O Esporte Clube Tupy é um clube brasileiro de futebol, sediado no município de Vila Velha, no estado do Espírito Santo.
Fundado no dia 16 de outubro de 1938, tornou-se profissional no dia 28 de junho de 1988. As cores de sua Bandeira são o verde, amarelo e branco. O Estádio Gil Bernardes da Silveira possui 18.000 metros quadrados.
Em 2003 , após 64 anos de existência, o Tupy chega à elite do futebol capixaba. O clube chegou nessa posição de uma forma incomum.No ano passado, o Tupy emprestou o nome oficial ao Vilavelhense. Depois do fim do Estadual, os dirigentes do Tupy e do Vilavelhense romperam relações e o Tupy ficou com a vaga pela qual lutava desde 38. Agora, o clube montou uma equipe com 27 jogadores, sendo 25 provenientes de Vila Velha.
Mascote: Índio Canela Verde.
Estádio: Gil Bernardes da Silveira (Toca do Índio).
Capacidade: 2.000 pessoas.
Uniforme: Camisa amarela com detalhes verdes, calção verde e meias verdes.
Títulos
Campeonato Capixaba da Segunda Divisão: 2001.
Site:
http://www.ectupy.com.br/
sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Sociedade Esportiva River Plate
Foi fundado em 18 de agosto de 1967 e suas cores, nome, escudo e uniforme são uma homenagem ao River Plate da Argentina.
A Sociedade Esportiva River Plate da cidade de Carmópolis conquistou na tarde deste domingo, dia 22, o título de campeão da Série A2 do Campeonato Sergipano ao vencer o Riachuelo Futebol Clube pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante Hugo Henrique no primeiro tempo.
Como na primeira partida disputada no Complexo Desportivo Idalito Oliveira, em Carmópolis, o Riachuelo havia vencido pelo mesmo placar, o título foi decidido através de cobranças de penaltis. Sendo que a vitória foi do River Plate pelo marcador de 5 a 3.
Títulos
Campeão Sergipano Série A-2 2009
Estádio
Idalito de Oliveira (Petrolhão), Carmópolis/SE, Brasil
A Sociedade Esportiva River Plate da cidade de Carmópolis conquistou na tarde deste domingo, dia 22, o título de campeão da Série A2 do Campeonato Sergipano ao vencer o Riachuelo Futebol Clube pelo placar de 1 a 0, gol marcado pelo atacante Hugo Henrique no primeiro tempo.
Como na primeira partida disputada no Complexo Desportivo Idalito Oliveira, em Carmópolis, o Riachuelo havia vencido pelo mesmo placar, o título foi decidido através de cobranças de penaltis. Sendo que a vitória foi do River Plate pelo marcador de 5 a 3.
Títulos
Campeão Sergipano Série A-2 2009
Estádio
Idalito de Oliveira (Petrolhão), Carmópolis/SE, Brasil
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Canto do Rio Football Club
O Canto do Rio Football Club foi fundado em 14 de Novembro de 1913 por quatro garotos, entre 10 e 11 anos, para a prática de futebol infantil. Logo o clube cresceu e começou a participar do campeonato niteoiense de futebol, do qual foi campeão em 1921 e 1933.
As cores escolhidas para o clube foram o azul e o branco. A bandeira toda azul com o escudo no centro. É importante esclarecer que o azul do Canto do Rio é um azul-turquesa, forte e vibrante.
Seu primeiro uniforme: camisa azul-turquesa e calções brancos. O clube mudou nos anos 40 para camisa listrada na vertical em azul e branco. Desde então, o clube reveza entre esses dois uniformes.
O apelido do clube era “Cantusca”, e não possuía mascote oficial. Ainda que nas charges da época, o clube fosse simbolizado por um “bebê”.
Em 1941, com a inauguração do Estádio Caio Martins, foi iniciada uma campanha liderada pelo Governador Amaral Peixoto com o fim de incluir um clube niteroiense no campeonato carioca, imitando a experiência do Santos no campeonato paulista. O escolhido foi o Canto do Rio, então o mais elitizado e bem-estruturado clube da cidade. O clube estreou no campeonato carioca em 1941, e nele ficou até 1964.
Ao contrário do que muitos imaginam, o Canto do Rio NÃO era o mais forte da cidade. Ypiranga e Fluminense (e mais tarde o Fonseca) dominavam o campeonato de Niterói. Até então o clube só possuia dois campeonatos da cidade. As razões para a escolha do clube foram a estrutura e (aparentemente) os laços afetivos do governador com o clube.
Mesmo enquanto disputava o campeonato carioca, o clube disputou paralelamente o campeonato de Niterói, vencido novamente apenas em 1945.
Em 1964 o clube enfrentava o Fluminense (o do Rio) no Caio Martins. Por causa de uma arbitragem equivocada, que prejudicou o clube, seus jogadores promoveram uma confusão no estádio, que se estendeu às torcidas. O clube foi punido, e no ano seguinte se afastou do campeonato.
Desde a fusão da guanabara com o Rio de Janeiro o Cantusca se alterna entre fases em que disputa divisões inferiores e fases em que o clube não disputa competição nenhuma. Para 2007, a diretoria anunciou o ingresso do clube na terceirona. vamos ver se acontece mesmo.
Seu único título no na cidade do Rio de Janeiro foi o Torneio Início de 1953. Sua melhor campanha no campeonato carioca: 6º lugar, em 1944.
Disputou a terceira divisão em 2009.
Hino
O hino do clube foi composto por Lamartine Babo. Alguns historiadores afirmam que o hino é também uma homenagem a um amor da época, a tal morena niteroiense que torcia pro Cantusca.
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e faz cena
E causa arrepio
Queimada da praia
Na hora do jogo
Ela desmaia e pega fogo (oi!)
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e se agita
Garota bonita
Basta o club empatar
Ela chora que dói
Foge de Nictheroy
No estádio formoso
De Caio Martins
Há dias de gozo
Foguetes, clarins
De noite e de dia
A turma sorri
Enche de alegria
Icarahy (oi!)
As cores escolhidas para o clube foram o azul e o branco. A bandeira toda azul com o escudo no centro. É importante esclarecer que o azul do Canto do Rio é um azul-turquesa, forte e vibrante.
Seu primeiro uniforme: camisa azul-turquesa e calções brancos. O clube mudou nos anos 40 para camisa listrada na vertical em azul e branco. Desde então, o clube reveza entre esses dois uniformes.
O apelido do clube era “Cantusca”, e não possuía mascote oficial. Ainda que nas charges da época, o clube fosse simbolizado por um “bebê”.
Em 1941, com a inauguração do Estádio Caio Martins, foi iniciada uma campanha liderada pelo Governador Amaral Peixoto com o fim de incluir um clube niteroiense no campeonato carioca, imitando a experiência do Santos no campeonato paulista. O escolhido foi o Canto do Rio, então o mais elitizado e bem-estruturado clube da cidade. O clube estreou no campeonato carioca em 1941, e nele ficou até 1964.
Ao contrário do que muitos imaginam, o Canto do Rio NÃO era o mais forte da cidade. Ypiranga e Fluminense (e mais tarde o Fonseca) dominavam o campeonato de Niterói. Até então o clube só possuia dois campeonatos da cidade. As razões para a escolha do clube foram a estrutura e (aparentemente) os laços afetivos do governador com o clube.
Mesmo enquanto disputava o campeonato carioca, o clube disputou paralelamente o campeonato de Niterói, vencido novamente apenas em 1945.
Em 1964 o clube enfrentava o Fluminense (o do Rio) no Caio Martins. Por causa de uma arbitragem equivocada, que prejudicou o clube, seus jogadores promoveram uma confusão no estádio, que se estendeu às torcidas. O clube foi punido, e no ano seguinte se afastou do campeonato.
Desde a fusão da guanabara com o Rio de Janeiro o Cantusca se alterna entre fases em que disputa divisões inferiores e fases em que o clube não disputa competição nenhuma. Para 2007, a diretoria anunciou o ingresso do clube na terceirona. vamos ver se acontece mesmo.
Seu único título no na cidade do Rio de Janeiro foi o Torneio Início de 1953. Sua melhor campanha no campeonato carioca: 6º lugar, em 1944.
Disputou a terceira divisão em 2009.
Hino
O hino do clube foi composto por Lamartine Babo. Alguns historiadores afirmam que o hino é também uma homenagem a um amor da época, a tal morena niteroiense que torcia pro Cantusca.
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e faz cena
E causa arrepio
Queimada da praia
Na hora do jogo
Ela desmaia e pega fogo (oi!)
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e se agita
Garota bonita
Basta o club empatar
Ela chora que dói
Foge de Nictheroy
No estádio formoso
De Caio Martins
Há dias de gozo
Foguetes, clarins
De noite e de dia
A turma sorri
Enche de alegria
Icarahy (oi!)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Sociedade Esportiva Perdigão
Em 1964 após algumas conversas entre fanáticos por futebol que freqüentavam o antigo Café Alvorada. Estas conversas e a vontade de ter um time representando Videira no estadual ganharam força quando os diretores da agroindústria Perdigão decidiram investir no projeto. A intenção destes diretores, Flávio e Fioro Brandalise, a princípio era divulgar a marca da indústria no território catarinense, uma vez que ela era mais conhecida apenas em âmbito regional.
O então prefeito de Videira, Waldemar Kleinümbing e o presidente da liga de futebol videirense, Aristides Stradioto, também acolheram a idéia. O clube adotou as cores da empresa - vermelho e branco -, e partiu para as contratações de atletas. Foram trazidos jogadores do Rio Grande do Sul, de Florianópolis, mas a base acabou sendo atletas da região. Todos eram registrados como funcionários da Perdigão e ganhavam dispensa para treinar e jogar.
A estréia da equipe vermelha e branca, cores da empresa, aconteceu na temporada de 1965 e conseguiu chegar na quinta posição entre os 46 participantes. Uma classificação que anunciava a força do clube.
Um fato curioso nesta temporada. No turno do hexagonal decisivo, a Perdigão - que viajava em duas Kombi dirigidas pelos próprios atletas - levou de 9 a 0 do Metropol, em Criciúma.
No jogo de volta, penúltima rodada do estadual, o time criciumense precisava vencer para conquistar o título estadual. A Perdigão venceu por 2 a 1 e adiou a festa do Metropol, que também perdeu o último jogo em Lages para o Internacional e ficou com o vice-campeonato. O “desaforo” dos 9 a 0 estava devolvido.
Em 1966 o estadual teve 27 equipes divididas em dois grupos. A Perdigão fez boa campanha e na fase final surpreendeu os favoritos Comercial, Barroso e Metropol. Tornou-se a primeira equipe do oeste do Estado a conquistar o título estadual.
O time base campeão: Odenir, Valter, Nilson, Pelé e Galego, Osvaldo, Caubi, Zinho, Righetti e Barros e Carioca (Serramalte). No elenco ainda tinha Melão, Torrado, Arrepio, Adi, Gilberto, Cigano e Luizinho.
Apesar das adversidades - não existia uma única ligação de estradas asfaltadas de Videira para o restante do estado - a equipe foi no campeonato de 1966 somando pontos e acumulando vitórias, até chegar ao quadrangular final. Desta fase participaram as equipes do Almirante Barroso de Itajaí, Metropol de Criciúma e do Comercial de Joaçaba.
Com o triunfo, a Perdigão representou Santa Catarina na Taça Brasil de 1967. Enfrentou Grêmio de Porto Alegre e Ferroviário de Curitiba, mas não foi além da primeira fase.
A Perdigão esteve presente em mais três estaduais (1967, 1968 e 1969). A última partida oficial, antes de fechar o departamento profissional, ocorreu no dia 1º de junho em Joaçaba. Vitória de 3 a 1 sobre o Comercial.
Fundado em 1965 o clube logo no seu segundo ano de vida conquistava o estadual, inclusive com o direito de ser o representante catarinense na Taça Basil. Os próprios ex-dirigentes e jogadores reconhecem que o clube começou sua decadência, com a sua participação na Taça Brasil. Isto se deve ao grande investimento que a equipe fez, com a contratação de vários jogadores de todo o estado catarinenses e de outros estados brasileiros, o que tornou insustentável a manutenção de uma equipe profissional. Em 1969, a equipe fechava as portas do futebol profissional.
O então prefeito de Videira, Waldemar Kleinümbing e o presidente da liga de futebol videirense, Aristides Stradioto, também acolheram a idéia. O clube adotou as cores da empresa - vermelho e branco -, e partiu para as contratações de atletas. Foram trazidos jogadores do Rio Grande do Sul, de Florianópolis, mas a base acabou sendo atletas da região. Todos eram registrados como funcionários da Perdigão e ganhavam dispensa para treinar e jogar.
A estréia da equipe vermelha e branca, cores da empresa, aconteceu na temporada de 1965 e conseguiu chegar na quinta posição entre os 46 participantes. Uma classificação que anunciava a força do clube.
Um fato curioso nesta temporada. No turno do hexagonal decisivo, a Perdigão - que viajava em duas Kombi dirigidas pelos próprios atletas - levou de 9 a 0 do Metropol, em Criciúma.
No jogo de volta, penúltima rodada do estadual, o time criciumense precisava vencer para conquistar o título estadual. A Perdigão venceu por 2 a 1 e adiou a festa do Metropol, que também perdeu o último jogo em Lages para o Internacional e ficou com o vice-campeonato. O “desaforo” dos 9 a 0 estava devolvido.
Em 1966 o estadual teve 27 equipes divididas em dois grupos. A Perdigão fez boa campanha e na fase final surpreendeu os favoritos Comercial, Barroso e Metropol. Tornou-se a primeira equipe do oeste do Estado a conquistar o título estadual.
O time base campeão: Odenir, Valter, Nilson, Pelé e Galego, Osvaldo, Caubi, Zinho, Righetti e Barros e Carioca (Serramalte). No elenco ainda tinha Melão, Torrado, Arrepio, Adi, Gilberto, Cigano e Luizinho.
Apesar das adversidades - não existia uma única ligação de estradas asfaltadas de Videira para o restante do estado - a equipe foi no campeonato de 1966 somando pontos e acumulando vitórias, até chegar ao quadrangular final. Desta fase participaram as equipes do Almirante Barroso de Itajaí, Metropol de Criciúma e do Comercial de Joaçaba.
Com o triunfo, a Perdigão representou Santa Catarina na Taça Brasil de 1967. Enfrentou Grêmio de Porto Alegre e Ferroviário de Curitiba, mas não foi além da primeira fase.
A Perdigão esteve presente em mais três estaduais (1967, 1968 e 1969). A última partida oficial, antes de fechar o departamento profissional, ocorreu no dia 1º de junho em Joaçaba. Vitória de 3 a 1 sobre o Comercial.
Fundado em 1965 o clube logo no seu segundo ano de vida conquistava o estadual, inclusive com o direito de ser o representante catarinense na Taça Basil. Os próprios ex-dirigentes e jogadores reconhecem que o clube começou sua decadência, com a sua participação na Taça Brasil. Isto se deve ao grande investimento que a equipe fez, com a contratação de vários jogadores de todo o estado catarinenses e de outros estados brasileiros, o que tornou insustentável a manutenção de uma equipe profissional. Em 1969, a equipe fechava as portas do futebol profissional.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
ESAB Esporte Clube
Em 01 de março de 1970 era fundado em Contagem o ESAB ESPORTE CLUBE. Adotando as cores da empresa, amarelo e preto. A origem da sigla ESAB vem do sueco “Elektriska Svetsnings Aktiebolaget”, que em português quer dizer Indústria de Soldas Elétricas. O time surgiu despretensiosamente. Os empregados jogavam nas horas vagas para se distrair, até que um dia resolveram pedir a um dos diretores da Empresa, Sr. Leif Gronstedt, um jogo de uniformes. Sem saber, acabavam de ganhar um aliado importante, já que Sr. Leif, apesar de sueco, tinha verdadeira paixão por futebol.
Por intermédio dele, a ESAB decidiu, então, investir na equipe: comprou não apenas os uniformes, mas também começou a arcar com despesas de transporte para os locais dos jogos, contratou um treinador e, sempre que possível, admitia para o quadro de funcionários pessoas que tinham habilidades com a bola. Com o tempo, a Empresa adquiriu um ônibus para a equipe e chegou a alugar uma casa que funcionava como concentração.
Foi campeão da Copa Itatiaia por duas vezes e chegou a disputar o campeonato mineiro em 1974, 1975 e 1976. Com o tempo, o ESAB Esporte Clube passou a aceitar jogadores que não trabalhavam na Empresa, como Evaldo e Natal, que vieram emprestados do Cruzeiro. Alguns funcionários se deram tão bem com a bola que foram jogar em equipes nos Estados Unidos e no Japão.
O clube durou oito anos, mas, por ironia, teve que acabar porque estava crescendo demais. O time exigia tempo de dirigentes e outras pessoas da empresa e, por isso, concluiu-se que seria melhor o encerramento de suas atividades.
Nestes anos em que disputou o campeonato mineiro, o seu melhor momento foi ter decidido o 2º turno de 1975 com o Cruzeiro.
Por intermédio dele, a ESAB decidiu, então, investir na equipe: comprou não apenas os uniformes, mas também começou a arcar com despesas de transporte para os locais dos jogos, contratou um treinador e, sempre que possível, admitia para o quadro de funcionários pessoas que tinham habilidades com a bola. Com o tempo, a Empresa adquiriu um ônibus para a equipe e chegou a alugar uma casa que funcionava como concentração.
Foi campeão da Copa Itatiaia por duas vezes e chegou a disputar o campeonato mineiro em 1974, 1975 e 1976. Com o tempo, o ESAB Esporte Clube passou a aceitar jogadores que não trabalhavam na Empresa, como Evaldo e Natal, que vieram emprestados do Cruzeiro. Alguns funcionários se deram tão bem com a bola que foram jogar em equipes nos Estados Unidos e no Japão.
O clube durou oito anos, mas, por ironia, teve que acabar porque estava crescendo demais. O time exigia tempo de dirigentes e outras pessoas da empresa e, por isso, concluiu-se que seria melhor o encerramento de suas atividades.
Nestes anos em que disputou o campeonato mineiro, o seu melhor momento foi ter decidido o 2º turno de 1975 com o Cruzeiro.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Associação Desportiva Pitú
Em 02 de janeiro de 1974 era fundada na cidade de Vitória de Santo Antão por funcionários da indústria de bebidas da cidade, a ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA PITÚ, tendo como cores oficiais o azul/vermelho/branco.
Quando de sua fundação, a intenção de seus dirigentes era transformar a equipe na 4ª força do futebol pernambucano. Para isto, solicitaram a inscrição junto a Federação Pernambucana de Futebol para as disputas do campeonato pernambucano deste ano.
Infelizmente, o projeto na prática não se tornou realidade, tendo a equipe realizado uma campanha fraca, sendo eliminada logo na 1ª fase junto com o Íbis e Santo Amaro (eternos sacos de pancadas). Por não possuir um estádio em condições de abrigar seus jogos, teve que disputar as partidas como mandante em Recife.
Após este campeonato, devido as dificuldades econômicas para se manter no futebol profissional, o clube se afastou das disputas. O único título de importância foi a conquista do campeonato pernambucano de futebol de salão de 1983.
O clube sobreviveu até 1988, quando sem condições de manter suas atividades esportivas e sociais, resolveu fechar as portas.
Quando de sua fundação, a intenção de seus dirigentes era transformar a equipe na 4ª força do futebol pernambucano. Para isto, solicitaram a inscrição junto a Federação Pernambucana de Futebol para as disputas do campeonato pernambucano deste ano.
Infelizmente, o projeto na prática não se tornou realidade, tendo a equipe realizado uma campanha fraca, sendo eliminada logo na 1ª fase junto com o Íbis e Santo Amaro (eternos sacos de pancadas). Por não possuir um estádio em condições de abrigar seus jogos, teve que disputar as partidas como mandante em Recife.
Após este campeonato, devido as dificuldades econômicas para se manter no futebol profissional, o clube se afastou das disputas. O único título de importância foi a conquista do campeonato pernambucano de futebol de salão de 1983.
O clube sobreviveu até 1988, quando sem condições de manter suas atividades esportivas e sociais, resolveu fechar as portas.
domingo, 15 de novembro de 2009
Mixto Esporte Clube
Esta equipe foi fundada em 23 de maio de 1970, seu fundador e primeiro presidente foi o Sr. Valdemir Antonio Nascimento de Oliveira. Adotou como cores oficiais o vermelho e branco.
Segundo consta no livro “Biografia do Futebol” de José Martins de Oliveira, conta em sua galeria com o último título de campeão rondoniense na era amadora em 1990, em que pese todas as publicações esportivas, afirmarem que não houve campeonato neste ano.
Os jogadores que participaram da campanha de seu primeiro e único título foram os seguintes: Osvaldo, Gilson, Rito, Julinho, Jorginho, Mario Cleber, Hermínio, Marcos, Cafuringa, Ary, Marcelinho, Jorge Luiz, Jair e Azul. O técnico foi Zezinho.
Após a introdução do profissionalismo, o clube por não ter condições, como ocorreu com a maioria dos clubes de Porto Velho, se afastou das atividades esportivas.
Títulos
Campeão Rondoniense 1990
Segundo consta no livro “Biografia do Futebol” de José Martins de Oliveira, conta em sua galeria com o último título de campeão rondoniense na era amadora em 1990, em que pese todas as publicações esportivas, afirmarem que não houve campeonato neste ano.
Os jogadores que participaram da campanha de seu primeiro e único título foram os seguintes: Osvaldo, Gilson, Rito, Julinho, Jorginho, Mario Cleber, Hermínio, Marcos, Cafuringa, Ary, Marcelinho, Jorge Luiz, Jair e Azul. O técnico foi Zezinho.
Após a introdução do profissionalismo, o clube por não ter condições, como ocorreu com a maioria dos clubes de Porto Velho, se afastou das atividades esportivas.
Títulos
Campeão Rondoniense 1990
sábado, 14 de novembro de 2009
Esporte Clube Falcão
O time da Polícia Militar de São Luís foi fundado em 20 de Outubro de 2002 e recebeu o nome de Esporte Clube Falcão e é ligado à Associação Esportiva Brigadeiro Falcão, entidade sem fins lucrativos. A opção por Esporte Clube Falcão e não Tiradentes, como normalmente são chamadas todas as equipes brasileiras ligadas às polícias militares, foi justamente para mudar a sorte do novo time (os Tiradentes do CE e PI estavam disputando as segundonas dos seus estados). Não adiantou nada pois apesar de ter sido vice-campeão da segundona em 2002, disputando a primeirona em 2003, neste mesmo ano foi rebaixado não mais disputando competições profissionais. O Esporte Clube Falcão tinha como presidente o Cel. Reinaldo Nestor Filho e tinha recebido todo o apoio do alto comando da Polícia Militar do Maranhão, pois o projeto era amplo e tinha como objetivo oferecer escolinhas de futebol e outros esportes às crianças carentes para ajudar a tirá-las das ruas.
O grupo treinava no campo do quartel da Polícia Militar, no Calhau. As cores do Falcão são azul e branco.
Estádio
Nhozinho Santos
Capacidade 21.000
O grupo treinava no campo do quartel da Polícia Militar, no Calhau. As cores do Falcão são azul e branco.
Estádio
Nhozinho Santos
Capacidade 21.000
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Grêmio Esportivo Bagé
O Bagé foi fundado no dia 5 de agosto de 1920 como resultado da união de dois outros times locais, o Sport Club 14 de Julho (fundado em 1913) e o Rio Branco.
Em relação às cores, o Bagé herdou do Rio Branco o amarelo e do Sport Club 14 de Julho o preto, surgindo aí o tradicional jalde-negro.
Em 1920, com a fundação do Bagé, vários jogadores do extinto Sport Club Bagé (primeiro clube da cidade, fundado em 1906 e ativo até 1914)
A primeira partida disputada pelo Bagé ocorreu no dia 5 de setembro de 1920, exatamente um mês após a fundação. O adversário foi o Gabrielense, da cidade de São Gabriel.
O placar da partida foi 1 x 1, e o autor do gol jalde-negro foi Argeu, que viria ser campeão gaúcho em 1925, defendendo o Bagé.
Em 24 de abril de 1937, ocorre a escrituração definitiva do Estádio Pedra Moura, em nome do Grêmio Esportivo Bagé.
O Bagé, após cinco anos de sua fundação, sagrou-se Campeão Gaúcho de 1925, vencendo em Porto Alegre, no Estádio da Baixada, ao Grêmio Porto-Alegrense, pelo placar de 2 x 1.
O time jalde-negro campeão formou com: Júlio Amaral, Antônio e Fortunato; Misael Romero, Aníbal Machado e Catulino Moreira; Leonardo, Pasqualito, Oliveira, Páschoa e João Amaral. No caminho até a final, o Bagé foi campeão da Região Sul, e na semifinal eliminou o campeão da Região Fronteira, o Grêmio Santanense, por 3 x 1.
Entre os anos de 1951 e 1955, o Bagé conquistou a sua maior seqüência de títulos da cidade de Bagé, sendo campeão por cinco vezes consecutivas.
No dia 12 de novembro de 1952, o Bagé sagrou-se bicampeão citadino, em partida realizada em Porto Alegre, no Estádio da Timbaúva. No tempo normal, o Bagé perdeu para o Guarany por 2 a 0, gols de Miguel Gularte e Nadir Fontoura. Na prorrogação, vitória jalde-negra pelo placar de 1 a 0, gol de Heitor Moura, resultado que deu o título ao Bagé. O autor do gol jalde-negro por entrou em campo lesionado e foi improvisado como ponta-esquerda.
No campeonato de 1954, O Bagé venceu o Guarany na decisão por 1 a 0, gol de Max, no dia 14 de novembro. Porém, a partida foi interrompida aos 28 minutos do segundo tempo, devido ao arremesso de garrafas para dentro de campo por parte da torcida do Guarany. O árbitro uruguaio Carlos Alberto Vigorito deu o jogo por encerrado, após aguardar por 30 minutos. O título foi decidido no Tribunal de Justiça Desportiva da cidade, que reconheceu a vitória do Bagé.
Outro importante título conquistado pelo Bagé foi a Copa do Centenário da cidade de Bagé, em 1959. A despeito de ter sido vice-campeão gaúcho no mesmo ano, o Bagé passava por dificuldades financeiras e já tinha perdido alguns jogadores da equipe vice-campeã gaúcha.
No primeiro Ba-Gua do Centenário, realizado no dia 13 de setembro, o Guarany, jogando em casa, ganhou por 2 a 0, gols de Naninho (ex-Vasco da Gama). No dia 20 de setembro, jogando no Pedra Moura, o Bagé deu o troco, vencendo por 2 a 0, gols de de Cabral e Tupanzinho.
No dia 18 de outubro, no Estrela D'Alva, nova vitória jalde-negra, novamente por 2 a 0, gols de Cabral e Eusébio, conquistado assim a vantagem na grande decisão, de poder sagrar-se campeão com um empate.
Na grande decisão, dia 25 de outubro, no Pedra Moura, o Guarany começou o jogo exercendo forte pressão e, logo aos nove minutos, abriu o escore com gol de Válter Valêncio, após lançamento de Naninho. O Bagé chegou ao empate e ao título aos 20 minutos do segundo tempo. O capitão Emygdio José dos Santos (o "Carioca"), chutou da entrada da área, a bola bateu na trave e foi para as redes adversárias.
Depois de mais de 30 anos sem a realização do Campeonato Citadino de Bagé, o torneio voltou a ser realizado em 2009. E o Bagé, que já havia sido campeão do centenário da cidade, desta vez conquistou o título marcado pelos 150 anos da cidade. Foram realizados quatro clássicos Ba-Gua, resultando em dois empates e duas vitórias do Bagé. Com isto, o Bagé sagrou-se campeão citadino, adquirindo também a hegemonia do futebol profissional da cidade, somando um título citadino a mais que seu rival Guarany.
O jogo decisivo foi realizado no estádio Estrela D'alva, do rival Guarany, e lá o Bagé venceu a partida decisiva por 1 x 0, no dia 4 de maio de 2009, com gol do zagueiro Aguinaldo, jogador revelado pelas categorias de base do Bagé.
Em 1972, através da Copa Governador do Estado, o Bagé garantiu seu retorno à Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho. A vaga para elite ocorreu na partida do dia 2 de dezembro, realizada em Passo Fundo. O adversário era o Gaúcho, que vencia a partida por 3 a 1, até os 40 minutos do segundo tempo. Porém, o Bagé apresentou uma histórica reação e empatou o jogo em 3 a 3 (gols de Mariotti, Válter e Derli), conquistando a vaga para o Campeonato Gaúcho do ano seguinte.
Em 1974, novamente através da Copa Governador do Estado, o Bagé conseguiu o acesso, desta vez sendo campeão da competição. A partida do título foi justamente contra seu maior rival, o Guarany, no dia 15 de dezembro. O Bagé venceu o arquirrival por 1 a 0, gol de Derli, em jogo que teve 6.113 pagantes.
No dia 7 de dezembro de 1985, o Bagé sagrou-se campeão estadual da Segunda Divisão, ao derrotar o 14 de Julho de Passo Fundo em Bagé por 2 a 0, gols de Getúlio Rosário e Fábio.
Em 1993, o Bagé torna-se vice-campeão da Segunda Divisão, ao empatar em 1 x 1 no Estádio da Pedra Moura frente ao Veranópolis, sendo o gol jalde-negro marcado pelo meio-campista Lino.
Títulos
Campeonato Gaúcho: 1925.
Vice-Campeonato Gaúcho: 5 vezes — 1927, 1928, 1940, 1944 e 1957.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 3 vezes — 1964,1982 e 1985.
Estádio
O estádio da Pedra Moura sempre fez parte da história jalde-negra. Inclusive na década de 20, o Bagé já sediava seus jogos no estádio do Menino Deus.
Foi adquirido pelo clube definitivamente em 1937, na administração do Presidente José Fuchs, que em moeda da época, pagou a quantia de 18.000 "contos de réis", sendo o vendedor o fazendeiro Tristão Riet, que residia em Montevidéo.
O estádio tem capacidade pra 10.000 torcedores, pavilhão coberto para os associados, 8 cabines de imprensa, concentração para 22 jogadores, um restaurante e um gramado com dimensões de 104 x 72 metros.
A alcunha recebida pelo estádio, Pedra Moura, é devido a existência de uma pedra na região, de grande dureza, quase impossível de se quebrar, e o mesmo acontece com o Bagé no nosso estádio.
Mascote
O mascote do Bagé é tão tradicional quanto a camiseta jalde-negra nos gramados gaúchos. A alusão é clara, com as cores do clube e também ao trabalho operário e ao feroz ataque do grupo.
Site
http://www.gebage.com/
Em relação às cores, o Bagé herdou do Rio Branco o amarelo e do Sport Club 14 de Julho o preto, surgindo aí o tradicional jalde-negro.
Em 1920, com a fundação do Bagé, vários jogadores do extinto Sport Club Bagé (primeiro clube da cidade, fundado em 1906 e ativo até 1914)
A primeira partida disputada pelo Bagé ocorreu no dia 5 de setembro de 1920, exatamente um mês após a fundação. O adversário foi o Gabrielense, da cidade de São Gabriel.
O placar da partida foi 1 x 1, e o autor do gol jalde-negro foi Argeu, que viria ser campeão gaúcho em 1925, defendendo o Bagé.
Em 24 de abril de 1937, ocorre a escrituração definitiva do Estádio Pedra Moura, em nome do Grêmio Esportivo Bagé.
O Bagé, após cinco anos de sua fundação, sagrou-se Campeão Gaúcho de 1925, vencendo em Porto Alegre, no Estádio da Baixada, ao Grêmio Porto-Alegrense, pelo placar de 2 x 1.
O time jalde-negro campeão formou com: Júlio Amaral, Antônio e Fortunato; Misael Romero, Aníbal Machado e Catulino Moreira; Leonardo, Pasqualito, Oliveira, Páschoa e João Amaral. No caminho até a final, o Bagé foi campeão da Região Sul, e na semifinal eliminou o campeão da Região Fronteira, o Grêmio Santanense, por 3 x 1.
Entre os anos de 1951 e 1955, o Bagé conquistou a sua maior seqüência de títulos da cidade de Bagé, sendo campeão por cinco vezes consecutivas.
No dia 12 de novembro de 1952, o Bagé sagrou-se bicampeão citadino, em partida realizada em Porto Alegre, no Estádio da Timbaúva. No tempo normal, o Bagé perdeu para o Guarany por 2 a 0, gols de Miguel Gularte e Nadir Fontoura. Na prorrogação, vitória jalde-negra pelo placar de 1 a 0, gol de Heitor Moura, resultado que deu o título ao Bagé. O autor do gol jalde-negro por entrou em campo lesionado e foi improvisado como ponta-esquerda.
No campeonato de 1954, O Bagé venceu o Guarany na decisão por 1 a 0, gol de Max, no dia 14 de novembro. Porém, a partida foi interrompida aos 28 minutos do segundo tempo, devido ao arremesso de garrafas para dentro de campo por parte da torcida do Guarany. O árbitro uruguaio Carlos Alberto Vigorito deu o jogo por encerrado, após aguardar por 30 minutos. O título foi decidido no Tribunal de Justiça Desportiva da cidade, que reconheceu a vitória do Bagé.
Outro importante título conquistado pelo Bagé foi a Copa do Centenário da cidade de Bagé, em 1959. A despeito de ter sido vice-campeão gaúcho no mesmo ano, o Bagé passava por dificuldades financeiras e já tinha perdido alguns jogadores da equipe vice-campeã gaúcha.
No primeiro Ba-Gua do Centenário, realizado no dia 13 de setembro, o Guarany, jogando em casa, ganhou por 2 a 0, gols de Naninho (ex-Vasco da Gama). No dia 20 de setembro, jogando no Pedra Moura, o Bagé deu o troco, vencendo por 2 a 0, gols de de Cabral e Tupanzinho.
No dia 18 de outubro, no Estrela D'Alva, nova vitória jalde-negra, novamente por 2 a 0, gols de Cabral e Eusébio, conquistado assim a vantagem na grande decisão, de poder sagrar-se campeão com um empate.
Na grande decisão, dia 25 de outubro, no Pedra Moura, o Guarany começou o jogo exercendo forte pressão e, logo aos nove minutos, abriu o escore com gol de Válter Valêncio, após lançamento de Naninho. O Bagé chegou ao empate e ao título aos 20 minutos do segundo tempo. O capitão Emygdio José dos Santos (o "Carioca"), chutou da entrada da área, a bola bateu na trave e foi para as redes adversárias.
Depois de mais de 30 anos sem a realização do Campeonato Citadino de Bagé, o torneio voltou a ser realizado em 2009. E o Bagé, que já havia sido campeão do centenário da cidade, desta vez conquistou o título marcado pelos 150 anos da cidade. Foram realizados quatro clássicos Ba-Gua, resultando em dois empates e duas vitórias do Bagé. Com isto, o Bagé sagrou-se campeão citadino, adquirindo também a hegemonia do futebol profissional da cidade, somando um título citadino a mais que seu rival Guarany.
O jogo decisivo foi realizado no estádio Estrela D'alva, do rival Guarany, e lá o Bagé venceu a partida decisiva por 1 x 0, no dia 4 de maio de 2009, com gol do zagueiro Aguinaldo, jogador revelado pelas categorias de base do Bagé.
Em 1972, através da Copa Governador do Estado, o Bagé garantiu seu retorno à Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho. A vaga para elite ocorreu na partida do dia 2 de dezembro, realizada em Passo Fundo. O adversário era o Gaúcho, que vencia a partida por 3 a 1, até os 40 minutos do segundo tempo. Porém, o Bagé apresentou uma histórica reação e empatou o jogo em 3 a 3 (gols de Mariotti, Válter e Derli), conquistando a vaga para o Campeonato Gaúcho do ano seguinte.
Em 1974, novamente através da Copa Governador do Estado, o Bagé conseguiu o acesso, desta vez sendo campeão da competição. A partida do título foi justamente contra seu maior rival, o Guarany, no dia 15 de dezembro. O Bagé venceu o arquirrival por 1 a 0, gol de Derli, em jogo que teve 6.113 pagantes.
No dia 7 de dezembro de 1985, o Bagé sagrou-se campeão estadual da Segunda Divisão, ao derrotar o 14 de Julho de Passo Fundo em Bagé por 2 a 0, gols de Getúlio Rosário e Fábio.
Em 1993, o Bagé torna-se vice-campeão da Segunda Divisão, ao empatar em 1 x 1 no Estádio da Pedra Moura frente ao Veranópolis, sendo o gol jalde-negro marcado pelo meio-campista Lino.
Títulos
Campeonato Gaúcho: 1925.
Vice-Campeonato Gaúcho: 5 vezes — 1927, 1928, 1940, 1944 e 1957.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 3 vezes — 1964,1982 e 1985.
Estádio
O estádio da Pedra Moura sempre fez parte da história jalde-negra. Inclusive na década de 20, o Bagé já sediava seus jogos no estádio do Menino Deus.
Foi adquirido pelo clube definitivamente em 1937, na administração do Presidente José Fuchs, que em moeda da época, pagou a quantia de 18.000 "contos de réis", sendo o vendedor o fazendeiro Tristão Riet, que residia em Montevidéo.
O estádio tem capacidade pra 10.000 torcedores, pavilhão coberto para os associados, 8 cabines de imprensa, concentração para 22 jogadores, um restaurante e um gramado com dimensões de 104 x 72 metros.
A alcunha recebida pelo estádio, Pedra Moura, é devido a existência de uma pedra na região, de grande dureza, quase impossível de se quebrar, e o mesmo acontece com o Bagé no nosso estádio.
Mascote
O mascote do Bagé é tão tradicional quanto a camiseta jalde-negra nos gramados gaúchos. A alusão é clara, com as cores do clube e também ao trabalho operário e ao feroz ataque do grupo.
Site
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Santa Helena Esporte Clube
O SHEC, como é conhecido, foi fundado em 17 de novembro de 1965, e carinhosamente apelidado de "Fantasma do Interior".
O Shec esteve afastado da Série A desde que foi rebaixado, em 2002. A partir dali, o tricolor ficou cinco anos longe das competições. O recomeço foi em 2007, com o título invicto da Terceirona. Em 2008, veio a conquista da Divisão de Acesso, após um campeonato bastante duro e com a decisão das duas vagas saindo apenas na última rodada do Quadrangular Final.
Estádio Pedro Romualdo Cabral
Capacidade 5000
Títulos
Campeonato Goiano - 2ª Divisão: 2 vezes (1986 e 2008).
Campeonato Goiano - 3ª Divisão: 2007.
Mascote
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Formiga Esporte Clube
O Formiga Esporte Clube foi fundado em maio de 1929 e teve como seus primeiros presidentesos Srs. José Corrêa de Melo e Otacílio Antunes Teixeira. Como todo clube do interior, o Formiga iniciou sua vida desportiva no futebol amador, sendo um dos primeiros clubes do interior de Minas a enfrentar Atlético, Vasco e Flamengo. No ano de 1950, o FEC conquistou um de seus maiores títulos: o de Campeão dos Campeões de Interior.
No ano de 1964, sob a presidência do Sr. Lubélio Laudares de Oliveira, o FEC iniciou seu projeto com o objetivo de disputar o futebol profissional de Minas. Em 1965, o time disputou a primeira divisão do campeonato mineiro correspondente naquela época ao módulo II de hoje. O módulo I era chamado de divisão extra. Mesmo com muitos problemas financeiros, inerentes à época, o Formiga fez bonito e venceu o Araguari por 2x1 no campo do Atlético e conquistou a vaga para a divisão extra.
Já na divisão extra do campeonato mineiro, os presidentes foram: Leopoldo Corrêa e Sebastião Carlos de Oliveira. Estava aberto um novo desafio. Disputar de igual para igual com grandes clubes como Atlético, Cruzeiro, América e Villa Nova era o sonho de todo formiguense. Mas, também o pesadelo em dia de derrotas. O FEC terminou o campeonato de 66 em penúltimo lugar. Porém, conseguiu se manter na divisão extra. Já em 1967, sob a presidência do Sr. Silvio Talibertti, o clube iniciou um novo trabalho de renovação e muita dedicação no profissionalismo. O Time do Formiga fez uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 45,45%. Com 6 Vitórias, 8 Empates e 8 Derrotas. O Ataque o FEC também fez bonito, fazendo 28 gols. Neste ano, o FEC conseguiu grandes feitos;o primeiro foi empatar com o Clúbe Atlético Mineiro em pleno Mineirão, e o segundo foi empatar com o América(que era um time muito forte na época) no Juca Pedro.
O Lendário e Tradicional Formigão 68, ficou conhecido pela campanha que fez neste ano; apesar de não ser campeão do interior (pois o Uberlândia acabou na frente do FEC. O FEC acabou em 4 Lugar, atrás de Cruzeiro, Atlético e Uberlândia). O Time terminou a primeira fase como vice-líder invicto, Ganhado do América e empatando com Atlético e Cruzeiro( no lendário 2x2, Cristovão e Sudaco marcaram pelo FEC e Tostão descontou para o Cruzeiro).
Em 1969, embalado pelo sucesso de 1968, o FEC deu continuidade no trabalho e fez um campeonato honroso, o torneio em 69.
Na reunião do Conselho Divisional em 7 de janeiro decidiu mudar as regras do Campeonato Mineiro da Divisão Extra. A tabela dirigida foi abolida e o certame passou a ser disputado nos moldes antigos. Também foi definido a inclusão de mais quatro equipes no Campeonato - Democrata (Governador Valadares), Sete de Setembro e Tupi (Juiz de Fora) a título precário - aumentando o número de participantes de 12 para 16 equipes.
O FEC fez um bom primeiro turno, terminando em sexto. Mas o segundo turno foi um desastre, terminando na decima quinta colocação.
Na soma total o FEC terminou em 11 Lugar e nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro. Neste ano o Formiga, Democrata/SL, Democrata/GV, Vila do Carmo,Sete de Setembro e USIPA; foram rebaixados. E o campeonato voltou aos moldes antigos, com apenas 12 equipes
Desde então o FEC nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro.
Os anos 90 foram de muita dificuldade para o Formiga Esporte Clube. No ano de 1991 o time disputou a segunda divisão do futebol mineiro. Porém, sem muito sucesso. Muitos jogadores trabalhavam e não podiam viver apenas do futebol. Os principais jogadores foram: Esquilinho, Carlinhos, Dirceu e Careca. Passaram os anos e o FEC seguiu apenas disputando o futebol amador. Disputava campeonatos da cidade e da região.
Em 2005, o Formiga Esporte Clube retornou ao futebol profissional, disputando a segunda divisão do campeonato mineiro. Porém, com muita dificuldade financeira e com pouco apoio, não conseguiu uma das vagas para o Módulo II. Mas, a experiência não foi de toda ruim. Serviu para unir s cidade, os empresários, a torcida e ajudar a diretoria desenvolver um trabalho cada vez mais consistente.
No segundo ano após seu retorno ao profissional, o FEC, foi vice-campeão da segunda divisão do campeonato mineiro, no ano de 2006, conseguindo uma das vagas para o Módulo II, sob o comando do treinador Ronaldo Félix. O estádio Juca Pedro completamente tomado por uma torcida apaixonada e fiel. A cidade explodia em festa e o FEC definitivamente respirava o futebol profissional.
Em 2007 o FEC não alcançou a elite do futebol mineiro por apenas 1 gol de saldo, terminando a competição em terceiro lugar, sob o comando de Fred Incalado. Mais uma vez a torcida formiguense fez a diferença no Juca Pedro com a maior média de público do campeonato. Aproximadamente 2500 pessoas por jogo. A cidade de Formiga jamais vira tamanha manifestação de amor e carinho por um clube como naquela época.
Disputa até hoje, a segunda divisão mineira , Módulo I.
Títulos
Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.
Campeão do Interior da Primeira Divisão 1967.
Campeão dos Campeões do Interior: 1950.
Estádio
O Estádio Juca Pedro encontra-se na Avenida Paulo Lins, em Formiga/MG pertecendo ao time Formiga Esporte Clube (FEC). Hoje apresenta uma capacidades de 2.500 pessoas.
Hino
Meu Formiga Esporte Clube
Entre em campo e faz vibrar os corações
e a massa explode e grita
salve salve o invencível campeão
Com garra. emoção e muitas glórias
meu time é só paixão, é só vitórias
Meu Formiga Esporte Clube
toca a bola, dá um show e faz tremer
e a galera explode e grita
nosso lema é lutar, vencer, vencer
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Site
www.formigaesporteclube.com.br/
No ano de 1964, sob a presidência do Sr. Lubélio Laudares de Oliveira, o FEC iniciou seu projeto com o objetivo de disputar o futebol profissional de Minas. Em 1965, o time disputou a primeira divisão do campeonato mineiro correspondente naquela época ao módulo II de hoje. O módulo I era chamado de divisão extra. Mesmo com muitos problemas financeiros, inerentes à época, o Formiga fez bonito e venceu o Araguari por 2x1 no campo do Atlético e conquistou a vaga para a divisão extra.
Já na divisão extra do campeonato mineiro, os presidentes foram: Leopoldo Corrêa e Sebastião Carlos de Oliveira. Estava aberto um novo desafio. Disputar de igual para igual com grandes clubes como Atlético, Cruzeiro, América e Villa Nova era o sonho de todo formiguense. Mas, também o pesadelo em dia de derrotas. O FEC terminou o campeonato de 66 em penúltimo lugar. Porém, conseguiu se manter na divisão extra. Já em 1967, sob a presidência do Sr. Silvio Talibertti, o clube iniciou um novo trabalho de renovação e muita dedicação no profissionalismo. O Time do Formiga fez uma excelente campanha, tendo um aproveitamento de 45,45%. Com 6 Vitórias, 8 Empates e 8 Derrotas. O Ataque o FEC também fez bonito, fazendo 28 gols. Neste ano, o FEC conseguiu grandes feitos;o primeiro foi empatar com o Clúbe Atlético Mineiro em pleno Mineirão, e o segundo foi empatar com o América(que era um time muito forte na época) no Juca Pedro.
O Lendário e Tradicional Formigão 68, ficou conhecido pela campanha que fez neste ano; apesar de não ser campeão do interior (pois o Uberlândia acabou na frente do FEC. O FEC acabou em 4 Lugar, atrás de Cruzeiro, Atlético e Uberlândia). O Time terminou a primeira fase como vice-líder invicto, Ganhado do América e empatando com Atlético e Cruzeiro( no lendário 2x2, Cristovão e Sudaco marcaram pelo FEC e Tostão descontou para o Cruzeiro).
Em 1969, embalado pelo sucesso de 1968, o FEC deu continuidade no trabalho e fez um campeonato honroso, o torneio em 69.
Na reunião do Conselho Divisional em 7 de janeiro decidiu mudar as regras do Campeonato Mineiro da Divisão Extra. A tabela dirigida foi abolida e o certame passou a ser disputado nos moldes antigos. Também foi definido a inclusão de mais quatro equipes no Campeonato - Democrata (Governador Valadares), Sete de Setembro e Tupi (Juiz de Fora) a título precário - aumentando o número de participantes de 12 para 16 equipes.
O FEC fez um bom primeiro turno, terminando em sexto. Mas o segundo turno foi um desastre, terminando na decima quinta colocação.
Na soma total o FEC terminou em 11 Lugar e nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro. Neste ano o Formiga, Democrata/SL, Democrata/GV, Vila do Carmo,Sete de Setembro e USIPA; foram rebaixados. E o campeonato voltou aos moldes antigos, com apenas 12 equipes
Desde então o FEC nunca mais disputou a primeira divisão do campeonato mineiro.
Os anos 90 foram de muita dificuldade para o Formiga Esporte Clube. No ano de 1991 o time disputou a segunda divisão do futebol mineiro. Porém, sem muito sucesso. Muitos jogadores trabalhavam e não podiam viver apenas do futebol. Os principais jogadores foram: Esquilinho, Carlinhos, Dirceu e Careca. Passaram os anos e o FEC seguiu apenas disputando o futebol amador. Disputava campeonatos da cidade e da região.
Em 2005, o Formiga Esporte Clube retornou ao futebol profissional, disputando a segunda divisão do campeonato mineiro. Porém, com muita dificuldade financeira e com pouco apoio, não conseguiu uma das vagas para o Módulo II. Mas, a experiência não foi de toda ruim. Serviu para unir s cidade, os empresários, a torcida e ajudar a diretoria desenvolver um trabalho cada vez mais consistente.
No segundo ano após seu retorno ao profissional, o FEC, foi vice-campeão da segunda divisão do campeonato mineiro, no ano de 2006, conseguindo uma das vagas para o Módulo II, sob o comando do treinador Ronaldo Félix. O estádio Juca Pedro completamente tomado por uma torcida apaixonada e fiel. A cidade explodia em festa e o FEC definitivamente respirava o futebol profissional.
Em 2007 o FEC não alcançou a elite do futebol mineiro por apenas 1 gol de saldo, terminando a competição em terceiro lugar, sob o comando de Fred Incalado. Mais uma vez a torcida formiguense fez a diferença no Juca Pedro com a maior média de público do campeonato. Aproximadamente 2500 pessoas por jogo. A cidade de Formiga jamais vira tamanha manifestação de amor e carinho por um clube como naquela época.
Disputa até hoje, a segunda divisão mineira , Módulo I.
Títulos
Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1965.
Campeão do Interior da Primeira Divisão 1967.
Campeão dos Campeões do Interior: 1950.
Estádio
O Estádio Juca Pedro encontra-se na Avenida Paulo Lins, em Formiga/MG pertecendo ao time Formiga Esporte Clube (FEC). Hoje apresenta uma capacidades de 2.500 pessoas.
Hino
Meu Formiga Esporte Clube
Entre em campo e faz vibrar os corações
e a massa explode e grita
salve salve o invencível campeão
Com garra. emoção e muitas glórias
meu time é só paixão, é só vitórias
Meu Formiga Esporte Clube
toca a bola, dá um show e faz tremer
e a galera explode e grita
nosso lema é lutar, vencer, vencer
Balança a multidão, é gol do Formigão
salve salve o invencível campeão
Balança a multidão, é gol do Formigão
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Site
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Santana Esporte Clube
Fundado por Roberto Maqueles Correia, notável da sociedade local, o time começou a se desenvolver, disputando amistosos enquanto acertava o plantel e a sua estrutura. Disputou o primeiro estadual em 1957, não conseguindo sucesso, campanha semelhante à do ano seguinte. Parecia que o time, que de quebra não estava ganhando muitos adeptos, não iria deslanchar.
Mas o sr. Roberto Correia contratou um técnico conhecido do futebol amador local: André Damas de Clemente, e, segundo suas orientações, comprou certos atletas tirando dinheiro do próprio bolso. Deu certo; o time, com brilhantismo, faturou os estaduais de 1960, 61 e 62. André Clemente era o ídolo da equipe e dos poucos torcedores, mas Roberto Correia faleceu, vitimado por uma parada cardíaca, e o sucessor dele na presidência do time (não se sabe o nome) despediu Clemente.
Após um fracasso retumbante em 1963, elementos do antigo time vencedor, dispensados pelo presidente, foram contratados, e a situação melhorou no ano seguinte. Só com a volta triunfal de André Clemente o time se sagrou de novo campeão. O Santana, inexplicavelmente, começou a apresentar problemas financeiros, e em 66 o time passou por forte crise, inclusive sendo destituído o presidente sob acusações de desvio do dinheiro do clube.
Sob a presidência do filho de Roberto Correia, Marcos Correia, o time aos poucos se reestruturou e venceu o estadual de 1968. Após a conquista, André Clemente recebeu boas propostas de fora do estado e saiu de Santana. Nos três anos seguintes a equipe fez campanhas razoáveis, e terminou levando o sexto estadual. Mais um período de campanhas razoáveis, e então, em 1977, Marcos Correia desistiu do cargo e passou o bastão para Rogério Moura, que se mostrou inapto ao cargo, levando o time à ruína.
Rogério, desesperado com o que parecia ser o fim da linha para o Santana, empregou as últimas verbas na contratação de um técnico bom, contando com atletas oriundos do esporte amador, ou que nunca tinham jogado antes. Melhorou a campanha, e fez algum esforço para contratar mais jogadores. Deixou o time numa situação razoável em 1981, quando voltou Marcos Correia. Este fez a equipe decolar de novo, e ganhou o último estadual da sua história, em 85. Após participar das duas únicas edições da Liga Independente do Norte, o clube terminou fechando, já que, segundo Marcos, não tinha futuro, pois não possuía estrutura ou torcida, e dinheiro sempre foi problema.
Após anos na penúria, o Santana Esporte Clube (AP) está de volta ao futebol profissional e marcará presença no campeonato amapaense de 2009.
Voltou disputando um amistoso contra o Paysandu . Esta partida marcou a volta após quase 20 anos do SANTANA ESPORTE CLUBE ao futebol profissional amapaense. Apesar da derrota por 2 a 1, a festa entre seus torcedores foi grande. Realiza excelente campanha, disputando a final da primeira fase.
Títulos
Campeonato Amapaense: 7 vezes (1960, 1961, 1962, 1965, 1968, 1972 e 1985).
Estádio
Estádio Municipal de Santana é um estádio de futebol de Santana (Amapá) que atende ao Santana Esporte Clube. Sua capacidade é de 3 mil pessoas.
Apelido Canário Milionário
Mascote Canário
Site
http://blogdosantanaesporteclube.blogspot.com/
Mas o sr. Roberto Correia contratou um técnico conhecido do futebol amador local: André Damas de Clemente, e, segundo suas orientações, comprou certos atletas tirando dinheiro do próprio bolso. Deu certo; o time, com brilhantismo, faturou os estaduais de 1960, 61 e 62. André Clemente era o ídolo da equipe e dos poucos torcedores, mas Roberto Correia faleceu, vitimado por uma parada cardíaca, e o sucessor dele na presidência do time (não se sabe o nome) despediu Clemente.
Após um fracasso retumbante em 1963, elementos do antigo time vencedor, dispensados pelo presidente, foram contratados, e a situação melhorou no ano seguinte. Só com a volta triunfal de André Clemente o time se sagrou de novo campeão. O Santana, inexplicavelmente, começou a apresentar problemas financeiros, e em 66 o time passou por forte crise, inclusive sendo destituído o presidente sob acusações de desvio do dinheiro do clube.
Sob a presidência do filho de Roberto Correia, Marcos Correia, o time aos poucos se reestruturou e venceu o estadual de 1968. Após a conquista, André Clemente recebeu boas propostas de fora do estado e saiu de Santana. Nos três anos seguintes a equipe fez campanhas razoáveis, e terminou levando o sexto estadual. Mais um período de campanhas razoáveis, e então, em 1977, Marcos Correia desistiu do cargo e passou o bastão para Rogério Moura, que se mostrou inapto ao cargo, levando o time à ruína.
Rogério, desesperado com o que parecia ser o fim da linha para o Santana, empregou as últimas verbas na contratação de um técnico bom, contando com atletas oriundos do esporte amador, ou que nunca tinham jogado antes. Melhorou a campanha, e fez algum esforço para contratar mais jogadores. Deixou o time numa situação razoável em 1981, quando voltou Marcos Correia. Este fez a equipe decolar de novo, e ganhou o último estadual da sua história, em 85. Após participar das duas únicas edições da Liga Independente do Norte, o clube terminou fechando, já que, segundo Marcos, não tinha futuro, pois não possuía estrutura ou torcida, e dinheiro sempre foi problema.
Após anos na penúria, o Santana Esporte Clube (AP) está de volta ao futebol profissional e marcará presença no campeonato amapaense de 2009.
Voltou disputando um amistoso contra o Paysandu . Esta partida marcou a volta após quase 20 anos do SANTANA ESPORTE CLUBE ao futebol profissional amapaense. Apesar da derrota por 2 a 1, a festa entre seus torcedores foi grande. Realiza excelente campanha, disputando a final da primeira fase.
Títulos
Campeonato Amapaense: 7 vezes (1960, 1961, 1962, 1965, 1968, 1972 e 1985).
Estádio
Estádio Municipal de Santana é um estádio de futebol de Santana (Amapá) que atende ao Santana Esporte Clube. Sua capacidade é de 3 mil pessoas.
Apelido Canário Milionário
Mascote Canário
Site
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sport Club Germânia
O futebol foi o motivo da fundação do Sport Club Germania em 7 de setembro de 1899, quando o jovem alemão Hans Nobiling reuniu seus companheiros para criar uma agremiação que servisse à colônia alemã, inspirada no clube Germania de Hamburgo. Além de Hans Nobiling participaram da fundação do clube, os irmãos Wahnschaffe, A. Ravache, 0. Behmer, Guilherme Kawall, Jorge Riether, Witte, Ernst Deininger e outros.
Antes da aquisição do terreno atual, os treinos passaram por campos alugados no Bom Retiro, Mooca e no Parque Antártica.
Dois anos mais tarde, esse clube viria a ser um dos criadores da Liga Paulista de Futebol. Já em 1903, o Germania, o Internacional, o São Paulo Athletic, o Mackenzie College e o Clube Athlético Paulistano formavam os cinco grandes do futebol paulista. Nesse mesmo ano, quando os treinos na Chácara Dulley já haviam sido transferidos para a Chácara Witte - ambas no Bom Retiro, berço do futebol paulista - o Germania surgiu com a primeira surpresa do campeonato estadual: Hermann Friese.
Pelos seus dotes físicos, Friese era capaz de jogar em qualquer posição, aparecendo com igual eficiência tanto na defesa como no ataque. Era um alemão recém-chegado, considerado pelos estudiosos como precursor do futebol-força. Isso porque conjugava a arte do drible, a suavidade no trato da bola, com a dureza em relação aos adversários.
Ao lado de jogadores como Muus, Tommy Rittscher, Thiele Gerhardt e outros, que formavam uma equipe marcada pela disciplina, Friese representou uma verdadeira revolução no Germania. Sua figura predominava tanto no futebol quanto no atletismo, nos quais conquistou várias medalhas e empolgou o mundo esportivo de São Paulo.
Considerado um atleta completo e verdadeiro fenômeno, Hermann Friese, antes de vir para o Brasil, participou de competições internacionais de esportes atléticos em Berlim, Praga e outras capitais européias.
Friese contribuiu para o futebol paulista como jogador e técnico, destacando-se o fato de ter iniciado aquele que veio a ser o primeiro "herói nacional" do futebol brasileiro, Arthur Friedenreich que permaneceu três anos no Germania, para posteriormente conquistar o apogeu no Clube Paulistano.
Durante os onze anos que se seguiram à chegada de Hermann Friese, o Germania teve um time de craques de primeiríssima qualidade. Mas o cenário paulista dos grandes clubes era de tal forma competitivo que as disputas não se restringiam ao campo. Verdadeiras batalhas políticas eram travadas entre entidades associativas, dividindo os clubes e os torneios.
De um lado, havia a Associação Paulista de Esportes Athléticos que congregava, clubes como o Paulistano, o Palestra Itália e outros mais. De outro, a Liga Paulista de Futebol integrada pelo Americano, Ypiranga, Internacional, Germania e Corinthians.
Nos primeiros campeonatos teve classificações modestas, ficando sempre entre os últimos. Porém, a partir de 1903, passou a contar com Hermann Friese, um alemão que, devido à sua refinada técnica e surpreendente variedade de jogadas em campo, se tornou o primeiro craque da história do futebol brasileiro. Com ele, o time começou a se destacar e em 1905 terminou como vice-campeão. Em 1906 conquistou seu primeiro título, com sete vitórias e uma única derrota e ainda deixando o desafeto Internacional com o vice.
Depois do vice-campeonato de 1908, só voltou a se destacar com a conquista do campeonato de 1915, porém em um torneio esvaziado, organizado pela Liga Paulista de Foot-Ball, com apenas o Internacional como time de renome. Paulistano, A.A. das Palmeiras, Ypiranga e São bento estavam em outra liga.
Em 1916 o Germânia abandonou o campeonato da liga, só voltando a disputar o Paulistão em 1921, terminando em último. Após muitas campanhas apagadas, só voltaria a ser vice-campeão em 1926, no campeonato organizado pela Liga dos Amadores de Futebol, com a participação exclusiva de clubes pró-amadorismo.
Em 1931 ficou na última posição entre os catorze disputantes, e em 1932 numa honrosa quarta posição.
A equipe viu-se obrigada a mudar de nome no decorrer da Segunda Guerra, quando o governo do Brasil proibiu que equipes existissem com nomes de outros paises — desta forma, o Palestra Itália de São Paulo tornou-se a Sociedade Esportiva Palmeiras, o de Minas Gerais tornou-se o Cruzeiro Esporte Clube, o Hespanha Foot Ball Club, da cidade de Santos, tornou-se o Jabaquara Atlético Clube e o Sport Club Germânia tornou-se o Esporte Clube Pinheiros.
Desligou-se em 1933 devido ao avanço do profissionalismo. O futebol do Germania/Pinheiros mantém até hoje sua opção pelo amadorismo.
Títulos
Campeão Paulista de 1906 e 1915
Site
http://www.ecp.org.br/futebol
Antes da aquisição do terreno atual, os treinos passaram por campos alugados no Bom Retiro, Mooca e no Parque Antártica.
Dois anos mais tarde, esse clube viria a ser um dos criadores da Liga Paulista de Futebol. Já em 1903, o Germania, o Internacional, o São Paulo Athletic, o Mackenzie College e o Clube Athlético Paulistano formavam os cinco grandes do futebol paulista. Nesse mesmo ano, quando os treinos na Chácara Dulley já haviam sido transferidos para a Chácara Witte - ambas no Bom Retiro, berço do futebol paulista - o Germania surgiu com a primeira surpresa do campeonato estadual: Hermann Friese.
Pelos seus dotes físicos, Friese era capaz de jogar em qualquer posição, aparecendo com igual eficiência tanto na defesa como no ataque. Era um alemão recém-chegado, considerado pelos estudiosos como precursor do futebol-força. Isso porque conjugava a arte do drible, a suavidade no trato da bola, com a dureza em relação aos adversários.
Ao lado de jogadores como Muus, Tommy Rittscher, Thiele Gerhardt e outros, que formavam uma equipe marcada pela disciplina, Friese representou uma verdadeira revolução no Germania. Sua figura predominava tanto no futebol quanto no atletismo, nos quais conquistou várias medalhas e empolgou o mundo esportivo de São Paulo.
Considerado um atleta completo e verdadeiro fenômeno, Hermann Friese, antes de vir para o Brasil, participou de competições internacionais de esportes atléticos em Berlim, Praga e outras capitais européias.
Friese contribuiu para o futebol paulista como jogador e técnico, destacando-se o fato de ter iniciado aquele que veio a ser o primeiro "herói nacional" do futebol brasileiro, Arthur Friedenreich que permaneceu três anos no Germania, para posteriormente conquistar o apogeu no Clube Paulistano.
Durante os onze anos que se seguiram à chegada de Hermann Friese, o Germania teve um time de craques de primeiríssima qualidade. Mas o cenário paulista dos grandes clubes era de tal forma competitivo que as disputas não se restringiam ao campo. Verdadeiras batalhas políticas eram travadas entre entidades associativas, dividindo os clubes e os torneios.
De um lado, havia a Associação Paulista de Esportes Athléticos que congregava, clubes como o Paulistano, o Palestra Itália e outros mais. De outro, a Liga Paulista de Futebol integrada pelo Americano, Ypiranga, Internacional, Germania e Corinthians.
Nos primeiros campeonatos teve classificações modestas, ficando sempre entre os últimos. Porém, a partir de 1903, passou a contar com Hermann Friese, um alemão que, devido à sua refinada técnica e surpreendente variedade de jogadas em campo, se tornou o primeiro craque da história do futebol brasileiro. Com ele, o time começou a se destacar e em 1905 terminou como vice-campeão. Em 1906 conquistou seu primeiro título, com sete vitórias e uma única derrota e ainda deixando o desafeto Internacional com o vice.
Depois do vice-campeonato de 1908, só voltou a se destacar com a conquista do campeonato de 1915, porém em um torneio esvaziado, organizado pela Liga Paulista de Foot-Ball, com apenas o Internacional como time de renome. Paulistano, A.A. das Palmeiras, Ypiranga e São bento estavam em outra liga.
Em 1916 o Germânia abandonou o campeonato da liga, só voltando a disputar o Paulistão em 1921, terminando em último. Após muitas campanhas apagadas, só voltaria a ser vice-campeão em 1926, no campeonato organizado pela Liga dos Amadores de Futebol, com a participação exclusiva de clubes pró-amadorismo.
Em 1931 ficou na última posição entre os catorze disputantes, e em 1932 numa honrosa quarta posição.
A equipe viu-se obrigada a mudar de nome no decorrer da Segunda Guerra, quando o governo do Brasil proibiu que equipes existissem com nomes de outros paises — desta forma, o Palestra Itália de São Paulo tornou-se a Sociedade Esportiva Palmeiras, o de Minas Gerais tornou-se o Cruzeiro Esporte Clube, o Hespanha Foot Ball Club, da cidade de Santos, tornou-se o Jabaquara Atlético Clube e o Sport Club Germânia tornou-se o Esporte Clube Pinheiros.
Desligou-se em 1933 devido ao avanço do profissionalismo. O futebol do Germania/Pinheiros mantém até hoje sua opção pelo amadorismo.
Títulos
Campeão Paulista de 1906 e 1915
Site
http://www.ecp.org.br/futebol
domingo, 8 de novembro de 2009
Esporte Clube Comercial
Fundado em 14 de março de 1943, o clube procopense viveu seu melhor momento no início da década de 60, quando obteve o título estadual de 1961 e participou da Taça Brasil do ano seguinte.
Título
Campeão do Paraná em 1961.
Estádio
Ubirajara Medeiros - Capacidade 6000
Título
Campeão do Paraná em 1961.
Estádio
Ubirajara Medeiros - Capacidade 6000
sábado, 7 de novembro de 2009
Associação Esportiva Emserv
A ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA EMSERV, é uma equipe de Natal fundada por funcionários da Empresa de Vigilância e Transporte de Valores Limitada. A sua função era reunir os funcionários e parentes em atividades esportivas e principalmente no futebol amador da capital.
Profissionalmente a Emserv, jogou a 2º divisão do ano de 1981 e foi vice-campeão,porém so o campeão é que teve o acesso.
Em 1995, seus dirigentes resolveram se aventurar pelo profissionalismo potiguar e disputaram o campeonato estadual deste ano. Fez uma campanha razoável, com vitórias sobre os tradicionais América e ABC.Em 1995 ainda dispoutou o torneio Asis de Paula, realizado logo após o Estadual.
Ao final da temporada, sem condições de manter o futebol profissional, licenciou-se da federação.
Estádio: Juvenal Lamartine - 5.000
Profissionalmente a Emserv, jogou a 2º divisão do ano de 1981 e foi vice-campeão,porém so o campeão é que teve o acesso.
Em 1995, seus dirigentes resolveram se aventurar pelo profissionalismo potiguar e disputaram o campeonato estadual deste ano. Fez uma campanha razoável, com vitórias sobre os tradicionais América e ABC.Em 1995 ainda dispoutou o torneio Asis de Paula, realizado logo após o Estadual.
Ao final da temporada, sem condições de manter o futebol profissional, licenciou-se da federação.
Estádio: Juvenal Lamartine - 5.000
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Itapipoca Esporte Clube
Data de Fundação: 20/12/1993
Apelido: Garoto Travesso
Títulos
Segunda Divisão de 2002
Estádio
Estádio: Perilo Teixeira
Apelido: Garoto Travesso
Títulos
Segunda Divisão de 2002
Estádio
Estádio: Perilo Teixeira
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Comercial Atlético Clube
O Comercial Atlético Clube tenta representar mais uma vez a terra dos carnaubais de forma honrosa. O Comercial nunca teve o privilégio de conquistar um titulo de 1º divisão. Sua maior façanha foi em 2004, conquistando a 2º divisão.Fundação: 21 de Abril de 1945.
No Estadual de 2008, realizou uma brilhante participação quando tinha a frente da comissão técnica Cícero Monteiro (hoje no Picos). Para esta nova temporada, a diretoria aposta no técnico carioca Nelson Mourão. Nelson, é velho conhecido do futebol piauiense, em seu retorno, promete uma campanha no propósito de conquistar o titulo.
Títulos:
1 Campeonato Piauense da 2ª divisão: 2004
1 Torneio início: 1977
Estádio
Nome Oficial: Estádio Municipal Deusdeth de Melo
Capacidade: 2.000 pessoas
Proprietário: Prefeitura Municipal de Campo Maior
No Estadual de 2008, realizou uma brilhante participação quando tinha a frente da comissão técnica Cícero Monteiro (hoje no Picos). Para esta nova temporada, a diretoria aposta no técnico carioca Nelson Mourão. Nelson, é velho conhecido do futebol piauiense, em seu retorno, promete uma campanha no propósito de conquistar o titulo.
Títulos:
1 Campeonato Piauense da 2ª divisão: 2004
1 Torneio início: 1977
Estádio
Nome Oficial: Estádio Municipal Deusdeth de Melo
Capacidade: 2.000 pessoas
Proprietário: Prefeitura Municipal de Campo Maior
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Germânia Football Club
O GERMÂNIA Football Club, fundado em agosto 1910 (Estrada Dona Castorina, no Jd. Botânico), cores: azul, branco e preto. Localizado na Rua da Escola (Jardim Botânico), começou a ser divulgado pela imprensa em 1910. Era um clube que jogava no campo Público da Quinta da Boa Vista em São Cristovão, em 1912/1913, pois não tinha campo próprio.
Entre 1912 e 1917, também atuou no Jd. Botânico, local onde foi fundado em 1910, no campo do Carioca FC. O clube disputou o Campeonato Carioca da AFRJ em 1912 e foi campeão dos segundos quadros (o campeão dos primeiros quadros foi o Botafogo Football Club, atual Botafogo FR).
Estreou na 1ª Divisão em 1912, na Associação de Football do Rio de Janeiro (AFRJ). Em 14-06-1917, o Jardim Football Club, clube do Jd. Botânico-Gávea, fundado em 08-09-1907, fez uma união com Germânia Football Club.
Entre 1912 e 1917, também atuou no Jd. Botânico, local onde foi fundado em 1910, no campo do Carioca FC. O clube disputou o Campeonato Carioca da AFRJ em 1912 e foi campeão dos segundos quadros (o campeão dos primeiros quadros foi o Botafogo Football Club, atual Botafogo FR).
Estreou na 1ª Divisão em 1912, na Associação de Football do Rio de Janeiro (AFRJ). Em 14-06-1917, o Jardim Football Club, clube do Jd. Botânico-Gávea, fundado em 08-09-1907, fez uma união com Germânia Football Club.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Esporte Clube de Patos
O Esporte foi fundado no dia 7 de julho de 1953, por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Patos, sob o comando do sr. Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte. A reunião de fundação do clube ocorreu na sede do Tiro de Guerra patoense. Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirubro recifense na época.
O Esporte disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, chegando a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte. Em 1964, o clube deu início à profissionalização, passando a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965, permanecendo até 1974. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995.
Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.
Hino
Esporte, Esporte, Esporte,
O Alvirrubro do meu coração. Bis
Esporte, Esporte, Esporte,
É o Patinho terror do sertão.
Quando ele arranca
Todos sabem como é
É mais um gol
E a turma segue dando olé
Desde Inocêncio
Muita Glória, Muito Amor
Esse Patinho é mesmo o Terror.
Estádio: José Cavalcanti - Capacidade para 15000 torcedores
Uniforme: Camisa vermelha e branca, calção branco e meias brancas
Título: Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2005
Alcunhas Alvirrubro ; O Terror do Sertão
Mascote Pato Donald
O Esporte disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, chegando a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte. Em 1964, o clube deu início à profissionalização, passando a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965, permanecendo até 1974. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995.
Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.
Hino
Esporte, Esporte, Esporte,
O Alvirrubro do meu coração. Bis
Esporte, Esporte, Esporte,
É o Patinho terror do sertão.
Quando ele arranca
Todos sabem como é
É mais um gol
E a turma segue dando olé
Desde Inocêncio
Muita Glória, Muito Amor
Esse Patinho é mesmo o Terror.
Estádio: José Cavalcanti - Capacidade para 15000 torcedores
Uniforme: Camisa vermelha e branca, calção branco e meias brancas
Título: Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2005
Alcunhas Alvirrubro ; O Terror do Sertão
Mascote Pato Donald
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Esporte Clube São Bento
De acordo com registros históricos, o Esporte Clube São Bento foi fundado em 14 de setembro de 1913, na cidade de Sorocaba, interior do estado de São Paulo. Nascido sob o nome de Sorocaba Athletic Club, a agremiação passou a adotar a denominação atual em 18 de outubro de 1914. A motivação para tal mudança pode ter sido dois fatores: uma homenagem ao clube homônimo existente na capital paulista, e em destaque na época, ou o fato de o clube treinar em um campo localizado nos fundos do Mosteiro de São Bento, na região central da cidade.
Permanecendo amador e disputando campeonatos municipais e regionais durante quase 40 anos, a primeira partida oficial do clube como equipe profissional ocorreu no dia 10 de junho de 1953, com a vitória sobre a Ferroviária de Botucatu por 4 a 2, no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Nesse mesmo ano, a equipe enfrentou o primeiro desafio internacional, empatando com o time uruguaio Nacional de Montevidéu por 2 a 2, em Sorocaba.
Em 1963, o Azulão obteve acesso à Divisão Especial do Futebol Paulista, após conquistar o título da Primeira Divisão, atual Série A2. A final foi disputada em três jogos contra o América, sendo a partida decisiva realizada no estádio do Pacaembu, em São Paulo, na noite do dia 22 de fevereiro de 1963.
O São Bento venceu a disputa por 2 a 1. Antes, houve empate sem gols no primeiro jogo, realizado em São José do Rio Preto, e por 1 a 1 no segundo, disputado em Sorocaba. Cerca de 3 mil torcedores sorocabanos foram acompanhar a decisão no Pacaembu. Caravanas foram formadas e até trens especiais colocados à disposição dos torcedores. A final entre as duas equipes, apesar de realizada em 1963, referia-se ao Campeonato de 1962.
E foi na década de 1960 que o clube obteve suas melhores colocações no Campeonato Paulista. Logo no ano de estréia na Divisão Especial, em 1963, o São Bento terminou a competição na quarta colocação, à frente de Corinthians e Portuguesa. Nos anos de 1964, 65 e 68 ficou em sexto e em 1966, 67, 69 e 1970 em oitavo. Na elite do futebol paulista, o Esporte Clube São Bento permaneceu por 29 anos consecutivos, sendo rebaixado em 1991 e, na sequência, para a série A3.
Durante todo esse tempo, inúmeros talentos foram lapidados no clube. Destacam-se, entre tantos, os jogadores Mickey, Pires, Luís Pereira, Paraná, Marinho Peres, Cabralzinho, Odair Patriarca, e Tupãzinho.
Em 2001, os ventos voltaram a soprar em favor do Azulão com a conquista do título do Campeonato Paulista da Série A3. No ano seguinte, em 2002, mais um título. Com uma boa campanha, o São Bento chegou à decisão da Copa Estado de São Paulo e, por ter a vantagem de pontos no campeonato, garantiu o título no dia 7 de dezembro de 2002, após dois empates contra o Jaboticabal.
Em grande fase, a equipe conseguiu retornar à série principal do Futebol Paulista em 2005, quando venceu o Noroeste e conquistou uma das vagas para a Série A1. A permanência na elite durou apenas dois anos. Em 2007, o São Bento acabou sendo rebaixado novamente para a Série A2. Em 2008, a equipe chegou a alcançar o quadrangular final, mas sem obter o acesso. No ano seguinte, porém, não passou da primeira fase, ficando em 12º lugar na classificação final.
Hoje, com uma nova estrutura administrativa e gestão profissional, o clube trabalha seriamente para buscar uma vaga na Série A1 e a posição de destaque que merece no futebol paulista.
Títulos
Campeonato Paulista de Futebol - Série A2: 1962
Campeonato Paulista de Futebol - Série A3: 2001
Copa Estado de São Paulo: 2002
Estádio
O Centro de Integração Comunitário Walter Ribeiro mais conhecido como CIC ou Estádio Municipal Walter Ribeiro se localiza na cidade de Sorocaba e recebe jogos do Esporte Club São Bento e do Clube Atlético Sorocaba. Tem capacidade atual de 12.525 torcedores. Foi inaugurado em 14 de outubro de 1978 para aposentar o então estádio da cidade "Humberto Reale".
Na época da inauguração, foi criticado pelo gramado fofo e irregular, assim permanecendo por 22 anos. Após a volta do Esporte Club São Bento a primeira divisão do campeonato paulista em 2005, foi feita uma reforma completa, passando de pinturas nas arquibancadas a reforma no gramado e a instalação de um moderno sistema de irrigação.
Hino
(Ulderico Amêndola)
Gol sorocabano, vai ganhando Azulão...
Gente de tutano tricotando o balão...
Arte do bailado sobre as linhas de cal,
ritmo exaltado, precisão genial!
Gol alvi-celeste ecoando no ar...
Quando bem fizeste
ensinando a ganhar
na emoção mais alta da porfia,
no calor da simpatia
de quem já te viu jogar.
Força e mocidade,
glória da cidade...
Que monumento
É o meu querido São Bento
de Sorocaba expansiva,
em prol do esporte e do labor...
Salve a chama sempre viva,
que me inspira, minha lira
de torcedor!
Salve o afã beneditino,
nossa História, mais um hino,
meu imenso amor!
Permanecendo amador e disputando campeonatos municipais e regionais durante quase 40 anos, a primeira partida oficial do clube como equipe profissional ocorreu no dia 10 de junho de 1953, com a vitória sobre a Ferroviária de Botucatu por 4 a 2, no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Nesse mesmo ano, a equipe enfrentou o primeiro desafio internacional, empatando com o time uruguaio Nacional de Montevidéu por 2 a 2, em Sorocaba.
Em 1963, o Azulão obteve acesso à Divisão Especial do Futebol Paulista, após conquistar o título da Primeira Divisão, atual Série A2. A final foi disputada em três jogos contra o América, sendo a partida decisiva realizada no estádio do Pacaembu, em São Paulo, na noite do dia 22 de fevereiro de 1963.
O São Bento venceu a disputa por 2 a 1. Antes, houve empate sem gols no primeiro jogo, realizado em São José do Rio Preto, e por 1 a 1 no segundo, disputado em Sorocaba. Cerca de 3 mil torcedores sorocabanos foram acompanhar a decisão no Pacaembu. Caravanas foram formadas e até trens especiais colocados à disposição dos torcedores. A final entre as duas equipes, apesar de realizada em 1963, referia-se ao Campeonato de 1962.
E foi na década de 1960 que o clube obteve suas melhores colocações no Campeonato Paulista. Logo no ano de estréia na Divisão Especial, em 1963, o São Bento terminou a competição na quarta colocação, à frente de Corinthians e Portuguesa. Nos anos de 1964, 65 e 68 ficou em sexto e em 1966, 67, 69 e 1970 em oitavo. Na elite do futebol paulista, o Esporte Clube São Bento permaneceu por 29 anos consecutivos, sendo rebaixado em 1991 e, na sequência, para a série A3.
Durante todo esse tempo, inúmeros talentos foram lapidados no clube. Destacam-se, entre tantos, os jogadores Mickey, Pires, Luís Pereira, Paraná, Marinho Peres, Cabralzinho, Odair Patriarca, e Tupãzinho.
Em 2001, os ventos voltaram a soprar em favor do Azulão com a conquista do título do Campeonato Paulista da Série A3. No ano seguinte, em 2002, mais um título. Com uma boa campanha, o São Bento chegou à decisão da Copa Estado de São Paulo e, por ter a vantagem de pontos no campeonato, garantiu o título no dia 7 de dezembro de 2002, após dois empates contra o Jaboticabal.
Em grande fase, a equipe conseguiu retornar à série principal do Futebol Paulista em 2005, quando venceu o Noroeste e conquistou uma das vagas para a Série A1. A permanência na elite durou apenas dois anos. Em 2007, o São Bento acabou sendo rebaixado novamente para a Série A2. Em 2008, a equipe chegou a alcançar o quadrangular final, mas sem obter o acesso. No ano seguinte, porém, não passou da primeira fase, ficando em 12º lugar na classificação final.
Hoje, com uma nova estrutura administrativa e gestão profissional, o clube trabalha seriamente para buscar uma vaga na Série A1 e a posição de destaque que merece no futebol paulista.
Títulos
Campeonato Paulista de Futebol - Série A2: 1962
Campeonato Paulista de Futebol - Série A3: 2001
Copa Estado de São Paulo: 2002
Estádio
O Centro de Integração Comunitário Walter Ribeiro mais conhecido como CIC ou Estádio Municipal Walter Ribeiro se localiza na cidade de Sorocaba e recebe jogos do Esporte Club São Bento e do Clube Atlético Sorocaba. Tem capacidade atual de 12.525 torcedores. Foi inaugurado em 14 de outubro de 1978 para aposentar o então estádio da cidade "Humberto Reale".
Na época da inauguração, foi criticado pelo gramado fofo e irregular, assim permanecendo por 22 anos. Após a volta do Esporte Club São Bento a primeira divisão do campeonato paulista em 2005, foi feita uma reforma completa, passando de pinturas nas arquibancadas a reforma no gramado e a instalação de um moderno sistema de irrigação.
Hino
(Ulderico Amêndola)
Gol sorocabano, vai ganhando Azulão...
Gente de tutano tricotando o balão...
Arte do bailado sobre as linhas de cal,
ritmo exaltado, precisão genial!
Gol alvi-celeste ecoando no ar...
Quando bem fizeste
ensinando a ganhar
na emoção mais alta da porfia,
no calor da simpatia
de quem já te viu jogar.
Força e mocidade,
glória da cidade...
Que monumento
É o meu querido São Bento
de Sorocaba expansiva,
em prol do esporte e do labor...
Salve a chama sempre viva,
que me inspira, minha lira
de torcedor!
Salve o afã beneditino,
nossa História, mais um hino,
meu imenso amor!
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