sábado, 25 de abril de 2009

Brazsat Futebol Clube

O Brazsat Futebol Clube nasceu com o nome de Recanto EC, agremiação fundada em 2005 no Recanto das Emas, no entorno de Brasília.

No final do ano de 2007, o clube foi adquirido pelo empresário João Gilberto Vaz , num processo que transformou o pequeno clube de estrutura quase familiar numa das maiores promessas do Futebol Candango.

Dispondo de sua impecável reputação profissional como patrimônio do novo clube, Vaz conseguiu conquistar a confiança de grupos internacionais, que agora fazem parte do cotidiano das ações promovidas pelo Brazsat Futebol Clube.

Desta forma, o Brazsat FC inicia a temporada 2008 como um dos fortes candidatos ao título da terceira divisão do futebol de Brasília.

O Brazsat Futebol Clube tem um interessante equilíbrio entre experiência e juventude, trazendo jogadores já consagrados no futebol do Distrito Federal, como Welder, Adriano, Cassius, Fernando e Thiago, para atuar ao lado de jovens promessas, como o atacante Biro, ex-atleta do MS/Saad, o volante Gustavo, que atuava também pelo MS/SAAD, além de Davi, Christian, e Johnnie, jovens de grande potencial.

O clube conta ainda com sua primeira estrela internacional, o atacante Ali Abu Taha, Iraquiano de nascimento e Palestino pela força de sangue e laços culturais, e historicamente o primeiro jogador de futebol profissional de origem árabe a atuar em um clube de futebol profissional no Brasil.

Títulos

Campeonato Brasiliense - 3ª Divisão: 2008


Mascote do Brazsat F.C.


Site

http://www.brazsat.com.br/brazsatfutebolclube/index.htm

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Rio das Ostras Futebol Clube

O Rio das Ostras Futebol Clube (ROFC) surgiu a partir da idéia de 16 jovens que se encontravam para jogar futebol na praia da Vila de Rio das Ostras, até então era o 2º Distrito de Casimiro de Abreu. O ano era 1960, e logo que resolveram montar o ROFC, encontraram um campo de futebol próximo a Rodovia Amaral Peixoto. A estrutura era pequena, assim como a vila. Mas muitos jogos aconteceram naquele campo, que deu origem a história do clube. O primeiro presidente eleito foi Gualberto David Pereira.

Em 1966, a idéia já havia amadurecido na cabeça dos jovens e houve a necessidade de criação de uma estrutura melhor para o clube. Para sede social foi locado um imóvel e para a sede esportiva eles escolheram a área onde permanecem até então. Lá, foi feito o campo de futebol e posteriormente os vestiários, os alambrados e o muro. Mas uma das melhores fases do clube ainda estava a caminho: aconteceu em 1968 e 1969. Nesse período o clube ganhou personalidade jurídica com registro do estatuto em cartório e filiação junto a Federação Fluminense de Futebol do antigo estado do Rio de Janeiro.

Assim, o clube começou a participar de campeonatos oficiais e amadores da federação. O primeiro foi o amador da Liga de São Pedro da Aldeia. No ano seguinte representaram o município de Casimiro de Abreu no campeonato das seleções do Estado do Rio de Janeiro. Durante os três anos que jogaram nesse campeonato foram campeões numa disputa entre oito clubes do estado.

Em 1970, o ROFC começou a ser reconhecido. O presidente Francisco do Nascimento ganhou o troféu desportivo da imprensa conferido pela Federação Estadual do Rio de janeiro.

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da Terceira Divisão do estado do Rio de janeiro, e há vinte anos se tornou um time profissional. Disputou a Segunda Divisão do campeonato estadual.

Em 1973, foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974, foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

O clube estréia no profissionalismo em 1978 na chamada Divisão de Acesso, correspondente à Segunda Divisão do estado do Rio de Janeiro. Volta em 1981 na Terceira Divisão recriada, mas não consegue o acesso. Disputa a mesma divisão em 1984, 1987, 1988 e 1989, quando se sagra campeão e sobe para a Segunda Divisão onde permanece no ano de 1990.

Em 1991, os times mais bem colocados do ano anterior passam a compor o Módulo "B" da Primeira Divisão e o Rio das Ostras passa a integrar a Segunda Divisão, que na verdade seria a Terceira. Participa também em 1992 e 1994. Licencia-se em 1995, só retornando ao profissionalismo em 1998 na Terceira Divisão, quando não consegue passar da primeira fase.

Em 1999, não participa de nenhuma competição. Volta em 2000 e é o terceiro colocado do Campeonato da Terceira Divisão. Em 2001, sagra-se vice-campeão do mesmo certame vencido pelo Clube Esportivo Rio Branco, de Campos.

Em 2002, na Terceira Divisão, é eliminado na fase semifinal e não consegue o acesso. No ano seguinte, perde também na semifinal para o Mesquita Futebol Clube.

Em 2004, se licencia dos campeonatos. Volta apenas em 2006 quando cai na segunda fase.

Em 2007, novamente pede licença do profissionalismo, fato que se repete em 2008, quando sai com a tabela já montada.

Uma história engraçada marcou um jogo dos juniores do Rio das Ostras contra o Vasco em 1989. O presidente do Rio das Ostras, Fernando de Oliveira Ferreira entrou em campo com chinelo e cinto para bater no juiz. O motivo foi porque aos 48 minutos do segundo tempo, marcaram um pênalti para o Vasco, que estava perdendo por 1x0. Após a confusão, o juiz confirmou o pênalti, mas o jogador do Vasco chutou para fora.

Conquistas

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da terceira divisão do estado do Rio de janeiro Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1989, e há 20 anos se tornou um time profissional e disputou a segunda divisão do campeonato estadual.
Em 1973 foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974 foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

Hino

Rio das Ostras minha paixão

Sempre serás um campeão

Tens alegria, tens muito amor.

Na simpatia do nosso torcedor

A tua glória na história vai ficar

E na alegria vou desfraldar

O alvinegro pavilhão

O clube do meu coração

Site

http://www.riodasostrasfutebolclube.com.br/

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube

Após a ascensão à primeira divisão do Campeonato Cearense, o Esporte Clube Limoeiro encheu os olhos dos limoeirenses com jogos memoráveis.

O estádio José de Oliveira Bandeira (o Bandeirão), foi palco de grandes duelos, tendo em destaque a campanha do time no Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão, em 1998, quando terminou em sétimo lugar.

O time revelou grandes jogadores da nossa região, mas, vítima do dilema que vive os clubes brasileiros, os mesmos foram negociados. E sem condições de manter uma base, com um time todo renovado, o time foi caindo de rendimento.

Daí em diante, o clube entrou numa crise sem fim, sendo rebaixado para 2ª divisão do cearense, até pedir licença à Federação Cearense de Futebol, dando lugar a um novo clube, que se chamaria Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube.

Fundado em 1° de fevereiro de 2001, em sua primeira participação na segundona do cearense, no mesmo ano, o Limoeiro Futebol Clube ergueu a taça e partiu com tudo para ocupar novamente o lugar que nosso futebol merece. Agora a missão seria permanecer na 1ª Divisão do Cearense.Em 2004, veio a glória, quando o time fez uma campanha inesquecível, ficando em 4ª lugar na Série “C” do Brasileirão.

Vieram jogadores de renome, a nível cearense, para a disputa do estadual, e não fizeram nada mais do que beber e farrear na nossa cidade, enquanto o time caia pelas tabelas.Hoje, depois de cair novamente para segunda divisão do cearense, o Limoeiro Futebol Clube faz a pior campanha de todos esses anos.

Títulos

Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 2 vezes (1994 e 2001).

Estádio

Estádio José de Oliveira Bandeira, ou apenas Bandeirão, é um estádio brasileiro de futebol de propriedade do Limoeiro F.C., localizado na cidade de Limoeiro do Norte, no estado do Ceará.

Foi inaugurado em 1987. A capacidade do Bandeirão atualmente é de 5.000 espectadores.

Mascote

Jaguar do Vale





Site

http://www.limoeirofc.blogspot.com/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Associação Jaguaré Esporte Clube

A Associação Jaguaré Esporte Clube foi fundada no dia 5 de dezembro de 2001. Um dos times mais novos do futebol do Espírito Santo, o Tricolor do Norte, como é conhecido, tem uma trajetória com muitas conquistas no cenário estadual. No entanto, algumas dificuldades surgiram, principalmente, pela equipe ter se destacado no futebol capixaba e se originado no interior do estado, e não na tradicional Grande Vitória, reduto das equipes que mais acumulam títulos estaduais.

Sua estréia aconteceu no ano de 2002 na segunda divisão do Campeonato Capixaba e a campanha serviu para o time adquirir experiência. Com duas vitórias, cinco empates e oito derrotas, o clube ficou na oitava posição.

O jovem time também não alcançou destaque na temporada seguinte. A equipe foi última colocada e ganhou apenas uma partida na competição, conseguindo ainda dois empates e sete derrotas. Mesmo assim, o time já conquistava torcedores fiéis que o empurrariam nos próximos anos.

O ano de 2004 foi espetacular para a torcida do Jaguaré. Na primeira etapa, a agremiação terminou em terceiro lugar com oito pontos, três a menos que o campeão Nova Venécia. O segundo turno, por sua vez, foi vencido pelo time da terra do café com 12 pontos, um a mais que o campeão do primeiro.

Com isso, o clube garantiu uma vaga na fase final e o acesso para a elite do estado do Espírito Santo. Na semifinal, a equipe foi eliminada após perder os dois jogos, o primeiro por 1 a 0 e o segundo por 2 a 1 para o Estrela de Cachoeiro, campeão daquela temporada.

A estréia na elite capixaba foi impressionante no ano de 2005. No primeiro turno, o time ficou na terceira colocação com cinco pontos a menos que o campeão Serra. Já no returno, a equipe teve que se contentar apenas com a sexta posição. Mesmo assim, o Jaguaré se garantiu na seminal, sendo eliminado após duas derrotas para o Serra por 3 a 1.

Na temporada seguinte, o time mostrou que não ficaria na série A por apenas um ano. Mesmo não tendo disputado a semifinal, a equipe encerrou a competição com o quinto lugar na tabela com 14 pontos, seis a menos que o primeiro, Rio Branco. Ainda em 2006, o tricolor sagrou-se vice-campeão da Copa ES.

O ano de 2007 foi considerado o principal ano da história do Jaguaré. O clube fez uma campanha muito boa e terminou o Campeonato Capixaba em segundo lugar, atrás do Linhares. Já na Copa Espírito Santo, o Jaguaré se sagrou campeão em cima do Vilavelhense. Esse foi o primeiro título da história da agremiação.

O bom desempenho na temporada de 2007 garantiu ao Jaguaré uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C. Mesmo não tendo se destacado na competição, a equipe marcou presença e ganhou uma nova experiência que muitos times mais velhos no futebol capixaba ainda não conseguiram.

No ano passado, a equipe tricolor garantiu um lugar no G4 do Capixabão, encerrando sua participação no campeonato contra o Serra. O Jaguaré marcou presença ainda na Copa do Brasil, ocupando a vaga que o título de 2007 tinha lhe garantido. Entre polêmicas no campeonato, a equipe deixou a competição após vencer a equipe do River (PI) em casa por 3 a 2 e perder por 2 a 0 na casa do time piauiense.

Ainda em 2008, o Jaguaré teve vaga na Copa Espírito Santo, mas não participou devido a mudanças no regulamento que transformou a competição em Sub 23, o que não era vantajoso para sua equipe de jogadores mais experientes.

Em 2009, o Jaguaré sofreu mudanças. Desde o plantel anterior até membros da diretoria foram mudados. A proposta do time também foi alterada para um modelo inovador que deu lugar a jogadores mais novos, movidos pela vontade de crescer no futebol.

Tendo no Município um projeto social, empresarial e esportivo, chamado de Clube Escola Jaguaré, o time viu a oportunidades de firmar parcerias com a entidade, no sentido de dar suporte à formação do plantel da equipe.

Esse estreitamento de laços tem gerado bons frutos, já que a equipe tem a oportunidade de aproveitar jovens talentos ao mesmo tempo em que potencializa as possibilidades desses jogadores.

Além disso, o time trouxe novidades para sua torcida tricolor. Uma delas é a possibilidade de se tornar Sócio Torcedor. A intenção é dar maior motivação aos torcedores, garantindo que esses permaneçam fiéis independente do resultado conquistado.

Revelando talentos

Pelo Jaguaré Esporte Clube já passaram diversos nomes que fizeram a diferença na sua história e que hoje seguiram seus caminhos Brasil a fora. Dentre eles, estão o técnico Guiliano Pariz, que está trabalhando no Gama (DF), equipe que também abriga os ex-jaguarenses Yomísio, Hugo e o preparador físico Bruno Malacarne. O ex-treinador já foi destaque no cenário nacional, sendo vice-campeão brasileiro em 1993 pelo Vitória (BA), contra o Palmeiras.

O meio-campo Dirley, jogador que muito agradou a torcida atualmente está no Juventude (RS). Já Vandinho e Diogo estão no São Caetano (SP). O volante Caetano está no Ipatinga (MG) e o zagueiro Kanu disputa a segunda divisão em Portugal.

Entre os filhos de Jaguaré destacam-se ainda Balói, que está no Atlético Goieniense (GO), Pirão que está no Americano de Campos (RJ), Cley, que atualmente é comentarista de jogo e Denilson Preti que está atuando como treinador no time Júnior do Jaguaré.

Mesmo não estando mais no Jaguaré, esses e outros nomes ainda são motivo de orgulho da torcida tricolor, que espera ainda revelar e abrigar muitos outros talentos.

Estádio

Construído em 2002 pela Prefeitura Municipal de Jaguaré, o Estádio Conilon representa para a população de Jaguaré algo bem maior do que um simples campo de futebol. Assim como seu nome de batismo, o Estádio Conilon tornou-se um dos ícones e motivo de orgulho do Município de Jaguaré.
Além de ser a casa do Jaguaré Esporte Clube e palco de grandes espetáculos de futebol que misturam emoção, alegria e paixão, o Estádio Conilon sedia os principais jogos do Campeonato Municipal, promovido pela Liga Jaguarense de Desportos (Lijad) e uma série de outros campeonatos profissionais e amadores, femininos e masculinos. Por ter ampla estrutura em torno do campo, o Estádio tornou-se ainda a principal opção de lazer e atividade física de seus amantes, já que oferece banheiros com manutenção em dia, pista olímpica asfaltada, campo de areia e grande espaço físico para caminhadas e outras atividades.
A estrutura, aliás, é de dar inveja em muitos clubes. O Estádio Conilon oferece conforto e segurança para as equipes, torcedores e imprensa. É possível dizer, inclusive, que o nosso caldeirão está entre os melhores estádios do Estado do Espirito Santo, motivo pelo qual o Jaguaré jogou em casa boa parte das partidas que deveriam ser disputadas fora, durante o Campeonato Capixaba 2009.
O gramado é considerado pelos jogadores de dentro e fora do Espírito Santo como o melhor do estado, devido ao tratamento específico que recebe. No entanto, o campo também exige bastante dos jogadores, o que auxilia no treinamento da equipe, além de oferecer vantagem para o time quando este recebe equipes de fora.
O Estádio Conilon é bem mais que uma casa, é um forte aliado para a equipe do Jaguaré Esporte Clube. Junto com sua torcida, que já provou ser uma das mais animadas do estado, o Jaguaré possui todas as condições para despontar cada vez mais no cenário do futebol capixaba.

Site

http://www.jaguareec.com.br

terça-feira, 21 de abril de 2009

Esporte Clube Quatorze de Julho

O 14 de Julho foi fundado em 14 de julho de 1902, em uma região fronteiriça entre as cidades de Santana do Livramento e Rivera onde atualmente encontra-se o Parque Internacional. O futebol havia chegado primeiro na cidade uruguaia e, por isso, os idealizadores do 14 de julho resolveram montar uma equipe para enfrentar os times de Rivera. Foram fundadores do clube: Pedro Lay, Coriolano Cabeda, Licurgo Cruxen, Armelino Garagorry, Henrique Carvalho, João Caffone, José Ramos, Roberto Calero, Argemiro Zimerman, Julio Sillia e os irmãos Ávila. Seu primeiro presidente foi Felizardo Ávila.

A polêmica sobre o primeiro clube rubro-negro do futebol brasileiro dá razão ao 14 de Julho. O Flamengo, do Rio, como time de futebol, surgiu apenas em 1912. Antes, era clube de regatas. Mas o 14 de Julho já utilizava as listras horizontais em vermelho e preto desde a fundação, em 1902. Também foi o “Leão da Fronteira” a primeira equipe brasileira a conquistar um título internacional. Em 1909, convidado a participar da Copa La France, em Rivera, disputou a competição com três equipes do Uruguai e conquistou o título até então inédito para o futebol do Brasil. A outra façanha do 14 de Julho é se tornar o primeiro clube gaúcho a ceder um atleta para a Seleção Brasileira. Em 1920, o ponta-de-lança Cipriano Nunes da Silveira, o Castelhano, foi convocado para disputar o Sul-Americano no Chile. Mais três gaúchos foram convocados para aquela competição, mas atuavam em clubes de outros Estados. Castelhano era natural de Livramento e jogou de 1907 até 1929 no 14 de Julho. Com sotaque de quem morava em Rivera, Silveira ganhou o apelido de Castelhano.

O apelido de “Leão da Fronteira” surgiu pela primeira vez em março de 1914. O grande Peñarol deixou Montevidéu para realizar um amistoso em Livramento. Era como se hoje o Boca Juniors visitasse Livramento. O 14 de Julho conseguiu empatar o jogo à custa de muita força e garra, que acabou por surpreender os favoritos uruguaios. O apelido já fora citado, mas ficou famoso em todo o Brasil somente em 1919. Foi quando o 14 de Julho goleou o Inter por 6 a 2 em plena Capital, na Chácara do Eucaliptos. No dia seguinte, os jornais de Porto Alegre, em especial o Diário de Notícias, estamparam nas manchetes a expressão “Leão da Fronteira”. Nasceu daí o distintivo do clube, com a figura de um leão.

O 14 de julho foi um dos fundadores da Federação Rio Grandense de Desportos (FRGD) em 1918. No ano seguinte, também participou da criação da Liga de Foot-Ball Livramentense. Ainda em 1919, o clube esteve em Porto Alegre para a realização de amistosos, os quais ocorreram em datas próximas ao único jogo do Campeonato Gaúcho, entre Grêmio e Brasil de Pelotas. Em razão disto, muitas pessoas confundem-se, achando que o 14 de Julho teria participado do primeiro Campeonato Gaúcho da história.

Em 1998, após participar do Campeonato Gaúcho da Terceira Divisão, o 14 de Julho fechou seu departamento de futebol profissional, mantendo apenas as categorias de base. Em 2005, o time profissional voltou a disputar competições oficiais.

É o terceiro clube de futebol mais antigo em atividade do Brasil, atrás apenas de Rio Grande e Ponte Preta-SP (ambos fundados em 1900).

É o primeiro clube rubro-negro, utilizando o uniforme com listras horizontais em vermelho e preto desde a sua fundação, em 1902.

Estádio

O nome do estádio do 14 de Julho, Estádio João Martins, vem do patrono do clube João Coelho Martins. Nascido em 25 de agosto de 1894 em Santana do Livramento, ex-atleta do clube, tenente da Brigada Militar e dirigente nos primeiros anos do 14 de Julho, foi morto durante um conflito da Revolução Constitucionalista de 1932.

Hino

Autor: Rubens Santos

14 de Julho...
tricampeão
encarnado e preto,
são as cores do nosso pavilhão.

Somos desportistas,
trabalhando com todo fervor,
43, 44, 45
são as provas de nosso valor.

Avante 14 de Julho,
mostrai, mostrai teu valor
Tu sempre foste 14 de Julho,
Altivo e batalhador.

Tu és o galhardão
da mocidade inteira
Velho Leão da Fronteira.


Mascote

Leão

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sete de Junho Esporte Clube

Fundado em 1983, o Sete de Junho Esporte Clube foi a concretização do sonho de toda uma cidade. Com muita dedicação, empenho e trabalho daqueles queacreditaram na realização desse sonho, a equipe alcançou uma trajetória de títulos, conquistas e reconhecimento dentro do futebol Sergipano e Brasileiro.

O Sete de Junho Esporte Clube foi o primeiro Campeão Sergipano Amador Região Centro Sul no ano de 1984 o qual estava filiado como clube amador na federação Sergipana de Futebol, através da Liga Tobiense de Desportos único clube amador na época a conquistar o Bi-Campeonato Amador, foi destaque na mídia estadual e regional quando disputou diversos amistosos com times profissionais, entre eles Atlético de Alagoinhas, Catuense, Itabaiana, Sergipe e tantos outros.

A equipe do Sete de Junho, da cidade de Tobias Barreto é a campeã do campeonato sergipano Série A-2. O título veio com uma vitória de 1 a 0 sobre o Canindé, no último domingo no estádio Brejerão, em Tobias Barreto. A conquista foi compartilhada ao lado de mais de dois mil torcedores presentes ao campo.

A grande sensação, tomando parte das conversas dos torcedores amantes do futebol é o Sete de Junho, clube fundado em 1988, na cidade de Tobias Barreto, participando somente da FSF, na segunda divisão, no ano passado. O Sete de Junho bem colocado na Tabela, na segunda colocação com 14 pontos, jogando poeira no Confiança e no Sergipe, considerados os maiorais e que estão em colocações inferiores. O nome do Sete de Junho uma homenagem a data de nascimento de Tobias Barreto (nasceu em 07-06-1839)

Títulos
Campeão Sergipano - Série A2: 2008.

Estádio

Brejeirão

Nome Estádio: Antônio Ávila dos Reis
Capacidade: 7.000 espectadores

Mascote

Galo do Rio Real

Site

http://www.setedejunho.com.br/

domingo, 19 de abril de 2009

Associação Sportiva Sociedade Unida

Início - Com a desistência do Clube Atlético Piranhas, surgiu uma vaga no campeonato estadual de 2002. Contando com a estrutura do estádio Edgarzão, recentemente inaugurado, a cidade de Assu reivindicou a vaga. A Liga Assuense de Desportos se mobilizou. O presidente da Liga, Luís Daílson Machado, e o vice, Francisco dos Chagas Soares coordenaram o movimento. Primeiramente, a idéia era que a Portuguesa de Assu (fundada em 95 e vice do Matutão) tivesse a vaga, mas não houve um consenso. Chegou-se a conclusão que a escolha do nome deveria ser democratizada. Pensou-se em Assu Esporte Clube, São João(padroeiro da cidade) e Vale do Açu. Finalmente, decidiu-se por Associação Sportiva Sociedade Unida (ASSU).

2002 - Na estréia do clube no estadual, o ASSU fez vários investimentos. O treinador é Manoel Ananias, que dirigiu diversas vezes os clubes de Mossoró, e entre os reforços estão o goleiro Claudevan, o zagueiro Pione e o volante Nildo. Outros reforços são os jogadores Bebeto e Ronaldo Falcão(ex-Corintians de Caicó). A prefeitura deve ajudar o clube com R$ 7 mil mensais. EB: Claudevan, De Assis, Nildo, Luiz e Jorge Alagoano; Renato, Roberto, Lauro e Herácles; Ronaldo Falcão e Bebeto. O técnico é Manoel Ananias. Com 10 derrotas e 4 vitórias a equipe do ASSU terminou o campeonato em 8º lugar.

2003 - A equipe assuense é formada, praticamente, por jogadores da região. Exceção feita ao zagueiro Vieira, que veio do Mixto/MT. O atacante marcelo é considerado o "homem-gol" de Assu e pode dar muito trabalho. Marcelo terá Cabral como companheiro de ataque. O técnico é Nicola Barbieri "Aranha". Erasmo; Diassis, Vieira, Leandro e Pedro Neto; Marielson, Eracle, manoel e João Carlos; Cabral e Marcelo. Técnico: Nicola Barbieri. Com uma campanha regular (4 vitórias, 3 derrotas e 1 empate) o ASSU termina o campeonato com a 5ª colocação.

2004 - Associação Sportiva Sociedade Unida - A.S.S.U. vai disputar pelo terceiro ano consecutivo o Campeonato Estadual. Com uma campanha regular termina o campeonato na 6ª colocação ao ser eliminado pelo Coríntians de caicó na segunda fase.

2005 - No Assu, a verba da Prefeitura aumentou e a classe empresarial passou a apoiar. A parceria fez a diretoria reforçar a equipe e acreditar na classificação. A idéia era desbancar os favoritos. Com uma campanha arrasadora a equipe do ASSU terminou a primeira fase na liderança do grupo B com 22 pontos. A torcida estava confiante para a segunda fase. O camaleão passou pelo potiguar nas quartas. Nas semi-finais ganhou o primeiro jogo contra o América em pleno machadão, mas acabou desperdiçando a chance de chegar à final do campeonato potiguar ao perder em casa para o América por 3 à 0. O Camaleão do vale terminou o campeonato na 3ª colocação, conquistando a oportunidade de disputar a série c do campeonato brasileiro.

2006 - Com o apoio da Prefeitura, câmara de vereadores e classe empresarial o ASSU montou um time com chances de conquistar a taça. Terminou a primeira fase em 4ª lugar com 19 pontos. Enfrentou o ABC nas quartas-de-final e conseguiu avançar na competição. No tapetão o ABC conseguiu tirar a vaga do ASSU alegando irregularidades do jogador Silvio Madona. O ASSU recorreu e conseguiu novamente a vaga para disputar as semifinais contra o Potiguar de Mossoró. Com um elenco já diminuto e desgastado com a briga na justiça o ASSU acabou sendo eliminado pelo Potiguar de Mossoró.

2007 - Nosso Camaleão do Vale montou uma equipe regular para disputar o estadual de 2009. A equipe pretendia conquistar no mínimo a vaga para a série C do brasileiro. Com uma campanha regular terminou a primeira fase com a melhor campanha dentre os clubes do interior, conquistando o 3º lugar com 16 pontos. Foi eliminado nas quartas-de-final pelo Potiguar de Mossoró. Neste ano nosso camaleão foi a melhor defesa do campeonato sofrendo apenas 11 gols e aplicou a maior goleada, o inequecível 5 à 0 no ABC em pleno frasqueirão.

2008 - O ASSU monta uma equipe que tinha a confiança dos torcedores para disputar o estadual(com uma novo formato). Com uma excelente campanha no primeiro turno obteve o 1º lugar do grupo B com 11 pontos. Disputou as semifinais com o Santa Cruz, perdeu o primeiro jogo por 3 à 0 e venceu o segundo pelo mesmo placar. A vaga seria nossa se não fosse um erro no regulamento do campeonato, que permitiu a realização de um terceiro jogo no qual houve empate por 1 á 1. A decisão foi nos pênaltis, e o nosso camaleão foi eliminado por 8 à 7. No segundo turno com uma campanha regular iria obter a vaga nas semifinais, no entanto foi punido com a perda de 6 pontos por ter escalado de forma irregular o atleta Anaílton(Xoly) contra o Santa Cruz, em 16/03. O clube acabou na 7ª colocação na classificação final. Se não fosse a perda dos 6 pontos iríamos obter a sonhada vaga para a série C do campeonato brasileiro.


Estádio

Deputado Edgar Borges Montenegro (Edgarzão)
Capacidade 12 000

Hino

Meu coração é alviverde até a morte, porque sou filho de um vale verdejante. Pelos gramados do Rio Grande do Norte, ASSU pra sempre será meu representante. Gigante pela própria natureza, eu tenho orgulho em carregar essa bandeira. E ao seu lado com certeza, ser a torcida mais fiel, companheira. ASSU!ASSU!ASSU!
Sua camisa é meu manto sagrado!
ASSU!ASSU!ASSU!
És minha vida, ó meu clube idolatrado!
ASSU!ASSU!ASSU!
Teu futebol é minha religião!
Esteja onde estiver, eu estarei contigo meu camaleão!
Haja o que houver, carregarei comigo no meu coração


Mascote

Camaleão do Vale

sábado, 18 de abril de 2009

Íris Sport Club

O Íris foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1920, por funcionarios da fábrica de tijolos do bairro da Torre, em Recife. Inicialmente, o clube iria se chamar Olaria Sport Club por causa da olaria (torre que são feitos os tijolos) que se encontra no centro do bairro e deu o nome ao lugar. Porém, em uma reunião entre funcionários, decidiram mudar o nome para Íris em relação da cor do time o azul e branco.

Mascote : Periquito azul

Conquistas

Estadual
Vice-Campeonato Pernambucano: 1932.

Outras conquistas
Liga Suburbana: 1928.
Copa Torre: 3 vezes (1925, 1931 e 1933).

iris - iris
Time do Íris em 1934, não dispomos da escalação

O vice campeonato do Íris e um pouco do futebol pernambucano em 1932

Em 1932, o Campeonato Pernambucano foi dividido em duas chaves, azul e branca. A branca era formada pela Associação Atlética do Arruda*, Encruzilhada*, Íris*, Náutico, Sport e Torre*; na azul estavam América, Great Western (hoje Ferroviário), Flamengo*, Fluminense*, Israelita* e Santa Cruz. Cada time enfrentava as equipes da sua chave.
Ao longo do certame, um resultado inesperado: Flamengo 10 x 3 América – o alviverde ainda era considerado um time grande. O Sport, que realizou uma má campanha, também surpreendeu ao aplicar duas goleadas no Náutico: 5 x 1 e 5 x 2. Esse mesmo Sport foi derrotado pelo Torre por 6 x 4. Por sua vez, o Madeira Rubra, como o Torre era conhecido, levou uma goleada do Náutico, de 7 x 1.
O Náutico perdeu para o Íris por 5 x 1, mas vingou-se, derrotando-o por 6 x 1. Houve ainda um 8 x 0 do Santa no Israelita, que também foi goleado pelo América por 9 x 1. E no Fla-Flu pernambucano, o Flamengo, do tenente Colares, uma figura marcante e folclórica, goleou o Fluminense por 7 x 0. Era a época do jogo franco e aberto, sem o apego defensivo que se vê atualmente.

Pereirão apela

Houve um episódio curioso e ao mesmo tempo deprimente, na partida Santa Cruz 4 x 1 América, em 19 de junho. O tricolor vencia por 2 x 1, e o jogo estava equilibrado. O juiz Ambrósio do Rego Barros marcou um pênalti contra o América, cometido pelo zagueiro Palmeira – mais tarde árbitro e treinador – em Marcionilo. Pereirão, goleiro alviverde, inconformado, protestou e fez sua equipe sair de campo. A diretoria americana contornou o problema, com o retorno do time.
A decisão do árbitro foi mantida e, na cobrança, Pereirão deitou-se ao longo da barra, em flagrante desrespeito ao público e à arbitragem, num gesto que seria inconcebível hoje, no nível que o futebol profissional atingiu. Naquela época, porém, o semi-amadorismo ainda predominava. Apesar da atitude antiética do goleiro, Marcionilo converteu o pênalti, fazendo Santa Cruz 3 x 1 América. Minutos depois, Tará chuta de longe e Pereirão, que estava mesmo para avacalhar, dá as costas para o atacante. O jogo não chegou ao fim, o que era comum naquela época, principalmente por causa da iluminação elétrica nos estádios. Bastava escurecer para tornar-se impraticável a continuação do jogo. Valeu o placar de 4 x 1 para o Santa.

Da bola para a bala

Com o surgimento da Revolução Constituinte, em São Paulo, alguns jogadores militares de Pernambuco deslocaram-se ao Sudeste para defender o País contra os paulistas, que, segundo seus opositores, queriam se separar do território nacional, tornando-se independentes. Assim, o campeonato foi interrompido.
Então, de vários Estados partiram forças militares. Entre os militares pernambucanos que se deslocaram para o território conflagrado estavam os jogadores Tará, Dóia e Neves, que serviam à Brigada Militar, e defendiam o Santa Cruz. Como voluntários apresentaram-se, entre outros, Clóvis Wanderley, Durval Carneiro Leão e Manoel Luiz de Bulhões Marques. Este, ponta-direita do Sport, teve um fim trágico, morrendo em meio a uma rajada de metralhadora, em 28 de agosto. Clóvis Wanderley também pereceu, tendo surgido a notícia de que o mesmo acontecera com Durval, o que mais tarde seria provado não ser verdade. Na época, os mortos receberam as devidas homenagens póstumas do seu clube, e hoje, pelo menos Bulhões Marques é nome de rua no central bairro da Boa Vista. Ainda estiveram na trincheira, os jogadores Temístocles, do Ateniense, e Agnello, do Great Western, também militares.

Náutico e Sport longe do Santa

Finalmente, a bola voltou a rolar, e na chave do Náutico e do Sport, quem se classificou para disputar o título de campeão do ano foi o Íris. Do outro lado, deu Santa Cruz, que chegou à melhor de três sem ter tido necessidade de enfrentar alvirrubros e rubro-negros, seus tradicionais adversários.
Em ambos os jogos, em 15 e 22 de novembro, o Santa Cruz venceu pelo mesmo placar, 4 x 1. Como já tinha levantado o certame anterior – seu primeiro título – tornou-se bicampeão. Os dois jogos foram disputados no campo da Avenida Malaquias, mais ou menos onde está hoje a AABB. As duas partidas foram dirigidas por José Fernandes Filho, conhecido por Zezé, que nada tinha a ver com o jogador Zezé Fernandes, do Tricolor.
No primeiro jogo, os gols foram de Estevam (2), Marcionilo e Carlos Benning – Santa Cruz, e Guerra – Íris. No segundo marcaram Lauro (2), Walfrido e Tará – Santa, e novamente Guerra para o Íris..
O campeão Santa Cruz alinhou: Diógenes; Sherlock e João Martins; Zezé Fernandes, Sebastião e Marcionilo; Walfrido, Estevam, Tará, Lauro e Carlos Benning (Julinho Fernandes).
O Íris foi vice-campeão, com Silvino;Moacyr e Walfrido; Popó, Zé Lima e Ramalho; Benedicto, Guerra, Zeferino, Chinez e Emygdio.

FONTE: http://blog.cacellain.com.br/2009/04/17/memoria-do-futebol-pernambucano-iris-o-vice-em-1932/

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Trindade Atlético Clube

O Trindade Atlético Clube foi fundado no dia 7 de setembro de 1955. No ano de 2005, em sua estréia no profissionalismo do futebol, o clube conquistou o título de campeão do Campeonato Goiano da Terceira Divisão. No ano seguinte, o Tacão, como é chamado pela imprensa e sua torcida, foi vice-campeão da Segunda Divisão, tendo conseguido uma vaga para disputar o Campeonato Goiano de 2007. O então presidente foi também responsável pela sua profissionalizaçao em 2005, o médico e vereador Dr. Flávio Luís Borges Guilarducci, que renunciou ao cargo no final de 2007. Provisoriamente, assumiu o primeiro vice-presidente Leofonso Teixeira Rramos, Felinho, ex-vereador. Em seguida, o empresário Mauri Rios aceitou o desafio de presidir o Clube trindadense que disputará, pela terceira vez, o Campeonato Goiano de Futebol profissional em 2009.

Estádio
Manda seus jogos no Estádio Abrão Manoel da Costa, com capacidade para 6.000 pessoas, apos as reformas feitas no estadio.

Títulos
Campeonato Goiano da Terceira Divisão: 2005.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Amapá Clube

O Amapá foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1944, em reunião ocorrida em residência situada em frente ao primeiro prédio da Prefeitura Municipal de Macapá, hoje servindo à Secretaria Especial de Defesa Social. É o mais antigo clube de futebol do Amapá.

Foram fundadores do Amapá: Eloy Nunes Monteiro, Francisco Serrano, Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, Jose Serafim Coelho, João Vieira de Assis, Glicério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho, Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. O governador do Estado na época, Janary Gentil, participou da reunião de fundação do clube, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término da reunião.

As primeiras partidas do Amapá ocorreram no campo da Praça da Matriz, atual espaço da Praça Veiga Cabral. Logo em seu primeiro ano de fundação, participou do Campeonato Amapaense. Porém, seria campeão somente no ano seguinte, sobre o Macapá.

Em 1959, disputou um torneio amistoso na cidade de Caiena, retornando à Macapá com o troféu da competição. Em três partidas realizadas na Guiana, o Amapá venceu duas e empatou uma.

Até 1991 o futebol no Amapá era amador. Nessa fase, o Amapá Clube e o E.C.Macapá dominaram o cenário futebolístico amapaense, conquistando a maioria dos títulos. Depois da chegada do profissionalismo o Ypiranga é o clube que tem mais títulos estaduais. Junto com o São José, ambos dividem a preferência da torcida amapaense e fazem o derby da capital Macapá.

Enquanto alguns clubes ainda nem conseguiram espaço para treinamento, o Amapá Clube pode perder seu espaço para coletivos e excercícios físicos no Km0 da rodovia Duca Serra. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo ex-presidente do clube, empresário Gerson Fernandes. A informação é de que o local ainda não está totalmente liberado para a agremiação esportiva, e acordos feitos entre o atual gestor da zebra, Rodolfo dos Santos Juarez e o ex-vice presidente ainda estão pendentes, porém o que se comenta é que Gerson quer mesmo é acabar com os laços entre ele e o clube que atuou até ano passado quando se mudou para o Santana Esporte Clube.
Nos bastidores, informações dão conta de que o local deveria ser fruto da venda do espaço onde funcionava a maloca do Amapá Clube e que foi vendido para a igreja Assembléia de Deus, mas ainda não tivemos acesso a ata de confirmação da venda e do destino deste recurso.
A reportagem do Jornal do Dia esteve no local e verificou que o campo está abandonado.

Títulos

Campeonato Amapaense: 10 vezes (1945, 1950, 1951, 1953, 1973, 1975, 1979, 1987, 1988 e 1990).

Estádio

Milton Rodrigues (Zerão)


Capacidade: 5.000 torcedores

Mascote



Zebra

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Associação Desportiva Vasco da Gama


A Associação Desportiva Vasco da Gama, foi fundada no ano de 1952, na cidade de Rio Branco-AC. Seu nome é em homenagem ao tradicional clube homônimo carioca, o Club de Regatas Vasco da Gama Ainda na fase do amadorismo, venceu o Campeonato Acreano de 1965.
Em 1999, a equipe do Vasco da Gama conquista o seu segundo título acreano, só que dessa vez já na era profissional, depois de dois jogos contra o Independência: empate em 0x0 no primeiro jogo e vitória de 1x0 na segunda partida. Ainda no mesmo ano teve o artilheiro da competição: Rosier, com 8 gols.

Em 2001, o Vasco, é novamente o grande campeão do Acre. O título foi conquistado em jogo realizado no estádio José de Melo. O Vasco precisou derrotar o Rio Branco duas vezes, 1 a 0, no período normal, e 1 a 0, na prorrogação para ficar com o título. Nos 90 minutos, o Vasco venceu por 1 a 0 e foi para a prorrogação com a obrigação de vencer. Como na primeira partida das finais o Rio Branco havia vencido por 2 a 0 houve a necessidade da prorrogação que acabou permitindo a conquista do título pelo Vasco. Evilásio marcou o gol do Vasco aos 21 minutos. Índio substituiu Evilásio e fez o gol do título na prorrogação aos 4 minutos da primeira etapa. A equipe campeã formou com: Faísca, Paquito, Josué, Marco Antonio e Mamude; Jean, Marquinhos, Siqueira (Dário) e Ciro; Gato (Paulinho) e Evilásio (Índio). O treinador campeão é Marcelo Altino.

O Bacalhau d’água Doce, por estar longe do mar, como é conhecido tem um CT chamado Fazendinha na capital acreana. No início dos anos 2000 foi o grande rival do Rio Branco no estadual.
No ano de 2007 O Vasco da Gama está preste a perder sua sede social e o estádio de sua propriedade. A juíza da Segunda vara da Fazenda Pública, mandou leiloar os dois bens do clube. Conforme informações, os bens do clube estão avaliados em R$ 325 mil, valor que será utilizado para o pagamento de dívidas com a Prefeitura de Rio Branco que chegam a R$ 1.858.000 entre juros e multas.

Estádio

José de Melo(8000)


Títulos

3 Vezes Campeão Acreano 1965, 1999 e 2001

Apelido

Bacalhau D'água Doce

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sport Club de Belém

Fundado no dia 1º de dezembro de 1965, chegou a ser considerado em alguns anos, a quarta força do futebol paraense, atrás apenas de Remo, Paysandu e Tuna Luso. Disputou a Série B em 1971, terminando na 20ª colocação.

Sport Belém é campeão da Divisão de Acesso 2008, a segunda divisão Paraense, o clube da capital chegou na última rodada numa briga direta com o Abaeté pelo acesso já que o Time Negra estava praticamente garantido. O time de Abaetetuba precisava golear o Independente e torcer por uma vitória do Time Negra contra o Sport, a goleada até aconteceu (7x1), mas o Sport Belém venceu por 3x2 e garantiu o título.

Atual campeão do Torneio de Acesso, a Segunda Divisão do futebol paraense, o Sport Belém tentará uma vaga na elite do futebol estadual pela primeira vez desde 2003. O time, conhecido como o Dragão da Maracangalha, passou os últimos seis anos longe da fase principal do Parazão.

Estádio

Jornalista Edgard Proença (Mangueirão)
Capacidade 50000

Apelido Dragão da Maracangalha

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Atlético Clube Lagartense

Passados dez anos da conquista do título sergipano de 1998, o Atlético Clube Lagartense, com uma das maiores e mais fiéis torcidas do Estado de Sergipe, amarga, há quase dois anos, a incômoda situação de time de segunda divisão. Considerando a mediocridade do futebol sergipano, as lembranças de tempos áureos são apenas lampejos daquelas inesquecíveis tardes de domingo no Estádio Paulo Barreto, o cadavérico Barretão.
Fundado no dia 11 de agosto de 1992, há exatos 16 anos, o Atlético Clube Lagartense, de cores verde, vermelho e branco, substituiu o falido Lagarto Esporte Club (de saudosa memória). Com importantes participações em torneios nacionais, a exemplo das Copas do Brasil de 1999 e 2001, chegou a lotar o Barretão contra o Fluminense e a incomodar o time carioca numa memorável partida no Maracanã; logo se tornou na mais nova onda do futebol sergipano, incomodando os grandes Sergipe e Confiança. Além disso, chegou a ser Vice-campeão da Copa Alagipe de 2005.
Entre os anos de 2004 e 2006, foi comandado pelo Deputado Federal Jerônimo Reis. Apesar da iniciativa de profissionalizar as ações do clube, o mesmo teve que conviver com problemas de arbitragens e até mesmo com o policiamento sergipano, fatores que contribuíram de forma decisiva para o desestímulo de todos, inclusive o seu. Tal contexto pôs o clube na crista dos holofotes da imprensa da capital que não economizou críticas ao Lagartense, desestabilizando não só dirigentes como jogadores e torcedores.
Apesar da queda melancólica em 2007, as participações do Lagartense no Campeonato Sergipano foram dignas de time grande. Além de ter sido campeão em 1998, contra tudo e contra todos, apresentou campanhas memoráveis como as de 2002 e sempre esteve entre os maiores públicos, algumas vezes chegando a superar os grandes da capital.
Durante a disputa do certame de 2008, as mazelas do Clube vieram à tona de forma vexatória. Com um débito que ultrapassa a cifra de 100 mil reais, o time começou de forma patética a segunda divisão, perdendo por WO. Simplesmente porque não havia time para competir.

Títulos

Campeão Sergipano 1998

Estádio

Paulo Barreto
Capacidade 6000

Hino

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Jogando de pé pra pé
Com seu futebol no chão
Aguardando a oportunidade
Para balançar os cordões

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Jogando de pé pra pé
Com seu futebol no chão
Aguardando a oportunidade
Para balançar os cordões


domingo, 12 de abril de 2009

Araguaína Futebol e Regatas

Fundado em 28 de fevereiro de 1997, o Araguaína Futebol e Regatas é o clube de maior torcida do estado do Tocantins. Conhecido como “ Tourão do Norte” o Araguaína é sucessor do extinto Araguaína Futebol Clube, agremiação fundada em 1979 que se desligou oficialmente da Federação Tocantinense de Futebol em 1996.

O apelido “Tourão do Norte” é uma alusão ao mercado agropecuarista do município. A cidade de Araguaína é conhecida como “ A capital do boi gordo” pelo grande número de rebanhos bovinos que fazem da cidade a maior exportadora de carne bovina do estado do Tocantins.

O Araguaína estreou no futebol profissional do Tocantins no ano de 1997. Formada por jogadores pratas da casa, a equipe não conseguiu passar da primeira fase do estadual daquele ano que teve o Gurupi como campeão. Sem apoio de empresários da cidade e nem mesmo da prefeitura, o clube amargou campanhas sem brilho até disputar a sua primeira final do tocantinense em 2004 onde ficou com o vice.

Nas últimas cinco edições do campeonato, o Tourão do Norte disputou quatro finais consecutivas (2004/05/06/07) sendo campeão em 2006 derrotando o Tocantinopólis. Depois da primeira conquista, empresários da cidade resolveram investir no clube. Hoje o Araguaína é o time de futebol do Tocantins mais conhecido no cenário nacional.

Títulos

Campeão Tocantinense 2006

Estádio

O Tourão do Norte manda seus jogos no estádio Leôncio Miranda o “Mirandão”.

O estádio tem capacidade para 15.000 (quinze mil) torcedores e foi recentemente construído pelo governo do estado. A equipe mandava seus jogos no pequeno estádio Gauchão que tem capacidade para apenas três mil torcedores. Depois que o novo estádio foi inaugurado, o Gauchão virou centro de treinamentos do time.

Mascote

Touro


Site

http://www.arenadotouro.com.br


sábado, 11 de abril de 2009

Corumbaense Futebol Clube

O clube da Avenida General Rondon, fundado na ressaca do 1º de janeiro de 1914, foi, por muitos anos, a base da seleção amadora de Mato Grosso. Época de ouro e craques do quilate de Matateu, Rutênio, Tota, Ramão, Delgado, Garrafinha, Edson Duarte, Cuiabano, Aires, Cavassa, Negão, Tiquira, Carlinhos, Ênio, entre outros.

O Corumbaense sempre se destacou pela qualidade de seus jogadores e pelo incentivo de uma torcida fanática. Revelou grandes craques, entre eles o goleador Dionísio, que jogou no Flamengo. Antes do profissionalismo, que surgiu em 1972 em Campo Grande, Corumbaense, Marítimos e Riachuelo se consagraram nos campeonatos amadores do Mato Grosso uno. O Corumbaense foi tricampeão estadual de 1970 a 1972.

Em 1984 foi campeão pelo estado de Mato Grosso do Sul. No ano seguinte participou da primeira divisão do Campeonato Brasileiro e é rebaixado, ficando em 41º lugar na tabela. Participou ainda da Taça de Bronze de 1981 e da terceira divisão do Campeonato Brasileiro de 1987.

Em 2005, após 8 anos inativo, o clube voltou ao futebol profissional, disputando a série B do campeonato estadual, depois da desistência do Clube Atlético Kapital. Em 2007 o time subiu para a 1ª divisão do campeonato estadual.

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense: 1984.
Campeonato Sul-Matogrossense da Segunda Divisão: 2006.

Estádio

O Artur Marinho é um estádio de futebol localizado na cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul. É o maior estádio de futebol pantaneiro e representante da cidade para os principais eventos futebolísticos da cidade, do estado e do Brasil. O campo é oficial como determina a FIFA, tendo capacidade para 15 mil pessoas.

O estádio Arthur Marinho foi inaugurado em 4 de julho de 1941. Em 1961 recebeu as torres de iluminação. Reforma realizada em 1964 construiu arquibancadas de concreto – no lado das cabines de imprensa – para substituir as de madeira, que existiam no local. A última grande intervenção aconteceu em 1981, quando foram construídos túneis, vestiários e o segundo lance de arquibancadas.

Mascote

Galo Carijó

Site

http://www.corumbaense.com.br/ - em construção

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ideal Esporte Clube

O ano de 1970 marcou a única participação do Ideal Esporte Clube da cidade de Santo Amaro na primeira divisão do campeonato baiano. Nos 3 anos anteriores tentou a sorte na 2ª Divisão, em 1967 não conseguiu o acesso, em 1968 esteve perto com o vice-campeonato, mas em 1969 devido ao acesso de cinco clubes o Ideal foi junto para a elite.

Na estréia da 1ª divisão assombrou o estado ao vencer o Bahia por 1 a 0 e depois bater o Vitória por 2 a 1. Porém os outros resultados foram desastrosos como em derrotas por 7 a 0 e 5 a 1 para o Fluminense de Feira. Dentre 16 clubes ficou na zona de rebaixamento ao final do campeonato e deu adeus para nunca mais retornar. Em 1971 sequer entrou na 2ª Divisão e sumiu para sempre. Poucos anos depois surgiu o Botafogo de Santo Amaro que obteve o título da segundona em 81, assim como o Ideal ficou um ano e foi rebaixado, mas o Botafogo não obteve sucesso contra a dupla Ba-Vi. Em 1985 venceu o 2º turno da 2ª divisão, porém na final do campeonato perdeu em casa por 4 a 1 para o Galícia e abandonou o futebol. Apesar de ter uma história mais rica, mais longa e ainda ser filiado a FBF (o Ideal foi desfiliado a muitos anos) o Botafogo ainda vive na sombra da lembrança do Ideal, o time que mais marcou a cidade de Caetano Veloso e Maria Betânia.

fonte: http://segunda-ba.blogspot.com/

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Clube Sociedade Esportiva

O CSE foi fundado em 21 de junho de 1947. Possuiu uma grande equipe na época do amadorismo, sendo difícil de ser batido em Palmeira dos Índios. Criou uma grande rivalidade com o ASA de Arapiraca no interior do Estado.

A partir do ano de 1966 a disputar o Campeonato Alagoano da divisão principal. Na estréia na competição, empatou em zero a zero com o CSA no Mutange. Em 1977, o CSE decidia pela primeira vez o título do campeonato com o CRB, hove um jogo extra e o título acabou nas mãos do time da capital. No ano de 1987, um novo encontro das duas equipes e novamenmte o CRB leva a melhor.

No dia 7 de maio de 1997, o CSE mudou de nome: de Centro Social Esportivo, passou a se chamar Clube Sociedade Esportiva. A medida foi tomada pelos dirigentes para livrar o clube das dívidas que tinha com o INSS e outros credores. Inclusive o Juca Sampaio foi doado à Prefeitura de Palmeira dos Índios para que não fosse confiscado.

Em 2002, o CSE voltou à divisão especial. E como o número 7 parece ser místico na vida do CSE, após uma má campanha no estadual de 2007, o tricolor palmeirense foi rebaixado para a Segunda Divisão do futebol alagoano.

Títulos

Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2002.

Estádio


Juca Sampaio com capacidade para 8000 pessoas.









Mascote



O mascote é o Índio Xucuru.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Associação Atlética Portuguesa

A fundação da A.A.Portuguesa deve-se à uma feliz iniciativa dos Srs. Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, estabelecidos com o comércio de sacos vazios e usados. Convidando todos os seus colegas e empregados do mesmo ramo, fizeram uma excursão à cidade de Santos, estado de São Paulo, a fim de, com colegas do mesmo ramo naquela cidade, disputarem, num campo de futebol, o valor de duas equipes com as seguintes denominações: Cascões: Representantes (saqueiros) da Cidade do Rio de Janeiro e Cascas: Representantes (saqueiros) da Cidade de Santos.

Assim, justos e contratados, seguiram, devidamente uniformizados para o campo da "Associação Atlética Portuguesa" verificando-se que envergava a camisa da Associação Atlética Portuguesa Santista, o conjunto representativo do Rio de Janeiro. Desenvolvendo-se, admiravelmente de baixo de grande entusiasmo o encontro amigável. Foi juiz da partida, um diretor da Associação Atlética Portuguesa Santista, Sr. Santos Martins. O jogo terminou empatado em 1x1.

De regresso no dia imediato, era tanto o entusiasmo, que se principiou a formar palpites sobre uma organização capaz de receber ainda em condições no ano seguinte, uma embaixada em igualdade de condições a esta e procedente daquela cidade de Santos.

Assim, foi que em 17 DE DEZEMBRO DE 1924, se reuniu à Rua General Pedra, 207, casa esta do Sr. Luiz Souza Gomes, um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados, para em conjunto decidirem sobre a função de um clube e o seu respectivo nome.

Estando presente 30 iniciadores, às 20:30 do dia 17 DE DEZEMBRO DE 1924, o SR. Antônio Gomes Teixeira, um dos mais influentes, abre a sessão e convida para presidir os trabalhos, o Sr. Luiz Souza Gomes, e este, depois de aceitar, convida por sua vez, para secretariar a mesa, os Srs. Adriano Faria e Constantino Gonçalves.

Pelo Sr. Antônio Gomes Teixeira, foi proposto aos representantes que o clube em fundação deveria ter o nome de Associação Atlética Portuguesa, depois de alguns minutos em que ninguém ousou propor outro nome, decide-se por unanimidade de votos, criar o clube com o nome de: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA, sob uma calorosa salva de Palmas.

Na volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Portanto, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Souza Gomes e um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados propuseram a criação de um clube também chamado Associação Atlética Portuguesa.

A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais, pois em 1956 fez uma excursão para a União Soviética, onde enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Club Atlético de Madrid por 2 a 1, em Madrid. Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 3 vezes (1996, 2000 e 2003).

Hino

Salve salva a Portuguesa,
Com certeza,
Portuguesa Carioca
Me fascina, me domina
No peito se coloca,
O rubro verde é minha sina
O rubro verde é minha sina
Quero torcer, torcer
Por este clube quero ver vencer
Vencer, vencer com galhardia,
perder, perder com fidalguia,
Assim conta a sua história,
Não é só com a vitória que vem a satisfação,
Encara a brava raça lusitana,
Portuguesa soberana,
Do meu coração

Estádio

O Estádio Luso-Brasileiro é um estádio de futebol brasileiro pertencente a Portuguesa-RJ, localizado na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro.

O estádio foi inaugurado em 2 de outubro de 1965, na partida Portuguesa 0x2 Vasco, com um público de 8.565 pagantes. Os dois gols do Vasco foram marcados pelo atacante Zezinho, que curiosamente jogava antes na Portuguesa, sendo o primeiro um gol olímpico, talvez ajudado pelo vento que faz o estádio da Lusa ser conhecido como o "Estádio dos Ventos Uivantes".

Antes de se tornar estádio de futebol, o local abrigava o Jockey Club da Guanabara. A arquibancada principal, com sua imponente marquise, ainda é a original dos tempos em que o local sediava provas de turfe.

O Luso-Brasileiro viveu seu momento mais marcante no ano de 2005, quando uma parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, o Clube de Regatas do Flamengo e a Petrobrás colocaram estruturas metálicas tubulares em todo o trecho disponível do estádio, elevando sua capacidade para 30 mil torcedores, na disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, uma vez que o Estádio do Maracanã encontrava-se interditado para reformas visando aos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 e o Estádio Caio Martins desativado pela diretoria botafoguense.

Durante aquele tempo, o estádio foi denominado Arena Petrobras, a partir do direito de naming right. Nele foram instaladas arquibancadas tubulares e suas dependências foram reformadas, tudo numa iniciativa da Petrobras e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. As arquibancadas chegaram a ter capacidade para 30.000 pessoas.

Mascote

Zebra





Site

http://www.portuguesacarioca.com.br/ - fora do ar

terça-feira, 7 de abril de 2009

Araxá Esporte Clube

O Araxá Esporte Clube foi fundado em 20 de setembro de 1958 e nasceu com o objetivo de representar a cidade de Araxá entre os clubes profissionais do futebol mineiro. O primeira disputa do Campeonato Mineiro de Futebol foi em 1965, sagrando-se campeão pela primeira vez, dois anos mais tarde, em 1967.

Desde então, o clube somou várias vitórias e a paixão pelo time alvinegro da “terra de Beja” ganhou muitos torcedores e hoje é tetracampeão da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro de Futebol.

Quando fundado, as cores escolhidas para a equipe do Araxá Esporte, foram o preto e branco, nascendo assim, o “alvinegro mais querido!



A primeira camisa do Araxá Esporte Clube tinha em seu design os formatos quadriculados. Mais tarde esse design foi modificado por uma camisa com listras verticais mantendo as cores alvinegras.


Os Títulos

A equipe alvinegra da “terra de Beja” participou com destaque do Campeonato Mineiro de Futebol entre os anos de 1965 e 1980. O Araxá Esporte foi quatro vezes Campeão Mineiro da Segunda Divisão. O time araxaense levantou a taça de primeiro colocado nos anos de 1967, 1977, 1990 e 2007, chegando ao Tetra Campeonato Mineiro.

Cronologia dos títulos

1967 - O Araxá Esporte foi campeão ao vencer a Usipa de Ipatinga na grande final com um gol de pênalti do zagueiro Ganso, o placar do jogo no Estádio Fausto Alvim foi 2 a 1 para o alvinegro.

1977 – A grande final foi contra o Fluminense de Araguari onde um gol de Felpa, em grande jogada do meiocampista Manga, deu o título ao Araxá Esporte o com placar do jogo no Estádio Uberabão de 1 a 0.

1990 – Vitória do Araxá Esporte em cima do Clube Atlético Patrocinense de Patrocínio na grande final com um gol de Ricardo Coração de Leão sendo o placar do jogo no Estádio Fausto Alvim foi 1 a 0 para o alvinegro.

2007 – Desta vez o jogo foi contra o Esporte Clube Itaúna de Itaúna em uma grande final no Estádio Fausto Alvim, onde o único gol da partida do atacante Yan, deu o título de Campeão de 2007 para o Araxá Esporte.

A equipe que conquistou o primeiro título para o Araxá Esporte em 1967 tinha como formação base: Gutemberg, Délcio, Ganso, Santos e Cariri; Franklin e Agnaldo; Vítor, Germano, Nato e Geraldino. O técnico era Amilton Frad.

A formação da equipe que conquistou o mais recente título para o Araxá Esporte em 2007 foi: Fernando, Edinho, André Alves, Odair e Ivan; Cafu, Indinho, Dedé e Rogério Sá, Yan e Euller. O técnico foi Luís Eduardo.

Estádio

O Estádio Municipal Fausto Alvim foi inaugurado em 1943 pelo então prefeito Fausto Alvim o qual deu seu nome ao local.

O “Majestoso da Avenida Imbiara” como é carinhosamente conhecido por seu público, o Estádio Fausto Alvim é considerado um dos melhores o interior de Minas e está em local privilegiado da cidade,sendo de fácil acesso.


O estádio municipal recebeu o seu primeiro sistema de iluminação em 1967, através do prefeito Paulo Márcio Ferreira. A construção das arquibancadas cobertas assim como da ampliação das descobertas foi obra executada em 1981 pelo prefeito da época Aracely de Paula.

Com capacidade para receber até 8 mil torcedores, o estádio tem um gramado com dimensões oficiais que medem 70m X 105m.

Hino

Rangel Drummond Afonso Ribeiro
Salve o alvi-negro
O mais querido do interior

Em todas as partidas
mostra sua garra e o seu valor
Ganso forte e genial


Em campo toca e controla a bola

A sua raça engrandece a nossa história
Cantando e vivendo sua glória

Araxá Esporte Clube

Balança coração

Em todas as jornadas

Bate forte a emoção

No pavilhão as cores "da glória"
O vento faz tremular
A flâmula alvi-negra
Do mais querido de Araxá


Vai em busca da vitória

Com toda garra de campeão
Mostrando com amor à camisa

Vai mantendo sempre sua tradição


Araxá Esporte Clube

Balança coração
Em todas as jornadas

Bate forte a emoção


Mascote – Ganso



A partir de 1967, após a conquista do primeiro título da história do Araxá Esporte Clube o time ganhou um mascote, o Ganso.

Assim como o Atlético Mineiro já tinha como mascote o Galo, o Cruzeiro tinha na raposa o seu símbolo e o América o Coelho, o cartunista Mangabeira do Jornal Estado de Minas criou o Ganso para simbolizar o Araxá Esporte Clube.

Na época Mangabeira afirmou que se inspirou no apelido do zagueiro Nilton Germano da Silva que cobrou o pênalti e marcou o gol que deu o primeiro título de Campeão Mineiro para o Araxá Esporte Clube.

Nilton era conhecido como Ganso e desde então o “alvinegro mais querido” passou a ter a figura deste animal como o seu mascote oficial.


Site
http://www.araxaesporteclube.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Auto Esporte Clube

Era fundado em 01 de maio de 1951 na cidade de Teresina, por motoristas autônomos da capital piauiense, o AUTO ESPORTE CLUBE, que adotou o verde e branco como cores oficiais.

Logo no ano seguinte a equipe filiou-se a Federação Piauiense de Futebol e começou a disputar o campeonato estadual. Foi participante deste campeonato de 1952 até 1994, não participando apenas nos anos de 1965, 1977, 1978 e 1993. Passando por dificuldades financeiras, o clube retirou-se do futebol profissional e atualmente encontra-se licenciado, sem perspectivias de voltar ao futebol.

O ano de maior glória do alviverde, foi a conquista do título piauiense de 1983, que deu-lhe a chance de disputar o campeonato brasileiro no ano seguinte.

Títulos

Campeonato Piauiense: 1983.
Campeonato Piauiense da Segunda Divisão: 2 vezes (1966 e 1978).

Estádio

O Estádio Municipal Lindolfo Monteiro, também conhecido por Lindolfinho, foi inaugurado no ano de 1944. De lá para cá, o estádio passou apenas por duas reformas em 1964 e em 2008. Com as reformas, o estádio ganhou 1868 assentos plásticos nas arquibancadas, além de 768 cadeiras, dentro dos padrões dos melhores estádios brasileiros. Um placar eletrônico de 15 metros quadrados também foi instalado no estádio que passou a oferecer boas acomodações para 6.000 torcedores. Neste estádio ocorreu um dos maiores jogos do piauí.Foi o jogo entre River-PI 2x2 Botafogo-RJ composto por Garrincha e Cia que era um time forte com experiência do título mundial de 1958 com a seleção brasileira.