sábado, 10 de outubro de 2009

Profute Futebol Clube

O Profute Futebol Clube se encontra em uma região privilegiada para a prática do futebol, contemplando os municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito no Estado do Rio de Janeiro. Região notória formadora de jogadores conhecidos, desde Zizinho (Copa do Mundo de 1950), Bismarck (Copa do Mundo de 1990) à Alex (Chelsea) e Ibson (Flamengo). Atingem uma população estimada de 2.500.000 pessoas, com enorme potencial para revelar inúmeros talentos.

Estréia no Campeonato da Terceira Divisão de Profissionais em 2005. Na primeira fase se classifica em segundo lugar. Chega às quartas-de-final quando é eliminado.
Em 2006, é convidado a disputar a Segunda Divisão, se classificando na primeira fase.
Em 2007, a campanha é ruim e o clube é quase rebaixado, mas consegue permanecer através de uma espécie de requalificação ou torneio da morte, no qual fica em primeiro lugar.
A agremiação, antes sediada na capital do Rio de Janeiro se transfere para Tanguá.
Em 2008, não passa da primeira fase. Em 2009, continua a disputar o Campeonato Estadual da Segunda Divisão de Profissionais do Rio de Janeiro.
Utiliza-se atualmente para mando de seus jogos do Estádio Municipal de Itaboraí Alziro de Almeida, conhecido como Alzirão. Suas cores são verde, vermelho e branco.

O clube vem demonstrando ser uma nova opção no mercado de clubes formadores de jovens talentos, se destacando pelo seu profissionalismo e seriedade. O clube disputa atualmente o Campeonato Carioca da 2ª divisão do Rio de Janeiro nas categorias Profissional, Junior, Juvenil, Infantil, Mirim e Pré-mirim.



Estádio
Alziro de Almeida (Alzirão)
Capacidade 800


Site


http://www.profute.com.br/

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Grêmio Esportivo Laranjeiras

Surgiu em 15 de maio de 1980, por meio de um grupo de desportistas com o intuito de ingressar em jogos de veteranos existentes na época.Porém, em 1993 esse grupo percebeu que o clube poderia disputar campeonatos amadores, filiando-se à Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES). Entre os anos de 2001 a 2003, a equipe de várzea começou a se preparar no futebol amador do Estado. De 2004 a 2007, a equipe que leva o nome de Laranjeiras iniciou as participações em campeonatos da 2º divisão. Em 2008 o GEL se classificou para competir pelos jogos da 1º divisão da elite do futebol capixaba.Neste ano o Gel deu continuidade à sua participação no Capixabão 2009, mas atualmente, por causa de uma irregularidade, encontra-se sub-júdice a sua permanência na Primeira Divisão. O processo foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva e o clube obteve o ganho da causa. Porém o mesmo TJD reuniu-se e fez com que o Gel perdesse 6 pontos. O presidente Hozano Pires informou que recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, localizado no Rio de Janeiro. “Aguardamos resultado positivo. Caso o Gel ganhe, o clube irá somar 20 pontos conquistados no campeonato e, com isso, o time permanecerá na 1ª divisão”.

Estádio


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Esporte Clube Siderúrgica

Fundado no dia 31 de maio de 1930, por iniciativa de funcionários da Usina Siderúrgica Belgo-Mineira, o Esporte Clube Siderúrgica foi um exemplo de responsabilidade social em seu tempo, pois oferecia, através da Belgo Mineira, uma garantia de aprendizado de uma outra profissão, com a possibilidade, quando encerrava-se a carreira futebolística, do jogador trabalhar no ramo siderúrgico.A primeira partida do clube aconteceu em 17 de agosto de 1930, no campo do Alves Nogueira Foot Ball Club, atual PRAESA, quando o Siderúrgica perdeu para o rival, mais antigo e participante dos campeonatos mineiros de então. O primeiro presidente foi Felicio Roberto e o primeiro campo de futebol foi construído com o patrocínio da Belgo, em terreno doado pelo Recreio Club Siderúrgica. O famoso estádio da Praia do Ó foi palco de memoráveis embates da simpática “Tartaruga”.Em 1931, filiou-se a Liga Mineira de Desportos Terrestres e disputou seu primeiro torneio oficial, conquistando o título de Campeão da 2ª Divisão de Amadores. Em 1933, fez sua primeira partida como profissional, vencendo o Palestra Itália, atual Cruzeiro, pelo placar de 2 a 1.Em 1937 conquistou o título estadual em cima do Villa Nova, vencendo um jogo desempate. Carazo, ex-Palestra (Cruzeiro), perdeu um pênalti que poderia ter mudado o curso da histórica decisão, segundo os torcedores do Villa. O Siderúrgica teve ainda o artilheiro da competição, Arlindo, com 10 gols. Após belas participações nas décadas seguintes, quando conquistou quatro vice-campeonatos e dezenas de vitórias contra os rivais de Belo Horizonte, o clube conseguiu o título mineiro de 1964.




O título de 1964


Em 13 de dezembro de 1964, a Tartaruga, animal escolhido pelo cartunista Mangabeira para simbolizar o time de Sabará, protagonizou o capítulo final de uma fase romântica no futebol mineiro, ao conquistar o último título estadual antes da inauguração do Mineirão. No Estádio Otacílio Negrão de Lima, a Alameda (hoje, um supermercado), o time comandado por Dorival Knipell, o Yustrich, venceu o anfitrião América por 3 a 1 e deu início à festa na cidade histórica, dsitante apenas 25 km de Belo Horizonte. O time campeão formou com Djair, Geraldinho, Chiquito, Ze Luiz e Dawson Laviolla; Edson e Paulista; Ernani, Silvestre, Noventa (Aldeir) e Tião Cavadinha. Ninguém sabia então, mas esse foi o canto de cisne do clube sabarense.


Na heróica campanha da Tartagura em 64, houve apenas uma derrota, por 1 a 0, para o Cruzeiro, no Barro Preto, com um gol de Tostão (então com apenas 17 anos), contestado pelos jogadores e dirigentes do Siderúrgica, pois o jovem craque celeste estaria impedido.




Em 1965, já na era Mineirão, o Siderúrgica conseguiu a terceira colocação no Estadual, atrás de Cruzeiro e América e à frente do Atlético Mineiro, utilizando a mesma base que conquistara o título de 64. Aliás, como campeão mineiro em 1964, coube ao Siderúrgica a honra de representar Minas Gerais na Taça Brasil de 1965, disputando o primeiro jogo oficial da história do recém inaugurado Mineirão. No dia 29 de setembro de 1965, 24 dias após a inauguração do estádio, o Siderúrgica recebeu o Atlético-GO, no estádio da Pampulha, no jogo de volta da decisão da Zona Centro e venceu por 3 a 1, seguindo adiante na competição, quando perdeu para o Grêmio.




Mas já em 1966, em penúltimo lugar no campeonato mineiro, acompanhou o lanterna Renascença, da capital, no rebaixamento e em 1967, com o fim do apoio financeiro da Belgo-Mineira, o clube extinguiu o seu departamento de futebol profissional. Foi o mesmo triste caminho de outros tradicionais times da época, como Metalusina (Barão de Cocais), Asas (Lagoa Santa), Meridional (Conselheiro Lafaiete) e Bela Vista (Sete Lagoas).


Depois de 26 anos desativado, voltou a disputar, em 1993 e 1997, o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, mas sem o mesmo sucesso do passado.




Títulos



Campeonato Mineiro: 1937 e 19644

Torneio Início: 1942, 1951, 1956 e 1965

Taça Brasil Central: 1965.



Estádio

Praia do Ó


Nome Oficial: Estádio Eli Seabra Filho

Capacidade: 3.000 pessoas

Endereço: Rua da Ponte, s/n - Sabará-MG

Inauguração: 26/08/1934



MASCOTE
O Esporte Clube Siderúrgica tem como mascote uma Tartaruga, criação do cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, por encomenda do jornal 'Folha de Minas, em 1943

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Ipiranga de Aliança Esporte Clube

Depois de cinco titulos estaduais 1996/97/98/99/2005 e um vice em 2006, no campeonato amador, a equipe da cidade de Aliança do Tocantins faz em 2007 a estreia no Campeonato Estadual de Profissionais. Por questões burocráticas, o Aliança Esporte Clube, estará com novo nome no certame. A equipe foi inscrita como Ipiranga de Aliança, time que também contribuiu para o sucesso do futebol Aliancense. A profissionalização da equipe e a confirmação no campeonato só foi possível graças ao apoio da Prefeitura e Câmara Municipal, que oficializaram a parceria.
No ano de 2009, o Ipiranga desistiu de participar do campeonato. Conforme prevê o regulamento da competição, fica estabelecido que todas as partidas, realizadas ou não pelo clube, ficam com o placar de 3x0 para o adversário.


Títulos

5 Campeonatos Tocantinense Amador: 1996, 1997, 1998, 1999 e 2005

Estádio

Ipirangão
Nome Oficial: Estádio Vanderlei Afonso da Silva
Capacidade: 5.000 pessoas

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Barra Mansa Futebol Clube

O Barra Mansa Futebol Clube, fundado em 1908, foi o primeiro clube do Brasil a se profissionalizar, em 1911 , segundo alguns historiadores, sendo considerado pioneiro no País.
Ainda em 1908, o clube atendia por outro nome: Barramansense. Pouco mais tarde, atraiu a atenção do rico empresário sírio Espiridião Geraidini, que não mediu esforços para formar times de ponta. Pelos quadros do Leão do Sul passou gente como o filho ilustre da cidade Jair da Rosa Pinto, na época conhecido como Jajá de Barra Mansa, um dos mitos do futebol que brilhou na Vasco, na Seleção de 50 e em 56, ao lado de Dorval, Pelé e Pepe, marcou época no Santos, formando um ataque infernal.O período de profissionalização do Barra Mansa se manteve até a década de 60. A partir daí, o clube passou a participar de torneios amadores e, em raríssimas vezes, montou times profissionais mas que acabaram desfeitos. “ Somente em 1915, no dia 10 de outubro, é que o Barra Mansa passou a adotar o nome atual.
Amistoso contra o Atlhetic
Em dezembro de 1915, dois meses após ser denominado Barra Mansa, o Leão do Sul recebeu em casa o Atlhetic, do Rio Janeiro, para uma partida amistosa. Toda a movimentação do jogo foi descrita no extinto jornal local, Cartão Postal. O resultado frustrou aos torcedores, pois os visitantes venceram por 3 a 2, num confronto muito disputado, realizado sob temporal.
Nas décadas de 20 e 60, o clube era tido como um furacão nos gramados, ou como um verdadeiro Leão do Sul, que amedrontava os adversário. Nesse período, o Barra Mansa conquistou vários títulos, entre os quais, destacam-se o de campeão fluminense de 1953 e o de super-campeão fluminese também de 1953, organizados pela extinta Federação Fluminense de Desporto.
Nos anos 70 e 80, o clube passou totalmente em branco, mas foi na década de 90 que o Leão do Sul voltou a rugir. Em 1995, o Barra Mansa foi campeão do Módulo Intermediário do Campeonato Carioca. O regulamento do torneio previa que o campeão e o vice subissem para a elite do Futebol Carioca, mas por arbitrariedade da FERJ tal façanha não foi permitida.
Em 2008, o Barra Mansa Futebol Clube retorna oficialmente às atividades. Com a ajuda de empresários e políticos, o clube disputa a 3ª Divisão do Campeonato Carioca para que, no ano do seu centenário, retorne às glórias de velhos tempos.



Títulos


Campeonato Fluminense de Futebol: 2 vezes - 1953 e 1953 (Supercampeonato).
Campeonato Carioca (Grupo B da 1ª Divisão)*: 1995.
Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1953.


Mascote: Leão
Uniforme: Camisa azul com detalhes brancos, calção branco e meia azul

Estádio


Prefeito Ismael de Souza (Leão do Sul) - Capacidade 5000


Site

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

União Desportiva Messejana

A União Desportiva Messejana - UDM, como o nome já diz União dos Desportistas de Messejana - bairro da cidade Fortaleza-CE -, foi uma iniciativa partida de um sonho, onde vendo-se a força do futebol em nossa comunidade, notou-se a necessidade da criação de uma equipe que podesse representar, e mostrar a todo o estado, valores individuais até então passado despercebido, que é o grande número de atletas com potencial suficiente para suprir as necessidades de equipes de maior representação no futebol local, que defendem o 'investimento nas categorias de base' - na teoria - e que nunca colocaram em pratica esta que sem dúvida nenhuma é a grande salvação para o futebol de nosso estado.
Por sermos uma equipe de bairro, as dificuldades são enormes, a começar pela parte financeira. Para se montar uma equipe sem a condição financeira necessária é muito dificil, e nossa comunidade, apesar da grande paixão pelo esporte, e com sacrificio, ainda assim achavam uma maneira de, alguma forma, está participando junto com a equipe. Esta atitude e colaboração é que nos deixa felizes, cientes de que é do primeiro degrau que se começa uma escalada vitoriosa. A principio pode se dizer que ainda estamos ingatiando. Trës competições pode ainda ser considerado aceitável os resultados conseguidos. No primeiro ano começamos duas semanas antes do inicicio da competição. No segundo começamos com um mës de antecedëncia. Já no terceiro, devido a indecisões internas, começamos no limite e nem por isso deixamos de cumprir - com sacrificio - a nossa participação como filiados a Federação Cearense de Futebol-FCF. O importante é que a cada ano aprende-se algo, e melhora-se no aperfeiçoamento, hora na parte interna, hora no futebol especificamente, para com isso tirar um melhor aproveitamento, até que se encontre o equilibrio necessário para o bom funcionamento em um todo.
Nós da UDM, começamos colocar em prática a iniciação - não de garotos muitos jovens - mas com atletas de equipes que participavam dos muitos campeonatos de nossa comunidade. E pensando neles, trabalhamos junto a Federação Cearense de Futebol - FCF, filiamos a equipe, abrimos conversações com representantes e/ou responsáveis pelas equipes, criamos um campeonato de onde tiraria-mos nossos atletas, e fizemos nossa primeira participação no Campeonato Cearense de Futebol Terceira Divisão 2005.
Fizemos parte do 'GRUPO A' daquela competição juntamente com ( Santana-Jaguaruana-CE, Aracati, Eusébio, Caucaia, Morada Nova e Calouros ). Terminamos a primeira fase como primeiro colocado, com uma campanha que chamou atenção logo de inicio, devido a idade média de nossa equipe, onde havia na relação do jogo três a quatro jogadores entre 17 (dezessete) e 18 (dezoito) anos, média mantida em toda a competição -. Marcamos 24 (vinte e quatro) pontos, com 07 (sete) vitórias, 01 (um) empate, 02 (duas) derrotas, 18 (dezoito) gols pró, 12 (doze) gols contra e um saldo positivo de 06 (seis) gols. Ao final terminamos na quarta colocação geral. Dai por diante, nossa equipe começou a ser notada, o futebol da grande Messejana ficou bem mais visto, e os campeonatos nos bairros mais bem disputados.
Dado o primeiro passo - vamos chamar assim -, juntamente com a fundação de nossa equipe, fundamos tambem a SUPER LIGA MESSEJANA DE DESPORTOS, onde, alem do futebol, formariamos tambem com outras modalidades esportivas, uma maior interação do esporte em nossa região. Dai formamos sua diretoria, onde no ano seguinte, organizou-se. Filiou as equipes até então desgarradas. Juntou a força das grandes equipes da região, e hoje é um dos campeonatos de suburbio mais bem visto por toda a cidade, bem como com grande perspectiva de um fortalecimento maior nos anos de 2008 / 2009.
No ano 2006, fizemos parte do 'GRUPO D' juntamente com (Caucaia, Terra e Mar e América) e vendo o desempenho anterior, mudamos um pouco a politica, invertendo - mais experiencia, menos juventude. Fizemos uma campanha razoavel, participando somente da primeira fase, marcamos 09 (nove) pontos, em 06 (seis) jogos, 02 (duas) vitórias, 03 (tres) empates, 01 (uma) derrota, 14 (quatorze) gols pró, 08 (oito) gols contra e um saldo de 06 (seis) gols. Apesar do baixo número de derrotas, nos despidimos do campeonato em terceiro de um grupo que classificavam-se dois.
No ano de 2007 formamos o grupo com (Terra e Mar, Calouros e América). Marcamos 18 (dezoito) pontos sendo: 04 (quatro) vitórias, 08 (oito) derrotas, 06 (seis) empates, 16 (dezesseis) gols pró, 23 (vinte e tres) gols contra. Uma campanha considerada abaixo das expectativas no Campeonato Cearense, devido a uma maior participação e 'apoio', onde apesar das dificuldades - até viagem em tres carros particulares com o número necessário de atletas para um jogo em Barbalha-CE, distante 500 Km da capital aconteceu - cumprimos nosso papel. Mas neste ano, começamos tudo as pressas, tudo foi muito adiado, e quando demos conta, já estavamos batendo o primeiro centro de campo.
Agora em 2008, abrimos um leque maior em nossaas categorias de futebol. Já temos o Futebol Feminino, de onde já saiu uma jogadora, que integra a Seleção Brasileira sub-20 - ver reportagem pagina inicial -, tivemos a primeira experiencia no Campeonato Cearense da categoria, ficamos de fora por saldo de gols - 15 a 17. Já começamos trabalhar a equipe para o Campeonato Cearense sub-15 e sub-17. Destas categorias, faremos a base para o Campeonato Cearense de 2008 Terceira Divisão. Enfim, espectativa de um grande ano, mantendo sempre o pé no chão e acreditando sempre no potencial dos atletas de nossa comunidade, pois é com eles - em sua maioria - que faremos uma União Desportiva Messejana - UDM forte, e com uma base de sustentação (alicerce) de perspectivas duradoura, tendo em vista a sempre média de idade a qual começa-se o trabalho, apostando sempre nos valores que brotam aqui do nosso lado, e que ao contrário da maioria das equipes, não deixaremos escapar e, nem de apostar nesses garotos.

Atualmente, o Messejana disputa a Terceira Divisão do futebol cearense. Em 2009 , foi um ano para esquecer. Com apenas uma vitória em toda a competição, a U.D.M. faz sua pior participação no campeonato Cearense de futebol terceira divisão em toda a sua existencia, e agora espera 2010 para tentar alcançar melhor desempenho e ascenção a segundona Cearense.


Estádio


Murilão
Capacidade 3.000


Site


domingo, 4 de outubro de 2009

União Esportiva

Foi fundado no dia 15 de agosto de 1906, na Praça Justo Chermont, onde funcionava a Associação Recreativa “Ernesto Matoso”. Naquele período no estado do Pará existiam somente a Associação Desportiva Recreativa e Beneficente e o Esporte Clube do Pará. Foi o primeiro vencedor do campeonato estadual de futebol em 1908 e também o primeiro bicampeão consecutivo em 1908 e 1910, no ano de 1909 não houve disputa. Também conquistou o Torneio Província do Pará e a Taça O Estado do Pará, além do Torneio Início de 1924 e 1927. O clube deixou de existir no ano de 1967, ao entrar numa grave crise financeira.

O clube sempre se fez presente nas disputas do campeonato Paraense, até os idos da década de 60, quando sucumbiu e fechou as suas portas.Seu maior astro foi Euclides Pessoa do nascimento o famoso “Marituba”.

Em 2008 o União Esportiva disputou a Copa do Centenário do Campeonato Paraense representado pelo Clube Municipal Ananindeua, terminando a disputa em segundo lugar, perdendo no saldo de gols para a Tuna Luso.


Títulos

sábado, 3 de outubro de 2009

Sport Club Rio Grande

No dia 19 de Julho de 1900, junto a um grupo singular de senhores, composto por sobrenomes alemães, ingleses e portugueses, e com o apoio imprescindível de Arthur Lawson, Minnemann concretizou seu sonho, e fundou o Sport Club Rio Grande, o clube de futebol mais antigo do país.
Junto à euforia da novidade, toda uma estrutura foi montada, a fim de popularizar o esporte.
Os primeiros jogos aconteceram a partir do embate entre os próprios sócios, divididos em quadros, o Quadro B e o Quadro A.
A partir de infindáveis reuniões, foi-se aos poucos definindo as cores do clube (uma homenagem ao Rio Grande do Sul,estado que acolhia tantos estrangeiros), a captação de recursos, os jogos de exibição, entre outras decisões práticas.
Em 1911, erguia-se o primeiro Pavilhão, no Estádio das Oliveiras, palco dos belos jogos e de vitórias significativas. O Estádio foi construído com a colaboração dos sócios e com o apoio de toda a sociedade rio-grandina. O fogo que destruiu o Pavilhão em 1934 não destruiu o sonho. Pelo contrário, foi um impulso para a melhoria das condições físicas do clube. No mesmo local, um novo Pavilhão, agora de material, passou a abrigar os torcedores, que desde o início apoiavam e lotavam o Estádio para assistir as exibições do Tricolor rio-grandino.
Dentre as conquistas significativas, cabe ressaltar a Taça Centenário da Independência, conquistada em 1922, a conquista do Campeonato Gaúcho de 1936 e dos vice-campeonatos estaduais em 1941 e 1951, todos esses motivos de orgulho para o Sport Club Rio Grande.

Em 1936, em Porto Alegre, o S.C. Rio Grande levantou o título de Campeão Estadual de Futebol do Rio Grande do Sul, abatendo o Vitoriense de Santa Vitória do Palmar, o Farroupilha de Pelotas, o Novo Hamburgo (da cidade de mesmo nome) e, finalmente, o Internacional de Porto Alegre, campeão porto-alegrense. O título veio em melhor de duas contra o Internacional.
O time do Rio Grande que levantou o Campeonato Estadual de 1936 estava assim constituído: Ernestinho, Darinho, Paulinho, Pesce, Fruto, Juvêncio, Sanguinha, Cazuza, Curruíra, Munheco, Chinês, Tocco, Marzol e Roberto; e esteve confiado à seguinte comissão técnica: presidente, dr. Oswaldo Miller Barlem; secretário-tesoureiro, Oscar Lema Garcia; técnico, Comte. Gustavo Cramer Filho.


Nesse mais de um século, o clube enfrentou todas as mazelas e glórias que se enfrenta numa caminhada longa. Criou ídolos, mudou conceitos, foi e é parte da vida de várias gerações de pessoas. O resgate e a manutenção dessa memória fazem parte do trabalho do Memorial. Nossa preocupação é manter vivo o espírito daqueles pioneiros que acreditaram num sonho e se dedicaram na construção de uma realidade que viria a tomar conta do país: o futebol.


Em 2000, como homenagem ao centenário do clube, o Rio Grande foi convidado pela Federação Gaúcha de Futebol para participar da 1ª divisão do Gaúchão. Esse campeonato recebeu o nome de "Copa Sport Club Rio Grande - Um Século de Futebol".
Jogou a 1ª fase no Grupo 1, junto com Esportivo, Caxias, São José-POA, Veranópolis, Pelotas e Inter-SM. Acabou em 5º, com 12 pontos em 12 jogos. Pela campanha, não seria rebaixado, mas voltou para Segunda Divisão por ter sido apenas convidado. Naquele mesmo ano, acabou também jogando a Segunda Divisão (pois essa começou meses depois), fazendo uma péssima campanha.
Além do convite para disputar o Gaúchão, o Rio Grande realizou um jogo festivo para comemorar os 100 anos, recebendo no Estádio Colosso do Trevo (do rival Rio-Grandense) o Fluminense, do Rio de Janeiro.


O Sport Club Rio Grande é o clube de futebol mais antigo ainda em atividade no Brasil. Está localizado na cidade do Rio Grande no Estado do Rio Grande do Sul. Foi fundado 23 dias antes da Ponte Preta (fundada em 11 de agosto de 1900). O Flamengo, o Botafogo, o Vasco da Gama e o Vitória, que são anteriores a 1900, não nasceram como clubes de futebol. Em homenagem ao clube, o dia 19 de julho foi escolhido pela CBF como o "Dia do Futebol".

O Rio Grande temdois rivais em sua cidade, o São Paulo (clássico Rio-Rita) e o Rio-Grandense (clássico Rio-Rio).
Atualmente, disputa a Segunda Divisão Gaúcha.


Títulos


Campeonato Gaúcho: 1936.
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 1962.


Estádio

Estádio Arthur Lawson


Possui capacidade para 3.000 pessoas e fica dentro de um complexo esportivo, nos arredores de Rio Grande. Foi construído após o clube ter deixado seu estádio no Centro da Cidade, que ficava ao lado do antigo campo do rival Rio Grandense.
Público Recorde 3.700 - Campeonato Estadual da Segunda Divisão 2008


Hino
Letra de: WAlTER ROBINSONMúsica de: MADIR BRITTO NEVES



RIO GRANDE -- O teu nome é um hino, que milhões de gargantas entôam e daqui deste recanto Sulino, no Brasil seus acórdes ecôam.
Teu passado é brilhante e reluz, em confronto não teme igualdade, e, por isso, és um facho de luz, entre os Clubes da nossa cidade!
Quantas vezes, teu quadro, o mais forte em pelejas de grande emoção, consagrou-se, por fim, no Esporte, o egrégio e viril campeão!
Tuas vitórias perenes estão na memória dos teus torcedores, e daqui por diante serão mais fulgentes nos seus resplendores.
Glorioso é o teu pavilhão com seu verde, encarnado e amarelo, sendo um símbolo de tradição, entre outros tremula mais belo!
Veterano do esporte bretão tens o palma de ser pioneiro, e nas côres do teu pavilhão, vive na alma do povo "Pampeiro"
De passado e presente glorioso, o teu nome fulgura e se expande, porque és o mais velho e garboso, do Brasil e do nosso "Rio Grande".
Glorioso é o teu pavilhão, com seu verde, encarnado e amarelo, sendo um símbolo de tradição, entre outros tremula mais belo!


Site


http://www.sportclubriogrande.com.br/

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Botafogo de Futebol e Regatas

Um grupo de jovens do bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, já pensava em fundar um clube de futebol desde o surgimento do Fluminense Football Club, em 1902. Então, em uma reunião em um casarão no bairro do Humaitá, no dia 12 de agosto de 1904, foi criado o Eletro Club. Porém, devido a uma sugestão de Dona Chiquitota, avó de um dos fundadores, a instituição mudou de nome, tornando-se Botafogo Football Club.

O primeiro jogo da história do Botafogo foi realizado em 2 de outubro de 1904 contra o Football and Athletic Club. Esta foi também a primeira vitória do recém-fundado clube alvinegro. Eles venceram por 3 a 0. Pouco depois, a agremiação foi um dos membros fundadores do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro.
Em 1907, o Botafogo terminou o Campeonato Estadual empatado em primeiro com o Fluminense. O Botafogo teria de enfrentar o Internacional, lanterna da competição, na última rodada. Porém, o Internacional não compareceu ao jogo e o Botafogo venceu o jogo por W.O., mas não teve gols acrescentados na tabela.

Enquanto isso, o Fluminense venceu o Paissandu por 2 a 0 e empatou na classificação final do campeonato com o alvinegro. Prejudicado por não ter a oportunidade de marcar gols na última partida, o Botafogo pediu um jogo extra. O Fluminense, alegando que o regulamento previa que em caso de empate entre duas agremiações a decisão seria pelo saldo de gols, negou-se a realizar a partida extra. Como tinha melhor saldo, o Fluminense reivindicou o título. O regulamento da competição não especificava nenhum critério de desempate além do número de pontos, ficando o

Muito tempo depois, em 1989, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro declarou o Botafogo campeão, aceitando as alegações desse clube de que não havia um regulamento, mas sim, um estatuto que não fazia referência a decisão do título por saldo de gols.

Não satisfeito com a decisão, o Fluminense recorreu ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva da Confederação Brasileira de Futebol que quase 100 anos após, em 1996, finalmente decidiu declarar o Fluminense e o alvinegro, campeões cariocas de 1907.

O Botafogo foi o vice-campeão dos dois anos seguintes, conseguindo finalmente seu primeiro título incontestável em 1910. Nesta época ganhou o apelido de "Glorioso", que dura até os dias atuais. Devido a problemas administrativos, o Botafogo se desligou da LMSA (Liga Metropolitana de Sports Athleticos) e se filiou à AFRJ (Associação de Football do Rio de Janeiro). Isso significa que o time alvinegro disputou um estadual à parte, sem a presença de rivais tradicionais como Fluminense e Flamengo. Em 1912, foi campeão desta liga. Hoje, as duas competições são consideradas como Campeonatos Estaduais e o título é dividido. Em 1912, por exemplo, Paissandu e Botafogo foram campeões estaduais.


Logo no ano seguinte, o Botafogo voltou à LMSA e foi vice-campeão. Viveu um período longo sem títulos, o primeiro grande jejum da história do clube. O próximo campeonato só veio em 1930. Esta década foi mais um período de sucesso para os alvinegros. Em 1932, foi campeão estadual. Então, o futebol do Rio de Janeiro se profissionalizou e criou a Liga Carioca de Futebol.

O Botafogo não concordou com esta mudança e seguiu participando de um campeonato paralelo, que não contava com seus principais rivais (Flamengo, Fluminense e Vasco). Ainda assim, aquela equipe conseguiu uma das séries mais expressivas da história do clube, sendo tetracampeã estadual em 1932, 1933, 1934 e 1935. Destes títulos, o único que não é dividido com algum adversário é o de 1932.

No dia 8 de dezembro de 1942, o Botafogo Football Club se fundiu com o Clube de Regatas Botafogo, se tornando o Botafogo de Futebol e Regatas. Com isso, mudanças no uniforme também foram feitas. Para começar, o escudo do clube passou a ser apenas a Estrela Solitária, em vez das iniciais B.F.C. com letras entrelaçadas.

Com o novo nome, o Botafogo foi vice-campeão estadual quatro vezes em 1944, 1945, 1946 e 1947. Depois dos segundos lugares em seqüência, o clube finalmente conseguiu um título em 1948, em uma vitória memorável sobre o Vasco, que na época tinha um dos melhores times de sua história, conhecido como Expresso da Vitória. Depois disso, ficou mais nove anos sem vencer o Campeonato Estadual.

As décadas de 1950 e 1960 foram a melhor época da história do Botafogo. Para começar, em 1957, o clube interrompeu o jejum de títulos com uma vitória espetacular sobre o Fluminense na final do Campeonato Estadual, por 6 a 2. Esta é a maior goleada da história das finais da competição. O herói foi Paulinho Valentim, que marcou cinco dos seis gols alvinegros.

Naquela decisão, craques como Garrincha e Nilton Santos já eram jogadores do Botafogo. Estes dois e Didi foram para a Copa do Mundo de 1958, onde ganharam o primeiro título mundial da história da seleção brasileira. No Estadual de 1961, os alvinegros mais uma vez não deram chances para os adversários e foram campeões. No ano seguinte, venceram o Rio-São Paulo pela primeira vez.

Em 1964 e 1966, o time alvinegro voltou a vencer o Rio-São Paulo, mas em ambas as vezes o título foi dividido, na primeira com o Santos e na segunda com Santos, Vasco e Corinthians. Em 1967 e 1968, o clube foi bicampeão estadual. Em 1968, também se sagrou campeão da Taça Brasil, sendo a primeira agremiação do Rio de Janeiro a ganhar um título nacional. Nesta época, craques como Paulo César Caju, Gérson e Jairzinho atuavam no time.

Este foi o último ano de glória do Botafogo em um longo tempo. Em 1971, por exemplo, o clube chegou à final do Campeonato Estadual contra o Fluminense. Com um gol de Lula aos 42 minutos do segundo tempo, a equipe perdeu a decisão. Voltou a chegar perto de uma taça no Brasileirão de 1971, mas perdeu duas vezes para o Atlético-MG no quadrangular final e ficou em terceiro.

No dia 15 de novembro de 1972, um dos momentos marcantes positivamente para o Botafogo. Esta data é o dia do aniversário do Flamengo, um dos maiores rivais do clube alvinegro. E foi exatamente neste dia que os botafoguenses derrotaram os rubro-negros por 6 a 0.

Outra marca positiva foi a maior seqüência sem ser derrotado na história do futebol brasileiro, quando ficou 52 jogos sem perder entre 1977 e 1978. O clube chegou a fazer boas campanhas no Campeonato Brasileiro na década de 1980, mas nunca levantou a taça. Foi com o título estadual de 1989 que o jejum de 21 anos foi quebrado, com um gol de Maurício na final contra o Flamengo de Zico.

Em 1990, o Botafogo sagrou-se bicampeão estadual. Dois anos depois, chegou na final do Brasileirão contra o Flamengo. Acabou vice-campeão. O confronto foi marcado por um grave acidente no segundo jogo da final. Parte da arquibancada do Maracanã cedeu e dezenas de torcedores caíram na geral. Três flamenguistas morreram. De positivo, o vice-campeonato deu ao time alvinegro uma vaga na Copa Conmebol do ano seguinte, que acabou vencendo.

Em 1995, o Botafogo finalmente conseguiu conquistar o Campeonato Brasileiro. Comandado pelo ídolo Túlio e por jogadores como Donizete, Gonçalves e Sérgio Manoel, a equipe derrotou o Santos na final. Túlio foi o artilheiro da competição. Dois anos depois, Dimba marcou na final contra o Vasco e deu ao Botafogo mais um título estadual.

Em 1998, mais um título do Rio-São Paulo, conquistado em final contra o São Paulo. No ano seguinte, uma das maiores decepções da história do clube alvinegro. O Botafogo chegou até a final da Copa do Brasil contra o Juventude. Perdeu a primeira partida por 2 a 1 e só precisava de uma vitória por 1 a 0 no Maracanã para ser campeão. O público de 101.581 torcedores viu o empate por 0 a 0 e o vice-campeonato alvinegro.

Depois disso, o Botafogo passou anos fazendo péssimas campanhas no Brasileiro e no Estadual. Em 1999, o clube terminou a competição nacional na zona de rebaixamento, mas entrou na Justiça contra o São Paulo, alegando que o clube paulista tinha escalado irregularmente um atleta em jogo contra o Alvinegro, Sandro Hiroshi. O Botafogo ganhou os pontos no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e saiu da zona de rebaixamento, colocando o Gama na segundona.

A equipe do Distrito Federal não aceitou a decisão e entrou na Justiça Comum contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). O Gama ganhou a causa e o direito de disputar a primeira divisão. A CBF não cedeu e se recusou a organizar um campeonato com a equipe alviverde na elite. O Clube dos Treze, então, criou a Copa João Havelange, trazendo clubes como Fluminense e Bahia da segunda divisão para a primeira e impedindo o rebaixamento do Botafogo.

Em 2002, o que a torcida alvinegra temia desde 1999 aconteceu. Com uma campanha muito ruim no Campeonato Brasileiro daquele ano, terminou rebaixado para a segunda divisão. Disputou a competição em 2003 e conseguiu o acesso sendo vice-campeão, ficando atrás apenas do Palmeiras.

No seu primeiro ano de volta à elite, o Botafogo lutou novamente contra o rebaixamento, mas se salvou. A diretoria do clube começou a investir na estabilização das dívidas e no pagamento em dia dos salários dos atletas. Em 2006, finalmente veio o primeiro título em sete anos. Com duas vitórias sobre o Madureira na final do Estadual, o Botafogo foi campeão.

O ano de 2007 foi de decepção para os alvinegros. O clube disputou com boas condições de vencer todos os campeonatos em que entrou, mas não ganhou nenhum. Favorito para o título estadual e da Copa do Brasil, viu ambos serem vencidos por rivais: o primeiro pelo Flamengo, que fez a final contra o próprio Botafogo, e o segundo pelo Fluminense. No Brasileirão, começou liderando, mas não conseguiu mais do que uma classificação para a Copa Sul-Americana.

Estádio: João Havelenge (Engenhão)

Títulos

Campeonato Brasileiro: 1995.
Taça Brasil:1968.
Torneio Rio-São Paulo: 1962, 1964, 1966 e 1998.
Copa Conmebol: 1993
Campeonato Estadual: 1907, 1910, 1912, 1930, 1932, 1933, 1934, 1935, 1948, 1957, 1961, 1962, 1967, 1968, 1989, 1990, 1997 e 2006

Hino

Botafogo, Botafogo
Campeão desde 1907*
És herói em cada jogo, Botafogo
Por isso que tu és
E hás de ser
Nosso imenso prazer
Tradições
Aos milhões tens também
Tu és o Glorioso
Não podes perder
Perder para ninguém

Em outros esportes Tua fibra está presente Honrando as cores Do Brasil de nossa gente Na estrada dos louros Um facho de luz Tua estrela solitária te conduz

*Originalmente, a letra dizia 1910. Quando o Botafogo ganhou o título de 1907 na Justiça, a letra foi alterada. O Estadual de 1907 é dividido com o rival Fluminense.

Mascote

A mascote oficial do Botafogo é o Manequinho. Uma réplica da estátua Manneken Pis, que se encontra em Bruxelas, na Bélgica, foi colocada no Rio de Janeiro em 1922. Quando o time alvinegro foi campeão estadual de 1957, torcedores vestiram a estátua com uma camisa do clube. Desde então, ele é considerado a mascote da equipe. Hoje, existe uma estátua desta localizada em frente à sede alvinegra, em General Severiano.

Site

www.botafogo.com.br/

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Esporte Clube Taubaté

O Esporte Clube Taubaté , foi fundado no dia primeiro de novembro de 1914, após a primeira assembléia realizada na residência do Dr. Francisco de Paula Pereira Barbosa, com a presença de 48 sócios. A assembléia que foi presidida pelo Dr. Gastão da Câmara Leal, que nessa mesma sessão foi eleito o primeiro presidente do Sport Club Taubaté e secretariada pelos Srnrs., Tito Barbosa e Ildefonso de Almeira, teve como agenda a leitura do termo de reunião da sessão prévia realizada em 25.10.1914, na qual foi escolhido para a sociedade que se fundava a denominação do Sport Club Taubaté.

O esporte evoluiu na cidade e em todo o País. Com isso, no dia 1º de novembro de 1914, o Esporte Clube Taubaté foi oficialmente fundado com o intuito de disputar competições organizadas, na época, pela Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA) e Liga Paulista de Futebol (LPF). A partida de estreia do novo clube, que escolheu o azul e branco como cores oficiais para representar o infinito do céu e o branco da paz, foi disputada no dia 25 de dezembro. Porém, a estreia não foi muito boa, com uma goleada por 6 a 1 para a Associação Atlética Palmeiras.

Apesar do revés no primeiro jogo, o clube não esmoreceu e cinco anos depois da fundação conquistou seu primeiro título, o de Campeão Amador Paulista de Esporte Atlético de 1919. O clube ainda conquistou o que é considerado o Campeonato do Interior em mais duas oportunidades, 1926 e 1942, antes de conquistar os dois títulos mais importantes de sua história.

Logo no segundo ano após a Federação Paulista de Futebol ter criado a Lei de Acesso, em 1954, o E.C.Taubaté conquistou o título da Primeira Divisão, como era chamada a Série A2 do Estadual. Neste ano, surgiu o apelido do clube de “Burro da Central”, dado pela imprensa devido ao fato de o clube ter escalado o jogador Alcino de forma irregular, na vitória por 6 a 3 sobre o Comercial.

Entretanto, a permanência na Divisão Especial (Série A1) durou apenas oito anos, quando foi rebaixado. A volta por cima só veio em 1979. Após passar um longo período fora da divisão principal, inclusive afastado das competições profissionais, a equipe retornou com força máxima e foi campeã da que era conhecida como Divisão Intermediária. Atualmente o clube supera uma crise deixada por admistrações anteriores. A administração Elindenberg Nascimento 2007-2008 não conseguiu reverter o caos deixado pela empresa Meca Sports, que saiu do comando do futebol no final de 2007, em cuja administração o time caiu da Série A2 do paulista para a A3, competição que disputou em 2008 e resultou em novo rebaixamento, agora para a série B, série que, em 2009, o E. C. Taubaté irá disputar.
Em 2009, sob a Presidencia de Sinival J. Inacio, que conseguiu agregar um grupo de abnegados empresários e amantes do E. C. Taubaté, o Clube começa a tomar outro rumo,com um projeto a longo prazo, que objetiva o retorno à Série A-1 do Campeonato Paulista em 2012, dois anos antes do Centenário do Clube.

Títulos

Campeonato Paulista do Interior: 3 vezes (1919, 1926 e 1942)
Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1954 e 1979)
Campeonato Paulista - Série A3: 2003


Hino
Letra e Interpretação: Santos Cursino e Augusto César Guará

"Nós somos a torcida alvi anil
O esporte é a nossa bandeira
Sentindo os chamados do Brasil
Estamos novamente na primeira

Nossa gente viril e capaz
De passar por todas as barreiras
O azul é o céu
O branco a paz
São as cores da nossa bandeira

A nossa bandeira que a torcida conduz
Tem em seu emblema nosso espírito de luz
No nosso alvi-azul a ordem é lutar
E de norte a sul vai a garra mostrar"

Mascote

O apelido ‘Burro da Central” tornou-se carinhoso com o passar do tempo, mas em 1954 quando surgiu o nome da mascote a torcida torceu o nariz para a história. Afinal, ninguém gosta de ser chamado de burro, ainda mais o Taubaté que em 1954 conquistou o título da Segunda Divisão do Futebol Paulista. O problema é que o clube teria utilizado, de forma irregular, o jogador Alcino, na partida vencida por 6 a 3 contra o Comercial, de Ribeirão Preto. A imprensa paulista não perdoou o suposto equívoco e passou a chamar o Taubaté de Burro da Central. Depois de muita briga na Justiça, o Taubaté manteve o título e aproveitou para consagrar o apelido que carrega até os dias de hoje.


Site
http://www.esporteclubetaubate.com.br


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Guarany Sport Club

O Guarany Sport Club foi fundado em 1914 por comerciantes e parte da Elite local com o objetivo de levar lazer e esporte aos comerciários.Praticamente foi fundador da Liga Sportiva Paranaense e disputou o primeiro campeonato da 2a divisão em 1915 ficando em 3º lugar, junto com o Operário S.C.. Iniciava a grande rivalidade dos clubes que perduraria até a década de 50 e 60, sempre com partidas equilibradas.
Em 1931, como campeão do interior o Guarany disputou o título paranaense com o Coritiba campeão da capital, em 3 de abril de 1932 em Curitiba, Coritiba 1 a 0 Guarany. O Coritiba campeão paranaense e Guarany vice-campeão paranaense de 1931.

Em 1954 o Guarany volta a participar da 1a divisão, iniciando uma serie de participações rivalizando com o Operário Ferroviário E.C..
Seu desempenho nos campeonatos estaduais foram quase sempre entre as melhores colocações:
1954 - 9ª colocação1955 - 4ª colocação1956 - vice campeão1957 - 4ª colocação1958 - 5ª colocação1959 - 4ª colocação1960 - 3ª colocação1961 - 6ª colocação (grupo da capital e região)1962 - 5ª colocação (grupo da capital e região)1963 - 9ª colocação (grupo da capital e região)1964 - 9ª colocação (grupo da capital e região)1965 - 9ª colocação (grupo da capital e região) ultima participação.
Em 1970, Guarany e Operário, uniram os departamentos de futebol, fundando a Associação Pontagrossense de Desportos que disputou em 1971, 1972 e 1973, desfazendo a união neste ano.
Hoje o Guarany Esporte Clube é um clube social e esportivo e mantém seu Estádio Joaquim de Paula Xavier, embora pequeno e antigo, em bom estado de conservação.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Esporte Clube Propriá

O Esporte Clube Propriá é o mais antigo clube dedicado ao futebol em Sergipe. Foi fundado em 1913, com o nome de Sergipe Futebol Clube, e mudou a denominação quando se filiou à LSEA (atual FSF). Mas o clube propriaense não teve uma permanência constante na primeira linha do futebol sergipano. Somente no final da década de 1940 é que comçou a participar do Campeonato do Interior, conseguindo apenas alguns títulos da “Zona Norte”. Inscreveu-se no primeiro certame profissional (1960) mas nunca conquistou um título estadual. Algumas vezes deixou de disputar o campeonato e, junto com o seu co-irmão, o América, atravessou um período de séria crise financeira, culminando com a fusão de ambos, formando, em 1991, o União, de Propriá, que, entretanto, teve vida breve.
Atualmente disputa a segunda divisão sergipana.




Estádio


Constantino Tavares


Capacidade: 5000 pessoas

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Instituto de Administração de Projetos Educacionais Futebol Clube

Nome: Instituto de Administração de Projetos Educacionais Futebol Clube
Fundação: 10 de agosto de 2008

Títulos
Campeonato Maranhense - 2ª Divisão: 2008

Estádio
Estádio Municipal Nhozinho Santos
Inauguração 01/10/1950
Capacidade Atual 21000


Hino


Salve, salve! Salve Iape!Verdadeiro campeãoTua juventude guerreira, IapeTem-te guardado no coraçãoSalve, salve! Salve Iape!Verdadeiro campeãoTua juventude guerreira, IapeTem-te guardado no coraçãoCanário da IlhaQue maravilhaVer o Iape em campoCom bravura a lutarTeu amarelo, azul e brancoQue orgulho me dáTua bandeira é um encantoUma luz a brilharIape! Iape! Iape!

domingo, 27 de setembro de 2009

Esporte Clube Taveirópolis

A faixa de terra que abrange hoje os quartéis da Base Aérea de Campo Grande, inclusive o Aeroporto Internacional, pertencia, na década de 30, ao fazendeiro Sebastião Taveira. Tendo a propriedade indenizada, o fazendeiro loteou o resto de suas terras, surgindo daí um lindo bairro que, numa justa homenagem à família Taveira, foi batizado com o nome de Taveirópolis.Em 1938, os rapazes do bairro, em busca de lazer, limparam um terreno baldio, utilizando machado, foice e enxada, em frente onde hoje é oEstádio Elias Gadia e o transformou no primeiro campo de futebol do lugar.
Foi assim que surgiu o Esporte Clube Taveirópolis, em 30 de julho de 1938. Os fundadores do clube foram Osmundo de Arruda (funcionário da EGL, órgão militar que fornecia gêneros alimentícios para a 9ª Região Militar), Tácito Garcia (taifeiro da Base Aérea), Israel Pinto da Silva (tenente do exército), Rubens Amarante (motorista da Base Aérea) e José Domingues, o Domingão, também taifeiro da Base Aérea. Todos jogavam no primeiro time formado.A primeira partida do Taveirópolis ocorreu em 1939, contra o Bandeirantes F.C., time de rapazes que moravam na Avenida Bandeirantes, onde hoje é a habitada Vila Jacy. Quem ganhasse a peleja levaria um enorme cacho de bananas (o troféu do jogo). No final, o placar apontou a vitória da equipe taveirense. Os ganhadores desfilaram com o famoso “troféu”, com os aplausos dos torcedores do bairro.

Da fundação até o ano de 1942, o time não tinha cores definidas. Com a chegada do militar Expedito Luciano da Silva, também jogador, o clube tomou novo impulso, passou a ter uma diretoria e logo se organizou para disputar e ser, anos depois, o melhor e mais popular quadro do campeonato de várzea de Campo Grande. Como a maioria dos jogadores era militar e advinda do interior paulista, mais precisamente de Piracicaba (SP), foram adotadas as cores do XV de Novembro daquela cidade, isto é, preto e branco, em listas largas verticais horizontais, calção e meios brancos.Expedito passou a ser a alma do time, como diretor, jogador, treinador e até roupeiro nas horas vagas. O futebol varzeano deve muito a esse pernambucano que chegou em Campo Grande em 1942.

Em 1944 seguiu como expedicionário para a Itália, quando os pracinhas campograndenses engrossaram as fileiras dos bravos soldados brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Terminada a guerra retornou para Campo Grande, jogando pelo Taveirópolis até o ano de 1956. Depois passou a ser técnico do clube da Vila Formosa, como era chamado o campinho do bairro Taveirópolis.A primeira diretoria oficial do Taveirópolis só foi organizada e eleita em 1956, com os seguintes membros: Sebastião Ribeiro de Oliveira (Presidente), Expedito Luciano da Silva (Tesoureiro), Antônio Paulo de Andrade (Secretário)e Mário Monteiro (Diretor de Esportes).O bairro inteiro torcia pelo time. A vitória era comemorada na Casa Taveirópolis, mercearia de propriedade do Sr. Inácio Taveira.

O E. C. Taveirópolis, desde a sua fundação até a chegada do profissionalismo, em 1972, no sul de Mato Grosso, nunca quis participar dos campeonatos organizados pela LEMC (Liga Esportiva Municipal de Campo Grande).Inúmeros títulos de campeão varzeano, troféus e medalhas foram acumulados através dos anos até a profissionalização da equipe, em 1979. A melhor campanha no Campeonato Estadual de Profissionais de Mato Grosso do Sul foi obtida no ano de 2003, quando ficou em terceiro lugar num certame para 14 clubes. Foram 12 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas; 21 gols a favor e 14 contra.Ainda disputou o campeonato de 2004, quando chegou na quarta colocação. Em sua última participação na primeira divisão do campeonato matogrossense, no dia 3 de julho de 2004, empatou com o Operário, de Campo Grande, em 2 x 2.Logo depois, o clube licenciou-se, por falta de apoio e patrocínio.Voltou a disputar uma competição em 2006, quando foi terceiro colocado no campeonato da Segunda Divisão. Seu último jogo aconteceu em 18 de junho de 2006, com vitória de 4 x 2 sobre a Pontaporanense.Deste ano, até hoje, não mais participou de nenhuma competição oficial, encerrando suas atividades por tempo indeterminado. As únicas atividades que ocorrem no momento são Escolinhas de Futebol para crianças e adolescentes.


Estádio

Elias Gadia - Capacidade 2.500


Fonte: Futebol, Uma Fantástica Paixão. A História do Futebol Campo-grandense, de Reginaldo Alves de Araújo.

sábado, 26 de setembro de 2009

Goiatuba Esporte Clube

Em 05 de maio de 1970, às 20:00 horas, um grupo de desportistas se reúne em uma sala no centro da cidade e resolve fundar um time de futebol profissional, o GOIATUBA ESPORTE CLUBE, nome escolhido entre as várias sugestões apresentadas em Assembléia.

Foi assim escolhido GOIATUBA ESPORTE CLUBE, uma referência ao nome da Cidade, adotando como mascote um pássaro "AZULÃO".
Antes de se tornar equipe profissional, formado apenas por jogadores da cidade, participou da inauguração do Estádio Divino Garcia Rosa, conhecido por "Divinão", empatando com o JK de Morrinhos, pelo placar de 2x2, no dia 30 de janeiro de 1970.
Jogou sua primeira partida como profissional vencendo o América de Morrinhos por 1x0.

A Federação goiana de futebol promoveu um torneio seletivo entre América de Morrinhos, Itumbiara Esporte Clube e GOIATUBA ESPORTE CLUBE, para que o campeão participasse do CAMPEONATO GOIANO DE FUTEBOL. O "azulão", como era conhecido, venceu o América nos dois jogos pelo placar de 2x0, venceu o Itumbiara em seu estádio por 1x0, fazendo 6 pontos, enquanto o Itumbiara venceu o América em seus dois jogos, perdendo em seu campo para o "azulão", fazendo 4 pontos. No último jogo, em Goiatuba, no "Divinão", o Goiatuba Esporte Clube precisava apenas do empate para sagrar-se campeão. O campo estava totalmente lotado, 10.000 pagantes, porém o Itumbiara Esporte Clube marca seu primeiro gol aos 28 minutos do 2º tempo e amplia para 2x0 aos 33 minutos finais. Com este resultado seria campeão na casa do "azulão". Neste momento, a torcida local começou a ir embora, enquanto a torcida do adversário comemorava. Porém, aos 43 minutos, através de Eduardo, o Goiatuba faz seu primeiro gol, e aos 45 minutos, através de Tino, empata em 2x2, sagrando-se campeão do seletivo, e ganhando o direito de disputar seu primeiro CAMPEONATO GOIANO DE FUTEBOL.


Com a equipe formada em 1990, reforçada neste ano, tendo um goleiro de renome nacional - MAROLA, ex-Santos, após 25 anos que uma equipe do interior do Estado não era campeã, conquistou o título máximo de CAMPEÃO GOIANO DE 1992. A campanha foi invejável do início ao fim, venceu todos os seis jogos da fase final, obtendo 100% dos pontos. Foi campeão com uma rodada de antecedência, jogando contra o VILA NOVA no Estádio SERRA DOURADA, ganhando por 2x0. Totalizou 57 pontos ganhos, marcou 69 gols. O centroavante Pirata marcou 16, seguido do zagueiro Bilzão com 14 gols. O técnico campeão foi ORLANDO PEREIRA, Presidente Reinaldo Coelho, Diretores: Laércio Fernandes e José Benjamim.
Em 1993, conquista o torneio seletivo para a Segunda Divisão Nacional. Disputa por vários anos o Campeonato Brasileiro da Série B até ser rebaixado em 1997.
Em 2006, com uma péssima trajetória, o azulão passou por derrotas lastimáveis e acabou terminando na penúltima colocação do campeonato e caindo para a 2ª Divisão do Campeonato Goiano.
Em 2008 o time terminou a 2ª Divisão do Campeonato Goiano em último lugar, após ser derrotado pelo placar de 6 a 0 para o Aparecidense, que decretou o primeiro rebaixamento da equipe para a 3ª Divisão do Campeonato Goiano.


Títulos


1984 - Campeão Goiano (Invicto) da 2ª Divisão do Campeonato Goiano.

1988 - Campeão do Seletivo, retornando para a 1ª Divisão do Campeonato Goiano.

1992 - CAMPEÃO GOIANO DE 1992.

1997 - Campeão Goiano da Série B (2ª Divisão).


Estádio


É utilizado pelo Goiatuba Esporte Clube, tem capacidade para 10.800 pessoas e pertence à Prefeitura Municipal.


Mascote: Pássaro "AZULÃO"


Site

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Grêmio Atlético Farroupilha


Fundado em 26 de abril de 1926 por militares que serviam no 9º Regimento de Infantaria do Exército Brasileiro, o Grêmio Atlético Farroupilha começou sua trajetória com o nome de Grêmio Atlético do 9º Regimento. O nome permaneceu até 1941, quando o então presidente Getúlio Vargas proibiu por decreto que as unidades militares emprestassem seus nomes à agremiações civis. Sendo assim, os dirigentes da época optaram por adotar o nome de "Farroupilha", em alusão ao maior título obtido pelo clube: o Campeonato Estadual de 1935. O Farroupilha tem grande bagagem esportiva. Desde sua fundação, vem disputando o campeonato estadual e também campeonatos da Liga de Futebol local, inclusive sendo tri-campeão invicto dos torneios da então Liga Pelotense de Desportos - em 1934, 1935 e 1936 - vencendo os co-irmãos Esporte Clube Pelotas e Grêmio Esportivo Brasil, além dos demais clubes que disputavam a competição na época. Ainda na mesma época, o Grêmio Atlético Farroupilha era destaque também em outros esportes, como o basquete (campeão citadino de 1936) e a esgrima (campeão estadual de 1935).

No ano de 1935, depois de vencer todos os adversários que o confrontaram, o Farroupilha foi à capital do Estado para disputar o Campeonato Estadual. Neste ano, a competição tinha acrescida a sua importância o título de "Campeão Farroupilha", em comemoração ao centenário da Revolução Farroupilha, momento mais importante da história do Rio Grande do Sul. Nas finais, o Grêmio Atlético Farroupilha tinha pela frente o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, em uma série de "melhor de três". Na primeira partida, 3 a 1 para o Grêmio. Sem se deixar abater, o Farroupilha fez um expressivo 3 a 0 no segundo confronto. Na partida final, o Farroupilha aplicou 2 a 1 na equipe da Capital, consagrando-se Campeão Estadual e trazendo para a cidade o título de "Campeão Farroupilha", que mais tarde originaria o seu nome. O título recebido é moralmente valorizado por um século. Sendo assim, o Grêmio Atlético Farroupilha ficou reconhecido como o Campeão de 35, Campeão Farroupilha e Campeão por 100 anos!
Em 2004, após 24 anos, retornou à divisão principal, mas acabou sendo rebaixado em 2006.

MASCOTE: Fantasminha
O Fantasminha virou mascote porque o Bairro do Fragata tem o cemitério São Francisco de Paula e o Farroupilha costumava dar bons sustos na dupla Gre-Nal.
ESTÁDIO: General Nicolau Fico
CAPACIDADE: 10.000 pessoas

Hino

Grêmio Atlético Farroupilha,
Teu passado glorioso,
Se assemelha à maravilha
Desse Estado portentoso,
Tua história que é tão bela,
Campeão de 35
Na senda dos esportes.
Esboça teu perfil,
Com um traço varonil.
Vamos lutar com ardor!
Teu futuro é promissor!
Farroupilha é no esporte
O mais bravo, o mais forte!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cuiabá Esporte Clube

Foi fundado em 10 de dezmbro de 2001 pelo ao ex-jogador Gaúcho que atuou pelo Flamengo.
Convidado pela federação mato-grossense a disputar a primeira divisão em 2003, conquista o título logo no primeiro ano, repetindo em 2004, sendo bi-campeão.

Por falta de recursos financeiros o clube não participará do Estadual em 2007 e 2008, e com isso abre mão de sua vaga. Vice-campeão do Mato-grossense da Segunda Divisão em 2009 volta à elite do futebol mato-grossense.
Títulos
Campeão Mato-grossense em 2003 e 2004
Estádio
Estádio José Fragelli - Verdão
Iniciado em 1973, e com capacidade prevista para 50 mil pessoas e projeto arquitetônico de Silvano Wendel, o Verdão foi motivo de duras críticas à administração de Fragelli. Orçado em Cr$ 1.200.000,00, moeda da época, a obra que foi iniciada no Governo José Fragelli, seria finalmente concluída em 1976, já na administração José Garcia Neto.
No dia 12 de março de 1975, a equipe do Fluminense e a Seleção de Cuiabá se enfrentaram na partida que comemorava a conclusão parcial das obras, quando na oportunidade a equipe de Cuiabá entrou para a história balançando pela primeira vez as redes do “Verdão”. No ano seguinte, 8 de abril, o estádio era finamente concluído com a presença do Flamengo e um quadrangular entre os clubes da capital, Mixto, Operário e Dom Bosco, assistido por mais de 49 mil torcedores.
O Estádio José Fragelli, popularmente conhecido como Verdão, atualmente comporta 45.000 pessoas. Porém, o novo Verdão para receber a Copa do Mundo de 2014, a capacidade será diminuída para 42.500 espectadores.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Yamada Clube de Belém

O Yamada Clube de Belém é um clube de futebol brasileiro da cidade de Belém, capital do estado do Pará. No Campeonato Paraense de 1987, alcançou a 7ª colocação. 
Nunca conquistou resultados de cunho expressivo nas competições que disputou, estando licenciado de qualquer campeonato promovido pela Federação Paraense de Futebol durante vários anos.
Suas cores são vermelho e preto.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Blumenau Esporte Clube

O Blumenau Esporte Clube foi fundado em 19 de julho de 1919, chamava-se Brasil Football Club, nome que prevaleceu até 1936, ano em que mudou-se a razão social do clube para Recreativo Brasil Esporte Clube.
Ensejando ao clube começar vida nova. Mesmo com outra denominação o alviverde manteve a mesma postura e continuou pertencendo às massas e vencendo campeonatos, como os de 1941 e 1942.
Por causa da segunda guerra mundial, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, assinou decreto lei determinando que clubes esportivos não mais poderiam ostentar nomes do País, estados e cidades. Em Blumenau algumas agremiações tiveram que trocar de nome. O Recreativo Brasil passou a ser Palmeiras Esporte Clube, e o Blumenauense virou Grêmio Esportivo Olímpico.
O Palmeiras continuou conquistando títulos e sendo campeão de Blumenau nos anos de 1944, 1945, 1946, 1947, 1948, 1955, 1959, 1960 e 1962. A partir de 1963 não houve mais campeonato regional. A Federação Catarinense instituiu o campeonato direto, reunindo o campeão e vice de cada liga.
Em 19 de julho de 1980 mudou-se o nome Blumenau Esporte Clube e foram adotadas as cores verde, branca e vermelha.

Após uma longa jornada de 62 anos, o Palmeiras Esporte Clube, deu lugar ao Blumenau Esporte Clube, fruto da união de um grupo de empresários, encabeçados pelo então secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, que passaram a investir alto no futebol blumenauense, com a finalidade de também no futebol profissional elevar o nome da cidade, pólo industrial de uma vasta e rica região do Vale do Itajaí.
A idéia de se formar um clube com o nome da cidade não é nova. O ex-presidente, Melchior Barbieri, em meados de 1975, já pensava do mesmo modo. Mas a idéia exigia uma grande dose de audácia, para suplantar as raízes de tão longa data, fixadas.
O então presidente Ivan Carlos Rizetto, jovem voluntarioso e audacioso, ao assumir o cargo em março, com a demissão de Altair Carlos Pimpão, sentiu que se não houvesse uma transformação total, em termos de estrutura financeira, com o apoio de toda a comunidade, especialmente dos empresários, fatalmente o futebol blumenauense definharia e fatalmente atingiria o ponto de se tornar insustentável.

Finalmente, depois de vários encontros longe da presença da imprensa, um grupo de trinta empresários, encabeçado pelo industrial e Secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, com o presidente Ivan Carlos Rizetto, se reuniram no Restaurante Chinês, na noite do dia 12 de julho de 1980, quando o presidente do então Palmeiras apresentou o seu projeto.


Desde que a dupla Olímpico-Palmeiras desativou o futebol profissional, criou-se uma expectativa entusiasmadora sobre o BEC, tal qual ocorrera em Joinville com seu arqui-rival JEC. Com o planejamento elaborado pela sua diretoria até que o time foi relativamente bem em alguns campeonatos. Em um deles (81) chegou às semifinais e, em (88), foi vice numa final histórica contra o Avaí na Ressacada. "


Porém em 98, tolhidos pela grave crise financeira que afetou a estrutura da maioria dos clubes catarinenses, os cardeais do BEC jogaram a toalha, e o clube só encontrou uma alternativa: desativar o futebol profissional.
Meses depois o patrimônio do Clube foi arrematado em leilão - ninguém mais poderia imaginar que o clube pudesse resgatar suas glórias e tradições. Barbieri, então, foi torpedeado, mas como mestre em ciências jurídicas - preferiu o caminho da coerência. Foi à justiça e ao Ministério da Previdência contestar a legitimidade do leilão e, com uma argumentação bem embasada, o BEC conseguiu reaver seu patrimônio.

Anos mais tarde, em 2003, o BEC retornou via-Estadual da 2ª Divisão. Os articuladores desta empreitada foram o advogado José Daílton Barbieri e o empresário José Alencar Farias, não por coincidência dois ex-presidentes do Blumenau - e que, comprovadamente, carregaram pesado fardo (com desembolso das suas próprias economias) para manter o BEC de pé. Foram dois idealistas que conheciam o ônus da posição que assumiram: presidente de clubes sem estrutura econômica perde o cheque nobre e hipoteca a própria casa para salvar sua agremiação e ainda sai com fama de ladrão.
Barbieri e Alencar trabalhavam em duas frentes. Barbieri no campo jurídico e futebolístico (lutava na justiça pelos interesses do clube, além de incentivar a garotada que representava o BEC no Estadual Juvenil) - e Alencar assumiu a parte técnica e burocrática.
A justiça então autorizou que através da administradora no processo de insolvência a Associação Beneficente União do Vale o clube podesse voltar, e a associação ficou responsável por gerir e administrar o futebol profissional do BEC. A Associação explorava a marca BEC e administrava a receita e dividas do clube. De toda receita gerada pelo BEC 5% eram destinadas aos pagamentos de dívidas anteriores do clube.
Depois de ressarcirem os bens do Clube, começaram a operacionalizar a segunda etapa do projeto: reaparelhamento das instalações do "velho Aderbal" e investimentos nas divisões de base. Todo este trabalho, sempre centrado na velha filosofia do "futebol pés no chão.

Mesmo depois de 5 anos, a torcida compareceu em peso para prestigiar o Tricolor
Na disputa da Segundona de 2003, o BEC fez uma campanha relativamente boa e bastante proveitosa no aspecto motivacional, sendo eliminado pelo Concórdia nas quartas de finais do Returno.
O clube fechava o ano com a "casa enxuta", e finalmente a política "futebol pés no chão" implementada pela diretoria parecia começar a mostrar resultados.

Porém em 2004 o Blumenau inicia o ano com grandes dificuldades para conseguir patrocinadores e sem dinheiro para colocar o time em campo. Os dirigentes do Tricolor não tiveram outra alternativa senão apelar para que o poder público fizesse a sua parte e ajudasse o clube, que afinal representava o nome da cidade, do contrário não haveriam meios para quitar as despesas com salários, alimentação, viagens e material esportivo.
Havia também o risco de que o patrimônio do clube a qualquer momento fosse novamente arrematado em um novo leilão, e a única forma de tentar evitar que isso acontecesse seria a renovação de um pedido de Utilidade Pública para o terreno onde estava edificado o Estádio Aderbal Ramos da Silva.
Através de um interlocutor, o então prefeito na época, Décio Lima, pressionou para que a diretoria do BEC renunciasse e o Gabinete indicasse um nome de sua confiança para que assumisse a Associação Beneficente União do Vale.
José Daílton Barbieri e os demais membros da diretoria atenderam a exigência do então Prefeito Municipal.

O Gabinete indicou a nova diretoria, que em 23 de abril de 2004 tomou posse, tendo Paulo Sérgio Chaves como novo presidente, Fábio Eduardo como diretor de futebol, Josias da Silva como diretor de marketing, Jalmir Compagnani como tesoureiro e Mauricio Pacheco sendo o vice-presidente do BEC.
Paulo Sérgio toma posse

A FMD fez então o repasse de 5 mil Reais a Associação Beneficente União do Vale, gestora do BEC, e o dinheiro foi utilizado para a inscrição dos jogadores na Federação Catarinense de Futebol.
O Blumenau fez uma excelente campanha durante o Turno da competição, alternando-se na liderança e perdendo sua invencibilidade na última rodada.
Chega o segundo turno da competição, e toda uma série de problemas extra campo começam a vir ao conhecimento público. Jogadores com salários atrasados, escândalos como por exemplo o da rifa de um automóvel, onde tramita no fórum de Blumenau um processo judicial contra o então presidente Paulo Sérgio, acusação de furto de patrimônios do clube tais como fios de cobre pelo ex presidente, e dívidas em nome da Associação gestora do Blumenau.
Todos estes problemas acabaram por afetar o rendimento da equipe dentro de campo, que acabou por não repetir a mesma campanha durante o Returno da competição, terminando na sexta colocação.

Diante de tal situação, a justiça optou por suspender a Associação Beneficente União do Vale como gestora do Blumenau Esporte Clube e nomeou o advogado André Jenichen como administrador do processo de insolvência do Clube, e consequentemente as atividades esportivas foram suspensas por tempo indeterminado.
Interessado em investir no futebol do BEC, representantes do empresário Carlos Massa, o "Ratinho", ainda tentam apresentar proposta de patrocínio ao clube para o advogado André Jenichen, porém a proposta é vetada. Ao empresário, restou tão somente investir em outro clube, o Tiradentes de Tijucas, que consequentemente fez boa campanha no Campeonato Catarinense da Primeira Divisão no ano posterior.

Daí por diante o patrimônio do clube passa por um estado de verdadeiro abandono. Em 2005 o então presidente do Sport Club Madureira, Eduardo Corsini, entra com um pedido junto a justiça para que cedesse o campo do BEC para a prática de futebol do Madureira, e a justiça autoriza com a seguinte condição: "O Estádio não deveria ser utilizado para jogos oficiais, apenas treinos". Eduardo Corsini promove então a limpeza e reforma do imóvel.
Ao final de 2005 o advogado André Jenichen revoga a permissão para a prática de futebol, e o patrimônio volta ao estado anterior de abandono, e desta vez passa também a ser alvo de atos de vandalismo e de furtos. E por achar que uma pequena parte do muro do Estádio Aderbal Ramos da Silva (fundos do estádio) na Rua Alwin Schrader oferecia riscos à população que trafegava pelo local, a secretaria de obras do município determina que a parte do muro que apresentava rachaduras fosse demolida. Segundo testemunhas, o advogado André Jenichen teria pedido para que operadores de máquinas promovessem a derrubada não somente da parte afetada, mais sim de todo o muro na extensão da Rua Alwin Schrader. Houve também a suspeita por parte de alguns torcedores de que tudo não passasse de um esquema para a depredação do imóvel e consequentemente de transforma-lo em uma espécie de "Nova Gaitas Hering" e assim se conseguisse desapropriar e vender mais facilmente.

Logo após o ocorrido, o advogado deu declarações à imprensa afirmando que teria recebido materiais de construção e que promoveria a reconstrução do muro. A comunidade espera pelos materiais até hoje.

E quando tudo parecia acabado e a história de glórias do passado do Clube esquecidas, as Torcidas Organizadas do BEC formam uma comissão que passa então a lutar pelos interesses do BEC e de sua torcida. Antes que qualquer atitude fosse tomada por esta comissão, várias partes ligadas ao Blumenau Esporte Clube foram procuradas e entrevistadas, entre elas estavam ex dirigentes, ex atletas, o próprio administrador do processo de insolvência do Clube e a promotora que cuida do caso.
A primeira ação desta comissão foi promover o apelo para que fosse realizado um mutirão para limpeza e reforma do Estádio Aderbal Ramos da Silva, a comunidade atendeu o apelo e compareceu em grande número para colaborar, e em janeiro de 2006 começaram os trabalhos.
Em fevereiro de 2006 o dirigente de futebol Eduardo Corsini, em uma tentativa de resgatar a tradição do BEC e de sua torcida, adota a razão social de Blumenau Sport Club e ingressa no Campeonato Catarinense Divisão de Acesso. O Projeto era baseado no clube Napoli da Itália, e tinha o objetivo de futuramente adquirir a marca: Blumenau Esporte Clube (BEC).

Em 15 de março o Estádio Aderbal Ramos da Silva é arrematado em leilão pelo empresário Aílton Borba, de Curitiba pelo valor de 1,305 milhões de Reais. O empresário deu declarações à imprensa blumenauense garantindo que arrematou o Estádio com o interesse em investir em futebol, porém meses mais tarde tentava revender o imóvel em classificados de um jornal de Curitiba por cerca de 8 milhões de Reais.
O Blumenau não recebe o devido apoio por parte do Poder Público, que porém oferecia todo o apoio logístico ao outro clube da cidade, o Metropolitano, disponibilizando até mesmo psicólogos para os atletas. Comentava-se nos bastidores que existia uma certa influência da AFA Licenciamentos, (gestora de futebol do Clube Atlético Metropolitano na época) para que o prefeito João Paulo Kleinubing não oferecesse apoio logístico a outro clube, pois acreditava que a volta de uma equipe com o nome "Blumenau" agregado espantaria a sua torcida.
Eduardo Corsini permaneceu firme, e mesmo arcando com estas despesas de seu próprio bolso fez invejável campanha, conquistando o Returno e conduzindo a equipe até as Semi-Finais da competição.

Em 2007, ainda sem o apoio do poder público municipal que continuava priorizando seu apoio apenas ao outro clube da cidade, e já cansado da perseguição sofrida por alguns segmentos da imprensa blumenauense, o presidente Eduardo Corsini não teve outra alternativa senão pedir licença à Federação Catarinense de Futebol, afinal era impossível que continuasse fazendo futebol de seu próprio bolso e ainda por cima sendo caluniado por alguns jornalistas.
Se já não bastassem todos os problemas o nome do BEC passou também a ser boicotado por alguns segmentos da mídia blumenauense, a suspeita era de que tudo não passava de uma tentativa muito bem articulada por forças da Cidade, que buscavam expor o nome do Clube ao ridículo e fazer com que toda a sua tradição caísse no esquecimento.
Ao serem indagados, alguns jornalistas chegaram a confessar a torcedores de que eram "podados" por seus diretores quando tentavam vincular notícias relacionadas ao BEC.
Era notório de que não se tratava de toda a imprensa da cidade, mais sim de alguns segmentos dela.
A suspeita era pertinente, pois caso o nome do BEC realmente caísse no esquecimento ninguém mais se importaria com o futuro que teria o Estádio, bem como havia um interesse grande por parte de alguns representantes do outro clube da cidade em fidelizar os torcedores do BEC ao seu clube.

No mesmo ano, um grupo de empresários, liderado por Edson Pedro da Silva, conhecido popularmente como "Pingo", passou a se reunir com o objetivo de resgatar a tradição do Tricolor. Não por acaso, pois Pingo era ex-presidente do BEC, e comandou o Clube durante os anos de maiores glórias do Tricolor.
Foram estudadas 3 possibilidades: A 1ª era a de resgatar o Verdadeiro Blumenau Esporte Clube, essa porém logo foi descartada devido aos entraves judiciais. A 2ª era de assumir o Blumenau Sport Club, houve até uma conversa com o presidente Eduardo Corsini sobre a possibilidade, porém ficou nisso mesmo. A 3ª era a de se criar um novo BEC.
Era para ser tudo planejado no mais absoluto sigilo, porém um órgão de imprensa descobriu e então "vazou" a notícia.
Não deu outra, começaram as pressões por parte de dirigentes do outro clube da cidade e da mídia para que o grupo esquecesse do BEC e investisse no Metropolitano, o dirigente Sandro Glatz ofereceu até mesmo renunciar ao seu cargo para que o grupo assumisse o seu clube, pois do contrário o clube poderia sucumbir.
E por ironia do destino, ex-dirigentes de seu clube rival, que sempre era tido por eles como um exemplo que jamais deveria ser seguido, sinônimo de incompetência, etc, foram os responsáveis pela salvação de seu clube.

E diante da suspeita de que o empresário Ailton Borba pretendia por abaixo o Estádio Aderbal Ramos da Silva, representantes da torcida articularam um projeto na tentativa de declarar o Estádio como Patrimônio Histórico e portanto de Utilidade Pública, fazendo com que o mesmo fosse então restaurado e preservado.
O pedido era muito bem fundamentado e embasado, afinal ocorrera já com vários estádios espalhados pelo Brasil, sendo que alguns deles até com menor idade que o velho Deba.
A torcida entra então com o processo junto à praça do cidadão na Prefeitura de Blumenau, dias após é formada uma comissão julgadora para o caso, entre ela estavam alguns vereadores, representantes de setores da prefeitura relacionados ao caso e até mesmo o advogado André Jenichen. Resultado da votação: TODOS votaram contra.
E para surpresa, alguns vereadores discursavam contra o BEC, quando na verdade o assunto em pauta era apenas o futuro do Estádio. E ao invés de que fosse apresentado o projeto original de Tombamento Histórico articulado pela torcida, fotos no telão retratavam apenas o estado de total abandono do Estádio.
A torcida recorre da decisão, porém antes que o novo pedido da torcida fosse novamente julgado, ocorre um "atraso" no trâmite do processo na Praça do Cidadão e consequentemente é cedido o Alvará "às pressas" para que o empresário Ailton Borba promovesse a derrubada do imóvel. O diretor da Praça do Cidadão na ocasião era o atual vereador: Fábio Fiedler.
A derrubada acontece misteriosamente "na calada da noite", ao amanhecer de sábado para domingo do dia 23 setembro de 2007.

Logo após, a empreiteira paranaense apresenta um projeto para edificação de edifícios com apartamentos no local.
E sabendo de que todo o processo desde o arremate no leilão até a derrubado do imóvel era ilícito, pois parte do terreno pertence ao Estado e foi cedido em regime de comodato apenas para práticas esportivas, a Torcida faz denúncia a Corregedoria da Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina, que passa então a atuar no caso e instaura processo judicial contra os responsáveis. O processo encontra-se em andamento.
Após enchurrada de 2008, a prefeitura transforma o terreno do velho Deba em um depósito de entulhos.

Em 2008 o ex-presidente do Blumenau, Alencar Farias, faz uma nova tentativa para tentar trazer o BEC novamente aos gramados, e desta vez colocando-se em prática um projeto elaborado no ano de 1998 por ele e por José Dailton Barbieri, era o Blumenau Entretenimentos Comunitários (BEC).
Na noite de 18 de junho na cede do CTG Fogo de Chão Alencar promove uma grande festa para a apresentação do treinador e dos jogadores que defenderiam o tricolor na Divisão de Acesso daquele ano.
O time era comandado pelo ex-jogador Chicão, ídolo do BEC nos anos 80. O treinador montou a equipe, que contava com vários atletas do Paraná Clube, graças a uma parceria ratificada. O grupo começou a treinar dia 1º de julho em sua cede, batizada como: Toca do Urso, situada no Paraíso dos Pôneis na divisa Blumenau/Gaspar.
Já no início dos trabalhos o clube sofre uma tentativa de sabotagem, um e-mail com o remetente fictício de "Tadeu Omar" é enviado à diretoria do Paraná Clube fazendo duras críticas ao novo projeto do Blumenau, era uma tentativa de prejudicar a parceria entre BEC x Paraná. Alencar Farias afirmou se tratar de alguém ligado ao Metropolitano.
O BEC chegou a realizar 2 amistosos, o 1º foi no dia 18 de julho contra o XV de Outubro em Indaial, terminando em 4 x 0 para os Blumenauenses. O 2º aconteceu no dia 30 de julho no Monumental do Sesi contra o Paraná Clube; placar da partida: 4 x 2 para os Paranaenses.

A Direção do Blumenau enfrentava problemas para encontrar um estádio para mandar os jogos. Em diversos programas de radio e TV, Farias dizia que o time não teria condições de pagar o valor exigido pelo Sesi, que segundo ele era de R$ 7 mil. A direção tentou então utilizar o estádio do Tupi, em Gaspar, onde não houve acerto. Por fim, os cartolas tricolores tentaram utilizar o campo do Clube Canto do Rio, no bairro Progresso. O local chegou a ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros e PM, mas não houve acerto com conselheiros do clube.
Em 18 de agosto a diretoria do Paraná Clube publica uma nota informando o fim da parceria entre os 2 clubes, e com isso o clube paranaense solicitou o retorno dos atletas e profissionais para a Vila Olímpica do Boqueirão, em Curitiba, sendo que entre os atletas que retornaram estava o jogador Pimpão, ídolo da torcida que saiu do BEC para ir vestir a camisa do Vasco da Gama.
O motivo da quebra de contrato teria sido o não cumprimento de diversos itens do acordo, tanto por parte do Blumenau Entretenimentos Comunitários quanto por parte do Paraná Clube.
E mais uma vez o sonho da torcida tricolor de rever o time entrando em campo para disputar um jogo válido por uma competição oficial era adiado.



HINO

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Da Blumenau querida do Vale do Itajaí,O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra todos unir. O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra ficar e vencer.

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Meu Blumenau guerreiro do Vale do Itajaí,Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Lá lá lá lá lá láLá lá lá láLá ...



segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Araguari Atlético Clube

O Galo da Comarca figura entre os times mais tradicionais do Triângulo Mineiro, tendo revelado grandes nomes para o futebol do país e do exterior.Clube tradicional do futebol do interior de Minas Gerais, o Araguari já protagonizou algumas campanhas na elite do futebol mineiro, principalmente em 1965, 1976 e 1990.Em 1951, participou do Primeiro Campeonato do Triângulo Mineiro, vencido pelo seu rival Fluminense Futebol Clube, de Araguari.Em 1979, quando teve uma de suas melhores formações, conseguiu empatar em casa contra o poderoso Clube Atlético Mineiro.Foi vice-campeão mineiro da Segunda Divisão em 1964 e campeão da Terceira Divisão em 1993, com uma campanha excelente, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí.

Em sua galeria de troféus estão várias conquistas, na região e no estado, como o título de campeão da Segunda Divisão de Profissionais, em 1993.Em 1995, chegou à fase final do Módulo II do Campeonato Mineiro, mas não alcançou a promoção, conseguida por Villa Nova Atlético Clube e Associação Atlética Paraisense.Nos dias atuais, para a tristeza de sua torcida, o Araguari deixou de lado as competições da Federação Mineira de Futebol. A última vez que disputou o certame estadual foi em 1998, ano em que acenava para um futuro sem grandes perspectivas. Nesse período, o estádio da Avenida Bahia, palco de momentos memoráveis na trajetória do Galo, foi vendido. A sua nova casa mudou para o outro lado da cidade, distante seis quilômetros do antigo campo, e, a partir de então, o charme do glorioso Araguari Atlético Clube nunca mais foi o mesmo. Até hoje, o estádio não foi concluído e muitos torcedores sequer o conhecem.Em décadas de existência, o Galo da Comarca formou grandes esquadrões, reunindo nomes memoráveis. Seria injustiça citar nomes e esquecer algum. De qualquer forma, o elenco que conseguiu o maior título da história do clube foi o de 1993, comandado por Waldir Silva, tendo na retaguarda os dirigentes Valdivino do Nascimento (de saudosa memória), Vanderlei Soncini, Carlos Alberto de Freitas, Dagmar da Mota Leite, Luiz Rodrigues (Gráia), Ubaldo Nascimento, Paulo Barbosa, entre outros. Com uma campanha excelente, o Araguari faturou o inédito caneco da Segunda Divisão, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí. O jogo que selou a conquista levou 5 mil pessoas ao estádio da Avenida Bahia.


Títulos


Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 1993.


Estádio


Nome oficial: Estádio Vasconcelo Montes

Capacidade: 6.000 espectadores