quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Gil Vicente Futebol Clube

O Gil Vicente nasceu em Maio de 1924, após o nascimento de outros clubes na cidade de Barcelos, tal como o Barcellos Sporting Club e o União Foot-ball Club Barcellense. A ideia de fundar um novo clube para Barcelos surgiu de um grupo de amigos, que se reuniam todas as tardes no Largo do Teatro, situado no centro da cidade. O nome inicial encontrado para a nova equipa de Barcelos foi Gil Vicente Foot-ball Barcelense, tendo o nome Gil Vicente sido inspirado no teatro com o nome do dramaturgo e poeta português, Gil Vicente, onde se reuniam várias vezes.
As primeiras dificuldades da jovem formação fizeram-se sentir, sobretudo ao nível da necessidade de se encontrar um campo para a prática do futebol. Na altura, a equipa deslocava-se até ao emprestado Campo da Estação, que pertencia a outro clube de Barcelos, o Triunfo Sport Clube. Mas, a 3 de Maio de 1933, frente ao Sporting Clube de Braga, o Gil Vicente estreou-se no primeiro recinto da sua história, o Campo da Granja, com uma capacidade para 5012 espectadores, que mais tarde foi baptizado com o nome de Adelino Ribeiro Novo (nome que se mantém hoje), escolhido em homenagem ao ex-atleta do clube, que faleceu após um choque em campo, num jogo decorrido em 16 de Setembro de 1946.
Antigo escudo
O Campo da Granja chegou a pertencer ao União Foot-ball Club, mas com o seu desaparecimento, os gilistas transferiram-se para as suas instalações, onde permaneceram até à temporada 2003/2004.
Ao contrário da maior parte dos clubes da Liga Sagres, o Gil Vicente experimentou várias cores nos seus equipamentos até chegar ao que usa actualmente. Inicialmente, as camisolas eram de cor vermelha, depois foi escolhido o verde e branco em riscas horizontais, seguiu-se o amarelo e vermelho (em sintonia com as cores da cidade) e depois o azul. Nos últimos anos, o Gil Vicente decidiu alternar as cores das suas camisolas entre o vermelho e o azul.
O clube de Barcelos teve num determinado período da sua história, a particularidade de ser dirigido por sacerdotes e na temporada de 1974/1975, o padre José Maria Furtado, assumiu os destinos do clube numa fase de instabilidade para o Gil Vicente.
Pela equipa de Barcelos passaram, nos últimos anos, jogadores como Paulo Alves, que ingressou no Sporting, Nuno Capucho (que se iniciou nas escolas da formação gilista) ou Ljubinko Drulovic, que viriam a representar o FC Porto e treinadores como António Oliveira, que orientou o FC Porto e a Selecção Nacional A. Bem como Luis Loureiro que se tornou o 1º jogador "Gilista" a jogar no Gil Vicente e na Selecção Nacional pela mão do treinador Luiz Filipe Scolari, no ano em que a equipa de Barcelos obteve um magnifico 5º lugar na 1ª Divisão Portuguesa.
Em 2006/2007 disputou a Liga de Honra, depois de um longo e conturbado processo de um jogador não estar inscrito como profissional e que levou à despromoção do clube.
Na época 2009/2010 o Gil Vicente F.C. acabou por ficar em 10º lugar da Liga Vitalis.
  
Títulos

Campeonato Nacional 2.ª Divisao de Honra: 1998/99
Campeonato Nacional 2.ª Divisão Zona Norte: 1989/90

Estádio

O Estádio Cidade de Barcelos, incluído no Complexo Desportivo Municipal de Barcelos, Portugal, é a casa do Gil Vicente (actualmente a disputar a Liga de Honra), e foi inaugurado no dia 30 de Maio de 2004. O evento contou com um encontro de futebol amigável entre o Gil Vicente e o Nacional Montevideo do Uruguai, no qual os gilistas foram derrotados por 2-1. O estádio possui capacidade para 12.504 espectadores, espalhados por quatro bancadas, todas cobertas.


Alcunhas Gilistas,Galos

Site
http://www.gilvicentefc.pt

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Boavista Futebol Clube

O Boavista Futebol Clube foi fundado em 1º de agosto de 1903, por um grupo de ingleses e portugueses que trabalhavam em uma fábrica na área do Porto. O primeiro nome do clube foi Boavista Footballers, mas, em 1910, foi rebatizado definitivamente para o atual.

O time foi para as mãos dos integrantes lusos, no mesmo ano, devido a um impasse para definir os dias de jogos da equipe. Os ingleses eram a favor de jogar aos sábados, pois seguiam os mandamentos da Igreja Anglicana, que pregava o descanso aos domingos. Já os portugueses preferiam as disputas no primeiro dia da semana, pois sábado era dia normal de trabalho no país.

Com isso, os britânicos abandonaram o comando. Neste mesmo ano, o time inaugurou seu campo de jogo, o Estádio do Bessa Século 21.

O Boavista foi a primeira agremiação a inserir o futebol entre suas modalidades esportivas no país e uma das primeiras a se tornar profissional, em 1933. Neste ano, o clube também escolheu definitivamente suas cores e seu escudo, após muitas mudanças. Surgia, então, um dos uniformes mais tradicionais da Europa, o axadrezado.

Com a paralizão dos campeonatos nacionais devido as duas Guerras Mundiais, o time português perdeu muitos jogadores, voltando apenas a se estabilizar no fim da década de 60, quando, em 1968/69, conseguiu alcançar a primeira divisão de Portugal, para não ser mais rebaixado.

O primeiro título alvinegro veio após cinco anos na elite. Em 1974/75, conquistou a Taça de Portugal, o segundo mais importante torneio do país. Na final, derrotou o Benfica, por 2 a 1.

No ano seguinte, mais uma vez sob o comando José Maria Pedroto, outra conquista. O bi-campeonato da Taça portuguesa, após um vitória por 2 a 1 contra o Vitória de Guimarães. Nesse período, o time fez boas campanhas no Campeonato Nacional e se tornou um dos mais importantes equipes do país.

Em 1978/79, o Boavista ergueu pela terceira vez em cinco anos o torneio nacional. Desta vez, o Sporting acabou derrotado por 1 a 0 na prorrogação, após empate sem gols no tempo normal. Ainda neste ano, o clube conquistou também a Supertaça Nacional pela primeira vez.

“Os Panteras”, como são chamados os jogadores do Boavista, passaram em branco na década de 1980, mas nos anos 1990 voltaram a vencer e levaram mais dois títulos da Taça e da Supertaça. Na temporada 1991/92, a dupla conquista se deu após duas vitórias sobre o Porto.

Cinco anos depois, em 1996/97, mais dois títulos foram conquistados no mesmo ano e novamente nos dois torneios secundários de Portugal. Na final da taça, triunfo sobre o Benfica. Na competição de menor expressão, novamente contra o Porto, mais um triunfo.

No início do século 21, o clube transformou-se em Sociedade Anônima e mudou a gerência de seu departamento profissional e de suas categorias de base. A transformação logo deu resultado e o Boavista venceu pela primeira vez o Campeonato Português, na temporada 2000/01, classificando-se para a disputa da Liga dos Campeões.

A melhor participação da agremiação em competições européias foi em 2002/03, quando alcançou às semifinais da Copa da Uefa, mas acabou eliminada pelo Celtic após um empate e uma derrota.
Infelizmente o clube não foi bem na temporada 2007/08 e foi rebaixado. Na temporada 2008/09 o Boavista disputa a segunda divisão do Campeonato Português. Repete a péssima campanha e é rebaixado para a  II Divisão (3º escalão do futebol português).

Títulos

Campeonato Português 2000/01

Taça de Portugal 1974/75, 1975/76, 1978/79 1991/92 e 1996/97 
Supertaça de Portugal 1978/79, 1991/92 e 1996/97

Estádio 

O Estádio do Bessa Século XXI é o estádio oficial do Boavista Futebol Clube, situado na cidade do Porto, em Portugal.
Originalmente inaugurado em 1972, o Estádio do Bessa foi reconstruído no início do século XXI, tendo sido palco de três partidas do Euro 2004. O Estádio do Bessa Séc. XXI está situado junto à Avenida da Boavista, no centro da cidade do Porto, com óptimas acessibilidades e parques de estacionamento interiores e exteriores.
O Estádio do Bessa XXI de 30.000 lugares, acolheu 3 jogos do Euro2004. Está implantado numa zona urbana de referência da cidade do Porto e integra-se num complexo desportivo em desenvolvimento. Com uma área total de 100.000 metros quadrados, a estrutura do recinto é organizada em quatro bancadas, unidas por quatro torres localizadas nos seus extremos, que albergam os principais acessos verticais ao estádio e infra-estruturas de suporte.

Estes "torreões" e os corredores largos e funcionais das bancadas permitem esvaziar os 30.000 lugares do Bessa em apenas sete minutos, uma situação que muito agradou à comissão de acompanhamento das obras para o Europeu de 2004.

Mascote
A mascote do Boavista é uma Pantera Negra, pelo fato de o time ter no preto sua cor principal. O animal tem como principais características sua força e garra, qualidades essenciais para um time vencedor. Na sede social do clube existe uma escultura do bicho.


Hino 

Boavista, Boavista,
É do Porto muito amado;
Tem distintivo bairrista
Preto e branco axadrezado.
E no estádio a multidão,
Quando ele entra na pista,
Rompe nesta saudação:
Boavista! … Boavista! …
Luta sempre com vigor,
É brioso e é leal;
No prélio põe todo o ardor
De princípio até final;
No seu vibrar sempre amigo,
No seu porte sem igual,
Ama o estandarte querido,
Prestígio de Portugal!
Vamos em frente
Pela bandeira
Vê-la fulgente
E altaneira,
Ser desportista
Puro Ideal,
P' lo Boavista! … Arraial, arraial, arraial!

Apelido: Axadrezados e Panteras Negras

Site 

http://www.boavistafc.pt/

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Clube de Futebol Estrela da Amadora

O C­lube Futebol Estrela da Amadora foi criado no dia 22 de janeiro de 1932. Atualmente, a agremiação possui 6.500 sócios. É curioso notar que um dos orgulhos da instituição é ter torcedores exclusivos, ou seja, que apóiam apenas o Estrela. Isso porque, como é dito no site do clube, a maioria dos fãs dos times menores de Portugal também torcem para uma equipe grande ao mesmo tempo.

Apesar de ter sido fundado na década de 1930, o Estrela nunca teve grande destaque no cenário nacional. Como o próximo site oficial sugere, eles não se consideram uma grande equipe. O time passou quase o século XX inteiro nas divisões inferiores do Campeonato Português, até a temporada 1987/1988, quando conseguiu acesso à elite pela primeira vez.

A maior glória da história do clube veio em 1989/1990. O time venceu a Taça de Portugal, único título de expressão dos seus 75 anos de existência. Depois de algumas campanhas razoáveis na primeira divisão, mas nunca conseguindo nada além de um oitavo lugar, o Estrela terminou a temporada 1990/1991 em 18° e foi rebaixado para a segunda divisão.

Então, o clube fez uma campanha brilhante no segundo escalão do futebol português e foi campeão, recuperando a vaga na elite. A partir daí, a equipe não caiu mais durante toda a década de 1990 e alternou campanhas razoáveis com medíocres. Em 1997/1998, o Estrela terminou o campeonato em sétimo lugar, a melhor classificação conseguida até hoje.

O início dos anos 2000 não foi positivo para a agremiação que, depois de um oitavo lugar em 1999/2000, ficou em 18° em 2000/2001 e acabou rebaixada novamente. Mais uma vez, não passou mais de duas temporadas no escalão inferior, conseguindo a promoção em 2002/2003.

Desta vez, o clube não alcançou tanto sucesso e voltou a cair depois de apenas uma temporada na primeira divisão, novamente com um 18° lugar. Em 2004/2005, o time fez sua segunda melhor campanha na Taça de Portugal, alcançando às semifinais da competição. No mesmo ano, o Estrela conseguiu o acesso à divisão principal do futebol português.

Nas últimas duas temporadas, o time conseguiu desempenhos razoáveis na elite portuguesa. Em 2005/2006, terminou o campeonato em nono. No ano seguinte, ficou em décimo lugar na classificação.
Na época 2008/2009, embora tenha conseguido a permanência dentro das 4 linhas, ficando num confortável 11º lugar (despromovidos seriam "Os Belenenses" e o Trofense), foi despromovido no lugar dos Belenenses, por motivos financeiros. Esta época foi o inicio de uma grave crise financeira no clube tricolor. Dívidas a fornecedores, funcionários, jogadores, fisco, segurança social, etc. Nesta época, o Sindicato dos Jogadores Profissionais ainda apoiou o clube com 1 mês de salário, não sendo o suficiente para a recuperação do mesmo. A despromoção foi automática para a 2ª Divisão Nacional (equivalente ao 3º escalão do futebol português), pois foram proibidos de participar em provas profissionais (1ª e 2ª liga).
Na época 2009/2010, o Estrela da Amadora começou com o treinador António Veloso (antiga estrela do Benfica e selecção Nacional, e pai do jogador Miguel Veloso). Os resultados não foram os esperados e logo após 2 jornadas, houve chicotada psicológica, sendo substituido por Jorge Paixão, treinador habituado a clubes de pequenas dimensões. Na 1ª eliminatória da Taça de Portugal, o Estrela da Amadora ainda eliminou o Mafra, mas foi desclassificado e atribuida a derrota, pois não tinha pago as inscrições dos jogadores à Federação.
O Estrela vivia a pior fase da sua existência. Vivia de jogadores ex-juniores e de emprestados (principalmente do Sp. Braga e Belenenses). A partir da 3ª jornada, surgiram resultados, chegando ao topo da classificação, vencendo por exemplo, 4-1 ao Atlético Clube de Portugal (um dos principais candidatos à subida). Mas infelizmente recomeçaram os graves problemas financeiros. Salários em atraso, Greve dos trabalhadores, falta de tratamento médico, do relvado, do autocarro, etc. Recomeçaram as ameaças de greve dos jogadores e as rescisões, começando uma queda-livre na classificação. O Estrela da Amadora terminou a época em 10º lugar, tendo os seus pontos sido em larga maioria conquistados na 1ª volta.
Para a época 2010/2011, continua-se à data, na expectativa de se participar na 2ª Divisão, se recomeça na 2ª divisão distrital como SAD, ou se acaba com o futebol sénior.

Títulos

Taça de Portugal: 1989/1990
Campeonato Nacional da II Divisão (ou Liga de Honra): 1987/1988; 1992/1993
Campeonato Nacional da III Divisão: 1982/1983


Estádio

O Estádio José Gomes é um estádio de futebol português, localizado na cidade da Amadora, mais precisamente na freguesia da Reboleira, daí também ser conhecido por Estádio da Reboleira. É a casa do Estrela da Amadora, e tem uma capacidade de cerca de 11,635 espectadores.

Apelido: Tricolor ; Estrela ; Turma da Reboleira


Site 

http://www.cfeamadora.net

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Grupo Desportivo Estoril-Praia

O Grupo Desportivo Estoril-Praia foi fundado a 17 de Maio de 1939 pela Sociedade Estoril Plage e, logo nesse ano, inaugurou o seu campo, que ainda hoje utiliza, o Estádio António Coimbra da Mota, também conhecido por Amoreiras, com capacidade para cinco mil espectadores.
O clube ficou conhecido por "canarinhos", dado que o equipamento utilizado é camisola amarela e calções azuis.
Em 1944, o Estoril-Praia alcançou o maior feito do seu historial ao atingir a final da Taça de Portugal. No entanto, no jogo decisivo, disputado no Campo das Salésias, perdeu 8-0 com o Benfica. Foi o resultado mais desnivelado de sempre de uma final de taça.
Ainda na década de 40, a formação do Estoril alcançou a sua melhor classificação de sempre no Campeonato Nacional da I Divisão, ao ficar em quarto lugar na temporada 1947/1948.
Em 2003/2004, o Estoril-Praia regressou ao principal escalão do futebol português, depois de na temporada anterior ter sido campeão da II Liga. Conseguiu assim marcar presença pela 20.ª vez no principal campeonato português, depois de ter sido último em 1993/94. Em 2001/2002, o clube "canarinho" havia ganho o campeonato da II Divisão B. Neste período, o clube foi treinado por Ulisses Morais.
No seu historial, o Estoril-Praia conta ainda com cinco conquistas da II Divisão B e um triunfo na III Divisão.
Pelo Estoril-Praia já alinharam jogadores como Carlos Manuel, Mário Jorge (que depois regressou como treinador), Litos (também regressou para treinar o clube), Erwin Sanchez e Pauleta. O Estoril-Praia foi o clube onde Pauleta se destacou, numa temporada, 1995/96, em que o avançado marcou cerca de vinte golos na II Divisão B.
Alberto Jesus, jogador do clube nas décadas de 40 e 50, foi o futebolista que mais vezes representou o Estoril, na I Divisão, com 186 jogos. Mota e Lourenço, jogadores da mesma época, são os melhores goleadores de sempre do clube, cada um com oitenta tentos na I Divisão.
As escolas de formação do Estoril já formaram jogadores internacionais como Paulo Ferreira e Hugo Leal.
Ao longo do seu historial o Estoril-Praia foi treinado por técnicos como Mário Wilson (que tinha como adjunto Carlos Queiroz), ou Fernando Santos.

Títulos 

Campeonato da Liga de Honra 2003/2004.
Campeonatos da 2ª Divisão: 41/42; 43/44; 45/46; 74/75; 2002/2003
Estádio 

O Estádio António Coimbra da Mota, é um estádio com muita tradição foi inaugurado no dia 1 de Janeiro de 1939.   Recentemente a FPF anunciou que os últimos três treinos antes da partida de Portugal para o Mundial da África do Sul, serão efectuados no António Coimbra da Mota, sendo que o 1º seria aberto ao público. Capacidade 5.000




Alcunhas Canarinhos ;  Estorilistas ; Equipa da Linha

Site

http://estorilpraia.pt/

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sporting Clube de Braga

O clube foi oficialmente fundado em 33 de sabado de 1921, mas o processo de criação inicou-se mais cedo, em meados do ano de 1919 quando um grupo de jovens, na sua maioria estudantes, de onde se destacaram Celestino Lobo, Carlos José de Morais, os irmãos Carvalho, Eurico Sameiro, Costinha, João Gomes, (que viria a ser o primeiro presidente) e ainda Joaquim de Oliveira Costa se reuniram à volta de ideia de criar um clube de futebol que representasse a cidade de Braga. O primeiro jogo do clube foi disputado no campo do Antigo Colégio de Espírito Santo, frente à equipa do Algés e Dafundo. O primeiro campo do Sporting de Braga localizava-se na Quinta Mitra, propriedade do Estado que a Sociedade de Melhoramentos de Braga tomou para arrendamento e onde se fez um pequeno campo para a prática do futebol.

Depois de várias épocas na Segunda Divisão Nacional, o Sporting de Braga ascende pela primeira vez à Primeira Divisão Nacional ao sagrar-se campeão nacional da Segunda Divisão em 29 de Janeiro de 1947 com uma vitória por 2-0 sobre o "Onze Unidos", no Montijo.
Em 1950 foi inaugurado o Estádio 28 de Maio (actualmente denominado Estádio 1º de Maio) e o Braga passou a contar com uma casa com capacidade para cerca de 40.000 espectadores. Nas décadas de 50 e 60, o clube começa a consolidar a sua presença na Primeira Divisão Nacional, alcançando o quinto lugar nas épocas de 1953-1954, 1954-1955 e 1957-1958. Em 1961 cai à Segunda Divisão e só havia de regressar à Primeira Divisão Nacional em 20 de Abril de 1964 ao vencer o Sporting da Covilhã por 4-1 perante 38.000 espectadores, naquela que foi a maior enchente do Estádio 28 de Maio após a inauguração. Em 20 de Maio de 1964 o Braga sagrava-se campeão nacional da Segunda Divisão pela segunda vez, ao vencer em Coimbra o Torreense por 2-1.
Em 22 de Maio de 1966 o Braga venceu a Taça de Portugal no Estádio do Jamor ao derrotar o Vitória de Setúbal por 1-0, com um golo de Perrichon. Com a vitória na Taça e o consequente acesso à Taça das Taças estava garantida, pela primeira vez, a participação numa prova internacional de futebol. Após este sucesso, o clube volta a viver dificuldades e acaba por cair na Segunda Divisão na época de 1969-1970. Contudo, em 1974-1975 retorna à Primeira Divisão Nacional onde permanece desde então. O Sporting de Braga é, logo depois de Porto, Benfica e Sporting, o quarto clube há mais anos consecutivos na Primeira Divisão Nacional. Em 1976-1977 vence a Taça da FPF prova que apenas contou com uma edição.
No presente século, o clube altera radicalmente o modelo de gestão com a eleição de António Salvador e inicia uma era de resultados que o projectam em termos nacionais e internacionais. Também a nível de insfraestruturas, o clube passa a utilizar o Estádio Municipal de Braga, contruído para o Euro 2004. Desde a época 2003-2004 participa ininterruptamente nas competições europeias, tendo conquistado Taça Intertoto na época 2008-2009 e atingido os oitavos-de-final da Taça UEFA nas épocas 2006-2007 e 2008-2009. Em 2010, depois de sagrar-se vice-campeão nacional, participa pela primeira vez na Liga dos Campeões.
Em 24 de Agosto de 2010, o Sporting de Braga escreveu uma página de ouro da sua história ao tornar-se no quinto clube português a ter acesso à Fase de Grupos da Liga dos Campeões após derrotar o Sevilha por 4-3 no conjunto das duas mãos. Braga será a terceira cidade portuguesa a receber jogos da mais importante prova de clubes de futebol do mundo. Mais de 2.000 adeptos acompanharam a equipa em Sevilha e algumas horas após o jogo, os jogadores, a equipa técnica e a direcção foram recebidos por cerca de 3.000 bracarenses que se deslocaram ao Aeroporto Sá Carneiro para aplaudir os heróis do jogo de Sevilha.

Títulos

Taça de Portugal 1965/66
Taça da FPF 1976/77
Campeonato Português - 2ª divisão : 1946/47, 1963/64

Estádio

O Estádio AXA[1] ou Estádio Municipal de Braga, conhecido por "A Pedreira", afirma-se como uma mais-valia para o concelho, valorizando a cidade e a região. Projectado pelo Arquitecto português Eduardo Souto Moura e pelo Engenheiro português Rui Furtado (da empresa afaconsult), é uma obra de particular beleza, enquanto peça de arquitectura e de invulgar engenharia «uma grande obra de arte», que vem dar corpo ao Parque Urbano implantado na encosta do Monte Castro, na periferia da área urbana de Braga virado para o vale do Rio Cávado. O estádio é actualmente utilizado pelo Sporting Clube de Braga.
Trata-se de um projecto de linhas arquitectónicas inovadoras, próprias de um estádio com 30 mil lugares de capacidade e apenas duas bancadas laterais, sendo que os topos do estádio são constituídos pelo anfiteatro rupestre da encosta do monte. A cobertura assume como referência "as pontes construídas pela civilização Inca", no Peru, de modo a iluminar a relva com luz natural, preservando assim a qualidade natural do relvado.
Em 9 de Julho de 2007, foi anunciado o acordo entre o Sporting Clube de Braga e o companhia de seguros AXA, na qual o estádio muda de nome para Estádio AXA.

Hino


Foi no ano 21 que o meu Braga nasceu
Mas a força bracarense
estudou e ele cresceu
Desde toda a sua história
Já tem grandes tradições
No ano 66 na taça de Portugal
arrumou os tubarões

Refrão

Braga, Braga, Braga, Vamos para a frente
Braga, Braga, Braga, olha a tua gente
Braga, Braga, Braga, és a nossa glória
Braga, Braga, Braga, Vamos para a vitória

Braga, Braga, Braga, Vamos para a frente
Braga, Braga, Braga, olha a tua gente
Braga, Braga, Braga, és a nossa glória
Braga, Braga, Braga, Vamos para a vitória

Todos querem derrubar-te
mas a tua gente não quer
vamos para o campo lutar
venham eles quem vier
ò meu Braga, ò meu Braga
dá um gosto à tua gente
Quando o tema é vencer
e com a força do querer
tu és polivalente

Refrão

Braga, Braga, Braga, Vamos para a frente
Braga, Braga, Braga, olha a tua gente
Braga, Braga, Braga, és a nossa glória
Braga, Braga, Braga, Vamos para a vitória

Braga, Braga, Braga, Vamos para a frente
Braga, Braga, Braga, olha a tua gente
Braga, Braga, Braga, és a nossa glória
Braga, Braga, Braga, Vamos para a vitória

Refrão

Braga, Braga, Braga, Vamos para a frente
Braga, Braga, Braga, olha a tua gente
Braga, Braga, Braga, és a nossa glória
Braga, Braga, Braga, Vamos para a vitória

Braga, Braga, Braga, Vamos para a frente
Braga, Braga, Braga, olha a tua gente
Braga, Braga, Braga, és a nossa glória
Braga, Braga, Braga, Vamos para a vitória


Apelido: Arsenalistas ; Arcebispos  ; Braguistas ; Bracarenses ; Guerreiros do Minho

Site
http://www.scbraga.pt/

sábado, 4 de dezembro de 2010

Sport Lisboa e Benfica

O Sport Lisboa e Benfica foi formado em 28 de fevereiro de 1904, sendo um dos clubes mais significativos de Portugal e da Europa até hoje. O clube, originalmente formado como Sport Lisboa, foi fundado após um treino de futebol entre ex-alunos da Real Casa Pia de Lisboa, um colégio local. O time só foi fazer a sua primeira partida no ano seguinte, contra o Campo de Ourique, quando venceu por 1 a 0. 
Depois, em 1906, surgiu o poliesportivo clube Grupo Sport Benfica, tendo como algumas de duas atividades o ciclismo e o atletismo. No campo, o GSB perdeu em sua estréia por 2 a 1 para o Visconde de Alvalade.

Em 1907, o Sport Lisboa viveu sua primeira crise institucional, fazendo com que a maioria dos jogadores saísse para o Sporting, enfraquecendo o time. Em 1908, então, Sport Lisboa e Grupo Sport Benfica se juntaram, formando o Sport Lisboa e Benfica. Já rivalizando com o Sporting, venceu seu primeiro derby por 2 a 0 no fim do mesmo ano.

Em 1910 venceu o Campeonato Lisboeta de Futebol em todas as suas categorias. No ano seguinte, jogou sua primeira partida internacional, contra o Stade Bordelais, da França, perdendo por 4 a 2 em Lisboa. Dois anos depois, disputou o primeiro clássico contra o Porto, vencendo por 2 a 1 na cidade do Porto.

Em 1913, o Benfica venceu o seu primeiro campeonato internacional, o Três Cidades, e fundou ainda o jornal oficial do clube, o Sport Lisboa.

Em 1918, o Benfica viveu a segunda crise de sua história: o jogador Alberto Rio foi suspenso das atividades do clube, decidindo transferir-se para o Sporting. Um ano depois, um grupo de jogadores solidários à volta de Alberto Rio se desligou do clube, formando o Belenenses.

No ano seguinte, jogou a primeira partida contra o também rival Belenenses, perdendo por 2 a 1. Passou ainda a perder vários jogadores para o recém-formado Casa Pia Atlético Clube, instalando de vez a crise.

O mau momento foi superado em 1930, quando veio o primeiro título nacional, o Campeonato de Portugal (competição realizada de 1921 a 1937, antes da profissionalização da Liga). Depois, venceu a Liga Nacional pela primeira vez em 1936, após ter vencido o Campeonato de Portugal por mais duas vezes, em 1934 e 1935. Na época, a Liga era chamada Primeira Liga Experimental. Depois, em 1938, passou a denominar-se Primeira Divisão.

Em 1940, venceu a Copa de Portugal pela primeira vez. Em 1950, fez a sua primeira viagem para fora da Europa, disputando torneios amistosos na América Latina e na África.

Em 1954, foi inaugurado o Estádio da Luz, casa do clube até hoje. Nessa época, foi contratado o treinador brasileiro Otto Glória, que ficaria até 1959 e conseguiu grande sucesso.

Em 1960, o clube venceu o seu décimo campeonato de futebol. No momento, já contava com nomes como Eusébio – maior jogador da história do futebol português - e Mário Coluna. Com a vitória, chegou à Copa dos Campeões na temporada seguinte, vencendo o título da competição internacional em 1961 e depois em 1962.

Otto Glória voltou ao comando do clube no final da década, ficando de 1968 a 1970. Nessa década, o Benfica só não venceu a liga nacional nos anos de 1962, 1966 e 1970. Nos anos 1970, a média foi mantida e o clube conquistou 20º título nacional em 1973. Ainda contando com Eusébio, Coluna e Jaime Graça, só não faturou a Liga em 1974, 1978, 1979 e 1980. Triunfou ainda na Copa de Portugal em 1970, 1972 e 1980.

O time abriu a temporada de 1980/81 vencendo a Supercopa de Portugal, após ter vencido a Copa no mesmo ano. Nessa década, conquistou a Liga cinco vezes e a Copa por outras seis. Em 1988, o Benfica chegou à final da Copa dos Campeões, perdendo para o PSV do então jogador Ronald Koeman, que depois veio a ser técnico benfiquista.

No início da década de 1990, a diretoria do clube resolve fazer uma estátua em homenagem a Eusébio, inaugurada em 1992. Dois anos depois, conquistou o seu 30º Campeonato Nacional.

Contudo, nesta década, assistiu aos rivais Porto e Sporting crescerem e faturarem vários títulos. Menos mal que na época revelou nomes como Rui Costa, Paulo Sousa, João Pinto e Paulo Bento, além de contar com os estrangeiros Preud’Homme, Caniggia, Mostovoi, Stanic, Gamarra, e os brasileiros Mozer, Aldair, Ricardo Gomes e Valdo.

Nos anos 2000, o Benfica viveu uma grande alegria e um grande drama. Em 2003, o Estádio da Luz foi reformado, remodelado completamente, passando a ter 65 mil lugares. Já em 2004, o húngaro Miklos Feher morreu em campo. Durante o duelo contra o Vitória de Guimarães, o jogador sofreu um ataque cardíaco e acabou falecendo subitamente. No final dessa temporada, o Benfica venceu a 31ª liga e dedicou o título a Feher, aposentando a camisa 29, que era utilizada pelo atleta.
Volta a conquistar o título na temporada 2009/10


Títulos

Liga dos Campeões: 1961 e 1962

Campeonato Português (32) : 1935/36, 1936/37, 1937/38, 1941/42, 1942/43, 1944/45, 1949/50, 1954/55, 1956/57, 1959/60, 1960/61, 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1970/71, 1971/72, 1972/73, 1974/75, 1975/76, 1976/77, 1980/81, 1982/83, 1983/84, 1986/87, 1988/89, 1990/91, 1993/94, 2004/05, 2009/10

Copa de Portugal (24) : 1940, 1943, 1944, 1949, 1951, 1952, 1953, 1955, 1957, 1959, 1962, 1964, 1969, 1970, 1972, 1980, 1981, 1983, 1985, 1986, 1987, 1993, 1996 e 2004

Estádio

O Estádio da Luz, ou Estádio do Sport Lisboa e Benfica (nome oficial), também conhecido como A Catedral está situado na capital de Portugal, Lisboa, e foi inaugurado no dia 25 de Outubro de 2003 num jogo amistoso contra a equipa uruguaia do Nacional que o Sport Lisboa e Benfica venceu com um resultado de 2-1, com Nuno Gomes a bisar.
No âmbito da realização do Euro 2004 foi demolido o antigo Estádio da Luz e foi construído este novo estádio em local adjacente.
Capacidade 65.647

Hino

Sou do Benfica

E isso me envaidece
Tenho a genica
Que a qualquer engrandece
Sou de um clube lutador
Que na luta com fervor
Nunca encontrou rival
Neste nosso Portugal.

(Refrão)

Ser Benfiquista
É ter na alma a chama imensa
Que nos conquista
E leva à palma a luz intensa
Do sol que lá no céu
Risonho vem beijar
Com orgulho muito seu
As camisolas berrantes
Que nos campos a vibrar
São papoilas saltitantes
Mascote

A Águia Vitória é a mascote do Sport Lisboa e Benfica. Antes da apresentação da equipa em casa costuma sobrevoar o Estádio da Luze aterrar sobre um símbolo do clube (sem a águia) completando-o. É uma Águia de cabeça branca.
Representa o espírito livre e a superioridade da agremiação, que voaria acima das demais.


Apelidos  As Águias, os Encarnados, o Glorioso , Diabos Vermelhos ; Papoilas Saltitantes


Site 

http://www.slbenfica.pt/ 


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sport Clube Beira-Mar

O Sport Clube Beira-Mar foi fundado em Aveiro no dia 1 de Janeiro de 1922, com Luís da Rocha Leonardo como o primeiro presidente da direcção.
Já em 1918, um grupo de jovens da zona da beira-mar aveirense concretizou a ideia da criação de uma associação de futebol. Mas foi em 1921 que o Beira-Mar sofreu o seu impulso definitivo, graças à acção de alguns emigrantes chegados dos Estados Unidos da América que se juntaram para fundar o Sport Clube Beira-Mar. João da Cruz Moreira foi o sócio número 1 do clube.
Num dia de Natal, a 25 de Dezembro de 1921, realizou-se no campo do Rossio o primeiro desafio disputado pelo SC Beira-Mar, contra o Clube Mário Duarte, que venceu os principiantes por 3-2. No dia de Ano Novo, 1 de Janeiro de 1922, teve então lugar a cerimónia oficial de fundação do clube.
A primeira Assembleia Geral de sócios realizou-se no dia 6 de Janeiro de 1924, tendo ficado aprovados os estatutos do clube. Logo na altura se definia o Beira-Mar como uma agremiação desportiva, cultural e recreativa, com o fim de promover o desenvolvimento da educação física e também proporcionar meios de cultura e entretenimento.
Escudo Antigo
O reconhecimento oficial da existência da colectividade deu-se a 23 de Maio de 1924, pelo Governo Civil de Aveiro. Na época de 1928/29, o Beira-Mar conseguiu o seu primeiro título regional da I Divisão. Em 24 de Junho de 1928, os aveirenses deslocaram-se a La Guardia, na Galiza (Espanha), onde realizaram a sua estreia internacional, perdendo frente ao Deportivo Guardez, por 4-1.
Desde início, o Beira-Mar alargou a sua actividade a outras modalidades, como o pólo aquático, em 1924, ou o basquetebol, em 1932.
O primeiro título nacional surgiu na época de 1958/59, com a conquista do título de campeão da III Divisão. Nas épocas de 1960/61, 1964/65 e 1970/71, o clube venceu o campeonato nacional da II Divisão, ascendendo à I Divisão. No escalão principal do futebol português, a melhor classificação obtida pelo SC Beira-Mar foi o sexto lugar, na época de 1990/91. Foi também em 1991 que o Beira-Mar chegou, pela primeira vez no seu historial, à final da Taça de Portugal, onde perdeu com o Futebol Clube do Porto por 3-1.
Contudo, a 19 de Junho de 1999, o Sport Clube Beira-Mar alcançou o seu maior feito, vencendo dessa vez a Taça de Portugal, por 1-0, frente ao Campomaiorense. O golo da vitória foi marcado por Ricardo Sousa, filho do treinador do clube, António Sousa.
Durante a época 2003/04, o Beira-Mar passou a usufruir das instalações do novo Estádio Municipal de Aveiro, inaugurado a 15 de Novembro de 2003. Na inauguração foi disputado um jogo amigável entre Portugal e a Grécia. É de salientar que este estádio fez parte do rol de escolhidos para o Euro 2004.
Na temporada de 2009-2010 voltou a sagrar-se Campeão Nacional da Liga Vitalis o que lhe permitiu ascender, na próxima época desportiva, à principal liga do futebol português.

Títulos

Campeonatos Nacionais da 2ª Divisão em 1960/61, 1964/65 e 1970/71
Campeonato Nacional da 3.ª Divisão em 1958/59
Taça de Portugal em 1998/99
Campeonatos da Liga de Honra em 2005/06 e 2009/10

Estádio

O Estádio Municipal de Aveiro ou Estádio Municipal Mário Duarte, foi inaugurado a 15 de Novembro de 2003 com o jogo amigável entre as selecções de Portugal e da Grécia. Foi projectado pelo arquiteto português Tomás Taveira. Está localizado nos arredores da cidade de Aveiro. O estádio é propriedade da EMA, EM, empresa municipal detida a 100% pela Câmara Municipal de Aveiro e é utilizado pelo Sport Clube Beira Mar.Foi um dos 10 estádios usados durante o Euro2004.
Em 2009 várias vozes em Aveiro defendem que a Câmara Municipal deve equacionar a destruição, por implosão do estádio, e a sua substituição por um mais pequeno.
É o 5º maior estádio de Portugal.

Hino

Nasceste na beira Ria
Beira-Mar, Beira-Mar
Apadrinhado pelo mar
Beira-Mar, Beira-Mar
Herdaste-lhe a valentia
Beira-Mar, Beira-Mar
Que o teu lema é triunfar
Beira-Mar, Beira-Mar

A cor da tua bandeira
Beira-Mar, Beira-Mar
E o sol que nos aquece
Beira-Mar, Beira-Mar
Com vontade verdadeira
Beira-Mar, Beira-Mar
A esperança nunca perece

Beira-Mar, Beira-Mar
Glória de Aveiro
Sempre o primeiro
A triunfar
Beira-Mar, Beira-Mar
Um coração
De campeão
A palpitar.

Beira-Mar, Beira-Mar
Glória de Aveiro
Sempre o primeiro
A triunfar
Beira-Mar, Beira-Mar
Um coração
De campeão
A palpitar!

Não só fama, mas valor
Beira-Mar, Beira-Mar
Ostentas na tua história
Beira-Mar, Beira-Mar
Conquistado com fulgor
Beira-Mar, Beira-Mar
Vitória sobre vitória
Beira-Mar, Beira-Mar

Tens um nome a defender
Beira-Mar, Beira-Mar
Uma cidade p´ra honrar
Beira-Mar, Beira-Mar
Para a frente sem tremer
Beira, Beira, Beira-Mar.
Apelido : Auri-Negros, Beiramarenses

Site

http://www.beiramar.pt/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Clube de Futebol Os Belenenses

O Belenenses surgiu oficialmente em 1919 e tem esse nome até hoje por ter sido fundado no bairro do Belém, em Lisboa. Aquela região da capital portuguesa já tinha tido algumas agremiações, mas os fãs de futebol nunca se sentiram representados por nenhuma delas, já que contavam com muitas influências de outros setores do município.

Com isso, em 1919, um grupo de jogadores do Belém resolveu se unir para criar uma equipe que representasse aquele setor da população. Foi assim que surgiu o Belenenses.

No mesmo ano, o time se inscreveu na Associação de Futebol de Lisboa e começou a disputar o Campeonato da cidade, a competição mais importante do futebol português à época.

Foi um começo difícil. Mesmo com um elenco de destaque, o clube não conseguiu se aproximar do título, ficando sempre próximo de Benfica e Sporting, os grandes de Lisboa, mas longe das conquistas.

A primeira viria apenas em 1925/26, um ano depois de ter ficado com o vice-campeonato. Na temporada em que conquistou seu primeiro título relevante, o Belenenses venceu nove de seus 14 jogos e terminou apenas dois pontos à frente do Sporting.

Era apenas o começo de uma ótima fase. A equipe repetiria o desempenho anos depois, mais precisamente em 1928/29, quando a agremiação superou 11 de seus adversários e, com uma campanha quase irretocável, garantiu a segunda taça depois de disputa com o Benfica.

Foi um dos melhores períodos da história do Belenenses. O clube venceu o tri de Lisboa (de 1928/29 a 1930/31), três vezes o Campeonato Português (que funcionava como copa nacional) e se estabeleceu como uma das grandes forças do esporte nacional.

Com isso, quando o Nacional, que existe até hoje, foi criado em 1934/35, o Belenenses entrou na disputa como favorito. Era, até aquele momento, o time a ser batido no país, além de deter o posto de equipe que teve o maior número de jogadores convocados para a seleção.

Acabou, porém, surpreendendo de maneira negativa. Depois de anos como uma das grandes potências, começou sua trajetória sem muito destaque. Seu primeiro bom ano foi 1936/37, quando foi vice-campeão.

Nos anos seguintes, o Belenenses se manteve próximo das primeiras posições, mas sem conseguir a conquista, que só viria na metade dos anos 40. No fim da temporada 1945/46, o time ficou um ponto à frente do poderoso Benfica. O maior trunfo daquela equipe foi o setor defensivo, que sofreu apenas 24 gols em 22 jogos e foi o melhor no quesito durante o certame.

Contudo, depois do troféu o Belenenses voltou à rotina de proximidade com os primeiros lugares, mas sem conseguir levantar a taça.

O retorno ao lugar mais alto do pódio só aconteceria na década de 50, quando o Belenenses venceu a Copa de Portugal após um 2 a 1 na decisão contra o Sporting.

Enquanto isso, no Nacional, as três principais agremiações do país passaram a dominar totalmente a competição. Sporting, Benfica e Porto alternaram-se como campeões da principal liga lusitana de 1945/46 até 2000/01, quando o Boavista surpreendeu e ficou com a taça.

Restava ao torcedor, então, contentar-se com a Copa de Portugal, que, é bem verdade, também foi algo raro. A conquista do torneio em 1988/89 foi o último grande momento do Belenenses, que acumula grande jejum de títulos.

Títulos

Campeonato Português - 1945/46
Taça de Portugal:  : - 1941/42; 1959/60; 1988/89
Campeonato Nacional da 2ª Divisão - 1983/84

Estádio

O Estádio do Restelo foi inaugurado a 23 de Setembro de 1956, tendo feito em 2006 50 anos, com o Clube a realizar uma série de eventos comemorativos. A lotação original era de 44.000 pessoas (com projecto para aumentar para 62.000), tendo esgotado pela 1ª vez em 1 de Fevereiro de 1959. Hoje, tem cerca de 22.000 cadeiras, num total de lugares para cerca de 32.000. Mas a maior assistência ter-se-á verificado em Outubro de 1975, quando 60.000 pessoas assistiram à vitória do Belenenses sobre o Benfica, por 4-2, alcançado os azuis a liderança do Campeonato Nacional. Geralmente considerado um dos mais belos estádios Portugueses, foi durante anos local de eleição para mostrar a ilustres visitantes estrangeiros, desde a Rainha de Inglaterra ao Imperador da Etiópia.

Hino

Fica aqui a letra.
Ilustrando o nosso emblema
Consagrado e popular
Essa Cruz que foi o tema
Das conquistas d'além-mar
Hoje como antigamente
Nada temos que temer
Belenenses para a frente
Com a certeza de vencer!

Ilustrando o nosso emblema
Consagrado e popular
Essa Cruz que foi o tema
Das conquistas d'além-mar
Hoje como antigamente
Nada temos que temer
Belenenses para a frente
Com a certeza de vencer!

Ilustrando o nosso emblema
Consagrado e popular
Essa Cruz que foi o tema
Das conquistas d'além-mar
Hoje como antigamente
Nada temos que temer
Belenenses para a frente
Com a certeza de vencer!


Alcunhas Azuis, Azuis do Restelo, Pastéis

Mascote

A mascote do Belenenses é um garoto, que é utilizado pela diretoria como forma de chamar a atenção de crianças para as escolinhas do clube. Faz parte de uma tentativa da diretoria de rejuvenescer as arquibancadas, já que o Belenenses é uma equipe antiga e que perde torcedores a cada ano.

Site

http://www.osbelenenses.com

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol

A Associação Acadêmica de Coimbra (AAC) foi fundada em 3 de novembro de 1887 e é a mais antiga associação de estudantes de Portugal. Ela representa os alunos da Universidade de Coimbra, que são considerados sócios da instituição no momento em que se inscrevem.

O nome oficial do clube de futebol é Associação Acadêmica de Coimbra – Organismo Autônomo de Futebol (AAC – OAF). Ele é o herdeiro da seção de futebol da AAC, que chegou a ser extinta em uma época e até hoje existe de forma amadora. Ainda como AAC, o clube chegou a ser campeão da Taça de Portugal de 1939, a primeira da história. Em 1974, seu departamento de futebol foi desativado.

Em 1984, foi criado o Organismo Autônomo de Futebol (AAC – OAF), que é chamado de Acadêmica e atualmente disputa a primeira divisão portuguesa. A idéia era fazer a equipe voltar a brilhar com o nome da sua universidade, já que outro time tinha tomado sua posição como o maior da cidade de Coimbra. Atualmente, o clube é independente e cada vez mais perde contato com a instituição que lhe deu origem. É a única seção esportiva da universidade que se tornou autônoma e se profissionalizou.

Voltando ao passado, diz-se que desde o fim do século XIX os estudantes de Coimbra já brincavam com uma bola de futebol. A essa iniciativa surgiu a marcação de verdadeiras partidas, transformando o esporte em uma das marcas da Universidade de Coimbra. A equipe ganhou o apelido de “Briosa” devido à vontade com que seus atletas se entregavam em campo.

Quando seu departamento de futebol foi extinto, em 1974, a Acadêmica continuou sendo representada pelo Clube Acadêmico de Coimbra. Esta agremiação não era exatamente a mesma e não tinha ligações com a universidade, mas cumpriu o papel de substituir o futebol da Acadêmica no período em que ele foi desativado.

Depois de alguns rebaixamentos, a Associação Acadêmica de Coimbra decidiu recuperar o controle do futebol, modernizar o clube e profissionalizá-lo. Assim, a partir de 1984, foi criado o clube como ele é hoje, a AAC – OAF. Mas foi nesta nova fase que a equipe colecionou os piores resultados de sua história. Embora só tenha um título de expressão – a Copa de Portugal de 1939 -, a Acadêmica passou a maior parte de sua história no escalão principal do futebol português. Nos anos 90 não foi assim.

Rebaixado em 1989, o time ficou nove temporadas nos escalões inferiores do futebol português até finalmente conseguir o acesso à elite em 1996/1997. Durou apenas duas temporadas na divisão principal, caindo de novo em 1998/1999. Desta vez, o tempo na segunda divisão foi menor: apenas três campeonatos, com uma nova promoção em 2001/2002.

Desde então, a Acadêmica não desceu mais. Apesar disso, a equipe não costuma fazer grandes campanhas no escalão de cima.

Títulos

Taça de Portugal: 1 (1939).
Campeã da II Divisão nacional: 2 (1948/49 e 1972/73)


Hino

De Santa Clara
olha-se o mundo
e o tempo pára
por um segundo

Quem diz que o amor
é um estudante
faz um doutor
de cada amante

Se fores à Lapa
hás-de encontrar
a minha capa
pra te tapar

Apaixonado
tenho sossego
cantando o fado
junto ao Mondego

Ai de quem
se detém
a escutar por
uma vez o segredo
que Dom Pedro
só diz a Inês

Briosa,
amor pra sempre
amor que a gente
sabe de cor
Briosa,
amor imenso
amor que eu penso
ser o maior

Briosa,
amor sofrido
que dá sentido
à ilusão

Briosa,
amor materno
bater eterno
de um coração

Briosa,
amor pra sempre
que a gente sente
ser o maior!




Estádio

A equipa utiliza para jogos oficiais o Estádio Cidade de Coimbra, com 30 000 lugares sentados e localizado no centro da cidade. Anteriormente designado de Estádio Municipal de Coimbra, foi alvo de uma profunda remodelação no âmbito do Euro 2004. Tem como medidas 105 por 70 m.







Mascote

O Fintas é o morcego que representa a Acadêmica. Ele é a mascote da equipe devido aos uniformes da Briosa, que são negros, e foi instituído apenas recentemente.


Alcunhas Briosa, Estudantes, Pretos




Site

http://www.academica-oaf.pt/ 

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Valenciennes Football Club

Valenciennes foi fundada sob o nome de Union Sportive Valenciennes Anzin (USVA). O clube jogou  mais de 80 anos ", sob o nome antes de mudar para o nome atual. Valenciennes gastou uma quantidade igual de tempo de jogo na Liga 1 e 2 do campeonato de ter jogado 40 temporadas na primeira divisão e 36 temporadas na segunda divisão. O clube nunca ganhou a primeira divisão, ganhou a Ligue 2 em duas ocasiões. Valenciennes  ganhou o Campeonato Nacional e do Campeonato Amador em França em 2005 e 1998, respectivement. Em 1951, o clube fez primeira e única aparição em uma final da Copa da França.  

U S V A

O Valenciennes foi fundado em 1913, mas só aderiu ao profissionalismo 20 anos depois, quando terminou em sétimo lugar na segunda divisão francesa da temporada de 1933/1934. Logo na temporada seguinte, a equipe conseguiu ser vice-campeã da série de acesso e subiu para a elite pela primeira vez em sua história.

Na sua estréia no pelotão de cima do futebol francês, um vexame: uma derrota por 12 a 1 para o Sochaux, que então defendia o título nacional. Apesar da humilhação, uma consolação: Ignace marcou o primeiro gol da história do Valenciennes na primeira divisão francesa.

Apesar da contratação de reforços, o Valenciennes não conseguiu se manter e foi rebaixado. O clube voltou à elite em 1937/1939, mas caiu novamente na temporada seguinte, a última antes da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Em 1945, o Valenciennes fez uma das melhores campanhas da sua história. A equipe foi derrotando os adversários até conseguir disputar a final da Copa da França contra o Strausbourg. Diante de 61.492 espectadores, o time foi derrotado por 2 a 0 e perdeu a chance de conquistar seu primeiro título desde que foi fundado.

A década de 1950 pode ser considerada boa para o Valenciennes, que passou a maior parte dela na primeira divisão. O time foi 14º (1956/1957), 16º (1957/1958), 13º (1958/1959) e oitavo (1959/1960). No ano seguinte, no entanto, ficou 19º lugar e caiu mais uma vez para a segunda divisão.

Na década de 1960, o Valenciennes conseguiu voltar à primeira divisão e teve desempenhos inéditos: dois terceiros lugares. Caso existisse a Copa da Uefa na época, o time teria participado. Em vez disso, foi convidado para ser o representante do futebol francês em uma turnê a Hong Kong.

Nos anos 1970 e no início da década de 1980, o Valenciennes se tornou um clube conhecido por revelar jogadores. Embora tenha continuado a oscilar entre acesso e descenso, o clube passou a maior parte deste período na primeira divisão, até cair novamente em 1982.

Em 1993, de volta à elite, o clube se envolveu em um escândalo com o Olympique. A acusação era de que teria vendido a vitória à equipe de Marselha. Ambos foram rebaixados por conta disso. Em seqüência, o Valenciennes, em situação financeira caótica, foi à falência.

Escudo até 2008
Em 1996, o departamento de futebol do clube foi fundado novamente, com o novo nome de Valenciennes Football Club. Mas a equipe continuou disputando as divisões inferiores até 2006, quando ganhou a segunda divisão e se classificou após 13 anos para jogar na elite do futebol francês.

Títulos

Ligue 2   - 1972, 2006
Championnat National - 2005
Championnat de France amateur - 1998


Estádio

Stade Nungesser II é um estádio multi-uso em Valenciennes, na França, que está em construção. Uma vez concluído em 2011, ela será usada na maior parte dos jogos de futebol e será a casa dos jogos do Valenciennes. O estádio terá uma capacidade de 25.000 pessoas. Será que vai substituir o seu atual estádio, o Stade Nungesser.

O Stade Nungesser utilizado pelo clube de futebol Valenciennes, tem capacidade para 16.547 pessoas. 
Inaugurado em 1930, já passou por diversas reformas e a intenção das autoridades de Valenciennes é demolir o estádio para a construção de outro maior e mais moderno em 2011. 


Apelido: Les Athéniens

Site

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Toulouse Football Club

O Toulouse Football Club foi fundado em 1970 pelo empresário Lílian Buzzichelli – primeiro presidente do clube - e por alguns empresários da cidade homônima, sob o nome de Union Sportive Toulouse. O time disputou pela primeira vez o campeonato da segunda divisão, na temporada 1970/71 e, para ajudar a nova equipe, a prefeitura disponibilizou o estádio municipal, onde até hoje o TFC manda seus jogos.

A entidade foi batizada definitivamente como Toulouse F.C. em 1977 e, neste mesmo ano, adotou o branco e o violeta como suas cores oficiais. O Téfécé alcançou a elite do futebol francês em 1981/82. Dois anos mais tarde disputava pela primeira vez uma competição européia, a Copa da Uefa.

No torneio europeu, o time fez boas campanhas nos anos 1980. Em 1986/87, sob o comando de Jacques Santini e tendo Daniel Jeandupeaux como principal jogador, a equipe fez sua melhor campanha da história. Eliminou o Napoli, de Diego Maradona, o melhor jogador em atividade na época e terminou em terceiro lugar, após perder para o Bayer Leverkusen na semifinal.

Com a saída de importantes jogadores e do técnico Santini, na década de 1990, o clube foi rebaixado para a Ligue 2 – como é chamado o segundo escalão do futebol francês -, em 1994. Com a queda, o time ficou com sua situação financeira instável, mas conseguiu ascender à primeira divisão em 1997. Dois anos mais tarde, em 1999, a equipe terminou o Campeonato Nacional na última posição e voltou a cair.

Na temporada 200/01, o TFC a segunda divisão em terceiro lugar e, com isso, retornou a Ligue 1. Na competição do ano seguinte, os problemas financeiros pioraram e os Pitchouns foram rebaixado pela DNCG (Direção Nacional de Controle de Gestão) da Federação Francesa e quase perderam o status de clube profissional.

Com a crise, o Toulouse transformou-se em Sociedade Anônima Desportiva e conseguiu salvar seu estatuto de equipe profissional e seu centro de treinamento. As mudanças surtiram efeito e, dois anos depois de quase extinto, o clube voltou à primeira divisão.

Recuperado do baque, o time estabilizou-se no Campeonato Francês e investiu em novos jogadores para voltar a disputar competições européias. Na temporada 2005/06, o investimento não gerou resultados e a equipe terminou a competição nacional em 16º, uma posição acima da zona de rebaixamento.

Em 2006/07, o francês Élie Baup assumiu o comando técnico e traçou a meta de classificar os franceses para competições internacionais. O resultado foi melhor do que o esperado e o clube terminou na terceira posição a Ligue 1. com isso, pela primeira na história teve o direito de disputar o maior torneio europeu: a Liga dos Campeões.

Contudo, a participação na competição continental durou pouco, mais precisamente duas partidas. Na terceira fase, os franceses enfrentaram os ingleses do Liverpool, finalista da edição anterior, e foram derrotados nos dois jogos (1 a 0 em casa e 4 a 0 na Inglaterra). ­

O sucesso temporada 2008-2009 foi inesperado para Toulouse. O clube terminou em quarto lugar na Ligue 1 da tabela com 64 pontos, e garantiu uma vaga na Liga Europa . A temporada não teve a dificuldade do ano anterior, qunado o clube se esforçou para se evitar o rebaixamento. A temporada 2008-2009 marcou o Surgimento do atacante Andre-Pierre Gignac, foi o artilheiro na Ligue 1 com 24 gols e foi premiado com uma convocação para a equipa nacional francesa.
  
Títulos
  
Ligue 2 : 1982, 2003




Estádio

Estádio Municipal de Toulouse é o estádio multiuso em Toulouse, França. Ele é o estádio sétimo maior em França. Atualmente é usado principalmente para jogos de futebol, principalmente as do Toulouse Football Club. Ele está localizado na Ilha do Ramler Perto do centro de Toulouse. É um futebol puro e não tem nenhuma pista de atletismo ao redor do campo. O Estádio é capaz de sustentar 35,472 pessoas.
O estádio foi construído em 1937 para a 1938 FIFA World Cup e foi submetido a extensas renovações Two, em 1949 e 1997.O estádio encenou seis jogos "durante a Copa do Mundo 1998 virada de ano em Inglaterra, incluindo a Roménia.


Apelidos : Téfécé, Le Tef', Les Pitchouns

Site

http://www.tfc.info/ 

domingo, 28 de novembro de 2010

Racing Club de Strasbourg

O Strasbourg foi fundado em 1906 por iniciativa de alguns garotos de Neudorf, um bairro da cidade de Estrasburgo. Acostumadas a jogar com bolas de meia, as crianças contaram com a ajuda de um professor de educação física para a compra da primeira bola de couro. Com o equipamento necessário, formaram o Fussball Club Neudorf.

A escolha do nome se deve à posição geográfica que a cidade tinha na época. A região de Alsace, onde se encontra Estrasburgo, pertencia ao território alemão até o fim da Primeira Guerra Mundial, quando foi recuperada pelos franceses.

A prática do esporte nos primeiros anos foi bem precária. A equipe só entrou em campo para amistosos e mal tinha local para mandar seus jogos. Após a Primeira Guerra, os dirigentes da agremiação decidiram pela mudança de nome para Racing Club Strasbourg Neudorf, excluindo o Neudorf logo no começo da década de 1920.

À época, as condições do clube eram tão precárias que ele sequer participava da Copa da França, principal torneio disputado no país até então. As coisas começaram a mudar com a chegada do profissionalismo, no início dos anos 1930.

Logo nos primeiros anos, a agremiação se adaptou às condições e entrou na disputa da primeira divisão do recém-criado Campeonato Francês. Sua estréia causou supresa.

Sem nenhum grande resultado expressivo que lhe qualificasse para uma disputa com os melhores do país, o Strasbourg mostrou sua força e terminou a temporada 1934/35 na segunda colocação, um ponto atrás do campeão Sochaux.

Era o começo promissor, que se confirmaria nos anos seguintes, com o time sempre próximo das primeiras colocações. Além disso, o Strasbourg também conseguiu alguns resultados importantes na Copa da França.

Foi à sua primeira final em 1936/37, quando terminou derrotado pelo Sochaux por 2 a 1. Até que veio a Segunda Guerra Mundial, que paralisou o futebol francês até metade da década de 1940.

Contudo, no reinício, o clube esteve novamente na decisão da Copa da França em 1946/47, perdendo o confronto para o Lille nesta oportunidade. O sonhado título do torneio viria somente em 1950/51, com um triunfo por 3 a 0 sobre o Valenciennes.

Toda a glória, porém, iria por água abaixo na temporada seguinte, quando o clube decepcionou na disputa do Campeonato Francês (terminou como lanterna) e foi rebaixado pela primeira vez em sua história.

O que se seguiu foi uma seqüência de acessos e descensos. O Strasbourg não conseguia se firmar na primeira divisão e só foi melhorar sua condição na segunda metade da década de 1960. Foi nessa época que a equipe começou a participar da Copa de Feiras Internacionais (que deu origem à Copa da Uefa), e voltou a triunfar na Copa da França. A conquista veio em 1965/66, quando o time superou o Nantes na decisão por 1 a 0.

No entanto, até o começo da década de 1980, o drama da agremiação era sempre o mesmo, alternando de divisão com freqüência, e nunca próxima das primeiras colocações. Isso só mudou em 1978/77.

Ao fim do Campeonato Francês daquele ano, o Strasbourg sagrou-se campeão nacional pela primeira vez, terminando o certame com dois pontos de vantagem sobre o vice Nantes.

A fase, no entanto, não duraria muito. Logo na metade da década de 1980, a equipe voltou a decepcionar em campo e terminou rebaixada na temporada 1984/85. Daí em diante, o Strasbourg nunca mais recuperaria seu prestígio.

Sempre alternando entre a primeira e a segunda divisão, o clube até encontrou alguma estabilidade no início da década de 1990. A fase, porém, durou pouco, e o Strasbourg voltou à segunda divisão em várias oportunidades.

O último momento de glória veio no início do século XXI. Com o paraguaio José Luis Chilavert na meta, o clube venceu pela terceira vez em sua história a Copa da França, em emocionante disputa de pênaltis diante do Amiens.
O clube não foi bem na temporada 2007/2008 e acabou sendo rebaixado. Em 2008/2009 o Strasbourg disputará a segunda divisão do Campeonato Francês.
Atualmente vão jogar no campeonato nacional, o terceiro escalão do futebol francês, com após ser rebaixado da Ligue 2 no final da temporada 2009-10. 

Títulos

Campeonato Francês: 1978/79
Copa da França: 1950/51, 1965/66 e 2000/01
Copa da Liga da França: 1996/97 e 2004/05

Estádio
O Stade de la Meinau, vulgarmente conhecido como "O Meinau" é um estádio de futebol, em Estrasburgo, França. É a casa do RC Strasbourg e hospedou várias partidas internacionais, incluindo um jogo de Copa do Mundo de 1938, dois jogos do Euro 1984 e à final da Taça dos Vencedores das Taças em 1988.  
O estádio pertence ao município de Estrasburgo  e é alugada pelo RC Strasbourg. O clube está planejando se mudar para um novo estádio, o Eurostadium, com inauguração prevista para 2013.
Inagurado em 1914 , expandido em 1921, 1931, 1951, 1979–1984.
Capacidade de 29320 - 24000 sentados.

Apelido: Racing

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