esporte Clube. Tentando se reerguer, o clube já possui um Centro de Treinamento, único do Seridó e agora parte em busca de um antigo sonho, tornar-se campeão potiguar.

A última competição oficial que o Caicó participou foi o campeonato estadual de 1996, quando levou o troféu do extinto Torneio Início. Por falta de estrutura e principalmente dinheiro, o clube precisou licenciar-se do futebol profissional potiguar, passando a disputar competições amadoras pela região do Seridó e torneios da cidade de Caicó.

Em 2009 , há projeto para colocar o Caicó Esporte Clube no Sub-20, podendo disputar o campeonato estadual.

Estádio Sen. Dinarte Mariz (Marisão) (25000)

Fonte
http://blog.cacellain.com.br/2009/03/08/caico-esporte-clube-a-raposa-esta-voltando/

sábado, 11 de julho de 2009

Grêmio Foot Ball Santanense

O Grêmio Foot Ball Santanense foi fundado em 1913. Campeão estadual (1937); vice-campeão gaúcho (1939 e 1948); Campeão municipal 19 vezes: (1922, 1923, 1925, 1933, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1946, 1948, 1953, 1957, 1961, 1962, 1963, 1967, 1975 e 1977); Campeão da Copa Internacional Rubens Hoffmeister (1975); vice-campeão gaúcho da 2ª Divisão (1991); Campeão gaúcho da 3ª Divisão (1967); vice-campeão gaúcho da 3ª Divisão (2000).
Por três vezes jogadores do Grêmio F.B. Santanense foram os principais artilheiros do Campeonato Gaúcho: Hortêncio Souza e Tom Mix (1937) e Mauro (1993, com 19 gols). Na 2ª Divisão, Mauro também se sagrou artilheiro em 1990, com 19 gols.

Como maior feito de sua história, o Grêmio Santanense tem o título de Campeão Gaúcho de 1937 (equipe campeã na foto abaixo).


Sem a participação dos grandes da Capital, Grêmio Santanense e Rio-Grandense chegaram a decisão, depois de passarem, respectivamente, pelo Ferroviário de Bagé e Novo Hamburgo.
A decisão era para ser num a melhor de três partidas, mas foram necessárias quatro entre Grêmio Santanense e Rio-Grandense para se conhecer o campeão.
No primeiro jogo, em Rio Grande, deu Rio-Grandense 2 X 0. Depois, em Pelotas, houve um empate de 3 X 3 e vitória do Grêmio Santanense de 3 X 2. O título chegou em Bagé, com a goleada de 4 x 0. Todos os jogos ocorreram em janeiro de 1938.
O time base do Grêmio F.B. Santanense, no Campeonato Gaúcho de 1937 era este: Brandão – Alfeu e Seringa – Garnizé – Mascarenhas e Pepe Garcia (Pasqualito) – Sorro – Beca – Bido – Hortêncio Souza e Tom Mix. Técnico: Ricardo Diaz.

A cor do dinheiro
Na decisão de 1937, entre Grêmio F.B. Santanense X F.B.C. Rio-Grandense, de Rio Grande, a divisão da renda mostra claramente os exageros da Federação Rio Grandense de Desportos (FRGD), naqueles tempos.
A decisão foi em campo neutro, no estádio Estrela D’Alva, em Bagé , perante 3 mil expectadores. A renda somou 8 contos de réis (na época uma boa casa custava 20 contos de réis). Do total, 30% foi para o campeão, 20% para o vice e 50% para a FRGD.


Mas acho feito ainda maior, um detalhe do uniforme do Santanense, mas que graças a muitos de seus jogadores e diretores, conseguiram através de campanhas dignas, fixar esta marca inconfundível: apesar de ter “Grêmio” no nome, e possuir as cores alvi-rubras (o que no RS poderia mais confundir ao “grande público” do que qualquer outra coisa), o clube possuia forte identidade, e bastava olhar aquele time de camisa vermelha, mas com mangas brancas entrar em campo, que ninguém tinha dúvida: era o Grêmio Santanense, e com esse detalhe se diferenciava de todos os tantos times alvi-rubros do Estado.

Os anos passaram para o Grêmio Santanense, assim como passaram-se os anos para a maioria dos clubes do interior do RS, especialmente os da metade sul do RS: ficou a tradição, foram-se os grandes times e o pior, vão-se os torcedores também.

O Grêmio Santanense, depois de algumas boas campanhas nos anos 90 na primeira divisão gaúcha, caiu para a Segundona em 1997, permanecendo por ali até o ano de 2003, quando desistiu da Série B e se licenciou, estando fechado até hoje.

Estádio

O Estádio Honório Nunes é um estádio de futebol localizado na cidade de Santana do Livramento, no Estado do Rio Grande do Sul, pertence ao Grêmio Foot-Ball Santanense e tem capacidade para 8.000 pessoas.

Fonte

http://purofutebol.blogspot.com/
http://reliquiasdofutebol.blogspot.com


sexta-feira, 10 de julho de 2009

Clube Esportivo Naviraiense

Foi fundado no dia 25 de novembro de 2005. Marca o retorno da cidade ao futebol , depois da S.E. Naviraiense. Volta a primeira divisão após cinco anos em 2008. Em 2009, sagra-se campeão estadual pela primeira vez, derrotando seu vizinho e maior rival, o Ivinhema.



Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense 2009
Campeonato Sul-Mato-Grossense - Série B: 2007.

Estádio

Estádio Municipal Antônio Augusto dos Santos (Virotão)
Capacidade 5000


Mascote : Jacaré

Site

http://www.naviraiense.com.br/

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Comerciário Esporte Clube

O Comerciário Esporte Clube, ou time do centro, foi fundado em 13 de maio de 1947, embaixo de uma figueira na Praça Nereu Ramos, por um grupo de rapazes, na maioria com 18 anos, moradores do centro, considerados pelos adversários como os filhinhos de papai. Essa foi a primeira vez que o centro da cidade possuía um time de futebol.

No dia 15 de maio do mesmo ano, aconteceu a primeira partida do recém-fundado clube. O adversário foi o já tradicional São Paulo Futebol Clube, da Vila Operária e o jogo aconteceu no Estádio do Ouro Preto. O placar não poderia ter sido outro e a jovem equipe foi derrotada por 4x0. Lédio Búrigo (comentarista esportivo local), um dos fundadores, atuou como lateral direito.

A primeira bola do time foi comprada por 17 contos e 500 réis e o primeiro terno era listrado de azul e branco, adquirindo após uma coleta no comércio. No dia 08 de junho do mesmo ano, as duas equipes voltariam a se defrontarem no mesmo local. O time do São Paulo voltou a aplicar uma goleada, desta vez por 4x1, sendo que o quarto-zagueiro Carlitos, foi o autor do primeiro gol do time do centro. A vitória só apareceu na terceira partida, também diante do São Paulo Futebol Clube. O placar foi de 3x2 para o Comerciário. A primeira viagem foi para Siderópolis onde o time foi enfrentar o Grêmio Esportivo Macedo Soares. A equipe azul conquistou um honroso empate fora de casa, analisado por todos como uma grande vitória. O primeiro troféu do Comerciário foi conquistado na cidade de Siderópolis, em 8 de fevereiro de 1949. O time era considerado a zebra do torneio, pois era o caçula da região. Em 1949 aconteceu a primeira grande conquista do time do centro. A equipe azul e branca derrotou o Atlético Operário em duas oportunidades (3x1 e 6x1), conquistando assim o seu primeiro título da LARM (Liga Atlética da Região Mineira). O esquadrão campeão formou com: Mário, Colombi, Vante, Muricy e Zoile; Ary, Carlitos e Eraldo; Detefon, Aníbal e Bigode. Em 1950, repetindo a mesma base, tornou-se bicampeão da LARM, novamente derrotando de novo o Atlético Operário. Neste ano o título foi decidido também nos tribunais da Federação Catarinense de Futebol. O primeiro tricampeonato foi conquistado em 1951, com uma campanha invejável: o Comerciário venceu 20 partidas das 28 disputadas, empatou 4 e perdeu 4. Em 1955 o clube inaugurava o Estádio Heriberto Hülse (atual estádio do Criciúma Esporte Clube). O Comerciário voltaria a conquistar o campeonato da LARM nos anos 1957 e 1958 e foi também o "Campeão da Cidade de Criciúma" em 1955. Na década de 60, surgiu o Metropol, equipe criada pelo forte grupo Empresarial Freitas-Guglielmi, que viria a ser um ferrenho adversário, na maioria das vezes imbatível. Nos anos 60 o Comerciário, por ser considerado time dos filhinhos de papai, dos ricos do centro da cidade, foi muito discriminado pelos demais clubes da cidade. Naquela época todos queriam tirar uma lasquinha do time do Centro. Para reverter a imagem do "mais odiado", foi realizado uma eleição para escolher o time mais querido da Região. O plebiscito aconteceu no dia 14 de março de 1964. Na apuração deu o Comerciário. A principal façanha do time do centro, foi a conquista do Estadual, que aconteceu no ano 1968. Naquele tempo estava despontando para o futebol nacional o ponteiro Valdomiro Vaz Franco, que depois veio a ser um dos grandes ídolos do Internacional de Porto Alegre. Esse título ainda teve que ser conquistado em uma partida extra, contra o Caxias de Joinville, realizada em Florianópolis, no estádio Adolfo Konder. O time campeão foi: Batista, Alemão, Lili, Conti e Toco; Bita, Ivanzinho e Sado; Valdomiro, Chiquinho e Bossinha. O Caxias foi derrotado por 2x0, e a vitória ratificou o título ao Comerciário.

Em 1970, atingido por uma séria crise financeira, o Comerciário Esporte Clube, foi obrigado a encerrar suas atividades no departamento de futebol profissional, só retornando a disputar o campeonato catarinense em 1977.

No ano de 1978, o Comerciário começou a passar por uma profunda transformação. No dia 17 de março daquele ano, acontecia a mudança do nome, passando a se chamar CRICIÚMA ESPORTE CLUBE. Com isso, o time do centro, começava a virar o time da cidade. A primeira partida como Criciúma E. C. aconteceu no dia 2 de abril de 1978, contra o Marcílio Dias, no estádio Heriberto Hülse. O jogo terminou empatado em 0x0 e o novo clube atuou com : Ney, Tadeu, Otávio, Cláudio (Veneza) e Valdeci; Serrano, Osmar e Luizinho; Paulo Borges (Taquito), Laerte e Dirceu (Paulinho). O primeiro gol do Criciúma Esporte Clube foi assinado por Laerte. no empate de 1x1 diante do mesmo Marcílio Dias, em Itajaí, dois dias após a primeira partida. No dia 16 de abril acontecia a primeira vitória do novo clube, contra o Concordiense, por 2x0 no estádio Heriberto Hülse, sendo os dois gols assinados por Ademir.

Mas devido à manutenção das cores azul e branco, o clube não conseguia atrair os torcedores dos extintos Atlético Operário, Metropol, Ouro Preto, Boa Vista e dos clubes das cores do uniforme. O estudo das cores realizado por Carlos Ernesto Lacombe, também o compositor do Hino do Clube, agradou a todos. Assim em 13 de maio de 1984, o Criciúma estreava e empatava em 2x2 contra o Joinville, o seu novo uniforme, nas cores Amarelo, preto e branco (uniforme atual). O amarelo representa a riqueza da região, o preto representa o carvão e o branco a cor que predominava em todos os clubes da região mineira.

Na ocasião também foi mostrado o novo distintivo do clube. O Criciúma já no seu primeiro ano de vida conquistava o vice-campeonato, perdendo na decisão para o Joinville. O primeiro amistoso com equipe de grande expressão do Futebol Nacional aconteceu no dia 25 de fevereiro de 1982, contra o Flamengo que acabara de conquistar o título de Campeão Mundial no Japão. O time carioca compareceu completo com Zico, Júnior, Adílio, entre outros. O jogo terminou com a vitória do Criciúma por 4x2. O Criciúma atuou com: Zé Carlos, Assis, Eduardo, Larry e Álvaro; Edmar, Luiz Freire e Paulinho; Mica (Naldo), Vargas (Dagoberto) e Anchieta (Rodrigues). Os gols foram assinalados por Vargas (2), Luiz Freire e Naldo.

fonte: http://timesdosulcatarinense.futblog.com.br