quarta-feira, 8 de abril de 2009

Associação Atlética Portuguesa

A fundação da A.A.Portuguesa deve-se à uma feliz iniciativa dos Srs. Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, estabelecidos com o comércio de sacos vazios e usados. Convidando todos os seus colegas e empregados do mesmo ramo, fizeram uma excursão à cidade de Santos, estado de São Paulo, a fim de, com colegas do mesmo ramo naquela cidade, disputarem, num campo de futebol, o valor de duas equipes com as seguintes denominações: Cascões: Representantes (saqueiros) da Cidade do Rio de Janeiro e Cascas: Representantes (saqueiros) da Cidade de Santos.

Assim, justos e contratados, seguiram, devidamente uniformizados para o campo da "Associação Atlética Portuguesa" verificando-se que envergava a camisa da Associação Atlética Portuguesa Santista, o conjunto representativo do Rio de Janeiro. Desenvolvendo-se, admiravelmente de baixo de grande entusiasmo o encontro amigável. Foi juiz da partida, um diretor da Associação Atlética Portuguesa Santista, Sr. Santos Martins. O jogo terminou empatado em 1x1.

De regresso no dia imediato, era tanto o entusiasmo, que se principiou a formar palpites sobre uma organização capaz de receber ainda em condições no ano seguinte, uma embaixada em igualdade de condições a esta e procedente daquela cidade de Santos.

Assim, foi que em 17 DE DEZEMBRO DE 1924, se reuniu à Rua General Pedra, 207, casa esta do Sr. Luiz Souza Gomes, um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados, para em conjunto decidirem sobre a função de um clube e o seu respectivo nome.

Estando presente 30 iniciadores, às 20:30 do dia 17 DE DEZEMBRO DE 1924, o SR. Antônio Gomes Teixeira, um dos mais influentes, abre a sessão e convida para presidir os trabalhos, o Sr. Luiz Souza Gomes, e este, depois de aceitar, convida por sua vez, para secretariar a mesa, os Srs. Adriano Faria e Constantino Gonçalves.

Pelo Sr. Antônio Gomes Teixeira, foi proposto aos representantes que o clube em fundação deveria ter o nome de Associação Atlética Portuguesa, depois de alguns minutos em que ninguém ousou propor outro nome, decide-se por unanimidade de votos, criar o clube com o nome de: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA, sob uma calorosa salva de Palmas.

Na volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Portanto, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Souza Gomes e um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados propuseram a criação de um clube também chamado Associação Atlética Portuguesa.

A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais, pois em 1956 fez uma excursão para a União Soviética, onde enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Club Atlético de Madrid por 2 a 1, em Madrid. Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 3 vezes (1996, 2000 e 2003).

Hino

Salve salva a Portuguesa,
Com certeza,
Portuguesa Carioca
Me fascina, me domina
No peito se coloca,
O rubro verde é minha sina
O rubro verde é minha sina
Quero torcer, torcer
Por este clube quero ver vencer
Vencer, vencer com galhardia,
perder, perder com fidalguia,
Assim conta a sua história,
Não é só com a vitória que vem a satisfação,
Encara a brava raça lusitana,
Portuguesa soberana,
Do meu coração

Estádio

O Estádio Luso-Brasileiro é um estádio de futebol brasileiro pertencente a Portuguesa-RJ, localizado na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro.

O estádio foi inaugurado em 2 de outubro de 1965, na partida Portuguesa 0x2 Vasco, com um público de 8.565 pagantes. Os dois gols do Vasco foram marcados pelo atacante Zezinho, que curiosamente jogava antes na Portuguesa, sendo o primeiro um gol olímpico, talvez ajudado pelo vento que faz o estádio da Lusa ser conhecido como o "Estádio dos Ventos Uivantes".

Antes de se tornar estádio de futebol, o local abrigava o Jockey Club da Guanabara. A arquibancada principal, com sua imponente marquise, ainda é a original dos tempos em que o local sediava provas de turfe.

O Luso-Brasileiro viveu seu momento mais marcante no ano de 2005, quando uma parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, o Clube de Regatas do Flamengo e a Petrobrás colocaram estruturas metálicas tubulares em todo o trecho disponível do estádio, elevando sua capacidade para 30 mil torcedores, na disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, uma vez que o Estádio do Maracanã encontrava-se interditado para reformas visando aos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 e o Estádio Caio Martins desativado pela diretoria botafoguense.

Durante aquele tempo, o estádio foi denominado Arena Petrobras, a partir do direito de naming right. Nele foram instaladas arquibancadas tubulares e suas dependências foram reformadas, tudo numa iniciativa da Petrobras e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. As arquibancadas chegaram a ter capacidade para 30.000 pessoas.

Mascote

Zebra





Site

http://www.portuguesacarioca.com.br/ - fora do ar