quinta-feira, 5 de março de 2009

Feirense Futebol Clube

O Feirense Futebol Clube é o mais novo referencial do futebol de Feira de Santana e tem como seu mando de campo o Estádio Jóia da Princesa a exemplo do Fluminense de Feira hoje seu maior rival no interior do Estado. Depois de ter conquistado o título do Campeonato Baiano da Segunda Divisão de profissionais de 2007 o Feirense (denominado como a Águia do Sertão) é hoje uma das gratas surpresa do futebol Baiano.

O clube entrou no profissionalismo em 2000 com o nome de Esporte Clube Independente, sagrou-se vice-campeão da 3ª Divisão baiana, conseguindo o acesso para a Segunda Divisão. Em 2001, conquistou o título da 2ª Divisão vencendo na final o Grapiúna.

O Independente protagoniza uma das mais meteóricas histórias do futebol estadual. Somente em novembro de 2000 iniciou, de fato, as suas atividades como clube profissional - é filiado à FBF desde 1997. A experiência nordestina do Palmeiras começou em 2000, quando o time fechou uma parceria com o Independente, clube da cidade do interior baiano. No início deste ano, a agremiação paulista tomou conta de vez da equipe e colocou seu nome na associação baiana.

No ano de 2002, o clube passa a se chamar Palmeiras do Nordeste e, em sua primeia participação na divisão principal, conquista o título do Campeonato Baiano e do Campeonato do Interior, garantindo o direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série C.

Em 2003, conquistou a Taça Estado da Bahia, vencendo o Cruzeiro de Cruz das Almas na final.

Sua decadência iniciou-se em 2004 quando o Palmeiras encerrou sua parceria com o clube. Em 2005, mesmo com grandes dificuldades financeiras disputou o Campeonato Baiano na cidade de Santo Antônio de Jesus, sendo rebaixado após desempate contra o Sport Camaçariense.

No ano de 2007, revitalizado com o atual nome e após estabelecer uma parceria com uma sociedade empresária de Feira de Santana, sagrou-se Campeão Baiano da segunda divisão, após dois empates com o Galícia na final, tendo acesso a divisão principal.



Títulos

Campeonato Baiano: 2002.
Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 2 vezes (2001 e 2007).
Taça Estado da Bahia: 2003.

Estádio

Estádio Alberto Oliveira, ou Jóia da Princesa, é um estádio de futebol de Feira de Santana (Bahia), que atende a diversos clubes do município, principalmente ao Fluminense de Feira Futebol Clube, principal clube da cidade, que tem capacidade para 16.274 pessoas.

Foi inaugurado em 23 de abril de 1953 quando o Bahia de Feira venceu o Galícia, da capital, por 2 a 0, com dois gols de Mário Porto. Inicialmente foi denominado Estádio Municipal Almachio Boaventura, em homenagem ao intendente que fez a terraplenagem do terreno em 1950.

Em 13 de novembro de 1966, foi inaugurado no mesmo local um novo estádio, mudando a posição do campo. O estádio foi rebatizado com o nome de Alberto Oliveira, em homenagem ao ex-vereador e ex-presidente do Fluminense de Feira Futebol Clube. A reinauguração foi realizada pelo então governador Luís Viana. O Fluminense de Feira jogou amistosamente contra o Vasco da Gama do Rio de Janeiro, perdendo pelo placar de 1 a 0, gol contra do zagueiro Val. Atualmente também abriga o Esporte Clube Bahia.

Mascote

Águia do Sertão

Site

http://www.feirensefutebolclube.com

quarta-feira, 4 de março de 2009

Treze Futebol Clube

07 de Setembro de 1925, nasce o mais querido da Paraíba

(...)02 de Setembro daquele mesmo ano, em uma quinta-feira, à noite ocorreu uma reunião no clube dos comerciários, onde hoje está localizado o prédio da Associação Comercial, na avenida Floriano Peixoto. Naquela data Antonio Fernandes Bióca, que ficara entusiasmado com o grande número de interessados na proposta, marcara uma reunião formal para o dia 07 de Setembro, com o propósito de oficializar a criação de uma agremiação esportiva em Campina Grande.

Assim, no dia 07 de Setembro de 1925, às nove horas da manhã, compareceram à residência de Bióca, que ficava vizinho ao antigo cine Babilônia, José de Castro, José Eloy Junior, Amélio Leite, Plácido Véras, José Sodré, Zacarias Ribeiro, José Rodolfo, Olívio Barreto, José Casado, Alberto Santos, Osmindo Lima e Luiz Gomes. O anfitrião ficou desanimado com o baixo número de pessoas presentes, diante do público que vira na reunião anterior e pensou até em desistir da empreitada, mas mesmo com o reduzido número de participantes à reunião, a idéia de desistência não prosperou e passou-se a escolher o nome da nova agremiação esportiva, vários nomes surgiram, mais não se chegou a nenhum consenso, pois o intuito era criar algo novo e original, então essa escolha ficou para a próxima reunião, conforme ficou registrado na ata número 07, do Treze Futebol Clube, de 07/09/1925.

Entusiasmados diante da receptividade do público quanto à noticia de que um novo clube de futebol estava surgindo na cidade, os futuros atletas alvinegros marcaram uma segunda reunião, sob a coordenação de Bióca, que fora escolhido como presidente interino, sendo o assunto da pauta a escolha do nome da agremiação. Mais uma vez as idéias foram surgindo, mais nenhuma original, essa agremiação deveria ter um nome diferente de todas as outras já existentes.
Os pontos positivos deste encontro foram o acordo de que o nome do novo clube deveria ser algo original e a definição das cores, que também deveriam ser diferentes dos demais clubes, então Plácido sugeriu o preto-e-branco que para sua surpresa foi logo aceito por todos, quanto ao nome não se chegou a nenhum consenso novamente.

No dia 20 de outubro de 1925, novamente os treze desportistas estavam reunidos na casa de Bióca, discutindo um nome para o clube, que até então era apenas rotulado como uma “sociedade desportiva”, conforme observa a ata de número 03. Em certo instante José Casado levanta-se e conta o número de presentes à reunião e observou que eram treze componentes desde a primeira reunião, então sugeriu duas opções Treze SPORT CLUBE ou TREZE FUTEBOL CLUBE e como a atividade a ser desenvolvida seria o futebol, ficaram com a segunda opção. Nascia ali o mais querido da Paraíba.
Na manhã seguinte, quando a noticia se espalhou pela cidade à população ficou surpresa com a escolha do interessante nome para a agremiação que surgia, mas embora tendo nome exótico nome, o destino do “Galo da Borborema” (expressão de autoria do poeta Murilo Buarque, fazendo alusão ao número 13 no “jogo do bicho”) seria o de voar alto como as águias. Daí no primeiro jogo,o novo clube já contara com torcida junto ao campo de areia.

A História do Treze Futebol Clube – Cronologia

O Treze Futebol Clube surgiu do carinho e da paixão pelo futebol de treze desportistas. Alberto Santos, Osmindo Lima, Olívio Barreto, Zacarias Ribeiro, José Casado, Plácido Véras, José de Castro, José Eloy, José Rodolpho, José Sodré, Amélio Leite, Luiz Gomes e Antônio Bióca reuniram-se naquele dia, na residência do último, com o propósito de fundar uma sociedade esportiva.

O nome foi uma proposição de José Casado, fundamentada no número de sócios que haviam assinado a primeira ata. Já as cores foram propostas por Plácido Véras.
A história do Treze é grandiosa, não podendo ser resumida em poucas palavras. De modo detalhado, em 2006 lançamos o livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história". Contudo, neste espaço, para que o internauta tenha apenas uma idéia da importância do "Galo da Borborema" no cenário esportivo do Estado, faremos abaixo uma "Linha do Tempo", capaz de transmitir a magnitude da sua história:

•1925: No dia Sete de setembro, é fundada, na residência de Antônio Bióca, uma sociedade desportiva. O nome "Treze Futebol Clube", proposta de José Casado, somente foi adotado em 20 de outubro daquele ano.
•1926: no dia 1º de maio, o Treze faz o seu primeiro jogo, sendo o adversário o Palmeiras, desta cidade. Sai vencedor por 1 x 0, gol marcado por Plácido Véras, apelidado de "Guiné". Ainda este ano, já aparece na "Revista Fon Fon", de circulação nacional, no mês de setembro.
•1926 a 1929: Sagra-se tetracampeão do "Campeonato da Cidade".
•1930 a 1936: O Treze passa por uma crise interna. A diretoria, escolhida em 1930, resolve suspender as atividades do clube.
•1937: Tendo Bióca como líder, o Treze é reativado.
•1938: Início da construção do Estádio Presidente Vargas.
•1939: Participa, pela primeira vez, do "Campeonato da Capital" (atual Campeonato Estadual). Fica com o segundo lugar. Conquista o "Campeonato da Cidade"
•1940: Sagra-se campeão do Estado. O "Presidente Vargas" é inaugurado. Bicampeão da cidade.
•1941: Conquista o bicampeonato estadual. Outra vez é campeão da cidade
•1942 e 1943: sagra-se tetracampeão do "Campeonato da Cidade".
•1945: Conquista mais um "Campeonato da Cidade".
•1947: Campeão do "Torneio Quadrangular Capitão Renato Ribeiro de Moraes", em João Pessoa. Bicampeão do "Campeonato da Cidade".
•1948 e 1949: Tretacampeão do Campeonato da Cidade. É o primeiro clube paraibano a realizar uma viagem aérea para jogar em outro Estado. São construídas as primeiras arquibancadas do PV.
•1950: Implanta o profissionalismo. Sagra-se Campeão Estadual.
•1951: realiza o seu primeiro amistoso internacional, enfrentando o Vélez Sarsfield, da Argentina, quando perde por 3 x 2.
•1952: Lança a revista comemorativa do 27º aniversário, fato pioneiro no futebol paraibano. Concede o título de sócio-honorário ao compositor Ari Barroso.
•1953: Os atletas alvinegros, Marinho, Hercílio e Ruivo recebem o prêmio "Belfort Duarte", concedido aos atletas que disputassem 80 partidas sem receber qualquer punição.
•1954: Faz excursões por Bahia, Sergipe, Alagoas e Ceará.
•1955: Enfrenta diversos clubes cariocas, entre eles o Flamengo, quando perde por 1x0. É realizado o primeiro Treze x Campinense, posteriormente denominado de "Clássico dos Maiorais". Inaugura o Estádio Plínio Lemos, enfrentando o Bahia.
•1956: realiza outra excursão, desta vez para jogos no Piauí e no Ceará.
•1957: realiza amistosos contra clubes cariocas. É, mais uma vez, Campeão da Cidade.
•1958: É campeão do "Torneio JK". O Estádio Presidente Vargas recebe iluminação para jogos noturnos.
•1959: enfrenta clubes do Rio de Janeiro. Destaque para a vitória sobre o Bangu por 2 x 1. Tem início a construção da arquibancada geral do PV. É campeão do I Campeonato Misto de Profissionais.
•1960: outros amistosos contra times cariocas. Destaque para o empate contra o Vasco da Gama em 1 x 1.
•1961: Realiza o segundo amistoso internacional da sua história, empatando em 1 x 1 com o Dínamo de Bucarest. Conquista o "Torneio Pernambuco-Paraiba". Excursão pelos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas.
•1962: Inaugura as cabines de imprensa no Estádio Presidente Vargas, sendo obra pioneira nos estádios da Paraíba. Faz a excursão mais longa da sua história. Durante quase dois meses, atuou pelos estados do Amazonas, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí e Ceará, vencendo 14 jogos, empatando 01 e perdendo 07. Depois de quatro anos, perde uma partida contra um clube da capital do Estado.
•1964: É o primeiro clube paraibano a jogar em Brasília, de onde regressou invicto.
•1966: Sagra-se campeão estadual, de forma invicta.
•1967: Disputa a "Taça Brasil". O atleta alvinegro Chicletes foi o artilheiro da competição, superando inclusive Pelé, aquela altura já o maior jogador do mundo.
•1968: Realiza vários amistosos internacionais. Inicialmente, contra a Argentina; depois, contra a Seleção da Romênia e, mais tarde, o Rampla Juniors do Uruguai. Contra a Romênia, o bicampeão mundial Garrincha atuou pelo Treze.
•1969: Nilton Santos, também bicampeão mundial, atua pelo Treze contra o Campo Grande do Rio de Janeiro.
•1970: o Treze recusou-se a disputar o campeonato estadual. Disputa vários amistosos interestaduais.
•1971: Empreende excursão pelo Ceará, Piauí e Maranhão, onde conquista o Torneio "Cidade de São Luís".
•1972: Ampliação do Estádio Presidente Vargas.
•1973: Grave acidente com a delegação do Treze, quando da volta de um jogo em Pernambuco. O atleta Josa perdeu as pernas, numa tragédia que chocou a Paraíba.
•1974: outro amistoso internacional, desta vez contra a seleção da Tanzânia.
•1975: Cinqüentenário do alvinegro. Amistoso contra o Internacional de Porto Alegre. O Treze inaugura os refletores do Estádio Amigão. O jogador João Paulo marca o primeiro gol noturno naquele estádio. Conquista do campeonato paraibano, dividido com o Botafogo.
•1976: Participação no Campeonato Nacional. Apresenta índice de público superior a cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. É campeão da Taça "Cidade de Campina Grande" (antigo "Campeonato da Cidade").
•1977: Nova participação no Campeonato Nacional, após seletiva com o Campinense. Destaque para o empate contra S.E. Palmeiras em 1 x 1. O nome do Treze passa, semanalmente, a ser citado pelo personagem "Meinha", de Chico Anísio, em programa da Rede Globo ("Tem nada não! Deixa eu ser contratado pelo Treze!"). É novamente campeão da Taça "Cidade de Campina Grande".
•1978: Recusa-se a disputar o campeonato estadual. Tricampeão da Taça "Cidade de Campina Grande". Sob o protesto da torcida, tem o seu nome mudado para Treze Athlético Paraibano. A canção "Galo da Borborema", de João Martinhs, é "adotada" como hino do clube. Tricampeão da Taça "Cidade de Campina Grande" .
•1979: Adelino, atleta alvinegro, iguala feito de Pelé, ao marcar oito gols em uma partida oficial, contra o Nacional de Cabedelo, que perde por 13 x 0 ! Conquista o tetracampeonato da Taça "Cidade de Campina Grande" e o Torneio Pentagonal "Cleto Marques"
•1980: Conquista o "Torneio Paraíba-Rio Grande do Norte".
•1981 a 1983: Tricampeão Paraibano. Em 1982 e 1983, conquista a Copa Paraíba. Em 1982, estabelece o recorde oficial do Estádio Amigão ao jogar contra o Flamengo: 41.149 pagantes. Neste mesmo ano, venceu o Botafogo do Rio em pleno estádio Caio Martins, por 3 x 1
•1984: nova participação no Campeonato Nacional. Empates contra o Corinthians Paulista, tanto em C. Grande quanto em São Paulo.
•1985: A FPF proclama Treze e Botafogo campeões estaduais, decisão até hoje discutida.
•1986: O Treze conquista o Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF, correspondente à atual Segunda Divisão. Vitórias sobre o Santos, em plena Vila Belmiro, e São Paulo, ambas por 1 x 0.
•1987: Bióca, um dos fundadores do alvinegro, é homenageado pela URSS.
•1988 e 1989: Bicampeão da Taça "Cidade de Campina Grande". Em 1989, conquista do Supercampeonato Estadual. Um temporal destrói as torres de iluminação do PV.
•1990 a 1994: O alvinegro passa por grave crise interna, culminando no seu rebaixamento à segunda divisão do campeonato estadual em 1994.
•1995: Disputa a segunda divisão do Campeonato Estadual. Ainda assim, apresenta média de público superior aos jogos da primeira divisão estadual.
•1996: Retorna à primeira divisão. Bióca e "Guiné" , sócios-fundadores remanescentes, partem para à eternidade.
•1997: começam os trabalhos para que o PV volte a ter iluminação para jogos noturnos.
•1998: Inauguração dos novos refletores do PV.
•1999: O Treze é a primeira equipe paraibana a passar para a segunda fase da Copa Brasil, após derrotar o Santa Cruz do Recife em pleno estádio do Arruda. Empata, por duas vezes, com o Corinthians Paulista, então campeão brasileiro, sendo eliminado somente nos pênaltis.
•2.000: Sagra-se campeão estadual, sendo o último do milênio.
•2001: conquista o bicampeonato paraibano.
•2002: Disputa a Copa do Brasil, sendo destaque a vitória sobre o São Paulo por 1 x 0.
•2004: Realiza boa campanha pela Série C.
•2005: Campeão paraibano. Alcança o 5º lugar na Copa do Brasil, eliminando equipes como o Coritiba e São Caetano.
•2006: Bicampeão estadual. Tem sua história contada no livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história".
•2007: Passa a segunda fase da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Corinthians Paulista, que pela primeira vez consegue derrotá-lo durante o tempo normal de jogo.

Títulos

Campeão Paraibano
1940 / 1941 / 1950 / 1966 (Invicto) / 1975 / 1981 / 1982 / 1983 / 1985 / 1989 / 2000 / 2001 / 2005 / 2006.

Campeão do Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF (equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro) (1986)

Estádio

Estádio Presidente Vargas

Fundado em 17 de março de 1940 o Estádio Presidente Vargas é um dos orgulhos do torcedor Trezeano e um dos maiores patrimônios de um clube de Futebol da Paraiba.

Localizado no Bairro de São José, bairro próximo ao centro de Campina Grande, o Estádio abriga a maioria dos jogos do Treze Futebol Clube no campeonato paraibano e alguns jogos da série C do Campeonato Brasileiro.

Vem sofrendo manutenção constante e reformas em sua infra-estrutura para adequar melhor as instalações a nossa torcida, funcionários, imprensa e todos que ali estejam. A ampliação do número de espaços na arquibancada geral se faz necessário para que possamos ampliar os espaços e a receita com arrecadações com jogos. A Diretoria já iniciou estudos para a ampliação da arquibancada geral, em breve será lançada uma campanha para o erguimento desses espaços.

Capacidade do Estádio: 10.000 pessoas.

HINO OFICIAL DO TREZE FUTEBOL CLUBE
(João Martins e Naldo Aguiar)

Somos campeões
Da Paraíba somos o melhor
Somos campeões
Treze querido tu és o maior

Sua torcida é uma legião
E a cada dia sempre cresce mais
Somos campeões dos campeões
Dos campeonatos paraibanos e regionais

Treze, Treze
Tu és a alegria do povo
Treze, Treze
Tu és campeão de novo

És alvinegro o Galo da Borborema
De tantas glórias e tradições
Treze, Treze
Sou trezeano de coração

Mascote

O Treze Futebol Clube como todos conhecem é popularmente chamado de GALO DA BORBOREMA.
O mascote do Treze é representado por um galo, devido ao nome coincidir com o mesmo número do animal no "jogo do bicho", o 13. E BORBOREMA devido à localização geográfica de sua origem.

O mascote do maior adversário do Treze, o Campinense, é a raposa... esta charge mostra a rivalidade entre o Treze X Campinense, entre o GALO e a raposa, entre o "Clássico dos Maiorais".

Site

http://www.trezefc.com.br/

terça-feira, 3 de março de 2009

JV Lideral Futebol Clube

O JV Lideral Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Imperatriz, no estado do Maranhão.

Em 2009 diputará pela primeira vez o campeonato maranhense da primeira divisão.

JV significa João Vicente. São as duas iniciais do nome do filho do presidente Wálter Lira. Lideral é o nome da empresa do presidente do clube.

O JV Lideral surgiu como clube profissional no ano passado quando disputou a 2ª divisão e foi o vice-campeão. Antes, a equipe disputava apenas o campeonato amador de Imperatriz. As cores do JV são o amarelo, vermelho e branco. O escudo é inspirado no Barcelona da Espanha.

O JV Lideral mandará os seus jogos no campo do CT Wálter Lira

Mascote

O JV Lideral tem como mascote um trator. Pois, a empresa Empreendimentos Lideral, que banca o time, é do ramo de terraplanagens e de demais serviços com o uso de tratores e equipamentos semelhantes.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Rondonópolis Esporte Clube

O Rondonópolis Esporte Clube (REC) nasceu no ano de 2006, com data de fundação oficial no aniversário de Rondonópolis (10/12) - as cores do escudo e da camisa da equipe também são as mesmas da bandeira da cidade -, a partir da sociedade de quatro amigos apaixonados por futebol e até então sócios-proprietários de outra equipe local.
Francisco Marino Fernandes, José Francisco da Cruz, Neri José Schmidt e Paulo Ferreira de Paula adquiriram uma área de 8 hectares (Chácara Beira-Rio), a 600m do Jardim Europa, ainda no mesmo ano, quando iniciaram a construção da sede própria e Centro de Treinamentos do clube (atual “Boca do Leão”).
Em 2007, eles se dedicaram incansavelmente nestas obras, como construção de escritório, vestiários, enfermaria, academia, além de um campo de futebol soçaite e três campos oficiais de futebol – algumas concluídas apenas em 2008.
Ainda no seu 1º ano de fundação, o clube empresa mudou sua trajetória inicial, que visava a revelação de jovens talentos, através das categorias de base.
Isto porque o Rondonópolis EC foi convidado pela Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) a disputar o Campeonato Estadual de 2008, graças à ampliação de clubes participantes da 1ª divisão. Assim, o projeto da direção de começar profissionalmente na 2ª divisão em 2009 foi antecipado.
Tendo que conciliar as despesas de construção do CT e equipe profissional, a diretoria montou um elenco razoável, com o objetivo de não cair para a Segunda Divisão. O resultado final, considerando estes fatores, foi bom, já que o Rondonópolis EC esteve muito próximo da classificação para a semifinal do Estadual.
Na competição, o Rondonópolis EC disputou a primeira partida oficial de sua história. O jogo aconteceu dia 27 de janeiro de 2008, no estádio Luthero Lopes, diante do Grêmio Jaciarense.
Com muito planejamento, o Rondonópolis EC iniciou sua preparação para a Copa Governador do Estado de 2008 logo após o Mato-Grossense. A antecipação, porém, não foi tão valiosa como o esperado, pois os planos de alcançar as primeiras posições com o jovem elenco foram frustrados no arbitral da competição, que deu fim ao limite de idade.
Atualmente com suas categorias de base montadas, o Rondonópolis EC volta suas atenções para as jovens promessas e pretende, além de colher os frutos do trabalho com garotos, conquistar em breve seu primeiro título profissional.

Estádio

Estádio Engenheiro Luthero Lopes

Proveniente de uma permuta com a Empresa Atacadão, o Município deu o antigo Estádio Lutero Lopes na Avenida Bandeirantes construído nos anos 60, onde a empresa aproveitou tão somente o terreno. Em contrapartida, deu ao Município o Novo Estádio Engenheiro Luthero Lopes com capacidade para 18.720 pessoas. Esse monumental Estádio foi inaugurado no dia 22/03/2000, com a partida entre Grêmio de Futebol Portalegrense e União Esporte Clube valendo pela Copa do Brasil. O time Gaúcho venceu por 4 a 0, com Ronaldinho Gaúcho fazendo o primeiro gol no novo Estádio entrando para o História. O Gol aconteceu aos 12 minutos do primeiro tempo. Atleta da casa foi Zumbi no jogo União 1 x 1 Cáceres, no dia 12/04/2000 que entrou para a história fazendo o primeiro gol com a camisa de um time da cidade, a do União.

Mascote








Site
http://www.rondonopolisec.com.br/

domingo, 1 de março de 2009

Grêmio Esportivo Glória

O Grêmio Esportivo Glória foi fundado em 15.11.1956 por um grupo de jovens desportistas, na cidade de Vacaria. A prioridade era a disputa de torneios amadores locais, mas um de seus fundadores, Adão Vargas, tinha dificuldades em encontrar um local para a sede do clube. Isto aconteceu até o momento em que Vargas obteve a cessão de um terreno na rua Borges de Medeiros, no bairro que dá nome ao clube. Os próprios atletas realizaram as obras de limpeza do local, demarcaram o campo e montaram as goleiras. Em 09.12.1956 o clube faz sua partida de estréia, vencendo o time da Fazenda da Ramada por 1 a 0, gol de João Scherer D’Atria.
Os jogos na Borges de Medeiros prosseguem até 1959, quando ocorre a transferência para onde atualmente se localiza o Ginásio Municipal de Esportes (antigo CMD, hoje DMD), na rua Campos Sales. Era um local difícil para jogar futebol: sem grama, bolas e chuteiras se destroçavam a cada partida. Mas o clube crescia e em 1962 consegue a doação do terreno onde hoje está seu estádio, na Avenida Militar.

Passada a euforia inicial, os dirigentes perceberam que teriam muito trabalho pela frente: o local onde pretendiam instalar o campo era um misto de pedreira e banhado. Não desanimaram e, enquanto competiam, aproveitaram as pedras para a construção dos muros e drenagem do local. Em 1967, funde-se com a S. E. Avenida, surgindo daí a Associação Glória Avenida, que durou até 1970. Em 1971, concluíam-se a terraplenagem e o nivelamento, iniciando-se a colocação do alambrado. Em 1972 é realizado o plantio da grama e em 15.11.1973 são inaugurados o gramado e a sede social.

A nova realidade proporcionada pelo gramado facilita os trabalhos técnicos e embala os sonhos de profissionalização, com o Glória filiado à Federação Gaúcha de Futebol (FGF) desde 1964. Em 1974/75 conquista o bicampeonato citadino. Quase absoluto na cidade, o clube já podia ambicionar algo além do proporcionado pelas rivalidades locais. Em 1976, em sua estréia no profissionalismo, obtém a primeira façanha: campeão da Chave 3 da Copa Governador do Estado. Time-base daquela conquista, treinado por Araí Ribeiro: Jorge; Varela, Bressan, Sergião e Nílson; Oreco, Ferreira e Renatinho; Serração, Ademir e Pinca.

Licenciado nos anos seguintes, o “Leão” volta a disputar certames profissionais da FGF de 1979 a 1981, ano em que novamente interrompeu suas atividades e retornou ao amadorismo, no qual conquistara vários títulos desde sua fundação. Em 1983/84 volta a ser campeão citadino. Enquanto isso, projetava-se a reestruturação do Departamento Profissional, reativado em 1985, quando passa a disputar a terceira divisão, mesmo ano da inauguração do sistema de iluminação de seu estádio.

Em 1986, com a extinção da terceirona, ocorre a promoção à segunda divisão. Embora realizando boa campanha naquele ano e em 1987, faltava ao clube experiência para enfrentar os desafios de um campeonato tão disputado. Mas todos na cidade sentiam que o Glória reunia condições para alçar vôos mais altos e almejar a divisão principal.

A segundona de 1988 possivelmente foi a mais disputada de todos os tempos: 36 equipes lutaram por duas vagas ao Gauchão. O Glória venceu as fases iniciais e apoiado em uma perfeita aliança entre clube, torcida, empresariado e poder público, partiu para a disputa do octogonal final como favorito. A largada, porém, foi preocupante, e a perspectiva do adiamento do sonho por mais um ano começava a tornar-se uma realidade.

Foi quando a direção contratou o técnico Daltro Menezes. Experiente e folclórico, o “Gordinho” deu ao time a confiança necessária para a vitória, que veio de forma definitiva na tarde de 27.11.1988, quando a cidade parou para ver o Glória golear o Ypiranga por 3 a 0 e conquistar o título da Divisão Especial de 1988. Durante o octogonal, o time-base teve: Gasperin; Betão, Chimbica, Chicão e Francisco; Alemão, Plein, Hélder e Edmundo; Zé Carlos e Marcos Toloco.

Com a vaga assegurada, era necessário preparar-se para a estréia na elite. Manteve-se Daltro Menezes e reforços foram trazidos. A expectativa era imensa, mas a equipe correspondeu ao que dela se esperava: o Rio Grande conheceu o estilo Glória de jogar futebol, feito de muita determinação e espírito de grupo, mesclando a experiência do veterano Gasperin com a raça do jovem atacante Zé Cláudio e com a qualidade de Branco e Edmundo, um dos remanescentes de 1988. Foram dias de Glória! O reconhecimento nacional veio rápido: a revista Placar, na edição 981, dedicava duas páginas à excelente campanha do time no campeonato gaúcho.

Partidas memoráveis foram disputadas, como o Internacional X Glória de 09.03.1989, quando os vacarienses encurralaram o adversário em seu próprio terreno e só não saíram vencedores devido à má-arbitragem. Ou como o Glória X Grêmio de 30.04.1989, em Vacaria. Naquele dia, um Grêmio em crise subiu a Serra com a obrigação de vencer, sob pena de eliminação. Em um duelo dramático e tumultuado, o tricolor arrancou suados 2 a 1, no jogo que ficou conhecido como “A Guerra de Vacaria”.

Após um começo empolgante do “Leão”, valeram a experiência e a tradição das outras equipes. Bravamente, o Glória terminou o campeonato no 4º lugar, feito notável para um estreante. Time-base durante o Gauchão, e o melhor da História do clube: Gasperin; Paulão, Vladimir, Juarez e Francisco; Edmílson, Jair, Branco e Edmundo; Geraldo e Zé Cláudio. Campanha: 26 jogos, 7 vitórias, 13 empates e 6 derrotas, 27 gols a favor e 26 gols contra.

O bom resultado no estadual valeu o convite para disputar a Divisão Especial brasileira, mas a equipe foi eliminada na primeira fase. A irregularidade refletia a perda de jogadores importantes: Gasperin encerrara a carreira, enquanto Branco, Edmundo e Zé Cláudio deixaram Vacaria. De qualquer forma, o discreto 34º lugar entre as 96 equipes da segundona brasileira representou a primeira experiência do time vacariense em competições nacionais.

A década de 90 iniciou com a expectativa de uma nova boa campanha no campeonato gaúcho. A ampliação das sociais do Altos da Glória permitia maior conforto ao público, e uma boa parte delas já era provida de cobertura. Apesar do esforço dos dirigentes, em 1990 o time lutou contra o rebaixamento, terminando a competição em 9º lugar e com um futebol muito aquém do apresentado em 1989.

A estrutura consolidada permitiu a realização de boas campanhas nos anos seguintes, e o Glória finalizou em quarto lugar na Copa Governador de 1991 e em sétimo no Gauchão de 1991 e de 1992, quando teve o vice-goleador, Amarildo, com 12 gols. Em 1993, embora não chegando à fase decisiva, obteve o primeiro triunfo sobre a dupla Gre-Nal: vitória de 3 a 1 sobre o Inter, em Vacaria.

Um ano depois, o “Leão” teve o melhor desempenho desde 1989, conquistando a quinta posição, uma à frente do Grêmio. Também em 1994, venceu pela primeira vez o tricolor, então campeão da Copa do Brasil, por 2 a 0, em jogo disputado no “Alçapão da Militar”. Em 1995, embora não tenha avançado no Gauchão, venceu a seletiva e conquistou o direito de disputar a Série C do Brasileiro, do qual abriu mão. Em 1996, uma boa equipe, que contava com os “canarinhos” Luiz Carlos Winck e Hélcio, além de Marcos Toloco, veterano da conquista de 1988, finalizou na sexta colocação.

Embora não realizando uma boa campanha no primeiro semestre, 1997 viu o Glória conquistar o vice-campeonato da Copa Galego, que reunia equipes do interior gaúcho. Na finalíssima, disputada em Vacaria, empate em 1 a 1 com o São Luiz. Time do Glória naquela partida, orientado por Alberto Monteiro: Magero; Lelo, Pessali, Aguiar e Márcio; Uana (Marcelo Bolacha), Jorginho (Tiongo), Giovani Melo e Sandro; Tuto e Lela (Dejai).

Na temporada de 1998, a frustração: após dez anos na elite, uma sucessão de maus resultados determinou o rebaixamento à Divisão de Acesso. O vice-campeonato da Copa Galego permitiu que a equipe seguisse na competição para ser eliminada somente pelo campeão Juventude, mas a má-fase era evidente: terminou em último na Copa Abílio dos Reis.

ebaixado em 1998, restou ao Glória a disputa da Divisão de Acesso. Apesar de lutar com muita bravura pelo título em 1999 e 2000, o time terminou as duas temporadas em 3º lugar, o que não garantia a volta ao Gauchão. Melhor sorte não teve em 2001, quando uma campanha empolgante na primeira fase não se confirmou no decorrer da competição. Ainda assim, o Altos da Glória registrava uma das melhores médias de público entre os participantes.

Para a disputa da segundona de 2002, muitos reforços foram trazidos, mas a principal contratação estava no banco: Nestor Simionatto, especialista em levar clubes do interior gaúcho à primeira divisão, assumiu como treinador. Com ele, cresceu a confiança da torcida, que ganhou, no começo do ano, a cobertura das gerais do estádio da Avenida Militar.

O time realizou uma campanha convincente nas duas primeiras fases da competição e chegou ao hexagonal final como favorito, mas a forte disputa quase impediu o “Leão” de retornar à elite. Felizmente, graças a uma improvável combinação de resultados, pôde disputar a segunda vaga ao Gauchão 2003 contra o Brasil de Pelotas em dois jogos-desempate. Venceu o primeiro em Vacaria (3 a 1) e obteve a classificação com o heróico 1 a 1 na casa do adversário, tomada pela fanática torcida xavante. Time-base: Rondinelli; Adaílton, Davi, Marcelo Bolacha e Gérson; Careca, Ricardo, Douglas e Bodanesi; Assis e Marquinhos.

Para a reestréia no Gauchão em 2003, a diretoria promoveu várias alterações no grupo de atletas. De início, a equipe lutou contra o rebaixamento, mas teve fôlego para recuperar-se e lutar pela classificação, terminando a disputa do Grupo 2 (que reunia as equipes do interior) em 3º lugar, insuficiente para avançar à fase final, mas o bastante para habilitar-se à disputa do Grupo 1 (o grupo dos “grandes”) em 2004.

A experiência do campeonato de 2003 foi bem assimilada, formando-se um grande time para 2004. Nomes como o goleiro Marcão e o zagueiro Marcelo Bolacha foram mantidos, mas a grande aquisição foi Sandro Sotilli, atacante consagrado, que trouxe grande qualidade ao ataque da equipe. Novamente, a cidade vivia uma grande expectativa em torno de seu time. Na memória dos torcedores mais antigos, os grandes feitos dos anos oitenta, do esquadrão de Gasperin, Branco, Edmundo e Zé Cláudio.

Disputando os grupos 1 e 2 do Gauchão, o “Leão” sofreu um grande desgaste. No primeiro, chegou às semifinais contra o Grêmio, sucumbindo devido à maratona a que foi submetido. O calendário insano quase comprometeu o desempenho no Grupo 2, mas o time teve forças para obter a vaga à semifinal, superando todas as dificuldades.

Classificado, o Glória credenciou-se para enfrentar o Internacional no Beira-Rio, em jogo único. Em um confronto épico, decidido pênaltis (tempo normal, 1 a 1; prorrogação, 1 a 1), e com a influência da arbitragem, que prejudicou os vacarienses, o “Leão” sucumbiu. A despeito da indignação com o “roubo”, a terceira colocação alcançada significou o melhor desempenho do clube no Gauchão. O goleiro Marcão foi indicado como um dos melhores goleiros da competição, e Sandro Sotilli, artilheiro do campeonato com 27 gols, eleito o melhor jogador do Gauchão. A equipe-base dessa grande campanha, treinada inicialmente por Bagé e depois por José Luiz Plein, teve: Marcão; Flavinho Oliveira, Marcelo Bolacha, Xavier e Cristiano; André Gheller, Toto, Aldo e Rodrigo Gasolina; Bebeto e Sandro Sotilli.

Em 2005, o comando técnico foi novamente entregue a Bagé, que manteve boa parte da excelente base montada no ano anterior. Novamente o Leão realizou uma grande campanha e repetiu o terceiro lugar no Gauchão. Além disso, pela primeira vez derrotou um time da dupla Gre-Nal atuando em Porto Alegre: 3 a 1 sobre o Inter em pleno Beira-Rio. Time-base: Marcão; Marcelo Bolacha, Xavier e Pansera; Flavinho, Carlão, Júnior Negrão, Rodrigo Gasolina e Marcelo Müller; Gustavo e Jajá. A boa campanha no regional valeu vaga para disputar a Série C do Brasileiro, depois de 16 anos distante das competições nacionais, finalizando em 20º lugar.

Assim é o Grêmio Esportivo Glória: um clube pequeno, mas com vários momentos de dignidade e brilho em sua História. Ganhando ou perdendo, é considerado por todos que tiveram a oportunidade de enfrentá-lo um adversário de respeito, com equipes aguerridas e um patrimônio que pode ser considerado de exceção entre as agremiações do interior gaúcho.

Títulos

Campeão da Chave 3 da Copa Governador de 1976,

Campeão da Segunda Divisão Estadual 1988

Hino


Letra: Arabi Batista
Música: Heitor Maciel
Arranjo e interpretação: Carlos Abreu

Mil novecentos e cinqüenta e seis
Como nos conta a história
Nos gramados vacarianos
Nasceu o time do Glória

E com raça, garra e coragem
Esse time é um peleador
Seus atletas dão seu próprio sangue
Por isso ele é um vencedor

Nas veias dos vacarianos
O sangue pulsa mais forte
Somos Glória, somos Glória
Somos Glória, somos Glória até a morte!

E no estádio Altos da Glória
O Leão ruge valente
Pra defender a sua cria
Com amor, unhas e dentes

E pelos gramados do Sul
O Glória só leva alegria
Elevando sempre mais
O nome de Vacaria

Nas veias dos vacarianos
O sangue pulsa mais forte
Somos Glória, somos Glória
Somos Glória, somos Glória até a morte!

Em nosso reino animal
O leão é um bicho voraz
Mas simbolizando Glória
É garra, força, amor e paz

Dá-lhe, Glória, Glória do presente
É o espelho do passado
Projetando seu futuro
Para ser o melhor do Estado

Nas veias dos vacarianos
O sangue pulsa mais forte
Somos Glória, somos Glória
Somos Glória, somos Glória até a morte!


Estádio

O estádio Altos da Glória foi inagurado em 15 de novembro de 1973, com a realização de um torneio entre os sócios do clube. O maior público aconteceu em Glória 1X2 Grêmio, em 30 de abril de 1989, com 8.510 torcedores presentes (7.213 pagantes).

Mascote

Leão da Serra

Site
http://www.gloriadevacaria.com.br/

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Cotinguiba Esporte Clube

Com o nascimento do Cotinguiba Esporte Clube a vida sócio- esportiva sergipana começa a se organizar. Sensível aos anseios da gente sergipana, um valioso grupo de intelectuais e desportistas deu início às demarches para a criação da agremiação.A data oficial de fundação é 10 de outubro de 1909. Na ocasião lá estavam os mais autênticos representantes das famílias Franco, Leite, Rollemberg, Garcez e Vasconcelos. Seus primeiros sócios e dirigentes. Era, pois, um clube elitista. Criado e dirigido pelo ‘high-society”.Nasceu onde ainda hoje vive. Tomou o nome de Cotinguiba em homenagem ao rio que nos separa da Barra dos Coqueiros.Depois o rio mudou de nome nesta região e passou a se chamar Rio Sergipe, de acordo com determinação emanada do Poder Legislativo.Começou com o remo e, já no ano seguinte, arrebatava, triunfal-mente, a primeira colocação do 1 CAMPEONATO OFICIAL DE REMO.

Em 1910, o Cotinguiba já era campeão de voleibol.O primeiro Presidente do “DECANO DA FUNDIÇÃO” foi Mário Passes.

Na década de 40, o Cotinguiba encontra seu ponto culminante na administração de CLÓVIS CARDOSO quando, assessorado por ALTANESCHE, homem que modificou o cenário arquitetônico de Aracaju, realizou consideráveis reformas na sua sede, surgindo a feição mediterránea que até hoje possui, apesar da rebeldia de algumas reformas que ali foram realizadas em outras gestões.É cognominado “O PALÁCIO ALVI-AZUL DA AVENIDA AUGUSTO MAYNARD”.

Além de ser conhecido como “O DECANO DA FUNDIÇÃO, é também chamado pela imprensa especializada, desde 1976, de “O TUBARÃO DA PRAIA”Um verdadeiro pioneiro. Foi o primeiro campeão de Remo, Futebol, Voleibol, Basquetebol, Pedestrianismo e Natação. No ocaso da década de 50 surgiu em nossa Capital o Futebol de Salão. O COTINGUIBA, juntamente com a ASSOCIAÇÃO ATLËTICA DE SERGIPE, lutou e conseguiu fundar a FEDERAÇÃO DE FUTEBOL DE SALÃO. Realizado o primeiro campeonato da modalidade, o COTINGUIBA foi, como bom pioneiro, o campeão.

Títulos

Campeonato Sergipano:1918,1920,1923,1936, 1942,1952.

Estádio

O Estádio Lourival Baptista ou Batistão é um estadio localizado na cidade de Aracaju, inaugurado em 9 de julho de 1969.
Capacidade 20000
Primeira partida : Seleção Brasileira 8 x 2 Seleção Sergipana

Mascote

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Parnahyba Sport Club

Essa história começa em 1844, com a criação da cidade de Parnahyba. Àquela época, a grafia da lingua portuguesa se fazia desta forma. Fundado em 1º de maio de 1913, o clube recebeu o nome da cidade, que permanecia com HY. Assim nasceu o Parnahyba Sport Club.

Muitos anos depois, quando a língua portuguesa sofreu diversas modificações, Parnahyba passou a se escrever de forma mais simples, sem o HY. Clube e cidade passavam a ser grafados PARNAÍBA. Afeito a tradições, os dirigentes do clube fizeram questão de manter o Sport Club na grafia original, à inglesa. Durante décadas, era comum encontrar jornais e revistas com o registro: Parnaíba Sport Club, de Parnaíba.

Isso durou até 24 de maio de 1998 quando, em reunião do Conselho Deliberativo, por sugestão do associado Osvaldo dos Santos Brandão, foi aprovado o retorno da grafia original de 1913, quando o clube foi fundado. A partir daí, o time passou novamente a se chamar PARNAHYBA SPORT CLUB, com a cidade permanecendo Parnaíba.

Parnahyba Sport Club tem uma história muito antiga, o clube tem 91 anos de fundação, mas destes 91 anos aproximadamente 40 anos foram passados no amadorismo, assim como vários clubes piauienses da época que hoje não existem mais, naquele tempo existiam duas ligas de futebol no Piauí, uma em Parnaíba outra em Teresina, a de Parnaíba era considerada a mais importante e correspondia ao Campeonato Estadual na época, neste o Parnaíba foi Campeão 8 vezes e só depois foi criada a Federação de Futebol do Piauí decretando o profissionalismo no certame estadual.

Títulos

Campeonato Piauiense: 3 vezes (2004, 2005 e 2006).

Estádio

Mão Santa
Capacidade 5000

Hino

Composto originalmente por R.Petit
Ó Parnaíba, Teu nome exprime Em nosso peito Ardor sublime

Que nos inspira a repetir a doce escala
Da voz do rio que te envolve que te embala

Teus filhos bravos
No embate rudo Fazem do peito Um bronzeo escudo

ESTRIBILHO -
E quem da luta
Todo ardor não liba Ao som do brado: Salve ó Parnaíba

Possues o brilho
Da paz bendita Que sobre nós Fulge e palpita

Ao sopro forte do Nordeste a vida canta
Nessa oficina de labor que nos encanta

Do nosso esforço
Vem a surgir A glória excelsa Em teu porvir

ESTRIBILHO

A doce sombra
Da paz suprema Progredir sempre É o nosso lema

Onde a bravura destemida enfim assome,
Nos lembra o rio que te deu tão grande nome

Teus filhos bravos
No embate rudo Fazem do peito Um bronzeo escudo

ESTRIBILHO -
E quem da luta
Todo ardor não liba Ao som do brado: Salve ó Parnaíba

Possues o brilho
Da paz bendita Que sobre nós Fulge e palpita

Escudos Antigos

O Escudo do Parnahyba passou por divesas mudanças até chegar ao formato atual, porém as mudanças não foram tão significativas, nas fotos abaixo poderemos ter uma noção da evolução dos escudos do Parnahyba.

Estes escudos foram usados na década de 70 e 80. Nesta época em que tivemos a maior variedade de modelos.


Os 3 Escudos abaixo foram utilizados na década de 80 até chegar ao formato atual ais abaixo.

Mascote

O Tubarão do Litoral







Site

http://www.parnahyba.com.br/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Clube Atlético Monte Alegre

Era fundado em 01 de maio de 1946 na cidade de Monte Alegre (atual Telêmaco Borba), por funcionários e com o apoio da presidência das Indústrias Klabin de Papel e Celulose, o CLUBE ATLÉTICO MONTE ALEGRE. As suas cores oficiais eram o preto e branco.

Durante os seus primeiros anos de vida, a equipe se dedicou ao futebol amador. Em 15 de novembro de 1949 realiza a sua primeira partida contra uma equipe profissional, foi contra o Ferroviário de Curitiba que venceu por 6 a 3.

Em 1951 a equipe solicita a sua inscrição no campeonato paranaense, o que é prontamente aceito pela entidade máxima do estado. A primeira partida oficial da equipe foi em 13 de maio de 1951 contra o Palestra Itália em Curitiba e perdeu por 2 a 1. Nesta sua primeira temporada a equipe ficou no bloco intermediário, vencendo 7 partidas e perdendo 9 partidas, sem empatar nenhum jogo. Marcou e sofreu o mesmo número de gols: 31.

A grande conquista da equipe ocorreu em 1955, com o título paranaense sendo decidido com o Ferroviário de Curitiba em três partidas. Para conquistar o título a equipe disputou 28 partidas, com 18 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Marcou 79 gols e sofreu 41 gols.

Em 1957, alegando dificuldades financeiras para se manter no futebol profissional, a equipe solicitou o seu licenciamento do campeonato. Tentou em 1965 e 1967 retornar aos campeonatos profissionais, mas não obteve permissão da Federação Paranaense de Futebol.

Estádio

Jogava no Estádio Horácio Klabin, com capacidade para 12.000 espectadores.

Títulos

Campeonato Paranaense: 1955.

Após 53 anos da maior conquista esportiva da história, da então Monte Alegre hoje Telêmaco Borba, o título de Campeão Paranaense de Futebol Profissional, o primeiro clube do interior a obter essa façanha, o CAMA – Clube Atlético Monte Alegre apresentou o projeto “O retorno da Pantera Negra ao futebol de campo do Paraná”.

De acordo com o presidente social do clube, Gilson Vieira da Silva, o projeto vem sendo estruturado há mais de um ano pela empresa Scopo Sports – Consultoria de Formação de Equipe Profissional de Futebol.

“Nesta oportunidade deveremos apresentar aos setores públicos e a iniciativa privada o retorno da Pantera Negra ao cenário futebolístico,mas isso só será possível com o apoio de todos”, destaca Gilson.

A empresa fez um estudo sobre os custos para filiação junto a Federação Paranaense de Futebol (FPF), o levantamento sobre os documentos necessários, necessidade da cessão do estádio municipal Péricles Pacheco da Silva (Minicentro Esportivo), desenho e foto dos uniformes.

Os estudos verificam as parcerias com a atual Associação Desportiva de Telêmaco Borba, necessidade de alojamento e local para ser realizado os treinamentos, alimentação, transporte, entre outros fatores necessários para o funcionamento de um clube de futebol.

A priori o CAMA espera participar de competições como Taça Paraná, utilizando basicamente atletas radicados no município, e no futuro ingressar na 3ª Divisão do Paranaense de Futebol.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Gentilândia Atlético Clube

O Gentilândia Atlético Clube foi fundado a 1º de janeiro de 1934, a partir do Clube Social Gentilândia, fundado três anos antes, e que funcionava no bairro de mesmo nome, por um grupo de desportistas, dentre os quais figuram Oton Sobral, Moacir Machado, Jandir Machado, Paulo Araújo, José Lemos e Raimundo Cals.


No ano de 1935, surgiu um desentendimento entre a direção da A.D.C. e os dirigentes alvi-anis, passando o clube a viver nos subúrbios, disputando partidas amistosas. Essa situação permaneceu até 1937, quando o Gentilândia suspendeu suas atividades futebolísticas. O entrevero desmotivou os dirigentes do clube, que desistiram de retomar as disputas oficiais por anos. Nesse tempo, o futebol do Gentilândia “não passou de ano”, restringindo-se aos torneios de categorias de base, enquanto que o clube continuou com as atividades sociais - matinês, festas dançantes e “pic-nics”. A ação extra-campo foi importante para consolidar o Gentilândia como uma agremiação eminentemente jovem e angariar simpatizantes para a retomada do time às competições estaduais.

Em 1938, regressou às canchas suburbanas, com um esquadrão denominado Leão do Subúrbio. No ano de 1943, o Gentilândia viu-se forçado a suspender suas atividades, para reiniciá-las em 1944. E, em 1948, foi convidado a disputar o campeonato principal, promovido pela Federação Cearense de Desportos, capitaneado pelos garotos da Cruzada Infantil e da Congregação Mariana da Igreja dos Remédios, que treinavam no campinho atrás da igreja (hoje, o lugar, próximo ao canal do Jardim América, está ocupado por residências).

Profissional
Foi nessa época em que o apelido do time definitivamente “pegou”. “O Gentilândia era chamado de ‘Time dos Acadêmicos’ porque era formado só de rapazes da sociedade. Só tinha acadêmicos, estudantes de medicina, de direito. Ninguém era profissional”, aponta Airton Monte, ex-jogador do time entre 1948 e 1951, vários jogadores eram formados ou estudantes em cursos superiores, tais como: Wildson (Contador), Ossian Araripe (Direito), Edilson “Mandrake” Carneiro, Zé Walter, José Mário Mamede, Sérvulo Barroso, Zécandido, Edilson Lima Gomes (Odontologia), Denizio (Medicina), Paulo Mamede e Moacir Ciarlini (Farmácia), Cândido (INSS), Alfredo Linhares (Professor), Newton Studart (Economia), Orion (Agronomia), Haroldo Guimarães (Direito) e Haroldo Castelo Branco (Escola Militar ). Quando foi campeão em 1956, o Gentilândia contou na sua formação com craques geniais: Pedrinho Simões, Fernando Sátiro, Wiliam Pontes, Pipiu, Edilson e Liminha. O último campeonato disputado pelo Gentilândia foi em 1965.

Gentilandia 002 - Gentilandia 002
Equipe do Gentilândia em 1954, ainda com as cores azul e branco: A partir da esquerda: (em pé) Zé Raimundo, Betinho, Aldo, Mozart e Bill Rola; (agachados) Otávio, Teófilo, Luiz Eduardo, Bebeto, Fernando Sátiro e Zé Pequeno. Anos depois, Bebeto, pai do repórter fotográfico LC Moreira, foi comentarista dos Diários Associados. Sátiro brilhou no São Paulo. Bill Rola é conceituado dentista. Fonte: Coluna do Tom Barros – Jornal Diário do Nordeste.

A equipe permaneceu como figurante até 1956, quando demonstrou ter aprendido a lição e levou seu único título estadual. A competição foi bastante conturbada. O Gentilândia venceu o primeiro turno, mas a segunda fase nem chegou a ser disputada, por conta das fracas rendas e das inúmeras temporadas de times de outros estados por aqui (eram mais rentáveis para o clubes). A Federação Cearense de Desportos (FCD, sucessora da ADC) não conseguiu organizar o returno e, por fim, decidiu proclamar o Gentilândia campão apenas em 13 março de 1957, às portas de uma nova edição do campeonato.

Obs. O campeonato seria realizado em ida e volta, ponto corrido. Ao final da 1ª volta, o Gentilândia tinha aberto grande vantagem em pontos ganhos, notadamente em relação a Ceará e Fortaleza, que tinha 5 pontos a menos. Daí, surgiu à idéia de fazer o campeonato em 2 turnos distintos, garantindo assim o vice-campeonato ao Gentilândia, com o 2º turno começando todos com zero ponto. Como em outubro começou o campeonato de seleções, o impasse entrou pelo ano de 1957, e em março daquele ano, decidiu-se começar um novo campeonato, e o Gentilândia foi declarado campeão de 1956.

O título do Gentilândia de 1956, conquistado após a vitória no primeiro turno, sem que o segundo tenha sido disputado, fez com que o time fosse considerado “meio-campeão” por setores da imprensa.
Diretores do Gentilândia campeão estadual de 1956, empolgados com a conquista, decidiram mudar o tradicional uniforme alvi-anil do time para o rubronegro. A idéia era pegar carona na popularidade do Flamengo, do Rio de Janeiro. Não deu certo e o Gentilândia ficou descaracterizado.
Por pouco o Gentilândia não fica de fora do Estadual de 1956, o único vencido pelo clube. Isso porque, na época, a Federação Cearense de Desportos (FDC) realizava um turno classificatório antes do início do campeonato, para eliminar dois times da disputa. O Gentilândia terminou a fase como o sétimo colocado entre os oito competidores.
Contudo, protestou o resultado do jogo contra o América (derrota por 4 a 0) e acabou ganhando os pontos. Com isso os acadêmicos subiram para o sexto lugar na classificação e desbancaram o Ferroviário da disputa. A equipe empreendeu uma boa campanha na fase final - perdeu apenas na estréia, 2 a 0 diante do Fortaleza.
O título veio com a vitória sobre o Ceará por 1 a 0, com gol do atacante Pipiu. “Na própria fase de classificação o Gentilândia já vinha se montando. Aí o Jombrega (ex-jogador e técnico) chegou e acertou o time”, aponta Pedrinho Simões, goleiro dos acadêmicos entre 1952 e 1959.
O Gentilândia venceu o Torneio Início de 1959, disputado em 1º de março. Porém, a boa fase não foi mantida no Estadual - terminou em sétimo lugar entre oito competidores.

O “Clube dos Acadêmicos” disputou o Estadual ainda até 1965, sempre fazendo figura, quando desistiu da competição na metade e encerrou as atividades. A carreira academica do Gentilândia nos gramados cearenses acabava ali.

fonte: http://blog.cacellain.com.br/2009/02/07/memoria-do-futebol-cearense-gentilandia/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Linhares Esporte Clube

O Linhares Esporte Clube foi fundado em 15 de março de 1991, como resultado de uma tentativa de fusão dos dois times da cidade de Linhares: Industrial Esporte Clube e o América Futebol Clube.
Dirigentes do Industrial, com o intuito de projetar o time da cidade no cenário estadual e até nacional, se uniram aos do América surgindo o Linhares Esporte Clube. Na ocasião, a fusão não passou das quatro linhas.
Em 1993, o a equipe conquistou um feito inédito, o de Campeão Capixaba de Futebol. Aí surgiu a necessidade de unir os patrimônios dos dois clubes, o que não deu certo, pois os dirigentes do América não aceitaram.
Assim então o Industrial foi extinto e passou a ser chamado de Linhares Esporte Clube.

Em 1994, o time conseguiu outro feito inédito, ficando em 3º lugar na Copa do Brasil, na frente de muitos times de nome internacional, como o Palmeiras. Ficou atrás apenas do Grêmio e do Ceará.
O Linhares só caiu para o Ceará. E poderia ter feito a final, pois segurou um 0 x 0 em Fortaleza e perdeu a classificação em casa, por 0 x 1.
Em 1995, o Linhares Esporte Clube sagrou-se, novamente, Campeão Capixaba de Futebol.
Em 1997, o Linhares Esporte Clube conquistou o seu terceiro título estadual.
Neste ano de 1998, o Linhares conquistou um feito inédito para um clube do interior do estado do Espírito Santo, o Bicampeonato estadual.
Tudo isso e ainda uma campanha de destaque na Série C do Campeonato Brasileiro, em apenas 8 anos de existência. Neste pequeno espaço de tempo foram revelados jogadores como Hiran (goleiro menos vazado do Campeonato Brasileiro de 96) e Zé Afonso (Campeão Brasileiro de 96).

Títulos

1993: Campeão Capixaba
1995: Campeão Capixaba (segundo título estadual)
1997: Campeão Capixaba (terceiro título estadual)
1998: Bi-Campeão Capixaba

Hino

Sou torcedor de um time campeão
Vou com o Linhares porque é do meu coração
Na terra, no céu, ou no mar
Em busca da vitória com o Linhares chego lá.

Sou torcedor de um time campeão
Vou com o Linhares porque é do meu coração
Na terra, no céu, ou no mar
Em busca da vitória com o Linhares chego lá.

Esquadrão Azul, bravo guerreiro
Faz mais um gol e confirma a sua glória
Da multidão que ri, da multidão que chora
Linhares eôôô eôôô traz a vitória.

Estádio

Guilherme Augusto de Carvalho,
com capacidade para 9.000 espectadores

Site

http://www.geocities.com/colosseum/field/7198/index.htm

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Esporte Clube Metropol

Fundado em 15 de novembro de 1945, com o objetivo de abafar uma greve de mineiros e aproximar empregados e patrões através do esporte, o Metropol foi, na década de 60, o time mais vitorioso da cidade e do Estado. Com o patrocínio do mais bem sucedido (Carbonífera Metropolitana) empresário da época, o senhor Dite Freitas, o Metropol manteve a hegemonia do futebol catarinense durante toda a década e conseguiu importantes títulos para a cidade e para o estado de Santa Catarina.

A cidade de Criciúma aparecia nos jornais graças ao futebol, e a cidade era feliz por isso. Até um padre agradecia nos sermões de domingo pela benção chamada "Esporte Clube Metropol".

O Metropol até 1959 era apenas mais um time criado para dar um pouco de alegria aos trabalhadores do carvão nos torneios da LARM. Mas foi no final da década de 50 que o time entrou pra a história. Durante uma das greves de mineiros da época, o filho do empresário Diomício Freitas, José Francione, o Dite Freitas, então com 30 anos, e um dos administradores da Carbonífera Metropolitana, deu sua cartada. Decidiu reforçar de vez o time de futebol, aumentar seu poder de competição e esfriar por quase dez anos os movimentos grevistas. Vem desta estratégia o mascote da equipe: o carneiro. A torcida adversária, inconformada e obrigada a digerir as derrotas, afirmava que os mineiros-jogadores não passavam de um bando de carneirada.


A polêmica de 1968
Um episódio marcante da história do Metropol foi a forma como o clube foi desclassificado da extinta Taça Brasil. Em 1968, o Metropol enfrentou o Botafogo no Maracanã, pelas quartas-de-final, e perdeu por 6x1. O segundo jogo foi em Florianópolis no Estádio Adolfo Konder, pois o Estádio Euvaldo Lod em Criciúma não tinha condições de abrigar esta partida. Neste jogo, a vitória foi do Metropol por 1x0. Com isso teria de haver um terceiro jogo no Rio de Janeiro. O time viajou para fazer a terceira partida na Guanabara, mas chovia muito e, a partida que estava empatada por um gol foi suspensa aos 10 minutos do segundo tempo. A CBD mandou o Metropol pra casa e avisaria o dia do próximo jogo (ou continuação da partida), e avisaram, só que na véspera do jogo, não tendo como o Metropol comparecer (não daria tempo). O Botafogo ficou com a vaga e disputou a semifinal com o Cruzeiro passando a final e vencendo o Fortaleza, ficando com o título.

Os jogos na Europa
Começou com a viagem no dia 27 de abril de 1962, e retornou no dia 30 de julho, numa das mais extensas apresentações do futebol brasileiro no velho continente. Segundo dados do jornalista da delegação, o senhor Hilario de Freitas, o Metropol viajou 63,5 horas de avião, 78 horas de trem, 13 horas de navio, e 126 horas de ônibus.

Foram 23 partidas em cinco países, com 13 vitórias, seis empates e quatro derrotas. Marcou 53 gols e sofreu 35, com um saldo positivo de 18 gols. Elario foi o artilheiro da excursão, com 17 gols, seguido de Nilzo, com 8 gols, Helio, 7 gols, Marcio, Pedrinho, Arpino e Valdir marcaram 4 vezes cada, Parana fez 3 gols e Sabia 2 gols.


01/05 Metropol 2 x 2 Dep. La Coruña/ESP La Coruña/ESP
06/05 Metropol 0 x 5 Elche/ESP Elche/ESP
13/05 Metropol 1 x 1 Grasshopper/SUI Zurique/SUI
16/05 Metropol 2 x 0 Dubbendorf/SUI Zurique/SUI
20/05 Metropol 4 x 2 Dubbendorf/SUI Zurique/SUI
25/05 Metropol 1 x 1 Bayern Hoff/ALE Hoff/ALE
28/05 Metropol 2 x 1 Hertha Berlin/ALE --/ALE
05/06 Metropol 3 x 1 Nikobing/DIN Nikobing/DIN
08/06 Metropol 6 x 4 Aalborg/DIN Aalborg/DIN
11/06 Metropol 2 x 2 Aarhus/DIN Aarhus/DIN
14/06 Metropol 3 x 1 Odense/DIN Odense/DIN
17/06 Metropol 5 x 0 Flemburg/ALE Flemburg/ALE
28/06 Metropol 0 x 3 Stiinta/ROM Cluj/ROM
01/07 Metropol 2 x 0 Bistritza/ROM Bistritiza/ROM
04/07 Metropol 3 x 2 CSO Crisana/ROM Oradea/ROM
07/07 Metropol 0 x 0 Tergo Murer Tergo Murer/ROM
10/07 Metropol 1 x 3 Petrolul/ROM Plaesti/ROM
13/07 Metropol 4 x 2 Hunedoara/ROM Hunedoara/ROM
16/07 Metropol 1 x 1 Ind. Sermei/ROM Simpia Turzii/ROM
19/07 Metropol 1 x 0 ASM Dinamo/ROM Satu Mare/ROM
22/07 Metropol 1 x 3 CSO Baia Mare Baia Mare/ROM
25/07 Metropol 6 x 1 CSM Sibiu/ROM Sibiu/ROM
28/07 Metropol 3 x 0 Craiova/ROM Craiova/ROM
No ano de 2000 recebeu o Diploma Carta Azul (Condecoração dada pela CBD, pela vitoriosa campanha na Europa.)

Atletas que fizeram história
Nos nove anos, dois meses e seis dias como profissional o EC Metropol foi administrado pela sociedade Freitas - Guglielmi. Neste período 176 atletas vestiram a camisa do time dos mineiros da Carbonifera Metropolitana. Dos 466 jogos que o clube realizou, quem mais atuou foi o goleiro Rubens, com 271 partidas, seguido do lateral Tenente, com 202 jogos, e pelo zagueiro Hamilton 183 partidas. O Tanque (apelido) Idésio é disparadamente o maior artilheiro da historia, com 140 gols, em 166 jogos. Seguido por Nilso com 83, Madureira com 62 e Valdir com 52 gols.

Estatisticas Gerais do Metropol
Os jogos do periodo profissional abrange 466 partidas disputadas em sua fase profissional de 1960 a 69. Ao todo são 265 vitórias, 113 empates e 88 derrotas. Os registros do Metropol são realizados até hoje pelo Torcedor Divino Antonio da Silva. Os jogos amadores e de aspirantes, do periodo de 1945 a 1960, infelizmente nao foram documentados.

Em 2009, completam-se 40 anos do encerramento das atividades no Esporte Clube Metropol. Apesar da distância no tempo, a mais lendária equipe do nosso futebol mantém seu fascínio sobre os aficionados do futebol. Às vezes, algum curioso vem me perguntar: "se o time era tão bom, por que acabou?"

De fato, o Metropol saiu de cena ainda por cima, logo após conquistar o estadual de 1969. Mas seu destino já estava traçado, devido a dois fatores. Um deles era o fim da sociedade Freitas-Guglielmi, que mantinha o time. O outro era a nebulosa eliminação para o Botafogo, na Taça Brasil. O episódio desiludiu Dite Freitas, patrono do Metropol, mas também impôs uma maldição de vinte anos sobre o time da Estrela Solitária.


Títulos

Taça Brasil (Sul): 1968
Campeonato Catarinense: 1960, 1961, 1962, 1967 e 1969
Torneio da LARM (*): 1960, 1961 e 1963
Torneio Inicio da LARM 1962 e 1963

Estádio Euvaldo Lodi

O Estádio Euvaldo Lodi mudou o nome para Estádio João Estêvão de Souza, em 1975, atualmente serve apenas para treinamentos e jogos de clubes amadores. O Euvaldo Lodi foi, durante anos, o palco de conquistas do Metropol, o time dos Carneiros (apelidado por seus adversários pois diziam que os jogadores eram "puxa-sacos" dos patrões).

Hino

Metropol, tua fama na historia
Vai deixando o seu rastro de porfia
Espalhando na sua trajetória
Uma grande excelsa maestria

Metropol cujo nome respeitado
Se reflete viril no espaço azul
É um hino de gloria consagrado
Nos recantos do solo Norte a Sul

O seu time é audaz é valoroso
E o lema é lutar pela vitória
Todo o prêmio leal e animoso
Ficará para sempre na memória

No momento aprazado chuta a bola
Nossa gente consagra o campeão
Panorama de luz se desenrola
Que abrasa todo o nosso coração.

Fonte das informações: Historias que o tempo esqueceu - A trajetória do EC Metropol, de José da Silva Júnior (1997); pesquisas realizadas por Carlos Eduardo e Arquivo Campeões do Futebol.

Mascote