segunda-feira, 25 de maio de 2009

Macau Esporte Clube

O Macau Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Macau, no estado do Rio Grande do Norte. Foi fundado em 8 de junho de 1978. Suas cores são azul e preto. O clube manda seus jogos no Estadio Walter Bichao, em Macau, que tem capacidade para 5000 pessoas. Tem como mascote o tubarao e e apelidado como Time Salineiro.


Disputas na 1º divisão do RN

1978 - 7º
1979- 9º
1995- 10º
2006- 11º
2007- 7º
2008 - 9°
2009 - 11° - rebaixado

Disputas na 2º divisão do RN

1980- 5º
1981- 4º
2004- 4º
2005- 1º

Estádio

O Estádio Walter Bichão é o estádio da cidade de Macau, no Rio Grande do Norte, que recebe as partidas do Macau Esporte Clube no Campeonato Potiguar de Futebol. O Walter Bichão teria aumentado a sua capacidade de 1 000 para 4 000 torcedores, devido a construção de um novo lance de arquibancada.
http://costabrancanews.zip.net/images/walter.jpg

Títulos

Campeonato Potiguar da Segunda Divisão: 2005.

Site
http://macauesporteclube.zip.net/

domingo, 24 de maio de 2009

Castanhal Esporte Clube

Surgiu pouco depois da fundação de Castanhal. Um grupo de desportistas locais se reuniu e formou o clube. Entre os fundadores, Jota Vicente, Orvácio Batista, Lauro Cardoso, Ubirajara Marques, Dadá Pismel, Quincas Nascimento, Pedro Ribeiro, Munidcão, Pacamon e Casimiro Guimarães. Nâo tendo campo próprio, acabou circulando pelos campos dos clubes da cidade como o Paysandu e o Riachuelo. Acabou finalmente se fixando numa área próxima da onde se encontra hoje a feira da Ceasa. Foi profissionalizado em 1975. Se licenciou em 1978. Voltou ao profissionalismo em 1998. Surpreendeu a todos com a conquista em 2000 do Vice-Campeonato Estadual.

Terceiro colocado em 2004, quarto em 2006, atualmente está na primeira divisão paraense.

Mascote


Tem o apelido de Japiim, um pássaro de plumagem amarela e preta, muito comum na região.





Estádio
Maximino Porpino Filho - municipal, 8000 -

Título
Vice-Campeão Estadual 2000 e Estadual da Segunda Divisão 2003

Site
http://castanhal--esporte--clube.blogspot.com

sábado, 23 de maio de 2009

Sport Club Genus de Porto Velho

O Sport Club Genus de Porto Velho é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Porto Velho, capital do Estado de Rondônia.

A equipe do Genus surgiu para o profissionalismo em 1998, porém com uma campanha pífia acabou ficando na última colocação. Nos três nos seguintes (1999, 2000 e 2001), o time da capital melhorou muito e alcançou a 2ª fase do Estadual. Com certeza seu melhor ano foi em 2000, quando chegou a decisão, mas perdeu para o Guajará e deu adeus ao título.

Em 2001, a equipe protagonizou duas cenas distintas, uma quando venceu o Shallon por 13 a 0 pela segunda fase do Estadual e na Série C do Campeonato Brasileiro quando perdeu por 9 a 1 para o Baré(RR).

Suas cores são amarelo e grená. Até 2006, o clube chamava-se Sport Club Genus Rondoniense. A palavra "Genus" é oriunda do latim e significa "família".


A ótima campanha do Genus no campeonato rondoniense desse ano voltou a empolgar o torcedor porto velhense, que tem marcado presença, em grande número no estádio Aluizio Ferreira. Foi assim no último final de semana quando o time Grená garantiu a vaga na final do estadual, no empate em 1 a 1, com o Ariquemes.

Estádio:

Estádio Aluízio Ferreira
Capacidade: 7000 pessoas


Inauguração: 17 de maio de 1957 (Ferroviário 3 x 1 Flamengo)
Primeiro Gol: Nézio (Flamengo-RO)
Recorde de Público: 7427 (Ji-Paraná 1 x 3 Botafogo (RJ) - 27 de fevereiro de 1995)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Sociedade Esportiva e Recreativa Chapadão

SERC, Sociedade Esportiva e Recreativa Chapadão nasceu antes mesmo do município de Chapadão do Sul.
Um grupo de amigos, amantes do esporte e do futebol reuniu-se e fundou o clube no dia 28 de agosto de 1981. Naquela época o povoado onde hoje existe a cidade de Chapadão do Sul, emancipada em 1987, era chamado de Chapadão dos Gaúchos.
Entre os fundadores havia colorados e gremistas. Para conciliar as cores do Internacional, vermelha e do Grêmio, azul, o uniforme recebeu as cores vermelha, azul e mais uma para apaziguar os torcedores gaúchos, a branca. Esse é o motivo do uniforme tricolor da SERC, com as cores vermelha, azul e branca.
No início o time da futura cidade de Chapadão do Sul participava apenas de campeonatos regionais. Pelo seu excelente desempenho e organização o Clube recebeu um convite especial para disputar a primeira divisão profissional do estado no ano de 1.991.
Participou, sem passar pela segunda divisão. Para quem estréia saiu-se até bem. Ficou em 7º lugar. Voltou ao campeonato em 1.993. Melhor estruturado ficou em 4º lugar. Continuou em 1.994 e chegou em 3º. Aproveitou a experiência dos anos anteriores e montou um time para ser campeão em 1.995. Conquistou o seu primeiro campeonato estadual naquele ano.

Retornou somente em 1.998. Foi vice-campeã do estado.
Voltou a participar em 2002. Ficou em 3º lugar.

Neste ano, 2003, entrou no campeonato estadual com o espírito de 1.995. Nas semifinais até o treinador da época, o experiente Valter Ferreira foi trazido pelo abnegado presidente do clube, Ijair Irael Tomquelski.
Disputou a final do campeonato com o temido time do CENE, campeão estadual em 2002.
Ganhou o primeiro jogo em pleno Morenão por 1 a zero. Empatou a segunda e terceira partida no seu estádio em Chapadão do Sul.
Apesar de existir numa distante e pequena cidade do nordeste do estado, a SERC organiza-se como time grande de uma capital. Tem estrutura poliesportiva que causa admiração aos visitantes. O estádio sempre muito bem limpo e cuidado tem um gramado permanentemente verde e macio, mesmo em época seca do ano.

Vice-campeão em 1998 , 2004 e 2006

Terceiro colocado em 2002 , 2005 e 2007, desistiu de disputar o campeonato em 2008, por não concordar com o aumento para 18 equipes participantes.

Estádio

Estádio da SERC
Capacidade: 6200 pessoas

Recorde de Público: 6.480 (SERC 1 x 2 Internacional-RS - 02/02/2005)

Títulos

Campeão Sul-Matogrossense 1995 e 2003

Mascote:

Pica-pau

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ferroviário Atlético Clube

O Ferroviário Atlético Clube fundado no dia 02 de maio de 1937, já foi uma das mais poderosas equipes do futebol alagoano. Começou a participar dos campeonatos oficiais em 1951, já no ano de 1953 se sagrava campeão da capital e em 1954 campeão estadual.

Seu plantel era formado por grandes jogadores que tinha a base da seleção alagoana da época. A maioria dos jogadores conseguiram empregos na Rede Ferroviária. Depois, somente em 1977 é que o clube esmeraldino voltou a brilhar.

Um brilho que não demorou muito e Ferroviário começou a descer a ladeira de maneira rápida. Com uma pequena torcida e minguado corpo social, o clube da Rede Ferroviária foi desaparecendo. Chegou até a mudar de cor. Passou de verde e branco para vermelho e amarelo. Chegou a disputar alguns campeonatos alagoanos da II divisão mas, sem nenhum sucesso.

Hoje, ninguém fala mais no Ferroviário.O Ferroviario participou dos seguintes campeonatos alagoanos da primeira divisão.De 1951 a 1960, 1963 e de 1966 a 1989.Parou em 1989 e nunca mais voltou a participar da primeira divisão.

Ferroviario campeão alagoano de 1954

Na história do futebol alagoano existem páginas de cativante beleza. A grande maioria dessas páginas foi escrita em cores, onde prevaleceram sempre o vermelho e o azul. Mas antes do advento do Trapichão, algumas páginas foram escritas com outras cores, como por exemplo, o verde e branco, representando na época o Ferroviário.

Disputando seu primeiro campeonato oficial em 1950, os esmeraldinos conquistaram o certame de 1954. No ano anterior, o Ferroviário havia ganhado o campeonato da cidade e o ASA de Arapiraca o do interior. O regulamento mandava que os dois disputassem uma melhor de três para decidir o titulo do Estado. O Ferroviário se recusou a participar esta decisão e a Federação proclamou o ASA o campeão alagoano de 1953.No ano seguinte, o campeonato foi disputado em dois turnos. O primeiro foi conquistado pelo CRB e o segundo pelo Ferroviário. Pelo regulamento o campeão seria conhecido através de uma melhor de três entre os campeões de cada turno.

A imprensa dava como favorito o time da Rede Ferroviário que possuía um plantel com muitos veteranos bons de bola e alguns jovens com muita vontade de vencer.Mas para ganhar o segundo turno, o Ferroviário começou vencendo o Auto Esporte por 3x1. Depois goleou o CSA por 3x0. Superou o Esporte Clube Alagoas por 2x1. Derrotou o Alexandria também por 2x1. Entretanto, no último jogo contra o CRB, perdeu por 1x0. Mesmo perdendo, o Ferroviário ficou o titulo do segundo turno. Este resultado deu a falsa impressão ao CRB que o clube da pajuçara poderia ganhar a melhor de três na decisão do titulo de campeão da temporada.No primeiro clássico da série, o time da Rede obteve uma sensacional vitória por 2x1, dando personalidade ao elenco. Tanto que, mesmo sendo derrotado, também por 2x1, no segundo jogo, foi para a “negra” com muita disposição. Este foi sensacional e disputado no dia 15 de maio de 1955. Isso mesmo. O campeonato de 1954 somente foi decidido no ano seguinte. O CRB chegou a abrir o marcador. O gol não abalou o Ferroviário que virou o marcador para 3x1 e selou a campanha de 1954. Estava, assim, escrito um capitulo em verde e branco na história do futebol alagoano.

Títulos

Campeonato Alagoano: 1954.


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Rabello Futebol Clube

O segundo grande clube a surgir em Brasília (o primeiro foi o Guará) foi o Rabello (com dois eles) Futebol Clube, da Construtora Rabello, cujo dono era o empresário Marco Paulo Rabello, grande amigo do ex-presidente Juscelino Kubitschek e responsável pela construção de importantes obras em Brasília, dentre as quais o Palácio da Alvorada, a Estação Rodoviária, o Supremo Tribunal Federal e a Universidade de Brasília. Marco Paulo também foi um dos fundadores do Clube de Engenharia e Arquitetura de Brasília, do Country Club, do Cota Mil e do Iate Clube.

O time de futebol foi fundado em 17 de agosto de 1957 por Paulo Linhares (famoso mestre de obras), José de Lourdes Alexandre, Ernando Soares, Djalma Sérgio e José Silva Laranjeira, dentre outros.Nas cores preto e branco, tinha o uniforme igual ao do Botafogo, do Rio de Janeiro.No primeiro jogo que disputou, perdeu de 6 x 0 para a seleção da Polícia Militar.A construtora Rabello foi um das primeiras firmas, ainda em 1956, a ter seu próprio acampamento. Em 1958, já estavam construídos, aproximadamente, 22 acampamentos ao redor do conjunto das obras de Brasília.

A busca de lazer e de entretenimento levou os empregados de uma grande parte desses acampamentos a descobrirem o futebol. As “peladas” começavam a fazer parte do quotidiano de Brasília. Como em toda parte, cercadas de grande animação. Partidas sensacionais, entusiasmo fora do comum e neste diapasão as horas se passavam, fazendo esquecer as tristezas determinadas pela ausência dos familiares, que aos poucos começavam a chegar a Brasília.

O amor que dedicavam ao futebol era tão grande que passou a despertar o interesse dos donos das construtoras.Aos times das construtoras se juntaram os times dos órgãos filiados a NOVACAP, animados por um grupo de entusiasmados e com experiência em outros centros.Tudo isso motivou os empregados das outras construtoras a também criarem seus times, que em pouco tempo chegaram a 18.No dia 16 de março de 1959, quando a Federação Desportiva de Brasília foi fundada, o Rabello esteve representado por José Silva Laranjeira.

Com o passar do tempo, os clubes iam tendo seus estatutos aprovados e comunicando constituição de sua diretoria.


A primeira competição oficial da FDB foi o Torneio Início, realizados no dia 4 de setembro de 1960, no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.O Rabello venceu a competição, passando por Alvorada (1 x 0, gol de Nilo), 0 x 0 com o Guará (na decisão por pênaltis, vitória do Rabello) e 0 x 0 com o Edilson Motta (na decisão por pênaltis, vitória do Rabello, por 3 x 2).Na final, o Rabello venceu o Planalto por 1 x 0, gol de Calado, cobrando pênalti, e conquistou o título.

O Rabello formou com Gaguinho, Leocádio e Paulo Roberto; Calado (Capixaba), Antônio e Alberto; Délio, Baianinho, Zé Carlos, Nilo e Motorzinho.Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), resolveu-se fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão de 1960 e as oito que comporiam a Segunda.

Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave.O campo do Rabello levava o nome de Estádio “Paulo Linhares”.O Rabello fez parte do Grupo D, juntamente com Alvorada, Nacional e Real.Sua estréia oficial aconteceu no dia 18 de setembro de 1960, na primeira rodada do torneio classificatório. Aconteceu empate em 0 x 0 com o Nacional.Na segunda rodada, no dia 25.09.1960, goleou o Real por 6 x 1, gols de Baiano (2), Nilo, Matias, Zequinha e Hugo (contra). Encerrou sua participação no dia 09.10.1960, com outra goleada, desta vez sobre o Alvorada, por 5 x 2. Ficou em primeiro lugar de seu grupo e garantiu sua presença na Primeira Divisão de 1960.Antes de ter início o campeonato, o Rabello realizou, no dia 05.11.1960, um amistoso contra o Grêmio (2 x 2), quando aconteceu a inauguração dos refletores do campo do Grêmio, que passou assim a ser o primeiro clube de Brasília a contar com este tipo de recurso.

O Campeonato de 1960, o primeiro oficial, foi realizado em um único turno e o troféu do campeão levou o nome de Taça “Juscelino Kubitschek”.Sua estréia aconteceu em seu campo, no dia 27.11.1960, com vitória sobre o grande rival Defelê, por 1 x 0, gol de Joãozinho. Este foi o primeiro jogo entre Rabello e Defelê que, com o passar dos anos, se tornaria o maior clássico do futebol brasiliense da década de 60.O Rabello jogou com Gaguinho, Paulo e Leocádio; Cazuza, Nozinho e Alberto; Joãozinho II (Motorzinho), Calado, Baiano, Nilo e Joãozinho I.Ao final do campeonato, após sete jogos, ficou em 4º lugar, com quatro vitórias, um empate e duas derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 7. O Defelê foi o campeão.


A rivalidade acirrou-se ainda mais no ano seguinte, quando os dois clubes decidiram o campeonato brasiliense de 1961, depois de uma melhor-de-quatro.Nos três primeiros jogos, empates: 12.11 – 1 x 1; 19.11 – 0 x 0 e 26.11 – 1 x 1.

No quarto jogo, em 03.12.1960, o Defelê venceu por 3 x 1, ficando novamente com o título.O Rabello formou com Gaguinho, Paulo e Leocádio; Pernambuco, Sabará e Bugue; Roberto, Calado, Joãozinho, Nilo e Arnaldo.Como consolo, teve o seu jogador Sabará apontado como o melhor jogador de 1961 pelo jornal Diário Carioca.O ano de 1962 começou com a conquista da Taça Candango, com Guará, Colombo, Defelê e Rabello, no campo do Defelê, torneio patrocinado pela Companhia Antarctica Paulista.Na primeira rodada, realizada em 28.04.1962, no Campo do Defelê, o Guará venceu o Colombo, o mesmo acontecendo com o Rabello, que passou pelo Defelê.A decisão do torneio aconteceu no dia 1º de maio, no Campo do Guará.

O Rabello venceu o Guará por 2 x 1. Alaor Capella e Arnaldo marcaram para o Rabello.Logo depois, conquistou o Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”, após vencer Defelê, Guará, Nacional, Guanabara e Planalto. Marcou 13 gols e sofreu apenas um.Parecia que estava no rumo certo para a conquista do título de campeão brasiliense. Parecia! Mais uma vez o título não veio. Para piorar, ainda ficou em terceiro lugar, atrás do tricampeão Defelê e do Colombo.

No dia 3 de março de 1963, Paulo Linhares deixou Brasília e a Presidência do Rabello Futebol Clube. Romeu Casadei o substituiu.Mais uma vez ficou em segundo lugar no campeonato brasiliense de 1963, desta vez atrás da A. E. Cruzeiro do Sul.


Em 8 de novembro de 1963 aconteceu uma Assembléia Geral que aprovou a implantação do profissionalismo no Distrito Federal. Os clubes Defelê, Rabello e Grêmio firmaram um documento solicitando inscrição para disputar o campeonato profissional de 1964.Antes de encerrar o ano, disputou um amistoso com o Goiás, vencendo-o por 2 x 1. Foi o início do novo time do Rabello. Como era de se esperar, com a saída de Jackson Roedel para o Rabello, vários jogadores do Cruzeiro do Sul foram com ele, tais como Ceninho, Beto Pretti e Paulinho. Além dos jogadores do Cruzeiro do Sul, o Rabello também contratou jogadores do Defelê.


O teste do novo time aconteceu durante o Torneio Triangular “Deputado Guilhermino de Oliveira”, em 03.05.1964, contra o Cruzeiro, de Belo Horizonte, que já trazia os supercraques Piazza, Tostão e Hilton Oliveira, entre outros. A derrota de 1 x 0 foi recebida como vitória.Veio a primeira competição no novo regime, o Torneio “Prefeito Ivo de Magalhães”, com quatro clubes: 1º de Maio, Rabello, Colombo e Luziânia. Duas vitórias e um empate deram o título de campeão ao Rabello.A formação do Rabello nesse torneio foi Gaguinho, Russo, Melo, Farneze e Wilson; Calado (Nilo) e Beto Pretti; Djalma, Ceninho (Ramiro), Amaury e Sabará.O campeonato viria a seguir, com a participação de um clube a mais em relação ao torneio, justamente o Defelê. Mas isso não foi empecilho para a conquista do título, que veio após dois turnos, de forma invicta: oito jogos, sete vitórias e um empate; 18 gols a favor e 4 contra.

Utilizou os seguintes jogadores: Goleiro: Gaguinho; Defensores: Délio, Aderbal, Bimba, Farneze, Melo e Ivan; Atacantes: Sabará, Beto Pretti, Zé Maria, Wilson, Djalma, Ceninho, Aires, Clarindinho, Nilo e Raimundinho.

Para se demonstrar a força que o Rabello adquirira, no dia 21 de abril de 1965, quando da inauguração parcial do novo Estádio de Brasília (mais tarde Pelezão), nada menos que seis jogadores do Rabello faziam parte da Seleção do Distrito Federal que perdeu para o Siderúrgica, campeão mineiro de 1964, por 3 x 1: Aderbal, Gegê, Zé Maria, Beto Pretti, Sabará e Djalma.Vieram novas conquistas em 1965. No Torneio Início, em 12.09.1965, no campeonato brasiliense desse ano, levando a melhor sobre Colombo, Guará e Defelê, após dois turnos.


O ano de 1966 começou muito bem quando recebeu, em 21 de abril, aniversário da cidade de Brasília, o Fluminense, do Rio de Janeiro, com jogadores de renome tais como Samarone, Amoroso, Lula e Gilson Nunes. Empate de 1 x 1, gol de Reinaldo para o Rabello.Logo depois aconteceu a estréia do Rabello na Taça Brasil de 1966. Enfrentou o campeão goaino Anápolis. No primeiro jogo, em 13.07.1966, vitória do Rabello por 2 x 0, com dois gols de Zezé. Em sua estréia numa competição nacional teve a seguinte formação: Zé Walter, Jair, Gegê, Melo e Aderbal; Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Roberto (Invasão), Otávio e Arnaldo.

Uma semana depois aconteceu o tumultuado segundo jogo. O jogo foi interrompido durante o intervalo, com 0 x 0 no marcador, após a agressão de um dirigente do clube goiano ao árbitro, que não reiniciou o jogo, por falta de garantias. Os 45 minutos finais foram disputados somente em 12 de agosto, em Goiânia (GO). Na continuação do segundo jogo, o Anápolis fez 1 x 0, levando a decisão da vaga para um terceiro jogo. Jogo esse que aconteceu dois dias depois, com a goleada do Anápolis, por 4 x 1. Estava encerrada, assim, sua primeira participação na Taça Brasil.


O campeonato de profissionais de Brasília desse ano teve um substancial aumento no número de clubes. Passou a ser de sete, com a inscrição de Flamengo, Luziânia e Pederneiras.O título de 1966 veio de forma antecipada, no dia 25.09.1966, ao vencer o Luziânia, em seu estádio, por 3 x 1, gols de Roberto (2) e Beto Pretti. Formou com Zé Walter, Aderbal, Melo, Pelé e Didi; João Dutra e Beto Pretti; Zezé, Roberto, Otávio e Arnaldo (Walmir). Nos doze jogos que disputou, venceu oito, empatou dois e perdeu outros dois.Em fevereiro de 1967, o Flamengo, do Rio de Janeiro, realizou dois amistosos no Distrito Federal, contra Rabello e Defelê. Aplicou duas goleadas: 16 – 4 x 0 Defelê e 19 – 5 x 0 Rabello.Mas, o ponto alto de 1967 foi a excursão do Rabello ao norte do Brasil, onde realizou cinco jogos nas cidades de Belém (PA) e Teresina (PI). Esta foi a primeira excursão de um clube do DF ao norte do País. Os resultados alcançados foram:15.04 - Paysandu 2 x 1 Rabello (única derrota);19.04 - Remo 1 x 1 Rabello, gols de Luís Carlos para o Remo e Zé Maria para o Rabello;23.04 - outro empate em 1 x 1 entre Remo e Rabello;27.04 - em Teresina (PI), no Estádio Lindolfo Monteiro: Flamengo 0 x 1 Rabello, gol de Edinho;30.04 - River 0 x 3 Rabello, gols de Cid (2) e Carlinhos;Jackson Augusto Roedel, Vice-Presidente do Rabello, foi o chefe da delegação. 18 jogadores viajaram.Veio a Taça Brasil de 1967, desta vez fazendo parte do 1º Subgrupo Centro, juntamente com Rio Branco (Vitória-ES), Goytacaz (Campos-RJ) e Goiás (Goiânia-GO).Nos três primeiros jogos fora de casa, duas derrotas (0 x l Goiás e 0 x 3 Goytacaz) e uma vitória (1 x 0 Rio Branco). Quando achou que poderia se recuperar nos jogos em casa, aconteceu o inesperado: duas derrotas seguidas (1 x 3 Goytacaz e 0 x 2 Rio Branco) o deixaram sem chances de classificação. Encerrou sua participação goleando o Goiás por 4 x 1.Defenderam o Rabello: Dico, Aderbal, Melo (Pedro Pradera), Pelé (Luiz) e Didi (Sérgio); Zé Maria e João Dutra (Tião); Sabará, Zezé (Paulinho), Luizinho (Cid) (Aloísio) e Arnaldo (Alemão) (Serginho).


Antes, no início do mês de março, participou do Torneio Quadrangular Interestadual “Taça Ciro Machado do Espírito Santo”, com as participações de Rabello e Defelê, de Brasília, Ipiranga, de Anápolis (GO) e o Botafogo, do Rio de Janeiro (RJ), representado por seu time reserva.Venceu o Ipiranga (4 x 2) e empatou em 0 x 0 com o Botafogo.

No campeonato oficial de profissionais de 1967, voltou a ficar com o título de campeão, superando Colombo, Cruzeiro do Sul, Defelê e Guará. Foram dez jogos, com oito vitórias e dois empates. Ainda teve os dois artilheiros do campeonato, Cid e Luizinho, ambos com 9 gols.Para a Taça Brasil de 1968, a Federação de Brasília decidiu que a Seleção Permanente iria vestir a camisa do Rabello e representá-la na Taça Brasil. Passou pelo primeiro adversário, o Operário, de Campo Grande (MT), mas foi desclassificado pelo segundo, o Atlético Goianiense.Jogaram Zé Walter, Aderbal, Farneze, Carlão (Alaor Capella) e Wilson (Didi); João Dutra e Zé Maria; Sabará (Djalma), Guairacá (Paulinho), Otávio (Axel) e Sólon (Cid).


O ano de 1968 não terminou bem, perdendo o campeonato para o Defelê, por dois pontos de diferença.Para o campeonato oficial de 1969, a Federação de Brasília resolveu promover um campeonato com a participação de clubes amadores e profissionais. Foi o caos total. Um desestímulo a todos os clubes. O Rabello foi um desses clubes. Na classificação final do Grupo (só os seis primeiros passavam para a segunda fase), ficou em 10º lugar, entre 11 clubes. Foram apenas duas vitórias em dez jogos.Foi o início do fim. Seu último jogo deveria ser contra o Alvorada, em 29.06.1969. O adversário, último colocado no seu grupo, não apareceu e o Rabello venceu por WO. Assim, sua última participação em campos de Brasília foi a derrota (4 x 2) para o Carioca, em 22 de junho de 1969.


Não disputou nenhuma competição oficial em 1970 e em 22 de junho de 1971 uma Assembléia aprovou a sua desfiliação.Todos os anos, por volta do aniversário de Brasília, os ex-funcionários da Construtora Rabello se reúnem em confraternização, mantendo a tradição de muitos anos de reencontro dos seus empregados e amigos da construção.


TÍTULOS


2 Campeonatos Metropolitanos 1966/67


terça-feira, 19 de maio de 2009

Guarany Sporting Club

Dia dia 2 de julho de 1938, na residência do Sr. Luiz Nogueira Adeodato, localizada na esquina da Av. Dr. Guarany e à Rua Cel. Mont.Alverne (atrás do teatro São João), em Sobral-Ce, nasceu o Guarany Sporting Club, A primeira diretoria do Guarany era composta por: Pe. José Aloísio Pinto (Presidente de Honra), Luiz Nogueira Adeodato (Presidente Executivo).

Dentre elas a do Dr. Éverton Francisco Mendes Mont.Alverne, que levou o time a disputar o título de Campeão Cearense de Futebol (3° lugar em 1970), o que divulgou consideravelmente o nome do clube e da cidade de Sobral. Outro Presidente que merece destaque, foi goleiro do clube durante anos, onde conquistou o Intermunicipal de 1949 como goleiro.

O Primeiro Presidente do clube como equipe profissional disputou e ganhou a divisão de acesso e em 1967 o bugre sobralense participou de seu 1° campeonato cearense na divisão de elite do nosso futebol. Manés ainda foi Presidente do Guarany por diversas vezes, sempre sendo eleito por unanimidade, tendo deixado às fileiras do Guarany em 1981.

No dia 31 de Julho de 1982, assume o Presidente que mais ano ficou frente ao clube, o Sr. Luiz Mello Torquato. O primeiro jogo sob a administração do Sr. Luiz Torquato, foi no dia 1° de agosto de 1982, entre a equipe do Guarany de sobral e o Guarany de Juazeiro, no estádio do Junco, onde o Guarany sobralense goleou por 3x0.

Em 1983, pela excelente campanha no certame cearense, o Guarany ganhou o direito de participar da Taça de Prata, e no ano seguinte repetiu a dose com o 3° lugar no Campeonato Cearense. Sob o comando do Sr. Luiz Mello Torquato, o Guarany ainda disputou o Campeonato Brasileiro de 1987, último ano que a equipe disputou campeonato promovido pela CBF.

Dentre os títulos conquistados na administração do Sr. Luiz Mello Torquato podemos destacar a conquista do Torneio de Movimentação em 1996 e depois de descer para a 2° divisão em 1998, tornou-se Campeão Cearense da 2° divisão em 1999, voltando a primeira divisão classificou-se em 3° lugar nos anos de 2000 e 2001, em 2001 foi o único clube classificado do Norte e Nordeste para as finais do Campeonato Brasileiro da série C, ficando entre os quatros finalistas de um total de 65 clubes disputantes e sendo o campeão geral de renda entre os participantes.

Títulos

Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 4 vezes (1966, 1999, 2005 e 2008).


Estádio

Estádio Plácido Aderaldo Castelo - conhecido como Estádio do Junco ou Juncão, é um estádio de futebol de Sobral, Ceará. Sua capacidade é de 25.000 pessoas. Foi reformado na administração do então prefeito e atual governador do estado do Ceará, Cid Gomes.




Hino

Letra e Música: Luiz Gonzaga Frota


Guarany, teu nome é uma glória Guarany, símbolo de vitória Guarany, na luta és tão forte És orgulho da "Princesa do Norte". És cacique de um vale vibrante Que vai muito avante, avante lutar Por um povo que ama seu time Guarany! Guarany! Vamos lutar, vamos ganhar.

Mascote


Cacique do Vale

Site
http://www.guaranydesobral.com.br/ - fora do ar

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Força Esporte Clube

O Força Esporte Clube, equipe de futebol profissional da Força Sindical, surgiu em 2001 com o objetivo de dar oportunidades aos jovens de construir uma carreira no esporte mais popular entre os brasileiros, o futebol. Formar cidadãos conscientes e participativos das questões sociais colocadas à nossa sociedade integrando a família, a comunidade, sindicatos, as organizações sociais e órgãos públicos numa ação integrada pelo esporte e pela cidadania plena, estas são as finalidades do time de futebol da Força Sindical.
Em 2003, o time foi Campeão Paulista da 3ª Divisão/B3. Em 2006, participou da Segunda Divisão do Campeonato Paulista e obteve a 6ª colocação. “Agora o objetivo é conquistar uma das quatro vagas de acesso à Série A3 em 2007”, afirma o presidente da equipe, Valdir Pereira da Silva, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo.
O projeto social realizado pelo Força Esporte Clube nas periferias das cidades de Franco da Rocha, Mauá e Mogi das Cruzes já revelou três jovens jogadores que vestiram a camisa do Força nos anos de 2005 e 2006. O lateral-direito Thiaguinho apareceu na Copa São Paulo de Futebol e depois foi contratado pelo Atlético (MG). O meia Dodô que disputou a Segundona, em 2006, e foi para o Londrina (PR). E o atacante Alemão, que depois de revelado agem pelo Força Esporte Clube, teve passagens pelo Coritiba, no Kyoto Purple Sanga do Japão e por último no Palmeiras (SP). O jogador teve a carreira interrompida por uma acidente automobilístico que lhe tirou a vida.


Títulos


Mascote


O mascote do clube não poderia ser outro, senão, um trabalhador, representado pelo operário brasileiro.







Estádio
O estádio oficial do clube é o Estádio Municipal Carlos Ferracini de Caieiras, município da grande São Paulo.Foi fundado em 10 de abril de 1980 e tem capacidade para 6195 pessoas.


Site

domingo, 17 de maio de 2009

Estácio de Sá Futebol Clube

Unindo esporte e educação, num projeto ousado e pioneiro no Rio de Janeiro, nasceu em 20 de julho de 2004 o Estácio de Sá Futebol Clube, que antes se chamava Universidade Estácio de Sá Futebol Clube. Projeto ambicioso com investimento inicial de 60 milhões. A gestão do time, baseado num modelo profissional de administração esportiva, formatou o primeiro clube-empresa de uma universidade carioca para atuar no futebol profissional.

Atualmente sedia seus jogos no estádio do Olaria Atlético Clube. Com a ajuda de seus patrocinadores, o clube conseguiu construir seu próprio estádio: o Estádio Universidade Estácio de Sá, Localizado em Curicica. O seu material esportivo é Kappa. A cor de seu uniforme é laranja.
Foi campeã da 3ª Divisão do Rio de Janeiro, em 2005, e 4ª colocada na segunda divisão do Campeonato Carioca em 2006, logo no primeiro ano em que disputou a competição.



ESTRÉIA
O primeiro grito de gol do clube foi obra do ex-atacante Pablo, no primeiro jogo do clube contra o CFZ do Rio, no campo do CFZ, na Barra da Tijuca. Em 14 de agosto de 2004, aos cinco minutos do segundo tempo, o atacante, encoberto pelo zagueiro do time adversário, marca o início de grandes emoções na história do Estácio de Sá Futebol Clube. No embate, o Estácio acaba sendo derrotado, mas segue rumo a novas conquistas.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 2005.

Estádio

Rua Bariri - pertence ao Olaria A. C - Capacidade 10.000

Mascote







Com 82 % o nome escolhido para o mascote do Estácio de Sá Futebol Clube foi Tácio.




Site

sábado, 16 de maio de 2009

Sociedade Esportiva e Recreativa Juventude

O Juventude foi fundado no dia 23 de maio de 1982. Na ocasião, pelo menos 15 pessoas reuniram-se no hotel e churrascaria "Trevão", em Primavera do Leste. A fundação do clube teve, como objetivo prinicipal, a participação do mesmo no campeonato amador de Poxoréo. Até então, disputava apenas campeonatos e torneios em fazendas e inúmeras foram as vezes em que seus jogadores viajavam em cima de caminhões, para locomoverem-se ate o local de disputa.

O nome Juventude fora escolhido através de sugestões diversas pessoas e principalmente, porque eram na maioria jovens. As cores escolhidas também foram por sorteio e sugestões, recebendo a maioria dos votos o vermelho e o branco. O brasão do Juventude foi criado por Eloi Bauer Melo.

Pelo fato de Primavera do Leste ter sido elevada à município apenas em 1986, e pela população reduzida, os 11 jogadores do Juventude foram por muito tempo constituídos de índios da aldeia xavante.

Campeão Mato-grossense da Segunda Divisão em 1990, o Juventude foi uma equipe de grandes investimentos e resultados no início desta década, sagrando-se bicampeão estadual em 2000 e 2001. Estreou no certame em 1991 – de lá para cá, ficou fora dos campeonatos de 1995 a 1998; 2004; 2006; 2007 ; 2008 e 2009.

Títulos

Campeonato Mato-Grossense 2 vezes (2000 e 2001).
Campeonato Mato-Grossense - 2ª Divisão: 1990.


Estádio

Asa Delta
Capacidade 12 mil pessoas

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Fabril Esporte Clube

O Fabril Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Lavras, no estado de Minas Gerais.

Fundado em 2 de setembro de 1932, manda seus jogos no Estádio Juventido Dias, o Municipal, com capacidade para 6.000 pessoas (ou no estádio da UFLA, que tem capacidade para 30.000 pessoas).

Atualmente disputa a Terceira divisão do campeonato mineiro.

Títulos

Campeonato Mineiro - Segunda Divisão: 1984.

Campeão do Interior: 1988.

Estádio:
Cel. Juventino Dias (5.000)

Estádio da UFLA (30.000)



Mascote:

Falcão

Site
http://www.fabrilec.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Americano Futebol Clube

A trajetória do Americano Futebol Clube, de Campos, começou em 1914. Em uma tarde daquele ano, um combinado de Campos enfrentou o America Football Club, o então campeão carioca. O time da capital venceu por 3 a 1. No dia 1º de junho, inspirados no adversário, foi fundado o Americano Futebol Clube.

Nesta época, o futebol da cidade de Campos já contava com times de peso como o Rio Branco, Goytacaz, Aliança e Luso-Brasileiro. No ano de sua fundação, o Americano conseguiu bater o poderoso da região, o Rio Branco, por 4 a 1. Em 1915, o time ingressou no Campeonato Campista e logo se sagrou campeão. Neste torneio local, a agremiação é a recordista com 27 títulos, sendo que nove destes foram conquistados consecutivamente.

No ano de 1922, com apenas oito anos de existência, o clube já ostentava, em suas fileiras, dois jogadores convocados para a Seleção Brasileira: Soda e Mario Seixas. Em 1930, outro jogador alvinegro foi convocado para disputar a Copa do Mundo do Uruguai: Poli,Policarpo Ribeiro, que inclusive foi homenageado com uma placa no Hall Social do clube. Em termos de título, o que mais orgulha o torcedor do alvinegro campista é o inédito título de êne-campeão campista e do interior do RJ, uma conquista inédita. São nove títulos consecutivos por duas ocasiões.

Entre 1964 e 1975, o time também conseguiu quatro títulos estaduais fluminense. Neste período, a cidade do Rio de Janeiro era o Estado da Guanabara, então grandes times como Botafogo, Vasco, Flamengo, Fluminense e América disputavam outro torneio.

O alvinegro de Campos também foi campeão do torneio do interior entre os anos de 1985 e 1993. Em de 1987, o clube conquistou o Campeonato Brasileiro do Módulo Azul, o que seria hoje a terceira divisão. Isto permitiu uma maior visibilidade nacional à agremiação.

Ainda em 1987, o Americano representou o Estado do Rio de Janeiro e conquistou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em uma final memorável contra os paulistas.

O ano em que o Americano chegou mais perto da vitória do Campeonato Estadual foi em 2002. O time venceu a Taça Guanabara (1° turno da competição), a Taça Rio (2° turno), mas perdeu para o Fluminense em uma conturbada competição. Naquele ano, por causa da Copa do Mundo, a Rede Globo de televisão boicotou o torneio e não houve divulgação televisiva, até porque nos primeiros meses do ano houve a disputa do Torneio Rio São-Paulo.

Em 2005, a oportunidade de ter outra Taça Guanabara escapou na disputa de pênaltis. Na final, o time de Campos enfrentou o Volta Redonda. Após um jogo sem muitas emoções e um empate por 0 a 0, o time do sul fluminense levou a melhor na disputa por pênaltis, derrotando o Americano.

O torcedor mais conhecido do Americano era o ex-presidente da Federação Carioca de Futebol, Eduardo Viana, conhecido também como Caixa D'água. Ele presidiu a Federação por cerca de 20 anos, entre as décadas de 1980, 1990 e 2000.

Neste período, produziu muita polêmica e suspeitas de fraude. O alvinegro de Campos foi acusado muitas vezes de favorecimento durante a sua gestão. Em 2006, Eduardo Viana morreu.

Estádio

O Estádio Godofredo Cruz é um estádio de futebol localizado em Campos dos Goytacazes no estado do Rio de Janeiro. Fundado em 24 de janeiro de 1954, é o maior estádio de futebol não somente da cidade de Campos dos Goytacazes, como também é o segundo maior estádio do interior do estado do Rio de Janeiro. Pertence ao Americano Futebol Clube e sua capacidade prevista, é de 25 mil pagantes.

http://mavalem.sites.uol.com.br/rj/Americano2.jpg

A partida inaugural foi de Bangu x Goytacaz, vencida pelo Bangu numa goleada de 4 a 1. O primeiro gol no estádio foi de Lucas (Bangu).

O recorde de público foi de 22.853 pagantes em 30 de março de 1983, em um jogo entre Americano Futebol Clube e Flamengo. Partida válida pelo Campeonato Brasileiro que terminou empatada em 2 a 2.

Hino

Americano, Americano

Eu me orgulho em ser seu torcedor

A camisa alvi-negra glorifica e no gramado agiganta o jogador

De vitória em vitória, o Americano escreve a sua história

Onde perfilam a fibra na disputa, a honra de vencer

Em cada luta a multidão a torcer, por isso ele cresce a cada

Querido glorioso, meu Americano

Querido glorioso, meu Americano

Mascote

A mascote do Americano é um fantasma, que se veste com a camisa do clube.



Site
http://www.americanofc.com.br/

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mogi Mirim Esporte Clube

Primeiro time de futebol da cidade de Mogi, o Mogi Mirim Esporte Clube foi fundado no dia 01 de fevereiro de 1932 e, no mesmo ano, participou pela primeira vez de uma competição oficial: o Campeonato do Interior. No ano seguinte, sagrou-se campeão do torneio, que disputou ainda por mais de duas décadas. Enfim, em 1954, a agremiação se profissionalizou e debutou no Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Em 1959, o clube se licenciou e permaneceu inativo por 10 anos, retornando às atividades profissionais em 1970, novamente na “Segundona”. Os anos foram se passando e, entre 1978 e 1981, o Mogi Mirim esteve na Terceira Divisão, retornando à Segunda no ano seguinte. Enfim, em 1985, um dos objetivos foi alcançado. Com o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão obteve o direito do acesso à Primeira Divisão, em 1986.
Foi no ano de 1985 que o Sapo chegou à primeira divisão do Campeonato Paulista. Naquele ano, o Mogi montou um time considerado bom para os padrões da época, com jogadores como o “xerife” Chicão e Oscarzinho, e na noite de 11 de dezembro de 85, no estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, o time chegou à divisão principal ao conquistar o título da Segunda Divisão com um empate de 1 a 1 com o Tanabi. De lá para cá, o Mogi se firmou no futebol paulista. O ápice foi nos anos de 92 e 93, com o célebre “Carrossel Caipira”, liderado por Rivaldo, Válber e Leto. O sucesso do time, que disseminou o nome do Mogi Mirim por todo o território nacional, foi a união de um treinador de visão, com um esquema tático ousado, e jogadores virtuosos que incorporaram um profundo espírito de equipe.

Aos moldes do Carrossel Holandês da Copa do Mundo de 1974, o estreante técnico Oswaldo Alvarez implantou o esquema 3-5-2. O encaixe do elenco foi perfeito. De tanto girar, o Carrossel Caipira atordoou adversários por onde passou. Para os grandes clubes da capital, o Sapo ficou conhecido como o time do interior mais difícil de ser batido.
Tamanho foi o êxito do elenco comandado por Vadão que em 1992 o Sapo conquistou o título da Copa 90 Anos da Federação Paulista de Futebol e do Grupo Amarelo do Campeonato Paulista. Por pouco o time não chegou à final do Paulistão.

No ano seguinte, o clube venceu o Torneio Ricardo Teixeira. Em 1995, o Mogi Mirim novamente conquistou o título do Campeonato Paulista da Série A-2. Em sua história também se destacam o vice-campeonato da Série-C do Campeonato Brasileiro, em 2001, e o título do Campeonato Paulista Sub-20, em 2006.
No ano passado, depois de permanecer por duas temporadas na Série A-2 do Paulista, o Sapo conquistou o acesso à primeira divisão.

Títulos

Campeonato Paulista da Série A-2: 1985 - 1995

Copa 90 anos da Federação Paulista de Futebol 1992
Torneio Ricardo Teixeira 1993



Quando meu time vai para o campo

A alegria vai atrás

Pois cantando venceremos

Nós queremos festejar

O meu time é de massa

Somos a força do interior

A galera vai gritar

Ê ô, ê ô, ê ô, ê ô, ê ô

Sapo!

Ê ô, ê ô, ê ô, ê ô, ê ô

Sapo!

Estádio

Com capacidade para 20 mil pessoas, o Estádio “Papa João Paulo II" é de propriedade do Mogi Mirim Esporte Clube. Ostentando linhas arquitetônicas modernas, tem em sua fachada
elementos atraentes, por seu aspecto majestoso.









Mascote
O time ganhou a figura de um sapo como mascote porque na região onde a cidade foi fundada em meados do século XVII havia muitos brejos com uma quantidade de sapos impressionante. Não deu outra, após a fundação do clube o anfíbio tornou-se o mascote e foi aprovado pela população da cidade.






Site
http://www.mogimirim.com.br/

terça-feira, 12 de maio de 2009

Capital Clube de Futebol LTDA

O CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL nasceu sob o signo da vitória e surgiu com o propósito de preencher uma lacuna histórica existente desde o desaparecimento do saudoso CEUB, e do Grêmio Esportivo Brasiliense, fatos que deixarão Brasília sem representante local no circuito de futebol profissional do Distrito Federal.

Fundada em 15 de janeiro de 1980, a Social Esportiva Maringá, detém a exclusiva marca de pentacampeã de futebol amador, teve seu início na cidade-satélite do Guará e até hoje se mantém uma agremiação que goza de um prestígio singular no âmbito do futebol amador do Distrito Federal. Um time que nos últimos dez anos ganhou nada menos do que cinco vezes o Campeonato de futebol amador local, sem contar com os inúmeros títulos conquistados ao longo dos seus 25 anos de história.

No ano de 2004, a incursão do Maringá na categoria profissional, deixou claro que algumas mudanças deveriam ser implementadas. Foi neste contexto que se decidiu transformar o Maringá em um clube profissional surgindo assim o CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL.
Este novo produto, com outra roupagem, outro nome/marca e outro direcionamento, visava não somente a captação de novos investidores, como também a aproximação com um público novo e órfão de um representante significativo no futebol profissional. Hoje o CAPITAL C.F segue seu legado de inovação e vanguarda, implantando um projeto vencedor e profissional na gestão do clube, prezando sempre pela lealdade ao nossos torcedores e investidores.


Títulos

Mascote

Corujão












segunda-feira, 11 de maio de 2009

Associação Desportiva Perilima


O Perilima foi fundado no dia 8 de setembro de 1992 e pertence a uma fábrica de sordas, bolachas de trigo e rapadura. Amante do futebol, o desportista e empresário Pedro Ribeiro decidiu em 1995, criar uma equipe de futebol para o lazer dos operários da sua fábrica, foi assim que a industria alimentícia Perilima, produtora de Sordas (tipo de iguaria), ingressou no esporte como à Associação Desportiva Perilima. Nos anos de 1996 e 1997, o clube se limitou às competições amadoras nos bairros de Campina Grande, porém em 1998. Pedro Ribeiro decidiu profissionalizar o time da fabrica e inscreveu a equipe no Campeonato Paraibano da Série B, com o elenco inicialmente formado pelos funcionários da empresa, incluindo seu dono, Pedro Ribeiro Lima, (técnico e atacante da equipe).

No primeiro turno do campeonato da Segunda Divisão paraibana, o time ficou na lanterna, somando apenas 1 ponto. O que não abateu a equipe, que, no dia 27 de setembro, conseguiu sobre o Serrano de Serra Redonda a primeira vitória de sua história, com o placar de 2x0. Conseguindo uma recuperação épica, a equipe se classificou para a grande final do quadrangular, depois de vencer o Cruzeiro de Itaporanga com o placar de 1x0. Gol marcado pelo meia Beto, e novamente tendo no seu caminho o Serrano. Desta vez, o Perilima foi superado, ficando apenas com o vice-campeonato, o que valeu a promoção para a Primeira Divisão estadual. Os Atletas do Perilima eram: Dissa, Fernando, Ricardo, Júnior, Fofão, Dinho, Tuta, Nego Pai, Renato Batista, Nonato, Naldo, Pedro Ribeiro, Lito, Neto, Emiliano e Beto.

A estréia do Perilima no Campeonato Paraibano da Primeira Divisão foi um tanto desastrosa, sendo goleado pelo Nacional de Patos por 5x0, fora de casa. A equipe amargurou a ultima posição de seu grupo, regressando para a Segunda Divisão estadual em 2000. Novamente conquistou um vice-campeonato da competição, porém sem direito a ter acesso à elite desta vez, permanecendo na divisão inferior por mais uma temporada.


Em 2001, desta vez com o nome de Esporte Clube Perilima, conquistou novamente um acesso e um vice-campeonato da Segunda Divisão estadual, o que fez a Águia de Campina Grande voltar a elite estadual no ano de 2002, ano em que o time conseguiu seu melhor desempenho em estaduais da Primeira Divisão paraibana, até então. O Perilima ficou na 12ª posição num campeonato de 15 equipes, e se mantendo de forma inédita por mais de um ano consecutivo na Primeira Divisão.

No ano de 2003, novamente com a nomenclatura de Associação Desportiva Perilima, ironicamente a equipe voltou a ter um mau desempenho no campeonato, ficando na lanterna, apesar do grande desempenho da sua dupla de atacantes formadas por Nego Pai e Edmar, que foi autor de 12 gols na edição.
Desde então, a equipe vem acumulando acessos e rebaixamentos, conseguindo mais dois vice-campeonatos da segundona estadual (nomeada agora como Troféu Chico Bala) em 2004 e 2006.
Em 2007, voltou a participar da Primeira Divisão estadual sem, contudo, obter sucesso. Acabou sofrendo goleadas históricas e retornando à Segunda Divisão do Campeonato Paraibano.

Em 2009, surge uma iniciativa em prol do futebol. Mais de cem pessoas, fanáticas pelo esporte, decidiram ajudar um time sem torcida, mas famoso por outros motivos, a participar de mais uma competição oficial. Integrantes da comunidade “Futebol Alternativo”, que troca informações através de um site de relacionamento, farão doações em dinheiro para ajudar a Perilima a disputar a Série B do Campeonato Paraibano 2009.
Tudo começou após a divulgação por parte da imprensa das dificuldades econômicas que vive Pedro Ribeiro, dono do clube. Em reportagens, Peri afirmou que poderia não competir por não poder pagar valores referentes às taxas e viagens. Mais de R$ 1.500 já foram disponibilizados pelos integrantes da comunidade que entraram em contato com a diretoria da equipe afim de que a doação se concretize. Os dirigentes do auriceleste, por sua vez, já garantiram doação de camisas para sorteio e ainda a realização de um amistoso com data e local ainda a ser marcados.


Seu Peri Lima e o gol 1

A utopia do atleta Pedro Ribeiro Lima, o Perí (foto), considerado o atleta profissional mais velho em atividade no mundo em busca do primeiro gol de sua carreira como jogador profissional finalmente se concretizou, na partida realizada nesta quarta-feira 28, pela segunda rodada do re
turno do Campeonato Paraibano de Futebol, no confronto que apesar da derrota do seu clube, tornou-se histórico para a Desportiva Perilima.
O atleta de 58 anos, é proprietário de uma fabrica alimentícia que tem como principal iguaria a produção de Sordas. Pedro Ribeiro profissiona
lizou-se em 1998 para as disputas do Campeonato Paraibano da Série B daquele ano, e ao longo de quase dez anos, atuando pelo clube jamais conseguiu marcar um gol numa competição oficial. Na partida diante do Campinense Clube, o atleta finalmente "desencantou" e emocionado conseguiu balança as redes do goleiro Jailson do rubro-negro.
O atleta de futebol mais velho em atividade, comemorou o tento ao lado de seus atletas e não conseguiu esconder a satisfação de alcançar seu feito. Pedro Ribeiro tornou-se destaque na mídia não somente pela idade, mas também pela contradição com o atacante Romário ídolo do futebol mundial e que luta pela concretização do seu milésimo gol.
O Gol de Perí ocorreu aos 35 minutos, após uma jogada individual de Nego Pai na área rubro-negra. O atleta da Perilima acabou derrubado e o árbitro Laurismar Alves acabou marcando penalidade máxima. A cobrança ficaria a cargo do atacante Edmar, porém praticamente todos os torcedores no Estádio Ernani Sátiro pediram para Pedro cobrar.

Mesmo aparentando estar nervoso, o veterano não perdoou, e concluiu com precisão nenhuma chance de defesa para o goleiro do Campinense que ainda tentou evitar o feito. O gol marcado por Pedro Ribeiro arrancou aplausos calorosos dos torcedores dos dois clubes que gritaram seu nome no estádio.
Ribeiro tentou conter as lágrimas e mesmo sem ter o mesmo assédiosignificante, dado pela impressa brasileira quanto à expectativa do milésimo gol de Romário. Correu feito uma criança em busca do assédio de amigos e atletas.

Estádio







O Amigão - Capacidade para 34.000 torcedores




Mascote

Águia

domingo, 10 de maio de 2009

Piauí Esporte Clube

A origem do Piauí Esporte Clube remonta a 15 de Agosto do ano de 1948. Reunidos em uma residência do Bairro Buenos Aires, em Teresina, sete desportistas sem recurso financeiro, resolveram fundar um time de futebol. Sebastião Mariano, Manoel Rodrigues de Amorim, Expedito Rodrigues de Amorim, Francisco Lopes dos Santos, Raimundo Nonato Vasconcelos, Ananias Alves de Sousa e José Faustino, criaram o Buenos Aires Futebol Clube, mais tarde transformado em Piauí Esporte Clube, por sugestão do jornalista Carlos Said.


Em 1956, Filiou-se a Federação Piauiense de Desportos e no ano seguinte ganhou o título da segunda divisão onde lhe assegurou um lugar entre os integrantes da Primavera. Em 1963, com a implantação do profissionalismo no futebol piauiense, o Piauí viu a possibilidade de retornar à divisão inferior. River e Flamengo, os donos da torcida e dirigidos por homens de consideráveis recursos financeiros, trataram de fazer contratações em outros centros esportivos, reforçando suas equipes. Imediatamente o comando rubro-anil organizou um trabalho com o objetivo de formar valores revelados nos campos suburbanos de Teresina. Foi criada a escolinha do Brilhante ou do Bariri-zona norte - para apresentar frutos dois ou três anos depois.


Mas antes de falar das conquistas do Zé do Povo é preciso registrar sua estréia no profissionalismo. Em 07 de Julho de 1963, no estádio Lindolfo Monteiro, Piauí e Caiçara realizaram o jogo de abertura do campeonato piauiense daquela temporada- o primeiro, sob regime profissional. O Caiçara venceu o Piauí por 3 a 1 e o rubro-anil jogou com: Zé Barros,Tuica, Nano, Manoelzinho e Aluízio; Piqui e Caminho; Écio, Coquinho (Drumond) Bitonho e Mamede. Apesar de estréia com derrota e ter planos de revelações só para dois ou três anos depois, já em 1963 o time conquistava o quarto lugar no campeonato piauiense. Nos dois anos seguintes, o Piauí marca boa presença nas competições estaduais, mas o grande momento do time-sua época áurea a partir de 1966. A partir daquele ano, o time manda no futebol do estado do Piauí. O Piauí Esporte Clube carinhosamente chamado como Zé do Povo ganha alcunha de Piauizão Vibrante.


A década de 70 foi inglória para o Piauizão. Seu próximo título só viria acontecer na metade da década de 80, em 1985.


O Piauí Esporte Clube também ostenta este título.Apesar de suas importantes conquistas terem acontecido em fins dos anos 60, nem antes, nem depois deste tempo algum clube do estado do Piauí conseguiu tamanha façanha.


Em 1968, disputando a Taça Brasil (1962 a1968), o Piauí chegou a conquistar 75% dos pontos disputados. Na primeira fase, venceu o América por (2 x 0, em Teresina e 1 x 0 em Natal) e Campinense (1 x 0 em Campina Grande e 1 x 0 em Teresina) classificando-se em primeiro lugar no grupo. Em seguida, na segunda fase, foi eliminado pelo Moto Clube perdendo em São Luís (2 x 1) e empatando em Teresina (1 x 1).


Ainda em 1968, desta vez disputando o torneio Norte-Nordeste (1968 a 1970)- o Piauí fez mais uma bela campanha. Na 1º fase da competição ficou em 1º lugar. Foram oito jogos, 6 vitórias e 2 derrotas. Na fase seguinte, a semifinal da região norte, derrotou a equipe do Paissandu em Teresina (2 x 0). A final foi contra o Clube do Remo. O Piauí venceu em Teresina (5 x 1),mas perdeu na capital paraense (4 x 1). No jogo extra, também em Belém, voltou a perder (2 x 1). O título de vice- campeão do norte ainda hoje é lembrado como uma façanha espetacular.


O Piauí participou ainda da Taça de Bronze em 1981. Foi a única vez que a CBF promoveu esta competição- na prática uma 3º divisão. O Piauí eliminou o Moto Clube (0 x 1 em São Luís e 5 x 0 em Teresina). Na fase seguinte, foi eliminado pelo Izabelense (0 x 1 em Santa Izabel do Pará e 0 x 0 em Teresina).


Em 2003 e 2008, o PEC esteve presente na Taça São Paulo de Juniores, mas não conseguiu passar da 1º fase. Além das excelentes participações na Taça Brasil e Norte- Nordeste, o Piauí tem os dois jogadores que são recordistas como maiores goleadores em competições nacionais.: Sima e Dunga ambos com dez gols no Torneio Nordestão de 1968. Vestiram a camisa rubro-anil, os principais jogadores do estado do Piauí, que se destacaram no cenário nacional: Sima,Cacá, Rui Lima, Toinho e Batistinha.


Títulos


Campeonato Piauiense: 5 vezes (1966, 1967, 1968, 1969 e 1985).
Campeonato Piauiense - 2ª Divisão: 1957.


Estádio





Lindolfo Monteiro, o Lindolfinho
Capacidade : 8.000 espectadores
Inauguração : 1944 e reformado em 12/2007




Mascote



O mascote do clube é um rato se enxugando, dai a origem do seu apelido: Enxuga Rato.


Escudo usado até 2002

sábado, 9 de maio de 2009

MIrassol Futebol Clube

Fundado no dia 09 de novembro de 1925 e em suas duas primeiras décadas de existência disputou partidas amistosas e torneios regionais. Apenas no ano de 1951 participou pela primeira vez de uma competição da Federação Paulista de Futebol, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, ao lado de XV de Jaú, Internacional de Bebedouro e Monte Azul, entre outros.

Porém, no ano seguinte, o clube voltou ao amadorismo, disputando apenas competições regionais, estaduais e jogos amistosos com sua equipe juvenil (que foi criada em 1937). Após sete anos longe de competições profissionais, o Mirassol retornou, em 1960, para disputar o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. No ano seguinte passou a disputar a Segunda Divisão Estadual, onde permaneceu por quatro temporadas.

Em 1964 houve a fusão com outra equipe da cidade (uma cidade do tamanho de Mirassol não comportava na ocasião espaço para duas agremiações), o Grêmio Recreação Esporte Cultura (GREC), outro clube da cidade que até então disputava campeonatos da Federação Paulista de Futebol, inclusive tendo se sagrado campeão em 1959 do extinto Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Com isso, o clube mudou seu nome para Mirassol Atlético Clube, deixando as cores verde e amarela de lado para adotar a azul e branca.

Com a nova denominação, disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão entre 1965 e 1968 e, nos três anos seguintes, interrompeu a participação profissional nos torneios estaduais e, em 1972, estava de volta no Campeonato da Segunda Divisão. Em 1975 sagrou-se campeão da Série B da Segunda Divisão Estadual.

Após essa conquista, o clube permaneceu inativo, a partir de 1976, por falta de recursos. Após isso, os dirigentes se reuniram e o clube voltou a ter o nome original, Mirassol Futebol Clube, e novamente com o uniforme nas cores verde e amarela. De volta às atividades em 1982, disputou, até 1985, o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, ano em que conquistou o vice-campeonato, obtendo o acesso para a Segunda Divisão.

Em 1987 foi campeão da Segunda Divisão na repescagem e passou a disputar o Campeonato Paulista Série Especial que, mais tarde, passou a se chamar Intermediária. Em 1993, o Mirassol caiu novamente para a Segunda Divisão.

Em 1997, foi campeão Paulista da Série A-3, conquistando pela primeira vez o acesso para a série A-2 do Campeonato Paulista. Na final, derrotou a equipe de Santa Bárbara d’Oeste na final em Santa Bárbara por 1 x 0, gol do centroavante Rogério. Neste campeonato o Mirassol revelou o zagueiro Dininho, que posteriormente faria carreira brilhante em clubes como São Caetano e Palmeiras.

Nos anos de 1998 e 1999, a categoria de base rendeu conquistas para o clube. Os juniores foram vice-campeões estaduais, perdendo as finais respectivamente para Palmeiras e São Paulo. Os profissionais, em 1998, no primeiro ano de A-2 lutaram contra o rebaixamento e terminaram em 12º lugar de 16 participantes. Nos dois anos seguintes, 1999 e 2000, o Mirassol chegou às fases finais da competição, deixando escapar o acesso nos últimos jogos.
Em 2001 e 2002 o Leão fez campanhas apenas regulares na série A-2. Em 2003, mesmo gastando muito dinheiro e apesar de um bom começo de campeonato, as muitas trocas de treinadores e de jogadores resultaram no rebaixamento do clube à Série A-3 do Campeonato Paulista. Porém, voltou à Série A-2 no ano seguinte, depois de ser o vice-campeão da A-3 - perdeu a decisão do título para o Sertãozinho. Neste mesmo ano outra categoria do clube acabou uma competição estadual em segundo: o Sub-17 foi vice-campeão Paulista, sendo derrotado pelo Santos.

No ano de 2005, o Mirassol terminou o Campeonato Paulista da Série A-2 na quinta colocação, ficando muito próximo do acesso (precisava de uma vitória na última rodada e apenas empatou com o Bandeirante de Birigui).

Em 2007, o clube terminou a Série A-2 na terceira colocação, atrás apenas de Portuguesa e Rio Preto, e pela primeira vez na sua história vai disputar a primeira divisão do campeonato paulista.
Em sua temporada de estréia na elite do futebol paulista em 2008, conseguiu o oitavo lugar. Em 2009, consegue a sétima posição entre vinte equipes com o segundo melhor ataque - superado apenas pelo líder Palmeiras. Com a posição alcançada, disputa o título simbólico de Campeão do Interior.

Estádio

Estádio Municipal José Maria de Campos Maia









Homenagem ao prefeito da época da construção do estádio
Capacidade: 17.000 Lugares
Inauguração: 03 de Março de 1983
Primeiro Jogo Realizado: Mirassol 2 x 1 Jalense

Títulos
Campeonato Paulista A-3: 1997
Vice Campeonato Paulista A-3 (2 vezes): 1985 e 2004
Campeonato Paulista A-2: 1959 (Título herdado do Grêmio Recreativo e Esportivo Cultura)

Mascote

O leão é a mascote preferida entre os dezenas de clubes filiados a FPF. Em Mirassol, o leão ganhou fama pelo seu desempenho na região da Alta Araraquarense do Estado de São Paulo.Por sua força e liderança, o Mirassol escolheu o leão para ser a mascote do clube demonstrando na imagem do animal a punjança do futebol da cidade.





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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Futebol Clube Santa Cruz

O surgimento do Santa Cruz aconteceu no dia 26 de março de 1913, com um grupo de rapazes liderado por André Klarmann, que se reunia no Hotel Schmidt, no centro da cidade, para começar as tratativas do novo time de futebol. Mesmo não sendo o único clube da cidade, o Football Clube Santa Cruz foi o principal pelas suas atividades desde o início.

A estréia da equipe aconteceu no dia 3 de abril, no campo da várzea, onde hoje está localizado o Estádio Municipal, junto ao Parque da Oktoberfest. O adversário foi o Clube Concórdia, de Santa Cruz do Sul, mas os registros não apontam quem venceu a partida.
Em julho, o clube realizou seu primeiro confronto fora da cidade. O jogo aconteceu em Candelária, para tal, a delegação, a bordo de carroças, deslocou-se no sábado à tarde para a cidade vizinha, pernoitou num hotel e, no outro dia, deu-se a partida, com vitória do Santa Cruz. À noite, os jogadores ainda prestigiaram o baile, e o retorno aconteceu apenas no dia seguinte.


Os anos posteriores foram de jogos com equipes amadoras. Os arquivos não dizem quando o Santa Cruz começou a dedicar-se ao profissionalismo. Apesar disto, sabe-se que entre as décadas de 20 e 30 o time já disputava os campeonatos estaduais, em eliminatórias. Nos anos de 32 e 33, ficou vice-campeão do interior, perdendo a final para o Pelotas, por 5 a 2, no antigo estágio do Grêmio, em Porto Alegre.


Na década de 60, o clube começou a disputar os certames organizados pela Federação Gaúcha de Futebol, que envolviam equipes regionais. Entre 1974 e 78, os dois times da cidade – Santa Cruz e o Avenida – seguiram a tendência dos demais no Estado e reuniram-se para uma fusão. A disputa das competições deu-se em um turno único, denominado Associação Santa- Cruzense de Futebol.


A união surtiu bons frutos. Sob o comando de Daltro Menezes, o time ficou entre os quatro melhores do Estado. A gota d’água para que a fusão acabasse foi a abriga entre dirigentes dos antigos clubes, Avenida e Santa Cruz. Além do mais sempre divulgado o nome do Santa Cruz em vez da Associação Santa Cruz, e os dirigentes do Avenida resolveram se afastar.


Na década de 80, o clube seguiu fazendo boas campanhas dentro do Gauchão, em 95 foi rebaixado para a Segunda Divisão, depois de grave crise financeira. Mas o time conseguiu retornar aos grupo de elite em 97 de forma bastante interessante.


A partir de 99, o Santa Cruz procurou se modernizar. Contratou jogadores de renome internacional e passou outra vez a realizar boas campanhas. No início daquele ano inaugurou um Posto de Gasolina junto aos Plátanos e agora tem planos de remodelação do estágio. Também nesta época deixou escapar o título do interior dentro de casa.


O mascote do clube é o Galo Carijó, e as cores do uniforme são o preto e o branco.


O Estádio dos Plátanos era muito diferente do que é hoje, quando, em 1934, o jogador encruzilhadense Dario dos Santos, o Caco Véio, recém-casado com Dona Alzira, foi morar lá, em um chalezinho. A área se estendia até o Expresso Albatroz.


Dario jogava no time desde os 16 anos e entre os treinos cuidava do estádio, dos fardamentos listrados de preto e branco e da copa de salgados que mantinha. Mais tarde se tornou treinador da equipe, totalizando 23 anos no clube. Até então, o Foot Ball Club Santa Cruz, fundado em 1913 por André Klarmann, já havia passado por várias fases. Na década de 20, quando ganhou casa própria — antes jogava na várzea onde hoje é o Estádio Municipal —, venceu seu maior rival da época, o Grêmio Esportivo Santa Cruz, por 2 a 0, firmando-se como o Galo Carijó, ou esporão de ouro, como canta seu hino. Com direito a passeata com carros enfeitados com ramos de bambu e chuchus pendurados. Em 1930, iniciou como profissional e, dois anos depois, chegou a ser vice-campeão do interior.


Quando o Avenida entrou em cena, em 1947, no 1º Avecruz, com empate de 2 a 2, teve início uma disputa que aqueceria as torcidas por muitos anos. Por falar em torcida, esta era um show à parte. Chegava ao estádio em passeata, com uma banda de música. Havia torcida organizada de senhoras, com fardamento e tudo, e o bloco dos homens. Para temperar o primeiro clássico, houve pancadaria generalizada, pela falta de alambrado. Neste clássico jogaram pelo Galo: Julio, Ormond, Lindolfo Gerhardt, Cafuringa, Felicíssimo, Joãozinho, Fogareiro, Hanny, Mico, o nosso conhecido Dario Santos e um novo personagem, Helio Almeida. O santa-cruzense Almeida retornara à cidade em 1942, para jogar nos juvenis do Santa Cruz. Depois passou para os adultos até ser escalado para presidir o clube. Aceitou e não conseguiu mais sair. Foram seis gestões intercaladas, até 1995, fora as assessorias que presta regularmente.


Almeida acompanhou as muitas fases do Santa Cruz. Inclusive o surgimento da Associação, na década de 70. Foi um fato que marcou a história do clube. E também a do arqui-rival, o Avenida. Uma fusão visava enfrentar a difícil fase financeira que ambos atravessavam. Foi quando surgiu a Associação Santa Cruz. Mas o casamento não vingou e voltou cada qual para o seu canto. Para Almeida, o melhor período do time foi na segunda divisão, em 1952, ano em que assumiu pela primeira vez a presidência e o Galo ficou vice, na disputa da categoria interior — Sá Vianna, de Uruguaiana sagrou-se campeão. Entre os destaques do Galo nesta trajetória, Almeida cita Amaro, Joãozinho, Paraguai, Paulo Cesar Tatu, Cuca, Calixto, Maninho, Betinho e Moacir. A velha rivalidade que esquentava o Ave-Cruz permanece até os dias atuais. Mas no passado, chegava a fechar o Quiosque e o Bar Polo Sul, em dia de jogo, para evitar confrontos das torcidas. Quanto à paixão pelo futebol, esta passa de pai para filhos, e netos, e bisnetos. Da descendência de Dario Santos vieram os netos — o jogador Paulo Spall (falecido), o irmão Luiz Fernando Spall, presidente da Associação de Árbitros de Santa Cruz e o primo Carlos Spall, jogador de futsal, mais o bisneto Luiz Carlos Walter Jr, infanto-juvenil do Internacional. Da descendência de Helio Almeida vieram os filhos Paulo e Luiz Eduardo Martins de Almeida, consecutivamente presidente e diretor de futebol do Galo. Como dizem na gíria popular, futebol é uma cachaça! E hoje o Estádio dos Plátanos tem área menor, mas melhores acomodações e abriga inclusive um posto de combustíveis.


Hino

Em 1913, debaixo deum céu muito azul,nasceu o esporão de ouronos verdes campos do sul.Hoje, o Rio Grande inteiro,rola vencido, a teus pés.Os plátanos são teu terreiroe todos sabem quem és.Galo! Me chamam de galo!Preto e Branco, tuas cores.E vamos sempre amá-loclube dos nossos amores.Teus torcedores te adoram,vibram com grande emoção.Fica eterna, te imploramdo fundo do coração.Galo! Me chamam de galo!És o clube mais amadona derrota ou na vitóriaEstamos sempre ao teu ladocom o peito cheio de glóriaHomens fiéis, decididos,fizeram a tua história,mesmo que tenham partido,vivem na tua memória.


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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Santa Cruz Futebol Clube

Criado como clube-empresa, o Santa Cruz é um dos mais recentes integrantes do profissionalismo no Rio de Janeiro. Filiou-se à FFERJ e disputará em 2009 o Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais.
Já participa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2009 da categoria Juniores, hoje obrigatório para quem integra o profissionalismo.


Há muitos anos os aficionados do futebol de Santa Cruz, sonham com a criação de um clube que, além de revelar novos talentos oriundos da nossa região, represente-nos nas competições oficiais do futebol carioca.Finalmente este sonho transformou-se em projeto.


No dia 07/06/2007, o Santa Cruz Futebol Clube, Graças ao esforço de alguns poucos visionários, iniciou a preparação da sua equipe infantil. Para que este primeiro passo fosse dado, houve a necessidade de se contratar profissionais credenciados e de se criar uma infra-estrutura básica para alavancar o projeto.



MISSÃO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
Treinar e preparar crianças, adolescentes e jovens na atividade desportiva do futebol e forjar nestes o caráter de um atleta cidadão.

VISÃO DE FUTURO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
O Santa Cruz Futebol Clube quer ser enquanto centro desportivo e clube de projeção, a excelência na preparação de atletas na modalidade desportiva do futebol. Utilizaremos para tal fim, um treinamento multidisciplinar, que levará cada criança, adolescentes e jovens que ingressarem no clube a crescer não somente como jogador de futebol, mas como um cidadão de forma integral na sociedade e assim ser reconhecido por sua relevância.


RELEVÂNCIA SOCIAL
Este trabalho tem sua relevância social, por tratar-se de um projeto social de inclusão que visa alcançar crianças a jovens que vivem nas periferias de Santa Cruz – RJ. Muitas delas com poucas oportunidades de desenvolvimento e cidadania e também tendo envolvimento com o mundo das drogas. Através das atividades desportivas, o incentivo aos estudos e noções de cidadania o Santa Cruz Futebol Clube traz um novo horizonte de vida e esperança para esta juventude.


Mascote














Site


http://www.santacruzfutebolclube.com.br/

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ipanema Atlético Clube

Ipanema Atlético Clube é um time de futebol da cidade de Santana do Ipanema (Alagoas). Foi fundado no dia 5 de maio de 1923, com o nome de Ipanema Sport Club, mais tarde mudando para Ipanema Atlético Clube. Seu uniforme é camisa amarela com gola e punhos verdes, calção verde e meias amarelas.

Em 1992, o Ipanema obteve sua melhor colocação no Campeonato Alagoano. O Canarinho foi vice-campeão. No ano seguinte, outra boa campanha fez com que o Ipanema terminasse em terceiro lugar na classificação.O time atuou na Segunda Divisão estadual, em 2005. Com o vice-campeonato, obteve o direito de participar da elite do campeonato alagoano em 2006.

2008 - Este ano o Ipanema completa 85 anos de existência, e sua torcida recebeu de presente uma boa campanha no Campeão Alagoano de 2008.


Títulos

Campeão do Torneio de Acesso: 1989

Estádio











Governador Arnon de Mello, com capacidade para 6.000 espectadores.
Mascote: Canário

Site