quinta-feira, 12 de março de 2009

Amazonas Esporte Clube

O Amazonas foi fundado oficialmente em 19 de setembro de 1919. Mas já existia desde 1911, conhecido como jogadores do Garcia.

O clube Alve – Celeste - ou anilado como era conhecido o Amazonas, fundado por empregados da Empresa Industrial Garcia ,já praticavam o futebol desde o inicio do século XX, era o time proletário do bairro Garcia, teve como primeiro estádio por alguns meses, onde hoje é o batalhão do exercito. Depois se transferiu para as proximidades da Rua Ipiranga (conhecida como Rua Mirador), por quase cinco anos, posteriormente por alguns meses, na rua Progresso próximo a Artex, onde existia um bar conhecido como Bar do Iko, e, finalmente, em 1926, mudou-se para o definitivo local, próximo a Empresa Garcia, até ser aterrado pela Artex, em 1974. O nome da praça de esportes Amazonense, se chamava estádio da Empresa Industrial Garcia, o mais belo de Santa Catarina até então. Relembro com muita tristeza a enxurrada de 31 de outubro de 1961, que destruiu totalmente toda praça esportiva, inclusive o salão, e ali foram encontradas três vitimas fatais presas ao alambrado. O reduto Amazonense ficou em ruínas, tal a violência da água que transbordou do curso normal do ribeirão Garcia, para causar destruição geral e deixar um rastro de calamidade. O gramado praticamente sumiu tal o acumulo de areia, pedras, lama, árvores, móveis, balcão frigorífico, material esportivo, troféus, tudo ficou inutilizado.
Neste período de recuperação do estádio, que se tornou mais bonito, sediando até competições dos primeiros jogos abertos em Blumenau em 1962, o Amazonas treinava num estádio construído provisoriamente próximo de onde hoje é a praça Getulio Vargas Nos jogos oficiais, o mando de campo era no estádio do Palmeiras E.C, O Estádio foi reinaugurado em 23 de setembro de 1962, com a realização de um jogo amistoso entre o Amazonas e o Marcilo Dias, com a praça esportiva completamente tomada pelos torcedores, mas o placar foi desastroso para o Azulão que após fazer um bom primeiro tempo, perde por 6x2 na fase derradeira. Mas nada que ofuscasse o brilho das festividades, em seu magnífico estádio.
Durante a segunda guerra, todos os clubes do Brasil que tinham nome de estados, cidades, ou alguma semelhança com o nazismo e fascismo tiveram que mudar de nome, e o Amazonas durante um período, chamou-se Aimoré. Depois, a partir de 02 de junho de 1952, passou a denominar-se tão somente Amazona Esporte Clube, retirando-se a letra (S) Pouca gente sabe disso, pois na realidade continuou até o seu fim definitivo, em janeiro de 1975, com o nome original. Revivendo o passado encontramos como 1º Presidente da Sociedade o Sr. José Heuschen e 2º o Sr. João Batista Moritz seguindo os muitos outros como o Sr. Willy Hauer, João Medeiros, José dos Santos, Oswaldo Butzke, Erich Gaertner, Alberto de Oliveira, Acrisio M.da Costa, Alfredo Kumm, Alfredo Iten, Jorge Luiz Buechler, Rolf Elke, Henrique Moritz, João S. Gomes, Nelson Salles de Oliveira, Valdir Riguetto, Werner Krauss, Olavio Antonio Costa.
A primeira equipe do Amazonas formou mais ou menos na seguinte ordem: Guilherme G. da Luz , Bertoldo Rosembroch, Reinoldo Mass, José J. da Silva, José Vinotti, Fausto Lobo, Alfonso Moritz, Henrique Machado, Oswaldo Moritz, Belírio Rebelo e Getúlio Machado e entre outros como Feliciano G. da Luz, Rudolfo Wunsch, Marcos Moritz, Helmuth Sutter, Alfredo Kertischka, Walter Sutter e outros. Possuindo inclusive na ocasião sua torcida uniformizada.

O esquadrão de peso no cenário Catarinense

Em pé :Werner Kraus,Boião,Bigo,Deusdith,Vilmar, Lori,Adir, Cilinho
Agachados: Adilson,Celinho,Mozito, Gibi e Nene.
Composto por grandes jogadores que trabalhavam na Empresa Industrial Garcia ou Cooperativa de Consumo dos Empregados, em sua grande maioria, residia em casas de propriedade da Empresa localizadas nas imediações, o time Amazonense foi bom de bola, principalmente no amadorismo, quando enfrentava várias agremiações de todo estado, obtendo resultados expressivos, qualificando-o como um dos melhores clubes de Santa Catarina, no período compreendido entre 1919 e 1944 principalmente, o chamado antigo Amazonas Esporte Clube. Em toda a década de 1920 e 1930, o Amazonas foi campeão em diversos torneiros, e devemos ressaltar quando o clube era presidido pelo notável empresário João Medeiros Jr., que deu a cidade durante muitos anos, com seu raro espírito empreendedor , muitas alegrias, sendo ele responsável por ter introduzido várias melhorias no estádio proletário. As histórias registram grandes goleadas aplicadas durante os anos de 1934 a 1936, vejam alguns resultados : 6x1 no Caxias de Joinville, 7x3 no Brusquense, 9x0 no Paysandu, 5x1 no Marcílio Dias, chegando na ocasião a desafiar a Seleção Catarinense e derrotando-a pelo escore de 4x2.
É bem verdade que o onze anilado perdeu algumas partidas por um placar elevado, mas também aplicou pesadíssimas goleadas em adversários de categoria, como ocorreu em 18 de dezembro de 1938. Na tarde daquele dia, no seu belo estádio formando o onze anilado com Henrique; José Pêra;Chiquito;Ada;Bóia; e Wehmuth; Alfredinho;Nena Poli; Leopoldo Cirilo; Olimpio e Seiler, o Amazonas aplicou uma terrível goleada no Brasil (Palmeiras-BEC) 9 x 1 foi o placar com gols de Bóia 2, Alfredinho 2, Nena Poli 2, Leopoldo Cirilo, Olimpio e Seiler 1 cada. Também nesse ano aconteceu a maior goleada imposta pelo Amazonas ao Blumenauense (Olímpico) 6 x 2 foi o placar .
- Em 1939, o Grêmio Esportivo Olímpico promoveu um torneio no dia 09 e 10 de abril para a inauguração de seu estádio. O Amazonas sagrou-se campeão do 1º torneio disputado neste estádio.
- Em 1941 é fundado a LBF – Liga Blumenauense de Futebol e o Amazonas se filia, tendo discreta participação nos anos de 1941 até 1943.
- Em 1944 com o nome de Aimoré o fiasco foi grande, de um passado não bom de recordar.
- Em 1952 com o nome de Amazona, começam a surgir novos tempos. - Em 1953 conquista alguns torneios no bairro. - Em 1954 conquista o torneio de abertura da LBF. - Em 1955 campeões do torneio extra.,em 1956 é vice.
- Em 1957 conquistam o torneio Sebastião Cruz com extrema facilidade. Ainda em 1957 o Amazonas vence um torneio quadrangular que teve a participação também do Palmeiras, Tupi, e Vasto Verde.
- Em 1958 o Amazonas vence com facilidade a liga de amador,o placar mais elástico foi 11x0 no Floresta com quatro gols de Filipinho e vence também o torneio inicio no estádio da baixada.
- Em 1959 o Amazonas é tri campeão do torneio extra Sebastião Cruz e campeão de um triangular invicto realizado com Olímpico e Tupi, e também campeão de um torneio promovido pelo Olímpico. Em 1960 e 1961 o Amazonas faz boa campanha já no profissional, mas é vice.
- No dia 1º de setembro de 1961, o Amazonas perde por 1x0 na prorrogação para o Olímpico, com o estádio lotado a torcida Amazonense divide as arquibancadas com o rival. O Amazonas jogava melhor mais sofre o gol e perde o titulo, o empate daria o titulo ao clube alvi celeste. Com o gol de Orio, morre ao lado, onde estávamos na arquibancada, um torcedor fanático do Olímpico, (meu pai e eu estávamos presentes).
- Em 1962 o Amazonas é campeão na baixada (Estádio do Olímpico) do torneio inicio da LBF. Em 1963 o onze amazonense não faz boa campanha.
- Em 1964 e 1965 a participação é discreta nos torneios, ganhando apenas alguns jogos amistosos com times de grande expressão do Vale, ficando com alguns vice-campeonatos.
- Em 1966, o Amazonas é campeão do quadrangular disputado com o Guarani, Vasto Verde e Tupi.
- Em 1967 outra participação discreta.
- Em 1968 também discreta participação, mas campeão juvenil invicto em cima do Olímpico no estádio Grená, com o escore de 3x1. : 40 anos desta conquista:Deusdith, Vardo, Nilson (bigo)Elizeu, Lori, Raul Cavaco , Airton Moritz, Moacir, Neni, Remi e Vilmar, timaço....
- Em 12 de janeiro de 1969 a diretoria decide extinguir o departamento profissional, mantendo o amadorismo, ano em que promoveu uma festa do seu cinqüentenário de fundação.
- Em 1970 e 1971 é vice-campeão da 1ª divisão de amadores.
- Em 1972 o Amazonas é campeão da LBF- 1ª divisão de amadores. Em 18 de junho morre José Pêra ex-jogador, dirigente, técnico, em um trágico acidente na rodovia Jorge Lacerda.
- Em 1973 o Amazonas é bi-campeão invicto da LBF – 1ª divisão de amadores, clube então presidido por Valdir Righeto que queria levar o clube anilado a disputa do Estadual, mas com a incorporação da Empresa Garcia á Artex, ficou frustrado o sonho e em conseqüência o desaparecimento do Clube. Entrega das faixas foi em 10 de fevereiro de 1974, num jogo contra o vice-campeão do Estado o Juventus de Rio do Sul, placar 2x2, o Amazonas vencia por 2x0 gols de Assunção e Nilson (Bigo), deixando escapar a vitória. O Amazonas nesse jogo formou com:
Deusdith, Girão(depois Coral), Eloi, Vilmar e Assunção, Cavaco e Poroca (depois Adir) Werninha (depois Sergio), Nilson (Bigo), Tarcisio Torres e Ademir – Técnico Nicassio.

A última conquista do Amazonas

A conquista derradeira com o nome de Amazonas foi em 1974, na Taça Governador Colombo Machado Salles, também disputado pelo União, Marcilio Dias, Carlos Renaux, Tupi e Humaitá. A campanha do Amazonas, que treinava na atual associação Artex, antigo pasto do Sr. Bernardo Rulenski, se desenvolveu em maus e bons momentos, culminando com a conquista a 14 de julho, ao vencer o Humaitá, por 5x1 no estádio do Palmeiras. Só o avante Nilson (Bigo) fez quatro gols, que serviu para compensar a tristeza pela perda do seu estádio, o outro foi de Tigi (José Egidio de Borba). Neste jogo derradeiro o Amazonas formou com Gaspar, Girão,Luiz Pereira (Nena), Vilmar e Assunção, Cavaco e Nelsinho, Werninha, Nilson (Bigo) Tarcisio torres e Ademir. Também atuaram Deusdith, Eloi, Adir, e Tigi.


Cantinho de Saudade

Quantos jogos memoráveis, que os torcedores Amazonenses presenciaram durante muito tempo. Ver os gols do grande Nena Poli, Leopoldo Cirilo, as defesas de Rudolf Rosumek , do Antonio Tillmann, do Nino do Ziza, Valdir, Deusdith, Gaspar, a zaga firme Oscarito, Tenório,Osny, Cilinho Corsini, Eloy, Vilmar Heiden (que jogou na meia esquerda,ponta), Elizeu,Nicassio muita classe e o Malheirinho talentoso, os chutes fortes do Chico Siegel, Ivo Mass, Tarcisio Torres, e os pênaltis cobrados pelo Gepe ...que categoria! O Arlindo Eing, Rizada, enfim, tantos que fizeram a glória do Amazonas. "Dizem os mais idosos, que jogou por aqui algumas partidas, o jogador Patesko, jogador do Botafogo do R.J., que também jogou na Seleção Brasileira”. Como esquecer os gols de bicicleta do Filipinho, e aquele gol de calcanhar que o Dico fez contra o Palmeiras, as arrancadas fulminantes do Meyer, que quase sempre se transformava em gols, o Celinho, Duflis artilheiros natos, Nilson (Bigu – maior artilheiro da história do clube) era zagueiro, fazia tantos gols que foi jogar de centro avante assim como tantos outros artilheiros que passaram pelo Amazonas.

Curiosidades

Da vida futebolística Amazonense, alguns momentos a registrar; em 23 de julho de 1939, o torneio que o Brasil (Palmeiras-Bec) realizou para comemorar o 20º aniversário de fundação, o Amazonas teve o prazer de ganhar o 50º troféu de sua existencia até aquele momento, vencendo o torneio. Já nos últimos dias de Amazonas, quando da fusão com a Associação Artex, em um jogo decisivo do campeonato do Sesi, o Amazonas/Associaçao Artex venceu o Moveis Cimo de Rio Negrinho e se tornou campeão Sesiano. Neste jogo tudo previamente combinado, Wilson Siegel atleta, e Adalberto Day, levam a bola do jogo como recordação. Após o término do jogo, o juiz põe a bola em baixo de seu braço, e Siegel vai por trás, e com um leve toque consegue tomar posse da bola e jogá-la por cima do alambrado para mim que a levo direto ao ônibus. Certa vez por volta de 1957, após uma vitória de 2x1 sobre o seu arqui-rival do bairro, o já extinto time do Progresso, os jogadores do Amazonas vieram a pé do campo do Progresso (hoje Canto do Rio), cantando a seguinte marchinha : Passa pra lá; Passa pra cá; Arreda do caminho que o Amazonas quer passar; Nosso goleiro é um destemido; Os nossos beques de real valor; Alfaria vai chutando pra frente; E a nossa linha vai marcando gol. Conta o Sr. Mauro Malheiros, do tempo em que atuava pelo Amazonas.

O fim melancólico

A incorporação da Empresa Garcia a Artex em 19 de fevereiro de 1974 marcou o começo do fim de uma era brilhante no esporte blumenauense. Os dirigentes da Artex acabaram com o clube, mas ergueram um novo e moderno estádio, no antigo campo do América, que anteriormente era conhecido como pasto do Sr. Bernardo Rulenski, seu antigo proprietário. Por volta de 1970, a Artex comprou este local e fundou em 1971 a Associação Artex. O fim foi inevitável, mas trouxe muita revolta por parte de dirigentes, jogadores e torcedores, que ao saber do enceramento das atividades, alguns saquearam a sede e levaram tudo que pudessem, para ter alguma coisa como recordação, sem interferência da direção para o ocorrido, tanto é verdade que nada existe na Associação Artex, que mostre a existência da agremiação sou sabedor deste episódio, pois trabalhava na área de Recursos Humanos, onde possuía acesso a estas informações. O principio do fim Foi a 26 de maio de 1974, um domingo bonito com sol, mas sombrio pela circunstância, que o Amazonas se despediu para sempre do seu magnífico estádio, uma baixada que foi impiedosamente aterrada, pela Artex, em trabalhos de terraplanagem executado por duas possantes maquinas da Construtora Triângulo, o Amazonas vence o Tupi de Gaspar por 3x1, com 2 gols de Bigu e um de Tarcisio Torres, pelo campeonato Taça Governador Colombo Machado Salles. Os últimos jogadores a pisar o gramado do majestoso estádio da Empresa Industrial Garcia, foram: Gaspar, Girão, Eloi,(depois Luiz), Nena e Adir, Nelsinho e Cavaco, Werninha (depois Poroca),Nilson (Bigo), Tarcisio e Ademir. Reflexão Mas o Amazonas para mim sempre foi um grande clube, e ainda continua, porque não saiu ainda da memória dos fanáticos torcedores Amazonenses, onde se praticava diversas modalidades esportivas. As comemorações juninas e natalinas, como também dia do trabalhador, dia da criança, patrocinadas pela diretoria do Amazonas e da Empresa, estando à frente da organização, o inesquecível Jose Pêra, e em novembro de 1968, as comemorações do Centenário da Empresa Industriai Garcia S/A, foram acontecimentos que marcaram época. A história sempre mostrará as vivências, das comunidades que quando se organizam, conseguem fazer sucesso, e a esses atletas mencionados ou não, o nosso carinho e respeito. Compreendendo o passado histórico de uma equipe, de um povo, entenderemos o presente, e assim poderemos projetar um futuro melhor e mais brilhante para nossa comunidade.

Estádio da E.I. Garcia

- Estádio da E.I. Garcia
Estádio do Amazonas E.C., de propriedade da E.I. Garcia1964 - Rua Amazonas

Fonte

http://adalbertoday.blogspot.com

quarta-feira, 11 de março de 2009

Associação Esportiva Santacruzense

A Associação Esportiva Santacruzense foi fundada no dia 25 de janeiro de 1935 por um grupo de atletas amadores da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo. O objetivo era competir com outra agremiação do município, o Operário Futebol Clube. Entretanto, com o passar do tempo o clube foi conquistando o carinho dos torcedores e se tornou o time oficial da cidade.

Antes de profissionalizar-se, a Santacruzense oficializou ainauguração do estádio Leônidas Camarinha, que apesar de já existir, não era utilizado pelo clube. Na partida de estréia, o resultado foi uma vitória por 3 a 2 sobre o Bauru Atlético Clube (BAC).

A estréia em competições da Federação Paulista de Futebol foi em 1954, no Campeonato Paulista da Terceira Divisão (atual Série A3), onde permaneceu até 1958. Neste meio tempo, em 1956, o clube alcançou sua melhor classificação em uma competição até então: o vice-campeonato.

Após um período de três anos sem inscrição em torneios profissionais, a Santacruzense retornou em 1962, agora na Segunda Divisão (que também era equivalente à A3), onde sagrou-se campeã. Com essa conquista, teve o direito de disputar, no ano seguinte, o Campeonato Paulista da Primeira Divisão, onde permaneceu até 1967, quando novamente ficou longe dos gramados. No segundo retorno, em 1969, estava na Segunda Divisão e, ao final do torneio, novamente passou um tempo sem competir profissionalmente.

As atividades foram retomadas profissionalmente em 1979, no Campeonato Paulista da Terceira Divisão, que na época equivalia à Quinta Divisão Estadual. Como em 1980 o número de divisões foi diminuindo, apesar de continuar sob a mesma denominação, o campeonato era equivalente à Série A3. Em 1981, o clube não participou das competições da FPF e retornou no ano seguinte, disputando também as temporadas de 1983 e 1984.

A Santacruzense não se inscreveu nas competições de 1985, mas em 1986 disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão. Outra parada em 1987 por um ano, antes de disputar a Terceira Divisão em 1988 e 1989.

Em 1990,mais uma interrupção, até voltar com força em 1991 na Segunda Divisão, onde permaneceu por três anos. Chegou à Série A2 em 1994.

Após outro longo período licenciado, a Associação Esportiva Santacruzense participou da Série B2 do Campeonato Paulista em 2004. Porém, no ano seguinte, disputando o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, conseguiu o acesso à Série A3 do Estadual, onde permanece.

Estádio

Estádio: Municipal Leônidas Camarinha
Capacidade 10.058 lugares

Inauguração 20/01/1946 Primeiro Jogo Esportiva 2 X 3 BAC.


Hino

Esportiva entra em campo para mostrar o seu valor
Vermelho, preto e branco és o nosso tricolor
No Leônidas Camarinha em casa ou lá fora
Esportiva hoje e sempre tradição, raça e glória
Desde do tempo da ferrovia carro-de-boi, trem e avião
Esportiva já era alegria da nossa região

Esportiva Santacruzense
Símbolo de história
Com garra, valente
Buscando a vitória

Mascote

A Esportiva Santacruzense é mais uma entre tantas equipes do interior paulista que prestaram homenagem aos seus fundadores na hora da escolha de sua mascote. O clube fundado em 1931, pelos funcionários da Estrada de Ferro Sorocabana e tornou-se referência da cidade de Santa Cruz do Rio Pardo.

Site

http://www.esportivasantacruz.com.br/

terça-feira, 10 de março de 2009

Caucaia Esporte Clube

Além de todo o seu potencial turístico, Caucaia conta agora com uma agremiação desportiva, o Caucaia Esporte Clube, time profissional de futebol integrante da Terceira Divisão do Campeonato Cearense de Futebol, fundado em 16 de abril de 2004, por um grupo de desportistas, após o Município ter conquistado o título de Campeão do XXIX Intermunicipal de Futebol, promovido pela APCDEC no exercício de 2002, após 43 anos.

O Caucaia Esporte Clube – C.E.C. conta com o apoio Institucional da Administração Municipal com a liberação do Estádio Municipal Raimundo de Oliveira, para a realização de seus treinamentos e jogos.

O Estádio Municipal Raimundo de Oliveira é dotado de boa infra-estrutura, com bom gramado e boas acomodações, além de localização privilegiada, com fácil acesso e amplo estacionamento, o que enseja a vinda de várias equipes da capital para a realização de treinos em suas dependências.

Tais condições possibilitam uma boa estrutura física para desenvolvimento de nossos atletas, que juntamente com a comissão técnica e elenco compõem a base inicial para concretização do objetivo do clube, que é estar na elite do futebol cearense.

Os desportistas de Caucaia há muito tempo acalentavam o sonho de ver o nosso Município ser representado por um time profissional no certame estadual, o que se concretizou em 2004, com a fundação do Caucaia Esporte Clube.

O Município de Caucaia sempre teve destaque no futebol amador, com a realização de várias competições realizadas pela Liga Desportiva Caucaiense e suas principais filiadas: Associação Desportiva de Caucaia, Associação de Esporte e Cultura do Capuan, Associação Indígena de Esporte e Cultura, Liga Esportiva do Mestre Antônio, Associação Desportiva da Jurema, Associação Desportiva de Futebol Amador de Caucaia, dentre outras. Essas associações revelaram vários craques no decorrer dos anos. Dentre eles podemos destacar o Babá, que jogou pelo Flamengo e na Seleção Brasileira, demonstrando assim a vocação dos atletas de nossa terra.

CAUCAIA ESPORTE CLUBE, a seguir designado pela sigla C.E.C., fundado aos 16 dias do mês de abril de 2004 que, nos termos do art. 217, com seus incisos e parágrafos, da Constituição Federal.
Filiado a Federação Cearense de Futebol – FCF e a Confederação Brasileira de Futebol – CBF. É o único time de futebol profissional do Município de Caucaia.

Desde 2004 que vinha disputando o Campeonato Cearense de Futebol Profissional da 3ª Divisão em 2006 conseguiu ascensão para a 2ª Divisão.

Sede: Rua Tobias da Mota Correia – Bairro Vicente Arruda
Estádio: Municipal Raimundo de Oliveira
Torcida: Torcida Jovem Caucaia (T.J.C.) – Fundada em 02 de janeiro de 2005, contando com 08 pavilhões em vários bairros do Município.
Uniforme: Camisa e calção nas cores vermelha, preta e branca (cores da bandeira do Município).

segunda-feira, 9 de março de 2009

Friburguense Atlético Clube

O Friburguense Atlético Clube foi fundado em 14 de março de 1980 resultante da fusão do Fluminense Atlético Clube com o Serrano Futebol Clube, ambos de Nova Friburgo-RJ. O primeiro presidente foi Francisco Mastrângelo. Os principais fundadores foram: Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto P. Faria e Henrique F. Leal.

Como homenagem especial e em atenção aos relevantes serviços prestados ao Fluminense Atlético Clube, é conferido ao Dr. César Guinle o título de Patrono do clube. O quadro social do Friburguense tem hoje mais de 1.300 sócios proprietários e sua área é de 41.500 m2 e está localizado na Rua Jardel Hotz, S/N – Olaria – Nova Friburgo - RJ, funcionando de terça a domingo.

No mesmo endereço, encontra-se o estádio Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil pessoas, dimensões oficiais de 105 m X 68 m e com iluminação.

A cidade de Nova Friburgo está localizada no centro-norte do Estado do Rio de Janeiro, a 846 m de altitude, com área de 938 Km2, e distante da em 136 km , Nova Friburgo é a cidade que mais se destaca no futebol na região capital serrana.
As cidades limites ao Norte, são os municípios de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim e Trajano de Moraes; a Leste com o município de Macaé; ao Sul com os municípios de Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu; a Oeste com o município de Teresópolis.

Os principais resultados da equipe profissional de futebol começaram a surgir na década de 90. O clube já disputou 13 campeonatos estaduais e está na elite do Campeonato Carioca desde a conquista de 1997, que permitiu o acesso à primeira divisão. Desde então, o tricolor serrano nunca correu o risco de rebaixamento e já pregou muitas peças nos grandes clubes do Rio. O Friburguense foi 4° colocado no Estadual de 1999, vencendo Botafogo e Fluminense no Maracanã. O time também foi 4° colocado no Carioca de 2002. No ano de 2004 chegou as semifinais da Taça Rio, sendo eliminado pelo Vasco nos pênaltis por 5x4, após empate de 1x1 em pleno Maracanã. O bom desempenho de 2004, premiou o time com a inédita classificação para a Copa do Brasil de 2005.

No campeonato Carioca de 2007, o Friburguense terminou na 6° posição. Com esse desempenho, o Friburguense se qualificou para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C de 2007. Também pelo Carioca, sofreu a maior goleada no campeonato, perdendo de 7x0 para o Botafogo.

Em 2008, o clube iniciou uma reforma no estádio, inaugurando, em 2009, um placar eletrônico, vestiários para árbitros e assistentes e uma cabine para transmissão televisiva, para poder receber em casa jogos contra os quatro grandes times do Rio.

Estádio

O Estádio Eduardo Guinle é um estádio de futebol do Brasil, localizado no bairro do Parque São Clemente, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. Pertence ao Friburguense Atlético Clube.

O recorde de público no estádio ocorreu no jogo Friburguense 1x3 Botafogo em 1984, pelo Campeonato Carioca. Estiveram presentes 12.689 pagantes.

O estádio passou por uma reforma em 2008 e agora conta com placar eletrônico, doado pela suderj, que recebeu, como forma de homenagem, o nome de um dos ex-presidentes do clube, Doutor Nilson Homem de Castro, cabines para transmissão pela televisão e vestiário para os árbitros e assistentes.

Títulos

Campeonato Carioca - 2ª Divisão: 1997.

Hino

Friburguense! Friburguense!
Orgulho da nossa terra
Friburguense! Friburguense!
Salve o Tricolor da serra.

O azul do céu te pertence
Vermelho é sangue é ardor
O
branco, a paz de quem vence
Friburguense é vencedor.

Iremos, contigo, a qualquer lugar
Vibrando, cantando, como um torcedor
Que sabe o que é ter o prazer de ganhar
Que sabe o que é ter coração tricolor.

Nos montes, nas fontes, um manto de glória
No peito uma estrela de luz e paixão
Eu sou Friburguense e a sua história
É minha vitória é minha emoção.

Mascote

Seu mascote é o Vovô Chopão, uma referência ao fato de Nova Friburgo ser colonizada inicialmente por suíços e que, a partir de 1824, recebeu também as primeiras levas de colonizadores alemães.



Site

http://www.friburguense.com.br/

domingo, 8 de março de 2009

Associação Atlética Luziânia

No dia 20 de janeiro de 1995, foi fundado a Associação Atlética Luziânia - AAL, com a finalidade de participar agora do Campeonato Brasiliense de Futebol Profissional.

Os desportistas se uniram e resolveram continuarem o legado e saudoso Rochão, instalando na nossa cidade o Clube da Associação Atlética Luziânia. Com as cores azul e branca que completou o pavilhão atual do Clube. O Luziânia manda seu jogadores no Estádio Zequinha Roriz, que possui capacidade para 22 mil torcedores (devido a péssima administrações o estádio se encontra em condições precárias). O símbolo do clube é a igreja do Rosário.

O Principal feito foi no Campeonato Brasiliense, quando o AAL foi o quarto colocado. Merece registro, o BI-Campeonato de Júnior conquistado em 1996 e 1997, sob o comando do Técnico Elizeu Bernardes com o seguinte elenco de jogadores: Em 1996, Iram Cláudio, Marcão, Alex, Marcelão, Adriano, Fábio, Chalés, Gustavo, Edson e Flavinho.

No ano de 1997 o time do Bi-campeonato venceu no Estádio Serra do Lago o Botafogo/Sobradinho por 1X0 gol olímpico marcado pelo meia Miran. O Time campeão: Zeca, Valdo, Victor, Jean, Antônio Carlos, Mirian, Flavinho, Serginho, Marcelão, Giovanny, e Edson participaram da campanha: Aerton, Adilson, Som, Wilson, Khaleb, Reginaldo, Fred, Arnaldo Passos e Wesley Técnico: Eliseu Bernardes.

No ano de 1999 com grande dificuldade financeira mais uma vez por péssima administração e problemas políticos a AAL, caiu para a 2ª divisão do Futebol Brasiliense.

No ano de 2001, surge uma nova esperança com os empresários Arnaldo Barbosa e Euler Marra e o Desportista Albino Inácio, de darem ao Luziânia credibilidade junto a comunidade e empresários da cidade para que o Luziânia se torne um Clube viável e vencedor voltado a mostrar o seu futebol na 1ª divisão em 2002 e com grande possibilidade do Luziânia adquirir seu centro de Treinamento, Clube Social e Centro Administrativo, por tudo isso vista a camisa do Luziânia.Para que a história não se repita e os problemas políticos e administrativos não destrua novamente o Futebol Profissional da nossa cidade.

» Retrospecto
Ano Posição
2008 - 2º (segunda divisão)
2007 - 8º (rebaixado)
2006 - 3º
2005 - 6º
2004 - 6º

Estádio

Zequinha Roriz (Serra do Lago) - 22 000
O Prefeito Zequinha Roriz construiu e inaugurou o Estádio Zequinha Roriz - O Serra do Lago, com capacidade para 21 mil 564 torcedores, sendo que 13.212, nas arquibancadas e 8.352, lugares na geral.
Inauguração: Luziânia 1x0 Botafogo-RJ. 13/12/1992.
PRIMEIRO GOL DO ESTÁDIO ZEQUINHA RORIZ
Coube ao ponta-esquerda Rogerinho.

Hino do Clube
Autores: Nei Brito, José Egídio e Albino Inácio
Musica: Elismar Rocha

Com orgulho essa camisa a gente veste
Azul Celeste é o manto protetor
Traz a luz, traz a fé, Santa Luzia
Luziânia, esse time é vencedor!

Quantas glórias e vitórias conquistadas
Cam
peão do Planalto Central
De Goiás para os campos de Brasília
Desde o início da Capital

Forte, valente, não teme a disputa
Bola pra frente, vai firme na luta
Pois futebol assim é que se ganha
Reluz, meu Luziânia

Vem de 1926, sua História
Lembra outras gerações
Associação Atlética Luziânia
Em nossos corações


Mascote

sábado, 7 de março de 2009

Esporte Clube Itaúna

O Esporte Clube Itaúna, a agremiação mais tradicional do esporte itaunense, teve como embrião um pequeno time de futebol criado em 1914 que, por sinal, foi o primeiro na história do município. Era o Itaúna Foot-Ball Club, presidido por Josaphat Santiago, e tendo na diretoria os senhores Sólon Mello, José Santiago e Abelardo Lima, jovens entusiastas do esporte, ligados ao Clube Literário local.

O clube esportivo contava também com a colaboração de Mário Lima, Dr. Juju, Candico, Oscar Gonçalves, entre outros jogadores. Sob o comando técnico de Abelardo Lima, eles treinavam e jogavam num campinho de gramado ralo e irregular, situado no retiro São João - local onde, anos depois, seria construído o Estádio "José Flávio de Carvalho".

Cerca de 15 anos se passaram para que o clube viesse a receber a nomenclatura de Esporte Clube Itaúna (ECI). Sua fundação ocorreu no dia 29 de junho de 1929, através de uma sociedade composta de número ilimitado de sócios, sem distinção de nacionalidade, culto ou sexo. A maior finalidade do clube, era proporcionar socialmente a difusão do civismo e da cultura física, sobretudo, o futebol O ECI poderia ainda praticar e competir em outras modalidades esportivas amadoras especializadas e realizar promoções de caráter social e cultural.

Nessa fase, o Esporte Clube Itaúna teve como um de seus primeiros presidentes e ilustre colaborador social, benemérito senhor José Bustamante.

Em fins da década de 30 foi realizado o primeiro jogo com o time profissional. A partida se deu contra o América Futebol Clube de Belo Horizonte, que foi vencido por 2x1. Com o passar do tempo o clube itaunense sentia a necessidade de possuir um estádio maior. E graças ao auxílio do Sr. Lincoln Nogueira Machado e do Sr. José Flávio de Carvalho fizeram do pequeno campinho o Estádio “José Flávio de Carvalho”, que passou a ser utilizado pelo Esporte Clube Itaúna.

A partir de então o Esporte Clube Itaúna iniciou sua participação em campeonatos diversos, passando a necessitar do apoio de empresas da região para custear suas viagens e demais despesas geradas pelas competições estaduais. O apoio, era recebido de itaunenses ilustres, gente do comércio e indústria da época. Apoio este, era vindo das mais variadas formas, seja em permuta por algum bem material necessário, seja financeiro, para o custeio de materiais esportivos, uniformes e viagens.

Anos de ouro

Nos anos 40 foi montada uma gloriosa equipe, composta de verdadeiros craques a nível nacional. Com todo o gás, delegação itaunense viajou de avião até Piumhi/MG e derrotou o forte Atlético daquela cidade por 2 x1.


O autor dos dois gols do Esporte Itaúna, foi o atacante Afonso, que era considerado um dos maiores ‘matadores’ da época e depois jogou no Atlético Mineiro.

Enquanto existiu como clube de futebol, o Esporte Clube Itaúna não pôde contar com profissionais graduados na área de Educação Física, senão somente com o esforço dos então, verdadeiros profissionais existentes, que eram tão somente técnicos auxiliares, os quais mantiveram conhecimento multidisciplinar através de experiências práticas com o esporte.

Na virada da década de 40 para 50 o Esporte Itaúna recebeu a importante adesão do dirigente e técnico Miranda, que passou a residir em Itaúna a partir de 1947. Mais que técnico, Miranda foi um grande coordenador dentro do clube, articulando pessoas dentro e fora de campo para que tudo saísse dentro dos padrões programados.

Através de Miranda vieram também outros técnicos, atletas e até dirigentes de outras cidades que fizeram história no futebol de Itaúna. Entre eles, se encontrava o conhecido e já falecido Mário Preto, que foi trazido de Belo Horizonte por Miranda para treinar uma das divisões de base do Esporte.

Fixando residência em Itaúna e dono de grande carisma, Mário se tornou uma típica figura do Campo do Esporte, onde residia numa humilde casa na beira do rio, em local situado em frente a entrada do ginásio da Universidade de Itaúna, exatamente onde passa a avenida São João.


Dentre os gratos destaques revelados pelo Esporte Clube Itaúna ao futebol nacional, sem dúvida, o goleiro Paulo Monteiro levou o nome de sua cidade nos mais altos patamares do futebol profissional brasileiro.

Monteiro foi goleiro do Esporte Clube Itaúna, Clube Atlético Mineiro, do Santos, ao lado de Pelé, dentre outras equipes brasileiras. No ano de 2005, Paulo Monteiro foi merecidamente homenageado em Itaúna pelo Clube Atlético Ponte de Itaúna.

Divisões de Base

Além de reunir sempre os melhores atletas da cidade que disputaram o campeonato mineiro profissional, o Esporte Clube Itaúna motivou também a criação de outras agremiações bairristas e legou valiosos craques ao futebol amador da cidade. Por muitas temporadas o clube disputou as divisões de base do futebol mineiro, obtendo considerável rendimento em campanhas disputadas em categorias infantil, juvenil e juniores.


Quando, a partir de meados dos anos 60 o Esporte Itaúna já tinha seu campo de treino, o “Campo do Esporte” (atual centro esportivo universitário da UI). O clube passou então a investir sistematicamente na formação das categorias de base. Com isso, todos os garotos que se destacam nos colégios Estadual e Santana (e depois Polivalente) sabiam que teriam lugar no Esporte Clube Itaúna e com isso, poderia vir a disputar o campeonato mineiro em uma das divisões de base.

O Esporte sempre montou equipes competitivas e cumpriu boas campanhas nos certames infantil, infanto-juvenil e juvenil que participou pela FMF na época. Graças ao trabalho desenvolvido no Esporte Itaúna, diversos atletas itaunenses puderam viajar a distintas cidades do interior mineiro, ter contato com clubes do futebol profissional além de adquirirem técnicas esportivas. Muitos de nossos atletas puderam, posteriormente, jogar em alguns dos maiores clubes de Minas Gerais e de várias cidades do Brasil. Nesta fase, o clube contava com apoio da Companhia Industrial Itaunense, sobretudo, dos irmãos beneméritos Srs. Zezé e Joãozinho Lima.

Entretanto, o Esporte Clube Itaúna viria sofrer sua mais forte queda, quando, em 20 de abril de 1972, o então prefeito municipal de Itaúna Sr. Jadir Marinho de Faria, autorizou a doação do terreno municipal onde situava-se o campo do Esporte (na chamada Vargem) à Fundação Universidade de Itaúna - local em que foi construído o centro esportivo universitário. O terreno com área aproximada de 83.750m² havia sido doado ao Esporte Clube Itaúna em 1955 e depois fora revertido ao patrimônio municipal.


Apesar disso, naquelas anos 70, a Universidade de Itaúna ainda permitia a prática livre do futebol na área que então nem era cercada e abrigava mais três campos de futebol de várzea, ao lado do principal - incluindo o histórico "Vassourão". Diversas equipes amadoras utilizaram por longos anos destes campos para seus treinamentos.

Ainda contando com pequeno apoio da Universidade de Itaúna e de alguns diretores da Companhia Industrial Itaunense o Esporte de Itaúna continuou utilizando-se do campo da universidade e disputando as divisões de base do campeonato mineiro.

Decadência

Porém, após o ano de 1980, o Esporte Clube Itaúna, contraiu várias dívidas, sobretudo, por tentar formar uma equipe composta de jogadores em sua maioria, de fora. Além da contratação do ex-técnico infantil do Atlético Mineiro, Joy e preparadores físicos de Belo Horizonte, a equipe itaunense trouxe também vários jogadores de outras cidades mineiras, como Lagoa da Prata e Divinópolis. Ao negar os talentos de Itaúna e convocar pessoas de fora para integrarem o grupo, os custos de viagens, estadia e alimentação foram exorbitantes. Ficaram bem acima do que arrecadava o clube com parcas doações. Estas medidas acabaram por levar o clube à falência. Devido a isso, não pôde mais competir nas categorias, infantil, júnior e juvenil, como havia fazendo de forma já tradicional naqueles últimos anos.

A última participação do Esporte Clube Itaúna no campeonato mineiro se deu no ano de 1980, através da categoria infantil, na época chamada de "Dente de Leite". O comando técnico esteve a cargo de Zé Faxineiro. Alguns dos atletas formados nesta última geração do Esporte Clube Itaúna chegaram a integrar clubes profissionais nos Estados de Minas, Rio, São Paulo e outros.


Na fase em que podemos chamar de "o apagar das luzes acesas em 1914", devemos destacar que, uma pessoa ainda tentou levar adiante a divisão infantil do Esporte Itaúna. Trata-se do técnico já falecido Vilmar Visgüêta, que já havia treinado diversos times infantis na cidade. Em 1981, ele obteve autorização da Universidade de Itaúna para utilizar os campos externos e o material que restou do Esporte Itaúna e assim, continuar treinando as crianças. E o fez por cerca de 2 anos, passando posteriormente a custear as bolas e materiais do próprio bolso.

O time treinado por Visgüêta e ainda chamado por ele de Esporte Clube Itaúna não chegou a disputar o campeonato mineiro e foi dissolvido pouco tempo depois.

Ponte de Itaúna

Por sua vez, o Clube Atlético Ponte de Itaúna surgiria em meados dos anos 90, nascendo da amizade sincera de alguns praticantes da chamada “peladinha de fim de semana”. O grupo jogava sempre aos domingos pela manhã e após as partidas se reunia no Bar do Kenderson, na rua Santana (bairro das Graças, Itaúna), para tomar aquela cerveja e conversar sobre os assuntos mais polêmicos da semana.


Num certo dia, entre cervejas e um bom papo de bar, um dos amigos perguntou: por que não se fundar um time para disputar os campeonatos da cidade? Imediatamente o José Hailton disse: ”se vocês conseguirem 50% do uniforme, o resto eu dou!”. No mesmo instante o Fabrício disse: “Pode deixar a sua metade que o resto eu consigo!”. Realmente conseguiu, fazendo uma rifa de uma caixa de cerveja. No domingo seguinte, já com o uniforme garantido, o José Hailton e o Edval sugeriram e foi de pronto aprovado o nome CLUBE ATLÉTICO PONTE DE ITAÚNA.

A primeira partida da equipe foi realizada no dia 24/06/1995, dia de São João, comemorado como Dia da Fundação do Clube Atlético da Ponte. O adversário foi uma seleção do SAAE de Itaúna. O Atlético da Ponte venceu por 7 X 2. Em 1996 a equipe participou do campeonato da 2ª divisão da LIF e ficou em 6º lugar.


Em dezembro de 1998, por idéia do jogador Neném, os amigos se uniram para estudarem a possibilidade de voltar a disputar o campeonato itaunense. Por aclamação elegeram o José Hailton Antunes Mendes como presidente e o desportista viabilizou o projeto de reestruturação do grupo, colocando a equipe na 1ª divisão do Campeonato de Itaúna.

Inicialmente traçaram-se planos de ser pelo menos 4º colado nas categorias juniores e adultos. A equipe de juniores superou a expectativa, sendo vice-campeã, numa disputa acirrada com o Real Madrid, que venceu a primeira partida por 1X0. Nos outros jogos da final, dois empates, 1X1 e 0X0.

A equipe adulta esteve disputando o play off da final pelo campeonato municipal de Itaúna, contra o Vila Nova do bairro Irmãos Auler. No primeiro jogo a equipe faturou o adversário por 2 a 1, com gols de Jardel e Sídney, contra um de To, da equipe adversária.

Em 2005 e 2006 o Ponte participou de importantes competições estaduais na categoria juniores, entre elas, a Taça BH de Juniores e a Copa Itatiaia e Diário da Tarde, detendo elevado rendimento nessas competições.

Fusão Ponte/Esporte Clube Itaúna
Para o Esporte Clube Itaúna, o destino marcaria o dia 23/11/2006 no calendário do esporte itaunense, como o dia de sua ressurreição. Nessa data foi realizada uma reunião extraordinária da diretoria do Clube Atlético Ponte de Itaúna (CAPI), onde foi votada a mudança da nomenclatura dessa agremiação para Esporte Clube Itaúna (ECI), criando uma fusão histórica das duas agremiações. A histórica reunião aconteceu no Restaurante Flamingos, no Tropical Tênis Clube, em Itaúna-MG, reunindo diversos amantes do futebol.


Os itaunenses voltariam a disputar o campeonato mineiro profissional somente, 43 anos depois, quando, em 2007 conseguiu acesso da segunda divisão ao módulo II da primeira divisão, ao ser o segundo colocado da competição.

É importante ressaltar que, após ficar mais de 40 anos sem participar de competições com sua equipe principal, o Itaúna tem obtido neste módulo II (2008) um dos rendimentos mais destacados da competição. Com uma equipe e um plantel montados em tempo recorde, os itaunenses têm enfrentado de igual para igual, algumas das maiores e mais tradicionais equipes do futebol mineiro, as quais estão, já por décadas, entre os módulos I e II do campeonato estadual.


Estádio


O Estádio Municipal José Flávio de Carvalho é um estádio de futebol brasileiro localizado em Itaúna.
Com capacidade para 6.000 pessoas, sua construção foi iniciada na década de 1930, por causa da necessidade de um estádio onde o time local, o EC Itaúna (que na época era Itaúna Foot-Ball Club), pudesse mandar os jogos do Campeonato Mineiro de Futebol e da Liga Itaunense de Futebol.


Hino


ESPORTE, ESPORTE, ESPORTE.
TU ÉS MAIS FORTE COM A FUSÃO.
ESPORTE, ESPORTE, ESPORTE.
TRICOLOR DO CORAÇÃO.

RENASCEU
PRA REVIVER SUA HISTÓRIA.
DÉCADAS DE GLÓRIAS.
NOS GRAMADOS DE MINAS GERAIS.

Ó, TRICOLOR,
SEU BRANCO SIMBOLIZA A PAZ
O VERMELHO É PAIXÃO
O PRETO É RAÇA E UNIÃO!

Ó, TRICOLOR.
ESPORTE CLUBE DE TRADIÇÃO.
NOSSO MASCOTE TEM PEDIGREE...
E
PINTA DE CAMPEÃO.

Mascote
Cachorrão












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sexta-feira, 6 de março de 2009

Olímpia Futebol Clube

No dia 5 de dezembro de 1946, surge o Olímpia, o DR. Orlando Lopes, já conhecido nos meios esportivos de Olímpia, por seu trabalho e dedicação assumia a presidência da Associação Atlética Olímpia. Como primeira providência extinguiu o nome A.A. e colocou novamente OLÍMPIA FUTEBOL CLUBE, adotou em definitivo e oficialmente as cores azuis e brancas, que permanece até hoje.

Em 1953, Olímpia completava 50 anos, grandes preparativos eram programados para comemorar o meio centenário da cidade. O Olímpia FC sem condições de disputar a 2ª Divisão, cairia para a 3ª. Para se comemorar o Aniversário da cidade veio a Olímpia o time da S.E.Palmeiras, da Capital, para um jogo amistoso, o placar 2x1 para o Verdão.

No ano de 1957, o Olímpia FC sagrou-se campeão do "Setor 33", o OFC disputou com brilhantismo invulgar, o certame da "terceirona" da F.P.F., dividida em setores. Foi o legítimo campeão de sua série com uma grande campanha. Só não ascendeu à Segunda Divisão, porque perdeu para o Fernandópolis. A contagem foi de 2x1 para o adversário.

Foi um ano brilhante, em 1959, o campeonato disputado pelo Olímpia FC. A torcida voltava ao Estádio Tereza Breda, em grande número. O Alvi-celeste era um rolo compressor, batendo as equipes, sendo campeão da "Série Brigadeiro Faria Lima", e disputando a vaga para a segundona contra a A.A. Votuporanguense em campo neutro, jogo em que o Olímpia perdeu por 2x1 de virada e novamente deu adeus ao sonho do acesso.

Em 1961, o Olímpia foi campeão da "Série Cafeeira", grandes craques que somados já aos excelentes valores existentes, levariam o alvi-celeste a uma brilhante campanha, onde novamente seria o campeão de sua série, denominada "CAFEEIRA". Novamente, a final seria contra a equipe de Votuporanga, só que desta vez, a vitória foi dos olimpienses por 2x1.

Um ano de alegrias e decepções foi em 1693, o clube disputou a 2ª Divisão "Série C". Classificado para as finais o clube se desfez dos melhores jogadores e acabou desclassificado.

No ano de 1973 o Olímpia sagrou-se Campeão da "Série C", a campanha em sua série foi excelente, partindo para a disputa do certame denominado "Centenário", contra equipes como Internacional de Bebedouro, Garça, Araçatuba, e Corinthians de Presidente Prudente.

Em 1975, o Olímpia seria campeão mais uma vez, inclusive com o título da "Série C", dando condições ao clube de disputar sua promoção para a "Divisão Especial", da F.P.F., convém salientar que a partida final, deu o título da "Série C" ao alvi-celeste, foi contra a Votuporanguense por 1x0. Infelizmente, no torneio de classificação para passar para a Divisão Maior, o OFC seria derrotado pelo Santo André.

Chega o ano de 1978, ano trágico na história do futebol olimpiense, ocorre o fim do Olímpia, o Alvi-celeste é excluído do certame da F.P.F.

No ano de 1986, o Olímpia foi campeão do 1º Turno, conseguindo 15 pontos em 9 jogos em campanha considerada excelente, no segundo turno o OFC foi o vice-campeão, classificado para a 3ª Fase "Grupo V", juntamente com o Oeste de Itápolis e São Simão. Pela diferença de apenas 1 ponto, o alvi-celeste foi desclassificado.

Em 1988 com o Olímpia FC na "Divisão Intermediária", fazendo uma excelente campanha, conquista o título de Campeão do 1º Turno da "Série E", Grupo 3, o clube juntamente com o Barretos chegam ao título de sua série, com 33 pontos ganhos e também o título de vice-campeão da segundona. O jogo da classificação para a Intermediária foi em Pirassununga contra a Pirassununguense, 1x0 para o OFC, uma verdadeira multidão aguardou no trevo da cidade, a chegada da delegação azul e branca, com fogos de artifícios e tudo mais.

990 foi o ano em que pela primeira vez o Olímpia FC ingressa na Primeira Divisão, em fase das grandes dificuldades para se manter na Divisão Intermediária, a diretoria do OFC tenta licenciar o time nesse ano junto a F.P.F., mas tem seu pedido negado, inclusive sofrendo a ameaça de ser novamente rebaixado à 2ª Divisão. Juntaram-se esforços para montar o time, e esse time acabou dando a maior alegria vivida até hoje pelos torcedores - O título de Campeão Paulista da Intermediária deixando para trás Rio Branco de Americana que foi o vice, Sãocarlense e Marília, Comercial de Ribeirão Preto entre outros. O time base era Silvio Luiz, Eduardo, Edson Oliveira, Jandílson e Donizete; Jânio, Marco Antonio Cipó, Cassinho e Carlos Alberto; Carlão e Gil Catanoce, constavam ainda no elenco Trigo, Wilson, Zé Carlinhos, Castro, Aloysio, Zé Roberto, Osni, Sidnei, Luciano, Ademilson, João Carlos e Eduardo; o técnico campeão foi José Naves.

Um ano depois, em 1991, Olímpia disputa a Primeira Divisão, na primeira partida o Olímpia joga contra o São Paulo em Olímpia, empate em 1x1.
OFC- Toni, Eduardo, Juninho Fonseca, França e Ailton; César Ferreira, Jânio e Bandeira; Cassinho(Castro), Carlão e Marco Antonio Cipó.
São Paulo FC - Zetti, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e Vítor; Amilton, Müller, Elivelton; Cláudio e Raí.

Nos anos seguintes o Olímpia passou quase sempre por dificuldades e em 1996, depois de péssima campanha na série A-2 o Olímpia é rebaixado para a Terceira Divisão (Série A-3).

Em 1997, com um elenco jovem e modesto, e com uma campanha muito boa a equipe chega no Quadrangular final da série A-3 onde subiram para a série A-2 apenas duas equipes, Olímpia, São Caetano, Mirassol, União Barbarense, brigavam pelo acesso, para o Alvi-celeste faltou apenas 2 pontos para o acesso, sendo campeão o Mirassol, vice o União, 3º o Olímpia e 4º o São Caetano.

1999 foi mais uma vez um ano de péssima campanha, o Olímpia escapa da Quarta Divisão (B-1) na última rodada em Itápolis, precisava vencer e estava perdendo por 1x0 até 35 do segundo tempo, quando aconteceu o milagre o OFC virou o jogo e venceu por 2x1 conseguindo se manter na série A-3.

Em 2000, depois de conseguir um patrocínio forte, o Olímpia com uma campanha maravilhosa sagra-se campeão do Paulista da Série A-3. Em seguida disputa a série A-2 no mesmo ano ficando de fora da finais na última rodada. Ainda em 2000, disputa a Copa João Havelange (Campeonato Brasileiro Série C), outra campanha excelente o time chegou até a Semi-Final, ficando perto de classificar-se para as Oitavas-de-Finais da Primeira Divisão do Brasileiro daquele ano, e ainda de ganhar uma vaga na Série B do Campeonato Brasileiro.

Em 2001 o alvi-celeste bateu na trave e só não conquistou o acesso para a Primeira Divisão do Campeonato Paulista por deixar de somar um ponto no certame de pontos corridos. Com a ampliação do Paulistão para 20 equipes, cinco equipes de Série A-2 ascenderiam para a A-1. O Olímpia alcançou a sexta posição e terminou o campeonato apenas um ponto atrás do rival América, que por sua vez, conquistou o acesso.

Depois de disputar o Campeonato Paulista da Série A-2 por sete anos consecutivos, o Olímpia realizou uma má campanha em 2006 e foi rebaixado para a Série A-3.

2007 também ficará marcado na memória de todos os olimpienses. Mais uma vez, após quase não disputar o campeonato e quase encerrar as atividades, o Olímpia Futebol Clube conquista um dos títulos mais importantes da sua história: o de Campeão Paulista da Série A-3. Mesmo formando um bom time, muitos não acreditavam no time que foi o último a se classificar para a segunda-fase, mas o primeiro a garantir o acesso. O alvi-celeste ainda desbancou adversários de peso como Ferroviária e XV de Piracicaba. Na final, o Galo Azul desbancou o Atlético Monte Azul, fora de casa e viu uma torcida vibrante e apaixonada aguardando a chegada do time no trevo da cidade.


Hino

Composição: Renato Silva

Olímpia, Olímpia É teu o meu coração Amado Galo Azul Um eterno campeão Olímpia coisa linda Divino é te querer Olímpia, sempre Olímpia Olímpia até morrer Salve a bandeira altaneira Que a brisa beija e balança Enlevando corações No futebol da esperança Vitória outra vitória Depois da luta renhida Titãs que vão para a história Mais uma etapa vencida A bola vai A bola vem Olímpia, sempre Olímpia E não tem pra mais ninguém.

Estádio

Nome: Estádio Tereza Breda
Dimensões: 105m x 69m
Capacidade: 20.000 lugares
Endereço: Rua Prof.ª Maria Ubaldina de Barros Furquim s/nº

História do Tereza Breda
Nasce o "Majestoso Estádio Tereza Breda", o belíssimo dia ensolarado de 11 de setembro de 1949 ficaria registrado para sempre na história de nosso esporte, com a inauguração oficial do novo Estádio, que em homenagem póstuma à esposa do benfeitor Sr.Natal Breda se chamaria "Estádio Tereza Breda", e posteriormente popularizado apenas por "TB". Foi chamado de "majestoso", porque na época era considerado um gigante. Em tamanho, o terceiro do Estado, com capacidade estimada em 5.000 lugares e as dimensões do gramado, as mesmas do Maracanã. Para a inauguração do Estádio, foi convidado a equipe da S.E. Palmeiras da Capital, foi uma verdadeira festa, o resultado é o que menos importa, o importante foi a festa, o jogo foi 4x1 para o Palmeiras.

Com o acesso à Segunda Divisão, em 1989, o Olímpia FC foi obrigado pela F.P.F em aumentar a capacidade do Estádio de 5.000 para 15.000 lugares.

Em 1991, com o acesso para a Primeira Divisão, o Olímpia teve que outra vez remodelar o Estádio, foram desmanchadas as arquibancadas provisórias nas laterais, e construída uma grande arquibancada metálica em cima das sociais, para a inauguração das arquibancadas novas, outra vez o Palmeiras, desta vez empate em 0x0.

Com o acesso para a Segunda Divisão em 2000, e com as novas normas da F.P.F, o Olímpia teve que, novamente, aumentar seu Estádio, de 15.000 para 20.000 lugares, foi construída uma arquibancada metálica onde existia as arquibancadas provisórias que foram desmanchadas em 1991.

Mascote

GALO AZUL

Mascote: Galo

Site

http://www.olimpiafutebolclube.com

quinta-feira, 5 de março de 2009

Feirense Futebol Clube

O Feirense Futebol Clube é o mais novo referencial do futebol de Feira de Santana e tem como seu mando de campo o Estádio Jóia da Princesa a exemplo do Fluminense de Feira hoje seu maior rival no interior do Estado. Depois de ter conquistado o título do Campeonato Baiano da Segunda Divisão de profissionais de 2007 o Feirense (denominado como a Águia do Sertão) é hoje uma das gratas surpresa do futebol Baiano.

O clube entrou no profissionalismo em 2000 com o nome de Esporte Clube Independente, sagrou-se vice-campeão da 3ª Divisão baiana, conseguindo o acesso para a Segunda Divisão. Em 2001, conquistou o título da 2ª Divisão vencendo na final o Grapiúna.

O Independente protagoniza uma das mais meteóricas histórias do futebol estadual. Somente em novembro de 2000 iniciou, de fato, as suas atividades como clube profissional - é filiado à FBF desde 1997. A experiência nordestina do Palmeiras começou em 2000, quando o time fechou uma parceria com o Independente, clube da cidade do interior baiano. No início deste ano, a agremiação paulista tomou conta de vez da equipe e colocou seu nome na associação baiana.

No ano de 2002, o clube passa a se chamar Palmeiras do Nordeste e, em sua primeia participação na divisão principal, conquista o título do Campeonato Baiano e do Campeonato do Interior, garantindo o direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série C.

Em 2003, conquistou a Taça Estado da Bahia, vencendo o Cruzeiro de Cruz das Almas na final.

Sua decadência iniciou-se em 2004 quando o Palmeiras encerrou sua parceria com o clube. Em 2005, mesmo com grandes dificuldades financeiras disputou o Campeonato Baiano na cidade de Santo Antônio de Jesus, sendo rebaixado após desempate contra o Sport Camaçariense.

No ano de 2007, revitalizado com o atual nome e após estabelecer uma parceria com uma sociedade empresária de Feira de Santana, sagrou-se Campeão Baiano da segunda divisão, após dois empates com o Galícia na final, tendo acesso a divisão principal.



Títulos

Campeonato Baiano: 2002.
Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 2 vezes (2001 e 2007).
Taça Estado da Bahia: 2003.

Estádio

Estádio Alberto Oliveira, ou Jóia da Princesa, é um estádio de futebol de Feira de Santana (Bahia), que atende a diversos clubes do município, principalmente ao Fluminense de Feira Futebol Clube, principal clube da cidade, que tem capacidade para 16.274 pessoas.

Foi inaugurado em 23 de abril de 1953 quando o Bahia de Feira venceu o Galícia, da capital, por 2 a 0, com dois gols de Mário Porto. Inicialmente foi denominado Estádio Municipal Almachio Boaventura, em homenagem ao intendente que fez a terraplenagem do terreno em 1950.

Em 13 de novembro de 1966, foi inaugurado no mesmo local um novo estádio, mudando a posição do campo. O estádio foi rebatizado com o nome de Alberto Oliveira, em homenagem ao ex-vereador e ex-presidente do Fluminense de Feira Futebol Clube. A reinauguração foi realizada pelo então governador Luís Viana. O Fluminense de Feira jogou amistosamente contra o Vasco da Gama do Rio de Janeiro, perdendo pelo placar de 1 a 0, gol contra do zagueiro Val. Atualmente também abriga o Esporte Clube Bahia.

Mascote

Águia do Sertão

Site

http://www.feirensefutebolclube.com

quarta-feira, 4 de março de 2009

Treze Futebol Clube

07 de Setembro de 1925, nasce o mais querido da Paraíba

(...)02 de Setembro daquele mesmo ano, em uma quinta-feira, à noite ocorreu uma reunião no clube dos comerciários, onde hoje está localizado o prédio da Associação Comercial, na avenida Floriano Peixoto. Naquela data Antonio Fernandes Bióca, que ficara entusiasmado com o grande número de interessados na proposta, marcara uma reunião formal para o dia 07 de Setembro, com o propósito de oficializar a criação de uma agremiação esportiva em Campina Grande.

Assim, no dia 07 de Setembro de 1925, às nove horas da manhã, compareceram à residência de Bióca, que ficava vizinho ao antigo cine Babilônia, José de Castro, José Eloy Junior, Amélio Leite, Plácido Véras, José Sodré, Zacarias Ribeiro, José Rodolfo, Olívio Barreto, José Casado, Alberto Santos, Osmindo Lima e Luiz Gomes. O anfitrião ficou desanimado com o baixo número de pessoas presentes, diante do público que vira na reunião anterior e pensou até em desistir da empreitada, mas mesmo com o reduzido número de participantes à reunião, a idéia de desistência não prosperou e passou-se a escolher o nome da nova agremiação esportiva, vários nomes surgiram, mais não se chegou a nenhum consenso, pois o intuito era criar algo novo e original, então essa escolha ficou para a próxima reunião, conforme ficou registrado na ata número 07, do Treze Futebol Clube, de 07/09/1925.

Entusiasmados diante da receptividade do público quanto à noticia de que um novo clube de futebol estava surgindo na cidade, os futuros atletas alvinegros marcaram uma segunda reunião, sob a coordenação de Bióca, que fora escolhido como presidente interino, sendo o assunto da pauta a escolha do nome da agremiação. Mais uma vez as idéias foram surgindo, mais nenhuma original, essa agremiação deveria ter um nome diferente de todas as outras já existentes.
Os pontos positivos deste encontro foram o acordo de que o nome do novo clube deveria ser algo original e a definição das cores, que também deveriam ser diferentes dos demais clubes, então Plácido sugeriu o preto-e-branco que para sua surpresa foi logo aceito por todos, quanto ao nome não se chegou a nenhum consenso novamente.

No dia 20 de outubro de 1925, novamente os treze desportistas estavam reunidos na casa de Bióca, discutindo um nome para o clube, que até então era apenas rotulado como uma “sociedade desportiva”, conforme observa a ata de número 03. Em certo instante José Casado levanta-se e conta o número de presentes à reunião e observou que eram treze componentes desde a primeira reunião, então sugeriu duas opções Treze SPORT CLUBE ou TREZE FUTEBOL CLUBE e como a atividade a ser desenvolvida seria o futebol, ficaram com a segunda opção. Nascia ali o mais querido da Paraíba.
Na manhã seguinte, quando a noticia se espalhou pela cidade à população ficou surpresa com a escolha do interessante nome para a agremiação que surgia, mas embora tendo nome exótico nome, o destino do “Galo da Borborema” (expressão de autoria do poeta Murilo Buarque, fazendo alusão ao número 13 no “jogo do bicho”) seria o de voar alto como as águias. Daí no primeiro jogo,o novo clube já contara com torcida junto ao campo de areia.

A História do Treze Futebol Clube – Cronologia

O Treze Futebol Clube surgiu do carinho e da paixão pelo futebol de treze desportistas. Alberto Santos, Osmindo Lima, Olívio Barreto, Zacarias Ribeiro, José Casado, Plácido Véras, José de Castro, José Eloy, José Rodolpho, José Sodré, Amélio Leite, Luiz Gomes e Antônio Bióca reuniram-se naquele dia, na residência do último, com o propósito de fundar uma sociedade esportiva.

O nome foi uma proposição de José Casado, fundamentada no número de sócios que haviam assinado a primeira ata. Já as cores foram propostas por Plácido Véras.
A história do Treze é grandiosa, não podendo ser resumida em poucas palavras. De modo detalhado, em 2006 lançamos o livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história". Contudo, neste espaço, para que o internauta tenha apenas uma idéia da importância do "Galo da Borborema" no cenário esportivo do Estado, faremos abaixo uma "Linha do Tempo", capaz de transmitir a magnitude da sua história:

•1925: No dia Sete de setembro, é fundada, na residência de Antônio Bióca, uma sociedade desportiva. O nome "Treze Futebol Clube", proposta de José Casado, somente foi adotado em 20 de outubro daquele ano.
•1926: no dia 1º de maio, o Treze faz o seu primeiro jogo, sendo o adversário o Palmeiras, desta cidade. Sai vencedor por 1 x 0, gol marcado por Plácido Véras, apelidado de "Guiné". Ainda este ano, já aparece na "Revista Fon Fon", de circulação nacional, no mês de setembro.
•1926 a 1929: Sagra-se tetracampeão do "Campeonato da Cidade".
•1930 a 1936: O Treze passa por uma crise interna. A diretoria, escolhida em 1930, resolve suspender as atividades do clube.
•1937: Tendo Bióca como líder, o Treze é reativado.
•1938: Início da construção do Estádio Presidente Vargas.
•1939: Participa, pela primeira vez, do "Campeonato da Capital" (atual Campeonato Estadual). Fica com o segundo lugar. Conquista o "Campeonato da Cidade"
•1940: Sagra-se campeão do Estado. O "Presidente Vargas" é inaugurado. Bicampeão da cidade.
•1941: Conquista o bicampeonato estadual. Outra vez é campeão da cidade
•1942 e 1943: sagra-se tetracampeão do "Campeonato da Cidade".
•1945: Conquista mais um "Campeonato da Cidade".
•1947: Campeão do "Torneio Quadrangular Capitão Renato Ribeiro de Moraes", em João Pessoa. Bicampeão do "Campeonato da Cidade".
•1948 e 1949: Tretacampeão do Campeonato da Cidade. É o primeiro clube paraibano a realizar uma viagem aérea para jogar em outro Estado. São construídas as primeiras arquibancadas do PV.
•1950: Implanta o profissionalismo. Sagra-se Campeão Estadual.
•1951: realiza o seu primeiro amistoso internacional, enfrentando o Vélez Sarsfield, da Argentina, quando perde por 3 x 2.
•1952: Lança a revista comemorativa do 27º aniversário, fato pioneiro no futebol paraibano. Concede o título de sócio-honorário ao compositor Ari Barroso.
•1953: Os atletas alvinegros, Marinho, Hercílio e Ruivo recebem o prêmio "Belfort Duarte", concedido aos atletas que disputassem 80 partidas sem receber qualquer punição.
•1954: Faz excursões por Bahia, Sergipe, Alagoas e Ceará.
•1955: Enfrenta diversos clubes cariocas, entre eles o Flamengo, quando perde por 1x0. É realizado o primeiro Treze x Campinense, posteriormente denominado de "Clássico dos Maiorais". Inaugura o Estádio Plínio Lemos, enfrentando o Bahia.
•1956: realiza outra excursão, desta vez para jogos no Piauí e no Ceará.
•1957: realiza amistosos contra clubes cariocas. É, mais uma vez, Campeão da Cidade.
•1958: É campeão do "Torneio JK". O Estádio Presidente Vargas recebe iluminação para jogos noturnos.
•1959: enfrenta clubes do Rio de Janeiro. Destaque para a vitória sobre o Bangu por 2 x 1. Tem início a construção da arquibancada geral do PV. É campeão do I Campeonato Misto de Profissionais.
•1960: outros amistosos contra times cariocas. Destaque para o empate contra o Vasco da Gama em 1 x 1.
•1961: Realiza o segundo amistoso internacional da sua história, empatando em 1 x 1 com o Dínamo de Bucarest. Conquista o "Torneio Pernambuco-Paraiba". Excursão pelos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas.
•1962: Inaugura as cabines de imprensa no Estádio Presidente Vargas, sendo obra pioneira nos estádios da Paraíba. Faz a excursão mais longa da sua história. Durante quase dois meses, atuou pelos estados do Amazonas, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí e Ceará, vencendo 14 jogos, empatando 01 e perdendo 07. Depois de quatro anos, perde uma partida contra um clube da capital do Estado.
•1964: É o primeiro clube paraibano a jogar em Brasília, de onde regressou invicto.
•1966: Sagra-se campeão estadual, de forma invicta.
•1967: Disputa a "Taça Brasil". O atleta alvinegro Chicletes foi o artilheiro da competição, superando inclusive Pelé, aquela altura já o maior jogador do mundo.
•1968: Realiza vários amistosos internacionais. Inicialmente, contra a Argentina; depois, contra a Seleção da Romênia e, mais tarde, o Rampla Juniors do Uruguai. Contra a Romênia, o bicampeão mundial Garrincha atuou pelo Treze.
•1969: Nilton Santos, também bicampeão mundial, atua pelo Treze contra o Campo Grande do Rio de Janeiro.
•1970: o Treze recusou-se a disputar o campeonato estadual. Disputa vários amistosos interestaduais.
•1971: Empreende excursão pelo Ceará, Piauí e Maranhão, onde conquista o Torneio "Cidade de São Luís".
•1972: Ampliação do Estádio Presidente Vargas.
•1973: Grave acidente com a delegação do Treze, quando da volta de um jogo em Pernambuco. O atleta Josa perdeu as pernas, numa tragédia que chocou a Paraíba.
•1974: outro amistoso internacional, desta vez contra a seleção da Tanzânia.
•1975: Cinqüentenário do alvinegro. Amistoso contra o Internacional de Porto Alegre. O Treze inaugura os refletores do Estádio Amigão. O jogador João Paulo marca o primeiro gol noturno naquele estádio. Conquista do campeonato paraibano, dividido com o Botafogo.
•1976: Participação no Campeonato Nacional. Apresenta índice de público superior a cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. É campeão da Taça "Cidade de Campina Grande" (antigo "Campeonato da Cidade").
•1977: Nova participação no Campeonato Nacional, após seletiva com o Campinense. Destaque para o empate contra S.E. Palmeiras em 1 x 1. O nome do Treze passa, semanalmente, a ser citado pelo personagem "Meinha", de Chico Anísio, em programa da Rede Globo ("Tem nada não! Deixa eu ser contratado pelo Treze!"). É novamente campeão da Taça "Cidade de Campina Grande".
•1978: Recusa-se a disputar o campeonato estadual. Tricampeão da Taça "Cidade de Campina Grande". Sob o protesto da torcida, tem o seu nome mudado para Treze Athlético Paraibano. A canção "Galo da Borborema", de João Martinhs, é "adotada" como hino do clube. Tricampeão da Taça "Cidade de Campina Grande" .
•1979: Adelino, atleta alvinegro, iguala feito de Pelé, ao marcar oito gols em uma partida oficial, contra o Nacional de Cabedelo, que perde por 13 x 0 ! Conquista o tetracampeonato da Taça "Cidade de Campina Grande" e o Torneio Pentagonal "Cleto Marques"
•1980: Conquista o "Torneio Paraíba-Rio Grande do Norte".
•1981 a 1983: Tricampeão Paraibano. Em 1982 e 1983, conquista a Copa Paraíba. Em 1982, estabelece o recorde oficial do Estádio Amigão ao jogar contra o Flamengo: 41.149 pagantes. Neste mesmo ano, venceu o Botafogo do Rio em pleno estádio Caio Martins, por 3 x 1
•1984: nova participação no Campeonato Nacional. Empates contra o Corinthians Paulista, tanto em C. Grande quanto em São Paulo.
•1985: A FPF proclama Treze e Botafogo campeões estaduais, decisão até hoje discutida.
•1986: O Treze conquista o Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF, correspondente à atual Segunda Divisão. Vitórias sobre o Santos, em plena Vila Belmiro, e São Paulo, ambas por 1 x 0.
•1987: Bióca, um dos fundadores do alvinegro, é homenageado pela URSS.
•1988 e 1989: Bicampeão da Taça "Cidade de Campina Grande". Em 1989, conquista do Supercampeonato Estadual. Um temporal destrói as torres de iluminação do PV.
•1990 a 1994: O alvinegro passa por grave crise interna, culminando no seu rebaixamento à segunda divisão do campeonato estadual em 1994.
•1995: Disputa a segunda divisão do Campeonato Estadual. Ainda assim, apresenta média de público superior aos jogos da primeira divisão estadual.
•1996: Retorna à primeira divisão. Bióca e "Guiné" , sócios-fundadores remanescentes, partem para à eternidade.
•1997: começam os trabalhos para que o PV volte a ter iluminação para jogos noturnos.
•1998: Inauguração dos novos refletores do PV.
•1999: O Treze é a primeira equipe paraibana a passar para a segunda fase da Copa Brasil, após derrotar o Santa Cruz do Recife em pleno estádio do Arruda. Empata, por duas vezes, com o Corinthians Paulista, então campeão brasileiro, sendo eliminado somente nos pênaltis.
•2.000: Sagra-se campeão estadual, sendo o último do milênio.
•2001: conquista o bicampeonato paraibano.
•2002: Disputa a Copa do Brasil, sendo destaque a vitória sobre o São Paulo por 1 x 0.
•2004: Realiza boa campanha pela Série C.
•2005: Campeão paraibano. Alcança o 5º lugar na Copa do Brasil, eliminando equipes como o Coritiba e São Caetano.
•2006: Bicampeão estadual. Tem sua história contada no livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história".
•2007: Passa a segunda fase da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Corinthians Paulista, que pela primeira vez consegue derrotá-lo durante o tempo normal de jogo.

Títulos

Campeão Paraibano
1940 / 1941 / 1950 / 1966 (Invicto) / 1975 / 1981 / 1982 / 1983 / 1985 / 1989 / 2000 / 2001 / 2005 / 2006.

Campeão do Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF (equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro) (1986)

Estádio

Estádio Presidente Vargas

Fundado em 17 de março de 1940 o Estádio Presidente Vargas é um dos orgulhos do torcedor Trezeano e um dos maiores patrimônios de um clube de Futebol da Paraiba.

Localizado no Bairro de São José, bairro próximo ao centro de Campina Grande, o Estádio abriga a maioria dos jogos do Treze Futebol Clube no campeonato paraibano e alguns jogos da série C do Campeonato Brasileiro.

Vem sofrendo manutenção constante e reformas em sua infra-estrutura para adequar melhor as instalações a nossa torcida, funcionários, imprensa e todos que ali estejam. A ampliação do número de espaços na arquibancada geral se faz necessário para que possamos ampliar os espaços e a receita com arrecadações com jogos. A Diretoria já iniciou estudos para a ampliação da arquibancada geral, em breve será lançada uma campanha para o erguimento desses espaços.

Capacidade do Estádio: 10.000 pessoas.

HINO OFICIAL DO TREZE FUTEBOL CLUBE
(João Martins e Naldo Aguiar)

Somos campeões
Da Paraíba somos o melhor
Somos campeões
Treze querido tu és o maior

Sua torcida é uma legião
E a cada dia sempre cresce mais
Somos campeões dos campeões
Dos campeonatos paraibanos e regionais

Treze, Treze
Tu és a alegria do povo
Treze, Treze
Tu és campeão de novo

És alvinegro o Galo da Borborema
De tantas glórias e tradições
Treze, Treze
Sou trezeano de coração

Mascote

O Treze Futebol Clube como todos conhecem é popularmente chamado de GALO DA BORBOREMA.
O mascote do Treze é representado por um galo, devido ao nome coincidir com o mesmo número do animal no "jogo do bicho", o 13. E BORBOREMA devido à localização geográfica de sua origem.

O mascote do maior adversário do Treze, o Campinense, é a raposa... esta charge mostra a rivalidade entre o Treze X Campinense, entre o GALO e a raposa, entre o "Clássico dos Maiorais".

Site

http://www.trezefc.com.br/

terça-feira, 3 de março de 2009

JV Lideral Futebol Clube

O JV Lideral Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Imperatriz, no estado do Maranhão.

Em 2009 diputará pela primeira vez o campeonato maranhense da primeira divisão.

JV significa João Vicente. São as duas iniciais do nome do filho do presidente Wálter Lira. Lideral é o nome da empresa do presidente do clube.

O JV Lideral surgiu como clube profissional no ano passado quando disputou a 2ª divisão e foi o vice-campeão. Antes, a equipe disputava apenas o campeonato amador de Imperatriz. As cores do JV são o amarelo, vermelho e branco. O escudo é inspirado no Barcelona da Espanha.

O JV Lideral mandará os seus jogos no campo do CT Wálter Lira

Mascote

O JV Lideral tem como mascote um trator. Pois, a empresa Empreendimentos Lideral, que banca o time, é do ramo de terraplanagens e de demais serviços com o uso de tratores e equipamentos semelhantes.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Rondonópolis Esporte Clube

O Rondonópolis Esporte Clube (REC) nasceu no ano de 2006, com data de fundação oficial no aniversário de Rondonópolis (10/12) - as cores do escudo e da camisa da equipe também são as mesmas da bandeira da cidade -, a partir da sociedade de quatro amigos apaixonados por futebol e até então sócios-proprietários de outra equipe local.
Francisco Marino Fernandes, José Francisco da Cruz, Neri José Schmidt e Paulo Ferreira de Paula adquiriram uma área de 8 hectares (Chácara Beira-Rio), a 600m do Jardim Europa, ainda no mesmo ano, quando iniciaram a construção da sede própria e Centro de Treinamentos do clube (atual “Boca do Leão”).
Em 2007, eles se dedicaram incansavelmente nestas obras, como construção de escritório, vestiários, enfermaria, academia, além de um campo de futebol soçaite e três campos oficiais de futebol – algumas concluídas apenas em 2008.
Ainda no seu 1º ano de fundação, o clube empresa mudou sua trajetória inicial, que visava a revelação de jovens talentos, através das categorias de base.
Isto porque o Rondonópolis EC foi convidado pela Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) a disputar o Campeonato Estadual de 2008, graças à ampliação de clubes participantes da 1ª divisão. Assim, o projeto da direção de começar profissionalmente na 2ª divisão em 2009 foi antecipado.
Tendo que conciliar as despesas de construção do CT e equipe profissional, a diretoria montou um elenco razoável, com o objetivo de não cair para a Segunda Divisão. O resultado final, considerando estes fatores, foi bom, já que o Rondonópolis EC esteve muito próximo da classificação para a semifinal do Estadual.
Na competição, o Rondonópolis EC disputou a primeira partida oficial de sua história. O jogo aconteceu dia 27 de janeiro de 2008, no estádio Luthero Lopes, diante do Grêmio Jaciarense.
Com muito planejamento, o Rondonópolis EC iniciou sua preparação para a Copa Governador do Estado de 2008 logo após o Mato-Grossense. A antecipação, porém, não foi tão valiosa como o esperado, pois os planos de alcançar as primeiras posições com o jovem elenco foram frustrados no arbitral da competição, que deu fim ao limite de idade.
Atualmente com suas categorias de base montadas, o Rondonópolis EC volta suas atenções para as jovens promessas e pretende, além de colher os frutos do trabalho com garotos, conquistar em breve seu primeiro título profissional.

Estádio

Estádio Engenheiro Luthero Lopes

Proveniente de uma permuta com a Empresa Atacadão, o Município deu o antigo Estádio Lutero Lopes na Avenida Bandeirantes construído nos anos 60, onde a empresa aproveitou tão somente o terreno. Em contrapartida, deu ao Município o Novo Estádio Engenheiro Luthero Lopes com capacidade para 18.720 pessoas. Esse monumental Estádio foi inaugurado no dia 22/03/2000, com a partida entre Grêmio de Futebol Portalegrense e União Esporte Clube valendo pela Copa do Brasil. O time Gaúcho venceu por 4 a 0, com Ronaldinho Gaúcho fazendo o primeiro gol no novo Estádio entrando para o História. O Gol aconteceu aos 12 minutos do primeiro tempo. Atleta da casa foi Zumbi no jogo União 1 x 1 Cáceres, no dia 12/04/2000 que entrou para a história fazendo o primeiro gol com a camisa de um time da cidade, a do União.

Mascote








Site
http://www.rondonopolisec.com.br/