Club Ferro Carril Oeste, conhecida simplesmente como Ferro Carril Oeste ou Ferro, é um clube de esportes do bairro de Caballito, em Buenos Aires, Argentina. O clube foi fundado em 28 de julho de 1904 por 95 trabalhadores ferroviários de Buenos Aires Western Railway. O clube participa em diversas atividades com o futebol profissional, basquete e vôlei (masculino e feminino) equipes, e teve um papel muito importante no esporte argentino na década de 1980.
Após a fundação, a diretoria e os trabalhadores da empresa ferroviária obtidos a partir da própria empresa um terreno para construir um estádio de futebol e outras instalações desportivas. No final da década de 1970, Ferro teve cerca de 45.000 membros.
Ferro é mais importante devido a sua equipa de futebol, atualmente jogando na Primera B Nacional, a segunda divisão do sistema argentino de futebol da liga. Ferro ganhou a Primera División, por duas vezes ea segunda divisão em 5.).
Em 1907, Ferro aderiram à segunda divisão amadora e, em 1912, o time venceu a promoção à primeira divisão depois de vencer o Racing no jogo final. Em 1947, o clube foi rebaixado para a segunda divisão, apenas para voltar à primeira divisão dois anos mais tarde.
Ferro teve seu período áureo na década de 80, quando a obtenção de dois títulos. O clube também estabeleceu três recordes notáveis na Primera Argentina:
* No Campeonato Metropolitano 1981, o goleiro Carlos Barisio estabeleceu um novo recorde nacional por manter uma folha limpa de 1.075 minutos de futebol. Isto incluiu uma série de 10 jogos completos sem deixar em um gol.
* Quando Ferro ganhou o Campeonato Nacional 1982, Ferro também conseguiu isso sem perder um único jogo. Além disso, o clube foi o segundo time a conseguir a façanha depois de San Lorenzo. River Plate e Boca Juniors também conseguiram esta proeza mais tarde na década de 1990.
Como um recorde negativo, Ferro tem a mais longa sem marcar um gol. A equipe passou 875 minutos sem marcar, entre o final do Apertura 1998 e Clausura 1999.
A Buenos Aires Western Derby (em espanhol Clásico del Oeste) é disputado entre Ferro e Vélez Sársfield.
Títulos
Campeonato Argentino: 1982 e 1984
Campeonato Argentino da Segunda Divisão: 1958, 1963, 1969, 1970 e 1978
Campeonato Argentino Primera B Metropolitana: (Terceira Divisón) 2002-2003
Estádio
O Estádio Arquiteto Ricardo Etcheverry é um estádio de futebol argentino localizado na cidade de Buenos Aires.
Inaugurado em 2 de Janeiro de 1905, tem capacidade para 24.440 torcedores. Foi construído nos fundos de um terreno da linha de trem Ferro Carril Oeste e é um dos únicos estádios argentinos que permanecem no mesmo lugar desde o inicio do Século XX.
É utilizado pelo Ferro Carril Oeste que, durante sua construção, vendia seus jogadores em troca de materiais de construção para o estádio, como madeira e chapas de zinco.
Por ainda possuir arquibancada de madeira, é conhecido como "El Templo de Madera" ou "El Monumental de Madera", numa referência ao Estádio Monumental de Nuñez do River Plate.
O nome é uma homenagem a Ricardo Etcheverri, dirigente do clube por quase trinta anos.
Devido a sua localizado privilegiada (no centro geográfico de Buenos Aires), as principais equipes já utilizaram o estádio quando não puderam usam seus proprios campos, tais como River Plate, Boca Juniors, Vélez Sarfield, San Lorenzo de Almagro e, mais recentemente Argentinos Juniors.
Alcunhas Verdologa
Site
http://www.ferroweb.com.ar
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Club Atlético Newell's Old Boys
No começo de dezembro, o Newell´s Old Boys sagrou-se campeão do Torneio Apertura argentino de 2004. Esse título significou muito, não só para o time como também para o futebol argentino em si, pois desde 1992, quando o próprio Newell´s ficou com o taça, o campeonato não era ganho por uma equipe do interior.
O campeão de 2004 teve a menor pontuação da história dos campeões, se levarmos em conta os campeonatos curtos argentinos, mas isso não desmerece o título da equipe rubro-negra, que havia ganho o título em 1992 com um time muito forte sobre o comando de Marcelo Bielsa.
Em 2004, num campeonato em que River e Boca mostraram um futebol pobre, o time de Rosário foi comandado por uma estrela que voltou ao futebol argentino para mostrar que ainda tem futebol: Ariel Ortega, o ´Burrito´.
Os comandados pelo técnico Américo ´Tolo´ Gallego, considerado pela imprensa argentina como o melhor técnico do país da atualidade, contaram com a defesa menos vazada do torneio e ainda se deram ao luxo de, na última rodada, perder por 2 a 0 para o Independiente em Avellaneda, sagrar-se campeão graças ao empate do Vélez com o Arsenal. Mais de 15 mil pessoas saíram de Rosário para pintar de vermelho e preto Avellaneda e ficar com um olho em campo e outro no placar eletrônico, acompanhando o andamento do jogo do Vélez. Quando o placar informou que o jogo em Buenos Aires havia acabado empatado, pouco importou a derrota do Newell´s, que de quebra saiu de uma fila de 12 anos e assegurou a primeira vaga argentina para a Libertadores de 2006.
O nome de origem inglesa não é coincidência. O clube de Santa Fé foi fundado pelo imigrante e professor inglês Isaac Newell, que resolveu colocar seu nome na equipe. Ele lecionava inglês no colégio Anglo Argentino, mas o contato com as artes e as ciências não era a única atividades do colégio à beira do Rio Paraná: lá também se praticava futebol em clima de descontração. O esporte sempre foi visto com bons olhos tanto por Isaac quanto por seu filho Claudio, que, por sinal, já mostrava aptidão para o esporte.
Aos poucos, as partidas começaram a ficar mais sérias, e boa parte do colégio passou a se reunir no pátio para jogar futebol. Foi nesse pátio do colégio, em 1903, entre alunos e professores, que foi decidido que dali sairia um time de futebol. Foi consenso entre todos que o nome do time deveria ser uma homenagem ao grande incentivador de tudo: Isaac Newell.
A primeira formação desse novo time foi composta pelos alunos mais antigos do colégio Anglo Argentino, por isso o nome oficial do clube acabou sendo Newell´s Old Boys (garotos velhos do Newell).
Se o nome do clube é curioso, o apelido não fica atrás: o time é conhecido como Leprosos. E não pensem que os torcedores se irritam com essa denominação. O apelido surgiu de uma história que envolveu o maior rival do Newell´s, o Rosario Central. Certa vez, uma comissão de damas do Hospital Carrasco enviou notas dirigidas aos presidentes de alguns clubes da cidade de Rosário, para que organizassem um campeonato em Santa Fé para angariar fundos para o tratamento contra a lepra. Os convidados mais ilustres foram os dois maiores times de Rosário: o clube rubro-negro topou ajudar e participou do torneio, já o Rosario Central recusou o convite. Conclusão: o Newell´s acabou ficando com o apelido de Leprosos e o Central de Canalhas. Essa é a maior rivalidade de Santa Fé: Leprosos x Canalhas.
A conquista do campeonato de 2004 foi muito comemorada. Ele trouxe a força do interior de volta para Argentina e de quebra fez o Newell´s passar seu maior rival em número de conquistas - esse foi o quinto título rubro-negro, contra quatro do Rosario Central. O Newell´s é também o time com mais campeonatos fora dos cinco grandes de Buenos Aires (River, Boca, Independiente, Racing e San Lorenzo).
Suas últimas conquistas haviam sido o bicampeonato de 1991 e 1992, quando o Newell´s formou um time muito bom, comandado pelo ex-técnico da seleção argentina Marcelo Bielsa. Os torcedores do São Paulo lembram bem do clube, que encarou o time paulista da época de Telê Santana e conseguiu levar a decisão da Libertadores para os pênaltis, sendo vice-campeão do continente perdendo a disputa no Morumbi diante de 100 mil pessoas na partida derradeira. Até hoje os Leprosos se gabam de terem sido duas vezes vice-campeões da Libertadores (1988 e 1992). Aí, novamente aparece a provocação contra o Rosario Central, que só tem um título internacional insignificante (na visão dos torcedores do Newell´s) de campeão da Copa Comenbol.
Apesar de ser um clube antigo, aliás, como quase todos na Argentina, o Newell´s tem em seu currículo títulos relativamente recentes. A fila do clube de Rosario durou 71 anos. O primeiro título só veio em 1974. Depois, viveu a grande fase, com três conquistas em cinco anos (os campeonatos de 1988, 1991 e 1992). Apesar da fila, o Newell´s não é conhecido por grandes fracassos - ele visitou pouco a segunda divisão, tendo estado lá somente uma vez (1960), depois de ter chegado à elite em 1948. Ou seja, são mais de 50 anos na primeira divisão com somente um rebaixamento.
O melhor time de todos os tempos do Newell´s foi realmente o de 1991 (campeão contra o Boca Juniors em La Bombonera, onde o Boca nunca havia sido derrotado em uma final) e 1992, que contava com Gamboa, Navarro Montoya e outros grandes jogadores. No entanto, o título de 1988 teve ainda um fato curioso e histórico: o campeonato foi ganho com 100% dos jogadores formados pelo clube. Algo raro não só na Argentina como também em todo o mundo.
Realmente, o Newell´s é um time muito respeitado. O rótulo de sexto melhor da Argentina é merecido, não só pelo número de títulos como também pela estrutura e patrimônio.
A rivalidade entre os torcedores dos times de Rosário é grande e chega a ponto de incluir personalidades. Os torcedores do Central afirmam que Che Guevara torcia para o time, mas os do Newell´s estranham o fato de Che sempre usar as cores preta e vermelha. Outro motivo de orgulho para os torcedores do rubro-negro é que Fidel Castro tem uma camisa do time autografada que lhe foi dada por seu amigo Diego Maradona.
Aliás, Maradona jogou pouco tempo no Newell´s, no final da carreira. Além dele, outro astro passou pelo clube: Batistuta, antes de se transferir para o Boca, jogava pelo time de Santa Fé. Atletas brasileiros também não foram incomuns no time, que já contou na década de 60 com o volante Roberto Belangero, ex-Corinthians, e o atacante Juari, ex-Grêmio, e mais recentemente, na década de 90, com o zagueiro campeão mundial Ricardo Rocha.
Além de grandes jogadores, um fato marca a história do clube: o primeiro jogador argentino a se transferir para a Europa, em 1929, foi Julio Libonatti, que jogava justamente no Newell´s.
Outro fato que engrandece os Leprosos é seu patrimônio: o Estádio Parque Independencia, conhecido como ´Coloso´, é o maior coberto da Argentina, com capacidade para 41 mil pessoas. Além do estádio, o Newell´s tem dois complexos esportivos - um em Bella Vista e outro em Ricardone, além de um colégio e 75 filiais pelo mundo.
Títulos
Campeonato Argentino: 1974, 1988, 1991, 1992 e 2004.
Estádio
O Estádio El Coloso del Parque localizado na cidade de Rosario, Argentina, mais precisamente no Parque Independência, é aonde o Club Atlético Newell's Old Boys manda seus jogos.
Foi inaugurado em 23 de julho de 1911 e depois de inúmeras reformas, chegou a atual capacidade que é de 42000 pessoas, sendo assim o maior de Rosario e o segundo maior do interior da Argentina.
Alcunhas Leprosos, Rubro-negro, A Lepra
Site
http://www.newellsoldboys.com.ar/
O campeão de 2004 teve a menor pontuação da história dos campeões, se levarmos em conta os campeonatos curtos argentinos, mas isso não desmerece o título da equipe rubro-negra, que havia ganho o título em 1992 com um time muito forte sobre o comando de Marcelo Bielsa.
Em 2004, num campeonato em que River e Boca mostraram um futebol pobre, o time de Rosário foi comandado por uma estrela que voltou ao futebol argentino para mostrar que ainda tem futebol: Ariel Ortega, o ´Burrito´.
Os comandados pelo técnico Américo ´Tolo´ Gallego, considerado pela imprensa argentina como o melhor técnico do país da atualidade, contaram com a defesa menos vazada do torneio e ainda se deram ao luxo de, na última rodada, perder por 2 a 0 para o Independiente em Avellaneda, sagrar-se campeão graças ao empate do Vélez com o Arsenal. Mais de 15 mil pessoas saíram de Rosário para pintar de vermelho e preto Avellaneda e ficar com um olho em campo e outro no placar eletrônico, acompanhando o andamento do jogo do Vélez. Quando o placar informou que o jogo em Buenos Aires havia acabado empatado, pouco importou a derrota do Newell´s, que de quebra saiu de uma fila de 12 anos e assegurou a primeira vaga argentina para a Libertadores de 2006.
O nome de origem inglesa não é coincidência. O clube de Santa Fé foi fundado pelo imigrante e professor inglês Isaac Newell, que resolveu colocar seu nome na equipe. Ele lecionava inglês no colégio Anglo Argentino, mas o contato com as artes e as ciências não era a única atividades do colégio à beira do Rio Paraná: lá também se praticava futebol em clima de descontração. O esporte sempre foi visto com bons olhos tanto por Isaac quanto por seu filho Claudio, que, por sinal, já mostrava aptidão para o esporte.
Aos poucos, as partidas começaram a ficar mais sérias, e boa parte do colégio passou a se reunir no pátio para jogar futebol. Foi nesse pátio do colégio, em 1903, entre alunos e professores, que foi decidido que dali sairia um time de futebol. Foi consenso entre todos que o nome do time deveria ser uma homenagem ao grande incentivador de tudo: Isaac Newell.
A primeira formação desse novo time foi composta pelos alunos mais antigos do colégio Anglo Argentino, por isso o nome oficial do clube acabou sendo Newell´s Old Boys (garotos velhos do Newell).
Se o nome do clube é curioso, o apelido não fica atrás: o time é conhecido como Leprosos. E não pensem que os torcedores se irritam com essa denominação. O apelido surgiu de uma história que envolveu o maior rival do Newell´s, o Rosario Central. Certa vez, uma comissão de damas do Hospital Carrasco enviou notas dirigidas aos presidentes de alguns clubes da cidade de Rosário, para que organizassem um campeonato em Santa Fé para angariar fundos para o tratamento contra a lepra. Os convidados mais ilustres foram os dois maiores times de Rosário: o clube rubro-negro topou ajudar e participou do torneio, já o Rosario Central recusou o convite. Conclusão: o Newell´s acabou ficando com o apelido de Leprosos e o Central de Canalhas. Essa é a maior rivalidade de Santa Fé: Leprosos x Canalhas.
A conquista do campeonato de 2004 foi muito comemorada. Ele trouxe a força do interior de volta para Argentina e de quebra fez o Newell´s passar seu maior rival em número de conquistas - esse foi o quinto título rubro-negro, contra quatro do Rosario Central. O Newell´s é também o time com mais campeonatos fora dos cinco grandes de Buenos Aires (River, Boca, Independiente, Racing e San Lorenzo).
Suas últimas conquistas haviam sido o bicampeonato de 1991 e 1992, quando o Newell´s formou um time muito bom, comandado pelo ex-técnico da seleção argentina Marcelo Bielsa. Os torcedores do São Paulo lembram bem do clube, que encarou o time paulista da época de Telê Santana e conseguiu levar a decisão da Libertadores para os pênaltis, sendo vice-campeão do continente perdendo a disputa no Morumbi diante de 100 mil pessoas na partida derradeira. Até hoje os Leprosos se gabam de terem sido duas vezes vice-campeões da Libertadores (1988 e 1992). Aí, novamente aparece a provocação contra o Rosario Central, que só tem um título internacional insignificante (na visão dos torcedores do Newell´s) de campeão da Copa Comenbol.
Apesar de ser um clube antigo, aliás, como quase todos na Argentina, o Newell´s tem em seu currículo títulos relativamente recentes. A fila do clube de Rosario durou 71 anos. O primeiro título só veio em 1974. Depois, viveu a grande fase, com três conquistas em cinco anos (os campeonatos de 1988, 1991 e 1992). Apesar da fila, o Newell´s não é conhecido por grandes fracassos - ele visitou pouco a segunda divisão, tendo estado lá somente uma vez (1960), depois de ter chegado à elite em 1948. Ou seja, são mais de 50 anos na primeira divisão com somente um rebaixamento.
O melhor time de todos os tempos do Newell´s foi realmente o de 1991 (campeão contra o Boca Juniors em La Bombonera, onde o Boca nunca havia sido derrotado em uma final) e 1992, que contava com Gamboa, Navarro Montoya e outros grandes jogadores. No entanto, o título de 1988 teve ainda um fato curioso e histórico: o campeonato foi ganho com 100% dos jogadores formados pelo clube. Algo raro não só na Argentina como também em todo o mundo.
Realmente, o Newell´s é um time muito respeitado. O rótulo de sexto melhor da Argentina é merecido, não só pelo número de títulos como também pela estrutura e patrimônio.
A rivalidade entre os torcedores dos times de Rosário é grande e chega a ponto de incluir personalidades. Os torcedores do Central afirmam que Che Guevara torcia para o time, mas os do Newell´s estranham o fato de Che sempre usar as cores preta e vermelha. Outro motivo de orgulho para os torcedores do rubro-negro é que Fidel Castro tem uma camisa do time autografada que lhe foi dada por seu amigo Diego Maradona.
Aliás, Maradona jogou pouco tempo no Newell´s, no final da carreira. Além dele, outro astro passou pelo clube: Batistuta, antes de se transferir para o Boca, jogava pelo time de Santa Fé. Atletas brasileiros também não foram incomuns no time, que já contou na década de 60 com o volante Roberto Belangero, ex-Corinthians, e o atacante Juari, ex-Grêmio, e mais recentemente, na década de 90, com o zagueiro campeão mundial Ricardo Rocha.
Além de grandes jogadores, um fato marca a história do clube: o primeiro jogador argentino a se transferir para a Europa, em 1929, foi Julio Libonatti, que jogava justamente no Newell´s.
Outro fato que engrandece os Leprosos é seu patrimônio: o Estádio Parque Independencia, conhecido como ´Coloso´, é o maior coberto da Argentina, com capacidade para 41 mil pessoas. Além do estádio, o Newell´s tem dois complexos esportivos - um em Bella Vista e outro em Ricardone, além de um colégio e 75 filiais pelo mundo.
Títulos
Campeonato Argentino: 1974, 1988, 1991, 1992 e 2004.
Estádio
O Estádio El Coloso del Parque localizado na cidade de Rosario, Argentina, mais precisamente no Parque Independência, é aonde o Club Atlético Newell's Old Boys manda seus jogos.
Foi inaugurado em 23 de julho de 1911 e depois de inúmeras reformas, chegou a atual capacidade que é de 42000 pessoas, sendo assim o maior de Rosario e o segundo maior do interior da Argentina.
Alcunhas Leprosos, Rubro-negro, A Lepra
Site
http://www.newellsoldboys.com.ar/
sábado, 15 de janeiro de 2011
Club Atlético Lanús
No dia 3 de janeiro de 1915 surgia o Club Atlético Lanús (em espanhol). Jovens sonhadores, residentes da Villa General Paz, na Argentina, decidiram colocar seu ideal em prática: a formação de uma empresa com um grande apoio popular. Eles se reuniram e, depois de muita conversa com representantes do Clube Lanús Unidos, que jogava em uma divisão intermediária do futebol argentino e passava por uma série crise financeira, chegaram a um acordo que deu início ao Club Atlético Lanús
O primeiro presidente do Lanús foi Miguel Usaray, que estabeleceu as modalidades que seriam praticadas no clube: futebol, tênis, natação, ciclismo, tiro ao alvo, cricket, ginástica, esgrima e aviação. As primeiras providências a serem tomadas foram as compras de bolas e redes. Em seguida, o investimento aconteceu no uniforme do time. O arquiteto Carlos H. Pointis optou por uma camiseta marrom de colarinho branco, calção e meias brancas. Juan Messeguer foi o arquiteto responsável por reformas dentro do clube.
A primeira conquista do Lanús foi o Campeonato Argentino da segunda divisão, em 1950. Até 1979, o time alternava entre a as séries A e B, não conseguindo se estabelecer entre as grandes equipes do país. Neste mesmo ano, o clube acumulava uma dívida de dois milhões de dólares, tendo apenas dois mil sócios pagantes e mais de 200 processos judiciais. Com essa grande crise, o Lanús caiu para a terceira divisão do futebol nacional. Em 1981, com um trabalho bem realizado na parte social, o time retornou à segunda divisão com mais de dez mil sócios pagantes no futebol e em todas as suas atividades esportivas.
Em 1996, o time conquistaria seu título mais importante, até então. Foi a Copa Conmebol, onde a equipe bateu o Independiente Santa Fé, da Colômbia. Foi a primeira conquista de um planejamento bem feito, que ainda traria mais frutos. No ano de 2003, as metas foram traçadas: ganhar um campeonato até 2009 e vencer uma Copa Libertadores até 2012. Por enquanto, o planejamento vem dando certo. O Lanús venceu o Campeonato Argentino (Torneio Apertura) no ano passado. Foi o maior título da história do clube.
O jogo que consagrou o clube como Campeão Argentino foi contra o Boca Juniors, em La Bombonera. Com um empate por 1 a 1, o time não seria mais alcançado pelo Tigres, que perdera seu jogo na mesma rodada.
Campeonato Argentino: 2007 (Apertura).
Campeonato Argentino 2ª Divisão: 6 vezes — 1919 (amador), 1950, 1964, 1971, 1976 e 1991/92.
Campeonato Argentino 3ª Divisão: 1981.
Estádio
O Estádio Ciudad de Lanús-Néstor Díaz Pérez, também conhecido como La Fortaleza, é um estádio de futebol localizado em Lanús, província de Buenos Aires, na Argentina. O Club Atlético Lanús é proprietário do estádio e manda suas partidas no local pelo Campeonato Argentino e pelas competições continentais.
Capacidade 46.619 pessoas
Inauguração 24 de fevereiro de 1929
Alcunhas O Grená, El Granate
Site
http://www.clublanus-beta.com.ar/
O primeiro presidente do Lanús foi Miguel Usaray, que estabeleceu as modalidades que seriam praticadas no clube: futebol, tênis, natação, ciclismo, tiro ao alvo, cricket, ginástica, esgrima e aviação. As primeiras providências a serem tomadas foram as compras de bolas e redes. Em seguida, o investimento aconteceu no uniforme do time. O arquiteto Carlos H. Pointis optou por uma camiseta marrom de colarinho branco, calção e meias brancas. Juan Messeguer foi o arquiteto responsável por reformas dentro do clube.
A primeira conquista do Lanús foi o Campeonato Argentino da segunda divisão, em 1950. Até 1979, o time alternava entre a as séries A e B, não conseguindo se estabelecer entre as grandes equipes do país. Neste mesmo ano, o clube acumulava uma dívida de dois milhões de dólares, tendo apenas dois mil sócios pagantes e mais de 200 processos judiciais. Com essa grande crise, o Lanús caiu para a terceira divisão do futebol nacional. Em 1981, com um trabalho bem realizado na parte social, o time retornou à segunda divisão com mais de dez mil sócios pagantes no futebol e em todas as suas atividades esportivas.
O jogo que consagrou o clube como Campeão Argentino foi contra o Boca Juniors, em La Bombonera. Com um empate por 1 a 1, o time não seria mais alcançado pelo Tigres, que perdera seu jogo na mesma rodada.
Títulos
Copa Conmebol: 1996Campeonato Argentino: 2007 (Apertura).
Campeonato Argentino 2ª Divisão: 6 vezes — 1919 (amador), 1950, 1964, 1971, 1976 e 1991/92.
Campeonato Argentino 3ª Divisão: 1981.
Estádio
O Estádio Ciudad de Lanús-Néstor Díaz Pérez, também conhecido como La Fortaleza, é um estádio de futebol localizado em Lanús, província de Buenos Aires, na Argentina. O Club Atlético Lanús é proprietário do estádio e manda suas partidas no local pelo Campeonato Argentino e pelas competições continentais.
Capacidade 46.619 pessoas
Inauguração 24 de fevereiro de 1929
Alcunhas O Grená, El Granate
Site
http://www.clublanus-beta.com.ar/
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Club Atlético Independiente
O Club Atlético Independiente, por sua vez, foi criado em 1904, quando funcionários de uma grande loja inglesa situada no centro de Buenos Aires, frustrados por não poderem atuar no campo da empresa, decidiram proclamar a sua "independência". A data de fundação oficial foi 25 de março de 1905.
Também é conhecido como Rojo ("Vermelho"), Diablo ("Diablo"), Diablo Rojo ("Diablo Vermelho"), Orgullo Nacional ("Orgulho Nacional") ou "Rey de Copas" ("Rei de Copas"). O Independiente é o maior vencedor da Copa Libertadores da América. O clube chegou em sete finais e venceu todas as sete.
A história do Independiente em Libertadores nos remonta à década de 70. Naquela época, o Rojo já era considerado um dos grandes da Argentina. A nobreza que faltava à sua localidade, lhe sobrou dentro de campo. Chegavam os anos 70, sob o domínio do Estudiantes, campeão nos três últimos anos da década anterior e vice em 71. Eis que surgiu um mito. Ricardo Enrique Bochini, considerado por muitos o grande jogador argentino depois de Maradona e Di Stéfano. Com apenas 18 anos, fez o gol do título mundial de 73, sobre a Juventus. Um dos maiores camisa 10, defendeu apenas as cores do Independiente e da seleção argentina. Até hoje, aqueles passes nas costas da defesa que deixam o atacante cara a cara com o goleiro, na Argentina são conhecidos como ‘passes bochinescos’. O grande heroi do tetracampeão com certeza será motivo de um post dedicado só a ele.
Voltando à história, o Independiente foi o primeiro ( e único até hoje) clube a conquistar quatro títulos de Libertadores seguidos: 72, 73, 74 e 75. Já havia vencido duas na década de 60 (64 e 65) e ainda viria a vencer outra, em 84. Como diz num dos vídeos sobre o clube na internet, o Rojo é o terror dos brasileiros. Os clubes verde-amarelos parecem tremer ao ver aquela camisa vermelha do outro lado do campo. Foi assim com o São Paulo e com o Grêmio, nas finais de 74 e 84, com o Flamengo na final da Supercopa dos Campeões da Libertadores, em 95, e com o Goiás recentemente na final da Sulamericana.
O eterno rival do Independiente, o Racing Club tem seu estádio apenas a algumas centenas de metros do estádio do Independiente. Esses dois clubes fazem o colorido Clássico da Avellaneda, que divide a cidade em duas torcidas.
Muitos grandes jogadores argentinos usaram o uniforme vermelho, adotado em tributo ao Nottingham Forest FC da Inglaterra nos primeiros anos da história do clube. Daniel Bertoni e Jorge Burruchaga tornaram-se campeões mundiais em 1978 e 86 respectivamente com a Argentina, mas os torcedores do Independiente lembrarão com alegria de Ricardo "el Bocha" Bochini. Um jogador de meio-campo incrivelmente talentoso que jogou pelo clube do começo dos anos 70 até meados dos anos 90, Bochini teve menos sorte com a Seleção dominada na época por Diego Armando Maradona, que jogava em sua posição.
Tìtulos
Também é conhecido como Rojo ("Vermelho"), Diablo ("Diablo"), Diablo Rojo ("Diablo Vermelho"), Orgullo Nacional ("Orgulho Nacional") ou "Rey de Copas" ("Rei de Copas"). O Independiente é o maior vencedor da Copa Libertadores da América. O clube chegou em sete finais e venceu todas as sete.
A história do Independiente em Libertadores nos remonta à década de 70. Naquela época, o Rojo já era considerado um dos grandes da Argentina. A nobreza que faltava à sua localidade, lhe sobrou dentro de campo. Chegavam os anos 70, sob o domínio do Estudiantes, campeão nos três últimos anos da década anterior e vice em 71. Eis que surgiu um mito. Ricardo Enrique Bochini, considerado por muitos o grande jogador argentino depois de Maradona e Di Stéfano. Com apenas 18 anos, fez o gol do título mundial de 73, sobre a Juventus. Um dos maiores camisa 10, defendeu apenas as cores do Independiente e da seleção argentina. Até hoje, aqueles passes nas costas da defesa que deixam o atacante cara a cara com o goleiro, na Argentina são conhecidos como ‘passes bochinescos’. O grande heroi do tetracampeão com certeza será motivo de um post dedicado só a ele.
Voltando à história, o Independiente foi o primeiro ( e único até hoje) clube a conquistar quatro títulos de Libertadores seguidos: 72, 73, 74 e 75. Já havia vencido duas na década de 60 (64 e 65) e ainda viria a vencer outra, em 84. Como diz num dos vídeos sobre o clube na internet, o Rojo é o terror dos brasileiros. Os clubes verde-amarelos parecem tremer ao ver aquela camisa vermelha do outro lado do campo. Foi assim com o São Paulo e com o Grêmio, nas finais de 74 e 84, com o Flamengo na final da Supercopa dos Campeões da Libertadores, em 95, e com o Goiás recentemente na final da Sulamericana.
O eterno rival do Independiente, o Racing Club tem seu estádio apenas a algumas centenas de metros do estádio do Independiente. Esses dois clubes fazem o colorido Clássico da Avellaneda, que divide a cidade em duas torcidas.
Muitos grandes jogadores argentinos usaram o uniforme vermelho, adotado em tributo ao Nottingham Forest FC da Inglaterra nos primeiros anos da história do clube. Daniel Bertoni e Jorge Burruchaga tornaram-se campeões mundiais em 1978 e 86 respectivamente com a Argentina, mas os torcedores do Independiente lembrarão com alegria de Ricardo "el Bocha" Bochini. Um jogador de meio-campo incrivelmente talentoso que jogou pelo clube do começo dos anos 70 até meados dos anos 90, Bochini teve menos sorte com a Seleção dominada na época por Diego Armando Maradona, que jogava em sua posição.
Tìtulos
Mundial Interclubes: 1973, 1984Copa Interamericana: 1972, 1974, 1975
Copa Libertadores da América: 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975, 1984
Copa Sul-Americana 2010
Recopa Sul-Americana: 1995
Supercopa Libertadores: 1994, 1995
Campeonato Argentino (Era amadora): 1922, 1926
Campeonato Argentino: 1938, 1939, 1948, 1960, 1963, 1967, 1970, 1971, 1977, 1978, 1983, 1988, 1994, 2002
Estádio
O Estádio Libertadores de América foi o terceiro estádio de concreto da América Latina, inaugurado em 4 de março de 1928. Antes da sua reconstrução (que começou em 2007 e ainda não está totalmente concluída, mas o estádio está sendo usado), também foi conhecido pelo apelido de Doble Visera. Tinha capacidade para 52.823 pessoas. Atualmente tem capacidade para 36.000 pessoas (quando as reformas estiverem concluídas, terá 49.000 lugares). A base que se está seguindo para a realização do estadio é um dos melhores estadios do mundo:o do Manchester United.
Hino
Hino
Somos los de Independiente de pierna fuerte y templada guapos para una jornada dignos de un team muy valiente. Siempre luchamos unidos sin llamarnos temerarios saludamos al contrario vencedores o vencidos. Jugamos sin ambiciones no tenemos avaricia nada mas que la malicia tenemos en ocasiones. Pondremos siempre altanera nuestra divisa granate y en medio un gran combate flameará nuestra bandera. Ha de gritar el que pueda seguiendo nuestra corriente Hurras al Independiente del pueblo de Avellaneda !!! Site |
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Comisión de Actividades Infantiles
A Comisión de Actividades Infantiles (CAI) tenta garantir seu lugar na elite do futebol argentino. A CAI disputa há três anos a B Nacional, segunda divisão do campeonato nacional, e sonha em um futuro breve estar ao lado de Boca Juniors, River Plate e Independiente. Os resultados pelo Clausura não indicam que o time estará na elite já no ano que vem, mas é grande a possibilidade de que a CAI desponte em breve no futebol argentino.
O caráter exótico da CAI não vem apenas do nome. Sua cidade também é inusitada: Comodoro Rivadavia, na gélida Patagônia. Em pesquisa realizada pelo site brasileiro Balípodo, a CAI foi apontada como o clube de futebol profissional mais setentrional do mundo – ou seja, o mais próximo do Pólo Sul. Falando mais precisamente, a cidade de Comodoro Rivadavia está localizada em latitude de 45º52’ sul e longitude 67º30’ oeste.
Porém, é até incorreto dizer que a CAI é apenas de Comodoro Rivadavia. Mais ainda: é errado falar que a CAI é exclusivamente argentina. O time tem 21 sub-sedes, uma delas no município de Coyhaique, no Chile.
Esse ‘espalhamento’ da CAI se deve à própria natureza do clube. Não falamos de um time comum. Na essência, a CAI é um formador de jogadores. Uma entidade que nasceu – e até hoje se mantém com essa missão – com o objetivo de ser um promotor do esporte na região. A Patagônia é muito distante de Buenos Aires, o que é um problema para as cidades argentinas. Estar longe da capital é fatal em aspectos políticos, econômicos sociais e, definitivamente, esportivos – na Argentina, são pouquíssimos os clubes que prosperam fora da província de Buenos Aires.
Essa necessidade da criação de uma entidade que estimulasse o esporte da Patagônia foi a motivação para a fundação da CAI, em 1984. Nascia então um clube que originariamente praticaria o futsal, modalidade que, por ser jogada em ambientes fechados, é menos suscetível ao clima extremamente frio da Patagônia. Vale lembrar que em Comodoro Rivadavia apenas cinco dias do ano, em média, registram temperaturas superiores a 32ºC.
A CAI permaneceria restrita ao futsal até 1989, quando decidiu desenvolver o futebol de campo. Até então, não estava nos planos do clube a entrada definitiva no circo do esporte profissional. Mas a coisa foi subindo meio como que fora de controle, e em 1994 a CAI se filiou à liga regional de Comodoro Rivadavia – seria o começo da escalada no clube nas divisões inferiores da Argentina.
O passo dado em 1994 seria irreversível. A partir daí, a CAI efetivamente estava inserida no contexto do futebol argentino. E por que não sonhar com o acesso à primeira divisão? Em 1998/9, o time participou pela primeira vez do Torneo Argentino “A” Interior, um equivalente à terceira divisão, mas válido apenas para os clubes de fora de Buenos Aires.
A campanha não foi nada animadora, com apenas uma vitória em 10 jogos. Nada de boas partidas também em 1999/0, com apenas três vitórias no mesmo torneio. Em 2000/1, a CAI passou mais perto de se classificar para a segunda fase do campeonato, mas obteve apenas o quinto lugar em um grupo em que os três primeiros avançavam. Apesar da falha na tentativa de conseguir o acesso, dava para perceber que a CAI avançava a cada temporada. Dias melhores eram esperados em Comodoro Rivadavia.
E eles de fato vieram na temporada de 2001/2. O time voou baixo na disputa do Torneo Argentino “A” Interior, conquistando o título do campeonato com facilidade. Somando primeira e segunda fases, foram só quatro derrotas em 16 jogos. Na segunda etapa, que definiu o campeão e os promovidos para a Segundona do ano seguinte, a CAI viu o título chegar a suas mãos com duas rodadas de antecedência. Era a hora de encarar a B Nacional, a popular segunda divisão argentina.
Em sua primeira temporada na B Nacional, a campanha da CAI não foi das melhores. Mas permanecer em 15º lugar no Apertura, com 10 pontos de vantagem para o último colocado, já foi um triunfo para a equipe de Comodoro Rivadavia. No Clausura desta mesma temporada, o 14º lugar também foi visto como bom negócio – de quebra, o time chegou até a virar notícia quando, pela 14ª rodada do campeonato, derrubou o Atlético Rafaela por 3 a 1 na casa do adversário. O Atlético Rafaela acabaria sendo o campeão do Clausura.
Na temporada seguinte, 2003/4, a CAI já não era mais novata. Não foi tão surpresa, então, quando beliscou o quinto lugar no Apertura – e fazendo o artilheiro do torneio, Bevacqua, com 13 gols. Mas veio o Clausura e parecia que a magia da CAI tinha acabado. O time fez péssima campanha, ficando em 16º lugar. Essa posição deu ao CAI o 14º lugar na tabela geral (somando Apertura e Clausura) e levou ao time aos famigerados playoffs de rebaixamento, típicos do futebol argentino. Mas o clube conseguiu superar o Atlético de Tucumán (nos critérios de desempate, é verdade) e afastou o perigo de retornar ao sombrio mundo das divisões regionais.
Agora, na temporada 2004/5, a CAI segue na luta para conseguir a tão sonhada vaga na primeira divisão do futebol argentino. Seria uma conquista quase inimaginável para uma entidade que nasceu há 21 anos, apenas com a pretensão de ser uma alternativa para o esporte na fria Patagônia.
Títulos
Torneo Argentino A: 2001/02
Estádio
Estadio Municipal de Comodoro Rivadavia
Capacidade 10000
Inaugurado em 1975
Site
http://www.caicr.com.ar/
O caráter exótico da CAI não vem apenas do nome. Sua cidade também é inusitada: Comodoro Rivadavia, na gélida Patagônia. Em pesquisa realizada pelo site brasileiro Balípodo, a CAI foi apontada como o clube de futebol profissional mais setentrional do mundo – ou seja, o mais próximo do Pólo Sul. Falando mais precisamente, a cidade de Comodoro Rivadavia está localizada em latitude de 45º52’ sul e longitude 67º30’ oeste.
Porém, é até incorreto dizer que a CAI é apenas de Comodoro Rivadavia. Mais ainda: é errado falar que a CAI é exclusivamente argentina. O time tem 21 sub-sedes, uma delas no município de Coyhaique, no Chile.
Esse ‘espalhamento’ da CAI se deve à própria natureza do clube. Não falamos de um time comum. Na essência, a CAI é um formador de jogadores. Uma entidade que nasceu – e até hoje se mantém com essa missão – com o objetivo de ser um promotor do esporte na região. A Patagônia é muito distante de Buenos Aires, o que é um problema para as cidades argentinas. Estar longe da capital é fatal em aspectos políticos, econômicos sociais e, definitivamente, esportivos – na Argentina, são pouquíssimos os clubes que prosperam fora da província de Buenos Aires.
Essa necessidade da criação de uma entidade que estimulasse o esporte da Patagônia foi a motivação para a fundação da CAI, em 1984. Nascia então um clube que originariamente praticaria o futsal, modalidade que, por ser jogada em ambientes fechados, é menos suscetível ao clima extremamente frio da Patagônia. Vale lembrar que em Comodoro Rivadavia apenas cinco dias do ano, em média, registram temperaturas superiores a 32ºC.
A CAI permaneceria restrita ao futsal até 1989, quando decidiu desenvolver o futebol de campo. Até então, não estava nos planos do clube a entrada definitiva no circo do esporte profissional. Mas a coisa foi subindo meio como que fora de controle, e em 1994 a CAI se filiou à liga regional de Comodoro Rivadavia – seria o começo da escalada no clube nas divisões inferiores da Argentina.
O passo dado em 1994 seria irreversível. A partir daí, a CAI efetivamente estava inserida no contexto do futebol argentino. E por que não sonhar com o acesso à primeira divisão? Em 1998/9, o time participou pela primeira vez do Torneo Argentino “A” Interior, um equivalente à terceira divisão, mas válido apenas para os clubes de fora de Buenos Aires.
A campanha não foi nada animadora, com apenas uma vitória em 10 jogos. Nada de boas partidas também em 1999/0, com apenas três vitórias no mesmo torneio. Em 2000/1, a CAI passou mais perto de se classificar para a segunda fase do campeonato, mas obteve apenas o quinto lugar em um grupo em que os três primeiros avançavam. Apesar da falha na tentativa de conseguir o acesso, dava para perceber que a CAI avançava a cada temporada. Dias melhores eram esperados em Comodoro Rivadavia.
E eles de fato vieram na temporada de 2001/2. O time voou baixo na disputa do Torneo Argentino “A” Interior, conquistando o título do campeonato com facilidade. Somando primeira e segunda fases, foram só quatro derrotas em 16 jogos. Na segunda etapa, que definiu o campeão e os promovidos para a Segundona do ano seguinte, a CAI viu o título chegar a suas mãos com duas rodadas de antecedência. Era a hora de encarar a B Nacional, a popular segunda divisão argentina.
Em sua primeira temporada na B Nacional, a campanha da CAI não foi das melhores. Mas permanecer em 15º lugar no Apertura, com 10 pontos de vantagem para o último colocado, já foi um triunfo para a equipe de Comodoro Rivadavia. No Clausura desta mesma temporada, o 14º lugar também foi visto como bom negócio – de quebra, o time chegou até a virar notícia quando, pela 14ª rodada do campeonato, derrubou o Atlético Rafaela por 3 a 1 na casa do adversário. O Atlético Rafaela acabaria sendo o campeão do Clausura.
Na temporada seguinte, 2003/4, a CAI já não era mais novata. Não foi tão surpresa, então, quando beliscou o quinto lugar no Apertura – e fazendo o artilheiro do torneio, Bevacqua, com 13 gols. Mas veio o Clausura e parecia que a magia da CAI tinha acabado. O time fez péssima campanha, ficando em 16º lugar. Essa posição deu ao CAI o 14º lugar na tabela geral (somando Apertura e Clausura) e levou ao time aos famigerados playoffs de rebaixamento, típicos do futebol argentino. Mas o clube conseguiu superar o Atlético de Tucumán (nos critérios de desempate, é verdade) e afastou o perigo de retornar ao sombrio mundo das divisões regionais.
Agora, na temporada 2004/5, a CAI segue na luta para conseguir a tão sonhada vaga na primeira divisão do futebol argentino. Seria uma conquista quase inimaginável para uma entidade que nasceu há 21 anos, apenas com a pretensão de ser uma alternativa para o esporte na fria Patagônia.
Títulos
Torneo Argentino A: 2001/02
Estádio
Estadio Municipal de Comodoro Rivadavia
Capacidade 10000
Inaugurado em 1975
Site
http://www.caicr.com.ar/
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Club Atlético Huracán
O Club Atlético Huracán é um clube argentino de futebol, fundado em Buenos Aires, capital da Argentina, em 1908, no Bairro de Nueva Pompeya.Segundo alguns relatos, a origem do clube teria sido em 1903, com um clube de nome bastante exótico:” Verde esperanza y no pierde” (ou também “Verde Esperanza y no se pierde”), e outros colocam 1907. Mas a fundação oficial só ocorreria em 1908, com José Laguna como seu primeiro presidente.
A origem do nome é relacionada ao balão (“globo” em espanhol, daí seu apelido “El Globo”) “Huracán”, pertencente a Jorge Newbery. Autor de uma voo entre o bairro de Belgrano e a cidade gaúcha de Bagé, o engenheiro elétrico acabou nomeado presidente honorário e seu balão passou para o distintivo do clube.
Sua estreia nos campeonatos amadores argentinos ocorreu em 1912, depois de anos construindo seu campo. Apenas dois anos depois, chegou à elite do futebol argentino, vencendo os títulos de 1921, 1922, 1925 e 1928. Em todos contou com os gols de Guillermo Stábile, o primeiro artilheiro da história das Copas do Mundo.
A era profissional, decretada em 1931, trouxe problemas ao time, que perdeu espaço entre os principais clubes. Sua grande alegria no começo desta época foi a compra da sede e do terreno que abriga seu estádio atual, nomeado com o nome do presidente do clube responsável pelo feito: Tomás Adolfo Ducó.
Nos anos 40, enfrentou vários problemas políticos, muito devido à oposição de Ducó com o governo argentino da época, mas mesmo assim, teve em campo um de seus grandes ídolos, Hermínio Masantonio.
O time ressurgiu nos anos 70, mostrando força no Campeonato Metropolitano, que reunia apenas clubes originários da região de Buenos Aires. O maior destaque foi o título de 1973, conquistado com uma equipe que reunia grandes astros da história, como Carlos Babington, Miguel Angel Brindisi, Alfio Basile, René Houseman e César Luís Menotti como técnico do Globo.
Naquela mesma década, conquistaria os vices metropolitanos de 1975 e 1976, mas logo cairia de produção, terminando com seu rebaixamento, em 1986, para a B Nacional, voltando quatro anos depois.
Apesar do vice do Clausura de 1994, a equipe seguiu com altos e baixos e acabou caindo novamente de divisão, voltando depois, mas devido aos problemas políticos e financeiros, caindo novamente, só retornando em 2007.
Dois anos depois, esteve muito perto de faturar o título do Clausura 2009, levando a disputa para a última rodada, em partida contra o adversário direto, o Vélez Sarsfield. Em partida conturbada, perdeu por 1 a 0 e viu o sonho do título acabar.
Títulos
Campeonato Argentino: 1973
Primera División Amateur: 1921, 1922, 1925, 1928
Segunda División: 1913, Nacional B 1989/1990, Nacional B 1999/2000
A origem do nome é relacionada ao balão (“globo” em espanhol, daí seu apelido “El Globo”) “Huracán”, pertencente a Jorge Newbery. Autor de uma voo entre o bairro de Belgrano e a cidade gaúcha de Bagé, o engenheiro elétrico acabou nomeado presidente honorário e seu balão passou para o distintivo do clube.
Sua estreia nos campeonatos amadores argentinos ocorreu em 1912, depois de anos construindo seu campo. Apenas dois anos depois, chegou à elite do futebol argentino, vencendo os títulos de 1921, 1922, 1925 e 1928. Em todos contou com os gols de Guillermo Stábile, o primeiro artilheiro da história das Copas do Mundo.
A era profissional, decretada em 1931, trouxe problemas ao time, que perdeu espaço entre os principais clubes. Sua grande alegria no começo desta época foi a compra da sede e do terreno que abriga seu estádio atual, nomeado com o nome do presidente do clube responsável pelo feito: Tomás Adolfo Ducó.
Nos anos 40, enfrentou vários problemas políticos, muito devido à oposição de Ducó com o governo argentino da época, mas mesmo assim, teve em campo um de seus grandes ídolos, Hermínio Masantonio.
O time ressurgiu nos anos 70, mostrando força no Campeonato Metropolitano, que reunia apenas clubes originários da região de Buenos Aires. O maior destaque foi o título de 1973, conquistado com uma equipe que reunia grandes astros da história, como Carlos Babington, Miguel Angel Brindisi, Alfio Basile, René Houseman e César Luís Menotti como técnico do Globo.
Naquela mesma década, conquistaria os vices metropolitanos de 1975 e 1976, mas logo cairia de produção, terminando com seu rebaixamento, em 1986, para a B Nacional, voltando quatro anos depois.
Apesar do vice do Clausura de 1994, a equipe seguiu com altos e baixos e acabou caindo novamente de divisão, voltando depois, mas devido aos problemas políticos e financeiros, caindo novamente, só retornando em 2007.
Dois anos depois, esteve muito perto de faturar o título do Clausura 2009, levando a disputa para a última rodada, em partida contra o adversário direto, o Vélez Sarsfield. Em partida conturbada, perdeu por 1 a 0 e viu o sonho do título acabar.
Títulos
Campeonato Argentino: 1973
Primera División Amateur: 1921, 1922, 1925, 1928
Segunda División: 1913, Nacional B 1989/1990, Nacional B 1999/2000
Hino | |||
| Sopla un viento de triunfos y gloria, corazones que vibran de fe. Ya desfilan los grandes campeones y el concurso aplaude de pie. En sus pechos diviso la insignia confundida con el corazón. Es un Globo de fuego que vuela rumbo al cielo de su inspiración. Estribillo: Se oye un grito que se expande por los aires con afán. Son millares de gargantas las que nombran: ¡HURACÁN! Club glorioso de campeones con empuje de titán. Arrogantes corazones ¡HURACÁN! ¡HURACÁN! ¡HURACÁN! | Ya termina el desfile armonioso. Deportistas de gracia ideal. Y al espacio se elevan los hurras junto al Globo que vuela triunfal. Ya se marchan los bravos campeones y la hinchada que alienta a la par. El estadio dormita en silencio. ¡HURACÁN! ¡HURACÁN! ¡HURACÁN! Se oye un grito que se expande por los aires con afán. Son millares de gargantas las que nombran: ¡HURACÁN! Club glorioso de campeones con empuje de titán. Arrogantes corazones ¡HURACÁN! ¡HURACÁN! ¡HURACÁN! | ||
Estádio
O estádio do Huracán é o Tomás Adolfo Ducó, com capacidade para 48.314 espectadores.
Apelidos : El Globo, Los Quemeros
Site
http://www.clubahuracan.com.ar/
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Club Deportivo Godoy Cruz Antonio Tomba
Em 1921, um grupo de amigos se reuniu em um bar da região e decidiu fundar o time, que recebeu o nome da cidade. Os primeiros esportes do clube foram o boxe, o xadrez, o levantamento de peso, e claro, o futebol. Um ano depois da fundação, o clube se juntou à Liga Mendocina de Fútbol, conseguindo o acesso à primeira divisão logo na primeira temporada.
Os primeiros tempos de clube mostraram um time bastante forte no cenário local, brilhando também em excursões pelo país. Em 1923, a equipe inaugurou seu primeiro estádio, em um empate em 4 a 4 com a equipe do Palmira.
O estranho nome do Godoy Cruz surgiu em 1933, quando o time se fundiu ao Club Deportivo Bodega Antonio Tomba. A fusão, que serviu para fortalecer o clube perante o futebol da região, ajudou a tornar o clube conhecido como “o Tomba”, e seus torcedores como “bodegueros”. Como a localização do estádio era próxima da ferrovia, o clube também receberia o apelido de “Expresso”
Os anos 40 e 50 testemunharam o melhor período do clube antes da fase atual. O Tomba conquistou cinco títulos do campeonato de Mendoza (1944, 1947, 1950, 1951 e 1954), além de fortalecer sua rivalidade com o Andes Talleres. Depois desta época, o time voltou a conquistar o regional em 1968.
Em 1959, o clube inaugurou o estádio Nuevo, também conhecido como La Bodega. Em 1986, o campo mudou de nome para Feliciano Gambarte, dirigente mais importante da equipe no passado. No entanto, desde 2008, o Godoy Cruz vem usando o Malvinas Argentinas, maior estádio da província e que sediou partidas da Copa do Mundo de 1978.
Em 1974, a equipe fez sua estreia no Torneio Nacional, que reunia times das ligas regionais mais os componentes da primeira divisão argentina. Depois, passaria por diversas divisões menores do país. Nesta época, a glória máxima do Godoy Cruz foi o Troféu do Interior, competição hoje extinta, em 1994.
O título lhe rendeu o acesso à Primeira B Nacional, a segunda divisão argentina, onde passou vários anos brigando até o ano de 2005, quando foi campeão do Apertura. Com o título, teve de brigar pelo acesso com o campeão do Clausura do ano seguinte, o Nueva Chicago. Os Bodegueros passaram pelo adversário e, pela primeira vez, integrariam a elite do futebol portenho.
No entanto, em 2007, acabou sendo rebaixado, após uma derrota para Huracán. O revés seria temporário, já que em 2008, conquistou o vice-campeonato da Nacional B e retornou à primeira divisão.
O Apertura de 2008 lhe rendeu um 12º lugar, que ajudou a equipe a escapar do rebaixamento através do promedio. No torneio seguinte, o Clausura 2009, encerrou a competição em nono, mas acabou tendo má campanha no Apertura do mesmo ano.
Depois das passagens de Diego Cocca, Daniel Oldrá e Enzo Trossero, o Tomba resolveu apostar em Omar “Turco” Asad para ser treinador. O campeão da Libertadores de 1994 pelo Vélez Sarsfield foi o toque que faltava para o time de Mendoza subir na tabela, atualmente disputando o título do Clausura, e quem sabe, até disputar futuramente a Libertadores.
Em 2010, o Tomba foi a grande sensação do futebol argentino, principalmente pelo seu belo futebol apresentado. Fez a terceira melhor campanha, ficando atrás apenas do Estudiantes e Vélez Sarsfield, e teve um dos melhores jogadores, o meia David Ramírez.
Foram 89 anos de espera, um belo ano e, enfim, o Club Deportivo Godoy Cruz Antonio Tomba, da cidade de Mendoza, fez sua estréia na Taça Libertadores da América. No estádio Malvinas Argentinas, palco da Copa de 78, a equipe recebeu a LDU, muitas vezes fantasma dos argentinos, e venceu por 2 a 1, para a alegria de seus torcedores que lotaram o estádio.
Estádio
O Estádio Feliciano Gambarte está localizado em Godoy Cruz, Mendoza. É de propriedade do Club Deportivo Godoy Cruz Antonio Tomba, apesar deste atualmente mandar seus jogos no Estádio Malvinas Argentinas.
Capacidade 14.000 pessoas
Inauguração 3 de outubro de 1959
O Estádio Malvinas Argentinas é de propriedade estatal. .Mendoza possui um estádio de futebol que foi erguido para a Copa do Mundo de 1978, pois a Argentina necessitava de mais estádios para atender as exigências da de um evento tão grandioso como este, foi então que este estádio foi construído em 1976 e inaugurado em 14 de Maio de 1978, com um jogo entre as equipes de Mendoza e San Rafael, na época o estádio levava o nome de Estádio Ciudad de Mendoza.
Capacidade 40.268 pessoas
Inauguração 14 de maio de 1978
Alcunhas O Expresso, Tomba, Bodeguero
Site
http://www.clubgodoycruz.com.ar
Os primeiros tempos de clube mostraram um time bastante forte no cenário local, brilhando também em excursões pelo país. Em 1923, a equipe inaugurou seu primeiro estádio, em um empate em 4 a 4 com a equipe do Palmira.
O estranho nome do Godoy Cruz surgiu em 1933, quando o time se fundiu ao Club Deportivo Bodega Antonio Tomba. A fusão, que serviu para fortalecer o clube perante o futebol da região, ajudou a tornar o clube conhecido como “o Tomba”, e seus torcedores como “bodegueros”. Como a localização do estádio era próxima da ferrovia, o clube também receberia o apelido de “Expresso”
Os anos 40 e 50 testemunharam o melhor período do clube antes da fase atual. O Tomba conquistou cinco títulos do campeonato de Mendoza (1944, 1947, 1950, 1951 e 1954), além de fortalecer sua rivalidade com o Andes Talleres. Depois desta época, o time voltou a conquistar o regional em 1968.
Em 1959, o clube inaugurou o estádio Nuevo, também conhecido como La Bodega. Em 1986, o campo mudou de nome para Feliciano Gambarte, dirigente mais importante da equipe no passado. No entanto, desde 2008, o Godoy Cruz vem usando o Malvinas Argentinas, maior estádio da província e que sediou partidas da Copa do Mundo de 1978.
Em 1974, a equipe fez sua estreia no Torneio Nacional, que reunia times das ligas regionais mais os componentes da primeira divisão argentina. Depois, passaria por diversas divisões menores do país. Nesta época, a glória máxima do Godoy Cruz foi o Troféu do Interior, competição hoje extinta, em 1994.
O título lhe rendeu o acesso à Primeira B Nacional, a segunda divisão argentina, onde passou vários anos brigando até o ano de 2005, quando foi campeão do Apertura. Com o título, teve de brigar pelo acesso com o campeão do Clausura do ano seguinte, o Nueva Chicago. Os Bodegueros passaram pelo adversário e, pela primeira vez, integrariam a elite do futebol portenho.
No entanto, em 2007, acabou sendo rebaixado, após uma derrota para Huracán. O revés seria temporário, já que em 2008, conquistou o vice-campeonato da Nacional B e retornou à primeira divisão.
O Apertura de 2008 lhe rendeu um 12º lugar, que ajudou a equipe a escapar do rebaixamento através do promedio. No torneio seguinte, o Clausura 2009, encerrou a competição em nono, mas acabou tendo má campanha no Apertura do mesmo ano.
Depois das passagens de Diego Cocca, Daniel Oldrá e Enzo Trossero, o Tomba resolveu apostar em Omar “Turco” Asad para ser treinador. O campeão da Libertadores de 1994 pelo Vélez Sarsfield foi o toque que faltava para o time de Mendoza subir na tabela, atualmente disputando o título do Clausura, e quem sabe, até disputar futuramente a Libertadores.
Em 2010, o Tomba foi a grande sensação do futebol argentino, principalmente pelo seu belo futebol apresentado. Fez a terceira melhor campanha, ficando atrás apenas do Estudiantes e Vélez Sarsfield, e teve um dos melhores jogadores, o meia David Ramírez.
Foram 89 anos de espera, um belo ano e, enfim, o Club Deportivo Godoy Cruz Antonio Tomba, da cidade de Mendoza, fez sua estréia na Taça Libertadores da América. No estádio Malvinas Argentinas, palco da Copa de 78, a equipe recebeu a LDU, muitas vezes fantasma dos argentinos, e venceu por 2 a 1, para a alegria de seus torcedores que lotaram o estádio.
Estádio
O Estádio Feliciano Gambarte está localizado em Godoy Cruz, Mendoza. É de propriedade do Club Deportivo Godoy Cruz Antonio Tomba, apesar deste atualmente mandar seus jogos no Estádio Malvinas Argentinas.
Capacidade 14.000 pessoas
Inauguração 3 de outubro de 1959
O Estádio Malvinas Argentinas é de propriedade estatal. .Mendoza possui um estádio de futebol que foi erguido para a Copa do Mundo de 1978, pois a Argentina necessitava de mais estádios para atender as exigências da de um evento tão grandioso como este, foi então que este estádio foi construído em 1976 e inaugurado em 14 de Maio de 1978, com um jogo entre as equipes de Mendoza e San Rafael, na época o estádio levava o nome de Estádio Ciudad de Mendoza.
Capacidade 40.268 pessoas
Inauguração 14 de maio de 1978
Alcunhas O Expresso, Tomba, Bodeguero
Site
http://www.clubgodoycruz.com.ar
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Club de Gimnasia y Esgrima La Plata
Fundado no dia 3 de junho de 1887, o Club de Gimnasia y Esgrima La Plata segue firme na luta pelo título argentino e por uma vaga na Libertadores. A única conquista da equipe foi em 1929, quando venceu o campeonato da primeira divisão do país. Mas a participação no maior torneio continental da América do Sul aconteceu somente em 2003, após o vice-campeonato no Torneo Clausura, no ano anterior.
O time ainda conquistou por três vezes a segunda divisão argentina (1944, 47 e 52), além de alguns vice-campeonatos, entre Aperturas e Clausuras (1924, 95, 96 e 98). Porém, a última grande conquista do clube foi a Copa do Centenário da AFA, em 1993.
Sob a liderança dos irmãos Gustavo e Guillermo Barros Schelotto, que anos depois se transfeririam para o Boca Juniors, o time de La Plata bateu o River Plate na final, por 3 a 1, e levantou sua última taça.
Mas a história do Gimnasia, como é mais conhecido, é muito mais antiga do que se pode imaginar. Começou há mais de 100 anos...
No final do século XIX, os jovens aristocratas na Argentina apreciavam muito a prática da esgrima e da ginástica. O primeiro, por ser muito cultuado na Europa e conciliar inteligência e destreza. O segundo, por manter a boa forma física de seus praticantes.
Com isso, alguns jovens da cidade de La Plata, reunidos na Sala Comercial da cidade e inspirados na criação de um clube em Buenos Aires que reunia a prática das duas modalidades, decidiram fundar o Club de Gimnasia y Esgrima. Tanto que, até hoje, o lema do clube, decidido ainda em sua fundação, é “mens sana in corpore sano”, ou seja, “mente saudável num corpo saudável”.
No começo, o nome foi mudado para Club de Esgrima, pela falta de prática da ginástica. Mas alguns meses depois o nome original voltou à tona. Nos primeiros anos a entidade desportiva realmente dedicou-se somente à esgrima e ginástica. Porém, outro esporte já estava no gosto dos argentinos.
Pouco tempo depois da fundação, em 1903, o Club de Gimnasia y Esgrima já possuía uma equipe de futebol. Dois anos mais tarde, o time deixou as competições amadoras e se filiou a Associação Argentina de Futebol.
Os primeiros anos foram difíceis, como não poderiam deixar de ser. As coisas começaram a mudar, indiretamente, quando um grupo de jogadores descontentes do maior rival, o Estudiantes, abandonou o clube e passou a integrar o Club Independencia de La Plata, em 1912. Três anos mais tarde, essa equipe se fundiu com o Club de Gimnasia y Esgrima e o futebol ganhou mais força além da esgrima.
Esse fato foi muito importante na história do clube, porque marcou também a rivalidade entre os dois clubes de La Plata. O Estudiantes só aceitava jovens com estudos, enquanto o Gimnasia, contrariando sua origem, passou a incorporar os menos favorecidos da cidade, principalmente os oriundos de bairros operários como Berisso e Ensenada.
E é a rivalidade entre Gimnasia e Estudiantes que move La Plata no futebol. Atualmente, mesmo com uma boa campanha no Torneo Apertura, a torcida do Estudiantes não tem o que comemorar, por causa da ótima colocação de seus maiores rivais.
O primeiro clássico entre os dois times aconteceu em 27 de agosto de 1916 e terminou com um triunfo do Gimnasia. As rixas entre as duas torcidas também renderam os apelidos que o clube ostenta até hoje.
Na década de 20, muitos torcedores do Gimnasia trabalhavam nos frigoríficos de Berisso, com isso, os adeptos do Estudiantes passaram a chamar os rivais de “los triperos” (os tripeiros). Um apelido mais leve surgiu na década de 50, quando o cartunista Julio César Trouet, do jornal “El Dia”, insatisfeito com o mascote do Gimnasia que à época era um carniceiro, resolveu criar outro. E se o time joga no Bosque (como é conhecido o estádio do time, fundado em 1924) e é astuto e rápido, nada mais justo de apelidar a equipe de Lobo. E foi dessa maneira que surgiu o apelido mais conhecido do Gimnasia.
Porém, a torcida rival não poderia deixar por menos. E, entre os anos de 1967 e 71, quando Oscar Venturino, dono de uma companhia de recolhimento de lixo, foi presidente do clube, automaticamente seus torcedores ficaram conhecidos como “los basureros” (os lixeiros).
Outra curiosidade da equipe foi a constante mudança de nomes que ela teve ao longo dos tempos. Além da primeira breve mudança já citada, o clube teve outros dois nomes até alcançar o atual. De 1952 a 1955 passou-se a chamar Club de Gimnasia y Esgrima de Eva Perón. Já em outubro do mesmo ano, mudou novamente para Club de Gimnasia y Esgrima de La Plata, até que, em agosto de 1964, assumiu de vez Club de Gimnasia y Esgrima La Plata.
Títulos
Gimnasia y Esgrima foi campeão da divisão Intermedia do Futebol Argentino em 1915, da Primeira Divisão em 1929, e vice-campeão da Primeira Divisão em 1924, durante o amadorismo. Após o profissionalismo, Gimnasia foi campeão da Copa Centenário em 1994 e do Campeonato Argentino de Futebol da Segunda Divisão em 1944, 1947 e 1952; também foi vice-campeão da Primeira Divisão em 5 oportunidades. Permanece por 69 temporadas na Primeira Divisão, sendo o oitavo clube com maior permanência na competição.
Estádio
O Estádio Juan Carlos Zerillo, inaugurado em 1924, também conhecido como o «Estádio do Bosque», é o estádio do Club de Gimnasia y Esgrima La Plata. Com sua capacidade actual de 33.123 espectadores, resulta ser o estádio de futebol pertencente a um clube com maior capacidade da cidade.
Esta situado sobre a avenida 60 e sua intersecção com a rua 118 da cidade de La Plata, em pleno Bosque Platense, próximo ao bairro conhecido como «O Mondongo». O nome do estádio é uma homenagem ao ex-presidente do clube, Juan Carlos Zerillo, que comandou o Gimnasia y Esgrima de 1929 a 1931.
Alcunhas El Lobo ; Mens Sana ; Basurero
Site
http://www.gimnasia.org.ar/
O time ainda conquistou por três vezes a segunda divisão argentina (1944, 47 e 52), além de alguns vice-campeonatos, entre Aperturas e Clausuras (1924, 95, 96 e 98). Porém, a última grande conquista do clube foi a Copa do Centenário da AFA, em 1993.
Sob a liderança dos irmãos Gustavo e Guillermo Barros Schelotto, que anos depois se transfeririam para o Boca Juniors, o time de La Plata bateu o River Plate na final, por 3 a 1, e levantou sua última taça.
Mas a história do Gimnasia, como é mais conhecido, é muito mais antiga do que se pode imaginar. Começou há mais de 100 anos...
No final do século XIX, os jovens aristocratas na Argentina apreciavam muito a prática da esgrima e da ginástica. O primeiro, por ser muito cultuado na Europa e conciliar inteligência e destreza. O segundo, por manter a boa forma física de seus praticantes.
Com isso, alguns jovens da cidade de La Plata, reunidos na Sala Comercial da cidade e inspirados na criação de um clube em Buenos Aires que reunia a prática das duas modalidades, decidiram fundar o Club de Gimnasia y Esgrima. Tanto que, até hoje, o lema do clube, decidido ainda em sua fundação, é “mens sana in corpore sano”, ou seja, “mente saudável num corpo saudável”.
No começo, o nome foi mudado para Club de Esgrima, pela falta de prática da ginástica. Mas alguns meses depois o nome original voltou à tona. Nos primeiros anos a entidade desportiva realmente dedicou-se somente à esgrima e ginástica. Porém, outro esporte já estava no gosto dos argentinos.
Pouco tempo depois da fundação, em 1903, o Club de Gimnasia y Esgrima já possuía uma equipe de futebol. Dois anos mais tarde, o time deixou as competições amadoras e se filiou a Associação Argentina de Futebol.
Os primeiros anos foram difíceis, como não poderiam deixar de ser. As coisas começaram a mudar, indiretamente, quando um grupo de jogadores descontentes do maior rival, o Estudiantes, abandonou o clube e passou a integrar o Club Independencia de La Plata, em 1912. Três anos mais tarde, essa equipe se fundiu com o Club de Gimnasia y Esgrima e o futebol ganhou mais força além da esgrima.
Esse fato foi muito importante na história do clube, porque marcou também a rivalidade entre os dois clubes de La Plata. O Estudiantes só aceitava jovens com estudos, enquanto o Gimnasia, contrariando sua origem, passou a incorporar os menos favorecidos da cidade, principalmente os oriundos de bairros operários como Berisso e Ensenada.
E é a rivalidade entre Gimnasia e Estudiantes que move La Plata no futebol. Atualmente, mesmo com uma boa campanha no Torneo Apertura, a torcida do Estudiantes não tem o que comemorar, por causa da ótima colocação de seus maiores rivais.
O primeiro clássico entre os dois times aconteceu em 27 de agosto de 1916 e terminou com um triunfo do Gimnasia. As rixas entre as duas torcidas também renderam os apelidos que o clube ostenta até hoje.
Na década de 20, muitos torcedores do Gimnasia trabalhavam nos frigoríficos de Berisso, com isso, os adeptos do Estudiantes passaram a chamar os rivais de “los triperos” (os tripeiros). Um apelido mais leve surgiu na década de 50, quando o cartunista Julio César Trouet, do jornal “El Dia”, insatisfeito com o mascote do Gimnasia que à época era um carniceiro, resolveu criar outro. E se o time joga no Bosque (como é conhecido o estádio do time, fundado em 1924) e é astuto e rápido, nada mais justo de apelidar a equipe de Lobo. E foi dessa maneira que surgiu o apelido mais conhecido do Gimnasia.
Porém, a torcida rival não poderia deixar por menos. E, entre os anos de 1967 e 71, quando Oscar Venturino, dono de uma companhia de recolhimento de lixo, foi presidente do clube, automaticamente seus torcedores ficaram conhecidos como “los basureros” (os lixeiros).
Outra curiosidade da equipe foi a constante mudança de nomes que ela teve ao longo dos tempos. Além da primeira breve mudança já citada, o clube teve outros dois nomes até alcançar o atual. De 1952 a 1955 passou-se a chamar Club de Gimnasia y Esgrima de Eva Perón. Já em outubro do mesmo ano, mudou novamente para Club de Gimnasia y Esgrima de La Plata, até que, em agosto de 1964, assumiu de vez Club de Gimnasia y Esgrima La Plata.
Títulos
Gimnasia y Esgrima foi campeão da divisão Intermedia do Futebol Argentino em 1915, da Primeira Divisão em 1929, e vice-campeão da Primeira Divisão em 1924, durante o amadorismo. Após o profissionalismo, Gimnasia foi campeão da Copa Centenário em 1994 e do Campeonato Argentino de Futebol da Segunda Divisão em 1944, 1947 e 1952; também foi vice-campeão da Primeira Divisão em 5 oportunidades. Permanece por 69 temporadas na Primeira Divisão, sendo o oitavo clube com maior permanência na competição.
Estádio
O Estádio Juan Carlos Zerillo, inaugurado em 1924, também conhecido como o «Estádio do Bosque», é o estádio do Club de Gimnasia y Esgrima La Plata. Com sua capacidade actual de 33.123 espectadores, resulta ser o estádio de futebol pertencente a um clube com maior capacidade da cidade.
Esta situado sobre a avenida 60 e sua intersecção com a rua 118 da cidade de La Plata, em pleno Bosque Platense, próximo ao bairro conhecido como «O Mondongo». O nome do estádio é uma homenagem ao ex-presidente do clube, Juan Carlos Zerillo, que comandou o Gimnasia y Esgrima de 1929 a 1931.
Alcunhas El Lobo ; Mens Sana ; Basurero
Site
http://www.gimnasia.org.ar/
domingo, 9 de janeiro de 2011
Club Estudiantes de La Plata
Um dos times mais tradicionais do futebol sul-americano. Esse é o Estudiantes de La Plata. Localizado em Buenos Aires, capital da Argentina, o clube foi fundado no dia 4 de agosto de 1905. Seu surgimento se deu após uma briga entre os associados do Gimnasia de La Plata, seu principal rival.
A desavença ocorreu devido à insatisfação dos integrantes do clube com a falta de um espaço reservado para o futebol. O inglês Tomás Shendden foi o responsável por comandar o movimento que culminou na fundação do Clube Atlético Estudiantes. O nome escolhido é uma referência aos 20 criadores do time, à época todos estudantes.
Em seu início, apenas jogadores com estudos eram aceitos na agremiação. Um ano depois de sua fundação, o Pincha, como é apelidado o Estudiantes, se inscreveu junto a Federação Argentina de Futebol (em espanhol) e passou a disputar os torneios nacionais amadores.
O começo da trajetória da equipe foi meteórico. Com apenas seis anos de existência, o clube chegou à primeira divisão do Campeonato Argentino. A decisão que marcou essa ida para a elite foi contra o Independiente, vencida por 3 a 0.
Assim como no seu início, o Estudiantes teve um desempenho impressionante na principal competição nacional. Já em 1913, o Pincha, com uma campanha sensacional levantou a taça da primeira divisão. A campanha ficou marcada pelo belo desempenho: 14 vitórias em 18 partidas.
Na estréia da era profissional na Argentina, o Pincha atingiu um recorde histórico, em 1931. Ficou com a marca de ataque mais positivo da competição nacional, com 103 gols marcados. Porém, a efetividade não levou o time ao título, terminando o torneio daquele ano na terceira colocação, seis pontos a menos que o campeão Boca Juniors.
Em 1946, o Pincha voltou a conquistar um título no cenário nacional. Após derrotar o mesmo Boca Juniors na final, levantou a taça da Copa de la República. O primeiro jogo terminou empatado por 4 a 4. Já o segundo foi vencido pelo Estudiantes por 1 a 0, com gol anotado por Manuel Peregrina, maior artilheiro da história da agremiação.
Já o ano de 1953 foi muito triste para a torcida do clube. A campanha na temporada ficou marcada pelo primeiro rebaixamento da história do Estudiantes. Porém, logo em 1954, a equipe retornou para a elite.
Uma campanha ruim aconteceria novamente em 1963, quando o time teria que jogar uma partida para decidir o rebaixamento com o Lanús. Porém, uma virada de mesa suspendeu o descenso por três anos. Após a decisão da Federação Argentina, a direção do Estudiantes fez grande investimento nas categorias de base, que deu resultado alguns anos depois.
O início da época gloriosa do Pincha aconteceu em 1967. O time ganhou o Campeonato Metropolitano, quebrando uma hegemonia dos cincos grandes clubes do futebol argentino: Independiente, Racing, Boca Juniors, San Lorenzo e River Plate. A grande decisão foi diante do Racing, e o Estudiantes venceu com direito a gol de bicicleta de Verón.
Mas o clube ficaria internacionalmente conhecido nos próximos três anos. Em 1968, a equipe disputou a Copa Libertadores e chegou a grande decisão contra o Palmeiras. As finais foram realizadas em três partidas. A primeira, na Argentina, terminou com o placar de 2 a 1 para o time da casa. A segunda, no Brasil, 3 a 1 para o Alviverde paulista. Já o último e decisivo confronto acabou sendo vencido pelo Pinca, 2 a 0. Assim, a agremiação ganhou o principal torneio da América do Sul.
No fim daquela mesma temporada, o Estudiantes disputou o Mundial Interclubes contra o Manchester United, campeão da Europa. A primeira partida foi no estádio de La Bombonera e acabou 1 a 0 para o time mandante. A volta aconteceu na Inglaterra e, com 1 a 1 no placar, o clube da Argentina sagrou-se como campeão.
O título Sul-Americano seria repetido novamente nos anos de 1969 e 1970, porém a equipe não obteve o mesmo sucesso no torneio intercontinental.
Após a gloriosa era no fim da década de 60, o Estudiantes ficou muito tempo afastado das grandes conquistas, voltando a ser campeão do Campeonato Argentino somente em 1983.
A seca depois do título foi novamente grande, mas em 2006 o clube ganhou o Torneio Apertura de um modo sensacional. O time comandado por Diego Simeone chegou a dez vitórias consecutivas e, ao término da competição, com o mesmo número de pontos do Boca. Uma final entre as duas equipes foi marcada e o Pincha venceu por 2 a 1, garantindo assim sua última conquista.
Copa Interamericana: 1969
Copa Libertadores da América: 1968, 1969, 1970, 2009
Campeonato Argentino: 1913, 1967 (Metropolitano), 1982 (Metropolitano), 1983 (Nacional), 2006 (Apertura), 2010 (Apertura)).
Campeonato Argentino 2ª Divisão: 1911, 1954, 1995
Estádios
O Estádio Ciudad de La Plata, principal palco da Copa América 2011, que será realizada na Argentina, foi reinaugurado na noite desta quinta-feira, em um cerimônia que contou com a presença da presidente argentina, Cristina Kirchner, e dirigentes de futebol.
Mascote
A mascote do Estudiantes é um leão, utilizado para promoções realizadas pelo clube. Sempre está presente nas partidas do time, quando atua no estádio Jorge Luis Hirschi, e fica balançando a bandeira do Pincha antes da entrada dos jogadores no gramado.
Site
http://www.clubestudianteslp.com.ar
A desavença ocorreu devido à insatisfação dos integrantes do clube com a falta de um espaço reservado para o futebol. O inglês Tomás Shendden foi o responsável por comandar o movimento que culminou na fundação do Clube Atlético Estudiantes. O nome escolhido é uma referência aos 20 criadores do time, à época todos estudantes.
Em seu início, apenas jogadores com estudos eram aceitos na agremiação. Um ano depois de sua fundação, o Pincha, como é apelidado o Estudiantes, se inscreveu junto a Federação Argentina de Futebol (em espanhol) e passou a disputar os torneios nacionais amadores.
O começo da trajetória da equipe foi meteórico. Com apenas seis anos de existência, o clube chegou à primeira divisão do Campeonato Argentino. A decisão que marcou essa ida para a elite foi contra o Independiente, vencida por 3 a 0.
Assim como no seu início, o Estudiantes teve um desempenho impressionante na principal competição nacional. Já em 1913, o Pincha, com uma campanha sensacional levantou a taça da primeira divisão. A campanha ficou marcada pelo belo desempenho: 14 vitórias em 18 partidas.
Na estréia da era profissional na Argentina, o Pincha atingiu um recorde histórico, em 1931. Ficou com a marca de ataque mais positivo da competição nacional, com 103 gols marcados. Porém, a efetividade não levou o time ao título, terminando o torneio daquele ano na terceira colocação, seis pontos a menos que o campeão Boca Juniors.
Em 1946, o Pincha voltou a conquistar um título no cenário nacional. Após derrotar o mesmo Boca Juniors na final, levantou a taça da Copa de la República. O primeiro jogo terminou empatado por 4 a 4. Já o segundo foi vencido pelo Estudiantes por 1 a 0, com gol anotado por Manuel Peregrina, maior artilheiro da história da agremiação.
Já o ano de 1953 foi muito triste para a torcida do clube. A campanha na temporada ficou marcada pelo primeiro rebaixamento da história do Estudiantes. Porém, logo em 1954, a equipe retornou para a elite.
Uma campanha ruim aconteceria novamente em 1963, quando o time teria que jogar uma partida para decidir o rebaixamento com o Lanús. Porém, uma virada de mesa suspendeu o descenso por três anos. Após a decisão da Federação Argentina, a direção do Estudiantes fez grande investimento nas categorias de base, que deu resultado alguns anos depois.
O início da época gloriosa do Pincha aconteceu em 1967. O time ganhou o Campeonato Metropolitano, quebrando uma hegemonia dos cincos grandes clubes do futebol argentino: Independiente, Racing, Boca Juniors, San Lorenzo e River Plate. A grande decisão foi diante do Racing, e o Estudiantes venceu com direito a gol de bicicleta de Verón.
Mas o clube ficaria internacionalmente conhecido nos próximos três anos. Em 1968, a equipe disputou a Copa Libertadores e chegou a grande decisão contra o Palmeiras. As finais foram realizadas em três partidas. A primeira, na Argentina, terminou com o placar de 2 a 1 para o time da casa. A segunda, no Brasil, 3 a 1 para o Alviverde paulista. Já o último e decisivo confronto acabou sendo vencido pelo Pinca, 2 a 0. Assim, a agremiação ganhou o principal torneio da América do Sul.
No fim daquela mesma temporada, o Estudiantes disputou o Mundial Interclubes contra o Manchester United, campeão da Europa. A primeira partida foi no estádio de La Bombonera e acabou 1 a 0 para o time mandante. A volta aconteceu na Inglaterra e, com 1 a 1 no placar, o clube da Argentina sagrou-se como campeão.
O título Sul-Americano seria repetido novamente nos anos de 1969 e 1970, porém a equipe não obteve o mesmo sucesso no torneio intercontinental.
Após a gloriosa era no fim da década de 60, o Estudiantes ficou muito tempo afastado das grandes conquistas, voltando a ser campeão do Campeonato Argentino somente em 1983.
A seca depois do título foi novamente grande, mas em 2006 o clube ganhou o Torneio Apertura de um modo sensacional. O time comandado por Diego Simeone chegou a dez vitórias consecutivas e, ao término da competição, com o mesmo número de pontos do Boca. Uma final entre as duas equipes foi marcada e o Pincha venceu por 2 a 1, garantindo assim sua última conquista.
Títulos
Taça Intercontinental: 1968Copa Interamericana: 1969
Copa Libertadores da América: 1968, 1969, 1970, 2009
Campeonato Argentino: 1913, 1967 (Metropolitano), 1982 (Metropolitano), 1983 (Nacional), 2006 (Apertura), 2010 (Apertura)).
Campeonato Argentino 2ª Divisão: 1911, 1954, 1995
Estádios
O Estádio Ciudad de La Plata, principal palco da Copa América 2011, que será realizada na Argentina, foi reinaugurado na noite desta quinta-feira, em um cerimônia que contou com a presença da presidente argentina, Cristina Kirchner, e dirigentes de futebol.
Fruto de um longo projeto e inaugurado parcialmente em 2003, o Estadio Ciudad de La Plata, também conhecido como Único, ficou pouco mais de um ano fechado para que a conclusão das obras, principalmente para a implementação da cobertura e do telão no meio do campo, e teve um custo total de aproximadamente 216 milhões de dólares.
Utilizado pelo Estudiantes de La Plata e Gimnasia y Esgrima La Plata, o estádio municipal terá capacidade para abrigar cerca de 50 mil torcedores, separados em 10 setores e com um estacionamento próprio com capacidade para 5,5 mil veículos, que deve ser ampliado nos próximos meses.
O Estadio Jorge Luis Hirschi era um estádio de futebol localizado na cidade de La Plata, na Argentina.
Inaugurado no Natal de 1907, era o estádio do Club Estudiantes de La Plata. Tinha capacidade para 23.000 torcedores.
Em 2005 o estádio foi demolido e em seu lugar está sendo construído um novo estádio para o clube, batizado de Tierra de Campiones (Terra de Campeões em espanhol).
A previsão do clube é utilizar o novo estádio em 80% do jogos como mandante, utilizando o Estádio Ciudad de La Plata apenas para jogos importantes.
Alcunhas Pincha ; Pincharratas
Inaugurado no Natal de 1907, era o estádio do Club Estudiantes de La Plata. Tinha capacidade para 23.000 torcedores.
Em 2005 o estádio foi demolido e em seu lugar está sendo construído um novo estádio para o clube, batizado de Tierra de Campiones (Terra de Campeões em espanhol).
A previsão do clube é utilizar o novo estádio em 80% do jogos como mandante, utilizando o Estádio Ciudad de La Plata apenas para jogos importantes.
Alcunhas Pincha ; Pincharratas
Mascote
A mascote do Estudiantes é um leão, utilizado para promoções realizadas pelo clube. Sempre está presente nas partidas do time, quando atua no estádio Jorge Luis Hirschi, e fica balançando a bandeira do Pincha antes da entrada dos jogadores no gramado.
Site
http://www.clubestudianteslp.com.ar
sábado, 8 de janeiro de 2011
Club Atlético Chacarita Juniors
Uma história que nasceu na Villa Crespe, no bairro de San Martin em Buenos Aires. Esse foi o local em que no dia 1º de maio de 1906 nasceu o Club Atlético Chacarita Juniors. O time ganhou projeção nacional, chegando ao ápice ao se sagrar campeão do Torneio Metropolitano em 1969.
Em 1971, o time conquistou o vice-campeonato da Copa Juan Gamper. Há a impressão de ser um feito menor, mas deve-se levar conta que o Chacarita derrotou o Bayern de Munique nas semifinais.
O time construiu seu estádio no coração da Villa Crespe. Na partida inaugural contra o Nacional de Montevidéu, o time da casa derrotou o adversário por 3 a 0. O jogo foi no dia 19 de fevereiro de 1919 e teve um público total de 25 mil pessoas.
O Tricolor, como o clube é conhecido, fez seus primeiros jogos em um terreno baldio, localizado perto de um cemitério municipal. O local foi cercado, mas logo o clube precisou deixar o lugar. A polícia mandou desfazer o cercado construído e encerrou as atividades da equipe por ali.
Os tricolores são tricampeões da série B da Argentina (o time conquistou o título em 1941, 1959 e 1993). Entre o final das décadas de 60 e começo da de 70, o Chacarita chegou a incomodar os grandes do futebol argentino.
A história do maior título do Chacaritas começou a ser escrita em 1967, quando o clube quase foi rebaixado para a série B. A salvação veio no jogo contra o Atlante, quando a vitória manteve o Tricolor na primeira divisão.
Percebeu-se então, a necessidade de uma reformulação completa na equipe, a começar por cobrir o enorme rombo nos cofres do clube. A preparação física também mereceu uma atenção especial. Os jogadores passaram a se dedicar mais aos treinos, o que resultou num bom condicionamento.
Além disso, o esquema tático foi totalmente adaptado ao nível técnico da equipe. A defesa foi priorizada: os zagueiros começaram a praticar a linha de impedimento, que funcionou muito bem na campanha do título de 1969.
Os jogos mais marcantes foram a dramática vitória frente o Racing por 1 a 0 e a decisão contra o temido River Plate. Um dos jogadores que mais se destacou na campanha foi o capitão e zagueiro Marcos, um verdadeiro paredão para os atacantes adversários.
A campanha na Copa Juan Gamper em 1971 pode ser classificada como normal para muitos clubes da Europa e mesmo para os grandes clubes da Argentina. Mas para o Chacarita Juniors, o vice campeonato foi histórico.
Essa Copa foi realizada em Barcelona, como forma de preparação de algumas equipes para a temporada que estava para começar. Os jogos eram eliminatórios e, logo na estréia, o Tricolor enfrentou o poderoso Bayern de Munique.
O time alemão era considerado o favorito, mas dentro de campo a história foi diferente. Com gols de Recupero e Fucceneco, o Chacarita venceu por 2 a 0 e se credenciou a enfrentar o Barcelona na grande final. Era a primeira vez na qual uma equipe argentina venceu o Bayern de Munique.
Na final, uma derrota por 1 a 0 frente ao Barcelona, numa partida que alguns julgam que o Chacarita foi superior. Talvez, mas o que vale para a fanática torcida foi o fato de ver seu time enfrentar dois gigantes do futebol europeu.
Na temporada 2008-2009, o clube conquistou o ascesso a Elite do futebol argentino, mas com fracos resultados a equipe retornou a Primera B Nacional em 2010.
Em 1971, o time conquistou o vice-campeonato da Copa Juan Gamper. Há a impressão de ser um feito menor, mas deve-se levar conta que o Chacarita derrotou o Bayern de Munique nas semifinais.
O time construiu seu estádio no coração da Villa Crespe. Na partida inaugural contra o Nacional de Montevidéu, o time da casa derrotou o adversário por 3 a 0. O jogo foi no dia 19 de fevereiro de 1919 e teve um público total de 25 mil pessoas.
O Tricolor, como o clube é conhecido, fez seus primeiros jogos em um terreno baldio, localizado perto de um cemitério municipal. O local foi cercado, mas logo o clube precisou deixar o lugar. A polícia mandou desfazer o cercado construído e encerrou as atividades da equipe por ali.
Os tricolores são tricampeões da série B da Argentina (o time conquistou o título em 1941, 1959 e 1993). Entre o final das décadas de 60 e começo da de 70, o Chacarita chegou a incomodar os grandes do futebol argentino.
A história do maior título do Chacaritas começou a ser escrita em 1967, quando o clube quase foi rebaixado para a série B. A salvação veio no jogo contra o Atlante, quando a vitória manteve o Tricolor na primeira divisão.
Percebeu-se então, a necessidade de uma reformulação completa na equipe, a começar por cobrir o enorme rombo nos cofres do clube. A preparação física também mereceu uma atenção especial. Os jogadores passaram a se dedicar mais aos treinos, o que resultou num bom condicionamento.
Além disso, o esquema tático foi totalmente adaptado ao nível técnico da equipe. A defesa foi priorizada: os zagueiros começaram a praticar a linha de impedimento, que funcionou muito bem na campanha do título de 1969.
Os jogos mais marcantes foram a dramática vitória frente o Racing por 1 a 0 e a decisão contra o temido River Plate. Um dos jogadores que mais se destacou na campanha foi o capitão e zagueiro Marcos, um verdadeiro paredão para os atacantes adversários.
A campanha na Copa Juan Gamper em 1971 pode ser classificada como normal para muitos clubes da Europa e mesmo para os grandes clubes da Argentina. Mas para o Chacarita Juniors, o vice campeonato foi histórico.
Essa Copa foi realizada em Barcelona, como forma de preparação de algumas equipes para a temporada que estava para começar. Os jogos eram eliminatórios e, logo na estréia, o Tricolor enfrentou o poderoso Bayern de Munique.
O time alemão era considerado o favorito, mas dentro de campo a história foi diferente. Com gols de Recupero e Fucceneco, o Chacarita venceu por 2 a 0 e se credenciou a enfrentar o Barcelona na grande final. Era a primeira vez na qual uma equipe argentina venceu o Bayern de Munique.
Na final, uma derrota por 1 a 0 frente ao Barcelona, numa partida que alguns julgam que o Chacarita foi superior. Talvez, mas o que vale para a fanática torcida foi o fato de ver seu time enfrentar dois gigantes do futebol europeu.
Na temporada 2008-2009, o clube conquistou o ascesso a Elite do futebol argentino, mas com fracos resultados a equipe retornou a Primera B Nacional em 2010.
É chamado de los funebreros em virtude da sede do clube ficar localizada nas proximidades de um cemitério.
Títulos
Primera División Argentina 1969 Metropolitano
Segunda División Argentina 1941, 1959
Tercera División Argentina 1993/94
Segunda División Argentina 1941, 1959
Tercera División Argentina 1993/94
Estádio
Estadio Chacarita de Villa Maipu
Capacidade 41.244 (aprox. espectadores em pé) 20.844 (aprox. espectadores sentados)
Site
http://chacaritajuniors.org.ar/
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Club Atlético Colón
Apesar de não possuir nenhum título nacional na bagagem, o Colón de Santa Fe, maior torcida de sua cidade de origem, é mais um daqueles pequenos clubes a conquistar aos poucos, de baixo, seu espaço no futebol dos hermanos.
O clube, fundado em 1905, entrou para a AFA (federação argentina) apenas em 1947, já tendo atuado até então por diversas temporadas nas divisões menores, até sua vitória na segundona, em 1965, que garantiu sua promoção para a Primera División, onde já figuraram diversas vezes e ainda brigam por espaço.
A equipe de Santa Fe, comandada desde 2007 pelo argentino Antonio ‘El Turco’ Mohamed, não tem decepcionado sua torcida, e realiza campanhas instáveis, mas pouco a pouco melhores nos Apertura e Clausura argentinos. Neste início de 2009, se manteve desde o princípio entre os primeiro colocados, e aproveita a má fase dos grandes, como Boca Juniors e River Plate, para assegurar uma colocação entre os três primeiros.
Deixando para trás o maior rival local, Unión de Santa Fe, o Cólon já não entra em campo contra o adversário há muito tempo. Em suas melhores campanhas, os Sabaleros terminaram entre os três colocados em duas ocasiões: na vice-liderança, no Apertura 1997, e em terceiro, no Clausura 2000.
Em 1997, atuou pela primeira vez na Copa Conmebol, e, no ano seguinte, participou da Copa Libertadores da América, avançando até as quartas-de-final, quando foram eliminados pelo River Plate. Em 2003, foi sua vez de participar da Copa Sul-americana.
História
Apesar de ser uma equipe bem menos tradicional que as os adversários, o Colón possui o décimo estádio do país, Estadio Brigadier General Estanislao López, com capacidade para 32 mil torcedores.
O clube, que completará 104 anos em maio, foi fundado por estudantes que, em homenagem ao descobridor das Américas, chamaram-no de Colón (Colombo, em espanhol). Porém, os primeiros anos da história da equipe de Santa Fe não é conhecido, pois só há documentação dela a partir da década de 20.
No ano de 1964, em comemoração à subida para a segunda divisão, o Colón recebeu o clube paulista Santos, de Pelé (que marcou o gol da equipe brasileira), em jogo que venceu por 2 a 1, de virada. Seguindo a onda de boa sorte, o time derrotou também a própria seleção nacional, após ter tido quatro anos de invencibilidade total (entre 1948 e 1952) atuando em casa, o que fez com que o antigo estádio “Eva Perón”, que posteriormente recebeu o nome atual, fosse alcunhado de “El Cemeterio de los Elefantes”, por lá derrubarem os grandes. O nome pegou, e hoje já conhecido por todos os torcedores. Outras equipes a sucumbirem ante o então modesto grupo foram Peñarol do Uruguai, e Millonarios, da Colômbia.
Após polêmica questão sobre sua subida à segunda divisão em 1965, o Colón não fez feio e, em ótimo desempenho, venceu e ascendeu à primeira, de onde só viria a cair novamente em 1981, em partida contra o Boca Juniors. Deixando escapar por pouco a ascensão em 1989, sendo derrotado pelo maior rival, Unión, só conseguiu se juntar outra vez à elite seis anos depois, onde se mantém.
Alguns bons jogadores que já passaram por El Cemeterio e deixaram sua marca foram o colombiano Freddy “Totono” Grisales, grande criador de jogadas, sendo o cabeça do meio-campo da equipe santafesina. Também contaram com o bom atacante Darío Gandín, artilheiro do time em 2007. Mas foram jogadores que deixaram o time antes da atual temporada. Hoje, contam com o veterano Esteban Fuertes, Cláudio Henría e Alejandro Capurro.
Títulos
Segunda División Argentina 1965
Campeón Torneo Octogonal 1995
Torneo Clausura 1997
Estádio
O Estádio Brigadier General Estanislao López, conhecido como Cementerio de Elefantes, é o estádio do Club Atlético Colón. Localizado em Santa Fé, Argentina, conta uma capacidade de 36.500.
Site
http://www.clubcolon.com.ar/
O clube, fundado em 1905, entrou para a AFA (federação argentina) apenas em 1947, já tendo atuado até então por diversas temporadas nas divisões menores, até sua vitória na segundona, em 1965, que garantiu sua promoção para a Primera División, onde já figuraram diversas vezes e ainda brigam por espaço.
A equipe de Santa Fe, comandada desde 2007 pelo argentino Antonio ‘El Turco’ Mohamed, não tem decepcionado sua torcida, e realiza campanhas instáveis, mas pouco a pouco melhores nos Apertura e Clausura argentinos. Neste início de 2009, se manteve desde o princípio entre os primeiro colocados, e aproveita a má fase dos grandes, como Boca Juniors e River Plate, para assegurar uma colocação entre os três primeiros.
Deixando para trás o maior rival local, Unión de Santa Fe, o Cólon já não entra em campo contra o adversário há muito tempo. Em suas melhores campanhas, os Sabaleros terminaram entre os três colocados em duas ocasiões: na vice-liderança, no Apertura 1997, e em terceiro, no Clausura 2000.
Em 1997, atuou pela primeira vez na Copa Conmebol, e, no ano seguinte, participou da Copa Libertadores da América, avançando até as quartas-de-final, quando foram eliminados pelo River Plate. Em 2003, foi sua vez de participar da Copa Sul-americana.
História
Apesar de ser uma equipe bem menos tradicional que as os adversários, o Colón possui o décimo estádio do país, Estadio Brigadier General Estanislao López, com capacidade para 32 mil torcedores.
O clube, que completará 104 anos em maio, foi fundado por estudantes que, em homenagem ao descobridor das Américas, chamaram-no de Colón (Colombo, em espanhol). Porém, os primeiros anos da história da equipe de Santa Fe não é conhecido, pois só há documentação dela a partir da década de 20.
No ano de 1964, em comemoração à subida para a segunda divisão, o Colón recebeu o clube paulista Santos, de Pelé (que marcou o gol da equipe brasileira), em jogo que venceu por 2 a 1, de virada. Seguindo a onda de boa sorte, o time derrotou também a própria seleção nacional, após ter tido quatro anos de invencibilidade total (entre 1948 e 1952) atuando em casa, o que fez com que o antigo estádio “Eva Perón”, que posteriormente recebeu o nome atual, fosse alcunhado de “El Cemeterio de los Elefantes”, por lá derrubarem os grandes. O nome pegou, e hoje já conhecido por todos os torcedores. Outras equipes a sucumbirem ante o então modesto grupo foram Peñarol do Uruguai, e Millonarios, da Colômbia.
Após polêmica questão sobre sua subida à segunda divisão em 1965, o Colón não fez feio e, em ótimo desempenho, venceu e ascendeu à primeira, de onde só viria a cair novamente em 1981, em partida contra o Boca Juniors. Deixando escapar por pouco a ascensão em 1989, sendo derrotado pelo maior rival, Unión, só conseguiu se juntar outra vez à elite seis anos depois, onde se mantém.
Alguns bons jogadores que já passaram por El Cemeterio e deixaram sua marca foram o colombiano Freddy “Totono” Grisales, grande criador de jogadas, sendo o cabeça do meio-campo da equipe santafesina. Também contaram com o bom atacante Darío Gandín, artilheiro do time em 2007. Mas foram jogadores que deixaram o time antes da atual temporada. Hoje, contam com o veterano Esteban Fuertes, Cláudio Henría e Alejandro Capurro.
Títulos
Segunda División Argentina 1965
Campeón Torneo Octogonal 1995
Torneo Clausura 1997
Estádio
O Estádio Brigadier General Estanislao López, conhecido como Cementerio de Elefantes, é o estádio do Club Atlético Colón. Localizado em Santa Fé, Argentina, conta uma capacidade de 36.500.
Site
http://www.clubcolon.com.ar/
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Club Atlético Boca Juniors
O Club Atlético Boca Juniors (em espanhol) foi fundado em 3 de abril de 1905, por cinco jovens imigrantes italianos, que se reuniram na Praça Solís, no bairro de La Boca, em Buenos Aires. O nome do clube foi tirado diretamente da região, tendo sido adicionada a palavra “Juniors” para dar um tom inglês à nomenclatura, o que, de certa forma, diminuía a relação com o bairro pobre desde aquela época.
Durante os primeiros anos de existência, o Boca Juniors utilizou diferentes cores de camisa, até chegar a clássica azul e amarela dos dias de hoje. Primeiro uma rosa, depois uma listrada verticalmente em preto e branco, até que, em 1907, os dirigentes do clube decidiram implantar as cores amarelo e azul, inspirados em um navio sueco que estava atracado no porto de Buenos Aires.
Devido ao grande número de imigrantes italianos, provenientes da cidade de Gênova, morando no bairro de La Boca, na época, os próprios torcedores do Boca começaram a se auto-intitular “Los Xeneizes”. A expressão é derivada da palavra zeneïze, que no dialeto falado na Ligúria, região italiana cuja capital é Gênova, significa genovês.
Os boquenses também foram apelidados de “Los Bosteros” (Os Bosteiros), devido a uma fábrica de tijolos que funcionava nas proximidades do clube. Para a fabricação dos tijolos, era utilizado excremento animal como matéria-prima, o que deixava um mau cheiro para quem passasse por ali. Os rivais então criaram o apelido, que nos dias de hoje já é aceito pelos torcedores do Boca, que não se importam com o cunho pejorativo.
Durante o período pré-profissional do Campeonato Argentino, o Boca Juniors conquistou sete títulos, incluindo a primeira conquista nacional do clube, em 1919, a Copa de Honra, em 1925, e a taça do último campeonato argentino antes do profissionalismo, em 1930.
O Boca Juniors ainda foi campeão no primeiro ano de futebol profissional na Argentina, em 1931, mas os anos que se seguiram não foram muito vitoriosos para a equipe de La Boca. Além do triunfo em 1931, conseguiu um bicampeonato em 1934 e 1934 e depois só voltou a ser campeão em 1940.
Depois da conquista em 1940, o Boca Juniors conquistou seu segundo bicampeonato na era profissional, nos anos 1943 e 1944. Foi uma década muito semelhante a anterior, com um título no início e um bicampeonato.
Os anos 50 foram os mais melancólicos para a história do clube, já que a equipe conquistou apenas um Campeonato Argentino, em 1954.
Porém, a década de 60 foi a mais vitoriosa da história em termos nacionais, já que a agremiação triunfou nos campeonatos de 1962, 1964, 1965 e 1969, ano em que venceu também a Copa Argentina.
Nos anos 70, o clube começou a escrever sua história internacional no futebol. Após conquistar os título nacionais em 1970 e 1976 e o metropolitano, também em 1976, o Boca Juniors venceu a Libertadores por duas oportunidades.
Em 1977, o clube enfrentou o Cruzeiro na final, que só foi decidida nos pênaltis, após empate por 0 a 0 no terceiro jogo. Já em 1978, os Xeneizes entraram na competição na segunda fase, devido ao título no ano anterior, e na final humilharam o Deportivo Cali. Depois de empatar na Colômbia por 0 a 0, o Boca Juniors goleou por 4 a 0 na Bombonera.
Depois de tantos triunfos, a torcida boquense ficou mal acostumada e acabou se decepcionando com a década de 80. O clube conquistou apenas o campeonato metropolitano de 1981 e a Supercopa de 1989.
Os anos 90 foram muito mais vitoriosos, com conquistas nacionais e sul-americanas. O Boca Juniors conquistou o Apertura em 1992 e 1998, e o Clausura em 1999. Em termos continentais, venceu a Recopa Sul-Americana em 1990, Copa Master em 1992 e a Copa de Ouro, no ano seguinte.
Nos últimos anos, o Boca começou a conquistar sua fama de grande vencedor de Copas, além de se aproximar do River Plate como maior campeão argentino. Em 2000, conquistou o Apertura, a Copa Libertadores e o Mundial Interclubes, em Tóquio. No ano seguinte a equipe conquistou novamente a Libertadores, repetindo o bicampeonato do fim dos anos 70.
Em 2003, igualou o ano 2000, conquistando o Apertura, a Libertadores e o Mundial Interclubes. No ano seguinte, venceu apenas a Copa Sul-Americana, torneio continental mais importante depois da Copa Libertadores. No ano de 2005, venceu novamente o Apertura e a Copa Sul-Americana, que garantiu vaga na Recopa Sul-Americana, também vencida pelo Boca, contra o campeão da Libertadores do ano anterior, o Once Caldas.
Em 2006, o clube conquistou mais um título nacional, dessa vez o Clausura, além de consagrar-se bicampeão da Recopa Sul-Americana. No ano seguinte, o Boca Juniors conquistou a sexta Copa Libertadores de sua história.
O Boca Juniors é a equipe com a maior torcida da Argentina. Em recentes pesquisas, os aficionados pelo clube ultrapassam 40% dos 35 milhões de argentinos. Enquanto isso, o maior rival, o Club Atlético River Plate, tem em sua torcida menos de 33% da população. O terceiro clube mais popular é o Independiente, com apenas 5,5% dos argentinos.
Devido a essa enorme diferença de quantidade de torcedores para os outros clubes e a rivalidade histórica entre as duas equipes, Boca e River é o maior clássico do futebol argentino, tendo sido inclusive denominado de Superclássico. O jornal britânico “The Observer” chegou a classificar o enfrentamento como o maior espetáculo futebolístico do planeta.
Atualmente, o Boca Juniors é o maior vencedor de títulos internacionais oficiais de todo o mundo, com 18 conquistas, empatado com o Milan, da Itália, que também tem 18 triunfos internacionais. Em campeonatos argentinos, o Boca Juniors é o segundo maior vencedor, com 26 conquistas, seis a menos que o grande rival, River Plate.
La Bombonera (oficialmente Estádio Alberto J. Armando) é o estádio do Club Atlético Boca Juniors. Sua capacidade atual é para 49.000 pessoas. O campo segue as medidas mínimas permitidas pela FIFA (105m x 68m). O nome oficial homenageia o ex-presidente Alberto Jacinto Armando.
Seu apelido deve-se à sua forma retangular como a de uma caixa de bombons. A principal razão para isso é o reduzido espaço que fora destinado à sua construção, iniciada em 1923. A solução encontrada pelo arquiteto José Luiz Delpini - que lhe granjeou vários prêmios - foi a de criar três anéis de arquibancadas, de modo que quem assiste o jogo da terceira arquibancada tem de olhar para baixo se quiser assistir o jogo com clareza.
Em 1923, iniciou-se sua construção. Anos depois (em 1940), o então presidente do Boca, Camilo Cichero, concluiu as obras e batizou o estádio com seu nome. Foi inaugurado com vitória dos donos da casa por 2x1 em um amistoso contra o San Lorenzo. Em 1952, foi instalada a iluminação para jogos noturnos. Devido à terrível crise institucional e financeira que assolou o clube em 1984, o estádio foi penhorado. Em 1996, foram construídos camarotes VIPs pelo presidente Mauricio Macri e, em 2001, o estádio foi rebatizado com o nome de Alberto J. Armando, homenagem a outro megaempresário e político, que fora presidente da instituição nos anos 70. Seu exterior foi pintado recentemente com afrescos do reconhecido pintor Pérez Celis, que retratou a paixão dos adeptos do clube, bem como aspectos relacionados à vida cotidiana do bairro de La Boca, como o dia-a-dia dos imigrantes italianos. Foi a disposição vertical das arquibancadas, onde cabem cerca de 49.000 mil pessoas aproximadamente, que fez com que o estádio começasse a ser chamado de "la bombonera", numa curiosa comparação com uma caixa de bombons.
Hino
Boca Juniors; Boca Juniors;
Gran campeón del balompié,
que despierta en nuestro pecho
entusiasmo, amor y fé
Tu bandera azul y oro
en Europa tremoló
como enseña vencedora
donde quiera que luchó.
Boca es nuestro grito de amor.
Boca nunca teme luchar,
Boca es entusiasmo y valor,
Boca Juniors. . . a triunfar. . .
Con tu enseña victoriosa
que es de oro y cielo azul,
en la "Cancha" se entusiasma
nuestra fuerte juventud. . .
Electrizan tus colores
Viejo Boca vencedor
y en los campos de combate
es glorioso tu pendón.
Boca es nuestro grito de amor
Boca nunca teme luchar,
Boca es entusiasmo y valor,
Boca Juniors. . . a triunfar. . .
Alcunhas Xeneizes, Bosteros, La Mitad Más Uno, Bocaneros Boquenses
Site
http://www.bocajuniors.com.ar/
Durante os primeiros anos de existência, o Boca Juniors utilizou diferentes cores de camisa, até chegar a clássica azul e amarela dos dias de hoje. Primeiro uma rosa, depois uma listrada verticalmente em preto e branco, até que, em 1907, os dirigentes do clube decidiram implantar as cores amarelo e azul, inspirados em um navio sueco que estava atracado no porto de Buenos Aires.
Devido ao grande número de imigrantes italianos, provenientes da cidade de Gênova, morando no bairro de La Boca, na época, os próprios torcedores do Boca começaram a se auto-intitular “Los Xeneizes”. A expressão é derivada da palavra zeneïze, que no dialeto falado na Ligúria, região italiana cuja capital é Gênova, significa genovês.
Os boquenses também foram apelidados de “Los Bosteros” (Os Bosteiros), devido a uma fábrica de tijolos que funcionava nas proximidades do clube. Para a fabricação dos tijolos, era utilizado excremento animal como matéria-prima, o que deixava um mau cheiro para quem passasse por ali. Os rivais então criaram o apelido, que nos dias de hoje já é aceito pelos torcedores do Boca, que não se importam com o cunho pejorativo.
Durante o período pré-profissional do Campeonato Argentino, o Boca Juniors conquistou sete títulos, incluindo a primeira conquista nacional do clube, em 1919, a Copa de Honra, em 1925, e a taça do último campeonato argentino antes do profissionalismo, em 1930.
O Boca Juniors ainda foi campeão no primeiro ano de futebol profissional na Argentina, em 1931, mas os anos que se seguiram não foram muito vitoriosos para a equipe de La Boca. Além do triunfo em 1931, conseguiu um bicampeonato em 1934 e 1934 e depois só voltou a ser campeão em 1940.
Depois da conquista em 1940, o Boca Juniors conquistou seu segundo bicampeonato na era profissional, nos anos 1943 e 1944. Foi uma década muito semelhante a anterior, com um título no início e um bicampeonato.
Os anos 50 foram os mais melancólicos para a história do clube, já que a equipe conquistou apenas um Campeonato Argentino, em 1954.
Porém, a década de 60 foi a mais vitoriosa da história em termos nacionais, já que a agremiação triunfou nos campeonatos de 1962, 1964, 1965 e 1969, ano em que venceu também a Copa Argentina.
Nos anos 70, o clube começou a escrever sua história internacional no futebol. Após conquistar os título nacionais em 1970 e 1976 e o metropolitano, também em 1976, o Boca Juniors venceu a Libertadores por duas oportunidades.
Em 1977, o clube enfrentou o Cruzeiro na final, que só foi decidida nos pênaltis, após empate por 0 a 0 no terceiro jogo. Já em 1978, os Xeneizes entraram na competição na segunda fase, devido ao título no ano anterior, e na final humilharam o Deportivo Cali. Depois de empatar na Colômbia por 0 a 0, o Boca Juniors goleou por 4 a 0 na Bombonera.
Depois de tantos triunfos, a torcida boquense ficou mal acostumada e acabou se decepcionando com a década de 80. O clube conquistou apenas o campeonato metropolitano de 1981 e a Supercopa de 1989.
Os anos 90 foram muito mais vitoriosos, com conquistas nacionais e sul-americanas. O Boca Juniors conquistou o Apertura em 1992 e 1998, e o Clausura em 1999. Em termos continentais, venceu a Recopa Sul-Americana em 1990, Copa Master em 1992 e a Copa de Ouro, no ano seguinte.
Nos últimos anos, o Boca começou a conquistar sua fama de grande vencedor de Copas, além de se aproximar do River Plate como maior campeão argentino. Em 2000, conquistou o Apertura, a Copa Libertadores e o Mundial Interclubes, em Tóquio. No ano seguinte a equipe conquistou novamente a Libertadores, repetindo o bicampeonato do fim dos anos 70.
Em 2003, igualou o ano 2000, conquistando o Apertura, a Libertadores e o Mundial Interclubes. No ano seguinte, venceu apenas a Copa Sul-Americana, torneio continental mais importante depois da Copa Libertadores. No ano de 2005, venceu novamente o Apertura e a Copa Sul-Americana, que garantiu vaga na Recopa Sul-Americana, também vencida pelo Boca, contra o campeão da Libertadores do ano anterior, o Once Caldas.
Em 2006, o clube conquistou mais um título nacional, dessa vez o Clausura, além de consagrar-se bicampeão da Recopa Sul-Americana. No ano seguinte, o Boca Juniors conquistou a sexta Copa Libertadores de sua história.
O Boca Juniors é a equipe com a maior torcida da Argentina. Em recentes pesquisas, os aficionados pelo clube ultrapassam 40% dos 35 milhões de argentinos. Enquanto isso, o maior rival, o Club Atlético River Plate, tem em sua torcida menos de 33% da população. O terceiro clube mais popular é o Independiente, com apenas 5,5% dos argentinos.
Devido a essa enorme diferença de quantidade de torcedores para os outros clubes e a rivalidade histórica entre as duas equipes, Boca e River é o maior clássico do futebol argentino, tendo sido inclusive denominado de Superclássico. O jornal britânico “The Observer” chegou a classificar o enfrentamento como o maior espetáculo futebolístico do planeta.
Atualmente, o Boca Juniors é o maior vencedor de títulos internacionais oficiais de todo o mundo, com 18 conquistas, empatado com o Milan, da Itália, que também tem 18 triunfos internacionais. Em campeonatos argentinos, o Boca Juniors é o segundo maior vencedor, com 26 conquistas, seis a menos que o grande rival, River Plate.
Títulos
Copa Intercontinental 1977, 2000, 2003
Copa Libertadores da América: 1977, 1978, 2000, 2001, 2003, 2007 Copa Sul-Americana: 2004, 2005
Recopa Sul-Americana: 1990, 2005, 2006, 2008
Supercopa Libertadores: 1989
Copa Master da Supercopa: 1992
Copa Ouro:1993
Campeonato Argentino: 1919*, 1920, 1923, 1924, 1926, 1930, 1931, 1934, 1935, 1940, 1943, 1944, 1954, 1962, 1964, 1965, 1969 (Nacional), 1970 (Nacional), 1976 (Nacional), 1976 (Metropolitano), 1981 (Metropolitano), 1992 (Apertura), 1998 (Apertura), 1999 (Clausura), 2000 (Apertura), 2003 (Apertura), 2005 (Apertura), 2006 (Clausura), 2008 (Apertura)
Estádio
Seu apelido deve-se à sua forma retangular como a de uma caixa de bombons. A principal razão para isso é o reduzido espaço que fora destinado à sua construção, iniciada em 1923. A solução encontrada pelo arquiteto José Luiz Delpini - que lhe granjeou vários prêmios - foi a de criar três anéis de arquibancadas, de modo que quem assiste o jogo da terceira arquibancada tem de olhar para baixo se quiser assistir o jogo com clareza.
Em 1923, iniciou-se sua construção. Anos depois (em 1940), o então presidente do Boca, Camilo Cichero, concluiu as obras e batizou o estádio com seu nome. Foi inaugurado com vitória dos donos da casa por 2x1 em um amistoso contra o San Lorenzo. Em 1952, foi instalada a iluminação para jogos noturnos. Devido à terrível crise institucional e financeira que assolou o clube em 1984, o estádio foi penhorado. Em 1996, foram construídos camarotes VIPs pelo presidente Mauricio Macri e, em 2001, o estádio foi rebatizado com o nome de Alberto J. Armando, homenagem a outro megaempresário e político, que fora presidente da instituição nos anos 70. Seu exterior foi pintado recentemente com afrescos do reconhecido pintor Pérez Celis, que retratou a paixão dos adeptos do clube, bem como aspectos relacionados à vida cotidiana do bairro de La Boca, como o dia-a-dia dos imigrantes italianos. Foi a disposição vertical das arquibancadas, onde cabem cerca de 49.000 mil pessoas aproximadamente, que fez com que o estádio começasse a ser chamado de "la bombonera", numa curiosa comparação com uma caixa de bombons.
Hino
Boca Juniors; Boca Juniors;
Gran campeón del balompié,
que despierta en nuestro pecho
entusiasmo, amor y fé
Tu bandera azul y oro
en Europa tremoló
como enseña vencedora
donde quiera que luchó.
Boca es nuestro grito de amor.
Boca nunca teme luchar,
Boca es entusiasmo y valor,
Boca Juniors. . . a triunfar. . .
Con tu enseña victoriosa
que es de oro y cielo azul,
en la "Cancha" se entusiasma
nuestra fuerte juventud. . .
Electrizan tus colores
Viejo Boca vencedor
y en los campos de combate
es glorioso tu pendón.
Boca es nuestro grito de amor
Boca nunca teme luchar,
Boca es entusiasmo y valor,
Boca Juniors. . . a triunfar. . .
Alcunhas Xeneizes, Bosteros, La Mitad Más Uno, Bocaneros Boquenses
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