sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Sobradinho Esporte Clube

SOBRADINHO ESPORTE CLUBE, clube de futebol oficial da Cidade de Sobradinho foi fundado em 1º de janeiro de 1975 e é conhecido como o Leão da Serra. Bicampeão de Brasília nos anos de 1985 e 1986.

O projeto de transformar o Sobradinho em sucursal do Botafogo surgiu de conversas entre o advogado Délio Cardoso, então com 38 anos, há 36 morando em Brasília, e o presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro. Botafoguense fanático, Délio acompanhou vários jogos do Campeonato Brasileiro de 1995, a convite da diretoria. Nas conversas, os dois tentaram entender as razões do fracasso do futebol do Distrito Federal. "Chegamos à conclusão de que a capital é uma cidade jovem que não tem uma cultura própria de futebol", afirmava Délio Cardoso. "A vantagem para nós é que podemos manter em atividade todos os jogadores do elenco, dar oportunidade aos que estão saindo dos juniores e ainda podemos garimpar novos talentos", diz Montenegro. E um dos craques candangos acabou parando no Botafogo do Rio. Foi a atacante Dimba, que chegou a ganhar certo destaque em General Severiano Em março de 1996, através do convênio junto ao Botafogo Carioca, o clube tornou-se Botafogo Sobradinho Esporte Clube. A novidade parecia que daria ceto. No primeiro ano, as médias de público cresceram e o clube teve bom desempenho. Em 1997, o clube não conseguiu dar continuidade a boa campanha de 1996 e fez péssima campanha no estadual. Após um pequeno período, o Botafogo Sobradinho voltou a usar o seu nome original.

Em 2003, o Sobradinho é rebaixado pela primeira vez.Depois de sofrer com os vexames do clube da cidade no Campeonato Brasiliense — entre eles a massacrante goleada por 10 x 1 do CFZ e o cai-cai na derrota por 4 x 0 para o Gama — teve de engolir o rebaixamento do alvinegro à segunda divisão. Vence em 2004 a segunda divisão e disputa a primeira divisão no mesmo ano. É rebaixado novamente em 2005. Em 2006, cai para terceira divisão, onde permanece até hoje.

Títulos

Campeonato Brasiliense: 2 vezes (1985 e 1986).
Vice-Campeonato Brasiliense: 3 vezes (1984, 1989 e 1994).
Campeonato Brasiliense - 2ª Divisão: 2003.

Estádio

Estádio: Augustinho Lima - capacidade: 10.000 Lugares


Inaguração do Estádio Augustinho Lima, Sobradinho 0 x 3 Santos, 30 de abril de 1978.

Hino

És o bravo leão da cidade
Sem temer os mais sérios rumores
Pra vencer os mais duros rivais
Defendendo suas honras das cores
Como herói, foste sempre destemido
Enfrentand
o qualquer time no gramado
Mais que tudo, foste sempre o mais querido
És o grande leão consagrado

Vencer, vencer
Nosso lema é vencer
Sobradinho, meu clube querido
Hei de amá-lo, amá-lo até morrer

És o bravo leão da cidade
Sem temer os mais sérios rumores
Pra vencer os mais duros rivais
Defendendo su
as honras das cores
Como herói, foste sempre destemido
Enfrentando qualquer time no gramado
Mais que tudo, foste sempre o mais querido
És o grande leão consagrado

Mascote
Leão da Serra






Site
http://br.geocities.com/racaalvinegra/sobra.htm

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Atlético Progresso Clube

O Atlético Progreso Clube é um clube brasileiro de futebol da cidade de Mucajaí, no Estado de Roraima. É o único clube profissional fora da capital, Boa Vista.

Fundação: 21 Julho 1959
Endereço: Rua Raimundo Almeida Rodrigues 1552 Centro
CEP 69340-000 Macujaí/RR

Uniforme: Camisa branca com faixa verde horizontal, calção verde e meias verdes



O Progresso venceu o primeiro turno do Campeonato Roraimense de Futebol. Foi o representante do Estado na Série C em 2008. Segunda competição nacional disputada pelo Progresso( a primeira vez foi em 1995).

Estádio

Nome Oficial: Estádio Flamarion de Vasconcelos
Capacidade: 10.000
Endereço: Praça Centro Cívico, 471 - Boa Vista (RR)
Inauguração: 13/09/1975
Primeiro Jogo: Baré (RR) 2 x 0 Roraima (RR)
Primeiro Gol: Reis (Baré)
Recorde de Público: 9.980 (São Raimundo-RR 0 x 2 Rio Branco-AC - 13/09/75)
Dimensões do Gramado: 110m x 75m
Proprietário: Governo do Estado de Roraima

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Maranhão Atlético Clube

Por volta do dia 10 de setembro de 1932, uma reunião entre vários fundadores e torcedores do Sampaio Corrêa, numa residência na Rua São Pantaleão que funcionava como sede do clube, mostrou algumas dissidências entre fundadores e torcedores que, naquele tempo ainda se misturavam.

Na semana seguinte o clima já não era o mesmo, principalmente para Almir Vasconcelos, também conhecido como “Almir Lapinha”, pai de uma extensa prole que morava na Rua do Passeio, separada da São Pantaleão apenas pela Rua do Norte.

Almir – contam alguns mais antigos, que ouviram falar do problema através dos pais -, resolveu deixar o Sampaio Corrêa e, juntamente com outros dissidentes e “antipatizantes” da “bolívia” realizaram algumas reuniões em dias seguidos. No dia 24 de setembro, de 1932, uma plêiade de jovens fundava o Maranhão Atlético Clube.

A história não registra com clareza os nomes desses jovens. Alguns, fazendo as vezes de historiadores, costumam acrescentar nomes que era impossível que estivessem reunidos na noite da fundação do Maranhão. Outros estavam presentes, mas não tiveram seus nomes lembrados pelos “historiadores”.

Pois, entre Almir Lapinha, Carlos Fernandes Dias (Napá), Jayme, Nestor e tantos outros – esses mesmos que a história não registra – foi tomando corpo a idéia da formação de uma diretoria para dirigir os destinos do clube recém-fundado.

É também controversa (ou mal contada por quem não estava presente) a ligação do Maranhão Atlético Clube com o animal “BODE”. E, não pretendemos esclarecê-la aqui, agora, porque também não a conhecemos.

Alguns querem juntar o bode com a Maçonaria, em virtude da ligação de alguns ex-atleticanos com a secular filosofia de vida e procedimento. Outros, aparentemente de forma equivocada, afirmam que, onde alguns jogadores costumavam fazer as refeições antes dos jogos (Bar do Gregório), o proprietário, de nome Gregório, criava um bode.

Outros ainda asseguram que Gregório nem atleticano era. Mas tinha amigos entre os dirigentes do quadricolor e, num dia, incentivado, resolveu levar o bode para o estádio, quando o M.A.C. jogava. O quadricolor saiu de campo vitorioso e alguns resolveram afirmar que o bode dera sorte. O bode do Gregório. Daí, para Bode Gregório foi um salto muito curto e rápido.

O primeiro campeonato conquistado pelo Maranhão foi cinco anos após sua criação. Em 1937, o MAC faturou o torneio, algo que sucedeu-se em 1939, 1941 e 1943, começando a chamar a atenção no cenário futebolístico no estado.

Nos anos 50, o Bode Gregório ganhou apenas um título estadual, fazendo com que sua reputação decaísse. Uma nova campanha vitoriosa só aconteceu em 1963, doze anos depois da última conquista, que foi em 1951.

Porém, o grande apogeu do time maranhense foi em 1979, quando participou do Campeonato Brasileiro. Com oito vitórias, três empates e cinco derrotas, o MAC terminou no 26º lugar, uma posição digna para um clube recém-promovido. O Maranhão ficou à frente de clubes grandes, como Fluminense, Bahia e Botafogo.

Contudo, a boa campanha do time no campeonato não se repetiu no ano seguinte. A última posição, não vencendo nenhum jogo fez com que o time caísse para a segunda divisão, tomando 14 gols em apenas nove jogos. O desempenho do ataque foi pífio, com só três gols nos mesmo nove jogos. O clube nunca mais participaria da elite do futebol brasileiro novamente.

A década de 80 para o MAC foi muito ruim. Além de ser rebaixado no Campeonato Brasileiro, o Bode Gregório não conquistou nenhum título estadual. Porém nos anos 90 o Maranhão foi superior aos demais concorrentes, principalmente Sampaio Corrêa e Moto Clube. Pela primeira vez o clube ganhou um tricampeonato, 1993, 1994 e 1995, além do torneio de 1999.

Em 2000, o Maranhão voltou a figurar com destaque no cenário nacional. Naquele ano houve a Copa Norte, torneio que dava direito a disputar a Copa dos Campeões. Esta competição, por sua vez, garantia ao vencedor um lugar na Copa Libertadores. Após bela campanha, o MAC chegou à final para enfrentar o São Raimundo. No primeiro jogo, o Bode Gregório derrotou o rival de Amazonas por 3 a 2. Mas, no jogo de volta, em Manaus, o Maranhão perdeu por 2 a 0 e ficou com o vice-campeonato.

Mesmo sem títulos durante oito anos, o Maranhão, que ganhou o campeonato Maranhense de 2007, continua sendo um dos times mais populares do estado e goza de grande prestígio e torcida.

Títulos

Campeonato Maranhense: 13 vezes (1937, 1941, 1943, 1951, 1963, 1969, 1970, 1979, 1993, 1994, 1995 , 1999 e 2007).

Hino

Maranhão Atlético Clube
O teu nome é virtude, é luta é grandeza é emoção.
Maranhão bandeira do norte, do
nosso esporte és uma consagração.
Maranhão a tua história, em nossa memória sempre há de existir.
Demolidor de cartazes, com os seus onze azes é um astro a aluzir.
Pelas taças que já conquistaste, as contendas que ganhaste, o seu nome cresceu.
És Maranhão esquadrão de quatro cores, reunindo a luz
E a graça de Deus

Estádio

Estádio Governador João Castelo
O estádio é de propriedade do Governo Estadual do Maranhão, e é o principal estádio dos jogos do Sampaio Corrêa e do Moto. Seu nome é em homenagem a João Castelo Ribeiro Gonçalves, governador do Maranhão de 1979 a 1982.
Inauguração:05/02/1982 (Brasil 3 x 1 Portugal) - 05/02/1982
Primeiro gol: Júnior (Brasil)
Maior público: Sampaio Corrêa 1 x 5 Santos - 24/09/1998 - 100.250 (97.720 pagantes)
Capacidade 70000

Estádio Municipal Nhozinho Santos
O estádio é de propriedade da Prefeitura Municipal de São Luís do Maranhão. Seu nome é em homenagem a Joaquim Moreira Alves dos Santos, pelas mãos do qual ocorreu o nascimento das atividades esportivas em Maranhão.
Inauguração : 01/10/1950 (Sampaio Corrêa 2 x 1 Paysandu)
Primeiro gol: Hélio (Paysandu)
Maior público: Maranhão 0 x 0 Vasco da Gama - 26/03/1980 - 24.865 pessoas
Capacidade 22000

Mascote

A mascote do Maranhão Atlético Clube é o Bode Gregório. Diferentes histórias explicam a origem da mascote da equipe, mas a principal delas é a de que um bode chamado Gregório era criado na sede da agremiação e que possuía grande habilidade com a bola nas patas.

Maranhão

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sete de Setembro Esporte Clube

O Sete de Setembro Esporte Clube surgiu em 7 de setembro de 1950 e, graças à sua data de fundação, o seu nome foi escolhido. A iniciativa de fundação do clube partiu de um grupo de esportistas da cidade de Garanhuns.

Logo nos primeiros anos de existência, o Sete de Setembro já conseguiu se destacar nos campeonatos da cidade de Garanhuns, chegando a ser hexacampeão municipal. A maioria das finais dos torneios da cidade era contra o maior rival do Sete, a Associação Garanhuense de Atletismo.

Dezoito anos após a sua fundação, o Sete de Setembro Esporte Clube conseguiu o resultado mais importante de toda a sua história quando, ainda amador, bateu uma das melhores equipes que o Clube Náutico Capibaribe já teve por 3 a 0, em fevereiro de 1968. Naquela época, o Timbu era pentacampeão pernambucano.

A primeira grande conquista do Sete de Setembro, no entanto, veio somente 13 anos depois, em 1981, quando o clube disputou, pela primeira vez na sua história, a primeira divisão do Campeonato Pernambucano. Nessa época, o Alviverde sentiu a necessidade de construir um estádio próprio.

Foi assim que veio a construção do Gigante do Agreste. A iniciativa partiu de um grupo de torcedores do Sete que, com doações, começaram a construir o estádio. A obra, no entanto, só foi finalizada graças a um financiamento do BANDEPE, no governo de Marco Maciel. Com essa ajuda, em pouco tempo o segundo maior estádio do interior do Pernambuco, com 18.000 lugares, estava finalizado.

Mesmo com o estádio construído, o time não conseguiu se firmar na primeira divisão e passou a se revezar entre as séries A1 e A2 do Campeonato Pernambucano. Mas nesta época de alternância entre as divisões veio a maior conquista do Sete de Setembro. Em 1995, após bater o Centro Limoeirense na final, o clube conquistou o título de campeão da Série A2 do Pernambucano.

Apesar disso, a agremiação não pôde subir à primeira divisão devido a sérios problemas financeiros que a impediram de disputar competições oficiais por dois anos. Em 1997, no entanto, com a formação de uma junta de administradores, o clube passou a reconstruir o seu patrimônio.

Nessa mesma época, o Sete iniciou um trabalho nas divisões de base e de recuperação de seu estádio, que recebeu um novo gramado, cabines de imprensa, uma concentração e ainda um centro administrativo.

Mesmo com tudo isso, o clube só voltou à primeira divisão em 2008, após conquistar o vice-campeonato da série A2 de 2007, após perder para o Salgueiro na final.

Títulos

Série A2 do Campeonato Pernambucano (1): 1995.

Estádio

Gigante do Agreste

Capacidade 18000

Hino

Salve o glorioso alviverde
Que com orgulho lutou
Usando de força e resistência
Seu torcedor empolgou

Aprendemos a amar as suas cores
Quando ainda ele era pequenino
É o mais forte para nós, torcedores
Somos felizes porque somos setembrinos

Em 1950 quando começou a sua existência
Nasceu nosso sete de setembro
No aniversário da nossa independência
Com muita garra o glorioso, o vibrante

O seu estádio gigante conseguiu
Com dinamismo de seus dirigentes
Hoje é conhecido em todo o Brasil

Site

http://www.ssec.com.br/

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Sociedade Desportiva Serra Futebol Clube

O Serra Futebol Clube, fundado em 24 de Junho de 1930, contou na sua fundação com nomes de importância e prestígio no cenário social e político do Município. Participaram da fundação: Antônio Lisboa do nascimento; Alceu Nascimento; José Câncio Leão Borges; Flodoaldo Borges Miguel; Luiz Ramos de Miranda; Teotônio da Costa Pereira; Alcino da Costa Pereira; Alcides Xavier; João Vieira Amorim e Arnaldo Ferreira Castelo.

O Clube se profissionalizou em 1997, quando foi Campeão da Segundinha. O Tricolor Serrano conquistou o seu primeiro Capixabão em 1999, no dia 15 de Julho, no Robertão, derrotando o São Mateus, com gol de Betinho aos 33 minutos do segundo tempo. Na época o técnico do São Mateus era Cosme Eduardo, o mesmo técnico que no dia 23 de Julho de 2003, comandou o Serra contra o Estrela, quando o Serra venceu pelo placar de 2 a 1, sagrando-se pela segunda vez Campeão Capixaba de Futebol.

No dia 15 de Dezembro de 1999, o Serra Futebol Clube venceu a equipe do Fluminense do Rio de Janeiro em pleno Maracanã. Em 50 anos de história, essa foi a primeira partida vencida por um time capixaba no maior estádio do Mundo. O Serra abriu o placar aos 31 minutos, com um gol de Joélson. Roni, do Fluminense, de pênalti, empata aos 41 minutos dos primeiro Tempo. No segundo tempo, o Serra chega ao gol da vitória aos 21 minutos, em falta cobrada por Agnaldo. O Serra venceu no Maracanã com: Dirley; Polaco (Juninho); Silvério; Sérgio Andrade e Carlinhos; Édson Garcia; Agnaldo; Marquinhos e Joélson; Índio (Robinho) e Betinho (Paraíba). Técnico: Cosme Eduardo.

Estádio
Roberto Siqueira Costa, conhecido por Robertão. A capacidade do estádio Robertão conta atualmente com um espaço de 5.000 mil pessoas. Mas dependendo do jogo ele é ampliado com arquibancadas de metal e sua capacidade pode ser aumentada para cerca de 10.000 mil espectadores.

Títulos

Campeonato Capixaba: 5 vezes (1999, 2003, 2004, 2005 e 2008).
Campeonato Capixaba - 2ª Divisão: 1997.
O Serra foi ainda vice-campeão brasileiro da série C em 1999.

Hino

Eu sou tricolor, sou alto astral Eu sou Cobra Coral Sou, sou tricolor, eu sou E é com muito amor Que eu viro criança Serra da boa esperança Tua camisa me abraça É o pano que veste a raça Desse time campeão Eu sou do SERRA E vou subir a montanha Só pra fincar sua bandeira Só pra gritar o seu nome SERRA, SERRA... Na brincadeira da vida eu ganhei Marraio feridô sou rei Na arquibancada da vida sou eu Sou SERRA o campeão, sou eu Sou eu, sou eu, sou eu Cobra Coral sou eu.

Mascote




domingo, 8 de fevereiro de 2009

Sul América Esporte Clube

Em 1932, o grupo de jovens fundou o clube com o intuito de fazer frente ao "inimigo" - São Raimundo, do Bairro Vizinho. Surgia então o Sulão, na verdade o Sul América foi fundado por mais de dez abnegados desportistas: Raimundo Verçosa, Nicanor Costa, Luiz Pontes, José Nomando, Profírio, Honorato, Dogival Sales, Agostinho Lima, André Jobim, Osmar Ennes, Idelbrando Senna, Joias Lima e dentre outros. A primeira bandeira do clube foi feita pela Sulamericanas "Coló" e "Nena".

Entre 1938 e 1941, o clube foi desativado, por razões diversas, mas em 1942, o Sr. Arquiteclínio, que era cobrador de bonde da Ex-Manaus Transway reorganizou o "Trem da Colina" e pôs adiante o sonho do time Sulamericano.

Um jornalista da década de 50, Irisvaldo Godô foi quem apelidou o Sul América de "Trem da Colina", pela grande rapidez de seu ataque. Aos poucos, o mascote foi sendo adotado, porém antes, na década de 20, o locutor e médico Jaime Barreto chamava o Sul América de "Lobão".

Outro detalhe, mas na forma literária é a de que o amazonense em si escreve a palavra "Sulamérica" junta para designar o nome do clube, enquanto a imprensa de fora do estado escreve separado - "Sul América". Inclusive a pronúncia do amazonense há a aglutinação do pré-fixo (Sul), com o sufixo (américa).

O Sulão ganhou o Torneio Início do Amazonão de 1977, 1992 e 1993. Nestes anos de bi-campeonato, o Sulão não reconheceu os adversários e foi o primeiro time de "menor" torcida a desbancar a dupla Rio-Nal dos títulos, feito este que não acontecia desde 19973, quando a extinta Rodoviária havia sido campeã.

Nesta época seu diretor de futebol era o empresário Mário Cortêz, homem de luta pelo profissionalismo no futebol amazonense. Dono de casa corretora de câmbio e de diversas empresas na capital baré. Em 1991, foi ele quem mandou restaurar sua sede, pondo refeitótio, dormitórios e melhorando o salão de festas, transformando o local num afeiçoado bem aconchegante lugar para se concentrar os jogadores.

O maior inimigo do Sulão é o São Raimundo, do vizinho bairro do mesmo nome, quando jogam, há quando jogam, há o clássico "Galo Preto" em virtude de uma época não muito longínqua dos torcedores fazerem "trabalhos" de umbanda ou "macumba" nos dois bairros. Sempre era encontrado uma galinha ou galo morto, com velas e adornos diversos, sendo constante o nome do time "perdedor" na véspera do clássico, que inclusive hoje faz com que aconteça um certo fenômeno na "Colina" - Estádio do Tufão - quando tem jogo contra o São Raimundo a galera do Sul América vai em peso com bandeiras, foguetes e papel picado para apoiar o Sulão, acendendo ainda mais a chama da rivalidade médio-secular entre as equipes dos vizinhos bairros. Por outro lado, os "Bucheiros" do São Raimundo não fazem diferente, enchendo o estádio de uma sadia "guerra" no futebol.

Títulos

Campeoão Amazonense: 2 vezes (1992 e 1993).

Hino

É o trem da Colina que chegou Sua raça e toda a massa alegria e mais fervor É o Trem da Colina que ultrapassa A conquista de uma taça Para mostrar o seu valor Sou SULAMÉRICA eu sou! E da Glória desenho o meu caminho No estádio não estou sozinho Busco a vitória com emoção Desde 1932 que mantenho a tradição Sou SULAMÉRICA eu sou! E a Glória é meu berço de amor No futebol sou o primeiro Mais um guerreiro de prontidão Eu tenho a força de uma raça Sou 1000 em 1 sou campeão


Estádio

O Estádio Vivaldo Lima, também conhecido como Vivaldão, é o maior estádio de futebol de Manaus, Amazonas, e, juntamente com o Estádio Ismael Benigno, atende a vários times do estado. O Vivaldão tem capacidade para 52.000 pessoas.
Mascote
Trem da Colina
Site
http://www.geocities.com/futeboldoamazonas/sulamerica.html

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Sociedade Esportiva Vila Aurora

O Vila Aurora existe em Rondonópolis desde o ano 1964, quando adquiriu se primeiro jogo de camisa, mas só em 1969, foi registrado na Liga Amadora de Rondonópolis e na Federação Mato-grossense de Futebol. Em 1972, obteve seu primeiro grande triunfo que foi vencer o Santos (melhor time amador de Rondonópolis) na época. Mas foi só começo, porque em 1978, venceria triunfantemente a Copa Sul (competição fortíssima que envolvia toda a região Sul de Mato Grosso). De 80 a 90 só foram grandes conquistas. Em 1981, 82, 83 e 84 (Tetra-campeão Amador de Rondonópolis.) Em 87, 88, 89 e 90 (Segundo Tetra-campeonato Amador). Em uma só década foram 2 tetra, ou seja 8 campeonatos amadores conquistados. Só ficou 85 e 86 para os demais clubes da cidade. Em 1989 sagrou-se Campeão da segunda divisão de Profissionais. Em 2005 sagrou-se campeão Estadual de futebol profissional, Campeão Municipal sub-15, Campeão da Mercosul sub-15 e Campeão Municipal sub-17.

Títulos

Campeão da Copa Sul: 1978
Campeão da 3ª Divisão Mato-grossense: 1979
Tetra-Campeão Amador: 1981/82/83/84
Tetra-Campeão Amador: 1987/88/89/90
Campeão da 2ª Divisão Matogrossense: 1989
Campeão do Estadual Matogrossense: 2005
Vice- Campeão da Copa Governador: 2006

Hino

Letra: Sebastião de Assis
Melodia: Martinho Aureliano Irala
Nova Aurora surgiu no Horizonte, pra saudar o Cruzeiro do Sul O explendor das estrelas cadentes, tatuou o meu peito de azul Como garras de um tigre ferroz, arraigou-se no meu coração Fez morada, brotou e cresceu, dando vida ao glorioso Tigrão. És Raçudo, vibrante e temido Fez a verve de um vencedor Na defesa ao ataque é só raça Pro inimigo somos um terror Firme e forte na luta ou na classe Vencer sempre é a nossa missão Vila Aurora a galera te adora Salve salve o glorioso Tigrão

Estádio

Estádio Engenheiro Luthero Lopes
Proveniente de uma permuta com a Empresa Atacadão, o Município deu o antigo Estádio Lutero Lopes na Avenida Bandeirantes construído nos anos 60, onde a empresa aproveitou tão somente o terreno. Em contrapartida, deu ao Município o Novo Estádio Engenheiro Luthero Lopes com capacidade para 18.720 pessoas. Esse monumental Estádio foi inaugurado no dia 22/03/2000, com a partida entre Grêmio de Futebol Portalegrense e União Esporte Clube valendo pela Copa do Brasil. O time Gaúcho venceu por 4 a 0, com Ronaldinho Gaúcho fazendo o primeiro gol no novo Estádio entrando para o História. O Gol aconteceu aos 12 minutos do primeiro tempo.

Mascote
Tigrão


Site

http://www.vilaauroramt.com.br/

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Clube Atlético Rondoniense

Fundado em 01 de julho do ano 2006, em uma forte parceria que envolveu a 2ºIgreja Batista Nacional e a empresa TSA Amazônia Logística nasce o projeto, DIGNIDADE E CIDADANIA, e com ele também o Clube Atlético Rondoniense.

Objetivos do Projeto:

Contribuir com sua parte no desenvolvimento social de nosso município e garantir a boa formação de nossas crianças e jovens revelando novos talentos e promovendo maior relacionamento entre a família, criança, escola, comunidade e igreja.

Em 2009, participou pela primeira vez da Copa São Paulo de Juniors. O representante de Rondônia na Copa São Paulo de Futebol Junior, o Clube Atlético Rondoniense da cidade de Vilhena está pronto para a maior competição da categoria da America Latina. Após quase três meses de preparação na cidade de Limeira, interior paulista e graças a uma parceria com o Independente de Limeira e a empresa Football Business, o pensamento da comissão técnica e jogadores do CAR é surpreender na copinha.
O Atlético Rondoniense está utilizando jogadores da empresa e do clube parceiro juntamente com os atletas que pertencem ao próprio clube.

Campanha: Lemense 2 X 1 CAR ; CAR 2 x 3 Vasco da Gama e Mogi Mirim 1 X 2 CAR

Mascote



O Jacaré é o mascote do Atlético Rondoniense...

Site

http://clubeatletico-ro.esp.br

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

São Raimundo Esporte Clube

São Raimundo Esporte Clube teve sua fundação em 9 de janeiro de 1944, num amistoso contra o selecionado de uma comunidade localizada as margens da rodovia Everaldo Martins. No momento de sua inscrição, um de seus sócio-fundador, o Sr. David Natanael ao invés de escrever o time como "São Brás" inconscientemente escrevera como São Raimundo.

O equívoco trouxera sorte ao clube pois a equipe começaria a trilha de glórias com vitória em cima do time local. Na época o uniforme oficial era todo branco.

Neste mesmo ano, o São Raimundo enfrentaria pela primeira vez o seu principal rival, o São Francisco, no campo "O Poeirão" onde hoje se localiza o Colégio Batista. No Confronto, o time azulino levou a melhor, com o placar de 5 a 3. O esquadro do pantera que participou do primeiro clássico RaiFran ( São Raimundo e São Francisco, de maior tradição do futebol santareno) da história foi:Gerson; Valdomiro e Nezinho; Valdemarinho, Moacir e Francisco Nascimento; Manezinho, Tapioca, Domingos Rock; David Natanel e Ceci Nascimento.

A partir de 1950, o São Raimundo ficaria conhecido como o "Pantera Negra", pois passaria a utilizar o seu tradicional uniforme alvinegro.

Hino

Letra e Música: Wilson Fonseca (1969)

Neste canto vibrante de fé,
Vamos todos com alma sincera
Levantar nosso brado, de pé,
Ao valente e altivo “PANTERA”.

Os teus feitos te envolvem de glórias
Conquistadas por bravos, por fortes.
Em tuas lutas se buscas vitórias,
Tens por mira elevar os esportes.

Estribilho

“São Raimundo” de raça, querido
Alvinegro que o povo quer bem,
Nos gramados tu és sempre aplaudido
Pois teu nome traduz Santarém.

Estádio

O Estádio Jader Barbalho, mais conhecido por Barbalhão ou Colosso do Tapajós, é um estádio de futebol da cidade de Santarém, no Pará.

Estadio Barbalhao

Tem capacidade para 20 mil pessoas. É o único estádio de grande porte da região de Santarém.

Mascote

Pantera Negra

A partir de 1950, o São Raimundo ficaria conhecido como o "Pantera Negra", pois passaria a utilizar o seu tradicional uniforme alvinegro.

Site

http://www.saoraimundotapajos.com.br

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Esporte Clube Ypiranga

No início do Século XX, jovens excluídos sociais trabalhadores de ofícios e de ganhos impedidos por fatores étnicos, sociais e econômicos, cotizaram-se e fundam o Sport Club Sete de Setembro, em 17 de abril de 1904, que é extinto em 7 de Setembro de 1906 para dar lugar ao Sport Club Ypiranga atualmente Esporte Clube Ypiranga. O nome do novo time é escolhido de forma emblemática, fruto do momento conjuntural de construção da identidade nacional. O Esporte Clube Ypiranga é a síntese da união dos pobres da cidade, que querem se integrar construindo um tempo novo, rompendo com privilégios das elites arraigadas pelo escravismo do antigo regime imperial. O Ypiranga não é o time que apenas permitia que negros e pobres figurassem no seu elenco, de maneira oportunista e utilitária. Ele foi fundado e dirigido por esses segmentos, seus torcedores eram os excluídos sociais e quem se identificava com esses.

Primeiro Uniforme: camisa verde, calção branco, depois trocado por camisa toda preta, calção branco. O uniforme listrado passou a ser utilizado em 1911. Depois, a camisa amarela entrou no guarda roupa. As primeiras bolas do Ypiranga eram feitas de meia, pois não havia recursos para comprar material esportivo.

O nome atual só foi adotado em 1914, quando o clube efetivamente iniciou suas participações no Campeonato Baiano. Nos primeiros anos, o aurinegro ficou à margem de clubes já extintos como São Salvador, Internacional e Fluminense de Salvador. Apenas em 1917 veio o primeiro título. Mas vale dizer que foi categórico. Em um campeonato com seis times disputando o título em pontos corridos, o Ypiranga venceu oito e empatou apenas dois (contra Fluminense de Salvador e Internacional). No ano seguinte, a superioridade da equipe ficou ainda mais evidente, com oito vitórias em igual número de jogos.
Após uma queda de rendimento em 1919, o clube conquistou mais um bicampeonato, com 21 vitórias, um empate e uma derrota nos dois anos somados. Ainda na década de 1920, os canários conquistariam mais três títulos, em 1925 e um bi 1928-29. Sempre invicto.

As grandes goleadas aplicadas pelo Ypiranga

A primeira grande goleada do campeonato baiano de futebol foi aplicada pelo Ypiranga sobre o Nacional, pelo placar de 10x1 no certame de 1920. Deu-se ainda no prado do Rio Vermelho, na véspera da inauguração oficial do estádio da Graça. Mas foi nesse estádio que teve lugar a fase histórica das grandes goleadas, cujo sinal precursor foi o escore de 9x0 que o Fluminense aplicou no Itapagipe, no primeiro domingo após a inauguração festiva do estádio (15.11.20) e que marcou a despedida do alvinegro peninsular.

O período histórico das goleadas maiúsculas se estende de 1927 a 1938, quando foram registrados dez resultados onde o clube vencedor fez dez ou mais gols, e que podem ser assim distribuídos: a) cinco goleadas "normais" verificadas entre clubes grandes ou médios e um pequeno: Botafogo 12 x 0 Democrata (8.12.27), Ypiranga 13 x 1 Guarani (5.5.29), Ypiranga 16 x 0 Democrata (1.5.30), Fluminense 10 x 0 São Cristóvão (12.11.31 e Ypiranga 11 x 0 Guarani (19.6.32); b) duas goleadas entre clubes pequenos: Energia 11 x 1 Guarani (25.5.33) e São Cristovão 12 x 0 Guarani (4.6.33) Vê-se que o Guarani tomou 23 gols em apenas dois jogos consecutivos; c) três goleadas entre não pequenos: Vitória 11 x 0 Botafogo (16.12.34), Botafogo 11 x 1 Fluminense (25.10.36) e Bahia 10 x 2 Vitória (20.11.38).

A partir daí começaram a escassear as goleadas maiúsculas. Cabe uma especial menção à maior delas, ou seja, o acachapante placar de 16 x 0 pelo Ypiranga ao Democrata, no certame de 1930, no Dia do Trabalho.

O primeiro tempo terminou em 9 x 0. O goleiro Zilô, do Democrata, tomado de profundo abatimento, não retornou para o segundo tempo, sendo substituído pelo meia Benzeno, ficando o democrata com dez jogadores. Temendo que outra crise psicológica se abatesse, agora sobre o goleiro substituto, o Ypiranga marcou apenas 7 gols na segunda etapa...Golearam: Lago (5), Oscar (4), Mila (3), Pelágio (2), Sandoval e Pópo. No Democrata, o mais atuante foi o centroavante Grilo, com 17 saídas na marca central.

O primeiro campeão estadual no Estádio Otavio Mangabeira (Fonte Nove) foi o Ypiranga. No primeiro jogo noturno realizado na Fonte Nova o Ypiranga “bateu” no grandioso São Paulo. Por uma lamentável falha do seu goleiro, ainda na Fonte Nova, perdendo para o E. C. Bahia por 1 x 0, o Ypiranga deixou de ser Bi-Campeão em 1952. O Vasco da Gama depois de uma longa e invicta temporada no Norte e Nordeste, tendo vencido, inclusive, nosso co-irmão E.C. Bahia, teve sua invencibilidade “quebrada” pelo Ypiranga. Em memorável jogo com o REMO do Pará, a quem venceu, o Ypiranga foi campeão do primeiro torneio Norte/Nordeste.

Atualmente, a equipe profissional disputa a 2ª Divisão do Campeonato Baiano de Futebol. O nosso Estádio Deputado Galdino Leite (Vila Canária) tem capacidade para 4.000 espectadores. Mas por falta de condições de jogo atuamos no Estádio Roberto Santos que tem capacidade para 15.000 espectadores. O clube não participou da segunda divisão baiana em 2008. A atual situação, com dificuldades de cunho financeiro-administrativo, fez com que o clube tivesse dificuldades em disputar mesmo o campeonato baiano de juniores, além der ter sido privado de treinar em seu próprio CT a Vila Canária, devidos a problemas na realização de contratos.

Títulos

Campeão Baiano em 1917,1918,1920,1921,1925,1928,1929,1932,1939, e 1951
Campeão Baiano em 1984 e 1990

Estádio

Estadio Deputado Galdino Leite (Vila Canária)

Capacidade:4000 pessoas

Hino

(VALTER QUEIRÓZ)
Meu amarelo e preto
meu time do peito
meu velho Ypiranga
o povo foi quem te criou,
consagrou
time do nosso amor
a gente enfrenta chuva,

a gente enfrenta o sol
bandeira aurinegra
honrando o futebol

é o povo reunido,
cantando mais uma vez:

agora um, dois, três
vai pra frente mais um gol
eu só saio daqui com o
Ypiranga vencedor (repete)


Mascote

Canário




Site

http://ec.ypiranga.zip.net

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Boavista Sport Club

Em 14 de outubro de 1961, habitantes da cidade de Saquarema fundaram o Esporte Clube Barreira, representante do município nos campeonatos de futebol. Esta agremiação nunca conseguiu grande destaque nos cenários regional ou nacional, mas chegou a ser campeã do Campeonato Estadual da Terceira Divisão em 1991. Suas cores oficiais eram verde, vermelho e branco.

Em 2004, um grupo de empresários comprou o clube e o fundou novamente com um nome diferente. Assim, em 10 de março daquele ano, surgiu o Boavista Sport Club, uma tentativa de dar à cidade de Saquarema um maior destaque no cenário futebolístico estadual. As cores mudaram para verde e branco e o investimento deu certo.

Herdando a posição do antigo Barreira, o Boavista já começou a disputar o Campeonato Estadual em sua segunda divisão. Logo na sua primeira participação, em 2004, ficou em segundo lugar, mas não conseguiu o acesso à elite do Rio de Janeiro. Mas o sonho do acesso não estava longe. Em 2006, a equipe foi campeã e finalmente ganhou o direito de disputar a primeira divisão e entrar em campo contra times mais famosos como Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco.

Em 2007 foi apenas o 11º colocado no Campeonato Carioca, onde venceu apenas 2 jogos, mas continuou na elite do futebol carioca em 2008.

No ano seguinte alcançou a 6ª colocação no Campeonato Carioca, ganhando o direito de participar do Série C do Campeonato Brasileiro. Disputou o Grupo 12 na Primeira Fase, terminando este na 2ª colocação. O clube assegurando a vaga para a fase seguinte com uma vitória de 6 a 0 sobre o Linhares (ES) na última rodada. Na Segunda Fase disputou o Grupo 22, onde foi eliminado na última colocação, encerrando a participação na Série C como apenas o 30º melhor time da competição.

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2006.
Vice-Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2004.

Estádio

O Estádio Eucy Resende de Mendonça foi construído no municipio de Saquarema para abrigar jogos do antigo Esporte Clube Barreira, hoje o Boavista Sport Club.

Tem capacidade para 12.000 pessoas e é um estadio seguro e bem localizado.

Mascote

A mascote do Boavista é o herói dos quadrinhos Hulk. Naturalmente, a razão é a semelhança entre a cor do personagem e da camisa do clube, já que são ambos verdes.



Site
http://www.boavistasc.com.br/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Associação Atlética Caldense

O futebol, introduzido no Brasil no final do século XIX por um grupo de ingleses residentes em São Paulo, chegou a Poços de Caldas em 1904, com a fundação do Foot-ball Club. Consta que um de seus fundadores, Paulino de Souza, naquela ocasião estudante de medicina da capital paulista, havia trazido uma bola de futebol, objeto desconhecido na vila.

Várias outras agremiações nasceriam no princípio do século XX. Mas alguns desses clubes desapareceram em seguida. Caso do Internacional F.C, que encerrou suas atividades no mês de fevereiro de 1925. Alguns remanescentes destas equipes se uniram naquele ano, formando a Associação Atlética Caldense, clube que hoje é o maior centro esportivo da cidade.

No dia 16 de novembro de 1925, alguns jovens esportistas, chefiados por João de Moura Gavião, reuniram-se na Photografia Selecta, sede provisória do time, situada na avenida Francisco Salles, perto do Hotel Lafaiete, para eleger a primeira diretoria, assim constituída:

Após algumas vitórias, em dezembro de 1925 o novo esquadrão enfrentou o Cruz Vermelha, campeão local. Mas, apesar de bem preparado, devido a uma chuva impertinente que caiu antes do jogo, foi derrotado por 3x2.

Esse revés não desanimou os valentes jogadores e, no ano seguinte, vários encontros amistosos com times de cidades vizinhas consagraram a Veterana nos meios esportivos regionais.

Fora criado o time, porém o grêmio social esportivo denominado Associação Atlética Caldense passou a existir após uma reunião realizada no dia 3 de abril de 1926, com a fusão da Caldense e o Gambrinus F.C. A primeira diretoria eleita foi constituída por: capitão Afonso Junqueira - presidente honorário, Fosco Pardini - presidente efetivo, Ulpiano César Mine - vice-presidente, João de Moura Galvão – tesoureiro, Cherubim Borelli - 1º secretário, Lourenço Batiston - 2º secretário, Hugo Sarmento - orador oficial e Arthur Cherchiai - colaborador. Dois dias depois houve uma reunião de trabalho a fim de colocar em prática o funcionamento da associação.

No início de sua existência, o clube não possuía nem sede social e nem campo próprio. Existia apenas na cidade o campo do Internacional F.C., no atual jardim fonte luminosa, não havendo arquibancada nem gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado e negro.

Antes mesmo da fundação do time, os jovens desportistas já tinham escolhido o terreno do “Chalé Procópio” para as atividades futebolísticas dos domingos. A partir de 1926, a Caldense começou a dar os primeiros passos para conseguir a área do coronel Christiano Osório de Oliveira, que naquela ocasião era um enorme brejo, onde a meninada ia caçar rãs.

Em 1929 uma comissão chefiada pelo prefeito Carlos Pinheiros foi a São João da Boa Vista pedir ao coronel Osório a cessão do imóvel.

O terreno, cedido a título precário, foi drenado e cercado de madeira. A partir dos anos 30, foi composta uma arquibancada rústica. Em 1947, a diretoria do presidente José Anacleto Pereira conseguiu da família de Christiano Osório um comando de uso, com o prazo de 20 anos, para as instalações do clube.

A sede inicial e provisória do time da Caldense foi a Photographia Selecta, em 1925. Em seguida vários outros endereços: Palacete Cobra, na praça Pedro Sanches, antigo Cassino Gibimba, de 1938 a 1942, no Polietema, na avenida Francisco Salles até 1959, edifício Imperial até 1962 e, finalmente, em 1962 junto ao estádio Christiano Osório, a partir de dezembro de 1962, na gestão do presidente Antônio Megale. A sede social foi obtida no mesmo ano, com a doação oficial da família Osório. Com a posse do imóvel, vários melhoramentos foram realizados pelas diretorias subseqüentes, como a construção da piscina.
Entre 1960 e 1961 o futebol da Veterana ficou famoso nos meios esportistas pela campanha das 57 partidas invictas, o que proporcionou uma onda de entusiasmo entre associados e moradores de Poços de Caldas.

Durante a presidência do Dr. Antonio Megale, em 1962, a Caldense se tornou proprietária do terreno que compreendia o campo de futebol e as demais dependências esportivas, devido à doação definitiva feita por Cristiano Osório de Oliveira Filho, grande desportista e amigo de Poços de Caldas. Essa transação foi realizada graças ao empenho do prefeito David Benedicto Ottoni que, com a aprovação da Câmara Municipal, se comprometeu em troca a proceder o arruamento da chácara Osório pela prefeitura.

Desde os primeiros anos, a Caldense foi um clube voltado principalmente para os esportes especializados, tendo conquistado diversos títulos no vôlei, basquete, futsal, natação e outras modalidades.

Em 1968, o time de futebol jogou pela primeira vez em Belo Horizonte. Foi no dia 22 de novembro no Independência, contra o misto do Cruzeiro, que venceu por 3 a 0. Durante muito tempo, a Caldense disputou a Segunda Divisão do Campeonato Mineiro, e somente em 1972 estreou na elite estadual.

Com a inauguração do Estádio Municipal Ronaldo Junqueira, em 1979, o campo da Associação Atlética Caldense foi desativado e em seu lugar foram construídas duas quadras de tênis, de peteca, um parque infantil, assim como uma nova piscina para atender o número de associados que a cada ano crescia.
No final da década de 1980, o clube adquiriu, na saída da cidade, uma área de treinamento do futebol profissional, denominada Ninho dos Periquitos. Hoje, o local conta com alojamento, três campos de futebol e piscina para a preparação dos jogadores da Veterana.

Em 2002, a Caldense conquistou o maior título de sua história, ao vencer o Campeonato Mineiro. Na partida do título, dia 5 de maio, vitória da "Veterana" sobre o Nacional de Uberaba, com gols de Gustavinho e Carioca. É preciso lembrar, porém, que nesse ano as equipes grandes do Estado: Cruzeiro, Atlético Mineiro e América Mineiro não disputaram o Campeonato Mineiro, mas sim o Torneio Sul-Minas. Os três times só disputaram o Supercampeonato Mineiro, onde a Caldense acabou sendo vice-campeã.

No Campeonato Mineiro (módulo I) de 2007, a Caldense iniciou a disputa como uma das favoritas às semifinais. Chegou a liderar o torneio porém, após forte de rendimento, terminou na décima-primeira colocação e amargou o rebaixamento ao módulo II do futebol mineiro em 2008.

Títulos

Campeão Mineiro 2002
Campeão Segunda Divisão Mineira 1971
Campeão Mineiro do Interior 1975

Hino

É no pé e na raça
Que lutamos pela taça!
Olé,olé,olé!

Onze “cobras” muito nossos
Que, vestindo a cor de Poços
Sabem bater o pé.

Salve, salve a Veterana,
Clube forte e tão bacana,
Que é querido demais

Vitória! Glória ao “Verdão”!
Que vibra no coração,
Da nossa Minas Gerais!

Vitória! Glória ao “Verdão”!
Que vibra no coração,
Da nossa Minas Gerais!

Estádio

Depois de muitos anos mandando os jogos no antigo Christiano Osório, a Caldense, em 1977, recebeu a informação que o governo estadual iria construir um novo estádio em Poços de Caldas. E que, na época, serviria como a casa da Veterana. Com o terreno doado pelo Estado, a prefeitura concedeu todos os materiais para execução da obra. Um ano após o início da construção, o Estádio Municipal Dr. Ronaldo Junqueira, o Ronaldão, foi inaugurado no dia 4 de setembro de 1979.

Para a festa de inauguração um grande jogo. A Caldense enfrentou o Corinthians e perdeu por 3 a 0, com os gols de Basílio - que marcou o primeiro gol do “Ronaldão” - Palhinha e Vaguinho. A festa foi assistida por 11.744 torcedores, que lotaram as arquibancadas do estádio para o grande confronto.

Mascote
Periquitão














Site

http://www.caldense.com.br/

domingo, 1 de fevereiro de 2009

União Bandeirante Futebol Clube

O União Bandeirante Futebol Clube foi criado em 1964, com o fim exclusivo de participar do Campeonato Paranaense de Futebol profissional. O primeiro nome do clube foi denominado de Usina Bandeirante Futebol Clube, com a idéia de se propagar o nome da indústria dirigida pelos seus fundadores. Com a fusão com o Guarani, foi sugerido o nome de União.

Com a tradição e a garra que hoje identificam o União e a simpatia que cerca o clube já o transformou em um time de âmbito regional. O crescimento do clube deve-se muito a chegada do campeão mundial de 58 Nilton De Sordi, contratado pelo presidente A. Meneghel nos anos 60 para a lateral-direita do União e atraíndo multidões aos dias de jogos. Nas décadas de 60 e 70, o União já mostrava sua força na revelação de jogadores. Os primeiros a se destacarem no futebol paranaense foi a dupla Paquito - atual auxiliar técnico do Coritiba - e Tião Abatiá.

Assim que foi montado o time profissional pelo competente técnico Pupo Gimenez em 1964, num dos últimos coletivos para estreiar no campeonato da 1ª divisão, um determinado repórter da Rádio Cabiúna se aproximou do saudoso Sr. Luis Meneghel que assistia ao treino junto ao alambrado e comentou: - "Seu Luis, o senhor está gostando do time? Ao que nos consta, só falta o entrosamento para que o time fique perfeito!" ... Imediatamente o Sr. Luis respondeu: - "Veja onde é que está esse jogador que vou pedir para o meu filho Antoninho comprá-lo!" ... hehehe! Pelo visto, dinheiro na época não era problema!

Em 1966, o time do norte do estado perdeu o título do Paranaense para o Ferroviário, mas em compensação teve o artilheiro do campeonato Paquito com 13 gols.
Nos anos de 1969 e 1971, o União foi vice-campeão estadual perdendo o título para o Coritba. Tião Abatiá marcou 19 gols no estadual de 71.
Em 1989 o União voltou a disputar a final do Campeonato Paranaense, mas perdeu novamente para o Coritiba, na 1ª partida 0x0 e no último jogo 2x0 para o Coxa no Couto Pereira.
Em 1992, o União nunca esteve tão perto de ser campeão, mas perdeu o título do estadual para o Londrina no Estádio do Café, no 2º jogo vencia por 2 a 0 quando o Tubarão conseguiu o empate e tirou a Taça do time de Bandeirantes.

Na história gloriosa do União da Vila Maria, não podemos deixar de citar o glorioso treinador Pupo Gimenes, que muito contribuiu na formação de talentos. Nos últimos anos, o União tem feito campanhas regulares nos estaduais, batendo na porta de acesso para a Série B do Brasileiro, e disputado com brilhantismo torneios nas categorias inferiores como a Dallas Cup nos EUA, e tem revelado bons jogadores como é o caso do goleiro Fábio que já atuou pelo Cruzeiro, Santos, Atlético/PR e disputou a Copa João Havelange pelo Vasco da Gama, conquistando o título brasileiro de 2000.

Sem qualquer alarde, uma página do futebol paranaense foi encerrada no dia 4 de agosto de 2006. Após 42 anos de ininterrupta participação no Campeonato Paranaense (um recorde no interior), o União Bandeirante encerrou suas atividades, alegando dificuldades financeiras. A FPF (Federação Paranaense de Futebol) só foi comunicada da desistência em dezembro, mas a saída era esperada desde o ano passado. O primeiro sinal veio com o afastamento (por problemas de saúde) do patriarca Serafim Meneghel do comando da Usina Bandeirante, a mantenedora do clube. Meneghel, celebrado por um vasto folclore no interior, fundou o União em 1964 e, desde então, a história de criador e criatura se confundiram. O alvinegro obteve cinco vice-campeonatos estaduais (1966/69/71/89/92) e mostrou sangue na despedida, este ano: venceu o Coritiba, por 1 x 0, no estádio Luís Meneghel. Entre as décadas de 60 e 70, o União revelou a “dupla caipira” Tião Abatiá e Paquito (ídolos também no Coritiba) e alimentou polêmicas envolvendo seu presidente. Reza o anedotário de Bandeirante que, certa vez, Meneghel, com seu inseparável chapelão, invadiu o gramado e “convenceu” o árbitro a trocar o pênalti que favorecia o visitante Seleto de Paranaguá por um tiro de meta para o time da casa. Se a história acima é fato ou lenda pouco importa. O fim do União Bandeirante encerra uma era em que o futebol do interior pertencia à uma cidade, à gente daquela cidade, ao folclore daquela cidade.

Títulos
Campeonato Paranaense da Segunda Divisão: 2 vezes (1988 e 1992).


Hino

Avante União Bandeirante O caçula milionário Que em gramados daqui ou de lá Não teme nenhum adversário Hip! Hurra! União! Que em nossos corações é o primeiro Orgulho do esporte brasileiro!

Estádio

Nome Oficial: Comendador Luis Meneguel
Capacidade: 10 mil pessoas
Endereço: Rua Vicente Inácio Filho, S/Nº, Vila Maria
CEP 86.360-000 - Bandeirantes-PR - Fone: (43) 3542-1579
.


Mascotes
Mascotes do União Bandeirante: O Caçula Milionário: 1º mascote do clube nos anos 60; Bêbado e Caipira:

Caçula Milionário

Bêbado

Caipira
Site
http://www.uniaobandeirante.cjb.net/

sábado, 31 de janeiro de 2009

Esporte Clube Passo Fundo

Em 10 de janeiro de 1986, um fato mudava a história do futebol de Passo Fundo. Com a presença de dirigentes dos dois clubes da cidade – o Grêmio Esportivo 14 de Julho e o Sport Club Gaúcho –, consolidou-se, em ato solene na Câmara de Vereadores, a fusão de ambas as agremiações. Era o nascimento do Esporte Clube Passo Fundo, que vestiria as cores vermelha, verde e branca.

A primeira diretoria do tricolor do Planalto Médio tinha Eloi Selésio Taschetto na presidência e, como vices, Nélson Lanza e Daniel Winick. A fusão, contudo, infelizmente viria a se desconcretizar logo depois, com o anúncio do retorno do Gaúcho ao futebol.

1986: O PRIMEIRO ANO, O PRIMEIRO TÍTULO

O jogo inaugural da história do Passo Fundo aconteceu em fevereiro de 1986, na cidade de Soledade, com a equipe passofundense, ainda em formação, enfrentando um combinado local. Ao final do amistoso, vitória pelo placar de 4 x 2. Era o início do trabalho do técnico Paulo Sérgio Poletto rumo à disputa da Série B do Campeonato Gaúcho.

Em sua primeira partida oficial, o tricolor acabou derrotado pelo Ypiranga, em Erechim. Apesar do revés, começava ali a triunfante trajetória de Poletto e seus comandados. A primeira vitória veio algumas rodadas depois: 4 x 1 sobre o Botafogo, de Três de Maio, no estádio Wolmar Salton. A classificação à fase seguinte da competição viria após um triunfo de 3 x 0 diante do Santo Ângelo.

A referência do time era o meia Cláudio Freitas. E foi com ele em excelente momento que o Passo Fundo estreou na segunda fase vingando-se do Ypiranga, novamente em Erechim. Ao final, classificação para o octogonal decisivo (melhor campanha) e, a partir de então, uma ferrenha disputa com mais sete clubes por uma das duas vagas na primeira divisão do Gauchão do ano seguinte.

Na fase derradeira, os bons resultados iam se acumulando, e o clube começava a despontar como um dos favoritos para o acesso. A consolidação da vaga viria a duas rodadas do fim – vitória por 3 x 1 sobre o Ypiranga –, e a confirmação do título no jogo seguinte – empate com o São José, em Porto Alegre. Engatinhando, o Esporte Clube Passo Fundo ganhava o direito de disputar a Série A em 1987.

1987: A ESTRÉIA NA ELITE

Após conquistar a Segunda Divisão no ano seguinte, o Passo Fundo faria sua estréia na elite contra o Internacional. Atuando fora de casa, no Beira-Rio a equipe perdeu por 2 x 0. Na primeira partida disputada no estádio Vermelhão da Serra – o clube deixara de mandar seus jogos no Wolmar Salton –, empate sem gols com o Juventude. O primeiro gol na Série A seria marcado na rodada seguinte, através do zagueiro Neurilene (derrota por 2 x 1 para o Santa Cruz). Já a primeira vitória aconteceria diante do Novo Hamburgo, num sofrido 1 x 0 (gol de Toninho).

O tricolor terminou o campeonato com uma campanha apenas razoável, sem conseguir classificação para as fases decisivas, trajetória que se repetiria em 1988. Por outro lado, o bom trabalho realizado pelo Departamento Amador, comandado por Hilário Andretti, culminou no surgimento de valorosos pratas da casa. Naquele ano, a equipe de juniores chegou às finais do estadual da categoria.

1989: A MELHOR CAMPANHA DA HISTÓRIA

Em 1989, o Passo Fundo mostrou sua força logo na estréia. Vitória em Santa Maria, sobre o Inter local, pelo placar de 2 a 1 (gols de Bira e Cláudio Freitas). Recheado de nomes importantes como Édson Mineiro, Tim e Cabrinha, o time comandado por Geraldo Duarte obteve classificação para o hexagonal decisivo do Gauchão. A quinta colocação geral é, até hoje, a melhor da história do clube.

A temporada ficou marcada por duelos memoráveis no Vermelhão da Serra contra a dupla Gre-Nal. As partidas que terminavam empatadas eram decididas nas penalidades máximas, nas quais quem vencesse ganhava um ponto de bonificação. Diante do Grêmio, depois de um 0 x 0 no tempo normal, os passofundenses venceram por 4 x 2 nos pênaltis. Contra o Internacional, que contou com uma tarde inspirada do goleiro Taffarel, a equipe não teve a mesma sorte após outro empate sem gols.

Todavia, o destaque do ano foi a torcida do clube, que lotou o estádio em várias oportunidades. Outra novidade foi a presença feminina no Departamento Médico, com a inclusão de uma fisioterapeuta.

1994: O REBAIXAMENTO; 98: A REDENÇÃO

De campanhas modestas no início da década, o Passo Fundo apostou em nomes experientes em 1994. Atletas impactantes como Élton, China (campeão mundial pelo Grêmio em 83), Kita e Cláudio Freitas (sempre ele) faziam parte do plantel comandado pelo técnico Juarez Vilela. A equipe, entretanto, não conseguiu se encaixar dentro de campo e terminou rebaixada à Série B.

Após três anos de sofrimento na Segundona, o clube voltou à elite do futebol gaúcho em 1998. Comandado por Eugênio Silva, o tricolor decidiu a vaga num jogo extra contra o São José, em Cachoeira do Sul. Numa tarde dramática e com o estádio adversário lotado, Serjão, Jéferson, Coracini, Rogério e companhia seguraram o 1 x 1 no tempo normal. Nos pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Júnior. Era o retorno do “clube de todos nós” para o lugar de onde nunca deveria ter saído.

2000: O ANO DE FELIPE

Presidido por Ivanir Rodighiero e sob comando de Juarez Vilela, o Passo Fundo fez de 2000 um ano inesquecível. Naquele ano, o clube chegou ao octogonal final do Campeonato Gaúcho e revelou um artilheiro que ainda daria muito o que falar: o atacante Felipe, na época com 21 anos.

A vaga entre os oito melhores do estado foi conquistada de forma épica. A equipe, além de torcer por resultados paralelos, precisava vencer os três últimos jogos da primeira fase e, após superar Santa Cruz e Santo Ângelo, receberia o Guarani de Venâncio Aires na rodada decisiva. De virada e com um gol de Felipe aos 41 minutos do segundo tempo, o tricolor saiu vitorioso. Cerca de dez mil pessoas acompanharam a partida no Verm
elhão da Serra, que, dias depois, lotaria nos confrontos contra o Internacional (3 x 3) e o Grêmio de Ronaldinho Gaúcho (1 x 2 com 18.350 pagantes)

Na abertura do segundo turno do octogonal, o tricolor bateu o Caxias treinado por Tite – que viria a ser o campeão daquele ano – por 1 x 0, gol de Felipe. O atacante, ídolo da torcida e goleador do certame com 13 gols, foi vendido para o Vitória, da Bahia, ainda em meio à competição.

2001: PASSO FUNDO EM NÍVEL NACIONAL

Calejado após fraco desempenho no Gauchão 2001, o Passo Fundo investiu novamente na base e montou uma forte equipe de juniores. Jogadores como Ezequiel, Emanuel e Beto entre outros, foram revelados. Com esses garotos, somados aos experientes Rodrigo Caetano e Leco, o clube participou da Série C do Campeonato Brasileiro, a primeira competição nacional de sua história.

Em 2003, mais uma novidade: a implantação de treinamento individualizado, através de uma parceria com um gru
po de personal trainers, virou notícia em todo o Brasil. Repleto de jovens, o time contou com o retorno de Felipe na segunda metade do campeonato. Em 10 jogos, ele marcou 15 gols.

2004: UM BREVE ADEUS AO VERDE

Uma reunião do Conselho Deliberativo, no início de 2004, decidiu pela abolição do verde no uniforme oficial do Esporte Clube Passo Fundo. Com isso, o tricolor passou a ser o colorado do Planalto Médio, resgatando o vermelho e branco quatorziano. Na primeira partida do ano, a equipe comandada por Leocir Dallastra venceu o Gaúcho por 2 a 1, no Vermelhão da Serra. Era o retorno dos clássicos.

No Campeonato Gaúcho, uma seqüência de tropeços culminou na demissão de Leocir. O preparador físico Ricardo Attolini assumiu e, com quatro vitórias em cinco jogos, levou o time da 11ª para a sexta colocação. Felipe, novamente com 15 gols, e Dudu, revelação do campeonato, foram os principais destaques. No segundo semestre, após a participação na Copa RS, o clube trocou de diretoria. O empresário Elvoni Piaia, então vice-presidente de futebol, assumiu a presidência.

2006: UMA NOVA QUEDA

Depois de realizar uma campanha modesta na primeira fase do Gauchão, e escapar da degola na última rodada da Copa Emídio Perondi em 2005, o Passo Fundo iniciou 2006 objetivando melhores rumos. Contudo, nada mudou. Mesmo com uma equipe qualificada, liderada por Ferreira e Felipe, o colorado esbanjou irregularidade e, a exemplo de 94, acabou sendo “premiado” com o rebaixamento.

Dificuldades financeiras fizeram com que o clube fechasse o Departamento de Futebol Profissional no segundo semestre. O foco no Vermelhão da Serra voltou a ser as categorias de base, com a participação nos estaduais juvenil e júnior. Atletas como Sérgio, hoje no Santos, foram revelados.

2008: O RETORNO DO PROFISSIONAL

Novamente tricolor (o verde foi reintroduzido no escudo e no uniforme), e com Elói Selésio Taschetto na presidência, o Passo Fundo faz de 2008 o ano de sua volta ao futebol profissional. Apostando na base, que ganhou ainda mais força com a reabertura das escolinhas, o clube disputará a Série B do Campeonato Gaúcho repleto de garotos, e almeja, desde já, o retorno à elite. Sonhar não custa nada!

Títulos

Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 1986.

Estádio

Estádio Vermelhão da Serra
Capacidade 20000

Considerado um dos cinco maiores – e melhores – estádios do interior do Rio Grande do Sul, o Vermelhão da Serra começou a ser construído em 1964, sob a tutela do Grêmio Recreativo e Esportivo 14 de Julho. A inauguração veio cinco anos mais tarde, com a partida entre 14 e Aimoré de São Leopoldo, válida pelo Campeonato Gaúcho de 69.

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Com a fusão entre 14 e Gaúcho, em 1986, o recém-criado Esporte Clube Passo Fundo passou a mandar seus jogos no estádio. Em 2000, foi registrado o maior público da história do Vermelhão: 18.350 pessoas no duelo Passo Fundo 1 x 2 Grêmio, também válido pelo Gauchão. Atualmente, conta com gramado impecável e novos alojamentos.

Hino

Salve a bandeira rubro-alvi-verde
Passo Fundo ouve nossa voz
Entra em campo e bola na rede
Esse clube é todos nós

Gigante campeão do planalto
Tua bandeira só tremula vitória
Passo Fundo cantemos bem alto
Tuas virtudes e tuas glórias

Passo Fundo ouve nossa voz
Passo Fundo, Passo Fundo
É o clube de todos nós Te amo

Passo Fundo grandioso
É majestoso teu estádio vermelhão
Passado e presente vitorioso
Passo Fundo já nasceu campeão

Tremula essa bandeira tricolor
Sempre com amor no coração
Em campo faz feliz o torcedor
Fazendo gol, fazendo gol

Site

http://www.esporteclubepassofundo.com/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Esporte Clube Quinze de Novembro de Piracicaba

O XV de Novembro de Piracicaba foi fundado no dia 15 de novembro de 1913, oriundo de duas equipes da cidade que decidiram se unir para formar uma só agremiação. Esporte Clube Vergueirense e 12 de Outubro entraram em um acordo para se fundirem e convidaram o Capitão da Guarda Nacional Carlos Wingeter para presidir o novo clube. O capitão aceitou, mas com uma condição: que o nome da agremiação fosse dado em homenagem à Proclamação da República Confederativa do Brasil.

Seu primeiro título foi no ano seguinte a sua fundação, em 1914, quando conquistou uma competição amadora da cidade de Piracicaba, vencendo a Associação Esportiva Piracicaba por 3 a 2. Quatro anos depois o XV resolveu se afiliar a Associação Paulista de Esportes Atléticos e passou a disputar campeonatos pelo interior, onde conquistou os títulos de campeão regional em 1918 e vice-campeão em 1920.

Em 1931, o clube conseguiu conquistar seu primeiro título de maior expressão: Campeão do Interior. Na década seguinte, em 1948, o XV de Piracicaba alcançou mais uma vez uma conquista. Desta vez foi campeão da Segunda Divisão do Futebol Paulista (correspondente a atual Série A2), participando, a partir de 1949, da Primeira Divisão (atual A1), junto com os times grandes do Estado.

No mesmo ano também foi campeão do Torneio Início e no ano seguinte vice-campeão desta mesma competição, eliminando São Paulo e Palmeiras. Em 1952 e 1958 conseguiu seus melhores resultados até então ficando na quinta colocação da Primeira Divisão, atrás apenas de São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos.

Até 1965 a equipe mandava seus jogos no estádio "Roberto Gomes Pedrosa", que tinha capacidade para 10 mil pessoas. Entretanto, neste ano foi inaugurado o Estádio Barão de Serra Negra, com lotação total de 30 mil espectadores. Entretanto, não parece ter sido suficiente ter uma nova “casa”. O clube foi rebaixado para a Segunda Divisão Estadual.

Em 1966 foi vice-campeão da competição, mas em 1967 o XV conquistou novamente o acesso, sendo campeão do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Entre 1967 e 1968, o clube teve a Posse da Taça dos Invictos do jornal "A Gazeta Esportiva". No ano de 1969 conseguiu mais um título ao vencer o Torneio Brasil Central.

Sete anos se passaram e finalmente em 1976 o clube conseguiu sua maior conquista no cenário estadual: o vice-campeonato Paulista, perdendo para o Palmeiras. O resultado levou o clube a participar do Campeonato Brasileiro (Série A) em 1977, chegando à fase final da competição. Entretanto, terminou no oitavo lugar. O XV de Piracicaba também marcou presença no Nacional nos anos de 1978 e 1979. Após participar três anos seguidos do Brasileiro, a equipe foi rebaixada no Campeonato Paulista em 1981, disputando nos anos de 1982 e 1983 a Segunda Divisão. Neste ano conseguiu mais um título, e conseqüentemente mais um acesso, voltando à Primeira Divisão.
No ano de 1990, a campanha no Campeonato Paulista classificou a equipe para a Copa do Brasil do ano seguinte. O time foi eliminado pelo Caxias (RS) na competição nacional. Cinco anos depois, em 1995, teve seu maior título em âmbito nacional, quando conquistou o Campeonato Brasileiro da Série C.

Na Série B de 1996, chegou entre os 16 melhores clubes do torneio e nos anos seguintes foi superando suas classificações. Em 1998 conseguiu alcançar a quinta posição, ficando próximo do acesso à Série A. Em 2002 disputou pela última vez a segunda divisão nacional, já que foi rebaixada à Serie C.

Títulos

O XV de Novembro já conquistou vários títulos, dentre os quais se destacam os campeonatos paulistas da segunda divisão de 1947, 1948, 1967 e 1983 e o Campeonato Brasileiro da Série C de 1995.

Estádio

Estádio: Estádio Municipal Barão da Serra Negra
Capacidade: 25.000 torcedores.

O estádio Barão da Serra Negra foi inaugurado no dia 04 de setembro de 1965 pelo então prefeito Comendador Luciano Guidotti. A partida inaugural foi entre XV e Palmeiras e o jogo terminou 0 a 0, resultado considerado ótimo pelos 15.674 torcedores piracicabanos ,que estiveram presentes no jogo, tamanho era o poder ofensivo da equipe da capital.

O Primeiro gol do Barão aconteceu na partida entre XV e Corinthians, no dia 11 de setembro de 1965. O timão venceu pelo placar de 3 a 1 e o atacante Flávio teve o seu nome gravado na história quinzista como o primeiro a balançar as redes do Barão.

A primeira vitória Alvinegra aconteceu no dia 26 de setembro, quando o XV venceu o Comercial pelo placar de 3 a 1 em jogo válido pela 5ª rodada do campeonato Paulista de 1965.

Hino Oficial

Hino criado por Anuar Kraide e Jorge Chaddad

Salve XV de Novembro
Glorioso esquadrão

Na vitória ou na derrota

Esta em nosso coração

No basquete e futebol

É motivo de vaidade

Pioneiro da lei do acesso

Engrandece nossa cidade

Vamos XV para frente

Outra vitória conquistar

Destemido e valente

Só nos pode orgulhar

Vamos XV para frente

Outra vitória conquistar

A torcida está presente

Para sempre incentivar


Hino Popular

Carxara de forfe
Carcanha de grilo

Asara de barata

Suvaco de cobra

Oreia de besoro

Paster de carne

Garrafão de pinga

Minduim torrado

Já que tá que fique

Treis veis cinco é ...

XV XV XV

Vitória !!!!

Mascote

Um caipira autêntico, assim é a mascote do XV de Piracicaba conhecida nacionalmente por Nhô Quim. O desenho, criado pelo conceituado artista piracicabano Edson Rontani, retrata o típico torcedor da cidade que se acostumou a grandes participações do XV na história do Campeonato Paulista.




Site

http://www.xvpiracicaba.com.br