domingo, 21 de junho de 2009

CFZ/Imbituba Futebol Clube

O IMBITUBA FUTEBOL CLUBE foi fundado em 1/02/07. No ano de 2009 o clube passará por uma reformulação total em sua estrutura e gestão, tendo a frente desse novo projeto o Sr. ROBERTO RODRIGUES que em parceria com o CENTRO DE FUTEBOL ZICO constituem um clube empresa denominado de CFZ IMBITUBA FC, tendo a missão de promover o esporte como meio de integração social e de atingir a excelência e o alto rendimento nos mais diversos campeonatos disputados sempre com o objetivo de desenvolver talentos com responsabilidade. A partir de agora o Centro Esportivo Alberto Rodrigues representa Santa Catarina junto à rede de escolas de futebol Zico 10, que possui outras 85 instituições espalhadas pelo país, instaladas no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Tocantins e. Amazonas.
Atualmente a Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense buscando uma vaga na série A do campeonato estadual catarinense 2010.

Mascote

Como mascote, o CFZ IMBITUBA tem a águia. A idéia da águia é expressar força, sabedoria e grandeza. E é com essas qualidades que todos que estamos imbuídos nesse projeto que pensa em elevar o nome do nosso clube.


Estádio

Estádio: Emília Mendes Rodrigues
Capacidade: 2.000 espectadores
Inauguração: 08/06/2009

Site

http://www.cfzimbituba.com.br

sábado, 20 de junho de 2009

Esporte Clube Renascença

O Esporte Clube Renascença foi fundado por funcionários e pela diretoria da Fábrica de Tecidos Renascença 15/10/1941. Seu uniforme era camisa e meias brancas e calção preto. O escudo em forma de engrenagem tinha um R ao centro. O estádio do clube que ficava no bairro tinha o nome de Cristiano Guimarães, mas era conhecido como "Eucaliptos". Era chamado de "time dos tecelões". Sua sede era na rua Botucatu, 177.


Começou disputando as competições do futebol amador promovidas pela Federação Mineira de Futebol. Em 1947 construiu seu estádio e pediu inscrição no Campeonato da Cidade de 1948. O ingresso no certame era complicado, pois dependia da aprovação dos clubes . A inscrição do Renascença não foi aceita, pois temiam que os seus jogos causassem déficit nas arrecadações. Em 1958 a Federação Mineira de Futebol aceitou a inscrição de diversos clubes, dentre eles o Renascença. Devido ao grande número de inscritos, houve a necessidade de se organizar um torneio eliminatório para definir as equipes que iriam disputar o Estadual. O Renascença perdeu a 8a vaga para o Cruzeiro e ficou fora do certame. Em 1959, voltou a disputar o Torneio Classificatório e conseguiu uma das vagas para o Campeonato.


Disputou os Campeonatos Mineiros de 1959 (9º); 1960 (10º); 1961 (11º); 1962 (10º); 1963 (11º); 1964 (11º); 1965 (11º) e 1966 (12º), quando foi rebaixado para a 2a Divisão.

Seu maior momento de glória ocorreu em 25 de maio de 1961. Naquele dia, o Renascença, comandado pelo ex-zagueiro Gérson dos Santos, conquistou a terceira edição da Copa Belo Horizonte, ao vencer o Atlético por 2 a 0, no Estádio do Barro Preto (o Galo fora campeão em 1959 e o Cruzeiro, em 1960). A equipe foi campeã sem levar gol em nenhum dos cinco jogos, contra Cruzeiro, Atlético, América, Sete de Setembro e uma seleção do Departamento de Futebol Amador da Federação Mineira de Futebol.

Subitamente, o modesto clube fez com que o populoso Bairro da Renascença passasse a ser alvo das atenções e simpatias de todo o público esportivo de Belo Horizonte. Mas, em quase uma década, não conseguiu sucesso no Campeonato Mineiro, sempre com campanhas apagadas, com exceção de 1963, quando conquistou o Torneio Início, disputado no Estádio da Alameda após vencer, sempre nos pênaltis, Cruzeiro, Siderúrgica e Atlético. No mesmo ano, comandado por Mário Celso de Abreu, conseguiu terminar em 3° lugar o campeonato mineiro.

Um fato curioso ocorreu em 1965. No Torneio Início, disputado no Estádio Independência, o clube chegou à final contra o Siderúrgica mas o jogo, que seria disputado em 90 minutos, não chegou ao fim, pois o Renascença teve nove jogadores expulsos. O título ficou com o time de Sabará.

O maior orgulho do clube foi ter revelado para o futebol brasileiro o goleiro Tonho e o meiocampo Piazza, que se tornou ídolo nacional com a camisa do Cruzeiro e da Seleção Brasileira.

Em 1966 ficou em último lugar e caiu para a Segunda Divisão, o que levou a Companhia Renascença Industrial a extinguir o departamento de futebol, em 1967. A indústria ainda resistiu até 1996 quando, sem conseguir acompanhar os avanços tecnológicos, sucumbiu à concorrência com produtos importados, deixando inúmeras pessoas desempregadas e uma grande incerteza para o bairro. No local da fábrica, encontra-se hoje instalada uma universidade particular.

Estádio: Cristiano Guimarães (Eucaliptos)

Mascote: Urubu

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Nova Iguaçu Futebol Clube

O Nova Iguaçu Futebol Clube foi fundado em 1º de Abril de 1990, pela iniciativa de 25 profissionais liberais, amantes do futebol, que sempre tiveram por objetivo fazer do futebol, uma opção de vida para muitas pessoas, principalmente as crianças. O projeto foi idealizado em meados dos anos de 1988/1989, pelo então Diretor-Presidente Jânio Moraes e apoiado por estes profissionais liberais, que sempre apostaram no futebol como forma social e educativa para crianças, principalmente de caráter carente e discriminadas pela situação sócio-econômica que a vida lhes proporcionou. Desta forma, no ano de 1990, o NIFC teve seu início em ma sala de 40 metros quadrados, localizada na Rua Topázio, nº 10, no centro de Nova Iguaçu, começando assim, a desenvolver um projeto social desportivo com crianças, com o objetivo de educar, formar e encaminhar estes menores para uma carreira profissional no mundo do futebol ou em outra carreira que fosse escolhida ao longo do tempo de todo aprendizado. A cor adotada foi o laranja, como não poderia deixar de ser, foram as mesmas que deram o título ao município “terra da laranja”, um dos maiores exportadores de laranja da década de 30.

Em 1991, os dirigentes do Nova Iguaçu obtiveram a posse de um terreno de 135.000 m² para a construção de seu Centro de Treinamento através do então secretário de Esportes do Governo Collor, o ex-jogador Zico.

A equipe disputou o Campeonato Carioca da 1º Divisão em 2006 e 2007, sendo neste ano rebaixado para a 2º Divisão.

No ano de 2008, o Nova Iguaçu conquistou a Copa Rio ao derrotar nos jogos finais o Americano, por 1 a 0 no Estádio Giulite Coutinho e por 3 a 2 no Estádio Godofredo Cruz.

Títulos

Copa Rio:2008
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2005
Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1994

Estádio

Mais um sonho se concretizando no Nova Iguaçu. A construção do ‘’Laranjão”, forma carinhosa como já é conhecido, iniciou-se no ano de 2005. Hoje, o gramado já serve para os treinamentos coletivos da equipe profissional.

Situado ao lado do centro de treinamento, o projeto foi muito bem desenvolvido e elaborado, visando instalações modernas, como praça de alimentação, lojas e entretenimento para torcedores, atletas e imprensa.

A capacidade de público ficará entre 20 a 30.000 expectadores, porém, na primeira fase da construção, a capacidade será de 5.000 pessoas, com o objetivo de utilização do mesmo, dentro do prazo mais rápido possível, para assim, não ter que jogar em estádios alugados e a torcida se sentir verdadeiramente em casa.

Hino

Salve o “Fruto da Terra” Nova Iguaçu traz com orgulho seu brasão Onde brilham duas cores Laranja e branco no seu pavilhão 1° de abril é sua glória É um marco na história desse clube vencedor Com amor e alegria dia e noite, noite e dia vou aonde ele for Suas vitórias têm um gosto especial E a derrota é um fato acidental Nova Iguaçu Futebol, paixão e arte És um grande baluarte No esporte nacional Nova IguaçuFutebol, paixão e arte És um grande baluarte No esporte nacional

Mascote
O mascote Laranjinha representa e personifica o espírito do trabalho do Nova Iguaçu F.C.. Ele é inspirado num dos símbolos do clube, a "laranja", uma das principais fontes econômicas da região, nos anos 30. O Laranjinha já caiu nas graças da torcida. Além das crianças, é grande o público jovem que se identifica com o mascote.


Site

http://www.nifc.com.br/

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Associação Portuguesa Londrinense

A Associação Atlética Portuguesa de Desportos foi fundada em 14 de maio de 1950, mas seu nome foi alterado em 1997 e passou a se chamar Associação Portuguesa Londrinense. Com o nome antigo, a Portuguesa só disputou três estaduais, em 1959, 1960 e 1961.

Após o retorno às suas atividades, o clube disputou a divisão de acesso para a elite do futebol paranaense. Em 1998, no seu segundo ano depois da reestruturação, chegou em terceiro lugar da Série A-II, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Já no ano seguinte, a Lusinha, como também é conhecida, obteve a sua vaga para a série A-I, a primeira divisão, quando alcançou o vice-campeonato.

Em 2001, o Campeonato Estadual Paranaense passou por uma reestruturação e dividiu suas divisões em A-II, AI e Série Ouro, que seriam respectivamente a terceira, a segunda e a primeira divisão. A participação das equipes em cada série seria decidida de acordo com o desempenho dos clubes em 2000.

A Lusinha disputou em 2001 a série A-I e sagrou-se vice-campeã. Em 2002 e 2003, participou da elite do futebol do Estado do Paraná. Em 2004, o clube disputou a Série A-I, pois havia sido rebaixado ano anterior. Somente em 2006 a Portuguesa obteve o título da Série A-I e retornou a Série Ouro.

Em 2007, a Associação Portuguesa Londrinense se fundiu com o Clube Atlético Cambé. Segundo o presidente, a fusão teria como propósito atrair torcedores de Carimbe, região metropolitana de Londrina.

Infelizmente o clube não foi bem no Campeonato Paranaense de 2008 e acabou sendo rebaixado. Em 2009, a Portuguesa disputará a segunda divisão do estadual, de volta à Londrina.

Estádio

Apesar de não ser um time com muita tradição e títulos, o clube conta com uma boa estrutura. Possui o estádio Vila Santa Terezinha, com capacidade para três mil pessoas, e um Centro de Treinamento com 33 mil m2, com três campos e um alojamento para 50 atletas. Suas partidas são jogadas no Vitorino Gonçalves Dias, com capacidade para 10 mil pessoas, ou no estádio do Café, para 45 mil pessoas.

Títulos

Campeonato Paranaense - Série Prata: 2006.

Site

http://www.portuguesalondrina.com.br

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Sport Club Santa Cruz

Foi o primeiro Clube do interior a ser Pentacampeão Sergipano.
Em Estância, a companhia industrial de Estância (Fábrica Santa Cruz) já possuía um pequeno campo de futebol desde 1930, construído nos terrenos de sua “Vila Operária”. Durante muitos anos serviu apenas para os amistosos do Santa Cruz, clube a ela pertencente desce 1931.

Reativado o Santa Cruz em 1937 pelos novos diretores da Fábrica, tendo à frente Julio César leite, além de Coriolano Alves de Oliveira, o campo da Vila Operária mereceu maiores cuidados. Quando em 1947, o Santa Cruz filiou-se à Federação sergipana de Desporto, Julio Leite tinha o firme propósito de preparar um grande time de futebol para disputar o certame oficial. E assim ocorreu em 1955. Mas o campo da Vila Operária ainda estava em reformas, daí o Santa Cruz disputar inicialmente seus jogos em Maruim.

Somente a partir de 1958 é que o campo da Vila Operária teve condições de abrigar jogos oficiais do campeonato. Interessante é que três clubes de Estância se filiaram à FSD em 1947: Santa Cruz, A. C. Bonfim e Guarany. Apenas o Santa Cruz é que participou dos certames oficiais, mesmo assim oito anos depois.

Foi neste período que o Santa Cruz possui a melhor equipe e era temido pelos adversários. Jogadores como, Augusto Goleiro - Taratí - João Cego - Serraria - ABC - Teminho - João Rocha (Hoje Bel.João Rocha) Senhor, Zito Aguiar, Everaldo, e vários outros valorosos atletas. Era conhecido como o azulão do Piautinga (rio que banha a cidade de Estância) e já teve não um dia, mas seus dias de Glórias.

Somente anos depois é que Itabaiana e Sergipe se igualaram ao Santa Cruz de Estância.

Estádio

Santa Cruz (Bairro Santa Cruz) Comporta cerca de dois a tres mil torcedores

Títulos:
Campeonato Sergipano (1956, 1957, 1958, 1959, 1960)

Fonte:
http://blog.cacellain.com.br/2009/06/12/memoria-do-futebol-sergipano-santa-cruz/

terça-feira, 16 de junho de 2009

Calouros do Ar Futebol Clube

O Calouros do Ar foi fundado em 1º de janeiro de 1952. Até então o clube era apenas um despretensioso time de futebol, chamado América. Quando foi oficialmente fundado, mudou o nome para homenagear o conjunto musical da Base Aérea de Fortaleza e os aspirantes a oficial aviador que chegavam todo ano à cidade. Ascendeu à divisão principal da FCD em 1953, vindo, por uma dessas anomalias de nosso futebol, da terceira divisão.Em 1954, quando o diretor do Ceará, Ivonísio Mosca de Carvalho, lutava para trazer o time do Botafogo, com todas as suas estrelas, para comemorar os 40 anos alvinegro (1914-1954).Ocorre que, tanto no Rio como em Fortaleza, não havia datas disponíveis, pois os respectivos campeonatos estavam em pleno andamento, mas Ivonísio lutou e conseguiu uma brecha.A programação ficou organizada. No dia 12 de junho o Botafogo faria sua estréia diante do Calouros, uma espécie de preliminar, num dia de sábado.O Botafogo era dirigido pelo veterano Gentil Cardoso e a delegação ficou no Hotel Iracema, de propriedade do senhor Antônio Português, à rua dos Tabajaras. Não faltaram as reclamações, principalmente do ‘’velho marinheiro'’ (Gentil Cardoso). Mas era o jeito. No centro só havia o Excelsior e parece que fechado. Savanah e San Pedro Hotel ainda não eram construídos e, na praia, a diária era mais barata.Referido jogo entrou para a história: O Calouros do Ar venceu o Botafogo de Garrincha, por 1x0, com um gol marcado por Orlando Ciarlini aos 40 minutos do segundo tempo. No gol, o hoje empresário e ex-comodoro do Iate Clube de Fortaleza, Chico Martins, fez uma partida memorável, entrando para a história do futebol cearense. O goleiro pegou até pênalti, batido por Garrincha.Eis a súmula de Calouros 1 x 0 Botafogo. Data: 12/6/1954 - Calouros do Ar 1 x 0 Botafogo. Estádio Presidente Vargas. Gol: Orlando Ciarlini (40 do 2º tempo). Juiz: José Tosta (F.C.D). Calouros do Ar: Chico Martins; Pedrinho e Azevêdo; Jandir, Helder (Zanata) e Índio; Luciano, Zezinho, Beto (Orlando Ciarlini) Nelsinho e Zuzinha. Botafogo: Pianoswisky; Gerson e Floriano, Arati, Bob e Juvenal; Garrincha, Dino, Carlyle, Paulinho e Vinícius.No dia seguinte domingo o Ceará Sporting perdeu por 2 x 0.
O título de 55
No dia 11 de março de 1956, o Calouros do Ar conquistou aquele que é até hoje seu único título estadual, o Campeonato Cearense de 1955, derrotando o Ferroviário por 2 a 0, com gols dos atacantes Zezinho e Zuzinha, no estádio Presidente Vargas. Então com apenas quatro anos de fundação, o Calouros do Ar tinha uma equipe formada em sua maioria pelo efetivo da Base Aérea de Fortaleza, que mantinha o time e abrigava sua sede. Mais novo dentre os oito participantes do campeonato, o Tricolor da Base Aérea ou Tremendão da Aerolândia superou os tradicionais Ceará, Fortaleza e Ferroviário. Na final, contra o Ferrim, venceu a primeira partida (2 a 0), perdeu a segunda (3 a 0) e levou a melhor na decisiva.
Em pé, da esquerda para a direita: Edilson, Zezinho, Beto, Helder e Zuzinha; Agachados: Luciano, Jandir, Jesus, Pedrinho, Jairo e Coité
Na verdade, 1955 foi o ano de ouro do Calouros do Ar, que conquistou os três títulos disputados pelos clubes da divisão principal cearense, uma verdadeira “tríplice coroa”. Orientado pelo treinador Paulo Salgueiro, o clube papou o Torneio Preparatório, o Torneio Início e por último e mais importante, o campeonato estadual. Dizia-se que o segredo daquela equipe era sua homogeneidade, afinal era toda ela integrada por jovens cujas idades variavam entre 18 e 24 anos. Nenhum figurão no plantel. O curioso é que, durante todo o campeonato cearense de 1955 o Calouros do Ar utilizou apenas 13 atletas, o que significa dizer que jogou em todo o torneio quase que com a mesma equipe. O título do Calouros quebrou um encanto de anos, só comparado ao feito de um outro jovem clube, o Tramsways, que ganhou o campeonato de 1940.O clube disputou os campeonatos cearenses de 1953 a 1968 e 1970 a 1998, conquistando o 3º lugar em 1953, 1956, 1960 e 1968. Em 1960, Juarez, atacante da equipe, foi artilheiro do campeonato cearense, com 14 gols. Em 1968, o artilheiro foi Célio, com 9 gols. Foi também 3ª colocado na 2ª divisão estadual em 1999 e 2003. Em âmbito nacional o Calouros do Ar chegou a disputar o Torneio Norte-Nordeste de 1968 e a 2ª Divisão brasileira em 1971 e 1972, sem conseguir passar da 1ª fase.Em 2004, após péssima participação no estadual da Segunda Divisão, o Calouros do Ar foi rebaixado para a Terceira Divisão Estadual, onde se encontra até hoje.
Os dias de hoje:
Passado mais de meio século, a conquista memorável de 1955 contrasta com o péssimo momento vivido pelo time, mendigando apoio financeiro, à beira da falência e esquecido na Terceira Divisão Estadual. Sua diretoria sofre para manter a equipe em atividade. O quadro de sócios, que recebeu poucos integrantes nas últimas décadas, por causa da seqüência de maus resultados, resume-se a um grupo de cerca de 20 torcedores, a maioria presente apenas em ano de eleições no clube.Na década de 60, uma partida entre o América, campeão de 1966, e Calouros do Ar, vencedor de 1955, levaria uma multidão ao estádio Presidente Vargas. Em 2009, porém, os times participaram da Série C do Campeonato Cearense. Infelizmente, em Fortaleza, o clube é hoje uma espécie de sinônimo de time ruim, com expressões do tipo “esses Calouros do Ar da vida…” Para completar o Calouros está suspenso até 2010 devido à suposta manipulação de resultado na derrota por 8 a 0 para o Tauá, no desfecho da terceira divisão de 2008.

Mascote:

Tremendão da Aerolândia.





Estádio: Brigadeiro Médico José da Silva Porto (3 mil pessoas).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Mineiros Esporte Clube


Fundado em 20 Janeiro 1977 (Surgiu a partir do Palmeiras de Mineiros).
1984 - O clube fica em penúltimo no Campeonato da Segunda Divisão e paralisa suas atividade no término do campeonato.
1987 - Retorna ao futebol, disputando novamente a Segunda Divisão
1988 - Fica com o Vice Campeonato Goiano da Segunda Divisão, vencida pelo Quirinópolis e garante vaga na elite do futebol goiano.
1993 - Conquista sua melhor colocação na história, a terceira posição no Campeonato Goiano, mas acaba se afastando novamente do futebol

Conquistou o título da Terceira Divisão do Campeonato Goiano em 2003 e da Segunda Divisão em 2004. No ano de 2005, tornou-se o melhor time do interior goiano, sendo novamente o terceiro colocado do Campeonato, atrás apenas do Goiás e do Vila Nova, o campeão de 2005, que venceu o time mineirense na semifinal. Com essa colocação, ganhou o direito de disputar pela primeira vez a Série C do Campeonato Brasileiro de 2005 e a Copa do Brasil de 2006.

Em 2006, chegou a ocupar, na penúltima rodada do 2º turno do campeonato goiano, a liderança do grupo A, a um passo de se classificar mais uma vez para as semifinais, dependendo apenas de um empate contra a Anapolina, segundo no grupo. Mas perdendo a partida por 3 a 2, ficou fora do quadrangular final. O time ainda era um dos representantes do estado de Goiás, ao lado do Vila Nova, na Copa do Brasil. Nesta competição, o time pegou na primeira fase o Americano do Rio de Janeiro. O jogo de ida, no Estádio Odilon Flores em Mineiros, terminou com vitória do 'MEC', como é conhecido pelos habitantes de sua cidade, por 3 a 1. Já no jogo de volta, em Campos, Rio de Janeiro, acabou perdendo por 4 x 2, mas se classificou para a segunda fase da Copa do Brasil por ter marcado mais gols fora de casa.

Foi a segunda vez que um time do interior de Goiás se classificou para a 2ª fase desta competição (O CRAC já havia conseguido tal façanha, em 2004). Jogando então contra a equipe do Atlético Mineiro, um dos maiores do Brasil, o time de Mineiros saiu vitorioso na partida de ida por 3 a 2, no dia 15 de março. No jogo de volta, agora no Mineirão, em Belo Horizonte, o time mineirense acabou sendo eliminado ao ser derrotado por 4 a 1. Em 2007, novamente era cotado como um dos principais concorrentes ao título goiano, porém não obteve um bom desempenho na fase de grupos e acabou não conseguindo se classificar para as semifinais do estadual, terminando na 6° colocação entre 12 concorrentes. Agora em 2009 rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Goiano.

Títulos

Campeonato Goiano da Segunda Divisão: 2004.
Campeonato Goiano da Terceira Divisão: 2003.

Estádio

O Estádio Odilon Flores, localiza-se nacidade de Mineiros, no interior do estado de Goiás, Brasil. Pertence ao Mineiros Esporte Clube, fundado em 20 de janeiro de 1977, também conhecido como MEC. Tem capacidade de aproximadamente 7.000 pessoas.

Mascote

Águia do Sudoeste







Site
http://www.mineirosesporteclube.com.br/ - fora do ar.

domingo, 14 de junho de 2009

Centro Sportivo Capelense

O Centro Sportivo Capelense, fundado no dia 4 de abril de 1946, já foi o mais famoso clube do interior alagoano. Na época do Dr. Horácio Gomes, seu time era poderoso, e logo no primeiro ano que disputou o campeonato da divisão especial, em 1959, foi campeão com todos os méritos. Disputou o título com o CRB em uma melhor de três, e ganhou os dois jogos na categoria. A dose foi repetida em 1962 quando conquistou outro título de campeão disputando com o Estivadores. Na decisão ganhou o primeiro jogo e empatou o segundo.

Depois, apesar de estar sempre presente, não conseguiu repetir o bom desempenho dos anos anteriores. Como tantos outros clubes, terminou se afastando da competição oficial do futebol alagoano por motivos financeiros. No início dos anos oitenta, conseguiu retornar com altos e baixos. Somente em 1989 é que voltou a brilhar. O Capelense se sagrou campeão alagoano de forma indiscutível, depois de vencer os três turnos disputados.

Com o título de 1989, o clube ganhou o direito de participar da 2ª edição da Copa do Brasil, disputando duas partidas contra o Flamengo-RJ, mas não teve sucesso. Foi goleado duas vezes, por 5x1 na Gávea e por 4x0 jogando em Alagoas.

Logo depois, em 1991, resolveu mais uma vez se afastar do futebol profissional, voltando, somente em 2005, disputando a Segunda Divisão do Campeonato Alagoano. Campeão da segunda divisão em 2008, retorna a primeira divisão e é rebaixado em 2009.

Títulos

Campeonato Alagoano: 3 vezes (1959, 1962 e 1989).
Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2008.

Estádio
Estádio Manoel Moreira é um estádio de futebol de Capela (Alagoas), que atende ao Centro Sportivo Capelense. Sua capacidade é de 8 mil pessoas e foi inaugurado em 4 de abril de 1946.


Site

http://www.capelense.com.br

sábado, 13 de junho de 2009

Quatro de Julho Esporte Clube

O 4 de Julho foi fundado no dia 04 /07 /1987, em Piripiri, que fica localizado ao Norte do Estado, cerca de 175 km de Teresina. O Colorado gloriosamente conquistou dois títulos estaduais de 1º divisão. Nos anos de 1992 e 1993, sendo bicampeão estadual da temporada. Em 2003, o Colorado foi outra vez campeão, só que desta vez, da 2º divisão.O nome do clube é uma homenagem ao aniversário de fundação da cidade de Piripiri.


Estádio

O Estádio Municipal Ytacoatiara, na cidade de Piripiri, deverá receber um moderno sistema de iluminação dentro dos próximos meses, para possibilitar jogos noturnos da principal praça de esportes da cidade.








Títulos

2 Campeonatos estaduais (1993 e 1994 )
1 Campeonato da 2ª Divisão (2003).

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Grêmio Esportivo Sapucaiense

O Grêmio Esportivo Sapucaiense foi fundado em 28 de julho de 1941, após o fechamento do Grêmio Esportivo Iraí, clube fundado em 1936, de cores vermelho e preto, do qual o Sapucaiense herdou os uniformes e o campo, situado no mesmo lugar onde hoje localiza-se o Arthur Mesquita Dias.

De sua fundação até o ano de 2004, o Sapucaiense foi um clube amador que se destacava nos campeonatos municipais de Sapucaia do Sul, rivalizando com equipes amadoras tradicionais da cidade. Seus principais adversários eram o Vera Cruz, a Vila Vargas, o Sial e o Taurus, times com os quais o Sapucaiense disputava acirrados clássicos.
O clube também participava de campeonatos e torneios de nível amador em âmbito regional - com equipes do Vale do Sinos e região Metropolitana - e estadual.
Ao longo dos anos o Sapucaiense foi se destacando e, nos anos 90, começou a disputar competições oficiais da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) com suas equipes das categorias de base.
Em 1999 a FGF lançou um campeonato estadual amador entre cidades para garotos com idade até 21 anos, denominado Copa Sul 21. O Sapucaiense representou Sapucaia do Sul e foi campeão. O destaque do time na competição foi o meio-campista Maicon Sapucaia, então com 19 anos.
O título conquistado na Copa Sul 21 fez o clube começar a pensar em ser profissional.
Essa ascensão do Sapucaiense culminou com a sua profissionalização em 2005, quando passou a disputar o Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão e a Copa RS.
Já em 2005, no seu primeiro ano como profissional, o Sapucaiense chegou à 3ª fase da 2ª Divisão Gaúcha, após ser campeão da fase de Repescagem. A equipe ficou em 8º na classificação final e demonstrou competência como estreante.
Em 2006 o clube foi eliminado na segunda fase da Segundona e terminou em 17º na competição. Mas fez uma boa campanha na Copa RS, sendo eliminado apenas nas quartas-de-final pela equipe B do Grêmio, que sagrou-se campeã do torneio.
Mas o grande acontecimento na história do Sapucaiense ocorreu em 2007. Nesse ano o clube foi Campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho, marco que fixou o rubro-negro de Sapucaia do Sul no cenário do futebol profissional do Rio Grande do Sul.
O dia 29 de setembro de 2007 foi a data da última partida do octogonal final que garantiu a vaga na 1ª Divisão de 2008. Nesse jogo, em que a equipe enfrentou o Ipiranga de Sarandi, o Sapucaiense se apresentou diante de um Arthur Mesquita Dias completamente lotado.

No Gauchão de 2008 o Sapucaiense fez uma campanha excelente, acima das expectativas de um estreante, encerrando o campeonato num honroso 6º lugar.

Em 2009, após uma campanha irregular, termina em penúltimo e é rebaixado para segunda divisão.

Títulos

Campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho 2007

Estádio

Seu estádio é o Arthur Mesquita Dias, mas no Gauchão os jogos serão realizados no Cristo Rei, em São Leopoldo.

Estádio João Correia da Silveira, o Cristo Rei
O Cristo Rei tem a capacidade para 5.000 pessoas e será a casa do Sapucaiense no Gauchão


Hino

A força de Sapucaia
Conhece a raça que sempre vence
Crianças, homens e mulheres
Nossa família sapucaiense
Sou torcedor até morrer
É rubro-negra essa paixão
Tremula a minha bandeira
No mundo a fora, em qualquer nação
Se um dia eu te deixar
Levo comigo a devoção
De longe quero gritar,
Sapucaiense é campeão.
Meu coração sapucaiense
Me enche de amor febril
Tu és meu campeão,
Pelo Rio Grande, pelo Brasil.
Meu coração sapucaiense
Me enche de amor febril
Tu és meu campeão,
Pelo Rio Grande, pelo Brasil

Mascote

Sapo

Site

http://www.gesapucaiense.com.br//

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Chapadinha Futebol Clube

Chapadinha sempre foi apaixonada por futebol. Mas mesmo sendo a maior cidade do Baixo-Parnaíba e Alto-Munim a Chapada das Mulatas sempre se dava mal quando o assunto era competições intermunicipais. O máximo que o futebol chapadinhense conseguia era ser vice-campeão do Torneio Intermunicipal, competição disputada por seleções amadoras que teve até o início da década de 90, seus tempos de glamour. Até a seleção da vizinha cidade de Mata Roma já conquistou o torneio numa das poucas vezes em que disputou. Isto acabava por gerar no povo de Chapadinha um sentimento de inferioridade. Algo tinha que ser feito para que os desportistas da cidade tivessem orgulho de seu futebol que vivia momentos de decadência. O Real Brasil, uma das equipes amadoras de maior tradição da cidade, chegou a especular por diversas vezes a profissionalização para a disputa do campeonato estadual da primeira divisão, mas desistiu da idéia por falta de apoio do poder público e do comércio em geral. Em outubro de 2002, um grupo de desportistas, movidos pela paixão, resolveu encarar o desafio e cobrar do prefeito Magno Bacelar, uma atitude neste sentido. A idéia começou a tomar forma quando Edmílson Santos, aquele que viria a ser o primeiro técnico da equipe, procurou o radialista William Fernandes para expor as intenções do grupo de desportistas no programa Rádio Denúncia. Santos, como ficaria conhecido, já estava com uma relação de jogadores convocados para fazer parte da equipe que supostamente disputaria a segunda divisão daquele ano, mas encontrava dificuldades para conseguir a liberação do estádio Lucídio Frazão para a realização dos treinos. Sensibilizado, e grande desportista que é, José Filho, diretor da Rádio Mirante AM, entrou na briga e liberou o telefone da emissora para que os ouvintes participassem ao vivo e dessem a sua opinião a respeito do impasse. Todos foram a favor da criação do time e da liberação do campo para os treinos, pois não havia na cidade outro local com estrutura suficiente para que uma equipe profissional pudesse realizar seus trabalhos. No dia seguinte, o prefeito que chegara de São Luiz, num gesto que entrou para a história,conversou com o então secretário de esportes Moraisinho e com o então presidente da LEC e autorizou, por telefone, diante da câmera da TV Mirante, que o estádio fosse liberado para os treinos da equipe e garantiu na entrevista a William Fernandes que a cidade teria um time de futebol profissional, como havia prometido em sua famosa “Cartilha 25”. Nascia aí, no início de novembro de 2002, o Chapadinha Futebol Clube, que, logo em seguida disputaria a segunda divisão com mais 5 equipes, 2 da capital e 3 do interior, e seria campeão, de forma inquestionável vencendo, na final, o time do Brigadeiro Falcão por 3 x 0 na memorável tarde-noite de ´´ de ´´ de 2003, garantindo uma vaga no restrito grupo de elite do futebol maranhense. Desde então, a cidade de Chapadinha não parou mais de aparecer em todo o Estado e até no País inteiro, por conta do meteórico sucesso do Chapadinha Futebol Clube, o Galo da Chapada.

Títulos

Campeonato Maranhense - 2ª Divisão: 2002.

Estádio

Estádio Lucídio Frazão
Capacidade 8.000

Mascote
Galo da Chapada

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Grêmio Atlético Coariense

O Grêmio Atlético Coariense foi fundado em 06 de janeiro de 1977 na cidade de Coari, região do médio Amazonas. Esta cidade possui 70 mil habitantes e é rica na produção da banana e do petróleo, além do gás natural.
Após várias disputas no futebol amador, o tricolor "Gavião" ganhou vários títulos na cidade, principalmente nos anos 90.
Em 1991, por ocasião do Torneio da Amazônia ajudou a Seleção Local (cedendo vários jogadores) a jogar contra o São Raimundo de Manaus. Em Coari o resultado foi 0 x 0 e em Manaus, 0 x 2.
Em 2003 houve a Copa Integração e o "Gavião" chegou ao vice-campeonato, com os resultados (0 x 0 e 0 x 1), ganhou o Sulamérica de Manaus.
Em fins de 2003 a diretoria do Clube, que tem à frnte, O Sr. Jessé, inscreveu a quipe no profissionalismo da FAF (Federação Amazonense de Futebol) e em 2004 já jogava no profissionalismo.
No Primeiro Turno do Amazonão 2004, a equipe chegou à finalíssima empatando com o São Raimundo no Estádio Brasil (0 x 0).
Chegou ao Vice-campeonato amazonense de futebol e disputa a Série C do Brasileirão, estreando no dia 01/08/2004 vencendo ao Rio Branco-AC (Campeão da Copa Norte 1997) em Rio Branco por 1 x 0.
Foi o primeiro campeão amazonense advindo do interior do estado em 2005.
Licenciado desde 2007.
Estádio


Estádio: José Rosquildes


Capacidade: 10000 pessoas




Hino




Mostra a tua garra grande gavião
Vamos vibrar - bate forte coração
(BIS)
Avante Grêmio Coariense eu sou mais um
Torcedor do Gigante Tricolor
1977 - A fundação se deu aqui
Em Coari - O meu amor!
Tenho banana
O petróleo negro-ouro
Futebol - Pura magia
O meu tesouro
Preto, azul e branco
São as cores do meu pavilhão
BIS
Hoje canto com alegria
Em ver meu GRÊMIO CAMPEÃO




A sua mascote é o GAVIÃO.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cardoso Moreira Futebol Clube

Fundado no dia 19 de março de 1935, o Cardoso Moreira Futebol Clube passou mais de 70 anos de sua história disputando apenas campeonatos de futebol amadores. Localizado no Norte Fluminense, na cidade homônima da agremiação, o time obteve sucesso nos torneios regionais do interior do Estado do Rio de Janeiro durante quase toda sua existência.

Somente no ano de 1994, quando a diretoria decidiu profissionalizar a prática do futebol no clube, a equipe conseguiu um título de maior importância. O Marreco, como é chamado por seus torcedores, conquistou a terceira divisão do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, se credenciando para disputar a segunda divisão no ano seguinte.

Porém, por mudanças que ocorreram na prefeitura da cidade, um dos principais incentivadores do clube, o Cardoso Moreira teve que voltar para o amadorismo e se contentar com as competições do interior do Norte Fluminense.

Dez anos depois, a direção do clube resolveu se aventurar novamente no profissionalismo e preparou o elenco para a disputa da terceira divisão do estadual de 2006. Sem muitas pretensões de fazer uma boa campanha, o improvável aconteceu. O Marreco conquistou pela segunda vez o título da terceira divisão e passou a sonhar com a elite do futebol fluminense.

Em 2007, já na segunda divisão do Campeonato Estadual, a equipe tricolor não tinha muitas esperanças de conseguir o acesso para o primeiro escalão do futebol do Rio. Até a competição daquele ano, nenhuma equipe estreante havia conseguido a vaga.

As primeiras rodadas, ainda sob o comando do técnico Rubinho, não foram muito animadoras, e mostravam que o caminho até o sonho de ingressar na elite seria difícil. A solução encontrada foi a troca de treinador. Saiu Rubinho e entrou Mário Marques.

Com a substituição do responsável pela comissão técnica, o time recuperou a confiança e começou a obter melhores resultados. Após um campeonato longo e exaustivo, o Cardoso Moreira terminou na quarta colocação, conseguindo uma das cinco vagas para a primeira divisão do Estadual do Rio. O feito inédito estava concretizado.

Classificação confirmada, os olhares de todos se voltaram para a pequena cidade de Cardoso Moreira, que possui pouco mais de 12 mil habitantes. Um dos fatos mais comentados sobre o clube foi a sua prestação de contas disponibilizada em seu site oficial (www.cmfc.com.br). Na área destinada às finanças da agremiação, todos as despesas são computadas e ficam à disposição dos visitantes.

Infelizmente o Cardoso Moreira não foi bem 2008 e, ao lado do América, acabou caindo. Em 2009 o Cardoso Moreira disputará a segunda divisão do Campeonato Estadual do Rio.

Estádio

O Cardoso Moreira atua no Estádio Antônio Ferreira de Medeiros, o popular Ferreirão, localizado na própria cidade de Cardoso Moreira. O estádio tem capacidade para mil espectadores aproximadamente e sua tribuna de honra chama-se "Tribuna Agnaldo Jacinto da Silva". Suas cores são preto, vermelho e o branco, sendo assim conhecido como o Tricolor Cardosense.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1994 e 2006

Mascote

Devido ao grande número de inundações que a cidade sofreu, em virtude das fortes chuvas que costumam atingir a região, Cardoso Moreira ficou conhecida como a “Cidade das Enchentes“. A mais grave delas aconteceu em 1997, quando mais de 80% de seu território ficou debaixo d’água.

Com o apelido, os moradores das cidades vizinhas passaram a chamar os habitantes da cidade de “Marrecos“. O presidente do clube não encarou o tratamento como gozação e decidiu adotar a figura do animal como mascote do Cardoso Moreira.

Site

http://www.cmfc.com.br/ - fora do ar

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Atlético Clube Três Corações

Em atividade desde 1.913, quando um grupo de apaixonados pelo futebol reuniu-se na casa do Sr. Miguel Ainda e elegeu sua primeira diretoria, tendo como Presidente o Sr. Valério Ludgero de Resende. Inicialmente adotaram a cor vermelha e as iniciais do América do Rio de Janeiro (AFC), optando pelo nome de Atlético Futebol Clube. Tempos depois foi proposta uma nova denominação, e por todos aceita. Atlético Clube Três Corações.

A eterna rivalidade esportiva com a vizinha cidade de Varginha é tão antiga quanto o próprio Atlético, pois já na primeira partida, em 20 de janeiro de 1.914, houve muita confusão e pancadaria, mas a vitória foi nossa: 2 X 0 .

Em 1.927, devido a grandes desavenças entre as diretorias do Atlético e da Associação Esporte Clube, o agente executivo (Prefeito) Cornélio Andrade Pereira foi obrigado a intervir, promovendo a extinção dos dois clubes. Esta decisão duraria até o ano de 1.938, quando o médico Dr. Daniel volta do Rio de Janeiro e juntamente com outros companheiros, conseguem reerguer o Atlético. Em 1.941, a Liga Esportiva Tricordiana (LET), reunindo jogadores do Atlético, Raul Chaves (Canto do Rio) e Colégio Estadual conquista a Taça Guaraína, a mais importante competição do sul-Mineira. Naquele time jogava Dondinho, pai do maior jogador de futebol de todos os tempos: Pele.

De 1.941 até 1.966, mesmo no amadorismo, o Atlético formou grandes times e viu despontar inúmeros craques. Em 1.960, conquista o difícil e decantado Torneio sul-mineiro. Em 1.966, inaugura a sua sede social e , em 1.967, forma o primeiro time profissional. Em 1.970, disputa o campeonato mineiro da primeira divisão, com jogadores trazidos do Cruzeiro de Belo Horizonte, onde se destaca o ponta direita Roberto Batata. Em 1.971, além de formar talvez a sua melhor equipe, ficando atrás apenas dos três grandes da capital: Atlético, Cruzeiro e América, viu o craque Vanderley Paiva, oriundo de suas fileiras ( e filho da terra) sagrar-se Campeão Brasileiro, defendendo o Atlético de Belo Horizonte. Depois de um longo período de altos e baixos, o Atlético volta a se destacar em 1.986, ano em que se sagra Campeão Mineiro da Segunda Divisão, fato que se repetiria em 1.992.

Agora, tão próximo da marca histórica em que irá completar os seus noventa e três anos de existência, temos a obrigação de manter o ATLÉTICO vivo e vibrante, para que nos dê ainda mais alegrias e glórias.

Em 2007 , o Atlético de Três Corações foi punido com suspensão de dois anos, se não me engano, por ter abandonado as disputas do Campeonato Mineiro do Módulo II de 2007. Aí, com a conivência da Federação Mineira, alterou o nome para Clube Atlético Tricordiano , para poder participar da Segunda Divisão (Terceirona)de 2008.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Mineira 1986 e 1992

Hino

Ouvir cantar o nosso hino tradicional Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Jogando em qualquer parte Estando abaixo deste céu azul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul Dizem que preto é luto Branco é desprezo, encarnado é guerra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Atirei o barco n’agua Alcei as velas e deixei rolar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar


Estádio

Estádio: Elias Arbex
Capacidade: 7.000 pessoas




Mascote: Galo



Site
http://www.atleticotc.com.br

domingo, 7 de junho de 2009

Alagoinhas Atlético Clube

A data oficial de fundação do Alagoinhas Atlético Clube é 2 de abril de 1970, mas pode-se dizer, que o time começou a nascer dois anos antes, em 1968, quando o prefeito da cidade de Alagoinhas construiu o estádio Antonio Carneiro, o Carneirão.

Com a construção do palco, vários clubes amadores surgiram na cidade. Entre eles destacavam-se o Grêmio, o Ferroviário, o Agulha, o Juventus, o Botafogo e o Gato Preto. Além das equipes que jogavam na própria cidade, a seleção de Alagoinhas também brilhava, principalmente nos torneios intermunicipais.

Percebendo que a cidade tinha talento para o futebol, um grupo de esportistas amadores, formado pelo dentista Walter Robatto Campos, o radialista Antonio Pondé, o funcionário municipal Valdo de Souza, o motorista Osmário Almeida e o Frei Virginio de Boavaita resolveu formar uma equipe profissional na cidade de Alagoinhas. Desde então, diz-se que o Atlético é um time abençoado por Deus, uma vez que a reunião que levou à formação da equipe ocorreu em uma igreja, a igreja de Santo Antônio.

Depois desse encontro, a idéia da formação de um clube de futebol na cidade se espalhou e ganhou muitos simpatizantes, até que em 2 de abril de 1970 o time finalmente foi fundado oficialmente.

O primeiro jogo da história da equipe foi contra o Leônico. O Atlético começou bem sua trajetória, vencendo por 2 a 0. O gol inicial da história do clube de Alagoinhas foi marcado pelo lateral-direito Chico.

Depois de formado, o time precisava disputar um campeonato profissional, então a diretoria do clube foi à Federação Baiana de Futebol pedir a inclusão da equipe no Campeonato Baiano de 1971. O pedido foi negado. Então, a prefeitura de Alagoinhas interveio, alegou que o Carneirão era um dos melhores estádios do estado e conseguiu a inscrição do Atlético para disputar sua primeira competição oficial.

O time, no entanto, só conseguiria o devido destaque dois anos depois, em 1973, quando conseguiu o vice-campeonato baiano, perdendo para o poderoso Bahia na final.

O Atlético continuou se destacando no Estadual durante toda a década de 70 e 80. Em 1992, no entanto, viria o baque do rebaixamento no estadual. Após uma campanha pífia, a equipe foi rebaixada, voltando no ano seguinte. Em 1997, novo descenso. Mas em 1998, com o vice-campeonato da segunda divisão, o time conseguiu o acesso novamente e nunca mais caiu.

Com a volta à primeira divisão do estadual, as categorias de base do time se destacaram e venceram a Copa Gazetinha Infanto-Juvenil, em 1999, e a Copa Interestadual Nordestina de 2001, colocando de vez o Atlético entre os clubes grandes da Bahia.

Hino

Saudemos nossa terra, nossa gente
Que de maneira forte e eficiente
Mil glórias de porvir irão trazer
No campo de peleja ânimo forte

Fazendo conhecer de Sul a Norte - Bis Nossa firme vontade de vencer Saudemos nosso Atlético altaneiro Que irá mostrar para o Brasil inteiro Da nossa terra o futebol viril Salve Atlético estrela pelegrina Do cenário esportivo do Brasil Avante Alagoinhas, prá frente meu Atlético - Refrão Vitórias que são minhas, mais uma eu te peço

Estádio

Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro é um estádio de futebol de Alagoinhas (Bahia) que atende ao Alagoinhas Atlético Clube e possui capacidade para 17.000 espectadores.

Mascote

A mascote do Atlético é o carcará. A história da escolha do animal como um símbolo do time é bastante curiosa. Em 1971, o Corinthians de Rivellino foi jogar em Alagoinhas e, para tal evento, foi preparada uma grande festa.

Entre as atrações para a vinda do clube de São Paulo havia uma apresentação de um morador local com o seu carcará de estimação. O animal, no entanto, assustado com o público, saiu voando e o dono da ave pediu 50 mil cruzeiros ao presidente do Atlético, que havia solicitado a apresentação.

Dias depois, a ave voltou e o presidente não teve que pagar nada. A história acabou caindo na graça do torcedor, que o adotou como mascote da equipe da cidade.

Site

http://www.atleticodealagoinhas.com.br/

sábado, 6 de junho de 2009

Rio Branco Esporte Clube

Sob o nome de Sport Club Arromba, teve sua primeira diretoria composta pelo idealizador João Truzzi e mais 26 membros. Em 1917 houve a primeira mudança de nome, passando a se chamar Rio Branco Football Club, em homenagem ao Barão de Rio Branco. Finalmente, em 1961, o clube oficializou à atual denominação, Rio Branco Esporte Clube. As primeiras conquistas do futebol ocorreram em 1921, com os títulos de campeão da Região e campeão da Zona Paulista. Suas principais glórias foram em 1922 e 1923, com o bi-campeonato do interior.

Fundado em 4 de agosto de 1913
1º jogo oficial: Americana 2x1 Taubaté - 01/05/1977 - Divisão Intermediária
1º gol oficial Niltinho, do Americana - Americana 2x1 Taubaté - 01/05/1977
Títulos: Campeão do Interior Paulista 1922 e 1923

Desativado desde o final da década de 40, o Rio Branco volta a ter uma equipe de futebol profissional graças à fusão entre Rio Branco e o Americana Esporte Clube, que ocorreu em abril de 1979, aprovada por votação em Assembléia Extraordinária. A partir daí, o Tigre jamais abandonou o futebol profissional. Ainda nesse ano participou da Divisão Intermediária (2ª Divisão) - primeiro campeonato disputado como Rio Branco Esporte Clube. Em 13 de maio de 1979, sob a direção do técnico Luís Bocucci Filho, realizou seu primeiro jogo enfrentando o Noroeste. Começava ali a trajetória rumo a 1ª Divisão do Futebol Paulista. Em 1990 o time conseguiu seu maior feito depois dos áureos tempos da década de 20. Empatando com o Olímpia, e sagrando-se vice-campeão da Divisão Intermediário o Rio Branco conquistou o direito de disputar a 1ª Divisão do Futebol de São Paulo e trouxe para o povo americanense uma de suas maiores alegrias. Ao longo deste ano foram 40 partidas, sendo 24 vitórias, nove empates e sete derrotas. O Rio Branco teve então o direito de disputar o Grupo "B" da 1ª Divisão. Em 1991, depois de estrear na 1ª Divisão o Rio Branco consegue figurar entre as melhores equipes do Estado de São Paulo, subindo para o Grupo "A". Nesse mesmo ano acontece a desvinculação do futebol amador do departamento de esportes amadores, passando a integrar a diretoria de futebol profissional.

Os anos de 1993 e 1994 podem ser classificados como "anos de glória" do Rio Branco Esporte Clube. Foram anos de muitas conquistas, boas posições em campeonatos e gratas revelações. O ano de 1993 especificamente foi marcado pela classificação da equipe profissional para a disputa do octogonal final do Paulistão, terminando em sexto lugar, atrás apenas dos considerados grandes times da Capital. Ao longo dos últimos anos, o Rio Branco revelou para o futebol do Brasil e do mundo vários craques, como Anaílson, Flávio Conceição, Mineiro, Gabriel Lima, Gustavo, Igor, Macedo, Marcelinho Paraíba, Marcinho, Marcos Assunção, Marcos Senna, Rafael, Sandro Hiroshi, Souza, Thiago Ribeiro e tantos outros. Há vários anos, além do futebol, o Rio Branco mantém ainda equipes disputando diversas modalidades amadoras. Mas no dia 8 de abril de 2007, após sofrer uma sonora goleada para a equipe do Rio Claro, consequência de uma péssima temporada, o Rio Branco cai para a série A2 do Campeonato Paulista.

Estádio

Em março de 1920 o Rio Branco Football Club emitiu 200 ações, no valor de dez mil réis cada, para que associados e torcedores colaborassem com o projeto da construção de um estádio. Mas somente em 1971 o projeto, de autoria do engenheiro Nestor Lindenberg, tomou forma. O Riobrancão, como era chamado na época, começou a ser erguido no mês de abril daquele ano. Em 1981 o estádio passou a ser chamar Décio Vitta em homenagem ao ex-presidente do clube. Com quase 90 mil m² de área, o estádio possui hoje departamento médico, fisioterapia, restaurante, alojamentos, administração do futebol, sala de imprensa, refletores, estacionamentos internos, entre outras dependências. Jogos profissionais são realizados no estádio desde 1977, ainda no tempo do extinto Americana Esporte Clube.


Dimensões do gramado: 107 m x 73 m
Recorde de público: 19.173 - Rio Branco 1x0 São Paulo - 09/03/1993 – Campeonato Paulista
Capacidade atual de público: 15.000 pessoas

Hino

Tigre, Tigre, Tigre, Tigre Tigre, Tigre, Tigre, Tigre Você chegou e nos conquistou De alegria nos inundou Rio Branco, força do interior Sua grandeza há de se espalhar Tem tradição, tem história enfim No seu passado já demonstrou Hoje é festa, é encantos mil Futuro alegre aos filhos será Garra, brilho e determinação Coragem, domínio e vibração Onde estiver, lá estarei torcendo com devoção. Rio Branco, Rio Branco, sempre gritarei Rio Branco, Rio Branco, Rio Branco do coração Rio Branco, Rio Branco, sempre gritarei Rio Branco, Rio Branco, de Americana tu és Tigre, Tigre, Tigre, Tigre...

Mascote

O Rio Branco adotou como mascote o Tigre por causa dos instintos deste animal. O Tigre, conhecido por sua determinação, força e agilidade no momento da caça, representa a trajetória do Rio Branco no futebol desde a sua fundação, em 1913.

Os primeiros confrontos, contra equipes amadoras da região, foram apenas o pontapé inicial da paixão do torcedor alvinegro de Americana pelo simbolismo da imagem do Tigre.


Site

http://www.riobranco.esp.br

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Clube Atlético Lages

O Clube Atlético Lages foi fundado em 10 de julho de 2002, buscando preencher a lacuna do futebol da serra catarinense, que há muitos anos não tinha um representante para identificar-se no campeonato estadual.

Começou com uma idéia vaga, mas que serviu de princípio fundante: fazer um time de futebol que fosse uma extensão da cidade de Lages, e que fosse persistente como o povo lageano. Cogitou-se chamar o time de Serrano, mas nada podia ser mais direto e mais forte do que o nome mais óbvio: Lages. Em poucos dias foram escolhidas as cores, o escudo, a primeira diretoria. Já sob a expectativa da estréia foi encomendado o primeiro jogo de uniformes.
Camisas e calções azuis seriam o cartão de visitas do time que entrou em campo na cidade de Caçador, no dia 10 de agosto de 2002, para enfrentar o Kindermann. A partida valia pela Série B do campeonato estadual de 2002 e foi vencido pelo time lageano por 1x0. O primeiro gol do CAL foi marcado pelo jogador Rodrigo Nunes.
O Lages venceu este primeiro campeonato disputado e a partir de então os sucessos se acumularam. Campeão dos troféus Raimundo Colombo e Antônio Ceron, disputados contra o Internacional de Lages, campeão do segundo turno da Seletiva 2003, campeão do primeiro turno da Série A-2 de 2004, e finalmente campeão desta mesma Série A-2, contra o Atlético de Ibirama. Com isso, o CAL conseguiu a vaga no campeonato brasileiro da Série C deste ano. Fazia trinta anos que um clube lageano não disputava uma competição nacional.

Atualmente, o clube encontra-se desativado.


Títulos

Campeonato Catarinense - Divisão Especial (Série A2): 2004.


Estádio


O estádio Vidal Ramos Júnior está localizado em Lages, Santa Catarina, é de propriedade da prefeitura do município e tem capacidade para 12 mil torcedores. Ele é sede dos jogos do time profissional de futebol da cidade, o Internacional, e também recebe os jogos dos torneios amadores da cidade. Foi sede ainda dos jogos do Clube Atlético Lages, extinto em 2006, e do Grêmio Pinheiros, que disputou em 2007 a segunda divisão do Campeonato Catarinense. Em 2008, o Inter de Lages disputa a divisão de acesso (ou segunda divisão) do Campeonato Catarinense.

Capacidade: 12.000 pessoas
Inauguração: 7 de setembro de 1954

A idéia da construção do estádio surgiu na década de 1940. Nessa época, o prefeito de Lages era Vidal Ramos Júnior, responsável pela doação do terreno onde seria construído o centro esportivo. As obras só começaram na década seguinte. Ao ser inaugurado, em 7 de setembro de 1954, recebeu o nome de "Estádio Municipal da Ponte Grande". Em 1961, a Câmara de Vereadores aprovou Projeto de Lei do prefeito Wolny Della Rocca para que o local fosse rebatizado como "Centro de Esportes Vidal Ramos Júnior".

O estádio passou por algumas reformas ao longo de sua história. No dia 26 de janeiro de 1969 foi inaugurada a arquibancada de cimento - até então, o estádio tinha arquibancadas de madeira. O jogo que marcou a reinauguração foi realizado entre o Grêmio Atlético Guarany e o Internacional, os maiores rivais da história do futebol profissional da cidade. O clássico "Gua-nal" foi vencido pelo Inter por 4 a 2.
Em 1976, Internacional e Vasco da Gama disputaram a partida que marcou o lançamento dos refletores do Vidal Ramos Júnior. O jogo foi vencido pela equipe do Rio de Janeiro por 2 a 1. A última grande reforma ocorreu em 2004, com a troca do gramado e a ampliação de parte da arquibancada, que passou a ser coberta.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sorriso Esporte Clube

Fundação 20 Julho 1985
O SEC Possui 2 títulos de Campeão Matogrossense em 1992 e 1993. Depois disso a melhor participação do SEC em estaduais foi um 4º lugar em 2008.
O SEC já participou de 2 copas do Brasil Em 1993 enfrentou o GREMIO/RS aonde empatou em casa por 1x1, e perdeu em Porto Alegre por 5x2.
Já em 1994 enfrentou o Vitoria da Bahia, novamente empatou em casa por 1x1, provando a força do Lobo do Norte jogando na Toca do Lobo, e acabou derrotado em Salvador-BA por 4x0.


A BASE do SEC também tem uma historia vencedora. Em 2006 foi 3º Colocado Copa Governador Sub-18, No mesmo ano foi Campeão Invicto da Copa Norte Sub-17. Em 2007 foi 2º colocado no Estadual Sub-18, aonde conquistou a vaga para a Copa SP de juniores, maior competição de Juniores do país.
Em 2008 participou Copa São Paulo de Juniores, jogou contra o America-SP onde o SEC deu um sufoco nos donos da casa, mas acabou perdendo por 2x1, já no segundo jogo, o SEC enfrentou o todo poderoso CORINTHIANS, acabou perdendo por 2x0, mas fez bonito afinal jogou de igual pra igual contra um dos favoritos ao titulo, e na Ultima partida venceu o CEILANDIA-DF por 3x1, encerrando a competição como o melhor Matogrossense na competição com 3 pts, ficando na frente de Vila Aurora (2 pts), e Barra (1 pto), foi 3ª Lugar Chave"A".


Títulos

Campeonato Mato-Grossense: 2 vezes (1992 e 1993).

Estádio

Estádio Egídio José Preima
Capacidade 5 mil pessoas

Mascote: Lobo






Site

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Operário Ferroviário Esporte Clube

O Operário nasceu da fusão do time da Rede Viação Paraná-Santa Catarina e alguns jogadores do Riachuelo Sport Clube. Existe a versão de que o clube surgiu do Tiro de Guerra.Historicamente ficou definida a data de fundação do clube clomo 1º de maio de 1912, mas não existe nenhum registro oficial. No dia 07 de abril de 1913, o jornal DIÁRIO DOS CAMPOS trouxe a seguinte matéria em sua primeira página:

“Temos a honra de levar ao vosso conhecimento que hoje, em Vila Oficinas, com grande número de pessoas propensas a fundação de uma sociedade esportiva de foot ball, em sessão ordinária foi eleita a primeira diretoria desta associação denominada de Foot Ball Clube Operário Pontagrossense, que deverá reger os destinos do mesmo durante o primeiro ano de sua fundação.”


Os registros apontam para os seguintes nomes dos fundadores do novo clube: Raul Lara, João Simonetti, Joaquim Eleutério, Victorio Maggi, Oscar Marques, Henrique Piva, Michel Farhat, João Holzzmann Júnior, Ewaldo Meister e Alexandre Bach.


O primeiro Time – 1913
Em 1913 foi formado o primeiro time da história do Operário para as disputas de jogos amistosos e das primeiras competições locais e estaduais. A escalação da equipe, neste ano, foi a seguinte: José Moro, Pedro Azevedo, Alexandre Bach, Henrique Piva, João Simonetti, Souza, Ewaldo Meister, Adolfo Piva, Holger Mortensen e Ernesto.


Fusão em 1933
O nome Operário Ferroviário Esporte Clube, como é conhecido hoje em dia, surgiu da fusão entre o Operário Sport Club e o Club Atlético Ferroviário, que era o grêmio dos funcionários da Rede Ferrovioária. Na reunião realizada em 15 de maio de 1933 presidida por Luiz Guimarães, ficou decidido as cores preta e branca e o nome atual. Participaram da reunião 48 associados.A influência dos ferroviários foi decisiva para a formação das equipes de futebol que representaram o clube e também para o crescimento do patrimônio, uma vez que o local onde hoje está erguido o Estádio Germano Kruger pertenceu à Rede Ferroviária, bem como os terrenos da sede social.


Principais Títulos
1916 – Campeão da Liga Sportiva Paranaense. As equipes foram divididas em 1ª divisão, somente com os times da Capital e 2ª divisão com equipes da Capital e Interior.
1927 – Campeão do Torneio Início da Divisão Principal ganhando do Coritiba no Estádio Joaquim Américo por 3×2 e o Palestra Itália por 1×0. O time formou com: Stacco, Scarpim, Mizael, Chicharrão, Elísio, Gabriel, Zé Macaco, Nico Ramalho, Ernesto, Nhoco e Chico Santi.
1949 – Foi denominado “time da raça” ao vencer a Taça Ponta Grossa.
1953 – Conhecido também como “campeoníssimo do Centenário.
1956 – Este ano marcou o início do profissionalismo, conquistando o Torneio Início do Estadual ao vencer na decisão o Água Verde.
1961 – Principal título da história do clube, Campeão da Zona Sul.
1969 – Último título do profissionalismo, campeão da Segundona.


Grandes Campanhas
Entre altos e baixos em suas campanhas dentro do futebol profissional, o Operário Ferroviário, desde os anos 50 e 60 é conhecido como FANTASMA DA VILA, por assombrar os grandes clubes da Capital.Em 1979, aproveitando o inchaço de clubes no Campeonato Brasileiro promovido pela antiga CBD, o clube participou pela primeira vez de uma competição nacional.Em 1981, o Operário participou do quadrangular final do Campeonato Paranaense, com grande campanha.Em 1989, voltou a disputar o Campeonato Brasileiro, na segunda divisão e em 1990 ficado em 3º lugar, faltando pouco para chegar à Primeira Divisão.Entre 1990 e 1992 o clube ficou entre os três primeiros colocados no Campeonato Paranaense, assustando novamente os grandes da Capital.


Parceria e Novos Caminhos
Com o afastamento do futebol profissional pela situação econômica difícil o clube procurou se reestruturar financeiramente. Em 1999 surgiu a parceria com o Ponta Grossa Esporte Clube e a formação do Operário/Ponta Grossa, colocou novamente o nome do clube em evidência no cenário esportivo. A parceria foi renovada para o Campeonato Paranaense 2000 e com isto o clube procurava novos caminhos, mas a parceria foi desfeita logo após a desclassificação da equipe logo na primeira fase, analisando que esta só estava sendo benefica para um lado, o do Ponta Grossa Esporte Clube de Mikulis. O objetivo da diretoria foi o de investir em sua estrutura social para poder viabilizar sua manutenção e estudar novas possibilidades para o futuro. Em 2004 surge uma nova parceria, desta vez com a Prefeitura Municipal, que restaurou o Estádio. Foi formado um grupo gestor entre a diretoria do OFEC e a prefeitura. O time disputou a série prata e não passou da primeira fase. Em 2005 e 2006 o clube disputou o campeonato com suas próprias pernas, ficando mais uma vez sem o Acesso. Em 2007, foi formado uma parceria do a Instituição Garagem da Esperança, que é quem vai gerir o futebol do clube.

Em 2008, um novo Grupo Gestor assumiu o departamento esportivo do clube, comandado por Chico da Bracol. O grupo se comprometeu a dividir todas as receitas vindas do futebol, com o Clube, além de manter até outubro de 2010, as categorias de base, além do time profissional. No final de 2008 o Clube lutou na justiça desportiva, contra a punição sofrida (1 ano de suspensão), em função do incidente ocorrido no último jogo da segunda divisão do campeonato paranaense de 2008. Felizmente para a torcida Operariana, o clube foi absolvido, e jogará o campeonato paranaense da segunda divisão de 2009.


Estádio


Estádio Germano Krüger

Capacidade: 12 mil espectadores

Foi inaugurado em 12 de outubro de 1941 e tem capacidade para aproximadamente 13 mil torcedores.
O estádio é usado pelo Operário Ferroviário Esporte Clube (Ofec). Seu público recorde foi 18.562 pagantes num jogo entre Operário 2 - 3 Coritiba em 1975.


Mascote



Site

terça-feira, 2 de junho de 2009

Associação Esportiva Jataiense


No dia 11 de janeiro de 1952 , um grupo de senhores apaixonados por futebol se reuniu na sala de projeção do Cine Avenida (mais tarde passaria a se chamar Cine Goiás), localizada na Avenida Goiás, principal rua da cidade de Jataí. O sonho desses homens era criar um clube de futebol com estádio próprio, para que pudessem praticar o esporte para quem sabe mais tarde até representar a cidade com as cores verde e branco. O presidente fundador é o senhor Jerônimo Ferreira Fraga, ele que toma frente e quase sem apoio constrói o primeiro estádio de futebol do município escolhendo então a raposa como mascote do time, nascia ali então, a Associação Esportiva Jataiense.
1983 - Participa pela primeira vez da Segunda Divisão Goiana. Favorecido pelo regulamento do Campeonato, que promoveu os cinco melhores colocados, o Jataiense conquistou a vaga na Primeirona com a 5ª colocação.

1984 - O clube é rebaixado, ficando em último lugar entre 12 participantes.

1987 - Ficando com a terceira colocação, o clube é promovido á Primeira Divisão.

1988 - Após participar de um Torneio Classificatório participa do estadual, fica na última colocação entre 14 clubes, e é novamente rebaixado.

1989 - Fica com o vice Campeonato Goiano da Segunda Divisão, vencido pelo Rio Verde, e é novamente promovido á Divisão de Elite.

1999 - Depois de dez anos na Primeira Divisão, o clube é rebaixado ficando em nono lugar entre 12 clubes onde seis clubes foram rebaixados. Acaba participando da Segundona no mesmo ano ficando na última colocação entre 12 clubes. Logo após a competição o clube pede licenciamento á Federação.

2002 - O clube retorna as competições e conquista o Campeonato Goiano da Segunda Divisão
2009 - Termina em 10° e é rebaixado a Divisão de Acesso.

Títulos

Campeonato Goiano da Segunda Divisão 2002
Hino
Sem letra e autor

Estádio

Estádio Municpal Tancredo Neves
Apelido Arapucão



Capacidade 15000





Mandava seus jogos no estádio Jerônimo Ferreira Fraga. Atualmente, manda seus jogos no estádio Arapucão, considerado o terceiro melhor estádio de Goiás.

Mascote




Raposa


Site
http://jataiense.webnode.com/