Nas duas primeiras décadas, começou a participar de grandes competições de futebol do Estado, conquistando vitórias importantes. Nesse período foi construído o estádio Joaquim de Almeida Flores, cercado por muro de aproximadamente cinco metros de altura, com vestiários, sala de administração e torres de iluminação. No final dos anos 70 o clube entrou em decadência, pois muitos sócios deixaram de pagar mensalidades, as escolinhas de futebol foram sendo desativadas e os eventos sociais acabaram.
Somente na década de 80 é que o Nova Cidade voltou ao cenário do futebol, com a grande colaboração do Dr. Jacob Sessim que fez uma reforma total no Estádio e dos desportistas Julio Lourenço e Paulo Sérgio Fernandes que oficializaram a profissionalização do clube na Confederação Brasileira de Futebol em maio de 1983, ano o qual, o clube participou pela primeira vez do Campeonato da 3ª Divisão de Profissionais da FERJ.
No ano de 1985, conquistou o Campeonato Estadual de Juniores da 3ª Divisão. Em 1986, conquistou o vice-campeonato da 3ª Divisão e teve o acesso à 2ª Divisão. Já em 1988, conquistou o Campeonato da 2ª Divisão e teve o acesso à 1ª Divisão onde permaneceu nos anos de 1989 e 1990, sendo neste ano rebaixado para à 2ª Divisão. Nos anos de 1991 e 1992 participou do Campeonato da 2ª Divisão.
Em 1992, descobriu o atleta Serginho, que com atuações destacadas no time, conquistou uma carreira brilhante passando pelo Itaperuna Esporte Clube, Bahia, CR Flamengo, Cruzeiro Esporte Clube, São Paulo Futebol Clube e na Itália jogando pelo Milan.
O Nova Cidade de 1993 até os dias atuais, vive com dificuldades, pois alguns sócios deixaram de pagar mensalidades e o clube só está sobrevivendo através de alguns abnegados sócios que mantém o clube atualizado perante a legislação esportiva, alternando sua participação, ora na 3ª Divisão, ora se licenciando da competição.
É presidido pelo ex-jogador do clube Sinésio Benedetti Chagas, que por sua vez, é filho do falecido presidente Gélson Chagas, à época em que o clube estava na Primeira Divisão.
Em 2010, o clube deverá retornar ao profissionalismo e participar da Terceira Divisão de Profissionais do estado do Rio de Janeiro
Títulos
Campeonato Carioca da Segunda Divisão de 1988
Estádio
Joaquim de Almeida Flores
Capacidade 5.000
Site
http://ecnovacidade.blogspot.com/
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Sport Club Luso Brasileiro
O Sport Club Luso Brasileiro foi fundado em 24 de fevereiro de 1917, pelo comerciante português Edgar Figueira. Sua sede ficava na Praça João Lisboa e o campo na Quinta do Monteiro (Rua do Passeio ou Rodrigues Fernandes), ao lado do Hospital Português (onde hoje se encontram vários imóveis e o prédio do SENAC).
Apesar do nome “Luso”, de funcionar ao lado do Hospital Português e do Centro Republicano Português, e de ter sido fundado por um português, o clube não tinha as cores de Portugal, mas sim o azul e o branco (provavelmente em homenagem ao clube português F. C. Porto, fundado em 1893, cujo uniforme era similar, além de um detalhe no escudo).
A agremiação estava fortemente respaldada pela inclusão de antigos associados do Fabril Athletic Club, que tinham feito a opção pelo novo clube.
A primeira diretoria foi assim composta: Presidente: Manoel Antônio Araújo; 1º Secretário: Diamantino Nina de Oliveira; 2º Secretário: Flávio Pereira Tribuzi; Tesoureiro: Albino Augusto Pinto e Diretor de Esportes: Albino Ribeiro de Farias.
A primeira equipe foi formada com Cavalcanti, Barbosa e Flavino; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga.
A diretoria arrendou junto ao Hospital Português, a antiga Quinta Monteiro, à margem da Rua do Passeio. Feito o campo, a estréia deu-se diante dos marujos do Cruzador brasileiro “Tiradentes”, com o Luso Brasileiro vencendo por 2 x 1.
Logo depois, o Luso passou a reforçar sua equipe, que passou a escalar-se com Tavares (capitão), Guilhon e Santa Maria; J. Rêgo, Napoleão e Bernardo; Lauro, Raul, Monterrey, Jupira e Seltz.
O número de associados cresceu tanto que o clube acabou constituindo duas equipes para as disputas internas: o Saturno e o Júpiter.
Depois do jogo com os marujos, tem-se notícia de uma outra apresentação do “alvi-azul”, quase no final de 1917. Teria acontecido no dia 16 de dezembro, diante do Militar, time do 48º Batalhão de Caçadores. O Luso venceu por 2 x 0.
Com a presença de uma nova força no futebol maranhense, começava a esperança de estruturar-se o futebol do Estado, criando-se uma Liga capaz de congregar os clubes, que já existiam em quantidade regular.
Uma das primeiras tentativas foi a criação da Liga Maranhense de Sports, em 27 de março de 1917, reunião da qual fez parte o Luso Brasileiro.
A festa de inauguração da Liga, marcada para o dia 1º de abril, no F. A. C., seria em benefício dos desabrigados das cheias do rio Itapecuru e se mostrou como um evento grandioso, que contou com jogos entre as nove agremiações fundadoras. O Luso compareceu com a seguinte equipe: Cavalcanti, Barbosa e Flaviano; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga. No sorteio, coube ao Luso enfrentar o F. A. C., que venceu por 3 x 0.
O Luso cresceu em 1918 e, com isso, nascia a rivalidade com o F. A. C., de Nhozinho Santos. Ninguém ignorava a potencialidade do F. A. C.
A segunda vez que Luso Brasileiro e F. A. C. (que agora já não se chamava mais Fabril e sim Football Athletic Club) jogaram foi a 9 de abril de 1918. Foi uma partida nervosa. No primeiro tempo, o F. A. C. venceu por 2 x 1. No final do clássico, foi assinalada uma penalidade máxima contra o F. A. C., o que acabou por determinar o empate em 2 x 2.
Foram estas as equipes desse encontro histórico: F. A. C. – Medeiros, Martins e Guilhon; Jorge, Cláudio e Domingos; Galas, Zezé, Acir Marques, Carneiro e Joaquim Carvalho. Luso Brasileiro – Tavares, Aldo e Santa Maria; Kenard, J. Rêgo e Diniz; Lauro, Olímpio, Lebre, Jupira e Napoleão.
Naquela época, jogo que terminava empatado era como se não tivesse sido realizado. De pronto ficou acertado novo encontro, a ser realizado em 21 de abril de 1918, desta feita, entretanto, no campo do F. A. C., na Rua Grande. O F. A. C. foi vitorioso por um marcador bastante significativo: 4 x 0.
A nova Liga não vingou e, na reunião em que compareceram os representantes do Luso Brasileiro, Vasco da Gama, Brasil, Anilense e Sam Christovam (tendo o F. A. C. se recusado a participar), decidiu-se por um torneio eliminatório, pela fundação de uma nova Liga e que os clubes filiados não poderiam jogar contra os “não-filiados”. O Fênix entrou em seguida e formou com os cinco clubes supracitados o grupo dos disputantes da “Taça do Comércio”, considerada o primeiro Campeonato Maranhense, vencido pelo Luso Brasileiro, ao bater, na final, o Fênix por 3 x 0, no dia 8 de dezembro de 1918. Estava criado o Campeonato Maranhense, mas a Liga Maranhense de Sports (LMS) só seria estabelecida oficialmente no início de 1919.
Preparando-se para a série de jogos com o Paysandu, de Belém (PA), em janeiro de 1919, o Luso goleou o Fênix (5 x 1) e empatou com o Vasco da Gama. Para melhorar o padrão do seu jogo, chegou a “importar” alguns valores do futebol paraense.
A 18 de janeiro de 1919, chegava a São Luís o Paysandu. Na tarde do mesmo dia da chegada, aconteceu o primeiro jogo Luso Brasileiro x Paysandu. Um enorme público compareceu ao campo da Rua do Passeio. Mas, o Paysandu não deu a menor chance aos maranhenses, vencendo-os por 4 x 0. No dia 20, aconteceu outro jogo entre as mesmas equipes e o placar se repetiu a favor do clube paraense.
A temporada de jogos continuou e a série de insucessos também. No terceiro, nova derrota do Luso, desta vez por 4 x 1. O pior estava por vir. No dia 26 de janeiro, o Luso sofreu o maior revés de todos os tempos. Foi arrasado por 8 x 0. Logo depois, no dia 2 de fevereiro, nova goleada sofrida, por 6 x 1.
Em março de 1919, Luso e FAC resolveram se unir para enfrentar, num jogo-treino, o Sport Club do Recife, que faria escala em São Luís, com destino a Belém. Resultado do jogo: vitória do Sport, por 4 x 2.
No dia 14 de abril de 1919 era anunciada a vinda do Fortaleza, do Ceará, para uma temporada contra o Luso. Os placares revelaram a retumbante superioridade do time maranhense: 6 x 1, 5 x 2, 3 x 3, 1 x 0 e 5 x 0, recebendo muitos troféus pelos feitos.
Em 1919, o que se viu foi um Luso Brasileiro soberano, sem adversários à altura, facilitando o seu bicampeonato. Foram oito vitórias em igual número de jogos. Marcou 43 gols e sofreu apenas dois. Para se ter uma idéia da supremacia “lusa”, os segundos colocados, Vasco da Gama e Fênix, somaram apenas sete pontos ganhos.
Em janeiro de 1920, o América, de Recife, bicampeão pernambucano, também de passagem para Belém, fez escala em São Luís e bateu o Luso num animado jogo-treino, por 4 x 2.
Nesse ano de 1920, o FAC voltou à LMS e, em março desafiou o Luso para um amistoso. No dia 21 de março, o Luso entrou em campo com Dico, Negreiros e Rodolfo; Jupira, Sazão e Santa Rosa; Santana, Dantas, Joãozinho, Rochinha e Carvalho. O FAC, por sua vez, jogou com Paulo, Martins e Souza; Carlito, Saracura e Trajano; Carlos Rêgo, Cantuária, Oliveira, Pau Amarelo e Enéas. O jogo terminou com o placar de 2 x 0 para o FAC.
Após o Torneio Início, que terminou com o FAC em 1º e o Anilense em 2º, as equipes do Luso, Fênix, Paulistano e Cruz Vermelha abandonaram a Liga, alegando não concordarem com multas impostas e/ou resultados de jogos. Essas quatro equipes e mais Cruzeiro, Internacional e Tupan se uniram e fundaram mais uma entidade, a União Desportiva Maranhense (UDM), que fez oposição, durante todo o ano, à LMS, mas que não teve longevidade. O FAC foi o campeão de 1920.
Em agosto daquele ano, o Yole Club, de Belém, fez dois jogos contra o Luso, vencendo por 2 x 1 e perdendo por 4 x 3. Dois meses depois, foi a vez do Ceará Sporting Club, de Fortaleza, fazer sua exibição na capital maranhense, empatando três jogos (2 x 2, 1 x 1 e 0 x 0) e perdendo um (2 x 1), para o Luso.
Mesmo tendo conquistado o título de 1920 e também o do Torneio Início de 1921, mais uma vez o FAC desistiu de disputar o campeonato de 1921. O motivo da saída teria sido a não participação no Torneio Início de Luso, Vasco da Gama, Fênix, Internacional e Colombo. O clima esteve quente em 1921, com toda a diretoria da LMS pedindo demissão. Depois da saída do FAC e do Sam Christovam, além dos desencontros da Liga em relação ao Athenas, Colombo e Paysandu Maranhense, restou à LMS fazer um campeonato bem modesto, com a Série A composta apenas por Luso Brasileiro, Vasco da Gama e Fênix, e a B, por Colombo, Paysandu e Anilense, tendo sido campeões maranhenses de 1921, nas duas respectivas divisões, o Fênix e o Anilense.
Em janeiro de 1921, novamente o Ceará voltou a São Luís para enfrentar o Luso Brasileiro em quatro jogos. Resultado: duas taças para cada lado.
Seis times disputaram o campeonato maranhense de 1922, mais uma vez totalmente dominado pelo Luso Brasileiro, que o conquistou de forma invicta novamente. Nos dez jogos que disputou, venceu oito e empatou dois. Marcou 27 gols e sofreu 11.
O futebol maranhense atravessava períodos de altos e baixos, entre os quais merece destaque o encerramento das atividades futebolísticas do FAC, em 1923, vitimado pela crise que se alastrou na empresa que o mantinha. Sua última participação no campeonato maranhense aconteceu em 24 de novembro de 1923, ao derrotar o Fenix, por 2 x 0. O Luso sagrou-se bicampeão, com o FAC em segundo e o Fenix em terceiro.
Em janeiro de 1923, aconteceu a primeira excursão do Luso Brasileiro, quando foi a Parnaíba (PI), a convite do Internacional local. Entre os dias 12 e 17 de janeiro, perdeu para o Internacional e para o Coroa, ambos por 3 x 1, empatou com o Coroa (1 x 1) e com o Piauí (2 x 2) e venceu o último jogo, contra o Artístico, por 2 x 1. Formou com Dico, Pires e Beleza; Jupira, Carvalho e Elpídio; Venâncio, Santana, Guilhon, Clodomir e Mundiquinho.
No ano seguinte, o futebol maranhense capengava, sobretudo pelos partidarismos ainda latejantes entre os clubes e pelo “sumiço” da Liga.
Nos anos de 1924 e 1925, em campeonatos de curta duração (apenas um turno), o Luso Brasileiro manteve seu título de campeão sem problemas, chegando ao tetracampeonato. Nesses quatro anos de disputa, perdeu apenas dois jogos.
O campeonato de 1926, além de um maior número de participantes (nove), apresentou a estréia daquele que viria a ser o maior conquistador de títulos do campeonato maranhense, o Sampaio Corrêa. Ainda assim, o Luso Brasileiro chegou ao pentacampeonato, com o Sampaio Corrêa na segunda colocação.
O campeão da Bahia, Ypiranga, de Salvador, fez três jogos em São Luís, na última semana de agosto de 1926, um dos quais vencendo o Luso Brasileiro por 3 x 0, no dia 24.
Luso Brasileiro e Sampaio Corrêa foram novamente os protagonistas do campeonato maranhense de 1927, que foi decidido no “tapetão”. Em campo, no dia 18 de março de 1928, o Sampaio Corrêa golearia o Luso Brasileiro, por 4 x 1. Logo depois, perderia os pontos deste jogo e o título por utilizar irregularmente os jogadores Clarindo e Lobinho, que estavam suspensos pela A. M. E. A. Esta entidade, então, proclamou o Luso Brasileiro campeão. Formou o Luso Brasileiro com Dico, Belo e Osvaldo; Ferreira, Tavares e Guanabara; Caboclo, Josaphat, Guará, Zezico e França.
Em 1928, o Luso Brasileiro teve a sua seqüência de títulos quebrada pelo Vasco da Gama. Ficou com o vice-campeonato.
Em agosto de 1928, o Maguari, de Fortaleza, fez uma temporada de quatro jogos em São Luís, um deles o empate em 3 x 3 com o Luso Brasileiro.
Talvez sua torcida não soubesse mas, no dia 1º de janeiro de 1929, ao vencer o Syrio, por 4 x 0, jogo válido pelo campeonato de 1928, o Luso Brasileiro estaria fazendo sua última partida válida pelo campeonato maranhense. Guará, três vezes, e Caboclo, marcaram os gols. O Luso Brasileiro formou com Dico, Gutemberg e Picoli; Formigão, Tavares e Moreirinha; Albérico, Caboclo, Guará, Belo e França.
No dia 13 de agosto de 1929, a equipe do Luso Brasileiro fez a última partida de sua breve, mas gloriosa história, ao vencer o Independência, de Manaus, por 3 x 1. Após a partida, Tarquinio Lopes Filho, Diretor de Esportes do Luso Brasileiro, abraçou cordialmente os jogadores do time vitorioso e, depois de justificar os motivos da deliberação que tomou, comunicou a resolução do Luso em desaparecer das competições esportivas do futebol. Assim, chegava ao fim o maior time de futebol do Maranhão da época.
Com seus oito títulos de campeão, o Luso Brasileiro só é superado pelo “trio de ferro” do futebol maranhense: Sampaio Corrêa, Moto Clube e Maranhão.
Fonte
http://blog.cacellain.com.br/2010/01/15/a-breve-e-gloriosa-historia-do-s-c-luso-brasileiro-do-maranhao/
Apesar do nome “Luso”, de funcionar ao lado do Hospital Português e do Centro Republicano Português, e de ter sido fundado por um português, o clube não tinha as cores de Portugal, mas sim o azul e o branco (provavelmente em homenagem ao clube português F. C. Porto, fundado em 1893, cujo uniforme era similar, além de um detalhe no escudo).
A agremiação estava fortemente respaldada pela inclusão de antigos associados do Fabril Athletic Club, que tinham feito a opção pelo novo clube.
A primeira diretoria foi assim composta: Presidente: Manoel Antônio Araújo; 1º Secretário: Diamantino Nina de Oliveira; 2º Secretário: Flávio Pereira Tribuzi; Tesoureiro: Albino Augusto Pinto e Diretor de Esportes: Albino Ribeiro de Farias.
A primeira equipe foi formada com Cavalcanti, Barbosa e Flavino; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga.
A diretoria arrendou junto ao Hospital Português, a antiga Quinta Monteiro, à margem da Rua do Passeio. Feito o campo, a estréia deu-se diante dos marujos do Cruzador brasileiro “Tiradentes”, com o Luso Brasileiro vencendo por 2 x 1.
Logo depois, o Luso passou a reforçar sua equipe, que passou a escalar-se com Tavares (capitão), Guilhon e Santa Maria; J. Rêgo, Napoleão e Bernardo; Lauro, Raul, Monterrey, Jupira e Seltz.
O número de associados cresceu tanto que o clube acabou constituindo duas equipes para as disputas internas: o Saturno e o Júpiter.
Depois do jogo com os marujos, tem-se notícia de uma outra apresentação do “alvi-azul”, quase no final de 1917. Teria acontecido no dia 16 de dezembro, diante do Militar, time do 48º Batalhão de Caçadores. O Luso venceu por 2 x 0.
Com a presença de uma nova força no futebol maranhense, começava a esperança de estruturar-se o futebol do Estado, criando-se uma Liga capaz de congregar os clubes, que já existiam em quantidade regular.
Uma das primeiras tentativas foi a criação da Liga Maranhense de Sports, em 27 de março de 1917, reunião da qual fez parte o Luso Brasileiro.
A festa de inauguração da Liga, marcada para o dia 1º de abril, no F. A. C., seria em benefício dos desabrigados das cheias do rio Itapecuru e se mostrou como um evento grandioso, que contou com jogos entre as nove agremiações fundadoras. O Luso compareceu com a seguinte equipe: Cavalcanti, Barbosa e Flaviano; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga. No sorteio, coube ao Luso enfrentar o F. A. C., que venceu por 3 x 0.
O Luso cresceu em 1918 e, com isso, nascia a rivalidade com o F. A. C., de Nhozinho Santos. Ninguém ignorava a potencialidade do F. A. C.
A segunda vez que Luso Brasileiro e F. A. C. (que agora já não se chamava mais Fabril e sim Football Athletic Club) jogaram foi a 9 de abril de 1918. Foi uma partida nervosa. No primeiro tempo, o F. A. C. venceu por 2 x 1. No final do clássico, foi assinalada uma penalidade máxima contra o F. A. C., o que acabou por determinar o empate em 2 x 2.
Foram estas as equipes desse encontro histórico: F. A. C. – Medeiros, Martins e Guilhon; Jorge, Cláudio e Domingos; Galas, Zezé, Acir Marques, Carneiro e Joaquim Carvalho. Luso Brasileiro – Tavares, Aldo e Santa Maria; Kenard, J. Rêgo e Diniz; Lauro, Olímpio, Lebre, Jupira e Napoleão.
Naquela época, jogo que terminava empatado era como se não tivesse sido realizado. De pronto ficou acertado novo encontro, a ser realizado em 21 de abril de 1918, desta feita, entretanto, no campo do F. A. C., na Rua Grande. O F. A. C. foi vitorioso por um marcador bastante significativo: 4 x 0.
A nova Liga não vingou e, na reunião em que compareceram os representantes do Luso Brasileiro, Vasco da Gama, Brasil, Anilense e Sam Christovam (tendo o F. A. C. se recusado a participar), decidiu-se por um torneio eliminatório, pela fundação de uma nova Liga e que os clubes filiados não poderiam jogar contra os “não-filiados”. O Fênix entrou em seguida e formou com os cinco clubes supracitados o grupo dos disputantes da “Taça do Comércio”, considerada o primeiro Campeonato Maranhense, vencido pelo Luso Brasileiro, ao bater, na final, o Fênix por 3 x 0, no dia 8 de dezembro de 1918. Estava criado o Campeonato Maranhense, mas a Liga Maranhense de Sports (LMS) só seria estabelecida oficialmente no início de 1919.
Preparando-se para a série de jogos com o Paysandu, de Belém (PA), em janeiro de 1919, o Luso goleou o Fênix (5 x 1) e empatou com o Vasco da Gama. Para melhorar o padrão do seu jogo, chegou a “importar” alguns valores do futebol paraense.
A 18 de janeiro de 1919, chegava a São Luís o Paysandu. Na tarde do mesmo dia da chegada, aconteceu o primeiro jogo Luso Brasileiro x Paysandu. Um enorme público compareceu ao campo da Rua do Passeio. Mas, o Paysandu não deu a menor chance aos maranhenses, vencendo-os por 4 x 0. No dia 20, aconteceu outro jogo entre as mesmas equipes e o placar se repetiu a favor do clube paraense.
A temporada de jogos continuou e a série de insucessos também. No terceiro, nova derrota do Luso, desta vez por 4 x 1. O pior estava por vir. No dia 26 de janeiro, o Luso sofreu o maior revés de todos os tempos. Foi arrasado por 8 x 0. Logo depois, no dia 2 de fevereiro, nova goleada sofrida, por 6 x 1.
Em março de 1919, Luso e FAC resolveram se unir para enfrentar, num jogo-treino, o Sport Club do Recife, que faria escala em São Luís, com destino a Belém. Resultado do jogo: vitória do Sport, por 4 x 2.
No dia 14 de abril de 1919 era anunciada a vinda do Fortaleza, do Ceará, para uma temporada contra o Luso. Os placares revelaram a retumbante superioridade do time maranhense: 6 x 1, 5 x 2, 3 x 3, 1 x 0 e 5 x 0, recebendo muitos troféus pelos feitos.
Em 1919, o que se viu foi um Luso Brasileiro soberano, sem adversários à altura, facilitando o seu bicampeonato. Foram oito vitórias em igual número de jogos. Marcou 43 gols e sofreu apenas dois. Para se ter uma idéia da supremacia “lusa”, os segundos colocados, Vasco da Gama e Fênix, somaram apenas sete pontos ganhos.
Em janeiro de 1920, o América, de Recife, bicampeão pernambucano, também de passagem para Belém, fez escala em São Luís e bateu o Luso num animado jogo-treino, por 4 x 2.
Nesse ano de 1920, o FAC voltou à LMS e, em março desafiou o Luso para um amistoso. No dia 21 de março, o Luso entrou em campo com Dico, Negreiros e Rodolfo; Jupira, Sazão e Santa Rosa; Santana, Dantas, Joãozinho, Rochinha e Carvalho. O FAC, por sua vez, jogou com Paulo, Martins e Souza; Carlito, Saracura e Trajano; Carlos Rêgo, Cantuária, Oliveira, Pau Amarelo e Enéas. O jogo terminou com o placar de 2 x 0 para o FAC.
Após o Torneio Início, que terminou com o FAC em 1º e o Anilense em 2º, as equipes do Luso, Fênix, Paulistano e Cruz Vermelha abandonaram a Liga, alegando não concordarem com multas impostas e/ou resultados de jogos. Essas quatro equipes e mais Cruzeiro, Internacional e Tupan se uniram e fundaram mais uma entidade, a União Desportiva Maranhense (UDM), que fez oposição, durante todo o ano, à LMS, mas que não teve longevidade. O FAC foi o campeão de 1920.
Em agosto daquele ano, o Yole Club, de Belém, fez dois jogos contra o Luso, vencendo por 2 x 1 e perdendo por 4 x 3. Dois meses depois, foi a vez do Ceará Sporting Club, de Fortaleza, fazer sua exibição na capital maranhense, empatando três jogos (2 x 2, 1 x 1 e 0 x 0) e perdendo um (2 x 1), para o Luso.
Mesmo tendo conquistado o título de 1920 e também o do Torneio Início de 1921, mais uma vez o FAC desistiu de disputar o campeonato de 1921. O motivo da saída teria sido a não participação no Torneio Início de Luso, Vasco da Gama, Fênix, Internacional e Colombo. O clima esteve quente em 1921, com toda a diretoria da LMS pedindo demissão. Depois da saída do FAC e do Sam Christovam, além dos desencontros da Liga em relação ao Athenas, Colombo e Paysandu Maranhense, restou à LMS fazer um campeonato bem modesto, com a Série A composta apenas por Luso Brasileiro, Vasco da Gama e Fênix, e a B, por Colombo, Paysandu e Anilense, tendo sido campeões maranhenses de 1921, nas duas respectivas divisões, o Fênix e o Anilense.
Em janeiro de 1921, novamente o Ceará voltou a São Luís para enfrentar o Luso Brasileiro em quatro jogos. Resultado: duas taças para cada lado.
Seis times disputaram o campeonato maranhense de 1922, mais uma vez totalmente dominado pelo Luso Brasileiro, que o conquistou de forma invicta novamente. Nos dez jogos que disputou, venceu oito e empatou dois. Marcou 27 gols e sofreu 11.
O futebol maranhense atravessava períodos de altos e baixos, entre os quais merece destaque o encerramento das atividades futebolísticas do FAC, em 1923, vitimado pela crise que se alastrou na empresa que o mantinha. Sua última participação no campeonato maranhense aconteceu em 24 de novembro de 1923, ao derrotar o Fenix, por 2 x 0. O Luso sagrou-se bicampeão, com o FAC em segundo e o Fenix em terceiro.
Em janeiro de 1923, aconteceu a primeira excursão do Luso Brasileiro, quando foi a Parnaíba (PI), a convite do Internacional local. Entre os dias 12 e 17 de janeiro, perdeu para o Internacional e para o Coroa, ambos por 3 x 1, empatou com o Coroa (1 x 1) e com o Piauí (2 x 2) e venceu o último jogo, contra o Artístico, por 2 x 1. Formou com Dico, Pires e Beleza; Jupira, Carvalho e Elpídio; Venâncio, Santana, Guilhon, Clodomir e Mundiquinho.
No ano seguinte, o futebol maranhense capengava, sobretudo pelos partidarismos ainda latejantes entre os clubes e pelo “sumiço” da Liga.
Nos anos de 1924 e 1925, em campeonatos de curta duração (apenas um turno), o Luso Brasileiro manteve seu título de campeão sem problemas, chegando ao tetracampeonato. Nesses quatro anos de disputa, perdeu apenas dois jogos.
O campeonato de 1926, além de um maior número de participantes (nove), apresentou a estréia daquele que viria a ser o maior conquistador de títulos do campeonato maranhense, o Sampaio Corrêa. Ainda assim, o Luso Brasileiro chegou ao pentacampeonato, com o Sampaio Corrêa na segunda colocação.
O campeão da Bahia, Ypiranga, de Salvador, fez três jogos em São Luís, na última semana de agosto de 1926, um dos quais vencendo o Luso Brasileiro por 3 x 0, no dia 24.
Luso Brasileiro e Sampaio Corrêa foram novamente os protagonistas do campeonato maranhense de 1927, que foi decidido no “tapetão”. Em campo, no dia 18 de março de 1928, o Sampaio Corrêa golearia o Luso Brasileiro, por 4 x 1. Logo depois, perderia os pontos deste jogo e o título por utilizar irregularmente os jogadores Clarindo e Lobinho, que estavam suspensos pela A. M. E. A. Esta entidade, então, proclamou o Luso Brasileiro campeão. Formou o Luso Brasileiro com Dico, Belo e Osvaldo; Ferreira, Tavares e Guanabara; Caboclo, Josaphat, Guará, Zezico e França.
Em 1928, o Luso Brasileiro teve a sua seqüência de títulos quebrada pelo Vasco da Gama. Ficou com o vice-campeonato.
Em agosto de 1928, o Maguari, de Fortaleza, fez uma temporada de quatro jogos em São Luís, um deles o empate em 3 x 3 com o Luso Brasileiro.
Talvez sua torcida não soubesse mas, no dia 1º de janeiro de 1929, ao vencer o Syrio, por 4 x 0, jogo válido pelo campeonato de 1928, o Luso Brasileiro estaria fazendo sua última partida válida pelo campeonato maranhense. Guará, três vezes, e Caboclo, marcaram os gols. O Luso Brasileiro formou com Dico, Gutemberg e Picoli; Formigão, Tavares e Moreirinha; Albérico, Caboclo, Guará, Belo e França.
No dia 13 de agosto de 1929, a equipe do Luso Brasileiro fez a última partida de sua breve, mas gloriosa história, ao vencer o Independência, de Manaus, por 3 x 1. Após a partida, Tarquinio Lopes Filho, Diretor de Esportes do Luso Brasileiro, abraçou cordialmente os jogadores do time vitorioso e, depois de justificar os motivos da deliberação que tomou, comunicou a resolução do Luso em desaparecer das competições esportivas do futebol. Assim, chegava ao fim o maior time de futebol do Maranhão da época.
Com seus oito títulos de campeão, o Luso Brasileiro só é superado pelo “trio de ferro” do futebol maranhense: Sampaio Corrêa, Moto Clube e Maranhão.
Fonte
http://blog.cacellain.com.br/2010/01/15/a-breve-e-gloriosa-historia-do-s-c-luso-brasileiro-do-maranhao/
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Associação Prudentina de Esportes Atléticos
A Associação Prudentina de Esportes Atléticos é um clube esportivo e social da cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Fundado no dia 26 de outubro de 1936, a Prudentina sempre foi um tradicional clube da cidade, mas teve alguns bons momentos no futebol, alcançando a elite do futebol paulista nos anos 60.A Prudentina nasceu de uma idéia surgida na mente de uma plêiade de homens extraordinários.
Cidadãos de coragem e espírito de luta irreprimíveis.
Eles planejaram construir uma associação para a cultura do esporte em todas as suas modalidades. E deu certo. Em 1936 foi fundada a APEA.
O nome de batismo nunca foi mudado: Associação Prudentina de Esportes Atléticos. A gloriosa Apea, que recebeu daqueles notáveis homens do passado, as cores branco, preto e encarnado. As mesmas cores do pássaro jandaia paulista. A última reunião para fundação da Prudentina, foi dia 26 de outubro de 1936, no prédio da Rua Nicolau Maffei, número 8. Ali estavam figuras nobres da sociedade de Presidente Prudente, todas empolgadas com o empreendimento que começava a nascer. E na mesma data, os idealizadores do projeto elegeram a primeira diretoria da Apea. Presidente, Adalberto Goulart; vice-presidente, Arthur Marrafão; primeiro secretário, Dídimo de Jesus; segundo secretário, Francisco de Vivo; tesoureiro, Victório Cornaglia. A APEA sempre teve um time forte no basquete, conquistando vários troféus ao longo dos anos.
Na reunião ocorrida em 18 de junho de 1940 foi discutida a criação de uma seleção de futebol na Prudentina, sem deixar de enfatizar o basquete. Mas para disputar torneios deveria construir um estádio para mandar os jogos. A prefeitura se mobilizou e reservou um local para ser o estádio. Mesmo com dificuldades financeiras a APEA montou um bom time de futebol, só que ainda não tinha um estádio.
Em 1943 diretores da Prudentina se reuniram juntamente com as pessoas da cidade. O que acabaria dando na construção do estádio.
O grande rival da Prudentina era o Corinthians, em que os dois disputavam os ''derbys'' na cidade, levando bons públicos.
Apesar de ter uma equipe profissional, os gastos aumentaram muito para a manutenção do time e a APEA quase foi extinta ainda nos anos 50, mas se manteve de pé para as épocas gloriosas que viriam posteriormente.
Com Félix Ribeiro Marcondes na presidência a equipe foi campeã da Taça Carvalho Pinto em 1960 e no ano de 1961 a maior glória, a conquista da segunda divisão de São Paulo em cima da Ponte Preta, conseguindo o acesso para a divisão principal do estado. O time ganhava destaque na mídia e seus jogadores eram cobiçados por times de ponta como o goleiro Glauco, que quase se transferiu para o Santos.
A APEA sofria ameaça de não participar do campeonato, já que os dirigentes achavam que o time seria humilhado. A estréia do time na elite foi contra o Comercial no dia 8 de julho de 1962 no Estádio Félix Marcondes, onde persistiu o 0 x 0.
O time de Presidente Prudente conseguia se manter na Série A-1, algumas vezes no desespero outras com folga. A melhor campanha da APEA na primeira divisão foi em 1966 quando ficou na oitava posição entre 15 equipes. A equipe também levava a população da cidade ao estádio.
A equipe se manteve na elite graças a recursos doados pela população da cidade, empréstimos, venda de jogadores que o dava o mínimo de dinheiro para permanecer. Porém em 1967 o time não resistiu e acabou rebaixado, para a tristeza da torcida apeana.
O que fez o time declinar foi justamente a falta de capital, muitas vezes terminando o ano mal financeiramente, principalmente que teve de reformar a sede e estádio. Após o rebaixamento o time entrou em crise.
Em janeiro de 1968 a crise se agravou, e a diretoria dizia que o clube não deveria disputar o campeonato da divisão inferior por não ter retorno financeiro, ficando acertado o pedido de afastamento da Prudentina
por um ano, conforme ofício lido na reunião de 21 de maio de 1968. A licença terminou no dia 30 de abril de 1969, quando a Apea voltaria a disputar o certame. Daí em diante, se daria ênfase ao departamento social e o diretor Antônio Macca não perdia tempo.
O futebol não teve mais vez na Prudentina, já que era considerado trabalhoso e que gastava muito dinheiro, encerrando as atividades da Prudentina no futebol profissional. Após a desativação, o seu estádio foi demolido e usado para a expansão da parte social do clube.
Títulos
Campeonato Paulista - Série A2: 1961.
Campeonato Paulista - Série A3: 1960.
Estádio
Nome: Estádio Félix Ribeiro Marcondes
Local: Presidente Prudente/SP
Capacidade: 15000 pessoas
Inauguração: 1946
Demolição: provavelmente em 1969/1970. Foi usado para a expansão social da APEA.
Propriedade: Associação Prudentina de Esportes Atléticos
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Joaçaba Atlético Clube
Fundado em 27 de fevereiro de 1997. Disputa atualmente a Divisão Especial de SC, a segunda divisão estadual. Manda seus jogos no estádio Oscar Rodrigues Da Nova, com capacidade para 7.000 pessoas. Veste as cores azul, amarela e branca, cores do município de Joaçaba, e seu mascote é o Leão.
O clube surgiu em 1997, após a dissolução da Associação Desportiva Joaçaba. Muitas vezes confundido com ele e com o JEC (Joaçaba Esporte Clube), fundado na década de 70, apesar de serem três clubes diferentes. Disputou a segundona em 97, 99, 2000 e 2001. Sendo que no ano de 2000 bateu na trave duas vezes, uma ao ser vice campeão perdendo para o Internacional o titulo, após dois empates por 1x1; outra ao ficar em 5o lugar na seletiva que ocorreu no mesmo ano e classificava 4 equipes para a elite. Após o ano de 2001 a equipe se licenciou dos gramados e só retornou em 2007, disputando a divisão de acesso e mais uma vez chegando perto, ao perder o returno e a vaga na elite para o Atlético Cidade Azul de Tubarão. Na segundona de 2009, o time fez uma péssima campanha no primeiro turno, com duas vitórias e um empate em nove jogos,mas no segundo turno veio uma inesperada recuperação: o time conseguiu 17 de 27 pontos possíveis e ficou com a vice liderança do returno, o que não foi o suficiente para classificar a equipe, que ficou a um ponto da tão sonhada classificação para o quadrangular final. Em 2010 a equipe estará mais uma vez tentando o retorno do futebol profissional joaçabense a elite de SC. Disputará a divisão especial, equivalente a segundona.
Estádio
O Estádio Da Nova (Oscar Rodrigues da Nova) é um estádio de futebol localizado na cidade de Joaçaba, no estado de Santa Catarina, pertence ao JAC (Joaçaba Atlético Clube) e tem capacidade para cerca de 7.000 pessoas.
Alcunhas
Fúria do Leão
JAC Tricolor
Leão do Vale
Site
http://www.jac.blog.br/
O clube surgiu em 1997, após a dissolução da Associação Desportiva Joaçaba. Muitas vezes confundido com ele e com o JEC (Joaçaba Esporte Clube), fundado na década de 70, apesar de serem três clubes diferentes. Disputou a segundona em 97, 99, 2000 e 2001. Sendo que no ano de 2000 bateu na trave duas vezes, uma ao ser vice campeão perdendo para o Internacional o titulo, após dois empates por 1x1; outra ao ficar em 5o lugar na seletiva que ocorreu no mesmo ano e classificava 4 equipes para a elite. Após o ano de 2001 a equipe se licenciou dos gramados e só retornou em 2007, disputando a divisão de acesso e mais uma vez chegando perto, ao perder o returno e a vaga na elite para o Atlético Cidade Azul de Tubarão. Na segundona de 2009, o time fez uma péssima campanha no primeiro turno, com duas vitórias e um empate em nove jogos,mas no segundo turno veio uma inesperada recuperação: o time conseguiu 17 de 27 pontos possíveis e ficou com a vice liderança do returno, o que não foi o suficiente para classificar a equipe, que ficou a um ponto da tão sonhada classificação para o quadrangular final. Em 2010 a equipe estará mais uma vez tentando o retorno do futebol profissional joaçabense a elite de SC. Disputará a divisão especial, equivalente a segundona.
Estádio
O Estádio Da Nova (Oscar Rodrigues da Nova) é um estádio de futebol localizado na cidade de Joaçaba, no estado de Santa Catarina, pertence ao JAC (Joaçaba Atlético Clube) e tem capacidade para cerca de 7.000 pessoas.
Alcunhas
Fúria do Leão
JAC Tricolor
Leão do Vale
Site
http://www.jac.blog.br/
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Coxim Atlético Clube
Fundação 10 Janeiro 2002.
Mesmo com pouco tempo de fundação, o Coxim já se destaca no futebol local. Em 2002, ano de sua primeira participação na primeira divisão do Campeonato Sul-Mato-Grossense, o clube fez boa campanha, e no ano seguinte chegou às quartas-de-final, com 5 vitórias em 10 jogos. Em 2004, ficou em penúltimo lugar na tábua de classificação e foi rebaixado com apenas 7 pontos em 18 jogos. Em 2006, de volta à primeira divisão estadual, o Coxim Atlético Clube sagrou-se campeão Sul-Mato-Grossense com 41 pontos em 22 jogos, com duas goleadas por 9 a 0, sobre o Pantanal e o Maracaju, ambas em casa, no Estádio Municipal André Borges.O tricolor sul-mato-grossense tem camisa vermelha, com listras branca e azul em horizontal.
O Coxim Atlético Clube (CAC) não vai participar da edição 2010 da série A do Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol. A desistência do clube se deve a falta de patrocínio, inclusive para fazer a inscrição no certame
Títulos
Campeonato Sul-Matogrossense: 2006.
Estádio
André Borges - Caldeirão do Borjão
Capacidade 3.500 pessoas
Mascote
O Jaú, um peixe forte e traiçoeiro, que exige muita paciência. Por ser conhecedor das correntezas locais, o Jaú exige muita paciência do pescador, que muitas vezes tem de trabalhar por mais de uma hora para que a linha não arrebente e o peixe escape levando a isca por água abaixo.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Clube Atlético Piranhas
O Clube Atlético Piranhas primeiro surgiu como time de futebol que, após alguns meses em atividade, deu origem ao Clube Atual. Por esse motivo, duas datas são de relevante importância para a História tricolor: 23 de abril de 1983, dia em que se formou o time, e 25 de novembro de 1984, dia da Fundação do Clube.
Em 2002 , o CAP, que durante os dois últimos anos esteve presente no Campeonato Estadual de Futebol Profissional do RN, por falta de patrocinador resolveu pedir afastamento por um ano da competição O Clube Atlético Piranhas perdeu o forte apoio de João Maia, que agora investe no CT do Caicó (já gastou mais de R$ 150 mil). .
Estádio
Josenildo Cavalcante
Capacidade - 6000 pessoas
Títulos
Campeão Potiguar da Segunda Divisão 1998
Site
http://www.capclube.com/
Em 2002 , o CAP, que durante os dois últimos anos esteve presente no Campeonato Estadual de Futebol Profissional do RN, por falta de patrocinador resolveu pedir afastamento por um ano da competição O Clube Atlético Piranhas perdeu o forte apoio de João Maia, que agora investe no CT do Caicó (já gastou mais de R$ 150 mil). .
Estádio
Josenildo Cavalcante
Capacidade - 6000 pessoas
Títulos
Campeão Potiguar da Segunda Divisão 1998
Site
http://www.capclube.com/
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Aracati Esporte Clube
O Aracati Esporte Clube é um clube de futebol da cidade de Aracati no Estado do Ceará. Fundado em 17 de fevereiro de 2005. Seu estádio é o Coronel Virgílio Távora, com capacidade para 2.000 lugares. Seu apelido é Dragão. Suas cores são vermelho e amarelo.
Título
1 Campeonato Cearense da Terceira Divisão 2008
Hino
(Autor: Gustavo do Nascimento Jiló).
Aracati Esporte Clube
o teu nome no esporte é tradição
tua história gloriosa sempre presente
e faz de ti um eterno campeão
Aracati Esporte Clube
tua bandeira a tremular nas Vibrações
engradece o vermelho e amarelo
contagiando o coração da multidão
(Bis)
Aracati, nos gramado tu és vencedor
no esporte tu és a paixão
da torcida do Dragão.
Site
http://aracatiec.blogspot.com/
Título
1 Campeonato Cearense da Terceira Divisão 2008
Hino
(Autor: Gustavo do Nascimento Jiló).
Aracati Esporte Clube
o teu nome no esporte é tradição
tua história gloriosa sempre presente
e faz de ti um eterno campeão
Aracati Esporte Clube
tua bandeira a tremular nas Vibrações
engradece o vermelho e amarelo
contagiando o coração da multidão
(Bis)
Aracati, nos gramado tu és vencedor
no esporte tu és a paixão
da torcida do Dragão.
Site
http://aracatiec.blogspot.com/
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Associação Atlética Alvorada
Fundado em 1985, a equipe do Alvorada teve seu maior brilho no final dos anos 90 - o título da Copa Tocantins em 1997 e o Tocantinense de 1998, e representou o Tocantins na Copa do Brasil de 98 em dois jogos contra o Atlético Mineiro. Em Alvorada o Galo venceu por 2 x 1, e na capital mineira, em Belo Horizonte o Atlético goleou por 7 x 0. Neste ano o Alvorada terminou em 32º lugar na classificação geral da Copa do Brasil.
Em 2001, o Alvorada volta ao cenário estadual, depois de ter ficado 3 anos afastado.
No ano de 2004, passa pela maior crise de sua história. Sem dinheiro para montar um time competitivo, a diretoria do clube aposta em jogadores da região sul de Tocantins.
Estádio
Elias Ozias Zoltan
Capacidade 2.500 pessoas
Uniforme: Camisa verde com faixas horizontais brancas, calção branco e meias verdes
Títulos:
Campeão Tocantinense 1998
Campeão da Copa Tocantins 1997
Mascote Águia
Em 2001, o Alvorada volta ao cenário estadual, depois de ter ficado 3 anos afastado.
No ano de 2004, passa pela maior crise de sua história. Sem dinheiro para montar um time competitivo, a diretoria do clube aposta em jogadores da região sul de Tocantins.
Estádio
Elias Ozias Zoltan
Capacidade 2.500 pessoas
Uniforme: Camisa verde com faixas horizontais brancas, calção branco e meias verdes
Títulos:
Campeão Tocantinense 1998
Campeão da Copa Tocantins 1997
Mascote Águia
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Centro Sportivo Maruinense
O Centro Sportivo Maruinense, mais conhecido como CSM e apelidado carinhosamente de "fantasminha camarada" é um clube de futebol da cidade de Maruim, no estado de Sergipe. Foi fundado dia 3 de abril de 1917 e suas cores são o branco e o preto. Manda seus jogos no Estádio Governador Antônio Carlos Valadares ou no Estádio Gonçalo Prado. Atualmente disputa a segunda divisão sergipana.
Títulos : 1 Campeonato Sergipano da 2ª Divisão (2003)
Estádio :
Gov. Antônio Carlos Valadares
Capacidade : 15.000 espectadores
Títulos : 1 Campeonato Sergipano da 2ª Divisão (2003)
Estádio :
Gov. Antônio Carlos Valadares
Capacidade : 15.000 espectadores
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Associação Atlética Internacional
A Associação Atlética Internacional de Limeira foi fundada no dia 5 de outubro de 1913, originária de um antigo time da cidade, o “Barroquinha”. O nome Internacional foi dado para homenagear imigrantes japoneses, italianos, alemães e portugueses, que, entre outros, foram radicados no município. A primeira partida da Inter aconteceu uma semana após sua fundação, no dia 12 de outubro de 1913, contra o Sport Clube Carioba, da cidade vizinha de Americana.
Na década de 1920, a Internacional recebeu da mídia paulistana o título de “Leão da Paulista”, após ser derrotada pelo Palestra Itália em partida de muita dificuldade disputada em Limeira. Outro fato marcante foi a vitória sobre o Paulistano, clube em que atuava Friedenreich, por 2 a 1, após o time da capital retornar de uma vitoriosa excursão pela Europa.
Na primeira participação da Inter de Limeira em campeonatos oficiais organizados pela Federação Paulista de Futebol, a equipe foi vice-campeã, em 1948. Em 1961 conquistou o título da Série Algodeira, ao vencer a Internacional de Bebedouro por 5 a 0. Cinco anos depois, em 1966, conquistou o título da 2ª Divisão de Profissionais, o que garantiu o acesso à Primeira Divisão. Entretanto, sem ter um estádio com os requisitos mínimos para receber as partidas, a equipe pediu licença à FPF para poder construir um estádio próprio.
Depois deste período, o time de Limeira passou por uma reformulação e reestruturação e voltou ao profissionalismo em 1974. A equipe recebeu o aval da FPF para disputar seus jogos em Araras, cidade vizinha, e a primeira partida foi em 1975, contra o Piracicabana, pela Série B do Campeonato Paulista da Primeira Divisão.
Em 1978, o clube conquistou o título do Campeonato Paulista da 2ª Divisão e obteve o direito de participar da Divisão Especial (principal) no ano seguinte. Logo na estreia, em 1979, a Internacional obteve o nono lugar na classificação final da competição, o que deu direito à equipe de participar do Campeonato Brasileiro. No torneio nacional, o “Leão” chegou às quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Internacional (RS), de Paulo Roberto Falcão.
A década de 1980 foi a mais gloriosa da história da Internacional. Logo no início, chegou ao quadrangular final do Paulistão e conquistou o 4º lugar, sendo desclassificada pelo São Paulo. Com a posição, conseguiu o direito de disputar a Taça de Ouro daquele ano e chegou até as quartas-de-final, perdendo para mais um time gaúcho, desta vez, o Grêmio (RS).
No ano seguinte, disputou pela terceira vez seguida o Campeonato Paulista e, na primeira fase, chegou à segunda colocação final. Entretanto, no octogonal não conseguiu o mesmo desempenho. No segundo turno teve uma performance ainda pior e acabou em 6º lugar. Mesmo assim, teve o direito de disputar a Taça de Ouro de 1982, competição em que não passou da primeira fase.
Em 1985, apesar do nono lugar no Campeonato Paulista, o elenco foi mantido para o ano seguinte. Enfim, em 1986, a equipe conseguiu seu maior triunfo no futebol profissional: sagrou-se campeã paulista ao vencer o Palmeiras na final. Além disso, o artilheiro do campeonato também foi do time de Limeira, o centroavante Kita, com 24 gols. A equipe ainda conquistou a Taça dos Invictos por ficar 17 partidas sem perder.
Dois anos após o título, o time deu continuidade às suas conquistas e foi Campeão Brasileiro da Série Amarela, além de chegar na 5ª posição do Campeonato Paulista. Em 1989, porém, acabou rebaixada nas competições estadual e nacional, mas conseguiu, em 1991, voltar à elite do futebol paulista. No ano seguinte foi novamente rebaixada. O time ficou até 1996 buscando novamente o acesso, quando venceu a Portuguesa Santista por 4 a 0 e voltou à Divisão Principal sob o comando de Pepe.
De 1996 até 2002, o time de Limeira permaneceu realizando campanhas sem ser ameaçada pelo descenso, mas em 2003 caiu para a atual Série A2 do Campeonato Paulista. Depois de cinco anos, em 2008, o clube foi rebaixado para a Série A3 e, em 2009, caiu para a Segunda Divisão do Campeonato Paulista, que disputará em 2010.
Estádio
Estádio Major José Levy Sobrinho
Capacidade 40000
Inauguração : 30-01-1977 ( Internacional 2 x 3 Corinthians)
Recorde Público - 44000 (Inauguração)
Títulos
Campeão Paulista 1986
Campeão Paulista - Série A2: 1978,1996 e 2004
Campeão Paulista - Série A 3: 1966
Campeão Brasileiro - Série B 1986 e 1990
Hino
(Renato Pereira Guimarães/ Mário Tintori)
Eis a equipe altaneira
Do bravo Internacional
que p’ra glória de Limeira
Não teme nenhum rival.
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu
Pé na bola, sem demora
Sacode a juba, meu Leão
Sejas hoje, como outrora
Sempre, sempre, campeão...
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu
Mascote
A grande rivalidade entre clubes do interior paulista fez surgir a mascote do Internacional. Em um jogo disputado contra o Comercial de Ribeirão Preto, o clube de Limeira acabou com uma invencibilidade dos rivais. O Comercial tem como mascote a figura de um Leão. A vitória foi tão expressiva que os torcedores da Inter de Limeira passaram a tratar seu time como o Leão da Paulista.
Site
http://www.interdelimeira.com.br/
Na década de 1920, a Internacional recebeu da mídia paulistana o título de “Leão da Paulista”, após ser derrotada pelo Palestra Itália em partida de muita dificuldade disputada em Limeira. Outro fato marcante foi a vitória sobre o Paulistano, clube em que atuava Friedenreich, por 2 a 1, após o time da capital retornar de uma vitoriosa excursão pela Europa.
Na primeira participação da Inter de Limeira em campeonatos oficiais organizados pela Federação Paulista de Futebol, a equipe foi vice-campeã, em 1948. Em 1961 conquistou o título da Série Algodeira, ao vencer a Internacional de Bebedouro por 5 a 0. Cinco anos depois, em 1966, conquistou o título da 2ª Divisão de Profissionais, o que garantiu o acesso à Primeira Divisão. Entretanto, sem ter um estádio com os requisitos mínimos para receber as partidas, a equipe pediu licença à FPF para poder construir um estádio próprio.
Depois deste período, o time de Limeira passou por uma reformulação e reestruturação e voltou ao profissionalismo em 1974. A equipe recebeu o aval da FPF para disputar seus jogos em Araras, cidade vizinha, e a primeira partida foi em 1975, contra o Piracicabana, pela Série B do Campeonato Paulista da Primeira Divisão.
Em 1978, o clube conquistou o título do Campeonato Paulista da 2ª Divisão e obteve o direito de participar da Divisão Especial (principal) no ano seguinte. Logo na estreia, em 1979, a Internacional obteve o nono lugar na classificação final da competição, o que deu direito à equipe de participar do Campeonato Brasileiro. No torneio nacional, o “Leão” chegou às quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Internacional (RS), de Paulo Roberto Falcão.
A década de 1980 foi a mais gloriosa da história da Internacional. Logo no início, chegou ao quadrangular final do Paulistão e conquistou o 4º lugar, sendo desclassificada pelo São Paulo. Com a posição, conseguiu o direito de disputar a Taça de Ouro daquele ano e chegou até as quartas-de-final, perdendo para mais um time gaúcho, desta vez, o Grêmio (RS).
No ano seguinte, disputou pela terceira vez seguida o Campeonato Paulista e, na primeira fase, chegou à segunda colocação final. Entretanto, no octogonal não conseguiu o mesmo desempenho. No segundo turno teve uma performance ainda pior e acabou em 6º lugar. Mesmo assim, teve o direito de disputar a Taça de Ouro de 1982, competição em que não passou da primeira fase.
Em 1985, apesar do nono lugar no Campeonato Paulista, o elenco foi mantido para o ano seguinte. Enfim, em 1986, a equipe conseguiu seu maior triunfo no futebol profissional: sagrou-se campeã paulista ao vencer o Palmeiras na final. Além disso, o artilheiro do campeonato também foi do time de Limeira, o centroavante Kita, com 24 gols. A equipe ainda conquistou a Taça dos Invictos por ficar 17 partidas sem perder.
Dois anos após o título, o time deu continuidade às suas conquistas e foi Campeão Brasileiro da Série Amarela, além de chegar na 5ª posição do Campeonato Paulista. Em 1989, porém, acabou rebaixada nas competições estadual e nacional, mas conseguiu, em 1991, voltar à elite do futebol paulista. No ano seguinte foi novamente rebaixada. O time ficou até 1996 buscando novamente o acesso, quando venceu a Portuguesa Santista por 4 a 0 e voltou à Divisão Principal sob o comando de Pepe.
De 1996 até 2002, o time de Limeira permaneceu realizando campanhas sem ser ameaçada pelo descenso, mas em 2003 caiu para a atual Série A2 do Campeonato Paulista. Depois de cinco anos, em 2008, o clube foi rebaixado para a Série A3 e, em 2009, caiu para a Segunda Divisão do Campeonato Paulista, que disputará em 2010.
Estádio
Estádio Major José Levy Sobrinho
Capacidade 40000
Inauguração : 30-01-1977 ( Internacional 2 x 3 Corinthians)
Recorde Público - 44000 (Inauguração)
Títulos
Campeão Paulista 1986
Campeão Paulista - Série A2: 1978,1996 e 2004
Campeão Paulista - Série A 3: 1966
Campeão Brasileiro - Série B 1986 e 1990
Hino
(Renato Pereira Guimarães/ Mário Tintori)
Eis a equipe altaneira
Do bravo Internacional
que p’ra glória de Limeira
Não teme nenhum rival.
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu
Pé na bola, sem demora
Sacode a juba, meu Leão
Sejas hoje, como outrora
Sempre, sempre, campeão...
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu
Mascote
A grande rivalidade entre clubes do interior paulista fez surgir a mascote do Internacional. Em um jogo disputado contra o Comercial de Ribeirão Preto, o clube de Limeira acabou com uma invencibilidade dos rivais. O Comercial tem como mascote a figura de um Leão. A vitória foi tão expressiva que os torcedores da Inter de Limeira passaram a tratar seu time como o Leão da Paulista.
Site
http://www.interdelimeira.com.br/
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Associação Esportiva Sapiranga
Associação Esportiva Sapiranga - fundada em 07 de Agosto de 1945 com o nome de Grêmio Esportivo Brasil, rivalizava com o Sapiranga Futebol Clube(fundado em 07 de Julho de 1943), no clássico Bra-Sap. Com a extinção do Sapiranga FC em 1970 e o desgaste do futebol local, surge a idéia de mudar o nome do GE Brasil valorizando a cidade. A idéia era agregar os associados e simpatizantes do Brasil e do Sapiranga em torno do novo clube, eis que em 22 de Janeiro de 1974 nasce a Associação Esportiva Sapíranga, ou simplesmente Associação, como é conhecida no Vale do Rio dos Sinos. Nos estatutos prevalece a data de fundação do GE Brasil, ou seja, 07 de Agosto de 1945. Depois da mudança de nome vieram os momentos de glória da Associação com a conquista dos campeonatos estaduais de amadores de 1978, 1981 e 1999. Além desses títulos soman-se um vice-campeonato em 1988 quando perdeu a final nos pênaltis para o Guarani de Venâncio Aires, a conquista da seletiva gaúcha no ano de 2000 para o Sulbrasileiro Amador e o vice-campeonato Sulbrasileiro Amador em 2000. Em 2001 passou para o profissionalismo disputando a série C do gaúchão. Em 2002 conquistou o vice-campeonato da série C. Hoje o clube encontra-se licenciado e seu Presidente é Antônio Machado que também é Secretário Municipal da Cultura e Desporto, porém o clube não possui nenhuma equipe em atividade. As cores da Associação são o vermelho, verde e branco herdadas do GE Brasil. As cores do Sapiranga FC eram o preto e o branco, mudadas na década de 50 para vermelho e branco e seu estádio estava localizado onde hoje encontra-se o Centro Evangélico. O Estádio das Rosas, palco de tantas batalhas e glórias, foi construído em homenagem à cidade, denominada de “Cidade das Rosas e Capital do Vôo Livre”. O estádio está localizado no bairro Sete de Setembro, em uma área doada por Oscar Weiss, desportista apaixonado pelo então GE Brasil.
Alguns sites estão confundido os dois Sapiranga FC, em 21/03/2005 foi fundado outro Sapiranga FC que não tem nada haver com o antigo, suas cores eram o azul marinho, laranja e branco, utilizou em termo de comodato o estádio das Rosas da Associação, foi presidido por Adolfo Homrich. O clube durou apenas um ano, se afundou em dívidas e fechou as portas.
Estádio Das Rosas
Capacidade 5.000 pessoas
Alguns sites estão confundido os dois Sapiranga FC, em 21/03/2005 foi fundado outro Sapiranga FC que não tem nada haver com o antigo, suas cores eram o azul marinho, laranja e branco, utilizou em termo de comodato o estádio das Rosas da Associação, foi presidido por Adolfo Homrich. O clube durou apenas um ano, se afundou em dívidas e fechou as portas.
Estádio Das Rosas
Capacidade 5.000 pessoas
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Ferroviário Esporte Clube
O Ferroviário Esporte Clube é um clube de futebol da cidade de São Luís, no estado do Maranhão,Brasil. Foi fundado em 1941 por funcionários da Estrada de Ferro São Luís - Teresina, tendo como cores oficiais o vermelho, verde e branco.
Somente apartir de 1954 a equipe resolveu participar dos campeonatos oficiais da Federação Maranhense de Futebol.
Dos clubes em atividade no futebol maranhense o Ferroviário está atrás apenas dos três grandes na ordem Sampaio Corrêa, Moto Club e Maranhão em número de campeonatos estaduais, sendo campeão Maranhense 4 vezes.
Títulos
Campeão Maranhense 57,58,71 e 73
Vice Campeão Maranhense 67,69,72,75 e 76
Estádio
Nhozinho Santos
Capacidade 21000
Somente apartir de 1954 a equipe resolveu participar dos campeonatos oficiais da Federação Maranhense de Futebol.
Dos clubes em atividade no futebol maranhense o Ferroviário está atrás apenas dos três grandes na ordem Sampaio Corrêa, Moto Club e Maranhão em número de campeonatos estaduais, sendo campeão Maranhense 4 vezes.
Títulos
Campeão Maranhense 57,58,71 e 73
Vice Campeão Maranhense 67,69,72,75 e 76
Estádio
Nhozinho Santos
Capacidade 21000
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Confiança Esporte Clube
O Confiança Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Sapé, no estado da Paraíba. Manda jogos no Estádio Luiz Ribeiro Coutinho, popularmente chamado de "Ribeirão".
O Confiança foi fundado no dia 22 de abril de 1953. O clube levou 43 anos para chegar à primeira divisão do futebol paraibano, fato ocorrido em 1996.
No ano seguinte, o Confiança consagrou-se campeão paraibano de futebol. O grupo campeão contava com o goleiro Lúcio, além dos jogadores Warlei, Careca, Betinho, Cícero, Glauco, Wilian, entre outros. O presidente da época era João Máximo.
Títulos
Campeão Paraibano 1997
Estádio
O Estádio Municipal Luiz Ribeiro Coutinho, também conhecido como O Ribeirão, localiza-se na cidade de Sapé, no estado brasileiro da Paraíba. Possui acomodações para até 2.500 pessoas.
Alcunhas Bicho-Papão
Mascote Taz
O Confiança foi fundado no dia 22 de abril de 1953. O clube levou 43 anos para chegar à primeira divisão do futebol paraibano, fato ocorrido em 1996.
No ano seguinte, o Confiança consagrou-se campeão paraibano de futebol. O grupo campeão contava com o goleiro Lúcio, além dos jogadores Warlei, Careca, Betinho, Cícero, Glauco, Wilian, entre outros. O presidente da época era João Máximo.
Títulos
Campeão Paraibano 1997
Estádio
O Estádio Municipal Luiz Ribeiro Coutinho, também conhecido como O Ribeirão, localiza-se na cidade de Sapé, no estado brasileiro da Paraíba. Possui acomodações para até 2.500 pessoas.
Alcunhas Bicho-Papão
Mascote Taz
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Mazagão Atlético Clube
Fundação: 23 de janeiro de 1979
Alcunhas Bicolor da Terra de São Tiago
Vice-Campeonato Amapaense: 2000.
Não disputou de 2003 a 2007. Retornou em 2008.
Estádio:
Aluízio Videira (Videirão)
Capacidade: 2000 pessoas
Alcunhas Bicolor da Terra de São Tiago
Vice-Campeonato Amapaense: 2000.
Não disputou de 2003 a 2007. Retornou em 2008.
Estádio:
Aluízio Videira (Videirão)
Capacidade: 2000 pessoas
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Associação Desportiva Cabense
A Associação Desportiva Cabense é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. Tem como símbolo o pássaro azulão. Foi fundada em 26 de Novembro de 1995. Antes se chamava Destilaria Esporte Clube, mudou de nome em 1995. Participou pela primeira vez do Campeonato Pernambucano da primeira divisão em 1996.
Estádio
O estádio Gileno de Carli está localizado na Av. Arthur Rui de Carvalho s/n no bairro da Destilaria em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Sua capacidade é de 5.000 torcedores sentados.
Mascote
Azulão
http://www.azulaocabense.com.br/
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Tombense Futebol Clube
O Tombense foi fundado no dia 7 de setembro de 1914. Apesar disso, só começou a aparecer no cenário estadual na década de 2000, quando a empresa Brazil Soccer, tornou-se parceira e começou a fazer a gestão do time. O Tombense reformou seu campo, construiu uma concentração, montou times em diversas categorias e passou a disputar o Campeonato Mineiro.
No ano de 2002, conquistou o seu primeiro título de Campeão Mineiro da Terceira Divisão. Após 3 anos, o Tombense voltou a disputar o Campeonato Mineiro da Terceira Divisão, e novamente conseguiu chegar ao título, garantindo vaga no Modulo II do Campeonato Mineiro de 2007. Vice campeão da terceira divisão em 2009.
Estádio
Antônio Guimarães de Almeida
Capacidade 2.000 pessoas
Títulos
Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 2002 , 2006
No ano de 2002, conquistou o seu primeiro título de Campeão Mineiro da Terceira Divisão. Após 3 anos, o Tombense voltou a disputar o Campeonato Mineiro da Terceira Divisão, e novamente conseguiu chegar ao título, garantindo vaga no Modulo II do Campeonato Mineiro de 2007. Vice campeão da terceira divisão em 2009.
Estádio
Antônio Guimarães de Almeida
Capacidade 2.000 pessoas
Títulos
Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 2002 , 2006
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Associação Atlética Dimensão Saúde
A Associação Atlética Dimensão Saúde é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Maceió, capital do estado de Alagoas. Suas cores são verde, branco e preto.
Durante anos disputou as competições nas categorias de base promovidas da Federação Alagoana de Futebol (FAF) e no Sesi/TV GAZETA, Em 2002, disputou a Segunda Divisão Alagoana pela primeira vez mandando suas partidas em Anadia. Em 2004, competiu em Paulo Jacinto.
Em 2005, participa pela primeira vez da primeira divisão, mas termina em último e é rebaixado. Depois não disputou mais o futebol profissional.
Estádio
O Estádio Rei Pelé, vulgarmente chamado de Trapichão, foi inaugurado no dia 25 de outubro de 1970 com o jogo amistoso entre Seleção Alagoana e Santos e é utilizado habitualmente pelas equipes alagoanas do CSA e do CRB. Pelé atuou neste jogo e o primeiro gol do Trapichão foi de autoria do santista Douglas. O jogo foi ganho pelo Santos por 5 a 0, com público de 45.865 espectadores, que permanece sendo o recorde de público deste estádio até os dias atuais. Atualmente o estádio tem capacidade para 20.801 pessoas.
Durante anos disputou as competições nas categorias de base promovidas da Federação Alagoana de Futebol (FAF) e no Sesi/TV GAZETA, Em 2002, disputou a Segunda Divisão Alagoana pela primeira vez mandando suas partidas em Anadia. Em 2004, competiu em Paulo Jacinto.
Em 2005, participa pela primeira vez da primeira divisão, mas termina em último e é rebaixado. Depois não disputou mais o futebol profissional.
Estádio
O Estádio Rei Pelé, vulgarmente chamado de Trapichão, foi inaugurado no dia 25 de outubro de 1970 com o jogo amistoso entre Seleção Alagoana e Santos e é utilizado habitualmente pelas equipes alagoanas do CSA e do CRB. Pelé atuou neste jogo e o primeiro gol do Trapichão foi de autoria do santista Douglas. O jogo foi ganho pelo Santos por 5 a 0, com público de 45.865 espectadores, que permanece sendo o recorde de público deste estádio até os dias atuais. Atualmente o estádio tem capacidade para 20.801 pessoas.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Artsul Futebol Clube
O ARTSUL FC, fundado em 19 de junho de 2001 por seu presidente Nivaldo Pereira, empresário conceituado da Indústria da Construção Civil, de origem humilde, enxergou no futebol (sua principal paixão), através de um trabalho sério e transparente, uma maneira de ajudar crianças e jovens com talento a se desenvolverem.
Estréia em 2002 na Terceira Divisão de Profissionais sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte se licencia das competições. Volta em 2004 na Terceira Divisão chegando à semi-final. Em 2005 acaba eliminado na primeira fase do certame. Contudo, em 2006 é convidado a jogar a Segunda Divisão conseguindo um inédito quarto lugar que porém não lhe garante a promoção à Primeira. Em 2007, a campanha é apenas regular, mas o clube consegue garantir sua permanência na Segunda Divisão. Em 2008, o Artsul se licencia e fica fora das competições profissionais. Em 2009, retorna para as competições de âmbito profissional. Sagra-se vice-campeão estadual da Segunda Divisão de Juniores, ao ser derrotado na final pelo Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube por 2 a 0, no Estádio Nivaldo Pereira, em Austin. Sua sede fica no Bairro de Austin. Revelou o jogador Alemão, que jogou o Campeonato Brasileiro de 2004 pelo Coritiba e que faleceu em acidente automobilístico. Suas cores são azul, verde e branco.
Estádio
Nivaldo Pereira
Capacidade 1.000
Apelido Tricolor da Dutra
Mascote Águia Tricolor
Site
http://www.grupoartsul.com.br/futebolclube/index.html
domingo, 31 de janeiro de 2010
Clube Recreativo Atlético Campoverdense
Clube Recreativo Atlético Campoverdense, time de futebol da cidade de Campo Verde - MT, foi fundado dia 19 de Outubro de 2005. Suas cores são o azul e o amarelo. Disputa o Campeonato Estadual de Mato Grosso, conquistando resultadoos expressivos já em seu ano de estréia na 1ª Divisão do Estado, ficando com a 8ª colocação entre as 20 equipes em disputa.
Estádio
Felix Belém de Castro
Capacidade
Site
http://craccv.futblog.com.br/
sábado, 30 de janeiro de 2010
Cascavel Clube Recreativo
Foi fundado em 17 de Dezembro de 2001 para fortalecer o futebol da cidade, três clubes locais se uniram para formar o Cascavel Clube Recreativo : Cascavel S/A, SOREC e Cascavel Esporte Clube. O time participou pela primeira vez do Campeonato Paranaense no ano de 2003. Com uma campanha muito ruim, foi rebaixado para a Série B da competição, também conhecida como “Série Prata”. Com o rebaixamento, encerrou as atividades na temporada por falta de competições e verba.
O Cascavel ficou sem jogar por dez meses. O ex-presidente do Clube, Sandro Bacarin, afirmou que o principal motivo do rebaixamento foi a falta de apoio financeiro, o que também impossibilitou a diretoria de fazer boas contratações e os jogadores de terem uma pré-temporada adequada para entrarem bem no campeonato.
Em 2007, o clube voltou à elite do futebol paranaense contando com uma nova parceria: a Belletti Sports, que passou a dirigir o futebol do clube. Juliano Belletti, na época jogador do Barcelona, passou a atuar como manager. José Luiz dos Santos assumiu a presidência do clube, sendo um dos principais responsáveis pela parceria. Neste mesmo ano, com o comando de Lorival dos Santos, o Cascavel conseguiu se manter na primeira divisão.
A equipe possui um título estadual, conquistado em 1980 ainda como Cascavel Esporte Clube.Atualmente a equipe disputa a primeira divisão do Campeonato Paranaense de Futebol.
Mascote: Serpente
Estádio
Títulos
A equipe possui um título estadual, conquistado em 1980 ainda como Cascavel Esporte Clube.
Site
http://cascavelcr.com.br/
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