segunda-feira, 4 de maio de 2009

Nacional Fast Clube

O Fast Clube foi fundado em 8 de julho de 1930, por um grupo dissidente do Nacional, comandados pelo dirigente Vivaldo Lima e pelo jogador e capitão do time, Rodolpho Gonçalves. O motivo da discórdia foi uma manobra política com mudança do Estatuto do Nacional às vésperas da eleição presidencial, tirando dos jogadores o direito a voto. Os atletas queriam Vivaldo Lima para a presidência, e estavam fechados em torno do nome do médico e dirigente. Com a manobra, os jogadores, cassados em seus direitos estatutários, não aceitaram a imposição e resolveram sair, fundando um novo clube.

Algumas características precisavam ser mantidas: (1) o nome Nacional; (2) a cor azul, que se juntou ao vermelho e ao branco, para perfazer as cores do Estado do Amazonas; (3) as iniciais NFC e (4) a estrela como símbolo, que foi adotada na cor amarela, como vigora até hoje. Assim, o novo clube já tinha como nome Nacional, as iniciais NFC e as cores vermelho, azul e branco, além da estrela amarelo ao centro do escudo. O grupo então resolveu consultar um professor do tradicional Gimnasyo Amazonense Dom Pedro II, para que sugerisse um nome iniciado pela letra F. Assim, o professor, que lecionava Inglês batizou o clube com o termo Fast, que em inglês quer dizer rápido, fazendo uma analogia com a rapidez e a destreza que os jogadores que fundavam a nossa associação de futebol apresentavam em campo.



O Fast Clube depois de conseguir o acesso a primeira divisão veio a iniciar suas atividades na primeira divisão do Campeonato Amazonense de Futebol em 1932, sendo logo vice-campeão da competição.

A Década de 30 foi de enorme valia para o Fast onde disputou várias finais e por força do destino não as conquistou. O time era respeitado e de forma unânime, era considerado o melhor time ao lado do Rio Negro. Nesta mesma década foi convidado a disputar competições interestaduais e amistosos em estados brasileiros, estes raros pela distância e amadorismo local, com destaque para a viajem ao Maranhão e Ceará.

Nos primeiros dez anos de fundação o Fast Clube amargou 05 (cinco) vices campeonatos. Os primeiros títulos apareceram em 1948-49, um bi-campeonato com um belo time comandado por Raul, Nêgo, Marcílio, Aurélio, Mário Torres, Waldemir Osório, Paulo Onety, Dedé, Zequinha, entre outros craques. Esta década consolidou o Fast como principal time da cidade, tendo realizados amistosos e recebido convites para jogos fora do estado, confirmando a fama do time manauara como força local.

Em 1950 o Fast Clube estava prestigiado no futebol amazonense e despontava com destaque, com o prestígio e reconhecimento ao clube, o Fast Clube proporcionou um amistoso de grandes proporções, este o primeiro da história do clube e de um time amazonense contra o Flamengo do Rio de Janeiro, o time carioca vinha de uma extensa excursão pelo Brasil, já tinha passado pelos estados nortistas do Pará e Amapá. O jogo foi realizado no Campo do Parque Amazonense, com o término no placar de 6x1 para os cariocas no dia 31 de março. Mas foi nesta década que veio o terceiro título estadual em 1955.

Em 1959 o Fluminense veio para a realização de amistosos em Manaus, o Fast Clube era um dos seus adversários, em Parque Amazonense lotado, o jogo terminou 5x1 para os cariocas, mas na verdade o jogo foi ma grande festa.

Em 1960 o Fast Clube conquistava seu quarto título, com um time arrasador, e foi nesta década que veio a primeira disputa da Copa Norte-Nordeste (1969), muito disputada na época e de grande importância. Um jogo que entrou para a histórica do Rolo Compressor, foi contra a equipe pernambucana do Sport Recife, que veio para a inauguração dos refletores do estádio Ismael Benigno, Colina, o jogo foi realizado em fevereiro de 1961, o Sport vinha de duas vitórias frente a São Raimundo e Santos, o Fast Clube em uma tarde inspirada aplicou ma goleada de 7x5, deixando os amazonense ao delírio com a bela atuação do Clube Cintado.

O maior Título do “Tricolor Eterno” veio em 1970, conquistando a Copa Norte, em excelente participação. Na Fase Final da Copa Norte-Nordeste, o Fast Clube deixou escapar o título em um confronto direto com a equipe do Fortaleza que brigava diretamente pelo título, jogo disputado na capital com o mesmo nome do clube cearense, com uma derrota amazonense por 4x1 e deixando o título para a equipe cearense que ficou 1 (um) ponto a frente do Tricolor Eterno.Em 1971 o Futebol Clube do Porto veio a Manaus fazer alguns amistosos, o Fast Clube iria enfrentar a equipe portuguesa no dia 17 de novembro, no estádio Vivaldo Lima com quase 40 mil pessoas, em uma boa partida o Porto vence por 3x1 equipe Fastiana.Veio o Campeonato Brasileiro em substituição a Taça Brasil, o Fast Clube teve 03 (três) participações na primeira divisão, sendo a de 1978 muito comemorada e lembrada pelos Fastianos mais antigos e saudosos, neste ano o Fast Clube surpreendeu a máquina tricolor do RJ, o Fluminense, em pleno estádio do Maracanã, aplicando 2x1 nos cariocas, no mesmo ano o Fast fez dois grandes jogos no Mineirão e Vivaldão contra Cruzeiro e Atlético-MG respectivamente, os placares foram de 5x4 e 2x1 para os mineiros.

A década de 80 o Fast disputou a segunda divisão do campeonato Brasileiro (1980 e 1982) tendo uma participação ruim nos dois anos. No ano de 1980, ao dia 09 de março, houve um jogo histórico, Fast Clube x Cosmos de Nova Iorque se enfrentaram em um amistoso de gala em um Vivaldão lotado com mais de 56 mil pessoas, recorde de publico até hoje e insuperável pela redução do estádio em 1995 para 38 mil pessoas, o jogo contava com várias estrelas de peso como Carlos Alberto (tri-campeão de 70), Beckenbauer Romerito, Chinaglia, todos vestindo a camisa do Cosmos e o Tri-Campeão Clodoaldo pelo Fast, a partida terminou em 0x0. O New York Cosmos extinguiu–se em 15 de setembro de 1984, Pelé jogou até 1977 pelo Cosmos.

A partir de 1986, o Fast entrou em uma grave crise financeira embalando uma série de fracassos no estadual e Brasileirão série B, a crise veio junto com o insucesso do futebol amazonense, ocasionado anos sem nenhuma conquista e sem nenhuma competição de destaque.

A partir de 2004 o Fast surgiu com destaque no regional, aplicando algumas goleadas. Em 2006 o Fast Clube ressurgia com força total, sendo vice-campeão estadual, fato este ocorrido em 2007 e 2008, mesmos anos em que disputou a Série C do Campeonato Brasileiro.

Em 2007 foi um ano especial ao Fast Clube, disputando a Copa do Brasil pela primeira vez em sua história, enfrentado a equipe do Vasco da Gama/RJ, até então as equipes tinha se enfrentado somente duas vezes na história. Nos anos seguintes o Fast Clube sempre marcou presença na Copa do Brasil (2008 e 2009).

Maior público

O Fast possuí o maior público do Estádio Vivaldo Lima, no jogo contra o Cosmos de Nova Iorque, 56 mil pessoas foram ao estádio, público que jamais foi alcaçando porque o estádio teve sua capacidade reduzida para 38 mil pessoas.

Itacoatiara

Desde do ano de 2006, o futebol do Fast Clube estava sediado na cidade de Itacoatiara, onde conquistou três vices campeonantos amazonenses em 2006, 2007 e 2008 e participou das Copas do Brasil de 2007 e 2008. Após o acesso do Penharol, o outro clube da cidade à primeira divisão amazonense, o Fast saiu do município, voltando a ser sediado em Manaus.

Títulos

Campeonato Amazonense: 6 vezes (1948, 1949, 1955, 1960, 1970 e 1971).
Copa Norte 1970


Estádio

Estádio Ismael Benigno - Colina

Capacidade 18000


Hino

Letra e música: Mafra Júnior


Sua glória é lutar

Seduz a gente popular

E hoje é dia

De alegria

Acabou a nostalgia

FAST CLUBE tu és a esperança

O povo deposita confiança

Quando entras pra lutar (ha ha ha ha ha ho ho ho ho ho)

FAST CLUBE a tua estrela é explendor

Para o inimigo é um "Rolo Compressor"

Para a torcida sempre grande vencedor ( ho ho ho ho ho ha ha ha ha ha)

Mascote









Site

http://www.fastclube.com.br/

domingo, 3 de maio de 2009

Foz do Iguaçu Futebol Clube

O Foz do Iguaçu Futebol Clube é um clube de futebol profissional da cidade de Foz do Iguaçu, estado do Paraná. Foi fundado dia 9 de fevereiro de 1996, e suas cores são o azul e o branco. Manda seus jogos no Estádio do ABC, com capacidade para 15.000 espectadores.Atualmente atua na primeira divisão paranaense.






Os Foz do Iguaçu até hoje..

- O primeiro trata-se do atual Foz, ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA AURITÂNIA FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, fundado em 09/02/1996 e que substituiu o AER Foz do Iguaçu FC a partir de 2006.

- O segundo é o ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, clube fundado em 02/01/2002 e que oculpou a vaga do Cataratas Atlético Clube na segunda divisão de 2002 a 2005.

- O terceiro é o primeiro Foz da cidade, o FOZ DO IGUAÇU ESPORTE CLUBE, fundado em 28/02/1988 e que disputou campeonatos de 1988 a 1996(ou 1997, não estou lembrado). Na temporada de 1993 usou o nome de FOZ/MEC devido a uma fusão com o Medianeira Esporte Clube.

- O quarto e ultimo escudo é do FOZ DO IGUAÇU FUTEBOL CLUBE, fundado em 02/01/1981. Este clube surgiu no cenário esportivo paranaense em 1996(ou 1997, não estou lembrado) para substituir o Foz EC que estava atolado em dívidas. Era conhecido como FOZ/CATARATAS também.


Apelido:
O Azulão da Fronteira


Estádio:
ABC
Capacidade 15.000 lugares



Hino


O Foz do Iguaçu Futebol Clube adota o hino do município.

Letra: Francisco Pereira da Silva (do Centro de Letras do Paraná e Academia de Letras José de Alencar)
Música: Ivanildo Rafael

Somos filhos da terra querida que é famosa, onde quer que se vá Natureza imponente e garrida que, no mundo, mais bela, não há Nestes rios se confundem nações, num abraço de mútuo fervor; somos porto de mil corações, Foz de eterno, ameríndio vigor! Três fronteiras de pátrias amigas Iguaçu-Paraná ... que emoção! suas águas que entoam cantigas, rumo ao Sul, irmanadas, se vão! Quadro eterno que os olhos fascina eis o sol o horizonte a romper; catadupas! Surgí da neblina, para o mundo, outra vez, surpreender! Sob o imenso dossel destas matas, Sim! palpita lembrança tupi; Tarobá, no fragor das cascatas ainda chama, saudoso, Naipi. Sim, mil graças por tanta beleza, Ó Senhor! Sempre mais progredir, que um passado de heróica nobreza, seja o aval de um fecundo porvir! Honra eterna aos ingentes pioneiros deste solo, onde é grande o labor; aqui estão corações brasileiros, palpitando com idêntico amor! Estribilho: Foz do Iguaçu! Foz do Iguaçu! Quem tua glória negará? Onde achar maior que tu, Esplendor do Paraná!!!

Mascote

O Foz do Iguaçu Futebol Clube tem como mascote oficial um quati, com aspectos genuinamente iguaçuense


Site

http://h2foz.com.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=390

sábado, 2 de maio de 2009

Torre Sport Club

Torre Sport Club foi um clube brasileiro de futebol fundado no bairro da Torre, da cidade de Recife, no estado de Pernambuco. Era o time do governador Estácio Coimbra.


Um jogo com o Flamengo/RJ em 1925


No ano de 1925, o Torre que havia sido vice-campeão estadual no ano anterior organizou um certame chamado Troféu Torre Sport Club que seria disputado em uma única partida contra o Flamengo. Vencendo a disputa por três tentos á um com dois gols de Junqueira, o scratch do Flamengo/RJ levantou aquela taça.


Um pouco do campeonato de 1926


O ambiente esportivo voltou a ficar agitado no início de 1926. Os presidentes do Sport, América e Peres, respectivamente, Roberto Rabello, José Fernandes Filho e João Duarte Dias, comunicam ao público desportivo brasileiro, em manifesto publicado pelos jornais, terem se desfiliado da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e fundado a Associação Pernambucana de Esportes Atléticos.
No documento, os dissidentes denunciavam a existência de um plano, entre Santa Cruz, Náutico, Flamengo e Torre, com a participação do presidente da Liga, Cícero Brasileiro de Melo (recentemente eleito), para colocá-los à margem da política interna da entidade, o que ficara provado nas eleições, pois, enquanto quatro clubes denunciados tiveram, cada um, dois diretores na composição da nova diretória, nos tivemos apenas um representante cada, e o Peres nem isso mesmo tivera.
Pelo Jornal do Commercio, edição de 1º janeiro, a LPDT publicou nota oficial, dando sua versão sobre a cisão havida.Explicava a nota que tudo fora feito para evitar a crise, conseqüência funesta, enfatizava, da paixão extremada do clubismo e o desejo infortunado da prepotência de certos elementos no seio de uma coletividade determinante. Acrescentava ainda que Sport e América, depois de haverem lançado mão de todos os processos para obterem maioria no novo corpo dirigente, processos ínvios e, às vezes, nefastos, declararam, solenemente, no dia da eleição, conforme constava da ata,que seus clubes não aceitariam nenhum cargo eletivo de modo peremptório. Quanto ao Peres, ironizava a LPDT, é um clube em situação irregularíssima, sem sede, sem time, tecnicamente incapaz, que não sofreu admoestação da Liga em sua agonia lenta de dois anos cujo sopro de vida no Conselho apenas existia,mercê do oxigênio que lhe soprava o Sport para dar-se ao luxo de ter um representante em duplicata.
Apesar da interferência de várias figuras de projeção, inclusive do Governo, na tentativa de uma solução para a crise, nenhuma das partes se afastou da decisão tomada. Maior a nau, maior a tormenta, comentava-se. Paralelamente aos jogos do campeonato da Liga, a Associação Pemambucana de Esportes Atléticos também programou seus jogos com times suburbanos, dividindo o público. Quando acabou a briga, que durou seis meses, o certame já estava no turno final, mas mesmo assim Sport e América dele participaram, embora soubessem não haver mais chances para a conquista do título. Fiel à causa, o Peres não voltou, e seu presidente, João Duarte Dias, declarou pelos jomais que tinha sido traído.


TorrePernambuco1926 1 - TorrePernambuco1926 1
Campeão Pernambucano de 1926. O time era formado com Valença, Filuca e Pedro Barreto; Aquino, Hermes e Dantas;Osvaldo, Piaba, Péricles,
Antonio e Chiquinho.


O Torre beneficiado é o campeão


Quem terminou sendo beneficiado com as ausências dos rubro-negros e alviverdes, favoritos ao título, foi o Torre. O chamado madeira rubra terminou conquistando o campeonato de 1926, o primeiro da sua existência, a 2 de janeiro de 1927, nos Aflitos, derrotando o América por 2 a O, gols de Péricles e Piaba. O árbitro foi o dirigente tricolor, Carlos Rios, arranjado de última hora, uma vez que o escalado, Renato Silveira, também dirigente (Sport), não compareceu.
Time campeão - Valença, Aquino e Pedro Barreto; Arnaldo, Hermes e Dantas; Osvaldo, Piaba, Péricles, Policarpo e Galvão.
O madeira rubra, fundado a 13 de maio de 1909, interrompia um predomínio de 10 anos de Sport e América, únicos campeões pernambucanos, desde 1916. Embora se dissesse que o Torre não teve méritos na conquista do título, verdade é que o clube de José da Silva Loyo armara um bom time. Seu primeiro grande passo foi tirar do Sport Club do Recife um dos melhores atacantes da Região, o artilheiro Péricles.


1929 - 1929
VALENÇA, HERMES, MIRO, LELECO, FAUTINO, COSTA, AGNELO, PIABA, MATURANO, LETONA, e ALDO
Torre campeão pernambucano de 1929


O campeonato invicto


Se no ano de 1926 houve questionamentos acerca do campenato conquistado pelo Torre, em 1929, o madeira rubra não deixou dúvidas, conquistou o título de forma invicta, tendo derrotado Santa Cruz, Náutico, América e empatado por duas vezes com o Sport. O campeonato fora disputado por oito equipes em sistema de pontos corridos com jogos de ida e volta.


A revolução de 1930


A revolução que depôs o presidente Washington Luiz colocou Getulio Vargas no poder e deixou o Recife em polvorosa. O governador Estácio Coimbra teve que fugir para não ser preso e Carlos de Lima Cavalcanti, seu opositor, ligado aos revolucionários, assumiu o Governo de Pernambuco.
Paralisado o campeonato e não havendo condições de sua continuidade, que ia sendo liderado pelo Torre, Renato Silveira, presidente da LPDT, resolveu convocar uma assembléia geral para dar por encerrado o certame. A reunião aconteceu na noite de 12de dezembro, sendo assinado pelos representantes dos times disputantes, exceto Torre e Encruzilhada, o seguinte documento:


“Os abaixo firmados, representantes dos clubes filiados, Sport, América, Náutico, Íris, e Santa Cruz, reunidos aos 12 dias do mês de outubro de 1930, sob a presidência do Sr. Renato Silveira, presidente da LPDT, atendendo às circunstâncias especiais criadas pelos acontecimentos imprevistos que sacudiram o País, anormalizando a vida esportiva do Estado e tornando materialmente impraticável o prosseguimento do campeonato de 1930, resolveram acordar que seja o mesmo campeonato encerrado, considerando-se vencedores do campeonato deste ano os quadros dos clubes colocados em primeiro lugar na contagem dos pontos dos jogos já aprovados, sugerindo-se à diretoria da Liga instituir prêmios especiais para os citados vencedores. O Torre estava assim proclamado campeão de 1930.”


Os clássicos do Bairro da Torre


Clássico Bairrense é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Tramways Sport Club, dois clubes de futebol extintos de do bairo da Torre, no Recife, Pernambuco.
Clássico da Paixão é o nome dado ao jogo das antigas equipes Torre Sport Club versus Íris Sport Club ambos do bairro da Torre da cidade do Recife. O jogo recebeu este nome porque o 1° jogo disputado foi numa Sexta Feira da Paixão no Campo do Alagado da Torre.
Clássico Guerreiro é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Israelita Sport Club, clube, também, já extinto.
Clássico dos Maestros é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Santa Maria Athletico Club, clube, também, já extinto.


Títulos


Estaduais
Campeonato Pernambucano: 3 vezes (1926, 1929* e 1930).
Vice-Campeonato Pernambucano: 4 vezes (1924, 1925, 1927 e 1928).
Torneio Início: 2 vezes (1922 e 1929).
*Campeão invicto.


Outras conquistas
Liga Desportiva da Torre: 1911.
Liga Suburbana: 4 vezes (1915, 1919, 1920 e 1921).
Copa Torre: 8 vezes (1921, 1926, 1928, 1929, 1930, 1932, 1940 e 1942).


fonte: http://blog.cacellain.com.br/2009/04/23/memoria-do-futebol-pernambucano-torre/

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Andirá Esporte Clube

O Andirá Esporte Clube foi fundado no dia 1º de novembro de 1964 por uma das famílias mais tradicionais do Estado do Acre, os Dantas. A origem do nome do clube vem da palavra indígena "andyrá", que em Tupi significa "morcego". Suas cores inicalmente eram o preto e o branco. Recentemente, em 2006 o clube adotou o verde em seu uniforme que, segundo o presidente Gilberto Braga, é uma homenagem à Amazônia e à borracha, produzida com destaque no Estado.

A primeira mulher a assumir o comando técnico de um time de futebol no estado foi Cláudia Malheiro. Isto aconteceu no ano 2000. Ela já havia dirigido o Vasco-AC em 1999. Ela foi contratada pelo Andirá no dia 24 de abril de 2000. Cláudia ficou no comando do Andirá até 2001, quando afastou-se dos gramados para dedicar-se à sua família. Em 2006, recebe o convite para retornar ao Andirá, no ano que também marcava a volta do Morcego, o qual esteve afastado por um ano dos gramados.

Na reestréia, em um jogo-treino contra o Juventus local, os comandados de Cláudia (agora com uniforme verde e preto, em homenagem à Amazônia e à borracha do Acre) foram derrotados por 2 a 1, com gols de Tonho e Rogério para os juventinos – Artemar, pelos andiraenses, descontou. Mesmo assim, a treinadora (apelidada de ‘Felipão de Saias’ por seu jeito mãezona) não perdeu o crédito com a nova diretoria do clube – Gilberto Braga assumiu a presidência, enquanto Marquinhos Gomes se tornou seu vice. Resultado: o time chegou às semifinais do primeiro turno da competição, e só não avançou à decisão porque perdeu a semifinal (em jogo único) para a Adesg com por 3 a 2 gol um gol nos acréscimos.

Em 2007 fica com o vicecampeonato estadual por ser a equipe que mais somou pontos com 22 pontos em 12 jogos, ficando atrás apenas do Rio Branco, campeão dos dois turnos, sagrando-se assim campeão.

Em 2008, mesmo com pendências financeiras, o Andirá tentou sua inscrição no Campeonato Acreano. A tentativa foi vetada pela federação local, sob alegação de falta de representatividade legal e problemas na conjuntura política no clube, que precisou ficar afastado das competições.

Estádio

José de Melo

Capacidade - 8.000

Mascote

Morcego





Site

http://aecmorcegueiro.blogspot.com

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Esporte Clube Poções

O Esporte Clube Poções é um clube jovem, fundado em 1985, mas já construiu uma incrível jornada no campeonato baiano, além de revelar bons jogadores. A agremiação, proveniente da cidade de Poções, costuma incomodar os grandes do estado - Bahia e Vitória.

Suas cores são o branco, azul e o vermelho, o que faz a equipe ser chamada de tricolor do sudeste. O seu acesso ocorreu em 1993, quando conquistou o campeonato da segunda divisão estadual baiana, fazendo a alegria dos aproximadamente 44.000 habitantes da cidade.
Ter alcançado a segunda divisão da competição com apenas 14 anos de existência foi um grande feito da agremiação. Seus jogadores são lembrados até hoje, porém o clube ainda carrega o estigma de chegar perto e morrer na praia na hora de levantar o caneco. Em disputas, mesmo que equilibradas, o clube não tem conseguido levar a melhor.

Seu maior feito foi em 1999, quando alcançou o vice-campeonato estadual, no ano em que Bahia e Vitória dividiram o título após batalha judicial. Somente em 2005 a Federação Baiana de Futebol decretou os dois times como campeões. Por conta disso, o Poções automaticamente tornou-se o natural vice-campeão.

Em 2009 o Poções vai defender seu mando de campo do estádio Waldomiro Borges, em Jequié. O estádio tem capacidade para 10 mil espectadores.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Baiana 1993

Estádio
  • Estádio Heraldo Curvelo

  • Capacidade 8.000

Seu estádio, o Heraldo Curvelo (Heraldão) é tido como um dos alçapões do interior baiano, sendo creditado a ele parte do sucesso do “tricolor do sudoeste” nos últimos quatro anos – especialmente em 95, quando ficou em terceiro na classificação geral, repetindo a dose em 96. Além de uma boa formação, o Poções possui uma boa sede, instalada no centro da cidade, com área de lazer, alojamentos com banheiros privativos e amplo espaço para os atletas.

Mascote

Raposa do Agreste











Site

http://www.esporteclubepocoes.com.br/



quarta-feira, 29 de abril de 2009

Esporte Clube Democrata

Nascido como uma dissidência do extinto Flamengo Football Club, o Democrata dedicou-se nas suas primeiras décadas de vida a competições amadoras em Governador Valadares (chamada de "Figueira do Rio Doce" até 1938) e região, mas ocasionalmente enfrentava em amistosos grandes equipes do futebol nacional, como por exemplo o Botafogo de Mané Garrincha. Nos anos 40, o Democrata formou uma equipe memorável, que excursou pelas cidades vizinhas do Vale do Rio Doce conquistando bons resultados e um longo período de invencibilidade; esta equipe ficou conhecida como "Expresso do Vale".

Neste período, o Democrata desenvolveu uma acirrada rivalidade com outra equipe de Governador Valadares, o Clube Atlético Pastoril. Ambas as equipes flertaram com o profissionalismo durante a década de 1960, mas somente o Democrata conseguiu prosperar após o fim do amadorismo.

Primeiras Participações no Campeonato Mineiro

O clube estreou na primeira divisão do Campeonato Mineiro em 1969, a convite da Federação Estadual. A partida que marcou a estreia do Democrata na elite do futebol mineiro foi contra a Usipa, de Ipatinga, no dia 26/01/1969, no Mamudão, e terminou em empate por 0 a 0. Ao final do campeonato, o Democrata foi apenas o 13º colocado. Mas foi a partir dos anos 80 que o Democrata tornou-se freqüentador assíduo da elite do futebol mineiro, participando de todas as edições do campeonato, exceto após ter sido rebaixado em duas ocasiões: em 1987 e 2001, quando disputou, por curtos períodos, a segunda divisão.

Em 1980 e 1982, o Democrata chegou à fase final do Campeonato Mineiro, que contava com 8 equipes. No segundo turno do Campeonato de 1984, o Democrata foi o 4º colocado e enfrentou o Atlético pela semifinal do segundo turno, sendo eliminado com duas derrotas, em Governador Valadares e no Mineirão.

O primeiro título oficial do Democrata em competições estaduais foi a Taça Minas Gerais de 1981, quando, na final, derrotou o Uberlândia. Na época, a Taça Minas Gerais correspondia a uma das fases do Campeonato Mineiro.

Tetra-Campeão do Interior e Vice-Campeão Estadual

O período de maior sucesso do Democrata no Campeonato Mineiro foi entre 1991 e 1994, quando foi o melhor time do interior mineiro (excluindo os clubes de Belo Horizonte: Atlético, Cruzeiro e América) por 4 anos consecutivos, conquistando o título de "Tetra-Campeão do Interior". Foi neste mesmo período que o Democrata conquistou o vice-campeonato mineiro de 1991, ficando atrás apenas do campeão Atlético e à frente de Cruzeiro e América. O vice-campeonato rompeu um longo período de hegemonia dos times da Capital, que monopolizavam as duas primeiras posições do Campeonato desde 1964 - portanto, desde antes da construção do Mineirão.

Naquele ano, a fase final do Campeonato foi disputada por seis equipes: Democrata-GV, Atlético, Cruzeiro, América, Rio Branco de Andradas e o Esportivo de Passos. O Democrata fez boa campanha, vencendo 4 dos 5 confrontos disputados no Mamudão, inclusive diante dos poderosos Cruzeiro (2 a 0) e América (3 a 0), mas na última rodada sucumbiu ao Atlético no Mineirão, sendo derrotado por 2 a 0 e dando adeus ao sonho do título estadual. Além do vice-campeonato, o Democrata consagrou o artilheiro do campeonato: Gilmar, com 14 gols.

O time-base do Democrata vice-campeão de 1991 era: Sílvio; Borges, Parreira, Walmir e Baiano; Toninho, Marcelo Alves (Coqui), Amando (Quirino) e Edinho (Páscoa); Gilmar Estevam e Élder. O técnico era Zé Maria Pena.

Em 1993, o Democrata classificou-se novamente para a fase decisiva do Campeonato Mineiro, desta vez disputada por 4 equipes: os três grandes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), além do Democrata. Porém, o time de Governador Valadares não conseguiu repetir a façanha de dois anos antes e terminou o quadrangular em último lugar, atrás dos três grandes. A partida que decidiu o Campeonato daquele ano foi disputada, pela primeira vez na História, no Mamudão, entre Democrata e América. O Democrata já não tinha mais chances e foi batido pelo América, que assim quebrou um longo jejum de títulos que vinha desde 1971.

Ganhando Projeção Nacional: Série B e Copa do Brasil

Após a conquista do vice-campeonato estadual em 1991, o Democrata garantiu participação na Copa do Brasil do ano seguinte, figurando pela primeira vez em sua história em uma competição nacional. Porém, o Democrata caiu logo na primeira fase, com um empate em casa e uma derrota em Curitiba contra o Paraná Clube.

O Democrata voltou a participar de uma competição nacional em 1994, quando substituiu o América-MG na Série B do Campeonato Brasileiro. Naquele ano, o América-MG estava cumprindo uma suspensão imposta pela CBF, e o Democrata, na condição de principal força do interior mineiro, ficou com a vaga do Coelho na competição. Porém, o time já não conseguiu repetir o mesmo sucesso do Campeonato Mineiro jogando contra equipes de outros Estados.

A primeira fase Série B era composta por 4 grupos de 6 times separados por critérios geográficos, de forma a diminuir despesas com viagens. Mesmo com esta divisão, o Democrata teve que arcar com longas viagens para o Nordeste do Brasil, que pesaram nas finanças do clube. Os resultados, por outro lado, foram magros: O Democrata jamais passou da 1ª fase da competição. Somando as duas participações (1994 e 1995), o Democrata fez 20 partidas pela Série B e venceu apenas 2 vezes, curiosamente sobre o mesmo time - o Santa Cruz de Recife - a primeira fora de casa, em 1994, a segunda no Mamudão, no ano seguinte. Mesmo vencendo apenas uma vez em 1994, o Democrata se salvou do rebaixamento à Série C, naquele ano, graças a nada menos que 7 empates conquistados nas outras 9 partidas.

O Democrata participou também da Copa do Brasil de 1995, a convite da CBF. Novamente, o time de Governador Valadares se beneficiou com a suspensão imposta ao América-MG, candidato natural à vaga graças à 3ª posição no Campeonato Mineiro do ano anterior. Na fase preliminar, o Democrata eliminou o Goiás com uma vitória por 2 a 0 no Mamudão e uma derrota por 1 a 0 em Goiânia. O confronto seguinte foi contra o Vitória, e o Democrata mais uma vez surpreendeu os visitantes com um 3 a 2 no Mamudão. Esta vitória foi particularmente marcante, já que o Vitória havia sido recentemente vice-campeão brasileiro, em 1993. Porém, na partida de volta o Democrata foi batido por 2 a 0 no Barradão, em Salvador, e deu adeus à Copa do Brasil.

Crise financeira e decepções em 1998 e 1999

Apesar dos sucessos dentro de campo e do expressivo crescimento da torcida - intitulada "A Maior do Interior" - o Democrata sofria com a falta de apoio do poder público e dos empresários de Governador Valadares. Assim, o clube foi acumulando dívidas ao mesmo tempo em que progredia no futebol. A partir de 1995 a situação financeira passou a influenciar negativamente o desempenho da equipe, que só escapou do rebaixamento no Campeonato Mineiro na última rodada, ao golear o Rio Branco de Andradas por 5 a 0 em Governador Valadares.

No Brasileiro da Série B daquele ano, o Democrata fez uma campanha sofrível, com direito a uma derrota por 4 a 0 em pleno Mamudão diante do modesto Central de Caruaru (PE), somando apenas 5 pontos em 10 partidas e sendo rebaixado à Série C como o pior dos 24 participantes da Série B.

No início de 1996, o Democrata ameaçou desistir do Campeonato Mineiro se não conseguisse patrocínios junto ao empresariado de Governador Valadares. A situação foi contornada a tempo, mas a campanha do Democrata foi apenas mediana, insuficiente para chegar à fase final (disputada por seis equipes) mas livre do rebaixamento ao Módulo II. Porém, para evitar despesas com viagens, o Democrata abriu mão de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, onde tinha lugar garantido por ter sido rebaixado da Série B do ano anterior.

Depois de outra campanha medíocre no Estadual de 97, o Democrata voltou a empolgar sua torcida no campeonato seguinte, ao firmar uma parceria com uma empresa de loterias da região. O time terminou a primeira fase em 3º lugar, sem perder nenhuma partida em casa. Nas quartas-de-final, enfrentou o América, que havia sido o 6º colocado na primeira fase. Mais uma vez, o Democrata deu adeus ao sonho do título com uma derrota por 1 a 0 no Independência e um empate no Mamudão por 1 a 1, numa partida em que arbitragem foi bastante contestada. Após a eliminação, a parceria com a empresa de loterias foi rompida, e o clube voltou à situação de penúria financeira.

O Campeonato de 1999 apresentou uma mudança na forma de disputa: os três clubes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), juntamente com o Villa Nova, entrariam apenas na segunda fase. A primeira fase seria disputada apenas pelas 8 equipes restantes do interior, sendo as 4 melhores promovidas para a segunda fase, e a campeã recebendo o título da Taça Minas Gerais e uma cobiçada vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Mesmo com uma equipe mais modesta em relação à de 1998, o Democrata despontou como favorito para a conquista da Taça, fazendo uma campanha invicta até faltarem 3 rodadas para o fim. No entanto, o Democrata fez o que parecia impossível: foi derrotado nas 3 últimas partidas, a última delas para a URT em pleno Mamudão por 2 a 1, quando bastava o empate. A URT descontou uma diferença de 8 pontos nas 3 últimas rodadas, ficando com a Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil. Com o vice-campeonato na Taça, o Democrata garantiu participação na segunda fase do Campeonato, onde fez uma campanha irregular e terminou em 5º.

Declínio e Rebaixamento ao Módulo II

A mesma forma de disputa foi mantida para 2000, porém desta vez a URT ganhou com folgas o título da Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil; o Democrata limitou-se a garantir a classificação para a segunda fase do campeonato. Na segunda fase, livre dos riscos de rebaixamento, o Democrata somou aos seus problemas uma epidemia de Dengue que assolou vários jogadores do elenco. Com o time "dengoso", o Democrata perdeu 11 das 14 partidas e terminou em último lugar dentre os 8 participantes da segunda fase - um mau prenúncio para o ano seguinte.

Depois de tantos altos e baixos, com os cofres praticamente vazios e as rendas de bilheteria sendo freqüentemente penhoradas para o pagamento de dívidas, o Democrata teve seu inevitável encontro com o rebaixamento no Campeonato de 2001, ao terminar a primeira fase como o penúltimo colocado dentre os 12 participantes. A partida que selou o destino do Democrata rumo ao Módulo II aconteceu em 7 de Abril de 2001, no Mamudão, em que o Democrata foi batido pelo América por 1 a 0.

Retorno ao Módulo I e Participação na Série C

Em 2003, o clube sagrou-se campeão mineiro de juniores.

Em 2005, ao vencer o Campeonato Mineiro de Futebol - Módulo II - equivalente à segunda divisão estadual - conseguiu retornar ao Módulo I da primeira divisão, quatro anos após o rebaixamento.

Em 2007, o clube fez uma ótima campanha no Campeonato Mineiro, graças a uma parceria com o Clube Atlético Mineiro, ficando em 3º lugar e garantindo a sua participação no Campeonato Brasileiro da Série C daquele mesmo ano e na Copa do Brasil do ano seguinte.

O grupo do Democrata na primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C contou com Villa Nova (MG), Juventus (SP) e Madureira (RJ). Para a segunda fase, classificaram-se Villa Nova (MG) e Democrata. O Democrata foi eliminado na segunda fase, num grupo que contava com Roma (PR), Bragantino (SP) e Esportivo (RS).

O Bragantino (SP), que se classificou para a fase seguinte, juntamente com o Esportivo (RS), acabou sendo o campeão da Série C. Importante destacar que nos confrontos com o Bragantino (SP), o Democrata perdeu em Bragança Paulista por 1x0, com um gol no último minuto do jogo e em Governador Valadares, fez sua mais espetacular partida. Após estar perdendo por 3x0, o Democrata virou o jogo e venceu por 5x3.

Estádio

O Estádio José Mammoud Abbas, ou Mamudão, localiza-se em Governador Valadares, Minas Gerais e pertence ao Esporte Clube Democrata. O estádio tem capacidade para 5.700 pessoas.

Com a inauguração feita em 1964 teve como seu primeiro jogo Democrata-GV 0 x 2 Botafogo-RJ, em um campeonato realizado entre o E.C. Democrata e clubes importantes do Rio de Janeiro.


Títulos

Campeão da Taça Minas Gerais (1981), Vice-Campeão Mineiro (1991), Penta-Campeão do Interior de Minas (1991, 1992, 1993, 1994 e 2007), Campeão Mineiro do Módulo II (2005) e Campeão Mineiro de Juniores (2003).

Hino

Letra e música de Rosenberg Pettersen

Esporte Clube Democrata
És uma equipe de grande tradição
Pantera de sangue alvinegro
A tua força faz tremer qualquer leão

Democrata sinônimo de luta
Força, coragem e esplendor
Pantera, teu lema é a vitória
Teus dias são de glória, de raça e amor

És o orgulho do Vale do Rio Doce
Tua camisa é a imagem do poder
O teu passado reflete no presente
Um futuro que haveremos de vencer

Se acaso a derrota acontecer
Não vai ser nada, iremos prosseguir
O que importa é a nossa união
Porque unidos a vitória há de vir

Esporte Clube Democrata
O teu nome exprime liberdade
És a esperança de tantos corações
Alvinegros que te amam de verdade

Democrata és o grito de um povo
Uma união cujo lema é vencer
Vamos, Pantera, nada temos a temer
Nós somos brasileiros, Democrata até morrer.

Mascote



Nasce a Pantera, o mascote do Democrata

A escolha de uma pantera para ser o símbolo do Esporte Clube Democrata aconteceu em 1969, quando foi lançada a pedra fundamental da sede olímpica do ECD, que seria construída na área do Estádio Mammoud Abbas que fica de frente para a Rua Afonso Pena. À época, a diretoria do Democrata lançou uma campanha publicitária com o slogan “Democrata é preto no branco”. Para ilustrar a campanha, pensou-se na necessidade de um mascote, que poderia ser adotado definitivamente como mascote oficial do clube.

A sede olímpica jamais foi construída, mas o mascote nasceu identifica o Democrata no cenário esportivo brasileiro. O mascote do ECD é uma pantera. O jornalista Marcondes Tedesco (já falecido) foi o criador da pantera. Em entrevista ao jornalista Tim Filho, em 1995, Tedesco contou que durante o processo de criação, vários animais foram lembrados para simbolizar a raça democratense, mas a pantera foi escolhida por ser um felino e de cor negra, cor predominante no uniforme do Democrata. “Os felinos são vencedores, não se acovardam e reinam soberanos na selva”, disse o jornalista. O primeiro desenho da pantera foi feito pelo artista plástico Epaminondas Bassi, em 1969.

Site

http://www.democratagv.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2009

Araguaia Atlético Clube


O Araguaia Atlético Clube é um clube de futebol da cidade de Alto Araguaia, Mato Grosso.Fundação 1 de Dezembro de 1998.


Títulos

Copa Governador do Mato Grosso: 2008.

Estádio


Nome: Estádio Municipal Antônio Afonso de Melo - Bilinão Capacidade: 4.500 pessoas


O Estádio Municipal Antônio Afonso de Melo, o Bilinão começou a ser construído em outubro de 1979. A pedra fundamental da obra foi lançada no dia 26 de outubro do mesmo ano, pelo então Governador do Estado, o engenheiro Frederico Carlos Soares campos, e pelo então Prefeito de Alto Araguaia, Severino Botelho de Melo, mais conhecido como Bilino.

Com a decisão de colocar novamente um time araguaiense na elite do futebol Mato-grossense, em outubro de 2007 começaram as obras de reforma geral do Estádio Municipal Antônio Afonso de Melo, sendo reinaugurado no início de janeiro de 2008. Dentre as obras realizadas estão a troca completa do gramado, nova drenagem, construção de cabines de imprensa, reforma dos vestiários, construção da sala de árbitros, banheiros, construção do parque infantil, pintura geral, entre outros. Foram gastos cerca de R$ 450 mil para que o torcedor que fosse ao estádio Prestigiar o Araguaia Atlético Clube se sentisse em casa. A iluminação do Estádio foi inaugurada no dia 1º de março, durante o Campeonato Mato-grossense de 2008, no jogo entre Araguaia e Primavera.


Hino

Letra: Amilton José e João Barbosa
Melodia: Ronaldo César

Salve! Salve! O meu Araguaia
Tricolor do meu coração
Ó Pantera de garra a fiada
Você é minha nova paixão.

Araguaia, Araguaia, Araguaia
Atlético Clube do meu coração
Você nasceu pra nos alegrar
Dia e noite em toda ocasião.

Eu quero ver a Pantera rugindo
Lutar com garra na competição
Araguaia, Araguaia, Araguaia
Você é minha nova paixão!

Araguaia, Araguaia, Araguaia
Você é minha nova paixão!

Mascote
O time do Araguaia Atlético Clube tem como mascote a Pantera. O mascote do time surgiu, de acordo com pessoas ligadas a diretoria do clube e a seus fundadores, em homenagem a um antigo time da cidade, o Pantera do Leste, que de 1968 a 1972 foi o melhor time da região e disputou vários campeonatos.

Conhecido como a Pantera do Vale recebeu esse nome devido à região em que se situa a cidade de Alto Araguaia, no Vale do Araguaia.

Site

http://www.araguaiaatleticoclube.com.br

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Caçador Atlético Clube

O Caçador Atlético Clube foi fundado em 6 de julho de 2003, por iniciativa de grupo de amigos, amantes do futebol e preocupados com os problemas sociais de nosso município e vendo que o esporte poderia contribuir em prol desta causa. Com um elenco mesclando ex-profissionais e atletas amadores do município, o CAC, como é carinhosamente chamado pela torcida, iniciou sua atuação no futebol de campo, mantendo constante evolução até os dias de hoje.

Já no primeiro campeonato disputado, o Estadual de Amadores 2005, o CAC chegou a semifinal, sendo eliminado após dois jogos memoráveis contra o Gigantinho, de Chapecó. O confronto foi considerado uma final antecipada, já o Gigantinho chegaria ao titulo naquele ano.

A partir daí, o CAC continuou sua trajetória pelos gramados a fora. Aprendeu com as vitórias e derrotas. Agregou forças e parcerias. Investiu nas categorias de base, prioridade estabelecida desde o início pela diretoria do clube.

E foi com a garotada que veio o primeiro título da história do Caçador Atlético Clube, em 2007. O time sub-15 foi campeão da Copa Bugre, em São Miguel do Oeste. Posteriormente a mesma equipe alcançou o vice-campeonato do Estadual-Oeste da categoria.

No mesmo ano de 2007 foi comemorado também o primeiro título pelo time principal, a Copa Contestado. A vitória emocionante nos pênaltis diante do São Luiz, de Rio das Antas, foi diante da torcida no Estádio Municipal Carlos Alberto da Costa Neves.

Outros dois momentos que merecem destaque na história do clube foram os amistosos contra grandes times do futebol brasileiro. Os jogos mobilizaram a torcida que lotou as arquibancadas para assistir ao empate de 5 a 5 contra o Coritiba. Meses depois o CAC recebeu o Paraná Clube e não decepcionou, vencendo por 1 a 0.

Títulos, amistosos interestaduais e uma evolução visível no trabalho do clube animaram a diretoria que já tinha como certo a participação em 2008 na Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense. E é neste clima que o CAC inicia o ano, já vislumbrando um passo maior, chegar a elite do futebol catarinense.

Movido pelo espírito caçadorense, saudosista e realizador de incluir nosso município no certame catarinense de futebol, pela representatividade esportiva que nossa terra historicamente possui, associado ao talento do seu povo, que surge a idéia de participar do Campeonato estadual de Futebol profissional. Com este espírito e objetivo estamos buscando o apoio logístico para nossa Entidade.

Estádio


Estádio Municipal Dr. Carlos Alberto Da Costa Neves
Capacidade: 5.000

Mascote











Site


http://www.cac.cacador.com.br/

domingo, 26 de abril de 2009

Radium Futebol Clube

No dia 1º de maio de 1919 foi fundado na cidade de Mococa o Radium, da fusão do Operário FC e do Mocoquense FC. Recebeu este nome como forma de homenagem ao elemento químico recém-descoberto pela cientista francesa Madame Curie: o Radium (que anos depois passou a se chamar Rádio), que pressupunha força, potência e energia.

Do ano de sua fundação até 1948, o clube disputou competições amadoras e torneios regionais e a partir de 1949 ingressou nas competições profissionais, no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Além disso, o Radium desde que nasceu utilizou o mesmo escudo e as mesmas cores, o verde e branco, assim ficando conhecido como “Verdão da Mogiana”.

Logo em 1950 a equipe conseguiu seu primeiro título, o de campeã da “Segundona”, e com essa conquista, teve o direito de participar da Primeira Divisão no ano seguinte. Esteve na elite do futebol estadual ao lado de Corinthians, da Portuguesa de Desportos, e do São Paulo, entre outros, por duas temporadas: 1951 e 1952.

Após ficar o ano de 1953 sem competir profissionalmente, voltou em 1954 no então Campeonato Paulista da Primeira Divisão (equivalente a atual Série A2), competição que disputou até 1957. No ano seguinte, mais um período longe dos torneios profissionais, com o retorno em 1961 na Terceira Divisão Estadual.

De 1962 até 1976 o clube esteve mais uma vez longe dos campeonatos profissionais, voltando na “Terceirona” de 1977, divisão que permaneceu até 1979, quando ao lado do Amparo e do Lemense conseguiu o acesso à Segunda Divisão de 1980. Ainda neste ano, o clube realizou o primeiro amistoso internacional da história contra a Seleção da Arábia Saudita.O resultado foi 4 a 1 para os brasileiros.

Em 1988 o clube de Mococa foi rebaixado e disputou por dois anos o Campeonato Paulista da Segunda Divisão (equivalente a atual Série A3), quando em 1990 novamente obteve o direito de subir uma divisão e chegar à Série Intermediária, competição que esteve inscrito por quatro temporadas.

Em 1994 disputou o Campeonato Paulista B1A, equivalente à quarta divisão do futebol estadual, e continuou nesta competição até 1996. Nas temporadas de 1997 e 1998 esteve ausente do profissionalismo e no ano seguinte, em 1999, disputou a Série B1B.

Do ano 2000 até 2003 participou do Campeonato Paulista da Série B2 e neste meio tempo, entre 2001 e 2003, esteve presente em três edições da Copa São Paulo de Juniores, sendo eliminado na primeira fase de todas. Em 2005 passou a competir na Segunda Divisão Estadual.

Passaram pelo Radium grandes nomes do futebol paulista, talvez o mais conhecido tenha sido Gilmar Justino Dias, o "Mococa", ex-volante do Palmeiras.

Títulos

1950 - Campeão Paulista da 2ª Divisão

Estádio

Olímpico de São Sebastião - Capacidade: 9.000 pessoas

Hino

Salve o verdão da Mogiana
O Periquito que a gente ama
Com sua glória magistral
É o nosso Radium
Cheio de moral (bis)

Radium, Radium
Teu passado tem história
E o presente mostra
Que o futuro é só vitória

Radium o bravo campeão
Está no nosso coração
Eternamente na memória


Mascote

O“Periquito da Mogiana”


Site

http://www.radiumfc.com.br

sábado, 25 de abril de 2009

Brazsat Futebol Clube

O Brazsat Futebol Clube nasceu com o nome de Recanto EC, agremiação fundada em 2005 no Recanto das Emas, no entorno de Brasília.

No final do ano de 2007, o clube foi adquirido pelo empresário João Gilberto Vaz , num processo que transformou o pequeno clube de estrutura quase familiar numa das maiores promessas do Futebol Candango.

Dispondo de sua impecável reputação profissional como patrimônio do novo clube, Vaz conseguiu conquistar a confiança de grupos internacionais, que agora fazem parte do cotidiano das ações promovidas pelo Brazsat Futebol Clube.

Desta forma, o Brazsat FC inicia a temporada 2008 como um dos fortes candidatos ao título da terceira divisão do futebol de Brasília.

O Brazsat Futebol Clube tem um interessante equilíbrio entre experiência e juventude, trazendo jogadores já consagrados no futebol do Distrito Federal, como Welder, Adriano, Cassius, Fernando e Thiago, para atuar ao lado de jovens promessas, como o atacante Biro, ex-atleta do MS/Saad, o volante Gustavo, que atuava também pelo MS/SAAD, além de Davi, Christian, e Johnnie, jovens de grande potencial.

O clube conta ainda com sua primeira estrela internacional, o atacante Ali Abu Taha, Iraquiano de nascimento e Palestino pela força de sangue e laços culturais, e historicamente o primeiro jogador de futebol profissional de origem árabe a atuar em um clube de futebol profissional no Brasil.

Títulos

Campeonato Brasiliense - 3ª Divisão: 2008


Mascote do Brazsat F.C.


Site

http://www.brazsat.com.br/brazsatfutebolclube/index.htm

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Rio das Ostras Futebol Clube

O Rio das Ostras Futebol Clube (ROFC) surgiu a partir da idéia de 16 jovens que se encontravam para jogar futebol na praia da Vila de Rio das Ostras, até então era o 2º Distrito de Casimiro de Abreu. O ano era 1960, e logo que resolveram montar o ROFC, encontraram um campo de futebol próximo a Rodovia Amaral Peixoto. A estrutura era pequena, assim como a vila. Mas muitos jogos aconteceram naquele campo, que deu origem a história do clube. O primeiro presidente eleito foi Gualberto David Pereira.

Em 1966, a idéia já havia amadurecido na cabeça dos jovens e houve a necessidade de criação de uma estrutura melhor para o clube. Para sede social foi locado um imóvel e para a sede esportiva eles escolheram a área onde permanecem até então. Lá, foi feito o campo de futebol e posteriormente os vestiários, os alambrados e o muro. Mas uma das melhores fases do clube ainda estava a caminho: aconteceu em 1968 e 1969. Nesse período o clube ganhou personalidade jurídica com registro do estatuto em cartório e filiação junto a Federação Fluminense de Futebol do antigo estado do Rio de Janeiro.

Assim, o clube começou a participar de campeonatos oficiais e amadores da federação. O primeiro foi o amador da Liga de São Pedro da Aldeia. No ano seguinte representaram o município de Casimiro de Abreu no campeonato das seleções do Estado do Rio de Janeiro. Durante os três anos que jogaram nesse campeonato foram campeões numa disputa entre oito clubes do estado.

Em 1970, o ROFC começou a ser reconhecido. O presidente Francisco do Nascimento ganhou o troféu desportivo da imprensa conferido pela Federação Estadual do Rio de janeiro.

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da Terceira Divisão do estado do Rio de janeiro, e há vinte anos se tornou um time profissional. Disputou a Segunda Divisão do campeonato estadual.

Em 1973, foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974, foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

O clube estréia no profissionalismo em 1978 na chamada Divisão de Acesso, correspondente à Segunda Divisão do estado do Rio de Janeiro. Volta em 1981 na Terceira Divisão recriada, mas não consegue o acesso. Disputa a mesma divisão em 1984, 1987, 1988 e 1989, quando se sagra campeão e sobe para a Segunda Divisão onde permanece no ano de 1990.

Em 1991, os times mais bem colocados do ano anterior passam a compor o Módulo "B" da Primeira Divisão e o Rio das Ostras passa a integrar a Segunda Divisão, que na verdade seria a Terceira. Participa também em 1992 e 1994. Licencia-se em 1995, só retornando ao profissionalismo em 1998 na Terceira Divisão, quando não consegue passar da primeira fase.

Em 1999, não participa de nenhuma competição. Volta em 2000 e é o terceiro colocado do Campeonato da Terceira Divisão. Em 2001, sagra-se vice-campeão do mesmo certame vencido pelo Clube Esportivo Rio Branco, de Campos.

Em 2002, na Terceira Divisão, é eliminado na fase semifinal e não consegue o acesso. No ano seguinte, perde também na semifinal para o Mesquita Futebol Clube.

Em 2004, se licencia dos campeonatos. Volta apenas em 2006 quando cai na segunda fase.

Em 2007, novamente pede licença do profissionalismo, fato que se repete em 2008, quando sai com a tabela já montada.

Uma história engraçada marcou um jogo dos juniores do Rio das Ostras contra o Vasco em 1989. O presidente do Rio das Ostras, Fernando de Oliveira Ferreira entrou em campo com chinelo e cinto para bater no juiz. O motivo foi porque aos 48 minutos do segundo tempo, marcaram um pênalti para o Vasco, que estava perdendo por 1x0. Após a confusão, o juiz confirmou o pênalti, mas o jogador do Vasco chutou para fora.

Conquistas

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da terceira divisão do estado do Rio de janeiro Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1989, e há 20 anos se tornou um time profissional e disputou a segunda divisão do campeonato estadual.
Em 1973 foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974 foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

Hino

Rio das Ostras minha paixão

Sempre serás um campeão

Tens alegria, tens muito amor.

Na simpatia do nosso torcedor

A tua glória na história vai ficar

E na alegria vou desfraldar

O alvinegro pavilhão

O clube do meu coração

Site

http://www.riodasostrasfutebolclube.com.br/

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube

Após a ascensão à primeira divisão do Campeonato Cearense, o Esporte Clube Limoeiro encheu os olhos dos limoeirenses com jogos memoráveis.

O estádio José de Oliveira Bandeira (o Bandeirão), foi palco de grandes duelos, tendo em destaque a campanha do time no Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão, em 1998, quando terminou em sétimo lugar.

O time revelou grandes jogadores da nossa região, mas, vítima do dilema que vive os clubes brasileiros, os mesmos foram negociados. E sem condições de manter uma base, com um time todo renovado, o time foi caindo de rendimento.

Daí em diante, o clube entrou numa crise sem fim, sendo rebaixado para 2ª divisão do cearense, até pedir licença à Federação Cearense de Futebol, dando lugar a um novo clube, que se chamaria Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube.

Fundado em 1° de fevereiro de 2001, em sua primeira participação na segundona do cearense, no mesmo ano, o Limoeiro Futebol Clube ergueu a taça e partiu com tudo para ocupar novamente o lugar que nosso futebol merece. Agora a missão seria permanecer na 1ª Divisão do Cearense.Em 2004, veio a glória, quando o time fez uma campanha inesquecível, ficando em 4ª lugar na Série “C” do Brasileirão.

Vieram jogadores de renome, a nível cearense, para a disputa do estadual, e não fizeram nada mais do que beber e farrear na nossa cidade, enquanto o time caia pelas tabelas.Hoje, depois de cair novamente para segunda divisão do cearense, o Limoeiro Futebol Clube faz a pior campanha de todos esses anos.

Títulos

Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 2 vezes (1994 e 2001).

Estádio

Estádio José de Oliveira Bandeira, ou apenas Bandeirão, é um estádio brasileiro de futebol de propriedade do Limoeiro F.C., localizado na cidade de Limoeiro do Norte, no estado do Ceará.

Foi inaugurado em 1987. A capacidade do Bandeirão atualmente é de 5.000 espectadores.

Mascote

Jaguar do Vale





Site

http://www.limoeirofc.blogspot.com/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Associação Jaguaré Esporte Clube

A Associação Jaguaré Esporte Clube foi fundada no dia 5 de dezembro de 2001. Um dos times mais novos do futebol do Espírito Santo, o Tricolor do Norte, como é conhecido, tem uma trajetória com muitas conquistas no cenário estadual. No entanto, algumas dificuldades surgiram, principalmente, pela equipe ter se destacado no futebol capixaba e se originado no interior do estado, e não na tradicional Grande Vitória, reduto das equipes que mais acumulam títulos estaduais.

Sua estréia aconteceu no ano de 2002 na segunda divisão do Campeonato Capixaba e a campanha serviu para o time adquirir experiência. Com duas vitórias, cinco empates e oito derrotas, o clube ficou na oitava posição.

O jovem time também não alcançou destaque na temporada seguinte. A equipe foi última colocada e ganhou apenas uma partida na competição, conseguindo ainda dois empates e sete derrotas. Mesmo assim, o time já conquistava torcedores fiéis que o empurrariam nos próximos anos.

O ano de 2004 foi espetacular para a torcida do Jaguaré. Na primeira etapa, a agremiação terminou em terceiro lugar com oito pontos, três a menos que o campeão Nova Venécia. O segundo turno, por sua vez, foi vencido pelo time da terra do café com 12 pontos, um a mais que o campeão do primeiro.

Com isso, o clube garantiu uma vaga na fase final e o acesso para a elite do estado do Espírito Santo. Na semifinal, a equipe foi eliminada após perder os dois jogos, o primeiro por 1 a 0 e o segundo por 2 a 1 para o Estrela de Cachoeiro, campeão daquela temporada.

A estréia na elite capixaba foi impressionante no ano de 2005. No primeiro turno, o time ficou na terceira colocação com cinco pontos a menos que o campeão Serra. Já no returno, a equipe teve que se contentar apenas com a sexta posição. Mesmo assim, o Jaguaré se garantiu na seminal, sendo eliminado após duas derrotas para o Serra por 3 a 1.

Na temporada seguinte, o time mostrou que não ficaria na série A por apenas um ano. Mesmo não tendo disputado a semifinal, a equipe encerrou a competição com o quinto lugar na tabela com 14 pontos, seis a menos que o primeiro, Rio Branco. Ainda em 2006, o tricolor sagrou-se vice-campeão da Copa ES.

O ano de 2007 foi considerado o principal ano da história do Jaguaré. O clube fez uma campanha muito boa e terminou o Campeonato Capixaba em segundo lugar, atrás do Linhares. Já na Copa Espírito Santo, o Jaguaré se sagrou campeão em cima do Vilavelhense. Esse foi o primeiro título da história da agremiação.

O bom desempenho na temporada de 2007 garantiu ao Jaguaré uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C. Mesmo não tendo se destacado na competição, a equipe marcou presença e ganhou uma nova experiência que muitos times mais velhos no futebol capixaba ainda não conseguiram.

No ano passado, a equipe tricolor garantiu um lugar no G4 do Capixabão, encerrando sua participação no campeonato contra o Serra. O Jaguaré marcou presença ainda na Copa do Brasil, ocupando a vaga que o título de 2007 tinha lhe garantido. Entre polêmicas no campeonato, a equipe deixou a competição após vencer a equipe do River (PI) em casa por 3 a 2 e perder por 2 a 0 na casa do time piauiense.

Ainda em 2008, o Jaguaré teve vaga na Copa Espírito Santo, mas não participou devido a mudanças no regulamento que transformou a competição em Sub 23, o que não era vantajoso para sua equipe de jogadores mais experientes.

Em 2009, o Jaguaré sofreu mudanças. Desde o plantel anterior até membros da diretoria foram mudados. A proposta do time também foi alterada para um modelo inovador que deu lugar a jogadores mais novos, movidos pela vontade de crescer no futebol.

Tendo no Município um projeto social, empresarial e esportivo, chamado de Clube Escola Jaguaré, o time viu a oportunidades de firmar parcerias com a entidade, no sentido de dar suporte à formação do plantel da equipe.

Esse estreitamento de laços tem gerado bons frutos, já que a equipe tem a oportunidade de aproveitar jovens talentos ao mesmo tempo em que potencializa as possibilidades desses jogadores.

Além disso, o time trouxe novidades para sua torcida tricolor. Uma delas é a possibilidade de se tornar Sócio Torcedor. A intenção é dar maior motivação aos torcedores, garantindo que esses permaneçam fiéis independente do resultado conquistado.

Revelando talentos

Pelo Jaguaré Esporte Clube já passaram diversos nomes que fizeram a diferença na sua história e que hoje seguiram seus caminhos Brasil a fora. Dentre eles, estão o técnico Guiliano Pariz, que está trabalhando no Gama (DF), equipe que também abriga os ex-jaguarenses Yomísio, Hugo e o preparador físico Bruno Malacarne. O ex-treinador já foi destaque no cenário nacional, sendo vice-campeão brasileiro em 1993 pelo Vitória (BA), contra o Palmeiras.

O meio-campo Dirley, jogador que muito agradou a torcida atualmente está no Juventude (RS). Já Vandinho e Diogo estão no São Caetano (SP). O volante Caetano está no Ipatinga (MG) e o zagueiro Kanu disputa a segunda divisão em Portugal.

Entre os filhos de Jaguaré destacam-se ainda Balói, que está no Atlético Goieniense (GO), Pirão que está no Americano de Campos (RJ), Cley, que atualmente é comentarista de jogo e Denilson Preti que está atuando como treinador no time Júnior do Jaguaré.

Mesmo não estando mais no Jaguaré, esses e outros nomes ainda são motivo de orgulho da torcida tricolor, que espera ainda revelar e abrigar muitos outros talentos.

Estádio

Construído em 2002 pela Prefeitura Municipal de Jaguaré, o Estádio Conilon representa para a população de Jaguaré algo bem maior do que um simples campo de futebol. Assim como seu nome de batismo, o Estádio Conilon tornou-se um dos ícones e motivo de orgulho do Município de Jaguaré.
Além de ser a casa do Jaguaré Esporte Clube e palco de grandes espetáculos de futebol que misturam emoção, alegria e paixão, o Estádio Conilon sedia os principais jogos do Campeonato Municipal, promovido pela Liga Jaguarense de Desportos (Lijad) e uma série de outros campeonatos profissionais e amadores, femininos e masculinos. Por ter ampla estrutura em torno do campo, o Estádio tornou-se ainda a principal opção de lazer e atividade física de seus amantes, já que oferece banheiros com manutenção em dia, pista olímpica asfaltada, campo de areia e grande espaço físico para caminhadas e outras atividades.
A estrutura, aliás, é de dar inveja em muitos clubes. O Estádio Conilon oferece conforto e segurança para as equipes, torcedores e imprensa. É possível dizer, inclusive, que o nosso caldeirão está entre os melhores estádios do Estado do Espirito Santo, motivo pelo qual o Jaguaré jogou em casa boa parte das partidas que deveriam ser disputadas fora, durante o Campeonato Capixaba 2009.
O gramado é considerado pelos jogadores de dentro e fora do Espírito Santo como o melhor do estado, devido ao tratamento específico que recebe. No entanto, o campo também exige bastante dos jogadores, o que auxilia no treinamento da equipe, além de oferecer vantagem para o time quando este recebe equipes de fora.
O Estádio Conilon é bem mais que uma casa, é um forte aliado para a equipe do Jaguaré Esporte Clube. Junto com sua torcida, que já provou ser uma das mais animadas do estado, o Jaguaré possui todas as condições para despontar cada vez mais no cenário do futebol capixaba.

Site

http://www.jaguareec.com.br

terça-feira, 21 de abril de 2009

Esporte Clube Quatorze de Julho

O 14 de Julho foi fundado em 14 de julho de 1902, em uma região fronteiriça entre as cidades de Santana do Livramento e Rivera onde atualmente encontra-se o Parque Internacional. O futebol havia chegado primeiro na cidade uruguaia e, por isso, os idealizadores do 14 de julho resolveram montar uma equipe para enfrentar os times de Rivera. Foram fundadores do clube: Pedro Lay, Coriolano Cabeda, Licurgo Cruxen, Armelino Garagorry, Henrique Carvalho, João Caffone, José Ramos, Roberto Calero, Argemiro Zimerman, Julio Sillia e os irmãos Ávila. Seu primeiro presidente foi Felizardo Ávila.

A polêmica sobre o primeiro clube rubro-negro do futebol brasileiro dá razão ao 14 de Julho. O Flamengo, do Rio, como time de futebol, surgiu apenas em 1912. Antes, era clube de regatas. Mas o 14 de Julho já utilizava as listras horizontais em vermelho e preto desde a fundação, em 1902. Também foi o “Leão da Fronteira” a primeira equipe brasileira a conquistar um título internacional. Em 1909, convidado a participar da Copa La France, em Rivera, disputou a competição com três equipes do Uruguai e conquistou o título até então inédito para o futebol do Brasil. A outra façanha do 14 de Julho é se tornar o primeiro clube gaúcho a ceder um atleta para a Seleção Brasileira. Em 1920, o ponta-de-lança Cipriano Nunes da Silveira, o Castelhano, foi convocado para disputar o Sul-Americano no Chile. Mais três gaúchos foram convocados para aquela competição, mas atuavam em clubes de outros Estados. Castelhano era natural de Livramento e jogou de 1907 até 1929 no 14 de Julho. Com sotaque de quem morava em Rivera, Silveira ganhou o apelido de Castelhano.

O apelido de “Leão da Fronteira” surgiu pela primeira vez em março de 1914. O grande Peñarol deixou Montevidéu para realizar um amistoso em Livramento. Era como se hoje o Boca Juniors visitasse Livramento. O 14 de Julho conseguiu empatar o jogo à custa de muita força e garra, que acabou por surpreender os favoritos uruguaios. O apelido já fora citado, mas ficou famoso em todo o Brasil somente em 1919. Foi quando o 14 de Julho goleou o Inter por 6 a 2 em plena Capital, na Chácara do Eucaliptos. No dia seguinte, os jornais de Porto Alegre, em especial o Diário de Notícias, estamparam nas manchetes a expressão “Leão da Fronteira”. Nasceu daí o distintivo do clube, com a figura de um leão.

O 14 de julho foi um dos fundadores da Federação Rio Grandense de Desportos (FRGD) em 1918. No ano seguinte, também participou da criação da Liga de Foot-Ball Livramentense. Ainda em 1919, o clube esteve em Porto Alegre para a realização de amistosos, os quais ocorreram em datas próximas ao único jogo do Campeonato Gaúcho, entre Grêmio e Brasil de Pelotas. Em razão disto, muitas pessoas confundem-se, achando que o 14 de Julho teria participado do primeiro Campeonato Gaúcho da história.

Em 1998, após participar do Campeonato Gaúcho da Terceira Divisão, o 14 de Julho fechou seu departamento de futebol profissional, mantendo apenas as categorias de base. Em 2005, o time profissional voltou a disputar competições oficiais.

É o terceiro clube de futebol mais antigo em atividade do Brasil, atrás apenas de Rio Grande e Ponte Preta-SP (ambos fundados em 1900).

É o primeiro clube rubro-negro, utilizando o uniforme com listras horizontais em vermelho e preto desde a sua fundação, em 1902.

Estádio

O nome do estádio do 14 de Julho, Estádio João Martins, vem do patrono do clube João Coelho Martins. Nascido em 25 de agosto de 1894 em Santana do Livramento, ex-atleta do clube, tenente da Brigada Militar e dirigente nos primeiros anos do 14 de Julho, foi morto durante um conflito da Revolução Constitucionalista de 1932.

Hino

Autor: Rubens Santos

14 de Julho...
tricampeão
encarnado e preto,
são as cores do nosso pavilhão.

Somos desportistas,
trabalhando com todo fervor,
43, 44, 45
são as provas de nosso valor.

Avante 14 de Julho,
mostrai, mostrai teu valor
Tu sempre foste 14 de Julho,
Altivo e batalhador.

Tu és o galhardão
da mocidade inteira
Velho Leão da Fronteira.


Mascote

Leão