segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Araguari Atlético Clube

O Galo da Comarca figura entre os times mais tradicionais do Triângulo Mineiro, tendo revelado grandes nomes para o futebol do país e do exterior.Clube tradicional do futebol do interior de Minas Gerais, o Araguari já protagonizou algumas campanhas na elite do futebol mineiro, principalmente em 1965, 1976 e 1990.Em 1951, participou do Primeiro Campeonato do Triângulo Mineiro, vencido pelo seu rival Fluminense Futebol Clube, de Araguari.Em 1979, quando teve uma de suas melhores formações, conseguiu empatar em casa contra o poderoso Clube Atlético Mineiro.Foi vice-campeão mineiro da Segunda Divisão em 1964 e campeão da Terceira Divisão em 1993, com uma campanha excelente, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí.

Em sua galeria de troféus estão várias conquistas, na região e no estado, como o título de campeão da Segunda Divisão de Profissionais, em 1993.Em 1995, chegou à fase final do Módulo II do Campeonato Mineiro, mas não alcançou a promoção, conseguida por Villa Nova Atlético Clube e Associação Atlética Paraisense.Nos dias atuais, para a tristeza de sua torcida, o Araguari deixou de lado as competições da Federação Mineira de Futebol. A última vez que disputou o certame estadual foi em 1998, ano em que acenava para um futuro sem grandes perspectivas. Nesse período, o estádio da Avenida Bahia, palco de momentos memoráveis na trajetória do Galo, foi vendido. A sua nova casa mudou para o outro lado da cidade, distante seis quilômetros do antigo campo, e, a partir de então, o charme do glorioso Araguari Atlético Clube nunca mais foi o mesmo. Até hoje, o estádio não foi concluído e muitos torcedores sequer o conhecem.Em décadas de existência, o Galo da Comarca formou grandes esquadrões, reunindo nomes memoráveis. Seria injustiça citar nomes e esquecer algum. De qualquer forma, o elenco que conseguiu o maior título da história do clube foi o de 1993, comandado por Waldir Silva, tendo na retaguarda os dirigentes Valdivino do Nascimento (de saudosa memória), Vanderlei Soncini, Carlos Alberto de Freitas, Dagmar da Mota Leite, Luiz Rodrigues (Gráia), Ubaldo Nascimento, Paulo Barbosa, entre outros. Com uma campanha excelente, o Araguari faturou o inédito caneco da Segunda Divisão, superando, no quadrangular final, Ideal de Ipatinga, Guarani de Divinópolis e Unaí. O jogo que selou a conquista levou 5 mil pessoas ao estádio da Avenida Bahia.


Títulos


Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 1993.


Estádio


Nome oficial: Estádio Vasconcelo Montes

Capacidade: 6.000 espectadores

domingo, 20 de setembro de 2009

São Cristóvão de Futebol e Regatas

O São Cristóvão foi fundado no bairro de São Cristóvão, inicialmente apenas como clube de regatas, com o nome de Club de Regatas São Christóvão. Fundiu-se ao São Christóvão Athletic Club, que era apenas de clube de futebol e disputava o campeonato metropolitano, para criar o atual São Cristóvão de Futebol e Regatas.
Além deter sido campeão do Torneio Início do Rio de Janeiro em 1918, 1928, 1933 e 1937, o São Cristóvão foi ainda vice-campeão em outras seis ocasiões (1920, 1925, 1927, 1938, 1940 e 1964), num total de dez decisões disputadas neste tradicional torneio.
O clube teve o seu maior momento, quando conquistou o Campeonato Carioca da Primeira Divisão em 1926. Com uma campanha irretocável, conseguiu catorze vitórias, dois empates e apenas duas derrotas em dezoito jogos, goleando adversários expressivos, como Flamengo (5 a 0 e 5 a 1), Fluminense (4 a 2) e Botafogo (6 a 3).
Outro grande momento do São Cristóvão foi o vice-campeonato carioca de 1934, que mostra a força do clube, no início do século XX, suplantando grandes clubes do futebol carioca.
Em 1937, quando disputava o Campeonato Carioca pela FMD, ao lado de Vasco, Botafogo e Bangu, entre outros, houve a pacificação do futebol carioca e os clubes da FMD se juntaram aos outros clubes para a disputa do Campeonato Carioca pacificado. O São Cristóvão liderava disparado o campeonato da FMD, sem poder ser alcançado por nenhum outro clube, mas esta liga foi dissolvida sem declarar o São Cristóvão campeão, o que foi uma grande injustiça, por não ter refletido oficialmente a superioridade do time do São Cristóvão sobre os outros concorrentes.
Comprovando que era de fato um grande time, ainda chegou ao vice-campeonato do Torneio Municipal de 1938, perdendo o título para o Fluminense, mas tendo nove vitórias, dois empates e cinco derrotas, trinta e seis gols pró e trinta contra.
Já na segunda edição do Torneio Municipal, em 1943, o São Cristóvão sagrou-se campeão, com nove vitórias, sete empates e apenas uma derrota, com 29 gols a favor e dezessete contra, desta vez, tendo o Fluminense como vice. Em 1951 seria o terceiro colocado.
Em pesquisa de torcidas realizada pelo Ibope e divulgada pelo Jornal dos Sports em 31 de dezembro de 1954, em sua página 5, o São Cristóvão aprecia como a sétima maior torcida do Rio de Janeiro com 1% da preferência, ou 2% se considerarmos apenas os torcedores do sexo masculino .
A maior atuação do São Cristóvão no Maracanã foi em 29 de março de 1975, quando enfrentando o Flamengo de Zico, começou perdendo por 2 a 0 e numa reação sensacional venceu o partida por 3 a 2.
Talvez o último grande momento do clube cadete no futebol, tenha sido o vice-campeonato da Copa Rio em 1998, quando perdeu a decisão para o Fluminense.
Sem dúvida, a maior revelação do São Cristóvão foi o centroavante Ronaldo (que fez 44 gols em 73 jogos pelo clube cadete), o Fênomeno.
O São Cristóvão teve ainda os artilheiros dos campeonatos cariocas de 1919 (Braz de Oliveira, 24 gols), de 1926 (Vicente, 26 gols), de 1928 (Vicente, 20 gols) e de 1943 (João Pinto, 26 gols).
Sua torcida é conhecida como "torcida cadete", pela proximidade do clube com instalações do Exército brasileiro.

Único time do mundo a possuir um único uniforme oficial
O time de futebol possui apenas o uniforme todo branco, não tendo, portanto, o fardamento número dois. A FIFA reconhece o São Cristóvão como o único clube a ter apenas um uniforme oficial. Porém, na falta da camisa brasnca, o clube deve atuar com camisas cor-de-rosa.

A inspiração para o uniforme do Santos
A primeira vez que o Santos usou a sua camisa atual (neste dia usou shorts pretos e como o campo estave elameado, trocou de camisa no decorrer do jogo) foi no amistoso de inauguração do Estádio Figueira de Melo, contra o São Cristóvão, em 1916, e inspirado neste clube, que já usava o branco. Durante muito tempo, a partir desta data, o Santos pintou o escudo do São Cristóvão nos muros da Vila Belmiro e associados destes dois clubes podiam usufruir das respectivas sedes, mutuamente.

Títulos

Campeonato Carioca: 1926
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 1965

Estádio

Manda jogos no Estádio Figueira de Melo (conhecido como "Figueirinha"), com capacidade para 8 mil espectadores.

Alcunhas: Cadete, São Cri-Cri

Mascote
Carneiro
O São Cristóvão Futebol e Regatas, manteve por muitos anos a tradição de deixar que carneiros e ovelhas pastassem no campo para que a grama ficasse sempre aparada.

sábado, 19 de setembro de 2009

Atlético Barés Clube

O time de futebol do ATLÉTICO BARÉS CLUBE, depois de disputar o campeonato na Liga Matinal, uma categoria de pequenos clubes e que era supervisionada pela FADA, chegou à primeira divisão em 1948. Nesse campeonato faziam parte Nacional, Princesa Isabel, Eldorado, América, Independência, Tijuca e Fluminense, da Praça 14. O Nacional, que havia se retirado no meio do campeonato anterior, estava de volta.

A estréia do Barés na primeira divisão deu-se contra o Tijuca e em seu time figuravam alguns bons jogadores do nosso futebol, dentre eles o goleiro Guilherme, Mário Matos, Dino, Gatinho, Zé Nery, Marcus Gonçalves, Júlio, Betuca, Nagib Chama e Eduardo.
No ano seguinte ao seu ingresso na divisão principal, o Barés abandonou a competição, em 6 de agosto, por discordar da proclamação do Fast como campeão da temporada. Mas, em 1951, estava de volta e ficou até 1953. Saiu e nunca mais voltou. Permaneceu durante muito tempo na área social e em sua sede, na Rua Miranda Leão (altos), foram realizados memoráveis bailes, principalmente na quadra carnavalesca, quase todos transmitidos pela Rádio Rio Mar que estava nos seus primeiros anos de vida.

Fonte:
http://www.bauvelho.com.br/?cat=21

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

São José Esporte Clube

No dia 13 de agosto de 1933, o esportista Galiano Alves fundou o Esporte Clube São José, nascendo de uma dissidência da Associação Esportiva São José, que naquela época possuía alguns dos principais jogadores do futebol amador da cidade. A equipe manteve-se participando de torneios amadores em São José dos Campos durante 31 anos, até se profissionalizar no dia 8 de março de 1964.

Naquela época, o Esporte Clube São José usava como uniforme camisas pretas, listas verticais brancas e calções pretos (semelhante ao segundo uniforme do Corinthians) e atuava no Estádio da Rua Antônio Saes. O atual estádio Martins Pereira só seria inaugurado em 1970.

O time profissional da cidade continuou com o mesmo nome até dezembro de 1976, quando, atolado em dívidas, e quase falido, foi obrigado a mudar de nome para fugir das cobranças e ameaças de penhora. Na oportunidade, Altamirando Negrão de Palma assumiu a presidência do clube e, junto de outros três diretores, Geraldo Marcolongo, Sérgio Ângelo e Pedro Yves Simão, procuraram ajuda na Federação Paulista de Futebol que, em uma manobra inteligente, fez com que o Esporte Clube São José se transformasse em São José Esporte Clube, mudando inclusive as cores do uniforme e o distintivo. O alvinegro foi substituído pelo azul, amarelo e branco, que são as cores oficiais da cidade.

A estreia em competições oficiais foi em 1957, ainda com o antigo nome – Esporte Clube São José –, no Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Entretanto, foi a primeira e única participação durante um longo período, que durou até 1964, quando disputou a Terceira Divisão Estadual (equivalente à atual Segunda Divisão) e foi campeão, conseguindo o acesso à Segundona no ano seguinte.

Em 1965, disputando o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, o clube obteve êxito, conquistou mais um título e, consequentemente, mais um acesso, agora para a Primeira Divisão (atual Série A2) em 1966. Porém, o São José esteve inscrito na competição apenas até o ano seguinte (1967), quando novamente passou por um período longe das competições oficiais. O clube voltou às atividades em 1971, ainda na Primeira Divisão, onde permaneceu até 1976.

No ano de 1977, já com o atual nome – São José Esporte Clube –, a equipe disputou o Campeonato Paulista da Série Intermediária, nomenclatura que permaneceu até 1979. Em 1980, passou a se chamar Segunda Divisão e, naquele ano, o São José Esporte Clube conquistou o título da competição, vencendo o Grêmio Catanduvense na final por 4 a 0 e passou à Primeira Divisão Estadual (atual Série A1).

A equipe esteve na elite do futebol paulista por três anos, até 1983, e em 1984 não participou da competição - retornou ao futebol profissional no ano seguinte, novamente na Segunda Divisão. O São José levou mais três anos para conseguir voltar à elite. Em 1987, venceu a Série Especial e chegou à Primeira Divisão, competição que participou de 1988 a 1993, quando foi rebaixado.

De 1994 a 1996 disputou a Série A2 do Campeonato Paulista, competição que credenciou o time novamente à Série A1 de 1997. No ano 2000, o clube foi mais uma vez rebaixado para a Série A2 e, quatro anos mais tarde, em 2004, caiu para a Série A3. Em 2006 conseguiu o vice-campeonato da Série A3 e voltou a disputar a A2, em 2007.

Na temporada de 2007, o São José conseguiu a classificação à segunda fase do Campeonato Paulista da Série A2. Contudo, terminou as semifinais na última colocação do Grupo 02 e não conseguiu o acesso. No ano seguinte, terminou a primeira fase na 9ª colocação e, mais uma vez, permaneceu na Série A2.

Em 2009, com uma boa campanha na primeira fase da competição – quando terminou na 6ª colocação –, o São José conseguiu se classificar à fase seguinte do Campeonato Paulista da Série A2. Nas semifinais, a equipe ficou muito próxima de conseguir o tão sonhado acesso. O time terminou na terceira colocação do Grupo 03, dois pontos atrás do Sertãozinho – equipe que se classificou à elite de futebol paulista. Na última partida, o São José foi derrotado pelo Rio Branco, em Americana, por 2 a 0, e não conseguiu a vaga para a Série A1.

Títulos


Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1972 e 1980).
Campeonato Paulista - Série A3: 1965.
Campeonato Paulista - Série B: 1964.


Estádio


O Estádio Martins Pereira foi inaugurado no dia 15 de março de 1970, com o jogo amistoso entre Atlético/MG e Internacional/RS, vencido pelo time mineiro por 1 a 0. O gol foi marcado por Dadá Maravilha, aos 29 minutos do primeiro tempo. Naquela época, o time da cidade ainda era o Esporte Clube São José, o "Formigão do Vale", de cores alvi-negras. A primeira partida do antigo Formigão em seu estádio foi contra o Nacional de São Paulo, perdendo por 1 a 0, no dia 22 de março de 70. A primeira vitória só aconteceria uma semana depois, contra o Saad de São Caetano, por 2 a 1. O estádio começou a ser construído em 1968, sacrificando o futebol profissional da cidade, que ficou dois anos desativados. Antes, o "Formigão do Vale" mandava seus jogos no Estádio da Rua Antônio Saes, com arquibancadas de madeira e capacidade para cerca de 5 mil torcedores, e que foi vendido para a construção do novo estádio. O São José Esporte Clube, já com nova ata e novo estatuto, fez seu primeiro jogo oficial no Estádio Martins Pereira em janeiro de 1977, contra o São Paulo, empatando em 0 a 0.
O estádio Martins Pereira tem capacidade de 22 mil pessoas, que é o recorde oficial de um jogo que aconteceu em 1987 , num jogo São José e São Paulo pelo campeonatp paulista, especula-se que esse recorde foi batido no jogo São José 1 x 1 São Paulo pelo Paulistão-97, o jogo teve 19 mil pagantes e aproximadamente 5 mil pessoas entraram de graça, o que daria um público de aproximadamente 24 mil pessoas. O estádio não pertence ao São José, pois ele foi usado para pagar uma dívida do clube. Atualmente ele é de propriedade da Urbam (Urbanizadora Municipal), órgão ligado à Prefeitura de São José dos Campos.



Hino
(Otávio de Assis)

Vai, pelo céu do Brasil
Vai, nesse azul de anil
ÁGUIA DO VALE Voou...
Buscando com suas garras mais um gol

( Goool...! )

Vai, glorioso esquadrão
Vai, o grande campeão
Mostrar a todo o Brasil
O que é
A sua força e garra
Oh! Grande São José
Você Sempre será
Orgulho do País
Contigo São José
Me sinto tão feliz
Nasceu para vitórias
És grande Campeão
Orgulho da cidade
E de toda Nação

ÁGUIA DO VALE eu sei,
Terás vitórias mil
Irás sobrevoar
Os campos do Brasil
Não há que te agüente
És forte, és varonil
Campeão do meu Brasil



Mascote
O São José Esporte Clube já fez várias fusões ao longo de seus 74 anos de vida. Foi a partir de 1976 que o clube passou a utilizar o atual nome. Naquele momento, o Esporte Clube São José ainda era chamado de “Formigão do Vale”, devido a quantidade enorme de formigas do tipo “içá” que voavam pela cidade.
Para este novo momento, o São José trocou de nome, de cores (antes era preto e branco) e de mascote. A águia foi escolhida para representar o clube do Vale do Paraíba pelo valor simbólico que a força e a garra da ave representariam daquele momento em diante de sua história.Em 1989, a Águia do Vale mostrou a sua força quando chegou às finais do Paulista, mas acabou derrotado pelo São Paulo.


Site

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Rio Pardo Futebol Clube


Fundação: 30 de abril de 1917.

O Rio Pardo Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Iúna, no Estado do Espírito Santo. Suas cores são vermelho e branco.

HISTÓRIA:A origem do nome é por causa de um rio que corta a cidade de Iúna, o Rio Pardo. O Rio Pardo Futebol Clube, em 1992, disputou o campeonato brasileiro da série C, perdendo nas quartas de finais para a equipe do Fluminense/BA, terminando o campeonato em 5° lugar, sendo convidado para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B em 1993, mas por falta de dinheiro e apoio não pode disputar. Sua melhor colocação no campeonato capixaba foi em 1991, ficando em 3° lugar.


Estádio


Antônio Osório Pereira

Capacidade: 5.000 pessoas.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Clube Atlético Douradense

Já há mais de 10 anos sem atividades o Clube Atlético Douradense foi um dos clubes mais expressivos de Dourados nos anos 80, colocando o futebol da cidade em evidência no Estado.


Dário, o Dadá Maravilha depediu-se do futebol em 1986 vestindo a camisa do Douradense.



Estádio
Estádio Frédis Saldivar
Inauguração 14/09/1986

Associação Sportiva São Domingos

O São Domingos foi fundado em 01 de setembro de 1964 por Waldemar Santana, militar da reserva das forças armadas que, embora carioca e ex-jogador do Bangu e do Vasco da Gama, apaixonou-se por Alagoas e por muitos anos foi monitor de esportes do Orfanato São Domingos na bairro de Mangabeiras. Em 1967 já era campeão estadual de juvenil, chamando a atenção dos desportistas locais. Em 1970 foi guindado à Presidência o empresário Miguel Spinelli, o qual, com posses abastadas e através dos conhecimentos do seu irmão Severino Rebelo contratou vários atletas de peso, tais como: Reinaldo, Major, Pires, Jonas, Gabriel, e tantos outros, e a partir daquele ano, futebol em Alagoas deixara de ser disputado entre CSA e CRB. Após a saída de Miguel Spinelli da Presidência, o Clube foi administrado por muitos anos pelo Coronel Paulo Casado, tendo se sediado em Viçosa por um tempo. A partir de 1982 assumiu os destinos do São Domingos o advogado Cordeiro Lima, que, por algum tempo se sediou em Murici, mas, com a morte do Major Olavo Calheiros, a quem muito deve o Domingão ( vice-campeão Alagoano de 1988 durante sua estadia em Murici) voltou o São Domingos a Maceió, e hoje, tem sede no Povoado de Massagueira, município de Marechal Deodoro, da Grande Maceió, no Estádio Cordeirão, onde manda seus jogos e lá dispõe de centro de treinamento. Detém o São Domingos vários títulos: Vice-campeão alagoano de 1988, campeão da segunda divisão de 1995 e 1998, Vice-campeão juvenil do Nordeste em 2002, vice-campeão alagoano em 2007, Sub-17, vice-campeão de futsal nos anos de 1999, 2002 e 2004, vice-campeão de handebol em 2000 e vice-campeão alagoano infantil do Sesi em 2002. Em 2008 participou da COPA INTERNACIONAL de futebol sub 17 em São Paulo chegando às quartas de final, tendo sido a equipe mais disciplinada da Copa, o goleiro e a defesa menos vazados ( fez 08 gols e sofreu apenas 01) bem como o vice-artilheiro da competição.
Em 2009 , a Associação Sportiva São Domingos, clube que se prepara para disputar o campeonato alagoano da segunda divisão, vai apostar suas fichas na garotada da base para tentar retornar a elite do futebol de Alagoas.

Títulos

Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 1999



Estádio

Cordeirão
Capacidade 4.000



Site



http://www.assaodomingos.org.br/

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

América Futebol Clube

O América foi fundado em 12 de abril de 1914 com o nome de João de Barros Futebol Clube, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.
Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.
Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.
Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada "América Futebol Clube", convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube.Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa.


Maior virada do futebol brasileiro

Aconteceu em 1915 pelo Campeonato Pernambucano daquele ano onde o América vencia o Santa Cruz por 5 a 1 até os trinta minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o Santa Cruz marcou seis gols numa incrível sequência e venceu o jogo por 7 x 5. Essa partida foi a maior virada do futebol profissional brasileiro. A bola do jogo se encontra na sede do Santa Cruz no bairro do Arruda, no Recife.
Em 1918, o América sagrava-se campeão estadual, com a seguinte escalação: Jorge, Ayres e Alecxi; Rômulo,Bermudes e Soares; Siza, Angêlo Perez, Zé Tasso, Juju e Lapa.

Situada atualmente na Estrada do Arraial, no bairro de Casa Amarela, possui seu uniforme as cores verde da camisa e meias verdes, seu mascote é o periquito, foi seis vezes campeão estadual e figurou durante muito tempo na primeira divisão estadual e no cenário nordestino, tendo participado e sido campeão também do troféu nordeste de 1923, além das taças municipais, e suas participações nas divisões nacionais, como em 1972, 1989 e 1991 quando estive na segunda divisão do campeonato brasileiro de futebol, além da traça de prata de 1981 e da terceira divisão em 1990.
Contudo o presente do América tem sido difícil já a alguns anos na segunda divisão de Pernambuco e fora das disputas regionais e nacionais, na segunda divisão desde de 1995, o clube encontra-se hoje inclusive fora do pernambucano da série A2, onde nesse processo é possível destacar a tentativa de um grupo de torcedores pernambucanos, que sequer virão o América em seus tempos de glória contuo nem por isso menos apaixonados que pensam em criar uma associação de amigos do clube e querer se juntar a diretoria e a comunidade pernambucana no tento de ajudar o América, que ele volte a brilhar para que seu futuro possa ser diferente de seu presente e na medida do possível possa dar alegrias só de vê-lo jogar novamente, buscando sempre um passado de glórias, mas acima de tudo construindo um presente diferente para que nosso amado América possa ainda existir num futuro não tão distante.


Títulos

Campeonato Pernambucano: 6 vezes (1918, 1919, 1921, 1922, 1927 e 1944)




Site

http://www.blogdomequinha.blogspot.com/

domingo, 13 de setembro de 2009

União São João Esporte Clube

O União São João Esporte Clube, time da cidade de Araras, foi fundado no ano de 1981 pelo empresário Hermínio Ometto, mas sua história começou muito antes. Com o nome de Sociedade Esportiva e Recreativa Usina São João de Araras, o clube, fundado em 8 de janeiro de 1953, disputou a terceira divisão do Campeonato Paulista entre os anos de 1961 e 1964. Nessa época, o proprietário da Usina São João, Hermínio Ometto, propôs uma fusão com os outros dois times da cidade: o Ararense e o Comercial. Porém, por conta da rivalidade entre ambos, a fusão acabou não acontecendo.

Apenas 20 depois, Ometto conseguiu concretizar seu sonho, quando fundou, com apoio de um grupo de funcionários da Usina São João, em Araras, no dia 14 de janeiro de 1981, o União São João Esporte Clube, como é conhecido hoje. Nesse mesmo ano, a equipe disputou seu primeiro torneio de forma oficial: o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. No ano seguinte, o time foi convidado a participar da Segunda Divisão do Campeonato Paulista.

O União São João conquistou seu primeiro título em 1987, ao vencer o São José por 1 a 0 no Campeonato Paulista da Série A2. Em 1988, garantiu o segundo título: o Campeonato Brasileiro da Série C e, no dia 18 de maio do mesmo ano, o clube inaugurou o Estádio Hermínio Ometto, com capacidade para 16 mil pessoas. Em 1991, venceu a Copa Benedito Teixeira e, em 1992, conseguiu o acesso para a elite do futebol brasileiro. Em 1994, sob o amparo da Lei Zico,o União São João se transformou em empresa, remunerando seus diretores e trabalhando em regime profissional.

Mesmo com o rebaixamento do ano seguinte, conseguiu retornar aos grandes campeonatos em 1996, quando conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série B. Entretanto, o clube acabou sendo rebaixado novamente no ano seguinte. Em 2004, a equipe teve outro descenso na competição nacional, desta vez para a terceira divisão. Na competição estadual, o União São João conseguiu manter-se na elite até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2, divisão que permanece até hoje.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série B: 1996
Campeonato Brasileiro - Série C: 1988
Campeonato Paulista - Série A2: 1987


Estádio


Dr. Hermínio Ometto

Inauguração
18/05/1988
Primeiro Jogo
União São João 1 x 1 Botafogo-SP.



Nome
Hermínio Ometto foi fundador e presidente do clube.


Hino
(Flávio Augusto / Carlos Rocha )

Alvi-verde são as cores
Do maior dos meus amores
Quem abrir meu coração
Vai encontrar lá, gravado
União são joão

É garra, é força, é fibra, é raça
Esse é, o time da massa
Não existe maior emoção
Que ser torcedor
Do união são joão

Tens a fibra e o fascinio
Do teu pai o grande herminio
És de araras o guerreiro

Não há nada que te espante
Nem que te faça tremer
No gramado és um gigante

Que ninguem pode vencer

União, união, união são joão
Eu sou união são joão prá valer

União, união, união são joão

União vou ser enquento eu vier



Mascote


A mascote do União São João não poderia ser outra. A cidade de Araras foi batizada assim por causa da grande quantidade deste pássaro existente às margens dos rios e bosques da região, desde sua formação na segunda metade do Século XIX.
O União São João fez seu vôo maior no ano de 1996 quando conquistou o título mais importante de sua história: Campeão Brasileiro da Série B. O importante título surgiu dois anos depois do clube de Araras tornar-se o primeiro clube empresa do Brasil.A estrutura invejável das categorias de base faz lembrar do ano de 1992 quando o Brasil ganhou de presente, a maior revelação formada no Centro de Treinamento do União: o lateral-esquerdo Roberto Carlos.


Site

sábado, 12 de setembro de 2009

Entrerriense Futebol Clube

Foi fundado no dia 14 de dezembro de 1925. Suas cores oficiais são preto e branco. Manda jogos no Estádio Odair Gama, inaugurado em 14 de dezembro de 1969, com capacidade para 10.000 pessoas. Conhecido também como Galo Carijó tem em seu maior rival o América Trirriense que divide a cidade de Três Rios em Alvi-negros e Alvi-rubros, um grande Derby local que por decadas agita a cidade e região.
As maiores conquistas do Entrerriense foram o Torneio de Inverno Pablo Hierro de 1959, tendo como participantes: Entrerriense(campeão), Las Palmas/ESP (vice), FC Heirnburg/ALE (3º), Seixas EC/BRA (4º), Huracan/URU, Recreativo Nuñes/ESP , Estrela/BRA e Deportivo Luna/URU . Conquistou também os Campeonatos Estaduais do Rio de Janeiro da Segunda Divisão de 1994 e 2001.

Estádio


Odair Gama (inaugurado em 14.12.1969), com capacidade para 10 mil

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ideal Futebol Clube

O Ideal Futebol Clube foi fundado no dia 31 de maio de 1968, ocupando o lugar da antiga agremiação Associação Esportiva Bom Jardim, que organizava torneios e disputava jogos amistosos desde o inicio dos anos 60.Na fase amadora, o Ideal sempre manteve-se entre os primeiros nas disputas municipais em diversas categorias. Foi campeão amador adulto em 1986 e 1999, conquistou o municipal de juniores de 1978 e 1979, ganhou os campeonatos infantis e juvenis de 1995 e 1996, foi campeão infantil de 2001 e campeão de veteranos e da Copa Vanguarda em 1987. O time sempre polarizou contra os grandes clubes de Ipatinga da época, todos eles representantes dos departamentos da Usiminas que apresentavam estrutura invejável para os padrões amadores.Até 1988, o Ideal viveu no amadorismo. No mesmo ano, passou pela profissionalização. Disputou o Campeonato Mineiro da Terceira Divisão em 1989, 1991 e 1992, e a Segunda Divisão em 1993 e 1994. Jogou por várias vezes contra o Cruzeiro, América, Atlético, Uberlândia, Villa Nova e outros clubes profissionais, inclusive a Seleção de Futebol do Qatar.Em 2007, apos vários anos de afastamento, um grupo de empresários da cidade, liderados pelo emprésario Kelisson Silva Ramos, anuncia o retorno do Ideal ao profissionalismo, com todo apoio público e privado, inclusive do prefeito de Ipatinga, Sebastião Quintão.
Estádio

Ferreirão
Nome Oficial: Estádio João Teotônio Ferreira
Capacidade: 5.000
Origem do Nome: O nome do estádio homenageia o torcedor do Ideal que, assistindo uma partida contra o Ipaminas, no centro da cidade, sofreu uma parada cardíaca, vindo a falecer em setembro de 1970.

Pela sua infra-estruturorganizavam em grupos e colocavam nas bandeiras o símbolo que muito os identificava. O símbolo do Ideal era a, o estádio atrai a atenção dos principais clubes da cidade, que têm transferido para o ferreirão alguns de seus jogos por competições da cidades e regionais.

Alcunhas: Verdão de Aço

Mascote
O mascote do Ideal é um pequeno índio. A origem do mascote vem de uma partida amistosa realizada em 1983, contra o Vila Ipanema.
Por apresentar uma torcida de origem humilde, os torcedores do Ideal foram pejorativamente chamados de "índios" pela torcida adversária. Na ocasião do amistoso, a torcida do Ideal, que era a visitante, foi recepcionada com gritos
citando o apelido. Após empatar o jogo, os torcedores do Ideal devolveram o deboche, comemorando com grande algazarra e acompanhados pela sua charanga gritavam: "índio! índio! índio!".
Desde então, os torcedores se uma homenagem ao bravo Índio Botocudo ou Nak-nanuk do vale do Rio Doce representado pelos caciques que fizeram história na região e receberam os apelidos de Oratinon, Timóteo, Pote, Krakatan, Tanhomi, entre outros
.

Site

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Grêmio Esportivo Tiradentes

Em 1988 foi campeão Brasiliense tendo como destaque o veterano zagueiro Beto Fuscão. Em 1989 participou da Copa do Brasil comandado pelo técnico Dadá Maravilha. Com padrões táticos que chamava de Banguela Convexa (uma variação do seu esquema anterior o Carrosel Côncavo) enfrentou o Corínthians de São Paulo e ganhou de 1x0 em Brasília (depois disso foi goleado e eliminado em São Paulo). A vitória contrao Corínthians foi o seu momento mais famoso no futebol nacional. Entre 1995 e 1996 mudou seu nome para Flamengo Tiradentes. Ficou na divisão principal do DF até 1996, quando foi rebaixado juntamente com o Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, no quadrangular da morte (Taguatinga e Ceilânida não disputaram e foram rebaixados). Após esse ano, o time ficou inativo até 2000, quando voltou, disputando a segundona, e também disputou em 2001, sem conseguir o acesso. Após esses anos, o Tiradentes nunca mais voltou a disputar um campeonato brasiliense, sendo que nunca mais se ouviu falar em uma possível volta do clube, assim como acontece com o Taguatinga Esporte Clube e Planaltina Esporte Clube, que também encerraram suas atividades e nunca mais voltaram, em um período em que clubes como Brasília, Sobradinho e Guará também começaram a declinar. Espera que esses clubes voltem com as atividades no futebol para melhorar cada vez mais o campeonato do DF.

Títulos


CAMPEÃO BRASILIENSE DE 1988



Hino


Na área dos esportes,

Estamos sempre em ação,

Vibrando com todas as forças,

Emotivos com fé e união
De dose em dose e outras,

Vencendo sempre com razão,

Lutando com todo amor,

Para glória do Timão
Tiradentes, com prazer,

Vivemos a dizer:

- Sabemos como ganhar

E como perder.

Hemos de vencer!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Sociedade Esportiva Tiradentes

No dia 30 de junho de 1959 os Subtenentes e Sargentos da Policia Militar do Estado do Piauí decidiram fundar o “Clube Tiradentes dos Subtenentes e Sargentos da Policia Militar do Estado do Piauí”. Na época o Comandante da Policia Militar era o Coronel Pedro Borges da Silva Filho.
Em 14 de setembro de 1966 o então presidente, Luis Castro Araújo, solicitou filiação à Federação Piauiense de Desportos e o pedido foi deferido em 03. de outubro de 1966, passando o representante da PM a disputar competições de esporte amador.
No inicio de 1972 o Coronel Canuto Tupy Caldas, comandante da Policia Militar, anunciou que o Tiradentes iria disputar o Campeonato de Futebol Profissional.

O Amarelão da PM possui uma trajetória de significativa importância na história piauiense.Profissionalmente em funcionamento desde 1972, os Tigrão simbolizou a garra e esperança da terra da cajuína, tendo seu passado diretamente ligado aos governos estaduais da época ditatorial militar em vigência.
Um clube mais ligado ao Governo Estadual, que o Presidente Lula a Ministra Dilma nos dias de hoje, e era camufladamente um artifício usado pela gestão local para divulgar o Piauí a todo o Brasil.
Pentacampeão Piauiense em 1972, 1974, 1975, 1982 e 1990, o clube teve a oportunidade de disputar o campeonato Brasileiro série A por quatro vezes: 1973, 74, 75 e 1983. Sua melhor participação foi em 73 quando superou em Teresina, equipes como Fortaleza (1×0), Coritiba (2×1), Payssandu-PA (2×0), CRB-AL (2×0) entre outros.
O Tiradentes entrou para história do futebol brasileiro ao sofrer a maior goleada da história do Campeonato Brasileiro, na edição de 1983. Perdeu para o Corinthians pelo placar de 10 a 1.


Títulos

Campeonato Piauiense: 5 vezes (1972, 1974, 1975, 1982 e 1990).

Estádio

Lindolfo Monteiro
Capacidade 8000
0

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Associação Esportiva Tiradentes

Em 20 de agosto de 1952, foi criada uma associação para os policias locais. Era o início não oficial do Tiradentes. Esta associação foi criada para levar aos militares divertimento. A associação não durou muito, paralisou suas atividades em 1956. Em 1961, precisamente em 15 de setembro, era fundado oficialmente, sob a presidência do sargento Luís Benício da Silva a Associação Esportiva Tiradentes, o tigre da Polícia Militar.

O Tigre foi tri-campeão da Divisão de Acesso em 1962, 1963 e 1964. Depois de ter ingressado na Primeira Divisão, que não era a principal divisão local, foi vice-campeão em 1966 e 1967. Ganhou ainda o campeonato da Primeira Divisão de 1968 e subiu para a Divisão Especial onde estavam os principais clubes do estado. Também ganhou o título da Copa Cidade de Fortaleza de 1988, nome dado ao 2º turno do Campeonato Estadual daquele ano. Foi bi-campeão da Copa Integração de 1991 e 1992.

O Tiradentes conquistou também um título estadual no ano de 1992, justo no campeonato que teve quatro campeões (Ceará, Fortaleza e Icasa também conquistaram o titulo naquele ano). Em 1999, conseguiu o título do Torneio da Movimentação.

O Tiradentes tem projeto de construir na BR-020 em Caucaia, um Centro de Treinamento, que será chamado de Toca do Tigre. Este centro de treinamento contará com campos, quadras e piscinas, para a prática de vários esportes como futebol, futebol de salão, basquete, natação, vôlei e atletismo.

O Tigre participou de todos os Campeonatos desde 1969 quando subiu para a divisão especial até o ultimo de 2001. Foram 33 campeonatos com 878 jogos, 285 vitórias, 236 empates e 357 derrotas. Marcou 1068 gols e sofreu 1222. Contra o Calouros do Ar, o Tigre aplicou a maior goleada, que foi 10 a 0, em 8 de abril de 1995, no estádio Elzir Cabral, pertencente ao Ferroviário. Em 4 de abril de 1999, o Tiradentes sofria sua pior derrota: 8 x 1 frente ao Fortaleza no estádio Presidente Vargas. Tiradentes conquistou também um título estadual no ano de 1992, justo no campeonato que teve quatro campeões (Ceará, Fortaleza e Icasa também conquistaram o titulo naquele ano). Em 1999, conseguiu o título do Torneio da Movimentação.

O Tiradentes tem projeto de construir na BR-020 em Caucaia, um Centro de Treinamento, que será chamado de Toca do Tigre. Este centro de treinamento contará com campos, quadras e piscinas, para a prática de vários esportes como futebol, futebol de salão, basquete, natação, vôlei e atletismo. O Tigre participou de todos os Campeonatos desde 1969 quando subiu para a divisão especial até o ultimo de 2001. Foram 33 campeonatos com 878 jogos, 285 vitórias, 236 empates e 357 derrotas. Marcou 1068 gols e sofreu 1222. Contra o Calouros do Ar, o Tigre aplicou a maior goleada, que foi 10 a 0, em 8 de abril de 1995, no estádio Elzir Cabral, pertencente ao Ferroviário. Em 4 de abril de 1999, o Tiradentes sofria sua pior derrota: 8 x 1 frente ao Fortaleza no estádio Presidente Vargas.

Títulos

Campeonato Cearense 1992
Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 1968

Estádio

Seu estádio, Presidente Vargas, o “PV”, tem capacidade para 22 mil pessoas.

Mascote

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Esporte Clube Comercial

O Esporte Clube Comercial, um dos clubes mais tradicionais do Estado de Mato Grosso do Sul, foi fundado no dia 15 de março de 1943.pelo esportista Etheócles Ferreira. Teve como primeiro jogadores estudantes do Colégio Dom Bosco, permaneceu no amadorismo durante 29 anos, o registro profissional veio em 1972.

A partir desta data, especialmente na década de 80, conquistou sete títulos de campeão do estado de MS. O clube já foi campeão em dois estados diferentes: no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, que tornaram-se dois estados em 1979.



Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense: 7 vezes (1982, 1985, 1987, 1993, 1994, 2000 e 2001).
Campeonato Mato-Grossense: 1975.

Estádio

Universitário Pedro Pedrossian (Morenão) - Capacidade 45.000

Hino

O Comercial é o maior
A torcida já consagrou
Nossa torcida é a melhor
Salve o nosso torcedor !
Quando o Comercial entra em campo
Ele precisa de você !
A torcida é alma do time
Com boa torcida é mais fácil vencer
Salve o Comercial !
Salve o nosso torcedor !
Salve o brado da torcida
Que presta para o time o seu grande valor !


Apelido
Colorado, Saci da Vila

Mascote

Gavião









Site

domingo, 6 de setembro de 2009

Campo Grande Atlético Clube

Fundado em 13 de junho de 1940, o Campo Grande já esteve ainda na elite nacional em 1979, terminando em 34º lugar.
Pelo Estadual do Rio, o Campo Grande era presença constante até o início dos anos 90. A última aparição do clube alvinegro foi no Carioca de 1995.
Após a passagem pela elite do futebol Brasileiro em 1983, o Campo Grande este na 2º divisão do Brasileiro de 1980 a 1982 e 1984 e 1991.
A decadência do Campo Grande atingiu sua permanência no estadual do Rio de Janeiro. No anos 90 esteve entre os grandes em 1990 a 1992 e 1994 e 1995 ano que desceu a segundona carioca. Em 1997 e 98 disputou a Série C tentando esboçar um retorno ao cenário nacional mas sem sucesso.
O calvário ainda não havia terminado em 2002 cai para terceira divisão e permanece lá até hoje.
No ano passado na terceira divisão do Rio dentre 26 clubes, o Campo Grande foi apenas 11º colocado.
Em 2008 foi vice-campeão da terceira divisão e garantiu o acesso para segunda em 2009.
Nem a rivalidade histórica com o Bangu rivais da zona oeste, pode hoje ser revivida.
O Campo Grande manda seus jogos no estádio´"Ítalo del Cima" (25 mil torcedores. Hoje esta em 97º no ranking da CBF.
Um clube por onde passaram Roberto Dinamite, Claudio Adão, Dadá Maravilha, Vagner Love dentre muitos o futuro parece incerto, mas tem sua página na história do futebol brasileiro..
Em 2009, em meio a uma disputa política entre o presidente João Neto e o investidor Manoel Barros Filho pelo controle do futebol profissional, o clube foi inscrito na Copa Rio e os problemas de comando se refletiram dentro das quatro linhas, com uma campanha de dez derrotas em dez jogos.
Os resultados chegaram a fazer o Alvinegro ser comparado ao Íbis Sport Club, de Pernambuco, conhecido como o pior time do mundo e dono da maior sequência de derrotas do futebol brasileiro: 23 jogos, em 1981. A agremiação disputa o Campeonato Carioca da Segunda Divisão, após ser vice-campeã da Terceira de 2008.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série B 1982
Campeonato Carioca - 2ª Divisão: 1985

Estádio

Estádio Ítalo de Cima é um estádio de futebol. Pertence ao Campo Grande da cidade do Rio de Janeiro. Possui capacidade para 18 mil pessoas, foi palco de muitos jogos da história do futebol do Rio de Janeiro, mas atualmente não apresenta boas condições para a realização de partidas.
O recorde de público do Ítalo del Cima ocorreu no dia 21 de abril de 1982, quando 16.842 assistiram a vitória do Campo Grande pelo placar de 3 a 0 sobre o CSA de Alagoas, na decisão do Campeonato Brasileiro da Série B.


Hino

Campo Grande, fabuloso Campo Grande
Grande também é o teu valor
Representante da Zona Rural
Cabal, denodado e empreendedor
Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias
Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador
Avante Campo Grande, entre os grandes
Demonstra tua fibra, teu fulgor
Para a causa da torcida
Que grita, aplaude e vibra
E idolatra seus atletas com fervor
Em tantas outras plagas tens vitórias
És detentor de títulos e glórias
Campo Grande, Campo Grande
Campeão desde os tempos de amador

Alcunhas: Campusca
Mascote: Galo

sábado, 5 de setembro de 2009

Clube Atlético Tubarão

Fundado em 14 de abril de 2005 como Associação Cultural, Recreativa e Esportiva Cidade – Cidade Azul é o nome fantasia junto à Federação Catarinense de Futebol –, o clube começou bem a sua história no cenário catarinense. Assim como São Caetano, Brasiliense, Paraná Clube e outros clubes que em pouco tempo de fundação já figuravam na elite, o Cidade Azul cresceu rapidamente. Logo em sua primeira competição, a Série B1 do Campeonato Catarinense 2005 – uma espécie de terceira divisão –, venceu bem o primeiro turno. Foram oito vitórias e apenas uma derrota em nove jogos.
Os 24 pontos deram uma vaga nas quartas-de-final contra a Camboriuense. Na final, bateu o Operários Mafrenses e o título veio junto com uma vaga na semifinal geral do campeonato. No segundo turno, o time não repetiu a boa campanha do primeiro e terminou na sexta colocação. Mesmo assim se classificou para as quartas-de-final.

O Cidade Azul parou na semifinal do returno. No entanto, isso não foi um problema, já que o time estava automaticamente classificado para a semifinal geral do campeonato contra o Figueirense B. O Figueira venceu os dois jogos e foi para a final. Mas como a Federação não permite o acesso de times reservas, ou os chamados “times B”, a vaga para a Série A2 caiu no colo do Cidade Azul.


A Série A2 de 2006, que depois passou a ser chamada de Divisão Especial, reunia os clubes que não estavam no Campeonato Brasileiro da Série A (Figueirense) e B (Avaí) mais os dois primeiros colocados da Série B1 de 2005 (Cidade Azul e Próspera), totalizando 12 equipes. Nesta competição ou o time subia para a elite ou caía para a Segundona – a chamada Divisão de Acesso.

A pressão de encarar times de tradição como Criciúma e Joinville foi grande e o Cidade Azul não resistiu. Somou apenas nove pontos em 11 jogos e ficou no 11º lugar, o penúltimo da competição – o Cidade Azul caiu para a segunda divisão de 2007 apenas por ter sofrido mais gols que o Brusque.


2007 chegou e as coisas mudaram no Peixe. Rotina para os times pequenos, devido ao calendário, o clube entrou em campo apenas no segundo semestre, em julho. A batalha na Divisão de Acesso começou no dia 8 de julho: vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviário. O restante da 1ª fase foi razoável, o bastante para se classificar e vencer o primeiro turno, que dava direito a uma vaga na final do campeonato.

No segundo turno, a história se repetiu e o time de Tubarão levantou a taça. Mais. Ao vencer os dois turnos sagrou-se campeão da Divisão de Acesso 2007 e conquistou a tão sonhada vaga na elite do futebol catarinense em 2008.


O tão esperado sonho de chegar à elite do Campeonato Catarinense se concretizou e o Cidade Azul pôde começar o primeiro semestre com o calendário definido. Em menos de três anos, o clube estreava no Catarinão. A primeira partida foi fora de casa, contra o Marcílio Dias, em Itajaí. A derrota por 1 a 0 era só o começo, já que muitos reforços ainda estavam se entrosando. Entre eles o meia Arílson, aquele mesmo que abandonou a seleção brasileira em pleno Pré-Olímpico de 1996, na Argentina.

Mas, antes do início do Campeonato Catarinense, a torcida decidiu protestar. Não aceitava mais o nome Cidade Azul. Torcedores se identificavam mais com o nome ligado à cidade. Com isso, a diretoria se mexeu e deu início ao processo para a mudança do nome do clube para Clube Atlético Tubarão, que nada tem a ver com o extinto Tubarão Futebol Clube, vice-campeão estadual em 1998 e 1999.

No entanto, para conseguir a certidão negativa junto à FCF e mudar o nome, o clube deve quitar débitos com INSS e Receita Federal. E o dinheiro? O diretor André Barcelos explica: “Foi feita uma rifa, onde inclusive arrecadamos mais do que o esperado, que era R$ 3 mil, e o pessoal deve quitar os débitos.” Mas para a Federação Catarinense, o clube ainda é Cidade Azul – mesmo assim, o clube já tem um novo distintivo e se auto denomina Clube Atlético Tubarão. Ainda segundo o dirigente, a mudança de nome já foi aprovada pelo conselho deliberativo e consta em ata, que está para ser registrada em cartório.No último dia 10 de janeiro, uma nova diretoria tomou posse do clube. O novo presidente é Pedro Almeida, que presidiu o Tubarão Futebol Clube nos anos em que o clube foi vice-campeão catarinense. Bom sinal para Clube Atlético Tubarão, que tem como técnico Alexandre Pandóssio, ex-goleiro e ídolo do Criciúma na década de 1990.O tão falado “Cidade Azul ou Atlético Tubarão”, como a imprensa denomina o time em dias de jogo, ainda vai durar muito. Atualmente, pelo menos até o começo do 2º turno do Campeonato Catarinense 2008, o Cidade Azul ou Atlético Tubarão – viu? – está na última colocação, com nenhuma vitória, e é sério candidato ao rebaixamento, que neste ano, pela primeira vez, terá três times.


Títulos


Campeonato Catarinense da Divisão de Acesso (2007)


Estádio

O Estádio Domingos Silveira Gonzales é um estádio de futebol situado na cidade de Tubarão, estado de Santa Catarina, tem capacidade para 3.500 pessoas e é de propriedade do Tubarão Futebol Clube. Mas o clube foi expulso de seu patrimônio por questões políticas, na gestão do ex-prefeito Carlos Stüpp. O clube tem ações contra o seu ex-vice prefeito o Sr. Angelo Zabot. Depois de denúcias feitas pelo clube ao procurador da República, logo o estádio voltará para o Tubarão Futebol Clube.


Hino

O futebol se uniu a natureza
Formando a grande força do Sul
O Furacão tricolor, tricolor
O Atlético Cidade Azul
Agora, ninguém segura o Furacão
Devastando a defesa inimiga
Segurando o ataque adversário
Vibrando com a sua torcida
Arrasa Furacão, arrasa Furacão
Vibra com toda emoção
Arrasa Furacão, Arrasa Furacão
Esse é o nosso campeão
Amantes de um bom futebol
Nasceste deste povo guerreiro
A tua missão nessa luta é vencer
E ser para sempre o primeiro

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

União Agrícola Barbarense Futebol Clube

Fundado no dia 22 de novembro de 1914, inicialmente com o nome de União Foot-Ball Club, a equipe de Santa Bárbara D’Oeste teve diversos nomes até chegar ao que ostenta atualmente. Em 1918, passou a se chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club e, um ano depois, se chamou Sport Club Athlético Barbarense. No ano de 1920, o clube se fundiu com o 7 de Setembro da Fazenda São Pedro e, mais uma vez, alterou seu nome: Sport Club União Agrícola Barbarense. Por fim, ainda naquele ano, passou a portar a denominação que tem até hoje: União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

No ano seguinte da definição do nome, em 1921, o União Barbarense se registrou na APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos), que comandava o futebol do Estado. Vinte anos depois, em 1941, filiou-se à Federação Paulista de Futebol, ainda como amador, e no ano seguinte passou a ser membro da LBF (Liga Barbarense de Futebol), entidade do município de Santa Bárbara d’Oeste.

Apenas em 1964 é que o clube se profissionalizou nos quadros da Federação Paulista de Futebol e sua estreia não foi das mais felizes diante de Alumínio: derrota por 3 a 1 em partida válida pela 3ª Divisão de Acesso. Neste jogo, o autor do primeiro gol da equipe como profissional foi o atacante Mané de Campos. Três anos depois, o União decidiu adotar o “Leão da 13” como mascote do clube, em homenagem aos torcedores fieis que apoiavam com garra o time (como leões) e à sede do clube, na Rua Treze de Maio.

O primeiro título do clube foi conquistado em 1946, quando ainda era amador, o de campeão da cidade pela Liga Barbarense de Futebol. Dois anos depois, mais uma conquista: Campeão amador da região, disputando o Campeonato Paulista do Interior pela FPF. Foi tricampeão da "Taça Cidade de Santa Bárbara" nos anos de 1957, 1961 e 1963. Neste período, mais precisamente em 15 de novembro 1959, o Jornal D’Oeste publicou a composição do Hino Oficial do clube, de autoria do Professor José Dagnoni (letra) e Hermosa Hadad Baruque Murbach (música). Em 1967, já como profissional, foi Campeão Paulista da Segunda Divisão, conquistando o acesso à 1ª Divisão (uma abaixo da divisão principal).

A partir daí, o clube conquistou alguns títulos regionais, como o Torneio Intermunicipal Americana x Santa Bárbara D’Oeste, em 1973, e passou por bons e maus momentos. Depois de ficar alguns anos sem disputar os campeonatos da FPF foi, finalmente, em 1990, vice-campeão Paulista da 2ª Divisão, conquistando mais uma vez o acesso à Divisão Intermediária. Em 1995 foi Campeão Paulista de Juniores da Série A3 e, em 1996, dos Jogos Abertos do Interior, com a equipe de Juniores. Em 1997, conquistou o vice-campeonato da Série A3 do Paulista. No ano seguinte, o maior trunfo até então: o título do Campeonato Paulista da Série A2 e o acesso à divisão principal estadual.

Em 1999, por terminar o Paulistão como o melhor time do interior na tabela, o União Barbarense se tornou Campeão do Interior. Em 2001, foi vice-campeão da Copa Federação Paulista de Futebol e, em 2004, Campeão Brasileiro da Série C. Entretanto, um ano depois do acesso à Série B, foi novamente rebaixado à Terceira Divisão nacional, por três pontos.

Nas competições estaduais, o União Agrícola Barbarense se manteve na principal divisão do Campeonato Paulista até 2005, quando foi rebaixado para a Série A2. Um novo tropeço em 2006, quando terminou na última colocação do Grupo 02 – conseguindo apenas uma vitória na competição –, levou a equipe à Série A3.

Na temporada 2007, o União Barbarense realizou uma campanha regular no Campeonato Paulista da Série A3. Com oito vitórias, três empates e oito derrotas, a equipe terminou a competição no 10º lugar, não conseguindo disputar uma vaga para a Série A2.

Com uma ótima campanha na primeira fase do Campeonato Paulista da Série A3 de 2008 – quando terminou na segunda colocação – o União Barbarense conseguiu avançar na competição. Depois, nas semifinais, ficou novamente em 2º lugar no Grupo 03, com a mesma pontuação do Flamengo (14 pontos), e conseguiu o acesso à Série A2.

Em 2009, a equipe chegou a disputar as primeiras colocações no início da competição, mas terminou o Campeonato Paulista da Série A2 na 11ª colocação. Desta forma, não conseguiu a classificação à segunda fase da competição e, consequentemente, não disputou o acesso à elite do futebol paulista.




Títulos




Campeonato Brasileiro - Série C: 2004
Campeonato Paulista - Série A2: 1998
Campeonato Paulista - Série A3: 1967.




Estádio




O Estádio Antonio Lins Ribeiro Guimarães foi inaugurado em 21 de maio de 1921 e seu primeiro jogo foi União Barbarense 3 a 1 Concórdia de Campinas, e está localizado na rua 13 de Maio, 1269 em Santa Bárbara D'Oeste.
Durante anos o estádio foi beneficiado por inúmeras reformas, como a que substituiu as antigas arquibancadas de madeira para até hoje em pé arquibancadas de concreto ladeando a Vila Aparecida e o lance que hoje pertence as cadeiras numeradas ao lado dos muros da EE Américo Emílio Romi.
Em 1996, o estádio do União Agrícola Barbarense foi novamente ampliado para poder receber os jogos da então 3ª divisão da série A do Campeonato Paulista e futuros jogos de torneios nacionais. O estádio tem capacidade para 15.000 pessoas.



Hino
(Prof. José Dagnomi/Hermosa H.B. Murbach)

Alvi-negro, valente e querido


Valoroso e cheio de glórias


Tuas taças, tão ricos troféus


Assinalam as tuas vitórias.




Sempre foste garboso e temido


De um passado brilhante e glorioso


No gramado, jogadas e lances


Confirmam sempre o teu nome famoso.




Salve, salve, União Barbarense


Um orgulho de pais e de mães


Tens um nome, gravado na História


Teu patrono, salve Antônio Guimarães


Tua Camisa de cor preta e branca


De grandeza, de amor se reveste


Os teus craques que sabem honrá-la


Elevam sempre Santa Bárbara d'Oeste!






Mascote

O 13 da mascote do União Barbarense é uma referência a rua 13 de maio, local onde está instalado o estádio e a sede do clube. Neste mesmo endereço funcionava também, no ano de 1967, a sede de uma torcida apaixonada pelo União. Não deixavam de apoiar a equipe em nenhum momento. A garra destes torcedores fez dois dirigentes do clube reconhecerem a determinação desta turma que ganhou o apelido de Leões. A partir daí, o União passou a ser chamado de “Leão da 13




Site

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense

A Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Currais Novos, no estado do Rio Grande do Norte.
Também é conhecido como Leão do Seridó. Foi fundado no dia 1º de agosto de 1989. Suas cores são vermelho, azul e branco.


Títulos


Taça Cidade do Natal: 2009
Campeonato Potiguar - 2ª Divisão: 2007




Estádio



Coronel José Bezerra
Capacidade 5.000




Mascote



Leão




Hino




Letra: Maestro Francisco CaçoteIntérprete: Chaguinha




Potyguar meu querido Potyguar


No esporte tu és uma glória


Quando entra no campo do jogo


Seus atletas lutam pela vitória
Com garra suando a camisacom o apoio de sua torcida


Potyguar tu és grande e forte


No futebol do rio grande do norte
Potyguar! Potyguar!


Mostra seu valor


Potyguar! Potyguar


Com bravura e amor!




Site



quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Santo Antônio Futebol Clube

O Santo Antônio foi fundadono dia 19 de novembro de 1919. Sua antiga sede ficava no bairro homônimo, num terreno doado pelos dirigentes que tinha uma benfeitoria onde funcionava uma antiga escola. Durante muito tempo, lá eram realizadas as domingueiras, bailes aos quais compareciam sócios e não sócios e que marcaram muito a vida no bairro.

A boa estrutura do Santo Antônio, para os padrões da época, composta pela sede e pelo estádio Rubens Gomes (maior presidente da história do clube), no bairro de Santa Inês, município de Vila Velha, foi conseguida mediante contribuição de sócios e doações de admiradores. No caso do estádio, foram vendidas 200 cadeiras cativas.Teve o seu auge na década de 50, quando foi tri-campeão capixaba, tendo inclusive, ganho o campeonato de 1953 com zero ponto perdido. Naquele ano, o Santo Antônio sofreu apenas 2 gols, e marcou 22, goleando na trajetória adversários como o Caxias, 7 x 0, e o Rio Branco, por 8 x 1. Teve o artilheiro o campeonato (o atacante Tom) e os dois goleiros menos vazados: Adjalma, que sofreu os dois gols e o reserva Carlinhos, que entrou numa única partida e não sofreu gols.


Além disso , o clube possuiu alguns dos maiores times da história do futebol do Espírito Santo em todos os tempos, nas décadas de 1940 e 1950. Esses times tiveram jogadores que entraram para a história do futebol capixaba, tais como volante Francisco (o Chico), o atacante Ciro, além de Ilson Lima (um dos melhores zagueiros da história do futebol capixaba), Cecê, J. Pedro, Neide, La Greca, Lola, Celso e outros mais. Na época áurea do clube, seu maior rival era o Rio Branco, mas sempre teve dificuldade em ganhar do Vitória. Além dos emblemáticos 8 a 1 em 1953, o Santo Antônio também venceu o rival Rio Branco pelo escore de 6 x 1, na decisão do Campeonato de 1960, disputada em 1961.Foi também Campeão do Torneio Início 3 vezes em 1952, 1954 e 1965.

Atualmente se dedica ao futebol amador.


Títulos

Campeonato Capixaba: 6 vezes (1931, 1953, 1954, 1955, 1960 e 1961)

Estádio
Rubens Gomes.
Capacidade: 5.000 pessoas.