segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Coritiba Football Club

No ano de 1909, diversos jovens se reuniam no Clube Ginástico Teuto-Brasileiro para suas exibições de ginástica. No entanto, a atração de uma das reuniões de Setembro acabou sendo outra. A atenção de todos estava voltada para Frederico Fritz Essenfelder, importante membro do grupo, que apareceu no local com uma bola de couro na mão. Após alguns cabeceios e embaixadas, Essenfelder apresentou o objeto aos colegas, explicando que se tratava de uma bola de futebol.
O grupo de jovens se encantou com o novo esporte, e passou a promover partidas entre eles no campo do Quartel da Força Pública. Em pouco tempo, todos estavam completamente apaixonados e decidiram fundar um clube para a prática do futebol, primeiramente chamado de Coritibano Football Club. A fundação ocorreu no antigo Teatro Hauer, na noite de 12 de Outubro de 1909.
Faltava agora apenas um campo para jogar, problema que foi resolvido quando os fundadores conseguiram autorização para usar a área do Jóquei Clube Paranaense. A área foi reformada com obras de terraplanagem, gramado e construção de cercas de arame. O clube jogou ali até 1916, quando passou a mandar seus jogos no Parque Graciosa.
A primeira assembléia foi realizada em 21 de Abril de 1910, após o clube ter solicitado todas as regras do esporte no Rio de Janeiro e em São Paulo. Nessa assembléia, o nome do clube foi alterado para Coritiba, antigo nome da capital paranaense e que foi mantido mesmo com a mudança de nome da cidade. Foi nessa assembléia também que aconteceu a votação para a primeira diretoria, composta pelo presidente João Viana Seiler e seu vice Arthur Hauer, primeiro e segundo secretário José Júlio Franco e Leopoldo Obladen respectivamente, primeiro e segundo tesoureiro Walter Dietrich e Alvim Hauer respectivamente e capitão Fritz Essenfelder.
Na época, a capital do Paraná apresentava o nome com duas grafias: "Coritiba", grafia européia, e "Curytiba", grafia tupi-guarani, ambas estavam corretas. Muitas cartas, jornais e documentos daquela época, até hoje existentes na biblioteca de Curitiba, usavam normalmente a grafia Coritiba e esta foi a adotada para o nome do clube. Também as cores, verde e branco, são uma referência às da bandeira do estado.

Primeira partida

No dia 23 de outubro de 1909 (onze dias após a fundação), foi realizada a primeira partida oficial do alviverde. Um time de funcionários da estrada de ferro de Ponta Grossa recebeu os atletas Coxas-Brancas. A partida terminou 1 a 0 para os donos da casa. O time base do Coritiba naquele primeiro confronto era formado pelos próprios fundadores do Clube: Artur Hauer, Alfredo Labsch, Leopoldo Obladen, Robert Juchsch, Carlos Schlender, Fritz Essenfelder, Carl Maschke, Waldemar Hauer, Rudolf Kastrup, Adolpho Müller, Emílio Dietrich, Erothides Calberg e Arthur Iwersen.
Em 1915 João Viana Seiler, volta a comandar o clube, que participa do Campeonato da Cidade, primeira competição oficial do Coritiba. No ano seguinte Constante Fruet é o presidente do título do Campeonato da Cidade, vencido em 24 de dezembro. O primeiro título do Coritiba teve Maxambomba como grande destaque. O título estadual de 1916 foi conquistado apenas no dia 21 de janeiro de 1917, na vitória sobre o Britânia. Neste ano, também leva o Torneio Afonso Camargo. O Coritiba passa a jogar no Parque Graciosa, no Juvevê.

A origem do apelido

Em função da sua origem germânica, os times do Coritiba no início de sua história eram formados basicamente por descendentes de alemães, que com suas peculiares aparências (altos, fortes e claros), eram alvos fáceis para as provocações vindas das torcidas adversárias.
Em um Atletiba, no ano de 1939, o ainda torcedor Jofre Cabral e Silva que depois se tornaria presidente do C.A.Paranaense, exaltado ao extremo, começou a berrar com o zagueiro Hans Breyer, chamando-o de “quinta-coluna”, percebendo que Breyer não lhe dava ouvidos começou a gritar incessantemente: “Coxa-Branca, Coxa-Branca”.
O apelido acabou pegando e, em um primeiro instante, todos os Alviverdes ficaram incomodados. Com o passar do tempo, porém, ele foi assimilado e até hoje a expressão Coxa-Branca é utilizada para se falar dos torcedores e jogadores do Coritiba, que em razão disto também é carinhosamente chamado de “Coxa” por todos que a ele se referem.

Estádio Belfort Duarte e a seqüência de vitórias

Em 1920 o time é campeão do Torneio Início, e novamente no ano seguinte, assim como também no Torneio da Cruz Vermelha e do Torneio de Tiradentes. Em 1927, já com Antônio Couto Pereira como presidente, o Cori vence o Campeonato da Cidade e a Taça Fox. Em 2 de janeiro, Staco marca sete gols na vitória de 9 a 0 sobre o Savóia. O Coritiba foi campeão do Torneiro Início em 1930 e 1932 e do Campeonato da Cidade e do Campeonato Paranaense de Futebol de 1931. Da mesma maneira, o clube foi campeão em 1932 do Torneio dos Cronistas Esportivos. No mesmo ano foi inaugurado em 19 de novembro o estádio Belfort Duarte.
Segue então uma fase de vitórias em vários campeonatos, contando com Campeonato da Cidade (1933, 1935 e 1939), campeonato estadual (1933, 1935 e 1939), Torneio Arthur Friedenreich (1934) e Torneio do Início (1939).

Em 1941, durante um Atletiba, o futuro presidente do Clube Atlético Paranaense, Jofre Cabral e Silva, foi tomado pelas emoções do grande clássico e não parou de berrar contra o zagueiro alviverde. Primeiro o chamou de "quinta coluna", em referência a ameaça nazista. Depois, com os nervos ainda mais à flor da pele, engatou de pertinho do campo um grito incandescente: "Coxa Branca! Coxa Branca!".
O apelido acabou "pegando", e no início incomodava não só o presidente Couto Pereira, como toda a torcida alviverde. Com o tempo, porém, o clube passou a contratar jogadores de todas as partes do Brasil e acabou perdendo a velha característica germânica. Com isso, o apelido Coxa acabou sendo adotado também pela torcida do Coritiba e é hoje uma forma carinhosa de se referir ao Verdão.
No começo da década de 1940 o time repete os títulos de 1939, sendo marcados pelos primeiros bicampeonatos do Coritiba. Neno marca sete gols na vitória de 10 a 2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942. Venceram os torneios Imprensa e Luís Aranha em 1943, e o torneio Getúlio Vargas no ano seguinte. Em 1945 conquistam o torneio Cidade de Curitiba. Na mesma época Couto Pereira deixa a presidência do clube após dois mandatos e treze anos no comando do time. O alviverde venceu o Campeonato da Cidade e o campeonato estadual em 1946 e 1947. Em 12 de julho 1949 realizou o primeiro amistoso entre um clube paranaense e uma equipe estrangeira, vencendo o Rapid de Viena por 4 a 0 na Vila Capanema.
O time conquista em 1950 o torneio Triangular de Curitiba, e tanto em 1951 quanto no ano seguinte o torneio Início e o campeonato estadual. São campeões em 1953 dos torneios Quadrangular Interestadual e Quadrangular de Londrina. Tanto em 1954 quanto 1956 e 1957 o Coritiba é campeão paranaense, em 1956 já sob o comando de Aryon Cornelsen, que permeneceu na presidência até 1963. Em 1957 o time ainda ganha o torneio Início.

A fase "Evangelino da Costa Neves"

Em 1959 e 1960 o Coxa é bicampeão paranaense. Nessa época o time perdeu o célebre jogo da moeda para o Grêmio, pela Taça Brasil de 1960. Evangelino da Costa Neves é eleito em 1967 presidente do clube, permanecendo por mais de vinte anos, em três mandatos. Em 1968 o time é campeão paranaense após oito anos de jejum. Também vence o Torneio Internacional de verão (que levaria também em 1970 e 1971). Também enfrentou (com a camisa da Federação) a seleção brasileira, resultando em 2-1 para o Brasil, partida essa realizada em 13 de novembro.
Em 1969 o Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para o exterior. No ano seguinte, querendo agitar a torcida e reunir recursos para aumentar o Belfort Duarte, Evangelino usa a estratégia do concorrente Atlético e passa a fazer contratações de vulto. Na primeira leva chegam Rinaldo (ex-Palmeiras), Joel Mendes (ex-Santos) e Hidalgo (ex-XV de Piracicaba), que faria história como capitão da equipe. O time então faz nova excursão à Europa e África.
Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. É o quinto lugar na primeira edição do campeonato brasileiro. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense. No ano seguinte vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquistam ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978.
O nome do estádio é alterado para Major Antônio Couto Pereira em 1977, e em 1979 o time é bicampeão estadual. Em 1980 o alviverde é o terceiro colocado do campeonato brasileiro. Após a competição, entra em crise administrativa e financeira que reflete no futebol, e que deixou a equipe sem títulos importantes até 1985.
O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador, mas quase cai para a segunda divisão paranaense. Pelas más campanhas no Estadual, participam em 1982 e 1983 da Taça da Prata, a segunda divisão do campeonato brasileiro. Na mesma época vencem o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coxa volta à primeira divisão e termina o Campeonato Brasileiro em oitavo lugar.

1985 - Campeão brasileiro

Em 1985 acontece a maior glória do Coritiba e do futebol paranaense até então. Desacreditada, a equipe comandada por Ênio Andrade suplanta os desafios e conquista o título brasileiro vencendo nos pênaltis o Bangu em pleno Maracanã. Levaram também o torneio Maurício Fruet. No ano seguinte o time participa da Taça Libertadores da América com uma campanha discreta e é campeão paranaense. Dois anos após o título nacional o time é convidado pelo Clube dos 13 e participa da Copa União.
Em 1988 o Coritiba quase cai para a segunda divisão paranaense. Usando os preceitos de Neves, o presidente Bayard Osna reformula a equipe no ano seguinte e conquista o campeonato estadual. Fazia boa campanha no Brasileiro, mas não vai a Juiz de Fora enfrentar o Santos e é suspenso pela CBF com a queda automática para a Série B. O drama do ano anterior ainda abate o clube, que perde o estadual para o Atlético em 1990. Beneficiado pela CBF, que havia extinguido a Terceira Divisão, o Coritiba disputa a segunda divisão, e só cai nas semifinais ante ao Guarani. Em 1995, após uma derrota para o Matsubara, Evangelino Neves é pressionado para deixar o clube. Édison Mauad, Sérgio Prosdócimo e Joel Malucelli assumem o Coritiba e lutam para aplacar as dívidas e montar um bom time. Conseguem, e recolocam o Coritiba na primeira divisão.

Projeto clube-empresa

Em 1997 o Coxa é campeão do Festival Brasileiro de Futebol. No ano seguinte faz ótima campanha no campeonato nacional, sendo eliminado pela Portuguesa nas quartas-de-final. Em 1999 é sagrado campeão paranaense. Em 2002, depois de um início claudicante, o Coritiba melhora na temporada e brilha como uma das melhores equipes do campeonato brasileiro. Nos próximos dias, lança o projeto de clube-empresa. No ano seguinte, além de ser campeão estadual invicto, o time chega em quinto no Campeonato Brasileiro e conquista o direito de disputar a segunda Libertadores da América de sua história.
O ano de 2004 conquista o bicampeonato estadual ganhando do Atlético Paranaense, na Kyocera Arena, quebrando um jejum de prevalecia desde 1978, após empate em 3x3. Em contrapartida, o Coritiba não consegue manter o seu desempenho nas copas Sul-Americana e Libertadores da América, sendo eliminado já na primeira fase de ambas.

Série B do Campeonato Brasileiro

Após campanha aquém no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2005, o time foi rebaixado para a Série B da competição, assim como Atlético Mineiro, Paysandu e Brasiliense. Naquele ano, o Coritiba teve a quarta maior média de público do campeonato, com 18 688 pessoas.
Em 2006, o time começou sob o comando do técnico Marcio Araújo, e posteriormente Estevam Soares. Após eliminações no Campeonato Paranaense e na Copa do Brasil, Estevam foi demitido, sendo substituído por Paulo Bonamigo. Durante o Campeonato Brasileiro, o Coritiba chegou a liderar a competição por diversas rodadas, mas acabou em sexto lugar, não conseguindo uma das quatro vagas disponíveis para voltar à Serie A.
Com a saída do técnico Bonamigo, João Carlos Vialle foi contratado como diretor de futebol do clube. Após breves passagens de técnicos, Guilherme Macuglia era o novo técnico, assumindo a posição durante o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil e parte do Campeonato Brasileiro. Em junho de 2007 Renê Simões é contratado como novo técnico após demissão de Macuglia. Simões já era reconhecido por ter treinado a Seleção Brasileira de Futebol Feminino e a Seleção Jamaicana de Futebol.
Durante esse período, os jogadores revelados pelas categorias de base do clube destacavam-se no time, como o zagueiro Henrique, os meias Marlos e Pedro Ken e o atacante Keirrison, além de jogadores como Gustavo, Túlio e o goleiro Edson Bastos.
Em 3 de novembro de 2007, no Estádio Major Antônio Couto Pereira e valendo pela 34ª rodada, o Coritiba empatou com o Vitória e garantiu matematicamente o acesso à Serie A do Campeonato Brasileiro. Após possibilidades de obtenção do título do campeonato em partidas contra Avaí em Florianópolis, Portuguesa e Marília em casa, a decisão do campeonato foi adiada para a última rodada, contra o Santa Cruz no Estádio do Arruda. Com a vitória, o time sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2007.

Temporada 2008

Venceu o Campeonato Paranaense de 2008 após uma campanha heróica, repleta de altos e baixos. A final foi disputada contra seu arqui-rival, o Atlético Paranaense.
No Campeonato Brasileiro, o time garantiu sua permanência na Série A. Sem chances de conquistar uma vaga na copa Libertadores o time garantiu uma vaga na Copa Sul-americana, e terminou o campeonato na 9ª colocação após derrota para o Sport na última rodada.
No fim do ano, a diretoria do clube anunciou um projeto de construção do novo estádio, em uma construção começando no final de 2009 e durando dois anos.No começo de novembro o projeto foi apresentado ao então prefeito da cidade, Beto Richa (que rejeitou o projeto em maio de 2009), com planos de um local multiuso para em torno de quarenta mil pessoas, com um orçamento de R$ 200 milhões.


Títulos

Campeonato Brasileiro de Futebol: 1985
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B: 2007
Campeonato Paranaense: 33 vezes — 1916, 1927, 1931, 1933, 1935, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003, 2004 e 2008

Estádio

O estádio Major Antônio Couto Pereira é o maior do Paraná, foi fundado em 1909 e tem capacidade para 37.182 pessoas. É chamado pelos torcedores e pela mídia simplesmente por Couto Pereira ou ainda Alto da Glória.
O terreno do estádio foi doado por Nicolau Scheffer, ou vendido por um preço simbólico, em razão de impostos. Na época, se tratava de um local longuínquo, sendo que era comum se dizer, a época, que não seria viável, em razão da distância.
O maior público registrado foi de 70.000 pessoas em 5 de Agosto de 1980, na visita do Papa João Paulo II. Já o maior público registrado numa partida de futebol foi de 65.943 pessoas em 15 de maio de 1983.
Em uma reforma ocorrida em 2005 as dimensões do gramado foram ampliadas e as grades de proteção foram removidas, facilitando a visualização do jogo em todos os setores do estádio. Além disso, equipamentos como bancos de reserva, e traves foram modernizados, bem como todo o gramado trocado e feitas reformas nas instalações internas (vestiários e salas).
Intitulado originalmente Estádio Belfort Duarte, seu nome foi modificado para o atual em 1977 após reformas para ampliação, como homenagem a um dos maiores responsáveis por o estádio ter saído do papel para se tornar realidade.
O Nome Belfort Duarte era para ser provisório, até se encontrar um nome difinitivo. Entretanto, o Jogador do Botafogo, que nunca antes havia pisado no estado, acabou batisando o maior estádio do Paraná por várias décadas.

Hino

O hino oficial do Coritiba é de autoria de Cláudio Ribeiro e Homéro Reboli. Em 1999 o Coritiba promoveu um concurso para oficializar o seu hino. A melodia é considerada uma das mais bonitas do país, com uma letra que retrata todo o carinho da nação coxa-branca pelo seu Clube.
O primeiro hino surgiu em 1928, em homenagem ao título estadual de 1927. Chamado de “Hino do Coritiba Foot Ball Club”, a música é de autoria de Bento Mossorunga e Barros Cassal. Bento inclusive é o autor do hino do estado do Paraná.
O segundo hino foi criado na década de 70. O chamado “hino da torcida” é de autoria de Sebastião Lima e Vinicius Coelho. Criado em uma década de ouro na nossa história, a música teve muito sucesso devido ao seu estilo parecido às marchas carnavalescas cantadas na época.
No final da década de 80 a torcida coxa-branca adotou seu hino. Depois da conquista do Campeonato Estadual de 1989, a música “Coritiba Eterno Campeão”, de autoria de Francis Nitgh, tornou-se a canção preferida da galera. Talvez por ser uma música cantada apenas com o amor de quem vivenciou um dos momentos mais difíceis da história do Clube na década de 90, a letra se tornou um estigma e é a mais confundida com o hino oficial do Clube.

Hino Oficial

Lá no alto de tantas glórias Brilhou, Brilhou um novo sol Clareando com seus raios verde e branco Encantando o país do futebol Palco de artistas, jogadores, de um passado sem igual Da arte dos teus grandes valores O seu nome pelo mundo vai brilhar Coritiba, Coritiba campeão do Paraná Tua camisa alviverde Com orgulho para sempre hei de amar Jogando pelos campos brasileiros Despertando na torcida emoção Coritiba Campeão do Povo Alegria do meu coração Coxa, Coxa, é garra, é força, é tradição Coxa, Coxa, explode coração.
Letra e música: Cláudio Ribeiro / Homero Réboli

Coritiba Eterno Campeão

De norte a sul Está brilhando o Coxa-Branca Meu Coritiba é o campeão do povo Oh, Glorioso!Como é bom te ver campeão de novo! (bis) És o vovô És tradição do Paraná Desde 1909 Meu verdão coxa-branca Tua camisa faz meu coração vibrar No alto de tantas A verde e branca vive sempre a tremular O meu verdão é campeão brasileiro É fita azul é campeão no estrangeiro Oh, Glorioso! Como é bom te ver campeão de novo!
Letra e música: Francis Night

Eterno Campeão

Cori, Cori, Cori Cori, Cori, Cori CoritibaCoritiba, meu esquadrão Sempre presente no meu coração Vencer é o seu lema Trabalhar é tradição Salve, Salve, Coritiba Eterno Campeão Suas cores Verde e Branca No mastro da vitória Hão sempre de tremular A uma voz vamos todos cantar Vencer é o seu lema Trabalhar é tradição Salve, Salve, Coritiba Eterno Campeão.
Letra e música: Vinicius Coelho / Sebastião Lima

Hino do Coritiba Foot Ball Club - 1928

Hosana a ti, pugilo forte Pelo triunfo que se liba Glória imortal de nosso esporte Nas oito letras: CORITIBA Teu nome luz Como o cruzeiro Teu sangue é novo E é brasileiro Sempre temido na refrega Cohorte possante, audaz, de escol Não cede um passo, nunca nega A honra de nosso futebol O armorial belo perpassa E brilha em triunfos, dia a dia Afirmação de nossa raça Pela vitória da eugenia Teu pavilhão que o vento beija Assim escreve a tua história Bravura e audácia na peleja Para o triunfo, para a glória.
Letra de Barros Cassal / Música de Bento Mossurunga

Mascote
Clube mais tradicional do Paraná não poderia ter mascote diferente. Quando um grupo de jovens de tradição alemã dava os primeiros "chutes", em 1909, originou-se o Coritiba. Hoje, é na figura de um velhinho de traços germânicos que a família coritibana representa o Clube: o nosso Vovô Coxa.
O simpático personagem foi escolhido como mascote por representar bem as tradições da equipe mais antiga do Paraná. Ele concebe às origens do Coritiba, é a alegoria perfeita do Coxa antigo, uma entidade que cativou e conquistou o país, assim como o Clube que representa.

Site
http://www.coritiba.com.br/