sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Sport Club do Recife




O Sport Clube de Recife foi fundado em 13 de maio de 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca e alguns companheiros da elite social pernambucana, que queriam praticar futebol, mas, na época, não tinham um lugar para tal.
No seu primeiro ano de existência, o Rubro-Negro disputava apenas partidas amistosas contra times amadores. A estréia do clube no Campeonato Pernambucano aconteceu em 1916 e, logo em sua primeira participação, já se sagrou campeão estadual. No ano seguinte, o Sport venceu novamente a competição pernambucana e conquistou o bicampeonato.

A década de 20 ficou marcada pela conquista do tricampeonato estadual - 1923 a 1925. Com campanhas quase perfeitas, beirando os 100% de aproveitamento, o Leão se firmou como uma das maiores equipes do estado, após erguer os títulos de 1923, 24, 25 e 28.
A sede do clube, que funciona até hoje no mesmo lugar, começou a ser construída no final de 1935. Com o término da obra em 1937, foi inaugurado o estádio da Ilha do Retiro, batizado posteriormente como Adelmar da Costa Carvalho.
O Sport, década após década, seguia com sua história gloriosa e continuava a conquistar o principal título do Estado. Na década de 40 foram mais cinco torneios vencidos, um tricampeonato – 1941, 42 e 43 - e um bi - 1948 e 49.
O clube voltou a vencer o Pernambucano em 1953 e repetiu o feito em 1955, 56 e 58. A década de 50 marcou também a primeira excursão ao exterior da agremiação. Em 1957, a equipe disputou 17 jogos na Europa, contra times como Real Madrid, Fenerbache e Olympique de Marseille e defrontou os selecionados de Israel e da Turquia. Resultado da viagem: seis vitórias, oito derrotas e três empates.Os pernambucanos encararam um grande jejum de títulos, o maior de sua história, entre os anos 60 e 70. Após as conquistas de 61 e 62, o clube ficou 13 anos sem ganhar nada e só voltou a vencer o estadual em 1975, erguendo seu 20º caneco.
Em 1978 o clube não participou do campeonato pernambucano, devido a divergências entre a diretoria do Rubro-Negro e a cúpula da Federação Pernambucana de Futebol. A equipe voltou à competição no ano seguinte e continuou a dominar do futebol no Estado.
A década de 80 marcou mais um tricampeonato e o principal título da história do Sport. As três conquistas consecutivas aconteceram em 1980, 81 e 82 e o maior êxito foi alcançado em 1987, após a vitória no Campeonato Brasileiro.
Apesar da confirmação do título, a conquista
foi conturbada e muito discutida. A competição era dividida em dois módulos - Verde e Amarelo - e os campeões das duas chaves faziam a final. A divisão dos times nos módulos causou divergências antes mesmo do certame começar, mas as entidades acabaram cedendo e o campeonato teve início.
O Sport bateu o Guarani na final do Módulo Amarelo. Os finalistas da elite, Inter e Flamengo, não quiseram disputar a decisão geral contra os dois times e acabaram sendo eliminados por W.O. Desta forma, os pernambucanos enfrentaram novamente os paulistas, mas desta vez valendo o título definitivo. A primeira partida, realizada em Campinas, acabou empatada por 1 a 1. No segundo e decisivo jogo, vitória por 1 a 0 do Leão e título para os nordestinos.
Com a conquista do Brasileirão, o clube obteve o direito de participar da Copa Libertadores da América, o mais importante torneio do continente. A participação não foi das melhores e o time acabou eliminado ainda na primeira fase.
No ano seguinte, em 1989, o Sport chegou a final da Copa do Brasil e perdeu a chance de participar de outra Copa Libertadores. Durante o certame, os pernambucanos eliminaram equipes como Goiás e Vitória e enfrentaram o Grêmio na grande final. Empate por 0 a 0 no primeiro jogo e vitória gremista na segunda partida por 2 a 1.
Mesmo com a conquista do Campeonato Brasileiro em 1987, o Sport não obteve o direito de subir de divisão, conseguindo ascender apenas três anos mais tarde, após derrotar o Atlético-PR na decisão.

A década de 90 entrou para história do time pernambucano devido à conquista do pentacampeonato estadual, o único em toda a existência do clube. A seqüência teve inicio em 1996 e terminou em 2000, com destaque para a campanha invicta de 1998. Além das conquistas estaduais, o Leão da Ilha alçou novos vôos e também venceu a Taça Norte-Nordeste em duas ocasiões, em 1991 e 1998.
O século 21 levou o time do Sport do céu ao inferno e aos céus novamente. Apesar do feito inédito do pentacampeonato e de boas campanhas no Brasileirão, o time acabou rebaixado em 2001, após terminar sua participação na última colocação.
O time pernambucano conseguiu retornar à elite apenas em 2006, depois de se sagrar vice-campeão da Série B. Além do acesso, a equipe também conquistou o título estadual por quatro três vezes - em 2003 e mais um tricampeonato em 2006, 2007 e 2008 - totalizando 37 títulos Pernambucanos, contra 24 do Santa Cruz e 21 do Náutico, seus maiores rivais.

O Sport venceu em 2008 a Copa do Brasil.


Títulos

Campeão Brasileiro (1): 1987.
Campeão da Copa do Brasil (1): 2008.
Campeão Brasileiro da 2ª Divisão (1): 1990.
Taça Norte-Nordeste (2): 1991 e 1998.
Campeonato Pernambucano (39): 1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980, 1981, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2003, 2006, 2007, 2008 e 2009.

Estádio
Estádio da Ilha do Retiro

Nome oficial: Estádio Adelmar Costa Carvalho
Capacidade: 55 mil pessoas
Dimensões: 105m x 78m
Inauguração: 4 de Julho de 1937, Sport 6x5 Santa Cruz
Público Recorde: 56.875 pessoas (Sport 2 x 0 Porto-PE, 07/06/1998 - Campeonato Pernambucano)

Conhecido como Estádio da Ilha do Retiro é o templo do futebol do Sport Club do Recife. Fundado em 4 de Julho de 1937, foi uma das sedes da Copa do Mundo de 1950.

Hino

Com o Sport
Eternamente estarei
Pois rubro-negras são
As cores que abracei
E o abraço, de tão forte,
Não tem separação
Pra mim, o meu Sport
É religião
A vida a gente vive
Pra vencer
Sport, Sport
Uma razão para viver
Treze de Maio,
Mil novecentos e cinco
Dia divino em que Guilherme de Aquino
Reune, no Recife, ardentes seguidores
Fundando esta nação de vencedores
Que encanta, enobrece e dá prazer
Sport, Sport
Uma razão para viver
Eterno símbolo de orgulho
É o pavilhão
De listras pretas e vermelhas,
Com o Leão
Erguendo, imponente, o imortal escudo
Mostrando à gente que o Sport é tudo
Que a vida tem de belo a oferecer
Sport, Sport
Uma razão para viver
São gerações e corações
Fazendo a história
São campeões e emoções
Tercendo a glória
Do bravo Leão da Ilha, Sport obsessão
Que faz bater mais forte o coração
Torcida mais fiel não pode haver
Sport, Sport
Uma razão para viver
Sport! Sport! Sport!

Mascote

A mascote do Sport Club do Recife é um Leão batizado como Leo - tradução em latim para o nome do animal. O símbolo foi criado há mais de 25 anos e desde então marca presença nos jogos do time animando a torcida, além de ser peça fundamental em diversas promoções da agremiação, principalmente voltadas ao público infantil.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Santos Futebol Clube

O Santos surgiu em 1912, por iniciativa de atletas da cidade litorânea, que pretendiam praticar o novo esporte sem ter de se deslocar para São Paulo. Sem muita demora, então, resolveram lembrar a cidade e fundar uma nova agremiação. Apenas um detalhe era curioso naquela iniciativa: diferente do que acontece hoje, as cores oficiais eram azul e branco, em homenagem ao Clube da Concórdia, local onde foram realizadas as primeiras reuniões.
Apesar de não estar situado na capital, o time, que no início de sua história ocupou-se com amistosos contra adversários locais, foi logo convidado a participar da Liga Paulista de Futebol, um dos campeonatos estaduais da época.


A participação não foi das melhores. Contra os grandes, como Paulistano e Germânia, o Santos sofria e era goleado. Dedicava-se até mais ao Campeonato Santista, que vencia com facilidade. Passou a pensar mais no Estadual somente na década de 20, quando começaram a surgir jogadores de maior qualidade no time da Baixada.
Feitiço e Araken Patusca, por exemplo, chegaram à final do campeonato de 1927 formando um ataque ímpar, com mais de 100 gols marcados. Foram derrotados, porém, pelo Palmeiras na decisão. Nos dois anos seguintes, voltariam a perder o título na decisão, mas sem o mesmo brilho.
A qualidade da equipe caiu com a saída de algumas dessas estrelas. Foi justamente após a volta de Araken Patusca que o time conseguiu seu primeiro grande título. Em 1935, venceu o Campeonato Paulista após decisão contra o Corinthians. Depois do troféu inicial, veio um hiato de conquistas.

Foram 20 anos sem que o Santos figurasse entre os principais clubes do Estado. O recomeço foi apenas na década de 50, quando a diretoria começou a montar um time de qualidade. Com Pepe e Zito, o Alvinegro (que à época já vestia branco) foi campeão paulista pela segunda vez em 1955, e repetiu a façanha no ano seguinte.
O maior evento do ano de 1956 na Vila Belmiro, no entanto, não foi o título estadual. Naquela temporada chegou ao clube aquele que seria o maior jogador de futebol de todos os tempos. Pelé veio de Bauru para Santos e logo se tornaria profissional.
Sua ascensão foi tão rápida que, em 1958, ele já era titular do Brasil campeão mundial na
Suécia. Pelo Santos, era só o começo de um enorme período de glórias. Foram 11 Paulistas (1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973), 5 Taças Brasil (de 1961 a 1965) e inúmeras conquistas internacionais.
Os maiores títulos de todos, porém, vieram bem no começo da década de 60, mais precisamente em 1962 e 1963, quando venceu a Copa Libertadores e o Mundial Interclubes. Na competição continental, foram derrotados Peñarol, do Uruguai, e Boca Juniors, da Argentina. Na disputa do Mundial, caíram os poderosos Benfica e Milan em jogos memoráveis.
Foi um tempo glorioso para os torcedores do Santos. A equipe, que antes tinha brilhos esporádicos, passou a ser a mais importante de todo o planeta, foi base da seleção brasileira e conquistou todos os títulos que podia. Isso porque o esquadrão não se resumia a Pelé.
Calvet, Carlos Alberto Torres, Dorval, Mengálvio, Coutinho, Jair da Rosa Pinto, Almir Pernambuquinho e Lima foram alguns dos craques que vestiram a camisa branca naquele período e ajudaram a escrever a história do Santos. O sonho começou a acabar, logicamente, com a perda de Pelé para o futebol norte-americano, em 1974.
A partir daquele momento, o Santos passou a conviver com a sua nova realidade. Conseguiu um título paulista em 1978, com os chamados “Meninos da Vila”, jovens revelações que colocaram o Alvinegro no lugar mais alto do pódio estadual.


Depois de mais um breve hiato, o clube voltou a sonhar com vôos mais altos no começo da década de 80, quando, com Serginho Chulapa e Pita como principais estrelas, foi vice-campeão do Brasileiro de 1983 e ganhou o Paulista do ano seguinte. A fase durou pouco, e culminou no pior período da história da agremiação.
Foram nada menos que 18 anos sem títulos relevantes. Durante toda a década de 90, o máximo que a equipe conseguiu foi colecionar fracassos e frustrações. A maior delas em 1995, quando o time de Giovanni, Camanducaia, Jamelli, Narciso e Gallo perdeu a final do Brasileiro para o Botafogo de Túlio e Donizete Pantera.
Aquela decisão ficou marcada pelo árbitro Márcio Rezende de Freitas, que anulou um gol legal santista e validou um irregular carioca, gerando muita insatisfação por parte da equipe da Vila Belmiro.
Com o insucesso, veio mais um período de recesso. Até o começo do século 21, parecia não haver alternativa para a equipe, que já havia caído em diferentes competições com elencos de todos os tipos. Em 2002, quando a diretoria não tinha mais recursos financeiros para o futebol, o clube entregou o Campeonato Brasileiro nos pés de promessas incertas como Robinho e Diego e atletas que já estavam há algum tempo na Vila sem sucesso, como Renato e Elano.
O resultado mudou toda a história recente do Santos. Com um futebol surpreendente, os novos “Meninos da Vila” venceram o Campeonato Brasileiro com propriedade, derrotando os favoritos São Paulo, Grêmio e Corinthians na fase final.

Com publicidade e atenção da mídia renovada, além de talento no campo, o Santos passou a almejar sonhos mais altos. Foi vice-campeão da Copa Libertadores e do Brasileiro em 2003, e conquistou novamente o Nacional em 2004, já com uma equipe mais modificada.
Os recursos captados nesse período mudaram a realidade alvinegra. De coadjuvante do fim do século 20, passou a favorito constante nos tempos atuais. Com uma estrutura ampliada e mais organização extra-campo, passou a figurar sempre entre as principais equipes do Brasil. Em termos de títulos, porém, ainda caminha a passos curtos, tendo vencido apenas dois Campeonatos Paulistas (2006 e 2007).


Títulos


Campeonato Paulista (17): 1935, 1955, 1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1973, 1978, 1984, 2006 e 2007.
Taça Brasil (5): 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965.
Campeonato Brasileiro (2): 2002 e 2004.
Taça Libertadores da América (2): 1962 e 1963.
Mundial Interclubes (2): 1962 e 1963.


Estádio



O Estádio Urbano Caldeira, mais conhecido como Vila Belmiro, é o maior estádio de futebol da Baixada Santista e abriga o Santos FC, um dos maiores clubes de futebol no Brasil que foi fundado em 14 de Abril de 1912 e revelou diversos craques para o mundo, como o ídolo mundial Rei Pelé.
O estádio na Vila Belmiro foi construído em 1916 e é um dos estádios mais velhos do Brasil e tem capacidade para cerca de 20 mil pessoas. Está localizado na rua Princesa Isabel, 77, perto de onde encontra-se o Estádio Ulrico Mursa, da Portuguesa Santista.


O Santos Futebol Clube, logo após sua fundação, realizava seus treinos em um campo localizado no Bairro do Macuco. Como o gramado não tinha as dimensões oficiais mínimas, seus jogos eram disputados no terreno onde hoje está a "Igreja Coração de Maria", na avenida Ana Costa.
O campo no entanto, era utilizado também por outros clubes da cidade. Em 1915, a situação chegava a um limite, obrigando o clube a rejeitar visitas de clubes internacionais, inclusive.
Para resolver o problema, os dirigentes passaram a procurar terrenos na cidade. Em 31 de maio de 1916, uma Assembléia Geral aprovou a compra de uma área de 16.500 metros quadrados, no Bairro da Vila Belmiro.
E no dia 12 de outubro daquele ano, o sonho se torna realidade com a inauguração da praça de esportes da Vila Belmiro. O primeiro jogo, foi realizado 10 dias depois, contra o Ypiranga, válido pelo Campeonato Paulista. O Santos venceu por 2-1, sendo Adolfo Millon Jr. o autor do primeiro gol no estádio.


Hino


Agora quem dá bola é o SantosO Santos é o novo campeãoGlorioso alvinegro praianoCampeão absoluto desse ano
Santos, Santos sempre SantosDentro ou fora do alçapãoJogue o que jogarÉs o leão do marSalve o nosso campeão


Mascote


A mascote do Santos é a baleia orca. Um dos motivos da escolha do animal como representante da agremiação é a presença esporádica desta espécie no litoral santista. Atualmente, a diretoria divulga o Baleião e a Baleinha, que ficam na beira do gramado animando os torcedores antes dos jogos na Vila Belmiro.


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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Goiás Esporte Clube

Em 1943, em uma Goiânia que ainda não completara nem dez anos de idade, um grupo de amigos se reuniu na casa de dois irmãos, Cláudio e Lino Barsi. O assunto da reunião era a criação de uma nova equipe de futebol.
No entanto, devido a grande quantidade de jovens em sua residência, a mãe de Cláudio e Lino literalmente expulsou os rapazes de sua casa. Mas um assunto tão importante não poderia ser adiado e ali mesmo na rua, debaixo de um poste de luz, no dia 6 de abril de 1943, foi fundado o Goiás Esporte Clube.
Contudo, depois de sua criação, o Goiás demorou a aparecer com força no futebol. Nesse tempo, a equipe chegou a decidir um Campeonato Goiano, em 1951. Porém, foi em 1960 que veio a maior conquista do Esmeraldino. E ela veio fora de campo, com a aquisição de um terreno na Serrinha. Nesse local, o estádio Serra Dourada seria inaugurado 15 anos mais tarde, em 1975.
A trajetória de títulos do Goiás começou apenas seis anos depois que esse terreno foi comprado. Em 1966, a equipe ganhou seu primeiro título: o Goiano daquele ano. A única derrota da naquela competição foi para o Anápolis, que era o campeão do ano anterior, na estréia.
No ano seguinte, veio a primeira participação do Esmeraldino em uma competição nacional, a Taça Brasil. O time não conseguiu passar da primeira fase do certame, apesar de ter vencido o Rabelo, do Distrito Federal, na estréia.
Com o começo dos anos 70, veio também a era das vitórias. Já em 1971 e 1972, a equipe conquistou o seu primeiro bicampeonato goiano. Em 1973, veio a primeira participação de um time do estado no Campeonato Brasileiro. O Goiás não fez feio, terminando na 13ª colocação em um certame que contava com 40 clubes.
O começo da década de 80 também trouxe uma grata surpresa para os torcedores do Goiás. Em 1981 a equipe conquistou mais uma vez o título Goiano e quebrou uma seqüência do maior rival Vila Nova, que era o atual tetracampeão.
Em 1989 veio outra grande conquista. O clube foi campeão estadual, atingiu as semifinais da Copa do Brasil e ficou com a décima colocação no Brasileiro. Além disso, o principal atacante do clube, Túlio, foi o artilheiro daquela competição, com 11 gols.
Na década de 90 vieram outros bons momentos para o Esmeraldino. Logo em 1990, o clube venceu mais um Goiano e chegou à final da Copa do Brasil, quando perdeu para o Flamengo. No ano seguinte, em 1991, veio o primeiro tricampeonato Goiano da equipe.

Em 1996 começou a fase mais vitoriosa da equipe. Daquele ano até 2000, o clube conquistou o pentacampeonato goiano e se firmou de vez como o principal clube do Centro-Oeste.
Cinco anos depois, veio a melhor campanha do time de Goiânia em um Brasileiro. A equipe terminou a competição na terceira colocação e se classificou para a Libertadores da América do ano seguinte. Após uma boa primeira fase, acabou eliminada pelos argentinos do Estudiantes de La Plata nas oitavas-de-final.
Outro ano importante na história do Goiás foi 2007. Após dois bons anos no Brasileirão, a equipe caiu de rendimento e quase foi rebaixada, se salvando na última rodada da competição ao vencer o Internacional e relegando o Corinthians à degola.

Títulos


Campeonato Goiano (22):1966, 1971, 1972, 1975, 1976, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2002, 2003,2006 e 2009.

Série B do Campeonato Brasileiro (1):1999

Copa Centro-Oeste (3):2000, 2001, 2002


Estádio


O Estádio de Hailé Pinheiro (também conhecido como Estádio da Serrinha), construído em 1995, é um estádio de futebol situado em Goiânia, Brasil. É propriedade do Goiás Esporte Clube e possui uma capacidade para dez mil espectadores.


O Complexo de Serrinha, que inclui estádio homônimo, foi adquirido pelo Goiás Esporte Clube na década de 1960. Naquela altura, o terreno era de propriedade municipal, onde anteriormente funcionava a Fazenda Macambira. Neste espaço foi montado o prédio administrativo do Goiás, campos de futebol, concentração e o Ginásio Luiz Torres de Abreu.
Em 1995, foi construído o Estádio Hailé Pinheiro. Todo o complexo foi modernizado em 2003 na direção de Raimundo Queiroz.


Hino


Eu sou Goiás Esporte ClubeEu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritarAté o peito me doer,Até perder a voz eu sou Goiás
Eu sou Goiás até morrerEu sou Goiás, eu sou Goiás de coraçãoCada vez nossa torcida cresce maisEternamente serei Goiás
Nosso Clube é a nossa glóriaA nossa garra, nossa gente, nossa históriaO amor pela nossa bandeiraÉ para nós a maior vitória
Nosso Clube é a nossa glóriaNossa garra, nossa gente, nossa históriaA vida toda eu vou torcerEu sou Goiás, Goiás, até morrer
Eu sou Goiás Esporte ClubeEu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritarAté o peito me doer,Até perder a voz eu sou Goiás
Eu sou Goiás até morrerEu sou Goiás, eu sou Goiás de coraçãoCada vez nossa torcida cresce maisEternamente serei GoiásCada vez nossa torcida cresce maisEternamente serei Goiás.


Mascote



A mascote do Goiás é um periquito. O animal foi escolhido como um dos símbolos do clube porque um dos fundadores da equipe, Lino Barsi, descendente de italianos, era torcedor do Palestra Itália, que tinha a ave como sua mascote.



O periquito ganhou apoio da torcida por ser comum na região Centro-Oeste do Brasil e acabou sendo adotado como um dos símbolos da agremiação.


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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense

O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense nasceu de uma bola de futebol, como deveria acontecer com um clube predestinado às maiores glórias. A trajetória vitoriosa começou com o paulista Cândido Dias da Silva, trabalhando há algum tempo em Porto Alegre e sua bola de futebol.

Nessa época apareceu na capital gaúcha a equipe de futebol do Sport Clube Rio Grande. Os ingleses e alemães que jogavam nos times de Rio Grande haviam sido convidados para uma exibição na cidade. No dia marcado, 7 de setembro de 1903, o campo da várzea ficou rodeado de curiosos. Cândido, com sua bola de baixo do braço, estava entre eles com a atenção redobrada.Em dado momento, a bola dos ingleses esvaziou-se, para desapontamento geral. Cândido, mais do que depressa, emprestou a sua, garantindo o final da demonstração. Em troca, ao final da partida, obteve dos jogadores as primeiras lições sobre futebol e, principalmente, deles ficou sabendo como agir para fundar um clube. Foi então, em 15 de setembro de 1903, que trinta e dois rapazes se reuniram no Salão Grau, restaurante de um hotel da rua 15 de Novembro, atual rua José Montaury, localizado onde estão agora os fundos da Galeria Chaves e deram início à história de um clube vencedor, disposto a superar todos os desafios. Carlos Luiz Bohrer foi eleito o primeiro Presidente, sem jamais imaginar a projeção mundial que o recém-nascido clube um dia alcançaria.

Nos primeiros anos o clube procurou alicerçar suas bases, primeiramente através da aquisição de um local próprio para jogos e treinos, a Baixada dos Moinhos de Vento em 1904, depois com a incrementação esportiva com o Fuss Ball Club Porto Alegre também fundado em 15 de setembro de 1903 em disputa da antiga Taça Wanderpress valendo oficiosamente o título da cidade.

Em 18/07/1909, o Grêmio jogou o primeiro clássico com seu tradicional adversário, o Internacional e o resultado desta partida histórica foi um extraordinário 10x0 para o tricolor.Em 1910, ajudou a criar a 1ª Liga de Clubes de Porto Alegre (a idéia partiu do Grêmio), para a realização dos campeonatos metropolitanos. Deste periodo destaca-se o pentacampeonato citadino de 1911/12/13/14/15. Foi nesta década, que o clube começou a jogar contra equipes de outros estados e países com destaque especial para a vitória sobre a Seleção da Federação Desportiva Uruguaia por 2x1, em 17 de junho de 1916. Teve importante participação na criação da F.R.G.D. (hoje F.G.F.) em 1918, vindo a disputar o 1º estadual em 1919.

Nos anos 20, além do pentacampeonato metropolitano de 1919/20/21/22/23 e do bi de 1925/26, o Grêmio venceu os Estaduais em 1921/22 e 1926. Na década de 30, o tricolor conquistou o tetracampeonato de Porto Alegre de 1930/31/32/33 e o bicampeonato do Rio Grande do Sul de 1931/32, quando então, passou a ser mais conhecido ao derrotar o Atlético campeão paranaense por 7x2, o Santos campeão paulista por 3x2, o Botafogo campeão carioca por 1x0, o Wanderers campeão uruguaio e do Rio da Prata por 2x1 e o Independiente, bicampeão argentino e do Rio da Prata por 2x1. Estas vitórias associadas aos títulos estaduais e metropolitanos, em especial o título Farroupilha de Porto Alegre em 1935, criaram uma mística no clube da Baixada, que passou a receber o apelido de “derrubador de campeões”. De 1903 a 1935, o Grêmio contou com vários craques de destaque como: Kallfelz, Koch, Siebel, Jorge Black, Grunewald, Schuback, Mohrdieck, Sisson, Mostardeiro I, Mostardeiro II, Kuntz, Scalco, Assunpção, Lagarto, Luis Carvalho, Foguinho, Dario, Laci, Poroto, Nenê, Artigas, Heitor, Jorge PY, Adão, os irmãos Sardinha (Eurídes e Eurípedes), Laxixa (que junto com Adão, foram os primeiros atletas afro-descendentes da história do clube) entre outros. Mas o grande nome dessa época, foi o do lendário goleiro Eurico Lara, um símbolo da era amadorista do futebol gaúcho e brasileiro.

O amadorismo correspondia a fase inicial do futebol e da criação dos clubes brasileiros. De tradição elitista e européia, o amadorismo era uma forma de distinção das elites com relação às camadas populares. Com a popularização do futebol, aumentava nos clubes a participação de jogadores de origem humilde.

Em 1929, ocorre a queda da bolsa de valores de Nova Iorque, provocando uma grande crise mundial em todos os setores da economia, ocasionando o caos social. Estes acontecimentos tiveram reflexos no futebol, provocando a quebra de vários clubes obrigando os demais a se readaptarem as novas condições conjunturais.

Assim no começo dos anos 1930, o amadorismo foi colocado em xeque, quando vários atletas sul-americanos foram contratados por times europeus. A economia da América do Sul era nessa época baseada na agricultura e pecuária, ainda que, já existisse um ascendente surto industrial. No Brasil, os clubes viviam o que se denominava por amadorismo marrom, isto é, não se adimitia o profissionalismo oficialmente mas se fazia vistas grossas as gratificações pelo bom desempenho dos atletas das equipes. Por outro lado, o profissionalismo já era uma realidade na Europa, e após as vitórias do Uruguai na Copa do Mundo de 1930 e nos Campeonatos Olímpicos de 1924 e 1928, os europeus passaram a aliciar os atletas sul-americanos.

Para evitar uma evasão ainda maior, foi oficializado o profissionalismo, primeiro no Rio da Prata entre 1931 e 1932, depois no eixo Rio-São Paulo em 1933, ao passo que o novo governo brasileiro, que emergiu da revolução de 1930 (era Vargas), enxergava a necessidade de se estabelecer uma política nacional de integração e desenvolvimento socio-econônico (industrialização) com reflexos no plano cultural e esportivo do país, forçando no futebol um entendimento geral das entidades esportivas visando a profissionalização.

No Rio Grande do Sul o profissionalismo chegou inicialmente em 1937, através da criação da Especializada um departamento profissional filiado à Federação Brasileira de Futebol (FBF), que organizou um campeonato metropolitano em separado ao da Federação Rio-Grandense de Desportos (atual Federação Gaúcha de Futebol) filiada à Confederação Brasileira de Desportos (CBD, atual CBF) até 1939, quando um acordo pôs fim nas divergências entre as entidades futebolisticas do estado e do país. Durante a vigência da Especializada o Grêmio sagrou-se Tricampeão Metropolitano em 1937/38/39, mas não participou das finais do Estadual. Os anos 40 representaram um período de transição por conta da oficialização do profissionalismo no futebol em todo o pais a partir de 1941, com a criação do CND (Conselho Nacional de Desportos) e das conquistas tricolores nos campeonatos metropolitanos e dos Estaduais de 1946 e 1949.

Contudo, foi em 14/05/1949, em meio ao processo de internacionalização do futebol, provocado em parte por causa do avanço tecnológico da aviação comercial do pós-guerra, que o Grêmio entra na história do futebol mundial ao bater o poderoso Nacional de Montevidéu, em pleno estádio Centenário por 3x1 (durante os festejos dos 50 anos da equipe Uruguaia) e na vitoriosa excursão invicta à América Central no fim daquele ano. Em 1953/54, o Grêmio realizou o que ficou conhecido como a conquista das “três Américas” com outra excursão internacional, agora pelo México (América do Norte), Ecuador e Colômbia (América do Sul).

Estes acontecimentos, associados as novas exigências do profissionalismo no planeta, aceleraram as mudanças internas no clube, que necessitava de um estádio maior, não só para acomodar seus torcedores e para recepcionar grandes times do país e do exterior, mas também para adecuar-se a uma nova conjuntura esportiva. Nesssa transição do amadorismo para o profissionalismo, brilharam no Grêmio vários jogadores como: Joni, Touguinha, Clarel, Júlio Petersen, Sanguinetti, Hélio, Prego, Noronha, Toneli, Beresi, Geada, Hermes, Danton, Hugo, Ário, Gita, Balejo, Camacho, Bentevi entre tantos.

Acompanhando o desenvolvimentismo industrial dos anos 50, o Brasil, se transformava de um país agrícola para uma nação em desenvolvimento em especial nos anos JK simbolizados pela inauguração de Brasília como nova capital do país e a chegada da industria automobilística, descentralizando o eixo de investimentos agora também para o interior. No futebol essa fase de integração nacional reflete-se, na conquista dos Mundiais da Suécia e Chile pelo Brasil em 1958, 1962 e na criação da Taça Brasil de clubes de 1959 (atual campeonato brasileiro), para escolher o representante do país na recêm criada Taça Libertadores da América cuja primeira edição estava marcada para 1960. O clube gremista, atento a todas estas mudanças, procurou se adaptar o mais rápido possivel as novas conjunturas do futebol mundial.

Em 1952, o Grêmio contatou Tesourinha, o primeiro atleta afro-descendente tricolor de destaque na era profissional e dois anos depois, em 1954, foi inaugurado o estádio Olímpico, que marcou o início de um período áureo, 12 campeonatos em 13 disputados: o Pentacampeonato Gaúcho e Metropolitano de futebol profissional de 1956/57/58/59/60 e o Heptacampeonato Gaúcho de 1962/63/64/65/66/67/68, tornando-se o primeiro, no Rio Grande do Sul a obter este titulo .

Foi participante da Taça Brasil em quase todos estes anos, tendo sido em três ocasiões semifinalista (quando obteve o terceiro lugar) nos anos de 1959, 1963 e em 1967, bem como, posteriormente, da Taça de Prata – Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Robertão) em 1967, quando, o tricolor foi um dos quatro finalistas e que serviu de modelo para o atual Campeonato Brasileiro, instituido em 1971; Campeão Sul-Brasileiro invicto de 1962 (Taça da Legalidade); Campeão invicto da Copa Río de La Plata de 1968 (Taça Confraternidad, primeiro titulo internacional oficial do Grêmio antes da Libertadores de 1983) e finalmente, as grandes excursões à Europa de 1961 e 62, que tornaram o Grêmio mundialmente conhecido.Além dessas participações, o Grêmio contribuiu com vários atletas na seleção brasileira principalmente nas conquistas do Brasil no Campeonato Pan-Americano de 1956 no México, na Taça O’Higgins no Chile em 1966 e no Vice-campeonato pan-americano na Costa Rica em 1960, quando o Rio Grande do Sul representou o país nestas competições. Em 1970, com a convocação de Everaldo para a seleção brasileira, o Grêmio, mais uma vez contribuiu para uma grande conquista do futebol nacional, o Tricampeonato Mundial no México. Por essa época gloriosa passaram vários craques como: Airton, Elton, Milton, Ênio Rodrigues, Juarez, Gessi, Vieira, Sérgio, Calvet, Joãozinho, Marino, Alberto, Arlindo, Aureo, Altemir, Sérgio Lopes, Cléo, Babá, Alcindo, Ortunho, Everaldo, Volmir, Espinosa entre tantos outros.

Nos anos 70, o Grêmio virou uma grande Sociedade, promoveu dois congressos de clubes tricolores da América do Sul em 1971, reeditou e conquistou, no mesmo ano, a antiga Taça do Atlântico de Clubes (Torneio Sul-Americano Tricolor) ao derrotar na sequência o Nacional (URU) por 2x1 e o River Plate (ARG) por 2x0, e reconquistou a hegemonia regional em 1977, 1979 e 1980.

Os anos 80, viram o clube passar por uma das fases mais vitoriosas de sua vida esportiva, em paralelo com a redemocratização do país, que vivera 20 anos de regime militar (1964 a 1984), e as transformações político-econômicas ocorridas com o advento da globalização, que no futebol se refletiu na inflação dos salários dos jogadores bem como o aumento da publicidade nos esportes em todo mundo, tornando o futebol em especial, num grande negócio a ser gerenciado com um altíssimo nível profissional, sendo a FIFA, a entidade mundial mais importante neste segmento, congregando mais países filiados que a própria ONU. Depois da reinauguração do Olímpico em 1980, o Grêmio foi Campeão Brasileiro em 1981; Vice-campeão nacional em 1982; Campeão da Taça Libertadores da América de 1983, batendo ao Peñarol (URU) na soma dos dois jogos finais por 1x1 e 2x1 (nos dias 22 e 28/07); CAMPEÃO MUNDIAL INTERCLUBES (vitória na final sobre o Hamburgo da Alemanha, campeão da Copa dos Campeões da Europa por 2x1 em 11/12/1983); campeão da Copa Los Angeles (Taça Pan-Americana) ao derrotar o América do México, campeão da Taça das Nações da América (empate em 2x2 e vitória por 4x3 nos pênaltis em 13/12/1983); Hexacampeão Gaúcho de 1985/86/87/88/89/90.

O Grêmio ao derrotar o Sport Recife por 2x1 sagrou-se, campeão invicto da 1ª Copa do Brasil em 1989 e no ano seguinte, tornou-se Supercampeão Brasileiro de 1990. O tricolor também venceu alguns dos mais prestigiados, torneios internacionais, dos quais destacan-se a Copa El Salvador del Mundo em El Salvador e o Troféu Ciudad de Valladolid em 1981, o Troféu Palma de Mallorca de 1985 (os dois ultimos na Espanha), a Copa Rotterdan na Holanda em 1985 e o Bicampeonato da Copa Phillips em 1986/87 na Holanda e Suiça. Destacaram-se nesse periodo grandes jogadores como: Ancheta, Tarciso, Iura, Oberdan, Eder, Tadeu Ricci, Renato, André Catimba, Paulo Cesar Lima, Mário Sérgio, Leão, De León, Paulo Roberto, Paulo Isidóro, China, Edinho, César, Mazaropi, Baltazar, Osvaldo, Cuca, Valdo, Luis Eduardo, Paulo Egídio entre tantos.

De 1991 para cá, o clube, apesar da passar por alguns momentos dificeis, retomou o caminho das vitórias, conquistando os Gauchões de 1993, 1995, 1996, 1999 e 2001; a Copa do Brasil em 1994, 1997 e 2001; venceu a Copa Sul-Brasileira de 1999 e, principalmente, em 1995, sob o comando técnico de Luis Felipe Scolari, quando então, conquistou o Bicampeonato da Taça Libertadores da América (3x1 e 1x1 sobre o Atlético Nacional da Colômbia, nos dias 23 e 30/08/1995), a Copa Sanwa e o Vice-campeonato mundial ambos no Japão. Em 1996, o tricolor venceu a Recopa Sul-Americana (4x1 no Independiente da Argentina em Kobe no Japão); o Bicampeonato Brasileiro e no ano seguinte, conquistou na Espanha o Troféu Colombino.

Em 2005, ainda sem dinheiro em caixa, o Grêmio continuava em situação quase falimentar. A dívida ascendia a 108 milhões, sendo 56 milhões a curto prazo. Para tentar contornar a situação, o técnico Hugo De León, ídolo do clube foi contratado como treinador. No Campeonato Gaúcho, o time foi mal. Para tentar inverter a situação, Mano Menezes foi contratado para o lugar do uruguaio. Na Série B, o time foi mal no início, mas se classificou entre os oito primeiros e conseguiu disputar o quadrangular final. Nesta fase da competição, desperdiçou chances de ganhar da Portuguesa de Desportos e do Santa Cruz. A ascensão teve de ser decidida contra o Náutico, no Estádio dos Aflitos, em Recife. Depois de ter dois pênaltis marcados contra (desperdiçados pelo adversário) e quatro jogadores expulsos, o Tricolor, ainda assim, conseguiu marcar o gol do título, feito por Anderson. Desse modo heroico, o time conseguiu a subida novamente à Série A.

De volta ao convívio dos grandes em 2006, o Grêmio reconquistou a hegemonia no Rio Grande do Sul ao conquistar seu trigésimo-quarto Campeonato Gaúcho após dois empates (0-0 e 1-1) que deram o título ao Grêmio por causa do gol qualificado. No Campeonato Brasileiro de 2006, o time surpreendeu e chegou em terceiro, após um início irregular, conseguiu organizar o time e chegou na terceira colocação, se classificando para a Libertadores do ano seguinte.

Em 2007, o Grêmio foi bi-campeão gaúcho. Na Copa Libertadores 2007, o time chegou até a final, mas foi derrotado pelo Boca Juniors (3-0 fora e 0-2 em casa). No Campeonato Brasileiro de 2007, o sexto lugar foi a colocação final.

Em 2008, a equipe teve um início de ano conturbado. Vágner Mancini, recém contratado para substituir Mano Menezes, foi demitido do clube com seis jogos disputados e nenhuma derrota. Celso Roth foi contratado para ocupar a sua função. O técnico levou o time ao vice-campeonato do Campeonato Brasileiro, um feito considerável, já que o treinador era desacreditado. Assim, a torcida acabou virando para o lado de Roth. A classificação final no Brasileirão rendeu ao Grêmio a classificação à Libertadores 2009, mas foi eliminado da Copa Libertadores de 2009, nas semi-finais, ao perder pelo placar agregado de 5-3 (3-1 e 2-2) para o Cruzeiro.


Títulos
Mundial Interclubes: 1983.

Copa Libertadores da América: 1983 e 1995.
Recopa Sul-Americana: 1996.

Campeonato Brasileiro: 1981 e 1996.
Campeonato Brasileiro - Série B: 1 2005.
Copa do Brasil: 1989, 1994*, 1997* e 2001.

Copa Sul: 1999.
Campeonato Sul-Brasileiro: 1962.

Campeonato Gaúcho: 35 1921, 1922, 1926, 1931, 1932, 1946, 1949, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1977, 1979, 1980, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1993, 1995, 1996, 1999, 2001, 2006 e 2007.

Hino
(Música e letra: Lupicínio Rodrigues)

Até a pé nós iremos
para o que der e vier
mas o certo é que nós estaremos
com o Grêmio onde o Grêmio estiver

Cinqüenta anos de glórias
tens imortal tricolor
os feitos da tua história
canta o Rio Grande com amor(refrão)

Nós como bons torcedores
sem hesitarmos sequer
aplaudiremos o Grêmio
aonde o Grêmio estiver(refrão)

Lara o craque imortal
soube seu nome elevar
hoje com o mesmo ideal
nós saberemos te honrar

Estádio
Estádio Olímpico Monumental.

Endereço: Largo Patrono Fernando Kroeff nº 1 - CEP 90880-440 - Bairro Azenha - Porto Alegre/RS - Fone: (51) 3218-2000.

Público Recorde: 98.421 (85.751 pagantes) - 26/04/81 Grêmio x Ponte Preta - Campeonato Brasileiro.

O Estádio Olímpico foi inaugurado no dia 19 de setembro de 1954. O jogo inaugural foi realizado entre Grêmio e Nacional de Montevideo, vitória gremista por 2 a 0. Os gols foram anotados pelo atacante Vitor que entrou para a história por ter marcado o primeiro gol do estádio gremista
Olímpico Monumental: Na metade do ano de 1980, o Estádio Olímpico teve sua construção concluída com o fechamento da última parte do anel superior. Desde então, a casa gremista passou a ser conhecida como Olímpico Monumental. Uma obra grandiosa erguida por uma torcida apaixonada. No dia 21 de junho de 1980, uma vitória de 1 a 0 sobre o Vasco da Gama em partida amistosa, marcou a inauguração do Olímpico concluído.

Mascote
Em 1946, o chargista Pompeo, do jornal "Folha da Tarde", criou uma tira que circulava sempre às segundas-feiras. Ela trazia sete personagens representando os sete clubes que disputavam o Campeonato Citadino. O Mosqueteiro era um deles, provavelmente inspirado na mascote do Corinthians, de São Paulo. Naquele mesmo ano, a torcida levou o personagem ao estádio, desenhado numa faixa que também trazia os dizeres "Com o Grêmio, onde estiver o Grêmio" (mais tarde adaptada no hino composto por Lupicínio Rodrigues para "Com o Grêmio, onde o Grêmio estiver"). Inicialmente era um mosqueteiro gordo. Com o tempo, ele foi se tornando mais esbelto e atlético

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Coritiba Football Club

No ano de 1909, diversos jovens se reuniam no Clube Ginástico Teuto-Brasileiro para suas exibições de ginástica. No entanto, a atração de uma das reuniões de Setembro acabou sendo outra. A atenção de todos estava voltada para Frederico Fritz Essenfelder, importante membro do grupo, que apareceu no local com uma bola de couro na mão. Após alguns cabeceios e embaixadas, Essenfelder apresentou o objeto aos colegas, explicando que se tratava de uma bola de futebol.
O grupo de jovens se encantou com o novo esporte, e passou a promover partidas entre eles no campo do Quartel da Força Pública. Em pouco tempo, todos estavam completamente apaixonados e decidiram fundar um clube para a prática do futebol, primeiramente chamado de Coritibano Football Club. A fundação ocorreu no antigo Teatro Hauer, na noite de 12 de Outubro de 1909.
Faltava agora apenas um campo para jogar, problema que foi resolvido quando os fundadores conseguiram autorização para usar a área do Jóquei Clube Paranaense. A área foi reformada com obras de terraplanagem, gramado e construção de cercas de arame. O clube jogou ali até 1916, quando passou a mandar seus jogos no Parque Graciosa.
A primeira assembléia foi realizada em 21 de Abril de 1910, após o clube ter solicitado todas as regras do esporte no Rio de Janeiro e em São Paulo. Nessa assembléia, o nome do clube foi alterado para Coritiba, antigo nome da capital paranaense e que foi mantido mesmo com a mudança de nome da cidade. Foi nessa assembléia também que aconteceu a votação para a primeira diretoria, composta pelo presidente João Viana Seiler e seu vice Arthur Hauer, primeiro e segundo secretário José Júlio Franco e Leopoldo Obladen respectivamente, primeiro e segundo tesoureiro Walter Dietrich e Alvim Hauer respectivamente e capitão Fritz Essenfelder.
Na época, a capital do Paraná apresentava o nome com duas grafias: "Coritiba", grafia européia, e "Curytiba", grafia tupi-guarani, ambas estavam corretas. Muitas cartas, jornais e documentos daquela época, até hoje existentes na biblioteca de Curitiba, usavam normalmente a grafia Coritiba e esta foi a adotada para o nome do clube. Também as cores, verde e branco, são uma referência às da bandeira do estado.

Primeira partida

No dia 23 de outubro de 1909 (onze dias após a fundação), foi realizada a primeira partida oficial do alviverde. Um time de funcionários da estrada de ferro de Ponta Grossa recebeu os atletas Coxas-Brancas. A partida terminou 1 a 0 para os donos da casa. O time base do Coritiba naquele primeiro confronto era formado pelos próprios fundadores do Clube: Artur Hauer, Alfredo Labsch, Leopoldo Obladen, Robert Juchsch, Carlos Schlender, Fritz Essenfelder, Carl Maschke, Waldemar Hauer, Rudolf Kastrup, Adolpho Müller, Emílio Dietrich, Erothides Calberg e Arthur Iwersen.
Em 1915 João Viana Seiler, volta a comandar o clube, que participa do Campeonato da Cidade, primeira competição oficial do Coritiba. No ano seguinte Constante Fruet é o presidente do título do Campeonato da Cidade, vencido em 24 de dezembro. O primeiro título do Coritiba teve Maxambomba como grande destaque. O título estadual de 1916 foi conquistado apenas no dia 21 de janeiro de 1917, na vitória sobre o Britânia. Neste ano, também leva o Torneio Afonso Camargo. O Coritiba passa a jogar no Parque Graciosa, no Juvevê.

A origem do apelido

Em função da sua origem germânica, os times do Coritiba no início de sua história eram formados basicamente por descendentes de alemães, que com suas peculiares aparências (altos, fortes e claros), eram alvos fáceis para as provocações vindas das torcidas adversárias.
Em um Atletiba, no ano de 1939, o ainda torcedor Jofre Cabral e Silva que depois se tornaria presidente do C.A.Paranaense, exaltado ao extremo, começou a berrar com o zagueiro Hans Breyer, chamando-o de “quinta-coluna”, percebendo que Breyer não lhe dava ouvidos começou a gritar incessantemente: “Coxa-Branca, Coxa-Branca”.
O apelido acabou pegando e, em um primeiro instante, todos os Alviverdes ficaram incomodados. Com o passar do tempo, porém, ele foi assimilado e até hoje a expressão Coxa-Branca é utilizada para se falar dos torcedores e jogadores do Coritiba, que em razão disto também é carinhosamente chamado de “Coxa” por todos que a ele se referem.

Estádio Belfort Duarte e a seqüência de vitórias

Em 1920 o time é campeão do Torneio Início, e novamente no ano seguinte, assim como também no Torneio da Cruz Vermelha e do Torneio de Tiradentes. Em 1927, já com Antônio Couto Pereira como presidente, o Cori vence o Campeonato da Cidade e a Taça Fox. Em 2 de janeiro, Staco marca sete gols na vitória de 9 a 0 sobre o Savóia. O Coritiba foi campeão do Torneiro Início em 1930 e 1932 e do Campeonato da Cidade e do Campeonato Paranaense de Futebol de 1931. Da mesma maneira, o clube foi campeão em 1932 do Torneio dos Cronistas Esportivos. No mesmo ano foi inaugurado em 19 de novembro o estádio Belfort Duarte.
Segue então uma fase de vitórias em vários campeonatos, contando com Campeonato da Cidade (1933, 1935 e 1939), campeonato estadual (1933, 1935 e 1939), Torneio Arthur Friedenreich (1934) e Torneio do Início (1939).

Em 1941, durante um Atletiba, o futuro presidente do Clube Atlético Paranaense, Jofre Cabral e Silva, foi tomado pelas emoções do grande clássico e não parou de berrar contra o zagueiro alviverde. Primeiro o chamou de "quinta coluna", em referência a ameaça nazista. Depois, com os nervos ainda mais à flor da pele, engatou de pertinho do campo um grito incandescente: "Coxa Branca! Coxa Branca!".
O apelido acabou "pegando", e no início incomodava não só o presidente Couto Pereira, como toda a torcida alviverde. Com o tempo, porém, o clube passou a contratar jogadores de todas as partes do Brasil e acabou perdendo a velha característica germânica. Com isso, o apelido Coxa acabou sendo adotado também pela torcida do Coritiba e é hoje uma forma carinhosa de se referir ao Verdão.
No começo da década de 1940 o time repete os títulos de 1939, sendo marcados pelos primeiros bicampeonatos do Coritiba. Neno marca sete gols na vitória de 10 a 2 sobre o Jacarezinho em 1 de fevereiro de 1942. Venceram os torneios Imprensa e Luís Aranha em 1943, e o torneio Getúlio Vargas no ano seguinte. Em 1945 conquistam o torneio Cidade de Curitiba. Na mesma época Couto Pereira deixa a presidência do clube após dois mandatos e treze anos no comando do time. O alviverde venceu o Campeonato da Cidade e o campeonato estadual em 1946 e 1947. Em 12 de julho 1949 realizou o primeiro amistoso entre um clube paranaense e uma equipe estrangeira, vencendo o Rapid de Viena por 4 a 0 na Vila Capanema.
O time conquista em 1950 o torneio Triangular de Curitiba, e tanto em 1951 quanto no ano seguinte o torneio Início e o campeonato estadual. São campeões em 1953 dos torneios Quadrangular Interestadual e Quadrangular de Londrina. Tanto em 1954 quanto 1956 e 1957 o Coritiba é campeão paranaense, em 1956 já sob o comando de Aryon Cornelsen, que permeneceu na presidência até 1963. Em 1957 o time ainda ganha o torneio Início.

A fase "Evangelino da Costa Neves"

Em 1959 e 1960 o Coxa é bicampeão paranaense. Nessa época o time perdeu o célebre jogo da moeda para o Grêmio, pela Taça Brasil de 1960. Evangelino da Costa Neves é eleito em 1967 presidente do clube, permanecendo por mais de vinte anos, em três mandatos. Em 1968 o time é campeão paranaense após oito anos de jejum. Também vence o Torneio Internacional de verão (que levaria também em 1970 e 1971). Também enfrentou (com a camisa da Federação) a seleção brasileira, resultando em 2-1 para o Brasil, partida essa realizada em 13 de novembro.
Em 1969 o Coritiba é bicampeão estadual e faz a primeira excursão para o exterior. No ano seguinte, querendo agitar a torcida e reunir recursos para aumentar o Belfort Duarte, Evangelino usa a estratégia do concorrente Atlético e passa a fazer contratações de vulto. Na primeira leva chegam Rinaldo (ex-Palmeiras), Joel Mendes (ex-Santos) e Hidalgo (ex-XV de Piracicaba), que faria história como capitão da equipe. O time então faz nova excursão à Europa e África.
Em 1971 o Coxa assume a hegemonia definitiva do futebol paranaense na chamada década de ouro. O título estadual abre a série do hexacampeonato. É o quinto lugar na primeira edição do campeonato brasileiro. Em 1972, na terceira excursão internacional, consegue invencibilidade e recebe a Fita Azul, sendo também coroado campeão paranaense. No ano seguinte vence o Torneio do Povo e o campeonato estadual. No período entre 1974 e 1976, os três títulos estaduais finalizam a maior seqüência de vitórias na história do profissionalismo no futebol paranaense. Conquistam ainda o Quadrangular de Goiás em 1975 e a Taça Cidade de Curitiba em 1976 e 1978.
O nome do estádio é alterado para Major Antônio Couto Pereira em 1977, e em 1979 o time é bicampeão estadual. Em 1980 o alviverde é o terceiro colocado do campeonato brasileiro. Após a competição, entra em crise administrativa e financeira que reflete no futebol, e que deixou a equipe sem títulos importantes até 1985.
O time vence em 1981 o Quadrangular do Trabalhador, mas quase cai para a segunda divisão paranaense. Pelas más campanhas no Estadual, participam em 1982 e 1983 da Taça da Prata, a segunda divisão do campeonato brasileiro. Na mesma época vencem o Torneio Ak-Waba. Em 1984 o Coxa volta à primeira divisão e termina o Campeonato Brasileiro em oitavo lugar.

1985 - Campeão brasileiro

Em 1985 acontece a maior glória do Coritiba e do futebol paranaense até então. Desacreditada, a equipe comandada por Ênio Andrade suplanta os desafios e conquista o título brasileiro vencendo nos pênaltis o Bangu em pleno Maracanã. Levaram também o torneio Maurício Fruet. No ano seguinte o time participa da Taça Libertadores da América com uma campanha discreta e é campeão paranaense. Dois anos após o título nacional o time é convidado pelo Clube dos 13 e participa da Copa União.
Em 1988 o Coritiba quase cai para a segunda divisão paranaense. Usando os preceitos de Neves, o presidente Bayard Osna reformula a equipe no ano seguinte e conquista o campeonato estadual. Fazia boa campanha no Brasileiro, mas não vai a Juiz de Fora enfrentar o Santos e é suspenso pela CBF com a queda automática para a Série B. O drama do ano anterior ainda abate o clube, que perde o estadual para o Atlético em 1990. Beneficiado pela CBF, que havia extinguido a Terceira Divisão, o Coritiba disputa a segunda divisão, e só cai nas semifinais ante ao Guarani. Em 1995, após uma derrota para o Matsubara, Evangelino Neves é pressionado para deixar o clube. Édison Mauad, Sérgio Prosdócimo e Joel Malucelli assumem o Coritiba e lutam para aplacar as dívidas e montar um bom time. Conseguem, e recolocam o Coritiba na primeira divisão.

Projeto clube-empresa

Em 1997 o Coxa é campeão do Festival Brasileiro de Futebol. No ano seguinte faz ótima campanha no campeonato nacional, sendo eliminado pela Portuguesa nas quartas-de-final. Em 1999 é sagrado campeão paranaense. Em 2002, depois de um início claudicante, o Coritiba melhora na temporada e brilha como uma das melhores equipes do campeonato brasileiro. Nos próximos dias, lança o projeto de clube-empresa. No ano seguinte, além de ser campeão estadual invicto, o time chega em quinto no Campeonato Brasileiro e conquista o direito de disputar a segunda Libertadores da América de sua história.
O ano de 2004 conquista o bicampeonato estadual ganhando do Atlético Paranaense, na Kyocera Arena, quebrando um jejum de prevalecia desde 1978, após empate em 3x3. Em contrapartida, o Coritiba não consegue manter o seu desempenho nas copas Sul-Americana e Libertadores da América, sendo eliminado já na primeira fase de ambas.

Série B do Campeonato Brasileiro

Após campanha aquém no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2005, o time foi rebaixado para a Série B da competição, assim como Atlético Mineiro, Paysandu e Brasiliense. Naquele ano, o Coritiba teve a quarta maior média de público do campeonato, com 18 688 pessoas.
Em 2006, o time começou sob o comando do técnico Marcio Araújo, e posteriormente Estevam Soares. Após eliminações no Campeonato Paranaense e na Copa do Brasil, Estevam foi demitido, sendo substituído por Paulo Bonamigo. Durante o Campeonato Brasileiro, o Coritiba chegou a liderar a competição por diversas rodadas, mas acabou em sexto lugar, não conseguindo uma das quatro vagas disponíveis para voltar à Serie A.
Com a saída do técnico Bonamigo, João Carlos Vialle foi contratado como diretor de futebol do clube. Após breves passagens de técnicos, Guilherme Macuglia era o novo técnico, assumindo a posição durante o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil e parte do Campeonato Brasileiro. Em junho de 2007 Renê Simões é contratado como novo técnico após demissão de Macuglia. Simões já era reconhecido por ter treinado a Seleção Brasileira de Futebol Feminino e a Seleção Jamaicana de Futebol.
Durante esse período, os jogadores revelados pelas categorias de base do clube destacavam-se no time, como o zagueiro Henrique, os meias Marlos e Pedro Ken e o atacante Keirrison, além de jogadores como Gustavo, Túlio e o goleiro Edson Bastos.
Em 3 de novembro de 2007, no Estádio Major Antônio Couto Pereira e valendo pela 34ª rodada, o Coritiba empatou com o Vitória e garantiu matematicamente o acesso à Serie A do Campeonato Brasileiro. Após possibilidades de obtenção do título do campeonato em partidas contra Avaí em Florianópolis, Portuguesa e Marília em casa, a decisão do campeonato foi adiada para a última rodada, contra o Santa Cruz no Estádio do Arruda. Com a vitória, o time sagrou-se campeão da Série B do Campeonato Brasileiro de 2007.

Temporada 2008

Venceu o Campeonato Paranaense de 2008 após uma campanha heróica, repleta de altos e baixos. A final foi disputada contra seu arqui-rival, o Atlético Paranaense.
No Campeonato Brasileiro, o time garantiu sua permanência na Série A. Sem chances de conquistar uma vaga na copa Libertadores o time garantiu uma vaga na Copa Sul-americana, e terminou o campeonato na 9ª colocação após derrota para o Sport na última rodada.
No fim do ano, a diretoria do clube anunciou um projeto de construção do novo estádio, em uma construção começando no final de 2009 e durando dois anos.No começo de novembro o projeto foi apresentado ao então prefeito da cidade, Beto Richa (que rejeitou o projeto em maio de 2009), com planos de um local multiuso para em torno de quarenta mil pessoas, com um orçamento de R$ 200 milhões.


Títulos

Campeonato Brasileiro de Futebol: 1985
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B: 2007
Campeonato Paranaense: 33 vezes — 1916, 1927, 1931, 1933, 1935, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1951, 1952, 1954, 1956, 1957, 1959, 1960, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1979, 1986, 1989, 1999, 2003, 2004 e 2008

Estádio

O estádio Major Antônio Couto Pereira é o maior do Paraná, foi fundado em 1909 e tem capacidade para 37.182 pessoas. É chamado pelos torcedores e pela mídia simplesmente por Couto Pereira ou ainda Alto da Glória.
O terreno do estádio foi doado por Nicolau Scheffer, ou vendido por um preço simbólico, em razão de impostos. Na época, se tratava de um local longuínquo, sendo que era comum se dizer, a época, que não seria viável, em razão da distância.
O maior público registrado foi de 70.000 pessoas em 5 de Agosto de 1980, na visita do Papa João Paulo II. Já o maior público registrado numa partida de futebol foi de 65.943 pessoas em 15 de maio de 1983.
Em uma reforma ocorrida em 2005 as dimensões do gramado foram ampliadas e as grades de proteção foram removidas, facilitando a visualização do jogo em todos os setores do estádio. Além disso, equipamentos como bancos de reserva, e traves foram modernizados, bem como todo o gramado trocado e feitas reformas nas instalações internas (vestiários e salas).
Intitulado originalmente Estádio Belfort Duarte, seu nome foi modificado para o atual em 1977 após reformas para ampliação, como homenagem a um dos maiores responsáveis por o estádio ter saído do papel para se tornar realidade.
O Nome Belfort Duarte era para ser provisório, até se encontrar um nome difinitivo. Entretanto, o Jogador do Botafogo, que nunca antes havia pisado no estado, acabou batisando o maior estádio do Paraná por várias décadas.

Hino

O hino oficial do Coritiba é de autoria de Cláudio Ribeiro e Homéro Reboli. Em 1999 o Coritiba promoveu um concurso para oficializar o seu hino. A melodia é considerada uma das mais bonitas do país, com uma letra que retrata todo o carinho da nação coxa-branca pelo seu Clube.
O primeiro hino surgiu em 1928, em homenagem ao título estadual de 1927. Chamado de “Hino do Coritiba Foot Ball Club”, a música é de autoria de Bento Mossorunga e Barros Cassal. Bento inclusive é o autor do hino do estado do Paraná.
O segundo hino foi criado na década de 70. O chamado “hino da torcida” é de autoria de Sebastião Lima e Vinicius Coelho. Criado em uma década de ouro na nossa história, a música teve muito sucesso devido ao seu estilo parecido às marchas carnavalescas cantadas na época.
No final da década de 80 a torcida coxa-branca adotou seu hino. Depois da conquista do Campeonato Estadual de 1989, a música “Coritiba Eterno Campeão”, de autoria de Francis Nitgh, tornou-se a canção preferida da galera. Talvez por ser uma música cantada apenas com o amor de quem vivenciou um dos momentos mais difíceis da história do Clube na década de 90, a letra se tornou um estigma e é a mais confundida com o hino oficial do Clube.

Hino Oficial

Lá no alto de tantas glórias Brilhou, Brilhou um novo sol Clareando com seus raios verde e branco Encantando o país do futebol Palco de artistas, jogadores, de um passado sem igual Da arte dos teus grandes valores O seu nome pelo mundo vai brilhar Coritiba, Coritiba campeão do Paraná Tua camisa alviverde Com orgulho para sempre hei de amar Jogando pelos campos brasileiros Despertando na torcida emoção Coritiba Campeão do Povo Alegria do meu coração Coxa, Coxa, é garra, é força, é tradição Coxa, Coxa, explode coração.
Letra e música: Cláudio Ribeiro / Homero Réboli

Coritiba Eterno Campeão

De norte a sul Está brilhando o Coxa-Branca Meu Coritiba é o campeão do povo Oh, Glorioso!Como é bom te ver campeão de novo! (bis) És o vovô És tradição do Paraná Desde 1909 Meu verdão coxa-branca Tua camisa faz meu coração vibrar No alto de tantas A verde e branca vive sempre a tremular O meu verdão é campeão brasileiro É fita azul é campeão no estrangeiro Oh, Glorioso! Como é bom te ver campeão de novo!
Letra e música: Francis Night

Eterno Campeão

Cori, Cori, Cori Cori, Cori, Cori CoritibaCoritiba, meu esquadrão Sempre presente no meu coração Vencer é o seu lema Trabalhar é tradição Salve, Salve, Coritiba Eterno Campeão Suas cores Verde e Branca No mastro da vitória Hão sempre de tremular A uma voz vamos todos cantar Vencer é o seu lema Trabalhar é tradição Salve, Salve, Coritiba Eterno Campeão.
Letra e música: Vinicius Coelho / Sebastião Lima

Hino do Coritiba Foot Ball Club - 1928

Hosana a ti, pugilo forte Pelo triunfo que se liba Glória imortal de nosso esporte Nas oito letras: CORITIBA Teu nome luz Como o cruzeiro Teu sangue é novo E é brasileiro Sempre temido na refrega Cohorte possante, audaz, de escol Não cede um passo, nunca nega A honra de nosso futebol O armorial belo perpassa E brilha em triunfos, dia a dia Afirmação de nossa raça Pela vitória da eugenia Teu pavilhão que o vento beija Assim escreve a tua história Bravura e audácia na peleja Para o triunfo, para a glória.
Letra de Barros Cassal / Música de Bento Mossurunga

Mascote
Clube mais tradicional do Paraná não poderia ter mascote diferente. Quando um grupo de jovens de tradição alemã dava os primeiros "chutes", em 1909, originou-se o Coritiba. Hoje, é na figura de um velhinho de traços germânicos que a família coritibana representa o Clube: o nosso Vovô Coxa.
O simpático personagem foi escolhido como mascote por representar bem as tradições da equipe mais antiga do Paraná. Ele concebe às origens do Coritiba, é a alegoria perfeita do Coxa antigo, uma entidade que cativou e conquistou o país, assim como o Clube que representa.

Site
http://www.coritiba.com.br/

domingo, 9 de agosto de 2009

Sociedade Esportiva Unaí Itapuã

O clube mineiro surgiu do cruzamento do antigo Itapuã, rebaixado em 1998, com remanescentes do extinto Unaí, que disputava o Campeonato Mineiro até 1996. A fusão foi oficializada apenas em dezembro, em processo doloroso para muitos diretores mais antigos dos times rivais.

Em 2002, para disputar a segunda divisão do Distrito Federal, o Unaí Futebol Clube utilizou a inscrição do Sociedade Esportiva Itapuã. "O Itapuã tinha uma equipe amadora, com poucas condições financeiras e não pretendia participar do campeonato", disse Oliveira. O Unaí Futebol Clube disputou a segunda divisão do Campeonato Mineiro pela última vez em 1996, competição da qual tinha sido campeão em 92. O clube continuava filiado à Federação Mineira de Futebol (FMF), mas, segundo a assessoria de imprensa da entidade, não estava mais em atividade há pelo menos três anos.

No final de 2002, a fusão entre o Unaí FC e o Itapuã foi oficializada. Nasceu então o Unaí Itapuã.
A curiosidade é que a cidade situa-se no território mineiro, e a equipe disputa o Campeonato Brasiliense. A justificativa é só uma: a distância. Unaí fica cerca de 600 km de Belo Horizonte, a capital mineira, e 135 km de Brasília, a capital federal. Por esse motivo a diretoria do clube entrou em um acordo com a Federação Brasiliense e a Federação Mineira para jogar o Campeonato Candango (como é conhecido o Campeonato Brasiliense).

Estádio

A equipe manda seus jogos no estádio Urbano Adjunto, com capacidade para cerca de 4.000 pessoas.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão 1997, ainda como Itapuã

sábado, 8 de agosto de 2009

Nacional Atlético Clube

O Nacional Atlético Clube de Muriaé foi fundado no final da década de 20 e de lá pra cá o clube viveu intensas emoções, dentro e fora de campo.
O clube é o único da cidade filiado a Federação Mineira de Futebol.
A sua maior glória dentro do campo aconteceu em 1969, quando o time foi Campeão Mineiro da 2ª divisão. E graças a esta conquista o clube desfilou por vários anos pela 1ª divisão do estadual.
Até que em 1986 o Paulistano, seu maior rival, perde seu campo. Começa então a decadência do futebol da cidade.
Mesmo assim o Nacional continuou sua jornada pelos gramados da região. Disputou torneios regionais e campeonatos da cidade. O clube voltou a disputar o Mineiro na tentativa de retornar a elite do futebol estadual, mas não foi muito adiante.
Sua última tentativa aconteceu em 2005, quando o time disputou a 3ª divisão, até que em um jogo dramático o clube deixou escapar a classificação. Precisando apenas de um empate em Teófilo Otoni, contra o América, para dar sequência ao sonho, o time ganhando de 1 a zero, acaba vendo o adversário virar e encerrar a partida em 3 a 1.
A partir de então a diretoria repensa no futuro do clube e decide vender o estádio Soares de Azevedo.
Surge então as lembranças de um passado recente. O medo de que o fim do NAC fosse o mesmo de seu maior rival,… ficar sem estádio.
A medida, considerada radical por muitos, gerou muita polêmica.
Após uma longa negociação, inclusive com intervenção do Ministério Público, metade do estádio foi vendido em junho de 2008 para uma rede de supermercados.
A partir de então uma comissão de obras foi formada por sócios, conselheiros e diretoria para a construção de uma casa para o clube. Sempre acompanhada de perto pelo Ministério Público.
Com o dinheiro da venda do antigo Soares de Azevedo, um novo terreno foi comprado às margens da BR356 (principal acesso de Muriaé ao estado do RJ). O serviço de terraplanagem já foi concluído e a obra já começa sua fase de construção.
Mais que um novo campo, o projeto é ousado. O novo Soares de Azevedo é um estádio com arquitetura moderna que atende a todas as exigências do estatuto do torcedor, com capacidade entre 10 e 15 mil torcedores.
Além do estádio também será construído um Centro de Treinamento com dois campos e Sede Administrativa.
A previsão de conclusão da obra é para 2011.
A diretoria pretende aproveitar a metade do terreno do antigo estádio, como imóvel ou estacionamento, para arrecadar fundos para a manutenção do novo estádio.
Enquanto a nova casa do NAC não fica pronta, o torcedor nacionalino sonha com o retorno de seu time a elite do futebol, do lugar de onde nunca deveria ter saído… entre os grandes.

Títulos

Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1969.

Estádio

Estádio Soares de Azevedo, com capacidade para 8.000 pessoas.

Mascote
Águia





Site

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Penarol Atlético Clube

O Penarol Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Itacoatiara, no estado do Amazonas. Suas cores são o azul e o branco. Embora a grafia do seu nome seja motivo de dúvida pela imprensa, que grafa erradamente Peñarol ou Penharol , o nome correto é Penarol , conforme consta no sítio oficial e nos registros da Federação Amazonense de Futebol .

Fundação
O Penarol foi fundado por Luiz Calheiros Gama, Marcos Esteves, Sebastião Mestrinho, Simões Sales de Souza, Laureano Seixas, Antônio Gesta Filho no dia 8 de agosto de 1947.

Primeiros campeonatos
Apesar de fundado em 1947, o primeiro Campeonato Amazonense de Futebol que disputou foi em 1980. Jogou seguidamente até 1989 e os anos de 1991 e 1993.

Retorno ao profissionalismo
Em 2006, o Fast Clube, time tradicional de Manaus, resolve mandar seus jogos no município de Itacoatiara e chega ao vice-campeonato.
Com o sucesso do Fast Clube e com a volta do Campeonato Amazonense de Futebol - Segunda Divisão, o clube volta ao profissionalismo em 2007, estreando em Itacoatiara no Estádio Floro de Mendonça contra o Holanda, perdendo por 1x0. Foi o 5º colocado no campeonato.
Em 2008 consegue o vice-campeonato e ascende para a 1ª divisão do Campeonato Amazonense de Futebol.
Em 2009, na sua volta à primeira divisão amazonense, faz uma campanha apenas razoável, ficando na 5º colocação entre dez times, com 21 pontos ganhos.

Estádio

O Estádio Floro de Mendonça é um estádio localizado em Itacoatiara, no estado do Amazonas. Na época de sua inauguração,na década de 1960 chegou a receber jogos de grandes equipes como o Flamengo e o Vasco da Gama.
O Estádio Municipal de Itacoatiara é acanhado. Com capacidade para cinco mil pessoas, de acordo com a inspeção feita pelo Corpo de Bombeiros, o Floro Mendonça está localizado na parte central do município de Itacoatiara.
O gramado mede 105x68m, entretanto as áreas laterais e de fundo são menores.
Capacidade:5.000 pessoas

Hino

TENHO ORGULHO DE SER PENAROL
ESTE TIME TANTAS VEZES CAMPEÃO
SUAS CORES GUARDO NO CORAÇÃO
FELIZ DE QUEM VESTE
A CAMISA AZUL E BRANCA
A VELHA CERPA

COM GESTOS MIL
LEVANTA O ESTANDARTE DA VITÓRIA
SAI DO PEITO UM GRITO
FORTE QUE DIZ

FELIZ DE QUEM VESTA A
CAMISA
AZUL E BRANCA
SÓ QUEM TRAZ NO PEITO

ESSE AMOR SABE BEM
O QUE É SER PENAROL
O SEU LEMA GLORIOSO
É VENCER COM SANGUE
E GARRA
LUTANDO ATÉ MORRER
PENAROL, PENAROL, PENAROL

TENS A FAMA DE SER LUTADOR
NASCESTE FORTE COM O BRASÃO
DE VENCEDOR
BRAVO LEÃO ÉS REI
LUTANDO ATÉ MORRER

Alcunhas

Leão da Velha Serpa

Mascote

Leão

Site
http://www.penarol.com.br/

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Grêmio Atlético Sampaio

O Grêmio Atlético Sampaio foi fundado e dirigido pelo Comando do Exército do Estado do Acre no ano de 1964, já disputando seu primeiro estadual no mesmo ano de sua fundação. Foi campeão acreano em 1967. Mas pouco tempo depois, em 1969, apenas 2 anos após seu título, terminou extinto. Ao todo participou de 4 Campeonatos estaduais. Treinava no campo da 4ª Companhia da Fronteira. O principal incentivador do GAS, era o Capitão Maia. Teve muitos craques em suas equipes, como Ailton, Chico Alab, Palheta e Amilcar. Treinava no campo da 4ª Companhia da Fronteira.

Em 1967, o Grêmio Sampaio sagrou-se campeão estadual. No ano seguinte, porém, o time do Exércitonem sequer disputou a finalíssima. Talvez por isso os militares tenham resolvido dissolver a agremiação.
Ainda na lateral, o Chico Alab, era o dono da posição, e havia se machucado. O miolo de zaga do Grêmio Sampaio nessa época era formado por Rocha e Viana. Só depois Palheta se firmou como zagueiro central, ao lado do Viana. O time era muito bom. No ataque tinha Amaral, Rui Macaco, o Jangito e Ailton. A equipe tinha ótimos jogadores, como Danilo Galo e do Jérsey.

O que aconteceu para a extinção do GAS, depois do campeonato de 1968, foi que chegou um novo comandante na 4ª Companhia de Fronteira, o major Werther Moraes, um paraense, que foi inclusive professor da Universidade Federal do Acre, que não gostava de futebol. Não queria mesmo nem ouvir falar de bola. Por isso e por uma outra coisa, ele achou por bem acabar com o time. O certo mesmo é que aextinção do GAS, a desistência do time em continuar disputando o campeonato acreano, não teve nada a ver, como muitos falam por aí, com o fato de que em 1968 não conseguiu chegar à final,o campeão de 1968 foi o Atlético Acreano, depois de vencer o Juventus numa disputada melhor de três partidas. Nada a ver com isso. 

Títulos

Campeonato Acriano: 1967.

Estádio
José de Melo
Capacidade 8 mil

Situação Atual


Extinto

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Centro de Futebol Amazônia

O Clube teve uma passagem meteórica no futebol. Fundado em 1999, o clube disputou o seu primeiro campeonato rondoniense em 2002, e logo em sua primeira aparição no futebol profissional, foi campeão.

No estadual disputou em 2003, no qual foi vice campeão. Essa foi sua última participação em estaduais.

O Centro de Futebol da Amazônia (CFA-RO), desistiu de disputar o Campeonato Rondoniense de futebol de 2004. "A decisão de tirar o CFA do campeonato estadual deste ano foi tomada, dentre vários motivos. Há a necessidade de dar o tempo necessário que o Governo do Estado precisa para reformar totalmente o estádio Aluízio Ferreira, sem que para isso houvesse pressão", disse.
"Gostaria muito que os demais times da capital tomassem essa decisão, pois iríamos perder um ano, mas ganharíamos um novo estádio, com instalações modernas e em condições reais de oferecer um grande espetáculo no futebol rondoniense", completou.

Títulos

Campeão Rondoniense 2002 e da Taça da Integração 2003

Estádio

Estádio: Aluízio Ferreira

Capacidade: 8.000 espectadores

Inauguração: 17/05/1957

Proprietário: Prefeitura municipal


Mascote:
Mico

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Ceres Esporte Clube

Em 1947 nasce no interior de Goiás, no núcleo central do Vale do São Patrício, um Leão chamado Ceres Esporte Clube, que com a colaboração, empenho e disposição de muitos cidadãos e pioneiros da cidade, conceberam e construíram um dos times mais vencedores e prósperos do interior goiano de todos os tempos. No começo o Ceres disputava somente jogos amistosos contra equipes da região, como Uruana, Vasco de Rialma, Anápolis, Goiânia, Buruti Alegre, Itumbiara, Araguari, atuando inclusive contra equipes do Rio de Janeiro, como Olaria, Canto do Rio, Portuguesa e são Cristóvão.

Filiou-se a Federação Goiana de Futebol e passou a disputar o campeonato do interior. Em 1959, o Leão do Vale, como é chamado até hoje pelos torcedores, fez um campeonato impecável e passou incólume por Uruana, Vasco de Rialma, Goiás Velho, Firminópolis, Buriti Alegre até chegar a final contra a Jataiense. Em 24 de abril de 1960, foi o dia da grande final, na cidade de Ceres, entre o time local e o time da Jataiense. O time de Jataí era muito bom e contava com jogadores de muita experiência. No segundo tempo do jogo veio os dois gols que deram a vitória para o time dirigido pelo treinador Efraim Batista. Irani, aos 5 minutos abriu a contagem e aos 26 minutos, José Mamede selou com chave de ouro a consagradora vitória do Ceres Esporte Clube erguendo seu primeiro título estadual de Campeão Goiano do Interior. O time campeão conquistou o título com: Raspinha no gol, Dico, Roberto, Irani, Pimba e José Rissate; Ismael, Neudo, Nemézio, Mamede e Jairzinho. O técnico era Efraim Batista.

O Ceres foi novamente em 1964, Campeão do Interior, decidindo o título diante da equipe representada pela cidade de Goiás, o time do Independente. Cada equipe venceu um jogo no seu estádio. A decisão foi programada para o Estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia, num sábado à noite. A equipe do Ceres dirigida pelo técnico Lua venceu com: Jaburu no gol, Neudo, Vasquinho, Cabecinha, Gavião e Dico; Lula, Oripes, Roberto, José Mamede e Wilson. Nesse jogo a equipe do Leão do Vale venceu o Independente do Goiás por 4X1, com dois gols do goleador Lula, que foi o herói da noite.

Com a conquista do título, os dirigentes ceresinos, resolveram profissionalizar a equipe na tentativa de subir o Leão do Vale para a divisão especial. Nesta época a principal divisão do futebol goiano era a divisão especial e a divisão de acesso era a primeira divisão. Para chegar à divisão especial, as equipes precisavam sagrar-se campeã da primeira divisão. A profissionalização do futebol goiano se deu a partir de 1962, porém a divisão especial já era disputada desde 1944.

Em 1966, realizando uma campanha meritosa, o alviverde ceresino conseguiu subir da primeira divisão para a divisão especial de futebol profissional. O time do Ceres Esporte Clube por pouco não venceu o campeonato por antecipação. Mesmo diante de adversários consideráveis, o clube ceresino se destacou em todos os jogos, tanto que venceu o campeonato goiano, invicto, cedendo apenas dois empates, sendo um contra o Goiás e outro contra o Nacional.

Com 19 anos de idade, Ceres tinha conquistado seu primeiro título profissional de futebol, sendo campeão invicto da primeira divisão do certame goiano. O time campeão conquistou o título com: Nelson Gama no gol, Cabelo, Wilson Pelé, Conrado, Wilson e Nelson Florentino; Patinho, Curau, Brandão, Roberto e Dediê. O treinador era o Lua e o artilheiro do campeonato foi o comandante de ataque do alvinegro ceresino, Brandão.

Em 1967, na divisão especial, a equipe do Ceres não fez uma boa campanha, obtendo apenas três bons resultados, sendo uma vitória sobre o Goiás, no Estádio Olímpico, outra no Vila Nova, em Ceres e um empate contra o Atlético Goianiense. Resultados que foram insuficientes para garantir a manutenção do Leão do Vale na divisão especial. Ao ser rebaixado em 67, o presidente do Ceres na ocasião, Jeová Mendes, profetizou: "Voltaremos em 69".

No ano de 1968, Efraim Batista, assume as rédeas do Leão do Vale, como é carinhosamente apelidado o time do Ceres, e é ungido presidente do seu clube de coração. Efraim foi tudo no Leão do Vale, de roupeiro a presidente. Agora tem pela frente a saborosa missão de elevar novamente a esquadra alvinegra à divisão de elite do certame goiano.

E não foi diferente, em 08 de agosto de 1968, no Estádio Olímpico de Goiânia, o Ceres Esporte Clube carimbava seu passaporte de retorno a Elite do Futebol Goiano vencendo por 1X0 a forte equipe do Rio Verde das Abóboras e conquistando depois de uma árdua campanha o bi campeonato da primeira divisão do campeonato goiano. O resultado de 1 a 0 foi justo e insofismável, selando de vez sua ascensão a divisão especial. O time bicampeão em 68 foram: Vicente no gol, Cabelo, Cortez, Cariri, Firmo, Wilson Pelé e Vadinho; Brandão, Aluízio, Dediê e Peruca. O técnico era o Lua.

De novo na Elite do futebol goiano, o Ceres teve contra si, uma série de problemas, principalmente financeiros, que obrigou o clube a solicitar licença, por tempo indeterminado. Em 1980, o Leão do Vale retorna novamente a disputar o campeonato goiano. Nesse período houve uma readequação na nomenclatura do futebol goiano e a primeira divisão passou a ser a segunda e a divisão especial, passou a ser a primeira divisão. Com essas mudanças a equipe do Ceres volta disputando a segunda divisão, e vê, naquele ano, Crac de Catalão e Monte Cristo de Goiânia subirem para a primeira divisão.

O Leão do Vale há anos está hibernado, longe das acaloradas e emocionantes disputas do futebol profissional. Houve recentemente uma iniciativa de criar e eleger uma seleção de craques de todos os tempos, destacando jogadores, que na opinião de ilustres e notáveis especialistas esportivos ceresinos, foram os melhores jogadores de futebol de todos os tempos da cidade de Ceres. Tal iniciativa foi na realidade uma agradável massagem na memória e na história dos desportistas ceresinos, que foi capaz de produzir e compor uma seleção de craques digna do valor da cidade, incluindo jogadores com passagens até pela seleção brasileira.

A seleção de craques com os melhores de todos os tempos do futebol ceresino, como presente aos 40 anos da conquista do bicampeonato goiano da primeira divisão de futebol do certame estadual foi composta por: goleiros: Carlos Alberto Feitosa e Raspinha; Lateral direito: Hamilton sapinho e Melo; Zaqueiros: Wilson Santos Pelé, Roberto Schalch, Cortez e Irani; Lateral esquerdo: Almir e Valdeci; Volante: Dirceu Lopes e Cabelo; Meio-campo: Neudo Del Fava, Dediê, Viladônica, Curau e José Mamede e no ataque Nemézio, Jairzinho, Brandão, Queite e Delem. Estes foram os 22 jogadores mais citados e lembrados pelos nossos especialistas esportivos e que formam agora a seleção dos maiores craques da história do futebol ceresino.

Fonte

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Real Sociedade Independente

Foi fundado com o nome de Parnamirim Esporte Sociedade Desportiva, mudando posteriormente para Atlético Parnamirinense e finalmente Real Parnamirim. O Real Parnamirim disputa as categorias mirim, infantil e juniores, e planeja para 2009 participar do campeonato estadual das categorias de base e no profissional daqui a três anos. O time treina no Centro de Treinamento da Associação de Moradores da Cohabinal em Parnamirim.

O Real Independente de Jardim de Piranhas foi o campeão potiguar da da segunda divisão de 2008 e assim o mais novo integrante da Primeira Divisão do Futebol Potiguar. O Concriz do Sérido, como é conhecido venceu ao Cruzeiro de Macaiba por 2 a 1, com Leléu e Clécio no estádio Benedito Bezerra Lins, em Jardim de Piranhas. A cidade de Jardim de Piranhas volta a primeira divisão depois que em 2002 o CAP (Clube Atletico Piranhas) o maior rival do Real foi rebaixado.

A passagem do Real Sociedade Independente na primeira divisão do futebol potiguar foi curta. O time da cidade de Jardim de Piranhas após ser campeão da segundona em 2008 chegou bem animado para sua primeira participação e para isto trouxe um técnico experiente na região, Jazon Vieira, que montou uma equipe também de jogadores da região. A aposta era grande por parte do seu presidente, Rogério Gurgel, mas os problemas começaram a surgir quando o seu maior rival na cidade, o CAP(Clube Atlético Piranhas) que teve passagens pela 1º divisão alternadamente entre 1999 a 2004 não cedeu o estádio Josenildo Cavalcante, de sua propriedade, para o time disputar a competição. O Real Independente teve jogar em Caicó a quase 40 km de distancia e amargou enorme prejuízo financeiro, o clube até protagonizou a pior renda e publico do campeonato (R$ 755,00 para 93 pagantes) no jogo contra o Macau. Na metade do 1º turno o CAP cedeu o estádio e ai foi a Federação que não aceitava a mudança sem antes ter as vistorias exigidas e o tempo urgia. O presidente do clube foi a loucura e retirou o time do campeonato na sexta rodada. O abandono foi somente por 24 horas, de cabeça fria trouxe o clube de volta , afinal das quatro partidas restantes que faltava somente um jogo seria em casa numa tabela muito ingrata, onde seus dois jogos finais foram contra ABC e América fora de casa.O Concriz, como é conhecido, acabou rebaixado à segunda divisão. Nos 10 jogos que disputaram, marcaram apenas quatro pontos,um aproveitamento de 13%, sendo uma vitória, um empate e oito derrotas. Fez quatro gols e sofreu treze, terminando a fase na antepenúltima colocação. Ao lado do Real, quem também caiu foi o Macau com o mesmo numero de pontos. A esperança de continuar na disputa no ano seguinte e que o regulamento do campeonato prevê que as duas equipes rebaixadas joguem a segunda divisão ainda este ano.

Títulos

Campeonato Potiguar da Segunda Divisão de Futebol (2008)


Estádio

Joga no Estádio Benedito Bezerra Lins, o Bezerrão, em Jardim de Piranhas, que tem capacidade para 3000 pessoas. Porém, teve que mandar os jogos do Estadual 2009 no Estádio Marizão, em Caicó.

Mascote

Tem como mascote o concriz e é apelidado como Concriz do Seridó.

domingo, 2 de agosto de 2009

Bragantino Clube do Pará

Fundação 06 de Março de 1975
O Bragantino Clube do Pará é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Bragança, no estado do Pará.
Seu uniforme consiste de camisa com losangos brancos, azuis e vermelhos, calção azul e meias brancas.

Estádio

São Benedito (Diogão) - Capacidade 10000
O principal empecilho para o time, além da falta de estrutura e da inexperiência de muitos dos jogadores, é não ter mais o Diogão para mandar seus jogos. O estádio é particular e, desde o ano passado, não está cedido ao Tubarão.

Títulos

Campeonato Paraense da Segunda Divisão: 2002.