segunda-feira, 18 de maio de 2009

Força Esporte Clube

O Força Esporte Clube, equipe de futebol profissional da Força Sindical, surgiu em 2001 com o objetivo de dar oportunidades aos jovens de construir uma carreira no esporte mais popular entre os brasileiros, o futebol. Formar cidadãos conscientes e participativos das questões sociais colocadas à nossa sociedade integrando a família, a comunidade, sindicatos, as organizações sociais e órgãos públicos numa ação integrada pelo esporte e pela cidadania plena, estas são as finalidades do time de futebol da Força Sindical.
Em 2003, o time foi Campeão Paulista da 3ª Divisão/B3. Em 2006, participou da Segunda Divisão do Campeonato Paulista e obteve a 6ª colocação. “Agora o objetivo é conquistar uma das quatro vagas de acesso à Série A3 em 2007”, afirma o presidente da equipe, Valdir Pereira da Silva, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo.
O projeto social realizado pelo Força Esporte Clube nas periferias das cidades de Franco da Rocha, Mauá e Mogi das Cruzes já revelou três jovens jogadores que vestiram a camisa do Força nos anos de 2005 e 2006. O lateral-direito Thiaguinho apareceu na Copa São Paulo de Futebol e depois foi contratado pelo Atlético (MG). O meia Dodô que disputou a Segundona, em 2006, e foi para o Londrina (PR). E o atacante Alemão, que depois de revelado agem pelo Força Esporte Clube, teve passagens pelo Coritiba, no Kyoto Purple Sanga do Japão e por último no Palmeiras (SP). O jogador teve a carreira interrompida por uma acidente automobilístico que lhe tirou a vida.


Títulos


Mascote


O mascote do clube não poderia ser outro, senão, um trabalhador, representado pelo operário brasileiro.







Estádio
O estádio oficial do clube é o Estádio Municipal Carlos Ferracini de Caieiras, município da grande São Paulo.Foi fundado em 10 de abril de 1980 e tem capacidade para 6195 pessoas.


Site

domingo, 17 de maio de 2009

Estácio de Sá Futebol Clube

Unindo esporte e educação, num projeto ousado e pioneiro no Rio de Janeiro, nasceu em 20 de julho de 2004 o Estácio de Sá Futebol Clube, que antes se chamava Universidade Estácio de Sá Futebol Clube. Projeto ambicioso com investimento inicial de 60 milhões. A gestão do time, baseado num modelo profissional de administração esportiva, formatou o primeiro clube-empresa de uma universidade carioca para atuar no futebol profissional.

Atualmente sedia seus jogos no estádio do Olaria Atlético Clube. Com a ajuda de seus patrocinadores, o clube conseguiu construir seu próprio estádio: o Estádio Universidade Estácio de Sá, Localizado em Curicica. O seu material esportivo é Kappa. A cor de seu uniforme é laranja.
Foi campeã da 3ª Divisão do Rio de Janeiro, em 2005, e 4ª colocada na segunda divisão do Campeonato Carioca em 2006, logo no primeiro ano em que disputou a competição.



ESTRÉIA
O primeiro grito de gol do clube foi obra do ex-atacante Pablo, no primeiro jogo do clube contra o CFZ do Rio, no campo do CFZ, na Barra da Tijuca. Em 14 de agosto de 2004, aos cinco minutos do segundo tempo, o atacante, encoberto pelo zagueiro do time adversário, marca o início de grandes emoções na história do Estácio de Sá Futebol Clube. No embate, o Estácio acaba sendo derrotado, mas segue rumo a novas conquistas.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 2005.

Estádio

Rua Bariri - pertence ao Olaria A. C - Capacidade 10.000

Mascote







Com 82 % o nome escolhido para o mascote do Estácio de Sá Futebol Clube foi Tácio.




Site

sábado, 16 de maio de 2009

Sociedade Esportiva e Recreativa Juventude

O Juventude foi fundado no dia 23 de maio de 1982. Na ocasião, pelo menos 15 pessoas reuniram-se no hotel e churrascaria "Trevão", em Primavera do Leste. A fundação do clube teve, como objetivo prinicipal, a participação do mesmo no campeonato amador de Poxoréo. Até então, disputava apenas campeonatos e torneios em fazendas e inúmeras foram as vezes em que seus jogadores viajavam em cima de caminhões, para locomoverem-se ate o local de disputa.

O nome Juventude fora escolhido através de sugestões diversas pessoas e principalmente, porque eram na maioria jovens. As cores escolhidas também foram por sorteio e sugestões, recebendo a maioria dos votos o vermelho e o branco. O brasão do Juventude foi criado por Eloi Bauer Melo.

Pelo fato de Primavera do Leste ter sido elevada à município apenas em 1986, e pela população reduzida, os 11 jogadores do Juventude foram por muito tempo constituídos de índios da aldeia xavante.

Campeão Mato-grossense da Segunda Divisão em 1990, o Juventude foi uma equipe de grandes investimentos e resultados no início desta década, sagrando-se bicampeão estadual em 2000 e 2001. Estreou no certame em 1991 – de lá para cá, ficou fora dos campeonatos de 1995 a 1998; 2004; 2006; 2007 ; 2008 e 2009.

Títulos

Campeonato Mato-Grossense 2 vezes (2000 e 2001).
Campeonato Mato-Grossense - 2ª Divisão: 1990.


Estádio

Asa Delta
Capacidade 12 mil pessoas

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Fabril Esporte Clube

O Fabril Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Lavras, no estado de Minas Gerais.

Fundado em 2 de setembro de 1932, manda seus jogos no Estádio Juventido Dias, o Municipal, com capacidade para 6.000 pessoas (ou no estádio da UFLA, que tem capacidade para 30.000 pessoas).

Atualmente disputa a Terceira divisão do campeonato mineiro.

Títulos

Campeonato Mineiro - Segunda Divisão: 1984.

Campeão do Interior: 1988.

Estádio:
Cel. Juventino Dias (5.000)

Estádio da UFLA (30.000)



Mascote:

Falcão

Site
http://www.fabrilec.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Americano Futebol Clube

A trajetória do Americano Futebol Clube, de Campos, começou em 1914. Em uma tarde daquele ano, um combinado de Campos enfrentou o America Football Club, o então campeão carioca. O time da capital venceu por 3 a 1. No dia 1º de junho, inspirados no adversário, foi fundado o Americano Futebol Clube.

Nesta época, o futebol da cidade de Campos já contava com times de peso como o Rio Branco, Goytacaz, Aliança e Luso-Brasileiro. No ano de sua fundação, o Americano conseguiu bater o poderoso da região, o Rio Branco, por 4 a 1. Em 1915, o time ingressou no Campeonato Campista e logo se sagrou campeão. Neste torneio local, a agremiação é a recordista com 27 títulos, sendo que nove destes foram conquistados consecutivamente.

No ano de 1922, com apenas oito anos de existência, o clube já ostentava, em suas fileiras, dois jogadores convocados para a Seleção Brasileira: Soda e Mario Seixas. Em 1930, outro jogador alvinegro foi convocado para disputar a Copa do Mundo do Uruguai: Poli,Policarpo Ribeiro, que inclusive foi homenageado com uma placa no Hall Social do clube. Em termos de título, o que mais orgulha o torcedor do alvinegro campista é o inédito título de êne-campeão campista e do interior do RJ, uma conquista inédita. São nove títulos consecutivos por duas ocasiões.

Entre 1964 e 1975, o time também conseguiu quatro títulos estaduais fluminense. Neste período, a cidade do Rio de Janeiro era o Estado da Guanabara, então grandes times como Botafogo, Vasco, Flamengo, Fluminense e América disputavam outro torneio.

O alvinegro de Campos também foi campeão do torneio do interior entre os anos de 1985 e 1993. Em de 1987, o clube conquistou o Campeonato Brasileiro do Módulo Azul, o que seria hoje a terceira divisão. Isto permitiu uma maior visibilidade nacional à agremiação.

Ainda em 1987, o Americano representou o Estado do Rio de Janeiro e conquistou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em uma final memorável contra os paulistas.

O ano em que o Americano chegou mais perto da vitória do Campeonato Estadual foi em 2002. O time venceu a Taça Guanabara (1° turno da competição), a Taça Rio (2° turno), mas perdeu para o Fluminense em uma conturbada competição. Naquele ano, por causa da Copa do Mundo, a Rede Globo de televisão boicotou o torneio e não houve divulgação televisiva, até porque nos primeiros meses do ano houve a disputa do Torneio Rio São-Paulo.

Em 2005, a oportunidade de ter outra Taça Guanabara escapou na disputa de pênaltis. Na final, o time de Campos enfrentou o Volta Redonda. Após um jogo sem muitas emoções e um empate por 0 a 0, o time do sul fluminense levou a melhor na disputa por pênaltis, derrotando o Americano.

O torcedor mais conhecido do Americano era o ex-presidente da Federação Carioca de Futebol, Eduardo Viana, conhecido também como Caixa D'água. Ele presidiu a Federação por cerca de 20 anos, entre as décadas de 1980, 1990 e 2000.

Neste período, produziu muita polêmica e suspeitas de fraude. O alvinegro de Campos foi acusado muitas vezes de favorecimento durante a sua gestão. Em 2006, Eduardo Viana morreu.

Estádio

O Estádio Godofredo Cruz é um estádio de futebol localizado em Campos dos Goytacazes no estado do Rio de Janeiro. Fundado em 24 de janeiro de 1954, é o maior estádio de futebol não somente da cidade de Campos dos Goytacazes, como também é o segundo maior estádio do interior do estado do Rio de Janeiro. Pertence ao Americano Futebol Clube e sua capacidade prevista, é de 25 mil pagantes.

http://mavalem.sites.uol.com.br/rj/Americano2.jpg

A partida inaugural foi de Bangu x Goytacaz, vencida pelo Bangu numa goleada de 4 a 1. O primeiro gol no estádio foi de Lucas (Bangu).

O recorde de público foi de 22.853 pagantes em 30 de março de 1983, em um jogo entre Americano Futebol Clube e Flamengo. Partida válida pelo Campeonato Brasileiro que terminou empatada em 2 a 2.

Hino

Americano, Americano

Eu me orgulho em ser seu torcedor

A camisa alvi-negra glorifica e no gramado agiganta o jogador

De vitória em vitória, o Americano escreve a sua história

Onde perfilam a fibra na disputa, a honra de vencer

Em cada luta a multidão a torcer, por isso ele cresce a cada

Querido glorioso, meu Americano

Querido glorioso, meu Americano

Mascote

A mascote do Americano é um fantasma, que se veste com a camisa do clube.



Site
http://www.americanofc.com.br/

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mogi Mirim Esporte Clube

Primeiro time de futebol da cidade de Mogi, o Mogi Mirim Esporte Clube foi fundado no dia 01 de fevereiro de 1932 e, no mesmo ano, participou pela primeira vez de uma competição oficial: o Campeonato do Interior. No ano seguinte, sagrou-se campeão do torneio, que disputou ainda por mais de duas décadas. Enfim, em 1954, a agremiação se profissionalizou e debutou no Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

Em 1959, o clube se licenciou e permaneceu inativo por 10 anos, retornando às atividades profissionais em 1970, novamente na “Segundona”. Os anos foram se passando e, entre 1978 e 1981, o Mogi Mirim esteve na Terceira Divisão, retornando à Segunda no ano seguinte. Enfim, em 1985, um dos objetivos foi alcançado. Com o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão obteve o direito do acesso à Primeira Divisão, em 1986.
Foi no ano de 1985 que o Sapo chegou à primeira divisão do Campeonato Paulista. Naquele ano, o Mogi montou um time considerado bom para os padrões da época, com jogadores como o “xerife” Chicão e Oscarzinho, e na noite de 11 de dezembro de 85, no estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, o time chegou à divisão principal ao conquistar o título da Segunda Divisão com um empate de 1 a 1 com o Tanabi. De lá para cá, o Mogi se firmou no futebol paulista. O ápice foi nos anos de 92 e 93, com o célebre “Carrossel Caipira”, liderado por Rivaldo, Válber e Leto. O sucesso do time, que disseminou o nome do Mogi Mirim por todo o território nacional, foi a união de um treinador de visão, com um esquema tático ousado, e jogadores virtuosos que incorporaram um profundo espírito de equipe.

Aos moldes do Carrossel Holandês da Copa do Mundo de 1974, o estreante técnico Oswaldo Alvarez implantou o esquema 3-5-2. O encaixe do elenco foi perfeito. De tanto girar, o Carrossel Caipira atordoou adversários por onde passou. Para os grandes clubes da capital, o Sapo ficou conhecido como o time do interior mais difícil de ser batido.
Tamanho foi o êxito do elenco comandado por Vadão que em 1992 o Sapo conquistou o título da Copa 90 Anos da Federação Paulista de Futebol e do Grupo Amarelo do Campeonato Paulista. Por pouco o time não chegou à final do Paulistão.

No ano seguinte, o clube venceu o Torneio Ricardo Teixeira. Em 1995, o Mogi Mirim novamente conquistou o título do Campeonato Paulista da Série A-2. Em sua história também se destacam o vice-campeonato da Série-C do Campeonato Brasileiro, em 2001, e o título do Campeonato Paulista Sub-20, em 2006.
No ano passado, depois de permanecer por duas temporadas na Série A-2 do Paulista, o Sapo conquistou o acesso à primeira divisão.

Títulos

Campeonato Paulista da Série A-2: 1985 - 1995

Copa 90 anos da Federação Paulista de Futebol 1992
Torneio Ricardo Teixeira 1993



Quando meu time vai para o campo

A alegria vai atrás

Pois cantando venceremos

Nós queremos festejar

O meu time é de massa

Somos a força do interior

A galera vai gritar

Ê ô, ê ô, ê ô, ê ô, ê ô

Sapo!

Ê ô, ê ô, ê ô, ê ô, ê ô

Sapo!

Estádio

Com capacidade para 20 mil pessoas, o Estádio “Papa João Paulo II" é de propriedade do Mogi Mirim Esporte Clube. Ostentando linhas arquitetônicas modernas, tem em sua fachada
elementos atraentes, por seu aspecto majestoso.









Mascote
O time ganhou a figura de um sapo como mascote porque na região onde a cidade foi fundada em meados do século XVII havia muitos brejos com uma quantidade de sapos impressionante. Não deu outra, após a fundação do clube o anfíbio tornou-se o mascote e foi aprovado pela população da cidade.






Site
http://www.mogimirim.com.br/

terça-feira, 12 de maio de 2009

Capital Clube de Futebol LTDA

O CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL nasceu sob o signo da vitória e surgiu com o propósito de preencher uma lacuna histórica existente desde o desaparecimento do saudoso CEUB, e do Grêmio Esportivo Brasiliense, fatos que deixarão Brasília sem representante local no circuito de futebol profissional do Distrito Federal.

Fundada em 15 de janeiro de 1980, a Social Esportiva Maringá, detém a exclusiva marca de pentacampeã de futebol amador, teve seu início na cidade-satélite do Guará e até hoje se mantém uma agremiação que goza de um prestígio singular no âmbito do futebol amador do Distrito Federal. Um time que nos últimos dez anos ganhou nada menos do que cinco vezes o Campeonato de futebol amador local, sem contar com os inúmeros títulos conquistados ao longo dos seus 25 anos de história.

No ano de 2004, a incursão do Maringá na categoria profissional, deixou claro que algumas mudanças deveriam ser implementadas. Foi neste contexto que se decidiu transformar o Maringá em um clube profissional surgindo assim o CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL.
Este novo produto, com outra roupagem, outro nome/marca e outro direcionamento, visava não somente a captação de novos investidores, como também a aproximação com um público novo e órfão de um representante significativo no futebol profissional. Hoje o CAPITAL C.F segue seu legado de inovação e vanguarda, implantando um projeto vencedor e profissional na gestão do clube, prezando sempre pela lealdade ao nossos torcedores e investidores.


Títulos

Mascote

Corujão












segunda-feira, 11 de maio de 2009

Associação Desportiva Perilima


O Perilima foi fundado no dia 8 de setembro de 1992 e pertence a uma fábrica de sordas, bolachas de trigo e rapadura. Amante do futebol, o desportista e empresário Pedro Ribeiro decidiu em 1995, criar uma equipe de futebol para o lazer dos operários da sua fábrica, foi assim que a industria alimentícia Perilima, produtora de Sordas (tipo de iguaria), ingressou no esporte como à Associação Desportiva Perilima. Nos anos de 1996 e 1997, o clube se limitou às competições amadoras nos bairros de Campina Grande, porém em 1998. Pedro Ribeiro decidiu profissionalizar o time da fabrica e inscreveu a equipe no Campeonato Paraibano da Série B, com o elenco inicialmente formado pelos funcionários da empresa, incluindo seu dono, Pedro Ribeiro Lima, (técnico e atacante da equipe).

No primeiro turno do campeonato da Segunda Divisão paraibana, o time ficou na lanterna, somando apenas 1 ponto. O que não abateu a equipe, que, no dia 27 de setembro, conseguiu sobre o Serrano de Serra Redonda a primeira vitória de sua história, com o placar de 2x0. Conseguindo uma recuperação épica, a equipe se classificou para a grande final do quadrangular, depois de vencer o Cruzeiro de Itaporanga com o placar de 1x0. Gol marcado pelo meia Beto, e novamente tendo no seu caminho o Serrano. Desta vez, o Perilima foi superado, ficando apenas com o vice-campeonato, o que valeu a promoção para a Primeira Divisão estadual. Os Atletas do Perilima eram: Dissa, Fernando, Ricardo, Júnior, Fofão, Dinho, Tuta, Nego Pai, Renato Batista, Nonato, Naldo, Pedro Ribeiro, Lito, Neto, Emiliano e Beto.

A estréia do Perilima no Campeonato Paraibano da Primeira Divisão foi um tanto desastrosa, sendo goleado pelo Nacional de Patos por 5x0, fora de casa. A equipe amargurou a ultima posição de seu grupo, regressando para a Segunda Divisão estadual em 2000. Novamente conquistou um vice-campeonato da competição, porém sem direito a ter acesso à elite desta vez, permanecendo na divisão inferior por mais uma temporada.


Em 2001, desta vez com o nome de Esporte Clube Perilima, conquistou novamente um acesso e um vice-campeonato da Segunda Divisão estadual, o que fez a Águia de Campina Grande voltar a elite estadual no ano de 2002, ano em que o time conseguiu seu melhor desempenho em estaduais da Primeira Divisão paraibana, até então. O Perilima ficou na 12ª posição num campeonato de 15 equipes, e se mantendo de forma inédita por mais de um ano consecutivo na Primeira Divisão.

No ano de 2003, novamente com a nomenclatura de Associação Desportiva Perilima, ironicamente a equipe voltou a ter um mau desempenho no campeonato, ficando na lanterna, apesar do grande desempenho da sua dupla de atacantes formadas por Nego Pai e Edmar, que foi autor de 12 gols na edição.
Desde então, a equipe vem acumulando acessos e rebaixamentos, conseguindo mais dois vice-campeonatos da segundona estadual (nomeada agora como Troféu Chico Bala) em 2004 e 2006.
Em 2007, voltou a participar da Primeira Divisão estadual sem, contudo, obter sucesso. Acabou sofrendo goleadas históricas e retornando à Segunda Divisão do Campeonato Paraibano.

Em 2009, surge uma iniciativa em prol do futebol. Mais de cem pessoas, fanáticas pelo esporte, decidiram ajudar um time sem torcida, mas famoso por outros motivos, a participar de mais uma competição oficial. Integrantes da comunidade “Futebol Alternativo”, que troca informações através de um site de relacionamento, farão doações em dinheiro para ajudar a Perilima a disputar a Série B do Campeonato Paraibano 2009.
Tudo começou após a divulgação por parte da imprensa das dificuldades econômicas que vive Pedro Ribeiro, dono do clube. Em reportagens, Peri afirmou que poderia não competir por não poder pagar valores referentes às taxas e viagens. Mais de R$ 1.500 já foram disponibilizados pelos integrantes da comunidade que entraram em contato com a diretoria da equipe afim de que a doação se concretize. Os dirigentes do auriceleste, por sua vez, já garantiram doação de camisas para sorteio e ainda a realização de um amistoso com data e local ainda a ser marcados.


Seu Peri Lima e o gol 1

A utopia do atleta Pedro Ribeiro Lima, o Perí (foto), considerado o atleta profissional mais velho em atividade no mundo em busca do primeiro gol de sua carreira como jogador profissional finalmente se concretizou, na partida realizada nesta quarta-feira 28, pela segunda rodada do re
turno do Campeonato Paraibano de Futebol, no confronto que apesar da derrota do seu clube, tornou-se histórico para a Desportiva Perilima.
O atleta de 58 anos, é proprietário de uma fabrica alimentícia que tem como principal iguaria a produção de Sordas. Pedro Ribeiro profissiona
lizou-se em 1998 para as disputas do Campeonato Paraibano da Série B daquele ano, e ao longo de quase dez anos, atuando pelo clube jamais conseguiu marcar um gol numa competição oficial. Na partida diante do Campinense Clube, o atleta finalmente "desencantou" e emocionado conseguiu balança as redes do goleiro Jailson do rubro-negro.
O atleta de futebol mais velho em atividade, comemorou o tento ao lado de seus atletas e não conseguiu esconder a satisfação de alcançar seu feito. Pedro Ribeiro tornou-se destaque na mídia não somente pela idade, mas também pela contradição com o atacante Romário ídolo do futebol mundial e que luta pela concretização do seu milésimo gol.
O Gol de Perí ocorreu aos 35 minutos, após uma jogada individual de Nego Pai na área rubro-negra. O atleta da Perilima acabou derrubado e o árbitro Laurismar Alves acabou marcando penalidade máxima. A cobrança ficaria a cargo do atacante Edmar, porém praticamente todos os torcedores no Estádio Ernani Sátiro pediram para Pedro cobrar.

Mesmo aparentando estar nervoso, o veterano não perdoou, e concluiu com precisão nenhuma chance de defesa para o goleiro do Campinense que ainda tentou evitar o feito. O gol marcado por Pedro Ribeiro arrancou aplausos calorosos dos torcedores dos dois clubes que gritaram seu nome no estádio.
Ribeiro tentou conter as lágrimas e mesmo sem ter o mesmo assédiosignificante, dado pela impressa brasileira quanto à expectativa do milésimo gol de Romário. Correu feito uma criança em busca do assédio de amigos e atletas.

Estádio







O Amigão - Capacidade para 34.000 torcedores




Mascote

Águia

domingo, 10 de maio de 2009

Piauí Esporte Clube

A origem do Piauí Esporte Clube remonta a 15 de Agosto do ano de 1948. Reunidos em uma residência do Bairro Buenos Aires, em Teresina, sete desportistas sem recurso financeiro, resolveram fundar um time de futebol. Sebastião Mariano, Manoel Rodrigues de Amorim, Expedito Rodrigues de Amorim, Francisco Lopes dos Santos, Raimundo Nonato Vasconcelos, Ananias Alves de Sousa e José Faustino, criaram o Buenos Aires Futebol Clube, mais tarde transformado em Piauí Esporte Clube, por sugestão do jornalista Carlos Said.


Em 1956, Filiou-se a Federação Piauiense de Desportos e no ano seguinte ganhou o título da segunda divisão onde lhe assegurou um lugar entre os integrantes da Primavera. Em 1963, com a implantação do profissionalismo no futebol piauiense, o Piauí viu a possibilidade de retornar à divisão inferior. River e Flamengo, os donos da torcida e dirigidos por homens de consideráveis recursos financeiros, trataram de fazer contratações em outros centros esportivos, reforçando suas equipes. Imediatamente o comando rubro-anil organizou um trabalho com o objetivo de formar valores revelados nos campos suburbanos de Teresina. Foi criada a escolinha do Brilhante ou do Bariri-zona norte - para apresentar frutos dois ou três anos depois.


Mas antes de falar das conquistas do Zé do Povo é preciso registrar sua estréia no profissionalismo. Em 07 de Julho de 1963, no estádio Lindolfo Monteiro, Piauí e Caiçara realizaram o jogo de abertura do campeonato piauiense daquela temporada- o primeiro, sob regime profissional. O Caiçara venceu o Piauí por 3 a 1 e o rubro-anil jogou com: Zé Barros,Tuica, Nano, Manoelzinho e Aluízio; Piqui e Caminho; Écio, Coquinho (Drumond) Bitonho e Mamede. Apesar de estréia com derrota e ter planos de revelações só para dois ou três anos depois, já em 1963 o time conquistava o quarto lugar no campeonato piauiense. Nos dois anos seguintes, o Piauí marca boa presença nas competições estaduais, mas o grande momento do time-sua época áurea a partir de 1966. A partir daquele ano, o time manda no futebol do estado do Piauí. O Piauí Esporte Clube carinhosamente chamado como Zé do Povo ganha alcunha de Piauizão Vibrante.


A década de 70 foi inglória para o Piauizão. Seu próximo título só viria acontecer na metade da década de 80, em 1985.


O Piauí Esporte Clube também ostenta este título.Apesar de suas importantes conquistas terem acontecido em fins dos anos 60, nem antes, nem depois deste tempo algum clube do estado do Piauí conseguiu tamanha façanha.


Em 1968, disputando a Taça Brasil (1962 a1968), o Piauí chegou a conquistar 75% dos pontos disputados. Na primeira fase, venceu o América por (2 x 0, em Teresina e 1 x 0 em Natal) e Campinense (1 x 0 em Campina Grande e 1 x 0 em Teresina) classificando-se em primeiro lugar no grupo. Em seguida, na segunda fase, foi eliminado pelo Moto Clube perdendo em São Luís (2 x 1) e empatando em Teresina (1 x 1).


Ainda em 1968, desta vez disputando o torneio Norte-Nordeste (1968 a 1970)- o Piauí fez mais uma bela campanha. Na 1º fase da competição ficou em 1º lugar. Foram oito jogos, 6 vitórias e 2 derrotas. Na fase seguinte, a semifinal da região norte, derrotou a equipe do Paissandu em Teresina (2 x 0). A final foi contra o Clube do Remo. O Piauí venceu em Teresina (5 x 1),mas perdeu na capital paraense (4 x 1). No jogo extra, também em Belém, voltou a perder (2 x 1). O título de vice- campeão do norte ainda hoje é lembrado como uma façanha espetacular.


O Piauí participou ainda da Taça de Bronze em 1981. Foi a única vez que a CBF promoveu esta competição- na prática uma 3º divisão. O Piauí eliminou o Moto Clube (0 x 1 em São Luís e 5 x 0 em Teresina). Na fase seguinte, foi eliminado pelo Izabelense (0 x 1 em Santa Izabel do Pará e 0 x 0 em Teresina).


Em 2003 e 2008, o PEC esteve presente na Taça São Paulo de Juniores, mas não conseguiu passar da 1º fase. Além das excelentes participações na Taça Brasil e Norte- Nordeste, o Piauí tem os dois jogadores que são recordistas como maiores goleadores em competições nacionais.: Sima e Dunga ambos com dez gols no Torneio Nordestão de 1968. Vestiram a camisa rubro-anil, os principais jogadores do estado do Piauí, que se destacaram no cenário nacional: Sima,Cacá, Rui Lima, Toinho e Batistinha.


Títulos


Campeonato Piauiense: 5 vezes (1966, 1967, 1968, 1969 e 1985).
Campeonato Piauiense - 2ª Divisão: 1957.


Estádio





Lindolfo Monteiro, o Lindolfinho
Capacidade : 8.000 espectadores
Inauguração : 1944 e reformado em 12/2007




Mascote



O mascote do clube é um rato se enxugando, dai a origem do seu apelido: Enxuga Rato.


Escudo usado até 2002

sábado, 9 de maio de 2009

MIrassol Futebol Clube

Fundado no dia 09 de novembro de 1925 e em suas duas primeiras décadas de existência disputou partidas amistosas e torneios regionais. Apenas no ano de 1951 participou pela primeira vez de uma competição da Federação Paulista de Futebol, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, ao lado de XV de Jaú, Internacional de Bebedouro e Monte Azul, entre outros.

Porém, no ano seguinte, o clube voltou ao amadorismo, disputando apenas competições regionais, estaduais e jogos amistosos com sua equipe juvenil (que foi criada em 1937). Após sete anos longe de competições profissionais, o Mirassol retornou, em 1960, para disputar o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. No ano seguinte passou a disputar a Segunda Divisão Estadual, onde permaneceu por quatro temporadas.

Em 1964 houve a fusão com outra equipe da cidade (uma cidade do tamanho de Mirassol não comportava na ocasião espaço para duas agremiações), o Grêmio Recreação Esporte Cultura (GREC), outro clube da cidade que até então disputava campeonatos da Federação Paulista de Futebol, inclusive tendo se sagrado campeão em 1959 do extinto Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Com isso, o clube mudou seu nome para Mirassol Atlético Clube, deixando as cores verde e amarela de lado para adotar a azul e branca.

Com a nova denominação, disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão entre 1965 e 1968 e, nos três anos seguintes, interrompeu a participação profissional nos torneios estaduais e, em 1972, estava de volta no Campeonato da Segunda Divisão. Em 1975 sagrou-se campeão da Série B da Segunda Divisão Estadual.

Após essa conquista, o clube permaneceu inativo, a partir de 1976, por falta de recursos. Após isso, os dirigentes se reuniram e o clube voltou a ter o nome original, Mirassol Futebol Clube, e novamente com o uniforme nas cores verde e amarela. De volta às atividades em 1982, disputou, até 1985, o Campeonato Paulista da Terceira Divisão, ano em que conquistou o vice-campeonato, obtendo o acesso para a Segunda Divisão.

Em 1987 foi campeão da Segunda Divisão na repescagem e passou a disputar o Campeonato Paulista Série Especial que, mais tarde, passou a se chamar Intermediária. Em 1993, o Mirassol caiu novamente para a Segunda Divisão.

Em 1997, foi campeão Paulista da Série A-3, conquistando pela primeira vez o acesso para a série A-2 do Campeonato Paulista. Na final, derrotou a equipe de Santa Bárbara d’Oeste na final em Santa Bárbara por 1 x 0, gol do centroavante Rogério. Neste campeonato o Mirassol revelou o zagueiro Dininho, que posteriormente faria carreira brilhante em clubes como São Caetano e Palmeiras.

Nos anos de 1998 e 1999, a categoria de base rendeu conquistas para o clube. Os juniores foram vice-campeões estaduais, perdendo as finais respectivamente para Palmeiras e São Paulo. Os profissionais, em 1998, no primeiro ano de A-2 lutaram contra o rebaixamento e terminaram em 12º lugar de 16 participantes. Nos dois anos seguintes, 1999 e 2000, o Mirassol chegou às fases finais da competição, deixando escapar o acesso nos últimos jogos.
Em 2001 e 2002 o Leão fez campanhas apenas regulares na série A-2. Em 2003, mesmo gastando muito dinheiro e apesar de um bom começo de campeonato, as muitas trocas de treinadores e de jogadores resultaram no rebaixamento do clube à Série A-3 do Campeonato Paulista. Porém, voltou à Série A-2 no ano seguinte, depois de ser o vice-campeão da A-3 - perdeu a decisão do título para o Sertãozinho. Neste mesmo ano outra categoria do clube acabou uma competição estadual em segundo: o Sub-17 foi vice-campeão Paulista, sendo derrotado pelo Santos.

No ano de 2005, o Mirassol terminou o Campeonato Paulista da Série A-2 na quinta colocação, ficando muito próximo do acesso (precisava de uma vitória na última rodada e apenas empatou com o Bandeirante de Birigui).

Em 2007, o clube terminou a Série A-2 na terceira colocação, atrás apenas de Portuguesa e Rio Preto, e pela primeira vez na sua história vai disputar a primeira divisão do campeonato paulista.
Em sua temporada de estréia na elite do futebol paulista em 2008, conseguiu o oitavo lugar. Em 2009, consegue a sétima posição entre vinte equipes com o segundo melhor ataque - superado apenas pelo líder Palmeiras. Com a posição alcançada, disputa o título simbólico de Campeão do Interior.

Estádio

Estádio Municipal José Maria de Campos Maia









Homenagem ao prefeito da época da construção do estádio
Capacidade: 17.000 Lugares
Inauguração: 03 de Março de 1983
Primeiro Jogo Realizado: Mirassol 2 x 1 Jalense

Títulos
Campeonato Paulista A-3: 1997
Vice Campeonato Paulista A-3 (2 vezes): 1985 e 2004
Campeonato Paulista A-2: 1959 (Título herdado do Grêmio Recreativo e Esportivo Cultura)

Mascote

O leão é a mascote preferida entre os dezenas de clubes filiados a FPF. Em Mirassol, o leão ganhou fama pelo seu desempenho na região da Alta Araraquarense do Estado de São Paulo.Por sua força e liderança, o Mirassol escolheu o leão para ser a mascote do clube demonstrando na imagem do animal a punjança do futebol da cidade.





Site

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Futebol Clube Santa Cruz

O surgimento do Santa Cruz aconteceu no dia 26 de março de 1913, com um grupo de rapazes liderado por André Klarmann, que se reunia no Hotel Schmidt, no centro da cidade, para começar as tratativas do novo time de futebol. Mesmo não sendo o único clube da cidade, o Football Clube Santa Cruz foi o principal pelas suas atividades desde o início.

A estréia da equipe aconteceu no dia 3 de abril, no campo da várzea, onde hoje está localizado o Estádio Municipal, junto ao Parque da Oktoberfest. O adversário foi o Clube Concórdia, de Santa Cruz do Sul, mas os registros não apontam quem venceu a partida.
Em julho, o clube realizou seu primeiro confronto fora da cidade. O jogo aconteceu em Candelária, para tal, a delegação, a bordo de carroças, deslocou-se no sábado à tarde para a cidade vizinha, pernoitou num hotel e, no outro dia, deu-se a partida, com vitória do Santa Cruz. À noite, os jogadores ainda prestigiaram o baile, e o retorno aconteceu apenas no dia seguinte.


Os anos posteriores foram de jogos com equipes amadoras. Os arquivos não dizem quando o Santa Cruz começou a dedicar-se ao profissionalismo. Apesar disto, sabe-se que entre as décadas de 20 e 30 o time já disputava os campeonatos estaduais, em eliminatórias. Nos anos de 32 e 33, ficou vice-campeão do interior, perdendo a final para o Pelotas, por 5 a 2, no antigo estágio do Grêmio, em Porto Alegre.


Na década de 60, o clube começou a disputar os certames organizados pela Federação Gaúcha de Futebol, que envolviam equipes regionais. Entre 1974 e 78, os dois times da cidade – Santa Cruz e o Avenida – seguiram a tendência dos demais no Estado e reuniram-se para uma fusão. A disputa das competições deu-se em um turno único, denominado Associação Santa- Cruzense de Futebol.


A união surtiu bons frutos. Sob o comando de Daltro Menezes, o time ficou entre os quatro melhores do Estado. A gota d’água para que a fusão acabasse foi a abriga entre dirigentes dos antigos clubes, Avenida e Santa Cruz. Além do mais sempre divulgado o nome do Santa Cruz em vez da Associação Santa Cruz, e os dirigentes do Avenida resolveram se afastar.


Na década de 80, o clube seguiu fazendo boas campanhas dentro do Gauchão, em 95 foi rebaixado para a Segunda Divisão, depois de grave crise financeira. Mas o time conseguiu retornar aos grupo de elite em 97 de forma bastante interessante.


A partir de 99, o Santa Cruz procurou se modernizar. Contratou jogadores de renome internacional e passou outra vez a realizar boas campanhas. No início daquele ano inaugurou um Posto de Gasolina junto aos Plátanos e agora tem planos de remodelação do estágio. Também nesta época deixou escapar o título do interior dentro de casa.


O mascote do clube é o Galo Carijó, e as cores do uniforme são o preto e o branco.


O Estádio dos Plátanos era muito diferente do que é hoje, quando, em 1934, o jogador encruzilhadense Dario dos Santos, o Caco Véio, recém-casado com Dona Alzira, foi morar lá, em um chalezinho. A área se estendia até o Expresso Albatroz.


Dario jogava no time desde os 16 anos e entre os treinos cuidava do estádio, dos fardamentos listrados de preto e branco e da copa de salgados que mantinha. Mais tarde se tornou treinador da equipe, totalizando 23 anos no clube. Até então, o Foot Ball Club Santa Cruz, fundado em 1913 por André Klarmann, já havia passado por várias fases. Na década de 20, quando ganhou casa própria — antes jogava na várzea onde hoje é o Estádio Municipal —, venceu seu maior rival da época, o Grêmio Esportivo Santa Cruz, por 2 a 0, firmando-se como o Galo Carijó, ou esporão de ouro, como canta seu hino. Com direito a passeata com carros enfeitados com ramos de bambu e chuchus pendurados. Em 1930, iniciou como profissional e, dois anos depois, chegou a ser vice-campeão do interior.


Quando o Avenida entrou em cena, em 1947, no 1º Avecruz, com empate de 2 a 2, teve início uma disputa que aqueceria as torcidas por muitos anos. Por falar em torcida, esta era um show à parte. Chegava ao estádio em passeata, com uma banda de música. Havia torcida organizada de senhoras, com fardamento e tudo, e o bloco dos homens. Para temperar o primeiro clássico, houve pancadaria generalizada, pela falta de alambrado. Neste clássico jogaram pelo Galo: Julio, Ormond, Lindolfo Gerhardt, Cafuringa, Felicíssimo, Joãozinho, Fogareiro, Hanny, Mico, o nosso conhecido Dario Santos e um novo personagem, Helio Almeida. O santa-cruzense Almeida retornara à cidade em 1942, para jogar nos juvenis do Santa Cruz. Depois passou para os adultos até ser escalado para presidir o clube. Aceitou e não conseguiu mais sair. Foram seis gestões intercaladas, até 1995, fora as assessorias que presta regularmente.


Almeida acompanhou as muitas fases do Santa Cruz. Inclusive o surgimento da Associação, na década de 70. Foi um fato que marcou a história do clube. E também a do arqui-rival, o Avenida. Uma fusão visava enfrentar a difícil fase financeira que ambos atravessavam. Foi quando surgiu a Associação Santa Cruz. Mas o casamento não vingou e voltou cada qual para o seu canto. Para Almeida, o melhor período do time foi na segunda divisão, em 1952, ano em que assumiu pela primeira vez a presidência e o Galo ficou vice, na disputa da categoria interior — Sá Vianna, de Uruguaiana sagrou-se campeão. Entre os destaques do Galo nesta trajetória, Almeida cita Amaro, Joãozinho, Paraguai, Paulo Cesar Tatu, Cuca, Calixto, Maninho, Betinho e Moacir. A velha rivalidade que esquentava o Ave-Cruz permanece até os dias atuais. Mas no passado, chegava a fechar o Quiosque e o Bar Polo Sul, em dia de jogo, para evitar confrontos das torcidas. Quanto à paixão pelo futebol, esta passa de pai para filhos, e netos, e bisnetos. Da descendência de Dario Santos vieram os netos — o jogador Paulo Spall (falecido), o irmão Luiz Fernando Spall, presidente da Associação de Árbitros de Santa Cruz e o primo Carlos Spall, jogador de futsal, mais o bisneto Luiz Carlos Walter Jr, infanto-juvenil do Internacional. Da descendência de Helio Almeida vieram os filhos Paulo e Luiz Eduardo Martins de Almeida, consecutivamente presidente e diretor de futebol do Galo. Como dizem na gíria popular, futebol é uma cachaça! E hoje o Estádio dos Plátanos tem área menor, mas melhores acomodações e abriga inclusive um posto de combustíveis.


Hino

Em 1913, debaixo deum céu muito azul,nasceu o esporão de ouronos verdes campos do sul.Hoje, o Rio Grande inteiro,rola vencido, a teus pés.Os plátanos são teu terreiroe todos sabem quem és.Galo! Me chamam de galo!Preto e Branco, tuas cores.E vamos sempre amá-loclube dos nossos amores.Teus torcedores te adoram,vibram com grande emoção.Fica eterna, te imploramdo fundo do coração.Galo! Me chamam de galo!És o clube mais amadona derrota ou na vitóriaEstamos sempre ao teu ladocom o peito cheio de glóriaHomens fiéis, decididos,fizeram a tua história,mesmo que tenham partido,vivem na tua memória.


Site

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Santa Cruz Futebol Clube

Criado como clube-empresa, o Santa Cruz é um dos mais recentes integrantes do profissionalismo no Rio de Janeiro. Filiou-se à FFERJ e disputará em 2009 o Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais.
Já participa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2009 da categoria Juniores, hoje obrigatório para quem integra o profissionalismo.


Há muitos anos os aficionados do futebol de Santa Cruz, sonham com a criação de um clube que, além de revelar novos talentos oriundos da nossa região, represente-nos nas competições oficiais do futebol carioca.Finalmente este sonho transformou-se em projeto.


No dia 07/06/2007, o Santa Cruz Futebol Clube, Graças ao esforço de alguns poucos visionários, iniciou a preparação da sua equipe infantil. Para que este primeiro passo fosse dado, houve a necessidade de se contratar profissionais credenciados e de se criar uma infra-estrutura básica para alavancar o projeto.



MISSÃO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
Treinar e preparar crianças, adolescentes e jovens na atividade desportiva do futebol e forjar nestes o caráter de um atleta cidadão.

VISÃO DE FUTURO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
O Santa Cruz Futebol Clube quer ser enquanto centro desportivo e clube de projeção, a excelência na preparação de atletas na modalidade desportiva do futebol. Utilizaremos para tal fim, um treinamento multidisciplinar, que levará cada criança, adolescentes e jovens que ingressarem no clube a crescer não somente como jogador de futebol, mas como um cidadão de forma integral na sociedade e assim ser reconhecido por sua relevância.


RELEVÂNCIA SOCIAL
Este trabalho tem sua relevância social, por tratar-se de um projeto social de inclusão que visa alcançar crianças a jovens que vivem nas periferias de Santa Cruz – RJ. Muitas delas com poucas oportunidades de desenvolvimento e cidadania e também tendo envolvimento com o mundo das drogas. Através das atividades desportivas, o incentivo aos estudos e noções de cidadania o Santa Cruz Futebol Clube traz um novo horizonte de vida e esperança para esta juventude.


Mascote














Site


http://www.santacruzfutebolclube.com.br/

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ipanema Atlético Clube

Ipanema Atlético Clube é um time de futebol da cidade de Santana do Ipanema (Alagoas). Foi fundado no dia 5 de maio de 1923, com o nome de Ipanema Sport Club, mais tarde mudando para Ipanema Atlético Clube. Seu uniforme é camisa amarela com gola e punhos verdes, calção verde e meias amarelas.

Em 1992, o Ipanema obteve sua melhor colocação no Campeonato Alagoano. O Canarinho foi vice-campeão. No ano seguinte, outra boa campanha fez com que o Ipanema terminasse em terceiro lugar na classificação.O time atuou na Segunda Divisão estadual, em 2005. Com o vice-campeonato, obteve o direito de participar da elite do campeonato alagoano em 2006.

2008 - Este ano o Ipanema completa 85 anos de existência, e sua torcida recebeu de presente uma boa campanha no Campeão Alagoano de 2008.


Títulos

Campeão do Torneio de Acesso: 1989

Estádio











Governador Arnon de Mello, com capacidade para 6.000 espectadores.
Mascote: Canário

Site

terça-feira, 5 de maio de 2009

Vera Cruz Futebol Clube

Na iniciativa de um grupo de amigos formado por Antônio Luiz de Carvalho, Artur Cirino de Carvalho, Simeão Francisco de Lima, José Rodrigues da Silva, José Paulino de Medeiros, Manoel Maximiliano da Silva e Milton Correia Teixeira, surgia em 3 de fevereiro de 1960 o Vera Cruz Futebol Clube, no bairro de Maués, em Vitória de Santo Antão, sob as cores vermelho, preto e branco, tendo como destaque em seu escudo uma Cruz de Malta e a figura de um galo como o seu mascote.

Originalmente, Vera Cruz significa uma invocação da fé cristã, porém, neste caso, a escolha pelo nome foi feita para homenagear o Brasil (que já se chamou “Ilha de Vera Cruz”) e sua história. Em 1982, com a criação da Fundação Vitoriense de Futebol (FVF), o Vera Cruz, convidado pela recém-criada instituição, participa do campeonato municipal de Futebol. Um ano depois, em 1983,torna-se campeão vitoriense pela primeira vez. Tal façanha repetiu-se em 1999 e em 2001, quando o Vera Cruz volta a participar de uma edição do campeonato local, dessa vez pela atual Liga Vitoriense de Desportos (LVD).
A conquista do campeonato vitoriense de 2001 garantiu ao Galo das Tabocas a participação no Campeonato Pernambucano da Terceira Divisão de 2002, onde se sagrou campeão. O título da Terceirona significou uma nova fase para o Clube, pois, com ele vieram o acesso a Série A2 e a profissionalização, ocorrida em 30 de setembro do mesmo ano.

No processo de profissionalização do Vera Cruz, merece destaque nomes como o atual presidente Fernando José Nogueira, José Epaminondas Nogueira, Antônio Luiz de Carvalho, Alexandre Ferrer, Edmilson Zacarias, José Domingos, José Fábio, Juvenal Manoel da Silva,Genário Calisto, Sandro Manoel, José Aglaílson, Marcelo Manuel e Henrique Queiroz.

O ano de 2003 marca a estréia do Vera Cruz no Campeonato Pernambucano da Série A2 e, por pouco, o Clube não ascende à Primeira Divisão, já em sua primeira disputa. Porém, em 2006, após três longos anos de muita ansiedade e expectativa, o torcedor tricolor pôde soltar o grito de “É campeão!”Debutante na elite do futebol estadual, em 2007 o Vera Cruz dá seqüência a sua vitoriosa trajetória, sendo a grande sensação do certame, alcançando a quinta colocação, e tendo ainda um jogador (Rizo) como autor do gol 25 mil na história do Campeonato Pernambucano.Dificilmente os sete amigos fundadores imaginaram que, um dia, o Clube iria figurar como umas das principais forças do futebol de Pernambuco.

Da corajosa iniciativa do passado aos dias atuais, o Vera Cruz é uma equipe que vem crescendo graças a confiança depositada pelos vitorienses, e segue firme em sua caminhada de sucesso rumo a conquistas inéditas.


Estádio




Estádio Municipal Severino Cândido Carneiro

(Carneirão) com capacidade para 8.000 pessoas.


TÍTULOS:
2002 -CAMPEÃO PERNAMBUCANO DA 3º DIVISÃO
2006 -CAMPEÃO PERNAMBUCANO SÉRIE A-2,
Hino

Vermelho é fogo, é luz ,o preto no jogo, seduz,o branco é paz e amor é o tricolor é o Vera Cruz (bis)Vera cruz é paixão,emoção do povo,salve o novo campeãoTricolor, amor e glória de Vitória de Santo Antão,Vermelho, preto e branco invadem o Carneirão,Levanta nos quatro cantos esse refrãoVera Cruz é paixão,É amor é o tricolor de Vitória de Santo AntãoVera Cruz é o um show,show de bola, ginga, toca, rola, toca na rede é golÉ gol, é gol, é show de bola ginga, rola toca na rede é gol (bis)

Mascote










Galo das Tabocas
Site

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Nacional Fast Clube

O Fast Clube foi fundado em 8 de julho de 1930, por um grupo dissidente do Nacional, comandados pelo dirigente Vivaldo Lima e pelo jogador e capitão do time, Rodolpho Gonçalves. O motivo da discórdia foi uma manobra política com mudança do Estatuto do Nacional às vésperas da eleição presidencial, tirando dos jogadores o direito a voto. Os atletas queriam Vivaldo Lima para a presidência, e estavam fechados em torno do nome do médico e dirigente. Com a manobra, os jogadores, cassados em seus direitos estatutários, não aceitaram a imposição e resolveram sair, fundando um novo clube.

Algumas características precisavam ser mantidas: (1) o nome Nacional; (2) a cor azul, que se juntou ao vermelho e ao branco, para perfazer as cores do Estado do Amazonas; (3) as iniciais NFC e (4) a estrela como símbolo, que foi adotada na cor amarela, como vigora até hoje. Assim, o novo clube já tinha como nome Nacional, as iniciais NFC e as cores vermelho, azul e branco, além da estrela amarelo ao centro do escudo. O grupo então resolveu consultar um professor do tradicional Gimnasyo Amazonense Dom Pedro II, para que sugerisse um nome iniciado pela letra F. Assim, o professor, que lecionava Inglês batizou o clube com o termo Fast, que em inglês quer dizer rápido, fazendo uma analogia com a rapidez e a destreza que os jogadores que fundavam a nossa associação de futebol apresentavam em campo.



O Fast Clube depois de conseguir o acesso a primeira divisão veio a iniciar suas atividades na primeira divisão do Campeonato Amazonense de Futebol em 1932, sendo logo vice-campeão da competição.

A Década de 30 foi de enorme valia para o Fast onde disputou várias finais e por força do destino não as conquistou. O time era respeitado e de forma unânime, era considerado o melhor time ao lado do Rio Negro. Nesta mesma década foi convidado a disputar competições interestaduais e amistosos em estados brasileiros, estes raros pela distância e amadorismo local, com destaque para a viajem ao Maranhão e Ceará.

Nos primeiros dez anos de fundação o Fast Clube amargou 05 (cinco) vices campeonatos. Os primeiros títulos apareceram em 1948-49, um bi-campeonato com um belo time comandado por Raul, Nêgo, Marcílio, Aurélio, Mário Torres, Waldemir Osório, Paulo Onety, Dedé, Zequinha, entre outros craques. Esta década consolidou o Fast como principal time da cidade, tendo realizados amistosos e recebido convites para jogos fora do estado, confirmando a fama do time manauara como força local.

Em 1950 o Fast Clube estava prestigiado no futebol amazonense e despontava com destaque, com o prestígio e reconhecimento ao clube, o Fast Clube proporcionou um amistoso de grandes proporções, este o primeiro da história do clube e de um time amazonense contra o Flamengo do Rio de Janeiro, o time carioca vinha de uma extensa excursão pelo Brasil, já tinha passado pelos estados nortistas do Pará e Amapá. O jogo foi realizado no Campo do Parque Amazonense, com o término no placar de 6x1 para os cariocas no dia 31 de março. Mas foi nesta década que veio o terceiro título estadual em 1955.

Em 1959 o Fluminense veio para a realização de amistosos em Manaus, o Fast Clube era um dos seus adversários, em Parque Amazonense lotado, o jogo terminou 5x1 para os cariocas, mas na verdade o jogo foi ma grande festa.

Em 1960 o Fast Clube conquistava seu quarto título, com um time arrasador, e foi nesta década que veio a primeira disputa da Copa Norte-Nordeste (1969), muito disputada na época e de grande importância. Um jogo que entrou para a histórica do Rolo Compressor, foi contra a equipe pernambucana do Sport Recife, que veio para a inauguração dos refletores do estádio Ismael Benigno, Colina, o jogo foi realizado em fevereiro de 1961, o Sport vinha de duas vitórias frente a São Raimundo e Santos, o Fast Clube em uma tarde inspirada aplicou ma goleada de 7x5, deixando os amazonense ao delírio com a bela atuação do Clube Cintado.

O maior Título do “Tricolor Eterno” veio em 1970, conquistando a Copa Norte, em excelente participação. Na Fase Final da Copa Norte-Nordeste, o Fast Clube deixou escapar o título em um confronto direto com a equipe do Fortaleza que brigava diretamente pelo título, jogo disputado na capital com o mesmo nome do clube cearense, com uma derrota amazonense por 4x1 e deixando o título para a equipe cearense que ficou 1 (um) ponto a frente do Tricolor Eterno.Em 1971 o Futebol Clube do Porto veio a Manaus fazer alguns amistosos, o Fast Clube iria enfrentar a equipe portuguesa no dia 17 de novembro, no estádio Vivaldo Lima com quase 40 mil pessoas, em uma boa partida o Porto vence por 3x1 equipe Fastiana.Veio o Campeonato Brasileiro em substituição a Taça Brasil, o Fast Clube teve 03 (três) participações na primeira divisão, sendo a de 1978 muito comemorada e lembrada pelos Fastianos mais antigos e saudosos, neste ano o Fast Clube surpreendeu a máquina tricolor do RJ, o Fluminense, em pleno estádio do Maracanã, aplicando 2x1 nos cariocas, no mesmo ano o Fast fez dois grandes jogos no Mineirão e Vivaldão contra Cruzeiro e Atlético-MG respectivamente, os placares foram de 5x4 e 2x1 para os mineiros.

A década de 80 o Fast disputou a segunda divisão do campeonato Brasileiro (1980 e 1982) tendo uma participação ruim nos dois anos. No ano de 1980, ao dia 09 de março, houve um jogo histórico, Fast Clube x Cosmos de Nova Iorque se enfrentaram em um amistoso de gala em um Vivaldão lotado com mais de 56 mil pessoas, recorde de publico até hoje e insuperável pela redução do estádio em 1995 para 38 mil pessoas, o jogo contava com várias estrelas de peso como Carlos Alberto (tri-campeão de 70), Beckenbauer Romerito, Chinaglia, todos vestindo a camisa do Cosmos e o Tri-Campeão Clodoaldo pelo Fast, a partida terminou em 0x0. O New York Cosmos extinguiu–se em 15 de setembro de 1984, Pelé jogou até 1977 pelo Cosmos.

A partir de 1986, o Fast entrou em uma grave crise financeira embalando uma série de fracassos no estadual e Brasileirão série B, a crise veio junto com o insucesso do futebol amazonense, ocasionado anos sem nenhuma conquista e sem nenhuma competição de destaque.

A partir de 2004 o Fast surgiu com destaque no regional, aplicando algumas goleadas. Em 2006 o Fast Clube ressurgia com força total, sendo vice-campeão estadual, fato este ocorrido em 2007 e 2008, mesmos anos em que disputou a Série C do Campeonato Brasileiro.

Em 2007 foi um ano especial ao Fast Clube, disputando a Copa do Brasil pela primeira vez em sua história, enfrentado a equipe do Vasco da Gama/RJ, até então as equipes tinha se enfrentado somente duas vezes na história. Nos anos seguintes o Fast Clube sempre marcou presença na Copa do Brasil (2008 e 2009).

Maior público

O Fast possuí o maior público do Estádio Vivaldo Lima, no jogo contra o Cosmos de Nova Iorque, 56 mil pessoas foram ao estádio, público que jamais foi alcaçando porque o estádio teve sua capacidade reduzida para 38 mil pessoas.

Itacoatiara

Desde do ano de 2006, o futebol do Fast Clube estava sediado na cidade de Itacoatiara, onde conquistou três vices campeonantos amazonenses em 2006, 2007 e 2008 e participou das Copas do Brasil de 2007 e 2008. Após o acesso do Penharol, o outro clube da cidade à primeira divisão amazonense, o Fast saiu do município, voltando a ser sediado em Manaus.

Títulos

Campeonato Amazonense: 6 vezes (1948, 1949, 1955, 1960, 1970 e 1971).
Copa Norte 1970


Estádio

Estádio Ismael Benigno - Colina

Capacidade 18000


Hino

Letra e música: Mafra Júnior


Sua glória é lutar

Seduz a gente popular

E hoje é dia

De alegria

Acabou a nostalgia

FAST CLUBE tu és a esperança

O povo deposita confiança

Quando entras pra lutar (ha ha ha ha ha ho ho ho ho ho)

FAST CLUBE a tua estrela é explendor

Para o inimigo é um "Rolo Compressor"

Para a torcida sempre grande vencedor ( ho ho ho ho ho ha ha ha ha ha)

Mascote









Site

http://www.fastclube.com.br/

domingo, 3 de maio de 2009

Foz do Iguaçu Futebol Clube

O Foz do Iguaçu Futebol Clube é um clube de futebol profissional da cidade de Foz do Iguaçu, estado do Paraná. Foi fundado dia 9 de fevereiro de 1996, e suas cores são o azul e o branco. Manda seus jogos no Estádio do ABC, com capacidade para 15.000 espectadores.Atualmente atua na primeira divisão paranaense.






Os Foz do Iguaçu até hoje..

- O primeiro trata-se do atual Foz, ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA AURITÂNIA FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, fundado em 09/02/1996 e que substituiu o AER Foz do Iguaçu FC a partir de 2006.

- O segundo é o ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, clube fundado em 02/01/2002 e que oculpou a vaga do Cataratas Atlético Clube na segunda divisão de 2002 a 2005.

- O terceiro é o primeiro Foz da cidade, o FOZ DO IGUAÇU ESPORTE CLUBE, fundado em 28/02/1988 e que disputou campeonatos de 1988 a 1996(ou 1997, não estou lembrado). Na temporada de 1993 usou o nome de FOZ/MEC devido a uma fusão com o Medianeira Esporte Clube.

- O quarto e ultimo escudo é do FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, fundado em 02/01/1981. Este clube surgiu no cenário esportivo paranaense em 1996(ou 1997, não estou lembrado) para substituir o Foz EC que estava atolado em dívidas. Era conhecido como FOZ/CATARATAS também.


Apelido:
O Azulão da Fronteira


Estádio:
ABC
Capacidade 15.000 lugares



Hino


O Foz do Iguaçu Futebol Clube adota o hino do município.

Letra: Francisco Pereira da Silva (do Centro de Letras do Paraná e Academia de Letras José de Alencar)
Música: Ivanildo Rafael

Somos filhos da terra querida que é famosa, onde quer que se vá Natureza imponente e garrida que, no mundo, mais bela, não há Nestes rios se confundem nações, num abraço de mútuo fervor; somos porto de mil corações, Foz de eterno, ameríndio vigor! Três fronteiras de pátrias amigas Iguaçu-Paraná ... que emoção! suas águas que entoam cantigas, rumo ao Sul, irmanadas, se vão! Quadro eterno que os olhos fascina eis o sol o horizonte a romper; catadupas! Surgí da neblina, para o mundo, outra vez, surpreender! Sob o imenso dossel destas matas, Sim! palpita lembrança tupi; Tarobá, no fragor das cascatas ainda chama, saudoso, Naipi. Sim, mil graças por tanta beleza, Ó Senhor! Sempre mais progredir, que um passado de heróica nobreza, seja o aval de um fecundo porvir! Honra eterna aos ingentes pioneiros deste solo, onde é grande o labor; aqui estão corações brasileiros, palpitando com idêntico amor! Estribilho: Foz do Iguaçu! Foz do Iguaçu! Quem tua glória negará? Onde achar maior que tu, Esplendor do Paraná!!!

Mascote

O Foz do Iguaçu Futebol Clube tem como mascote oficial um quati, com aspectos genuinamente iguaçuense


Site

http://h2foz.com.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=390