terça-feira, 22 de setembro de 2009

Blumenau Esporte Clube

O Blumenau Esporte Clube foi fundado em 19 de julho de 1919, chamava-se Brasil Football Club, nome que prevaleceu até 1936, ano em que mudou-se a razão social do clube para Recreativo Brasil Esporte Clube.
Ensejando ao clube começar vida nova. Mesmo com outra denominação o alviverde manteve a mesma postura e continuou pertencendo às massas e vencendo campeonatos, como os de 1941 e 1942.
Por causa da segunda guerra mundial, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, assinou decreto lei determinando que clubes esportivos não mais poderiam ostentar nomes do País, estados e cidades. Em Blumenau algumas agremiações tiveram que trocar de nome. O Recreativo Brasil passou a ser Palmeiras Esporte Clube, e o Blumenauense virou Grêmio Esportivo Olímpico.
O Palmeiras continuou conquistando títulos e sendo campeão de Blumenau nos anos de 1944, 1945, 1946, 1947, 1948, 1955, 1959, 1960 e 1962. A partir de 1963 não houve mais campeonato regional. A Federação Catarinense instituiu o campeonato direto, reunindo o campeão e vice de cada liga.
Em 19 de julho de 1980 mudou-se o nome Blumenau Esporte Clube e foram adotadas as cores verde, branca e vermelha.

Após uma longa jornada de 62 anos, o Palmeiras Esporte Clube, deu lugar ao Blumenau Esporte Clube, fruto da união de um grupo de empresários, encabeçados pelo então secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, que passaram a investir alto no futebol blumenauense, com a finalidade de também no futebol profissional elevar o nome da cidade, pólo industrial de uma vasta e rica região do Vale do Itajaí.
A idéia de se formar um clube com o nome da cidade não é nova. O ex-presidente, Melchior Barbieri, em meados de 1975, já pensava do mesmo modo. Mas a idéia exigia uma grande dose de audácia, para suplantar as raízes de tão longa data, fixadas.
O então presidente Ivan Carlos Rizetto, jovem voluntarioso e audacioso, ao assumir o cargo em março, com a demissão de Altair Carlos Pimpão, sentiu que se não houvesse uma transformação total, em termos de estrutura financeira, com o apoio de toda a comunidade, especialmente dos empresários, fatalmente o futebol blumenauense definharia e fatalmente atingiria o ponto de se tornar insustentável.

Finalmente, depois de vários encontros longe da presença da imprensa, um grupo de trinta empresários, encabeçado pelo industrial e Secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, com o presidente Ivan Carlos Rizetto, se reuniram no Restaurante Chinês, na noite do dia 12 de julho de 1980, quando o presidente do então Palmeiras apresentou o seu projeto.


Desde que a dupla Olímpico-Palmeiras desativou o futebol profissional, criou-se uma expectativa entusiasmadora sobre o BEC, tal qual ocorrera em Joinville com seu arqui-rival JEC. Com o planejamento elaborado pela sua diretoria até que o time foi relativamente bem em alguns campeonatos. Em um deles (81) chegou às semifinais e, em (88), foi vice numa final histórica contra o Avaí na Ressacada. "


Porém em 98, tolhidos pela grave crise financeira que afetou a estrutura da maioria dos clubes catarinenses, os cardeais do BEC jogaram a toalha, e o clube só encontrou uma alternativa: desativar o futebol profissional.
Meses depois o patrimônio do Clube foi arrematado em leilão - ninguém mais poderia imaginar que o clube pudesse resgatar suas glórias e tradições. Barbieri, então, foi torpedeado, mas como mestre em ciências jurídicas - preferiu o caminho da coerência. Foi à justiça e ao Ministério da Previdência contestar a legitimidade do leilão e, com uma argumentação bem embasada, o BEC conseguiu reaver seu patrimônio.

Anos mais tarde, em 2003, o BEC retornou via-Estadual da 2ª Divisão. Os articuladores desta empreitada foram o advogado José Daílton Barbieri e o empresário José Alencar Farias, não por coincidência dois ex-presidentes do Blumenau - e que, comprovadamente, carregaram pesado fardo (com desembolso das suas próprias economias) para manter o BEC de pé. Foram dois idealistas que conheciam o ônus da posição que assumiram: presidente de clubes sem estrutura econômica perde o cheque nobre e hipoteca a própria casa para salvar sua agremiação e ainda sai com fama de ladrão.
Barbieri e Alencar trabalhavam em duas frentes. Barbieri no campo jurídico e futebolístico (lutava na justiça pelos interesses do clube, além de incentivar a garotada que representava o BEC no Estadual Juvenil) - e Alencar assumiu a parte técnica e burocrática.
A justiça então autorizou que através da administradora no processo de insolvência a Associação Beneficente União do Vale o clube podesse voltar, e a associação ficou responsável por gerir e administrar o futebol profissional do BEC. A Associação explorava a marca BEC e administrava a receita e dividas do clube. De toda receita gerada pelo BEC 5% eram destinadas aos pagamentos de dívidas anteriores do clube.
Depois de ressarcirem os bens do Clube, começaram a operacionalizar a segunda etapa do projeto: reaparelhamento das instalações do "velho Aderbal" e investimentos nas divisões de base. Todo este trabalho, sempre centrado na velha filosofia do "futebol pés no chão.

Mesmo depois de 5 anos, a torcida compareceu em peso para prestigiar o Tricolor
Na disputa da Segundona de 2003, o BEC fez uma campanha relativamente boa e bastante proveitosa no aspecto motivacional, sendo eliminado pelo Concórdia nas quartas de finais do Returno.
O clube fechava o ano com a "casa enxuta", e finalmente a política "futebol pés no chão" implementada pela diretoria parecia começar a mostrar resultados.

Porém em 2004 o Blumenau inicia o ano com grandes dificuldades para conseguir patrocinadores e sem dinheiro para colocar o time em campo. Os dirigentes do Tricolor não tiveram outra alternativa senão apelar para que o poder público fizesse a sua parte e ajudasse o clube, que afinal representava o nome da cidade, do contrário não haveriam meios para quitar as despesas com salários, alimentação, viagens e material esportivo.
Havia também o risco de que o patrimônio do clube a qualquer momento fosse novamente arrematado em um novo leilão, e a única forma de tentar evitar que isso acontecesse seria a renovação de um pedido de Utilidade Pública para o terreno onde estava edificado o Estádio Aderbal Ramos da Silva.
Através de um interlocutor, o então prefeito na época, Décio Lima, pressionou para que a diretoria do BEC renunciasse e o Gabinete indicasse um nome de sua confiança para que assumisse a Associação Beneficente União do Vale.
José Daílton Barbieri e os demais membros da diretoria atenderam a exigência do então Prefeito Municipal.

O Gabinete indicou a nova diretoria, que em 23 de abril de 2004 tomou posse, tendo Paulo Sérgio Chaves como novo presidente, Fábio Eduardo como diretor de futebol, Josias da Silva como diretor de marketing, Jalmir Compagnani como tesoureiro e Mauricio Pacheco sendo o vice-presidente do BEC.
Paulo Sérgio toma posse

A FMD fez então o repasse de 5 mil Reais a Associação Beneficente União do Vale, gestora do BEC, e o dinheiro foi utilizado para a inscrição dos jogadores na Federação Catarinense de Futebol.
O Blumenau fez uma excelente campanha durante o Turno da competição, alternando-se na liderança e perdendo sua invencibilidade na última rodada.
Chega o segundo turno da competição, e toda uma série de problemas extra campo começam a vir ao conhecimento público. Jogadores com salários atrasados, escândalos como por exemplo o da rifa de um automóvel, onde tramita no fórum de Blumenau um processo judicial contra o então presidente Paulo Sérgio, acusação de furto de patrimônios do clube tais como fios de cobre pelo ex presidente, e dívidas em nome da Associação gestora do Blumenau.
Todos estes problemas acabaram por afetar o rendimento da equipe dentro de campo, que acabou por não repetir a mesma campanha durante o Returno da competição, terminando na sexta colocação.

Diante de tal situação, a justiça optou por suspender a Associação Beneficente União do Vale como gestora do Blumenau Esporte Clube e nomeou o advogado André Jenichen como administrador do processo de insolvência do Clube, e consequentemente as atividades esportivas foram suspensas por tempo indeterminado.
Interessado em investir no futebol do BEC, representantes do empresário Carlos Massa, o "Ratinho", ainda tentam apresentar proposta de patrocínio ao clube para o advogado André Jenichen, porém a proposta é vetada. Ao empresário, restou tão somente investir em outro clube, o Tiradentes de Tijucas, que consequentemente fez boa campanha no Campeonato Catarinense da Primeira Divisão no ano posterior.

Daí por diante o patrimônio do clube passa por um estado de verdadeiro abandono. Em 2005 o então presidente do Sport Club Madureira, Eduardo Corsini, entra com um pedido junto a justiça para que cedesse o campo do BEC para a prática de futebol do Madureira, e a justiça autoriza com a seguinte condição: "O Estádio não deveria ser utilizado para jogos oficiais, apenas treinos". Eduardo Corsini promove então a limpeza e reforma do imóvel.
Ao final de 2005 o advogado André Jenichen revoga a permissão para a prática de futebol, e o patrimônio volta ao estado anterior de abandono, e desta vez passa também a ser alvo de atos de vandalismo e de furtos. E por achar que uma pequena parte do muro do Estádio Aderbal Ramos da Silva (fundos do estádio) na Rua Alwin Schrader oferecia riscos à população que trafegava pelo local, a secretaria de obras do município determina que a parte do muro que apresentava rachaduras fosse demolida. Segundo testemunhas, o advogado André Jenichen teria pedido para que operadores de máquinas promovessem a derrubada não somente da parte afetada, mais sim de todo o muro na extensão da Rua Alwin Schrader. Houve também a suspeita por parte de alguns torcedores de que tudo não passasse de um esquema para a depredação do imóvel e consequentemente de transforma-lo em uma espécie de "Nova Gaitas Hering" e assim se conseguisse desapropriar e vender mais facilmente.

Logo após o ocorrido, o advogado deu declarações à imprensa afirmando que teria recebido materiais de construção e que promoveria a reconstrução do muro. A comunidade espera pelos materiais até hoje.

E quando tudo parecia acabado e a história de glórias do passado do Clube esquecidas, as Torcidas Organizadas do BEC formam uma comissão que passa então a lutar pelos interesses do BEC e de sua torcida. Antes que qualquer atitude fosse tomada por esta comissão, várias partes ligadas ao Blumenau Esporte Clube foram procuradas e entrevistadas, entre elas estavam ex dirigentes, ex atletas, o próprio administrador do processo de insolvência do Clube e a promotora que cuida do caso.
A primeira ação desta comissão foi promover o apelo para que fosse realizado um mutirão para limpeza e reforma do Estádio Aderbal Ramos da Silva, a comunidade atendeu o apelo e compareceu em grande número para colaborar, e em janeiro de 2006 começaram os trabalhos.
Em fevereiro de 2006 o dirigente de futebol Eduardo Corsini, em uma tentativa de resgatar a tradição do BEC e de sua torcida, adota a razão social de Blumenau Sport Club e ingressa no Campeonato Catarinense Divisão de Acesso. O Projeto era baseado no clube Napoli da Itália, e tinha o objetivo de futuramente adquirir a marca: Blumenau Esporte Clube (BEC).

Em 15 de março o Estádio Aderbal Ramos da Silva é arrematado em leilão pelo empresário Aílton Borba, de Curitiba pelo valor de 1,305 milhões de Reais. O empresário deu declarações à imprensa blumenauense garantindo que arrematou o Estádio com o interesse em investir em futebol, porém meses mais tarde tentava revender o imóvel em classificados de um jornal de Curitiba por cerca de 8 milhões de Reais.
O Blumenau não recebe o devido apoio por parte do Poder Público, que porém oferecia todo o apoio logístico ao outro clube da cidade, o Metropolitano, disponibilizando até mesmo psicólogos para os atletas. Comentava-se nos bastidores que existia uma certa influência da AFA Licenciamentos, (gestora de futebol do Clube Atlético Metropolitano na época) para que o prefeito João Paulo Kleinubing não oferecesse apoio logístico a outro clube, pois acreditava que a volta de uma equipe com o nome "Blumenau" agregado espantaria a sua torcida.
Eduardo Corsini permaneceu firme, e mesmo arcando com estas despesas de seu próprio bolso fez invejável campanha, conquistando o Returno e conduzindo a equipe até as Semi-Finais da competição.

Em 2007, ainda sem o apoio do poder público municipal que continuava priorizando seu apoio apenas ao outro clube da cidade, e já cansado da perseguição sofrida por alguns segmentos da imprensa blumenauense, o presidente Eduardo Corsini não teve outra alternativa senão pedir licença à Federação Catarinense de Futebol, afinal era impossível que continuasse fazendo futebol de seu próprio bolso e ainda por cima sendo caluniado por alguns jornalistas.
Se já não bastassem todos os problemas o nome do BEC passou também a ser boicotado por alguns segmentos da mídia blumenauense, a suspeita era de que tudo não passava de uma tentativa muito bem articulada por forças da Cidade, que buscavam expor o nome do Clube ao ridículo e fazer com que toda a sua tradição caísse no esquecimento.
Ao serem indagados, alguns jornalistas chegaram a confessar a torcedores de que eram "podados" por seus diretores quando tentavam vincular notícias relacionadas ao BEC.
Era notório de que não se tratava de toda a imprensa da cidade, mais sim de alguns segmentos dela.
A suspeita era pertinente, pois caso o nome do BEC realmente caísse no esquecimento ninguém mais se importaria com o futuro que teria o Estádio, bem como havia um interesse grande por parte de alguns representantes do outro clube da cidade em fidelizar os torcedores do BEC ao seu clube.

No mesmo ano, um grupo de empresários, liderado por Edson Pedro da Silva, conhecido popularmente como "Pingo", passou a se reunir com o objetivo de resgatar a tradição do Tricolor. Não por acaso, pois Pingo era ex-presidente do BEC, e comandou o Clube durante os anos de maiores glórias do Tricolor.
Foram estudadas 3 possibilidades: A 1ª era a de resgatar o Verdadeiro Blumenau Esporte Clube, essa porém logo foi descartada devido aos entraves judiciais. A 2ª era de assumir o Blumenau Sport Club, houve até uma conversa com o presidente Eduardo Corsini sobre a possibilidade, porém ficou nisso mesmo. A 3ª era a de se criar um novo BEC.
Era para ser tudo planejado no mais absoluto sigilo, porém um órgão de imprensa descobriu e então "vazou" a notícia.
Não deu outra, começaram as pressões por parte de dirigentes do outro clube da cidade e da mídia para que o grupo esquecesse do BEC e investisse no Metropolitano, o dirigente Sandro Glatz ofereceu até mesmo renunciar ao seu cargo para que o grupo assumisse o seu clube, pois do contrário o clube poderia sucumbir.
E por ironia do destino, ex-dirigentes de seu clube rival, que sempre era tido por eles como um exemplo que jamais deveria ser seguido, sinônimo de incompetência, etc, foram os responsáveis pela salvação de seu clube.

E diante da suspeita de que o empresário Ailton Borba pretendia por abaixo o Estádio Aderbal Ramos da Silva, representantes da torcida articularam um projeto na tentativa de declarar o Estádio como Patrimônio Histórico e portanto de Utilidade Pública, fazendo com que o mesmo fosse então restaurado e preservado.
O pedido era muito bem fundamentado e embasado, afinal ocorrera já com vários estádios espalhados pelo Brasil, sendo que alguns deles até com menor idade que o velho Deba.
A torcida entra então com o processo junto à praça do cidadão na Prefeitura de Blumenau, dias após é formada uma comissão julgadora para o caso, entre ela estavam alguns vereadores, representantes de setores da prefeitura relacionados ao caso e até mesmo o advogado André Jenichen. Resultado da votação: TODOS votaram contra.
E para surpresa, alguns vereadores discursavam contra o BEC, quando na verdade o assunto em pauta era apenas o futuro do Estádio. E ao invés de que fosse apresentado o projeto original de Tombamento Histórico articulado pela torcida, fotos no telão retratavam apenas o estado de total abandono do Estádio.
A torcida recorre da decisão, porém antes que o novo pedido da torcida fosse novamente julgado, ocorre um "atraso" no trâmite do processo na Praça do Cidadão e consequentemente é cedido o Alvará "às pressas" para que o empresário Ailton Borba promovesse a derrubada do imóvel. O diretor da Praça do Cidadão na ocasião era o atual vereador: Fábio Fiedler.
A derrubada acontece misteriosamente "na calada da noite", ao amanhecer de sábado para domingo do dia 23 setembro de 2007.

Logo após, a empreiteira paranaense apresenta um projeto para edificação de edifícios com apartamentos no local.
E sabendo de que todo o processo desde o arremate no leilão até a derrubado do imóvel era ilícito, pois parte do terreno pertence ao Estado e foi cedido em regime de comodato apenas para práticas esportivas, a Torcida faz denúncia a Corregedoria da Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina, que passa então a atuar no caso e instaura processo judicial contra os responsáveis. O processo encontra-se em andamento.
Após enchurrada de 2008, a prefeitura transforma o terreno do velho Deba em um depósito de entulhos.

Em 2008 o ex-presidente do Blumenau, Alencar Farias, faz uma nova tentativa para tentar trazer o BEC novamente aos gramados, e desta vez colocando-se em prática um projeto elaborado no ano de 1998 por ele e por José Dailton Barbieri, era o Blumenau Entretenimentos Comunitários (BEC).
Na noite de 18 de junho na cede do CTG Fogo de Chão Alencar promove uma grande festa para a apresentação do treinador e dos jogadores que defenderiam o tricolor na Divisão de Acesso daquele ano.
O time era comandado pelo ex-jogador Chicão, ídolo do BEC nos anos 80. O treinador montou a equipe, que contava com vários atletas do Paraná Clube, graças a uma parceria ratificada. O grupo começou a treinar dia 1º de julho em sua cede, batizada como: Toca do Urso, situada no Paraíso dos Pôneis na divisa Blumenau/Gaspar.
Já no início dos trabalhos o clube sofre uma tentativa de sabotagem, um e-mail com o remetente fictício de "Tadeu Omar" é enviado à diretoria do Paraná Clube fazendo duras críticas ao novo projeto do Blumenau, era uma tentativa de prejudicar a parceria entre BEC x Paraná. Alencar Farias afirmou se tratar de alguém ligado ao Metropolitano.
O BEC chegou a realizar 2 amistosos, o 1º foi no dia 18 de julho contra o XV de Outubro em Indaial, terminando em 4 x 0 para os Blumenauenses. O 2º aconteceu no dia 30 de julho no Monumental do Sesi contra o Paraná Clube; placar da partida: 4 x 2 para os Paranaenses.

A Direção do Blumenau enfrentava problemas para encontrar um estádio para mandar os jogos. Em diversos programas de radio e TV, Farias dizia que o time não teria condições de pagar o valor exigido pelo Sesi, que segundo ele era de R$ 7 mil. A direção tentou então utilizar o estádio do Tupi, em Gaspar, onde não houve acerto. Por fim, os cartolas tricolores tentaram utilizar o campo do Clube Canto do Rio, no bairro Progresso. O local chegou a ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros e PM, mas não houve acerto com conselheiros do clube.
Em 18 de agosto a diretoria do Paraná Clube publica uma nota informando o fim da parceria entre os 2 clubes, e com isso o clube paranaense solicitou o retorno dos atletas e profissionais para a Vila Olímpica do Boqueirão, em Curitiba, sendo que entre os atletas que retornaram estava o jogador Pimpão, ídolo da torcida que saiu do BEC para ir vestir a camisa do Vasco da Gama.
O motivo da quebra de contrato teria sido o não cumprimento de diversos itens do acordo, tanto por parte do Blumenau Entretenimentos Comunitários quanto por parte do Paraná Clube.
E mais uma vez o sonho da torcida tricolor de rever o time entrando em campo para disputar um jogo válido por uma competição oficial era adiado.



HINO

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Da Blumenau querida do Vale do Itajaí,O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra todos unir. O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra ficar e vencer.

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Meu Blumenau guerreiro do Vale do Itajaí,Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Lá lá lá lá lá láLá lá lá láLá ...