sexta-feira, 12 de junho de 2009

Grêmio Esportivo Sapucaiense

O Grêmio Esportivo Sapucaiense foi fundado em 28 de julho de 1941, após o fechamento do Grêmio Esportivo Iraí, clube fundado em 1936, de cores vermelho e preto, do qual o Sapucaiense herdou os uniformes e o campo, situado no mesmo lugar onde hoje localiza-se o Arthur Mesquita Dias.

De sua fundação até o ano de 2004, o Sapucaiense foi um clube amador que se destacava nos campeonatos municipais de Sapucaia do Sul, rivalizando com equipes amadoras tradicionais da cidade. Seus principais adversários eram o Vera Cruz, a Vila Vargas, o Sial e o Taurus, times com os quais o Sapucaiense disputava acirrados clássicos.
O clube também participava de campeonatos e torneios de nível amador em âmbito regional - com equipes do Vale do Sinos e região Metropolitana - e estadual.
Ao longo dos anos o Sapucaiense foi se destacando e, nos anos 90, começou a disputar competições oficiais da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) com suas equipes das categorias de base.
Em 1999 a FGF lançou um campeonato estadual amador entre cidades para garotos com idade até 21 anos, denominado Copa Sul 21. O Sapucaiense representou Sapucaia do Sul e foi campeão. O destaque do time na competição foi o meio-campista Maicon Sapucaia, então com 19 anos.
O título conquistado na Copa Sul 21 fez o clube começar a pensar em ser profissional.
Essa ascensão do Sapucaiense culminou com a sua profissionalização em 2005, quando passou a disputar o Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão e a Copa RS.
Já em 2005, no seu primeiro ano como profissional, o Sapucaiense chegou à 3ª fase da 2ª Divisão Gaúcha, após ser campeão da fase de Repescagem. A equipe ficou em 8º na classificação final e demonstrou competência como estreante.
Em 2006 o clube foi eliminado na segunda fase da Segundona e terminou em 17º na competição. Mas fez uma boa campanha na Copa RS, sendo eliminado apenas nas quartas-de-final pela equipe B do Grêmio, que sagrou-se campeã do torneio.
Mas o grande acontecimento na história do Sapucaiense ocorreu em 2007. Nesse ano o clube foi Campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho, marco que fixou o rubro-negro de Sapucaia do Sul no cenário do futebol profissional do Rio Grande do Sul.
O dia 29 de setembro de 2007 foi a data da última partida do octogonal final que garantiu a vaga na 1ª Divisão de 2008. Nesse jogo, em que a equipe enfrentou o Ipiranga de Sarandi, o Sapucaiense se apresentou diante de um Arthur Mesquita Dias completamente lotado.

No Gauchão de 2008 o Sapucaiense fez uma campanha excelente, acima das expectativas de um estreante, encerrando o campeonato num honroso 6º lugar.

Em 2009, após uma campanha irregular, termina em penúltimo e é rebaixado para segunda divisão.

Títulos

Campeão da 2ª Divisão do Campeonato Gaúcho 2007

Estádio

Seu estádio é o Arthur Mesquita Dias, mas no Gauchão os jogos serão realizados no Cristo Rei, em São Leopoldo.

Estádio João Correia da Silveira, o Cristo Rei
O Cristo Rei tem a capacidade para 5.000 pessoas e será a casa do Sapucaiense no Gauchão


Hino

A força de Sapucaia
Conhece a raça que sempre vence
Crianças, homens e mulheres
Nossa família sapucaiense
Sou torcedor até morrer
É rubro-negra essa paixão
Tremula a minha bandeira
No mundo a fora, em qualquer nação
Se um dia eu te deixar
Levo comigo a devoção
De longe quero gritar,
Sapucaiense é campeão.
Meu coração sapucaiense
Me enche de amor febril
Tu és meu campeão,
Pelo Rio Grande, pelo Brasil.
Meu coração sapucaiense
Me enche de amor febril
Tu és meu campeão,
Pelo Rio Grande, pelo Brasil

Mascote

Sapo

Site

http://www.gesapucaiense.com.br//

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Chapadinha Futebol Clube

Chapadinha sempre foi apaixonada por futebol. Mas mesmo sendo a maior cidade do Baixo-Parnaíba e Alto-Munim a Chapada das Mulatas sempre se dava mal quando o assunto era competições intermunicipais. O máximo que o futebol chapadinhense conseguia era ser vice-campeão do Torneio Intermunicipal, competição disputada por seleções amadoras que teve até o início da década de 90, seus tempos de glamour. Até a seleção da vizinha cidade de Mata Roma já conquistou o torneio numa das poucas vezes em que disputou. Isto acabava por gerar no povo de Chapadinha um sentimento de inferioridade. Algo tinha que ser feito para que os desportistas da cidade tivessem orgulho de seu futebol que vivia momentos de decadência. O Real Brasil, uma das equipes amadoras de maior tradição da cidade, chegou a especular por diversas vezes a profissionalização para a disputa do campeonato estadual da primeira divisão, mas desistiu da idéia por falta de apoio do poder público e do comércio em geral. Em outubro de 2002, um grupo de desportistas, movidos pela paixão, resolveu encarar o desafio e cobrar do prefeito Magno Bacelar, uma atitude neste sentido. A idéia começou a tomar forma quando Edmílson Santos, aquele que viria a ser o primeiro técnico da equipe, procurou o radialista William Fernandes para expor as intenções do grupo de desportistas no programa Rádio Denúncia. Santos, como ficaria conhecido, já estava com uma relação de jogadores convocados para fazer parte da equipe que supostamente disputaria a segunda divisão daquele ano, mas encontrava dificuldades para conseguir a liberação do estádio Lucídio Frazão para a realização dos treinos. Sensibilizado, e grande desportista que é, José Filho, diretor da Rádio Mirante AM, entrou na briga e liberou o telefone da emissora para que os ouvintes participassem ao vivo e dessem a sua opinião a respeito do impasse. Todos foram a favor da criação do time e da liberação do campo para os treinos, pois não havia na cidade outro local com estrutura suficiente para que uma equipe profissional pudesse realizar seus trabalhos. No dia seguinte, o prefeito que chegara de São Luiz, num gesto que entrou para a história,conversou com o então secretário de esportes Moraisinho e com o então presidente da LEC e autorizou, por telefone, diante da câmera da TV Mirante, que o estádio fosse liberado para os treinos da equipe e garantiu na entrevista a William Fernandes que a cidade teria um time de futebol profissional, como havia prometido em sua famosa “Cartilha 25”. Nascia aí, no início de novembro de 2002, o Chapadinha Futebol Clube, que, logo em seguida disputaria a segunda divisão com mais 5 equipes, 2 da capital e 3 do interior, e seria campeão, de forma inquestionável vencendo, na final, o time do Brigadeiro Falcão por 3 x 0 na memorável tarde-noite de ´´ de ´´ de 2003, garantindo uma vaga no restrito grupo de elite do futebol maranhense. Desde então, a cidade de Chapadinha não parou mais de aparecer em todo o Estado e até no País inteiro, por conta do meteórico sucesso do Chapadinha Futebol Clube, o Galo da Chapada.

Títulos

Campeonato Maranhense - 2ª Divisão: 2002.

Estádio

Estádio Lucídio Frazão
Capacidade 8.000

Mascote
Galo da Chapada

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Grêmio Atlético Coariense

O Grêmio Atlético Coariense foi fundado em 06 de janeiro de 1977 na cidade de Coari, região do médio Amazonas. Esta cidade possui 70 mil habitantes e é rica na produção da banana e do petróleo, além do gás natural.
Após várias disputas no futebol amador, o tricolor "Gavião" ganhou vários títulos na cidade, principalmente nos anos 90.
Em 1991, por ocasião do Torneio da Amazônia ajudou a Seleção Local (cedendo vários jogadores) a jogar contra o São Raimundo de Manaus. Em Coari o resultado foi 0 x 0 e em Manaus, 0 x 2.
Em 2003 houve a Copa Integração e o "Gavião" chegou ao vice-campeonato, com os resultados (0 x 0 e 0 x 1), ganhou o Sulamérica de Manaus.
Em fins de 2003 a diretoria do Clube, que tem à frnte, O Sr. Jessé, inscreveu a quipe no profissionalismo da FAF (Federação Amazonense de Futebol) e em 2004 já jogava no profissionalismo.
No Primeiro Turno do Amazonão 2004, a equipe chegou à finalíssima empatando com o São Raimundo no Estádio Brasil (0 x 0).
Chegou ao Vice-campeonato amazonense de futebol e disputa a Série C do Brasileirão, estreando no dia 01/08/2004 vencendo ao Rio Branco-AC (Campeão da Copa Norte 1997) em Rio Branco por 1 x 0.
Foi o primeiro campeão amazonense advindo do interior do estado em 2005.
Licenciado desde 2007.
Estádio


Estádio: José Rosquildes


Capacidade: 10000 pessoas




Hino




Mostra a tua garra grande gavião
Vamos vibrar - bate forte coração
(BIS)
Avante Grêmio Coariense eu sou mais um
Torcedor do Gigante Tricolor
1977 - A fundação se deu aqui
Em Coari - O meu amor!
Tenho banana
O petróleo negro-ouro
Futebol - Pura magia
O meu tesouro
Preto, azul e branco
São as cores do meu pavilhão
BIS
Hoje canto com alegria
Em ver meu GRÊMIO CAMPEÃO




A sua mascote é o GAVIÃO.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cardoso Moreira Futebol Clube

Fundado no dia 19 de março de 1935, o Cardoso Moreira Futebol Clube passou mais de 70 anos de sua história disputando apenas campeonatos de futebol amadores. Localizado no Norte Fluminense, na cidade homônima da agremiação, o time obteve sucesso nos torneios regionais do interior do Estado do Rio de Janeiro durante quase toda sua existência.

Somente no ano de 1994, quando a diretoria decidiu profissionalizar a prática do futebol no clube, a equipe conseguiu um título de maior importância. O Marreco, como é chamado por seus torcedores, conquistou a terceira divisão do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, se credenciando para disputar a segunda divisão no ano seguinte.

Porém, por mudanças que ocorreram na prefeitura da cidade, um dos principais incentivadores do clube, o Cardoso Moreira teve que voltar para o amadorismo e se contentar com as competições do interior do Norte Fluminense.

Dez anos depois, a direção do clube resolveu se aventurar novamente no profissionalismo e preparou o elenco para a disputa da terceira divisão do estadual de 2006. Sem muitas pretensões de fazer uma boa campanha, o improvável aconteceu. O Marreco conquistou pela segunda vez o título da terceira divisão e passou a sonhar com a elite do futebol fluminense.

Em 2007, já na segunda divisão do Campeonato Estadual, a equipe tricolor não tinha muitas esperanças de conseguir o acesso para o primeiro escalão do futebol do Rio. Até a competição daquele ano, nenhuma equipe estreante havia conseguido a vaga.

As primeiras rodadas, ainda sob o comando do técnico Rubinho, não foram muito animadoras, e mostravam que o caminho até o sonho de ingressar na elite seria difícil. A solução encontrada foi a troca de treinador. Saiu Rubinho e entrou Mário Marques.

Com a substituição do responsável pela comissão técnica, o time recuperou a confiança e começou a obter melhores resultados. Após um campeonato longo e exaustivo, o Cardoso Moreira terminou na quarta colocação, conseguindo uma das cinco vagas para a primeira divisão do Estadual do Rio. O feito inédito estava concretizado.

Classificação confirmada, os olhares de todos se voltaram para a pequena cidade de Cardoso Moreira, que possui pouco mais de 12 mil habitantes. Um dos fatos mais comentados sobre o clube foi a sua prestação de contas disponibilizada em seu site oficial (www.cmfc.com.br). Na área destinada às finanças da agremiação, todos as despesas são computadas e ficam à disposição dos visitantes.

Infelizmente o Cardoso Moreira não foi bem 2008 e, ao lado do América, acabou caindo. Em 2009 o Cardoso Moreira disputará a segunda divisão do Campeonato Estadual do Rio.

Estádio

O Cardoso Moreira atua no Estádio Antônio Ferreira de Medeiros, o popular Ferreirão, localizado na própria cidade de Cardoso Moreira. O estádio tem capacidade para mil espectadores aproximadamente e sua tribuna de honra chama-se "Tribuna Agnaldo Jacinto da Silva". Suas cores são preto, vermelho e o branco, sendo assim conhecido como o Tricolor Cardosense.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1994 e 2006

Mascote

Devido ao grande número de inundações que a cidade sofreu, em virtude das fortes chuvas que costumam atingir a região, Cardoso Moreira ficou conhecida como a “Cidade das Enchentes“. A mais grave delas aconteceu em 1997, quando mais de 80% de seu território ficou debaixo d’água.

Com o apelido, os moradores das cidades vizinhas passaram a chamar os habitantes da cidade de “Marrecos“. O presidente do clube não encarou o tratamento como gozação e decidiu adotar a figura do animal como mascote do Cardoso Moreira.

Site

http://www.cmfc.com.br/ - fora do ar

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Atlético Clube Três Corações

Em atividade desde 1.913, quando um grupo de apaixonados pelo futebol reuniu-se na casa do Sr. Miguel Ainda e elegeu sua primeira diretoria, tendo como Presidente o Sr. Valério Ludgero de Resende. Inicialmente adotaram a cor vermelha e as iniciais do América do Rio de Janeiro (AFC), optando pelo nome de Atlético Futebol Clube. Tempos depois foi proposta uma nova denominação, e por todos aceita. Atlético Clube Três Corações.

A eterna rivalidade esportiva com a vizinha cidade de Varginha é tão antiga quanto o próprio Atlético, pois já na primeira partida, em 20 de janeiro de 1.914, houve muita confusão e pancadaria, mas a vitória foi nossa: 2 X 0 .

Em 1.927, devido a grandes desavenças entre as diretorias do Atlético e da Associação Esporte Clube, o agente executivo (Prefeito) Cornélio Andrade Pereira foi obrigado a intervir, promovendo a extinção dos dois clubes. Esta decisão duraria até o ano de 1.938, quando o médico Dr. Daniel volta do Rio de Janeiro e juntamente com outros companheiros, conseguem reerguer o Atlético. Em 1.941, a Liga Esportiva Tricordiana (LET), reunindo jogadores do Atlético, Raul Chaves (Canto do Rio) e Colégio Estadual conquista a Taça Guaraína, a mais importante competição do sul-Mineira. Naquele time jogava Dondinho, pai do maior jogador de futebol de todos os tempos: Pele.

De 1.941 até 1.966, mesmo no amadorismo, o Atlético formou grandes times e viu despontar inúmeros craques. Em 1.960, conquista o difícil e decantado Torneio sul-mineiro. Em 1.966, inaugura a sua sede social e , em 1.967, forma o primeiro time profissional. Em 1.970, disputa o campeonato mineiro da primeira divisão, com jogadores trazidos do Cruzeiro de Belo Horizonte, onde se destaca o ponta direita Roberto Batata. Em 1.971, além de formar talvez a sua melhor equipe, ficando atrás apenas dos três grandes da capital: Atlético, Cruzeiro e América, viu o craque Vanderley Paiva, oriundo de suas fileiras ( e filho da terra) sagrar-se Campeão Brasileiro, defendendo o Atlético de Belo Horizonte. Depois de um longo período de altos e baixos, o Atlético volta a se destacar em 1.986, ano em que se sagra Campeão Mineiro da Segunda Divisão, fato que se repetiria em 1.992.

Agora, tão próximo da marca histórica em que irá completar os seus noventa e três anos de existência, temos a obrigação de manter o ATLÉTICO vivo e vibrante, para que nos dê ainda mais alegrias e glórias.

Em 2007 , o Atlético de Três Corações foi punido com suspensão de dois anos, se não me engano, por ter abandonado as disputas do Campeonato Mineiro do Módulo II de 2007. Aí, com a conivência da Federação Mineira, alterou o nome para Clube Atlético Tricordiano , para poder participar da Segunda Divisão (Terceirona)de 2008.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Mineira 1986 e 1992

Hino

Ouvir cantar o nosso hino tradicional Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Jogando em qualquer parte Estando abaixo deste céu azul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul Dizem que preto é luto Branco é desprezo, encarnado é guerra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Atirei o barco n’agua Alcei as velas e deixei rolar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar


Estádio

Estádio: Elias Arbex
Capacidade: 7.000 pessoas




Mascote: Galo



Site
http://www.atleticotc.com.br

domingo, 7 de junho de 2009

Alagoinhas Atlético Clube

A data oficial de fundação do Alagoinhas Atlético Clube é 2 de abril de 1970, mas pode-se dizer, que o time começou a nascer dois anos antes, em 1968, quando o prefeito da cidade de Alagoinhas construiu o estádio Antonio Carneiro, o Carneirão.

Com a construção do palco, vários clubes amadores surgiram na cidade. Entre eles destacavam-se o Grêmio, o Ferroviário, o Agulha, o Juventus, o Botafogo e o Gato Preto. Além das equipes que jogavam na própria cidade, a seleção de Alagoinhas também brilhava, principalmente nos torneios intermunicipais.

Percebendo que a cidade tinha talento para o futebol, um grupo de esportistas amadores, formado pelo dentista Walter Robatto Campos, o radialista Antonio Pondé, o funcionário municipal Valdo de Souza, o motorista Osmário Almeida e o Frei Virginio de Boavaita resolveu formar uma equipe profissional na cidade de Alagoinhas. Desde então, diz-se que o Atlético é um time abençoado por Deus, uma vez que a reunião que levou à formação da equipe ocorreu em uma igreja, a igreja de Santo Antônio.

Depois desse encontro, a idéia da formação de um clube de futebol na cidade se espalhou e ganhou muitos simpatizantes, até que em 2 de abril de 1970 o time finalmente foi fundado oficialmente.

O primeiro jogo da história da equipe foi contra o Leônico. O Atlético começou bem sua trajetória, vencendo por 2 a 0. O gol inicial da história do clube de Alagoinhas foi marcado pelo lateral-direito Chico.

Depois de formado, o time precisava disputar um campeonato profissional, então a diretoria do clube foi à Federação Baiana de Futebol pedir a inclusão da equipe no Campeonato Baiano de 1971. O pedido foi negado. Então, a prefeitura de Alagoinhas interveio, alegou que o Carneirão era um dos melhores estádios do estado e conseguiu a inscrição do Atlético para disputar sua primeira competição oficial.

O time, no entanto, só conseguiria o devido destaque dois anos depois, em 1973, quando conseguiu o vice-campeonato baiano, perdendo para o poderoso Bahia na final.

O Atlético continuou se destacando no Estadual durante toda a década de 70 e 80. Em 1992, no entanto, viria o baque do rebaixamento no estadual. Após uma campanha pífia, a equipe foi rebaixada, voltando no ano seguinte. Em 1997, novo descenso. Mas em 1998, com o vice-campeonato da segunda divisão, o time conseguiu o acesso novamente e nunca mais caiu.

Com a volta à primeira divisão do estadual, as categorias de base do time se destacaram e venceram a Copa Gazetinha Infanto-Juvenil, em 1999, e a Copa Interestadual Nordestina de 2001, colocando de vez o Atlético entre os clubes grandes da Bahia.

Hino

Saudemos nossa terra, nossa gente
Que de maneira forte e eficiente
Mil glórias de porvir irão trazer
No campo de peleja ânimo forte

Fazendo conhecer de Sul a Norte - Bis Nossa firme vontade de vencer Saudemos nosso Atlético altaneiro Que irá mostrar para o Brasil inteiro Da nossa terra o futebol viril Salve Atlético estrela pelegrina Do cenário esportivo do Brasil Avante Alagoinhas, prá frente meu Atlético - Refrão Vitórias que são minhas, mais uma eu te peço

Estádio

Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro é um estádio de futebol de Alagoinhas (Bahia) que atende ao Alagoinhas Atlético Clube e possui capacidade para 17.000 espectadores.

Mascote

A mascote do Atlético é o carcará. A história da escolha do animal como um símbolo do time é bastante curiosa. Em 1971, o Corinthians de Rivellino foi jogar em Alagoinhas e, para tal evento, foi preparada uma grande festa.

Entre as atrações para a vinda do clube de São Paulo havia uma apresentação de um morador local com o seu carcará de estimação. O animal, no entanto, assustado com o público, saiu voando e o dono da ave pediu 50 mil cruzeiros ao presidente do Atlético, que havia solicitado a apresentação.

Dias depois, a ave voltou e o presidente não teve que pagar nada. A história acabou caindo na graça do torcedor, que o adotou como mascote da equipe da cidade.

Site

http://www.atleticodealagoinhas.com.br/

sábado, 6 de junho de 2009

Rio Branco Esporte Clube

Sob o nome de Sport Club Arromba, teve sua primeira diretoria composta pelo idealizador João Truzzi e mais 26 membros. Em 1917 houve a primeira mudança de nome, passando a se chamar Rio Branco Football Club, em homenagem ao Barão de Rio Branco. Finalmente, em 1961, o clube oficializou à atual denominação, Rio Branco Esporte Clube. As primeiras conquistas do futebol ocorreram em 1921, com os títulos de campeão da Região e campeão da Zona Paulista. Suas principais glórias foram em 1922 e 1923, com o bi-campeonato do interior.

Fundado em 4 de agosto de 1913
1º jogo oficial: Americana 2x1 Taubaté - 01/05/1977 - Divisão Intermediária
1º gol oficial Niltinho, do Americana - Americana 2x1 Taubaté - 01/05/1977
Títulos: Campeão do Interior Paulista 1922 e 1923

Desativado desde o final da década de 40, o Rio Branco volta a ter uma equipe de futebol profissional graças à fusão entre Rio Branco e o Americana Esporte Clube, que ocorreu em abril de 1979, aprovada por votação em Assembléia Extraordinária. A partir daí, o Tigre jamais abandonou o futebol profissional. Ainda nesse ano participou da Divisão Intermediária (2ª Divisão) - primeiro campeonato disputado como Rio Branco Esporte Clube. Em 13 de maio de 1979, sob a direção do técnico Luís Bocucci Filho, realizou seu primeiro jogo enfrentando o Noroeste. Começava ali a trajetória rumo a 1ª Divisão do Futebol Paulista. Em 1990 o time conseguiu seu maior feito depois dos áureos tempos da década de 20. Empatando com o Olímpia, e sagrando-se vice-campeão da Divisão Intermediário o Rio Branco conquistou o direito de disputar a 1ª Divisão do Futebol de São Paulo e trouxe para o povo americanense uma de suas maiores alegrias. Ao longo deste ano foram 40 partidas, sendo 24 vitórias, nove empates e sete derrotas. O Rio Branco teve então o direito de disputar o Grupo "B" da 1ª Divisão. Em 1991, depois de estrear na 1ª Divisão o Rio Branco consegue figurar entre as melhores equipes do Estado de São Paulo, subindo para o Grupo "A". Nesse mesmo ano acontece a desvinculação do futebol amador do departamento de esportes amadores, passando a integrar a diretoria de futebol profissional.

Os anos de 1993 e 1994 podem ser classificados como "anos de glória" do Rio Branco Esporte Clube. Foram anos de muitas conquistas, boas posições em campeonatos e gratas revelações. O ano de 1993 especificamente foi marcado pela classificação da equipe profissional para a disputa do octogonal final do Paulistão, terminando em sexto lugar, atrás apenas dos considerados grandes times da Capital. Ao longo dos últimos anos, o Rio Branco revelou para o futebol do Brasil e do mundo vários craques, como Anaílson, Flávio Conceição, Mineiro, Gabriel Lima, Gustavo, Igor, Macedo, Marcelinho Paraíba, Marcinho, Marcos Assunção, Marcos Senna, Rafael, Sandro Hiroshi, Souza, Thiago Ribeiro e tantos outros. Há vários anos, além do futebol, o Rio Branco mantém ainda equipes disputando diversas modalidades amadoras. Mas no dia 8 de abril de 2007, após sofrer uma sonora goleada para a equipe do Rio Claro, consequência de uma péssima temporada, o Rio Branco cai para a série A2 do Campeonato Paulista.

Estádio

Em março de 1920 o Rio Branco Football Club emitiu 200 ações, no valor de dez mil réis cada, para que associados e torcedores colaborassem com o projeto da construção de um estádio. Mas somente em 1971 o projeto, de autoria do engenheiro Nestor Lindenberg, tomou forma. O Riobrancão, como era chamado na época, começou a ser erguido no mês de abril daquele ano. Em 1981 o estádio passou a ser chamar Décio Vitta em homenagem ao ex-presidente do clube. Com quase 90 mil m² de área, o estádio possui hoje departamento médico, fisioterapia, restaurante, alojamentos, administração do futebol, sala de imprensa, refletores, estacionamentos internos, entre outras dependências. Jogos profissionais são realizados no estádio desde 1977, ainda no tempo do extinto Americana Esporte Clube.


Dimensões do gramado: 107 m x 73 m
Recorde de público: 19.173 - Rio Branco 1x0 São Paulo - 09/03/1993 – Campeonato Paulista
Capacidade atual de público: 15.000 pessoas

Hino

Tigre, Tigre, Tigre, Tigre Tigre, Tigre, Tigre, Tigre Você chegou e nos conquistou De alegria nos inundou Rio Branco, força do interior Sua grandeza há de se espalhar Tem tradição, tem história enfim No seu passado já demonstrou Hoje é festa, é encantos mil Futuro alegre aos filhos será Garra, brilho e determinação Coragem, domínio e vibração Onde estiver, lá estarei torcendo com devoção. Rio Branco, Rio Branco, sempre gritarei Rio Branco, Rio Branco, Rio Branco do coração Rio Branco, Rio Branco, sempre gritarei Rio Branco, Rio Branco, de Americana tu és Tigre, Tigre, Tigre, Tigre...

Mascote

O Rio Branco adotou como mascote o Tigre por causa dos instintos deste animal. O Tigre, conhecido por sua determinação, força e agilidade no momento da caça, representa a trajetória do Rio Branco no futebol desde a sua fundação, em 1913.

Os primeiros confrontos, contra equipes amadoras da região, foram apenas o pontapé inicial da paixão do torcedor alvinegro de Americana pelo simbolismo da imagem do Tigre.


Site

http://www.riobranco.esp.br

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Clube Atlético Lages

O Clube Atlético Lages foi fundado em 10 de julho de 2002, buscando preencher a lacuna do futebol da serra catarinense, que há muitos anos não tinha um representante para identificar-se no campeonato estadual.

Começou com uma idéia vaga, mas que serviu de princípio fundante: fazer um time de futebol que fosse uma extensão da cidade de Lages, e que fosse persistente como o povo lageano. Cogitou-se chamar o time de Serrano, mas nada podia ser mais direto e mais forte do que o nome mais óbvio: Lages. Em poucos dias foram escolhidas as cores, o escudo, a primeira diretoria. Já sob a expectativa da estréia foi encomendado o primeiro jogo de uniformes.
Camisas e calções azuis seriam o cartão de visitas do time que entrou em campo na cidade de Caçador, no dia 10 de agosto de 2002, para enfrentar o Kindermann. A partida valia pela Série B do campeonato estadual de 2002 e foi vencido pelo time lageano por 1x0. O primeiro gol do CAL foi marcado pelo jogador Rodrigo Nunes.
O Lages venceu este primeiro campeonato disputado e a partir de então os sucessos se acumularam. Campeão dos troféus Raimundo Colombo e Antônio Ceron, disputados contra o Internacional de Lages, campeão do segundo turno da Seletiva 2003, campeão do primeiro turno da Série A-2 de 2004, e finalmente campeão desta mesma Série A-2, contra o Atlético de Ibirama. Com isso, o CAL conseguiu a vaga no campeonato brasileiro da Série C deste ano. Fazia trinta anos que um clube lageano não disputava uma competição nacional.

Atualmente, o clube encontra-se desativado.


Títulos

Campeonato Catarinense - Divisão Especial (Série A2): 2004.


Estádio


O estádio Vidal Ramos Júnior está localizado em Lages, Santa Catarina, é de propriedade da prefeitura do município e tem capacidade para 12 mil torcedores. Ele é sede dos jogos do time profissional de futebol da cidade, o Internacional, e também recebe os jogos dos torneios amadores da cidade. Foi sede ainda dos jogos do Clube Atlético Lages, extinto em 2006, e do Grêmio Pinheiros, que disputou em 2007 a segunda divisão do Campeonato Catarinense. Em 2008, o Inter de Lages disputa a divisão de acesso (ou segunda divisão) do Campeonato Catarinense.

Capacidade: 12.000 pessoas
Inauguração: 7 de setembro de 1954

A idéia da construção do estádio surgiu na década de 1940. Nessa época, o prefeito de Lages era Vidal Ramos Júnior, responsável pela doação do terreno onde seria construído o centro esportivo. As obras só começaram na década seguinte. Ao ser inaugurado, em 7 de setembro de 1954, recebeu o nome de "Estádio Municipal da Ponte Grande". Em 1961, a Câmara de Vereadores aprovou Projeto de Lei do prefeito Wolny Della Rocca para que o local fosse rebatizado como "Centro de Esportes Vidal Ramos Júnior".

O estádio passou por algumas reformas ao longo de sua história. No dia 26 de janeiro de 1969 foi inaugurada a arquibancada de cimento - até então, o estádio tinha arquibancadas de madeira. O jogo que marcou a reinauguração foi realizado entre o Grêmio Atlético Guarany e o Internacional, os maiores rivais da história do futebol profissional da cidade. O clássico "Gua-nal" foi vencido pelo Inter por 4 a 2.
Em 1976, Internacional e Vasco da Gama disputaram a partida que marcou o lançamento dos refletores do Vidal Ramos Júnior. O jogo foi vencido pela equipe do Rio de Janeiro por 2 a 1. A última grande reforma ocorreu em 2004, com a troca do gramado e a ampliação de parte da arquibancada, que passou a ser coberta.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sorriso Esporte Clube

Fundação 20 Julho 1985
O SEC Possui 2 títulos de Campeão Matogrossense em 1992 e 1993. Depois disso a melhor participação do SEC em estaduais foi um 4º lugar em 2008.
O SEC já participou de 2 copas do Brasil Em 1993 enfrentou o GREMIO/RS aonde empatou em casa por 1x1, e perdeu em Porto Alegre por 5x2.
Já em 1994 enfrentou o Vitoria da Bahia, novamente empatou em casa por 1x1, provando a força do Lobo do Norte jogando na Toca do Lobo, e acabou derrotado em Salvador-BA por 4x0.


A BASE do SEC também tem uma historia vencedora. Em 2006 foi 3º Colocado Copa Governador Sub-18, No mesmo ano foi Campeão Invicto da Copa Norte Sub-17. Em 2007 foi 2º colocado no Estadual Sub-18, aonde conquistou a vaga para a Copa SP de juniores, maior competição de Juniores do país.
Em 2008 participou Copa São Paulo de Juniores, jogou contra o America-SP onde o SEC deu um sufoco nos donos da casa, mas acabou perdendo por 2x1, já no segundo jogo, o SEC enfrentou o todo poderoso CORINTHIANS, acabou perdendo por 2x0, mas fez bonito afinal jogou de igual pra igual contra um dos favoritos ao titulo, e na Ultima partida venceu o CEILANDIA-DF por 3x1, encerrando a competição como o melhor Matogrossense na competição com 3 pts, ficando na frente de Vila Aurora (2 pts), e Barra (1 pto), foi 3ª Lugar Chave"A".


Títulos

Campeonato Mato-Grossense: 2 vezes (1992 e 1993).

Estádio

Estádio Egídio José Preima
Capacidade 5 mil pessoas

Mascote: Lobo






Site

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Operário Ferroviário Esporte Clube

O Operário nasceu da fusão do time da Rede Viação Paraná-Santa Catarina e alguns jogadores do Riachuelo Sport Clube. Existe a versão de que o clube surgiu do Tiro de Guerra.Historicamente ficou definida a data de fundação do clube clomo 1º de maio de 1912, mas não existe nenhum registro oficial. No dia 07 de abril de 1913, o jornal DIÁRIO DOS CAMPOS trouxe a seguinte matéria em sua primeira página:

“Temos a honra de levar ao vosso conhecimento que hoje, em Vila Oficinas, com grande número de pessoas propensas a fundação de uma sociedade esportiva de foot ball, em sessão ordinária foi eleita a primeira diretoria desta associação denominada de Foot Ball Clube Operário Pontagrossense, que deverá reger os destinos do mesmo durante o primeiro ano de sua fundação.”


Os registros apontam para os seguintes nomes dos fundadores do novo clube: Raul Lara, João Simonetti, Joaquim Eleutério, Victorio Maggi, Oscar Marques, Henrique Piva, Michel Farhat, João Holzzmann Júnior, Ewaldo Meister e Alexandre Bach.


O primeiro Time – 1913
Em 1913 foi formado o primeiro time da história do Operário para as disputas de jogos amistosos e das primeiras competições locais e estaduais. A escalação da equipe, neste ano, foi a seguinte: José Moro, Pedro Azevedo, Alexandre Bach, Henrique Piva, João Simonetti, Souza, Ewaldo Meister, Adolfo Piva, Holger Mortensen e Ernesto.


Fusão em 1933
O nome Operário Ferroviário Esporte Clube, como é conhecido hoje em dia, surgiu da fusão entre o Operário Sport Club e o Club Atlético Ferroviário, que era o grêmio dos funcionários da Rede Ferrovioária. Na reunião realizada em 15 de maio de 1933 presidida por Luiz Guimarães, ficou decidido as cores preta e branca e o nome atual. Participaram da reunião 48 associados.A influência dos ferroviários foi decisiva para a formação das equipes de futebol que representaram o clube e também para o crescimento do patrimônio, uma vez que o local onde hoje está erguido o Estádio Germano Kruger pertenceu à Rede Ferroviária, bem como os terrenos da sede social.


Principais Títulos
1916 – Campeão da Liga Sportiva Paranaense. As equipes foram divididas em 1ª divisão, somente com os times da Capital e 2ª divisão com equipes da Capital e Interior.
1927 – Campeão do Torneio Início da Divisão Principal ganhando do Coritiba no Estádio Joaquim Américo por 3×2 e o Palestra Itália por 1×0. O time formou com: Stacco, Scarpim, Mizael, Chicharrão, Elísio, Gabriel, Zé Macaco, Nico Ramalho, Ernesto, Nhoco e Chico Santi.
1949 – Foi denominado “time da raça” ao vencer a Taça Ponta Grossa.
1953 – Conhecido também como “campeoníssimo do Centenário.
1956 – Este ano marcou o início do profissionalismo, conquistando o Torneio Início do Estadual ao vencer na decisão o Água Verde.
1961 – Principal título da história do clube, Campeão da Zona Sul.
1969 – Último título do profissionalismo, campeão da Segundona.


Grandes Campanhas
Entre altos e baixos em suas campanhas dentro do futebol profissional, o Operário Ferroviário, desde os anos 50 e 60 é conhecido como FANTASMA DA VILA, por assombrar os grandes clubes da Capital.Em 1979, aproveitando o inchaço de clubes no Campeonato Brasileiro promovido pela antiga CBD, o clube participou pela primeira vez de uma competição nacional.Em 1981, o Operário participou do quadrangular final do Campeonato Paranaense, com grande campanha.Em 1989, voltou a disputar o Campeonato Brasileiro, na segunda divisão e em 1990 ficado em 3º lugar, faltando pouco para chegar à Primeira Divisão.Entre 1990 e 1992 o clube ficou entre os três primeiros colocados no Campeonato Paranaense, assustando novamente os grandes da Capital.


Parceria e Novos Caminhos
Com o afastamento do futebol profissional pela situação econômica difícil o clube procurou se reestruturar financeiramente. Em 1999 surgiu a parceria com o Ponta Grossa Esporte Clube e a formação do Operário/Ponta Grossa, colocou novamente o nome do clube em evidência no cenário esportivo. A parceria foi renovada para o Campeonato Paranaense 2000 e com isto o clube procurava novos caminhos, mas a parceria foi desfeita logo após a desclassificação da equipe logo na primeira fase, analisando que esta só estava sendo benefica para um lado, o do Ponta Grossa Esporte Clube de Mikulis. O objetivo da diretoria foi o de investir em sua estrutura social para poder viabilizar sua manutenção e estudar novas possibilidades para o futuro. Em 2004 surge uma nova parceria, desta vez com a Prefeitura Municipal, que restaurou o Estádio. Foi formado um grupo gestor entre a diretoria do OFEC e a prefeitura. O time disputou a série prata e não passou da primeira fase. Em 2005 e 2006 o clube disputou o campeonato com suas próprias pernas, ficando mais uma vez sem o Acesso. Em 2007, foi formado uma parceria do a Instituição Garagem da Esperança, que é quem vai gerir o futebol do clube.

Em 2008, um novo Grupo Gestor assumiu o departamento esportivo do clube, comandado por Chico da Bracol. O grupo se comprometeu a dividir todas as receitas vindas do futebol, com o Clube, além de manter até outubro de 2010, as categorias de base, além do time profissional. No final de 2008 o Clube lutou na justiça desportiva, contra a punição sofrida (1 ano de suspensão), em função do incidente ocorrido no último jogo da segunda divisão do campeonato paranaense de 2008. Felizmente para a torcida Operariana, o clube foi absolvido, e jogará o campeonato paranaense da segunda divisão de 2009.


Estádio


Estádio Germano Krüger

Capacidade: 12 mil espectadores

Foi inaugurado em 12 de outubro de 1941 e tem capacidade para aproximadamente 13 mil torcedores.
O estádio é usado pelo Operário Ferroviário Esporte Clube (Ofec). Seu público recorde foi 18.562 pagantes num jogo entre Operário 2 - 3 Coritiba em 1975.


Mascote



Site

terça-feira, 2 de junho de 2009

Associação Esportiva Jataiense


No dia 11 de janeiro de 1952 , um grupo de senhores apaixonados por futebol se reuniu na sala de projeção do Cine Avenida (mais tarde passaria a se chamar Cine Goiás), localizada na Avenida Goiás, principal rua da cidade de Jataí. O sonho desses homens era criar um clube de futebol com estádio próprio, para que pudessem praticar o esporte para quem sabe mais tarde até representar a cidade com as cores verde e branco. O presidente fundador é o senhor Jerônimo Ferreira Fraga, ele que toma frente e quase sem apoio constrói o primeiro estádio de futebol do município escolhendo então a raposa como mascote do time, nascia ali então, a Associação Esportiva Jataiense.
1983 - Participa pela primeira vez da Segunda Divisão Goiana. Favorecido pelo regulamento do Campeonato, que promoveu os cinco melhores colocados, o Jataiense conquistou a vaga na Primeirona com a 5ª colocação.

1984 - O clube é rebaixado, ficando em último lugar entre 12 participantes.

1987 - Ficando com a terceira colocação, o clube é promovido á Primeira Divisão.

1988 - Após participar de um Torneio Classificatório participa do estadual, fica na última colocação entre 14 clubes, e é novamente rebaixado.

1989 - Fica com o vice Campeonato Goiano da Segunda Divisão, vencido pelo Rio Verde, e é novamente promovido á Divisão de Elite.

1999 - Depois de dez anos na Primeira Divisão, o clube é rebaixado ficando em nono lugar entre 12 clubes onde seis clubes foram rebaixados. Acaba participando da Segundona no mesmo ano ficando na última colocação entre 12 clubes. Logo após a competição o clube pede licenciamento á Federação.

2002 - O clube retorna as competições e conquista o Campeonato Goiano da Segunda Divisão
2009 - Termina em 10° e é rebaixado a Divisão de Acesso.

Títulos

Campeonato Goiano da Segunda Divisão 2002
Hino
Sem letra e autor

Estádio

Estádio Municpal Tancredo Neves
Apelido Arapucão



Capacidade 15000





Mandava seus jogos no estádio Jerônimo Ferreira Fraga. Atualmente, manda seus jogos no estádio Arapucão, considerado o terceiro melhor estádio de Goiás.

Mascote




Raposa


Site
http://jataiense.webnode.com/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Riograndense Futebol Clube

Nos trilhos da história, este era mais um ícone do progresso e do desenvolvimento sócio-cultural e econômico gerado pela força ferroviária de nossa cidade. Em conjunto com a Casa de Saúde, o Colégio de Artes e Ofícios, a Vila Belga, a Cooperativa, a Associação e muitas outras instituições, o RFC é mais um orgulho do apogeu da Viação Férrea em Santa Maria. Não era por acaso que a Avenida que nascia junto a Estação Ferroviária de Santa Maria chamava-se, na época, de Av. Progresso, pois o progresso da cidade nascia ali. E dali nasceu também o Riograndense Futebol Clube, o mais vitorioso, carismático e autêntico clube de futebol de Santa Maria.

O clube da Rua Pedro Gauer, como assim era chamado, era o destino de amigos e famílias ávidas de um lazer de fim de semana, assim como era fonte extra de sobrevivência para alguns ferroviários que entravam em campo com as cores esmeraldinas.

Dentre alguns de seus inúmeros feitos e façanhas, destacamos a melhor campanha do clube no certame gaúcho no distante 1921, quando o Riograndense, após vencer os rivais regionais de Cachoeira do Sul, Cruz Alta e Tupanciretã, chegou perto do título de campeão estadual daquele ano. As finais foram disputadas em quadrangular realizado na antiga Baixada do Moinhos de Vento, campo do Grêmio FBPA, que deixaram os ferroviários a apenas um ponto do time da capital, que se tornava campeão pela primeira vez. Destacamos, ainda, a conquista da Segunda Divisão, em 1978, que valeu a ultima participação do clube na primeira divisão no ano seguinte.

A partir da década de 80, com a "consolidação do desmantelamento" do transporte ferroviário no Brasil e o reflexo direto deste setor em nossa cidade, O RFC perdia a força de sua principal estrutura social, gerando, com isso, graves consequências aos destinos do Periquito.

No entanto, após alguns anos de convalescença o RFC toma novamente fôlego e volta aos trilhos da história, com a força, a diligência e a paixão das pessoas que reconhecem o grande potencial de torcedores e colaboradores deste Clube, dispostos a restabelecer a força da máquina ferroviária dos gramados e a ressurgir a chama esmeraldina nos estádios do Rio Grande do Sul.

A diretoria do Riograndense Futebol Clube, a partir desta iniciativa e em conjunto com a dedicação e a participação de seus futuros colaboradores, dá início a uma nova fase na história do clube mais querido da cidade. E assim estaremos novamente seguindo os trilhos da história, pois o futuro é hoje e nos espera nas estações das grandes conquistas esmeraldinas.

Estádio

Nome Estádio : Dos Eucaliptos
Capacidade : 3.000 espectadores
Inauguração : 14/07/1935

Hino do Riograndense Futebol Clube

Riograndense, Riograndense,

Coração verde a bater

Ontem, hoje e sempre,

Para ti vamos torcer.

Na vitória ou na derrota,

Riograndense até morrer!


Desde 1912,

Vens trazendo emoção e alegria,

Riograndense, a tua história,

É um orgulho pra Santa Maria!


Riograndense, és imortal a todo um povo

E tua bandeira sempre há de tremular,

Pois tens a força ferroviária ao teu lado

E a torcida periquita pra vibrar!!!
Mascote

Chamado popularmente de "Periquito", o Riograndense traz, desde a sua fundação em 07 de maio de 1912, um carinho grandioso de sua torcida.

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Ao longo dos anos, o time de futebol criou muitas raízes e, mesmo nas adversidades, sempre ficou guardado no coração dos "periquitos". Por isso, o próprio hino diz:" RIOGRANDENSE ATÉ MORRER!!!'".


Site

http://www.riograndensesm.net

domingo, 31 de maio de 2009

Oratório Recreativo Clube

O Oratório Recreativo Clube é um time de futebol da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá. Foi fundado em 15 de agosto de 1969 na comunidade religiosa da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.

O Oratório Recreativo Clube também volta às atividades agora em 2009. O retorno começou sendo divulgado em outdoors espalhados pela cidade, mas agora é oficial.
Com isso, o número de clubes somente da cidade de Macapá, sobe para 9; sem contar os 2 times de Santana e o de Mazagão.
O Oratório é um clube muito tradicional dentro do nosso Estado. Possuía uma sede no Bairro Santa Rita, onde deve dividir espaço juntamente com o Clube Atlético Cristal.




Suas cores são azul e branco.




Estádio

Estádio Glicério Marques - Zerão
Capacidade 5.000

Mascote
Orca, devido as iniciais no clube.

sábado, 30 de maio de 2009

Crato Esporte Clube

O Crato foi fundado no dia 19 de novembro de 1997, sendo seu atual presidente o Sr. José Demóstenes de Oliveira.
Começou a disputar o Campeonato Cearense de Futebol em 1999, na 2ª Divisão, conquistando o vice-campeonato, e classificando-se para a Primeira Divisão do ano seguinte.
Voltou a disputar a Segundona do estadual cearense em 2001. Desde desse ano, permanece na 2ª divisão.

Estádio

O Estádio Municipal Governador Virgílio Távora, popularmente conhecido como Estádio Mirandão, localiza-se no bairro do Mirandão, em Crato, estado do Ceará, no Brasil.
Com capacidade para 15.000 espectadores, o seu campo tem as dimensões de 105 metros x 70 metros, e é um dos mais modernos estádios de futebol da Região Nordeste do Brasil.
Foi inaugurado em 1982 com uma partida entre o Ceará Sporting Club e o Bangu Atlético Clube, com lotação esgotada.
Atualmente é usado por equipes amadoras locais e pelo Crato Esporte Clube.

Hino

Oh, querido Crato Esporte Clube
Time do meu coração
Que representa com glória
O nosso esporte bretão
Seus torcedores se espalham
Por todos nossos rincões
Torcendo com muita garra
Com força de campeões

As suas cores traduzem
Seu bravo povo gentil
Queremos novas vitórias
Forte esquadrão alvianil

Não há quem não tenha fé
Na força desta equipe
Que luta como um guerreiro
Da Serra do Araripe

Site
http://www.cratoec.blogspot.com/

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Associação Atlética Guarany


O Guarany teve seu início, pelos idos dos anos 40, por jovens daquela época e um dos fundadores foi o Senhor Maneca Ciriaca, sendo o primeiro time de Porto da Folha a ser constituído por uma direção e por um quadro se sócios, o estatuto do clube foi feito em 1979 pelo então presidente Genildo que era jogador e filho de seu Maneca Siriaca e foi profissionalizado em 1988 ano que foi Campeão da Segunda Divisão na época administrado por Luiz Gonçalves Lima (Luiz Negrinho).

A Associação Atlética Guarany, como realmente é conhecida já teve vários momentos difíceis como qualquer outro time do interior sergipano, más um dos momentos mais difíceis foi quando um ex funcionário recorreu a justiça para receber seus vencimentos atrasados e como o clube não tinha como pagar teve pela justiça seus bens penhorados para quitar o pagamento com o referido funcionário. Na época a direção convocou a sociedade portofolhense e torcedores do clube e fizeram o título de Sócio Proprietário, ou seja cada torcedor teria parte do patrimônio do clube, foram vendidos vários títulos do terreno que hoje é a sede do clube, e foram cadastrados em torno de 100 torcedores proprietários, ao modo que a dívida foi paga e hoje a sede do clube ainda existe, só que seus proprietários são os próprios sócios do clube. Um dos fundadores do clube recreativo do Guarany foi o Senhor Ivo Barros.

O Guarany começou a participar do Campeonato Sergipano da Segunda Divisão pela década de 80 onde com atlétas da própria cidade e das cidades vizinhas foi Campeão da Segunda Divisão.

TÍTULOS

Campeão da Segunda Divisão Estadual 1988 e 2001.

Hino

Nosso sertão
Tem um time famoso
Ele é glorioso
Ele é campeão

O seu nome
Esporte Clube Guarany
Que é chamado
O galo do sertão

Quando ele entra no gramado
A torcida vibra com muito amor
Vai, rola esse bolão
Galo campeão marca mais um gol

Quando ele entra em campo
A torcida grita
Gol é mais um gol
Quero ser feliz

Galo, galo campeão
É a alegria do nosso sertão
Galo, galo campeão
É uma mancha verde no meu coração (BIS)

Guarany
Guarany
Guarany
O galo do sertão (BIS)
O seu passado
Ele é feito de glória
Obteve vitórias
Para nos alegrar

É alegria
Alegria do povão
Forte e unido
E é o verde do sertão

Quando ele entra no gramado
É a alegria do torcedor
Vai, chuta esse bolão
Galo campeão é o vencedor

Bola no peito e ao pé
Chuta para o gol
És a alegria
De Porto da Folha

Galo
Galo campeão
É a alegria
Do meu coração (BIS)

Galo
Galo campeão
É o coração
Do nosso sertão (BIS)

Guarany
Guarany
Guarany
O Galo do sertão (BIS)


ESTÁDIO
Estádio Caio Feitosa
Caio Feitosa com capacidade para 4000 pessoas.

Mascote


Galo do Sertão

Site
http://www.guarany.xpg.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Esporte Clube Pinheiros

O E.C. Pinheiros foi fundado em 22 de março de 1931, na localidade de Pinheiros - Bairro do interior da cidade de Taquari-RS, daí a origem de seu nome.


No ano de 1976 o clube transfere-se para a sua atual sede e constrói o Estádio “Pinheirão”, no Bairro Prado, zona central da cidade.

Em 1980 iniciou a escolinha de futebol do E.C. Pinheiros que devido ao espaço estar ficando pequeno e pela quantidade de alunos que passou a procurar o clube, o Prof. Antônio Carlos Duttra em pleno acordo com o E.C. Pinheiros, profissionalizou a escolinha fundando em 1988 a Escola de Futebol Pinheiros/Duttra. A Escola Pinheiros Duttra tem como um de seus objetivos formar atletas para as categorias, Juvenil e Júnior do E.C. Pinheiros.

Em 1984 o E.C Pinheiros sagrou-se campeão Estadual de Amadores, um título muito importante para a cidade e principalmente para o clube. Essa façanha voltou a se repetir por mais duas vezes; uma em 1989 com titulo na categoria Juniores e em 1996 na categoria Infantil.

O ingresso na divisão de Futebol Profissional da Federação Gaúcha de Futebol ocorreu em 1994. Em 1999, devido a uma decisão de diretoria, preferiu-se priorizar a conclusão do Ginásio Esportivo, um sonho de nosso ex-presidente Afonso Cardoso dos Reis, idealizador desta obra, que se tornou realidade com a colaboração de toda a família pinheirense e grande parte da comunidade tendo capacidade para 3000 pessoas com quadra polivalente de Futsal e voleibol. Com isso o clube paralisou temporariamente a sua equipe profissional de futebol.

Em 2001, com um projeto arrojado, o E. C. Pinheiros participou do Campeonato Estadual de Juniores, onde conquistou o vice-campeonato Estadual da Taça Dr. James Vidal, disputando a final frente ao Grêmio Foot Ball Porto alegrense, sendo considerado na oportunidade, Campeão do Interior do RS.

Em 2003, com uma visão condizente com a nova realidade do futebol profissional, a diretoria do Clube começou a desenvolver uma nova estrutura de trabalho visando um trabalho voltado para as categorias de base, com uma proposta de fortalecimento da atividade social do clube e conseqüentemente o fortalecimento do quadro social e do futebol. Além disso, intensificou na permanente busca de parcerias com empresas para viabilizar este processo de reestruturação do clube.

Em 2005, voltou-se a investir no futebol com a participação no Campeonato Estadual categoria Juvenil, organizado pela Federação Gaúcha de Futebol, onde além de fazer uma boa campanha, revelou o Atleta Fernando Queiroz de Oliveira, que se transferiu no final do ano para o Grêmio Foot Ball Porto Alegrense.

O clube tem a maior torcida da cidade, numa população de aproximadamente 28.000 habitantes, seguramente 60% da população é assumidamente Pinheirense, sendo que boa parte dos restantes 40% é simpatizante do clube.

Estádio

Nome Estádio : João Bizarro Porto, o Pinheirão
Capacidade : 1.500 espectadores
Inauguração :

07/1976 - Obs.: Em abril de 2005 a Diretoria com o consentimento do Conselho Deliberativo do Clube resolve denominar o estádio “Pinheirão” de João Bizarro Porto, uma justa homenagem a seu ex-presidente e um dos seus fundadores.


MASCOTE

O Esporte Clube Pinheiros tem como seu símbolo (Mascote) o Periquito.

Site :

www.ecpinheiros.com.br

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Rio Bananal Futebol Clube

Quem nunca sonhou com a união de times rivais ao seu? Pois é, em Rio Bananal, as diretorias do Gremio Esporte Clube e do Esporte Clube Santo Antonio - se uniram e criaram o Rio Bananal Futebol Clube para defender a cidade de Rio Bananal na Seguda Divisão do Capixabão 2007. Essa união deu tão certo, que com muita surpresa, nesse mesmo ano - o primeiro de sua fundação em 17/01/2007 - o Rio Bananal foi vice campeão permanecendo invicto até a final onde perdeu para a Desportiva Ferroviária. Hoje o Rio Bananal disputa a Primeira Divisão do Capixabão, onde foi vice-campeão estadual em 2008 e 7º colocado em 2009.

Estádio

Estádio Virgilio Grassi
Capacidade: 3.000


Site
http://www.riobananalfc.com.br/ - fora do ar

terça-feira, 26 de maio de 2009

Colo Colo de Futebol e Regatas

O Colo-Colo foi fundado em 03 de abril de 1948, por um grupo de desportistas liderado por Airton Adami para disputar a semana inglesa, competição que, aos sábados lotava o Estádio Mário Pessoa, então um dos maiores do País. A semana inglesa era um torneio promovido pelo sindicato dos comerciantes e que se realizava somente nas tardes de sábados com os portões do estádio abertos.

O nome do Colo-Colo veio de um clube chileno que levava este nome, e que na década de 50 fazia da sua intimidade com a bola um espetáculo de futebol e por inspirou o time ilheense. O seu mascote é o tigre já a cor do uniforme, azul e amarela, veio de um outro grande time, o Boca Juniors da Argentina.O primeiro uniforme usado pelo clube foi comprado em Buenos Aires, por José Haroldo de Castro Vieira. A primeira diretoria foi composta por: Airton Adami, Silvio Silva, Ivan Lelis da Mata, José Alves Barreto, Cláudio Silveira e Júlio Rodolfo Vieira. Ao longo da sua história, o Colo-Colo já teve oportunidades de disputar partidas com grandes nomes do futebol nacional, a exemplo do Flamengo.

O primeiro título veio em 1953 como campeão ilheense. De 1958 a 1961 o Tigre conquistou o tetracampeonato amador ilheense. Em 1967 o Colo-Colo participou pela primeira vez do campeonato baiano de futebol profissional, armando um de seus melhores times, com destaque para o jogador Miltinho Simões, que chegou a marcar 5 gols em um só jogo, porém em 1969 voltou à categoria de amador. Em 1997 foi campeão municipal e em 1998 disputou a copa da Bahia. Em 1999 o tigre sagrou-se campeão da segunda divisão, voltando à elite do futebol baiano. Mas, foi em 2006 que conseguiu seu grande trunfo sendo Campeão Baiano de futebol profissional.

Na Copa do Brasil de 2007, o Tigre defrontou-se com o Atlético Mineiro, em 14 de fevereiro de 2007, no Estádio Mário Pessoa, perdendo por 3x1, logo eliminado, em jogo com forte chuva e campo em estados precários para a realização do jogo.

Estádio

Estádio Mário Pessoa
Estádio de Futebol, que leva o nome do Prefeito que o construiu, entre 1940 e 1941. A inauguração ocorreu no último ano de governo do Prefeito Mário Pessoa, no ano de 1942. Na época foi considerado o maior do norte e nordeste do Brasil. Sua construção foi iniciada com o aterro do charco da área, desmembrada da Fazenda Boa Vista, dos herdeiros de José Gomes do Amaral Pacheco.



O Estádio Olímpico Mário Pessoa, como foi denominado na época, tinha condições de realizar várias modalidades de esportes terrestres.

Recorde de Público: 10.909 (Colo-Colo 4 x 3 Vitória - 24/05/2006)

Títulos

Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 1999.

Campeonato Baiano: 2006.

Hino

Meu querido Colo Colo,
tua raça conquistou o meu amor,
expressão mais verdadeira
da profunda beleza de São Jorge dos Ilhéus.

Nos mares competindo,
nos gramados da Bahia, tu és o campeão.
Colo Colo, tu és o mais querido,
tuas cores reluzes em meu coração.

Colo Colo, grita o povo na avenida,
azul e amarelo a minha paixão.

Colo-Colo, eu grito!
Colo-Colo, meu tigre!
Faço o céu e a terra,
Tu és o campeão.

MASCOTE

A mascote do Colo Colo baiano é um Tigre. O animal foi escolhido por ser símbolo de força, raça e persistência, características necessárias para vencer e superar obstáculos. O símbolo está presente também no escudo do clube e a agremiação é carinhosamente chamada por sua torcida de Tigrão.

Site

http://www.colocolo.org.br

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Macau Esporte Clube

O Macau Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Macau, no estado do Rio Grande do Norte. Foi fundado em 8 de junho de 1978. Suas cores são azul e preto. O clube manda seus jogos no Estadio Walter Bichao, em Macau, que tem capacidade para 5000 pessoas. Tem como mascote o tubarao e e apelidado como Time Salineiro.


Disputas na 1º divisão do RN

1978 - 7º
1979- 9º
1995- 10º
2006- 11º
2007- 7º
2008 - 9°
2009 - 11° - rebaixado

Disputas na 2º divisão do RN

1980- 5º
1981- 4º
2004- 4º
2005- 1º

Estádio

O Estádio Walter Bichão é o estádio da cidade de Macau, no Rio Grande do Norte, que recebe as partidas do Macau Esporte Clube no Campeonato Potiguar de Futebol. O Walter Bichão teria aumentado a sua capacidade de 1 000 para 4 000 torcedores, devido a construção de um novo lance de arquibancada.
http://costabrancanews.zip.net/images/walter.jpg

Títulos

Campeonato Potiguar da Segunda Divisão: 2005.

Site
http://macauesporteclube.zip.net/

domingo, 24 de maio de 2009

Castanhal Esporte Clube

Surgiu pouco depois da fundação de Castanhal. Um grupo de desportistas locais se reuniu e formou o clube. Entre os fundadores, Jota Vicente, Orvácio Batista, Lauro Cardoso, Ubirajara Marques, Dadá Pismel, Quincas Nascimento, Pedro Ribeiro, Munidcão, Pacamon e Casimiro Guimarães. Nâo tendo campo próprio, acabou circulando pelos campos dos clubes da cidade como o Paysandu e o Riachuelo. Acabou finalmente se fixando numa área próxima da onde se encontra hoje a feira da Ceasa. Foi profissionalizado em 1975. Se licenciou em 1978. Voltou ao profissionalismo em 1998. Surpreendeu a todos com a conquista em 2000 do Vice-Campeonato Estadual.

Terceiro colocado em 2004, quarto em 2006, atualmente está na primeira divisão paraense.

Mascote


Tem o apelido de Japiim, um pássaro de plumagem amarela e preta, muito comum na região.





Estádio
Maximino Porpino Filho - municipal, 8000 -

Título
Vice-Campeão Estadual 2000 e Estadual da Segunda Divisão 2003

Site
http://castanhal--esporte--clube.blogspot.com