domingo, 19 de abril de 2009

Associação Sportiva Sociedade Unida

Início - Com a desistência do Clube Atlético Piranhas, surgiu uma vaga no campeonato estadual de 2002. Contando com a estrutura do estádio Edgarzão, recentemente inaugurado, a cidade de Assu reivindicou a vaga. A Liga Assuense de Desportos se mobilizou. O presidente da Liga, Luís Daílson Machado, e o vice, Francisco dos Chagas Soares coordenaram o movimento. Primeiramente, a idéia era que a Portuguesa de Assu (fundada em 95 e vice do Matutão) tivesse a vaga, mas não houve um consenso. Chegou-se a conclusão que a escolha do nome deveria ser democratizada. Pensou-se em Assu Esporte Clube, São João(padroeiro da cidade) e Vale do Açu. Finalmente, decidiu-se por Associação Sportiva Sociedade Unida (ASSU).

2002 - Na estréia do clube no estadual, o ASSU fez vários investimentos. O treinador é Manoel Ananias, que dirigiu diversas vezes os clubes de Mossoró, e entre os reforços estão o goleiro Claudevan, o zagueiro Pione e o volante Nildo. Outros reforços são os jogadores Bebeto e Ronaldo Falcão(ex-Corintians de Caicó). A prefeitura deve ajudar o clube com R$ 7 mil mensais. EB: Claudevan, De Assis, Nildo, Luiz e Jorge Alagoano; Renato, Roberto, Lauro e Herácles; Ronaldo Falcão e Bebeto. O técnico é Manoel Ananias. Com 10 derrotas e 4 vitórias a equipe do ASSU terminou o campeonato em 8º lugar.

2003 - A equipe assuense é formada, praticamente, por jogadores da região. Exceção feita ao zagueiro Vieira, que veio do Mixto/MT. O atacante marcelo é considerado o "homem-gol" de Assu e pode dar muito trabalho. Marcelo terá Cabral como companheiro de ataque. O técnico é Nicola Barbieri "Aranha". Erasmo; Diassis, Vieira, Leandro e Pedro Neto; Marielson, Eracle, manoel e João Carlos; Cabral e Marcelo. Técnico: Nicola Barbieri. Com uma campanha regular (4 vitórias, 3 derrotas e 1 empate) o ASSU termina o campeonato com a 5ª colocação.

2004 - Associação Sportiva Sociedade Unida - A.S.S.U. vai disputar pelo terceiro ano consecutivo o Campeonato Estadual. Com uma campanha regular termina o campeonato na 6ª colocação ao ser eliminado pelo Coríntians de caicó na segunda fase.

2005 - No Assu, a verba da Prefeitura aumentou e a classe empresarial passou a apoiar. A parceria fez a diretoria reforçar a equipe e acreditar na classificação. A idéia era desbancar os favoritos. Com uma campanha arrasadora a equipe do ASSU terminou a primeira fase na liderança do grupo B com 22 pontos. A torcida estava confiante para a segunda fase. O camaleão passou pelo potiguar nas quartas. Nas semi-finais ganhou o primeiro jogo contra o América em pleno machadão, mas acabou desperdiçando a chance de chegar à final do campeonato potiguar ao perder em casa para o América por 3 à 0. O Camaleão do vale terminou o campeonato na 3ª colocação, conquistando a oportunidade de disputar a série c do campeonato brasileiro.

2006 - Com o apoio da Prefeitura, câmara de vereadores e classe empresarial o ASSU montou um time com chances de conquistar a taça. Terminou a primeira fase em 4ª lugar com 19 pontos. Enfrentou o ABC nas quartas-de-final e conseguiu avançar na competição. No tapetão o ABC conseguiu tirar a vaga do ASSU alegando irregularidades do jogador Silvio Madona. O ASSU recorreu e conseguiu novamente a vaga para disputar as semifinais contra o Potiguar de Mossoró. Com um elenco já diminuto e desgastado com a briga na justiça o ASSU acabou sendo eliminado pelo Potiguar de Mossoró.

2007 - Nosso Camaleão do Vale montou uma equipe regular para disputar o estadual de 2009. A equipe pretendia conquistar no mínimo a vaga para a série C do brasileiro. Com uma campanha regular terminou a primeira fase com a melhor campanha dentre os clubes do interior, conquistando o 3º lugar com 16 pontos. Foi eliminado nas quartas-de-final pelo Potiguar de Mossoró. Neste ano nosso camaleão foi a melhor defesa do campeonato sofrendo apenas 11 gols e aplicou a maior goleada, o inequecível 5 à 0 no ABC em pleno frasqueirão.

2008 - O ASSU monta uma equipe que tinha a confiança dos torcedores para disputar o estadual(com uma novo formato). Com uma excelente campanha no primeiro turno obteve o 1º lugar do grupo B com 11 pontos. Disputou as semifinais com o Santa Cruz, perdeu o primeiro jogo por 3 à 0 e venceu o segundo pelo mesmo placar. A vaga seria nossa se não fosse um erro no regulamento do campeonato, que permitiu a realização de um terceiro jogo no qual houve empate por 1 á 1. A decisão foi nos pênaltis, e o nosso camaleão foi eliminado por 8 à 7. No segundo turno com uma campanha regular iria obter a vaga nas semifinais, no entanto foi punido com a perda de 6 pontos por ter escalado de forma irregular o atleta Anaílton(Xoly) contra o Santa Cruz, em 16/03. O clube acabou na 7ª colocação na classificação final. Se não fosse a perda dos 6 pontos iríamos obter a sonhada vaga para a série C do campeonato brasileiro.


Estádio

Deputado Edgar Borges Montenegro (Edgarzão)
Capacidade 12 000

Hino

Meu coração é alviverde até a morte, porque sou filho de um vale verdejante. Pelos gramados do Rio Grande do Norte, ASSU pra sempre será meu representante. Gigante pela própria natureza, eu tenho orgulho em carregar essa bandeira. E ao seu lado com certeza, ser a torcida mais fiel, companheira. ASSU!ASSU!ASSU!
Sua camisa é meu manto sagrado!
ASSU!ASSU!ASSU!
És minha vida, ó meu clube idolatrado!
ASSU!ASSU!ASSU!
Teu futebol é minha religião!
Esteja onde estiver, eu estarei contigo meu camaleão!
Haja o que houver, carregarei comigo no meu coração


Mascote

Camaleão do Vale

sábado, 18 de abril de 2009

Íris Sport Club

O Íris foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1920, por funcionarios da fábrica de tijolos do bairro da Torre, em Recife. Inicialmente, o clube iria se chamar Olaria Sport Club por causa da olaria (torre que são feitos os tijolos) que se encontra no centro do bairro e deu o nome ao lugar. Porém, em uma reunião entre funcionários, decidiram mudar o nome para Íris em relação da cor do time o azul e branco.

Mascote : Periquito azul

Conquistas

Estadual
Vice-Campeonato Pernambucano: 1932.

Outras conquistas
Liga Suburbana: 1928.
Copa Torre: 3 vezes (1925, 1931 e 1933).

iris - iris
Time do Íris em 1934, não dispomos da escalação

O vice campeonato do Íris e um pouco do futebol pernambucano em 1932

Em 1932, o Campeonato Pernambucano foi dividido em duas chaves, azul e branca. A branca era formada pela Associação Atlética do Arruda*, Encruzilhada*, Íris*, Náutico, Sport e Torre*; na azul estavam América, Great Western (hoje Ferroviário), Flamengo*, Fluminense*, Israelita* e Santa Cruz. Cada time enfrentava as equipes da sua chave.
Ao longo do certame, um resultado inesperado: Flamengo 10 x 3 América – o alviverde ainda era considerado um time grande. O Sport, que realizou uma má campanha, também surpreendeu ao aplicar duas goleadas no Náutico: 5 x 1 e 5 x 2. Esse mesmo Sport foi derrotado pelo Torre por 6 x 4. Por sua vez, o Madeira Rubra, como o Torre era conhecido, levou uma goleada do Náutico, de 7 x 1.
O Náutico perdeu para o Íris por 5 x 1, mas vingou-se, derrotando-o por 6 x 1. Houve ainda um 8 x 0 do Santa no Israelita, que também foi goleado pelo América por 9 x 1. E no Fla-Flu pernambucano, o Flamengo, do tenente Colares, uma figura marcante e folclórica, goleou o Fluminense por 7 x 0. Era a época do jogo franco e aberto, sem o apego defensivo que se vê atualmente.

Pereirão apela

Houve um episódio curioso e ao mesmo tempo deprimente, na partida Santa Cruz 4 x 1 América, em 19 de junho. O tricolor vencia por 2 x 1, e o jogo estava equilibrado. O juiz Ambrósio do Rego Barros marcou um pênalti contra o América, cometido pelo zagueiro Palmeira – mais tarde árbitro e treinador – em Marcionilo. Pereirão, goleiro alviverde, inconformado, protestou e fez sua equipe sair de campo. A diretoria americana contornou o problema, com o retorno do time.
A decisão do árbitro foi mantida e, na cobrança, Pereirão deitou-se ao longo da barra, em flagrante desrespeito ao público e à arbitragem, num gesto que seria inconcebível hoje, no nível que o futebol profissional atingiu. Naquela época, porém, o semi-amadorismo ainda predominava. Apesar da atitude antiética do goleiro, Marcionilo converteu o pênalti, fazendo Santa Cruz 3 x 1 América. Minutos depois, Tará chuta de longe e Pereirão, que estava mesmo para avacalhar, dá as costas para o atacante. O jogo não chegou ao fim, o que era comum naquela época, principalmente por causa da iluminação elétrica nos estádios. Bastava escurecer para tornar-se impraticável a continuação do jogo. Valeu o placar de 4 x 1 para o Santa.

Da bola para a bala

Com o surgimento da Revolução Constituinte, em São Paulo, alguns jogadores militares de Pernambuco deslocaram-se ao Sudeste para defender o País contra os paulistas, que, segundo seus opositores, queriam se separar do território nacional, tornando-se independentes. Assim, o campeonato foi interrompido.
Então, de vários Estados partiram forças militares. Entre os militares pernambucanos que se deslocaram para o território conflagrado estavam os jogadores Tará, Dóia e Neves, que serviam à Brigada Militar, e defendiam o Santa Cruz. Como voluntários apresentaram-se, entre outros, Clóvis Wanderley, Durval Carneiro Leão e Manoel Luiz de Bulhões Marques. Este, ponta-direita do Sport, teve um fim trágico, morrendo em meio a uma rajada de metralhadora, em 28 de agosto. Clóvis Wanderley também pereceu, tendo surgido a notícia de que o mesmo acontecera com Durval, o que mais tarde seria provado não ser verdade. Na época, os mortos receberam as devidas homenagens póstumas do seu clube, e hoje, pelo menos Bulhões Marques é nome de rua no central bairro da Boa Vista. Ainda estiveram na trincheira, os jogadores Temístocles, do Ateniense, e Agnello, do Great Western, também militares.

Náutico e Sport longe do Santa

Finalmente, a bola voltou a rolar, e na chave do Náutico e do Sport, quem se classificou para disputar o título de campeão do ano foi o Íris. Do outro lado, deu Santa Cruz, que chegou à melhor de três sem ter tido necessidade de enfrentar alvirrubros e rubro-negros, seus tradicionais adversários.
Em ambos os jogos, em 15 e 22 de novembro, o Santa Cruz venceu pelo mesmo placar, 4 x 1. Como já tinha levantado o certame anterior – seu primeiro título – tornou-se bicampeão. Os dois jogos foram disputados no campo da Avenida Malaquias, mais ou menos onde está hoje a AABB. As duas partidas foram dirigidas por José Fernandes Filho, conhecido por Zezé, que nada tinha a ver com o jogador Zezé Fernandes, do Tricolor.
No primeiro jogo, os gols foram de Estevam (2), Marcionilo e Carlos Benning – Santa Cruz, e Guerra – Íris. No segundo marcaram Lauro (2), Walfrido e Tará – Santa, e novamente Guerra para o Íris..
O campeão Santa Cruz alinhou: Diógenes; Sherlock e João Martins; Zezé Fernandes, Sebastião e Marcionilo; Walfrido, Estevam, Tará, Lauro e Carlos Benning (Julinho Fernandes).
O Íris foi vice-campeão, com Silvino;Moacyr e Walfrido; Popó, Zé Lima e Ramalho; Benedicto, Guerra, Zeferino, Chinez e Emygdio.

FONTE: http://blog.cacellain.com.br/2009/04/17/memoria-do-futebol-pernambucano-iris-o-vice-em-1932/

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Trindade Atlético Clube

O Trindade Atlético Clube foi fundado no dia 7 de setembro de 1955. No ano de 2005, em sua estréia no profissionalismo do futebol, o clube conquistou o título de campeão do Campeonato Goiano da Terceira Divisão. No ano seguinte, o Tacão, como é chamado pela imprensa e sua torcida, foi vice-campeão da Segunda Divisão, tendo conseguido uma vaga para disputar o Campeonato Goiano de 2007. O então presidente foi também responsável pela sua profissionalizaçao em 2005, o médico e vereador Dr. Flávio Luís Borges Guilarducci, que renunciou ao cargo no final de 2007. Provisoriamente, assumiu o primeiro vice-presidente Leofonso Teixeira Rramos, Felinho, ex-vereador. Em seguida, o empresário Mauri Rios aceitou o desafio de presidir o Clube trindadense que disputará, pela terceira vez, o Campeonato Goiano de Futebol profissional em 2009.

Estádio
Manda seus jogos no Estádio Abrão Manoel da Costa, com capacidade para 6.000 pessoas, apos as reformas feitas no estadio.

Títulos
Campeonato Goiano da Terceira Divisão: 2005.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Amapá Clube

O Amapá foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1944, em reunião ocorrida em residência situada em frente ao primeiro prédio da Prefeitura Municipal de Macapá, hoje servindo à Secretaria Especial de Defesa Social. É o mais antigo clube de futebol do Amapá.

Foram fundadores do Amapá: Eloy Nunes Monteiro, Francisco Serrano, Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, Jose Serafim Coelho, João Vieira de Assis, Glicério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho, Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. O governador do Estado na época, Janary Gentil, participou da reunião de fundação do clube, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término da reunião.

As primeiras partidas do Amapá ocorreram no campo da Praça da Matriz, atual espaço da Praça Veiga Cabral. Logo em seu primeiro ano de fundação, participou do Campeonato Amapaense. Porém, seria campeão somente no ano seguinte, sobre o Macapá.

Em 1959, disputou um torneio amistoso na cidade de Caiena, retornando à Macapá com o troféu da competição. Em três partidas realizadas na Guiana, o Amapá venceu duas e empatou uma.

Até 1991 o futebol no Amapá era amador. Nessa fase, o Amapá Clube e o E.C.Macapá dominaram o cenário futebolístico amapaense, conquistando a maioria dos títulos. Depois da chegada do profissionalismo o Ypiranga é o clube que tem mais títulos estaduais. Junto com o São José, ambos dividem a preferência da torcida amapaense e fazem o derby da capital Macapá.

Enquanto alguns clubes ainda nem conseguiram espaço para treinamento, o Amapá Clube pode perder seu espaço para coletivos e excercícios físicos no Km0 da rodovia Duca Serra. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo ex-presidente do clube, empresário Gerson Fernandes. A informação é de que o local ainda não está totalmente liberado para a agremiação esportiva, e acordos feitos entre o atual gestor da zebra, Rodolfo dos Santos Juarez e o ex-vice presidente ainda estão pendentes, porém o que se comenta é que Gerson quer mesmo é acabar com os laços entre ele e o clube que atuou até ano passado quando se mudou para o Santana Esporte Clube.
Nos bastidores, informações dão conta de que o local deveria ser fruto da venda do espaço onde funcionava a maloca do Amapá Clube e que foi vendido para a igreja Assembléia de Deus, mas ainda não tivemos acesso a ata de confirmação da venda e do destino deste recurso.
A reportagem do Jornal do Dia esteve no local e verificou que o campo está abandonado.

Títulos

Campeonato Amapaense: 10 vezes (1945, 1950, 1951, 1953, 1973, 1975, 1979, 1987, 1988 e 1990).

Estádio

Milton Rodrigues (Zerão)


Capacidade: 5.000 torcedores

Mascote



Zebra

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Associação Desportiva Vasco da Gama


A Associação Desportiva Vasco da Gama, foi fundada no ano de 1952, na cidade de Rio Branco-AC. Seu nome é em homenagem ao tradicional clube homônimo carioca, o Club de Regatas Vasco da Gama Ainda na fase do amadorismo, venceu o Campeonato Acreano de 1965.
Em 1999, a equipe do Vasco da Gama conquista o seu segundo título acreano, só que dessa vez já na era profissional, depois de dois jogos contra o Independência: empate em 0x0 no primeiro jogo e vitória de 1x0 na segunda partida. Ainda no mesmo ano teve o artilheiro da competição: Rosier, com 8 gols.

Em 2001, o Vasco, é novamente o grande campeão do Acre. O título foi conquistado em jogo realizado no estádio José de Melo. O Vasco precisou derrotar o Rio Branco duas vezes, 1 a 0, no período normal, e 1 a 0, na prorrogação para ficar com o título. Nos 90 minutos, o Vasco venceu por 1 a 0 e foi para a prorrogação com a obrigação de vencer. Como na primeira partida das finais o Rio Branco havia vencido por 2 a 0 houve a necessidade da prorrogação que acabou permitindo a conquista do título pelo Vasco. Evilásio marcou o gol do Vasco aos 21 minutos. Índio substituiu Evilásio e fez o gol do título na prorrogação aos 4 minutos da primeira etapa. A equipe campeã formou com: Faísca, Paquito, Josué, Marco Antonio e Mamude; Jean, Marquinhos, Siqueira (Dário) e Ciro; Gato (Paulinho) e Evilásio (Índio). O treinador campeão é Marcelo Altino.

O Bacalhau d’água Doce, por estar longe do mar, como é conhecido tem um CT chamado Fazendinha na capital acreana. No início dos anos 2000 foi o grande rival do Rio Branco no estadual.
No ano de 2007 O Vasco da Gama está preste a perder sua sede social e o estádio de sua propriedade. A juíza da Segunda vara da Fazenda Pública, mandou leiloar os dois bens do clube. Conforme informações, os bens do clube estão avaliados em R$ 325 mil, valor que será utilizado para o pagamento de dívidas com a Prefeitura de Rio Branco que chegam a R$ 1.858.000 entre juros e multas.

Estádio

José de Melo(8000)


Títulos

3 Vezes Campeão Acreano 1965, 1999 e 2001

Apelido

Bacalhau D'água Doce

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sport Club de Belém

Fundado no dia 1º de dezembro de 1965, chegou a ser considerado em alguns anos, a quarta força do futebol paraense, atrás apenas de Remo, Paysandu e Tuna Luso. Disputou a Série B em 1971, terminando na 20ª colocação.

Sport Belém é campeão da Divisão de Acesso 2008, a segunda divisão Paraense, o clube da capital chegou na última rodada numa briga direta com o Abaeté pelo acesso já que o Time Negra estava praticamente garantido. O time de Abaetetuba precisava golear o Independente e torcer por uma vitória do Time Negra contra o Sport, a goleada até aconteceu (7x1), mas o Sport Belém venceu por 3x2 e garantiu o título.

Atual campeão do Torneio de Acesso, a Segunda Divisão do futebol paraense, o Sport Belém tentará uma vaga na elite do futebol estadual pela primeira vez desde 2003. O time, conhecido como o Dragão da Maracangalha, passou os últimos seis anos longe da fase principal do Parazão.

Estádio

Jornalista Edgard Proença (Mangueirão)
Capacidade 50000

Apelido Dragão da Maracangalha

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Atlético Clube Lagartense

Passados dez anos da conquista do título sergipano de 1998, o Atlético Clube Lagartense, com uma das maiores e mais fiéis torcidas do Estado de Sergipe, amarga, há quase dois anos, a incômoda situação de time de segunda divisão. Considerando a mediocridade do futebol sergipano, as lembranças de tempos áureos são apenas lampejos daquelas inesquecíveis tardes de domingo no Estádio Paulo Barreto, o cadavérico Barretão.
Fundado no dia 11 de agosto de 1992, há exatos 16 anos, o Atlético Clube Lagartense, de cores verde, vermelho e branco, substituiu o falido Lagarto Esporte Club (de saudosa memória). Com importantes participações em torneios nacionais, a exemplo das Copas do Brasil de 1999 e 2001, chegou a lotar o Barretão contra o Fluminense e a incomodar o time carioca numa memorável partida no Maracanã; logo se tornou na mais nova onda do futebol sergipano, incomodando os grandes Sergipe e Confiança. Além disso, chegou a ser Vice-campeão da Copa Alagipe de 2005.
Entre os anos de 2004 e 2006, foi comandado pelo Deputado Federal Jerônimo Reis. Apesar da iniciativa de profissionalizar as ações do clube, o mesmo teve que conviver com problemas de arbitragens e até mesmo com o policiamento sergipano, fatores que contribuíram de forma decisiva para o desestímulo de todos, inclusive o seu. Tal contexto pôs o clube na crista dos holofotes da imprensa da capital que não economizou críticas ao Lagartense, desestabilizando não só dirigentes como jogadores e torcedores.
Apesar da queda melancólica em 2007, as participações do Lagartense no Campeonato Sergipano foram dignas de time grande. Além de ter sido campeão em 1998, contra tudo e contra todos, apresentou campanhas memoráveis como as de 2002 e sempre esteve entre os maiores públicos, algumas vezes chegando a superar os grandes da capital.
Durante a disputa do certame de 2008, as mazelas do Clube vieram à tona de forma vexatória. Com um débito que ultrapassa a cifra de 100 mil reais, o time começou de forma patética a segunda divisão, perdendo por WO. Simplesmente porque não havia time para competir.

Títulos

Campeão Sergipano 1998

Estádio

Paulo Barreto
Capacidade 6000

Hino

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Jogando de pé pra pé
Com seu futebol no chão
Aguardando a oportunidade
Para balançar os cordões

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Jogando de pé pra pé
Com seu futebol no chão
Aguardando a oportunidade
Para balançar os cordões


domingo, 12 de abril de 2009

Araguaína Futebol e Regatas

Fundado em 28 de fevereiro de 1997, o Araguaína Futebol e Regatas é o clube de maior torcida do estado do Tocantins. Conhecido como “ Tourão do Norte” o Araguaína é sucessor do extinto Araguaína Futebol Clube, agremiação fundada em 1979 que se desligou oficialmente da Federação Tocantinense de Futebol em 1996.

O apelido “Tourão do Norte” é uma alusão ao mercado agropecuarista do município. A cidade de Araguaína é conhecida como “ A capital do boi gordo” pelo grande número de rebanhos bovinos que fazem da cidade a maior exportadora de carne bovina do estado do Tocantins.

O Araguaína estreou no futebol profissional do Tocantins no ano de 1997. Formada por jogadores pratas da casa, a equipe não conseguiu passar da primeira fase do estadual daquele ano que teve o Gurupi como campeão. Sem apoio de empresários da cidade e nem mesmo da prefeitura, o clube amargou campanhas sem brilho até disputar a sua primeira final do tocantinense em 2004 onde ficou com o vice.

Nas últimas cinco edições do campeonato, o Tourão do Norte disputou quatro finais consecutivas (2004/05/06/07) sendo campeão em 2006 derrotando o Tocantinopólis. Depois da primeira conquista, empresários da cidade resolveram investir no clube. Hoje o Araguaína é o time de futebol do Tocantins mais conhecido no cenário nacional.

Títulos

Campeão Tocantinense 2006

Estádio

O Tourão do Norte manda seus jogos no estádio Leôncio Miranda o “Mirandão”.

O estádio tem capacidade para 15.000 (quinze mil) torcedores e foi recentemente construído pelo governo do estado. A equipe mandava seus jogos no pequeno estádio Gauchão que tem capacidade para apenas três mil torcedores. Depois que o novo estádio foi inaugurado, o Gauchão virou centro de treinamentos do time.

Mascote

Touro


Site

http://www.arenadotouro.com.br


sábado, 11 de abril de 2009

Corumbaense Futebol Clube

O clube da Avenida General Rondon, fundado na ressaca do 1º de janeiro de 1914, foi, por muitos anos, a base da seleção amadora de Mato Grosso. Época de ouro e craques do quilate de Matateu, Rutênio, Tota, Ramão, Delgado, Garrafinha, Edson Duarte, Cuiabano, Aires, Cavassa, Negão, Tiquira, Carlinhos, Ênio, entre outros.

O Corumbaense sempre se destacou pela qualidade de seus jogadores e pelo incentivo de uma torcida fanática. Revelou grandes craques, entre eles o goleador Dionísio, que jogou no Flamengo. Antes do profissionalismo, que surgiu em 1972 em Campo Grande, Corumbaense, Marítimos e Riachuelo se consagraram nos campeonatos amadores do Mato Grosso uno. O Corumbaense foi tricampeão estadual de 1970 a 1972.

Em 1984 foi campeão pelo estado de Mato Grosso do Sul. No ano seguinte participou da primeira divisão do Campeonato Brasileiro e é rebaixado, ficando em 41º lugar na tabela. Participou ainda da Taça de Bronze de 1981 e da terceira divisão do Campeonato Brasileiro de 1987.

Em 2005, após 8 anos inativo, o clube voltou ao futebol profissional, disputando a série B do campeonato estadual, depois da desistência do Clube Atlético Kapital. Em 2007 o time subiu para a 1ª divisão do campeonato estadual.

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense: 1984.
Campeonato Sul-Matogrossense da Segunda Divisão: 2006.

Estádio

O Artur Marinho é um estádio de futebol localizado na cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul. É o maior estádio de futebol pantaneiro e representante da cidade para os principais eventos futebolísticos da cidade, do estado e do Brasil. O campo é oficial como determina a FIFA, tendo capacidade para 15 mil pessoas.

O estádio Arthur Marinho foi inaugurado em 4 de julho de 1941. Em 1961 recebeu as torres de iluminação. Reforma realizada em 1964 construiu arquibancadas de concreto – no lado das cabines de imprensa – para substituir as de madeira, que existiam no local. A última grande intervenção aconteceu em 1981, quando foram construídos túneis, vestiários e o segundo lance de arquibancadas.

Mascote

Galo Carijó

Site

http://www.corumbaense.com.br/ - em construção

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ideal Esporte Clube

O ano de 1970 marcou a única participação do Ideal Esporte Clube da cidade de Santo Amaro na primeira divisão do campeonato baiano. Nos 3 anos anteriores tentou a sorte na 2ª Divisão, em 1967 não conseguiu o acesso, em 1968 esteve perto com o vice-campeonato, mas em 1969 devido ao acesso de cinco clubes o Ideal foi junto para a elite.

Na estréia da 1ª divisão assombrou o estado ao vencer o Bahia por 1 a 0 e depois bater o Vitória por 2 a 1. Porém os outros resultados foram desastrosos como em derrotas por 7 a 0 e 5 a 1 para o Fluminense de Feira. Dentre 16 clubes ficou na zona de rebaixamento ao final do campeonato e deu adeus para nunca mais retornar. Em 1971 sequer entrou na 2ª Divisão e sumiu para sempre. Poucos anos depois surgiu o Botafogo de Santo Amaro que obteve o título da segundona em 81, assim como o Ideal ficou um ano e foi rebaixado, mas o Botafogo não obteve sucesso contra a dupla Ba-Vi. Em 1985 venceu o 2º turno da 2ª divisão, porém na final do campeonato perdeu em casa por 4 a 1 para o Galícia e abandonou o futebol. Apesar de ter uma história mais rica, mais longa e ainda ser filiado a FBF (o Ideal foi desfiliado a muitos anos) o Botafogo ainda vive na sombra da lembrança do Ideal, o time que mais marcou a cidade de Caetano Veloso e Maria Betânia.

fonte: http://segunda-ba.blogspot.com/

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Clube Sociedade Esportiva

O CSE foi fundado em 21 de junho de 1947. Possuiu uma grande equipe na época do amadorismo, sendo difícil de ser batido em Palmeira dos Índios. Criou uma grande rivalidade com o ASA de Arapiraca no interior do Estado.

A partir do ano de 1966 a disputar o Campeonato Alagoano da divisão principal. Na estréia na competição, empatou em zero a zero com o CSA no Mutange. Em 1977, o CSE decidia pela primeira vez o título do campeonato com o CRB, hove um jogo extra e o título acabou nas mãos do time da capital. No ano de 1987, um novo encontro das duas equipes e novamenmte o CRB leva a melhor.

No dia 7 de maio de 1997, o CSE mudou de nome: de Centro Social Esportivo, passou a se chamar Clube Sociedade Esportiva. A medida foi tomada pelos dirigentes para livrar o clube das dívidas que tinha com o INSS e outros credores. Inclusive o Juca Sampaio foi doado à Prefeitura de Palmeira dos Índios para que não fosse confiscado.

Em 2002, o CSE voltou à divisão especial. E como o número 7 parece ser místico na vida do CSE, após uma má campanha no estadual de 2007, o tricolor palmeirense foi rebaixado para a Segunda Divisão do futebol alagoano.

Títulos

Campeonato Alagoano - 2ª Divisão: 2002.

Estádio


Juca Sampaio com capacidade para 8000 pessoas.









Mascote



O mascote é o Índio Xucuru.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Associação Atlética Portuguesa

A fundação da A.A.Portuguesa deve-se à uma feliz iniciativa dos Srs. Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, estabelecidos com o comércio de sacos vazios e usados. Convidando todos os seus colegas e empregados do mesmo ramo, fizeram uma excursão à cidade de Santos, estado de São Paulo, a fim de, com colegas do mesmo ramo naquela cidade, disputarem, num campo de futebol, o valor de duas equipes com as seguintes denominações: Cascões: Representantes (saqueiros) da Cidade do Rio de Janeiro e Cascas: Representantes (saqueiros) da Cidade de Santos.

Assim, justos e contratados, seguiram, devidamente uniformizados para o campo da "Associação Atlética Portuguesa" verificando-se que envergava a camisa da Associação Atlética Portuguesa Santista, o conjunto representativo do Rio de Janeiro. Desenvolvendo-se, admiravelmente de baixo de grande entusiasmo o encontro amigável. Foi juiz da partida, um diretor da Associação Atlética Portuguesa Santista, Sr. Santos Martins. O jogo terminou empatado em 1x1.

De regresso no dia imediato, era tanto o entusiasmo, que se principiou a formar palpites sobre uma organização capaz de receber ainda em condições no ano seguinte, uma embaixada em igualdade de condições a esta e procedente daquela cidade de Santos.

Assim, foi que em 17 DE DEZEMBRO DE 1924, se reuniu à Rua General Pedra, 207, casa esta do Sr. Luiz Souza Gomes, um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados, para em conjunto decidirem sobre a função de um clube e o seu respectivo nome.

Estando presente 30 iniciadores, às 20:30 do dia 17 DE DEZEMBRO DE 1924, o SR. Antônio Gomes Teixeira, um dos mais influentes, abre a sessão e convida para presidir os trabalhos, o Sr. Luiz Souza Gomes, e este, depois de aceitar, convida por sua vez, para secretariar a mesa, os Srs. Adriano Faria e Constantino Gonçalves.

Pelo Sr. Antônio Gomes Teixeira, foi proposto aos representantes que o clube em fundação deveria ter o nome de Associação Atlética Portuguesa, depois de alguns minutos em que ninguém ousou propor outro nome, decide-se por unanimidade de votos, criar o clube com o nome de: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA, sob uma calorosa salva de Palmas.

Na volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Portanto, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Souza Gomes e um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados propuseram a criação de um clube também chamado Associação Atlética Portuguesa.

A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais, pois em 1956 fez uma excursão para a União Soviética, onde enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Club Atlético de Madrid por 2 a 1, em Madrid. Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 3 vezes (1996, 2000 e 2003).

Hino

Salve salva a Portuguesa,
Com certeza,
Portuguesa Carioca
Me fascina, me domina
No peito se coloca,
O rubro verde é minha sina
O rubro verde é minha sina
Quero torcer, torcer
Por este clube quero ver vencer
Vencer, vencer com galhardia,
perder, perder com fidalguia,
Assim conta a sua história,
Não é só com a vitória que vem a satisfação,
Encara a brava raça lusitana,
Portuguesa soberana,
Do meu coração

Estádio

O Estádio Luso-Brasileiro é um estádio de futebol brasileiro pertencente a Portuguesa-RJ, localizado na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro.

O estádio foi inaugurado em 2 de outubro de 1965, na partida Portuguesa 0x2 Vasco, com um público de 8.565 pagantes. Os dois gols do Vasco foram marcados pelo atacante Zezinho, que curiosamente jogava antes na Portuguesa, sendo o primeiro um gol olímpico, talvez ajudado pelo vento que faz o estádio da Lusa ser conhecido como o "Estádio dos Ventos Uivantes".

Antes de se tornar estádio de futebol, o local abrigava o Jockey Club da Guanabara. A arquibancada principal, com sua imponente marquise, ainda é a original dos tempos em que o local sediava provas de turfe.

O Luso-Brasileiro viveu seu momento mais marcante no ano de 2005, quando uma parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, o Clube de Regatas do Flamengo e a Petrobrás colocaram estruturas metálicas tubulares em todo o trecho disponível do estádio, elevando sua capacidade para 30 mil torcedores, na disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, uma vez que o Estádio do Maracanã encontrava-se interditado para reformas visando aos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 e o Estádio Caio Martins desativado pela diretoria botafoguense.

Durante aquele tempo, o estádio foi denominado Arena Petrobras, a partir do direito de naming right. Nele foram instaladas arquibancadas tubulares e suas dependências foram reformadas, tudo numa iniciativa da Petrobras e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. As arquibancadas chegaram a ter capacidade para 30.000 pessoas.

Mascote

Zebra





Site

http://www.portuguesacarioca.com.br/ - fora do ar

terça-feira, 7 de abril de 2009

Araxá Esporte Clube

O Araxá Esporte Clube foi fundado em 20 de setembro de 1958 e nasceu com o objetivo de representar a cidade de Araxá entre os clubes profissionais do futebol mineiro. O primeira disputa do Campeonato Mineiro de Futebol foi em 1965, sagrando-se campeão pela primeira vez, dois anos mais tarde, em 1967.

Desde então, o clube somou várias vitórias e a paixão pelo time alvinegro da “terra de Beja” ganhou muitos torcedores e hoje é tetracampeão da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro de Futebol.

Quando fundado, as cores escolhidas para a equipe do Araxá Esporte, foram o preto e branco, nascendo assim, o “alvinegro mais querido!



A primeira camisa do Araxá Esporte Clube tinha em seu design os formatos quadriculados. Mais tarde esse design foi modificado por uma camisa com listras verticais mantendo as cores alvinegras.


Os Títulos

A equipe alvinegra da “terra de Beja” participou com destaque do Campeonato Mineiro de Futebol entre os anos de 1965 e 1980. O Araxá Esporte foi quatro vezes Campeão Mineiro da Segunda Divisão. O time araxaense levantou a taça de primeiro colocado nos anos de 1967, 1977, 1990 e 2007, chegando ao Tetra Campeonato Mineiro.

Cronologia dos títulos

1967 - O Araxá Esporte foi campeão ao vencer a Usipa de Ipatinga na grande final com um gol de pênalti do zagueiro Ganso, o placar do jogo no Estádio Fausto Alvim foi 2 a 1 para o alvinegro.

1977 – A grande final foi contra o Fluminense de Araguari onde um gol de Felpa, em grande jogada do meiocampista Manga, deu o título ao Araxá Esporte o com placar do jogo no Estádio Uberabão de 1 a 0.

1990 – Vitória do Araxá Esporte em cima do Clube Atlético Patrocinense de Patrocínio na grande final com um gol de Ricardo Coração de Leão sendo o placar do jogo no Estádio Fausto Alvim foi 1 a 0 para o alvinegro.

2007 – Desta vez o jogo foi contra o Esporte Clube Itaúna de Itaúna em uma grande final no Estádio Fausto Alvim, onde o único gol da partida do atacante Yan, deu o título de Campeão de 2007 para o Araxá Esporte.

A equipe que conquistou o primeiro título para o Araxá Esporte em 1967 tinha como formação base: Gutemberg, Délcio, Ganso, Santos e Cariri; Franklin e Agnaldo; Vítor, Germano, Nato e Geraldino. O técnico era Amilton Frad.

A formação da equipe que conquistou o mais recente título para o Araxá Esporte em 2007 foi: Fernando, Edinho, André Alves, Odair e Ivan; Cafu, Indinho, Dedé e Rogério Sá, Yan e Euller. O técnico foi Luís Eduardo.

Estádio

O Estádio Municipal Fausto Alvim foi inaugurado em 1943 pelo então prefeito Fausto Alvim o qual deu seu nome ao local.

O “Majestoso da Avenida Imbiara” como é carinhosamente conhecido por seu público, o Estádio Fausto Alvim é considerado um dos melhores o interior de Minas e está em local privilegiado da cidade,sendo de fácil acesso.


O estádio municipal recebeu o seu primeiro sistema de iluminação em 1967, através do prefeito Paulo Márcio Ferreira. A construção das arquibancadas cobertas assim como da ampliação das descobertas foi obra executada em 1981 pelo prefeito da época Aracely de Paula.

Com capacidade para receber até 8 mil torcedores, o estádio tem um gramado com dimensões oficiais que medem 70m X 105m.

Hino

Rangel Drummond Afonso Ribeiro
Salve o alvi-negro
O mais querido do interior

Em todas as partidas
mostra sua garra e o seu valor
Ganso forte e genial


Em campo toca e controla a bola

A sua raça engrandece a nossa história
Cantando e vivendo sua glória

Araxá Esporte Clube

Balança coração

Em todas as jornadas

Bate forte a emoção

No pavilhão as cores "da glória"
O vento faz tremular
A flâmula alvi-negra
Do mais querido de Araxá


Vai em busca da vitória

Com toda garra de campeão
Mostrando com amor à camisa

Vai mantendo sempre sua tradição


Araxá Esporte Clube

Balança coração
Em todas as jornadas

Bate forte a emoção


Mascote – Ganso



A partir de 1967, após a conquista do primeiro título da história do Araxá Esporte Clube o time ganhou um mascote, o Ganso.

Assim como o Atlético Mineiro já tinha como mascote o Galo, o Cruzeiro tinha na raposa o seu símbolo e o América o Coelho, o cartunista Mangabeira do Jornal Estado de Minas criou o Ganso para simbolizar o Araxá Esporte Clube.

Na época Mangabeira afirmou que se inspirou no apelido do zagueiro Nilton Germano da Silva que cobrou o pênalti e marcou o gol que deu o primeiro título de Campeão Mineiro para o Araxá Esporte Clube.

Nilton era conhecido como Ganso e desde então o “alvinegro mais querido” passou a ter a figura deste animal como o seu mascote oficial.


Site
http://www.araxaesporteclube.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Auto Esporte Clube

Era fundado em 01 de maio de 1951 na cidade de Teresina, por motoristas autônomos da capital piauiense, o AUTO ESPORTE CLUBE, que adotou o verde e branco como cores oficiais.

Logo no ano seguinte a equipe filiou-se a Federação Piauiense de Futebol e começou a disputar o campeonato estadual. Foi participante deste campeonato de 1952 até 1994, não participando apenas nos anos de 1965, 1977, 1978 e 1993. Passando por dificuldades financeiras, o clube retirou-se do futebol profissional e atualmente encontra-se licenciado, sem perspectivias de voltar ao futebol.

O ano de maior glória do alviverde, foi a conquista do título piauiense de 1983, que deu-lhe a chance de disputar o campeonato brasileiro no ano seguinte.

Títulos

Campeonato Piauiense: 1983.
Campeonato Piauiense da Segunda Divisão: 2 vezes (1966 e 1978).

Estádio

O Estádio Municipal Lindolfo Monteiro, também conhecido por Lindolfinho, foi inaugurado no ano de 1944. De lá para cá, o estádio passou apenas por duas reformas em 1964 e em 2008. Com as reformas, o estádio ganhou 1868 assentos plásticos nas arquibancadas, além de 768 cadeiras, dentro dos padrões dos melhores estádios brasileiros. Um placar eletrônico de 15 metros quadrados também foi instalado no estádio que passou a oferecer boas acomodações para 6.000 torcedores. Neste estádio ocorreu um dos maiores jogos do piauí.Foi o jogo entre River-PI 2x2 Botafogo-RJ composto por Garrincha e Cia que era um time forte com experiência do título mundial de 1958 com a seleção brasileira.

domingo, 5 de abril de 2009

Auto Esporte Clube

O Auto Esporte Clube foi fundado no dia 7 de Setembro de 1936, por um grupo de motoristas de praça na cidade de João Pessoa na Paraíba.

Em 1939, o Auto Esporte sagrou-se Campeão Paraibano invicto, pelo campeonato organizado pela LDP (Liga Desportiva Paraibana). No primeiro compromisso, o Auto Esporte venceu ao Treze por 3x2; em seguida derrotou o Esporte Clube União por 2x1; Palmeiras por 2x1, para, 8 dias depois, empatar em 1x1 como Botafogo e, finalmente, encerrar a temporada, aplicando a goleada de 7x1 ao Filipéia. Quadro campeão, com os jogadores que revezaram durante a temporada: Terceiro (Lins), Biu (Lucena), Zé Novo, Henrique, Gerson, Aluízio, Neco de Cabedelo e Formiga (Pé de Aço); Pitôta, Pedrinho e Misael.

O Campeonato Estadual de 1956, conquistado pelo Auto Esporte, só foi decidido dois anos depois, numa série em “melhor de três”, entre Auto e Botafogo. O alvirrubro venceu o primeiro jogo pelo escore de 2x1, no Estádio Olímpico. O placar foi inaugurado aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio de China, marcando para o Auto Esporte. Pedro Negrinho empatou aos 36 ainda na fase inicial. No segundo tempo coube a Delgado marcar a tento que deu a primeira vitória ao quadro automobilista.

Na semana seguinte, foi decidido o campeonato com o Auto vencendo mais uma vez por 2x1, escore que lhe deu o título de Campeão Paraibano de 1956, com a seguinte equipe: Freire, Calado e Lucas; Xavier, Américo e Croinha; Pitada, China, Delgado, Massangana e Alfredinho.

No dia 21 de dezembro de 1958, no Estádio Leonardo da Silveira, Auto Esporte e Íbis se empenharam na luta pelo título estadual, que acabou sendo conquistado pelo quadro automobilista pelo placar de 3x1, marcando para os vencedores Piau (2) e Alfredinho, cabendo a Moacir descontar para o Íbis. O time campeão atuou com: Agostinho; Wilson e Américo; Élcio, Joca e Croinha; Tito, China, Macau, Alfredinho e Piau.

Em 2 de novembro de 1987, perante um público de 15 mil espectadores, o Auto Esporte conseguiu, ao empatar com o Botafogo, quebrar um tabu que já vinha durando 29 anos sem conquistas do Campeonato Paraibano. O árbitro deste jogo foi José de Assis Aragão, que pertencia à Federação Paulista de Futebol e deixou de validar um gol do Botafogo, marcado pelo lateral-direito Santana Filho, quando o jogo estava zero a zero. Os assistentes foram José do Egito e Marcos Nunes Teobaldo, ambos da Paraíba.

Para desespero da torcida motorizada, o Botafogo partiu na frente. Mas o Auto Esporte teve forças para empatar com Bona, aos 44 minutos da etapa final. A equipe esteve formada assim: Adailton; Walter, Neurilene, Marconi e Carlito; Farias, Dagoberto (Dentinho) e Tola; Zé Carlos, Isaias e Anchieta (Bona). O Auto Esporte, na ocasião era treinado por Victor Hugo e presidido por João Máximo Malheiros.

Durante o Campeonato Paraibano de 1990, era inegável que, mesmo antes de terminar o campeonato, o Auto tinha o melhor time. A confiança excessiva da torcida e da diretoria, acabou provocando um clima de guerra para o jogo contra o seu principal rival. O Botafogo bem que tentou dificultar os passos do quadro volante. Porém, isso nada valeu, pois Neto Surubim recebeu uma bola cruzada e bateu forte para o gol, sem chances de defesa para o goleiro Marola, do Botafogo. O 1 a 0 garantiu o título ao Auto Esporte, sob comando do treinador Mineiro, com a seguinte escalação: Jorge Pinheiro; Santana, Carlinhos Paraíba, Gilvan e Mano; Farias Álvaro e Neto Surubim (Adriano); Cao (Gilmar), Isaias e Betinho.

No Estadual de 1992, os alvirrubros fizeram a festa do título em pleno Estádio “Amigão“, diante dos torcedores trezeanos, que eram a maioria. Após a derrota no tempo normal de jogo, o Auto esteve impecável taticamente na prorrogação. Mais ativo na partida, indo para o tudo ou nada, haja visto que o empate interessava unicamente ao Treze, o Auto fez o gol da vitória na prorrogação, aos 5 minutos, com Cristiano marcando o tento alvirrubro. O Auto Esporte jogou com: Zenóbio; Gilmar (Cao), Salerno, Carlinhos Paraíba e Adriano; Deoclécio, Nilo e Betinho; Walber (Everton), Isaias e Cristiano. Técnico: Carlos “Carlão”. Ainda neste mesmo ano, o Auto Esporte terminou na terceira colocação do Campeonato Brasileiro da Série C.

O Auto Esporte é o único clube paraibano a fazer excursão à Europa, em 1999. Em 2004, o Auto Esporte foi rebaixado para a Segunda Divisão paraibana, retornando, no ano de 2006, à elite do futebol paraibano. Rebaixado novamente em 2007, permanece na 2ªdivisão.

Títulos

Campeonato Paraibano: 6 vezes (1939, 1956, 1958, 1987, 1990 e 1992).

Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2006.

Estádio

Seu estádio é o Estádio Evandro Lélis, mais conhecido como "Mangabeirão", por ser localizado no bairro de Mangabeira, ou Colosso Alvi Rubro. Capacidade: 3.000

Inauguração: 3 de setembro de 2005 - Auto Esporte 1x2 Desportiva Guarabira

Hino

Agitam-se bandeiras no estádio a explodir
Porque o auto Esporte de repente vai surgir
A multidão exulta a cada instante
Esperando confiante, a vitória conseguir.

A luta contra tudo e contra todos começou
E o Auto Esporte vai mostrar o seu valor
Sem ódio e sem rancor
Sem nada a temer
Sabendo que a disputa é pra valer
Um brado então se ouviu
Em todas os rincões
Incendiando os nossos corações

DA-LHE AUTO
DA-LHE AUTO
OLÊ! OLÊ! OLÊ!
Se competir é importante como dizem
Ao Auto Esporte bem melhor será vencer! (Bis)


Mascote

sábado, 4 de abril de 2009

Guarany Futebol Clube

O Guarany foi fundado no dia 19 de abril de 1907, por onze pessoas na Praça de Matriz. Seus fundadores foram: João Guttemberg Maciel, Viriato Bicca Nunes, Cervantes Perez, Secundino Maciel, Francisco Sá Antunes, Manoel Berruti, Carlos Martins Peixoto, Lucidio Garrastazu Gontan, Carlos Garrastazu e Gonzalo Perez. Foi sugerido à nova agremiação o nome de "Internacional", prevalecendo, entretanto, Guarany.

As primeiras camisetas utilizadas pelo Guarany pertenciam ao Nacional de Montevidéu, trazidas pelo fundador alvirrubro Carlos Garrastazu, que havia atuado pelo clube uruguaio.

A grande maioria dos títulos do Guarany é municipal. A cidade de Bagé possuía um torneio anual, em que o único clube que era realmente páreo para esta equipe era o Grêmio Bagé, principal rival ao alvirrubro. Mas uma das maiores glórias da história do time do interior não demoraria a vir.

Grêmio e Internacional são, notoriamente, as maiores forças do Rio Grande do Sul quando se trata de futebol. O Juventude surge como a terceira potência estadual. No interior, a equipe que conseguiu mais destaque no decorrer dos anos foi o Guarany. Em 1920, o time de Bagé conquistou seu primeiro Campeonato Gaúcho, algo considerado um grande feito em um cenário dominado pelos poderosos clubes da capital.

Em 1926, o Guarany conseguiu ir à final do Gaúcho, mas terminou vice-campeão. O feito se repetiu três anos depois com um novo segundo lugar na competição estadual. Depois, segui com suas conquistas municipais e sem grande destaque no cenário regional até 1938, quando se sagrou campeão do Campeonato Gaúcho, seu segundo grande título da história.

Esta foi a última vez em que o Guarany foi campeão estadual. Mas o time chegou a disputar as finais em outras oportunidades, como em 1958, por exemplo. Depois, passou um longo tempo sem grande destaque, a não ser, naturalmente, em nível municipal. No total, o Guarany venceu 21 Campeonatos da Cidade de Bagé.

Em 1999, a equipe disputou a terceira divisão do Campeonato Gaúcho e conseguiu mais um título estadual, mesmo sendo de um escalão inferior. Em 2006, conquistou a segunda divisão e o direito de participar do Campeonato Gaúcho de 2007. Estava de volta à elite depois de 25 anos. Em 2008, o time jogou a primeira divisão estadual mais uma vez. Porém, o time não foi bem e, ao lado do 15 de Novembro, foi rebaixado e terá que disputar a segunda divisão do Campeonato em 2009.

O Guarany também é conhecido por revelar jogadores que obtiveram grande destaque em equipes de maior expressão, como o tetracampeão mundial Branco, que saiu do clube para brilhar no Fluminense na década de 80. Além dele, outro jogador do time de Bagé disputou uma Copa do Mundo: trata-se de Martim Silveira, que foi ao Mundial em 1934 e em 1938.


Em 2008 ocorreu sua pior campanha em campeonatos gauchos, ganhou apenas uma partida diante do Juventude, em casa. Nas demais partidas só derrotas.

Títulos

Campeonato Gaúcho: 2 vezes (1920 e 1938).
Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 2 vezes (1969 e 2006).
Campeonato Gaúcho - 3ª Divisão: 1999.

Estádio
Image
O Estádio Antônio Magalhães Rossel, também conhecido como Estrela D'Alva, é um estádio de futebol situado na cidade de Bagé, no estado do Rio Grande do Sul, pertence ao Guarany Futebol Clube e tem capacidade para 10.000 pessoas.

Hino

     Nós somos os gigantes operários    Do trabalho, do amor e liberdade;    Das modernas idéias emissários;    Pois somos o porvir, a mocidade!

Eia, amigos sempre avantes Da honradez vamos na trilha Arrojados caminhantes Para nos a glória brilha!

Repousa a força em nós, - somos o dia É dos povos manha ridenta em luz; E buscamos na luta na porfia A senda que o futuro nos conduz. CORO Estendemos a mão se o fraco tomba; D'imbella invalidez nós temos dó; Mas se o forte, soberbo de nós zomba Ilade a fronte dobrar, morder o pó. Caminhamos dos povos na vanguarda Levando os oprimidos - redenção Generosa nobreza em nós se guarda Em escrínio sem par, - o coração.
Site
http://www.guaranyfutebolclube.com.br

sexta-feira, 3 de abril de 2009

São Bernardo Futebol Clube

Fundado em 20 de dezembro de 2004, o São Bernardo Futebol Clube recebeu este nome como homenagem à cidade de São Bernardo do Campo, na região do Grande ABC. Em pouco tempo de existência, o time teve uma ascensão rápida no cenário do futebol estadual. Entretanto, apenas no ano seguinte a equipe deu início aos treinamentos para a disputa dos campeonatos profissionais.

Em 23 de março, no estádio Municipal de Suzano, em Suzano, a equipe realizou seu primeiro amistoso, contra o ECUS, e o jogo terminou em 2 a 0 para a equipe visitante. Depois de pouco mais de uma semana, no dia 04 de abril de 2005, o clube confirmou sua participação no Campeonato Paulista da Segunda Divisão e foi nesta competição que o “Tigre do ABC” realizou sua primeira partida oficial.

A estréia foi no dia 16 de abril, contra o AD Guarujá, no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo, e o resultado o empate por 1 a 1. Durante o campeonato, o São Bernardo se destacou e, embora o sonho do título não tenha se realizado, a equipe terminou a competição em terceiro lugar e garantiu o acesso à Série A3 em seu primeiro ano como profissional.

Em 2006, a equipe fez uma campanha impecável na primeira fase da Série A3 do estadual, classificando-se na primeira posição, com 36 pontos conquistados. Entretanto, na segunda fase, a equipe não repetiu o desempenho e acabou na oitava colocação.

No segundo semestre do mesmo ano, disputou a Copa Federação Paulista de Futebol e conseguiu um bom desempenho, evoluindo fase a fase na competição. Eliminou equipes como Juventus e União São João, mas na semifinal foi derrotado pela Ferroviária, a campeã da competição.

No ano de 2007, a equipe conseguiu, mais uma vez, classificar-se para a segunda fase da competição, mas não com a mesma facilidade, já que passou de fase na sexta posição. Porém, assim como no ano anterior, ficou a um passo do acesso.


No ano de 2008, foi vice-campeão e conseguiu um novo acesso para disputar a série A2 do Campeonato Paulista em 2009. Em 2009, o São Bernardo vai lutar com todas as forças para conseguir o acesso inédito para a primeira divisão estadual.


Estádio

O Estádio Municipal Primeiro de Maio localiza-se no centro de São Bernardo do Campo, na região do ABC, no Estado de São Paulo. É usado por dois clubes profissionais de futebol: o Palestra de São Bernardo (PSB), fundado em 1935, e que disputa a Série A-2 do Campeonato Paulista, e o São Bernardo Futebol Clube, fundado em 20 de dezembro de 2004, que disputará a Série A-2 do mesmo campeonato em 2009.

Como o São Bernardo FC conquistou o vice-campeonato da Série A-3 do Campeonato Paulista, a prefeitura se viu obrigada a expandir o estádio, visando melhores estruturas no estádio, instalando iluminação e expandindo a arquibancada. Este estádio ficou notoriamente conhecido pelas greves dos trabalhadores que reinvindicaram melhores salários na década de 80.

Assim, o estádio Primeiro de Maio terá de ter, no mínimo, 15.000 lugares. Hoje existe um projeto para expandir a arquibancada, e assim, o estádio teria 16.000 lugares.


Hino

Nasceu para jogar e crescer
Enfrentar o adversário sem nada temer
Atravessando fronteiras
Superando barreiras

Sua meta é vencer ou vencer
A conquista sempre será visão
Para o Tigre que surgiu

Para ser campeão, a sua garra no entanto
Faz gigante no campo e torcida do adversário tremer

É show de bola é
São Bernardo chegou
Uma alegria quando grita-se gol
Um futebol de ataque o forte do ABC

É São Bernardo é vencer ou vencer


Mascote


Se o clube mais antigo da região, o Esporte Clube São Bernardo tinha como mascote o cão com o nome da cidade, o São Bernardo Futebol Clube, criado há apenas dois anos, resolveu adotar uma mascote muito mais valente e feroz. O Tigre de São Bernardo nasceu forte, no final de 2004, com os mesmos instintos do animal que carrega como mascote.





Site
http://www.saobernardofc.com.br/

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Esporte Clube Próspera

O Esporte Clube foi fundado em 29 de março de 1946, por trabalhadores da Mina Carbonífera Próspera de Criciúma. A idéia de formar um time de futebol para participar dos Campeonatos Regionais da Região Carbonífera, mais especificamente o da LARM - Liga Atlética da Região Mineira -, surgiu do mineiro Helói Rodrigues dos Santos, popular Léle, depois goleiro do clube. Seu Edi Tasca, que na época era secretário da carbonífera e depois vestiu a camisa do time, foi quem rascunhou a ata de fundação do Esporte Clube Próspera. O clube vinha disputando torneios regularmente até a década de 90, quando depois de rebaixado passou alguns anos com o profissional inativo.

Em 1995, quando o Esporte Clube Próspera deixava a Segunda Divisão do futebol catarinense seus torcedores não esperavam que o time pudesse vir a dar alegrias. Em 1999 o Próspera iniciou uma nova fase em sua história: a de uma empresa lucrativa. A idéia dos empresários é descobrir novos talentos, jovens estrelas que vão ser lapidadas no clube e vendidas por preços elevados.

Em 2001, participou mais uma vez da disputada Segunda Divisão Catarinense. A equipe é conhecida como o "Time da Raça" e tem seu maior clássico contra o Criciúma Esporte Clube, time da mesma cidade. Em 2006 as duas equipes se enfrentaram pelo Campeonato Catarinense da Divisão Especial. Em 2007 ambos participaram da elite do futebol Catarinense, com participações bem distintas. O Criciúma liderou grande parte do Campeonato, já o Próspera, amargou a lanterna durante quase todo o 1º Turno. Quando iniciou a reação, a equipe foi punida por 6 pontos, devido a escalação de um jogador irregular, fato que consolidou o rebaixamento à Divisão Especial do mesmo ano, na qual teve uma modesta participação, ficando atrás do Joinville e da Camboriuense, tendo que disputar a Divisão de Acesso.

O Esporte Clube Próspera volta a fazer parte do cenário do futebol da cidade com o início das competições no dia 13 de junho, quando enfrenta a equipe do Videira, pela Divisão Especial do Campeonato Catarinense.

Estádio

Engenheiro Mário Balsini

Mascote

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Roma Esporte Apucarana

A equipe do Roma foi fundada no dia 6 de Dezembro de 2000 em Barueri, São Paulo, com os investimentos da empresa Roma Incorporadora através da iniciativa do empresário João Wilson Antonini.

Em sua primeira competição, o time de Barueri conquistou o vice-campeonato Sub-20 da Segunda Divisão em 2000, e na sua primeira Copa São Paulo de Futebol júnior foi campeão.

Logo após a obtenção do título, o Roma transferiu sua equipe futebol para Apucarana, norte do Paraná, para a disputa da Terceira Divisão Estadual no ano de 2001. Foi estabelecida uma parceria com a prefeitura da cidade e a equipe foi montada com uma boa parte dos juniores campeões da Copa São Paulo, obtendo neste ano a vaga para a Segunda Divisão.

No ano de 2002, realizou boa campanha na divisão de acesso do Campeonato Paranaense e conquistou a quarta vaga para a Série Ouro. No ano seguinte, 2003, estreou na 1ª Divisão do Futebol Paranaense se destacando logo no primeiro jogo contra o Paraná Clube vencendo o time da capital por 3 x 1. No entanto, naquele ano conquistou somente o 11º lugar, atendendo as expectativas iniciais de não ser rebaixado.

Observa-se que em poucos anos a Roma apresentou significativa evolução alcançando a primeira divisão do Paranaense. Sendo que, nos dois anos seguintes (2004 e 2005), o time de Apucarana se classificou entre as oito melhores equipes do estado. Com destaque ao ano de 2005, chamando a atenção pelas três vitórias sobre as equipes da capital: vencendo o Paraná Clube duas vezes (1 x 0 e 3 x 1) e o Coritiba, uma (1 x 0) . Nesta temporada, a equipe revelou o atacante Caetano, despertando o interesse do Atlético Paranaense que contratou o jogador.

Em 2006, o Roma não foi além da primeira fase no Campeonato Paranaense, todavia, terminou o ano com expressivos resultados em vista da boa administração e organização da equipe no segundo semestre. Resultando na maior conquista da equipe, o título da Copa dos 100 Anos do Futebol Paranaense, que deu o direito aos Roma de Apucarana participar do Campeonato Brasileiro Série C de 2007 e da Copa do Brasil de 2008, ocasionando grande repercussão em todo Estado dando imensa alegria aos dirigentes, jogadores e torcedores de Apucarana.

No ano, 2007, a equipe não conseguiu repetir a ótima campanha da Copa dos 100 anos no Campeonato Paranaense Série Ouro, e o Roma acabou sofrendo o rebaixamento. Contudo, em sua primeira participação nacional disputando o Campeonato Brasileiro da série C, o Roma apresentou uma boa campanha com destaque à vitória fora de casa sobre o Atlético Paranavaí atual Campeão Paranaense por 4 x 1, não sofrendo nenhuma derrota obtendo a classificação na primeira fase como 1º lugar do grupo. Já na segunda fase a classificação para a terceira escapou por pouco, se classificando em terceiro lugar do grupo com o mesmo número de pontos, porém com menor saldo de gols que o Bragantino-SP, segundo colocado. Terminado sua participação na 17º. colocação na classificação geral dentre os 64 participantes.

Em 2008 participou da Copa do Brasil sendo eliminado na 1ª. Fase pelo Volta Redonda do Rio de Janeiro. Participou do Campeonato Paranaense série Prata, no entanto, não conseguiu ascender para a Série Ouro, obtendo a 5ª. Colocação. Participou com sua equipe de juniores da 49ª. Copa Tribuna do Paraná com excelente participação revelando os jogadores para a equipe profissional e outras equipes brasileiras.

Títulos

Vice-Campeonato Paranaense Série Prata: 2002.

Copa dos 100 Anos da FPF: 2006.

Estádio

Bom Jesus da Lapa
Capacidade: 15 mil lugares


Site
http://www.romaesporteapucarana.com.br

terça-feira, 31 de março de 2009

Sumaré Atlético Clube

De 1977 a 1982, o Esporte Clube Sumaré representou a cidade nos campeonatos profissionais organizados pela Federação Paulista de Futebol. Porém, sua breve existência deixou um vazio na cidade, habituada a contar com times competitivos, principalmente nas categorias amadoras.

Somente em 2001, o município voltou a ser representado. A Ponte Preta procurou uma sede para mandar seus jogos com a equipe B e encontrou na prefeitura de Sumaré um parceiro perfeito, nascendo a Ponte Preta Sumaré Futebol Clube. Com esse nome, foi vice-campeão da Série B3 em 2002, conquistando o acesso à Série B2 do ano seguinte.
Porém, com o final do acordo entre o clube campineiro e a cidade, o time deixou de existir e, assim, o município não teve qualquer representante no ano de 2003.
Nos anos de 2004 e 2005, um clube voltou a ostentar o nome da cidade. O Clube Atlético Guarani Sumareense, uma tradicional equipe amadora de Sumaré, se profissionalizou para disputar o Campeonato Paulista, mas novamente teve vida curta, participando de apenas duas edições do estadual, sem grande sucesso.

Finalmente, no dia 09 de dezembro de 2005, nasceu o Sumaré Atlético Clube, com a missão de representar o futebol da cidade e com um nome que fosse representativo ao município. No ano seguinte, disputou pela primeira vez uma competição da Federação Paulista de Futebol, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, competição que também esteve inscrito em 2007.
Em 2009, o time vai para sua quarta disputa do Campeonato Paulista da Série B, querendo apagar a péssima campanha de 2008, quando time marcou apenas 1 ponto na competição. A equipe só não foi a de pior campanha pois União Suzano, Flamengo (Pirajuí) e Comercial de Registro foram punidos pela Federação e terminaram o torneio com pontuação negativa. Apesar da má campanha, 18 atletas permanecem no elenco para esse ano. Como todo time considerado pequeno do estado, o clube busca parcerias para levantar fundos para contratar jogadores mais experientes. O time será mais uma vez comandado pelo técnico Adriano Góes, conhecido como Tuca, que dirigiu o time sub20 no Campeonato Paulista da categoria. A estréia será no dia 19 de abril, fora de casa, contra o Guaçuano.

Estádio


Capacidade
5.007 lugares
*A capacidade do estádio rege conforme liberação dos órgãos de segurança

Inauguração 31/03/1976

Primeiro Jogo Seleção de Sumaré 1 x 2 Azes do Passado.

Mascote

Para representar sua mascote foi escolhida a figura do Cavalo, por sua força e beleza e por ser um dos grandes componentes da economia da região.


Site
http://www.sumareatleticoclube.com.br