quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Guarany Sport Club

O Guarany Sport Club foi fundado em 1914 por comerciantes e parte da Elite local com o objetivo de levar lazer e esporte aos comerciários.Praticamente foi fundador da Liga Sportiva Paranaense e disputou o primeiro campeonato da 2a divisão em 1915 ficando em 3º lugar, junto com o Operário S.C.. Iniciava a grande rivalidade dos clubes que perduraria até a década de 50 e 60, sempre com partidas equilibradas.
Em 1931, como campeão do interior o Guarany disputou o título paranaense com o Coritiba campeão da capital, em 3 de abril de 1932 em Curitiba, Coritiba 1 a 0 Guarany. O Coritiba campeão paranaense e Guarany vice-campeão paranaense de 1931.

Em 1954 o Guarany volta a participar da 1a divisão, iniciando uma serie de participações rivalizando com o Operário Ferroviário E.C..
Seu desempenho nos campeonatos estaduais foram quase sempre entre as melhores colocações:
1954 - 9ª colocação1955 - 4ª colocação1956 - vice campeão1957 - 4ª colocação1958 - 5ª colocação1959 - 4ª colocação1960 - 3ª colocação1961 - 6ª colocação (grupo da capital e região)1962 - 5ª colocação (grupo da capital e região)1963 - 9ª colocação (grupo da capital e região)1964 - 9ª colocação (grupo da capital e região)1965 - 9ª colocação (grupo da capital e região) ultima participação.
Em 1970, Guarany e Operário, uniram os departamentos de futebol, fundando a Associação Pontagrossense de Desportos que disputou em 1971, 1972 e 1973, desfazendo a união neste ano.
Hoje o Guarany Esporte Clube é um clube social e esportivo e mantém seu Estádio Joaquim de Paula Xavier, embora pequeno e antigo, em bom estado de conservação.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Esporte Clube Propriá

O Esporte Clube Propriá é o mais antigo clube dedicado ao futebol em Sergipe. Foi fundado em 1913, com o nome de Sergipe Futebol Clube, e mudou a denominação quando se filiou à LSEA (atual FSF). Mas o clube propriaense não teve uma permanência constante na primeira linha do futebol sergipano. Somente no final da década de 1940 é que comçou a participar do Campeonato do Interior, conseguindo apenas alguns títulos da “Zona Norte”. Inscreveu-se no primeiro certame profissional (1960) mas nunca conquistou um título estadual. Algumas vezes deixou de disputar o campeonato e, junto com o seu co-irmão, o América, atravessou um período de séria crise financeira, culminando com a fusão de ambos, formando, em 1991, o União, de Propriá, que, entretanto, teve vida breve.
Atualmente disputa a segunda divisão sergipana.




Estádio


Constantino Tavares


Capacidade: 5000 pessoas

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Instituto de Administração de Projetos Educacionais Futebol Clube

Nome: Instituto de Administração de Projetos Educacionais Futebol Clube
Fundação: 10 de agosto de 2008

Títulos
Campeonato Maranhense - 2ª Divisão: 2008

Estádio
Estádio Municipal Nhozinho Santos
Inauguração 01/10/1950
Capacidade Atual 21000


Hino


Salve, salve! Salve Iape!Verdadeiro campeãoTua juventude guerreira, IapeTem-te guardado no coraçãoSalve, salve! Salve Iape!Verdadeiro campeãoTua juventude guerreira, IapeTem-te guardado no coraçãoCanário da IlhaQue maravilhaVer o Iape em campoCom bravura a lutarTeu amarelo, azul e brancoQue orgulho me dáTua bandeira é um encantoUma luz a brilharIape! Iape! Iape!

domingo, 27 de setembro de 2009

Esporte Clube Taveirópolis

A faixa de terra que abrange hoje os quartéis da Base Aérea de Campo Grande, inclusive o Aeroporto Internacional, pertencia, na década de 30, ao fazendeiro Sebastião Taveira. Tendo a propriedade indenizada, o fazendeiro loteou o resto de suas terras, surgindo daí um lindo bairro que, numa justa homenagem à família Taveira, foi batizado com o nome de Taveirópolis.Em 1938, os rapazes do bairro, em busca de lazer, limparam um terreno baldio, utilizando machado, foice e enxada, em frente onde hoje é oEstádio Elias Gadia e o transformou no primeiro campo de futebol do lugar.
Foi assim que surgiu o Esporte Clube Taveirópolis, em 30 de julho de 1938. Os fundadores do clube foram Osmundo de Arruda (funcionário da EGL, órgão militar que fornecia gêneros alimentícios para a 9ª Região Militar), Tácito Garcia (taifeiro da Base Aérea), Israel Pinto da Silva (tenente do exército), Rubens Amarante (motorista da Base Aérea) e José Domingues, o Domingão, também taifeiro da Base Aérea. Todos jogavam no primeiro time formado.A primeira partida do Taveirópolis ocorreu em 1939, contra o Bandeirantes F.C., time de rapazes que moravam na Avenida Bandeirantes, onde hoje é a habitada Vila Jacy. Quem ganhasse a peleja levaria um enorme cacho de bananas (o troféu do jogo). No final, o placar apontou a vitória da equipe taveirense. Os ganhadores desfilaram com o famoso “troféu”, com os aplausos dos torcedores do bairro.

Da fundação até o ano de 1942, o time não tinha cores definidas. Com a chegada do militar Expedito Luciano da Silva, também jogador, o clube tomou novo impulso, passou a ter uma diretoria e logo se organizou para disputar e ser, anos depois, o melhor e mais popular quadro do campeonato de várzea de Campo Grande. Como a maioria dos jogadores era militar e advinda do interior paulista, mais precisamente de Piracicaba (SP), foram adotadas as cores do XV de Novembro daquela cidade, isto é, preto e branco, em listas largas verticais horizontais, calção e meios brancos.Expedito passou a ser a alma do time, como diretor, jogador, treinador e até roupeiro nas horas vagas. O futebol varzeano deve muito a esse pernambucano que chegou em Campo Grande em 1942.

Em 1944 seguiu como expedicionário para a Itália, quando os pracinhas campograndenses engrossaram as fileiras dos bravos soldados brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Terminada a guerra retornou para Campo Grande, jogando pelo Taveirópolis até o ano de 1956. Depois passou a ser técnico do clube da Vila Formosa, como era chamado o campinho do bairro Taveirópolis.A primeira diretoria oficial do Taveirópolis só foi organizada e eleita em 1956, com os seguintes membros: Sebastião Ribeiro de Oliveira (Presidente), Expedito Luciano da Silva (Tesoureiro), Antônio Paulo de Andrade (Secretário)e Mário Monteiro (Diretor de Esportes).O bairro inteiro torcia pelo time. A vitória era comemorada na Casa Taveirópolis, mercearia de propriedade do Sr. Inácio Taveira.

O E. C. Taveirópolis, desde a sua fundação até a chegada do profissionalismo, em 1972, no sul de Mato Grosso, nunca quis participar dos campeonatos organizados pela LEMC (Liga Esportiva Municipal de Campo Grande).Inúmeros títulos de campeão varzeano, troféus e medalhas foram acumulados através dos anos até a profissionalização da equipe, em 1979. A melhor campanha no Campeonato Estadual de Profissionais de Mato Grosso do Sul foi obtida no ano de 2003, quando ficou em terceiro lugar num certame para 14 clubes. Foram 12 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas; 21 gols a favor e 14 contra.Ainda disputou o campeonato de 2004, quando chegou na quarta colocação. Em sua última participação na primeira divisão do campeonato matogrossense, no dia 3 de julho de 2004, empatou com o Operário, de Campo Grande, em 2 x 2.Logo depois, o clube licenciou-se, por falta de apoio e patrocínio.Voltou a disputar uma competição em 2006, quando foi terceiro colocado no campeonato da Segunda Divisão. Seu último jogo aconteceu em 18 de junho de 2006, com vitória de 4 x 2 sobre a Pontaporanense.Deste ano, até hoje, não mais participou de nenhuma competição oficial, encerrando suas atividades por tempo indeterminado. As únicas atividades que ocorrem no momento são Escolinhas de Futebol para crianças e adolescentes.


Estádio

Elias Gadia - Capacidade 2.500


Fonte: Futebol, Uma Fantástica Paixão. A História do Futebol Campo-grandense, de Reginaldo Alves de Araújo.

sábado, 26 de setembro de 2009

Goiatuba Esporte Clube

Em 05 de maio de 1970, às 20:00 horas, um grupo de desportistas se reúne em uma sala no centro da cidade e resolve fundar um time de futebol profissional, o GOIATUBA ESPORTE CLUBE, nome escolhido entre as várias sugestões apresentadas em Assembléia.

Foi assim escolhido GOIATUBA ESPORTE CLUBE, uma referência ao nome da Cidade, adotando como mascote um pássaro "AZULÃO".
Antes de se tornar equipe profissional, formado apenas por jogadores da cidade, participou da inauguração do Estádio Divino Garcia Rosa, conhecido por "Divinão", empatando com o JK de Morrinhos, pelo placar de 2x2, no dia 30 de janeiro de 1970.
Jogou sua primeira partida como profissional vencendo o América de Morrinhos por 1x0.

A Federação goiana de futebol promoveu um torneio seletivo entre América de Morrinhos, Itumbiara Esporte Clube e GOIATUBA ESPORTE CLUBE, para que o campeão participasse do CAMPEONATO GOIANO DE FUTEBOL. O "azulão", como era conhecido, venceu o América nos dois jogos pelo placar de 2x0, venceu o Itumbiara em seu estádio por 1x0, fazendo 6 pontos, enquanto o Itumbiara venceu o América em seus dois jogos, perdendo em seu campo para o "azulão", fazendo 4 pontos. No último jogo, em Goiatuba, no "Divinão", o Goiatuba Esporte Clube precisava apenas do empate para sagrar-se campeão. O campo estava totalmente lotado, 10.000 pagantes, porém o Itumbiara Esporte Clube marca seu primeiro gol aos 28 minutos do 2º tempo e amplia para 2x0 aos 33 minutos finais. Com este resultado seria campeão na casa do "azulão". Neste momento, a torcida local começou a ir embora, enquanto a torcida do adversário comemorava. Porém, aos 43 minutos, através de Eduardo, o Goiatuba faz seu primeiro gol, e aos 45 minutos, através de Tino, empata em 2x2, sagrando-se campeão do seletivo, e ganhando o direito de disputar seu primeiro CAMPEONATO GOIANO DE FUTEBOL.


Com a equipe formada em 1990, reforçada neste ano, tendo um goleiro de renome nacional - MAROLA, ex-Santos, após 25 anos que uma equipe do interior do Estado não era campeã, conquistou o título máximo de CAMPEÃO GOIANO DE 1992. A campanha foi invejável do início ao fim, venceu todos os seis jogos da fase final, obtendo 100% dos pontos. Foi campeão com uma rodada de antecedência, jogando contra o VILA NOVA no Estádio SERRA DOURADA, ganhando por 2x0. Totalizou 57 pontos ganhos, marcou 69 gols. O centroavante Pirata marcou 16, seguido do zagueiro Bilzão com 14 gols. O técnico campeão foi ORLANDO PEREIRA, Presidente Reinaldo Coelho, Diretores: Laércio Fernandes e José Benjamim.
Em 1993, conquista o torneio seletivo para a Segunda Divisão Nacional. Disputa por vários anos o Campeonato Brasileiro da Série B até ser rebaixado em 1997.
Em 2006, com uma péssima trajetória, o azulão passou por derrotas lastimáveis e acabou terminando na penúltima colocação do campeonato e caindo para a 2ª Divisão do Campeonato Goiano.
Em 2008 o time terminou a 2ª Divisão do Campeonato Goiano em último lugar, após ser derrotado pelo placar de 6 a 0 para o Aparecidense, que decretou o primeiro rebaixamento da equipe para a 3ª Divisão do Campeonato Goiano.


Títulos


1984 - Campeão Goiano (Invicto) da 2ª Divisão do Campeonato Goiano.

1988 - Campeão do Seletivo, retornando para a 1ª Divisão do Campeonato Goiano.

1992 - CAMPEÃO GOIANO DE 1992.

1997 - Campeão Goiano da Série B (2ª Divisão).


Estádio


É utilizado pelo Goiatuba Esporte Clube, tem capacidade para 10.800 pessoas e pertence à Prefeitura Municipal.


Mascote: Pássaro "AZULÃO"


Site

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Grêmio Atlético Farroupilha


Fundado em 26 de abril de 1926 por militares que serviam no 9º Regimento de Infantaria do Exército Brasileiro, o Grêmio Atlético Farroupilha começou sua trajetória com o nome de Grêmio Atlético do 9º Regimento. O nome permaneceu até 1941, quando o então presidente Getúlio Vargas proibiu por decreto que as unidades militares emprestassem seus nomes à agremiações civis. Sendo assim, os dirigentes da época optaram por adotar o nome de "Farroupilha", em alusão ao maior título obtido pelo clube: o Campeonato Estadual de 1935. O Farroupilha tem grande bagagem esportiva. Desde sua fundação, vem disputando o campeonato estadual e também campeonatos da Liga de Futebol local, inclusive sendo tri-campeão invicto dos torneios da então Liga Pelotense de Desportos - em 1934, 1935 e 1936 - vencendo os co-irmãos Esporte Clube Pelotas e Grêmio Esportivo Brasil, além dos demais clubes que disputavam a competição na época. Ainda na mesma época, o Grêmio Atlético Farroupilha era destaque também em outros esportes, como o basquete (campeão citadino de 1936) e a esgrima (campeão estadual de 1935).

No ano de 1935, depois de vencer todos os adversários que o confrontaram, o Farroupilha foi à capital do Estado para disputar o Campeonato Estadual. Neste ano, a competição tinha acrescida a sua importância o título de "Campeão Farroupilha", em comemoração ao centenário da Revolução Farroupilha, momento mais importante da história do Rio Grande do Sul. Nas finais, o Grêmio Atlético Farroupilha tinha pela frente o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, em uma série de "melhor de três". Na primeira partida, 3 a 1 para o Grêmio. Sem se deixar abater, o Farroupilha fez um expressivo 3 a 0 no segundo confronto. Na partida final, o Farroupilha aplicou 2 a 1 na equipe da Capital, consagrando-se Campeão Estadual e trazendo para a cidade o título de "Campeão Farroupilha", que mais tarde originaria o seu nome. O título recebido é moralmente valorizado por um século. Sendo assim, o Grêmio Atlético Farroupilha ficou reconhecido como o Campeão de 35, Campeão Farroupilha e Campeão por 100 anos!
Em 2004, após 24 anos, retornou à divisão principal, mas acabou sendo rebaixado em 2006.

MASCOTE: Fantasminha
O Fantasminha virou mascote porque o Bairro do Fragata tem o cemitério São Francisco de Paula e o Farroupilha costumava dar bons sustos na dupla Gre-Nal.
ESTÁDIO: General Nicolau Fico
CAPACIDADE: 10.000 pessoas

Hino

Grêmio Atlético Farroupilha,
Teu passado glorioso,
Se assemelha à maravilha
Desse Estado portentoso,
Tua história que é tão bela,
Campeão de 35
Na senda dos esportes.
Esboça teu perfil,
Com um traço varonil.
Vamos lutar com ardor!
Teu futuro é promissor!
Farroupilha é no esporte
O mais bravo, o mais forte!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cuiabá Esporte Clube

Foi fundado em 10 de dezmbro de 2001 pelo ao ex-jogador Gaúcho que atuou pelo Flamengo.
Convidado pela federação mato-grossense a disputar a primeira divisão em 2003, conquista o título logo no primeiro ano, repetindo em 2004, sendo bi-campeão.

Por falta de recursos financeiros o clube não participará do Estadual em 2007 e 2008, e com isso abre mão de sua vaga. Vice-campeão do Mato-grossense da Segunda Divisão em 2009 volta à elite do futebol mato-grossense.
Títulos
Campeão Mato-grossense em 2003 e 2004
Estádio
Estádio José Fragelli - Verdão
Iniciado em 1973, e com capacidade prevista para 50 mil pessoas e projeto arquitetônico de Silvano Wendel, o Verdão foi motivo de duras críticas à administração de Fragelli. Orçado em Cr$ 1.200.000,00, moeda da época, a obra que foi iniciada no Governo José Fragelli, seria finalmente concluída em 1976, já na administração José Garcia Neto.
No dia 12 de março de 1975, a equipe do Fluminense e a Seleção de Cuiabá se enfrentaram na partida que comemorava a conclusão parcial das obras, quando na oportunidade a equipe de Cuiabá entrou para a história balançando pela primeira vez as redes do “Verdão”. No ano seguinte, 8 de abril, o estádio era finamente concluído com a presença do Flamengo e um quadrangular entre os clubes da capital, Mixto, Operário e Dom Bosco, assistido por mais de 49 mil torcedores.
O Estádio José Fragelli, popularmente conhecido como Verdão, atualmente comporta 45.000 pessoas. Porém, o novo Verdão para receber a Copa do Mundo de 2014, a capacidade será diminuída para 42.500 espectadores.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Yamada Clube de Belém

O Yamada Clube de Belém é um clube de futebol brasileiro da cidade de Belém, capital do estado do Pará. No Campeonato Paraense de 1987, alcançou a 7ª colocação. 
Nunca conquistou resultados de cunho expressivo nas competições que disputou, estando licenciado de qualquer campeonato promovido pela Federação Paraense de Futebol durante vários anos.
Suas cores são vermelho e preto.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Blumenau Esporte Clube

O Blumenau Esporte Clube foi fundado em 19 de julho de 1919, chamava-se Brasil Football Club, nome que prevaleceu até 1936, ano em que mudou-se a razão social do clube para Recreativo Brasil Esporte Clube.
Ensejando ao clube começar vida nova. Mesmo com outra denominação o alviverde manteve a mesma postura e continuou pertencendo às massas e vencendo campeonatos, como os de 1941 e 1942.
Por causa da segunda guerra mundial, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, assinou decreto lei determinando que clubes esportivos não mais poderiam ostentar nomes do País, estados e cidades. Em Blumenau algumas agremiações tiveram que trocar de nome. O Recreativo Brasil passou a ser Palmeiras Esporte Clube, e o Blumenauense virou Grêmio Esportivo Olímpico.
O Palmeiras continuou conquistando títulos e sendo campeão de Blumenau nos anos de 1944, 1945, 1946, 1947, 1948, 1955, 1959, 1960 e 1962. A partir de 1963 não houve mais campeonato regional. A Federação Catarinense instituiu o campeonato direto, reunindo o campeão e vice de cada liga.
Em 19 de julho de 1980 mudou-se o nome Blumenau Esporte Clube e foram adotadas as cores verde, branca e vermelha.

Após uma longa jornada de 62 anos, o Palmeiras Esporte Clube, deu lugar ao Blumenau Esporte Clube, fruto da união de um grupo de empresários, encabeçados pelo então secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, que passaram a investir alto no futebol blumenauense, com a finalidade de também no futebol profissional elevar o nome da cidade, pólo industrial de uma vasta e rica região do Vale do Itajaí.
A idéia de se formar um clube com o nome da cidade não é nova. O ex-presidente, Melchior Barbieri, em meados de 1975, já pensava do mesmo modo. Mas a idéia exigia uma grande dose de audácia, para suplantar as raízes de tão longa data, fixadas.
O então presidente Ivan Carlos Rizetto, jovem voluntarioso e audacioso, ao assumir o cargo em março, com a demissão de Altair Carlos Pimpão, sentiu que se não houvesse uma transformação total, em termos de estrutura financeira, com o apoio de toda a comunidade, especialmente dos empresários, fatalmente o futebol blumenauense definharia e fatalmente atingiria o ponto de se tornar insustentável.

Finalmente, depois de vários encontros longe da presença da imprensa, um grupo de trinta empresários, encabeçado pelo industrial e Secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, com o presidente Ivan Carlos Rizetto, se reuniram no Restaurante Chinês, na noite do dia 12 de julho de 1980, quando o presidente do então Palmeiras apresentou o seu projeto.


Desde que a dupla Olímpico-Palmeiras desativou o futebol profissional, criou-se uma expectativa entusiasmadora sobre o BEC, tal qual ocorrera em Joinville com seu arqui-rival JEC. Com o planejamento elaborado pela sua diretoria até que o time foi relativamente bem em alguns campeonatos. Em um deles (81) chegou às semifinais e, em (88), foi vice numa final histórica contra o Avaí na Ressacada. "


Porém em 98, tolhidos pela grave crise financeira que afetou a estrutura da maioria dos clubes catarinenses, os cardeais do BEC jogaram a toalha, e o clube só encontrou uma alternativa: desativar o futebol profissional.
Meses depois o patrimônio do Clube foi arrematado em leilão - ninguém mais poderia imaginar que o clube pudesse resgatar suas glórias e tradições. Barbieri, então, foi torpedeado, mas como mestre em ciências jurídicas - preferiu o caminho da coerência. Foi à justiça e ao Ministério da Previdência contestar a legitimidade do leilão e, com uma argumentação bem embasada, o BEC conseguiu reaver seu patrimônio.

Anos mais tarde, em 2003, o BEC retornou via-Estadual da 2ª Divisão. Os articuladores desta empreitada foram o advogado José Daílton Barbieri e o empresário José Alencar Farias, não por coincidência dois ex-presidentes do Blumenau - e que, comprovadamente, carregaram pesado fardo (com desembolso das suas próprias economias) para manter o BEC de pé. Foram dois idealistas que conheciam o ônus da posição que assumiram: presidente de clubes sem estrutura econômica perde o cheque nobre e hipoteca a própria casa para salvar sua agremiação e ainda sai com fama de ladrão.
Barbieri e Alencar trabalhavam em duas frentes. Barbieri no campo jurídico e futebolístico (lutava na justiça pelos interesses do clube, além de incentivar a garotada que representava o BEC no Estadual Juvenil) - e Alencar assumiu a parte técnica e burocrática.
A justiça então autorizou que através da administradora no processo de insolvência a Associação Beneficente União do Vale o clube podesse voltar, e a associação ficou responsável por gerir e administrar o futebol profissional do BEC. A Associação explorava a marca BEC e administrava a receita e dividas do clube. De toda receita gerada pelo BEC 5% eram destinadas aos pagamentos de dívidas anteriores do clube.
Depois de ressarcirem os bens do Clube, começaram a operacionalizar a segunda etapa do projeto: reaparelhamento das instalações do "velho Aderbal" e investimentos nas divisões de base. Todo este trabalho, sempre centrado na velha filosofia do "futebol pés no chão.

Mesmo depois de 5 anos, a torcida compareceu em peso para prestigiar o Tricolor
Na disputa da Segundona de 2003, o BEC fez uma campanha relativamente boa e bastante proveitosa no aspecto motivacional, sendo eliminado pelo Concórdia nas quartas de finais do Returno.
O clube fechava o ano com a "casa enxuta", e finalmente a política "futebol pés no chão" implementada pela diretoria parecia começar a mostrar resultados.

Porém em 2004 o Blumenau inicia o ano com grandes dificuldades para conseguir patrocinadores e sem dinheiro para colocar o time em campo. Os dirigentes do Tricolor não tiveram outra alternativa senão apelar para que o poder público fizesse a sua parte e ajudasse o clube, que afinal representava o nome da cidade, do contrário não haveriam meios para quitar as despesas com salários, alimentação, viagens e material esportivo.
Havia também o risco de que o patrimônio do clube a qualquer momento fosse novamente arrematado em um novo leilão, e a única forma de tentar evitar que isso acontecesse seria a renovação de um pedido de Utilidade Pública para o terreno onde estava edificado o Estádio Aderbal Ramos da Silva.
Através de um interlocutor, o então prefeito na época, Décio Lima, pressionou para que a diretoria do BEC renunciasse e o Gabinete indicasse um nome de sua confiança para que assumisse a Associação Beneficente União do Vale.
José Daílton Barbieri e os demais membros da diretoria atenderam a exigência do então Prefeito Municipal.

O Gabinete indicou a nova diretoria, que em 23 de abril de 2004 tomou posse, tendo Paulo Sérgio Chaves como novo presidente, Fábio Eduardo como diretor de futebol, Josias da Silva como diretor de marketing, Jalmir Compagnani como tesoureiro e Mauricio Pacheco sendo o vice-presidente do BEC.
Paulo Sérgio toma posse

A FMD fez então o repasse de 5 mil Reais a Associação Beneficente União do Vale, gestora do BEC, e o dinheiro foi utilizado para a inscrição dos jogadores na Federação Catarinense de Futebol.
O Blumenau fez uma excelente campanha durante o Turno da competição, alternando-se na liderança e perdendo sua invencibilidade na última rodada.
Chega o segundo turno da competição, e toda uma série de problemas extra campo começam a vir ao conhecimento público. Jogadores com salários atrasados, escândalos como por exemplo o da rifa de um automóvel, onde tramita no fórum de Blumenau um processo judicial contra o então presidente Paulo Sérgio, acusação de furto de patrimônios do clube tais como fios de cobre pelo ex presidente, e dívidas em nome da Associação gestora do Blumenau.
Todos estes problemas acabaram por afetar o rendimento da equipe dentro de campo, que acabou por não repetir a mesma campanha durante o Returno da competição, terminando na sexta colocação.

Diante de tal situação, a justiça optou por suspender a Associação Beneficente União do Vale como gestora do Blumenau Esporte Clube e nomeou o advogado André Jenichen como administrador do processo de insolvência do Clube, e consequentemente as atividades esportivas foram suspensas por tempo indeterminado.
Interessado em investir no futebol do BEC, representantes do empresário Carlos Massa, o "Ratinho", ainda tentam apresentar proposta de patrocínio ao clube para o advogado André Jenichen, porém a proposta é vetada. Ao empresário, restou tão somente investir em outro clube, o Tiradentes de Tijucas, que consequentemente fez boa campanha no Campeonato Catarinense da Primeira Divisão no ano posterior.

Daí por diante o patrimônio do clube passa por um estado de verdadeiro abandono. Em 2005 o então presidente do Sport Club Madureira, Eduardo Corsini, entra com um pedido junto a justiça para que cedesse o campo do BEC para a prática de futebol do Madureira, e a justiça autoriza com a seguinte condição: "O Estádio não deveria ser utilizado para jogos oficiais, apenas treinos". Eduardo Corsini promove então a limpeza e reforma do imóvel.
Ao final de 2005 o advogado André Jenichen revoga a permissão para a prática de futebol, e o patrimônio volta ao estado anterior de abandono, e desta vez passa também a ser alvo de atos de vandalismo e de furtos. E por achar que uma pequena parte do muro do Estádio Aderbal Ramos da Silva (fundos do estádio) na Rua Alwin Schrader oferecia riscos à população que trafegava pelo local, a secretaria de obras do município determina que a parte do muro que apresentava rachaduras fosse demolida. Segundo testemunhas, o advogado André Jenichen teria pedido para que operadores de máquinas promovessem a derrubada não somente da parte afetada, mais sim de todo o muro na extensão da Rua Alwin Schrader. Houve também a suspeita por parte de alguns torcedores de que tudo não passasse de um esquema para a depredação do imóvel e consequentemente de transforma-lo em uma espécie de "Nova Gaitas Hering" e assim se conseguisse desapropriar e vender mais facilmente.

Logo após o ocorrido, o advogado deu declarações à imprensa afirmando que teria recebido materiais de construção e que promoveria a reconstrução do muro. A comunidade espera pelos materiais até hoje.

E quando tudo parecia acabado e a história de glórias do passado do Clube esquecidas, as Torcidas Organizadas do BEC formam uma comissão que passa então a lutar pelos interesses do BEC e de sua torcida. Antes que qualquer atitude fosse tomada por esta comissão, várias partes ligadas ao Blumenau Esporte Clube foram procuradas e entrevistadas, entre elas estavam ex dirigentes, ex atletas, o próprio administrador do processo de insolvência do Clube e a promotora que cuida do caso.
A primeira ação desta comissão foi promover o apelo para que fosse realizado um mutirão para limpeza e reforma do Estádio Aderbal Ramos da Silva, a comunidade atendeu o apelo e compareceu em grande número para colaborar, e em janeiro de 2006 começaram os trabalhos.
Em fevereiro de 2006 o dirigente de futebol Eduardo Corsini, em uma tentativa de resgatar a tradição do BEC e de sua torcida, adota a razão social de Blumenau Sport Club e ingressa no Campeonato Catarinense Divisão de Acesso. O Projeto era baseado no clube Napoli da Itália, e tinha o objetivo de futuramente adquirir a marca: Blumenau Esporte Clube (BEC).

Em 15 de março o Estádio Aderbal Ramos da Silva é arrematado em leilão pelo empresário Aílton Borba, de Curitiba pelo valor de 1,305 milhões de Reais. O empresário deu declarações à imprensa blumenauense garantindo que arrematou o Estádio com o interesse em investir em futebol, porém meses mais tarde tentava revender o imóvel em classificados de um jornal de Curitiba por cerca de 8 milhões de Reais.
O Blumenau não recebe o devido apoio por parte do Poder Público, que porém oferecia todo o apoio logístico ao outro clube da cidade, o Metropolitano, disponibilizando até mesmo psicólogos para os atletas. Comentava-se nos bastidores que existia uma certa influência da AFA Licenciamentos, (gestora de futebol do Clube Atlético Metropolitano na época) para que o prefeito João Paulo Kleinubing não oferecesse apoio logístico a outro clube, pois acreditava que a volta de uma equipe com o nome "Blumenau" agregado espantaria a sua torcida.
Eduardo Corsini permaneceu firme, e mesmo arcando com estas despesas de seu próprio bolso fez invejável campanha, conquistando o Returno e conduzindo a equipe até as Semi-Finais da competição.

Em 2007, ainda sem o apoio do poder público municipal que continuava priorizando seu apoio apenas ao outro clube da cidade, e já cansado da perseguição sofrida por alguns segmentos da imprensa blumenauense, o presidente Eduardo Corsini não teve outra alternativa senão pedir licença à Federação Catarinense de Futebol, afinal era impossível que continuasse fazendo futebol de seu próprio bolso e ainda por cima sendo caluniado por alguns jornalistas.
Se já não bastassem todos os problemas o nome do BEC passou também a ser boicotado por alguns segmentos da mídia blumenauense, a suspeita era de que tudo não passava de uma tentativa muito bem articulada por forças da Cidade, que buscavam expor o nome do Clube ao ridículo e fazer com que toda a sua tradição caísse no esquecimento.
Ao serem indagados, alguns jornalistas chegaram a confessar a torcedores de que eram "podados" por seus diretores quando tentavam vincular notícias relacionadas ao BEC.
Era notório de que não se tratava de toda a imprensa da cidade, mais sim de alguns segmentos dela.
A suspeita era pertinente, pois caso o nome do BEC realmente caísse no esquecimento ninguém mais se importaria com o futuro que teria o Estádio, bem como havia um interesse grande por parte de alguns representantes do outro clube da cidade em fidelizar os torcedores do BEC ao seu clube.

No mesmo ano, um grupo de empresários, liderado por Edson Pedro da Silva, conhecido popularmente como "Pingo", passou a se reunir com o objetivo de resgatar a tradição do Tricolor. Não por acaso, pois Pingo era ex-presidente do BEC, e comandou o Clube durante os anos de maiores glórias do Tricolor.
Foram estudadas 3 possibilidades: A 1ª era a de resgatar o Verdadeiro Blumenau Esporte Clube, essa porém logo foi descartada devido aos entraves judiciais. A 2ª era de assumir o Blumenau Sport Club, houve até uma conversa com o presidente Eduardo Corsini sobre a possibilidade, porém ficou nisso mesmo. A 3ª era a de se criar um novo BEC.
Era para ser tudo planejado no mais absoluto sigilo, porém um órgão de imprensa descobriu e então "vazou" a notícia.
Não deu outra, começaram as pressões por parte de dirigentes do outro clube da cidade e da mídia para que o grupo esquecesse do BEC e investisse no Metropolitano, o dirigente Sandro Glatz ofereceu até mesmo renunciar ao seu cargo para que o grupo assumisse o seu clube, pois do contrário o clube poderia sucumbir.
E por ironia do destino, ex-dirigentes de seu clube rival, que sempre era tido por eles como um exemplo que jamais deveria ser seguido, sinônimo de incompetência, etc, foram os responsáveis pela salvação de seu clube.

E diante da suspeita de que o empresário Ailton Borba pretendia por abaixo o Estádio Aderbal Ramos da Silva, representantes da torcida articularam um projeto na tentativa de declarar o Estádio como Patrimônio Histórico e portanto de Utilidade Pública, fazendo com que o mesmo fosse então restaurado e preservado.
O pedido era muito bem fundamentado e embasado, afinal ocorrera já com vários estádios espalhados pelo Brasil, sendo que alguns deles até com menor idade que o velho Deba.
A torcida entra então com o processo junto à praça do cidadão na Prefeitura de Blumenau, dias após é formada uma comissão julgadora para o caso, entre ela estavam alguns vereadores, representantes de setores da prefeitura relacionados ao caso e até mesmo o advogado André Jenichen. Resultado da votação: TODOS votaram contra.
E para surpresa, alguns vereadores discursavam contra o BEC, quando na verdade o assunto em pauta era apenas o futuro do Estádio. E ao invés de que fosse apresentado o projeto original de Tombamento Histórico articulado pela torcida, fotos no telão retratavam apenas o estado de total abandono do Estádio.
A torcida recorre da decisão, porém antes que o novo pedido da torcida fosse novamente julgado, ocorre um "atraso" no trâmite do processo na Praça do Cidadão e consequentemente é cedido o Alvará "às pressas" para que o empresário Ailton Borba promovesse a derrubada do imóvel. O diretor da Praça do Cidadão na ocasião era o atual vereador: Fábio Fiedler.
A derrubada acontece misteriosamente "na calada da noite", ao amanhecer de sábado para domingo do dia 23 setembro de 2007.

Logo após, a empreiteira paranaense apresenta um projeto para edificação de edifícios com apartamentos no local.
E sabendo de que todo o processo desde o arremate no leilão até a derrubado do imóvel era ilícito, pois parte do terreno pertence ao Estado e foi cedido em regime de comodato apenas para práticas esportivas, a Torcida faz denúncia a Corregedoria da Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina, que passa então a atuar no caso e instaura processo judicial contra os responsáveis. O processo encontra-se em andamento.
Após enchurrada de 2008, a prefeitura transforma o terreno do velho Deba em um depósito de entulhos.

Em 2008 o ex-presidente do Blumenau, Alencar Farias, faz uma nova tentativa para tentar trazer o BEC novamente aos gramados, e desta vez colocando-se em prática um projeto elaborado no ano de 1998 por ele e por José Dailton Barbieri, era o Blumenau Entretenimentos Comunitários (BEC).
Na noite de 18 de junho na cede do CTG Fogo de Chão Alencar promove uma grande festa para a apresentação do treinador e dos jogadores que defenderiam o tricolor na Divisão de Acesso daquele ano.
O time era comandado pelo ex-jogador Chicão, ídolo do BEC nos anos 80. O treinador montou a equipe, que contava com vários atletas do Paraná Clube, graças a uma parceria ratificada. O grupo começou a treinar dia 1º de julho em sua cede, batizada como: Toca do Urso, situada no Paraíso dos Pôneis na divisa Blumenau/Gaspar.
Já no início dos trabalhos o clube sofre uma tentativa de sabotagem, um e-mail com o remetente fictício de "Tadeu Omar" é enviado à diretoria do Paraná Clube fazendo duras críticas ao novo projeto do Blumenau, era uma tentativa de prejudicar a parceria entre BEC x Paraná. Alencar Farias afirmou se tratar de alguém ligado ao Metropolitano.
O BEC chegou a realizar 2 amistosos, o 1º foi no dia 18 de julho contra o XV de Outubro em Indaial, terminando em 4 x 0 para os Blumenauenses. O 2º aconteceu no dia 30 de julho no Monumental do Sesi contra o Paraná Clube; placar da partida: 4 x 2 para os Paranaenses.

A Direção do Blumenau enfrentava problemas para encontrar um estádio para mandar os jogos. Em diversos programas de radio e TV, Farias dizia que o time não teria condições de pagar o valor exigido pelo Sesi, que segundo ele era de R$ 7 mil. A direção tentou então utilizar o estádio do Tupi, em Gaspar, onde não houve acerto. Por fim, os cartolas tricolores tentaram utilizar o campo do Clube Canto do Rio, no bairro Progresso. O local chegou a ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros e PM, mas não houve acerto com conselheiros do clube.
Em 18 de agosto a diretoria do Paraná Clube publica uma nota informando o fim da parceria entre os 2 clubes, e com isso o clube paranaense solicitou o retorno dos atletas e profissionais para a Vila Olímpica do Boqueirão, em Curitiba, sendo que entre os atletas que retornaram estava o jogador Pimpão, ídolo da torcida que saiu do BEC para ir vestir a camisa do Vasco da Gama.
O motivo da quebra de contrato teria sido o não cumprimento de diversos itens do acordo, tanto por parte do Blumenau Entretenimentos Comunitários quanto por parte do Paraná Clube.
E mais uma vez o sonho da torcida tricolor de rever o time entrando em campo para disputar um jogo válido por uma competição oficial era adiado.



HINO

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Da Blumenau querida do Vale do Itajaí,O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra todos unir. O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra ficar e vencer.

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Meu Blumenau guerreiro do Vale do Itajaí,Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Lá lá lá lá lá láLá lá lá láLá ...



segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Araguari Atlético Clube

O Galo da Comarca figura entre os times mais tradicionais do Triângulo Mineiro, tendo revelado grandes nomes para o futebol do país e do exterior.Clube tradicional do futebol do interior de Minas Gerais, o Araguari já protagonizou algumas campanhas na elite do futebol mineiro, principalmente em 1965, 1976 e 1990.Em 1951, participou do Primeiro Campeonato do Triângulo Mineiro, vencido pelo seu rival Fluminense Futebol Clube, de Araguari.Em 1979, quando teve uma de suas melhores formações, conseguiu empatar em casa contra o poderoso Clube Atlético Mineiro.Foi vice-campeão mineiro da Segunda Divisão em 1964 e campeão da Terceira Divisão em 1993, com uma campanha excelente, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí.

Em sua galeria de troféus estão várias conquistas, na região e no estado, como o título de campeão da Segunda Divisão de Profissionais, em 1993.Em 1995, chegou à fase final do Módulo II do Campeonato Mineiro, mas não alcançou a promoção, conseguida por Villa Nova Atlético Clube e Associação Atlética Paraisense.Nos dias atuais, para a tristeza de sua torcida, o Araguari deixou de lado as competições da Federação Mineira de Futebol. A última vez que disputou o certame estadual foi em 1998, ano em que acenava para um futuro sem grandes perspectivas. Nesse período, o estádio da Avenida Bahia, palco de momentos memoráveis na trajetória do Galo, foi vendido. A sua nova casa mudou para o outro lado da cidade, distante seis quilômetros do antigo campo, e, a partir de então, o charme do glorioso Araguari Atlético Clube nunca mais foi o mesmo. Até hoje, o estádio não foi concluído e muitos torcedores sequer o conhecem.Em décadas de existência, o Galo da Comarca formou grandes esquadrões, reunindo nomes memoráveis. Seria injustiça citar nomes e esquecer algum. De qualquer forma, o elenco que conseguiu o maior título da história do clube foi o de 1993, comandado por Waldir Silva, tendo na retaguarda os dirigentes Valdivino do Nascimento (de saudosa memória), Vanderlei Soncini, Carlos Alberto de Freitas, Dagmar da Mota Leite, Luiz Rodrigues (Gráia), Ubaldo Nascimento, Paulo Barbosa, entre outros. Com uma campanha excelente, o Araguari faturou o inédito caneco da Segunda Divisão, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí. O jogo que selou a conquista levou 5 mil pessoas ao estádio da Avenida Bahia.


Títulos


Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 1993.


Estádio


Nome oficial: Estádio Vasconcelo Montes

Capacidade: 6.000 espectadores

domingo, 20 de setembro de 2009

São Cristóvão de Futebol e Regatas

O São Cristóvão foi fundado no bairro de São Cristóvão, inicialmente apenas como clube de regatas, com o nome de Club de Regatas São Christóvão. Fundiu-se ao São Christóvão Athletic Club, que era apenas de clube de futebol e disputava o campeonato metropolitano, para criar o atual São Cristóvão de Futebol e Regatas.
Além deter sido campeão do Torneio Início do Rio de Janeiro em 1918, 1928, 1933 e 1937, o São Cristóvão foi ainda vice-campeão em outras seis ocasiões (1920, 1925, 1927, 1938, 1940 e 1964), num total de dez decisões disputadas neste tradicional torneio.
O clube teve o seu maior momento, quando conquistou o Campeonato Carioca da Primeira Divisão em 1926. Com uma campanha irretocável, conseguiu catorze vitórias, dois empates e apenas duas derrotas em dezoito jogos, goleando adversários expressivos, como Flamengo (5 a 0 e 5 a 1), Fluminense (4 a 2) e Botafogo (6 a 3).
Outro grande momento do São Cristóvão foi o vice-campeonato carioca de 1934, que mostra a força do clube, no início do século XX, suplantando grandes clubes do futebol carioca.
Em 1937, quando disputava o Campeonato Carioca pela FMD, ao lado de Vasco, Botafogo e Bangu, entre outros, houve a pacificação do futebol carioca e os clubes da FMD se juntaram aos outros clubes para a disputa do Campeonato Carioca pacificado. O São Cristóvão liderava disparado o campeonato da FMD, sem poder ser alcançado por nenhum outro clube, mas esta liga foi dissolvida sem declarar o São Cristóvão campeão, o que foi uma grande injustiça, por não ter refletido oficialmente a superioridade do time do São Cristóvão sobre os outros concorrentes.
Comprovando que era de fato um grande time, ainda chegou ao vice-campeonato do Torneio Municipal de 1938, perdendo o título para o Fluminense, mas tendo nove vitórias, dois empates e cinco derrotas, trinta e seis gols pró e trinta contra.
Já na segunda edição do Torneio Municipal, em 1943, o São Cristóvão sagrou-se campeão, com nove vitórias, sete empates e apenas uma derrota, com 29 gols a favor e dezessete contra, desta vez, tendo o Fluminense como vice. Em 1951 seria o terceiro colocado.
Em pesquisa de torcidas realizada pelo Ibope e divulgada pelo Jornal dos Sports em 31 de dezembro de 1954, em sua página 5, o São Cristóvão aprecia como a sétima maior torcida do Rio de Janeiro com 1% da preferência, ou 2% se considerarmos apenas os torcedores do sexo masculino .
A maior atuação do São Cristóvão no Maracanã foi em 29 de março de 1975, quando enfrentando o Flamengo de Zico, começou perdendo por 2 a 0 e numa reação sensacional venceu o partida por 3 a 2.
Talvez o último grande momento do clube cadete no futebol, tenha sido o vice-campeonato da Copa Rio em 1998, quando perdeu a decisão para o Fluminense.
Sem dúvida, a maior revelação do São Cristóvão foi o centroavante Ronaldo (que fez 44 gols em 73 jogos pelo clube cadete), o Fênomeno.
O São Cristóvão teve ainda os artilheiros dos campeonatos cariocas de 1919 (Braz de Oliveira, 24 gols), de 1926 (Vicente, 26 gols), de 1928 (Vicente, 20 gols) e de 1943 (João Pinto, 26 gols).
Sua torcida é conhecida como "torcida cadete", pela proximidade do clube com instalações do Exército brasileiro.

Único time do mundo a possuir um único uniforme oficial
O time de futebol possui apenas o uniforme todo branco, não tendo, portanto, o fardamento número dois. A FIFA reconhece o São Cristóvão como o único clube a ter apenas um uniforme oficial. Porém, na falta da camisa brasnca, o clube deve atuar com camisas cor-de-rosa.

A inspiração para o uniforme do Santos
A primeira vez que o Santos usou a sua camisa atual (neste dia usou shorts pretos e como o campo estave elameado, trocou de camisa no decorrer do jogo) foi no amistoso de inauguração do Estádio Figueira de Melo, contra o São Cristóvão, em 1916, e inspirado neste clube, que já usava o branco. Durante muito tempo, a partir desta data, o Santos pintou o escudo do São Cristóvão nos muros da Vila Belmiro e associados destes dois clubes podiam usufruir das respectivas sedes, mutuamente.

Títulos

Campeonato Carioca: 1926
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 1965

Estádio

Manda jogos no Estádio Figueira de Melo (conhecido como "Figueirinha"), com capacidade para 8 mil espectadores.

Alcunhas: Cadete, São Cri-Cri

Mascote
Carneiro
O São Cristóvão Futebol e Regatas, manteve por muitos anos a tradição de deixar que carneiros e ovelhas pastassem no campo para que a grama ficasse sempre aparada.

sábado, 19 de setembro de 2009

Atlético Barés Clube

O time de futebol do ATLÉTICO BARÉS CLUBE, depois de disputar o campeonato na Liga Matinal, uma categoria de pequenos clubes e que era supervisionada pela FADA, chegou à primeira divisão em 1948. Nesse campeonato faziam parte Nacional, Princesa Isabel, Eldorado, América, Independência, Tijuca e Fluminense, da Praça 14. O Nacional, que havia se retirado no meio do campeonato anterior, estava de volta.

A estréia do Barés na primeira divisão deu-se contra o Tijuca e em seu time figuravam alguns bons jogadores do nosso futebol, dentre eles o goleiro Guilherme, Mário Matos, Dino, Gatinho, Zé Nery, Marcus Gonçalves, Júlio, Betuca, Nagib Chama e Eduardo.
No ano seguinte ao seu ingresso na divisão principal, o Barés abandonou a competição, em 6 de agosto, por discordar da proclamação do Fast como campeão da temporada. Mas, em 1951, estava de volta e ficou até 1953. Saiu e nunca mais voltou. Permaneceu durante muito tempo na área social e em sua sede, na Rua Miranda Leão (altos), foram realizados memoráveis bailes, principalmente na quadra carnavalesca, quase todos transmitidos pela Rádio Rio Mar que estava nos seus primeiros anos de vida.

Fonte:
http://www.bauvelho.com.br/?cat=21

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

São José Esporte Clube

No dia 13 de agosto de 1933, o esportista Galiano Alves fundou o Esporte Clube São José, nascendo de uma dissidência da Associação Esportiva São José, que naquela época possuía alguns dos principais jogadores do futebol amador da cidade. A equipe manteve-se participando de torneios amadores em São José dos Campos durante 31 anos, até se profissionalizar no dia 8 de março de 1964.

Naquela época, o Esporte Clube São José usava como uniforme camisas pretas, listas verticais brancas e calções pretos (semelhante ao segundo uniforme do Corinthians) e atuava no Estádio da Rua Antônio Saes. O atual estádio Martins Pereira só seria inaugurado em 1970.

O time profissional da cidade continuou com o mesmo nome até dezembro de 1976, quando, atolado em dívidas, e quase falido, foi obrigado a mudar de nome para fugir das cobranças e ameaças de penhora. Na oportunidade, Altamirando Negrão de Palma assumiu a presidência do clube e, junto de outros três diretores, Geraldo Marcolongo, Sérgio Ângelo e Pedro Yves Simão, procuraram ajuda na Federação Paulista de Futebol que, em uma manobra inteligente, fez com que o Esporte Clube São José se transformasse em São José Esporte Clube, mudando inclusive as cores do uniforme e o distintivo. O alvinegro foi substituído pelo azul, amarelo e branco, que são as cores oficiais da cidade.

A estreia em competições oficiais foi em 1957, ainda com o antigo nome – Esporte Clube São José –, no Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Entretanto, foi a primeira e única participação durante um longo período, que durou até 1964, quando disputou a Terceira Divisão Estadual (equivalente à atual Segunda Divisão) e foi campeão, conseguindo o acesso à Segundona no ano seguinte.

Em 1965, disputando o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, o clube obteve êxito, conquistou mais um título e, consequentemente, mais um acesso, agora para a Primeira Divisão (atual Série A2) em 1966. Porém, o São José esteve inscrito na competição apenas até o ano seguinte (1967), quando novamente passou por um período longe das competições oficiais. O clube voltou às atividades em 1971, ainda na Primeira Divisão, onde permaneceu até 1976.

No ano de 1977, já com o atual nome – São José Esporte Clube –, a equipe disputou o Campeonato Paulista da Série Intermediária, nomenclatura que permaneceu até 1979. Em 1980, passou a se chamar Segunda Divisão e, naquele ano, o São José Esporte Clube conquistou o título da competição, vencendo o Grêmio Catanduvense na final por 4 a 0 e passou à Primeira Divisão Estadual (atual Série A1).

A equipe esteve na elite do futebol paulista por três anos, até 1983, e em 1984 não participou da competição - retornou ao futebol profissional no ano seguinte, novamente na Segunda Divisão. O São José levou mais três anos para conseguir voltar à elite. Em 1987, venceu a Série Especial e chegou à Primeira Divisão, competição que participou de 1988 a 1993, quando foi rebaixado.

De 1994 a 1996 disputou a Série A2 do Campeonato Paulista, competição que credenciou o time novamente à Série A1 de 1997. No ano 2000, o clube foi mais uma vez rebaixado para a Série A2 e, quatro anos mais tarde, em 2004, caiu para a Série A3. Em 2006 conseguiu o vice-campeonato da Série A3 e voltou a disputar a A2, em 2007.

Na temporada de 2007, o São José conseguiu a classificação à segunda fase do Campeonato Paulista da Série A2. Contudo, terminou as semifinais na última colocação do Grupo 02 e não conseguiu o acesso. No ano seguinte, terminou a primeira fase na 9ª colocação e, mais uma vez, permaneceu na Série A2.

Em 2009, com uma boa campanha na primeira fase da competição – quando terminou na 6ª colocação –, o São José conseguiu se classificar à fase seguinte do Campeonato Paulista da Série A2. Nas semifinais, a equipe ficou muito próxima de conseguir o tão sonhado acesso. O time terminou na terceira colocação do Grupo 03, dois pontos atrás do Sertãozinho – equipe que se classificou à elite de futebol paulista. Na última partida, o São José foi derrotado pelo Rio Branco, em Americana, por 2 a 0, e não conseguiu a vaga para a Série A1.

Títulos


Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1972 e 1980).
Campeonato Paulista - Série A3: 1965.
Campeonato Paulista - Série B: 1964.


Estádio


O Estádio Martins Pereira foi inaugurado no dia 15 de março de 1970, com o jogo amistoso entre Atlético/MG e Internacional/RS, vencido pelo time mineiro por 1 a 0. O gol foi marcado por Dadá Maravilha, aos 29 minutos do primeiro tempo. Naquela época, o time da cidade ainda era o Esporte Clube São José, o "Formigão do Vale", de cores alvi-negras. A primeira partida do antigo Formigão em seu estádio foi contra o Nacional de São Paulo, perdendo por 1 a 0, no dia 22 de março de 70. A primeira vitória só aconteceria uma semana depois, contra o Saad de São Caetano, por 2 a 1. O estádio começou a ser construído em 1968, sacrificando o futebol profissional da cidade, que ficou dois anos desativados. Antes, o "Formigão do Vale" mandava seus jogos no Estádio da Rua Antônio Saes, com arquibancadas de madeira e capacidade para cerca de 5 mil torcedores, e que foi vendido para a construção do novo estádio. O São José Esporte Clube, já com nova ata e novo estatuto, fez seu primeiro jogo oficial no Estádio Martins Pereira em janeiro de 1977, contra o São Paulo, empatando em 0 a 0.
O estádio Martins Pereira tem capacidade de 22 mil pessoas, que é o recorde oficial de um jogo que aconteceu em 1987 , num jogo São José e São Paulo pelo campeonatp paulista, especula-se que esse recorde foi batido no jogo São José 1 x 1 São Paulo pelo Paulistão-97, o jogo teve 19 mil pagantes e aproximadamente 5 mil pessoas entraram de graça, o que daria um público de aproximadamente 24 mil pessoas. O estádio não pertence ao São José, pois ele foi usado para pagar uma dívida do clube. Atualmente ele é de propriedade da Urbam (Urbanizadora Municipal), órgão ligado à Prefeitura de São José dos Campos.



Hino
(Otávio de Assis)

Vai, pelo céu do Brasil
Vai, nesse azul de anil
ÁGUIA DO VALE Voou...
Buscando com suas garras mais um gol

( Goool...! )

Vai, glorioso esquadrão
Vai, o grande campeão
Mostrar a todo o Brasil
O que é
A sua força e garra
Oh! Grande São José
Você Sempre será
Orgulho do País
Contigo São José
Me sinto tão feliz
Nasceu para vitórias
És grande Campeão
Orgulho da cidade
E de toda Nação

ÁGUIA DO VALE eu sei,
Terás vitórias mil
Irás sobrevoar
Os campos do Brasil
Não há que te agüente
És forte, és varonil
Campeão do meu Brasil



Mascote
O São José Esporte Clube já fez várias fusões ao longo de seus 74 anos de vida. Foi a partir de 1976 que o clube passou a utilizar o atual nome. Naquele momento, o Esporte Clube São José ainda era chamado de “Formigão do Vale”, devido a quantidade enorme de formigas do tipo “içá” que voavam pela cidade.
Para este novo momento, o São José trocou de nome, de cores (antes era preto e branco) e de mascote. A águia foi escolhida para representar o clube do Vale do Paraíba pelo valor simbólico que a força e a garra da ave representariam daquele momento em diante de sua história.Em 1989, a Águia do Vale mostrou a sua força quando chegou às finais do Paulista, mas acabou derrotado pelo São Paulo.


Site

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Rio Pardo Futebol Clube


Fundação: 30 de abril de 1917.

O Rio Pardo Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Iúna, no Estado do Espírito Santo. Suas cores são vermelho e branco.

HISTÓRIA:A origem do nome é por causa de um rio que corta a cidade de Iúna, o Rio Pardo. O Rio Pardo Futebol Clube, em 1992, disputou o campeonato brasileiro da série C, perdendo nas quartas de finais para a equipe do Fluminense/BA, terminando o campeonato em 5° lugar, sendo convidado para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B em 1993, mas por falta de dinheiro e apoio não pode disputar. Sua melhor colocação no campeonato capixaba foi em 1991, ficando em 3° lugar.


Estádio


Antônio Osório Pereira

Capacidade: 5.000 pessoas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Clube Atlético Douradense

Já há mais de 10 anos sem atividades o Clube Atlético Douradense foi um dos clubes mais expressivos de Dourados nos anos 80, colocando o futebol da cidade em evidência no Estado.


Dário, o Dadá Maravilha depediu-se do futebol em 1986 vestindo a camisa do Douradense.



Estádio
Estádio Frédis Saldivar
Inauguração 14/09/1986

Associação Sportiva São Domingos

O São Domingos foi fundado em 01 de setembro de 1964 por Waldemar Santana, militar da reserva das forças armadas que, embora carioca e ex-jogador do Bangu e do Vasco da Gama, apaixonou-se por Alagoas e por muitos anos foi monitor de esportes do Orfanato São Domingos na bairro de Mangabeiras. Em 1967 já era campeão estadual de juvenil, chamando a atenção dos desportistas locais. Em 1970 foi guindado à Presidência o empresário Miguel Spinelli, o qual, com posses abastadas e através dos conhecimentos do seu irmão Severino Rebelo contratou vários atletas de peso, tais como: Reinaldo, Major, Pires, Jonas, Gabriel, e tantos outros, e a partir daquele ano, futebol em Alagoas deixara de ser disputado entre CSA e CRB. Após a saída de Miguel Spinelli da Presidência, o Clube foi administrado por muitos anos pelo Coronel Paulo Casado, tendo se sediado em Viçosa por um tempo. A partir de 1982 assumiu os destinos do São Domingos o advogado Cordeiro Lima, que, por algum tempo se sediou em Murici, mas, com a morte do Major Olavo Calheiros, a quem muito deve o Domingão ( vice-campeão Alagoano de 1988 durante sua estadia em Murici) voltou o São Domingos a Maceió, e hoje, tem sede no Povoado de Massagueira, município de Marechal Deodoro, da Grande Maceió, no Estádio Cordeirão, onde manda seus jogos e lá dispõe de centro de treinamento. Detém o São Domingos vários títulos: Vice-campeão alagoano de 1988, campeão da segunda divisão de 1995 e 1998, Vice-campeão juvenil do Nordeste em 2002, vice-campeão alagoano em 2007, Sub-17, vice-campeão de futsal nos anos de 1999, 2002 e 2004, vice-campeão de handebol em 2000 e vice-campeão alagoano infantil do Sesi em 2002. Em 2008 participou da COPA INTERNACIONAL de futebol sub 17 em São Paulo chegando às quartas de final, tendo sido a equipe mais disciplinada da Copa, o goleiro e a defesa menos vazados ( fez 08 gols e sofreu apenas 01) bem como o vice-artilheiro da competição.
Em 2009 , a Associação Sportiva São Domingos, clube que se prepara para disputar o campeonato alagoano da segunda divisão, vai apostar suas fichas na garotada da base para tentar retornar a elite do futebol de Alagoas.

Títulos

Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 1999



Estádio

Cordeirão
Capacidade 4.000



Site



http://www.assaodomingos.org.br/

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

América Futebol Clube

O América foi fundado em 12 de abril de 1914 com o nome de João de Barros Futebol Clube, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.
Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.
Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.
Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada "América Futebol Clube", convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube.Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa.


Maior virada do futebol brasileiro

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os trinta minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível sequência e venceu o jogo por 7 x 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.
Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

Situada atualmente na Estrada do Arraial, no bairro de Casa Amarela, possui seu uniforme as cores verde da camisa e meias verdes, seu mascote é o periquito, foi seis vezes campeão estadual e figurou durante muito tempo na primeira divisão estadual e no cenário nordestino, tendo participado e sido campeão também do troféu nordeste de 1923, além das taças municipais, e suas participações nas divisões nacionais, como em 1972, 1989 e 1991 quando estive na segunda divisão do campeonato brasileiro de futebol, além da traça de prata de 1981 e da terceira divisão em 1990.
Contudo o presente do América tem sido difícil já a alguns anos na segunda divisão de Pernambuco e fora das disputas regionais e nacionais, na segunda divisão desde de 1995, o clube encontra-se hoje inclusive fora do pernambucano da série A2, onde nesse processo é possível destacar a tentativa de um grupo de torcedores pernambucanos, que sequer virão o América em seus tempos de glória contuo nem por isso menos apaixonados que pensam em criar uma associação de amigos do clube e querer se juntar a diretoria e a comunidade pernambucana no tento de ajudar o América, que ele volte a brilhar para que seu futuro possa ser diferente de seu presente e na medida do possível possa dar alegrias só de vê-lo jogar novamente, buscando sempre um passado de glórias, mas acima de tudo construindo um presente diferente para que nosso amado América possa ainda existir num futuro não tão distante.


Títulos

Campeonato Pernambucano: 6 vezes (1918, 1919, 1921, 1922, 1927 e 1944)




Site

http://www.blogdomequinha.blogspot.com/

domingo, 13 de setembro de 2009

União São João Esporte Clube

O União São João Esporte Clube, time da cidade de Araras, foi fundado no ano de 1981 pelo empresário Hermínio Ometto, mas sua história começou muito antes. Com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa Usina São João de Araras, o clube, fundado em 8 de janeiro de 1953, disputou a terceira divisão do Campeonato Paulista entre os anos de 1961 e 1964. Nessa época, o proprietário da Usina São João, Hermínio Ometto, propôs uma fusão com os outros dois times da cidade: o Ararense e o Comercial. Porém, por conta da rivalidade entre ambos, a fusão acabou não acontecendo.

Apenas 20 depois, Ometto conseguiu concretizar seu sonho, quando fundou, com apoio de um grupo de funcionários da Usina São João, em Araras, no dia 14 de janeiro de 1981, o União São João Esporte Clube, como é conhecido hoje. Nesse mesmo ano, a equipe disputou seu primeiro torneio de forma oficial: o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. No ano seguinte, o time foi convidado a participar da Segunda Divisão do Campeonato Paulista.

O União São João conquistou seu primeiro título em 1987, ao vencer o São José por 1 a 0 no Campeonato Paulista da Série A2. Em 1988, garantiu o segundo título: o Campeonato Brasileiro da Série C e, no dia 18 de maio do mesmo ano, o clube inaugurou o Estádio Hermínio Ometto, com capacidade para 16 mil pessoas. Em 1991, venceu a Copa Benedito Teixeira e, em 1992, conseguiu o acesso para a elite do futebol brasileiro. Em 1994, sob o amparo da Lei Zico,o União São João se transformou em empresa, remunerando seus diretores e trabalhando em regime profissional.

Mesmo com o rebaixamento do ano seguinte, conseguiu retornar aos grandes campeonatos em 1996, quando conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série B. Entretanto, o clube acabou sendo rebaixado novamente no ano seguinte. Em 2004, a equipe teve outro descenso na competição nacional, desta vez para a terceira divisão. Na competição estadual, o União São João conseguiu manter-se na elite até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2, divisão que permanece até hoje.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série B: 1996
Campeonato Brasileiro - Série C: 1988
Campeonato Paulista - Série A2: 1987


Estádio


Dr. Hermínio Ometto

Inauguração
18/05/1988
Primeiro Jogo
União São João 1 x 1 Botafogo-SP.



Nome
Hermínio Ometto foi fundador e presidente do clube.


Hino
(Flávio Augusto / Carlos Rocha )

Alvi-verde são as cores
Do maior dos meus amores
Quem abrir meu coração
Vai encontrar lá, gravado
União são joão

É garra, é força, é fibra, é raça
Esse é, o time da massa
Não existe maior emoção
Que ser torcedor
Do união são joão

Tens a fibra e o fascinio
Do teu pai o grande herminio
És de araras o guerreiro

Não há nada que te espante
Nem que te faça tremer
No gramado és um gigante

Que ninguem pode vencer

União, união, união são joão
Eu sou união são joão prá valer

União, união, união são joão

União vou ser enquento eu vier



Mascote


A mascote do União São João não poderia ser outra. A cidade de Araras foi batizada assim por causa da grande quantidade deste pássaro existente às margens dos rios e bosques da região, desde sua formação na segunda metade do Século XIX.
O União São João fez seu vôo maior no ano de 1996 quando conquistou o título mais importante de sua história: Campeão Brasileiro da Série B. O importante título surgiu dois anos depois do clube de Araras tornar-se o primeiro clube empresa do Brasil.A estrutura invejável das categorias de base faz lembrar do ano de 1992 quando o Brasil ganhou de presente, a maior revelação formada no Centro de Treinamento do União: o lateral-esquerdo Roberto Carlos.


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sábado, 12 de setembro de 2009

Entrerriense Futebol Clube

Foi fundado no dia 14 de dezembro de 1925. Suas cores oficiais são preto e branco. Manda jogos no Estádio Odair Gama, inaugurado em 14 de dezembro de 1969, com capacidade para 10.000 pessoas. Conhecido também como Galo Carijó tem em seu maior rival o América Trirriense que divide a cidade de Três Rios em Alvi-negros e Alvi-rubros, um grande Derby local que por decadas agita a cidade e região.
As maiores conquistas do Entrerriense foram o Torneio de Inverno Pablo Hierro de 1959, tendo como participantes: Entrerriense(campeão), Las Palmas/ESP (vice), FC Heirnburg/ALE (3º), Seixas EC/BRA (4º), Huracan/URU, Recreativo Nuñes/ESP , Estrela/BRA e Deportivo Luna/URU . Conquistou também os Campeonatos Estaduais do Rio de Janeiro da Segunda Divisão de 1994 e 2001.

Estádio


Odair Gama (inaugurado em 14.12.1969), com capacidade para 10 mil

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ideal Futebol Clube

O Ideal Futebol Clube foi fundado no dia 31 de maio de 1968, ocupando o lugar da antiga agremiação Associação Esportiva Bom Jardim, que organizava torneios e disputava jogos amistosos desde o inicio dos anos 60.Na fase amadora, o Ideal sempre manteve-se entre os primeiros nas disputas municipais em diversas categorias. Foi campeão amador adulto em 1986 e 1999, conquistou o municipal de juniores de 1978 e 1979, ganhou os campeonatos infantis e juvenis de 1995 e 1996, foi campeão infantil de 2001 e campeão de veteranos e da Copa Vanguarda em 1987. O time sempre polarizou contra os grandes clubes de Ipatinga da época, todos eles representantes dos departamentos da Usiminas que apresentavam estrutura invejável para os padrões amadores.Até 1988, o Ideal viveu no amadorismo. No mesmo ano, passou pela profissionalização. Disputou o Campeonato Mineiro da Terceira Divisão em 1989, 1991 e 1992, e a Segunda Divisão em 1993 e 1994. Jogou por várias vezes contra o Cruzeiro, América, Atlético, Uberlândia, Villa Nova e outros clubes profissionais, inclusive a Seleção de Futebol do Qatar.Em 2007, apos vários anos de afastamento, um grupo de empresários da cidade, liderados pelo emprésario Kelisson Silva Ramos, anuncia o retorno do Ideal ao profissionalismo, com todo apoio público e privado, inclusive do prefeito de Ipatinga, Sebastião Quintão.
Estádio

Ferreirão
Nome Oficial: Estádio João Teotônio Ferreira
Capacidade: 5.000
Origem do Nome: O nome do estádio homenageia o torcedor do Ideal que, assistindo uma partida contra o Ipaminas, no centro da cidade, sofreu uma parada cardíaca, vindo a falecer em setembro de 1970.

Pela sua infra-estruturorganizavam em grupos e colocavam nas bandeiras o símbolo que muito os identificava. O símbolo do Ideal era a, o estádio atrai a atenção dos principais clubes da cidade, que têm transferido para o ferreirão alguns de seus jogos por competições da cidades e regionais.

Alcunhas: Verdão de Aço

Mascote
O mascote do Ideal é um pequeno índio. A origem do mascote vem de uma partida amistosa realizada em 1983, contra o Vila Ipanema.
Por apresentar uma torcida de origem humilde, os torcedores do Ideal foram pejorativamente chamados de "índios" pela torcida adversária. Na ocasião do amistoso, a torcida do Ideal, que era a visitante, foi recepcionada com gritos
citando o apelido. Após empatar o jogo, os torcedores do Ideal devolveram o deboche, comemorando com grande algazarra e acompanhados pela sua charanga gritavam: "índio! índio! índio!".
Desde então, os torcedores se uma homenagem ao bravo Índio Botocudo ou Nak-nanuk do vale do Rio Doce representado pelos caciques que fizeram história na região e receberam os apelidos de Oratinon, Timóteo, Pote, Krakatan, Tanhomi, entre outros
.

Site

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Grêmio Esportivo Tiradentes

Em 1988 foi campeão Brasiliense tendo como destaque o veterano zagueiro Beto Fuscão. Em 1989 participou da Copa do Brasil comandado pelo técnico Dadá Maravilha. Com padrões táticos que chamava de Banguela Convexa (uma variação do seu esquema anterior o Carrosel Côncavo) enfrentou o Corínthians de São Paulo e ganhou de 1x0 em Brasília (depois disso foi goleado e eliminado em São Paulo). A vitória contrao Corínthians foi o seu momento mais famoso no futebol nacional. Entre 1995 e 1996 mudou seu nome para Flamengo Tiradentes. Ficou na divisão principal do DF até 1996, quando foi rebaixado juntamente com o Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, no quadrangular da morte (Taguatinga e Ceilânida não disputaram e foram rebaixados). Após esse ano, o time ficou inativo até 2000, quando voltou, disputando a segundona, e também disputou em 2001, sem conseguir o acesso. Após esses anos, o Tiradentes nunca mais voltou a disputar um campeonato brasiliense, sendo que nunca mais se ouviu falar em uma possível volta do clube, assim como acontece com o Taguatinga Esporte Clube e Planaltina Esporte Clube, que também encerraram suas atividades e nunca mais voltaram, em um período em que clubes como Brasília, Sobradinho e Guará também começaram a declinar. Espera que esses clubes voltem com as atividades no futebol para melhorar cada vez mais o campeonato do DF.

Títulos


CAMPEÃO BRASILIENSE DE 1988



Hino


Na área dos esportes,

Estamos sempre em ação,

Vibrando com todas as forças,

Emotivos com fé e união
De dose em dose e outras,

Vencendo sempre com razão,

Lutando com todo amor,

Para glória do Timão
Tiradentes, com prazer,

Vivemos a dizer:

- Sabemos como ganhar

E como perder.

Hemos de vencer!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Sociedade Esportiva Tiradentes

No dia 30 de junho de 1959 os Subtenentes e Sargentos da Policia Militar do Estado do Piauí decidiram fundar o “Clube Tiradentes dos Subtenentes e Sargentos da Policia Militar do Estado do Piauí”. Na época o Comandante da Policia Militar era o Coronel Pedro Borges da Silva Filho.
Em 14 de setembro de 1966 o então presidente, Luis Castro Araújo, solicitou filiação à Federação Piauiense de Desportos e o pedido foi deferido em 03. de outubro de 1966, passando o representante da PM a disputar competições de esporte amador.
No inicio de 1972 o Coronel Canuto Tupy Caldas, comandante da Policia Militar, anunciou que o Tiradentes iria disputar o Campeonato de Futebol Profissional.

O Amarelão da PM possui uma trajetória de significativa importância na história piauiense.Profissionalmente em funcionamento desde 1972, os Tigrão simbolizou a garra e esperança da terra da cajuína, tendo seu passado diretamente ligado aos governos estaduais da época ditatorial militar em vigência.
Um clube mais ligado ao Governo Estadual, que o Presidente Lula a Ministra Dilma nos dias de hoje, e era camufladamente um artifício usado pela gestão local para divulgar o Piauí a todo o Brasil.
Pentacampeão Piauiense em 1972, 1974, 1975, 1982 e 1990, o clube teve a oportunidade de disputar o campeonato Brasileiro série A por quatro vezes: 1973, 74, 75 e 1983. Sua melhor participação foi em 73 quando superou em Teresina, equipes como Fortaleza (1×0), Coritiba (2×1), Payssandu-PA (2×0), CRB-AL (2×0) entre outros.
O Tiradentes entrou para história do futebol brasileiro ao sofrer a maior goleada da história do Campeonato Brasileiro, na edição de 1983. Perdeu para o Corinthians pelo placar de 10 a 1.


Títulos

Campeonato Piauiense: 5 vezes (1972, 1974, 1975, 1982 e 1990).

Estádio

Lindolfo Monteiro
Capacidade 8000
0

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Associação Esportiva Tiradentes

Em 20 de agosto de 1952, foi criada uma associação para os policias locais. Era o início não oficial do Tiradentes. Esta associação foi criada para levar aos militares divertimento. A associação não durou muito, paralisou suas atividades em 1956. Em 1961, precisamente em 15 de setembro, era fundado oficialmente, sob a presidência do sargento Luís Benício da Silva a Associação Esportiva Tiradentes, o tigre da Polícia Militar.

O Tigre foi tri-campeão da Divisão de Acesso em 1962, 1963 e 1964. Depois de ter ingressado na Primeira Divisão, que não era a principal divisão local, foi vice-campeão em 1966 e 1967. Ganhou ainda o campeonato da Primeira Divisão de 1968 e subiu para a Divisão Especial onde estavam os principais clubes do estado. Também ganhou o título da Copa Cidade de Fortaleza de 1988, nome dado ao 2º turno do Campeonato Estadual daquele ano. Foi bi-campeão da Copa Integração de 1991 e 1992.

O Tiradentes conquistou também um título estadual no ano de 1992, justo no campeonato que teve quatro campeões (Ceará, Fortaleza e Icasa também conquistaram o titulo naquele ano). Em 1999, conseguiu o título do Torneio da Movimentação.

O Tiradentes tem projeto de construir na BR-020 em Caucaia, um Centro de Treinamento, que será chamado de Toca do Tigre. Este centro de treinamento contará com campos, quadras e piscinas, para a prática de vários esportes como futebol, futebol de salão, basquete, natação, vôlei e atletismo.

O Tigre participou de todos os Campeonatos desde 1969 quando subiu para a divisão especial até o ultimo de 2001. Foram 33 campeonatos com 878 jogos, 285 vitórias, 236 empates e 357 derrotas. Marcou 1068 gols e sofreu 1222. Contra o Calouros do Ar, o Tigre aplicou a maior goleada, que foi 10 a 0, em 8 de abril de 1995, no estádio Elzir Cabral, pertencente ao Ferroviário. Em 4 de abril de 1999, o Tiradentes sofria sua pior derrota: 8 x 1 frente ao Fortaleza no estádio Presidente Vargas. Tiradentes conquistou também um título estadual no ano de 1992, justo no campeonato que teve quatro campeões (Ceará, Fortaleza e Icasa também conquistaram o titulo naquele ano). Em 1999, conseguiu o título do Torneio da Movimentação.

O Tiradentes tem projeto de construir na BR-020 em Caucaia, um Centro de Treinamento, que será chamado de Toca do Tigre. Este centro de treinamento contará com campos, quadras e piscinas, para a prática de vários esportes como futebol, futebol de salão, basquete, natação, vôlei e atletismo. O Tigre participou de todos os Campeonatos desde 1969 quando subiu para a divisão especial até o ultimo de 2001. Foram 33 campeonatos com 878 jogos, 285 vitórias, 236 empates e 357 derrotas. Marcou 1068 gols e sofreu 1222. Contra o Calouros do Ar, o Tigre aplicou a maior goleada, que foi 10 a 0, em 8 de abril de 1995, no estádio Elzir Cabral, pertencente ao Ferroviário. Em 4 de abril de 1999, o Tiradentes sofria sua pior derrota: 8 x 1 frente ao Fortaleza no estádio Presidente Vargas.

Títulos

Campeonato Cearense 1992
Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 1968

Estádio

Seu estádio, Presidente Vargas, o “PV”, tem capacidade para 22 mil pessoas.

Mascote

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Esporte Clube Comercial

O Esporte Clube Comercial, um dos clubes mais tradicionais do Estado de Mato Grosso do Sul, foi fundado no dia 15 de março de 1943.pelo esportista Etheócles Ferreira. Teve como primeiro jogadores estudantes do Colégio Dom Bosco, permaneceu no amadorismo durante 29 anos, o registro profissional veio em 1972.

A partir desta data, especialmente na década de 80, conquistou sete títulos de campeão do estado de MS. O clube já foi campeão em dois estados diferentes: no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, que tornaram-se dois estados em 1979.



Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense: 7 vezes (1982, 1985, 1987, 1993, 1994, 2000 e 2001).
Campeonato Mato-Grossense: 1975.

Estádio

Universitário Pedro Pedrossian (Morenão) - Capacidade 45.000

Hino

O Comercial é o maior
A torcida já consagrou
Nossa torcida é a melhor
Salve o nosso torcedor !
Quando o Comercial entra em campo
Ele precisa de você !
A torcida é alma do time
Com boa torcida é mais fácil vencer
Salve o Comercial !
Salve o nosso torcedor !
Salve o brado da torcida
Que presta para o time o seu grande valor !


Apelido
Colorado, Saci da Vila

Mascote

Gavião









Site

domingo, 6 de setembro de 2009

Campo Grande Atlético Clube

Fundado em 13 de junho de 1940, o Campo Grande já esteve ainda na elite nacional em 1979, terminando em 34º lugar.
Pelo Estadual do Rio, o Campo Grande era presença constante até o início dos anos 90. A última aparição do clube alvinegro foi no Carioca de 1995.
Após a passagem pela elite do futebol Brasileiro em 1983, o Campo Grande este na 2º divisão do Brasileiro de 1980 a 1982 e 1984 e 1991.
A decadência do Campo Grande atingiu sua permanência no estadual do Rio de Janeiro. No anos 90 esteve entre os grandes em 1990 a 1992 e 1994 e 1995 ano que desceu a segundona carioca. Em 1997 e 98 disputou a Série C tentando esboçar um retorno ao cenário nacional mas sem sucesso.
O calvário ainda não havia terminado em 2002 cai para terceira divisão e permanece lá até hoje.
No ano passado na terceira divisão do Rio dentre 26 clubes, o Campo Grande foi apenas 11º colocado.
Em 2008 foi vice-campeão da terceira divisão e garantiu o acesso para segunda em 2009.
Nem a rivalidade histórica com o Bangu rivais da zona oeste, pode hoje ser revivida.
O Campo Grande manda seus jogos no estádio´"Ítalo del Cima" (25 mil torcedores. Hoje esta em 97º no ranking da CBF.
Um clube por onde passaram Roberto Dinamite, Claudio Adão, Dadá Maravilha, Vagner Love dentre muitos o futuro parece incerto, mas tem sua página na história do futebol brasileiro..
Em 2009, em meio a uma disputa política entre o presidente João Neto e o investidor Manoel Barros Filho pelo controle do futebol profissional, o clube foi inscrito na Copa Rio e os problemas de comando se refletiram dentro das quatro linhas, com uma campanha de dez derrotas em dez jogos.
Os resultados chegaram a fazer o Alvinegro ser comparado ao Íbis Sport Club, de Pernambuco, conhecido como o pior time do mundo e dono da maior sequência de derrotas do futebol brasileiro: 23 jogos, em 1981. A agremiação disputa o Campeonato Carioca da Segunda Divisão, após ser vice-campeã da Terceira de 2008.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série B 1982
Campeonato Carioca - 2ª Divisão: 1985

Estádio

Estádio Ítalo de Cima é um estádio de futebol. Pertence ao Campo Grande da cidade do Rio de Janeiro. Possui capacidade para 18 mil pessoas, foi palco de muitos jogos da história do futebol do Rio de Janeiro, mas atualmente não apresenta boas condições para a realização de partidas.
O recorde de público do Ítalo del Cima ocorreu no dia 21 de abril de 1982, quando 16.842 assistiram a vitória do Campo Grande pelo placar de 3 a 0 sobre o CSA de Alagoas, na decisão do Campeonato Brasileiro da Série B.


Hino

Campo Grande, fabuloso Campo Grande
Grande também é o teu valor
Representante da Zona Rural
Cabal, denodado e empreendedor
Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias
Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador
Avante Campo Grande, entre os grandes
Demonstra tua fibra, teu fulgor
Para a causa da torcida
Que grita, aplaude e vibra
E idolatra seus atletas com fervor
Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias
Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador

Alcunhas: Campusca
Mascote: Galo

sábado, 5 de setembro de 2009

Clube Atlético Tubarão

Fundado em 14 de abril de 2005 como Associação Cultural, Recreativa e Esportiva Cidade – Cidade Azul é o nome fantasia junto à Federação Catarinense de Futebol –, o clube começou bem a sua história no cenário catarinense. Assim como São Caetano, Brasiliense, Paraná Clube e outros clubes que em pouco tempo de fundação já figuravam na elite, o Cidade Azul cresceu rapidamente. Logo em sua primeira competição, a Série B1 do Campeonato Catarinense 2005 – uma espécie de terceira divisão –, venceu bem o primeiro turno. Foram oito vitórias e apenas uma derrota em nove jogos.
Os 24 pontos deram uma vaga nas quartas-de-final contra a Camboriuense. Na final, bateu o Operários Mafrenses e o título veio junto com uma vaga na semifinal geral do campeonato. No segundo turno, o time não repetiu a boa campanha do primeiro e terminou na sexta colocação. Mesmo assim se classificou para as quartas-de-final.

O Cidade Azul parou na semifinal do returno. No entanto, isso não foi um problema, já que o time estava automaticamente classificado para a semifinal geral do campeonato contra o Figueirense B. O Figueira venceu os dois jogos e foi para a final. Mas como a Federação não permite o acesso de times reservas, ou os chamados “times B”, a vaga para a Série A2 caiu no colo do Cidade Azul.


A Série A2 de 2006, que depois passou a ser chamada de Divisão Especial, reunia os clubes que não estavam no Campeonato Brasileiro da Série A (Figueirense) e B (Avaí) mais os dois primeiros colocados da Série B1 de 2005 (Cidade Azul e Próspera), totalizando 12 equipes. Nesta competição ou o time subia para a elite ou caía para a Segundona – a chamada Divisão de Acesso.

A pressão de encarar times de tradição como Criciúma e Joinville foi grande e o Cidade Azul não resistiu. Somou apenas nove pontos em 11 jogos e ficou no 11º lugar, o penúltimo da competição – o Cidade Azul caiu para a segunda divisão de 2007 apenas por ter sofrido mais gols que o Brusque.


2007 chegou e as coisas mudaram no Peixe. Rotina para os times pequenos, devido ao calendário, o clube entrou em campo apenas no segundo semestre, em julho. A batalha na Divisão de Acesso começou no dia 8 de julho: vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviário. O restante da 1ª fase foi razoável, o bastante para se classificar e vencer o primeiro turno, que dava direito a uma vaga na final do campeonato.

No segundo turno, a história se repetiu e o time de Tubarão levantou a taça. Mais. Ao vencer os dois turnos sagrou-se campeão da Divisão de Acesso 2007 e conquistou a tão sonhada vaga na elite do futebol catarinense em 2008.


O tão esperado sonho de chegar à elite do Campeonato Catarinense se concretizou e o Cidade Azul pôde começar o primeiro semestre com o calendário definido. Em menos de três anos, o clube estreava no Catarinão. A primeira partida foi fora de casa, contra o Marcílio Dias, em Itajaí. A derrota por 1 a 0 era só o começo, já que muitos reforços ainda estavam se entrosando. Entre eles o meia Arílson, aquele mesmo que abandonou a seleção brasileira em pleno Pré-Olímpico de 1996, na Argentina.

Mas, antes do início do Campeonato Catarinense, a torcida decidiu protestar. Não aceitava mais o nome Cidade Azul. Torcedores se identificavam mais com o nome ligado à cidade. Com isso, a diretoria se mexeu e deu início ao processo para a mudança do nome do clube para Clube Atlético Tubarão, que nada tem a ver com o extinto Tubarão Futebol Clube, vice-campeão estadual em 1998 e 1999.

No entanto, para conseguir a certidão negativa junto à FCF e mudar o nome, o clube deve quitar débitos com INSS e Receita Federal. E o dinheiro? O diretor André Barcelos explica: “Foi feita uma rifa, onde inclusive arrecadamos mais do que o esperado, que era R$ 3 mil, e o pessoal deve quitar os débitos.” Mas para a Federação Catarinense, o clube ainda é Cidade Azul – mesmo assim, o clube já tem um novo distintivo e se auto denomina Clube Atlético Tubarão. Ainda segundo o dirigente, a mudança de nome já foi aprovada pelo conselho deliberativo e consta em ata, que está para ser registrada em cartório.No último dia 10 de janeiro, uma nova diretoria tomou posse do clube. O novo presidente é Pedro Almeida, que presidiu o Tubarão Futebol Clube nos anos em que o clube foi vice-campeão catarinense. Bom sinal para Clube Atlético Tubarão, que tem como técnico Alexandre Pandóssio, ex-goleiro e ídolo do Criciúma na década de 1990.O tão falado “Cidade Azul ou Atlético Tubarão”, como a imprensa denomina o time em dias de jogo, ainda vai durar muito. Atualmente, pelo menos até o começo do 2º turno do Campeonato Catarinense 2008, o Cidade Azul ou Atlético Tubarão – viu? – está na última colocação, com nenhuma vitória, e é sério candidato ao rebaixamento, que neste ano, pela primeira vez, terá três times.


Títulos


Campeonato Catarinense da Divisão de Acesso (2007)


Estádio

O Estádio Domingos Silveira Gonzales é um estádio de futebol situado na cidade de Tubarão, estado de Santa Catarina, tem capacidade para 3.500 pessoas e é de propriedade do Tubarão Futebol Clube. Mas o clube foi expulso de seu patrimônio por questões políticas, na gestão do ex-prefeito Carlos Stüpp. O clube tem ações contra o seu ex-vice prefeito o Sr. Angelo Zabot. Depois de denúcias feitas pelo clube ao procurador da República, logo o estádio voltará para o Tubarão Futebol Clube.


Hino

O futebol se uniu a natureza
Formando a grande força do Sul
O Furacão tricolor, tricolor
O Atlético Cidade Azul
Agora, ninguém segura o Furacão
Devastando a defesa inimiga
Segurando o ataque adversário
Vibrando com a sua torcida
Arrasa Furacão, arrasa Furacão
Vibra com toda emoção
Arrasa Furacão, Arrasa Furacão
Esse é o nosso campeão
Amantes de um bom futebol
Nasceste deste povo guerreiro
A tua missão nessa luta é vencer
E ser para sempre o primeiro