domingo, 6 de setembro de 2015

Clube Atlético Paraíso

O CAP (Clube Atlético Paraíso) foi uma agremiação da cidade de Paraíso do Tocantins (TO). O ‘Touro Forte’ foi Fundado em 1975, tem a sua Sede fica localizada na Rua 13 de Maio, 388, no Centro de Paraíso do Tocantins.

O CAP permaneceu em atividades por 17 anos consecutivos e sua principal conquista foi o título do IV Torneio de Integração do Norte em 1981. O clube participou do Campeonato Tocantinense em três edições: 1989, 1990 e 1991.

Em 1992, se fundiu com o Interlagos Esporte Clube, dando origem ao Intercap Esporte Clube. Em 2006,Intercap Esporte Clube mudou de nome para Paraíso Esporte Clube, no mesmo ano, conquistou seu primeiro título estadual. Apesar da fusão, o CAP existe até hoje, só que de forma amadora.

sábado, 5 de setembro de 2015

Clube de Natação e Regatas São Salvador

O Clube de Natação e Regatas São Salvador é um clube poliesportivo brasileiro, da cidade de Salvador, capital do estado da Bahia.

O clube ficou famoso por ser uma das primeiras forças do futebol baiano, conquistando os títulos estaduais de 1906 e 1907. Atualmente, dedica-se às atividades nos esportes aquáticos.

Foi seu idealizador e fundador Torquato Corrêa, ao regressar do Rio de Janeiro, onde remava pelo Clube de Regatas Flamengo. Notando a falta de clubes náuticos nesta capital, onde existia apenas o Esporte Clube Vitória com uma pequena flotilha, resolveu consultar alguns amigos e no dia 1º de Setembro de 1902, na sua residência na Piedade fundou o Clube de Natação e Regatas São Salvador. Animado com a grande adesão de associados, voltou ao Rio de Janeiro e de lá trouxe duas canoas e aos domingos e feriados no Porto dos Tainheiros se exercitavam os amadores e amantes do novo esporte, despertando grande interesse público.

Em janeiro de 1905, devido a um mal entendido, associados do Esporte Clube Vitória deixam esse clube (cerca de 20), e se transferem para o São Salvador, sendo criada a seção de futebol sob a direção de Carlos Costa Pinto. Conquistando logo a preferência do público, tornou-se a sociedade esportiva mais querida da época. Nesta mesma ocasião, por proposta de Arthur Moraes, são mudadas suas cores de amarelo e preto para o branco e verde, que adota até hoje.

Em 1905 tomou parte no 1º Campeonato Baiano de Futebol no Campo da Pólvora sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte levanta o título, e no outro o bi-campeonato.

No remo era o "Bicho Papão" levantando quase todas as regatas. Com o correr dos tempos, deixou o futebol devido a extinção da Liga Bahiana e a decadência no remo, sofreu o alvi verde algumas crises, perdendo a liderança para o E. C. Vitória. Agora o C.N.R. São Salvador se reorganiza, voltando a ocupar o seu lugar de destaque nos meios náuticos para alegria da sua grande torcida.

Campeão Baiano: 2 vezes (1906 e 1907).


Estádio Campo da Pólvora
Capacidade 2.000


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Nacional Esporte Clube

Fundado em 13 de maio de 1952
Campeão goiano da segunda divisão em 1967, 1981 e 1983
O único clube da cidade de Itumbiara que possui patrimônio, é o Nacional E.C, mas não tem time de futebol disputando competições oficiais desde 1984, quando se afastou da disputa do campeonato goiano.
O patrimônio do nacional tem origem na permuta de um terreno onde está localizado hoje a praça Sebastião Xavier com outra área onde foi construído o Estádio Paranaíba. Em 1954, a Prefeitura do Município doou um terreno para a Associação Esportiva Itumbiarense e esta área foi repassada ao Nacional EC em 1956 no governo Arédio Borges Guimarães - UDN. A Associação Esportiva Itumbiarense inicialmente recebeu o terreno onde está a Praça Sebastião Xavier, fez uma permuta com a Prefeitura da área por outra no Bairro onde está localizado o Estádio Paranaíba e repassou esta área do Estádio Paranaíba para o Nacional EC.
O Nacional chegou a ser campeão da segunda divisão do campeonato goiano em 1967 e em 1970, deixou de atuar ao fazer uma fusão com o Goiasinho da cidade de Itumbiara e então formar o time do Itumbiara EC.

O Nacional voltou as atividades na década de 1980 e foi campeão em 1981 e 1983 da segunda divisão, mas em 1984 paralisou as atividades.
Em maio de 2013, os dirigentes do Nacional decidiram em Assembleia vender a área do Estádio Paranaíba por cerca de R$ 5,5 milhões e com estes recursos irá construir um Centro de Treinamento.

1967 - Em sua primeira participação na Segunda Divisão do Campeonato Goiano, sagrando-se Campeão.
1968 - Depois do campeonato, o clube afasta-se dos gramados.
1981 - Retorna ás competições e torna-se novamente Campeão da Segundona conquistando assim a vaga na Primeira Divisão.
1982 - O clube é rabaixado para a Segunda Divisão
1983 - Conquista, mais uma vez, o Campeonato Goiano da Segunda Divisão garantindo vaga na Primeirona.
1985 - Devido á irregularidades, o clube perde seus pontos e afasta-se do futebol.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Alegrense Futebol Clube

O Alegrense Futebol Clube com Sede na Rua Marechal Floriano, s/n, em Alegre, foi Fundado no dia 30 de Janeiro de 1971. A equipe manda os seus jogos no Estádio Benedito Teixeira Leão, com capacidade para 5 mil pessoas.

No currículo, o conta com dois títulos importantes no futebol Capixaba: o Bicampeonato Estadual em 2001 e 2002. As conquistas deram ao clube a oportunidade de figurar no cenário nacional, disputando a Copa do Brasil. Em 2002, acabou sendo eliminado pelo Botafogo (RJ), e, em 2003, caiu diante do Criciúma (SC), em ambos na 1ª fase do torneio nacional.


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Associação Esportiva Cruzeiro do Sul

No mesmo dia em que Brasília completava seu primeiro ano de vida (21 de abril de 1961), às dez horas, na Casa 1 da Quadra 16 do Setor Residencial Econômico Sul – SRES, reuniram-se 93 moradores do então bairro do Cruzeiro para organizar uma associação recreativa e esportiva.
Foi pelos presentes escolhido João Scarano para presidir a seção e para secretariá-la Norberto Fernandes Teixeira.
João Scarano explicou o motivo da criação de uma associação esportiva e recreativa, dizendo que, com a criação daquela entidade o setor teria mais vida e seus moradores não precisariam recorrer a outros lugares para se distraírem, porque a agremiação que estava sendo fundada iria lhes proporcionar o que de melhor existia no setor recreativo e esportivo. Continuou dizendo que já estava sendo providenciada a sua sede provisória, com sua praça de esportes para competições oficiais e que, em breve, seria passada a “patrola” (espécie de trator para nivelar terrenos) para os primeiros passos do futebol no bairro.
A seguir foi escolhida uma comissão para elaborar os estatutos da agremiação, sendo Felinto Epitácio Maia, o Presidente, e tendo como auxiliares Zorobabel Josué dos Passos, Francisco Jacob dos Santos, Geraldo da Silva Santos e Norberto Fernandes Teixeira.
O novo clube recebeu o nome de Associação Esportiva Cruzeiro do Sul e tinha como cores oficiais a azul e a branca.
O uniforme tinha duas variações: o primeiro com camisa azul, calção branco e meias azuis (semelhante do Cruzeiro, de Belo Horizonte) e o segundo com camisas com listras verticais em azul e branco, calção branco e meias com listras horizontais também em azul e branco.
Tinha um gavião como símbolo.
Norberto Fernandes Teixeira foi eleito o primeiro Presidente da A. E. Cruzeiro do Sul.
Aproveitando a paralisação do certame oficial de 1961, o Cruzeiro do Sul fez um amistoso visando a assegurar boa estrutura para sua equipe. No dia 14 de janeiro de 1962, venceu o Carioca, por 4 x 3.
No dia 20 de janeiro de 1962 foi até a cidade goiana de Luziânia, vencendo o clube local por 2 x 0, quebrando uma invencibilidade de 54 jogos do Luziânia.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho de 1962 participou do Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo também Presidência e Guanabara.
No dia 30 de maio, estragou a festa do clube promotor, vencendo o Alvorada por 6 x 1. No dia 3 de junho, perdeu a final para a A. E. Presidência, por 3 x 1.
Veio o Torneio Início, em 10 de junho de 1962, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Logo no primeiro jogo, foi derrotado pelo Rabello, por 3 x 0.
Cedeu o zagueiro Edilson Braga para a Seleção que representou o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de 1962.
O Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 1962 dividiu-se em duas zonas: Norte e Sul. O Cruzeiro do Sul ficou na Zona Sul, onde fez sua estréia na competição no dia 8 de julho de 1962, no Estádio Vasco Viana de Andrade, perdendo para o Grêmio por 1 x 0. Só foi conseguir a primeira vitória já no segundo turno da competição, no dia 19 de agosto de 1962, ao derrotar o Colombo, por 4 x 2. Morales (2) e Walmir (2) marcaram os gols do Cruzeiro do Sul. E foi só essa. Foram oito jogos no total e mais dois empates e cinco derrotas. Marcou 7 gols e sofreu 15. Ficou na penúltima e nona colocação, à frente somente do Alvorada, que desistiu da competição.
Utilizou os seguintes jogadores: goleiros - David e Assis; defensores - Vicente, Meridian, Mello, Adalberto, Morales e Miro; atacantes - Laerte, Foguinho, Barros, Chumbinho, Chaves, Walmir, Isnard e Aguinaldo.
O ano de 1962 não foi de todo ruim para o Cruzeiro do Sul, pois este venceu o primeiro campeonato brasiliense da categoria de juvenis, com apenas um ponto perdido. Participaram da competição os mesmos clubes que disputaram a Primeira Divisão.
Para o ano de 1963, o Cruzeiro do Sul passou a contar com a administração da dupla Norberto Teixeira e Jackson Roedel, o que lhe renderia bons frutos.
Além de manter os bons jogadores de 1962, tais como Edilson Braga e Morales, o Cruzeiro do Sul reforçou o time, contratando bons jogadores dos clubes locais e também de outros Estados, tais como Ceninho, que jogou no futebol carioca (no Fluminense e no América), e Beto Pretti, que era jogador do Atlético Mineiro.
Com isso, conquistou de forma brilhante o título de campeão brasiliense de 1963, com uma campanha impecável: nos 16 jogos que disputou, venceu 10, empatou 5 e perdeu apenas 1. Marcou 39 gols e sofreu 14. Além disso, teve os dois principais artilheiros do campeonato, Ceninho, em 1º (com 10 gols) e Beto Pretti, em 2º (juntamente com Nilson, do Nacional), com 9.
Os jogadores utilizados pelo Cruzeiro do Sul foram: Goleiros - Zezinho e João Luís; Defensores - Edilson Braga, Aderbal, Mello, Davis, Morales, Humberto, Remis, Valdemar, Pedrinho e Pedersoli; Atacantes - Foguinho, Zezito, Ceará, Beto Pretti, Moisés, Ceninho, Omar, Quarteroli, Belini, Raimundinho, Paulinho, Isnard e Zezé.
Na “Seleção do Ano” escolhida pelo DC-Brasília, o Cruzeiro do Sul cedeu Beto Pretti, Ceninho e Quarteroli. Além disso, Beto Pretti foi escolhido o “craque do campeonato” e Gil Campos, o melhor treinador do ano de 1963.
No final deste ano, com a saída de Jackson Roedel para o Rabello (que iria aderir ao profissionalismo no ano seguinte), vários jogadores do Cruzeiro do Sul foram com ele, tais como Aderbal, Ceninho, Beto Pretti e outros.
Assim sendo, não estava mais com sua força máxima quando enfrentou o Vila Nova, de Goiânia (GO) pela Taça Brasil de 1964. No primeiro jogo, em 26 de julho de 1964, em Goiânia, perdeu por 3 x 1. No jogo de volta, em Brasília, foi desclassificado com o empate de 2 x 2.
Defenderam o Cruzeiro do Sul na Taça Brasil os seguintes jogadores: João Luís, Zé Paulo, Melo, Davis e Pedersoli; Mário César e Fino (Beline) (Waldemar); Zezito, Baiano, Paulinho (Abel) e Zezé.
Não adotou o profissionalismo no ano de 1964 e ficou em quarto lugar no campeonato brasiliense de amadores, atrás de Guanabara, Dínamo e Nacional. Foram sete vitórias, dois empates e três derrotas nos doze jogos que disputou.
Como consolo, conquistou a Taça Eficiência de 1964, três pontos à frente do campeão Guanabara, e novamente venceu o campeonato brasiliense de juvenis, com apenas três pontos perdidos.
Continuou perdendo peças importantes para os clubes que aderiram ao profissionalismo e em 1965 realizou péssima campanha no campeonato brasiliense de amadores, chegando em último lugar, sem conquistar ao menos uma vitória.
Em 1966, mais um ano ruim para o Cruzeiro do Sul, novamente último colocado no campeonato brasiliense de amadores.
Em 20 de fevereiro de 1967, a A. E. Cruzeiro do Sul enviou ofício nº 3/67 a Federação Desportiva de Brasília solicitando sua inscrição no campeonato de profissionais. Uma semana depois, aconteceu a Assembléia Geral que elegeu sua nova diretoria, tendo à frente o ex-presidente da Federação, Wilson Antônio de Andrade.
Para concorrer com os fortes adversários, trouxe muitos jogadores do interior de Minas Gerais e também aproveitou alguns jogadores da sua base, sendo o de maior destaque o meio-de-campo Alencar (que mais tarde jogaria no Ceub).
E os resultados não demoraram para aparecer. Foi vice-campeão do Torneio Início (disputado em 11 de junho de 1967). Logo depois, nos dias 16 e 18 de junho, conquistou o torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário de Taguatinga. Os jogos foram realizados no recém-inaugurado estádio do Flamengo (Ruy Rossas do Nascimento). O Cruzeiro do Sul venceu o Flamengo (3 x 2) e, na decisão, contra o Clube do Remo, do Pará, vitória de 1 x 0, gol de Ribamar.
Também conquistou um torneio quadrangular realizado na cidade do Gama, em novembro de 1967, vencendo a A. A. Cultural Mariana (2 x 1) e, na decisão, marcou 4 x 3 sobre o Coenge. O outro time que participou do torneio foi o Rabello.
Para coroar o seu bom primeiro ano no profissionalismo, ficou com o vice-campeonato brasiliense, somente atrás do Rabello, à frente de Colombo, Defelê, Flamengo e Guará.
Utilizou os seguintes jogadores: Goleiros - Waldemar e Vicente; Defensores: Juca, Grover, Elias, Maninho, Brigadeiro, Adilson, Ercy, Elinho e Aderbal; Meias e Atacantes - Ramalho, Geraldo, Alencar, Mário César, Paulada, Nando, Luciano e Edgard.
Não conseguiu manter a ótima performance de 1967 no ano seguinte (1968). No campeonato brasiliense deste ano, disputado por apenas cinco equipes, o Cruzeiro do Sul ficou em 4º. Foram apenas duas vitórias nos oito jogos que disputou.
Sua última participação no campeonato de 1968 aconteceu no dia 22 de maio, com derrota de 3 x 0 diante do Defelê. Foi a última vez de forma oficial que o Cruzeiro do Sul entrou em campo.
Preferiu ficar de fora do campeonato brasiliense de 1969, quando a Federação resolveu juntar em sua competição oficial clubes profissionais com amadores, e também do ano seguinte, 1970.
Em 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral de Clubes que aprovou a desfiliação do Cruzeiro do Sul.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Orion Sporting Club

Um dos poucos registros da formação do Orion campeão cearense em 1930. Time existiu por apenas três anos, mas levou um Estadual e dois torneios início.

Uma constelação iluminou o futebol cearense nos nebulosos anos de 1930. De trajetória bela e também turbulenta, o Orion Futebol Clube atravessou os gramados locais com a rapidez de um cometa. Foram três anos marcados por títulos e confusões. Pouco tempo, mas o suficiente para deixar registrado o nome do time da constelação em lugar especial na memória do futebol cearense. 

A gênese do Orion ilustra com clareza a inquietude que a equipe trouxe para o futebol cearense. O clube nasceu em 1929, a partir da dissidência de jogadores do Fortaleza, então tricampeão cearense. O Tricolor extinguiu o departamento de futebol quando liderava o Estadual, em 6 de agosto - alegando dificuldades financeiras e descontentamento com o julgamento de protestos do clube pela Associação Desportiva Cearense (ADC). Pesou na decisão ainda os atritos entre atletas e diretoria. 

Eram tempos de amadorismo, em que os vínculos dos clubes com os jogadores pareciam tão frágeis quanto o grau de organização da ADC. Liderados pelos irmãos Machado (Moacir, Jandir, Juraci e Caranã) os tricolores preferiram criar uma nova agremiação a aderir a uma das existentes. Nas cores preta e branca, o Orion começou a disputar partidas amistosas ainda em 1929. O título do ano, que estava nas mãos do Fortaleza, acabou com o Maguary. 

Só que a estrela do Orion logo mostrou seu brilho. O time venceu com facilidade o Torneio Início de 1930. Manteve o favoritismo no Campeonato Cearense, levando o título e dando o troco no Maguary, desta vez vice-campeão. A campanha teve ainda outro ingrediente - com 11 gols anotados, o atacante Zezé foi o artilheiro do campeonato. 

Derrocada 

Mas aí uma espécie de buraco-negro engoliu o Orion. Em 1931, o time voltou a ganhar o Torneio Início e seguia rumo ao bicampeonato, liderando o Estadual até a última rodada, quando enfrentaria o Ceará, segundo colocado, um ponto atrás. A decisão foi marcada pela ADC para a mesma semana em que o time chegara de excursão pelo Interior. Apesar dos pedidos de adiamento por parte do Orion, a ADC manteve a data da final. Em sinal de protesto, o time não entrou em campo - o título ficou com o Ceará. 

O sucesso alcançado pelo Orion fez com que o Fortaleza "repatriasse" parte dos atletas dissidentes em 1929 e retomasse as disputas em 1932. O Orion ainda participou do Estadual daquele ano, mas, desfigurado, e ainda sentindo-se prejudicado pela ADC, acabou pedindo desligamento da entidade, fechando as portas antes do fim da competição. Era o último brilho da constelação alvinegra em campos cearenses. 

ORION FC. 

Fundação: outubro de 1929 
Extinção: 1932 
Cores: Preta e branca 
Estaduais disputados: 1930, 1931 e 1932 
Títulos: 1 Cearense (1930); 2 Torneio Início (1930 e 1931) 
Artilheiro: Zezé (1930, com 11 gols) 

NÚMEROS 

3 títulos 
conquistou o Orion nos três anos de existência do clube - o Estadual de 1930 e o Torneio Início de 1930 e 1931 

11 gols 
anotou o atacante Zezé, do Orion, na campanha do título de 1930. Ele é o único artilheiro do time em disputas de estaduais 

E-MAIS 

A diretoria do Orion chegou a publicar nota na imprensa alertando aos torcedores a opção do clube em não disputar a decisão do Estadual de 1931 na data marcada pela ADC. "O Orion Sport Clube, devidamente autorizado pela sua diretoria, avisa ao público em geral que não tomará parte no match de futebol anunciado, conforme comunicação feita em sessão da A.D.C, pelo seu representante, sr. Armando Maramaldo". Conforme o pesquisador Nirez de Azevedo no livro História do Campeonato Cearense de Futebol, o texto foi publicado no jornal O Nordeste, em 23 de outubro de 1931. 

Mesmo tendo abandonado o Estadual de 1929, o Fortaleza foi considerado o vice-campeão do ano. Os demais clubes exigiram a perda de todos os pontos conquistados pelo Tricolor - como era praxe em casos de abandono. A ADC preferiu manter a pontuação leonina. 

No anos 1930, as trapalhadas da ADC eram tantas que os clubes e a imprensa passaram a se referir à entidade como " A Madastra", conforme afirma o pesquisador Alberto Damasceno. 

O atacante Teopisto, que defendeu o Ceará na perda do título de 1930 para o Orion, foi o árbitro dos 16 a 0 do Alvinegro sobre os ingleses do Sussex Trader, tema da série Memória do Futebol do último domingo. 

Os registros oficiais da Federação Cearense de Futebol registram o nome do time da constelação como Orion Futebol Clube. Contudo, alguns livros históricos apresentam o time como Orion Sporting Club. 

Orion é o nome de uma constelação equatorial formada de estrelas brilhantes, três das quais as conhecidas "Três Marias".

O Campeonato Cearense de 1930, vencido pelo Orion, foi, provavelmente, o mais desmotivado da história da competição. Apenas quatro times iniciaram a disputa, em 16 de março daquele ano: os rivais Ceará e Maguary; o novato Orion, substituindo o Fortaleza; e o pouco expressivo Fluminense. Dois times que participaram do Estadual de 1929 paralisaram as atividades pouco antes do início do campeonato: o Atlética e o Guarany (da capital, não o de Sobral). 

Com apenas quatro clubes, a edição de 1930 divide a marca de Estadual com menor número de competidores com a primeira disputa do Cearense - em 1920, Fortaleza, Ceará, Bangu e Guarany entraram em campo. Porém, um detalhe depõe contra a edição vencida pelo Orion; o Fluminense abandonou a disputa ainda no primeiro dos dois turnos, reduzindo a briga pelo título a um triangular. 

O campeonato começou em 16 de março e terminou em 12 de junho, com jogos apenas aos domingos. O Orion levou o título, com o Maguary em segundo e o Ceará em terceiro. Após o encerramento da competição os clubes resolveram paralisar as atividades no segundo semestre.

Ficha técnica da decisão do estadual de 1930. 

ORION 2
Oto; Preto e Orestes; Basílio, Caranã e Santana; Guarany, Jurandir, Zezé, Juracy e Pirão.
CEARÁ 1
Pintado; Liberato e Bebê; Teopisto, Viana e Arthur; Afonso, Hildebrando, Farnun, Peixe e Zé Maria. 

Local: Campo do Prado (onde hoje fica o Centro Federal de Ensino Tecnológico-Cefet)
Data: 1.6.1930
Árbitro: Arthur Salgado
Público: livre acesso
Renda: não se cobrava
Gols: Juracy e Pirão (Orion); Farnun (Ceará)

Fonte http://memoriafutebolcearense.blogspot.com.br/2008/07/memria-do-futebol-cearense-orion.html

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Esporte Clube XV de Novembro

O Esporte Clube XV de Novembro de Jaú foi fundado no dia 15 de novembro de 1924, como homenagem à Proclamação da República. As cores que o clube ostenta, verde e amarela, também fazem alusão às cores da Bandeira Brasileira. Em 1931, o clube recebeu o apelido de “Galo da Comarca” e o animal continua como mascote.

Inicialmente, XV de Jaú passou duas décadas disputando torneios amadores pelo interior do Estado e apenas em 1948 resolveu se profissionalizar, quando participou de sua primeira competição profissional: o Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Disputou a competição até 1951, quando foi campeão ao derrotar na final o Jabaquara, obtendo o acesso à Primeira Divisão.

Dois anos mais tarde, mais precisamente no dia 10 de setembro de 1953, o “Galo” realizou um amistoso contra o Clube de Regatas Flamengo (RJ), no estádio do Maracanã, conseguindo um empate por 4 a 4. No ano seguinte, em 26 de setembro de 1954, o XV de Jaú venceu o Palmeiras por 4 a 2, conquistando a Taça das Goleadas, oferecida à equipe com o melhor ataque nos jogos contra times da capital e da Baixada Santista.

O clube conseguiu manter-se na elite do futebol estadual por oito anos, mas em 1959 acabou rebaixado à Segunda Divisão. O XV de Jaú participou de nove edições da Segundona e, em 1968, resolveu fazer uma pausa no futebol profissional, retornando apenas em 1975, no Campeonato Paulista da Primeira Divisão, equivalente à atual Série A2.

Durante o tempo em que ficou inativo, o clube aproveitou para inaugurar seu estádio, o Zezinho Magalhães, que tem capacidade para 18 mil pessoas. Em jogo contra o Juventus, no dia 15 de agosto de 1973, o XV de Jaú não estreou com vitória em seus domínios e foi derrotado por 2 a 1. O gol do time da casa foi de Dejair Godoy, o primeiro da história do estádio.

Em 1976, o XV de Jaú chegou a mais uma conquista: foi campeão paulista da Primeira Divisão, conseguindo acesso à Série Especial (equivalente à atual Série A1), competição que disputou por quase duas décadas, até 1993, quando foi rebaixado à Série A2. Nesse meio tempo, em 1977, o estádio Zezinho Magalhães registrou recorde de público: 24.533 pessoas para assistir à partida entre XV de Jaú e Corinthians, pelo Campeonato Paulista.

Após disputar a Série A2 do Estadual nos anos de 1994 e 1995, o clube conseguiu voltar à A1 em 1996, mas logo no ano seguinte foi rebaixado. Em 1998, o XV de Jaú não fez boa campanha e amargou mais um rebaixamento, para a Série A3. Já em 2006, o clube foi vice-campeão desta divisão, conseguindo retornar à A2. Mas três anos depois voltou à A3 do Campeonato Paulista. 
Em 2012, o XV não fez boa campanha durante o Campeonato Paulista, e chegou à última rodada do certame precisando da vitória. O jogo foi no estádio Zezinho Magalhães contra o lanterna da tabela, o Taboão da Serra. O XV não conseguiu a vitória, ficando no 2 a 2 e amargando o rebaixamento para a série B1 (quarta divisão do futebol paulista).
Com sérias dificuldades financeiras em decorrência das más administrações anteriores, o XV de Jaú não consegue disputar a "quarta divisão" do paulista em 2015, e suspende suas atividades esportivas.
Estádio 

Zezinho Magalhães, conhecido por Jauzão, localizado na cidade de Jaú,  pertence ao Esporte Clube XV de Novembro (Jaú) e tem atualmente capacidade para 20.000 pessoas.
O estádio foi construído em homenagem a José Maria Magalhães de Almeida Prado, que foi presidente do clube e prefeito da cidade na década de 1950, e substituiu o antigo estádio Artur Simões que havia sido construído em tempo recorde de 10 dias no ano de 1951.

Alcunhas Galo da Comarca

Mascote
Sete anos após sua fundação, no ano de 1931, uma reunião entre alguns clubes da região de Jaú acabou definindo o nome da mascote do XV. Manoel do Porto, representante do clube na ocasião, tentava defender o XV na formação das equipes participantes no campeonato da região. O presidente do clube, chamado Bocaina F.C., não gostou da postura do representante do XV afirmando que o clube estava se portando como um galo, levantando a crista. A resposta do dirigente do XV foi imediata: “então o senhor quer dizer que o XV é o galo da comarca?”. Nascia assim a mascote do XV de Jaú.

domingo, 30 de agosto de 2015

Associação Desportiva Atlanta

Associação Desportiva Atlanta é uma agremiação esportiva de Jequié, no estado da Bahia, fundada a 1 de fevereiro de 1983. Suas cores são azul, vermelho e branco. 
A Associação Desportiva Atlanta foi fundada em em 1º de Fevereiro de 1983 e conquistou o título da 2ª Divisão do Campeonato Baiano em 1987 chegando a 1ª Divisão no ano seguinte. Na elite baiana o Atlanta estreou no dia 28 de fevereiro sendo derrotado em casa pela Catuense Futebol S/A por 2 a 1. Aquela derrota foi uma prévia da má campanha do Atlanta, no primeiro turno foi apenas um ponto em cinco jogos, no segundo turno foram dois pontos em quatro partidas, no terceiro turno sua melhor participação marcando seis pontos em cinco partidas chegando ao Quadrangular Final do turno. No Quadrangular Final a equipe perdeu as três partidas: 5 a 0 para o Esporte Clube Bahia, 7 a 2 para o Fluminense de Feira e 1 a 0 para a Catuense Futebol S/A. Abalado, no quarto turno perdeu as quatro partidas que disputou e foi rebaixado para a 2ª Divisão.

Após o rebaixamento o Atlanta disputou a 2ª Divisão até o ano de 1992, em 1993 abandonou o profissionalismo até 2000 quando retornou na 3ª Divisão sem conseguir bons resultados. Em 2008 apoiado pela empresa Doce Mel voltou ao futebol profissional na 2ª Divisão, mas devido a um tropeço no último jogo contra o Cruzeiro que era lanterna, estava eliminado e com dois atletas a menos em campo conseguiu chegar ao empate com o Atlanta com um gol no último minuto de jogo, ficou de fora da fase semi-final. Após um ano sabático o Atlanta retornou as atividades em 2010 para disputar a 2ª Divisão novamente com o apoio da Doce Mel da cidade de Ipiaú que exigiu que o Atlanta passasse a jogar nesta cidade, mas como o estádio da cidade de Ipiaú não atendia as exigências da FBF o Atlanta mandou seus jogos na cidade de Jequié, sede da equipe.

Campeão Baiano - 2ª Divisão: 1987


Estádio Waldomiro Borges
Capacidade 6.000

sábado, 29 de agosto de 2015

Clube Atlético Juventus

Clube Atlético Juventus, mais conhecido como Juventus, é um clube com sede em Seara, no estado de Santa Catarina. Fundado em 20 de outubro de 1962, o Juventus tem como cores o grená, preto e o dourado.

É uma entidade de direito privado sem fins lucrativos, caracterizando-se como entidade de caráter social, esportivo, filantrópico, cultural, recreativo e cívico.
Mascote Besouro
Os fundadores foram: Alvo Dallago, Deolindo Zílio, Agenor Francisco Zílio, Evilasio Provenci, Dorvalino Canalle, Reinaldo Rossari, Caetano de Marco, Luiz Biffi, Domingos Sfredo, Ernesto Rossari, Urbano Edgar Finger, Adolfo Schonell, Antônio Osmar Paludo, Dorvalino José Rech, Artêmio Paludo, Waldecir Paludo, Victório Pierozan, Francisco Mafessoni, Fiorelo Trentini, Benjamin Provensi, Arlindo Zolett, Walter Rossari, Waldemar Zonta, Wilmar Garcia, Rodolfo Delugokinski, Rosalino Nardi, Hilário Canalle, Fiorelo Nardi, Agostinho Machado, Ivo Provensi e Vitório Sabadin.
Com estádio próprio, (doado por Victório Pierozan) o clube sempre esteve presente em disputas amadoras, conquistando o grande título de Campeão Estadual Amador em 1981. Da década de 80 até 2013, o Juventus também conquistou títulos com as categorias de base em Santa Catarina e no Sul do Brasil.
A partir de 2013 a nova história do clube começou a ser planejada. Com a iniciativa do presidente da Rede Schumann (rede de lojas que nasceu em Seara), André Schumann, o clube passou de amador para profissional e em 2014 começou a figurar nas competições oficiais promovidas pela Federação Catarinense de Futebol.
Alcunhas Fúria do Oeste

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Juventus Futebol Clube

Estréia no profissionalismo, em 2006, quando disputa a Terceira Divisão de Profissionais do Rio de Janeiro. A agremiação se classifica na primeira fase em segundo em seu grupo, atrás somente do União Central Futebol Clube e à frente dos eliminados União de Marechal Hermes Futebol Clube e Futuro Bem Próximo Atlético Clube. Na segunda fase, é eliminado em jogos de ida e volta pelo Sampaio Corrêa Futebol e Esporte.

Em 2007, disputou novamente a Série C do Carioca de 2007, mas é eliminado na primeira fase ao ficar em quinto em seu grupo, que classificou Campo Grande Atlético Clube, Semeando Cidadania Futebol Clube e Atlético Clube Diana, ficando ainda o eliminado Deportivo La Coruña Brasil Futebol Clube em quarto, e Atlético Rio Futebol Clube em último.

Em 2008, se licencia das competições organizadas pela FFERJ.

Em 2009, disputou novamente a Série C classificando-se na primeira fase em seu grupo ao ficar em terceiro lugar, atrás do Bela Vista Futebol Clube e Santa Cruz Futebol Clube. Na segunda fase é eliminado ao ficar em último na sua chave, que classificou Fênix 2005 Futebol Clube e União Central Futebol Clube para a terceira fase.

Em 2011, disputou novamente a Série C classificando-se na primeira fase em seu grupo ao ficar em segundo lugar, atrás da Associação Desportiva Itaboraí. Na segunda fase classificou-se em segundo lugar, atrás do Goytacaz Futebol Clube. Na terceira fase classificou-se em segundo lugar, atrás do América Futebol Clube. Na fase final ganhou a disputa por uma vaga na final contra a equipe Associação Atlética Carapebus, na final disputou o título contra o Goytacaz Futebol Clube para o qual perdeu, mas conseguiu o título de vice-campeão e uma vaga no Série B do Carioca de 2012.
Francisco Carlos de Almeida Hora, presidente do Juventus

Há planos para uma futura praça de esportes que ficará no bairro de Campo Grande, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

A exemplo do seu homônimo italiano, tem as cores branca, amarela e preta além de um logotipo muito semelhante.

Mascote Touro

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Clube Atlético Itapemirim

Clube Atlético Itapemirim, (conhecido apenas por Atlético e cujo acrônimo é CAI) é um time de futebol brasileiro sediado na rua Argentino Fonseca, da cidade de Itapemirim, estado do Espírito Santo.

Fundado em 5 de dezembro de 1965 por um grupo de torcedores do galo mineiro, tem como suas cores tradicionais o preto e o branco e tem como mascote um galo.
O Clube Atlético Itapemirim foi fundado em 05 de dezembro de 1965 em Itapemirim por torcedores mineiros que vieram trabalhar no novo Banco do Brasil que seria inaugurado no município na década de 50, apaixonado pelo futebol e pelo botafogo, o carioca José Olívio Soares junto com os novos funcionários mineiros do novo banco, fundaram um time de futebol no município de Itapemirim, inicialmente o desejo de José Olívio era que o novo clube levasse em seu peito o escudo do glorioso carioca, porém no novo banco a maioria eram torcedores do galo mineiro, então ficou decidido que o escudo seria a do Atlético Mineiro, portanto sendo que as cores do time mineiro eram as mesmas do Botafogo, José Olívio acabou concordado, assim surgiu o Clube Atlético Itapemirim.

Na maior parte de sua história o Atlético Itapemirim participou de diversos campeonatos regionais, citadinos e torneios amadores, como o Sulino o principal torneio do sul do estado no qual o galo da vila foi campeão três vezes em 2006, 2007 e 2010.

Em 2011 o Atlético Itapemirim deixa de ser um time amador e se torna um time de futebol profissional filiado a federação capixaba de futebol (FES) e a confederação brasileira de futebol(CBF) , participando assim pela primeira vez em uma competição profissional, o campeonato Capixaba Série B de 2011.

Após a disputa de 2011, onde o Atlético Itapemirim ficou em 5º lugar, o Galo da Vila retorna em 2014 a competição estadual em busca de uma inédita classificação a primeira divisão do Capixaba de 2015.
O Atlético Itapemirim consegue montar um time competitivo. Em um dos campeonatos da segunda divisão capixaba mais equilibrado dos último anos o Atlético consegue assegurar uma das duas vagas de acesso para série A do Capixaba de 2015, desbancando times favoritos e tradicionais do Espírito Santo como o Rio Branco A.C. e o Serra F.C.. Em um campeonato bastante acirrado o Atlético Itapemirim ficou com o vice-campeonato, com o mesmo 11 pontos que o Sport Capixaba (campeão) no quadrangular final só perdeu o titulo nos saldos de gols.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense

Em agosto de 1910, Miguel Ângelo Brandoleze, Miguel Ferrari e Amadeu Rocco lançaram a idéia da fundação de um clube que promovesse o ciclismo na cidade de Rio Claro. No dia 28 de agosto de 1910, na residência de Miguel Ângelo, foi realizada a assembléia oficial da fundação do Velo Clube.

O nome do Velo Clube está diretamente ligado à prática do ciclismo. No início do século XX o Brasil sofria grande influência da França. Em francês uma das palavras utilizadas para se designar “bicicleta” évélo, daí surgiram os termos Velo Clube – designação genérica de agremiações voltadas para a prática ciclística – e velódromo – local destinado a estas práticas.

Durante dez anos o Velo Clube dedicou-se exclusivamente ao ciclismo, transformando Rio Claro em um pólo do esporte no interior paulista e atraindo desportistas de diversas localidades do estado.

Em 1920, por iniciativa de um grupo liderado por Felício Castellano e Aldino Tebaldi, o futebol começou a fazer parte da história da equipe de Rio Claro. Naquele ano, no dia 16 de maio, ocorreu a fusão entre o Velo Clube com o Comercial Futebol Clube, passando a nova equipe a denominar-se Associação Esportiva Velo Clube Rio-clarense. A data de fundação, no entanto, permaneceu a do clube de ciclismo: 28 de agosto de 1910.

Para receber as partidas de futebol, o Velo Clube, que já era dono do velódromo de Rio Claro, construíram um campo de futebol com uma pequena arquibancada de madeira em um terreno entre a Vila da Caridade São Vicente de Paula e a Santa Casa de Misericórdia. Atualmente, o local abriga o estádio Benito Agnelo Castellano.

O primeiro título foi conquistado em 1925, quando o clube foi Campeão do Interior. Na época este era o torneio de maior prestígio que uma equipe de fora da capital ou de Santos podia conquistar. Como Campeão do Interior o Velo Clube ganhou o direito de disputar a Taça Competência, contra o campeão do estado naquele ano – no caso o São Bento da capital. O jogo ocorreu no estádio Parque Antártica, atual Palestra Itália, e o São Bento venceu o Velo Clube por 2 a 0, ficando com o troféu.

A participação em campeonatos profissionais da Federação Paulista de Futebol começou em 1948, quando o clube foi alocado na Segunda Divisão (atual Série A2) do Paulistão. Oito anos mais tarde o clube acabou sendo rebaixado para a Terceira Divisão (Série A3), onde ficou até 1975, quando conquistou o vice-campeonato e o acesso para a Primeira Divisão (Série A2). Foi um dos períodos mais vitoriosos do clube, já que em 1978 o Velo chegou ao vice-campeonato da Divisão Intermediária (Série A2), ganhando o direito de disputar uma vaga na Divisão Especial (Série A1), contra o Paulista.

Para a definição da vaga foram disputadas três partidas, em que o Velo Clube ganhou duas e empatou uma. Mais de 10 mil torcedores invadiram o estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Uma carreata de mais de 40 km ocupou a Rodovia Anhanguera na volta à cidade.

No dia 1º de setembro de 1979, o Velo Clube estreava na Divisão Especial contra o Juventus, na Rua Javari. Mas os 20 dias de preparação para enfrentar a maratona de 38 jogos da competição não foram suficientes para garantir a permanência na elite do futebol profissional do paulista. O clube ficou em último lugar no torneio com 22 derrotas, 11 empates e apenas cinco vitórias, sendo rebaixado para a Segunda Divisão (A2) em 1980.

Em 1991, o Velo Clube foi vice-campeão da Segunda Divisão (Série A3), subindo para a Divisão Intermediaria (Série A2) com o São Caetano. Mas como o estádio Benitão não comportava 15 mil torcedores, o Velo seguiu na Segunda Divisão. No ano seguinte, novamente a capacidade do estádio prejudicou a equipe e, apesar de se classificar entre os 16 clubes que teriam direito a disputar a Série A3 de 1993, o Velo Clube teve de se conformar em ficar na Série B1 (Atual Segunda Divisão).

Em 1996, o clube conquistou o acesso para a Série B1-A, mantendo a invencibilidade em 27 partidas. Dois anos depois, disputou a Copa São Paulo de Juniores. Depois de se licenciar de competições profissionais por um ano, o Velo Clube fez sua última disputa em 2005, no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. No ano seguinte, garantiu o título na disputa do Sub- 17. Voltou aos campeonatos profissionais em 2007, para a Segunda Divisão.

Em 2010 começou a sequência de acessos. Somando a experiência de disputas anteriores e a contratação do técnico João Valim, o Velo Clube conquistou o vice-campeonato no estadual da Segunda Divisão, equivalente ao quarto escalão paulista, e consequentemente o acesso à Série A3. A campanha do time rubro-verde foi de 19 vitórias, sete empates e seis derrotas, inclusive as duas para o Taboão da Serra, na final do torneio.

No ano seguinte, na Série A3 de São Paulo, o Velo Clube conquistou seu segundo acesso seguido no futebol paulista. Após conquistar a segunda colocação do Grupo 02 do torneio, o time de Rio Claro passou para o quadrangular semifinal, onde dividiu o Grupo 03 com Penapolense, Taubaté e XV de Jaú. Ao término das seis rodadas da chave, a equipe de João Valim conquistou mais uma vez a segunda posição e carimbou sua vaga na Série A2 do Campeonato Paulista.

Já disputando o segundo escalão estadual, o Velo Clube demonstrou sua força e fez uma campanha respeitável. Após 19 rodadas da primeira fase, o time de Rio Claro somou 27 pontos (oito vitórias, três empates e oito derrotas) e conquistou o novo lugar. Ficando de fora da segunda fase do torneio.

Após a Copa Paulista de 2012, quando foi semifinalista, o ciclo de João Valim na equipe rioclarense se encerrou. Já sem o treinador, a equipe disputou a Série A2 de 2013 e com uma campanha razoável terminou na 12ª colocação.

Estádio


Benitão

O Estádio Benito Agnelo Castellano, conhecido por Benitão, localizado na cidade de Rio Claro, pertence à Prefeitura de Rio Claro e sedia jogos da Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense.
O estádio era de propriedade do Velo Clube, mas em 2008, foi adquirido pela Prefeitura de Rio Claro.
Capacidade 8.136 pessoas


Mascote

O galo é, com certeza, a mascote mais utilizada no Estado de São Paulo. Nas décadas de 1930 , 40 e 50 havia uma atividade muito popular no País: as “brigas de galo”. Sua importância era tamanha que o conceito de “galo”, ou seja, aquele time que ganha de todos e espera desafios, acabou se enraizando no futebol de maneira muito forte. Nas rinhas de galo (locais de competição), o galo vermelho, ou “galo índio”, era geralmente considerado o mais bravo e vencedor. Assim, devido às conquistas na cidade e à suas cores, o Velo Clube acabou recebendo a mesma denominação: “Galo Vermelho”. A histórica rivalidade de quase 100 anos com o Rio Claro F.C. também contribuiu para fortalecer o apelido e a mascote, tanto é que a equipe rival é chamada, igualmente pelas suas cores, de “Galo Azul”.

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Clube Atlético Votuporanguense Ltda

Associação Atlética Votuporanguense foi um clube brasileiro de futebol, localizado na cidade de Votuporanga, interior do estado de São Paulo. Fundada em 23 de dezembro de 1956, suas cores eram preta e branca. Teve 36 participações no Campeonato Paulista de Futebol.

A Associação Atlética Votuporanguense foi, ao lado do Fernandópolis Futebol Clube, seu maior rival, a agremiação mais tradicional de sua região. Todavia, o "FFC" não teve a quantidade de participações na divisão de acesso que teve a Votuporanguense. Habitual participante desta divisão, entre os anos de 1961 e 1993, neste período a equipe de Votuporanga frequentou por 29 vezes a Segunda Divisão (atual A2).
Viveu seu ápice durante os anos de 1970. Graças a uma divida com a Federação Paulista de Futebol e a falta de parcerias, o time teve sua última participação no Campeonato Paulista de Futebol do ano de 2000 e fechou definitivamente as portas.

Um ano depois, fundou-se a Sociedade Esportiva Votuporanga, a SEV, um clube empresa, que em três anos subiu do extinto Paulista B-2, correspondente a Quinta Divisão, até a Série A-3. O uniforme era branco, azul e amarelo. Em 2005, a SEV trocou Votuporanga por Hortolândia. O nome mudou para Social Esportiva Vitória, a SEV/Hortolândia, que desativou o futebol profissional em 2011.

Após alguns anos sem futebol profissional na cidade, surgiu no final de 2009 o Clube Atlético Votuporanguense trazendo de volta toda a emoção para a torcida Alvinegra.
Em apenas três anos disputando competições oficiais, o CAV em pouco tempo, conquistou o acesso para a série A3 e sagrou-se campeão da Segunda Divisão de 2012.

Estádio
História Clube Atlético VotuporanguenseEstádio Municipal Plínio Marin é o local onde o Clube Atlético Votuporanguense comanda suas partidas.

Plínio Marin foi um dos pioneiros de Votuporanga. Sua família chegou aqui no dia da fundação da cidade. Gostaram da região e compraram 160 alqueires, dos quais,anos mais tarde foram doados: uma área para construção da praça S. Bento, outras para abertura de ruas, o terreno onde se construiu o Centro Espírita e o terreno para construção do Estádio Plínio Marin”. Foi  proprietário do 1º cartório de registro de imóveis de Votuporanga . Foi presidente da Comissão de Dirigentes constituída no ano de 1957 para a concretização da união do América F. Clube com o Votuporanga Esporte Clube ( unidades esportivas de Votuporanga) que em consequência deram origem à Associação Atlética Votuporanguense  . Plínio Marin foi  o  1º presidente Associação Atlética Votuporanguense (AAV), que aos 19 dias de fevereiro de 1961, recebeu  o título de campeões da 3ª divisão de profissionais, o que lhe deu o direito de ingressar na 1ª divisão, sendo a única representante nesta categoria desde a cidade de S. J. do Rio Preto, até as barrancas do Rio Paraná.
Mascote
Após alguns anos sem futebol profissional na cidade, surgiu no final de 2009 o Clube Atlético Votuporanguense trazendo de volta toda a emoção para a torcida Alvinegra.
Em apenas três anos disputando competições oficiais, o CAV em pouco tempo, conquistou o acesso para a série A3 e sagrou-se campeão da Segunda Divisão de 2012.
O clube adotou a “Pantera Alvinegra” como mascote, pois com garra, determinação e principalmente a rapidez de uma pantera, conquistou resultados rapidamente dentro dos gramados do Estado de São Paulo

Site
http://www.cavotuporanguense.com.br/

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Grêmio Catanduvense de Futebol

A cidade de Catanduva tem uma longa tradição no futebol, que começou ainda na década de 1950, com o Catanduva Esporte Clube, que só se profissionalizou em 1955, disputando por 14 anos os campeonatos profissionais de São Paulo. De 1955 à 1963, a equipe disputou a Terceira Divisão, correspondente à Série B3 ou Sexta Divisão do futebol paulista, hoje extinta. No ano de 1963, o clube sagrou-se campeão desta divisão, subindo para a Segunda Divisão, que disputou até 1968, quando resolveu fechar as portas e foi extinto.
Catanduva ficou apenas dois anos sem ter um clube para torcer, já que em 5 de fevereiro de 1970 foi fundado o Grêmio Esportivo Catanduvense, que herdou a vaga do Catanduva Esporte Clube. Foram 18 anos disputando a Segunda Divisão, até que, em 1988, o time conquistou o acesso à Primeira Divisão (atual Série A2) do futebol paulista. Nesta época, a cidade de Catanduva teve seu auge no futebol, disputando o acesso para a Série Especial (atual Série A1) do Campeonato Paulista. Ainda naquele ano, o Grêmio Esportivo Catanduvense participou do Campeonato Brasileiro da Série B. No entanto, em 1993, com uma série de dívidas, o Grêmio não conseguiu formar uma boa equipe e acabou rebaixado. Junto com o rebaixamento veio mais uma mudança de nome, quando surgiu o Catanduva Esporte Clube, extinto dois anos mais tarde.
Para suprir a carência da cidade no futebol, foi fundado o Clube Atlético Catanduvense, em 8 de março de 1999. Por ter se ausentado por muito tempo de uma competição oficial, o Clube Atlético Catanduvense passou a disputar a Série B2 do Campeonato Paulista. Mais três anos se passaram sem que o clube tivesse uma conquista. Assim, em 2001, a equipe acabou abandonando o campeonato, tendo suas partidas canceladas.

Mesmo afastado do profissionalismo, o Clube Atlético Catanduvense só cedeu seu lugar na competição em 2004, quando o novo Grêmio Catanduvense de Futebol passou a representar a cidade. Embora naquele ano o time tenha jogado bem, acabou sendo eliminado na terceira fase da Segunda Divisão,  competição que disputou até 2006, quando conquistou o acesso à Série A3.

Logo no ano seguinte, em 2007, o clube conseguiu ainda mais uma conquista: o acesso à Série A2, que disputou em 2008, 2009 e 2010, sem, no entanto, conseguir retornar à elite do futebol paulista.

Passados três anos disputando o Campeonato Paulista da Série A2, o de 2011 foi muito especial ao time de Catanduva. Fazendo uma campanha irretocável, somando 12 vitórias, oito empates e quadro derrotas, o Grêmio Catanduvense finalmente conquistou o tão esperado retorno ao Paulistão Chevrolet. Na classificação geral, o time presidido por Valmor Peruzzo, terminou na terceira colocação, atrás somente de XV de Piracicaba e Guarani.

E o tão esperado ano de 2012 chegou. Fazendo parte do seleto grupo dos 20 melhores clubes do estado de São Paulo, o Grêmio Catanduvense não conseguiu repetir o bom primeiro semestre de 2011 e fez uma campanha fraca, sendo rebaixado logo no seu retorno à elite. Apesar do descenso, o time do técnico Roberval Davino, que comandou a equipe durante as 19 rodadas da primeira fase, conseguiu fazer boas partidas contra Palmeiras, que empatou por 1 a 1 após sair na frente, Corinthians, que perdeu por 2 a 1 de virada, e Portuguesa, que também terminou com um empate sem gols. Durante a fase de classificação do Paulistão Chevrolet 2012, o Catanduvense somou duas vitórias, sete empates e dez derrotas.

Em 2013, o clube disputou novamente a Série A2. Após conseguir a sétima colocação na primeira fase, a equipe de Catanduva acabou falhando na tentativa de voltar para a primeira divisão.

Estádio


E. M. Silvio Salles
Capacidade 16.444 Lugares

Mascote

Conhecida como a 'cidade feitiço', Catanduva é a casa do Grêmio Catanduvense de Futebol. Todos os que vêm morar aqui são “enfeitiçados e não saem nunca mais”. Seguindo a tradição da cidade, o Grêmio tem como sua mascote a bruxa com uma função especial: enfeitiçar seus adversários fora de casa e principalmente em seu caldeirão, o Estádio Municipal Silvio Salles, levando a equipe às glórias e vitórias.

domingo, 23 de agosto de 2015

Ceres Futebol Clube

Foi criado por marinheiros do 1º Distrito Naval, que moravam na Rua Céres, no bairro de Bangu. Participa inicialmente do Departamento Autônomo, campeonato de clubes amadores promovido pela FFERJ, sagrando-se campeão em 1985 e vice em 1986.
Estréia no profissionalismo em 1988 na Terceira Divisão de Profissionais. Fica na primeira fase em quarto lugar no seu grupo e é eliminado da fase final. Em 1989, se classifica em segundo na primeira fase e quase chega à final do campeonato, quando fica em segundo na sua chave.
A glória advém em 1990, quando se sagra campeão da Terceira Divisão, o título mais representativo da sua história. Contudo, em 1991, o Céres, que deveria ser promovido à antiga Segunda Divisão, que viraria nesse ano Módulo "B" da Primeira, é simplesmente remanejado juntamente com os outros times de seu módulo para uma Segunda Divisão com cara de Terceira. Fica em quinto lugar na classificação geral.
Em 1992, no mesmo módulo, fica em quinto lugar na fase inicial, não alcançando a seguinte. Em 1993, é apenas o oitavo em sua chave, repetindo uma campanha ruim. Em 1994, apenas o sétimo na fase inicial em seu grupo. No ano seguinte, é o segundo colocado em sua chave na primeira fase, terminando o campeonato em quarto no hexagonal final.
Em 1996, participa da Divisão Intermediária, que continua sendo na prática uma Terceira Divisão. Perde a final do primeiro turno para o Real Esporte Clube, de Angra dos Reis. No segundo turno, fica apenas com a terceira colocação, sendo eliminado da final.
Em 1997, é convidado a integrar a verdadeira Segunda Divisão de Profissionais, a que daria acesso à Primeira, composta pelos clubes da elite. Após ser campeão do primeiro turno da segunda fase, classifica-se para a final da competição, perdendo o título para o Friburguense, obtendo então seu melhor resultado na 2ª Divisão de Profissonais, o vice-campeonato. Em 1998, é eliminado na primeira fase, ficando em quarto na sua chave. No ano seguinte, a campanha é muito semelhante. A agremiação fica em terceiro, não prosseguindo na competição.
Em 2000, fica em segundo em sua chave na primeira fase, se classificando. Na fase seguinte, termina em sétimo na sua chave e sai da disputa final. Em 2001, é o segundo colocado no seu grupo na fase inicial. Na fase posterior, acaba em quinto lugar e é eliminado novamente.
Em 2002, o azul-celeste da Zona Oeste termina como líder em seu grupo na fase inicial, se classificando. Na seguinte, fica em terceiro e acaba eliminado, visto que apenas os dois primeiros lograram classificação.
Em 2003, acaba em terceiro na sua chave e é eliminado logo na primeira fase da competição. Em 2004, é sétimo apenas. No ano posterior é sexto. Em 2006, termina a primeira fase em quarto e também acaba eliminado. Em 2007, o clube licenciou-se e não disputou o Campeonato Carioca da Segunda Divisão, retornando à disputa no ano de 2008.
Em 2008, é quase rebaixado para a Terceira Divisão. Acaba em último lugar na sua chave na primeira fase e é obrigado a disputar uma espécie de torneio da morte ou de descenso com mais três equipes, no qual duas se salvariam e duas caíriam. O Céres termina em primeiro e se livra do rebaixamento.
Em 2009, não disputou a Segunda Divisão de Juniores, sendo eliminado da disputa Profissional. O clube alega que teria pedido licença à FFERJ, podendo retornar à mesma divisão em 2010.
Em 2011 classifica-se como líder do seu grupo na Primeira Fase da Série B, mas faz uma campanha abaixo do esperado na Segunda Fase e termina na 8ª posição.

O Ceres revelou grandes jogadores nacionais. Em Destaque , tem o Atacante Eduardo da Silva que começou no Ceres, se naturalizou Croata e hoje joga no Flamengo.
Estádio João Francisco dos Santos, capacidade para 5000 pessoas


Mascote Macaca Chita

sábado, 22 de agosto de 2015

Clube Atlético Tricordiano

Clube Atlético Tricordiano é um clube de futebol, sediado na cidade de Três Corações, no estado de Minas Gerais. O Tricordiano foi criado para substituir o antigo time da cidade, o Atlético Clube Três Corações. Hoje o clube é uma das maiores forças do Futebol no Sul do estado e do interior Mineiro. O Tricordiano disputa atualmente o Módulo I do Campeonato Mineiro. Vaga essa conquistada em 2015 com uma campanha histórica no Módulo II.

A História do Clube Atlético Tricordiano começou a ser construída no ano de 2007, quando o antigo time da cidade de Três Corações, o ACTC deixou de disputar jogos oficiais. A cidade de Três Corações ficaria então sem um time profissional para representá-la no futebol.

No dia 13 de Agosto de 2007 os ex-diretores do ACTC se reuniram e criaram o Clube Atlético Tricordiano, o novo time da cidade de Três Corações, herdando as cores e o apelido do antigo ACTC, o primeiro presidente do clube foi o ex jogador Adílson Paiva.

O Tricordiano disputou sua primeira partida no futebol profissional no dia 18 de Outubro de 2008, na estreia da 2º Divisão Mineira, o adversário foi o Sul Minas da cidade de Pouso Alegre. A partida foi disputada na cidade de Nepomuceno, no Estádio Getúlio Lima e o Galo saiu vitorioso, com o placar de Sul Mineiro 0x3 Tricordiano.
O ano de 2009 ficou marcado como sendo o ano do acesso do Tricordiano ao Módulo II do Mineiro. Após boa campanha na competição, o Tricordiano chegou a última rodada precisando apenas de um empate para garantir a classificação. O jogo foi contra o adversário direto na briga pela vaga, o Unitri de Araguari. A torcida lotou o estádio Elias Arbex, com cerca de 6200 torcedores e o time não decepcionou, venceu o jogo por 2x0 e garantiu a vaga no Módulo II de 2010.

Estádio Elias Arbex
O Estádio Elias Arbex está localizado na região central de Três Corações `Avenida Sete de Setembro S/N. Atualmente tem sua capacidade liberada para 2.800 torcedores. É formado por um pavilhão de arquibancada coberta e um pavilhão de arquibancada descoberta.

O estádio é de propriedade da Prefeitura Municipal de Três Corações, mas o Tricordiano o tem como sua casa.


Alcunhas CAT ; Galo de Três Coraçoes

Mascote Galo