terça-feira, 31 de março de 2009

Sumaré Atlético Clube

De 1977 a 1982, o Esporte Clube Sumaré representou a cidade nos campeonatos profissionais organizados pela Federação Paulista de Futebol. Porém, sua breve existência deixou um vazio na cidade, habituada a contar com times competitivos, principalmente nas categorias amadoras.

Somente em 2001, o município voltou a ser representado. A Ponte Preta procurou uma sede para mandar seus jogos com a equipe B e encontrou na prefeitura de Sumaré um parceiro perfeito, nascendo a Ponte Preta Sumaré Futebol Clube. Com esse nome, foi vice-campeão da Série B3 em 2002, conquistando o acesso à Série B2 do ano seguinte.
Porém, com o final do acordo entre o clube campineiro e a cidade, o time deixou de existir e, assim, o município não teve qualquer representante no ano de 2003.
Nos anos de 2004 e 2005, um clube voltou a ostentar o nome da cidade. O Clube Atlético Guarani Sumareense, uma tradicional equipe amadora de Sumaré, se profissionalizou para disputar o Campeonato Paulista, mas novamente teve vida curta, participando de apenas duas edições do estadual, sem grande sucesso.

Finalmente, no dia 09 de dezembro de 2005, nasceu o Sumaré Atlético Clube, com a missão de representar o futebol da cidade e com um nome que fosse representativo ao município. No ano seguinte, disputou pela primeira vez uma competição da Federação Paulista de Futebol, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, competição que também esteve inscrito em 2007.
Em 2009, o time vai para sua quarta disputa do Campeonato Paulista da Série B, querendo apagar a péssima campanha de 2008, quando time marcou apenas 1 ponto na competição. A equipe só não foi a de pior campanha pois União Suzano, Flamengo (Pirajuí) e Comercial de Registro foram punidos pela Federação e terminaram o torneio com pontuação negativa. Apesar da má campanha, 18 atletas permanecem no elenco para esse ano. Como todo time considerado pequeno do estado, o clube busca parcerias para levantar fundos para contratar jogadores mais experientes. O time será mais uma vez comandado pelo técnico Adriano Góes, conhecido como Tuca, que dirigiu o time sub20 no Campeonato Paulista da categoria. A estréia será no dia 19 de abril, fora de casa, contra o Guaçuano.

Estádio


Capacidade
5.007 lugares
*A capacidade do estádio rege conforme liberação dos órgãos de segurança

Inauguração 31/03/1976

Primeiro Jogo Seleção de Sumaré 1 x 2 Azes do Passado.

Mascote

Para representar sua mascote foi escolhida a figura do Cavalo, por sua força e beleza e por ser um dos grandes componentes da economia da região.


Site
http://www.sumareatleticoclube.com.br

segunda-feira, 30 de março de 2009

Apucarana Atlético Clube

No mês de dezembro de 1975, foi fundado na “Cidade Alta” o Apucarana Atlético Clube (AAC). Dois anos depois, sob o comando do treinador Wander Moreira, que ainda reside no município, à equipe ganhou o Campeonato Paranaense da Segunda Divisão, derrotando o Tabu, de Clevelândia, por 1 a 0. Com o isso, o time garantiu o acesso para o futebol de elite do Estado em 1978.

Em 1980, o “Dragão do Norte”, como era chamado por sua torcida, se licenciou do Estadual da Primeira Divisão e voltou a competir em 1984, quando novamente obteve o título da Segundona, agora sob o comando técnico de Áureo Francisco “Caixote” Silva. Um ano depois, o AAC foi campeão do Torneio da Soja permanecendo na Primeira Divisão até 1996. Em seguida, com muitas dívidas, o clube acabou sendo desativado.

Os principais destaques do AAC foram os jogadores Orlandinho, Zé Carlos, Warta, Canhoto, Clodoaldo, Zé Carlos Amaral, Cafezinho, Gil, Carlão, Roberto Morais, Nilton Pelegrini, Heraldo, Wilson Prudêncio, Milton, Galo, Castro, Carlos Eduardo, Marcão, Cleomir, Júlio e Vidotti.

Destes, o que mais se destacou foi o meio-campista carioca Milton. Ele atuou no Apucarana em 1987 e no ano seguinte foi vendido ao Coritiba. Em 88, fez um excelente Campeonato Brasileiro pelo “Coxa” e acabou sendo convocado para a Seleção Brasileira, a qual disputou os Jogos Olímpicos de Seul, na Coréia do Sul. O Brasil ganhou a medalha de prata, numa equipe que ainda contava com Taffarel, Jorginho, Neto, Bebeto e Romário.

Títulos

Campeonato Paranaense da Segunda Divisão: 2 vezes (1977 e 1984).

Estádio

Bom Jesus da Lapa

Capacidade 12.000
Inauguração: 28/01/1967

domingo, 29 de março de 2009

Salvador Esporte Clube Ltda

O Salvador Esporte Clube Ltda. foi fundado em 17 de julho de 1999 por João Gualberto Vasconcelos logo após a venda da Rede Petit Preço de supermercados. Com parte do dinheiro decidiu investir no futebol com a criação do Salvador EC que filiou-se a FBF e em 2000 inscreveu-se no Campeonato Baiano da 2ª Divisão. Logo no arbitral o primeiro aborrecimento: o clube teria que disputar um Torneio Seletivo para entrar na 2ª Divisão. Os 8 clubes que disputaram o campeonato no ano anterior (com os rebaixados Galícia e Ypiranga no lugar dos promovidos Colo-Colo e Fluminense) já estavam garantidos no campeonato e os 5 novos times teriam de disputar duas vagas no Torneio Seletivo.

O Salvador EC estreou com derrota fora de casa para o Sisal Bonfinense por 1 a 0, mas recuperou-se e obteve bons resultados encerrando o Torneio Seletivo em segundo lugar atrás do Barreiras e a frente de Grapiúna, Sisal Bonfinense e ABB. Quando sua vaga na Segunda Divisão parecia estar garantida a má notícia: a partida Sisal Bonfinense 2x0 Grapiúna foi anulada devido a erro de abitragem. A partida foi re-marcada para após o fim do Torneio Seletivo. o que irritou ainda mais os dirigentes do Salvador, para piorar o Grapiúna jogaria sabendo que precisava vencer o já eliminado e desestimulado time de Senhor do Bonfim fora de casa para obter a vaga. Não deu outra: o Grapiúna venceu por 3 a 0 e tirou o Salvador da competição.

Decepcionado com a FBF, desde este dia o Salvador abandonou o futebol e seu presidente hoje é prefeito re-eleito com 68% dos votos em Mata de São João. Como curiosidade, Mata de São João participava anualmente do Intermunicipal sem se ausentar um ano sequer, porém desde a entrada de João Gualberto na prefeitura a seleção municipal sumiu do Intermunicipal.

fonte: http://segunda-ba.blogspot.com/

sábado, 28 de março de 2009

Atlético Monte Azul

Até o final de 1920, vários clubes representavam a cidade de Monte Azul do Turvo, como era chamada até então. Dentre eles, um dos mais famosos foi o Imparcial Futebol Clube. Mas nenhum deles conseguia representar a cidade e atrair a totalidade da população local.

Esse quadro só mudou em 28 de abril de 1920. Uma reunião entre algumas pessoas da cidade foi convocada para a criação de uma nova equipe. O objetivo era escolher um nome inquestionável e que sempre pudesse representar a cidade nas competições amadoras regionais que eram disputadas até então. Um dos fundadores do clube, José Cione, sugeriu Atlético Monte Azul, que logo foi aceito por todos os presentes.

A participação no Campeonato Paulista começou somente em 1950, poucos anos após o início da profissionalização dos clubes do interior. Porém, o Monte Azul ficou apenas três edições na Segunda Divisão, passando por um recesso que durou oito anos.

Entre participações sem muito brilho nas competições estaduais e longos períodos de licenciamento da FPF, o clube só obteve uma boa seqüência de participações a partir de 1990. Não por acaso, quatro anos depois veio o primeiro título, de Campeão Paulista da Segunda Divisão da Série B1B.

Com um rebaixamento seguido de um recesso de um ano, o Monte Azul só voltou a vencer um título em 1994, da Segunda Divisão da Série B1. Com isso, no ano seguinte, o clube passou a disputar a Série A3 do Campeonato Paulista. Em 2007, terminou a competição em segundo lugar e garantiu o acesso à Série A2 do Estadual.

Títulos

Campeonato Paulista - Série B: 2004.

Estádio

O clube se orgulha de pertencer à cidade com a menor população de toda Primeira Divisão do Estadual, cerca de 20 mil habitantes. Com isso, o estádio homônimo ao nome do clube comporta mais da metade dos moradores da cidade. A capacidade é de 15 mil expectadores.

"Ninho do Azulão"

O Atlético Monte Azul, manda seus jogos no Estádio do Atlético Monte Azul, apelidado carinhosamente pela torcida como o ‘Ninho do Azulão’, pelo fato do mascote da equipe ser um pássaro chamado Azulão. O estádio localiza-se na Rua Monteiro Lobato, nº 33, centro.


Hino

Lá vem o “azulão” provocando emoção
Aguenta coração! Bandeira a tremular!
Nos campos da bola, nos campos da vida
Histórias a contar...
Um grito de fé! Olé!
Um grito de gooool!
É muita ginga, é muita raça p’ra louvar
É a galera num só coro a cantar...
Lá vem...

Vem AMA...

AMA de muita glória e tradição
AMA o seu passado é altaneiro
Atlético Monte Azul! Ostentas a vitória!
Escudo anil da cor do céu do meu Brasil
Tu és o orgulho nesse canto varonil
Lá vem...



Mascote

O Azulão

Todo clube tem um símbolo, e ele faz parte do carinho que o torcedor sente pelo clube de coração.

Se até no nome o azul é a referência da cidade, com a mascote do principal clube de Monte Azul não poderia ser diferente. O “Azulão”, pássaro imponente representa a força do futebol para os 20 mil habitantes da cidade conhecida como “Princesinha da Colina”.


Site


http://www.atleticomonteazul.com.br

sexta-feira, 27 de março de 2009

Grêmio Atlético Sampaio

Em meados da década de 1960 chegaram a Roraima vários militares do Exército Brasileiro, de diversos pontos do país. Entre esses estava Agenor Sampaio que, em 11 de junho de 1965 fundou, em um quartel na cidade de Boa Vista, o Grêmio Atlético Sampaio — GAS. O nome foi uma homenagem conterrâneo General Sampaio, grande militar cearense.

O mascote escolhido foi o leão — daí os apelidos Leão do Norte e Leão Dourado. O escudo do clube era diferente do atual, embora semelhante. Um leão em amarelo colocava-se no centro do brasão vermelho, de lado; logo abaixo havia um dos nomes do clube em letras maiúsculas: SAMPAIO; e no alto do brasão via-se quatro estrelas negras sobre o plano rubro.

O escudo atual tem as mesmas características do antigo. O novo formato é um pouco mais quadrado, com um saliência ao fundo, mas permanece vermelho. Ademais, as coisas estão parecidas, com o nome SAMPAIO em baixo, as estrelas e o mascote visto de lado.

Em meados da década de 1990 o clube profissionalizou-se, e, em 1996, disputou o Campeonato Roraimense de Futebol profissional de 1996. Com os destaques Goiano, Jacaré e Júnior o clube foi vice-campeão estadual, perdendo o título para o Baré. Ainda assim garantiu vaga para a Série B do Campeonato Brasileiro de 1996.

Apesar deste início triunfal, os próximos anos guardavam amargas derrotas.

A atuação na terceirona foi, contudo, terrível. O clube fez apenas quatro gols e não pontuou na competição, retirando-se ainda na primeira fase.

Em 2004 foi considerado a pior equipe do mundo ao lado do Íbis Sport Club. Em 2006 o superou, obtendo apenas uma vitória em toda a competição — de W.O. sobre o Progresso, de Mucajaí. Para 2007 o clube foi totalmente renovado, conquistando a primeira vitória desde 2004 sobre o Atlético Rio Negro Clube, por 4 a 3, de virada. O camisa 5 Marcão foi o vice-artilheiro do primeiro turno do estadual 2007, com cinco gols.

GAS desencanta

O que ninguém esperava aconteceu, depois de várias e várias temporadas sem vencer e marcar ponto no estadual, o GAS, Grêmio Atlético Sampaio, voltou a vencer uma partida pelo roraimense. No Final de semana jogando contra o Rio Negro a equipe dourada venceu por 3 a 1, quebrando um jejum que durava quase dois anos. Sua última vitória foi no dia 03 de abril de 2007, pelo primeiro turno do Estadual, exatamente contra o Rio Negro por 4 a 3.

Estádio

Canarinho

Nome Oficial: Estádio Flamarion de Vasconcelos
Capacidade: 10.000
Endereço: Praça Centro Cívico, 471 - Boa Vista (RR)
Inaugura
ção: 13/09/1975
Primeiro Jogo: Baré (RR) 2 x 0 Roraima (RR)
Primeiro Gol: Reis (Baré)
Recorde de Público: 9.980 (São Raimundo-RR 0 x 2 Rio Branco-AC - 13/09/75)
Dimensões do Gramado: 110m x 75m
Proprietário: Governo do Estado de Roraima

Mascote


quinta-feira, 26 de março de 2009

Esporte Clube Espigão

O Esporte Clube Espigão, campeão da Segunda Divisão em 2008, desenvolveu uma brilhante campanha. Organizado principalmente fora do gramado, o Espigão prepara-se para disputar a divisão principal do futebol rondoniense disposto a surpreender os adversários e quem sabe inaugurar um modelo eficiente no gerenciamento de clubes de futebol.

Os resultados no gramado e a seriedade da diretoria foram motivos suficientes para que os vereadores, em decisão unânime, aprovassem emenda de 300 mil reais no Orçamento Municipal, destinado a ações de custeio e fomento do futebol local. Como nenhum clube profissional de Rondônia conta com recursos previamente assegurados, o Espigão tem chance de formar uma equipe de elite, se antecipando na contratação de atletas de alto nível, ainda sem contrato com os clubes já tradicionais da primeira divisão.

Conforme informações do vereador Waltinho de Lara, presidente da Câmara e incentivador do futebol local, os recursos destinados ao Esporte Clube Espigão vão garantir benefícios também às categorias de base, já que a diretoria pretende trabalhar aproveitando jogadores locais. “O dinheiro vai assegurar tranqüilidade para que a equipe se prepare desde o começo do ano, coisa que é impraticável para os demais clubes de Rondônia’, disse ele.

Estádio


Nome Estádio: Luizinho Turatti
Capacidade: 2.500 espectadores

Títulos

Campeão Rondoniense 2ªdivisão - 2008

quarta-feira, 25 de março de 2009

Atlético Clube Juventus

Fundado em 1º de maio de 1966, o Atlético Clube Juventus comemora apenas no dia 15 de agosto em homenagem ao primeiro presidente do clube, o padre Antônio Aneri, um dos fundadores do clube. Seus fundadores foram Elias Mansour Simão Filho, José Aníbal Tinôco, padre Antônio Aneri, Dinah Gadelha Dias, Valter Félix de Souza e dona Iolanda Souza e Silva. E é justamente graças ao padre que o clube leva este nome.
Italiano de nascença e acreano por escolha, Antônio Aneri trouxe de sua terra natal sua paixão pelo Juventus, equipe de grande tradição, que acabaria, aqui no Acre, por se tornar o “Club
e do Povo”. As terras onde hoje hospedam a sede do Juventus foram doadas pela prelazia do Acre e Purus, Dom Giocondo Grotti, que é o patrono do clube e é em sua homenagem que o campo leva seu nome.
O Juventus foi campeão estadual logo em seu primeiro ano de existência. O time campeão estava assim escalado: Zé Augusto; Carlos Mendes, Pedro Louro, Júlio D’Anzicourt e Estevão; Carreon e Romeu; Elízio, Touca, Airton e Ernani.
O clube teve seu grande momento nas décadas de 70 e 80, quando conquistou 8 campeonatos estaduais. Mas o que é falar do Juventus sem lembrar quem fez tantas alegrias dentro das quatro linhas e na galeria dos ídolos, destacam-se Eduardo Rodrigues (Dandão), Emilson Péricles, Carlinhos Bonamigo, Mariceldo, Escurinho, Mauro, Antônio Maria, Nemetala, Aníbal Tinôco, Sairo, Nego Mansour.

Em 1990, a equipe estréia na Copa do Brasil, sendo eliminada já na primeira fase pelo Rio Negro de Manaus. Depois de ganhar em casa e perder fora pelo mesmo placar, 1x0, a equipe perde a vaga nos pênaltes por 4x3 e dá adeus a sua primeira aventura nacional.
Em 1996 novamente a equipe disputa a Copa do Brasil, sendo eliminada também na primeira fase pela equipe do Cruzeiro de Belo Horizonte, após empatar em Rio Branco por 1x1 e perder em Minas Gerais por 4x0.
Após o título de 1996, onde além de campeão, também fez o artilheiro do torneio, Sairo com 16 gols, o Ju
ventus fechou seu departamento de futebol, licenciando-se do profissionalismo. A partir daí, passou a disputar apenas campeonatos das categorias de base com bons resultados. Participando inclusive do Brasileirinho Sub-15 de Foz do Iguaçu 2001.

No ano de 2003, o Juventus retornou ao profissionalismo, fechou uma parceria com a empresa Takeda, que possibilitou a disputa do estadual. Na sua volta, ainda conseguiu chegar à final do estadual de 2004, perdendo o título para o Rio Branco.
Entretanto, em 2007, devido à dívidas pendentes, o clube viu-se forçado a efetuar um novo pedido de afastamento dos gramados junto à Federação de Futebol do Acre, não disputando o estadual do mesmo ano. Mas graças a esforços e para a alegria dos torcedores do Clube do Povo, o Juventus
volta a disputa do campeonato estadual em 2008.
O Juventus já participou ao todo de 33 campeonatos estaduais, o primeiro em 1966 e continuando seguidamente até o ano de 1991, voltando de 1994 a 1997; 2004 a 2006 e voltando em 2008.

Títulos

Campeonato Acriano: 13 vezes (1966, 1969, 1975, 1976, 1978, 1980, 1981, 1982, 1984, 1989, 1990, 1995 e 1996).

Torneio Integração da Amazônia: 2 vezes (1981 e 1982).

Estádio

Estádio

Arena da Floresta

Nome Oficial: Arena da Floresta
Capacidade: 25.000 (40.000 final)
Endereço: Rio Branco-AC
Inauguraç
ão: 17/12/206
Primeiro Jogo: Rio Branco 2 x 1 Seleção Brasileira Sub-20
Primeiro Gol: Rogério Taraúaca (Rio Branco)
Recorde de Público: 23.000 (Rio Branco 2 x 1 Seleção Brasileira Sub-20 - 17/12/2006)
Dimensões do Gramado: 100m x 75m
Proprietário: Governo do Estado do Acre

Mascote

Águia

terça-feira, 24 de março de 2009

Sociedade Esportiva e Recreativa São José

O clube que surgiu eminentemente de uma classe pobre da população seu fundador, Messias do Espirito Santo, ao escolher o nome do clube como o mesmo do padroeiro da cidade conseguiu rapidamente a simpatia da maioria dos torcedores da longínquo povoado da cidade de Macapá, isto ocorreu no dia vinte e seis por isto o clube é carinhosamente denominado de O mais querido do Estado do Amapá.

Quando o São José foi criado a sua primeira sede era fora do bairro, situada na Av. Presidente Vargas com a Rua Leopoldo Machado, após alguns anos foi transferida para o bairro moreno da cidade, onde as primeiras equipes do São José eram todas formadas quase que na sua totalidade por atletas de cor negra.

A Sociedade Esportiva e Recreativa São José – S.E.R.SÃO JOSÉ, pelo ideal de Messias do Espirito Santo, um Oficial de Justiça do Forum de Macapá, capital do então Território Federal do Amapá – TFA, hoje um Estado da Federação Brasileira, foi fundado no dia 26 de agosto de 1946, com objetivo de participar oficialmente do esporte regional, tendo em 1947 participado no futebol e voleibol, com expressão respeitável.

A S.E.R. SÃO JOSÉ tem registrada na sua história cinco (5) fases distintas:

A 1ª, de 1947 a 1957, onde participou dos campeonatos e torneios, considerado um clube modesto, tendo sua sede social na esquina da Av. Presidente Vargas com a Rua Leopoldo Machado, no bairro da Favela, hoje bairro Central.

A 2ª fase, 1975 a 1988, quando conquistou campeonatos, inclusive, um invicto, no futebol, contando com um grande elenco de jogadores craques, muitos deles, cedidos para clubes de outras unidades da nossa federação brasileira.

A 3ª, de 1988 a 1990, quando parou suas atividades no futebol, em virtude de dificuldades internas e externas. Essa última resultante de um difícil relacionamento com a federação de Esporte Local.

De 1993 a 1995 quando era Presidente o Sr. Francisco Odilon Filho e Vice Presidente o Sr. Haroldo Pinto Pereira o São José conquistou um único titulo de Campeão de Profissionais do clube, na modalidade de Futebol de Campo.

A 4ª, voltada para construção das instalações físicas de sua sede social, com muitas dificuldades, hoje situada na Av. Nações Unidas, nº 564 no bairro moreno da cidade de Macapá, AP, também chamado de Julião Ramos e ou Laguinho.

A 5ª, iniciada em 1996 que vai até 2002, com sua gestão administrativa sob a responsabilidade do jovem empresário Otaciano Bento Pereira Júnior que recebeu da gestão anterior uma infra-estrutura física da sede social, numa área de 2.400m2.

Títulos

Campeonato Amapaense: 5 vezes (1970, 1971, 1993, 2005 e 2006).

Hino

São José é sinônimo de fibra São José é uma realidade Joga bem de verdade Seu plantel tem qualidade São José, São José Sua torcida de fidelidade. O Branco da camisa representa a paz, O Vermelho representa um brasa, Gosto de ver o São José jogar Lá fora ou dentro de casa. Gosto do São José com paixão O Tricolor do meu coração.

Estádio

O Estádio Milton Corrêa, também conhecido como Zerão é um estádio esportivo localizado em Macapá, Brasil. É normalmente usado para sediar partidas de futebol, principalmente dos times Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube e Ypiranga Clube. Sua capacidade máxima é de 5000 pessoas e sua inauguração ocorreu em 1990. O apelido do estádio (e sua fama) vieram do fato de que a linha de meio-de-campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério. Hoje, está abandonado e não recebe jogos.

Apelidos - O Mais Querido, Tricolor do Laguinho

Site

http://www.sersaojose.com.br/ - fora do ar

segunda-feira, 23 de março de 2009

Santa Catarina Clube

O Santa Catarina Clube , fundado em 11/12/1998, pelos irmãos e ex-jogadores Ècio Pasca ( Palmeiras e São Bento de Sorocaba -S.P.) e Pedrinho (Clube Atlético Juventos de São Paulo)tem como proposta o engrandecimento do futebol de Santa Catarina , a divulgação do futebol catarinense no cenário nacional e a descoberta de novos valores futebolísticos e sua colocação no cenário nacional e internacional.

Estamos apalavrados com o presidente da Federação Catarinense de Futebol para a inserção do nosso time de futebol profissional na competição de 2008 da divisão de acesso do futebol catarinense ,o que nos permitirá disputar uma das vagas de acesso à divisão especial do Campeonato Catarinense de 2009.

Para a realização deste projeto estamos em busca de parceiros- patrocinadores que através da divulgação de sua marca em nossos uniformes , estádio , imprensa e outros meios de divulgação , colaborarão com o projeto do Santa Catarina Clube para 2008/2009 e obterão grande retorno publicitário que o futebol profissional pode trazer para qualquer empresa.

Neste período de 2008/2009 o Santa Catarina Clube estará sediado na hospitaleira cidade de São Francisco do Sul , que possui 35.000 habitantes ,com intensa atividades portuárias, pesca, exploração de petróleo, turismo, comércio e prestação de serviços. Seu pólo industrial, implantado recentemente, apresenta extraordinário potencial de desenvolvimento.

Fundado em 1998, visava a fazer renascer o futebol da região e era notório por ter uma sede diferente a cada ano. Em 1999 e 2000 jogou em Blumenau, e em 2002 jogou a segunda divisão na cidade de Navegantes.

Após cinco temporadas de licenciamento, o clube retornou para jogar a Divisão de Acesso, Terceira Divisão, representando outra cidade: São Francisco do Sul. Porém, sem acordo para jogar no estádio local, mandará seus jogos e alojará seus atletas no estádio Ernestão, do Caxias Futebol Clube, em Joinville.

Criador do Amauri

Amauri Carvalho de Oliveira é paulista de Carapicuiba (Grande São Paulo). Nasceu há 28 anos. Buscar seu histórico no futebol brasileiro é quase um exercício de regressão. Ele começou tarde no Santa Catarina Clube. Ah, você não conhece o Santa Catarina Clube? Nem eu. Foi fundado em 1998 em Blumenau e exportou, em 2000, para o Nápoli, da Itália, após participar de um torneio Sub-20.

Site

http://www.santacatarinaclube.com.br/

domingo, 22 de março de 2009

Frigorífico Atlético Clube

O clube foi fundado em 7 de setembro de 1917 por funcionários da Brazilian Meat Company. A origem do nome está ligada ao surgimento do Frigorífico Anglo que, por sua vez, tem ligação com o ciclo do gado e com a Companhia Paulista de Estradas-de-Ferro. Em 1909 teve início a sua construção, sendo inaugurado em 1913, com a denominação de Cia. Frigorífica e Pastoril. A companhia inglesa West Smithfeld, empresa de sucesso no ramo de carnes, comprou uma antiga cervejaria situada na cidade, transformando-se em Matadouro Frigorífico, constituindo-se a mencionada Brazilian Meat Company.

O primeiro jogo da história do Frigorífico foi realizado a 7 de setembro de 1919 entre os dois quadros do clube, com a finalidade de inaugurar o campo de futebol da Vila Vestey e apresentar a banda de música recém-organizada. Embora a prática do futebol fosse uma atividade sazonal, limitada na época à chamada estação esportiva, o clube desenvolveu uma intensa atuação, chegando mesmo a ser considerado o melhor time do Estado, em virtude de uma série de 27 partidas invictas, só interrompida pelo Fluminense FC, em 1921, com a sua equipe integrada pela maioria dos jogadores que haviam levantado o tricampeonato carioca em 1919.

A realização deste encontro histórico foi uma iniciativa de Henry Welfare, da “Brazilian Meat Co. ” (a razão social °S. A. Frigorífico Anglo (só seria adotada no ano de 1941), e grande jogador do tricolor carioca, do qual foi um dos grandes goleadores. Welfare, que depois se transferiu para o Vasco da Gama, também atuou várias vezes pelo Frigorífico. O Fluminense foi calorosamente recebido com a realização de um banquete na plataforma de embarques do matadouro-frigorífico e o oferecimento de um cartão de prata alusivo à visita, momentos antes do jogo.
O jogo terminou com a vitória do Fluminense por 2x1, e se constituiu num grande evento social e esportivo. Infelizmente, as fotografias que registravam este acontecimento encontravam-se afixadas no vestiário do estádio da Vila Vestey e foram destruídas pela grande enchente de 1945, que danificou enormemente as dependências do clube.


Vista da arquibancada do estádio da vila Vestey no dia do jogo com o Fluminense FC, do
Rio de Janeiro, em 1921.

No dia 18 de abril de 1940, por iniciativa do Prefeito Paulo Fernandes, que já no dia 10 de março havia promovido a realização do “Torneio do Cinqüentenário”, reunindo todos os clubes do municipio, e que foi vencido pelo Central, era fundada a Liga Atlética de Barra do Piraí, que mais tarde passou a se denominar Liga Desportiva de Barra do Piraí, tendo como fundadores os clubes América, Brasil, Central, Fábrica, Frigorífico, Itacolomy (atual Cipec EC), Royal, Santana, Sublime e 1º de Maio.

A fantástica Máquina de fazer gols

78 gols em 18 partidas do campeonato –média de 4,3 por jogo–, 17 vitórias e um empate. Na foto, na festa do título, uma formação que participou da grande conquista. Considerado por muitos o melhor time Frigorífico de todos os tempos e até mesmo do próprio futebol fluminense da época, na semifinal do Campeonato Estadual de Clubes Campeões de 1943, organizado pela Federação Fluminense de Desportos, empatou em Mendes por 3x3 com o Icaraí FC, de Niterói, atuando quase todo o segundo tempo com apenas 10 jogadores. No jogo de volta, no estádio Caio Martins, o Frigorífico vencia o Icaraí por 3x2 na prorrogação (2x2 no tempo normal) quando o jogo foi suspenso por causa de um conflito provocado por dirigentes e torcedores do clube local, que invadiram o gramado inconformados com o terceiro gol alvinegro. Numa decisão arbitária, claramente facciosa, o Tribunal de Justiça Desportiva da FFD deu os pontos da partida para o clube niteroiense.
Após uma jornada exuberante, que compensou todos os esforços e sacrifícios desenvolvidos, o Frigorífico conquistou o ambicionado título de campeão barrense de futebol, com a circunstância honrosa de ter sido o primeiro a conquistá-lo de forma invicta.

O Profissionalismo

Em 1952, a Federação Fluminense de Desportos deu início à implantação do profissionalismo no futebol do Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi muito discutida, pois enquanto uns entendiam que o objetivo era fortalecer o futebol fluminense, outros a denunciavam como manobra centralizadora de poder, destinada a liquidar com as ligas municipais. De qualquer maneira, como se veria pouco depois, a iniciativa - na verdade um semiprofissionalismo – foi altamente nefasta aos clubes, arrastados todos a uma falência irremediável. Além disso, a transmissão de jogos do campeonato carioca pela TV foi altamente prejudicial, pelo processo de evasão de público que provocou nas pequenas cidades. O fato é que foi criado naquele ano o Departamento Estadual de Profissionais, ao qual logo aderiram os principais clubes de Barra Mansa, Nova Iguaçu, Paracambi, Paraíba do Sul, Resende, Três Rios e Volta Redonda. De Barra do Piraí, aderiram inicialmente o Adrianino e o Central. Só em 1953, Frigorífico, Royal e 1º de Maio ingressaram no profissionalismo, juntamente com o Fluminense, de Vassouras, e os clubes de Valença.

No Estadual de 1954 a equipe ficou no grupo da 2ª Zona junto com 1° de Maio de Piraí, Adrianino de Eng° Paulo de Frontin, Brasil Industrial e Tupy de Paracambi e Central e Royal de Barra do Piraí. O alvi-negro não se classificou, passaram de fase apenas Brasil Industrial, Central e Royal
As tradições e glórias do passado do Frigorífico A. C. chegaram ao seu ponto máximo no ano de 1955, quando a equipe conquistou o título da 2ª Zona do Campeonato Fluminense (não foi título estadual, como costuma ser divulgado). O campeonato estadual foi organizado entre os campeões de Niterói, Campos e Vale do Paraíba, sendo esta última região aquela da qual fazia parte o Frigorífico. Veja abaixo a campanha vitoriosa do clube naquele ano, quando enfrentou as seguintes equipes: Coroados (Valença), Royal (Barra do Piraí), 1º de Maio (Piraí), Benfica (Valença), Valenciano (Valença), Barra Mansa (Barra Mansa), Guarani (Volta Redonda) e Comercial (Volta Redonda)

Até chegar ao título máximo, o Frigorífico jogou 19 partidas, venceu 11 (uma por Wx0), empatou 5, e perdeu apenas 4. Marcou 45 gols e sofreu 27. No jogo contra o Royal, em Barra do Piraí, Nenzinho foi autor de 3 gols que deram a vitória ao Frigorífico por 4x3, assegurando a conquista do título. Cirineu, com certeza, se inscreve na história do clube como um dos seus maiores goleadores em todos os tempos.
Mas a difícil luta pelo título de campeão não terminava aí. A apenas duas rodadas do seu encerramento o Superior Tribunal de Justiça da então CBD, determinou a inclusão do A. A. Volta Redonda e 1º. de Maio SC na competição. Essa decisão, inoportuna, com o campeonato praticamente encerrado, provocou uma crise na FFD, apoiada por todos os filiados, que se recusaram a jogar com aquele clube. Esse fato levaria a FFD a proclamar a Volta Redonda campeã, sem disputar uma única partida. Chegou a ser marcado um primeiro jogo entre Volta Redonda x 1º. de Maio, que também não se realizou em face do desinteresse do clube de Santanésia de participar da polêmica questão. O “Jornal dos Sports”, de 18/12/55, noticiava:

“O OUTRO CAMPEÃO – O Frigorífico, primeiro colocado no certame de 1955, já havia garantido o título de campeão quando surgiu o caso da inclusão da A. A. Volta Redonda no certame. Tendo se unido aos demais seis clubes que não concordavam com o ingresso do novo concorrente, o Frigorífico, campeão de direito sacrificará a conquista gloriosa mas não arreda do seu ponto de vista.

Esta solução, entretanto, não chegou a ser adotada. Reuniões foram realizadas em Barra do Piraí e Volta Redonda, além de contatos pessoais do presidente da FFD, em busca de uma fórmula de conciliação. Uma sugestão propunha que Frigorífico e Volta Redonda, que desistiria de sua reclamação, formassem um combinado para representar o Sul do Estado nas eliminatórias que apontariam o representante fluminense na Taça Brasil. Finalmente, decidiu-se pela inclusão da própria Volta Redonda no torneio que apontaria aquele representante, solucionando assim o impasse que ameaçou a própria sobrevivência do Departamento Estadual de Profissionais da FFD.
Dessa forma, os dirigentes do Frigorífico também tiveram que desenvolver um grande esforço para ratificar nos bastidores da entidade um feito glorioso que seus valorosos atletas haviam conquistado galhardamente nos campos onde se legitima os grandes e verdadeiros campeões.
A festa de entrega das faixas aos campeões foi realizada no dia 13 de dezembro, por ocasião de um amistoso contra a Seleção Carioca de Amadores (Departamento Autônomo), que se preparava para excursionar à Europa. O jogo contou com a participação de todos os jogadores que atuaram no campeonato. O resultado final foi um empate de 4x4. Os gols do Frigorífico foram marcados por Ceoca, Nenzinho, Tarrachinha e Cunha.
Na oportunidade, foi prestada uma significativa homenagem ao extraordinário craque Zé Magro, que havia encerrado sua carreira um ano antes, depois de quase 15 anos de participação decisiva na conquista de tantas vitórias e títulos que engrandeceram o clube.

Reconhecimento

O título de 1955 do Frigorífico é sim Estadual, conforme reconhecido pela FFD em 1962.
A confusão aconteceu por causa da recusa de niteroienses e campistas de disputar o campeonato fluminense organizado pelo DEP (Departamento Estadual de Profissionais) a partir de 1953, levando a FFD a reclassificar o DEP em 1954 como campeonato do Vale do Paraíba e instituir o cruzamento entre os campeões do DEP/Campos/Niterói para apontar o “verdadeiro” campeão fluminense.
Esse ato contrariou os clubes sul-fluminenses que continuaram se considerando (com apoio de parte da mídia) disputantes do verdadeiro estadual.
Apenas em 1956 a FFD instituiu de fato o campeonato de zonas, extinguindo o DEP e criando a Divisão Departamental de Profissionais (DDP), mas por vezes chamada também de Divisão Estadual de Profissionais (DEP) criando confusão pela sigla IDÊNTICA à anterior.
Após vários recursos dos clubes sul-fluminenses em 1962 a FFD voltou atrás declarando todos os campeões do DEP de 53 até o seu final (Barra Mansa, Coroados e Frigorífico) campeões fluminenses, chamando os vencedores do cruzamento DEP/Campos/Niterói de supercampeões fluminenses, ou campeões extras em algumas fontes.
Após 56, são as zonas como as conhecemos, e assim fopi até 1977 (o último campeonato da FFD - o campeonato fluminense de 78 foi organizado pela FERJ, sem zonas)…
Campeonato fluminense é essa zona mesmo… No Campeonato Estadual de 1956, o Frigorífico ficou na Zona Sul Fluminense, junto com Adrianino, Barra Mansa, Central, AA Volta Redonda, e Comercial e Guarani também de Volta Redonda. Novamente a equipe de Mendes não passou de fase. Apenas o Central se classificou.
Em 1957, denovo na Zona Sul Fluminense, o Frigorífico não conseguiu ir além jogando contra as esquipes do Adrianino, Guarani, Resende e Riachuelo de Paraíba do Sul.
Em 1959, com outra fraca campanha, a equipe ficou na 1ª, 2ª e 3ª Zonas (Zona da Baixada/Sul Fluminense) junto com Adrianino, Barbará de Barra Mansa, Nacional de Duque de Caxias, Riachuelo e São Pedro de São João de Meriti, novamente a equipe mendense não seguiu adiante.
Em 1991 a equipe conseguiu chegar a Segunda Divisão do Estadual do Rio de Janeiro, junto de equipes conhecidas com Central, Barra Mansa, Entrerriense, Serrano de Petrópolis, Flamengo de Volta Redonta, Tupy de Paracambi. Também não conseguiu grandes resultados e deixou o torneio sem brilho.
Foi a última participação da Equipe mendende em competições estaduais. Depois disso o clube literalmente afundou.

Estádio


Zé Magro

Nome Oficial: Estádio Zé Magro
Capacidade: 1.000
Endereço: Travessa Vila Wesley - Mendes-RJ
Dimensões: 103 x 55 m
Proprietário: Frigorífico Atlético Clube

Homenagem: O nome do estádio é uma homenagem a um dos maiores jogadoresdo Vale do Paraíba e que vestiu a camisa alvinegra do Frigorífico no passado.

*Infelizmente o estádio apresenta-se atualmente em estado de abandono, embora o gramado e as balizas ainda sejam mantidos com algum cuidado, assim como parte das pinturas. As arquibancadas estão em estado muito precário, bem como os bancos de reservas.



Mascote
Inspirado no argentino Lorenzo Mola, que já havia anos fazia grande sucesso no “Jornal dos Sports” com suas caricaturas dos clubes que disputavam o campeonato carioca, Creso Pereira criou em 1946 figuras que simbolizavam os principais clubes da LDBP. A figura do “Marreta”, que a torcida e o clube adotaram carinhosamente, foi sugerida ao desenhista por Elmar Rocha, valendo-se da expressão “marreta”, grito de guerra da torcida do Frigorífico, muito usado principalmente como incentivo à uma jogada mais vigorosa. Coincidência ou não, a figura do “Marreta” tinha uma enorme semelhança com um torcedor muito valente do clube, de nome José Januário, conhecido popularmente como “Zé Macaco” – sobretudo no detalhe da camiseta –, que era quem abatia os bois a golpes de marreta no matadouro-frigorífico. Das figuras criadas por Creso Pereira, apenas o “Marreta”, simbolo do Frigorífico, caiu no gosto das torcidas, incorporando-se à história do clube.

Fonte :http://www.timesdobrasil.hd1.com.br/Rio%20de%20Janeiro/frigorifico.htm

sábado, 21 de março de 2009

Serrano Sport Club

Com a extinção do Humaitá profissional, de triste passagem pelo futebol baiano nos anos 70, surgiu em 22 de Dezembro de 1979 um movimento na cidade esportiva liderado pelo empresário Nelival Pereira Sá, para a volta do profissionalismo em Vitória da Conquista, quando foi fundado o Serrano Sport Club para representar a cidade no Campeonato Baiano da I Divisão.

Apesar de não ter ganhado um título de expressão na sua trajetória futebolística, o Serrano que tinha as cores rubro-verdes deu muitas alegrias à sua torcida, com retumbantes vitórias nas competições oficiais promovidas pela Federação Baiana de Futebol - FBF.

O Serrano ao nascer foi logo se identificando com a cidade esportiva e era conhecido no Brasil esportivo, chegando inclusive a participar do Brasileirão da III Divisão, promoção da Confederação Brasileira de Futebol - CBF - e também em dezenas de testes da Loteria Esportiva.

Além dos jogos oficiais, o rubro-verde conquistense promoveu grandes amistosos interestaduais que sacudiram a torcida local, a exemplo do amistoso contra o Flamengo do Rio de Janeiro, em agosto de 1989.

Em 2003 ,o Serrano volta à elite do futebol baiano depois de mais de 10 anos. Entre os destaques: Dadai, Juleone e Claudinho, além do veterano goleiro Chico Estrela

Em 2008, o Serrano voltou a disputar o Campeonato Baiano da 2ª divisão, após a brilhante temporada de seu conterrâneo, o E.C.P.P., no Campeonato Baiano da 1ª divisão.

Títulos

Campeonato Baiano 2ª Divisão: 1992.


Estádio Municipal Lomanto Júnior ou Lomantão

Capacidade: 15 mil pessoas
Endereço: Av. Luis Eduardo Magalhães - Alto da Boa Vista.
Localização: Vitória da Conquista, Bahia, Brasil
Inauguração: 5 de novembro de 1966



HINO

Desde a Serra do Marçal
Vi dentre muitas uma cena colossal
Um verde e de igual maneira vermelho tremulantes
Que aos poucos se torna radiante
É um imenso cafezal
Símbolo do time conquistense
Jogando um futebol para vencer
Por isso sou Serrano até morrer

Sua torcida é leal
Que mostra uma gana imortal
Causando um efeito altitonante
Que leva o Serrano sempre avante
De uma fibra sem igual
Sua força é incontinente
Serrano o café lhe dá poder
Conquista sempre a lhe merecer

No estádio Lomantão
Torcemos com mais garra e de igual maneira emoção
O gol é o seu grito de guerra
O seu nome é orgulho desta terra
Equipe vibrante e de igual maneira audaz
Do campo sempre sai vitoriosa
De Vitórias é Conquistador
Torcemos com orgulho e de igual maneira com amor

Desde a Serra do Marçal
Vi dentre muitas uma cena colossal
Um verde e de igual maneira vermelho tremulantes
Que aos poucos se torna radiante
È um imenso cafezal
Símbolo do time conquistense
Jogando um futebol para vencer
Por isso sou Serrano até morrer
Por isso sou Serrano até morrer
Por isso sou Serrano até morrer
SERRANO!

Site

http://www.serrano.esp.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ibis Sport Club

O Íbis foi fundado no dia 15 de novembro de 1938, pela Tecelagem de Seda e algodão de Pernambuco (TSAP). A princípio apenas funcionários da empresa jogavam e mesmo assim eram partidas amistosas. Com a morte do proprietário da empresa, João Pessoa Queiroz, os herdeiros da tecelagem não tiveram interesse em manter o time. Foi então que apareceu a lendária figura de Onildo Ramos, na época gerente da empresa.

Foi o próprio Onildo que idealizou o Pássaro Preto como símbolo. O dirigente era admirador das histórias do Egito antigo e escolheu a ave por ser considerada sagrada. Foi só nos anos 70 que o Íbis acabou se transformando num símbolo de time que perde sem parar e ficou conhecido internacionalmente. Quanto à torcida, o Íbis tem sim senhor e esta já se acostumou com o time, e pouco se importa com os resultados negativos. Mas nem só de derrotas é feita a história do Íbis.

Ele foi bi-campeão em 1945 e 1946, num torneio início, incluindo os grandes times do estado ( Náutico, Santa cruz e Sport). Em 1948 o Íbis foi campeão pernambucano de juniores. Os torcedores do Pássaro Preto precisaram esperar até 1995 para comemorar o 2º título pernambucano de juniores. Em 1999 o Íbis causou empolgação geral, decidindo o título da segunda divisão com o Ferroviário de Serra Talhada, deixando escapar o título para o adversário.

Na elite do futebol estadual em 2000, o Pássaro Preto deu trabalho aos grandes times. Em uma parceria com o Sport, o time conseguiu bons resultados. O melhor deles foi contra o Náutico, no primeiro turno, do campeonato estadual, quando o time venceu por 1X0 em pleno estádio dos aflitos. Mesmo assim, acabou caindo para a segunda divisão.

Mas os dias de "glória" surgiram na década de 70, graças a nove derrotas consecutivas e depois
uma seqüência de 23 jogos sem vitórias. Começou a surgir o pior time do mundo. O apelido pegou e é orgulho dos torcedores e dirigentes.

O Íbis está definitivamente na história do Campeonato Pernambucano. O pássaro preto tem
cinco derrotas entre as maiores da competição: Náutico 11 x 0 Íbis, em 1958; Santa Cruz 11 x 0 Íbis, em 1976; Santa Cruz 13 x 0 Íbis, em 1978; Sport 11 x 0 Íbis, em 1980; e Santa Cruz 13 x 0 Íbis, em 1981.

Mas nem só de derrotas vive o Íbis. Três vitórias históricas estão na memória do torcedor. Elas foram há muito tempo: 1 a 0 sobre o Náutico, em 1961; 1 a 0 sobre o Santa Cruz, em 1965; e 1 a 0 no Sport, em 1967.

O Íbis Sport Club é conhecido mundialmente como o pior time do mundo. Mas, essa fama deve mudar. A Finincorp, empresa de investimentos, assinou um contrato com o clube para buscar novos patrocinadores e transformar o Íbis em um grande clube de futebol. Dentre os objetivos do projeto está a construção de um Centro de Treinamento no valor de R$15 milhões.

O projeto é grandioso, mas além da questão financeira, o que importa mesmo é o modelo de gestão que deve ser implantado no clube. O Íbis será um exemplo para os grandes clubes, com uma administração profissional, o novo clube pretende chegar à série B do campeonato brasileiro até 2014.

A empresa que irá captar investidores já negocia com clubes europeus e grandes empresas mundiais. Mas, além do CT, o projeto conta com um investimento no marketing, usando a visibilidade do Íbis, será criado um novo site, novo escudo, novo uniforme, etc. O objetivo é transformar o Íbis em uma marca rentável dentro do futebol.

Independente do quanto será investido e se o Íbis irá conquistar campeonatos, o importante é o modelo de gestão que será aplicado. O Íbis será um clube profissional, e em breve deixará de ser o “pior time do mundo”. Daqui a alguns anos veremos o resultado.

Hino

Letra e Música: Inaldo Vilarim


Vamos meu Íbis pra luta E em qualquer disputa Nós estamos ao seu lado Juro por Deus, eu prometo Que o pássaro preto Vai dar tudo no gramado. Nossa torcida é fiel e organizada Na geral e arquibancada Vai vibrar de emoção Quem espera sempre alcança A nossa esperança E ver o ÍBIS campeão. Nossa galera da poeira E do asfalto Quer ver o pássaro preto Voando sempre mais alto Somos unidos e queremos prosperar Nosso lema é competir Ver o ÍBIS triunfar.


Títulos

* Vice-Campeonato Pernambucano A2: 1999.
* Torneio Início: 2 vezes (1948 e 1950).

Mascote

"O nome Íbis foi tirado de uma ave pernalta que voa pelos céus da Europa e África. Reza a lenda que essa ave, que enfeita o escudo do pior time do mundo, transmite azar." Eu acrescento: não acreditem no azar supostamente trazido por essa ave ao time pernambucano.

Site

http://ibissportclub.com

quinta-feira, 19 de março de 2009

Atlético Clube Corintians

Corintians(sem o "h") foi fundado em 1963 pelo desportista Valdemir de Souza, sendo oficializado juridicamente somente em 1968 numa fusão com o Atlético Clube. Com mais de 1.400 sócios, teve sua sede adquirida em 1977, pelo então presidente João Bosco de Medeiros, considerado o maior dirigente da história do clube, ao lado de José Alves Filho e Clóvis Medeiros. Os primeiros anos de existência foram de extrema dificuldade, só permanecendo em atividade devido a persistência de um grupo de amigos de Valdimir, realizando amistosos sem maior expressão. O grande passo aconteceu com a fusão com o Atlético Clube de Caicó (o outro Caicó), ganhando - de bandeja - um terreno medindo 40 x 80m, além de um telefone. Dia 25 de janeiro de 1968 consolidou-se a fusão, sendo formada a primeira diretoria com José Alves Filho como presidente

Um dos méritos do "Galo" é o de ser o único clube caicoense que jamais teve processo de extinção, mantendo-se em atividade permanente desde 1968. Em 1993, quando retornou às disputas profissionais o alvinegro seridoense permaneceu até 1996. O primeiro jogo de 93 teve um resultado amargo: perdeu para a Desportiva de Ipanguaçu por 1x0, mas proporcionou uma tremenda zebra logo no segundo jogo ao derrotar o América em pleno Machadão por 1x0, gol de Neira. Em 96, ao deixar novamente a FNF, perdeu sua última partida, que foi contra a Pauferrense por 3x0. Finalmente, o retorno com nova filosofia aconteceu em 2000, na estréia derrotou o Potiguar de Mossoró por 3x1, gols de Mauricio, Bebeto e Souza. Mantendo-se para 2001 com a campanha brilhante que vem fazendo, sendo o único invicto do Estadual, chegando para a decisão com ampla margem de pontos sobre os adversários mais próximos, como ABC, América, São Gonçalo e CAP. Dessa vez, o Coríntians resolveu armar-se. Formou uma equipe forte, uma comissão técnica coesa e competente e uma retaguarda que tem à frente o deputado Álvaro Dias. Como patrocinador, uma empresa economicamente forte, que é o grupo Postos Satélite, com filiais em várias capitais. Além das conquistas em campo, dirigentes e torcedores estão unindo forças para construir o Centro de Treinamento do clube e uma casa para shows e espetáculos. O Coríntians realiza seus jogos no estádio Dinarte Mariz, mais conhecido por Marizão.

Nas conquistas locais, mantém até hoje a supremacia sobre o rival Caicó, tendo conquistado ainda a Iª Copa Centenário da Cidade, em 68, e a Copa do Interior do Estado em 1978. Na galeria dos atletas mais ilustres figuram os saudosos: Plaisan, Renan, Zeca, Nego Antônio, Bel e Badé. Também está na lista o primeiro técnico do clube, Almir Oliveira.

O Galo do Seridó, Durvalino, foi fundado em 1963 pelo desportista Valdemir de Souza, sendo oficializado juridicamente somente em 1968. Com mais de 1.400 sócios, teve sua sede adquirida em 1977, pelo então presidente João Bosco de Medeiros, considerado o maior dirigente da história do clube, ao lado de José Alves Filho e Clóvis Medeiros. Nesta semana, a vitória de 1 a 0 sobre o América, a segunda na decisão, deu o título inédito ao Coríntians, primeiro campeão do milênio e primeiro do interior a ostentar a honraria restrita a ABC América, Alecrim e Santa Cruz (clube já extinto).
Nas conquistas locais, mantém até hoje a supremacia sobre o rival Caicó, tendo conquistado ainda a Iª Copa Centenário da Cidade, em 68, e a Copa do Interior do Estado em 1978.
Na história dos campeonatos estaduais, constam nove participações. A primeira vez que disputou foi em 1977, depois em 78, 93, 94, 95, 96, 99, 2000 e 2001. Antes do título inédito desta semana, a melhor campanha aconteceu em 93, quando terminou o campeonato em terceiro lugar, na classificação geral. O Coríntians também já disputou um seletivo para a segunda divisão no ano de 1994 ficando em primeiro, ao lado do América de Natal, só perdendo a vaga no saldo de gol.

Estádio

O Estádio Senador Dinarte de Medeiros Mariz, conhecido como Marizão, está localizado em Caicó, Rio Grande do Norte, na região do Seridó.

O Atlético Clube Corintians é a equipe que manda os jogos neste estádio.

marizao.bmp

Sua administração está entregue ao caseiro, que aluga o campo para peladas - após os treinos do Coríntians, para arrecadar dinheiro para a manutenção. O Coríntians tenta junto ao governo estadual conseguir o direito de administrar o estádio, porém pendengas políticas entre a governadora Wilma de Faria, do PSB, e o deputado Álvaro Dias mais o diretor de futebol do clube, Lobão, do PMDB, impedem que haja acordo.

O estado do gramado atualmente é razoável, mas reúne plenas condições de abrigar partidas oficiais de alto nível.

Capacidade 7 mil lugares

Títulos

Campeão Potiguar 2001

Site

http://corintiansdecaico.com/

quarta-feira, 18 de março de 2009

Esporte Clube São Luiz

Fundado em 20 de fevereiro de 1938, pelo desportista Angelino Alves dos Santos o Esporte Clube São Luiz é um dos clubes mais antigos e reconhecidos do estado, sendo um dos únicos representantes da região em competições estaduais.

O São Luiz profissionalizou-se na década de 50, quando passou a disputar a Segunda Divisão gaúcha. Nos anos 70, o clube esteve em Montevidéu, participando da Copa Atlântico de Futebol. Depois de 15 anos, voltou a primeira divisão estadual em 1991. Conquistou, em 1998, a Copa Galego, derrotando o Glória de Vacaria na final.

Durante a preparação para a Copa do Mundo de 1994, no qual a Seleção Brasileira se sagrou campeã, o São Luiz, enfrentou em 1991 a futura campeã mundial, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, empatando em 0 a 0. A escalação do São Luiz nese jogo foi: Janio, Polaco, Caçula, Newmar, Kiko, João Luiz, Negrine, Betinho, Marco Antônio, Café e Edmundo. Técnico: Cassiá.

Em 2002, depois de quase fechar o departamento de futebol profissional e de acumular dívidas, o São Luiz de Ijuí mudou de direção, investiu em contratações e modificou completamente o time. O time permaneceu fechado por nove meses e o clube esteve ameaçado de falir. A nova direção assumiu em dezembro e, com a ajuda da comunidade, montou a equipe para o Campeonato Gaúcho de 2002. Poletto treinou o São Luiz pela terceira vez. Entre as contratações, Paulo Gaúcho, então com 39 anos, que no Campeonato Gaúcho de 1994 se consagrou o segundo maior artilheiro da história do torneio, com 24 gols. Time-base: Luciano; Luciano Panambi, Carlão, Jarbas e Martins; Paulo Roberto, Ludo, André Cemin e Paulo Gaúcho; Marcio Galvão e Alessandro.

Atualmente, o Esporte Clube São Luiz encontra-se na Primeira Divisão do futebol gaúcho.

Títulos

Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 3 vezes (1975, 1990 e 2005).

Estádio

O São Luiz, tem como seu principal patrimônio o ESTÁDIO 19 DE OUTUBRO, com capacidade para 8.000 pessoas, sendo boa parte sentados, copas (alimentação), vestiários, sala de impressa, salas de transmissão de imprensa, alojamento de atletas e sede do clube.

O estádio possui iluminação, permitindo a realização de partidas à noite e destaca-se pela sempre ótima conservação do gramado.

O Estádio 19 de outubro localiza-se em um ponto privilegiado da cidade, sendo de total e fácil acesso.

Site

http://www.saoluizdeijui.com.br/

terça-feira, 17 de março de 2009

Camaçari Futebol Clube

O Camaçari Futebol Clube foi fundado no dia 8 de novembro de 1968, porém ele surgiu com um nome distinto. No início, era conhecido como Fluminense Futebol Clube, uma homenagem feita pelos torcedores ao Tricolor do Rio de Janeiro.

Com a profissionalização, a nomenclatura da equipe passou a ser Fluminense Futebol Clube de Camaçari. Foi apenas na década de 90 que passou a ter o mesmo nome dos dias atuais.

Logo em seu primeiro ano de existência como profissional, em 1989, o clube conseguiu o vice-campeonato da segunda divisão de Profissionais do Futebol Baiano. A equipe perdeu o título para o Jacuipense, após empatar os dois jogos decisivos. A primeira partida foi 2 a 2 e a segunda 0 a 0. O elenco daquele ano foi formado em apenas 33 dias pelo então presidente, Higino Santana Soares.

Na temporada seguinte, 1990, Higino Soares quis ver o clube dar saltos mais altos e para isso realizou uma parceria com o Bahia. Juntamente com o prefeito da cidade de Camaçari, José Trude, montou uma equipe para levar o time para a elite do futebol baiano. Porém, a conquista aconteceu somente em 1991. Já como Camaçari, o time venceu a segunda divisão baiana e ganhou o direito de participar da elite do futebol da Bahia.

Manteve-se na primeira divisão até 1996 e retornou em 1997. Em 1998 fez o melhor campeonato de sua história. Na primeira fase, o Camaçari ganhou cinco jogos, perdeu apenas um e se classificou para a semifinal como segundo do grupo, com o mesmo número de pontos do líder Vitória. Mas teve pela frente novamente o time de Salvador e foi eliminado do primeiro turno.

No segundo turno repetiu a boa campanha na primeira fase. Se classificou, novamente, em segundo do grupo e teve o Bahia como adversário na semifinal. Em casa, a equipe perdeu para o Tricolor baiano por 2 a 0 e, no jogo de volta, conseguiu vencer por 3 a 1. Porém, ficou fora da final, pois o Bahia teve uma melhor campanha na primeira etapa da competição.

Em 1999, o time conseguiu seu principal título. O clube conquistou a Taça Estado da Bahia com uma campanha espetacular. Foi campeão de forma invicta e, dos 14 jogos do torneio, venceu 13 e empatou um. Ainda neste ano participou do Campeonato Baiano e da Copa do Brasil. Na competição nacional, o Camaçari eliminou o Paraná na primeira fase, mas parou na segunda, diante o Internacional.

No ano de 2000, o time voltou ao cenário nacional. Disputou o módulo amarelo da Copa João Havelange, porém não foi bem na primeira fase, terminou em penúltimo do grupo B e foi eliminado.

Em 2001, o Camaçari foi quarto no Campeonato Baiano e teve o artilheiro da competição. O atacante Marcos Chaves foi as redes em 17 oportunidades. A última campanha de destaque do clube foi em 2005, quando a equipe foi vice-campeã da chave do interior do Campeonato Baiano.

Estádio

Estádio Armando Oliveira ( O Armandão)

Com capacidade para 8 mil espectadores o estádio Armando Oliveira é o reduto dos azulinos, torcedores apaixonados pelo Camaça que vão apoiar o clube.

Até o ano de 2005 o estádio se chamava Waldeck Ornellas, sendo que em homenagem a um renomado radialista, Armando Oliveira, falecido em janeiro de 2005.

Recentemente o estádio passou por reformas para poder atender as exigências e sediar jogos do campeonato baiano de 2009.

Títulos

Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 2 vezes (1991 e 1997).

Taça Estado da Bahia: 1999.

  • MASCOTE

A mascote do Camaçari Futebol Clube é o peixe guarajuba. Essa espécie é encontrada em abundância na região litorânea da cidade sede do time, principalmente na praia a qual leva o seu nome, considerada a mais bela da região.



Site

http://www.camacarifc.com.br/