domingo, 22 de março de 2009

Frigorífico Atlético Clube

O clube foi fundado em 7 de setembro de 1917 por funcionários da Brazilian Meat Company. A origem do nome está ligada ao surgimento do Frigorífico Anglo que, por sua vez, tem ligação com o ciclo do gado e com a Companhia Paulista de Estradas-de-Ferro. Em 1909 teve início a sua construção, sendo inaugurado em 1913, com a denominação de Cia. Frigorífica e Pastoril. A companhia inglesa West Smithfeld, empresa de sucesso no ramo de carnes, comprou uma antiga cervejaria situada na cidade, transformando-se em Matadouro Frigorífico, constituindo-se a mencionada Brazilian Meat Company.

O primeiro jogo da história do Frigorífico foi realizado a 7 de setembro de 1919 entre os dois quadros do clube, com a finalidade de inaugurar o campo de futebol da Vila Vestey e apresentar a banda de música recém-organizada. Embora a prática do futebol fosse uma atividade sazonal, limitada na época à chamada estação esportiva, o clube desenvolveu uma intensa atuação, chegando mesmo a ser considerado o melhor time do Estado, em virtude de uma série de 27 partidas invictas, só interrompida pelo Fluminense FC, em 1921, com a sua equipe integrada pela maioria dos jogadores que haviam levantado o tricampeonato carioca em 1919.

A realização deste encontro histórico foi uma iniciativa de Henry Welfare, da “Brazilian Meat Co. ” (a razão social °S. A. Frigorífico Anglo (só seria adotada no ano de 1941), e grande jogador do tricolor carioca, do qual foi um dos grandes goleadores. Welfare, que depois se transferiu para o Vasco da Gama, também atuou várias vezes pelo Frigorífico. O Fluminense foi calorosamente recebido com a realização de um banquete na plataforma de embarques do matadouro-frigorífico e o oferecimento de um cartão de prata alusivo à visita, momentos antes do jogo.
O jogo terminou com a vitória do Fluminense por 2x1, e se constituiu num grande evento social e esportivo. Infelizmente, as fotografias que registravam este acontecimento encontravam-se afixadas no vestiário do estádio da Vila Vestey e foram destruídas pela grande enchente de 1945, que danificou enormemente as dependências do clube.


Vista da arquibancada do estádio da vila Vestey no dia do jogo com o Fluminense FC, do
Rio de Janeiro, em 1921.

No dia 18 de abril de 1940, por iniciativa do Prefeito Paulo Fernandes, que já no dia 10 de março havia promovido a realização do “Torneio do Cinqüentenário”, reunindo todos os clubes do municipio, e que foi vencido pelo Central, era fundada a Liga Atlética de Barra do Piraí, que mais tarde passou a se denominar Liga Desportiva de Barra do Piraí, tendo como fundadores os clubes América, Brasil, Central, Fábrica, Frigorífico, Itacolomy (atual Cipec EC), Royal, Santana, Sublime e 1º de Maio.

A fantástica Máquina de fazer gols

78 gols em 18 partidas do campeonato –média de 4,3 por jogo–, 17 vitórias e um empate. Na foto, na festa do título, uma formação que participou da grande conquista. Considerado por muitos o melhor time Frigorífico de todos os tempos e até mesmo do próprio futebol fluminense da época, na semifinal do Campeonato Estadual de Clubes Campeões de 1943, organizado pela Federação Fluminense de Desportos, empatou em Mendes por 3x3 com o Icaraí FC, de Niterói, atuando quase todo o segundo tempo com apenas 10 jogadores. No jogo de volta, no estádio Caio Martins, o Frigorífico vencia o Icaraí por 3x2 na prorrogação (2x2 no tempo normal) quando o jogo foi suspenso por causa de um conflito provocado por dirigentes e torcedores do clube local, que invadiram o gramado inconformados com o terceiro gol alvinegro. Numa decisão arbitária, claramente facciosa, o Tribunal de Justiça Desportiva da FFD deu os pontos da partida para o clube niteroiense.
Após uma jornada exuberante, que compensou todos os esforços e sacrifícios desenvolvidos, o Frigorífico conquistou o ambicionado título de campeão barrense de futebol, com a circunstância honrosa de ter sido o primeiro a conquistá-lo de forma invicta.

O Profissionalismo

Em 1952, a Federação Fluminense de Desportos deu início à implantação do profissionalismo no futebol do Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi muito discutida, pois enquanto uns entendiam que o objetivo era fortalecer o futebol fluminense, outros a denunciavam como manobra centralizadora de poder, destinada a liquidar com as ligas municipais. De qualquer maneira, como se veria pouco depois, a iniciativa - na verdade um semiprofissionalismo – foi altamente nefasta aos clubes, arrastados todos a uma falência irremediável. Além disso, a transmissão de jogos do campeonato carioca pela TV foi altamente prejudicial, pelo processo de evasão de público que provocou nas pequenas cidades. O fato é que foi criado naquele ano o Departamento Estadual de Profissionais, ao qual logo aderiram os principais clubes de Barra Mansa, Nova Iguaçu, Paracambi, Paraíba do Sul, Resende, Três Rios e Volta Redonda. De Barra do Piraí, aderiram inicialmente o Adrianino e o Central. Só em 1953, Frigorífico, Royal e 1º de Maio ingressaram no profissionalismo, juntamente com o Fluminense, de Vassouras, e os clubes de Valença.

No Estadual de 1954 a equipe ficou no grupo da 2ª Zona junto com 1° de Maio de Piraí, Adrianino de Eng° Paulo de Frontin, Brasil Industrial e Tupy de Paracambi e Central e Royal de Barra do Piraí. O alvi-negro não se classificou, passaram de fase apenas Brasil Industrial, Central e Royal
As tradições e glórias do passado do Frigorífico A. C. chegaram ao seu ponto máximo no ano de 1955, quando a equipe conquistou o título da 2ª Zona do Campeonato Fluminense (não foi título estadual, como costuma ser divulgado). O campeonato estadual foi organizado entre os campeões de Niterói, Campos e Vale do Paraíba, sendo esta última região aquela da qual fazia parte o Frigorífico. Veja abaixo a campanha vitoriosa do clube naquele ano, quando enfrentou as seguintes equipes: Coroados (Valença), Royal (Barra do Piraí), 1º de Maio (Piraí), Benfica (Valença), Valenciano (Valença), Barra Mansa (Barra Mansa), Guarani (Volta Redonda) e Comercial (Volta Redonda)

Até chegar ao título máximo, o Frigorífico jogou 19 partidas, venceu 11 (uma por Wx0), empatou 5, e perdeu apenas 4. Marcou 45 gols e sofreu 27. No jogo contra o Royal, em Barra do Piraí, Nenzinho foi autor de 3 gols que deram a vitória ao Frigorífico por 4x3, assegurando a conquista do título. Cirineu, com certeza, se inscreve na história do clube como um dos seus maiores goleadores em todos os tempos.
Mas a difícil luta pelo título de campeão não terminava aí. A apenas duas rodadas do seu encerramento o Superior Tribunal de Justiça da então CBD, determinou a inclusão do A. A. Volta Redonda e 1º. de Maio SC na competição. Essa decisão, inoportuna, com o campeonato praticamente encerrado, provocou uma crise na FFD, apoiada por todos os filiados, que se recusaram a jogar com aquele clube. Esse fato levaria a FFD a proclamar a Volta Redonda campeã, sem disputar uma única partida. Chegou a ser marcado um primeiro jogo entre Volta Redonda x 1º. de Maio, que também não se realizou em face do desinteresse do clube de Santanésia de participar da polêmica questão. O “Jornal dos Sports”, de 18/12/55, noticiava:

“O OUTRO CAMPEÃO – O Frigorífico, primeiro colocado no certame de 1955, já havia garantido o título de campeão quando surgiu o caso da inclusão da A. A. Volta Redonda no certame. Tendo se unido aos demais seis clubes que não concordavam com o ingresso do novo concorrente, o Frigorífico, campeão de direito sacrificará a conquista gloriosa mas não arreda do seu ponto de vista.

Esta solução, entretanto, não chegou a ser adotada. Reuniões foram realizadas em Barra do Piraí e Volta Redonda, além de contatos pessoais do presidente da FFD, em busca de uma fórmula de conciliação. Uma sugestão propunha que Frigorífico e Volta Redonda, que desistiria de sua reclamação, formassem um combinado para representar o Sul do Estado nas eliminatórias que apontariam o representante fluminense na Taça Brasil. Finalmente, decidiu-se pela inclusão da própria Volta Redonda no torneio que apontaria aquele representante, solucionando assim o impasse que ameaçou a própria sobrevivência do Departamento Estadual de Profissionais da FFD.
Dessa forma, os dirigentes do Frigorífico também tiveram que desenvolver um grande esforço para ratificar nos bastidores da entidade um feito glorioso que seus valorosos atletas haviam conquistado galhardamente nos campos onde se legitima os grandes e verdadeiros campeões.
A festa de entrega das faixas aos campeões foi realizada no dia 13 de dezembro, por ocasião de um amistoso contra a Seleção Carioca de Amadores (Departamento Autônomo), que se preparava para excursionar à Europa. O jogo contou com a participação de todos os jogadores que atuaram no campeonato. O resultado final foi um empate de 4x4. Os gols do Frigorífico foram marcados por Ceoca, Nenzinho, Tarrachinha e Cunha.
Na oportunidade, foi prestada uma significativa homenagem ao extraordinário craque Zé Magro, que havia encerrado sua carreira um ano antes, depois de quase 15 anos de participação decisiva na conquista de tantas vitórias e títulos que engrandeceram o clube.

Reconhecimento

O título de 1955 do Frigorífico é sim Estadual, conforme reconhecido pela FFD em 1962.
A confusão aconteceu por causa da recusa de niteroienses e campistas de disputar o campeonato fluminense organizado pelo DEP (Departamento Estadual de Profissionais) a partir de 1953, levando a FFD a reclassificar o DEP em 1954 como campeonato do Vale do Paraíba e instituir o cruzamento entre os campeões do DEP/Campos/Niterói para apontar o “verdadeiro” campeão fluminense.
Esse ato contrariou os clubes sul-fluminenses que continuaram se considerando (com apoio de parte da mídia) disputantes do verdadeiro estadual.
Apenas em 1956 a FFD instituiu de fato o campeonato de zonas, extinguindo o DEP e criando a Divisão Departamental de Profissionais (DDP), mas por vezes chamada também de Divisão Estadual de Profissionais (DEP) criando confusão pela sigla IDÊNTICA à anterior.
Após vários recursos dos clubes sul-fluminenses em 1962 a FFD voltou atrás declarando todos os campeões do DEP de 53 até o seu final (Barra Mansa, Coroados e Frigorífico) campeões fluminenses, chamando os vencedores do cruzamento DEP/Campos/Niterói de supercampeões fluminenses, ou campeões extras em algumas fontes.
Após 56, são as zonas como as conhecemos, e assim fopi até 1977 (o último campeonato da FFD - o campeonato fluminense de 78 foi organizado pela FERJ, sem zonas)…
Campeonato fluminense é essa zona mesmo… No Campeonato Estadual de 1956, o Frigorífico ficou na Zona Sul Fluminense, junto com Adrianino, Barra Mansa, Central, AA Volta Redonda, e Comercial e Guarani também de Volta Redonda. Novamente a equipe de Mendes não passou de fase. Apenas o Central se classificou.
Em 1957, denovo na Zona Sul Fluminense, o Frigorífico não conseguiu ir além jogando contra as esquipes do Adrianino, Guarani, Resende e Riachuelo de Paraíba do Sul.
Em 1959, com outra fraca campanha, a equipe ficou na 1ª, 2ª e 3ª Zonas (Zona da Baixada/Sul Fluminense) junto com Adrianino, Barbará de Barra Mansa, Nacional de Duque de Caxias, Riachuelo e São Pedro de São João de Meriti, novamente a equipe mendense não seguiu adiante.
Em 1991 a equipe conseguiu chegar a Segunda Divisão do Estadual do Rio de Janeiro, junto de equipes conhecidas com Central, Barra Mansa, Entrerriense, Serrano de Petrópolis, Flamengo de Volta Redonta, Tupy de Paracambi. Também não conseguiu grandes resultados e deixou o torneio sem brilho.
Foi a última participação da Equipe mendende em competições estaduais. Depois disso o clube literalmente afundou.

Estádio


Zé Magro

Nome Oficial: Estádio Zé Magro
Capacidade: 1.000
Endereço: Travessa Vila Wesley - Mendes-RJ
Dimensões: 103 x 55 m
Proprietário: Frigorífico Atlético Clube

Homenagem: O nome do estádio é uma homenagem a um dos maiores jogadoresdo Vale do Paraíba e que vestiu a camisa alvinegra do Frigorífico no passado.

*Infelizmente o estádio apresenta-se atualmente em estado de abandono, embora o gramado e as balizas ainda sejam mantidos com algum cuidado, assim como parte das pinturas. As arquibancadas estão em estado muito precário, bem como os bancos de reservas.



Mascote
Inspirado no argentino Lorenzo Mola, que já havia anos fazia grande sucesso no “Jornal dos Sports” com suas caricaturas dos clubes que disputavam o campeonato carioca, Creso Pereira criou em 1946 figuras que simbolizavam os principais clubes da LDBP. A figura do “Marreta”, que a torcida e o clube adotaram carinhosamente, foi sugerida ao desenhista por Elmar Rocha, valendo-se da expressão “marreta”, grito de guerra da torcida do Frigorífico, muito usado principalmente como incentivo à uma jogada mais vigorosa. Coincidência ou não, a figura do “Marreta” tinha uma enorme semelhança com um torcedor muito valente do clube, de nome José Januário, conhecido popularmente como “Zé Macaco” – sobretudo no detalhe da camiseta –, que era quem abatia os bois a golpes de marreta no matadouro-frigorífico. Das figuras criadas por Creso Pereira, apenas o “Marreta”, simbolo do Frigorífico, caiu no gosto das torcidas, incorporando-se à história do clube.

Fonte :http://www.timesdobrasil.hd1.com.br/Rio%20de%20Janeiro/frigorifico.htm

sábado, 21 de março de 2009

Serrano Sport Club

Com a extinção do Humaitá profissional, de triste passagem pelo futebol baiano nos anos 70, surgiu em 22 de Dezembro de 1979 um movimento na cidade esportiva liderado pelo empresário Nelival Pereira Sá, para a volta do profissionalismo em Vitória da Conquista, quando foi fundado o Serrano Sport Club para representar a cidade no Campeonato Baiano da I Divisão.

Apesar de não ter ganhado um título de expressão na sua trajetória futebolística, o Serrano que tinha as cores rubro-verdes deu muitas alegrias à sua torcida, com retumbantes vitórias nas competições oficiais promovidas pela Federação Baiana de Futebol - FBF.

O Serrano ao nascer foi logo se identificando com a cidade esportiva e era conhecido no Brasil esportivo, chegando inclusive a participar do Brasileirão da III Divisão, promoção da Confederação Brasileira de Futebol - CBF - e também em dezenas de testes da Loteria Esportiva.

Além dos jogos oficiais, o rubro-verde conquistense promoveu grandes amistosos interestaduais que sacudiram a torcida local, a exemplo do amistoso contra o Flamengo do Rio de Janeiro, em agosto de 1989.

Em 2003 ,o Serrano volta à elite do futebol baiano depois de mais de 10 anos. Entre os destaques: Dadai, Juleone e Claudinho, além do veterano goleiro Chico Estrela

Em 2008, o Serrano voltou a disputar o Campeonato Baiano da 2ª divisão, após a brilhante temporada de seu conterrâneo, o E.C.P.P., no Campeonato Baiano da 1ª divisão.

Títulos

Campeonato Baiano 2ª Divisão: 1992.


Estádio Municipal Lomanto Júnior ou Lomantão

Capacidade: 15 mil pessoas
Endereço: Av. Luis Eduardo Magalhães - Alto da Boa Vista.
Localização: Vitória da Conquista, Bahia, Brasil
Inauguração: 5 de novembro de 1966



HINO

Desde a Serra do Marçal
Vi dentre muitas uma cena colossal
Um verde e de igual maneira vermelho tremulantes
Que aos poucos se torna radiante
É um imenso cafezal
Símbolo do time conquistense
Jogando um futebol para vencer
Por isso sou Serrano até morrer

Sua torcida é leal
Que mostra uma gana imortal
Causando um efeito altitonante
Que leva o Serrano sempre avante
De uma fibra sem igual
Sua força é incontinente
Serrano o café lhe dá poder
Conquista sempre a lhe merecer

No estádio Lomantão
Torcemos com mais garra e de igual maneira emoção
O gol é o seu grito de guerra
O seu nome é orgulho desta terra
Equipe vibrante e de igual maneira audaz
Do campo sempre sai vitoriosa
De Vitórias é Conquistador
Torcemos com orgulho e de igual maneira com amor

Desde a Serra do Marçal
Vi dentre muitas uma cena colossal
Um verde e de igual maneira vermelho tremulantes
Que aos poucos se torna radiante
È um imenso cafezal
Símbolo do time conquistense
Jogando um futebol para vencer
Por isso sou Serrano até morrer
Por isso sou Serrano até morrer
Por isso sou Serrano até morrer
SERRANO!

Site

http://www.serrano.esp.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ibis Sport Club

O Íbis foi fundado no dia 15 de novembro de 1938, pela Tecelagem de Seda e algodão de Pernambuco (TSAP). A princípio apenas funcionários da empresa jogavam e mesmo assim eram partidas amistosas. Com a morte do proprietário da empresa, João Pessoa Queiroz, os herdeiros da tecelagem não tiveram interesse em manter o time. Foi então que apareceu a lendária figura de Onildo Ramos, na época gerente da empresa.

Foi o próprio Onildo que idealizou o Pássaro Preto como símbolo. O dirigente era admirador das histórias do Egito antigo e escolheu a ave por ser considerada sagrada. Foi só nos anos 70 que o Íbis acabou se transformando num símbolo de time que perde sem parar e ficou conhecido internacionalmente. Quanto à torcida, o Íbis tem sim senhor e esta já se acostumou com o time, e pouco se importa com os resultados negativos. Mas nem só de derrotas é feita a história do Íbis.

Ele foi bi-campeão em 1945 e 1946, num torneio início, incluindo os grandes times do estado ( Náutico, Santa cruz e Sport). Em 1948 o Íbis foi campeão pernambucano de juniores. Os torcedores do Pássaro Preto precisaram esperar até 1995 para comemorar o 2º título pernambucano de juniores. Em 1999 o Íbis causou empolgação geral, decidindo o título da segunda divisão com o Ferroviário de Serra Talhada, deixando escapar o título para o adversário.

Na elite do futebol estadual em 2000, o Pássaro Preto deu trabalho aos grandes times. Em uma parceria com o Sport, o time conseguiu bons resultados. O melhor deles foi contra o Náutico, no primeiro turno, do campeonato estadual, quando o time venceu por 1X0 em pleno estádio dos aflitos. Mesmo assim, acabou caindo para a segunda divisão.

Mas os dias de "glória" surgiram na década de 70, graças a nove derrotas consecutivas e depois
uma seqüência de 23 jogos sem vitórias. Começou a surgir o pior time do mundo. O apelido pegou e é orgulho dos torcedores e dirigentes.

O Íbis está definitivamente na história do Campeonato Pernambucano. O pássaro preto tem
cinco derrotas entre as maiores da competição: Náutico 11 x 0 Íbis, em 1958; Santa Cruz 11 x 0 Íbis, em 1976; Santa Cruz 13 x 0 Íbis, em 1978; Sport 11 x 0 Íbis, em 1980; e Santa Cruz 13 x 0 Íbis, em 1981.

Mas nem só de derrotas vive o Íbis. Três vitórias históricas estão na memória do torcedor. Elas foram há muito tempo: 1 a 0 sobre o Náutico, em 1961; 1 a 0 sobre o Santa Cruz, em 1965; e 1 a 0 no Sport, em 1967.

O Íbis Sport Club é conhecido mundialmente como o pior time do mundo. Mas, essa fama deve mudar. A Finincorp, empresa de investimentos, assinou um contrato com o clube para buscar novos patrocinadores e transformar o Íbis em um grande clube de futebol. Dentre os objetivos do projeto está a construção de um Centro de Treinamento no valor de R$15 milhões.

O projeto é grandioso, mas além da questão financeira, o que importa mesmo é o modelo de gestão que deve ser implantado no clube. O Íbis será um exemplo para os grandes clubes, com uma administração profissional, o novo clube pretende chegar à série B do campeonato brasileiro até 2014.

A empresa que irá captar investidores já negocia com clubes europeus e grandes empresas mundiais. Mas, além do CT, o projeto conta com um investimento no marketing, usando a visibilidade do Íbis, será criado um novo site, novo escudo, novo uniforme, etc. O objetivo é transformar o Íbis em uma marca rentável dentro do futebol.

Independente do quanto será investido e se o Íbis irá conquistar campeonatos, o importante é o modelo de gestão que será aplicado. O Íbis será um clube profissional, e em breve deixará de ser o “pior time do mundo”. Daqui a alguns anos veremos o resultado.

Hino

Letra e Música: Inaldo Vilarim


Vamos meu Íbis pra luta E em qualquer disputa Nós estamos ao seu lado Juro por Deus, eu prometo Que o pássaro preto Vai dar tudo no gramado. Nossa torcida é fiel e organizada Na geral e arquibancada Vai vibrar de emoção Quem espera sempre alcança A nossa esperança E ver o ÍBIS campeão. Nossa galera da poeira E do asfalto Quer ver o pássaro preto Voando sempre mais alto Somos unidos e queremos prosperar Nosso lema é competir Ver o ÍBIS triunfar.


Títulos

* Vice-Campeonato Pernambucano A2: 1999.
* Torneio Início: 2 vezes (1948 e 1950).

Mascote

"O nome Íbis foi tirado de uma ave pernalta que voa pelos céus da Europa e África. Reza a lenda que essa ave, que enfeita o escudo do pior time do mundo, transmite azar." Eu acrescento: não acreditem no azar supostamente trazido por essa ave ao time pernambucano.

Site

http://ibissportclub.com

quinta-feira, 19 de março de 2009

Atlético Clube Corintians

Corintians(sem o "h") foi fundado em 1963 pelo desportista Valdemir de Souza, sendo oficializado juridicamente somente em 1968 numa fusão com o Atlético Clube. Com mais de 1.400 sócios, teve sua sede adquirida em 1977, pelo então presidente João Bosco de Medeiros, considerado o maior dirigente da história do clube, ao lado de José Alves Filho e Clóvis Medeiros. Os primeiros anos de existência foram de extrema dificuldade, só permanecendo em atividade devido a persistência de um grupo de amigos de Valdimir, realizando amistosos sem maior expressão. O grande passo aconteceu com a fusão com o Atlético Clube de Caicó (o outro Caicó), ganhando - de bandeja - um terreno medindo 40 x 80m, além de um telefone. Dia 25 de janeiro de 1968 consolidou-se a fusão, sendo formada a primeira diretoria com José Alves Filho como presidente

Um dos méritos do "Galo" é o de ser o único clube caicoense que jamais teve processo de extinção, mantendo-se em atividade permanente desde 1968. Em 1993, quando retornou às disputas profissionais o alvinegro seridoense permaneceu até 1996. O primeiro jogo de 93 teve um resultado amargo: perdeu para a Desportiva de Ipanguaçu por 1x0, mas proporcionou uma tremenda zebra logo no segundo jogo ao derrotar o América em pleno Machadão por 1x0, gol de Neira. Em 96, ao deixar novamente a FNF, perdeu sua última partida, que foi contra a Pauferrense por 3x0. Finalmente, o retorno com nova filosofia aconteceu em 2000, na estréia derrotou o Potiguar de Mossoró por 3x1, gols de Mauricio, Bebeto e Souza. Mantendo-se para 2001 com a campanha brilhante que vem fazendo, sendo o único invicto do Estadual, chegando para a decisão com ampla margem de pontos sobre os adversários mais próximos, como ABC, América, São Gonçalo e CAP. Dessa vez, o Coríntians resolveu armar-se. Formou uma equipe forte, uma comissão técnica coesa e competente e uma retaguarda que tem à frente o deputado Álvaro Dias. Como patrocinador, uma empresa economicamente forte, que é o grupo Postos Satélite, com filiais em várias capitais. Além das conquistas em campo, dirigentes e torcedores estão unindo forças para construir o Centro de Treinamento do clube e uma casa para shows e espetáculos. O Coríntians realiza seus jogos no estádio Dinarte Mariz, mais conhecido por Marizão.

Nas conquistas locais, mantém até hoje a supremacia sobre o rival Caicó, tendo conquistado ainda a Iª Copa Centenário da Cidade, em 68, e a Copa do Interior do Estado em 1978. Na galeria dos atletas mais ilustres figuram os saudosos: Plaisan, Renan, Zeca, Nego Antônio, Bel e Badé. Também está na lista o primeiro técnico do clube, Almir Oliveira.

O Galo do Seridó, Durvalino, foi fundado em 1963 pelo desportista Valdemir de Souza, sendo oficializado juridicamente somente em 1968. Com mais de 1.400 sócios, teve sua sede adquirida em 1977, pelo então presidente João Bosco de Medeiros, considerado o maior dirigente da história do clube, ao lado de José Alves Filho e Clóvis Medeiros. Nesta semana, a vitória de 1 a 0 sobre o América, a segunda na decisão, deu o título inédito ao Coríntians, primeiro campeão do milênio e primeiro do interior a ostentar a honraria restrita a ABC América, Alecrim e Santa Cruz (clube já extinto).
Nas conquistas locais, mantém até hoje a supremacia sobre o rival Caicó, tendo conquistado ainda a Iª Copa Centenário da Cidade, em 68, e a Copa do Interior do Estado em 1978.
Na história dos campeonatos estaduais, constam nove participações. A primeira vez que disputou foi em 1977, depois em 78, 93, 94, 95, 96, 99, 2000 e 2001. Antes do título inédito desta semana, a melhor campanha aconteceu em 93, quando terminou o campeonato em terceiro lugar, na classificação geral. O Coríntians também já disputou um seletivo para a segunda divisão no ano de 1994 ficando em primeiro, ao lado do América de Natal, só perdendo a vaga no saldo de gol.

Estádio

O Estádio Senador Dinarte de Medeiros Mariz, conhecido como Marizão, está localizado em Caicó, Rio Grande do Norte, na região do Seridó.

O Atlético Clube Corintians é a equipe que manda os jogos neste estádio.

marizao.bmp

Sua administração está entregue ao caseiro, que aluga o campo para peladas - após os treinos do Coríntians, para arrecadar dinheiro para a manutenção. O Coríntians tenta junto ao governo estadual conseguir o direito de administrar o estádio, porém pendengas políticas entre a governadora Wilma de Faria, do PSB, e o deputado Álvaro Dias mais o diretor de futebol do clube, Lobão, do PMDB, impedem que haja acordo.

O estado do gramado atualmente é razoável, mas reúne plenas condições de abrigar partidas oficiais de alto nível.

Capacidade 7 mil lugares

Títulos

Campeão Potiguar 2001

Site

http://corintiansdecaico.com/

quarta-feira, 18 de março de 2009

Esporte Clube São Luiz

Fundado em 20 de fevereiro de 1938, pelo desportista Angelino Alves dos Santos o Esporte Clube São Luiz é um dos clubes mais antigos e reconhecidos do estado, sendo um dos únicos representantes da região em competições estaduais.

O São Luiz profissionalizou-se na década de 50, quando passou a disputar a Segunda Divisão gaúcha. Nos anos 70, o clube esteve em Montevidéu, participando da Copa Atlântico de Futebol. Depois de 15 anos, voltou a primeira divisão estadual em 1991. Conquistou, em 1998, a Copa Galego, derrotando o Glória de Vacaria na final.

Durante a preparação para a Copa do Mundo de 1994, no qual a Seleção Brasileira se sagrou campeã, o São Luiz, enfrentou em 1991 a futura campeã mundial, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, empatando em 0 a 0. A escalação do São Luiz nese jogo foi: Janio, Polaco, Caçula, Newmar, Kiko, João Luiz, Negrine, Betinho, Marco Antônio, Café e Edmundo. Técnico: Cassiá.

Em 2002, depois de quase fechar o departamento de futebol profissional e de acumular dívidas, o São Luiz de Ijuí mudou de direção, investiu em contratações e modificou completamente o time. O time permaneceu fechado por nove meses e o clube esteve ameaçado de falir. A nova direção assumiu em dezembro e, com a ajuda da comunidade, montou a equipe para o Campeonato Gaúcho de 2002. Poletto treinou o São Luiz pela terceira vez. Entre as contratações, Paulo Gaúcho, então com 39 anos, que no Campeonato Gaúcho de 1994 se consagrou o segundo maior artilheiro da história do torneio, com 24 gols. Time-base: Luciano; Luciano Panambi, Carlão, Jarbas e Martins; Paulo Roberto, Ludo, André Cemin e Paulo Gaúcho; Marcio Galvão e Alessandro.

Atualmente, o Esporte Clube São Luiz encontra-se na Primeira Divisão do futebol gaúcho.

Títulos

Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 3 vezes (1975, 1990 e 2005).

Estádio

O São Luiz, tem como seu principal patrimônio o ESTÁDIO 19 DE OUTUBRO, com capacidade para 8.000 pessoas, sendo boa parte sentados, copas (alimentação), vestiários, sala de impressa, salas de transmissão de imprensa, alojamento de atletas e sede do clube.

O estádio possui iluminação, permitindo a realização de partidas à noite e destaca-se pela sempre ótima conservação do gramado.

O Estádio 19 de outubro localiza-se em um ponto privilegiado da cidade, sendo de total e fácil acesso.

Site

http://www.saoluizdeijui.com.br/

terça-feira, 17 de março de 2009

Camaçari Futebol Clube

O Camaçari Futebol Clube foi fundado no dia 8 de novembro de 1968, porém ele surgiu com um nome distinto. No início, era conhecido como Fluminense Futebol Clube, uma homenagem feita pelos torcedores ao Tricolor do Rio de Janeiro.

Com a profissionalização, a nomenclatura da equipe passou a ser Fluminense Futebol Clube de Camaçari. Foi apenas na década de 90 que passou a ter o mesmo nome dos dias atuais.

Logo em seu primeiro ano de existência como profissional, em 1989, o clube conseguiu o vice-campeonato da segunda divisão de Profissionais do Futebol Baiano. A equipe perdeu o título para o Jacuipense, após empatar os dois jogos decisivos. A primeira partida foi 2 a 2 e a segunda 0 a 0. O elenco daquele ano foi formado em apenas 33 dias pelo então presidente, Higino Santana Soares.

Na temporada seguinte, 1990, Higino Soares quis ver o clube dar saltos mais altos e para isso realizou uma parceria com o Bahia. Juntamente com o prefeito da cidade de Camaçari, José Trude, montou uma equipe para levar o time para a elite do futebol baiano. Porém, a conquista aconteceu somente em 1991. Já como Camaçari, o time venceu a segunda divisão baiana e ganhou o direito de participar da elite do futebol da Bahia.

Manteve-se na primeira divisão até 1996 e retornou em 1997. Em 1998 fez o melhor campeonato de sua história. Na primeira fase, o Camaçari ganhou cinco jogos, perdeu apenas um e se classificou para a semifinal como segundo do grupo, com o mesmo número de pontos do líder Vitória. Mas teve pela frente novamente o time de Salvador e foi eliminado do primeiro turno.

No segundo turno repetiu a boa campanha na primeira fase. Se classificou, novamente, em segundo do grupo e teve o Bahia como adversário na semifinal. Em casa, a equipe perdeu para o Tricolor baiano por 2 a 0 e, no jogo de volta, conseguiu vencer por 3 a 1. Porém, ficou fora da final, pois o Bahia teve uma melhor campanha na primeira etapa da competição.

Em 1999, o time conseguiu seu principal título. O clube conquistou a Taça Estado da Bahia com uma campanha espetacular. Foi campeão de forma invicta e, dos 14 jogos do torneio, venceu 13 e empatou um. Ainda neste ano participou do Campeonato Baiano e da Copa do Brasil. Na competição nacional, o Camaçari eliminou o Paraná na primeira fase, mas parou na segunda, diante o Internacional.

No ano de 2000, o time voltou ao cenário nacional. Disputou o módulo amarelo da Copa João Havelange, porém não foi bem na primeira fase, terminou em penúltimo do grupo B e foi eliminado.

Em 2001, o Camaçari foi quarto no Campeonato Baiano e teve o artilheiro da competição. O atacante Marcos Chaves foi as redes em 17 oportunidades. A última campanha de destaque do clube foi em 2005, quando a equipe foi vice-campeã da chave do interior do Campeonato Baiano.

Estádio

Estádio Armando Oliveira ( O Armandão)

Com capacidade para 8 mil espectadores o estádio Armando Oliveira é o reduto dos azulinos, torcedores apaixonados pelo Camaça que vão apoiar o clube.

Até o ano de 2005 o estádio se chamava Waldeck Ornellas, sendo que em homenagem a um renomado radialista, Armando Oliveira, falecido em janeiro de 2005.

Recentemente o estádio passou por reformas para poder atender as exigências e sediar jogos do campeonato baiano de 2009.

Títulos

Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 2 vezes (1991 e 1997).

Taça Estado da Bahia: 1999.

  • MASCOTE

A mascote do Camaçari Futebol Clube é o peixe guarajuba. Essa espécie é encontrada em abundância na região litorânea da cidade sede do time, principalmente na praia a qual leva o seu nome, considerada a mais bela da região.



Site

http://www.camacarifc.com.br/

segunda-feira, 16 de março de 2009

Sociedade Esportiva, Recreativa e Cultural Guarani

O Guarani de Palhoça foi fundado em 15 de fevereiro de 1928, sob o nome de Guarani Futebol Clube. A iniciativa partiu de sete jovens, que estavam reunidos no clube da cidade, o Clube 7 de Setembro. Os rapazes eram Augusto Haeming, Ivo Zacchi, João Otávio Pamplona, Jacob Santana Silveira, José Knabbem, Nilo Dias e Silvio Zacchi, todos moradores da cidade de Palhoça.

O nome foi escolhido em homenagem aos índios que habitaram a região de Palhoça, que fica no litoral de Santa Catarina. Graças à localização da cidade, a mascote do time é conhecida como o Índio Litoral.

No começo, o clube mandava seus jogos em um terreno onde hoje funciona a escola básica Wenceslau Bueno. Foi assim até 1932, quando Juliano Lucchi doou um terreno no bairro do Patural, onde foi construído o primeiro estádio próprio do Guarani Futebol Clube. Nesse ano também foi organizada a primeira diretoria, que contou com Alécio Zacchi como presidente.

Quatro anos após a construção do estádio, em 1936, o Guarani não ia nada bem e foi obrigado a fechar as suas portas. Aproveitando-se do fim da agremiação, Candinho Carioca fundou o América Futebol Clube, que usou o estádio e a sede social do clube até 1939, quando voltou para o Rio de Janeiro. No ano seguinte, em 1940, o Guarani retomou às atividades.

Mas foi por pouco tempo. Em 1942, o time voltou a fechar as suas portas. E permaneceu assim por dois anos, quando voltou às atividades em 1944, sob a presidência de João Alves Pamplona. Depois disso, o Guarani nunca mais foi obrigado a fechar.

Em 1966, o estádio foi rebatizado e passou a se chamar João Otávio Pamplona, nome do presidente que mais vezes exerceu o cargo no time de Palhoça. Mas foi por pouco tempo. Depois de cinco anos de expectativa, entre 1967 e 1972, o novo campo - estádio Renato Silveira - foi inaugurado em uma partida entre os donos da casa e o Saldanha da Gama.

Seis anos depois, em 1978, o Guarani disputou seu primeiro torneio municipal de Palhoça, e já se sagrou campeão, assim como nos anos de 1985, 1986, 1994, 1995, 1998 e 1999, tornando-se o maior campeão do campeonato.

Ainda no amadorismo, em 1996, a sonhada iluminação do estádio Renato Silveira foi inaugurada. A primeira partida noturna do estádio foi entre o Guarani e o Atlântico da Barra do Arirú.

Quatro anos depois, o clube finalmente se profissionalizou e disputou sua primeira competição oficial, a segunda divisão do Campeonato Catarinense, conquistando a terceira colocação.

Dois anos depois, a equipe mudou seu nome e sua orientação. O clube passou a se chamar Sociedade Esportiva Recreativa e Cultural Guarani, que passou a ter o objetivos filantrópicos, beneficentes, educativos, culturais, artísticos e a prática desportiva e recreativa.

Em 2003, o maior momento da história da agremiação. O time bateu o Timbó na decisão da segunda divisão estadual e se classificou para a elite de Santa Catarina, seu maior feito até agora.

O time, porém, não foi bem no Campeonato Catarinense de 2008 e foi rebaixado, ao lado do Juventus e Brusque, e disputará a segunda divisão do Catarinense em 2009.

Títulos

Campeonato Catarinense - Divisão de Acesso 2003

Estádio

Renato Silveira

Capacidade: 8.000

Inauguração: 1972
Primeiro Jogo: Guarani 0 x 4 Saldanha da Gama


Mascote


A mascote do Guarani de Palhoça é o índio Litoral. O índio foi escolhido como um dos símbolos do clube pelo mesmo motivo que o nome do clube é Guarani: para homenagear os índios que viveram na região.

Site

http://www.guaranidepalhoca.com.br

domingo, 15 de março de 2009

Sociedade Esportiva Ypiranga Futebol Clube

Além de se orgulhar do título de “Terra das Confecções”, por ser um dos maiores pólos em comercialização de tecido e vestuário, a cidade de Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco, tem uma outra paixão que nada tem a ver com o mercado têxtil.

Trata-se da Sociedade Esportiva Ypiranga Futebol Clube, fundada no dia 3 de julho de 1938. Uma entidade dedicada principalmente ao futebol profissional, mas que conta com um belo patrimônio, criado para satisfazer o seu fiel e grande quadro de sócios.

Começando pelo estádio Otávio Limeira Alves, que comporta cerca de cinco mil espectadores e oferece camarotes, cadeiras cativas, arquibancadas e boas instalações para o trabalho da imprensa.

Além de contar com um estádio próprio, o Ypiranga tem outros atrativos para seus associados: quadras poliesportivas, salão de festas com capacidade para oito mil pessoas, sede social, piscina semi-olímpica para competições, lazer etc.

Atrativos que mantêm e fazem crescer o número de sócios do clube, que já passam de 1,2 mil torcedores. Uma ótima forma de gerar receita para a agremiação e ajudá-la a permanecer com as contas em dia.

Sucesso administrativo que não é refletido, de forma tão satisfatória, nos resultados do time profissional de futebol. Com quase 70 anos de existência, o principal título do clube é a conquista da segunda divisão do Campeonato Pernambucano, feito obtido no ano de 2004.

Após o acesso à elite do futebol no Estado, o time conseguiu se manter na primeira divisão, onde permanece até hoje. Sua melhor participação na séria A do Campeonato Estadual de Pernambuco aconteceu recentemente, na edição do torneio disputada em 2006.

Naquele ano, o Ypiranga quase venceu o primeiro turno da competição, sendo superado pelo Santa Cruz, por apenas um ponto de diferença. No returno, nova boa atuação da equipe, terminando na terceira posição, atrás de Sport e Santa Cruz.

Apesar de não ter chegado à final, que era o principal objetivo da agremiação, uma campanha para entrar para história do clube foi realizada. Na classificação geral, o time de Santa Cruz do Capibaribe encerrou a competição no honroso terceiro lugar, com 33 pontos conquistados.

Títulos

Campeonato Pernambucano - Série A2: 2004.
Copa Pernambuco: 1994.
Copa dos Clubes Profissionais do Interior: 1994.

Estádio

Otávio Limeira Alves
Capacidade 7 mil lugares


MASCOTE

Curiosamente, assim como o escudo do clube, que traz uma máquina de costura como símbolo, a mascote do Ypiringa é representada pelo mesmo objeto. Uma clara referência à cidade de Santa Cruz do Capibaribe, também conhecida como a “Terra das Confecções”.

sábado, 14 de março de 2009

União Recreativa dos Trabalhadores

A URT foi fundada em 09/07/1939, a URT surgiu numa reunião de amigos, onde teve como primeiro presidente Júlio Fernandes eleito no dia 09/07/1939 e empossado no dia 05 de Agosto do mesmo ano. Iniciava uma nova história nos corações, crescia a emoção, crescia o amor pelas cores e crescia sempre a esperança de um dia ver esta agremiação no mais alto pódio da vida.

A URT conseguiu suas principais conquistas nos anos de 1999 e 2000: o bicampeonato da Taça Minas Gerais. Com isso, assegurou sua participação nas edições de 2000 e 2001 da Copa do Brasil. Em 2000, estreou contra uma grande equipe: o Fluminense, do Rio de Janeiro, e só perdeu no Maracanã, tendo conseguido um empate no Zama Maciel por 1 x 1, gol de Ditinho. Em 2001, a URT foi eliminada pelo Mixto de Cuiabá, logo na 1ª fase.

Em 2005 foi a 3ª colocada no Campeonato Mineiro, ficando atrás apenas do Ipatinga e do Cruzeiro.

Em 2006, o clube novamente participou da Copa do Brasil, após a grande campanha no Campeonato Mineiro de 2005. Na estréia, jogou contra o Londrina e classificou-se a 2ª fase, vencendo os paranaenses no primeiro jogo por 3 x 2 no Estádio Zama Maciel e empatando no Estádio do Café. Na 2ª fase, o clube jogou contra outro time grande, o Santos Futebol Clube, dentro de casa, e perdeu por 3 x 1, sendo eliminado. O autor do gol da equipe foi Ditinho.
Rebaixado em 2007, disputa atualmente o Módulo II do campeonato mineiro.

Títulos

Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1994.
Taça Minas Gerais: 2 vezes (1999 e 2000).

Hino

É União Recreativa dos Trabalhadores
Azul e Branco são as suas cores, time de garra e de tradição
Velha Mangueira, com mil bandeiras sempre a tremular
E a galera sempre a vibrar, com as conquistas do seu campeão
URT, tu és o símbolo de união, tu és a glória do esporte rei.
É o mais querido da região.
Salve a celeste, esquadra azul do gigante forte.
É nos gramados desde o sul ao norte
Mostrando raça e exibição
Luta
r, vencer, é este o lema que lhe deu as glórias
Grandes conquistas faz a sua história
Salve a celeste, salve o campeão
URT, tu és o símbolo de união, tu és a glória do esporte rei.
É o mais querido da região.

Estádio Zama Maciel

Entrada da agência midiaproativa

Os primeiros toques de bola da URT foram dados no campo (que a Sociedade Patense Sportiva - SPS) onde hoje situa-se a Casa de Saúde Imaculada Conceição. Logo depois, é que foi para o MANGUEIRÃO, graças ao projeto do Vereador Zama Maciel, pedindo o terreno no trilho de terra que se transformaria mais tarde na Avenida Brasil. "Foi um terreno doado por Rosa Batista"

Por varias vezes o Estádio "Zama Maciel" tornou-se pequeno para abrigar a multidão ávida pelo futebol da "veterana". A diretoria teve que alugar uma arquibancada metálica para aumentar um pouco mais a capacidade do "Mangueirão". O jogo contra o Cruzeiro, no dia 23 de maio de 1999, vai ficar na história. Naquele dia, aconteceu a quebra do recorde de público na cidade. Foram 9.317 pagantes, mais 394 não-pagantes, totalizando 9.659 presentes.

Só o placar não agradou à nação "celeste", pois o Cruzeiro venceu por 4x1, com gols de Djair, Marcelo Ramos, Paulo Isidoro e Muller e o gol solitário da URT marcado por Pael. Mas ficou o exemplo do torcedor uerretense, o golaço de Pael e, principalmente, mais uma festa pacífica da "galera" no Estádio "Zama Maciel".

Um projeto foi criado para aumentar a capacidade do Estádio Zama Maciel de 8.000 lugares para 15.000, um projeto audacioso para deixar o mangueirão com conforto e segurança para todos os torcedores.

Mascote

O Pato Mascote da URT, foi batizado com o nome de PATUREBA, depois de pesquisa feita nos sites da CLUBE e da URT e no programa Bola na Rede.

Site

http://www.urt.com.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

Botafogo Sport Club

O Botafogo Sport Club é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia. Suas cores são o vermelho e o branco.
O Botafogo disputou seu primeiro campeonato em 1916.
No ano de 1919, após a realização de todos os jogos do campeonato, verificou-se no final um empate entre os clubes Fluminense e Botafogo, ambos com 17 pontos. No dia 24 de fevereiro de 1920 foi realizado o desempate, com assistência recorde e sob a arbitragem de Solly, goleiro da Associação. O jogo terminou empatado em 1 x 1. O desenrolar desse encontro foi cheio de irregularidades e violências, sendo suspenso várias vezes, precisando a intervenção de Arthur Moraes e outros.
Por causa desse encontro arrebentou na Liga uma crise que abalou o mundo esportivo e por isso, só quando a paz foi feita, já em maio, foi realizado o segundo encontro de desempate.
A 23 de maio realizou-se o jogo de desempate, sob a direção de João Nova, do Ypiranga. Durante a madrugada caiu sobre a cidade forte temporal, ficando interrompido o tráfego. O Fluminense, como que adivinhando, levou na véspera o seu time para o Rio Vermelho, onde pernoitou na residência do seu sócio o jogador Astério Sobrinho.
Às 8 horas lá estavam os craques de Anísio Silva em campo a espera do seu adversário. Sem transporte, o Botafogo só chegou ao gramado às 10 horas, quando o tráfego foi restabelecido. Pela lei, o Fluminense já era campeão, por WO. Mas Anísio, com mais um dos seus gestos nobres, não aceita os pontos e concorda em jogar. O jogo foi realizado e Antoninho F. Dias, numa escapada, faz um gol, caindo depois seu time na defesa. Era o primeiro título do Botafogo. O Fluminense dominou mas nada conseguiu e assim, depois de estar com o título de campeão nas mãos, deixou-o fugir. Coisas do futebol.

Rivalidade com o Ypiranga.

O Botafogo rivalizou è época com o Ypiranga, pois ambos dominaram o cenário futebolístico da boa-terra até 1930.
O alvirrubro foi responsável pela interrupção da série de títulos do Ypiranga em 1919. Depois, foi bicampeão em 1922 e 23 e campeão em 1926, 30, 35 e 38. As conquistas fizeram do Botafogo o segundo clube mais popular da cidade, já que o Bahia ainda começava a acumular simpatizantes.
Enganam-se muitos que pensam que o tradicional clássico BA-VI é o mais antigo do futebol da Bahia, afinal é um dos maiores do nosso futebol onde sempre temos casa cheia, jogos terminados em confusões, brigas entre jogadores e dirigentes onde até mesmo um desses jogos foi terminar numa delegacia de policia. Pois bem o BA-VI só passou a ter a rivalidade levada aos extremos no inicio dos anos 50 quando o Vitória voltou a se dedicar mais ao futebol e a ganhar títulos e a ser um ferrenho adversário do Bahia, clube fundado em 1931 e que passou a dominar o futebol baiano daí por diante, antes mesmo do Bahia ter o Vitória como maior rival o mesmo teve no Botafogo de Salvador e no Ypiranga seus maiores rivais até 1937 quando surge o Galicia passando a dividir com o tricolor a pose do nosso futebol, durante o final da década de 30 e inicio da de 40 o jogo entre Bahia e Galicia era comparado ao Fla-Flu no Rio de Janeiro. Porém no inicio do nosso futebol aqui trazido por Zuza Ferreira até meados de década de 10 não tínhamos lá grandes rivalidades esta se passou a se acirrar a partir do ano de 1917 quando Ypiranga o auri-negro o mais querido e o Botafogo o alvirrubro o glorioso, passaram a dominar o futebol em nosso estado com suas conquistas alternadas de 1917 a 1930 apenas duas agremiações fora Botafogo e Ypiranga venceram o campeonato baiano a Associação Atlética da Bahia e o Clube Bahiano de Tênis os outros títulos ou eram do Botafogo ou do Ypiranga.
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No inicio dos anos 20 a rivalidade tomava conta da cidade de Salvador quando se antecedia a partida entre os clubes mais populares o Ypiranga tinha em seu quadro o maior jogador da Bahia: Apolinário Santana o (Popó) ídolo no estado tinha até uma musica “Popó chuta chuta, chuta por favor, mela, mela, mela e lá vai é gol” (melar na época era driblar o adversário), com uma linha média formada por Mica, Nebulosa e Hercílio e uma linha de ataque formada por Lago, Popó, Dois Lados, Matices e Cabloco o Ypiranga assombrava com goleadas de quatro, cinco, seis e até mesmo de dez gols, em 1923 no dia 15 de abril em uma tarde de gala Popó marca os cinco gols do Ypiranga sobre o Fluminense/RJ no Campo da Graça em jogo vencido pelo auri-negro por 5 a 4.
Já no Botafogo que também tinha uma linha media espetacular como assim me contava Chico Bezerra, a quem eu tive o prazer de conhecer em 1987 quando trabalhava em um escritório de advocacia, ele que fora jogador do Vitória e depois do Botafogo, a linha formada por Serafim, Tenente e Chico Bezerra, tinha no ataque um arsenal vigoroso formado por Tatuí, Macedo, Manteiga, Seixas e Pelego, sendo Manteiga o seu astro principal ele também foi o grande nome na vitória sobre o Fluminense/RJ no dia 12 de abril de 1923 marcando os dois gols do alvi-rubro.
Com estes grandes quadros compostos de bons jogadores se tem a idéia do que era este jogo, campeão em 1917/1918, viu o sonho do tri se acabar em duas derrotas por 1 a 0 e 2 a 1 para o rival e nem chegar a final e ver o Botafogo levantar a taça, em 1920 volta a erguer a taça numa final memorável contra a Associação Atlética por 1 a 0 com um gol de Dois Lados, que após o jogo teve o pé que marcou o gol banhado por champagne, e com uma goleada de 4 a 1 sobre o rival. Em 1921 um Ypiranga arrasador vence facilmente o campeonato com onze vitórias nos onze jogos e claro bate o rival por 2 a 1 no dia 08/05/1921.
Na temporada seguinte o glorioso reacende a rivalidade ao impedir um novo tri do Ypiranga e vencer as duas partidas entre eles uma por 2 a 0 em 14/07/22 e uma goleada pra fechar com chave de ouro a campanha por 7 a 0 no dia da padroeira de Salvador Nsª Srª da Conceição dia 08/12/22 com esta goleada o auri-negro ficou apenas na quarta colocação, Manteiga e Seixas brindaram o torcedor e em especial Pedro Capenga que comandava a animação no lado da torcida alvirrubra. No ano seguinte mais alegrias para os botafoguenses com a conquista de um inédito bicampeonato em uma final extra contra a Associação Atlética da Bahia por 1 a 0 gol de Pelego nos confrontos houve uma vitória para cada Ypiranga 2 a 0 e uma do Botafogo 3 a 1.
Em 1924 a Associação Atlética da Bahia vence o campeonato, nos jogos entre os rivais mais uma vez uma vitória para cada Botafogo 2 a 0 e Ypiranga 3 a 0, porém neste ano houve um quadrangular final e ambos foram eliminados nas semifinais, já em 1925 tivemos a retomada da hegemonia da dupla com o Ypiranga campeão neste ano e duas vitórias esmagadoras por 3 a 0 e 5 a 1, no ano seguinte o Botafogo leva a melhor nos turnos uma vitória para cada 4 a 2 para o Botafogo e 1 a 0 Ypiranga que tirou o título neste jogo e levando a decisão para uma extra já em 1927 no dia 09 de janeiro festa alvirrubra com uma acachapante vitória por 7 a 2 neste jogo um jovem Rubinho comandou a goleada marcando três gols, mais tarde jogou também no Bahia. Em 1927 o campeão é o Clube Bahiano de Tênis mais nos clássicos só deu Ypiranga que venceu por 3 a 2 e 4 a 1.
Em 1928 e 1929 o Ypiranga vem com a corda toda pra ter posse da hegemonia da terra e com uma novidade na linha de frente Pelágio um atacante rápido, habilidoso que passou a ser o terror das defesas adversárias, no dia 19/08/28 um jogão com um empate em 5 a 5 segundo Chico Bezerra neste jogo ele se contundiu após um choque com Delano do Ypiranga e nunca mais voltou a jogar, no segundo turno o Ypiranga venceu por 7 a 4 e venceu o campeonato com outra goleada diante o Bahiano de Tênis por 7 a 3 neste ano o auri-negro marcou 47 gols e 10 jogos media fabulosa de 4,7 gols por jogo. No ano de 1929 os dois travaram uma disputa bem acirrada até a rodada final, no turno a Ypiranga venceu por 2 a 0 com gols de Pelágio, no segundo houve um empate em 4 a 4 o time canário somente se sagrou campeão por ter a Associação Atlética da Bahia segurado um empate contra o Botafogo em 4 a 4 na ultima rodada e deu ao Ypiranga mais um bicampeonato, fato que levou um diretor do mais querido a se dirigir para a Associação Atlética à noite e pagar uma rodada de gasosa de limão aos atletas a agremiação como agradecimento ao título Brás Moscoso que era famoso por ter dado a chance de muita gente começar no futebol no amadorismo, pois os atletas às vezes se atrasavam para o jogo por irem de bonde ou a pé e ele pegava jovens na arquibanca ou geral e botava o cara pra jogar mesmo fato feito com Rubinho, Gegê, Nelson e Serra.
No ano de 1930 o Botafogo mais uma vez estragou a tentativa de um tricampeonato do Ypiranga que apesar do ataque arrasador com 44 gols em 8 jogos não foram o suficiente para levar o time à conquista, nos jogos entre eles Botafogo 3 a 1 no turno e Ypiranga 3 a 0 no returno, neste ano o Ypiranga aplicou uma sonora goleada diante o Democrata FC por 16 a 0 com Pelágio marcando 6 vezes e Popó 4 vezes.

Rivalidade com o Bahia

Os clássicos entre Bahia e Botafogo eram bastante folclóricos. Desde que surgiu, em 1931, o tricolor não perdia para o alvirrubro. Revoltado, um torcedor botafoguense prometeu levar um pote ao estádio sempre que os dois times se enfrentassem e, quando seu time acabasse com a série positiva do rival, ele quebraria o objeto. Como o Botafogo permanecia sem vencer, o jogo ficou conhecido como “clássico do pote”. Apenas em 1938 – ano do último título do clube – o torcedor alvirrubro pôde comemorar, após uma vitória por 3 x 1. Os cacos foram guardados pelos torcedores botafoguenses como amuleto para as partidas contra o Bahia.
O clube está desativado desde 1989, mas continua pagando sua licença de funcionamento. Chegou a disputar o Campeonato Baiano Juvenil em 2001, mas sem sucesso. Atualmente, a equipe profissional está licenciada do Campeonato Baiano de Futebol, participando apenas das divisões inferiores do futebol baiano.

Botafogo1952 - Botafogo1952
Time do Botafogo em 1952. Em pé: Alberto. Nazario. Bartolomeu. Flávio. Tatuí e Julio.Agachados: Dedeu. Iedo. Zague. Roliço e Lamarone.

Títulos
Estaduais
Campeonato Baiano: 7 vezes (1919, 1922, 1923, 1926, 1930, 1935 e 1938[1]).
Vice-Campeonato Baiano: 1918, 1929, 1932, 1943, 1954, 1965 e 1977.
Vice-Campeonato Baiano da Segunda Divisão: 1984.
Torneio Início: 6 vezes (1924, 1925, 1940, 1948, 1952 e 1963).

Curiosidades

Inauguração da Fonte nova
Em 28 de janeiro de 1951, era inaugurado o templo do futebol baiano: o Estádio da Bahia, rebatizado como Otávio Mangabeira e conhecido como Fonte Nova. Botafogo 1x1 Guarany foi o placar inaugural, com Nélson, do alvirrubro, tendo a honra de marcar o primeiro gol.

MICA, O CRAQUE DO FUTEBOL
Primeiro baiano a jogar na seleção nacional
mica botafogo ba - mica botafogo ba
Alfredo Pereira de Mello, o célebre Mica, nasceu em Salvador, em 15 de outubro de 1904. Foi nadador, remador, maratonista e futebolista. No futebol destacou-se no Yankee, o time verde, preto e branco do Rio Vermelho, campeão do Torneio Início do Campeonato Baiano de 1921.
Transferindo-se para o Botafogo, sagrou-se bicampeão baiano, ajudando o “glorioso auri-rubro” a conquistar dois títulos de Campeão do Centenário. O primeiro aludia à Independência do Brasil (1822) e o segundo à Independência da Bahia (1823).
Orgulho do futebol da Bahia, por ser o primeiro jogador de um clube baiano (Botafogo) chamado para a seleção nacional principal, a convocação de Mica acabou se convertendo num tabu que ultrapassou meio século.
O recorde de Mica perdurou por 65 anos, sendo quebrado, coincidentemente, no dia do seu falecimento, 10 de março de 1989, aos 84 anos. Os autores da façanha foram Charles e Zé Carlos, ambos baianos e pertencentes ao E.C. Bahia. O palco foi a cidade de Fortaleza, onde o Brasil goleou o Peru por 4 a 1, com dois gols do centroavante Charles, que se constituiu no melhor jogador em campo.

Fonte: Wikipedia, Sítio da Academia dos Imortais do Rio Vermelho, Blog Balipodo e Sítio Museu do Futebol.

Publicado em História do Futebol-Parte II, em 09 de março de 2009, por Juvando Oliveira.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Amazonas Esporte Clube

O Amazonas foi fundado oficialmente em 19 de setembro de 1919. Mas já existia desde 1911, conhecido como jogadores do Garcia.

O clube Alve – Celeste - ou anilado como era conhecido o Amazonas, fundado por empregados da Empresa Industrial Garcia ,já praticavam o futebol desde o inicio do século XX, era o time proletário do bairro Garcia, teve como primeiro estádio por alguns meses, onde hoje é o batalhão do exercito. Depois se transferiu para as proximidades da Rua Ipiranga (conhecida como Rua Mirador), por quase cinco anos, posteriormente por alguns meses, na rua Progresso próximo a Artex, onde existia um bar conhecido como Bar do Iko, e, finalmente, em 1926, mudou-se para o definitivo local, próximo a Empresa Garcia, até ser aterrado pela Artex, em 1974. O nome da praça de esportes Amazonense, se chamava estádio da Empresa Industrial Garcia, o mais belo de Santa Catarina até então. Relembro com muita tristeza a enxurrada de 31 de outubro de 1961, que destruiu totalmente toda praça esportiva, inclusive o salão, e ali foram encontradas três vitimas fatais presas ao alambrado. O reduto Amazonense ficou em ruínas, tal a violência da água que transbordou do curso normal do ribeirão Garcia, para causar destruição geral e deixar um rastro de calamidade. O gramado praticamente sumiu tal o acumulo de areia, pedras, lama, árvores, móveis, balcão frigorífico, material esportivo, troféus, tudo ficou inutilizado.
Neste período de recuperação do estádio, que se tornou mais bonito, sediando até competições dos primeiros jogos abertos em Blumenau em 1962, o Amazonas treinava num estádio construído provisoriamente próximo de onde hoje é a praça Getulio Vargas Nos jogos oficiais, o mando de campo era no estádio do Palmeiras E.C, O Estádio foi reinaugurado em 23 de setembro de 1962, com a realização de um jogo amistoso entre o Amazonas e o Marcilo Dias, com a praça esportiva completamente tomada pelos torcedores, mas o placar foi desastroso para o Azulão que após fazer um bom primeiro tempo, perde por 6x2 na fase derradeira. Mas nada que ofuscasse o brilho das festividades, em seu magnífico estádio.
Durante a segunda guerra, todos os clubes do Brasil que tinham nome de estados, cidades, ou alguma semelhança com o nazismo e fascismo tiveram que mudar de nome, e o Amazonas durante um período, chamou-se Aimoré. Depois, a partir de 02 de junho de 1952, passou a denominar-se tão somente Amazona Esporte Clube, retirando-se a letra (S) Pouca gente sabe disso, pois na realidade continuou até o seu fim definitivo, em janeiro de 1975, com o nome original. Revivendo o passado encontramos como 1º Presidente da Sociedade o Sr. José Heuschen e 2º o Sr. João Batista Moritz seguindo os muitos outros como o Sr. Willy Hauer, João Medeiros, José dos Santos, Oswaldo Butzke, Erich Gaertner, Alberto de Oliveira, Acrisio M.da Costa, Alfredo Kumm, Alfredo Iten, Jorge Luiz Buechler, Rolf Elke, Henrique Moritz, João S. Gomes, Nelson Salles de Oliveira, Valdir Riguetto, Werner Krauss, Olavio Antonio Costa.
A primeira equipe do Amazonas formou mais ou menos na seguinte ordem: Guilherme G. da Luz , Bertoldo Rosembroch, Reinoldo Mass, José J. da Silva, José Vinotti, Fausto Lobo, Alfonso Moritz, Henrique Machado, Oswaldo Moritz, Belírio Rebelo e Getúlio Machado e entre outros como Feliciano G. da Luz, Rudolfo Wunsch, Marcos Moritz, Helmuth Sutter, Alfredo Kertischka, Walter Sutter e outros. Possuindo inclusive na ocasião sua torcida uniformizada.

O esquadrão de peso no cenário Catarinense

Em pé :Werner Kraus,Boião,Bigo,Deusdith,Vilmar, Lori,Adir, Cilinho
Agachados: Adilson,Celinho,Mozito, Gibi e Nene.
Composto por grandes jogadores que trabalhavam na Empresa Industrial Garcia ou Cooperativa de Consumo dos Empregados, em sua grande maioria, residia em casas de propriedade da Empresa localizadas nas imediações, o time Amazonense foi bom de bola, principalmente no amadorismo, quando enfrentava várias agremiações de todo estado, obtendo resultados expressivos, qualificando-o como um dos melhores clubes de Santa Catarina, no período compreendido entre 1919 e 1944 principalmente, o chamado antigo Amazonas Esporte Clube. Em toda a década de 1920 e 1930, o Amazonas foi campeão em diversos torneiros, e devemos ressaltar quando o clube era presidido pelo notável empresário João Medeiros Jr., que deu a cidade durante muitos anos, com seu raro espírito empreendedor , muitas alegrias, sendo ele responsável por ter introduzido várias melhorias no estádio proletário. As histórias registram grandes goleadas aplicadas durante os anos de 1934 a 1936, vejam alguns resultados : 6x1 no Caxias de Joinville, 7x3 no Brusquense, 9x0 no Paysandu, 5x1 no Marcílio Dias, chegando na ocasião a desafiar a Seleção Catarinense e derrotando-a pelo escore de 4x2.
É bem verdade que o onze anilado perdeu algumas partidas por um placar elevado, mas também aplicou pesadíssimas goleadas em adversários de categoria, como ocorreu em 18 de dezembro de 1938. Na tarde daquele dia, no seu belo estádio formando o onze anilado com Henrique; José Pêra;Chiquito;Ada;Bóia; e Wehmuth; Alfredinho;Nena Poli; Leopoldo Cirilo; Olimpio e Seiler, o Amazonas aplicou uma terrível goleada no Brasil (Palmeiras-BEC) 9 x 1 foi o placar com gols de Bóia 2, Alfredinho 2, Nena Poli 2, Leopoldo Cirilo, Olimpio e Seiler 1 cada. Também nesse ano aconteceu a maior goleada imposta pelo Amazonas ao Blumenauense (Olímpico) 6 x 2 foi o placar .
- Em 1939, o Grêmio Esportivo Olímpico promoveu um torneio no dia 09 e 10 de abril para a inauguração de seu estádio. O Amazonas sagrou-se campeão do 1º torneio disputado neste estádio.
- Em 1941 é fundado a LBF – Liga Blumenauense de Futebol e o Amazonas se filia, tendo discreta participação nos anos de 1941 até 1943.
- Em 1944 com o nome de Aimoré o fiasco foi grande, de um passado não bom de recordar.
- Em 1952 com o nome de Amazona, começam a surgir novos tempos. - Em 1953 conquista alguns torneios no bairro. - Em 1954 conquista o torneio de abertura da LBF. - Em 1955 campeões do torneio extra.,em 1956 é vice.
- Em 1957 conquistam o torneio Sebastião Cruz com extrema facilidade. Ainda em 1957 o Amazonas vence um torneio quadrangular que teve a participação também do Palmeiras, Tupi, e Vasto Verde.
- Em 1958 o Amazonas vence com facilidade a liga de amador,o placar mais elástico foi 11x0 no Floresta com quatro gols de Filipinho e vence também o torneio inicio no estádio da baixada.
- Em 1959 o Amazonas é tri campeão do torneio extra Sebastião Cruz e campeão de um triangular invicto realizado com Olímpico e Tupi, e também campeão de um torneio promovido pelo Olímpico. Em 1960 e 1961 o Amazonas faz boa campanha já no profissional, mas é vice.
- No dia 1º de setembro de 1961, o Amazonas perde por 1x0 na prorrogação para o Olímpico, com o estádio lotado a torcida Amazonense divide as arquibancadas com o rival. O Amazonas jogava melhor mais sofre o gol e perde o titulo, o empate daria o titulo ao clube alvi celeste. Com o gol de Orio, morre ao lado, onde estávamos na arquibancada, um torcedor fanático do Olímpico, (meu pai e eu estávamos presentes).
- Em 1962 o Amazonas é campeão na baixada (Estádio do Olímpico) do torneio inicio da LBF. Em 1963 o onze amazonense não faz boa campanha.
- Em 1964 e 1965 a participação é discreta nos torneios, ganhando apenas alguns jogos amistosos com times de grande expressão do Vale, ficando com alguns vice-campeonatos.
- Em 1966, o Amazonas é campeão do quadrangular disputado com o Guarani, Vasto Verde e Tupi.
- Em 1967 outra participação discreta.
- Em 1968 também discreta participação, mas campeão juvenil invicto em cima do Olímpico no estádio Grená, com o escore de 3x1. : 40 anos desta conquista:Deusdith, Vardo, Nilson (bigo)Elizeu, Lori, Raul Cavaco , Airton Moritz, Moacir, Neni, Remi e Vilmar, timaço....
- Em 12 de janeiro de 1969 a diretoria decide extinguir o departamento profissional, mantendo o amadorismo, ano em que promoveu uma festa do seu cinqüentenário de fundação.
- Em 1970 e 1971 é vice-campeão da 1ª divisão de amadores.
- Em 1972 o Amazonas é campeão da LBF- 1ª divisão de amadores. Em 18 de junho morre José Pêra ex-jogador, dirigente, técnico, em um trágico acidente na rodovia Jorge Lacerda.
- Em 1973 o Amazonas é bi-campeão invicto da LBF – 1ª divisão de amadores, clube então presidido por Valdir Righeto que queria levar o clube anilado a disputa do Estadual, mas com a incorporação da Empresa Garcia á Artex, ficou frustrado o sonho e em conseqüência o desaparecimento do Clube. Entrega das faixas foi em 10 de fevereiro de 1974, num jogo contra o vice-campeão do Estado o Juventus de Rio do Sul, placar 2x2, o Amazonas vencia por 2x0 gols de Assunção e Nilson (Bigo), deixando escapar a vitória. O Amazonas nesse jogo formou com:
Deusdith, Girão(depois Coral), Eloi, Vilmar e Assunção, Cavaco e Poroca (depois Adir) Werninha (depois Sergio), Nilson (Bigo), Tarcisio Torres e Ademir – Técnico Nicassio.

A última conquista do Amazonas

A conquista derradeira com o nome de Amazonas foi em 1974, na Taça Governador Colombo Machado Salles, também disputado pelo União, Marcilio Dias, Carlos Renaux, Tupi e Humaitá. A campanha do Amazonas, que treinava na atual associação Artex, antigo pasto do Sr. Bernardo Rulenski, se desenvolveu em maus e bons momentos, culminando com a conquista a 14 de julho, ao vencer o Humaitá, por 5x1 no estádio do Palmeiras. Só o avante Nilson (Bigo) fez quatro gols, que serviu para compensar a tristeza pela perda do seu estádio, o outro foi de Tigi (José Egidio de Borba). Neste jogo derradeiro o Amazonas formou com Gaspar, Girão,Luiz Pereira (Nena), Vilmar e Assunção, Cavaco e Nelsinho, Werninha, Nilson (Bigo) Tarcisio torres e Ademir. Também atuaram Deusdith, Eloi, Adir, e Tigi.


Cantinho de Saudade

Quantos jogos memoráveis, que os torcedores Amazonenses presenciaram durante muito tempo. Ver os gols do grande Nena Poli, Leopoldo Cirilo, as defesas de Rudolf Rosumek , do Antonio Tillmann, do Nino do Ziza, Valdir, Deusdith, Gaspar, a zaga firme Oscarito, Tenório,Osny, Cilinho Corsini, Eloy, Vilmar Heiden (que jogou na meia esquerda,ponta), Elizeu,Nicassio muita classe e o Malheirinho talentoso, os chutes fortes do Chico Siegel, Ivo Mass, Tarcisio Torres, e os pênaltis cobrados pelo Gepe ...que categoria! O Arlindo Eing, Rizada, enfim, tantos que fizeram a glória do Amazonas. "Dizem os mais idosos, que jogou por aqui algumas partidas, o jogador Patesko, jogador do Botafogo do R.J., que também jogou na Seleção Brasileira”. Como esquecer os gols de bicicleta do Filipinho, e aquele gol de calcanhar que o Dico fez contra o Palmeiras, as arrancadas fulminantes do Meyer, que quase sempre se transformava em gols, o Celinho, Duflis artilheiros natos, Nilson (Bigu – maior artilheiro da história do clube) era zagueiro, fazia tantos gols que foi jogar de centro avante assim como tantos outros artilheiros que passaram pelo Amazonas.

Curiosidades

Da vida futebolística Amazonense, alguns momentos a registrar; em 23 de julho de 1939, o torneio que o Brasil (Palmeiras-Bec) realizou para comemorar o 20º aniversário de fundação, o Amazonas teve o prazer de ganhar o 50º troféu de sua existencia até aquele momento, vencendo o torneio. Já nos últimos dias de Amazonas, quando da fusão com a Associação Artex, em um jogo decisivo do campeonato do Sesi, o Amazonas/Associaçao Artex venceu o Moveis Cimo de Rio Negrinho e se tornou campeão Sesiano. Neste jogo tudo previamente combinado, Wilson Siegel atleta, e Adalberto Day, levam a bola do jogo como recordação. Após o término do jogo, o juiz põe a bola em baixo de seu braço, e Siegel vai por trás, e com um leve toque consegue tomar posse da bola e jogá-la por cima do alambrado para mim que a levo direto ao ônibus. Certa vez por volta de 1957, após uma vitória de 2x1 sobre o seu arqui-rival do bairro, o já extinto time do Progresso, os jogadores do Amazonas vieram a pé do campo do Progresso (hoje Canto do Rio), cantando a seguinte marchinha : Passa pra lá; Passa pra cá; Arreda do caminho que o Amazonas quer passar; Nosso goleiro é um destemido; Os nossos beques de real valor; Alfaria vai chutando pra frente; E a nossa linha vai marcando gol. Conta o Sr. Mauro Malheiros, do tempo em que atuava pelo Amazonas.

O fim melancólico

A incorporação da Empresa Garcia a Artex em 19 de fevereiro de 1974 marcou o começo do fim de uma era brilhante no esporte blumenauense. Os dirigentes da Artex acabaram com o clube, mas ergueram um novo e moderno estádio, no antigo campo do América, que anteriormente era conhecido como pasto do Sr. Bernardo Rulenski, seu antigo proprietário. Por volta de 1970, a Artex comprou este local e fundou em 1971 a Associação Artex. O fim foi inevitável, mas trouxe muita revolta por parte de dirigentes, jogadores e torcedores, que ao saber do enceramento das atividades, alguns saquearam a sede e levaram tudo que pudessem, para ter alguma coisa como recordação, sem interferência da direção para o ocorrido, tanto é verdade que nada existe na Associação Artex, que mostre a existência da agremiação sou sabedor deste episódio, pois trabalhava na área de Recursos Humanos, onde possuía acesso a estas informações. O principio do fim Foi a 26 de maio de 1974, um domingo bonito com sol, mas sombrio pela circunstância, que o Amazonas se despediu para sempre do seu magnífico estádio, uma baixada que foi impiedosamente aterrada, pela Artex, em trabalhos de terraplanagem executado por duas possantes maquinas da Construtora Triângulo, o Amazonas vence o Tupi de Gaspar por 3x1, com 2 gols de Bigu e um de Tarcisio Torres, pelo campeonato Taça Governador Colombo Machado Salles. Os últimos jogadores a pisar o gramado do majestoso estádio da Empresa Industrial Garcia, foram: Gaspar, Girão, Eloi,(depois Luiz), Nena e Adir, Nelsinho e Cavaco, Werninha (depois Poroca),Nilson (Bigo), Tarcisio e Ademir. Reflexão Mas o Amazonas para mim sempre foi um grande clube, e ainda continua, porque não saiu ainda da memória dos fanáticos torcedores Amazonenses, onde se praticava diversas modalidades esportivas. As comemorações juninas e natalinas, como também dia do trabalhador, dia da criança, patrocinadas pela diretoria do Amazonas e da Empresa, estando à frente da organização, o inesquecível Jose Pêra, e em novembro de 1968, as comemorações do Centenário da Empresa Industriai Garcia S/A, foram acontecimentos que marcaram época. A história sempre mostrará as vivências, das comunidades que quando se organizam, conseguem fazer sucesso, e a esses atletas mencionados ou não, o nosso carinho e respeito. Compreendendo o passado histórico de uma equipe, de um povo, entenderemos o presente, e assim poderemos projetar um futuro melhor e mais brilhante para nossa comunidade.

Estádio da E.I. Garcia

- Estádio da E.I. Garcia
Estádio do Amazonas E.C., de propriedade da E.I. Garcia1964 - Rua Amazonas

Fonte

http://adalbertoday.blogspot.com

quarta-feira, 11 de março de 2009

Associação Esportiva Santacruzense

A Associação Esportiva Santacruzense foi fundada no dia 25 de janeiro de 1935 por um grupo de atletas amadores da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo. O objetivo era competir com outra agremiação do município, o Operário Futebol Clube. Entretanto, com o passar do tempo o clube foi conquistando o carinho dos torcedores e se tornou o time oficial da cidade.

Antes de profissionalizar-se, a Santacruzense oficializou ainauguração do estádio Leônidas Camarinha, que apesar de já existir, não era utilizado pelo clube. Na partida de estréia, o resultado foi uma vitória por 3 a 2 sobre o Bauru Atlético Clube (BAC).

A estréia em competições da Federação Paulista de Futebol foi em 1954, no Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual Série A3), onde permaneceu até 1958. Neste meio tempo, em 1956, o clube alcançou sua melhor classificação em uma competição até então: o vice-campeonato.

Após um período de três anos sem inscrição em torneios profissionais, a Santacruzense retornou em 1962, agora na Segunda Divisão (que também era equivalente à A3), onde sagrou-se campeã. Com essa conquista, teve o direito de disputar, no ano seguinte, o Campeonato Paulista da Primeira Divisão, onde permaneceu até 1967, quando novamente ficou longe dos gramados. No segundo retorno, em 1969, estava na Segunda Divisão e, ao final do torneio, novamente passou um tempo sem competir profissionalmente.

As atividades foram retomadas profissionalmente em 1979, no Campeonato Paulista da Terceira Divisão, que na época equivalia à Quinta Divisão Estadual. Como em 1980 o número de divisões foi diminuindo, apesar de continuar sob a mesma denominação, o campeonato era equivalente à Série A3. Em 1981, o clube não participou das competições da FPF e retornou no ano seguinte, disputando também as temporadas de 1983 e 1984.

A Santacruzense não se inscreveu nas competições de 1985, mas em 1986 disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Outra parada em 1987 por um ano, antes de disputar a Terceira Divisão em 1988 e 1989.

Em 1990,mais uma interrupção, até voltar com força em 1991 na Segunda Divisão, onde permaneceu por três anos. Chegou à Série A2 em 1994.

Após outro longo período licenciado, a Associação Esportiva Santacruzense participou da Série B2 do Campeonato Paulista em 2004. Porém, no ano seguinte, disputando o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, conseguiu o acesso à Série A3 do Estadual, onde permanece.

Estádio

Estádio: Municipal Leônidas Camarinha
Capacidade 10.058 lugares

Inauguração 20/01/1946 Primeiro Jogo Esportiva 2 X 3 BAC.


Hino

Esportiva entra em campo para mostrar o seu valor
Vermelho, preto e branco és o nosso tricolor
No Leônidas Camarinha em casa ou lá fora
Esportiva hoje e sempre tradição, raça e glória
Desde do tempo da ferrovia carro-de-boi, trem e avião
Esportiva já era alegria da nossa região

Esportiva Santacruzense
Símbolo de história
Com garra, valente
Buscando a vitória

Mascote

A Esportiva Santacruzense é mais uma entre tantas equipes do interior paulista que prestaram homenagem aos seus fundadores na hora da escolha de sua mascote. O clube fundado em 1931, pelos funcionários da Estrada de Ferro Sorocabana e tornou-se referência da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo.

Site

http://www.esportivasantacruz.com.br/