Em 1935 era fundado no Recife, por funcionários e dirigentes desta empresa o MOINHO RECIFE ESPORTE CLUBE, que adota as cores azul e branco. Inicialmente a função deste clube, era o lazer e recreação de seus funcionários e familiares. Nesta fase inicial o clube disputa torneios amadores e amistosos pelo estado, levando o nome da empresa a diversas cidades.
Ao final de 1946 seus dirigentes resolvem disputar o campeonato pernambucano de futebol. A equipe disputa durantes dois anos (1947 e 1949) e afasta-se por não conseguir manter as despesas de uma equipe de futebol.
Em 1947, a equipe faz uma péssima campanha e é eliminada logo no 1º turno.
Em 1949 a equipe volta a disputar o campeonato, mas também com uma campanha desastrosa. Após o térmico do 1º turno, a equipe abandona o campeonato por dificuldades financeiras.
Após esta aventura no futebol do estado, a equipe se afasta de competições oficiais e desaparece alguns anos depois.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Palmeiras Esporte Clube
Fundado em 01/08/1948 Cores: Verde e Branco
Alcunha: Periquito do Bairro do Porto
Quando o time do Mixto, tricampeão matogrossense, deixou o Estádio José Fragelli - VERDÃO, no dia 9 de junho de 1982, amargando uma derrota de 3x2 para o humilde Palmeirinha ou carinhosamente chamado de Periquito do Porto, alguns torcedores do todo poderoso alvinegro da Vargas, tentavam justificar a derrota invocando a já consagrada figura da zebra. Mas deixando de lado a paixão futebolística, qualquer observador atento, pôde concluir analisando a vitoriosa campanha do Palmeirinhas, que a conquista da TAÇA GIULLITE COUTINHO, coube-lhe por merecimento ao esforçado futebol dos moleques, dos jovens talentos da equipe do Porto. Um time modesto, sem recursos e despretensioso, que jogou para escanteio as consideradas grandes equipes do Futebol Matogrossense.
A façanha do Periquito do Porto, inédita para o clube que nunca havia ganhado um título profissional e que para o próprio futebol do estado, há muito monopolizado pelos grandes Mixto, Operário e Dom Bosco, pode ser vista como sinal da crise por que passam os tradicionais representantes da terra e como prévia do que aconteceria mais tarde na Espanha. Contrariando o tradicional papel conferido aos pequenos em cada Copa, Argélia, Honduras e Camarões surpreenderam o mundo vencendo os tubarões na base da vontade e garra.
Campanha Brilhante - O Palmeiras iniciou sua campanha na COPA GIULLITE COUTINHO perdendo para o Mixto e Operário, mais reagiu vencendo o União em Rondonópolis, e Dom Bosco em duas oportunidades, classificando-se, portanto, para enfrentar o Mixto Esporte Clube na final da Copa.
Na melhor de três com o Mixto, o Palmeiras venceu a primeira no Verdão por 1x0, perdeu a segunda por 2x0, no Estádio Presidente Dutra e no dia 9 de Junho de 1982, de maneira insofismável derrotou o Mixto por 3x2, com dois de Carli e um de Adilson o Discoteca, sagrando-se Campeão da Copa, conquistando, portanto, o seu primeiro e único título profissional em toda sua história.
O torcedor mixtense que compareceu ao Verdão naquela noite memorável, teve que admitir e reconhecer a superioridade do Periquito do Porto, e que o placar não retratava a impecável atuação do adversário, face as inúmeras oportunidades desperdiçadas pelos atacantes alviverde.
O Palmeiras esteve fora do profissionalismo por 20 anos. Volta ao profissionalismo em 2008, conquista a segunda divisão e retorna a divisão principal em 2009.
Títulos
Copa Giullite Coutinho 1982
Campeão Mato Grossense da 2ª Divisão/MT 2008
Estádio
Com relação a sua inauguração, existem relatos que o Presidente Dutra esteve em Cuiabá em 1952, para a inauguração do Estádio e constatando que o imóvel não fora construído conforme previsto no projeto, um Mini-Maracanã, recusou-se a inaugurá-lo, retornando imediatamente para o Rio de Janeiro, a capital brasileira.
Com a construção do Estádio presidente Dutra em 1952, os campeonatos passam a ser disputado no referido estádio.
O Estádio Presidente Dutra foi declarado "Tombado como Patrimônio Histórico de Cuiabá-Mt", pela Lei Municipal 2.761 de 25/05/1990, de autoria de vereador Emanuel Pinheiro, como forma de preservá-lo.
Site
http://www.palmeirasmt.com.br/
Alcunha: Periquito do Bairro do Porto
Quando o time do Mixto, tricampeão matogrossense, deixou o Estádio José Fragelli - VERDÃO, no dia 9 de junho de 1982, amargando uma derrota de 3x2 para o humilde Palmeirinha ou carinhosamente chamado de Periquito do Porto, alguns torcedores do todo poderoso alvinegro da Vargas, tentavam justificar a derrota invocando a já consagrada figura da zebra. Mas deixando de lado a paixão futebolística, qualquer observador atento, pôde concluir analisando a vitoriosa campanha do Palmeirinhas, que a conquista da TAÇA GIULLITE COUTINHO, coube-lhe por merecimento ao esforçado futebol dos moleques, dos jovens talentos da equipe do Porto. Um time modesto, sem recursos e despretensioso, que jogou para escanteio as consideradas grandes equipes do Futebol Matogrossense.
A façanha do Periquito do Porto, inédita para o clube que nunca havia ganhado um título profissional e que para o próprio futebol do estado, há muito monopolizado pelos grandes Mixto, Operário e Dom Bosco, pode ser vista como sinal da crise por que passam os tradicionais representantes da terra e como prévia do que aconteceria mais tarde na Espanha. Contrariando o tradicional papel conferido aos pequenos em cada Copa, Argélia, Honduras e Camarões surpreenderam o mundo vencendo os tubarões na base da vontade e garra.
Campanha Brilhante - O Palmeiras iniciou sua campanha na COPA GIULLITE COUTINHO perdendo para o Mixto e Operário, mais reagiu vencendo o União em Rondonópolis, e Dom Bosco em duas oportunidades, classificando-se, portanto, para enfrentar o Mixto Esporte Clube na final da Copa.
Na melhor de três com o Mixto, o Palmeiras venceu a primeira no Verdão por 1x0, perdeu a segunda por 2x0, no Estádio Presidente Dutra e no dia 9 de Junho de 1982, de maneira insofismável derrotou o Mixto por 3x2, com dois de Carli e um de Adilson o Discoteca, sagrando-se Campeão da Copa, conquistando, portanto, o seu primeiro e único título profissional em toda sua história.
O torcedor mixtense que compareceu ao Verdão naquela noite memorável, teve que admitir e reconhecer a superioridade do Periquito do Porto, e que o placar não retratava a impecável atuação do adversário, face as inúmeras oportunidades desperdiçadas pelos atacantes alviverde.
O Palmeiras esteve fora do profissionalismo por 20 anos. Volta ao profissionalismo em 2008, conquista a segunda divisão e retorna a divisão principal em 2009.
Títulos
Copa Giullite Coutinho 1982
Campeão Mato Grossense da 2ª Divisão/MT 2008
Estádio
Com relação a sua inauguração, existem relatos que o Presidente Dutra esteve em Cuiabá em 1952, para a inauguração do Estádio e constatando que o imóvel não fora construído conforme previsto no projeto, um Mini-Maracanã, recusou-se a inaugurá-lo, retornando imediatamente para o Rio de Janeiro, a capital brasileira.
Com a construção do Estádio presidente Dutra em 1952, os campeonatos passam a ser disputado no referido estádio.
O Estádio Presidente Dutra foi declarado "Tombado como Patrimônio Histórico de Cuiabá-Mt", pela Lei Municipal 2.761 de 25/05/1990, de autoria de vereador Emanuel Pinheiro, como forma de preservá-lo.
Site
http://www.palmeirasmt.com.br/
sábado, 28 de novembro de 2009
Comercial Futebol Clube
O Comercial Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Viçosa, no estado de Alagoas. Fundado em 06 de junho de 1965. Seu uniforme principal é camisa amarela com detalhes verdes, calção amarelo e meias também amarelas. Foi Vice-Campeão Alagoano de 1990, tendo o seu jogador Dentinho como um dos Artilheiros do Campeonato com 8 gols marcados.
O Comercial não resistiu a administração corrupta de 1997 a 2000 e foi rebaixado no campeonato Alagoano. Passando longos 9 anos inativo.
Seu time infantil foi vice-campeão alagoano em 2006.
No dia 8 de Março de 2009 o Comercial foi Reativado e irá disputar a segunda divisão do campeonato Alagoano 2009.
Após 9 anos fora dos gramados, o Comercial, retorna em partida que acontece no estádio Teotônio Vilela, o Vilelão, onde enfrentou o CRB.
Em apenas dois meses já foi possível reestruturar o estádio e montar o time para dar início a nova fase da história do Comercial. Desde o dia primeiro de janeiro estamos empenhados em valorizar o esporte de Viçosa. O Comercial existia apenas nas lembranças, agora ele volta a ser realidade. O retorno do Comercial beneficia o nosso município, proporciona lazer, colabora com o comércio local e enaltece o nome de Viçosa na mídia. Vamos continuar os investimentos nesta área”.
A prefeitura reestruturou o ‘Vilelão’. As mudanças já podem ser vistas no gramado, nas instalações elétricas, hidráulicas e nas cabines de rádio. O estádio ganhou pintura nova e saiu da situação de abandono que viveu nos últimos quatro anos.
Estádio
Teotônio Vilela, com capacidade para 10 mil pessoas, tendo sido inaugurado em 12 de Novembro de 1986.
O Comercial não resistiu a administração corrupta de 1997 a 2000 e foi rebaixado no campeonato Alagoano. Passando longos 9 anos inativo.
Seu time infantil foi vice-campeão alagoano em 2006.
No dia 8 de Março de 2009 o Comercial foi Reativado e irá disputar a segunda divisão do campeonato Alagoano 2009.
Após 9 anos fora dos gramados, o Comercial, retorna em partida que acontece no estádio Teotônio Vilela, o Vilelão, onde enfrentou o CRB.
Em apenas dois meses já foi possível reestruturar o estádio e montar o time para dar início a nova fase da história do Comercial. Desde o dia primeiro de janeiro estamos empenhados em valorizar o esporte de Viçosa. O Comercial existia apenas nas lembranças, agora ele volta a ser realidade. O retorno do Comercial beneficia o nosso município, proporciona lazer, colabora com o comércio local e enaltece o nome de Viçosa na mídia. Vamos continuar os investimentos nesta área”.
A prefeitura reestruturou o ‘Vilelão’. As mudanças já podem ser vistas no gramado, nas instalações elétricas, hidráulicas e nas cabines de rádio. O estádio ganhou pintura nova e saiu da situação de abandono que viveu nos últimos quatro anos.
Estádio
Teotônio Vilela, com capacidade para 10 mil pessoas, tendo sido inaugurado em 12 de Novembro de 1986.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Associação Desportiva Bahia de Feira
O Bahia de Feira é o clube mais antigo do município, tendo sido fundado numa data histórica: 2 de julho de 1937. O Bicho-papão, como era conhecido pelas sucessivas e surpreendentes vitórias contra até clubes nacionais. Originalmente, o clube se chamava apenas Associação Desportiva Bahia. O termo “de Feira” foi acrescentado ao nome em 1967.Em 2010 o Tremendão, como é carinhosamente conhecido o time, disputará a elite do futebol estadual depois de 23 anos.
Esse foi a terceira vez que o Bahia de Feira conquistou o torneio de acesso do Campeonato Baiano, os outros títulos foram obtidos em 1982 e 1986. A última vez que o Tremendão participou da elite do futebol estadual foi em 1987.
Estádio
Estádio Municipal Alberto Oliveira – Feira de Santana/BA
Capacidade : 16.000
Títulos
Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 3 vezes (1982 1986 e 2009).
Site
http://www.bahiadefeira.com.br/
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Clube Atlético Linense
Fundado em 12 de junho de 1927, o Clube Atlético Linense passou anos participando apenas de competições amadoras regionais até que, em 1944, iniciou a disputa do Campeonato do Interior, organizado pela Federação Paulista de Futebol. No entanto, sua estreia no Campeonato Paulista aconteceu somente em 1947. Já no ano seguinte, o Linense chegou à final da Segunda Divisão contra o XV de Piracicaba, perdendo por 5 a 1, mas não conseguiu o acesso já que, naquela época, era privilégio só do campeão.
Em 1951, o Linense ficou mais uma vez perto de conquistar o acesso, quando chegou à final da Segunda Divisão contra o XV de Jaú, sendo derrotado por 4 a 2. Assim, o acesso à Série A3 ficou para o ano seguinte, quando venceu a Ferroviária de Araraquara por 3 a 0 na final. O clube seguiu na Primeira Divisão até 1957, quando foi rebaixado e disputou a Segunda Divisão no ano seguinte, antes de encerrar suas atividades por dois anos.
O Linense voltou às competições somente em 1961 e seguiu revezando-se entre a disputa do que é hoje o equivalente às Séries A2 e A3 até 1993. O auge do clube foi em 1977, quando foi campeão da Terceira Divisão, vencendo por 1 a 0 a Votuporanguense, subindo para a Divisão Intermediária.
Depois de mais um período de recesso, o ano de 1998 marcou o novo retorno do Linense às competições profissionais. O clube seguiu na Segunda Divisão até 2006, quando o vice-campeonato garantiu um novo acesso à Série A3 do Campeonato Paulista. Em 2008, o clube terminou a primeira fase da Série A3 em primeiro lugar, conquistando o acesso ao encerrar sua participação como segundo colocado do Grupo 02, na segunda fase da competição. Em 2009, o Linense não repetiu a boa campanha e, em 2010, disputará mais uma vez a Série A2.
Títulos
Campeonato Paulista - Série A2: 1952.
Campeonato Paulista - Série A3: 1977 .
Estádio
Gilberto Siqueira Lopes
Localizado na cidade de Lins, o Gilbertão foi inaugurado em 1962 com o jogo Clube Atlético Linense 2 x 4 Botafogo Futebol Clube. O "Gilbertão", como é mais conhecido, tem capacidade para 15.000 espectadores. Os torcedores do Linense são conhecidos por sempre comparecer em excelente número ao Gilbertão. Em breve haverá a execução do projeto de modernização e aumento de capacidade para 20.000 lugares, a ser concluído em 2009.
Mascote
O Linense tem uma das mascotes mais curiosas de toda a fauna que habita as divisões de acesso do futebol paulista: o Elefante da Noroeste.
Em 1952, o Linense conseguiu o título mais importante de sua história: campeão da Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Nunca o seu torcedor comemorou tanto um título. A festa foi tão grande que os jogadores chegaram a desfilar em cima de elefantes que se apresentavam em um circo da cidade. Foram apenas cinco anos na Primeira Divisão. No ano 2000, para demonstrar todo o carinho por sua mascote, o Linense promoveu um desfile de elefantes na pista de atletismo de seu estádio.
Site
http://www.calinense.com.br/
Em 1951, o Linense ficou mais uma vez perto de conquistar o acesso, quando chegou à final da Segunda Divisão contra o XV de Jaú, sendo derrotado por 4 a 2. Assim, o acesso à Série A3 ficou para o ano seguinte, quando venceu a Ferroviária de Araraquara por 3 a 0 na final. O clube seguiu na Primeira Divisão até 1957, quando foi rebaixado e disputou a Segunda Divisão no ano seguinte, antes de encerrar suas atividades por dois anos.
O Linense voltou às competições somente em 1961 e seguiu revezando-se entre a disputa do que é hoje o equivalente às Séries A2 e A3 até 1993. O auge do clube foi em 1977, quando foi campeão da Terceira Divisão, vencendo por 1 a 0 a Votuporanguense, subindo para a Divisão Intermediária.
Depois de mais um período de recesso, o ano de 1998 marcou o novo retorno do Linense às competições profissionais. O clube seguiu na Segunda Divisão até 2006, quando o vice-campeonato garantiu um novo acesso à Série A3 do Campeonato Paulista. Em 2008, o clube terminou a primeira fase da Série A3 em primeiro lugar, conquistando o acesso ao encerrar sua participação como segundo colocado do Grupo 02, na segunda fase da competição. Em 2009, o Linense não repetiu a boa campanha e, em 2010, disputará mais uma vez a Série A2.
Títulos
Campeonato Paulista - Série A2: 1952.
Campeonato Paulista - Série A3: 1977 .
Estádio
Gilberto Siqueira Lopes
Localizado na cidade de Lins, o Gilbertão foi inaugurado em 1962 com o jogo Clube Atlético Linense 2 x 4 Botafogo Futebol Clube. O "Gilbertão", como é mais conhecido, tem capacidade para 15.000 espectadores. Os torcedores do Linense são conhecidos por sempre comparecer em excelente número ao Gilbertão. Em breve haverá a execução do projeto de modernização e aumento de capacidade para 20.000 lugares, a ser concluído em 2009.
Mascote
O Linense tem uma das mascotes mais curiosas de toda a fauna que habita as divisões de acesso do futebol paulista: o Elefante da Noroeste.
Em 1952, o Linense conseguiu o título mais importante de sua história: campeão da Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Nunca o seu torcedor comemorou tanto um título. A festa foi tão grande que os jogadores chegaram a desfilar em cima de elefantes que se apresentavam em um circo da cidade. Foram apenas cinco anos na Primeira Divisão. No ano 2000, para demonstrar todo o carinho por sua mascote, o Linense promoveu um desfile de elefantes na pista de atletismo de seu estádio.
Site
http://www.calinense.com.br/
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sá Viana Futebol Clube
No início dos anos 40, dois clubes rivais do centro da cidade: o Flamengo e o Rio branco, resolveram unir as forças e criar uma nova equipe de futebol.
Realizaram um confronto, cujo prêmio seria batizar o novo clube com o nome do vencedor, mas, em meio a disputa, da qual ninguém sabe ao certo quem foi o vencedor, foi sugerido que o novo clube homenageasse a pessoa, cujo busto encontrava-se a beira do rio Uruguai.
O busto, um presente vindo do Governo Argentino, pertencia ao Dr. Manoel Sá Viana, um jurisconsulto brasileiro, que morou no país vizinho. Assim, em 20 de fevereiro de 1940, nascia o Sá Viana Futebol Clube.
Hoje o Sá Viana, ocupa um grande espaço no mundo social de Uruguaiana, localizado na rua Julio de Castilhos, 2222. Possui um parque esportivo dos mais modernos da região, o Parque dos Álamos, com piscinas semi-olímpicas, sendo uma delas piscina térmica, quadras poliesportivas, local para lazer e camping. Mantêm o seu campo para prática do futebol, onde passaram os grandes craques do passado e do presente de Uruguaiana.
Títulos
Seus principais títulos foram de Campeão Gaúcho Profissional da 2ª Divisão em 1952, Campeão Gaúcho Amador em 1948 e 1951 e Campeão Citadino em 1947, 1948, 1951, 1952 e 2002.
Hino
"Na trilha ufana
Cheia de glória
Do esporte à história
Teu nome guardarás
És tu Sá Viana
Cujo lema ensina
Está na disciplina
A vitória final"
Estádio
Parque dos Álamos
Capacidade 2.000
Site
http://www.portaluruguaiana.com.br/saviana/
Realizaram um confronto, cujo prêmio seria batizar o novo clube com o nome do vencedor, mas, em meio a disputa, da qual ninguém sabe ao certo quem foi o vencedor, foi sugerido que o novo clube homenageasse a pessoa, cujo busto encontrava-se a beira do rio Uruguai.
O busto, um presente vindo do Governo Argentino, pertencia ao Dr. Manoel Sá Viana, um jurisconsulto brasileiro, que morou no país vizinho. Assim, em 20 de fevereiro de 1940, nascia o Sá Viana Futebol Clube.
Hoje o Sá Viana, ocupa um grande espaço no mundo social de Uruguaiana, localizado na rua Julio de Castilhos, 2222. Possui um parque esportivo dos mais modernos da região, o Parque dos Álamos, com piscinas semi-olímpicas, sendo uma delas piscina térmica, quadras poliesportivas, local para lazer e camping. Mantêm o seu campo para prática do futebol, onde passaram os grandes craques do passado e do presente de Uruguaiana.
Títulos
Seus principais títulos foram de Campeão Gaúcho Profissional da 2ª Divisão em 1952, Campeão Gaúcho Amador em 1948 e 1951 e Campeão Citadino em 1947, 1948, 1951, 1952 e 2002.
Hino
"Na trilha ufana
Cheia de glória
Do esporte à história
Teu nome guardarás
És tu Sá Viana
Cujo lema ensina
Está na disciplina
A vitória final"
Estádio
Parque dos Álamos
Capacidade 2.000
Site
http://www.portaluruguaiana.com.br/saviana/
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Atlético Clube Izabelense
O Atlético Clube Izabelense é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santa Isabel do Pará, no estado do Pará.
Fundado em 26 de abril de 1924, manda seus jogos no Estádio Edilson Abreu, com capacidade para 2.000 espectadores. Suas cores são vermelho e branco. Seu uniforme consiste de camisa vermelha, calção branco e meias brancas. Seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona estadual em 2005.Atualmente disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paraense de Futebol, 4ºcolocado em 2009.
Mascote: Frango
Estádio
Edílson Abreu
Capacidade: 3000 pessoas
Uniforme: Camisa vermelha, calção branco e meias brancas
Fundado em 26 de abril de 1924, manda seus jogos no Estádio Edilson Abreu, com capacidade para 2.000 espectadores. Suas cores são vermelho e branco. Seu uniforme consiste de camisa vermelha, calção branco e meias brancas. Seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona estadual em 2005.Atualmente disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paraense de Futebol, 4ºcolocado em 2009.
Mascote: Frango
Estádio
Edílson Abreu
Capacidade: 3000 pessoas
Uniforme: Camisa vermelha, calção branco e meias brancas
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Plácido de Castro Futebol Clube
O Plácido de Castro foi fundado no dia 3 de novembro de 1979. Inicialmente, o clube atuava à beira do amadorismo, ocasionalmente disputando amistosos contra seleções de municípios ou combinados locais.
Em 1983, enfrentou pela primeira vez um clube de futebol profissional. O adversário foi a ADESG, em partida amistosa que terminou empatada em 1 a 1. A partir daí, o Plácido de Castro passou a disputar amistosos contra outras equipes profissionais, geralmente do Acre.
Embora dificuldades financeiras, pouca projeção e pouca torcida o impedissem de participar do Campeonato Acreano, o Plácido de Castro participou de competições: em 1987 e 1988, participou das duas únicas edições da Liga Independente do Norte, colocando-se, respectivamente, em quarto e terceiro lugar.
Na década de 90, envolveu-se em alguns torneios com times de várzea e seleções municipais. Somente em 2008, o Plácido de Castro se profissionaliza e participou pela primeira vez na história de uma edição do Campeonato Acreano. Em sua estréia, acabou na 3ª colocação da competição e teve o artilheiro da competição, Zico, com 9 gols.
Estádio
José Ferreira Lima
Capacidade 2000
Mascote
Tigre do Abunã
domingo, 22 de novembro de 2009
Manaus Compensão Esporte Clube
No esporte, o populoso bairro da Compensa, Zona Oeste de Manaus, não tem mais quase nada a provar. Quase, porque ainda falta mostrar que é forte no futebol profissional. No Peladão, o Compensão esteve nas quatro últimas finais e ganhou duas. Entretanto, se depender da vontade de toda a comunidade, em pouco tempo esse “quase” deixará de existir. Meio que na surdina, eis que surge o Manaus Compensão, cuja existência jurídica deve se concretizar nesta semana, com o recolhimento de taxas e protocolização de todos os documentos exigidos pela CBF. Em, no máximo dez dias, será o mais novo clube profissional do futebol brasileiro. O passo inicial é a disputa da Série B, a partir de setembro, mas o objetivo é conquistar o título estadual já em 2010.
Título
O Manaus Compensão conquistou neste sábado o título da Segunda Divisão do Campeonato Amazonense 2009. O clube da Compensa venceu o ASA por 2 a 0, no estádio Vivaldo Lima, no jogo da volta da decisão da competição.
O Manaus Compensão abriu o placar somente na segunda etapa. Djalma fez grande jogada e tocou na saída do goleiro Matheus, abrindo o placar para o Manaus Compensão.
E, depois, em cobrança de falta, Reginaldo marcou o gol que garantiu o título estadual.
Com o resultado, o Manaus Compensão garantiu o título da Segundinha 2009.
A vitória por 2x0 marcou o título do Manaus e a última partida oficial do estádio Vivaldo Lima, que recebeu em sua despedida um público total de apenas 853 torcedores, dos quais 538 pagando ingresso.
Título
O Manaus Compensão conquistou neste sábado o título da Segunda Divisão do Campeonato Amazonense 2009. O clube da Compensa venceu o ASA por 2 a 0, no estádio Vivaldo Lima, no jogo da volta da decisão da competição.
O Manaus Compensão abriu o placar somente na segunda etapa. Djalma fez grande jogada e tocou na saída do goleiro Matheus, abrindo o placar para o Manaus Compensão.
E, depois, em cobrança de falta, Reginaldo marcou o gol que garantiu o título estadual.
Com o resultado, o Manaus Compensão garantiu o título da Segundinha 2009.
A vitória por 2x0 marcou o título do Manaus e a última partida oficial do estádio Vivaldo Lima, que recebeu em sua despedida um público total de apenas 853 torcedores, dos quais 538 pagando ingresso.
sábado, 21 de novembro de 2009
Esporte Clube Tupy
O Esporte Clube Tupy é um clube brasileiro de futebol, sediado no município de Vila Velha, no estado do Espírito Santo.
Fundado no dia 16 de outubro de 1938, tornou-se profissional no dia 28 de junho de 1988. As cores de sua Bandeira são o verde, amarelo e branco. O Estádio Gil Bernardes da Silveira possui 18.000 metros quadrados.
Em 2003 , após 64 anos de existência, o Tupy chega à elite do futebol capixaba. O clube chegou nessa posição de uma forma incomum.No ano passado, o Tupy emprestou o nome oficial ao Vilavelhense. Depois do fim do Estadual, os dirigentes do Tupy e do Vilavelhense romperam relações e o Tupy ficou com a vaga pela qual lutava desde 38. Agora, o clube montou uma equipe com 27 jogadores, sendo 25 provenientes de Vila Velha.
Mascote: Índio Canela Verde.
Estádio: Gil Bernardes da Silveira (Toca do Índio).
Capacidade: 2.000 pessoas.
Uniforme: Camisa amarela com detalhes verdes, calção verde e meias verdes.
Títulos
Campeonato Capixaba da Segunda Divisão: 2001.
Site:
http://www.ectupy.com.br/
Fundado no dia 16 de outubro de 1938, tornou-se profissional no dia 28 de junho de 1988. As cores de sua Bandeira são o verde, amarelo e branco. O Estádio Gil Bernardes da Silveira possui 18.000 metros quadrados.
Em 2003 , após 64 anos de existência, o Tupy chega à elite do futebol capixaba. O clube chegou nessa posição de uma forma incomum.No ano passado, o Tupy emprestou o nome oficial ao Vilavelhense. Depois do fim do Estadual, os dirigentes do Tupy e do Vilavelhense romperam relações e o Tupy ficou com a vaga pela qual lutava desde 38. Agora, o clube montou uma equipe com 27 jogadores, sendo 25 provenientes de Vila Velha.
Mascote: Índio Canela Verde.
Estádio: Gil Bernardes da Silveira (Toca do Índio).
Capacidade: 2.000 pessoas.
Uniforme: Camisa amarela com detalhes verdes, calção verde e meias verdes.
Títulos
Campeonato Capixaba da Segunda Divisão: 2001.
Site:
http://www.ectupy.com.br/
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Sociedade Esportiva River Plate
Foi fundado em 18 de agosto de 1967 e suas cores, nome, escudo e uniforme são uma homenagem ao River Plate da Argentina.
A Sociedade Esportiva River Plate da cidade de Carmópolis conquistou na tarde deste domingo, dia 22, o título de campeão da Série A2 do Campeonato Sergipano ao vencer o Riachuelo Futebol Clube pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante Hugo Henrique no primeiro tempo.
Como na primeira partida disputada no Complexo Desportivo Idalito Oliveira, em Carmópolis, o Riachuelo havia vencido pelo mesmo placar, o título foi decidido através de cobranças de penaltis. Sendo que a vitória foi do River Plate pelo marcador de 5 a 3.
Títulos
Campeão Sergipano Série A-2 2009
Estádio
Idalito de Oliveira (Petrolhão), Carmópolis/SE, Brasil
A Sociedade Esportiva River Plate da cidade de Carmópolis conquistou na tarde deste domingo, dia 22, o título de campeão da Série A2 do Campeonato Sergipano ao vencer o Riachuelo Futebol Clube pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante Hugo Henrique no primeiro tempo.
Como na primeira partida disputada no Complexo Desportivo Idalito Oliveira, em Carmópolis, o Riachuelo havia vencido pelo mesmo placar, o título foi decidido através de cobranças de penaltis. Sendo que a vitória foi do River Plate pelo marcador de 5 a 3.
Títulos
Campeão Sergipano Série A-2 2009
Estádio
Idalito de Oliveira (Petrolhão), Carmópolis/SE, Brasil
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Canto do Rio Football Club
O Canto do Rio Football Club foi fundado em 14 de Novembro de 1913 por quatro garotos, entre 10 e 11 anos, para a prática de futebol infantil. Logo o clube cresceu e começou a participar do campeonato niteoiense de futebol, do qual foi campeão em 1921 e 1933.
As cores escolhidas para o clube foram o azul e o branco. A bandeira toda azul com o escudo no centro. É importante esclarecer que o azul do Canto do Rio é um azul-turquesa, forte e vibrante.
Seu primeiro uniforme: camisa azul-turquesa e calções brancos. O clube mudou nos anos 40 para camisa listrada na vertical em azul e branco. Desde então, o clube reveza entre esses dois uniformes.
O apelido do clube era “Cantusca”, e não possuía mascote oficial. Ainda que nas charges da época, o clube fosse simbolizado por um “bebê”.
Em 1941, com a inauguração do Estádio Caio Martins, foi iniciada uma campanha liderada pelo Governador Amaral Peixoto com o fim de incluir um clube niteroiense no campeonato carioca, imitando a experiência do Santos no campeonato paulista. O escolhido foi o Canto do Rio, então o mais elitizado e bem-estruturado clube da cidade. O clube estreou no campeonato carioca em 1941, e nele ficou até 1964.
Ao contrário do que muitos imaginam, o Canto do Rio NÃO era o mais forte da cidade. Ypiranga e Fluminense (e mais tarde o Fonseca) dominavam o campeonato de Niterói. Até então o clube só possuia dois campeonatos da cidade. As razões para a escolha do clube foram a estrutura e (aparentemente) os laços afetivos do governador com o clube.
Mesmo enquanto disputava o campeonato carioca, o clube disputou paralelamente o campeonato de Niterói, vencido novamente apenas em 1945.
Em 1964 o clube enfrentava o Fluminense (o do Rio) no Caio Martins. Por causa de uma arbitragem equivocada, que prejudicou o clube, seus jogadores promoveram uma confusão no estádio, que se estendeu às torcidas. O clube foi punido, e no ano seguinte se afastou do campeonato.
Desde a fusão da guanabara com o Rio de Janeiro o Cantusca se alterna entre fases em que disputa divisões inferiores e fases em que o clube não disputa competição nenhuma. Para 2007, a diretoria anunciou o ingresso do clube na terceirona. vamos ver se acontece mesmo.
Seu único título no na cidade do Rio de Janeiro foi o Torneio Início de 1953. Sua melhor campanha no campeonato carioca: 6º lugar, em 1944.
Disputou a terceira divisão em 2009.
Hino
O hino do clube foi composto por Lamartine Babo. Alguns historiadores afirmam que o hino é também uma homenagem a um amor da época, a tal morena niteroiense que torcia pro Cantusca.
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e faz cena
E causa arrepio
Queimada da praia
Na hora do jogo
Ela desmaia e pega fogo (oi!)
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e se agita
Garota bonita
Basta o club empatar
Ela chora que dói
Foge de Nictheroy
No estádio formoso
De Caio Martins
Há dias de gozo
Foguetes, clarins
De noite e de dia
A turma sorri
Enche de alegria
Icarahy (oi!)
As cores escolhidas para o clube foram o azul e o branco. A bandeira toda azul com o escudo no centro. É importante esclarecer que o azul do Canto do Rio é um azul-turquesa, forte e vibrante.
Seu primeiro uniforme: camisa azul-turquesa e calções brancos. O clube mudou nos anos 40 para camisa listrada na vertical em azul e branco. Desde então, o clube reveza entre esses dois uniformes.
O apelido do clube era “Cantusca”, e não possuía mascote oficial. Ainda que nas charges da época, o clube fosse simbolizado por um “bebê”.
Em 1941, com a inauguração do Estádio Caio Martins, foi iniciada uma campanha liderada pelo Governador Amaral Peixoto com o fim de incluir um clube niteroiense no campeonato carioca, imitando a experiência do Santos no campeonato paulista. O escolhido foi o Canto do Rio, então o mais elitizado e bem-estruturado clube da cidade. O clube estreou no campeonato carioca em 1941, e nele ficou até 1964.
Ao contrário do que muitos imaginam, o Canto do Rio NÃO era o mais forte da cidade. Ypiranga e Fluminense (e mais tarde o Fonseca) dominavam o campeonato de Niterói. Até então o clube só possuia dois campeonatos da cidade. As razões para a escolha do clube foram a estrutura e (aparentemente) os laços afetivos do governador com o clube.
Mesmo enquanto disputava o campeonato carioca, o clube disputou paralelamente o campeonato de Niterói, vencido novamente apenas em 1945.
Em 1964 o clube enfrentava o Fluminense (o do Rio) no Caio Martins. Por causa de uma arbitragem equivocada, que prejudicou o clube, seus jogadores promoveram uma confusão no estádio, que se estendeu às torcidas. O clube foi punido, e no ano seguinte se afastou do campeonato.
Desde a fusão da guanabara com o Rio de Janeiro o Cantusca se alterna entre fases em que disputa divisões inferiores e fases em que o clube não disputa competição nenhuma. Para 2007, a diretoria anunciou o ingresso do clube na terceirona. vamos ver se acontece mesmo.
Seu único título no na cidade do Rio de Janeiro foi o Torneio Início de 1953. Sua melhor campanha no campeonato carioca: 6º lugar, em 1944.
Disputou a terceira divisão em 2009.
Hino
O hino do clube foi composto por Lamartine Babo. Alguns historiadores afirmam que o hino é também uma homenagem a um amor da época, a tal morena niteroiense que torcia pro Cantusca.
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e faz cena
E causa arrepio
Queimada da praia
Na hora do jogo
Ela desmaia e pega fogo (oi!)
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e se agita
Garota bonita
Basta o club empatar
Ela chora que dói
Foge de Nictheroy
No estádio formoso
De Caio Martins
Há dias de gozo
Foguetes, clarins
De noite e de dia
A turma sorri
Enche de alegria
Icarahy (oi!)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Sociedade Esportiva Perdigão
Em 1964 após algumas conversas entre fanáticos por futebol que freqüentavam o antigo Café Alvorada. Estas conversas e a vontade de ter um time representando Videira no estadual ganharam força quando os diretores da agroindústria Perdigão decidiram investir no projeto. A intenção destes diretores, Flávio e Fioro Brandalise, a princípio era divulgar a marca da indústria no território catarinense, uma vez que ela era mais conhecida apenas em âmbito regional.
O então prefeito de Videira, Waldemar Kleinümbing e o presidente da liga de futebol videirense, Aristides Stradioto, também acolheram a idéia. O clube adotou as cores da empresa - vermelho e branco -, e partiu para as contratações de atletas. Foram trazidos jogadores do Rio Grande do Sul, de Florianópolis, mas a base acabou sendo atletas da região. Todos eram registrados como funcionários da Perdigão e ganhavam dispensa para treinar e jogar.
A estréia da equipe vermelha e branca, cores da empresa, aconteceu na temporada de 1965 e conseguiu chegar na quinta posição entre os 46 participantes. Uma classificação que anunciava a força do clube.
Um fato curioso nesta temporada. No turno do hexagonal decisivo, a Perdigão - que viajava em duas Kombi dirigidas pelos próprios atletas - levou de 9 a 0 do Metropol, em Criciúma.
No jogo de volta, penúltima rodada do estadual, o time criciumense precisava vencer para conquistar o título estadual. A Perdigão venceu por 2 a 1 e adiou a festa do Metropol, que também perdeu o último jogo em Lages para o Internacional e ficou com o vice-campeonato. O “desaforo” dos 9 a 0 estava devolvido.
Em 1966 o estadual teve 27 equipes divididas em dois grupos. A Perdigão fez boa campanha e na fase final surpreendeu os favoritos Comercial, Barroso e Metropol. Tornou-se a primeira equipe do oeste do Estado a conquistar o título estadual.
O time base campeão: Odenir, Valter, Nilson, Pelé e Galego, Osvaldo, Caubi, Zinho, Righetti e Barros e Carioca (Serramalte). No elenco ainda tinha Melão, Torrado, Arrepio, Adi, Gilberto, Cigano e Luizinho.
Apesar das adversidades - não existia uma única ligação de estradas asfaltadas de Videira para o restante do estado - a equipe foi no campeonato de 1966 somando pontos e acumulando vitórias, até chegar ao quadrangular final. Desta fase participaram as equipes do Almirante Barroso de Itajaí, Metropol de Criciúma e do Comercial de Joaçaba.
Com o triunfo, a Perdigão representou Santa Catarina na Taça Brasil de 1967. Enfrentou Grêmio de Porto Alegre e Ferroviário de Curitiba, mas não foi além da primeira fase.
A Perdigão esteve presente em mais três estaduais (1967, 1968 e 1969). A última partida oficial, antes de fechar o departamento profissional, ocorreu no dia 1º de junho em Joaçaba. Vitória de 3 a 1 sobre o Comercial.
Fundado em 1965 o clube logo no seu segundo ano de vida conquistava o estadual, inclusive com o direito de ser o representante catarinense na Taça Basil. Os próprios ex-dirigentes e jogadores reconhecem que o clube começou sua decadência, com a sua participação na Taça Brasil. Isto se deve ao grande investimento que a equipe fez, com a contratação de vários jogadores de todo o estado catarinenses e de outros estados brasileiros, o que tornou insustentável a manutenção de uma equipe profissional. Em 1969, a equipe fechava as portas do futebol profissional.
O então prefeito de Videira, Waldemar Kleinümbing e o presidente da liga de futebol videirense, Aristides Stradioto, também acolheram a idéia. O clube adotou as cores da empresa - vermelho e branco -, e partiu para as contratações de atletas. Foram trazidos jogadores do Rio Grande do Sul, de Florianópolis, mas a base acabou sendo atletas da região. Todos eram registrados como funcionários da Perdigão e ganhavam dispensa para treinar e jogar.
A estréia da equipe vermelha e branca, cores da empresa, aconteceu na temporada de 1965 e conseguiu chegar na quinta posição entre os 46 participantes. Uma classificação que anunciava a força do clube.
Um fato curioso nesta temporada. No turno do hexagonal decisivo, a Perdigão - que viajava em duas Kombi dirigidas pelos próprios atletas - levou de 9 a 0 do Metropol, em Criciúma.
No jogo de volta, penúltima rodada do estadual, o time criciumense precisava vencer para conquistar o título estadual. A Perdigão venceu por 2 a 1 e adiou a festa do Metropol, que também perdeu o último jogo em Lages para o Internacional e ficou com o vice-campeonato. O “desaforo” dos 9 a 0 estava devolvido.
Em 1966 o estadual teve 27 equipes divididas em dois grupos. A Perdigão fez boa campanha e na fase final surpreendeu os favoritos Comercial, Barroso e Metropol. Tornou-se a primeira equipe do oeste do Estado a conquistar o título estadual.
O time base campeão: Odenir, Valter, Nilson, Pelé e Galego, Osvaldo, Caubi, Zinho, Righetti e Barros e Carioca (Serramalte). No elenco ainda tinha Melão, Torrado, Arrepio, Adi, Gilberto, Cigano e Luizinho.
Apesar das adversidades - não existia uma única ligação de estradas asfaltadas de Videira para o restante do estado - a equipe foi no campeonato de 1966 somando pontos e acumulando vitórias, até chegar ao quadrangular final. Desta fase participaram as equipes do Almirante Barroso de Itajaí, Metropol de Criciúma e do Comercial de Joaçaba.
Com o triunfo, a Perdigão representou Santa Catarina na Taça Brasil de 1967. Enfrentou Grêmio de Porto Alegre e Ferroviário de Curitiba, mas não foi além da primeira fase.
A Perdigão esteve presente em mais três estaduais (1967, 1968 e 1969). A última partida oficial, antes de fechar o departamento profissional, ocorreu no dia 1º de junho em Joaçaba. Vitória de 3 a 1 sobre o Comercial.
Fundado em 1965 o clube logo no seu segundo ano de vida conquistava o estadual, inclusive com o direito de ser o representante catarinense na Taça Basil. Os próprios ex-dirigentes e jogadores reconhecem que o clube começou sua decadência, com a sua participação na Taça Brasil. Isto se deve ao grande investimento que a equipe fez, com a contratação de vários jogadores de todo o estado catarinenses e de outros estados brasileiros, o que tornou insustentável a manutenção de uma equipe profissional. Em 1969, a equipe fechava as portas do futebol profissional.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
ESAB Esporte Clube
Em 01 de março de 1970 era fundado em Contagem o ESAB ESPORTE CLUBE. Adotando as cores da empresa, amarelo e preto. A origem da sigla ESAB vem do sueco “Elektriska Svetsnings Aktiebolaget”, que em português quer dizer Indústria de Soldas Elétricas. O time surgiu despretensiosamente. Os empregados jogavam nas horas vagas para se distrair, até que um dia resolveram pedir a um dos diretores da Empresa, Sr. Leif Gronstedt, um jogo de uniformes. Sem saber, acabavam de ganhar um aliado importante, já que Sr. Leif, apesar de sueco, tinha verdadeira paixão por futebol.
Por intermédio dele, a ESAB decidiu, então, investir na equipe: comprou não apenas os uniformes, mas também começou a arcar com despesas de transporte para os locais dos jogos, contratou um treinador e, sempre que possível, admitia para o quadro de funcionários pessoas que tinham habilidades com a bola. Com o tempo, a Empresa adquiriu um ônibus para a equipe e chegou a alugar uma casa que funcionava como concentração.
Foi campeão da Copa Itatiaia por duas vezes e chegou a disputar o campeonato mineiro em 1974, 1975 e 1976. Com o tempo, o ESAB Esporte Clube passou a aceitar jogadores que não trabalhavam na Empresa, como Evaldo e Natal, que vieram emprestados do Cruzeiro. Alguns funcionários se deram tão bem com a bola que foram jogar em equipes nos Estados Unidos e no Japão.
O clube durou oito anos, mas, por ironia, teve que acabar porque estava crescendo demais. O time exigia tempo de dirigentes e outras pessoas da empresa e, por isso, concluiu-se que seria melhor o encerramento de suas atividades.
Nestes anos em que disputou o campeonato mineiro, o seu melhor momento foi ter decidido o 2º turno de 1975 com o Cruzeiro.
Por intermédio dele, a ESAB decidiu, então, investir na equipe: comprou não apenas os uniformes, mas também começou a arcar com despesas de transporte para os locais dos jogos, contratou um treinador e, sempre que possível, admitia para o quadro de funcionários pessoas que tinham habilidades com a bola. Com o tempo, a Empresa adquiriu um ônibus para a equipe e chegou a alugar uma casa que funcionava como concentração.
Foi campeão da Copa Itatiaia por duas vezes e chegou a disputar o campeonato mineiro em 1974, 1975 e 1976. Com o tempo, o ESAB Esporte Clube passou a aceitar jogadores que não trabalhavam na Empresa, como Evaldo e Natal, que vieram emprestados do Cruzeiro. Alguns funcionários se deram tão bem com a bola que foram jogar em equipes nos Estados Unidos e no Japão.
O clube durou oito anos, mas, por ironia, teve que acabar porque estava crescendo demais. O time exigia tempo de dirigentes e outras pessoas da empresa e, por isso, concluiu-se que seria melhor o encerramento de suas atividades.
Nestes anos em que disputou o campeonato mineiro, o seu melhor momento foi ter decidido o 2º turno de 1975 com o Cruzeiro.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Associação Desportiva Pitú
Em 02 de janeiro de 1974 era fundada na cidade de Vitória de Santo Antão por funcionários da indústria de bebidas da cidade, a ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA PITÚ, tendo como cores oficiais o azul/vermelho/branco.
Quando de sua fundação, a intenção de seus dirigentes era transformar a equipe na 4ª força do futebol pernambucano. Para isto, solicitaram a inscrição junto a Federação Pernambucana de Futebol para as disputas do campeonato pernambucano deste ano.
Infelizmente, o projeto na prática não se tornou realidade, tendo a equipe realizado uma campanha fraca, sendo eliminada logo na 1ª fase junto com o Íbis e Santo Amaro (eternos sacos de pancadas). Por não possuir um estádio em condições de abrigar seus jogos, teve que disputar as partidas como mandante em Recife.
Após este campeonato, devido as dificuldades econômicas para se manter no futebol profissional, o clube se afastou das disputas. O único título de importância foi a conquista do campeonato pernambucano de futebol de salão de 1983.
O clube sobreviveu até 1988, quando sem condições de manter suas atividades esportivas e sociais, resolveu fechar as portas.
Quando de sua fundação, a intenção de seus dirigentes era transformar a equipe na 4ª força do futebol pernambucano. Para isto, solicitaram a inscrição junto a Federação Pernambucana de Futebol para as disputas do campeonato pernambucano deste ano.
Infelizmente, o projeto na prática não se tornou realidade, tendo a equipe realizado uma campanha fraca, sendo eliminada logo na 1ª fase junto com o Íbis e Santo Amaro (eternos sacos de pancadas). Por não possuir um estádio em condições de abrigar seus jogos, teve que disputar as partidas como mandante em Recife.
Após este campeonato, devido as dificuldades econômicas para se manter no futebol profissional, o clube se afastou das disputas. O único título de importância foi a conquista do campeonato pernambucano de futebol de salão de 1983.
O clube sobreviveu até 1988, quando sem condições de manter suas atividades esportivas e sociais, resolveu fechar as portas.
domingo, 15 de novembro de 2009
Mixto Esporte Clube
Esta equipe foi fundada em 23 de maio de 1970, seu fundador e primeiro presidente foi o Sr. Valdemir Antonio Nascimento de Oliveira. Adotou como cores oficiais o vermelho e branco.
Segundo consta no livro “Biografia do Futebol” de José Martins de Oliveira, conta em sua galeria com o último título de campeão rondoniense na era amadora em 1990, em que pese todas as publicações esportivas, afirmarem que não houve campeonato neste ano.
Os jogadores que participaram da campanha de seu primeiro e único título foram os seguintes: Osvaldo, Gilson, Rito, Julinho, Jorginho, Mario Cleber, Hermínio, Marcos, Cafuringa, Ary, Marcelinho, Jorge Luiz, Jair e Azul. O técnico foi Zezinho.
Após a introdução do profissionalismo, o clube por não ter condições, como ocorreu com a maioria dos clubes de Porto Velho, se afastou das atividades esportivas.
Títulos
Campeão Rondoniense 1990
Segundo consta no livro “Biografia do Futebol” de José Martins de Oliveira, conta em sua galeria com o último título de campeão rondoniense na era amadora em 1990, em que pese todas as publicações esportivas, afirmarem que não houve campeonato neste ano.
Os jogadores que participaram da campanha de seu primeiro e único título foram os seguintes: Osvaldo, Gilson, Rito, Julinho, Jorginho, Mario Cleber, Hermínio, Marcos, Cafuringa, Ary, Marcelinho, Jorge Luiz, Jair e Azul. O técnico foi Zezinho.
Após a introdução do profissionalismo, o clube por não ter condições, como ocorreu com a maioria dos clubes de Porto Velho, se afastou das atividades esportivas.
Títulos
Campeão Rondoniense 1990
sábado, 14 de novembro de 2009
Esporte Clube Falcão
O time da Polícia Militar de São Luís foi fundado em 20 de Outubro de 2002 e recebeu o nome de Esporte Clube Falcão e é ligado à Associação Esportiva Brigadeiro Falcão, entidade sem fins lucrativos. A opção por Esporte Clube Falcão e não Tiradentes, como normalmente são chamadas todas as equipes brasileiras ligadas às polícias militares, foi justamente para mudar a sorte do novo time (os Tiradentes do CE e PI estavam disputando as segundonas dos seus estados). Não adiantou nada pois apesar de ter sido vice-campeão da segundona em 2002, disputando a primeirona em 2003, neste mesmo ano foi rebaixado não mais disputando competições profissionais. O Esporte Clube Falcão tinha como presidente o Cel. Reinaldo Nestor Filho e tinha recebido todo o apoio do alto comando da Polícia Militar do Maranhão, pois o projeto era amplo e tinha como objetivo oferecer escolinhas de futebol e outros esportes às crianças carentes para ajudar a tirá-las das ruas.
O grupo treinava no campo do quartel da Polícia Militar, no Calhau. As cores do Falcão são azul e branco.
Estádio
Nhozinho Santos
Capacidade 21.000
O grupo treinava no campo do quartel da Polícia Militar, no Calhau. As cores do Falcão são azul e branco.
Estádio
Nhozinho Santos
Capacidade 21.000
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Grêmio Esportivo Bagé
O Bagé foi fundado no dia 5 de agosto de 1920 como resultado da união de dois outros times locais, o Sport Club 14 de Julho (fundado em 1913) e o Rio Branco.
Em relação às cores, o Bagé herdou do Rio Branco o amarelo e do Sport Club 14 de Julho o preto, surgindo aí o tradicional jalde-negro.
Em 1920, com a fundação do Bagé, vários jogadores do extinto Sport Club Bagé (primeiro clube da cidade, fundado em 1906 e ativo até 1914)
A primeira partida disputada pelo Bagé ocorreu no dia 5 de setembro de 1920, exatamente um mês após a fundação. O adversário foi o Gabrielense, da cidade de São Gabriel.
O placar da partida foi 1 x 1, e o autor do gol jalde-negro foi Argeu, que viria ser campeão gaúcho em 1925, defendendo o Bagé.
Em 24 de abril de 1937, ocorre a escrituração definitiva do Estádio Pedra Moura, em nome do Grêmio Esportivo Bagé.
O Bagé, após cinco anos de sua fundação, sagrou-se Campeão Gaúcho de 1925, vencendo em Porto Alegre, no Estádio da Baixada, ao Grêmio Porto-Alegrense, pelo placar de 2 x 1.
O time jalde-negro campeão formou com: Júlio Amaral, Antônio e Fortunato; Misael Romero, Aníbal Machado e Catulino Moreira; Leonardo, Pasqualito, Oliveira, Páschoa e João Amaral. No caminho até a final, o Bagé foi campeão da Região Sul, e na semifinal eliminou o campeão da Região Fronteira, o Grêmio Santanense, por 3 x 1.
Entre os anos de 1951 e 1955, o Bagé conquistou a sua maior seqüência de títulos da cidade de Bagé, sendo campeão por cinco vezes consecutivas.
No dia 12 de novembro de 1952, o Bagé sagrou-se bicampeão citadino, em partida realizada em Porto Alegre, no Estádio da Timbaúva. No tempo normal, o Bagé perdeu para o Guarany por 2 a 0, gols de Miguel Gularte e Nadir Fontoura. Na prorrogação, vitória jalde-negra pelo placar de 1 a 0, gol de Heitor Moura, resultado que deu o título ao Bagé. O autor do gol jalde-negro por entrou em campo lesionado e foi improvisado como ponta-esquerda.
No campeonato de 1954, O Bagé venceu o Guarany na decisão por 1 a 0, gol de Max, no dia 14 de novembro. Porém, a partida foi interrompida aos 28 minutos do segundo tempo, devido ao arremesso de garrafas para dentro de campo por parte da torcida do Guarany. O árbitro uruguaio Carlos Alberto Vigorito deu o jogo por encerrado, após aguardar por 30 minutos. O título foi decidido no Tribunal de Justiça Desportiva da cidade, que reconheceu a vitória do Bagé.
Outro importante título conquistado pelo Bagé foi a Copa do Centenário da cidade de Bagé, em 1959. A despeito de ter sido vice-campeão gaúcho no mesmo ano, o Bagé passava por dificuldades financeiras e já tinha perdido alguns jogadores da equipe vice-campeã gaúcha.
No primeiro Ba-Gua do Centenário, realizado no dia 13 de setembro, o Guarany, jogando em casa, ganhou por 2 a 0, gols de Naninho (ex-Vasco da Gama). No dia 20 de setembro, jogando no Pedra Moura, o Bagé deu o troco, vencendo por 2 a 0, gols de de Cabral e Tupanzinho.
No dia 18 de outubro, no Estrela D'Alva, nova vitória jalde-negra, novamente por 2 a 0, gols de Cabral e Eusébio, conquistado assim a vantagem na grande decisão, de poder sagrar-se campeão com um empate.
Na grande decisão, dia 25 de outubro, no Pedra Moura, o Guarany começou o jogo exercendo forte pressão e, logo aos nove minutos, abriu o escore com gol de Válter Valêncio, após lançamento de Naninho. O Bagé chegou ao empate e ao título aos 20 minutos do segundo tempo. O capitão Emygdio José dos Santos (o "Carioca"), chutou da entrada da área, a bola bateu na trave e foi para as redes adversárias.
Depois de mais de 30 anos sem a realização do Campeonato Citadino de Bagé, o torneio voltou a ser realizado em 2009. E o Bagé, que já havia sido campeão do centenário da cidade, desta vez conquistou o título marcado pelos 150 anos da cidade. Foram realizados quatro clássicos Ba-Gua, resultando em dois empates e duas vitórias do Bagé. Com isto, o Bagé sagrou-se campeão citadino, adquirindo também a hegemonia do futebol profissional da cidade, somando um título citadino a mais que seu rival Guarany.
O jogo decisivo foi realizado no estádio Estrela D'alva, do rival Guarany, e lá o Bagé venceu a partida decisiva por 1 x 0, no dia 4 de maio de 2009, com gol do zagueiro Aguinaldo, jogador revelado pelas categorias de base do Bagé.
Em 1972, através da Copa Governador do Estado, o Bagé garantiu seu retorno à Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho. A vaga para elite ocorreu na partida do dia 2 de dezembro, realizada em Passo Fundo. O adversário era o Gaúcho, que vencia a partida por 3 a 1, até os 40 minutos do segundo tempo. Porém, o Bagé apresentou uma histórica reação e empatou o jogo em 3 a 3 (gols de Mariotti, Válter e Derli), conquistando a vaga para o Campeonato Gaúcho do ano seguinte.
Em 1974, novamente através da Copa Governador do Estado, o Bagé conseguiu o acesso, desta vez sendo campeão da competição. A partida do título foi justamente contra seu maior rival, o Guarany, no dia 15 de dezembro. O Bagé venceu o arquirrival por 1 a 0, gol de Derli, em jogo que teve 6.113 pagantes.
No dia 7 de dezembro de 1985, o Bagé sagrou-se campeão estadual da Segunda Divisão, ao derrotar o 14 de Julho de Passo Fundo em Bagé por 2 a 0, gols de Getúlio Rosário e Fábio.
Em 1993, o Bagé torna-se vice-campeão da Segunda Divisão, ao empatar em 1 x 1 no Estádio da Pedra Moura frente ao Veranópolis, sendo o gol jalde-negro marcado pelo meio-campista Lino.
Títulos
Campeonato Gaúcho: 1925.
Vice-Campeonato Gaúcho: 5 vezes — 1927, 1928, 1940, 1944 e 1957.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 3 vezes — 1964,1982 e 1985.
Estádio
O estádio da Pedra Moura sempre fez parte da história jalde-negra. Inclusive na década de 20, o Bagé já sediava seus jogos no estádio do Menino Deus.
Foi adquirido pelo clube definitivamente em 1937, na administração do Presidente José Fuchs, que em moeda da época, pagou a quantia de 18.000 "contos de réis", sendo o vendedor o fazendeiro Tristão Riet, que residia em Montevidéo.
O estádio tem capacidade pra 10.000 torcedores, pavilhão coberto para os associados, 8 cabines de imprensa, concentração para 22 jogadores, um restaurante e um gramado com dimensões de 104 x 72 metros.
A alcunha recebida pelo estádio, Pedra Moura, é devido a existência de uma pedra na região, de grande dureza, quase impossível de se quebrar, e o mesmo acontece com o Bagé no nosso estádio.
Mascote
O mascote do Bagé é tão tradicional quanto a camiseta jalde-negra nos gramados gaúchos. A alusão é clara, com as cores do clube e também ao trabalho operário e ao feroz ataque do grupo.
Site
http://www.gebage.com/
Em relação às cores, o Bagé herdou do Rio Branco o amarelo e do Sport Club 14 de Julho o preto, surgindo aí o tradicional jalde-negro.
Em 1920, com a fundação do Bagé, vários jogadores do extinto Sport Club Bagé (primeiro clube da cidade, fundado em 1906 e ativo até 1914)
A primeira partida disputada pelo Bagé ocorreu no dia 5 de setembro de 1920, exatamente um mês após a fundação. O adversário foi o Gabrielense, da cidade de São Gabriel.
O placar da partida foi 1 x 1, e o autor do gol jalde-negro foi Argeu, que viria ser campeão gaúcho em 1925, defendendo o Bagé.
Em 24 de abril de 1937, ocorre a escrituração definitiva do Estádio Pedra Moura, em nome do Grêmio Esportivo Bagé.
O Bagé, após cinco anos de sua fundação, sagrou-se Campeão Gaúcho de 1925, vencendo em Porto Alegre, no Estádio da Baixada, ao Grêmio Porto-Alegrense, pelo placar de 2 x 1.
O time jalde-negro campeão formou com: Júlio Amaral, Antônio e Fortunato; Misael Romero, Aníbal Machado e Catulino Moreira; Leonardo, Pasqualito, Oliveira, Páschoa e João Amaral. No caminho até a final, o Bagé foi campeão da Região Sul, e na semifinal eliminou o campeão da Região Fronteira, o Grêmio Santanense, por 3 x 1.
Entre os anos de 1951 e 1955, o Bagé conquistou a sua maior seqüência de títulos da cidade de Bagé, sendo campeão por cinco vezes consecutivas.
No dia 12 de novembro de 1952, o Bagé sagrou-se bicampeão citadino, em partida realizada em Porto Alegre, no Estádio da Timbaúva. No tempo normal, o Bagé perdeu para o Guarany por 2 a 0, gols de Miguel Gularte e Nadir Fontoura. Na prorrogação, vitória jalde-negra pelo placar de 1 a 0, gol de Heitor Moura, resultado que deu o título ao Bagé. O autor do gol jalde-negro por entrou em campo lesionado e foi improvisado como ponta-esquerda.
No campeonato de 1954, O Bagé venceu o Guarany na decisão por 1 a 0, gol de Max, no dia 14 de novembro. Porém, a partida foi interrompida aos 28 minutos do segundo tempo, devido ao arremesso de garrafas para dentro de campo por parte da torcida do Guarany. O árbitro uruguaio Carlos Alberto Vigorito deu o jogo por encerrado, após aguardar por 30 minutos. O título foi decidido no Tribunal de Justiça Desportiva da cidade, que reconheceu a vitória do Bagé.
Outro importante título conquistado pelo Bagé foi a Copa do Centenário da cidade de Bagé, em 1959. A despeito de ter sido vice-campeão gaúcho no mesmo ano, o Bagé passava por dificuldades financeiras e já tinha perdido alguns jogadores da equipe vice-campeã gaúcha.
No primeiro Ba-Gua do Centenário, realizado no dia 13 de setembro, o Guarany, jogando em casa, ganhou por 2 a 0, gols de Naninho (ex-Vasco da Gama). No dia 20 de setembro, jogando no Pedra Moura, o Bagé deu o troco, vencendo por 2 a 0, gols de de Cabral e Tupanzinho.
No dia 18 de outubro, no Estrela D'Alva, nova vitória jalde-negra, novamente por 2 a 0, gols de Cabral e Eusébio, conquistado assim a vantagem na grande decisão, de poder sagrar-se campeão com um empate.
Na grande decisão, dia 25 de outubro, no Pedra Moura, o Guarany começou o jogo exercendo forte pressão e, logo aos nove minutos, abriu o escore com gol de Válter Valêncio, após lançamento de Naninho. O Bagé chegou ao empate e ao título aos 20 minutos do segundo tempo. O capitão Emygdio José dos Santos (o "Carioca"), chutou da entrada da área, a bola bateu na trave e foi para as redes adversárias.
Depois de mais de 30 anos sem a realização do Campeonato Citadino de Bagé, o torneio voltou a ser realizado em 2009. E o Bagé, que já havia sido campeão do centenário da cidade, desta vez conquistou o título marcado pelos 150 anos da cidade. Foram realizados quatro clássicos Ba-Gua, resultando em dois empates e duas vitórias do Bagé. Com isto, o Bagé sagrou-se campeão citadino, adquirindo também a hegemonia do futebol profissional da cidade, somando um título citadino a mais que seu rival Guarany.
O jogo decisivo foi realizado no estádio Estrela D'alva, do rival Guarany, e lá o Bagé venceu a partida decisiva por 1 x 0, no dia 4 de maio de 2009, com gol do zagueiro Aguinaldo, jogador revelado pelas categorias de base do Bagé.
Em 1972, através da Copa Governador do Estado, o Bagé garantiu seu retorno à Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho. A vaga para elite ocorreu na partida do dia 2 de dezembro, realizada em Passo Fundo. O adversário era o Gaúcho, que vencia a partida por 3 a 1, até os 40 minutos do segundo tempo. Porém, o Bagé apresentou uma histórica reação e empatou o jogo em 3 a 3 (gols de Mariotti, Válter e Derli), conquistando a vaga para o Campeonato Gaúcho do ano seguinte.
Em 1974, novamente através da Copa Governador do Estado, o Bagé conseguiu o acesso, desta vez sendo campeão da competição. A partida do título foi justamente contra seu maior rival, o Guarany, no dia 15 de dezembro. O Bagé venceu o arquirrival por 1 a 0, gol de Derli, em jogo que teve 6.113 pagantes.
No dia 7 de dezembro de 1985, o Bagé sagrou-se campeão estadual da Segunda Divisão, ao derrotar o 14 de Julho de Passo Fundo em Bagé por 2 a 0, gols de Getúlio Rosário e Fábio.
Em 1993, o Bagé torna-se vice-campeão da Segunda Divisão, ao empatar em 1 x 1 no Estádio da Pedra Moura frente ao Veranópolis, sendo o gol jalde-negro marcado pelo meio-campista Lino.
Títulos
Campeonato Gaúcho: 1925.
Vice-Campeonato Gaúcho: 5 vezes — 1927, 1928, 1940, 1944 e 1957.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 3 vezes — 1964,1982 e 1985.
Estádio
O estádio da Pedra Moura sempre fez parte da história jalde-negra. Inclusive na década de 20, o Bagé já sediava seus jogos no estádio do Menino Deus.
Foi adquirido pelo clube definitivamente em 1937, na administração do Presidente José Fuchs, que em moeda da época, pagou a quantia de 18.000 "contos de réis", sendo o vendedor o fazendeiro Tristão Riet, que residia em Montevidéo.
O estádio tem capacidade pra 10.000 torcedores, pavilhão coberto para os associados, 8 cabines de imprensa, concentração para 22 jogadores, um restaurante e um gramado com dimensões de 104 x 72 metros.
A alcunha recebida pelo estádio, Pedra Moura, é devido a existência de uma pedra na região, de grande dureza, quase impossível de se quebrar, e o mesmo acontece com o Bagé no nosso estádio.
Mascote
O mascote do Bagé é tão tradicional quanto a camiseta jalde-negra nos gramados gaúchos. A alusão é clara, com as cores do clube e também ao trabalho operário e ao feroz ataque do grupo.
Site
http://www.gebage.com/
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Santa Helena Esporte Clube
O SHEC, como é conhecido, foi fundado em 17 de novembro de 1965, e carinhosamente apelidado de "Fantasma do Interior".
O Shec esteve afastado da Série A desde que foi rebaixado, em 2002. A partir dali, o tricolor ficou cinco anos longe das competições. O recomeço foi em 2007, com o título invicto da Terceirona. Em 2008, veio a conquista da Divisão de Acesso, após um campeonato bastante duro e com a decisão das duas vagas saindo apenas na última rodada do Quadrangular Final.
Estádio Pedro Romualdo Cabral
Capacidade 5000
Títulos
Campeonato Goiano - 2ª Divisão: 2 vezes (1986 e 2008).
Campeonato Goiano - 3ª Divisão: 2007.
Mascote
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Formiga Esporte Clube
O Formiga Esporte Clube foi fundado em maio de 1929 e teve como seus primeiros presidentesos Srs. José Corrêa de Melo e Otacílio Antunes Teixeira. Como todo clube do interior, o Formiga iniciou sua vida desportiva no futebol amador, sendo um dos primeiros clubes do interior de Minas a enfrentar Atlético, Vasco e Flamengo. No ano de 1950, o FEC conquistou um de seus maiores títulos: o de Campeão dos Campeões de Interior.
No ano de 1964, sob a presidência do Sr. Lubélio Laudares de Oliveira, o FEC iniciou seu projeto com o objetivo de disputar o futebol profissional de Minas. Em 1965, o time disputou a primeira divisão do campeonato mineiro correspondente naquela época ao módulo II de hoje. O módulo I era chamado de divisão extra. Mesmo com muitos problemas financeiros, inerentes à época, o Formiga fez bonito e venceu o Araguari por 2x1 no campo do Atlético e conquistou a vaga para a divisão extra.
Já na divisão extra do campeonato mineiro, os presidentes foram: Leopoldo Corrêa e Sebastião Carlos de Oliveira. Estava aberto um novo desafio. Disputar de igual para igual com grandes clubes como Atlético, Cruzeiro, América e Villa Nova era o sonho de todo formiguense. Mas, também o pesadelo em dia de derrotas. O FEC terminou o campeonato de 66 em penúltimo lugar. Porém, conseguiu se manter na divisão extra. Já em 1967, sob a presidência do Sr. Silvio Talibertti, o clube iniciou um novo trabalho de renovação e muita dedicação no profissionalismo. O Time do Formiga fez uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 45,45%. Com 6 Vitórias, 8 Empates e 8 Derrotas. O Ataque o FEC também fez bonito, fazendo 28 gols. Neste ano, o FEC conseguiu grandes feitos;o primeiro foi empatar com o Clúbe Atlético Mineiro em pleno Mineirão, e o segundo foi empatar com o América(que era um time muito forte na época) no Juca Pedro.
O Lendário e Tradicional Formigão 68, ficou conhecido pela campanha que fez neste ano; apesar de não ser campeão do interior (pois o Uberlândia acabou na frente do FEC. O FEC acabou em 4 Lugar, atrás de Cruzeiro, Atlético e Uberlândia). O Time terminou a primeira fase como vice-líder invicto, Ganhado do América e empatando com Atlético e Cruzeiro( no lendário 2x2, Cristovão e Sudaco marcaram pelo FEC e Tostão descontou para o Cruzeiro).
Em 1969, embalado pelo sucesso de 1968, o FEC deu continuidade no trabalho e fez um campeonato honroso, o torneio em 69.
Na reunião do Conselho Divisional em 7 de janeiro decidiu mudar as regras do Campeonato Mineiro da Divisão Extra. A tabela dirigida foi abolida e o certame passou a ser disputado nos moldes antigos. Também foi definido a inclusão de mais quatro equipes no Campeonato - Democrata (Governador Valadares), Sete de Setembro e Tupi (Juiz de Fora) a título precário - aumentando o número de participantes de 12 para 16 equipes.
O FEC fez um bom primeiro turno, terminando em sexto. Mas o segundo turno foi um desastre, terminando na decima quinta colocação.
Na soma total o FEC terminou em 11 Lugar e nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro. Neste ano o Formiga, Democrata/SL, Democrata/GV, Vila do Carmo,Sete de Setembro e USIPA; foram rebaixados. E o campeonato voltou aos moldes antigos, com apenas 12 equipes
Desde então o FEC nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro.
Os anos 90 foram de muita dificuldade para o Formiga Esporte Clube. No ano de 1991 o time disputou a segunda divisão do futebol mineiro. Porém, sem muito sucesso. Muitos jogadores trabalhavam e não podiam viver apenas do futebol. Os principais jogadores foram: Esquilinho, Carlinhos, Dirceu e Careca. Passaram os anos e o FEC seguiu apenas disputando o futebol amador. Disputava campeonatos da cidade e da região.
Em 2005, o Formiga Esporte Clube retornou ao futebol profissional, disputando a segunda divisão do campeonato mineiro. Porém, com muita dificuldade financeira e com pouco apoio, não conseguiu uma das vagas para o Módulo II. Mas, a experiência não foi de toda ruim. Serviu para unir s cidade, os empresários, a torcida e ajudar a diretoria desenvolver um trabalho cada vez mais consistente.
No segundo ano após seu retorno ao profissional, o FEC, foi vice-campeão da segunda divisão do campeonato mineiro, no ano de 2006, conseguindo uma das vagas para o Módulo II, sob o comando do treinador Ronaldo Félix. O estádio Juca Pedro completamente tomado por uma torcida apaixonada e fiel. A cidade explodia em festa e o FEC definitivamente respirava o futebol profissional.
Em 2007 o FEC não alcançou a elite do futebol mineiro por apenas 1 gol de saldo, terminando a competição em terceiro lugar, sob o comando de Fred Incalado. Mais uma vez a torcida formiguense fez a diferença no Juca Pedro com a maior média de público do campeonato. Aproximadamente 2500 pessoas por jogo. A cidade de Formiga jamais vira tamanha manifestação de amor e carinho por um clube como naquela época.
Disputa até hoje, a segunda divisão mineira , Módulo I.
Títulos
Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.
Campeão do Interior da Primeira Divisão 1967.
Campeão dos Campeões do Interior: 1950.
Estádio
O Estádio Juca Pedro encontra-se na Avenida Paulo Lins, em Formiga/MG pertecendo ao time Formiga Esporte Clube (FEC). Hoje apresenta uma capacidades de 2.500 pessoas.
Hino
Meu Formiga Esporte Clube
Entre em campo e faz vibrar os corações
e a massa explode e grita
salve salve o invencível campeão
Com garra. emoção e muitas glórias
meu time é só paixão, é só vitórias
Meu Formiga Esporte Clube
toca a bola, dá um show e faz tremer
e a galera explode e grita
nosso lema é lutar, vencer, vencer
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Site
www.formigaesporteclube.com.br/
No ano de 1964, sob a presidência do Sr. Lubélio Laudares de Oliveira, o FEC iniciou seu projeto com o objetivo de disputar o futebol profissional de Minas. Em 1965, o time disputou a primeira divisão do campeonato mineiro correspondente naquela época ao módulo II de hoje. O módulo I era chamado de divisão extra. Mesmo com muitos problemas financeiros, inerentes à época, o Formiga fez bonito e venceu o Araguari por 2x1 no campo do Atlético e conquistou a vaga para a divisão extra.
Já na divisão extra do campeonato mineiro, os presidentes foram: Leopoldo Corrêa e Sebastião Carlos de Oliveira. Estava aberto um novo desafio. Disputar de igual para igual com grandes clubes como Atlético, Cruzeiro, América e Villa Nova era o sonho de todo formiguense. Mas, também o pesadelo em dia de derrotas. O FEC terminou o campeonato de 66 em penúltimo lugar. Porém, conseguiu se manter na divisão extra. Já em 1967, sob a presidência do Sr. Silvio Talibertti, o clube iniciou um novo trabalho de renovação e muita dedicação no profissionalismo. O Time do Formiga fez uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 45,45%. Com 6 Vitórias, 8 Empates e 8 Derrotas. O Ataque o FEC também fez bonito, fazendo 28 gols. Neste ano, o FEC conseguiu grandes feitos;o primeiro foi empatar com o Clúbe Atlético Mineiro em pleno Mineirão, e o segundo foi empatar com o América(que era um time muito forte na época) no Juca Pedro.
O Lendário e Tradicional Formigão 68, ficou conhecido pela campanha que fez neste ano; apesar de não ser campeão do interior (pois o Uberlândia acabou na frente do FEC. O FEC acabou em 4 Lugar, atrás de Cruzeiro, Atlético e Uberlândia). O Time terminou a primeira fase como vice-líder invicto, Ganhado do América e empatando com Atlético e Cruzeiro( no lendário 2x2, Cristovão e Sudaco marcaram pelo FEC e Tostão descontou para o Cruzeiro).
Em 1969, embalado pelo sucesso de 1968, o FEC deu continuidade no trabalho e fez um campeonato honroso, o torneio em 69.
Na reunião do Conselho Divisional em 7 de janeiro decidiu mudar as regras do Campeonato Mineiro da Divisão Extra. A tabela dirigida foi abolida e o certame passou a ser disputado nos moldes antigos. Também foi definido a inclusão de mais quatro equipes no Campeonato - Democrata (Governador Valadares), Sete de Setembro e Tupi (Juiz de Fora) a título precário - aumentando o número de participantes de 12 para 16 equipes.
O FEC fez um bom primeiro turno, terminando em sexto. Mas o segundo turno foi um desastre, terminando na decima quinta colocação.
Na soma total o FEC terminou em 11 Lugar e nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro. Neste ano o Formiga, Democrata/SL, Democrata/GV, Vila do Carmo,Sete de Setembro e USIPA; foram rebaixados. E o campeonato voltou aos moldes antigos, com apenas 12 equipes
Desde então o FEC nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro.
Os anos 90 foram de muita dificuldade para o Formiga Esporte Clube. No ano de 1991 o time disputou a segunda divisão do futebol mineiro. Porém, sem muito sucesso. Muitos jogadores trabalhavam e não podiam viver apenas do futebol. Os principais jogadores foram: Esquilinho, Carlinhos, Dirceu e Careca. Passaram os anos e o FEC seguiu apenas disputando o futebol amador. Disputava campeonatos da cidade e da região.
Em 2005, o Formiga Esporte Clube retornou ao futebol profissional, disputando a segunda divisão do campeonato mineiro. Porém, com muita dificuldade financeira e com pouco apoio, não conseguiu uma das vagas para o Módulo II. Mas, a experiência não foi de toda ruim. Serviu para unir s cidade, os empresários, a torcida e ajudar a diretoria desenvolver um trabalho cada vez mais consistente.
No segundo ano após seu retorno ao profissional, o FEC, foi vice-campeão da segunda divisão do campeonato mineiro, no ano de 2006, conseguindo uma das vagas para o Módulo II, sob o comando do treinador Ronaldo Félix. O estádio Juca Pedro completamente tomado por uma torcida apaixonada e fiel. A cidade explodia em festa e o FEC definitivamente respirava o futebol profissional.
Em 2007 o FEC não alcançou a elite do futebol mineiro por apenas 1 gol de saldo, terminando a competição em terceiro lugar, sob o comando de Fred Incalado. Mais uma vez a torcida formiguense fez a diferença no Juca Pedro com a maior média de público do campeonato. Aproximadamente 2500 pessoas por jogo. A cidade de Formiga jamais vira tamanha manifestação de amor e carinho por um clube como naquela época.
Disputa até hoje, a segunda divisão mineira , Módulo I.
Títulos
Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.
Campeão do Interior da Primeira Divisão 1967.
Campeão dos Campeões do Interior: 1950.
Estádio
O Estádio Juca Pedro encontra-se na Avenida Paulo Lins, em Formiga/MG pertecendo ao time Formiga Esporte Clube (FEC). Hoje apresenta uma capacidades de 2.500 pessoas.
Hino
Meu Formiga Esporte Clube
Entre em campo e faz vibrar os corações
e a massa explode e grita
salve salve o invencível campeão
Com garra. emoção e muitas glórias
meu time é só paixão, é só vitórias
Meu Formiga Esporte Clube
toca a bola, dá um show e faz tremer
e a galera explode e grita
nosso lema é lutar, vencer, vencer
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Site
www.formigaesporteclube.com.br/
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