domingo, 30 de novembro de 2008

River Atlético Clube

O dia 1º de março de 1946 é considerado pelo River é como a oficial de fundação do clube. Um grupo de estudantes do "Ginásio Leão XIII", à época dirigido pelo professor Antilhon Ribeiro Soares, se reuniu, para tratar da fundação de uma sociedade desportiva que tomaria o nome de River Atlético Clube.

Todavia, o projeto não foi posto em prática, haja vista que não ocorreu a sua legalização nos órgãos desportivos competentes, como também não existe registro de qualquer atividade nos anos de 1946 e 1947. O primeiro registro histórico data de 15 de fevereiro de 1948. Nesse dia foi disputado o primeiro jogo foi disputado do River contra o Amarantino. O primeiro gol do River foi marcado, nesse jogo, por Antônio Freire (Freirinho). O jogo foi realizado na cidade de Amarante-PI e o River ganhou por 4x3. Quase um mês depois, em 12 de março de 1948, houve a chamada 'reogarnização' do clube, liderada por Afrânio Messias Alves Nunes (Presidente mais vitorioso do River - 11 títulos). Em 15 de março de 1948, o River já havia sido admitido na Federação Piauiense de Desportos. No mesmo ano, disputou o campeonato da temporada, do qual sagrou-se campeão.

O ano de 1952, era considerado o centenário de Teresina, foi marcado por um torneio que reuniu os times do River e Botafogo (ambos de Teresina), Comercial (de Campo Maior), Ferroviário (de Parnaíba) e Sampaio Corrêa-MA. O River conquistou o titulo ao vencer o Botafogo por 3-2.

Em 1967 o River Atlético Clube inaugura sua sede própria no Bairro dos Noivos, área nobre da Capital Piauiense. Afrânio Nunes, mais uma vez, foi o mentor do projeto da sede.

Em 1973, o River estava há 10 anos sem ganhar um título piauiense. Naquele ano, Afrânio Nunes montou um time mais forte que o Flamengo e Tiradentes, que estavam no auge na época. A decisão foi numa quarta feira à noite, no Estádio Lindolfo Monteiro.

A final foi entre River e Tiradentes que terminou em 0-0 no tempo normal e na prorrogação. A decisão foi para as grandes penalidades e na quinta cobrança Derivaldo marcou o gol que deu titulo ao River. A torcida invadiu o campo e arrancou as traves e levou para sede. Os jogadores do time campeão foram: Nilson, Bruno, Nelson, Osíris e Luizinho; Gerson Andreoti, Chubinho e Derivaldo; Botelho, Cesar e Batistinha.

Por todas as adversidades daquele ano, esse foi considerado o maior time do River de todos os tempos.

Em 1977, foi realizado o maior campeonato piauiense de todos os tempos, quebrando recorde de público e renda, levarando 100 mil pessoas ao Albertão. Na terceira foram 40 mil e o clássico terminou empatado em 2-2. O gol do título foi marcado por Derivaldo.

Títulos

Campeão Piauiense: 27 vezes (1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1973, 1975, 1977, 1978, 1980, 1981, 1989, 1996, 1999, 2000, 2001, 2002 e 2007).
Copa Piauí: 2006.
O campeonato de 1975 foi dividido com a Sociedade Esportiva Tiradentes.

Estádio

O Estádio Governador Alberto Tavares Silva, ou simplesmente Albertão, é um dos dez maiores estádios de futebol do Brasil. Inaugurado em 1973, localiza-se na cidade de Teresina-PI. Tem capacidade para 60.000 torcedores. Possui uma infra-estrutura completa para futebol, atletismo e transmissão de jogos por rádio e TV.

O Estádio Albertão tem imensa importância no futebol do estado do Piauí por ser o único estádio de grande porte do estado. É no Albertão onde geralmente ocorre o maior clássico do futebol do estado, o Rivengo (disputa entre River-PI e Flamengo-PI). Desde a convocação do Barras-PI a enfrentar o Corinthians-SP pela primeira rodada da Copa do Brasil no Albertão o Estádio foi interditado pela CBF e está fechado desde o dia 13/02/2008.

Desde então, vem utilizando o Estádio Municipal Lindolfo Monteiro, também conhecido por Lindolfinho, foi inaugurado no ano de 1944. De lá para cá, o estádio passou apenas por uma reforma em 1964. Com a reforma, o estádio ganhará 1868 assentos plásticos nas arquibancadas, além de 768 cadeiras, dentro dos padrões dos melhores estádios brasileiros. Um placar eletrônico de 15 metros quadrados também será instalado no estádio que passará a oferecer boas acomodações para 6.000 torcedores.

Hino

Avante! Riverino
Com a bandeira

De glória na mão

Lutemos com ardor

Pela vitória do tricolor
Levemos a nossa sede
Que é o orgulho

Do nosso torrão

A taça conquistada

Com heroísmo

A nossa meta

É certa a seguir

É defender o Piauí

Com o nome do tricolor

Em qualquer lugar

Gritando gol!

E ainda Proporcionamos

Um meio social,
Sem igual.

Mascote - Galo










Site

http://www.riverac.com.br/
-
fora do ar

sábado, 29 de novembro de 2008

Gurupi Esporte Clube

O Gurupi Esporte Clube, foi fundado em 13 de junho de 1988, sendo daí em diante, uma das principais equipes de futebol profissional do estado do Tocantins.
Seu primeiro presidente foi Orlando Matos, que ficou no cargo até quinze de março de 1989, passando o comando para Antônio Carlos de Paula Silveira Melo, que presidiu até 04 de fevereiro de 1995, quando tomou posse Josimar de Figueiredo. Posteriormente assumiu o ex-vereador Júlio Kenner, sendo seu sucessor Francisco Idejair Viana Macedo. Também já exerceu o cargo de presidente Carlos Café, Carlos Barcelos e Valnir Soares, entre outros.
Atualmente, o presidente é o desportista e presidente da Liga Esportiiva Tocantins Araguaia – LETA, de Gurupi, Wilson Castilho, que foi eleito em 12 de agosto de 2006. O Gurupi Esporte Clube trabalha hoje com equipes nas categorias do sub-13, 15, 17, 20 e profissional. Recentemente, conquistou o vice-campeonato estadual na categoria sub-20. Foi campeão em 2004 , conquistando o direito de ser convidado para a disputa da Copa São Paulo, realizada em janeiro de 2006, ficando sediado na cidade de Santa Bárbara. Em janeiro de 2004 foi campeão da V Taça Internacional de Futebol do Interior Paulista, realizado na cidade de São João da Boa Vista,na categoria sub-18. Com a categoria sub-17, foi vice-campeão em 2004 do Brazil Cup
de Futebol, realizado na cidade de Poços de Caldas, perdendo a decisão nos pênaltis, em 1º de
agosto de 2004. Em 2007, venceu a Copa Sul e o Interestadual, sub-17 e sub-15, além de ter participado da Copa do Brasl de Futebol Feminino, recém-criada pela CBF.
O Gurupi Esporte Clube é também conhecido como “Camaleão do Sul” e é dono dos títulos estaduais de futebol profissional nos anos de 1996 e 1997 vencendo nas finais o Kaburé e o Interporto respectivamente , sendo também vice-campeão no ano de 1995 e 2003.
Atualmente o Gurupi Esporte Clube conta também com o trabalho dos estagiários da Fundação e Faculdade Unirg, instituição de educação superior municipal, que tem dado um forte incentivo ao
Gurupi e aos clubes da cidade. O Gurupi conta também com uma legião de torcedores, exigentes, mas fiéis, que sempre prestigiam o clube nas partidas fora e, principalmente dentro de casa.
O Gurupi Esporte Clube manda seus jogos no estádio Gilberto Resende Rocha, Resendão, com capacidade para três mil torcedores e que já foi palco de grandes vitórias esportivas. O próprio Rei Pelé, quando era ministro, participou do lançamento de um projeto esportivo em Gurupi .
Atualmente, o estádio é administrado pela Fundação Unirg, bem como o ginásio de esportes da cidade.

Evolução dos escudos
Este escudo de 1956 é do primeiro clube de Gurupi que também se chamava Gurupi EC. Em 1988, quando uma dissidência do Olaria de Gurupi resolveu fundar um novo clube, optou pelo mesmo nome: Gurupi.

Títulos

Bicampeão Tocantinense 1996/97

Vice Campeão em 1993/1995/2003/2008

Estádio

Gilberto Resende Rocha (Resendão) - municipal, 6000

Hino

Autor: Adão Ferreira

Meu Gurupi Esporte Clube,
Eu te amo de coração.

Quero ver-te pra frente,
Time pé quente, campeão.
Em Gu
rupi tua brilhante história
Tem muita luta, tem garra, tem glória.
Tua torcida é mais um jogador,
Corrente amor que te leva à vitória.
Meu Gurupi Esporte Clube...(refrão)
Do coração nasce a arma de guerra.
Esbanjas brio com força e vigor.
És verde e branco, és valente, querido,
Time aguerrido, tu és vencedor!

Mascote

Camaleão

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Clube Desportivo Sete de Setembro

Nascido do sonho do desportista Manoel Coca de Oliveira, o 7 de Setembro se originou de um projeto, que tinha por objetivo a criação de uma escolinha de futebol, para atender garotos de Dourados e região.

Este sonho começou a se tornar realidade, a partir do ano de 1994, com a abertura da escolinha, denominada 7 de Setembro, em razão das conversas sobre o projeto terem sido iniciadas no dia 07 de setembro daquele ano.

Após alguns anos, a escolinha ganhou apoio de alguns empresários, que passaram a administrar os trabalhos, oferecendo melhor estrutura para os garotos e, no dia 04 de agosto de 2000, foi fundado de forma oficial, com registro na FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) o Clube Desportivo 7 de Setembro.

A primeira partida oficial, da equipe no futebol profissional do Mato Grosso do Sul, aconteceu no dia 03 de abril de 2005, partida válida pelo Campeonato Estadual da Série B, que terminou com a vitória dos douradenses por 2 a 0, sobre a equipe do Porto, da cidade de Porto Murtinho MS, com gols marcados pelos jogadores Cristian e Michel.

Naquela data começava a ser construída uma história de sucesso e conquistas, iniciada com o primeiro título do clube, que valeu o acesso à Série A do futebol do Mato Grosso do Sul.

Na primeira partida da final em Dourados o 7 de Setembro venceu o Coxim por 1 a 0, gol marcado por Márcio Assis. No segundo jogo, na cidade de Coxim MS, a partida terminou empatada em 0 x 0 e o Clube Desportivo 7 de Setembro conquistava seu primeiro título profissional em Mato Grosso do Sul.

O Clube vem sendo dirigido por um grupo de empresários de vários segmentos da cidade que vêem o esporte como uma das maneiras de ajudar o desenvolvimento sócio-econômico e turístico de Dourados.

Esta é a Diretoria que está empenhada em fazer voltar a alegria e a tradição do futebol em Dourados, revivendo os momentos de glória proporcionados pela rivalidade entre Operário e Ubiratan, principalmente as memoráveis conquistas que encheram de orgulho toda a nossa gente.

O sucesso do Clube Desportivo 7 de Setembro, dentro de campo, é um reflexo do trabalho desenvolvido nos bastidores e para isto o clube sempre mostrou preocupação em oferecer aos seus atletas, uma infra-estrutura ideal, com todas as condições de trabalho e acomodações confortáveis e suficientes para o desenvolvimento de todas as categorias.

O CT – Centro de Treinamento está localizado em uma área de 40 mil metros quadrados, cuidadosamente planejados para nossa realidade esportiva, no CT são realizados os trabalhos da Escolinha (centro de formação de talentos) e o treinamento das equipes profissionais.

O CT do Clube Desportivo 7 de Setembro possui 04 campos oficiais, construídos dentro dos mais modernos métodos de áreas esportivas do país, possuí ainda, área para trabalhos físicos, como a conhecida caixa de areia, área de treinos de fundamento, onde os atletas tem à disposição espaço para treinamento de cobranças de falta, treinamento de goleiros e finalizações.

O CT do 7 de Setembro oferece ainda um alojamento, com capacidade para 25 atletas, utilizado por garotos vindos de outras cidades da região. Neste alojamento os atletas podem usufruir de toda uma estrutura, com quartos, serviços de higiene, refeições e área de lazer.

Estádio

O Fredis Saldivar, conhecido também como Douradão, é um estádio localizado em Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. O Douradão é administrado pelo governo do estado e pela prefeitura de Dourados. Seu nome é uma homenagem à Fredis Saldivar, que doou o terreno onde o estadio foi construído. Atualmente é o maior estádio do interior de MS e o 2º maior só atrás do Morenão, em Campo Grande.

Inaugurado em 1986, o jogo inaugural foi em 12 de abril desse mesmo ano, quando o Ubiratan de Dourados venceu o Mixto de Cuiabá por 4X2. O primeiro gol foi marcado por Ademir Patrício do Ubiratan.

A maior lotação do estádio, que tem capacidade para 30.000,00 pessoas, está atualmente em 18.780 pagantes, em um jogo ocorrido em 17 de julho de 1988 quando Ubiratan e Operário de Campo Grande empataram em 1-1.

O Estádio está localizado à Rua Coronel Ponciano S/N, Bairro Parque Nova Dourados em Dourados-MS.

Outro estádio utilizado pelo clube em algumas partidas ou competições é o Estádio Napoleão Francisco de Souza, pertencente à Leda (Liga Esportiva Douradense de Amadores), que tem capaciadade para 8 mil pessoas, localizado na avenida Weimar Gonçalves Torres, 605 no centro. O Estádio é o mais antigo da cidade de Dourados-MS.

Títulos

Campeão Estadual da Série B de 2005

Hino do Clube

O 7 de Setembro de Dourados,
é o orgulho do povo douradense.

Clube empresa, nasceu líder, nasceu grande, vencedor, polivalente.

O 7 de Setembro de Dourados, vermelho, azul e branco é sua cor
Time joga inteligente, joga pra frente e com muito amor

Sete, sete, Sete de Setembro, Sete, sete, Sete de Setembro,
Vista a camisa e pegue esta bandeira!!!

O 7 de Setembro de Dourados,
é o orgulho do povo douradense.

Clube empresa, nasceu líder, nasceu grande, vencedor, polivalente.

O 7 de Setembro de Dourados, vermelho, azul e branco é sua cor
Time joga inteligente, joga pra frente e com muito amor

Sete, sete, Sete de Setembro, Sete, sete, Sete de Setembro,
Vista a camisa e pegue esta bandeira!!!

Site
http://www.setesetembro.com.br

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Clube Atlético do Porto

No dia 23 de Julho de 1983 , surge o Futebol Clube do Porto, nas cores branco e vermelho, na Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto, em Caruaru (Pernambuco), o clube tinha inicialmente o simples intuito de participar das competições amadoras da Liga Desportiva Caruaruense.O nome do clube, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não faz referência ao seu xará de Portugal, mas sim ao nome de rua onde foi fundado, a Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto.

Assim, nos primeiros 10 anos, o clube teve como filosofia o célebre conceito do Barão de Coubertin : O importante é participar.

Antecipando-se à modernização por que passa o futebol brasileiro desde a aprovação da Lei Pelé, assumiu a presidência do clube o empresário José Porfírio de Oliveira, um apaixonado pelo futebol, que decidiu implantar um ousado projeto: transformar a agremiação, já conhecida como Gavião do Agreste, numa força do desporto pernambucano.

Para tanto, traçou-se como meta inicial a conquista dos títulos em disputa na Liga Desportiva Caruaruense, objetivo este alcançado já no primeiro ano de seu mandato, com a conquista dos títulos de futebol em todas as categorias (adulto e juniores).

Em janeiro de 1994, se profissionalizou com o nome Clube Atlético do Porto, filiando-se à Federação Pernambucana de Futebol. Expressivos resultados e vários títulos foram conquistados já no início da história profissional do clube, fruto de participações brilhantes nos Campeonatos Estaduais e Nacionais.
Na verdade o Clube herdou as cores do antigo também clube da cidade o Atlético Clube Caruaru, pois as suas cores originais eram vermelho e branco.

A primeira partida oficial como profissional foi realizada contra o Ferroviário do Recife, pela segunda divisão do Campeonato Pernambucano de 1994 e foi vencida pelo Tricolor do Agreste por sonoros 6 a 0. Três anos após a primeira partida, o Porto conquistou o vice-campeonato, perdendo para o Sport na final e, no ano seguinte, o feito se repetiu, sendo novamente derrotado pelo Leão da capital.

Em janeiro de 1998 assume a presidência do clube o conceituado empresário Cadmo Matos Barros, um jovem e dinâmico empreendedor com grande trânsito no futebol nacional e internacional, que decide implantar uma filosofia vencedora no Clube Atlético do Porto e transformá-lo em uma fábrica de craques.

Investimentos são feitos na aquisição de equipamentos e na modernização das instalações existentes, ao mesmo tempo que são contratados profissionais de renome no cenário pernambucano e nacional...

Acreditando na juventude, as categorias juvenil e juniores passam a ter tratamento prioritário, tornando o clube um atrativo para jovens de todo nordeste que procuram a agremiação no intuito de mostrar o seu valor.

A partir dai, o Clube Atlético do Porto passa a fazer parte do seleto grupo dos Grandes Clubes do Futebol Pernambucano, sendo os seus confrontos com os demais considerados, pela crônica regional, um clássico do futebol pernambucano.

Atualmente, o Clube Atlético do Porto possui o mais moderno centro de treinamento do futebol pernambucano, que ocupa uma área de aproximadamente 20 hectares, compreendendo.

Títulos
Campeonato Estadual da Segunda Divisão - 2003.
Copa Pernambuco - 1999.

Estádio
Antônio Inácio de Souza, com capacidade para 6000 pessoas, está situado na Rua Heleno Feijó, 50 - São Francisco.

Os times Porto e Central fecharam um acordo de parceria. A partir do Campeonato Pernambucano do próximo ano, o Gavião vai passar a jogar na casa da Patativa. Em troca de ceder o estádio, o alvinegro vai treinar no nino do Gavião, próximo a BR-232. Adiretoria do Porto reclamava do pouco espaço no Antonio Inácio e também discordava do preço cobrado pela Liga Desportiva de Caruaru. O contato terá vaidade de três anos.

Hino

Sou do Clube Atlético do Porto
Clube do meu coração
Suando a camisa
na força da torcida
Somos uma só nação (tricolor)
Sou do Clube Atlético do porto
Meu Gavião (tricolor)
O preto, azul e branco é a nossa bandeira
Cores do meu coração

Meu Gavião do Agreste, mais uma vitória
No teu destino de glória, meu grito de gol (Gol)
Quem é do Porto fica, quem vem não quer voltar
Porto pra sempre será.

No vôo do gavião uma nova história
Bola no pé a jogada é fazer mais um gol (Gol)
Da rua preta és filho, orgulho e tradição
Porto do meu co
ração
Da rua preta és filho, orgulho e tradição
Meu tricolor gavião

Mascote
Gavião

Site
http://www.clubedoporto.com/

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Esporte Clube Tigres do Brasil

O Esporte Clube Poland do Brasil, como foi fundado, teve seu início no dia 19 de janeiro de 2004. O Clube surgiu a partir da parceria junto a Poland Química , empresa de reconhecido sucesso no ramo de produtos químicos para Exploração e Produção de Petróleo, que através desta parceria visa dar vazão as suas ambições esportivas, além da motivação social do projeto no qual estreita a relação da empresa com a comunidade local.
Uma estrutura foi montada no Campo do Piauí, em Xerém, para que pudesse atender algumas necessidades básicas como rouparia, departamento médico e fisioterápico, escritório, reforma da quadra de futsal, entre outras.
Logo nos primeiros meses de fundação um processo seletivo teve início, alcançando no primeiro semestre, a marca de cinco mil atletas inscritos, para que fossem avaliados. Com isso, os idealizadores formaram um grupo de trabalho e começaram a selecionar os atletas.

A idéia surgiu como um grande empreendimento, pois a maior preocupação foi a formação das categorias de base. Cinco categorias foram formadas: pré-mirim (atletas de 7 a 9 anos); mirim (atletas de 10 a 12 anos); infantil (atletas de 13 a 15 anos); juvenil (atletas de 16 a 17 anos); e juniores (atletas de 18 a 20 anos).
Após a seleção dos garotos, deu-se início aos exames médicos com os atletas de todas as categorias, além do acompanhamento nutricional e psicológico. A partir desta estrutura os dirigentes do Clube começaram a pensar em disputar as competições.

Entre março e agosto de 2004, o Clube participou com as categorias pré-mirim e mirim do Campeonato Petropolitano. O pré-mirim sagrou-se vice-campeão da competição, o que lhe rendeu o melhor atleta do torneio. O mirim foi o 3º colocado do campeonato na sua categoria. A obtenção destes resultados incentivou a diretoria a participar de dois torneios internacionais no mês de julho. O primeiro foi a Copa Sul Americana da Paz, em Pereiras, com a categoria infantil. Os meninos retornaram ao Rio com o vice-campeonato e o prêmio de goleiro menos vazado. No segundo torneio realizado também em São Paulo foi a vez do juvenil que ficou com a 4ª colocação da Copa da Paz. A meta, após as competições, era classificar as duas categorias para a Primeira Divisão do Campeonato Carioca. A Seletiva começou em agosto e a preparação deveria ser intensiva, pois somente o campeão e o vice, estariam classificados em uma competição com doze clubes.
A categoria de juniores participou, em maio de 2004, de sua primeira competição, estreando na Copa Rio, contra a equipe do Fluminense, no Vale das Laranjeiras. Para a surpresa de todos, o Poland do Brasil derrubou a escrita de que os tricolores nunca haviam perdido em sua casa, além de quebrar a invencibilidade do Fluminense. Nesta competição, o clube conseguiu chegar entre os oito primeiros, e logo em seguida, participaram da Taça OPG (Otávio Pinto Guimarães), onde não lograram êxito.
Voltando as categorias infantil e juvenil na Seletiva para o Carioca de 2005, chegaram às finais da competição, fazendo os jogos decisivos contra a equipe do Duquecaxiense, que foi a base do Clube Bréscia da Itália, que tem filial no Rio de Janeiro. O Clube conquistou as vitórias nos dois jogos, tornando-se campeão com as duas categorias. Este foi um fato inédito na história do futebol carioca, um clube com nove meses de existência, sendo campeão com duas categorias na mesma competição.
Já em 2005, o infantil fez um bom Carioca chegando até as quartas-de-final. A equipe de juniores teve destaque com a conquista do Torneio Sub-20 de Petrópolis. Invicto na competição, o time fez 17 gols em cinco jogos e teve como artilheiro o até então lateral-esquerdo Éder, que marcou seis vezes. Com a formação do profissional e as pretensões no Estadual da Terceirona as atenções se voltaram para o time principal, que fez uma boa campanha chegando as semifinais do campeonato e terminando na quarta colocação com 27 pontos em 17 jogos. Dezenove gols foram marcados.
No mês de dezembro, o profissional fechou o ano com chave de ouro ao conquistar a Copa Rio 2005. O seu primeiro título com menos de um ano de formação da categoria. Em 12 partidas, foram oito vitórias, três empates e uma derrota, totalizando 27 pontos. O time marcou 20 gols na competição.

Inicialmente foi registrado junto a FERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) como Esporte Clube Poland do Brasil, devido a sua relação de parceria com a empresa. Porém, no final de 2004, em reunião da Diretoria, resolveu-se mudar o nome para Tigres do Brasil. A idéia é fazer com que esta marca se torne uma potência no mercado futebolístico.
Hoje, o Tigres do Brasil tornou-se uma realidade e um dos frutos desse trabalho foi o título da Copa Rio, pois depois do quarto lugar no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, a equipe comandada pelo treinador Flávio Silva conquistou o primeiro título profissional do clube com apenas 11 meses de formação. Em 2006 chegou à Segunda Divisão graças a classificação na seletiva realizada de 11 de fevereiro a 29 de março. Na última rodada, já com a vaga assegurada, os tigres venceram o Artsul por 2 a 0, terminando a competição na liderança do Grupo B e ficando em terceiro lugar no ranking geral.

Em 2008, o Tigres ficou em segundo lugar no Campeonato Carioca da Segunda Divisão e vai pela primeira vez participar da Primeira Divisão em 2009.
Com direito a uma atuação de gala, o Tigres do Brasil goleou o Olaria por 4 a 0 em seu CT, em Xerém, e garantiu o inédito acesso à Primeira Divisão Carioca. O clube, que tem apenas quatro anos de existência, chegou à última rodada ainda com chances de título, mas terminou a competição em segundo lugar porque, no mesmo horário, em Moça Bonita, o líder Bangu despachou o Aperibeense com vitória por 2 a 0 e se sagrou campeão.

Títulos

Copa Rio: 2005.
Vice-Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2008.

Hino
Tigres... Tigres.... Só Campeão

Já nasceste sob sinal de ganhador
As tuas garras são um sonho de campeão Da garganta... Seja de um...Seja de milhões são os gritos de um campeão

Tigres somos poucos? Somos muitos onde quer
A camisa verde e branca... Mostarda e preta São as cores das garras de um campeão Vivam uns, vivam todos...Unidos na paixão

Nos campos, nas pistas... Nas águas...
Vejo as tuas garras e os teus gritos se impondo Ao vento e sol... Como não ser o campeão com esta alma cheia de amor...

Seja na chuva,seja no sol ou com a lua
Qualquer campo é uma batalha; uma competição. Somos tigres de alma guerreira, temos sangue de campeão... Nosso destino é muito forte... Quem poderá impedir nossa ilusão de ser campeão

O Grito soa... A luz é forte... Não pode nenhum guerreiro com esta alma se deixar vencer...
Sou tigre forte... Sou tigre até morrer Levante-se e seja muito forte O amanhã por ti chegou Quantas vitórias em tuas garras estão marcadas pela paixão... Tigres tu és o Campeão.

Site
http://www.tigres.com.br

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Esporte Clube Novo Hamburgo

A história do Esporte Clube Novo Hamburgo é uma das mais belas páginas do futebol gaúcho e brasileiro, sempre escrita por pioneiros e abnegados. Esta trajetória inicia no dia 1º de maio de 1911, quando um grupo de funcionários da extinta fábrica de calçados Adams fundou a agremiação. Sempre no Dia do Trabalhador havia um churrasco de confraternização entre funcionários e diretoria no qual, ao final, o futebol encerrava as comemorações. Naquela época, o esporte começava a se preparar para virar preferência nacional e dezenas de clubes se formaram em todo o Brasil. Na mesma noite daquele ano, o grupo, tendo à frente Manoel Lopes Mattos, José Scherer, Aloys Auschild, Manoel Outeiro, João Tamujo e Adão Steigleder decidiu-se pela criação do Anilado, como também é conhecido o ECNH em virtude de suas cores - o azul anil e o branco.

Por muito pouco o clube não se chamou Adams Futebol Clube, mas a corrente vencedora sempre buscou levar o nome da cidade em sua camiseta. Era fundado, então, o Sport Club Novo Hamburgo, que depois viria a ser Esporte Clube Novo Hamburgo. Sua primeira sede ficava na Avenida Pedro Adams Filho, no bairro Pátria Nova, onde hoje se encontra uma madeireira. Este período foi muito curto, segundo os conselheiros mais antigos. Logo depois o alvianil se mudou para o Estádio dos Taquarais, no Centro da cidade, na Rua Major Bender, permanecendo lá até 1953. Lá, em amistosos ou em jogos oficiais, eram as rivalidades que falavam mais alto, suplantando a técnica ou qualquer esquema de jogo, sobretudo quando o confronto era com o Esperança, quando a rivalidade era, não raro, extra-campo.

Em 1942, o Sport Club Novo Hamburgo tinha uma dimensão relevante, a ponto de ter se tornado o vice-campeão do estado do Rio Grande do Sul. Contudo, a pressão exercida pelo Estado Novo naquele período de intensa repressão a representações que remetessem à nação alemã fez-se sentir.Durante a guerra, quem falava alemão não era bem visto pelas autoridades, que impuseram a mudança do nome dos clubes e escolas, além da proibição do uso e do ensino da língua alemã em todas as atividades públicas e, mesmo, privadas.Essa onda de mudança e de aportuguesamento dos nomes chegou mesmo a ameaçar a cidade, que quase mudou de nome para Marechal Floriano Peixoto, em uma homenagem forçada ao Marechal Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro, o segundo Presidente da República do Brasil e um militar de linha dura. O time de futebol, porém, não resistiu à pressão política e houve a transformação do Sport Club Novo Hamburgo em Floriano.

Essa pressão pela mudança de nome pode ser compreendida como uma das manifestações da influência das idéias fascistas no Brasil, especialmente no que se refere a sua perspectiva de uniformização da cultura nacional. Esse nome permaneceria no clube até o final da década de 60, quando o clube retornou às origens, aportuguesando seu nome para o atual Esporte Clube Novo Hamburgo – ECNH.

Em 1947, o Novo Hamburgo conseguiu chegar até a final do Campeonato Gaúcho, quando foi derrotado pelo Internacional. Alguns afirmam que a arbitragem favoreceu a equipe mais tradicional, já que no primeiro jogo o Inter venceu por 1 a 0, com gol de pênalti. Torcedores do time do interior reclamam que a marcação do árbitro foi equivocada, mas isto não impediu o Novo Hamburgo de perder o campeonato. Depois de uma vitória por 2 a 1 no jogo de volta, foi derrotado na prorrogação.

Daqueles anos dourados, restou a lembrança de times recheados de craques, muitos pretendidos pela dupla Gre-Nal e equipes do centro do país. O melhor time deste período - para muitos o melhor time da história - foi montado em 1952 e realizou inesquecíveis apresentações. Neste ano, para se ter idéia, o Renner, de Porto Alegre, foi Campeão Gaúcho, quebrando a hegemonia de Grêmio e Internacional no cenário esportivo do Rio Grande do Sul, mas o Novo Hamburgo, como Floriano, figurou entre as primeiras posições. Após a decisão do título, em um quadrangular histórico, formado por Grêmio, Inter, Pelotas e o Anilado, o ECNH acabou na primeira colocação, um feito fantástico relembrado até hoje pelos saudosistas. O time base de 52 contava com Paulinho; Zulfe, Mirão, Heitor e Crespo; Casquinha, Pitia e Soligo; Niquinho, Martins e Raul Klein. O técnico era Carlos Froner. Em casa ou atuando como visitante, não era tarefa fácil dobrar a equipe formada por craques reconhecidos po r seus adversários. Entre eles, destacava-se Raul Klein, ponteiro-esquerdo habilidoso que fez história pelo país afora depois de vestir a camisa anilada e encantar torcidas de todo o país. Raul chegou à Seleção Brasileira, tendo disputado, juntamente com o goleiro Paulinho, o Panamericano de 1956. O Brasil foi campeão com uma equipe formada, em sua base, por atletas gaúchos, entre eles, nossos craques. Raul disputou várias partidas. Já Paulinho não teve a mesma sorte: foi reserva durante toda a competição. Outros jogadores que por aqui estiveram também vestiram a camisa canarinho, como Josimar, lateral direito polêmico por sua vida desregrada, titular durante a Copa de 1986, no México, com o técnico Telê Santana. Na década de 50, quando a sede dos Taquarais foi vendida, uma área de terra localizada na Vila Rosa foi adquirida. A nova sede, logo batizada de Estádio Santa Rosa, foi inaugurada em 1953 e abrigaria o Novo Hamburgo até os dias de hoje.

O Novo Hamburgo nunca ganhou um Campeonato Gaúcho, mas chegou a vencer algumas competições estaduais disputadas apenas por clubes do interior, sem a presença dos poderosos Grêmio e Internacional. Em 1972, a equipe ganhou o Título do Interior. Nove anos depois, conseguiu chegar perto da principal taça estadual, mas mais uma vez não superou o Inter.

Em 1989, o Novo Hamburgo foi campeão da segunda divisão do Campeonato Gaúcho. Mas sua permanência na elite estadual não durou muito. Foi apenas em 2000, depois de quase uma década sem disputar a primeira divisão gaúcha, que o time venceu mais uma vez a Divisão de Acesso e voltou ao escalão principal. Apenas para cair novamente no ano seguinte.

Finalmente, o Novo Hamburgo foi vice da Divisão de Acesso em 2003 e retornou à elite gaúcha. Desta vez, não voltou a cair, pelo contrário: fez boas campanhas e conseguiu classificação para a Série C do Campeonato Brasileiro, voltando a uma competição nacional depois de 19 anos. E ainda fez bonito neste campeonato, conseguindo chegar no quadrangular final, mas sem subir para a segunda divisão.

Em 2005, o time disputou a Copa do Brasil pela primeira vez, conseguindo classificação por meio da posição final no Campeonato Gaúcho do ano anterior. Na mesma temporada, venceu a Copa Emídio Peroni, considerada uma extensão do Estadual, o que deu uma vaga para o time na Copa do Brasil de 2006.

Nos últimos anos, o Novo Hamburgo segue com boas campanhas do Campeonato Gaúcho. A equipe também está prestes a abandonar seu antigo estádio e se mudar para uma nova casa, acompanhando o processo de modernização instituído pela diretoria da agremiação.

Títulos

Campeão Gaúcho - 2ª Divisão: 2 vezes (1996 e 2000).
Copa FGF: 2005.
Copa Emídio Perondi: 2005.
Campeão Gaúcho do Interior: 1961,1965 e 1972

Hino

Música: Pedro Araújo
Letra: Juracy Araújo

Entoando o hino de glória e amor
Do Esporte Clube Novo Hamburgo
A voz febril da mocidade
Enaltece o seu nome glorioso
Na maior fraternidade

Nos jogos os teus times
Quantas vitóri
as conquistaram
Entre aplausos retumbantes,

Rei dos campos te aclamaram
À luz do sol, vitorioso e radiante

Nos campos do nosso Estado,
Aos beijos rubros da glória,
Sobre as asas da vitória

O nosso clube, nossa terra elevou
E muitas glórias conquistou.

Sobre os fortes defensores,
Que lutam com bravura e todo afinco,
Estenda-se o
céu mais azul,

Mas claro o sol, resplandeça,
Brilhe o Cruzeiro do Sul.


Lutar! Lutar! É o teu lema,
Sempre para a glória.
Jogar! Jogar! E conquistar os louros da vitória.
Vencer! Vencer! É o teu lema
Tão sublime.
E proclamar nosso pendão, é alvi-azul
E sempre há de brilhar, flutuar, viril
Pra grandeza e glória do Brasil.

Estádio

O Estádio Santa Rosa está localizado no Bairro Vila Rosa, em Novo Hamburgo, na Rua Avaí, 119. Os acessos principais são pela BR-116, para quem vem de Porto Alegre, dobrando-se à direita na Rua 11 de Junho, ou para quem está no município, pela Avenida Nações Unidas. Tem capacidade para 17 mil torcedores, dispõe de pavilhão social coberto, campos de futebol sete e de areia, sala de musculação, pista atlética e espaço para departamentos amadores e veteranos. As dimensões do gramado são de 110m x 75m. Dispõe, ainda, de concentração com 10 cômodos para o grupo de jogadores, vestiários (totalmente reformulados), espaço para oito cabines de rádio e dois camarotes.

Em junho de 2001, para evitar que o Santa Rosa fosse à leilão para pagar dívidas trabalhistas recebendo um valor muito abaixo de seu valor de mercado, a atual direção precisou tomar uma medida corajosa: buscou um comprador para o estádio. Essa medida dura, porém necessária para salvar o clube, precisou ser tomada e enfrentada por aqueles que têm no ECNH uma de suas maiores paixões. Demonstrando compromisso com a comunidade, a Aspeur, entidade mantenedora do Centro Universitário Feevale, adquiriu a área por um valor expressivo, garantindo assim a continuidade do clube e de uma história de mais de 90 anos.

Pelos termos do contrato, até 2006 o clube pode utilizar o estádio para treinos e jogos. A partir dessa data e até 2011, o Novo Hamburgo poderá utilizá-lo em partidas oficiais, podendo, se precisar, conforme já expressado pela Aspeur, utilizá-lo por mais um período. O compromisso de encontrar uma nova área e iniciar a construção de nossa nova casa não foi esquecido pela diretoria, que já definiu e adquiriu o local para o novo estádio moderno e funcional que o Nóia terá. O terreno de 5 hectares fica no bairro Liberdade, situado entre as ruas Santa Tereza e Simões Lopes, e será, em breve, a nova casa anilada, tendo já recebido inclusive os primeiros trabalhos de terraplanagem. Para organizar e conduzir esta importante empreitada anilada, uma comissão de empresários e dirigentes foi formada, e conduz todo o planejamento a fim de tornar o projeto viável e sólido para receber toda a ajuda possível da comunidade.

Mascote
Nóia


Site

http://www.ecnh.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Vilhena Esporte Clube

O Vilhena Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Vilhena, no Estado de Rondônia. Suas cores são vermelho e branco.Fundado em 03 de junho de 1991.

O Vilhena participou da Copa do Brasil de 2006, estreando contra o Fortaleza. O clube, jogando em seus domínios, perdeu para os cearenses por 3x1 e foi eliminado no 1° jogo.

Para 2009, disputará a Copa do Brasil, como vice-campeão, já que a Ulbra foi campeã, mas acabou com seu time de futebol.

O diretor do VEC, José Natal Pimenta Jacob, revelou que existe grande possibilidade de uma fusão entre as duas equipes da cidade de Vilhena. Os primeiros entendimentos entre dirigentes do VEC e do CAR já começaram e a idéia e formar uma grande equipe para as próximas competições estaduais.

Segundo Natal, a equipe do CAR teria que obrigatoriamente participar no próximo ano da segunda divisão para não correr o risco de ter que se desfiliar da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia), mas os dirigentes entendem que em Vilhena não há estrutura para poder manter duas equipes no campeonato profissional.

O CAR que é uma empresa privada ligada a uma transportadora e dirigida pelo desportista João Delfino tem uma grande estrutura, principalmente com escolinhas de futebol. A idéia seria usar a popularidade que a equipe do VEC tem com a estrutura do CAR e fazer disso uma grande equipe.

Para o dirigente do VEC a equipe ainda tem algumas pendengas financeiras para acertar em relação à última participação no campeonato estadual de futebol profissional, mas a quitação é uma questão de tempo.

José Natal acha que esse problema não deve interferir na negociação. A fusão das duas equipes está sendo vista com bons olhos pelos dirigentes das duas equipes e também pela torcida que cobra a três anos o segundo título estadual. Já a prefeitura municipal de Vilhena que tem sido a principal parceira continuará oferecendo suporte financeiro para as próximas competições.

Fonte: Hoje Rodônia!

A diretoria do VEC confirmou nesta terça-feira a parceria com o empresário Diógenes Santini, dono do Centro de Treinamentos do Parque Embratel para mais uma temporada.

A estrutura existente no CT utilizado pelo VEC nos dois últimos anos conta com diversos campos de treinamentos, refeitório, piscina e alojamentos e ao contrário de anos anteriores, com exceção dos atletas que moram em Vilhena, os demais ficarão alojado no CT Embratel, incluindo a Comissão Técnica.

Por outro lado, a diretoria espera poder se reunir com o prefeito eleito José Rover na próxima semana para definir alguns detalhes já com vistas a participação do VEC na Copa Brasil.

Na pauta a construção de seis novas cabines de Rádio e TV na parte nova das arquibancadas do Estádio Portal da Amazônia; reforma dos sanitários e do gramado que neste ano deverá começar um mês antes para poder deixar o Estádio em condições ideais para a estréia na Copa Brasil que deve ocorrer na metade do mês de fevereiro.

Os cartolas do VEC vão solicitar ao prefeito a disponibilidade de um micro-ônibus para o clube durante o período de treinos e o transporte para a realização de vários amistosos como parte da preparação da equipe para a Copa Brasil.

Títulos

Campeão Rondoniense: 2005.

Vice-Campeão Rondoniense: 2006 e 2008

Estádio

O Estádio Municipal de Vilhena “Arnaldo Lopes Martins”, mais conhecido como Portal da Amazônia.Capacidade 5000 lugares.


Hino

composiç
ão: José CechinelQuando surge o Vilhena imponente.
A torcida vai dando o recado.
Sabe bem o que vem pela frente.
Se a vitória não for o resultado.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.
Quero forte um grito de GOL.
Ecoando de punho cerrado.
Não aceito como torcedor.
Se a vitória não for o resultado.
Quando visto a camisa me encanto.
Quá alegria que sente este povo.
Com o time lutando em campo.
E a vitória chegando de novo.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.
Guerreiro que vesta a camisa.
O orgulho que lhe corre nas veias.
Que o respeito no campo precisa.
Quá torcida que o jogo incendeia.
Com o Vilhe
na me sinto feliz.
Nas partidas em todo lugar.
É o time que eu sempre quis.
Pra chegar em primeiro lugar.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.

Apelidos: VEC, Lobo do Cerrado

Mascote: Lobo

Site
http://www.vilhenaesporteclube.com.br/

sábado, 22 de novembro de 2008

Ceilândia Esporte Clube

Ceilândia Esporte Clube surgiu a partir do Dom Bosco Esporte Clube. O Dom Bosco Esporte Clube foi fundado em 1963 por Francisco da Silva, o "Seu Chicão", na Vila do IAPI, onde hoje estão as quadras 3 e 5 do Setor de Mansões do Park Way.
Em 1971, o governador do Distrito Federal, Hélio Prates da Silveira criou a Companhia de Erradicação de Invasões, com o propósito de retirar os invasores da região nobre de Brasília. Dizem que o governador sentia-se deprimido ao ver aquelas favelas tão próximas do circulo do poder. Como o novo povoado foi organizado pela CEI (Companhia de Erradicação de Invasões), estava criada a CEI-lândia.
O Dom Bosco rapidamente firmou-se como um dos maiores times da Cidade, disputando a hegemonia com o Juventude Atlético Clube, Grêmio, Brasília e Juventus.
O futebol do Distrito Federal começou a se profissionalizar. O Campineira foi a base do Sobradinho, o Pioneira deu origem ao Taguatinga, mas Ceilândia continuava de fora.
Em 1977 surgiram as primeiras tentativas no sentido de profissionalizar o Dom Bosco.
Finalmente, em 27 de março de 1978, o Dom Bosco foi registrado. Até então o time existia apenas de fato.
Por sugestão da atual Deputada Maria de Lourdes Abadia, sugeriu-se que o nome do time mudasse, guardando as cores preto e branco do Dom Bosco, mas trocando o escudo por uma imagem estilizada da caixa d´água da cidade.
Foi assim que, em 23 de agosto de 1979, o estatuto do time foi alterado mudando o nome de Dom Bosco Esporte Clube para Ceilândia Esporte Clube.
A primeira partida profissional do Ceilândia foi disputada ainda em 1979, diante do então clube mais importante do Distrito Federal: o Brasília. O Ceilândia perdeu a partida por 2x1, sendo Risadinha o autor do primeiro gol da história do Ceilândia.

Títulos
Campeonato Brasiliense - 2ª Divisão: 1998.
Vice-Campeonato Brasiliense: 2005.

Estádio

O Estádio Abadião é um estádio de futebol localizado na cidade de Ceilândia no Distrito Federal - Brasil. O nome é uma homenagem a Maria de Lourdes Abadia , ex-administradora de Ceilândia.

Com capacidade para 5000 espectadores, o clube de futebol Ceilândia Esporte Clube e a Sociedade Esportiva Ceilandense mandam seus jogos no estádio.

Hino

Ceilândia agora está em festa
Com a maior animação

Comemorando mais uma vitória

Dessa vez será campeão (bis)

Mais um, Ceilândia, mais um!

Mais um gol para firmar sua liderança

Vais demonstrando a tua garra

Aumentando nossa fé e confiança

Mais um, Ceilândia, mais um!

Explode tua torcida de emoção
vais conquistando mais um título
Está na hora de mais uma decisão.

Mascote

Gato Preto

Incansável batalhador pelo futebol do Distrito Federal, Marcelo Ramos, “O Narrador do Povão”, deu ao Ceilândia um mascote que representa fielmente a história de luta pela sobrevivência do time: o gato preto.



Site

http://www.ceilandiaec.com.br

Associação Atlética Coruripe

A Associação Atlética Coruripe foi fundada no dia 01 de março de 2003, após a participação da seleção local no campeonato amador da Associação dos Municipios de Alagoas.

O grande número de público que acompanhava os jogos, fez com que algumas autoridades entedessem que era ora de fundar um clube para as disputas profissionais.

Por este motivo foi criado o Coruripe que acabou estreando no campeonato alagoano da segunda divisão no ano de 2003. Seu primeiro jogo como clube profissional foi pelo Grupo A, contra a equipe do Bandeirante de Maceió (venceu por 2 a 0), no dia 15 de junho de 2003. Dois meses depois, em 17 de agosto, fazia a final da segundinha contra a equipe do Sete de Setembro, e venceu por 3 a 1, conquistando título e o acesso a principal divisão do estado.

Nos anos de 2004 e 2005 ficou com o vice-campeonato alagoano, perdendo as finais para o Corinthians e Asa de Arapiraca, respectivamente.

A glória para o futebol coruripense veio em 2006 com a conquista da principal divisão do estado; na final bateu o CSA nas penalidades por 6 a 5. Em 2007, sagrou-se Bicampeão Alagoano ao vencer na casa do adversário o Corinthians por 2 x 0, o alviverde conquistou o título estadual com duas rodadas de antecipaçao sem a necessidade de haver uma final, isto porque o Coruripe venceu os dois turnos do Campeonato Alagoano.

A Associação Atletica Coruripe passou a ser conhecida, a nivel nacional, após a participação na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro da Série C.

Títulos

Campeão Alagoano: 2 vezes (2006 e 2007).
Campeão Alagoano - 2ª Divisão: 2003.

Estádio

Estádio Municipal Gerson Amaral

O estádio construído em 1993 recebeu em 2003 arquibancadas metálicas para a disputa da 2ª divisão logo após a conquista passou por reformas onde final do mesmo ano iniciou a construção da arquibancada lateral, em concreto, como também vestiários.

02 vestiários;
03 módulos de banheiros femininos e masculinos para torcedores;
10 cabines de radio e um amplo espaço para as emissoras de televisão. As obras de ampliação do estádio Gérson Amaral continuam, ao final do campeonato alagoano de 2006, e o mesmo terá capacidade para 10.000 torcedores.
Hino

ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU
SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

NA SEGUNDONA EM 2003, O CORURIPE FOI A GRANDE SENSAÇÃO.
POIS JOGANDO O FINO DA BOLA, FOI FAZENDO ESCOLA,
VAI SER
NOSSO CAMPEÃO...

(REFRÃO) ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

COM BIRA E BELTRÃO NO COMANDO, E O AÇUCAR

CORURIPE NO CORAÇÃO,
A SELEÇÃO ALVI VERDE VAI GANHAR O PASSAPORTE PRA PRIMEIRA DIVISÃO.
ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

(REFRÃO) ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.


OBS: PRIMEIRO HINO DO CORURIPE. EM 2003 QUANDO ACESSOU A PRIMEIRA DIVISÃO DO FUTEBOL ALAGOANO.

Mascote

Também conhecido como “Verdão Praiano”, a mascote da Associação Atlética Coruripe é o personagem Hulk.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Clube Atlético Bragantino

Em 8 de janeiro de 1928 , formadores do Bragança Futebol Clube, fundam o Clube Atlético Bragantino.
Em 1944 o maior rival do Bragantino no futebol era a equipe amadora do Bragança Futebol Clube. Neste ano o time chegou a contratar alguns atletas importantes da capital para poder derrotar seu "inimigo" número um.

Mesmo com uma equipe teoricamente inferior, o Bragantino derrotou o Bragança e como forma de homenagear o clube, Cícero Marques, então presidente do Bragantino, mandou fazer um quadro com a figura do Leão. Desde então o animal virou a mascote do clube.

Iniciou sua trajetória como equipe profissional na Segunda Divisão do Paulista de 1949. Depois de 15 anos de tentativa de acesso, o Bragantino foi o campeão da Segundona em 1965. Em 1966 ,na primeira participação na Primeira Divisão, ocupa o último lugar e é rebaixado. Após 22 anos, em 1988, é campeão paulista da Segunda Divisão. No ano seguinte, foi campeão brasileiro da Segunda Divisão, conquistando vaga na elite nacional.

Naquela fase de sucesso, no início da década de 90, o Bragantino, de Bragança Paulista, terra com tradição na indústria de lingüiças, ganhou o apelido de “Lingüiça Mecânica”, paródia da “Laranja Mecânica” (nome do filme que deu origem ao apelido da famosa seleção da Holanda, na Copa do Mundo de 1974, também chamada de carrossel holandês). Os técnicos Vanderlei Luxemburgo e Carlos Alberto Parreira fazem parte da história do Bragantino, que tem a família Chedid em sua história, desde Hafiz Abi Chedid como seu primeiro presidente.

Outro curiosidade é a camisa “carijó”. O atual presidente, Marcos Antonio Nassif Abi Chedid, filho de Nabi, queria algo novo para o Campeonato Brasileiro, depois de o time ter conquistado o título do Paulista de 1990, com Luxemburgo. A camisa, de toda branca, foi desenhada então com desenhos em losangos e trapézios, para um efeito tridimensional, com a cor prata, além do preto e branco. O apelido da camisa, de “carijó”, apareceu com o tempo. No ano de 2007, acima da estrela do distintivo foi colocada a frase Eternamente Nabi”, em homenagem a Nabi Abi Chedid, que faleceu em 2006.

Em 1990 o Braga estreava na Elite do Futebol Nacional, terminando na honrosa oitava colocação dos 20 Clubes que disputaram essa edição. No entando isso não foi o melhor do ano; no Campeonato Paulista, a equipe comandada pela até então revelação dos Técnicos, Wanderley Luxemburgo e por uma constelação de craques como Lateral Direito Gil Baiano e o Volante, futuramente Campeão Mundial na Copa de 1994 pela Seleção Brasileira, Mauro Silva, enfrentaria o Novorizontino na "final caipira" jogando por dois resultados iguais, e foi o que aconteceu: 0x0 no primeiro jogo e 1x1 no segundo - e como foi dito, esses dois resultados sagraram o Clube Atlético Bragantino como Campeão Paulista da 1ª divisão de 1990 - se tornando o segundo time do Interior a conquistar o certame, seguindo a Internacional de Limeira que fora campeã em 1986.

No ano de 1991 o Braga tinha perdido seu principal destaque, o treinador Wanderley Luxemburgo, no entando a peça de reposição foi à altura; o clube de Bragança Paulista contratou ninguém menos que Carlos Alberto Parreira para o cargo de treinador - o elenco foi preservado e esse planejamento deu resultado; após terminar em terceiro lugar na primeira fase do Brasileirão de 1991 o time se classifica para as Semifinais do nacional daquele ano; enfrentando o Fluminense do Rio de Janeiro, que havia se classificado no quarto lugar após uma virada de mesa ganhando pontos de um jogo interrompido e passando o Corinthians na classificação.

O Massa Bruta enfrentou e eliminou o Tricolor Carioca no Maracanã e classificou para a Grande final, ficando frente a frente contra o Tricolor Paulista; o São Paulo - que eliminara o Altético Mineiro - em dois jogos; o primeiro no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi que terminou 1 a 0 para o time da capital, gol de Mário Tilico. O segundo e decisivo jogo foi em Bragança Paulista, no Estádio Marcelo Stéfani, onde o Braga precisando da Vitória saiu para o jogo, acuando o São Paulo na defesa durante os 90 minutos, no entando o Alvinegro não conseguiu furar a zaga adversária e acaba empatando em 0 a 0 e deixa o título na Mão do São Paulo.

No ano de 1992 o Bragantino continuou com apresentações boa, terminando o Campeonato Brasileiro na fase de classificação em 3ª, indo assim para a segunda fase da época; onde foram criados dois grupos de quatro clubes cada. No grupo do Massa Bruta estavam também Botafogo, Cruzeiro e Corinthians, segundo o regulamento apenas o Campeão da Cada grupo se classificaria para a final, e deste grupo o primeiro foi o Botafogo. Reza a lenda que se o Campeonato Brasileiro de 1992 fosse pelo sistema de Pontos Corridos o grande campeão seria o Bragantino.(Fonte; Placar)

Neste mesmo ano o clube faz sua estréia em Competições internacionais, jogando a Copa CONMEBOL; empatando os dois jogos contra o Grêmio e sendo desclassificado nas Penalidades máximas alternadas por 6 a 7. Nos anos de 1993 e 1994 o Bragantino continua com campanhas regulares; nos Brasileiros termina em 19º em 93, fruto do confuso regulamento desta edição, e em oitavo no ano de 1994. E acaba sendo desclassificado novamente na primeira fase da Copa CONMEBOL, pelo Botafogo no primeiro ano citado.

Já o ano de 1995 está dividido, pois no Campeonato Brasileiro pode se enquadrar nos "Anos Dourados de Bragança" já que clube termina na boa sexta posição, mas ao mesmo tempo o time cai para a segunda divisão do Campeonato Paulista. Abre-se um parenteses nesse periódo de tempo para a participação do Bragantino pela terceira vez na Copa CONMEBOL, onde o clube consegue eliminar o Palmeiras de 1996, o dos cem gols, goleando por 5 a 1 na primeira partida. Já na segunda fase o Braga é eliminado por detalhes pelo Independiente Santa Fé com um resultado adverso de 1 a 0 na Colômbia.

Em 1995 o Bragantino faz campanha pífia no Campeonato Paulista e acaba sendo rebaixado para a Série A2 do futebol estadual, inciando assim a decadência do clube no futebol paulista. No Campeonato Brasileiro, no entanto, a equipe conquistou um surpreendente 6o. lugar na classificação final, atrás apenas de Botafogo (o campeão daquele ano), Santos, Fluminense, Atlético-MG e Palmeiras. Nesse campeonato, o Braga teve como principal destaque o meia Kelly.

No ano seguinte, 1996 o Braga termina em último no Campeonato Brasileiro, sendo assim teoricamente rebaixado para a Série B junto com o Fluminense, no entanto surge um suposto esquema de favorecimento de arbitragens nesta edição do certame nacional. Numa manobra já costumeira de proteger os clubes grandes, a CBF, antes mesmo de se tirar alguma conclusão concreta sobre o caso, anula o Rebaixamento do Tricolor Carioca, e consequentemente também do Bragantino.

Em 1997 o Bragantino por meio dessa manobra disputa novamente o Campeonato Brasileiro da Série A, terminando em 22º, escapando do rebaixamento pelos critérios de desempate, pois o Bahia que terminara em 23º tinha o mesmo número pontos que o Alvi-negro. No entanto em 1998 o inevitável acontece; o time termina em penúltimo, apenas a frente do América-RN e cai para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Com a penúltima colocação o Bragantino volta depois de 8 participações consecutivas na 1ª divisão para a série B do Campeonato Brasileiro; amargando as consequências da má administração e também da Lei Pelé, a "assassina dos pequenos".

Na "estréia" em 1999 o Braga termina na 12º colocação, bem no meio da tabela de 22 clubes. Apesar disso, a equipe manteve reais chances de classificação até a penúltima rodada, quando, precisando da vitória para se manter com chances de classificação para a fase decisiva, o Bragantino foi humilhado pelo Sampaio Corrêa, um dos últimos colocados na tabela de classificação, por 5x0, em pleno Marcelão. Na última rodada ainda venceu o Paysandu por 1x0 em Belém, mas o resultado não foi suficiente para classificar a equipe.

Em 2000 com a Copa João Havelange as divisões são anuladas e o clube passa a pertencer ao módulo amarelo. Como não havia rebaixamento, o clube fez uma péssima camapanha e terminou em 30º deste módulo. Em 2001 a campanha de 1999 é repetida, o time fica novamente no meio da tabela, em 16º de 28 clubes, com uma campanha irregular - a equipe vencia a maioria dos jogos em casa, mas era facilmente derrotada como visitante - tendo como exemplo derrotas para o Joinville por 4 a 0 e para o União São João de Araras por 5x2. Este foi o último campeonato em que alguns dos antigos ídolos do clube jogaram juntos: Mazinho, Sílvio, Alberto, João Santos, Gil Baiano e Pintado, sob o comando técnico do ex-zagueiro e capitão Nei. A desclassificação marcou o fim da vitoriosa geração.

No ano de 2002 o time dá o último suspiro; disputa a série B do Brasileiro pela última vez. Terminando em último lugar, com 17 pontos de 75 disputados. E aí a "morte" do clube de Bragança Paulista parecia ter sido decretada.

Com a queda da Série B de 2002 o Bragantino garante classificação automática para a série C de 2003; o que seria a "última" chance do time, pois os critérios de classificação para o Campeonato brasileiro são as posições nos Campeonatos Estaduais da primeira divisão, e devemos lembrar que o Braga ainda amargava os grupos inferiores do Futebol Paulista.

O time começa bem, campeão de seu grupo na primeira fase, vai passando as próximas fases com boas apresentações até chegar à quinta fase - uma espécie de semifinal, pois sairiam os quatro classificados para a última fase - onde enfretaria o Santo André, com um confronto épico, na primeira partida no ABC o Santo André acaba goleando o Braga por 4x1; mas na volta em Bragança o Massa Bruta faz 3 a 1 e quase reverte o resultado ruim da primeira partida e termina em 6º de 93 clubes na classificação geral.

No entanto esta fora a última chance na época, pois o acesso a série A1 do Paulista, onde poderia novamente lutar pela Série C do Brasileiro estava muito distante.

2005 - Consegue o retorno a primeira divisão paulista.

2006 - Mantém-se na primeira divisão, terminando em 14º lugar.

2007 - A volta por cima, disputa as semifinais do campeonato paulista, sendo eliminado por dois 0 X 0, pelo campeão Santos. No segundo semestre, sagra-se campeão brasileiro da Série C.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série B: 1989.
Campeonato Brasileiro - Série C: 2007.
Campeonato Paulista: 1990.
Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1965 e 1988).
Campeonato Paulista Segunda Divisão B2: 1979.

Estádio

O Estádio Marcelo Stéfani foi construído no local que abrigava uma plantação de batatas. Inicialmente, não dispunha lugar para mais de 1.500 pessoas e, hoje, tem capacidade para 25 mil. Sob o gramado foram compactadas aproximadamente 80 centímetros de terra e mais um colchão de cerca de um metro e 15 centímetros de espessura de palha de café. Da troca de idéias de Nabi Abi Chedid, quando da construção do estádio, com um plantador de batatas foi tomada a decisão – na época polêmica – pela palha, já que a terra era boa, fertilizada, mas com drenagem difícil. A grama nunca precisou ser replantada. E nunca o campo do Bragantino chegou a ser interditado por causa de chuva.
Atulamente passa por uma reforma estrutural, com a construção de um novo saguão, bares e restaurantes, instalação de rede WI-FI( 1º estádio do Brasil ), novos camarotes, novas instalações paras os profissionais da imprensa, novos banheiros, sem falar na cobertura parcial da arquibancada e do reforço da sustentação do estádio. Presente de aniversário de 80 anos do Bragantino para sua torcida.

Hino
(Sapo e Renato Silva)

Braga é campeão
É o alvinegro em ação
Bragança toda se inflama
Massa Bruta, campeão
Na força de uma raça
Na luta já vencida
Ergamos sempre uma taça
Avante, fiel torcida
Bragantino, o melhor
Primeiro em emoção
No campo é o maior
Arrebenta coração
Defesa be
m guardada
A arte dentro do campo
Velocidade no ataque
E a bola entrando no canto
Olê, olê, olê, olá
A Massa Bruta só joga pra ganhar
Vamos lá, rapaz
Vamos lá, menino
Venham, vamos todos
Futebol é Bragantino.


Mascote


Leão






Site
http://www.urbo.com.br/bragantino

Criciúma Esporte Clube

A história do Criciúma começou em 13 de maio de 1947, com a fundação do Comerciário Esporte Clube por um grupo de jovens comerciantes moradores da cidade, pois no município não havia uma agremiação voltada à prática do esporte.

O Comerciário Esporte Clube foi fundado em 13 de maio de 1947, na Praça Nereu Ramos, por um grupo de rapazes, na maioria com 18 anos, moradores do centro da cidade. Esta foi a primeira vez que o centro possuía um time de futebol.

No dia 15 de maio, do mesmo ano, aconteceu a primeira partida do recém fundado clube. O adversário foi o já tradicional São Paulo Futebol Clube, da Vila Operária. O jogo aconteceu no estádio do Ouro Preto e o placar não poderia ter sido outro, a jovem equipe foi derrotada por 4 a 0.

A primeira bola do time foi comprada por 17 contos e 500 réis e o primeiro terno, listrado de azul e branco, adquirido após uma coleta no comércio. No dia 8 de junho, as duas equipes voltaram a se defrontar no mesmo local. O time do São Paulo voltou a aplicar outra goleada, 4 a 1, sendo que o zagueiro, Carlitos, foi o autor do primeiro gol do time do centro.

A primeira vitória só aconteceu na terceira partida, também diante do São Paulo, o Comerciário venceu pelo placar foi 3 a 2. A primeira viagem foi para Siderópolis, onde o time enfrentou o Grêmio Esportivo Macedo Soares. A equipe de Criciúma conquistou um honroso empate fora de casa.

O primeiro título do Comerciário foi conquistado em Siderópolis, em 8 de fevereiro de 1948. O time era considerado a zebra do torneio, por ser o caçula da região. Em 1949 aconteceu a primeira grande vitória do time do centro, a equipe azul e branca derrotou o Atlético Operário em duas oportunidades, por 3 a 1 e 6 a 1, conquistando assim o seu primeiro título da Larm (Liga Atlética da Região Mineira). O esquadrão campeão era formado por: Mário; Colombi, Vante, Muricy e Zoile; Ary, Carlitos e Eraldo; Detefon, Aníbal e Bigode.

Em 49, repetindo a mesma base, tornou-se novamente campeão, derrotando de novo o Atlético Operário. O tricampeonato foi conseguido em 1951. Com uma campanha invejável, o Comerciário venceu 20 partidas das 28 disputadas, empatou 4 e perdeu 4. Em 1955, o clube inaugurava o estádio Heriberto Hülse. O Comerciário voltaria a conquistar o campeonato da Larm nos anos de 57, 58 e 60.

A principal façanha do time do centro foi a conquista do primeiro título estadual, que aconteceu no ano de 1968. Naquele tempo, estava despontando para o futebol nacional o ponteiro direito Valdomiro Vaz Franco, que depois foi um dos grandes ídolos do Internacional de Porto Alegre. O título foi ganho em uma partida extra, contra o Caxias de Joinville, no estádio Adolfo Konder, em Florianópolis. O time campeão era este: Batista; Alemão, Lili, Conti e Toco; Bita, Ivanzinho e Sado; Valdomiro, Chiquinho e Bossinha. O Caxias foi derrotado por 2 a 0 e a vitória ratificou o título dos Comercialinos.

Em 1970, atingido por uma séria crise financeira, o Comeciário Esporte Clube foi obrigado a encerrar as atividades no departamento de futebol profissional, só retornando a disputar o campeonato catarinense em 1977.

No ano de 1978, o Comerciário começou a passar por uma profunda transformação. No dia 17 de março aconteceu a mudança do nome, passando a se chamar Criciúma Esporte Clube. A primeira partida como Criciúma foi no dia 2 de abril de 1978, contra o Marcílio Dias, no estádio Heriberto Hülse. O jogo terminou empatado em 0 a 0. O primeiro gol do Criciúma foi assinalado por Laerte, no empate em 1 a 1 diante do mesmo Marcílio Dias, dois dias após a primeira partida. No dia 16 de abril aconteceu a primeira vitória do novo clube, contra o Concordense, por 2 a 0, no Heriberto Hülse, sendo os dois gols assinalados por Ademir.

Em 13 de maio de 1984, o Criciúma estreiou o seu novo uniforme, nas cores amarelo, branco e preto, num jogo contra o Joinville que terminou empatado em 2 a 2. Na ocasião, também foi mostrado o novo distintivo do clube. A torcida do novo Criciúma Esporte Clube só pôde soltar o primeiro grito de campeão no ano de 1986. A campanha no estadual foi excelente, com 20 vitórias, 11 empates e 7 derrotas. O time campeão tinha: Luis Henrique; Chiquinho (Sarandi), Sílvio Laguna, Solis e Itá; Jairo, Rached e Carlos Alberto; Vanderlei, Edmilson e Jorge Veras.

Em 1989 o time volta a ser campeão estadual, em 90 conquista o bi e em 91, o tri-campeonato estadual. No mesmo 1991, o clube ainda conseguiu o seu principal título em toda a sua história, a Copa do Brasil, contra o Grêmio Porto Alegrense. Na primeira partida, em Porto Alegre, aconteceu um empate em 1 a 1, com o gol do Tigre sendo assinalado por Vilmar. Na partida de volta, no Heriberto Hülse, ocorreu outro empate, só que desta vez em 0 a 0. A vantagem do gol fora de casa deu ao Tigre o tão sonhado campeonato e a vaga para disputar a Taça Libertadores da América 1992 .O grupo base tinha: Alexandre; Sarandi (Jairo Santos), Vilmar, Altair (Wilson) e Itá; Roberto Cavalo, Gélson e Grizzo; Zé Roberto (Vanderlei), Soares e Jairo Lenzi. Técnico: Luiz Felipe Scolari. Esse mesmo grupo voltaria a realizar uma excelente campanha na Taça Libertadores, sendo desclassificado nas quartas-de-finais, pelo São Paulo Futebol Clube. Nos anos de 93, 95 e 98, o Criciúma Esporte Clube conquistou o Campeonato Catarinense.

No ano de 2002, o clube é campeão do Campeonato Brasileiro da Série B e garante o seu retorno, após cinco anos, à elite do futebol brasileiro, em uma final disputada contra o Fortaleza e na primeira partida, realizado na casa do adversário, o Fortaleza venceu por 2 a 0. Na volta, no Heriberto Hülse, o Criciúma venceu por 4 a 1, gols assinalados por Paulo Baier (3) e Dejair. O time que jogou a final foi: Fabiano; Paulo Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Sandro); Cléber Gaúcho, Cléber (Edinho), Juca, Dejair; Delmer, Anderson Lobão (Tico). Técnico: Edson Gaúcho.

Em 2003, o clube fez uma boa campanha na Série A, conseguindo manter-se na elite, mas caiu, em 2004, para a Série B e em 2005, para a Série C.

Em 2006, o clube conquistou o título do campeonato brasileiro da Série C, garantindo seu retorno à Série B em um jogo contra o Vitória. O Tigre não tomou conhecimento do adversário e ganhou por 6 a 0. Com gols marcados por Leandro Guerreiro, Alexsandro, Beto Cachoeira (2), Fernandinho e Zé Carlos. O time que jogou esta partida tinha: Zé Carlos; Silvio Criciúma, Rodrigo e Claudio Luiz; Bosco, Leandro Guerreiro, Marcelo Rosa, Douglas e Fernandinho; Dejair e Beto Cachoeira. Técnico: Guilherme Macuglia.

No ano de 2007, o Tigre chegou à final do catarinense, perdendo para a Chapecoense, no estádio Heriberto Hülse. Também em 2007, o clube buscava alcançar o título e o acesso à série A de 2008, vencendo a Série B. O Criciúma começou de uma forma animadora, arrasando, chegando a terminar o primeiro turno na primeira colocação. No returno, a situação começa a piorar e após algumas rodadas, o Tigre começa a despencar na tabela fazendo uma campanha nada igual a do primeiro turno, terminando o campeonato em sétimo.


Títulos


  • CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 1991
    CAMPEÃO BRASILEIRO DA 2ª DIVISÃO 1986,2002
    CAMPEÃO BRASILEIRO DA 3ª DIVISÃO 2006
    CAMPEÃO CATARINENSE 1968 (Como Comerciário E. C.) 1986 1989 1990 1991 1993 1995 1998 2005

    Hino

    Letra e Música: Carlos Ernesto Lacombe

    Lembrando os heróis do passado
    Que escreveram seus nomes na história
    Oh! Tricolor predestinado
    A um presente e futuro de glórias

    Salve o Criciúma
    No esporte nacional
    Salve o Criciúma
    De patrimônio imortal
    Na hora da decisão
    Numa só voz grita feliz
    O meu povão

    Criciúma, Criciúma!
    Nosso clube de amor
    Alma, garra e coração...

    Criciúma, Criciúma!
    Nosso clube de amor
    Alma, garra e coração...

    Vibrando estaremos contigo
    Desfraldando o teu pavilhão
    Onde estiver o mais querido
    Dos campeões - o nosso campeão

    Estádio

    Estádio Heriberto Hülse, um dos principais do estado de Santa Catarina, já abrigou competições de nível internacional como a Copa Libertadores da América, epóca na qual foi completamente adaptado para competição, destaque entre os principais estádios do estado, é o uníco completamente coberto. O estádio atualmente tem capacidade para 19.900 torcedores, pois a capacidade foi adequada para cumprir as normas do estatuto do torcedor. O maior publico registrado foi em 6 de agosto de 1995 no jogo Criciúma 1 X 0 Chapecoense-SC pelo campeonato catarinense. O jogo teve um público de 31.123 pessoas e uma renda de R$115.815,00.

    Inauguração 16 de Outubro de 1955
    Primeira partida - 16/10/1955 (Comerciário 0x1 Imbituba).
    Primeiro gol - Valdo (Imbituba)

    Mascote

    A mascote do Criciúma é um tigre vestido com o uniforme do clube. O felino foi escolhido por ser símbolo de força e garra, características necessárias para superar obstáculos e vencer.








    Site

    http://www.criciumaesporteclube.com.br/

    quarta-feira, 19 de novembro de 2008

    Vitória Futebol Clube

    Reuniram-se em um sobrado da rua São Francisco, pertencente à viúva Constança Espíndula, mãe de Constâncio e Taciano Espíndula, dois dos amigos que, até então, disputavam as suas peladas na rua Sete e no Alto do São Francisco.

    João Pereira Neto presidiu os trabalhos, que resultaram na fundação do primeiro clube de futebol do Estado. Concordaram em dar ao clube o nome da cidade que lhe serviria de sede. Nascia ali, portanto, o Foot-ball Club Victoria.


    A ata daquela reunião acabou perdida em épocas futuras, mas podemos citar alguns nomes dos pioneiros presentes àquela reunião do dia 1º de outubro de 1912: João Pereira Neto, João Nascimento, Armando Ayres, Graciano e Edgar dos Santos Neves, Névio Costa, Edgard e Pedro O’Reilly de Souza, Constâncio e Taciano Espíndula. Pereira Neto foi eleito o primeiro presidente; Nascimento e Costa, os dois tesoureiros; e Edgard O’Reilly, diretor de esportes.

    Uma decisão importante ainda ficaria por se tomar, e não o seria sem debate: era preciso escolher as cores oficiais do clube. Consta que Armando Ayres, saldanhista, sugeriu que o vermelho e o branco fossem escolhidos. No entanto, os sócios que torciam pelo Álvares não concordaram. Acabou prevalecendo a sugestão de se adotar o azul e o branco, cores que representariam o céu de Vitória.

    Durante muitos anos, o clube não possuiu sede e nem patrimônio. As reuniões dos jogadores eram realizadas em espaços cedidos, como o galpão de Antenor Guimarães. Jogos de camisa, bolas, material de treinamento e outros pertences ficavam guardados de favor em residências de jogadores ou dirigentes.

    Assim foi até o início da década de 1950, quando iniciativas mais concretas foram tomadas no sentido de dar ao clube uma sede definitiva, e um estádio próprio. Em 1951, o presidente Arnaldo Andrade adquiriu a área em Jardim América onde hoje se encontra o Estádio Engenheiro Araripe. Como a área era toda formada por alagados, o clube nunca a utilizou. Outro terreno comprado pelo Vitória acabou sendo tomado pelo governo do Estado, que prometeu conceder outro em troca. Foi assim que o Vitória recebeu o terreno que atualmente ocupa, em Bento Ferreira.

    As obras de construção do estádio do Vitória começaram em 1962, quando os torcedores Aílson Lima Cabral e Aprígio Vieira Gomes conseguiram fazer com que uma draga utilizada em um aterro nos arredores despejasse areia também ali. Assim, o terreno em Bento Ferreira pôde finalmente ser utilizado para a construção do tão sonhado estádio.

    Neste ponto, vale destacar atuação do presidente Salvador Venâncio da Costa, que se valeu de todos os recursos e sacrifícios para ver a obra concluída. E assim aconteceu. O estádio, inaugurado em 1967, recebeu o seu nome, com toda justiça.

    Foi sempre assim a história do Alvianil. Cheia de percalços e de luta, dentro e fora dos campos. Acima de tudo, porém, sempre repleta de amor ao esporte e ao Vitória Futebol Clube. É isso que nos move.

    Apesar das muitas dificuldades voltamos a conquistar novos e importantes títulos, estamos seguros de que aqueles jovens pioneiros de 1912 ficariam orgulhosos de saber que a sua iniciativa permanece viva e forte, tanto tempo depois. E que o clube que fizeram nascer chega aos seus noventa e seis anos como umas das grandes forças do futebol profissional do Estado do Espírito Santo.

    Títulos

    9 vezes Campeão Capixaba – 1920, 1932/33 (bicampeão), 1943, 1950, 1952, 1956, 1976 e 2006.

    8 vezes Campeão da Taça Cidade de Vitória – 1920, 1932/33 (bicampeão), 1943, 1950, 1952, 1956, 1972.

    Estádio

    Estádio Salvador Costa. O Ninho das Águias. Seja como for que o torcedor alvianil queira se referir ao seu estádio, o fato é que a nossa casa, em Bento Ferreira, só nos enche de orgulho.

    Batizado numa justa homenagem a nosso ex-presidente (e atual presidente de nosso Conselho Deliberativo), o Estádio Salvador Costa é o nosso grande espaço de convivência, onde a família alvianil pode vibrar com o seu time com conforto e segurança.

    Hino

    Autor: Carlos Bona ( 1993 )

    Vamos juntos, Vitória
    Juntos vamos jogar
    Visto a sua camisa
    Por me orgulhar
    O meu sangue é azul
    Carrego a paz no meu peito
    Meu Deus, me dê o direito
    De sempre com você ficar

    Vitória, Vitória, Vitória
    Clube de minha devoção
    Águia azul sobrevoa
    Meu sonho, minha emoção
    Vitória, Vitória, Vitória
    Campeão, sempre, sempre campeão
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração

    Mil, novecentos e doze
    Um ano de esplendor
    Nasceu com força e garra
    A águia bicolor
    Erguendo esta bandeira
    Me sinto mais feliz
    Torcer por esse time
    Foi o que eu sempre quis

    Avante, alvianil
    Pra mim você é o maior do Brasil
    Avante, alvianil
    Pra mim você é o maior do Brasil

    Vitória, Vitória, Vitória
    Clube de minha devoção
    Águia azul sobrevoa
    Meu sonho, minha emoção
    Vitória, Vitória, Vitória
    Campeão, sempre, sempre campeão
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração

    Mascote
    Águia Azul








    Site

    http://www.vitoriafc.com.br/