quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mogi Mirim Esporte Clube

Primeiro time de futebol da cidade de Mogi, o Mogi Mirim Esporte Clube foi fundado no dia 01 de fevereiro de 1932 e, no mesmo ano, participou pela primeira vez de uma competição oficial: o Campeonato do Interior. No ano seguinte, sagrou-se campeão do torneio, que disputou ainda por mais de duas décadas. Enfim, em 1954, a agremiação se profissionalizou e debutou no Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Em 1959, o clube se licenciou e permaneceu inativo por 10 anos, retornando às atividades profissionais em 1970, novamente na “Segundona”. Os anos foram se passando e, entre 1978 e 1981, o Mogi Mirim esteve na Terceira Divisão, retornando à Segunda no ano seguinte. Enfim, em 1985, um dos objetivos foi alcançado. Com o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão obteve o direito do acesso à Primeira Divisão, em 1986.
Foi no ano de 1985 que o Sapo chegou à primeira divisão do Campeonato Paulista. Naquele ano, o Mogi montou um time considerado bom para os padrões da época, com jogadores como o “xerife” Chicão e Oscarzinho, e na noite de 11 de dezembro de 85, no estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, o time chegou à divisão principal ao conquistar o título da Segunda Divisão com um empate de 1 a 1 com o Tanabi. De lá para cá, o Mogi se firmou no futebol paulista. O ápice foi nos anos de 92 e 93, com o célebre “Carrossel Caipira”, liderado por Rivaldo, Válber e Leto. O sucesso do time, que disseminou o nome do Mogi Mirim por todo o território nacional, foi a união de um treinador de visão, com um esquema tático ousado, e jogadores virtuosos que incorporaram um profundo espírito de equipe.

Aos moldes do Carrossel Holandês da Copa do Mundo de 1974, o estreante técnico Oswaldo Alvarez implantou o esquema 3-5-2. O encaixe do elenco foi perfeito. De tanto girar, o Carrossel Caipira atordoou adversários por onde passou. Para os grandes clubes da capital, o Sapo ficou conhecido como o time do interior mais difícil de ser batido.
Tamanho foi o êxito do elenco comandado por Vadão que em 1992 o Sapo conquistou o título da Copa 90 Anos da Federação Paulista de Futebol e do Grupo Amarelo do Campeonato Paulista. Por pouco o time não chegou à final do Paulistão.

No ano seguinte, o clube venceu o Torneio Ricardo Teixeira. Em 1995, o Mogi Mirim novamente conquistou o título do Campeonato Paulista da Série A-2. Em sua história também se destacam o vice-campeonato da Série-C do Campeonato Brasileiro, em 2001, e o título do Campeonato Paulista Sub-20, em 2006.
No ano passado, depois de permanecer por duas temporadas na Série A-2 do Paulista, o Sapo conquistou o acesso à primeira divisão.

Títulos

Campeonato Paulista da Série A-2: 1985 - 1995

Copa 90 anos da Federação Paulista de Futebol 1992
Torneio Ricardo Teixeira 1993



Quando meu time vai para o campo

A alegria vai atrás

Pois cantando venceremos

Nós queremos festejar

O meu time é de massa

Somos a força do interior

A galera vai gritar

Ê ô, ê ô, ê ô, ê ô, ê ô

Sapo!

Ê ô, ê ô, ê ô, ê ô, ê ô

Sapo!

Estádio

Com capacidade para 20 mil pessoas, o Estádio “Papa João Paulo II" é de propriedade do Mogi Mirim Esporte Clube. Ostentando linhas arquitetônicas modernas, tem em sua fachada
elementos atraentes, por seu aspecto majestoso.









Mascote
O time ganhou a figura de um sapo como mascote porque na região onde a cidade foi fundada em meados do século XVII havia muitos brejos com uma quantidade de sapos impressionante. Não deu outra, após a fundação do clube o anfíbio tornou-se o mascote e foi aprovado pela população da cidade.






Site
http://www.mogimirim.com.br/

terça-feira, 12 de maio de 2009

Capital Clube de Futebol LTDA

O CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL nasceu sob o signo da vitória e surgiu com o propósito de preencher uma lacuna histórica existente desde o desaparecimento do saudoso CEUB, e do Grêmio Esportivo Brasiliense, fatos que deixarão Brasília sem representante local no circuito de futebol profissional do Distrito Federal.

Fundada em 15 de janeiro de 1980, a Social Esportiva Maringá, detém a exclusiva marca de pentacampeã de futebol amador, teve seu início na cidade-satélite do Guará e até hoje se mantém uma agremiação que goza de um prestígio singular no âmbito do futebol amador do Distrito Federal. Um time que nos últimos dez anos ganhou nada menos do que cinco vezes o Campeonato de futebol amador local, sem contar com os inúmeros títulos conquistados ao longo dos seus 25 anos de história.

No ano de 2004, a incursão do Maringá na categoria profissional, deixou claro que algumas mudanças deveriam ser implementadas. Foi neste contexto que se decidiu transformar o Maringá em um clube profissional surgindo assim o CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL.
Este novo produto, com outra roupagem, outro nome/marca e outro direcionamento, visava não somente a captação de novos investidores, como também a aproximação com um público novo e órfão de um representante significativo no futebol profissional. Hoje o CAPITAL C.F segue seu legado de inovação e vanguarda, implantando um projeto vencedor e profissional na gestão do clube, prezando sempre pela lealdade ao nossos torcedores e investidores.


Títulos

Mascote

Corujão












segunda-feira, 11 de maio de 2009

Associação Desportiva Perilima


O Perilima foi fundado no dia 8 de setembro de 1992 e pertence a uma fábrica de sordas, bolachas de trigo e rapadura. Amante do futebol, o desportista e empresário Pedro Ribeiro decidiu em 1995, criar uma equipe de futebol para o lazer dos operários da sua fábrica, foi assim que a industria alimentícia Perilima, produtora de Sordas (tipo de iguaria), ingressou no esporte como à Associação Desportiva Perilima. Nos anos de 1996 e 1997, o clube se limitou às competições amadoras nos bairros de Campina Grande, porém em 1998. Pedro Ribeiro decidiu profissionalizar o time da fabrica e inscreveu a equipe no Campeonato Paraibano da Série B, com o elenco inicialmente formado pelos funcionários da empresa, incluindo seu dono, Pedro Ribeiro Lima, (técnico e atacante da equipe).

No primeiro turno do campeonato da Segunda Divisão paraibana, o time ficou na lanterna, somando apenas 1 ponto. O que não abateu a equipe, que, no dia 27 de setembro, conseguiu sobre o Serrano de Serra Redonda a primeira vitória de sua história, com o placar de 2x0. Conseguindo uma recuperação épica, a equipe se classificou para a grande final do quadrangular, depois de vencer o Cruzeiro de Itaporanga com o placar de 1x0. Gol marcado pelo meia Beto, e novamente tendo no seu caminho o Serrano. Desta vez, o Perilima foi superado, ficando apenas com o vice-campeonato, o que valeu a promoção para a Primeira Divisão estadual. Os Atletas do Perilima eram: Dissa, Fernando, Ricardo, Júnior, Fofão, Dinho, Tuta, Nego Pai, Renato Batista, Nonato, Naldo, Pedro Ribeiro, Lito, Neto, Emiliano e Beto.

A estréia do Perilima no Campeonato Paraibano da Primeira Divisão foi um tanto desastrosa, sendo goleado pelo Nacional de Patos por 5x0, fora de casa. A equipe amargurou a ultima posição de seu grupo, regressando para a Segunda Divisão estadual em 2000. Novamente conquistou um vice-campeonato da competição, porém sem direito a ter acesso à elite desta vez, permanecendo na divisão inferior por mais uma temporada.


Em 2001, desta vez com o nome de Esporte Clube Perilima, conquistou novamente um acesso e um vice-campeonato da Segunda Divisão estadual, o que fez a Águia de Campina Grande voltar a elite estadual no ano de 2002, ano em que o time conseguiu seu melhor desempenho em estaduais da Primeira Divisão paraibana, até então. O Perilima ficou na 12ª posição num campeonato de 15 equipes, e se mantendo de forma inédita por mais de um ano consecutivo na Primeira Divisão.

No ano de 2003, novamente com a nomenclatura de Associação Desportiva Perilima, ironicamente a equipe voltou a ter um mau desempenho no campeonato, ficando na lanterna, apesar do grande desempenho da sua dupla de atacantes formadas por Nego Pai e Edmar, que foi autor de 12 gols na edição.
Desde então, a equipe vem acumulando acessos e rebaixamentos, conseguindo mais dois vice-campeonatos da segundona estadual (nomeada agora como Troféu Chico Bala) em 2004 e 2006.
Em 2007, voltou a participar da Primeira Divisão estadual sem, contudo, obter sucesso. Acabou sofrendo goleadas históricas e retornando à Segunda Divisão do Campeonato Paraibano.

Em 2009, surge uma iniciativa em prol do futebol. Mais de cem pessoas, fanáticas pelo esporte, decidiram ajudar um time sem torcida, mas famoso por outros motivos, a participar de mais uma competição oficial. Integrantes da comunidade “Futebol Alternativo”, que troca informações através de um site de relacionamento, farão doações em dinheiro para ajudar a Perilima a disputar a Série B do Campeonato Paraibano 2009.
Tudo começou após a divulgação por parte da imprensa das dificuldades econômicas que vive Pedro Ribeiro, dono do clube. Em reportagens, Peri afirmou que poderia não competir por não poder pagar valores referentes às taxas e viagens. Mais de R$ 1.500 já foram disponibilizados pelos integrantes da comunidade que entraram em contato com a diretoria da equipe afim de que a doação se concretize. Os dirigentes do auriceleste, por sua vez, já garantiram doação de camisas para sorteio e ainda a realização de um amistoso com data e local ainda a ser marcados.


Seu Peri Lima e o gol 1

A utopia do atleta Pedro Ribeiro Lima, o Perí (foto), considerado o atleta profissional mais velho em atividade no mundo em busca do primeiro gol de sua carreira como jogador profissional finalmente se concretizou, na partida realizada nesta quarta-feira 28, pela segunda rodada do re
turno do Campeonato Paraibano de Futebol, no confronto que apesar da derrota do seu clube, tornou-se histórico para a Desportiva Perilima.
O atleta de 58 anos, é proprietário de uma fabrica alimentícia que tem como principal iguaria a produção de Sordas. Pedro Ribeiro profissiona
lizou-se em 1998 para as disputas do Campeonato Paraibano da Série B daquele ano, e ao longo de quase dez anos, atuando pelo clube jamais conseguiu marcar um gol numa competição oficial. Na partida diante do Campinense Clube, o atleta finalmente "desencantou" e emocionado conseguiu balança as redes do goleiro Jailson do rubro-negro.
O atleta de futebol mais velho em atividade, comemorou o tento ao lado de seus atletas e não conseguiu esconder a satisfação de alcançar seu feito. Pedro Ribeiro tornou-se destaque na mídia não somente pela idade, mas também pela contradição com o atacante Romário ídolo do futebol mundial e que luta pela concretização do seu milésimo gol.
O Gol de Perí ocorreu aos 35 minutos, após uma jogada individual de Nego Pai na área rubro-negra. O atleta da Perilima acabou derrubado e o árbitro Laurismar Alves acabou marcando penalidade máxima. A cobrança ficaria a cargo do atacante Edmar, porém praticamente todos os torcedores no Estádio Ernani Sátiro pediram para Pedro cobrar.

Mesmo aparentando estar nervoso, o veterano não perdoou, e concluiu com precisão nenhuma chance de defesa para o goleiro do Campinense que ainda tentou evitar o feito. O gol marcado por Pedro Ribeiro arrancou aplausos calorosos dos torcedores dos dois clubes que gritaram seu nome no estádio.
Ribeiro tentou conter as lágrimas e mesmo sem ter o mesmo assédiosignificante, dado pela impressa brasileira quanto à expectativa do milésimo gol de Romário. Correu feito uma criança em busca do assédio de amigos e atletas.

Estádio







O Amigão - Capacidade para 34.000 torcedores




Mascote

Águia

domingo, 10 de maio de 2009

Piauí Esporte Clube

A origem do Piauí Esporte Clube remonta a 15 de Agosto do ano de 1948. Reunidos em uma residência do Bairro Buenos Aires, em Teresina, sete desportistas sem recurso financeiro, resolveram fundar um time de futebol. Sebastião Mariano, Manoel Rodrigues de Amorim, Expedito Rodrigues de Amorim, Francisco Lopes dos Santos, Raimundo Nonato Vasconcelos, Ananias Alves de Sousa e José Faustino, criaram o Buenos Aires Futebol Clube, mais tarde transformado em Piauí Esporte Clube, por sugestão do jornalista Carlos Said.


Em 1956, Filiou-se a Federação Piauiense de Desportos e no ano seguinte ganhou o título da segunda divisão onde lhe assegurou um lugar entre os integrantes da Primavera. Em 1963, com a implantação do profissionalismo no futebol piauiense, o Piauí viu a possibilidade de retornar à divisão inferior. River e Flamengo, os donos da torcida e dirigidos por homens de consideráveis recursos financeiros, trataram de fazer contratações em outros centros esportivos, reforçando suas equipes. Imediatamente o comando rubro-anil organizou um trabalho com o objetivo de formar valores revelados nos campos suburbanos de Teresina. Foi criada a escolinha do Brilhante ou do Bariri-zona norte - para apresentar frutos dois ou três anos depois.


Mas antes de falar das conquistas do Zé do Povo é preciso registrar sua estréia no profissionalismo. Em 07 de Julho de 1963, no estádio Lindolfo Monteiro, Piauí e Caiçara realizaram o jogo de abertura do campeonato piauiense daquela temporada- o primeiro, sob regime profissional. O Caiçara venceu o Piauí por 3 a 1 e o rubro-anil jogou com: Zé Barros,Tuica, Nano, Manoelzinho e Aluízio; Piqui e Caminho; Écio, Coquinho (Drumond) Bitonho e Mamede. Apesar de estréia com derrota e ter planos de revelações só para dois ou três anos depois, já em 1963 o time conquistava o quarto lugar no campeonato piauiense. Nos dois anos seguintes, o Piauí marca boa presença nas competições estaduais, mas o grande momento do time-sua época áurea a partir de 1966. A partir daquele ano, o time manda no futebol do estado do Piauí. O Piauí Esporte Clube carinhosamente chamado como Zé do Povo ganha alcunha de Piauizão Vibrante.


A década de 70 foi inglória para o Piauizão. Seu próximo título só viria acontecer na metade da década de 80, em 1985.


O Piauí Esporte Clube também ostenta este título.Apesar de suas importantes conquistas terem acontecido em fins dos anos 60, nem antes, nem depois deste tempo algum clube do estado do Piauí conseguiu tamanha façanha.


Em 1968, disputando a Taça Brasil (1962 a1968), o Piauí chegou a conquistar 75% dos pontos disputados. Na primeira fase, venceu o América por (2 x 0, em Teresina e 1 x 0 em Natal) e Campinense (1 x 0 em Campina Grande e 1 x 0 em Teresina) classificando-se em primeiro lugar no grupo. Em seguida, na segunda fase, foi eliminado pelo Moto Clube perdendo em São Luís (2 x 1) e empatando em Teresina (1 x 1).


Ainda em 1968, desta vez disputando o torneio Norte-Nordeste (1968 a 1970)- o Piauí fez mais uma bela campanha. Na 1º fase da competição ficou em 1º lugar. Foram oito jogos, 6 vitórias e 2 derrotas. Na fase seguinte, a semifinal da região norte, derrotou a equipe do Paissandu em Teresina (2 x 0). A final foi contra o Clube do Remo. O Piauí venceu em Teresina (5 x 1),mas perdeu na capital paraense (4 x 1). No jogo extra, também em Belém, voltou a perder (2 x 1). O título de vice- campeão do norte ainda hoje é lembrado como uma façanha espetacular.


O Piauí participou ainda da Taça de Bronze em 1981. Foi a única vez que a CBF promoveu esta competição- na prática uma 3º divisão. O Piauí eliminou o Moto Clube (0 x 1 em São Luís e 5 x 0 em Teresina). Na fase seguinte, foi eliminado pelo Izabelense (0 x 1 em Santa Izabel do Pará e 0 x 0 em Teresina).


Em 2003 e 2008, o PEC esteve presente na Taça São Paulo de Juniores, mas não conseguiu passar da 1º fase. Além das excelentes participações na Taça Brasil e Norte- Nordeste, o Piauí tem os dois jogadores que são recordistas como maiores goleadores em competições nacionais.: Sima e Dunga ambos com dez gols no Torneio Nordestão de 1968. Vestiram a camisa rubro-anil, os principais jogadores do estado do Piauí, que se destacaram no cenário nacional: Sima,Cacá, Rui Lima, Toinho e Batistinha.


Títulos


Campeonato Piauiense: 5 vezes (1966, 1967, 1968, 1969 e 1985).
Campeonato Piauiense - 2ª Divisão: 1957.


Estádio





Lindolfo Monteiro, o Lindolfinho
Capacidade : 8.000 espectadores
Inauguração : 1944 e reformado em 12/2007




Mascote



O mascote do clube é um rato se enxugando, dai a origem do seu apelido: Enxuga Rato.


Escudo usado até 2002

sábado, 9 de maio de 2009

MIrassol Futebol Clube

Fundado no dia 09 de novembro de 1925 e em suas duas primeiras décadas de existência disputou partidas amistosas e torneios regionais. Apenas no ano de 1951 participou pela primeira vez de uma competição da Federação Paulista de Futebol, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, ao lado de XV de Jaú, Internacional de Bebedouro e Monte Azul, entre outros.

Porém, no ano seguinte, o clube voltou ao amadorismo, disputando apenas competições regionais, estaduais e jogos amistosos com sua equipe juvenil (que foi criada em 1937). Após sete anos longe de competições profissionais, o Mirassol retornou, em 1960, para disputar o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. No ano seguinte passou a disputar a Segunda Divisão Estadual, onde permaneceu por quatro temporadas.

Em 1964 houve a fusão com outra equipe da cidade (uma cidade do tamanho de Mirassol não comportava na ocasião espaço para duas agremiações), o Grêmio Recreação Esporte Cultura (GREC), outro clube da cidade que até então disputava campeonatos da Federação Paulista de Futebol, inclusive tendo se sagrado campeão em 1959 do extinto Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Com isso, o clube mudou seu nome para Mirassol Atlético Clube, deixando as cores verde e amarela de lado para adotar a azul e branca.

Com a nova denominação, disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão entre 1965 e 1968 e, nos três anos seguintes, interrompeu a participação profissional nos torneios estaduais e, em 1972, estava de volta no Campeonato da Segunda Divisão. Em 1975 sagrou-se campeão da Série B da Segunda Divisão Estadual.

Após essa conquista, o clube permaneceu inativo, a partir de 1976, por falta de recursos. Após isso, os dirigentes se reuniram e o clube voltou a ter o nome original, Mirassol Futebol Clube, e novamente com o uniforme nas cores verde e amarela. De volta às atividades em 1982, disputou, até 1985, o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, ano em que conquistou o vice-campeonato, obtendo o acesso para a Segunda Divisão.

Em 1987 foi campeão da Segunda Divisão na repescagem e passou a disputar o Campeonato Paulista Série Especial que, mais tarde, passou a se chamar Intermediária. Em 1993, o Mirassol caiu novamente para a Segunda Divisão.

Em 1997, foi campeão Paulista da Série A-3, conquistando pela primeira vez o acesso para a série A-2 do Campeonato Paulista. Na final, derrotou a equipe de Santa Bárbara d’Oeste na final em Santa Bárbara por 1 x 0, gol do centroavante Rogério. Neste campeonato o Mirassol revelou o zagueiro Dininho, que posteriormente faria carreira brilhante em clubes como São Caetano e Palmeiras.

Nos anos de 1998 e 1999, a categoria de base rendeu conquistas para o clube. Os juniores foram vice-campeões estaduais, perdendo as finais respectivamente para Palmeiras e São Paulo. Os profissionais, em 1998, no primeiro ano de A-2 lutaram contra o rebaixamento e terminaram em 12º lugar de 16 participantes. Nos dois anos seguintes, 1999 e 2000, o Mirassol chegou às fases finais da competição, deixando escapar o acesso nos últimos jogos.
Em 2001 e 2002 o Leão fez campanhas apenas regulares na série A-2. Em 2003, mesmo gastando muito dinheiro e apesar de um bom começo de campeonato, as muitas trocas de treinadores e de jogadores resultaram no rebaixamento do clube à Série A-3 do Campeonato Paulista. Porém, voltou à Série A-2 no ano seguinte, depois de ser o vice-campeão da A-3 - perdeu a decisão do título para o Sertãozinho. Neste mesmo ano outra categoria do clube acabou uma competição estadual em segundo: o Sub-17 foi vice-campeão Paulista, sendo derrotado pelo Santos.

No ano de 2005, o Mirassol terminou o Campeonato Paulista da Série A-2 na quinta colocação, ficando muito próximo do acesso (precisava de uma vitória na última rodada e apenas empatou com o Bandeirante de Birigui).

Em 2007, o clube terminou a Série A-2 na terceira colocação, atrás apenas de Portuguesa e Rio Preto, e pela primeira vez na sua história vai disputar a primeira divisão do campeonato paulista.
Em sua temporada de estréia na elite do futebol paulista em 2008, conseguiu o oitavo lugar. Em 2009, consegue a sétima posição entre vinte equipes com o segundo melhor ataque - superado apenas pelo líder Palmeiras. Com a posição alcançada, disputa o título simbólico de Campeão do Interior.

Estádio

Estádio Municipal José Maria de Campos Maia









Homenagem ao prefeito da época da construção do estádio
Capacidade: 17.000 Lugares
Inauguração: 03 de Março de 1983
Primeiro Jogo Realizado: Mirassol 2 x 1 Jalense

Títulos
Campeonato Paulista A-3: 1997
Vice Campeonato Paulista A-3 (2 vezes): 1985 e 2004
Campeonato Paulista A-2: 1959 (Título herdado do Grêmio Recreativo e Esportivo Cultura)

Mascote

O leão é a mascote preferida entre os dezenas de clubes filiados a FPF. Em Mirassol, o leão ganhou fama pelo seu desempenho na região da Alta Araraquarense do Estado de São Paulo.Por sua força e liderança, o Mirassol escolheu o leão para ser a mascote do clube demonstrando na imagem do animal a punjança do futebol da cidade.





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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Futebol Clube Santa Cruz

O surgimento do Santa Cruz aconteceu no dia 26 de março de 1913, com um grupo de rapazes liderado por André Klarmann, que se reunia no Hotel Schmidt, no centro da cidade, para começar as tratativas do novo time de futebol. Mesmo não sendo o único clube da cidade, o Football Clube Santa Cruz foi o principal pelas suas atividades desde o início.

A estréia da equipe aconteceu no dia 3 de abril, no campo da várzea, onde hoje está localizado o Estádio Municipal, junto ao Parque da Oktoberfest. O adversário foi o Clube Concórdia, de Santa Cruz do Sul, mas os registros não apontam quem venceu a partida.
Em julho, o clube realizou seu primeiro confronto fora da cidade. O jogo aconteceu em Candelária, para tal, a delegação, a bordo de carroças, deslocou-se no sábado à tarde para a cidade vizinha, pernoitou num hotel e, no outro dia, deu-se a partida, com vitória do Santa Cruz. À noite, os jogadores ainda prestigiaram o baile, e o retorno aconteceu apenas no dia seguinte.


Os anos posteriores foram de jogos com equipes amadoras. Os arquivos não dizem quando o Santa Cruz começou a dedicar-se ao profissionalismo. Apesar disto, sabe-se que entre as décadas de 20 e 30 o time já disputava os campeonatos estaduais, em eliminatórias. Nos anos de 32 e 33, ficou vice-campeão do interior, perdendo a final para o Pelotas, por 5 a 2, no antigo estágio do Grêmio, em Porto Alegre.


Na década de 60, o clube começou a disputar os certames organizados pela Federação Gaúcha de Futebol, que envolviam equipes regionais. Entre 1974 e 78, os dois times da cidade – Santa Cruz e o Avenida – seguiram a tendência dos demais no Estado e reuniram-se para uma fusão. A disputa das competições deu-se em um turno único, denominado Associação Santa- Cruzense de Futebol.


A união surtiu bons frutos. Sob o comando de Daltro Menezes, o time ficou entre os quatro melhores do Estado. A gota d’água para que a fusão acabasse foi a abriga entre dirigentes dos antigos clubes, Avenida e Santa Cruz. Além do mais sempre divulgado o nome do Santa Cruz em vez da Associação Santa Cruz, e os dirigentes do Avenida resolveram se afastar.


Na década de 80, o clube seguiu fazendo boas campanhas dentro do Gauchão, em 95 foi rebaixado para a Segunda Divisão, depois de grave crise financeira. Mas o time conseguiu retornar aos grupo de elite em 97 de forma bastante interessante.


A partir de 99, o Santa Cruz procurou se modernizar. Contratou jogadores de renome internacional e passou outra vez a realizar boas campanhas. No início daquele ano inaugurou um Posto de Gasolina junto aos Plátanos e agora tem planos de remodelação do estágio. Também nesta época deixou escapar o título do interior dentro de casa.


O mascote do clube é o Galo Carijó, e as cores do uniforme são o preto e o branco.


O Estádio dos Plátanos era muito diferente do que é hoje, quando, em 1934, o jogador encruzilhadense Dario dos Santos, o Caco Véio, recém-casado com Dona Alzira, foi morar lá, em um chalezinho. A área se estendia até o Expresso Albatroz.


Dario jogava no time desde os 16 anos e entre os treinos cuidava do estádio, dos fardamentos listrados de preto e branco e da copa de salgados que mantinha. Mais tarde se tornou treinador da equipe, totalizando 23 anos no clube. Até então, o Foot Ball Club Santa Cruz, fundado em 1913 por André Klarmann, já havia passado por várias fases. Na década de 20, quando ganhou casa própria — antes jogava na várzea onde hoje é o Estádio Municipal —, venceu seu maior rival da época, o Grêmio Esportivo Santa Cruz, por 2 a 0, firmando-se como o Galo Carijó, ou esporão de ouro, como canta seu hino. Com direito a passeata com carros enfeitados com ramos de bambu e chuchus pendurados. Em 1930, iniciou como profissional e, dois anos depois, chegou a ser vice-campeão do interior.


Quando o Avenida entrou em cena, em 1947, no 1º Avecruz, com empate de 2 a 2, teve início uma disputa que aqueceria as torcidas por muitos anos. Por falar em torcida, esta era um show à parte. Chegava ao estádio em passeata, com uma banda de música. Havia torcida organizada de senhoras, com fardamento e tudo, e o bloco dos homens. Para temperar o primeiro clássico, houve pancadaria generalizada, pela falta de alambrado. Neste clássico jogaram pelo Galo: Julio, Ormond, Lindolfo Gerhardt, Cafuringa, Felicíssimo, Joãozinho, Fogareiro, Hanny, Mico, o nosso conhecido Dario Santos e um novo personagem, Helio Almeida. O santa-cruzense Almeida retornara à cidade em 1942, para jogar nos juvenis do Santa Cruz. Depois passou para os adultos até ser escalado para presidir o clube. Aceitou e não conseguiu mais sair. Foram seis gestões intercaladas, até 1995, fora as assessorias que presta regularmente.


Almeida acompanhou as muitas fases do Santa Cruz. Inclusive o surgimento da Associação, na década de 70. Foi um fato que marcou a história do clube. E também a do arqui-rival, o Avenida. Uma fusão visava enfrentar a difícil fase financeira que ambos atravessavam. Foi quando surgiu a Associação Santa Cruz. Mas o casamento não vingou e voltou cada qual para o seu canto. Para Almeida, o melhor período do time foi na segunda divisão, em 1952, ano em que assumiu pela primeira vez a presidência e o Galo ficou vice, na disputa da categoria interior — Sá Vianna, de Uruguaiana sagrou-se campeão. Entre os destaques do Galo nesta trajetória, Almeida cita Amaro, Joãozinho, Paraguai, Paulo Cesar Tatu, Cuca, Calixto, Maninho, Betinho e Moacir. A velha rivalidade que esquentava o Ave-Cruz permanece até os dias atuais. Mas no passado, chegava a fechar o Quiosque e o Bar Polo Sul, em dia de jogo, para evitar confrontos das torcidas. Quanto à paixão pelo futebol, esta passa de pai para filhos, e netos, e bisnetos. Da descendência de Dario Santos vieram os netos — o jogador Paulo Spall (falecido), o irmão Luiz Fernando Spall, presidente da Associação de Árbitros de Santa Cruz e o primo Carlos Spall, jogador de futsal, mais o bisneto Luiz Carlos Walter Jr, infanto-juvenil do Internacional. Da descendência de Helio Almeida vieram os filhos Paulo e Luiz Eduardo Martins de Almeida, consecutivamente presidente e diretor de futebol do Galo. Como dizem na gíria popular, futebol é uma cachaça! E hoje o Estádio dos Plátanos tem área menor, mas melhores acomodações e abriga inclusive um posto de combustíveis.


Hino

Em 1913, debaixo deum céu muito azul,nasceu o esporão de ouronos verdes campos do sul.Hoje, o Rio Grande inteiro,rola vencido, a teus pés.Os plátanos são teu terreiroe todos sabem quem és.Galo! Me chamam de galo!Preto e Branco, tuas cores.E vamos sempre amá-loclube dos nossos amores.Teus torcedores te adoram,vibram com grande emoção.Fica eterna, te imploramdo fundo do coração.Galo! Me chamam de galo!És o clube mais amadona derrota ou na vitóriaEstamos sempre ao teu ladocom o peito cheio de glóriaHomens fiéis, decididos,fizeram a tua história,mesmo que tenham partido,vivem na tua memória.


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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Santa Cruz Futebol Clube

Criado como clube-empresa, o Santa Cruz é um dos mais recentes integrantes do profissionalismo no Rio de Janeiro. Filiou-se à FFERJ e disputará em 2009 o Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais.
Já participa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2009 da categoria Juniores, hoje obrigatório para quem integra o profissionalismo.


Há muitos anos os aficionados do futebol de Santa Cruz, sonham com a criação de um clube que, além de revelar novos talentos oriundos da nossa região, represente-nos nas competições oficiais do futebol carioca.Finalmente este sonho transformou-se em projeto.


No dia 07/06/2007, o Santa Cruz Futebol Clube, Graças ao esforço de alguns poucos visionários, iniciou a preparação da sua equipe infantil. Para que este primeiro passo fosse dado, houve a necessidade de se contratar profissionais credenciados e de se criar uma infra-estrutura básica para alavancar o projeto.



MISSÃO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
Treinar e preparar crianças, adolescentes e jovens na atividade desportiva do futebol e forjar nestes o caráter de um atleta cidadão.

VISÃO DE FUTURO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
O Santa Cruz Futebol Clube quer ser enquanto centro desportivo e clube de projeção, a excelência na preparação de atletas na modalidade desportiva do futebol. Utilizaremos para tal fim, um treinamento multidisciplinar, que levará cada criança, adolescentes e jovens que ingressarem no clube a crescer não somente como jogador de futebol, mas como um cidadão de forma integral na sociedade e assim ser reconhecido por sua relevância.


RELEVÂNCIA SOCIAL
Este trabalho tem sua relevância social, por tratar-se de um projeto social de inclusão que visa alcançar crianças a jovens que vivem nas periferias de Santa Cruz – RJ. Muitas delas com poucas oportunidades de desenvolvimento e cidadania e também tendo envolvimento com o mundo das drogas. Através das atividades desportivas, o incentivo aos estudos e noções de cidadania o Santa Cruz Futebol Clube traz um novo horizonte de vida e esperança para esta juventude.


Mascote














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http://www.santacruzfutebolclube.com.br/

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ipanema Atlético Clube

Ipanema Atlético Clube é um time de futebol da cidade de Santana do Ipanema (Alagoas). Foi fundado no dia 5 de maio de 1923, com o nome de Ipanema Sport Club, mais tarde mudando para Ipanema Atlético Clube. Seu uniforme é camisa amarela com gola e punhos verdes, calção verde e meias amarelas.

Em 1992, o Ipanema obteve sua melhor colocação no Campeonato Alagoano. O Canarinho foi vice-campeão. No ano seguinte, outra boa campanha fez com que o Ipanema terminasse em terceiro lugar na classificação.O time atuou na Segunda Divisão estadual, em 2005. Com o vice-campeonato, obteve o direito de participar da elite do campeonato alagoano em 2006.

2008 - Este ano o Ipanema completa 85 anos de existência, e sua torcida recebeu de presente uma boa campanha no Campeão Alagoano de 2008.


Títulos

Campeão do Torneio de Acesso: 1989

Estádio











Governador Arnon de Mello, com capacidade para 6.000 espectadores.
Mascote: Canário

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Vera Cruz Futebol Clube

Na iniciativa de um grupo de amigos formado por Antônio Luiz de Carvalho, Artur Cirino de Carvalho, Simeão Francisco de Lima, José Rodrigues da Silva, José Paulino de Medeiros, Manoel Maximiliano da Silva e Milton Correia Teixeira, surgia em 3 de fevereiro de 1960 o Vera Cruz Futebol Clube, no bairro de Maués, em Vitória de Santo Antão, sob as cores vermelho, preto e branco, tendo como destaque em seu escudo uma Cruz de Malta e a figura de um galo como o seu mascote.

Originalmente, Vera Cruz significa uma invocação da fé cristã, porém, neste caso, a escolha pelo nome foi feita para homenagear o Brasil (que já se chamou “Ilha de Vera Cruz”) e sua história. Em 1982, com a criação da Fundação Vitoriense de Futebol (FVF), o Vera Cruz, convidado pela recém-criada instituição, participa do campeonato municipal de Futebol. Um ano depois, em 1983,torna-se campeão vitoriense pela primeira vez. Tal façanha repetiu-se em 1999 e em 2001, quando o Vera Cruz volta a participar de uma edição do campeonato local, dessa vez pela atual Liga Vitoriense de Desportos (LVD).
A conquista do campeonato vitoriense de 2001 garantiu ao Galo das Tabocas a participação no Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2002, onde se sagrou campeão. O título da Terceirona significou uma nova fase para o Clube, pois, com ele vieram o acesso a Série A2 e a profissionalização, ocorrida em 30 de setembro do mesmo ano.

No processo de profissionalização do Vera Cruz, merece destaque nomes como o atual presidente Fernando José Nogueira, José Epaminondas Nogueira, Antônio Luiz de Carvalho, Alexandre Ferrer, Edmilson Zacarias, José Domingos, José Fábio, Juvenal Manoel da Silva,Genário Calisto, Sandro Manoel, José Aglaílson, Marcelo Manuel e Henrique Queiroz.

O ano de 2003 marca a estréia do Vera Cruz no Campeonato Pernambucano da Série A2 e, por pouco, o Clube não ascende à Primeira Divisão, já em sua primeira disputa. Porém, em 2006, após três longos anos de muita ansiedade e expectativa, o torcedor tricolor pôde soltar o grito de “É campeão!”Debutante na elite do futebol estadual, em 2007 o Vera Cruz dá seqüência a sua vitoriosa trajetória, sendo a grande sensação do certame, alcançando a quinta colocação, e tendo ainda um jogador (Rizo) como autor do gol 25 mil na história do Campeonato Pernambucano.Dificilmente os sete amigos fundadores imaginaram que, um dia, o Clube iria figurar como umas das principais forças do futebol de Pernambuco.

Da corajosa iniciativa do passado aos dias atuais, o Vera Cruz é uma equipe que vem crescendo graças a confiança depositada pelos vitorienses, e segue firme em sua caminhada de sucesso rumo a conquistas inéditas.


Estádio




Estádio Municipal Severino Cândido Carneiro

(Carneirão) com capacidade para 8.000 pessoas.


TÍTULOS:
2002 -CAMPEÃO PERNAMBUCANO DA 3º DIVISÃO
2006 -CAMPEÃO PERNAMBUCANO SÉRIE A-2,
Hino

Vermelho é fogo, é luz ,o preto no jogo, seduz,o branco é paz e amor é o tricolor é o Vera Cruz (bis)Vera cruz é paixão,emoção do povo,salve o novo campeãoTricolor, amor e glória de Vitória de Santo Antão,Vermelho, preto e branco invadem o Carneirão,Levanta nos quatro cantos esse refrãoVera Cruz é paixão,É amor é o tricolor de Vitória de Santo AntãoVera Cruz é o um show,show de bola, ginga, toca, rola, toca na rede é golÉ gol, é gol, é show de bola ginga, rola toca na rede é gol (bis)

Mascote










Galo das Tabocas
Site

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Nacional Fast Clube

O Fast Clube foi fundado em 8 de julho de 1930, por um grupo dissidente do Nacional, comandados pelo dirigente Vivaldo Lima e pelo jogador e capitão do time, Rodolpho Gonçalves. O motivo da discórdia foi uma manobra política com mudança do Estatuto do Nacional às vésperas da eleição presidencial, tirando dos jogadores o direito a voto. Os atletas queriam Vivaldo Lima para a presidência, e estavam fechados em torno do nome do médico e dirigente. Com a manobra, os jogadores, cassados em seus direitos estatutários, não aceitaram a imposição e resolveram sair, fundando um novo clube.

Algumas características precisavam ser mantidas: (1) o nome Nacional; (2) a cor azul, que se juntou ao vermelho e ao branco, para perfazer as cores do Estado do Amazonas; (3) as iniciais NFC e (4) a estrela como símbolo, que foi adotada na cor amarela, como vigora até hoje. Assim, o novo clube já tinha como nome Nacional, as iniciais NFC e as cores vermelho, azul e branco, além da estrela amarelo ao centro do escudo. O grupo então resolveu consultar um professor do tradicional Gimnasyo Amazonense Dom Pedro II, para que sugerisse um nome iniciado pela letra F. Assim, o professor, que lecionava Inglês batizou o clube com o termo Fast, que em inglês quer dizer rápido, fazendo uma analogia com a rapidez e a destreza que os jogadores que fundavam a nossa associação de futebol apresentavam em campo.



O Fast Clube depois de conseguir o acesso a primeira divisão veio a iniciar suas atividades na primeira divisão do Campeonato Amazonense de Futebol em 1932, sendo logo vice-campeão da competição.

A Década de 30 foi de enorme valia para o Fast onde disputou várias finais e por força do destino não as conquistou. O time era respeitado e de forma unânime, era considerado o melhor time ao lado do Rio Negro. Nesta mesma década foi convidado a disputar competições interestaduais e amistosos em estados brasileiros, estes raros pela distância e amadorismo local, com destaque para a viajem ao Maranhão e Ceará.

Nos primeiros dez anos de fundação o Fast Clube amargou 05 (cinco) vices campeonatos. Os primeiros títulos apareceram em 1948-49, um bi-campeonato com um belo time comandado por Raul, Nêgo, Marcílio, Aurélio, Mário Torres, Waldemir Osório, Paulo Onety, Dedé, Zequinha, entre outros craques. Esta década consolidou o Fast como principal time da cidade, tendo realizados amistosos e recebido convites para jogos fora do estado, confirmando a fama do time manauara como força local.

Em 1950 o Fast Clube estava prestigiado no futebol amazonense e despontava com destaque, com o prestígio e reconhecimento ao clube, o Fast Clube proporcionou um amistoso de grandes proporções, este o primeiro da história do clube e de um time amazonense contra o Flamengo do Rio de Janeiro, o time carioca vinha de uma extensa excursão pelo Brasil, já tinha passado pelos estados nortistas do Pará e Amapá. O jogo foi realizado no Campo do Parque Amazonense, com o término no placar de 6x1 para os cariocas no dia 31 de março. Mas foi nesta década que veio o terceiro título estadual em 1955.

Em 1959 o Fluminense veio para a realização de amistosos em Manaus, o Fast Clube era um dos seus adversários, em Parque Amazonense lotado, o jogo terminou 5x1 para os cariocas, mas na verdade o jogo foi ma grande festa.

Em 1960 o Fast Clube conquistava seu quarto título, com um time arrasador, e foi nesta década que veio a primeira disputa da Copa Norte-Nordeste (1969), muito disputada na época e de grande importância. Um jogo que entrou para a histórica do Rolo Compressor, foi contra a equipe pernambucana do Sport Recife, que veio para a inauguração dos refletores do estádio Ismael Benigno, Colina, o jogo foi realizado em fevereiro de 1961, o Sport vinha de duas vitórias frente a São Raimundo e Santos, o Fast Clube em uma tarde inspirada aplicou ma goleada de 7x5, deixando os amazonense ao delírio com a bela atuação do Clube Cintado.

O maior Título do “Tricolor Eterno” veio em 1970, conquistando a Copa Norte, em excelente participação. Na Fase Final da Copa Norte-Nordeste, o Fast Clube deixou escapar o título em um confronto direto com a equipe do Fortaleza que brigava diretamente pelo título, jogo disputado na capital com o mesmo nome do clube cearense, com uma derrota amazonense por 4x1 e deixando o título para a equipe cearense que ficou 1 (um) ponto a frente do Tricolor Eterno.Em 1971 o Futebol Clube do Porto veio a Manaus fazer alguns amistosos, o Fast Clube iria enfrentar a equipe portuguesa no dia 17 de novembro, no estádio Vivaldo Lima com quase 40 mil pessoas, em uma boa partida o Porto vence por 3x1 equipe Fastiana.Veio o Campeonato Brasileiro em substituição a Taça Brasil, o Fast Clube teve 03 (três) participações na primeira divisão, sendo a de 1978 muito comemorada e lembrada pelos Fastianos mais antigos e saudosos, neste ano o Fast Clube surpreendeu a máquina tricolor do RJ, o Fluminense, em pleno estádio do Maracanã, aplicando 2x1 nos cariocas, no mesmo ano o Fast fez dois grandes jogos no Mineirão e Vivaldão contra Cruzeiro e Atlético-MG respectivamente, os placares foram de 5x4 e 2x1 para os mineiros.

A década de 80 o Fast disputou a segunda divisão do campeonato Brasileiro (1980 e 1982) tendo uma participação ruim nos dois anos. No ano de 1980, ao dia 09 de março, houve um jogo histórico, Fast Clube x Cosmos de Nova Iorque se enfrentaram em um amistoso de gala em um Vivaldão lotado com mais de 56 mil pessoas, recorde de publico até hoje e insuperável pela redução do estádio em 1995 para 38 mil pessoas, o jogo contava com várias estrelas de peso como Carlos Alberto (tri-campeão de 70), Beckenbauer Romerito, Chinaglia, todos vestindo a camisa do Cosmos e o Tri-Campeão Clodoaldo pelo Fast, a partida terminou em 0x0. O New York Cosmos extinguiu–se em 15 de setembro de 1984, Pelé jogou até 1977 pelo Cosmos.

A partir de 1986, o Fast entrou em uma grave crise financeira embalando uma série de fracassos no estadual e Brasileirão série B, a crise veio junto com o insucesso do futebol amazonense, ocasionado anos sem nenhuma conquista e sem nenhuma competição de destaque.

A partir de 2004 o Fast surgiu com destaque no regional, aplicando algumas goleadas. Em 2006 o Fast Clube ressurgia com força total, sendo vice-campeão estadual, fato este ocorrido em 2007 e 2008, mesmos anos em que disputou a Série C do Campeonato Brasileiro.

Em 2007 foi um ano especial ao Fast Clube, disputando a Copa do Brasil pela primeira vez em sua história, enfrentado a equipe do Vasco da Gama/RJ, até então as equipes tinha se enfrentado somente duas vezes na história. Nos anos seguintes o Fast Clube sempre marcou presença na Copa do Brasil (2008 e 2009).

Maior público

O Fast possuí o maior público do Estádio Vivaldo Lima, no jogo contra o Cosmos de Nova Iorque, 56 mil pessoas foram ao estádio, público que jamais foi alcaçando porque o estádio teve sua capacidade reduzida para 38 mil pessoas.

Itacoatiara

Desde do ano de 2006, o futebol do Fast Clube estava sediado na cidade de Itacoatiara, onde conquistou três vices campeonantos amazonenses em 2006, 2007 e 2008 e participou das Copas do Brasil de 2007 e 2008. Após o acesso do Penharol, o outro clube da cidade à primeira divisão amazonense, o Fast saiu do município, voltando a ser sediado em Manaus.

Títulos

Campeonato Amazonense: 6 vezes (1948, 1949, 1955, 1960, 1970 e 1971).
Copa Norte 1970


Estádio

Estádio Ismael Benigno - Colina

Capacidade 18000


Hino

Letra e música: Mafra Júnior


Sua glória é lutar

Seduz a gente popular

E hoje é dia

De alegria

Acabou a nostalgia

FAST CLUBE tu és a esperança

O povo deposita confiança

Quando entras pra lutar (ha ha ha ha ha ho ho ho ho ho)

FAST CLUBE a tua estrela é explendor

Para o inimigo é um "Rolo Compressor"

Para a torcida sempre grande vencedor ( ho ho ho ho ho ha ha ha ha ha)

Mascote









Site

http://www.fastclube.com.br/

domingo, 3 de maio de 2009

Foz do Iguaçu Futebol Clube

O Foz do Iguaçu Futebol Clube é um clube de futebol profissional da cidade de Foz do Iguaçu, estado do Paraná. Foi fundado dia 9 de fevereiro de 1996, e suas cores são o azul e o branco. Manda seus jogos no Estádio do ABC, com capacidade para 15.000 espectadores.Atualmente atua na primeira divisão paranaense.






Os Foz do Iguaçu até hoje..

- O primeiro trata-se do atual Foz, ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA AURITÂNIA FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, fundado em 09/02/1996 e que substituiu o AER Foz do Iguaçu FC a partir de 2006.

- O segundo é o ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, clube fundado em 02/01/2002 e que oculpou a vaga do Cataratas Atlético Clube na segunda divisão de 2002 a 2005.

- O terceiro é o primeiro Foz da cidade, o FOZ DO IGUAÇU ESPORTE CLUBE, fundado em 28/02/1988 e que disputou campeonatos de 1988 a 1996(ou 1997, não estou lembrado). Na temporada de 1993 usou o nome de FOZ/MEC devido a uma fusão com o Medianeira Esporte Clube.

- O quarto e ultimo escudo é do FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, fundado em 02/01/1981. Este clube surgiu no cenário esportivo paranaense em 1996(ou 1997, não estou lembrado) para substituir o Foz EC que estava atolado em dívidas. Era conhecido como FOZ/CATARATAS também.


Apelido:
O Azulão da Fronteira


Estádio:
ABC
Capacidade 15.000 lugares



Hino


O Foz do Iguaçu Futebol Clube adota o hino do município.

Letra: Francisco Pereira da Silva (do Centro de Letras do Paraná e Academia de Letras José de Alencar)
Música: Ivanildo Rafael

Somos filhos da terra querida que é famosa, onde quer que se vá Natureza imponente e garrida que, no mundo, mais bela, não há Nestes rios se confundem nações, num abraço de mútuo fervor; somos porto de mil corações, Foz de eterno, ameríndio vigor! Três fronteiras de pátrias amigas Iguaçu-Paraná ... que emoção! suas águas que entoam cantigas, rumo ao Sul, irmanadas, se vão! Quadro eterno que os olhos fascina eis o sol o horizonte a romper; catadupas! Surgí da neblina, para o mundo, outra vez, surpreender! Sob o imenso dossel destas matas, Sim! palpita lembrança tupi; Tarobá, no fragor das cascatas ainda chama, saudoso, Naipi. Sim, mil graças por tanta beleza, Ó Senhor! Sempre mais progredir, que um passado de heróica nobreza, seja o aval de um fecundo porvir! Honra eterna aos ingentes pioneiros deste solo, onde é grande o labor; aqui estão corações brasileiros, palpitando com idêntico amor! Estribilho: Foz do Iguaçu! Foz do Iguaçu! Quem tua glória negará? Onde achar maior que tu, Esplendor do Paraná!!!

Mascote

O Foz do Iguaçu Futebol Clube tem como mascote oficial um quati, com aspectos genuinamente iguaçuense


Site

http://h2foz.com.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=390

sábado, 2 de maio de 2009

Torre Sport Club

Torre Sport Club foi um clube brasileiro de futebol fundado no bairro da Torre, da cidade de Recife, no estado de Pernambuco. Era o time do governador Estácio Coimbra.


Um jogo com o Flamengo/RJ em 1925


No ano de 1925, o Torre que havia sido vice-campeão estadual no ano anterior organizou um certame chamado Troféu Torre Sport Club que seria disputado em uma única partida contra o Flamengo. Vencendo a disputa por três tentos á um com dois gols de Junqueira, o scratch do Flamengo/RJ levantou aquela taça.


Um pouco do campeonato de 1926


O ambiente esportivo voltou a ficar agitado no início de 1926. Os presidentes do Sport, América e Peres, respectivamente, Roberto Rabello, José Fernandes Filho e João Duarte Dias, comunicam ao público desportivo brasileiro, em manifesto publicado pelos jornais, terem se desfiliado da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e fundado a Associação Pernambucana de Esportes Atléticos.
No documento, os dissidentes denunciavam a existência de um plano, entre Santa Cruz, Náutico, Flamengo e Torre, com a participação do presidente da Liga, Cícero Brasileiro de Melo (recentemente eleito), para colocá-los à margem da política interna da entidade, o que ficara provado nas eleições, pois, enquanto quatro clubes denunciados tiveram, cada um, dois diretores na composição da nova diretória, nos tivemos apenas um representante cada, e o Peres nem isso mesmo tivera.
Pelo Jornal do Commercio, edição de 1º janeiro, a LPDT publicou nota oficial, dando sua versão sobre a cisão havida.Explicava a nota que tudo fora feito para evitar a crise, conseqüência funesta, enfatizava, da paixão extremada do clubismo e o desejo infortunado da prepotência de certos elementos no seio de uma coletividade determinante. Acrescentava ainda que Sport e América, depois de haverem lançado mão de todos os processos para obterem maioria no novo corpo dirigente, processos ínvios e, às vezes, nefastos, declararam, solenemente, no dia da eleição, conforme constava da ata,que seus clubes não aceitariam nenhum cargo eletivo de modo peremptório. Quanto ao Peres, ironizava a LPDT, é um clube em situação irregularíssima, sem sede, sem time, tecnicamente incapaz, que não sofreu admoestação da Liga em sua agonia lenta de dois anos cujo sopro de vida no Conselho apenas existia,mercê do oxigênio que lhe soprava o Sport para dar-se ao luxo de ter um representante em duplicata.
Apesar da interferência de várias figuras de projeção, inclusive do Governo, na tentativa de uma solução para a crise, nenhuma das partes se afastou da decisão tomada. Maior a nau, maior a tormenta, comentava-se. Paralelamente aos jogos do campeonato da Liga, a Associação Pemambucana de Esportes Atléticos também programou seus jogos com times suburbanos, dividindo o público. Quando acabou a briga, que durou seis meses, o certame já estava no turno final, mas mesmo assim Sport e América dele participaram, embora soubessem não haver mais chances para a conquista do título. Fiel à causa, o Peres não voltou, e seu presidente, João Duarte Dias, declarou pelos jomais que tinha sido traído.


TorrePernambuco1926 1 - TorrePernambuco1926 1
Campeão Pernambucano de 1926. O time era formado com Valença, Filuca e Pedro Barreto; Aquino, Hermes e Dantas;Osvaldo, Piaba, Péricles,
Antonio e Chiquinho.


O Torre beneficiado é o campeão


Quem terminou sendo beneficiado com as ausências dos rubro-negros e alviverdes, favoritos ao título, foi o Torre. O chamado madeira rubra terminou conquistando o campeonato de 1926, o primeiro da sua existência, a 2 de janeiro de 1927, nos Aflitos, derrotando o América por 2 a O, gols de Péricles e Piaba. O árbitro foi o dirigente tricolor, Carlos Rios, arranjado de última hora, uma vez que o escalado, Renato Silveira, também dirigente (Sport), não compareceu.
Time campeão - Valença, Aquino e Pedro Barreto; Arnaldo, Hermes e Dantas; Osvaldo, Piaba, Péricles, Policarpo e Galvão.
O madeira rubra, fundado a 13 de maio de 1909, interrompia um predomínio de 10 anos de Sport e América, únicos campeões pernambucanos, desde 1916. Embora se dissesse que o Torre não teve méritos na conquista do título, verdade é que o clube de José da Silva Loyo armara um bom time. Seu primeiro grande passo foi tirar do Sport Club do Recife um dos melhores atacantes da Região, o artilheiro Péricles.


1929 - 1929
VALENÇA, HERMES, MIRO, LELECO, FAUTINO, COSTA, AGNELO, PIABA, MATURANO, LETONA, e ALDO
Torre campeão pernambucano de 1929


O campeonato invicto


Se no ano de 1926 houve questionamentos acerca do campenato conquistado pelo Torre, em 1929, o madeira rubra não deixou dúvidas, conquistou o título de forma invicta, tendo derrotado Santa Cruz, Náutico, América e empatado por duas vezes com o Sport. O campeonato fora disputado por oito equipes em sistema de pontos corridos com jogos de ida e volta.


A revolução de 1930


A revolução que depôs o presidente Washington Luiz colocou Getulio Vargas no poder e deixou o Recife em polvorosa. O governador Estácio Coimbra teve que fugir para não ser preso e Carlos de Lima Cavalcanti, seu opositor, ligado aos revolucionários, assumiu o Governo de Pernambuco.
Paralisado o campeonato e não havendo condições de sua continuidade, que ia sendo liderado pelo Torre, Renato Silveira, presidente da LPDT, resolveu convocar uma assembléia geral para dar por encerrado o certame. A reunião aconteceu na noite de 12de dezembro, sendo assinado pelos representantes dos times disputantes, exceto Torre e Encruzilhada, o seguinte documento:


“Os abaixo firmados, representantes dos clubes filiados, Sport, América, Náutico, Íris, e Santa Cruz, reunidos aos 12 dias do mês de outubro de 1930, sob a presidência do Sr. Renato Silveira, presidente da LPDT, atendendo às circunstâncias especiais criadas pelos acontecimentos imprevistos que sacudiram o País, anormalizando a vida esportiva do Estado e tornando materialmente impraticável o prosseguimento do campeonato de 1930, resolveram acordar que seja o mesmo campeonato encerrado, considerando-se vencedores do campeonato deste ano os quadros dos clubes colocados em primeiro lugar na contagem dos pontos dos jogos já aprovados, sugerindo-se à diretoria da Liga instituir prêmios especiais para os citados vencedores. O Torre estava assim proclamado campeão de 1930.”


Os clássicos do Bairro da Torre


Clássico Bairrense é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Tramways Sport Club, dois clubes de futebol extintos de do bairo da Torre, no Recife, Pernambuco.
Clássico da Paixão é o nome dado ao jogo das antigas equipes Torre Sport Club versus Íris Sport Club ambos do bairro da Torre da cidade do Recife. O jogo recebeu este nome porque o 1° jogo disputado foi numa Sexta Feira da Paixão no Campo do Alagado da Torre.
Clássico Guerreiro é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Israelita Sport Club, clube, também, já extinto.
Clássico dos Maestros é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Santa Maria Athletico Club, clube, também, já extinto.


Títulos


Estaduais
Campeonato Pernambucano: 3 vezes (1926, 1929* e 1930).
Vice-Campeonato Pernambucano: 4 vezes (1924, 1925, 1927 e 1928).
Torneio Início: 2 vezes (1922 e 1929).
*Campeão invicto.


Outras conquistas
Liga Desportiva da Torre: 1911.
Liga Suburbana: 4 vezes (1915, 1919, 1920 e 1921).
Copa Torre: 8 vezes (1921, 1926, 1928, 1929, 1930, 1932, 1940 e 1942).


fonte: http://blog.cacellain.com.br/2009/04/23/memoria-do-futebol-pernambucano-torre/

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Andirá Esporte Clube

O Andirá Esporte Clube foi fundado no dia 1º de novembro de 1964 por uma das famílias mais tradicionais do Estado do Acre, os Dantas. A origem do nome do clube vem da palavra indígena "andyrá", que em Tupi significa "morcego". Suas cores inicalmente eram o preto e o branco. Recentemente, em 2006 o clube adotou o verde em seu uniforme que, segundo o presidente Gilberto Braga, é uma homenagem à Amazônia e à borracha, produzida com destaque no Estado.

A primeira mulher a assumir o comando técnico de um time de futebol no estado foi Cláudia Malheiro. Isto aconteceu no ano 2000. Ela já havia dirigido o Vasco-AC em 1999. Ela foi contratada pelo Andirá no dia 24 de abril de 2000. Cláudia ficou no comando do Andirá até 2001, quando afastou-se dos gramados para dedicar-se à sua família. Em 2006, recebe o convite para retornar ao Andirá, no ano que também marcava a volta do Morcego, o qual esteve afastado por um ano dos gramados.

Na reestréia, em um jogo-treino contra o Juventus local, os comandados de Cláudia (agora com uniforme verde e preto, em homenagem à Amazônia e à borracha do Acre) foram derrotados por 2 a 1, com gols de Tonho e Rogério para os juventinos – Artemar, pelos andiraenses, descontou. Mesmo assim, a treinadora (apelidada de ‘Felipão de Saias’ por seu jeito mãezona) não perdeu o crédito com a nova diretoria do clube – Gilberto Braga assumiu a presidência, enquanto Marquinhos Gomes se tornou seu vice. Resultado: o time chegou às semifinais do primeiro turno da competição, e só não avançou à decisão porque perdeu a semifinal (em jogo único) para a Adesg com por 3 a 2 gol um gol nos acréscimos.

Em 2007 fica com o vicecampeonato estadual por ser a equipe que mais somou pontos com 22 pontos em 12 jogos, ficando atrás apenas do Rio Branco, campeão dos dois turnos, sagrando-se assim campeão.

Em 2008, mesmo com pendências financeiras, o Andirá tentou sua inscrição no Campeonato Acreano. A tentativa foi vetada pela federação local, sob alegação de falta de representatividade legal e problemas na conjuntura política no clube, que precisou ficar afastado das competições.

Estádio

José de Melo

Capacidade - 8.000

Mascote

Morcego





Site

http://aecmorcegueiro.blogspot.com

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Esporte Clube Poções

O Esporte Clube Poções é um clube jovem, fundado em 1985, mas já construiu uma incrível jornada no campeonato baiano, além de revelar bons jogadores. A agremiação, proveniente da cidade de Poções, costuma incomodar os grandes do estado - Bahia e Vitória.

Suas cores são o branco, azul e o vermelho, o que faz a equipe ser chamada de tricolor do sudeste. O seu acesso ocorreu em 1993, quando conquistou o campeonato da segunda divisão estadual baiana, fazendo a alegria dos aproximadamente 44.000 habitantes da cidade.
Ter alcançado a segunda divisão da competição com apenas 14 anos de existência foi um grande feito da agremiação. Seus jogadores são lembrados até hoje, porém o clube ainda carrega o estigma de chegar perto e morrer na praia na hora de levantar o caneco. Em disputas, mesmo que equilibradas, o clube não tem conseguido levar a melhor.

Seu maior feito foi em 1999, quando alcançou o vice-campeonato estadual, no ano em que Bahia e Vitória dividiram o título após batalha judicial. Somente em 2005 a Federação Baiana de Futebol decretou os dois times como campeões. Por conta disso, o Poções automaticamente tornou-se o natural vice-campeão.

Em 2009 o Poções vai defender seu mando de campo do estádio Waldomiro Borges, em Jequié. O estádio tem capacidade para 10 mil espectadores.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Baiana 1993

Estádio
  • Estádio Heraldo Curvelo

  • Capacidade 8.000

Seu estádio, o Heraldo Curvelo (Heraldão) é tido como um dos alçapões do interior baiano, sendo creditado a ele parte do sucesso do “tricolor do sudoeste” nos últimos quatro anos – especialmente em 95, quando ficou em terceiro na classificação geral, repetindo a dose em 96. Além de uma boa formação, o Poções possui uma boa sede, instalada no centro da cidade, com área de lazer, alojamentos com banheiros privativos e amplo espaço para os atletas.

Mascote

Raposa do Agreste











Site

http://www.esporteclubepocoes.com.br/



quarta-feira, 29 de abril de 2009

Esporte Clube Democrata

Nascido como uma dissidência do extinto Flamengo Football Club, o Democrata dedicou-se nas suas primeiras décadas de vida a competições amadoras em Governador Valadares (chamada de "Figueira do Rio Doce" até 1938) e região, mas ocasionalmente enfrentava em amistosos grandes equipes do futebol nacional, como por exemplo o Botafogo de Mané Garrincha. Nos anos 40, o Democrata formou uma equipe memorável, que excursou pelas cidades vizinhas do Vale do Rio Doce conquistando bons resultados e um longo período de invencibilidade; esta equipe ficou conhecida como "Expresso do Vale".

Neste período, o Democrata desenvolveu uma acirrada rivalidade com outra equipe de Governador Valadares, o Clube Atlético Pastoril. Ambas as equipes flertaram com o profissionalismo durante a década de 1960, mas somente o Democrata conseguiu prosperar após o fim do amadorismo.

Primeiras Participações no Campeonato Mineiro

O clube estreou na primeira divisão do Campeonato Mineiro em 1969, a convite da Federação Estadual. A partida que marcou a estreia do Democrata na elite do futebol mineiro foi contra a Usipa, de Ipatinga, no dia 26/01/1969, no Mamudão, e terminou em empate por 0 a 0. Ao final do campeonato, o Democrata foi apenas o 13º colocado. Mas foi a partir dos anos 80 que o Democrata tornou-se freqüentador assíduo da elite do futebol mineiro, participando de todas as edições do campeonato, exceto após ter sido rebaixado em duas ocasiões: em 1987 e 2001, quando disputou, por curtos períodos, a segunda divisão.

Em 1980 e 1982, o Democrata chegou à fase final do Campeonato Mineiro, que contava com 8 equipes. No segundo turno do Campeonato de 1984, o Democrata foi o 4º colocado e enfrentou o Atlético pela semifinal do segundo turno, sendo eliminado com duas derrotas, em Governador Valadares e no Mineirão.

O primeiro título oficial do Democrata em competições estaduais foi a Taça Minas Gerais de 1981, quando, na final, derrotou o Uberlândia. Na época, a Taça Minas Gerais correspondia a uma das fases do Campeonato Mineiro.

Tetra-Campeão do Interior e Vice-Campeão Estadual

O período de maior sucesso do Democrata no Campeonato Mineiro foi entre 1991 e 1994, quando foi o melhor time do interior mineiro (excluindo os clubes de Belo Horizonte: Atlético, Cruzeiro e América) por 4 anos consecutivos, conquistando o título de "Tetra-Campeão do Interior". Foi neste mesmo período que o Democrata conquistou o vice-campeonato mineiro de 1991, ficando atrás apenas do campeão Atlético e à frente de Cruzeiro e América. O vice-campeonato rompeu um longo período de hegemonia dos times da Capital, que monopolizavam as duas primeiras posições do Campeonato desde 1964 - portanto, desde antes da construção do Mineirão.

Naquele ano, a fase final do Campeonato foi disputada por seis equipes: Democrata-GV, Atlético, Cruzeiro, América, Rio Branco de Andradas e o Esportivo de Passos. O Democrata fez boa campanha, vencendo 4 dos 5 confrontos disputados no Mamudão, inclusive diante dos poderosos Cruzeiro (2 a 0) e América (3 a 0), mas na última rodada sucumbiu ao Atlético no Mineirão, sendo derrotado por 2 a 0 e dando adeus ao sonho do título estadual. Além do vice-campeonato, o Democrata consagrou o artilheiro do campeonato: Gilmar, com 14 gols.

O time-base do Democrata vice-campeão de 1991 era: Sílvio; Borges, Parreira, Walmir e Baiano; Toninho, Marcelo Alves (Coqui), Amando (Quirino) e Edinho (Páscoa); Gilmar Estevam e Élder. O técnico era Zé Maria Pena.

Em 1993, o Democrata classificou-se novamente para a fase decisiva do Campeonato Mineiro, desta vez disputada por 4 equipes: os três grandes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), além do Democrata. Porém, o time de Governador Valadares não conseguiu repetir a façanha de dois anos antes e terminou o quadrangular em último lugar, atrás dos três grandes. A partida que decidiu o Campeonato daquele ano foi disputada, pela primeira vez na História, no Mamudão, entre Democrata e América. O Democrata já não tinha mais chances e foi batido pelo América, que assim quebrou um longo jejum de títulos que vinha desde 1971.

Ganhando Projeção Nacional: Série B e Copa do Brasil

Após a conquista do vice-campeonato estadual em 1991, o Democrata garantiu participação na Copa do Brasil do ano seguinte, figurando pela primeira vez em sua história em uma competição nacional. Porém, o Democrata caiu logo na primeira fase, com um empate em casa e uma derrota em Curitiba contra o Paraná Clube.

O Democrata voltou a participar de uma competição nacional em 1994, quando substituiu o América-MG na Série B do Campeonato Brasileiro. Naquele ano, o América-MG estava cumprindo uma suspensão imposta pela CBF, e o Democrata, na condição de principal força do interior mineiro, ficou com a vaga do Coelho na competição. Porém, o time já não conseguiu repetir o mesmo sucesso do Campeonato Mineiro jogando contra equipes de outros Estados.

A primeira fase Série B era composta por 4 grupos de 6 times separados por critérios geográficos, de forma a diminuir despesas com viagens. Mesmo com esta divisão, o Democrata teve que arcar com longas viagens para o Nordeste do Brasil, que pesaram nas finanças do clube. Os resultados, por outro lado, foram magros: O Democrata jamais passou da 1ª fase da competição. Somando as duas participações (1994 e 1995), o Democrata fez 20 partidas pela Série B e venceu apenas 2 vezes, curiosamente sobre o mesmo time - o Santa Cruz de Recife - a primeira fora de casa, em 1994, a segunda no Mamudão, no ano seguinte. Mesmo vencendo apenas uma vez em 1994, o Democrata se salvou do rebaixamento à Série C, naquele ano, graças a nada menos que 7 empates conquistados nas outras 9 partidas.

O Democrata participou também da Copa do Brasil de 1995, a convite da CBF. Novamente, o time de Governador Valadares se beneficiou com a suspensão imposta ao América-MG, candidato natural à vaga graças à 3ª posição no Campeonato Mineiro do ano anterior. Na fase preliminar, o Democrata eliminou o Goiás com uma vitória por 2 a 0 no Mamudão e uma derrota por 1 a 0 em Goiânia. O confronto seguinte foi contra o Vitória, e o Democrata mais uma vez surpreendeu os visitantes com um 3 a 2 no Mamudão. Esta vitória foi particularmente marcante, já que o Vitória havia sido recentemente vice-campeão brasileiro, em 1993. Porém, na partida de volta o Democrata foi batido por 2 a 0 no Barradão, em Salvador, e deu adeus à Copa do Brasil.

Crise financeira e decepções em 1998 e 1999

Apesar dos sucessos dentro de campo e do expressivo crescimento da torcida - intitulada "A Maior do Interior" - o Democrata sofria com a falta de apoio do poder público e dos empresários de Governador Valadares. Assim, o clube foi acumulando dívidas ao mesmo tempo em que progredia no futebol. A partir de 1995 a situação financeira passou a influenciar negativamente o desempenho da equipe, que só escapou do rebaixamento no Campeonato Mineiro na última rodada, ao golear o Rio Branco de Andradas por 5 a 0 em Governador Valadares.

No Brasileiro da Série B daquele ano, o Democrata fez uma campanha sofrível, com direito a uma derrota por 4 a 0 em pleno Mamudão diante do modesto Central de Caruaru (PE), somando apenas 5 pontos em 10 partidas e sendo rebaixado à Série C como o pior dos 24 participantes da Série B.

No início de 1996, o Democrata ameaçou desistir do Campeonato Mineiro se não conseguisse patrocínios junto ao empresariado de Governador Valadares. A situação foi contornada a tempo, mas a campanha do Democrata foi apenas mediana, insuficiente para chegar à fase final (disputada por seis equipes) mas livre do rebaixamento ao Módulo II. Porém, para evitar despesas com viagens, o Democrata abriu mão de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, onde tinha lugar garantido por ter sido rebaixado da Série B do ano anterior.

Depois de outra campanha medíocre no Estadual de 97, o Democrata voltou a empolgar sua torcida no campeonato seguinte, ao firmar uma parceria com uma empresa de loterias da região. O time terminou a primeira fase em 3º lugar, sem perder nenhuma partida em casa. Nas quartas-de-final, enfrentou o América, que havia sido o 6º colocado na primeira fase. Mais uma vez, o Democrata deu adeus ao sonho do título com uma derrota por 1 a 0 no Independência e um empate no Mamudão por 1 a 1, numa partida em que arbitragem foi bastante contestada. Após a eliminação, a parceria com a empresa de loterias foi rompida, e o clube voltou à situação de penúria financeira.

O Campeonato de 1999 apresentou uma mudança na forma de disputa: os três clubes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), juntamente com o Villa Nova, entrariam apenas na segunda fase. A primeira fase seria disputada apenas pelas 8 equipes restantes do interior, sendo as 4 melhores promovidas para a segunda fase, e a campeã recebendo o título da Taça Minas Gerais e uma cobiçada vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Mesmo com uma equipe mais modesta em relação à de 1998, o Democrata despontou como favorito para a conquista da Taça, fazendo uma campanha invicta até faltarem 3 rodadas para o fim. No entanto, o Democrata fez o que parecia impossível: foi derrotado nas 3 últimas partidas, a última delas para a URT em pleno Mamudão por 2 a 1, quando bastava o empate. A URT descontou uma diferença de 8 pontos nas 3 últimas rodadas, ficando com a Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil. Com o vice-campeonato na Taça, o Democrata garantiu participação na segunda fase do Campeonato, onde fez uma campanha irregular e terminou em 5º.

Declínio e Rebaixamento ao Módulo II

A mesma forma de disputa foi mantida para 2000, porém desta vez a URT ganhou com folgas o título da Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil; o Democrata limitou-se a garantir a classificação para a segunda fase do campeonato. Na segunda fase, livre dos riscos de rebaixamento, o Democrata somou aos seus problemas uma epidemia de Dengue que assolou vários jogadores do elenco. Com o time "dengoso", o Democrata perdeu 11 das 14 partidas e terminou em último lugar dentre os 8 participantes da segunda fase - um mau prenúncio para o ano seguinte.

Depois de tantos altos e baixos, com os cofres praticamente vazios e as rendas de bilheteria sendo freqüentemente penhoradas para o pagamento de dívidas, o Democrata teve seu inevitável encontro com o rebaixamento no Campeonato de 2001, ao terminar a primeira fase como o penúltimo colocado dentre os 12 participantes. A partida que selou o destino do Democrata rumo ao Módulo II aconteceu em 7 de Abril de 2001, no Mamudão, em que o Democrata foi batido pelo América por 1 a 0.

Retorno ao Módulo I e Participação na Série C

Em 2003, o clube sagrou-se campeão mineiro de juniores.

Em 2005, ao vencer o Campeonato Mineiro de Futebol - Módulo II - equivalente à segunda divisão estadual - conseguiu retornar ao Módulo I da primeira divisão, quatro anos após o rebaixamento.

Em 2007, o clube fez uma ótima campanha no Campeonato Mineiro, graças a uma parceria com o Clube Atlético Mineiro, ficando em 3º lugar e garantindo a sua participação no Campeonato Brasileiro da Série C daquele mesmo ano e na Copa do Brasil do ano seguinte.

O grupo do Democrata na primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C contou com Villa Nova (MG), Juventus (SP) e Madureira (RJ). Para a segunda fase, classificaram-se Villa Nova (MG) e Democrata. O Democrata foi eliminado na segunda fase, num grupo que contava com Roma (PR), Bragantino (SP) e Esportivo (RS).

O Bragantino (SP), que se classificou para a fase seguinte, juntamente com o Esportivo (RS), acabou sendo o campeão da Série C. Importante destacar que nos confrontos com o Bragantino (SP), o Democrata perdeu em Bragança Paulista por 1x0, com um gol no último minuto do jogo e em Governador Valadares, fez sua mais espetacular partida. Após estar perdendo por 3x0, o Democrata virou o jogo e venceu por 5x3.

Estádio

O Estádio José Mammoud Abbas, ou Mamudão, localiza-se em Governador Valadares, Minas Gerais e pertence ao Esporte Clube Democrata. O estádio tem capacidade para 5.700 pessoas.

Com a inauguração feita em 1964 teve como seu primeiro jogo Democrata-GV 0 x 2 Botafogo-RJ, em um campeonato realizado entre o E.C. Democrata e clubes importantes do Rio de Janeiro.


Títulos

Campeão da Taça Minas Gerais (1981), Vice-Campeão Mineiro (1991), Penta-Campeão do Interior de Minas (1991, 1992, 1993, 1994 e 2007), Campeão Mineiro do Módulo II (2005) e Campeão Mineiro de Juniores (2003).

Hino

Letra e música de Rosenberg Pettersen

Esporte Clube Democrata
És uma equipe de grande tradição
Pantera de sangue alvinegro
A tua força faz tremer qualquer leão

Democrata sinônimo de luta
Força, coragem e esplendor
Pantera, teu lema é a vitória
Teus dias são de glória, de raça e amor

És o orgulho do Vale do Rio Doce
Tua camisa é a imagem do poder
O teu passado reflete no presente
Um futuro que haveremos de vencer

Se acaso a derrota acontecer
Não vai ser nada, iremos prosseguir
O que importa é a nossa união
Porque unidos a vitória há de vir

Esporte Clube Democrata
O teu nome exprime liberdade
És a esperança de tantos corações
Alvinegros que te amam de verdade

Democrata és o grito de um povo
Uma união cujo lema é vencer
Vamos, Pantera, nada temos a temer
Nós somos brasileiros, Democrata até morrer.

Mascote



Nasce a Pantera, o mascote do Democrata

A escolha de uma pantera para ser o símbolo do Esporte Clube Democrata aconteceu em 1969, quando foi lançada a pedra fundamental da sede olímpica do ECD, que seria construída na área do Estádio Mammoud Abbas que fica de frente para a Rua Afonso Pena. À época, a diretoria do Democrata lançou uma campanha publicitária com o slogan “Democrata é preto no branco”. Para ilustrar a campanha, pensou-se na necessidade de um mascote, que poderia ser adotado definitivamente como mascote oficial do clube.

A sede olímpica jamais foi construída, mas o mascote nasceu identifica o Democrata no cenário esportivo brasileiro. O mascote do ECD é uma pantera. O jornalista Marcondes Tedesco (já falecido) foi o criador da pantera. Em entrevista ao jornalista Tim Filho, em 1995, Tedesco contou que durante o processo de criação, vários animais foram lembrados para simbolizar a raça democratense, mas a pantera foi escolhida por ser um felino e de cor negra, cor predominante no uniforme do Democrata. “Os felinos são vencedores, não se acovardam e reinam soberanos na selva”, disse o jornalista. O primeiro desenho da pantera foi feito pelo artista plástico Epaminondas Bassi, em 1969.

Site

http://www.democratagv.com.br