segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Madre de Deus Sport Clube

Fundado em 22 de janeiro de 2002, o Madre de Deus Sport Clube surgiu para o cenário do futebol em maio de 2008, quando se profissionalizou e adquiriu condições de disputar uma competição oficial, pois, antes disputava somente tornerios amadores.

Em tempo recorde, a diretoria do Madre de Deus conseguiu inscrever a equipe no Campeonato Baiano da 2ª divisão, atendendo a todas as determinações impostas pela CBF. Montou uma equipe em menos de um mês e iniciou o trabalho. A equipe foi comandada por Paulo Salles, que foi ídolo do Bahia na década de 80. Tinha no elenco jogadores como Tigre, Flávio, Mantena, Jamaica, Belo, entre outros.

No Baiano da 2ª Divisão, conseguiu o feito inédito de ser campeão invicto, justamente no seu primeiro ano de competição, despertando a atenção de toda a mídia. Disputou 10 partidas, venceu 6, empatou 4 e teve o melhor ataque da competição, com 22 gols marcados. Para a temporada 2009, a diretoria não perdeu o ritmo e montou um time para brigar pelas primeiras posições. Contratou o experiente goleiro Jean(ex-Bahia e Vitória), o zagueiro Elói(ex-Vitória), os meias Fransuele(ex-Conquista), Fábio Costa(ex-Bahia), Kléber(ex-Vitória), Neno(ex-Ipitanga), Joninha(ex-Juazeiro) e os atacantes Clóvis(ex-Juazeiro), Marquinhos(ex-Vitória) e Pena(ex-Palmeiras).

A expectativa da Diretoria e da Comissão Técnica é de levar o Madre de Deus Sport Clube o mais longe possível no Baianão, garantindo uma das vagas à Série D em 2009, o que será uma grande vitória para o caçula da competição e para a cidade de Madre de Deus.

Títulos

Campeão Baiano da 2ª Divisão - 2008


Estádio

Estadio Municipal de Madre de Deus

Melhor e mais bem conservado estádio de futebol da Bahia, com capacidade para 6mil torcedores confortavelmente sentados. Em 2007 foi palco da abertura Oficial do Campeonato Baiano de Futebol Profissional, em função da interdição da Fonte Nova em Salvador-Ba. Chegou a ser sede de três equipes que disputam a primeira divisão do Campeonato Baiano: Fluminense-Ba e Feirense ambas de Feira de Santana; e Ipitanga.

Mascote

Mascote Curupeba

Em 1549, quando Tomé de Souza chegou ao Brasil, o índio era o chefe da tribo dos tupinambás e protetor da ilha.



Site

http://www.madresportclube.com.br


domingo, 25 de janeiro de 2009

Rio Branco de Andradas Futebol Clube

No limiar de 1948, incentivados pelos desportistas Pedro Delavia e Sebastião Teodoro Rosa e liderados pelos companheiros Sinésio Teodoro e Venício Almeida, atletas integrantes da equipe juvenil do Esporte Clube Andradense –– extinto em meados da década de 1950 ––, descontentes com o fato de somente treinar, além de agastados com a proibição de acesso à sede social do clube, declaram dissidência e, com a adesão, na primeira hora, de somente um titular, Luiz de Almeida Lino, formam uma nova equipe, à qual, por sugestão de Venício, que se inspira no logradouro em que situada sua residência –– Praça Barão do Rio Branco ––, dão o nome de Rio Branco FC.

PRIMEIRO UNIFORME

Cotizando-se, os entusiasmados atletas compram, no estabelecimento comercial de Antônio Dechichi, a preço módico, um jogo de camisas, brancas, com uma faixa transversal, azul-escuro. (Ao fornecer aos atletas o fardamento inaugural do quadro futebolístico que mais em frente se transforma no glorioso Azulão da Mantiqueira, no Maisquerido do sul de Minas Gerais, o lojista Dechichi os presenteia com um apito e se oferece para arbitrar a primeira partida que a novel equipe realizasse.)

PRIMEIRO JOGO

Em 13 de junho de 1948, no campo de futebol da Vila Caldas (atual estádio Parque do Azulão), com arbitragem de Antônio Dechichi e tendo como treinador Pedro Delavia, realiza o Rio Branco FC o seu primeiro jogo, que vence, contra a equipe do distrito rural de Gramínea, por 4 x 2 .

SEGUNDO UNIFORME

Algum tempo depois, o time é presenteado pelo lojista Cristo Nohra com um novo jogo de camisas, azul-escuras, com faixa transversal, branca. (Aí a consolidação, para sempre, do azul e do branco como as cores oficiais do Rio Branco.)

TRAJETÓRIA FUTEBOLÍSTICA

FUTEBOL AMADOR E CATEGORIAS DE BASE

Entre 1948 e 1985, o Rio Branco se dedica ao futebol amador, em todas as categorias e faixas etárias. A partir de 1986, apenas às categorias de base. Em 1991, participa da Taça BH de Juniores e, em 2000, da Taça SP de Juniores.

FUTEBOL PROFISSIONAL

Campeonatos Mineiros

No final de 1985, profissionaliza-se e, em 1986, participa do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão; sagra-se vice-campeão e obtém vaga para, em 1987, iniciar sua luminosa caminhada na Primeira Divisão do futebol de Minas Gerais, na qual se mantém até os dias atuais.

Em 1990, o Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, com dezoito equipes, é disputado em dois turnos e por pontos corridos. Após campanha memorável, o Rio Branco fica atrás apenas das três equipes de Belo Horizonte e conquista o título oficial de campeão do interior.

Em 1992, repete o feito, ao qualificar-se para a disputa do quadrangular final, ao lado de América, Atlético e Cruzeiro.

No segundo semestre de 1993, com esteio na classificação do Campeonato Mineiro de 1992, terça armas com a Federação Mineira de Futebol e defende o direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série C, em lugar do torneio seletivo para formação, no ano seguinte, dos Módulos I e II do Campeonato Mineiro. Sai vencido e é rebaixado, administrativamente, para o Módulo II.

Em 1994, disputa o Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, Módulo II, cujo título conquista e ascende ao Módulo I.

Em 1997, fecha o departamento de futebol e deixa de participar do Campeonato Mineiro do Módulo I.

Em 1998, retoma as atividades futebolísticas, disputa o Campeonato do Módulo II, torna-se bicampeão e volta ao grupo principal.

Em 2004, realiza má campanha no Módulo I e, pela primeira e única vez, conhece o descenso em campo.

Em 2006, conquista o tricampeonato do Módulo II e retorna à elite do futebol de Minas Gerais.

Campeonatos Brasileiros

Em 1989, 1990, 1992, 1998 e 2003, o Rio Branco disputa o Campeonato Brasileiro da série C; e, em 1991, o Campeonato Brasileiro da série B.

Exibições no exterior

Entre julho e agosto de 1994, o Rio Branco, durante vinte e três dias, realiza vitoriosa excursão pela Espanha, enfrentando prestigiosas equipes das três divisões locais: Atlético de Madrid B, Marbella, Gimnastic Tarragona, Rayo Vallecano, Linares e outras.

PADROEIRO

Santo Antônio é o padroeiro do Clube, como registrado em ata datada de 13 de junho de 1949.

PATRONO

O Barão do Rio Branco, título nobiliárquico de José Maria da Silva Paranhos Júnior, ás da diplomacia nacional, é o patrono do Clube, conforme consignado na ata acima referida .

UNIDADES OPERACIONAIS

O Rio Branco mantém os seguintes estabelecimentos:

SEDE SOCIAL, localizada na praça principal de Andradas, onde se realizam eventos artísticos, musicais e culturais, para lazer e entretenimento de seus associados e convidados, e local de funcionamento, há mais de vinte e cinco anos, da tradicional danceteria Rio Branco Elétrico, com capacidade para duas mil e duzentas pessoas.

RIO BRANCO OLÍMPICO, subsede situada no coração de Andradas, em área de expressiva dimensão, dotada, entre outras instalações, de piscinas próprias para aprendizagem, competição, recreação, hidromassagem e hidroginástica; toboágua; pista de caminhada emborrachada; quadras de tênis, peteca, vôlei, futebol de salão e basquete, todas com piso asfáltico revestido de poliuretano; campos de futebol soçaite, de grama e de areia; saunas seca e a vapor e parque infantil. Esse local reúne, ainda, total infra-estrutura para eventos recreativos, sociais, culturais e cívicos, além de eventos musicais e artísticos de porte médio, podendo ser utilizado tanto pelo quadro de associados quanto, em dias e horários predeterminados, por atletas e membros de comissões técnicas dos departamentos de futebol profissional e amador do Clube.

CENTRO NUTRICIONAL, situado a poucos metros do Parque do Azulão, destina-se, exclusivamente, à alimentação dos integrantes dos departamentos de futebol profissional e de base do Clube.

HOTEL DO AZULÃO, igualmente situado nas proximidades do Parque do Azulão, destina-se a alojar os componentes dos departamentos de futebol profissional e amador (base) do Clube.

CENTRO DE TREINAMENTOS DO AZULÃO, situado em região de clima excelente, a sete quilômetros e meio da cidade, numa altitude de mais de 1373m, em terreno com área superior a 50.000m2, contém um campo de futebol e modestos vestiários. O Clube planeja dotar o local de, pelo menos, mais dois campos e instalações e benfeitorias necessários para sua transformação num verdadeiro centro de treinamentos de suas equipes de futebol profissional e de base.

DENOMINAÇÃO SOCIAL
Tendo recebido a denominação original de Rio Branco FC, o Clube, em 1983, altera-a para Clube Rio Branco e, em 1999, para Rio Branco de Andradas Futebol Clube. É admitido o uso alternativo das designações Rio Branco FC e Rio Branco AFC, além das iniciais RBAFC.

Estádio

ESTÁDIO PARQUE DO AZULÃO


Situado na área central de Andradas, é dotado de completa infra-estrutura tanto para a realização de jogos de futebol das equipes profissional e de base do Rio Branco –– com capacidade para cerca de nove mil pessoas, bem acomodadas –– quanto para a promoção de eventos artísticos e musicais de grande porte –– com capacidade para vinte mil pessoas (os visitantes se impressionam com a quantidade de sanitários, sempre limpos e bem-cuidados, que há no Parque do Azulão).


Apelidos

O apelido "O Maisquerido" –– que é também empregado como “O Maisquerido do sul de Minas” –– aparece em 1949. Azulão da Mantiqueira (ou somente Azulão) surge em 1986, com a profissionalização do time de futebol e decorre da associação do azul-escuro da camisa principal com o topônimo Mantiqueira (Andradas se situa aos pés dessa formosa serra).

Mascote

O Clube tem como mascote o pássaro Azulão, podendo a sua figuração ser estilizada, inclusive antropomorficamente.

Site

http://riobranco-andradas.com.br

sábado, 24 de janeiro de 2009

São Raimundo Esporte Clube

Fundação 03 Janeiro 1963
Disputou o estadual de 1974 a 1983, 1986, 1992 e 1993, 1997 e 1998, e de 2000 em diante.

Títulos
Campeonato Roraimense: quatro vezes (1977, 1992, 2004 e 2005).

Estádio

Nome Oficial: Estádio Flamarion de Vasconcelos
Capacidade: 10.000
Endereço: Praça Centro Cívico, 471 - Boa Vista (RR)
Inauguração: 13/09/1975
Primeiro Jogo: Baré (RR) 2 x 0 Roraima (RR)
Primeiro Gol: Reis (Baré)
Recorde de Público: 9.980 (São Raimundo-RR 0 x 2 Rio Branco-AC - 13/09/75)
Dimensões do Gramado: 110m x 75m

Proprietário: Governo do Estado de Roraima




Mascote
:
Pássaro Azul

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Tocantinópolis Esporte Clube

O Tocantinópolis Esporte Clube, ou apenas TEC, é um clube brasileiro de futebol do Estado de Tocantins. Sua sede fica na cidade de Tocantinópolis. Foi fundado no dia 1° de janeiro de 1989. Seu uniforme é todo verde. Manda seus jogos no estádio João Ribeiro, mais conhecido como Ribeirão, que tem alojamentos, piscina e capacidade para 10 mil pessoas. Manda também alguns jogos no Estádio Lauro Assunção, que é o estádio Municipal. O TEC é o time com maior torcida e estrutura do Tocantins.

Em abril de 1993, a cidade de Tocantinópolis, teve início o I Campeonato Estadual profissional, com o jogo entre o TEC e o Miracema. O TEC venceu a equipe adversária por 4 x 1. Já no mês de outubro, a equipe do Tocantinópolis viajou para Goiás para disputar três partidas válidas pelo campeonato Brasileiro da Segunda Divisão. Os resultados foram: TEC 2 x 1 Atlético Goianense, TEC 1 x 1 Vila Nova (GO) e TEC 0 x 0 Goiatuba.

Por uma destas tristes coincidências da vida, a equipe do Tocantinópolis, da cidade do mesmo nome, que fica no extremo norte do Estado do Tocantins, a 602 quilômetros de Palmas, já na divisa com o Maranhão, viveu a pior experiência nos seus onze anos de existência. Nem mesmo a vitória de 1x0 sobre o Central na última sexta-feira 13 do século XX, conseguiu exorcizar o fantasma do seqüestro sofrido pela delegação no início da última semana.Durante mais de doze horas, o grupo foi mantido sob a mira das armas de uma quadrilha, que levou R$360 mil da agência local do Banco do Brasil. O drama do Tocantinópolis começou no início da noite da segunda-feira. Por volta das 18h30, o lateral Róbson, o volante Mesaque e o zagueiro Roberval, estavam descansando do jantar em frente à casa onde moram, ao lado da residência do subgerente da agência do BB em Tocantinópolis, quando foram surpreendidos por dois desconhecidos, que portavam armas.

Eles disseram que seriam obrigados a agir daquela maneira, para que não fosse atrapalhado o plano de seqüestro ao subgerente da agência, e que os jogadores seriam libertados apenas no final da manhã do dia seguinte, após o roubo à agência”, explicou o supervisor do clube, Anacleto Marques da Silva, 41, também conhecido por “Barata”. Ao mesmo tempo em que três jogadores caíam em poder da quadrilha, na sede do clube a delegação prosseguia cumprindo a programação elaborada para a viagem até Caruaru, onde enfrentariam o Central (o jogo estava previsto para quarta-feira e só foi realizado na sexta), que previa para as 23h uma viagem até Imperatriz/MA, cidade que fica a 100 quilômetros de Tocantinópolis, onde embarcariam às 4h da madrugada num vôo até Brasília/DF e de lá pegariam uma conexão para Recife. Após um rápido lanche às 22h30 e vendo que o grupo não estava completo, o supervisor resolveu ir buscar os atletas que faltavam. Desci do ônibus já reclamando do atraso dos jogadores e quando abri a porta da casa, os vi junto de outras pessoas sentados no chão, sob a mira das armas de cinco homens encapuzados”, lembrou Barata. Um dos assaltantes foi até o ônibus e ordenou que toda a delegação deixasse o veículo. A quadrilha explicou que não faria nada de mau ao time, mas que teria de manter a delegação ao lado dos outros reféns, até que o assalto à agência fosse concluído, na manhã do dia seguinte.Mesmo com a garantia de que não iriam mexer com os reféns, foi difícil para a delegação manter a tranqüilidade diante da quadrilha, fortemente armada com escopetas, revólveres e pistolas 765, que a todo instante repetiam “que não teriam nada a perder”. Além dos jogadores e comissão técnica, o time de reféns foi reforçado por familiares do gerente e subgerente da agência assaltada.

Para evitar qualquer desconfiança, a quadrilha obrigou que o supervisor do clube ligasse para o presidente do clube, no início da manhã, para dizer que a delegação estava em Brasília e que a viagem tinha sido um sucesso. Às 9h45, os reféns foram trancados em um dos quartos da casa. O sufoco acabou antes mesmo do final do tempo regulamentar estabelecido pela quadrilha, quando 40 minutos após os assaltantes deixarem a casa. Se no final a quadrilha ficou com toda a renda, o Tocantinópolis soube resistir à pressão psicológica exercida pelas armas dos adversários e saiu do seqüestro agradecendo não ter sofrido qualquer baixa. Quanto ao papagaio, símbolo do clube, terá mais uma estória para contar às futuras gerações de torcedores.

Títulos

Campeão Tocantinense 1993 e 2002

Estádio

Ribeirão
Capacidade: 10 mil lugares

Mascote

Papagaio

Site

http://www.mouranet.com.br/tec/

http://www.tocantinopolisesporteclube.com.br/ - fora do ar

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Itumbiara Esporte Clube

Na década de 60, Itumbiara possuia duas equipes de futebol, que proprocionavam o clássico denominado NAGO (Nacional X Goiás). A rivalidade aí se expandia não apenas no âmbito esportivo , mas inclusive no aspecto político partidário (ARENA X MDB). O "Goiasinho" não conseguindo acesso a 1ªdivisão e o Nacional amargurando a queda para 2ªdivisão, sobretudo o Srº Modesto de Carvalho (membro da diretoria do Nacional), a mobilizar a junção dessas duas equipes com o objetivo de criar uma equipe mais competitiva e expressiva, objetivando-se o envolvimento mais fiel e intenso dos torcedores.

No dia 04 de março de 1970 , o Nacional Esporte Clube e o Goiás Esporte Clube reuniram-se para tratar do afastamento de ambos das atividades profissionais junto à Federação Goiana de Futebol, cedendo seus patrimônios a títulos de empréstimos à nova entidade que surgia: o Itumbiara Esporte Clube.
No dia 09 de março de 1970, às 19:30 , desportistas de Itumbiara, sócios do Nacional e do Goiás, reuniram-se no Salão Paroquial da Catedral de Santa Rita para fundar a nova agremiação. Na mesma reunião , decidiram por criarem as cores representativas da nova equipe, tendo como base o azul do Goiasinho, o vermelho do Nacional e o branco de ambas, tornando-se assim tricolor. O símbolo foi criado por Raussendil Pereira Borges, além disto os codinomes "Gigante do Vale e Tricolor da Fronteira" foram mencionados pelos presentes.

Para comemorar o surgimento do Itumbiara, realizou-se um jogo amistoso no dia 18 de março de 1970 contra a equipe do Floresta de Uberlândia, com o resultado terminando em 3 X 3. O primeiro gol da equipe por Lindomar Martins da Silva, o "Lindomar da Pedreira".

Após várias partidas amistosas no preparativo para o campeonato goiano, o Itumbiara fez sua estréia na competição no dia 4/6/70, jogando em casa com o América de Morrinhos, em partida disputada no Goiazinho e após o confronto o resultado era igual, de um gol para cada lado, onde Manezinho Garrote, foi o autor do primeiro gol em partidas oficiais do Itumbiara.

Campeão Goiano pela primeira vez em 2008.Primeiro título da história do Itumbiara. O time de Paulo César Gusmão aproveitou da vantagem construída no jogo de ida – 1 a 0 -, e matou o a final nos contra-ataques. Aplicou sonoros 3 a 0 no Goiás, em pleno Serra Dourada. Landu e Basílio (2), o dono do jogo, marcaram.

Estádio

Nome Oficial: Estádio Municipal Juscelino Kubitschek

Capacidade: 38.000 pessoas (Segundo FGF)

Inauguração: 10 de Outubro de 1977

Primeiro jogo: Itumbiara Esporte Clube 0 x 0 Vasco da Gama

Primeiro gol: Juarez (Atlético Clube Goianiense) - Itumbiara 0 X 2 Atlético

Recorde de público: 42.000(Itumbiara E.C. 1 x 0 Goiás E. C. - Final do Campeonato Goiano de Futebol 2008 - 27/4/2008)

Em 1977, os trabalhos em Estádio JK foram concluídos. A partida inaugural foi jogada em 10 de outubro 1977, quando o Itumbiara E. C. empatou com o Vasco da Gama em 0-0. O registro de comparecimento de maior público foi de 27.795 torcedores durante o inaugural. O primeiro gol do estádio foi marcado por Zé Carlos do Itumbiara em 19 de outubro de 1977.

Como dito acima, o maior público até este ano, havia sido de 27.795 torcedores, porém no primeiro jogo da final do Goianão 2008 esse número foi superado. Agora o registro de comparecimento de maior público foi de cerca de 42.000 torcedores, que presenciaram o Itumbiara Esporte Clube ganhar de 1x0 do Goiás.

Hino

Gigante temível do Vale
És tu, meu querido esquadrão
Tricolor que s
e empenha na luta,
Moras dentro do meu coração.

Na disputa em que entras, tens raça
E com bravura,
Tua força ultrapassa fronteiras
És o orgulho que tenho na vida.

Sob aplausos da tua torcida
Mostras garra e fineza tão rara
Sustentando o emblema que usas
És real, és o meu Itumbiara (2x).

GOL!

Tua massa
também é fiel,
Pois orgulhas o povo goiano.
Destemido Gigante do Vale,
Dessas plagas és o soberano.

Mascote

Gigante do Vale










Site
http://www.itumbiaraec.com.br/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Centro Sportivo Paraibano

A fundação do CSP foi em 8 de maio de 1996, porém, o trabalho esportivo se iniciou antes. O objetivo inicial era trabalhar em parceria com a UFPB, através do Projeto "Futebol Arte e Profissão", da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários - PRAC/UFPB, projeto este que até hoje, conforme Severino Ferreira, o time ainda está agrupado. A Universidade, por sua vez, cedia o espaço físico e todo apoio didático. "A gente revelava os atletas através deste projeto e os mesmos não tinham vínculo algum conosco. Clubes paraibanos e de outros Estados se aproveitavam do nosso trabalho e se apossavam dos jogadores. Aí foi necessário à fundação do CSP e sua filiação à Federação Paraibana de Futebol", afirmou Ferreira.

A experiência vivida pelo "caça-talentos" no Matsubara, do Paraná, no período de 1999 a 2000 e três meses no Fluminense do Rio de Janeiro, foram fundamentais para Severino Ferreira no intercâmbio de equipes do Sul e Sudeste do país para o envio de jogadores.

O time é um dos seis a disputar este ano à Segunda Divisão do Estadual, tentando uma vaga para a elite do Campeonato Paraibano em 2010. Se isto acontecer, este ainda pequeno clube poderá se tornar uma das maiores referências no Estado, já que além de integrar a Primeira Divisão, terá como certa a importância de R$ 100 mil oriundos do Programa Gol de Placa, instituído pelo Governo do Estado para incentivar o futebol paraibano.

Em evidência no Brasil e em outros países, mais de 50 jogadores atuam em grandes clubes, todos oriundos do CSP, cujo centro de treinamento é o "Vicentão", localizado no conjunto Funcionários II, em João Pessoa. Do "poeirão", já que a praça de esportes não possui gramado, saíram grandes nomes do futebol nacional, com destaques para Ricardinho e Bobô, que já integraram a Seleção Brasileira em competições mundiais.

"Bobô foi campeão brasileiro pelo Corinthians de São Paulo e hoje joga na Turquia. Ricardinho foi campeão brasileiro da Segunda Divisão pelo Palmeiras, estando atuando hoje na Grécia", diz com muito orgulho professor Ferreira. "Os dois foram crias minha. Tudo teve início no CSP. Hoje, esses jogadores nunca esquecem suas origens", completa.

O mais novo jogador a fazer história no País, na atualidade, que também saiu do CSP, é o atacante Paulo Henrique, do Atlético-MG. Artilheiro das categorias de base do time mineiro, onde está há mais de um ano, por intermédio do professor Ferreira, o paraibano tem seu passe avaliado em mais de R$ 3 milhões. Este valor foi estipulado pelo clube depois do belíssimo gol marcado por ele, na vitória do Atlético diante do São Paulo, no Morumbi, na quinta rodada da Séria A do Campeonato Brasileiro, quando o Atlético venceu por 1x0.

"Muitas equipes cresceram o olho em cima de Paulo Henrique. Ele é hoje o xodó da torcida do time mineiro", afirmou Ferreira, que na semana passada esteve em Minas Gerais visitando o paraibano. Paulo Henrique tem convites para jogar em vários clubes do mundo. Além de Paulo Henrique, no Atlético; Ricardinho, na Grécia, e Bobô, no futebol da Turquia, a relação de talentos oriundos do Centro Sportivo Paraibano é extensa.

No futebol da Turquia, outro que faz sucesso é Gil Bala, também paraibano. Em Portugal, o jogador Robertan também é celebridade. Em times brasileiros, são muitos os paraibanos revelados pelo CSP e levados a estes clubes graças a influência de Ferreira. Josevaldo está na Portuguesa-SP; Felipe, Atlético-MG; Anikson, Coritiba-PR; Carlinhos Tibiri, Vasco-RJ; Radson, futebol paulista; Leandro, futebol cearense.

"Nesses 11 anos de Centro Sportivo Paraibano, já revelamos mais de 50 jogadores, todos com passagem em grandes clubes do cenário esportivo brasileiro. Aqui na Paraíba, tem sido grande a quantidade de atletas que cedemos para equipes como Botafogo, Campinense, dentre outros", disse Severino Ferreira.

A receita para todo este sucesso é a persistência. "A participação em competições de base fora da Paraíba, o bom relacionamento que tenho com dirigentes de clubes de outros Estados, bem como a colaboração dos pais desses jovens garotos, têm contribuído para a revelação de tantos jogadores para outros centros do País e do mundo. O trabalho é muito difícil, principalmente por não termos condições adequadas, porém, continuamos acreditando no esporte, pois, através dele estamos contribuindo na formação de cidadãos", alegou Ferreira.

Profissionalizar o Centro Sportivo Paraibano sempre foi um sonho dos que integram a diretoria do clube. Em 2006, o time ainda chegou a se inscrever para as disputas da Segunda Divisão do Estadual, porém, a não profissionalização inviabilizou que a equipe participasse do campeonato, apesar de, nas categorias de base, estar sempre entre as quatro melhores do Estado.

O sonho dos diretores foi concretizado há menos de um mês, através do empresário Josivaldo Alves dos Santos, natural de Pilõezinho, interior da Paraíba. Em uma parceria com Severino Ferreira, ele assumiu a presidência do CSP e pagou a importância de R$ 30 mil junto a Federação Paraibana de Futebol para profissionalizar a agremiação.

"Sou um desportista nato. Desde criança que durmo e acordo com o esporte. Sempre acreditei no trabalho do professor Ferreira. Juntos pretendemos levar o Centro Sportivo Paraibano à 1ª Divisão do Campeonato Paraibano de Futebol Profissional", justifica Josivaldo.

Estádio
Evandro Lélis (Mangabeirão)
Capacidade 3000



terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Nacional Futebol Clube

Nos primeiros dias de janeiro de 1913, quando presidia o Manaós Sporting o Dr. Egard de Melo Freitas, cindia-se este clube de então para dar nascimento a uma agremiação fadada a ser uma das maiores glórias do Amazonas desportivo.

A cisão fora motivada por desentendimento entre o presidente e o capitão da equipe Manuel Fernandes da Silva, o Fernandinho, quando em reunião da diretoria discutia-se determinado artigo do Estado do Clube. A oposição de Fernandinho encontrou guarita entre seus companheiros de equipe, da qual faziam parte, entre outros, o Sr. José Marçal dos Anjos, de tradicional família Manauense, que em solidariedade o acompanharam na saída do Manaós Sporting.

Assim, lá 13 de janeiro daquele ano, fundou-se em uma casa familiar sonhada na Avenida 7 de setembro, próximo a Prefeitura Municipal, uma associação esportiva com o nome Eleven Nacional.

Era precisamente por interesse meramente esportivo que nascia um Clube alicerçando sua vida nos gramados sob o calor de uma torcida que viria a ser mais impetuosa, a mais vibrante, a mais numerosa da terra de Ajuricaba.

Mais tarde, o novo clube já estruturado teve o nome mudado para Onze Nacional: isso em virtude de critica formulada pelo professor Coreolano Durand, Nacionalino autêntico que dirigia a Manuel Fernandes da Silva, não compreender que um clube que vedava a entrada em seu plantel de qualquer jogador que não fosse brasileiro nato, tivesse palavra estrangeira no seu próprio nome.

A primeira sede do Nacional foi instalada na gestão dos Senhores José Onando Mendes e Cel.Leopoldo Matos: presidente e vice-presidente e estava localizado na estrada , hoje avenida, Epaminodas. Somente em 1930, na Rua Saldanha Marinho é que o onze passou a denomina-se Nacional Futebol Clube.

Desde 1916, quando começou a disputar o campeonato amazonense amador, conquistou 37 títulos estaduais, 19 a mais que seu mais tradicional adversário, o Rio Negro. Alguns enfileirados, como o pentacampeonato, em 1920, o hexa em 1981 e o tetra, em 1986.

A primeira conquista fora de casa, veio com o gol histórico de Pepeta contra o Grêmio Maringá, em pleno Maracanã, na preliminar entre Brasil e Venezuela, em 24 de agosto de 1969. Em meados da década de 70, começou a preparar um pulo mais alto, quando trouxe, do Atlético Mineiro, os juniores Toninho Cerezzo, Paulo Izidoro e Campos.

Em 1981, conquista o torneio do Pacto Amazônico. Mas, despontou mesmo, entre 1984 e 1986, quando Aderbal Lana comandou o time dos sonhos da maioria dos nacionalinos: Reginaldo; China, Paulo Galvão (hoje auxiliar-técnico), Murica e Luiz Florêncio; Cláudio Barbosa, Sérgio Duarte, Helinho e Carlos Alberto Garcia; Dario e Edú. De “quebra”, tinha Bendelak, Marinho Macapá, Hidalgo e Jorginho, entre outros.Com esse poderio, o Nacional desconheceu a força de times consagrados, como Internacional (2 a 1), Atlético Mineiro (2 a 1), Palmeiras (1 a 0).

O Nacional honra-se possuir a hegemonia do pebol caboclo nas datas históricas; campeão do centenário da independência do Brasil: campeão do centenário da elevação do Amazonas á categoria de província: do cinqüentenário de Fundação; Da primeira taça da Amazônia; e do primeiro campeonato profissional.

Tudo isso foi conseguindo graças ao esforço de suas diretorias onde pontilharam homens de escol como Cizeno Sarmento: Severiano Nunes, Amadeu Melo, Marçal do anjos e muitos outros, da obrigação de seus atletas e da crença iluminada de sua imensa torcida.

Assim, são transcorridos 95 anos e o clube das massas continua sua trajetória brilhante ganhando-se quando o nome do Amazonas desportivo reclama sua presença, reconhecendo o valor de seus co-irmãos e mostrando-se sempre jubiloso em contar com o entusiasmo incessantemente renovado das gerações mais novas, que são de fato, o sustentáculo de sua vida, e a razão de ser de sua glória.

Títulos:

40 estaduais (maior vencedor do Amazonas) (16/ 17/ 18/ 19/ 20/ 22/ 23/ 33/ 36/ 37/ 39/ 41/ 42/ 45/ 46/ 50/ 57/ 63/ 64/ 68/ 69/ 72/ 74/ 76/ 77/ 78/ 79/ 80/ 81/ 83/ 84/ 85/ 86/ 91/ 95/ 96/ 2000/ 02/ 03/ 07)
Campeão da Copa do Rei Fahad no Marrocos em 1984.
Campeão da Taça Pacto Amazônico em 1981

Hino

O Hino do Nacional FC, fora composto pelo desportista Flávio de Souza, sendo um dos hinos mais bonitos do Brasil.

Nacional, Nacional, Nacional

Meu glorioso pavilhão
Nos encoraja para a luta com ardor e união,

Mais querido e sempre amado
Pela sua tradição de campeão,
Sempre consagrado no gramado
Ô clube amado Nacional do meu coração.

Vamos a luta,
lutar para vencer
Se for pre
ciso lutar até morrer

Lutar com disciplina e destemor
Mostra pra todo o mundo o teu valor,

Tua torcida estará sempre ao teu lado,
Sempre fiél meu clube adorado,

Tua estrela azul
É meu símbolo de glória,
Avante Nacional para a vitória

Estádio

O Estádio Vivaldo Lima, também conhecido como Vivaldão, é o maior estádio de futebol de Manaus, Amazonas, e, juntamente com o Estádio Ismael Benigno, atende a vários times do estado.

O Vivaldão tem capacidade para 52.000 pessoas. O estádio faz parte do setor esportivo de Manaus, que engloba a moderna Vila Olímpica, a Arena Poliesportiva e o Sambódromo.

Possui sistema de som importado da Bélgica, catracas eletrônicas e o gramado tem sistema de irrigação automático com drenagens verticais e horizontais. Ganhou um novo placar eletrônico em dezembro de 2006, que foi oficialmente inaugurado em 14 de fevereiro de 2007, no jogo entre Fast e Vasco da Gama, válido pela Copa do Brasil; custou R$ 30 mil ao governo do estado.

Inauguração do estádio em 5 de abril de 1970, com a realização de dois jogos de futebol. Inicialmente entre as seleções B (reservas) do Brasil e do Amazonas, e logo a seguir entre as seleções A (titulares). Nos dois jogos a Seleção Brasileira venceu por 4 a 1. Este evento foi presenciado pelo presidente da FIFA, Stanley Rous, e pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, João Havelange. Os quatro gols da seleção B do Brasil foram marcados por Dadá Maravilha.

Público recorde 56.950 (9 de março de 1980)
Fast 0 x 0 Cosmos

Mascote

A mascote do Nacional é um leão azul. O animal foi escolhido como um dos símbolos do clube por sua força e valentia, características que todo nacionalino deve ter. Além disso, a cor do animal foi escolhida por predominar no uniforme do time

Site

http://www.nacionalfutebolclube.com.br

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Club Sportivo Sergipe

O CLUB SPORTIVO SERGIPE, foi fundado no dia 17 de outubro de 1909, uma semana depois do primeiro clube esportivo de Aracaju o Cotinguiba Esporte Clube, dedicado exclusivamente aos esportes náuticos.

Existe até hoje a idéia de que o Sergipe nasceu de uma facção do Cotinguiba, que, contrariada com o nome dado a este Clube, em homenagem ao rio que banha a Capital Sergipana, resolveram imediatamente convocar os "dissidentes" para fundar outro clube, com o verdadeiro nome do rio que é, realmente, "Sergipe".

Entretanto, embora pareça lógica esta versão, as minuciosas pesquisas (inclusive o testemunho de um dos fundadores do C.S.Sergipe, o Sr. JOSÉ COUTO DE FARIAS) não comprova este fato. A verdade é que havia a necessidade de outro clube de regatas a fim de que este esporte se desenvolvesse entre aqueles jovens ávidos a emoções novas e desejosos de utilizar o leito do rio tão propício às disputas de um esporte que aprenderam a gostar, quando em contactos no Sul do País.

Assim, comandados por Adalberto Ribeiro Monteiro e mais Euclides Porto, Adalgiso Rosal, José Couto de Farias, Tancredo de Sousa Campos, Américo Silva, Francisco Bessa e outros que a história não registrou; reuniram-se no dia seguinte da fundação do Cotinguiba, no meio dia de 11 de outubro, na sede da Associação Comercial e deliberam que, no domingo seguinte, dia 17, seria fundado o CLUB SPORTIVO SERGIPE. E foi o que aconteceu! Novamente no mesmo horário, e no mesmo local anterior, aquele grupo de jovens idealistas fundavam o Clube cujas cores representavam vigor, vontade de vencer e progredir.

Sua diretoria foi assim organizada:

PRESIDENTE: Tancredo Sousa Campos. VICE-PRESIDENTE: José Victor de Matos. 1º SECRETÁRIO: José Couto de Farias. 2º SECRETÁRIO: Adalberto Ribeiro Monteiro. TESOUREIRO: José Fernandes de Oliveira. ORADOR: Hemetério Gouveia. DIRETOR DE REGATAS: Américo Silva.

Na comissão Fiscal figuravam os Srs. Dr. Alexandre Lobão, Cel. Terêncio Sampaio e Jucundino Sousa Filho. Como presidente de honra foi escolhido o Coronel Lourenço Pinto Monteiro.

Nascia naquele momento o CLUB SPORTIVO SERGIPE, cujo destino histórico o tornaria o maior Clube Esportivo do Estado. A turma rubra não perdeu tempo entrando logo em ação, encomendando barcos, arrumando local para a sede, angariando novos sócios e levantando fundos financeiros para a efetivação dos planos. Os frutos não tardaram a aparecer: Em janeiro de 1910 era "batizado" o primeiro barco rubro com o nome "NEREIDA".

Em 08 de janeiro de ano seguinte debaixo de muito entusiasmo e muitas festas inaugurava-se a sede do Sergipe. Era apenas uma pequena garagem, construída no bairro da fundição (atual, Avenida Ivo do Prado) às margens do rio Sergipe. Na primeira disputa náutica realizada no dia 11 de junho de 1910, o Clube Rubro foi o vencedor, diante do Cotinguiba. O feito foi entusiasticamente comemorado com festas! Este foi o início de muitas outras conquistas do C.S.Sergipe em memoráveis disputas com o Alvi-Azul, que arrastavam multidões à antiga rua da Frente.

Em meados de 1916 surgia o Futebol. Inicialmente foi praticado pelos sócios do Sergipe e Cotinguiba sem distinção clubistica, em animados treinos realizados pelos "Team Green" e "Team Black" num campo improvisado da Praça Pinheiro Machado. Somente no final do ano é que oficialmente, os dois clubes resolveram adotar o esporte bretão que transformaria rapidamente o time Colorado no mais popular entre todos e, disparadamente o de maior número de conquistas.

A trajetória futebolística do C.S.Sergipe envolve dezenas de campeonatos conquistados, triunfos em torneios locais e interestaduais, vitórias memoráveis sobre campeões de outros Estados e troféus valiosíssimos.

Craques do passado: Pelas suas equipes de futebol já passaram vários craques de renome em todo Estado e além fronteiras, principalmente na Bahia, que na década de 1940 se alimentava de nossos craques (naquela época, simples amadores).

Do Sergipe brilharam, entre outros, no futebol baiano, Zé Grilo, Zaluar, Pirricha, Dário, Arnaldo e Gringo, este imediatamente negociado com o Flamengo do Rio.

Triunfos: Entre os triunfos memoráveis do Sergipe destacam-se a vitória de 1 X 0 sobre a seleção do Ceará (1926), 4 X 2 sobre o Botafogo Campeão Baiano (1936), 3 X 1 sobre a seleção de Alagoas (1940), a histórica goleada imposta ao Vitória da Bahia por 8 X 2 (1942), 2 X 0 sobre o Bangu campeão carioca(1967) e a vitória Internacional sobre a Seleção de Novos Argentinos por 3 X 1(1968) no primeiro jogo deste gênero em Sergipe.

O Sergipe é o único clube sergipano com batismo em jogos internacionais até o momento. Além da Seleção de Novos Argentinos, enfrentou o Sparta da Tchecoslovaquia, Alianza de Lima (Peru) e a Seleção de Ghana(África). Foi o primeiro clube do estado a participar do Campeonato Nacional (1972) integrado pela nata do Futebol Brasileiro.

O Time Rubro também é o único clube que participou de todos os campeonatos Oficiais, desde o primeiro em 1918.

Títulos

Campeão Sergipano - 1961, 1964, 1967, 1970, 1971, 1972 (Tri-Campeão), 1974, 1975 (Bi-Campeão), 1982, 1984, 1985 (Bi-Campeão), 1989, 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, (Hexa- Campeão), 1999, 2000(Bi-Campeão), 2003.

Estádio

Estádio João Hora de Oliveira
Capacidade 10000

Hino

CINQUENTA ANOS DE LUTAS DE GLÓRIAS
O P
ENDÃO ALVI-RUBRO A VIBRAR
O SERGIPE NO ESPORTE NA HISTÓRIA
NAS
PELEJAS DA TERRA E DO MAR.

CINQUENTA ANOS NA NOSSA CIDADE
COM AMOR ESPORTIVO E FEL
IZ
CONDUZINDO TODAS AS MOCIDADES
NOSSO ORGULHO PER
ANTE O BRASIL.

COM PENDÃO ALVI-RUBRO LEVAMOS
EM SERGIPE ESSE POVO É AL
TANEIRO
PARA FRENTE AS BANDEIRAS AGITAMOS
SOB A LUZ DESSE CÉU BR
ASILEIRO.

NOSSAS TAÇAS TROFÉUS GLORIOSOS
O A SOMA DO NOSSO VALOR
NOSSOS DIAS DE PRÉLIOS FAMOSOS
O SERGIPE É TREMIR VE
NCEDOR.

CINQUENTA ANOS SERGIPE O TEU NOME
NESSE ESTADO NA VIDA DO
ESPORTE
TODO TEMPO A PASSAR NÃO CONSOME
BRA
VO CLUBE DOS FILHOS DO NORTE.

COM O PENDÃO ALVI-RUBRO VOU LEVANDO
EM SERGIPE ESSE POVO É ALT
ANEIRO
PARA FRENTE AS BANDEIRAS AGITANDO
SOB
A LUZ DESSE CÉU BRASILEIRO.

Mascote

Diabo Vermelho






Site

http://www.clubsportivosergipe.com/


domingo, 18 de janeiro de 2009

Resende Futebol Clube

Fundado em 1909, o tradicional Resende Futebol Clube é um dos times mais antigos do Brasil, sempre atuante e presente na evolução histórica do município.

Seu estádio começou a ser erguido no ano de 1916, durante os festejos da visita de Santos Dumont, o “Pai da Aviação”, à cidade. Localizado no centro nervoso urbano, hoje cercado de prédios, o Estádio dos Eucaliptos e a sua sede social, além da prática do futebol do time profissional vencedor, agasalhou e ainda recebe atividades sociais, recreativas e educacionais com grande participação na vida dos cidadãos de Resende.

Em agosto de 2006, após anos de paralisação, o Resende Futebol Clube celebrou parceria com a empresa Gol de Placa e iniciou a participação no Campeonato da 3ª. Divisão de Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, classificando-se para o da 2ª. Divisão em 2007.

Em apenas um ano e meio com dois campeonatos disputados, numa ascensão meteórica, o Resende FC foi Campeão da 2ª. Divisão de Profissionais de 2007, credenciando-se a disputar em 2008 a 1ª. Divisão do Campeonato Estadual.

Destaque-se, ainda, que um dos focos principais de nossa agremiação, senão o maior de todos é o Projeto Estrela, que trabalha pela nossa juventude com a massificação esportiva tendo a educação como base, trazendo oportunidade de inclusão social para os menos favorecidos, numa parceria estabelecida com a Prefeitura.

Estádio

Estádio do Trabalhador
Capacidade 10000
Inauguração: 01/10/1992

Títulos

FUTEBOL AMADOR

1981 – Campeão da categoria Dente de Leite, no Torneio Prefeito Noel de Carvalho.
1982 – Campeão do Torneio Juniors da Cidade de Resende.
1983 – Campeão da Categoria Mirim, na Copa da Cidade de Resende.
1983/84 – Bicampeão da Mini Copa Dente de Leite.
1985 – Campeão Amador da Cidade de Resende.
1987 – Campeão da Primeira Fase do Torneio Brasil e USA.
1990 – Campeão de Juniores da Liga Desportiva de Resende.
1991 – Vice Campeão da categoria mirim da cidade de Resende.
2000 – Vice Campeão Juvenil do Troféu Brasil.
2003 – Vice Campeão Infantil da Copa João Queiroz.

FUTEBOL PROFISSIONAL

2007 – CAMPEÃO DA 2ª. DIVISÃO DE PROFISSIONAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Apelido: Gigante do Vale

Site

http://www.resendefc.com.br


sábado, 17 de janeiro de 2009

Bacabal Esporte Clube

O Bacabal EC é um clube de futebol da cidade de Bacabal no Estado do Maranhão,Brasil. Foi o primeiro clube do interior a vencer o Campeonato Maranhense. Em 1996, durante um periodo de três meses, o clube contou com o volante Andrade e o meia Adílio ex-jogadores do Flamengo campeões do Mundial Interclubes de 1981.

Em 2008, o clube conquista a Taça Cidade de São Luís, sob o comando do treinador Dário Lourenço.


Fundação: 12 de Março de 1974

Títulos
Campeonato Maranhense: 1 Vez (1996).
Taça Cidade de São Luís: 2 Vezes (1991, 2008)
Taça Prefeitura de São Luis: 1977.
Torneio Incentivo: 1975, 1976.
Hino
http://www.mp3tube.net/br/musics/Bacabal-Esporte-Clube-Hino-do-BacabalMA/152429/


Estádio: José Luís Correa (Correão)


Capacidade: 12.000

Mascote: Leão do Mearim







Site

http://www.becnet.hpg.com.br/
http://www.leaodomearim.com/ (fora do ar)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Maranguape Futebol Clube

No inicio, O campeonato estadual era a apenas o campeonato de uma cidade.Todos os participantes eram de Fortaleza. A primeira cidade a ter um representante foi Maranguape com o Maranguape Foot-Ball Club. Depois veio o Maranguape SC em 1924. Depois de 74 anos a cidade de Maranguape volta a ter um representante na divisão principal: é o Maranguape Futebol Clube, segundo colocado na 2ª divisão em 2001
A equipe foi fundada em 17 de novembro em 1997. O atual Maranguape é a 3ª equipe da cidade a ter participação em campeonatos estaduais. Todos tiveram o nome de Maranguape.

2002. O técnico Paulo Mauricio está empougado. A equipe vem com jogadores do interior como o meio-campo Pantera ( ex-Uniclinic ) e Maurim ( ex-Ferroviario ) Erivelton; Isack, Marcelo, Claudeci e Rony; Odair, Pantera, Nozinho e Reginaldo França; Wisley e Adailton. O objetivo de todos que fazem o Maranguape é levá-lo as primeiras colocações. O time q foi vice-campeão da serie B do estadual, ano passado, pretende ficar entre os cinco melhores do Estado este ano.

2003. O Gavião da Serra é um dos favoritos entre os clubes do interior. Valdo; Isaac; Lúcio ;Igor e Cleiton Cearense; Odair, Gledstone, Nozinho e Reginaldo França; Gilson Maratá e Almeida. Técnico:Flávio Araújo.

2004. Acabar com o estima de ser o terceiro colocado no Campeonato Cearense, é este o pensamento do Maranguape. O Time da Serra fez uma reformulação geral no seu elenco em relação ao que disputou a referida competição na temporada passada. Iniciou pela comissão tecnica que agora tem á frente Solimar Rossini. No elenco, permaneceram alguns atletas, dentre eles, João Neto, Litônio, Odair, Almeida, Nozinho e Geovani. Por este motivo, a diretoria teve que investir em contratações, como do goleiro Brandão, Marcelo Sergipano, Índio, Santiago, Cafu, Marcio Santos, Wilsinho, Dindô, Mário Rubens.

2005. O Time do Maranguape terminou em 2° colocado no campeonato cearense de 2005.

Em 2006 disputando a 1ª divisão o Maranguape fez uma grande campanha. Passou o campeonato na intermediaria do campeonato, terminou a competição em 6º lugar, garantindo a sua permanencia na 1ª divisão do estadual.

No ano de 2007 o Gavião foi rebaixado para a 2ª divisão, com uma apresentação naum muito agradavel. Na ultima rodada o time ainda com chances de permanecer a 1ª divisão mas, levou uma goleada para o Icasa no Moraizão, de 6x1, e acabou rebaixado para a tristeza de sua torcida.

2008. O Timaço da cidade Serrana, teve uma grande apresentação , com otimos jogadores. Alguns atletas se destacaram , como o Danilo Pitbull, Telles, João Neto, o goleiro Jonathan, Joãozinho, Nô e outros.O time terminou em 6º na fase classificatoria, e no exagonal final, terminou em 1º. Ainda pela frente o Guarany de Sobral, para disputar o titulo. Já com sua vaga garantida na serie A, o time foi até Sobral tentar a vitoria. Mas perdeu de 3x1, e em Maranguape com um show de sua torcida lhe insentivando, conseguiu reverter e ganhar de 1x0, gol de Wilson. A partida foi para os penaltis, e para a tristeza da torcida, alvi-verde foi derrotado.

Hino

"É o nosso Gavião da Serra
De vitória em vitória
Nos faz vibrar de emoção
Em busca de grandes conquistas
Maranguape verdadeiro Campeão!!!
Teu verde esperança
E o branco da paz
Transforma um craque em guerreiro aldaz
Maranguape Futebol Clube o Verdão
É o time do nosso coração!!!
Com tua garra e determinação
Conquistando o apogeu e a glória
Presenteando a imensa torcida
Que vibra e agita em cada vitória
MARANGUAPE,MARANGUAPE!!!
GUERREIRO NA ARTE DE FAZER GOL
EM CADA JOGO A HISTÓRIA
NOS TÍTULOS A GLÓRIA
DO TEU LINDO FUTEBOL"

Autor: A confirmar

Estádio

O Moraisão, cujo nome oficial é Estádio Francisco Cardoso de Morais, é um estádio de futebol brasileiro com capacidade para 5 mil pessoas. Está localizado na cidade de Maranguape, no estado do Ceará, e recebe jogos do Maranguape Futebol Clube.

Mascote

Acima, o mascote do Maranguape F.C. , o Gavião da Serra como é chamado por não só os torcedores do Maranguape, mais também por sábio do futebol cearense.







Site

http://maranguapefclube.blogspot.com

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Associação Desportiva São Caetano

Um grupo de pessoas ligadas ao esporte de São Caetano do Sul, liderado pela família Tortorello, resolve reerguer o futebol na cidade, que já havia passado por boas fases com o São Caetano Esporte Clube (anos 30), a Associação Atlética São Bento (anos 50) e o Saad Esporte Clube (anos 70), todos ex- integrantes da elite do futebol paulista.
Primeiro, o grupo utilizou o nome da Sociedade Esportiva Recreativa União Jabaquara, clube de São Caetano que atendia à principal exigência da FPF (Federação Paulista de Futebol): ter disputado campeonatos nos últimos três anos. Uma vez filiado, o nome mudou para Associação Desportiva São Caetano.

As cores azul e branco foram adotadas devido à bandeira da cidade. O escudo do São Caetano foi desenhado por Waldemar Zambrana. O time entrou em campo pela primeira vez em jogos oficiais no dia 18 de março de 1990, pela Terceira Divisão do Campeonato Paulista, empatando com o Comercial de Registro em 1 a 1. O atacante Taloni foi o autor do primeiro gol oficial da história do São Caetano.

CRESCIMENTO ALUCINANTE

O São Caetano é o maior exemplo de crescimento a curto prazo. Após dois anos de sua fundação, em 1991, a equipe foi campeã estadual da Terceira Divisão. Com isso, ganhou destaque, conquistou a simpatia da pequena população da cidade, de apenas 15km², na divisa com a Capital.
A equipe permaneceu na Série A-2, mas retornou novamente do início. Foi em 1998, com o novo acesso e o vice da Série C do Campeonato Brasileiro, que o Azulão deu a grande arrancada de sua história. No ano seguinte, ficou atrás apenas do Avaí, sendo vice-campeão do Campeonato Brasileiro da Série B.

O ‘PEQUENO GIGANTE’

O futebol brasileiro ficou conturbado em 2000, com disputas entre as entidades e clubes. Assim, foi criada a Copa João Havelange, o campeonato nacional, dividido em dois módulos: verde (times da Primeira Divisão) e amarelo (Segunda Divisão), que se enfrentariam num mata-mata na fase final.
Sob o comando de Jair Picerni, o São Caetano ficou em segundo no módulo amarelo e se classificou. Pela frente, teve o tradicional Fluminense. Após um empate em três gols no Palestra Itália, o Azulão embarcou para o Rio, onde enfrentaria o Tricolor no gigante Maracanã. Mesmo com 70 mil torcedores contra, Adhemar fez 1 a 0, ficou conhecido como ‘Canhão do Anacleto Campanella” e levou o time adiante na competição.
O pequeno tornou-se gigante, após eliminar Palmeiras e Grêmio, chegando à final contra o Vasco da Gama. No primeiro jogo, empate em um gol. Na volta, em São Januário, no Rio, uma tragédia: a queda do alambrado do estádio, que machucou centenas de pessoas e provocou um terceiro duelo, desta vez, no Maracanã. Mesmo com a derrota por 3 a 1, o Azulão ganhou destaque nacional e foi considerado pelos demais torcedores como o “campeão moral”.
O vice deu direito à equipe de participar da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001. Neste ano, foi campeã paulista da Série A-2, conquistando o acesso à elite. Poucos acreditavam, mas o Azulão voltou a alçar um grande vôo, novamente com Jair Picerni.
Num time formado por Silvio Luiz, Mancini, Müller, Daniel, Esquerdinha, Dininho, Serginho e Magrão, entre outros, o São Caetano eliminou grandes equipes e chegou novamente à final nacional. A cidade se mobilizou e 22 mil pessoas lotaram o Anacleto para ver a decisão contra o Atlético-PR. Nem a derrota, com um novo vice, apagou a estrela do Azulão.

PROJEÇÃO INTERNACIONAL

O São Caetano ganhou projeção internacional em 2001, quando disputou sua primeira Copa Libertadores da América, vaga conquistada com o vice da João Havelange. No Grupo 7, se classificou para a segunda fase ao lado do Cruz Azul (México). Depois, na fase eliminatória, se deparou com o Palmeiras. Venceu em casa por 1 a 0, perdeu no Palestra pelo mesmo placar e, nos pênaltis, viu a vaga escapar.
Com o vice do Brasileiro de 2001, voltou a percorrer a América em 2002. O Azulão liderou o Grupo 1, deixando para trás Cobreloa (Chile), Alianza Lima (Peru) e Cerro Porteño (Paraguai). No mata-mata, passou pela Universidad Católica (Chile), Peñarol (Uruguai) e América do México. E foi o mais jovem finalista da Libertadores. O Olímpia (Paraguai) foi o adversário.
O Azulão surpreendeu os paraguaios em pleno Defensores Del Chaco, fazendo 1 a 0. A volta foi no Pacaembu. O time perdeu o jogo no tempo normal por 2 a 1 e foi para a decisão por pênaltis. Nem o azar, com a derrota por 4 a 2, minimizou a campanha do São Caetano, que foi além de muitos outros times de tradição do futebol brasileiro.

Enfrentar o São Caetano virou sinônimo de perigo para os grandes clubes do País. Após dois vices nacionais e a campanha extraordinária na Libertadores, o Azulão ficou com a quarta colocação do Brasileirão 2003, dando uma vaga na Libertadores 2004. Neste ano, chegou à fase eliminatória. Empatou duas vezes com o Boca Juniors (Argentina) e parou novamente nos pênaltis, desta vez, no estádio La Bombonera.

O GRANDE TÍTULO

Em 2004, liderado pelo técnico Muricy Ramalho, o São Caetano conquistou seu primeiro título de peso. Com estrelas como Silvio Luiz, Luiz, Dininho, Thiago, Ânderson Lima, Serginho, Triguinho, Marcelo Mattos, Mineiro, Gilberto, Marcinho, Euller e Fabrício Carvalho, o Azulão eliminou São Paulo e Santos antes de fazer a grande final com o Paulista de Jundiaí. Duas vitórias no Pacaembu (3 a 1 e 2 a 0), com mais de 20 mil pessoas por jogo, renderam ao time do Grande ABC o lugar mais alto do principal torneio estadual do Brasil.

O bicampeonato estadual bateu na trave três anos depois. Novamente desacreditado e sob o comando de Dorival Júnior, o Azulão eliminou o São Paulo na semifinal e decidiu o título com o Santos. Luiz, Douglas e Somália lideraram a equipe, que venceu o primeiro jogo por 2 a 0. Na volta, derrota pelo mesmo placar. Como tinha melhor campanha, o Peixe acabou ficando com a taça.

Títulos

- Campeão Paulista da Primeira Divisão (2004)
- Campeão Paulista da Série A-2 (2000)
- Campeão Paulista da Série A-3 (1991 e 1998)

ESTÁDIO MUNICIPAL ANACLETO CAMPANELLA

Escolha do nome: Anacleto Campanella foi a forma encontrada pelos construtores do estádio para homenagear o então prefeito da cidade. Anacleto Campanella foi uma das pessoas mais importantes da história de São Caetano do Sul e governou a cidade durante oito anos (1953-1957 e 1961-1965), em seus dois mandatos na prefeitura.

Inauguração: 2 de janeiro de 1955.

Primeiro jogo: São Bento de São Caetano 1 x 0 XV de Piracicaba.

Recorde de público: 20 mil pessoas (23/12/2001, São Caetano x Atlético-PR, final do Campeonato Brasileiro).

Capacidade atual: 14 mil pessoas.

Hino
Letra e música de:
Carlos Roberto de Jesus Polastro

-No dia quatro de dezembro aconteceu Aquele fato que marcou a nossa história Foi nessa data que, pujante ele nasceu Um clube já predestinado para a glória Com disciplina e respeitando seus rivais Parte prá luta para ser o "Campeão" Leva a torcida... para o delírio Alegra o meu coração São Caetano... vamos prá vitória Nosso objetivo é só o gol... "gol !" Marque prá sempre, fique na memória Mostre ao povo o que é futebol São Caetano... brilhe e a sua luz Se perpetuará na imensidão Honre a cidade que te batizou Ostenta, no alto, seu pendão.


Mascote

O Azulão em forma de pássaro nada mais é do que uma homenagem de seus fundadores às cores tradicionais do São Caetano. A certeza de que faria vôos altos em sua trajetória definiu o mascote como um pássaro. A escolha da ave que representa o clube não poderia ter sido melhor. Afinal, o São Caetano disputou as principais competições (como Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil e Campeonato Paulista) com a beleza de um vôo que só os pássaros são capazes de fazer.

Site

http://www.adsaocaetano.com.br

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Náuas Esporte Clube

O Náuas Esporte Clube foi fundado em 19 de outubro de 1923 na cidade de Cruzeiro do Sul-Acre. Esse nome é uma homenagem a tribo índigena NÁUAS existente em Cruzeiro do Sul na época. Hoje o Náuas Esporte Clube trabalha para ser o melhor clube do Vale do Juruá. O Náuas é primeiro clube profissional do Vale do Juruá.

É o segundo clube mais antigo do Acre em atividade, fundado em 1923, superado apenas pelo Rio Branco, o qual fora fundado em 1919.

Em 2008, o clube profissionalizou-se e participou pela primeira vez de uma edição do Campeonato Acreano.

Estádio

O estádio Totão está localizado no município de Mâncio Lima, distante 30Km de Cruzeiro do Sul.

Capacidade 2000

Mascote
Indio Náua








Site

http://nauasesporteclube.blogspot.com

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Petrolina Social Futebol Clube Sociedade Civil Ltda.

O Petrolina Social Clube tem uma curta trajetória, pois foi fundado recentemente, em 1998. Ele, juntamente com o 1º de Março, são os principais representantes da cidade sertaneja de Petrolina. No entanto, o 1º de Março Esporte Clube se encontra hoje na segunda divisão do Campeonato Estadual Pernambucano, sendo o Petrolina o único representante do município na elite do futebol do Estado.

O time também é conhecido como Fera Sertaneja e a sua mascote é o Tigre, figura que aparece no seu escudo. Suas cores são o verde, amarelo e vermelho.

Desde o seu início, em 11 de novembro de 1998, como Petrolina Futebol Clube no sertão de Pernambuco, o time foi crescendo e, no ano de 2001, conseguiu o seu maior feito, o título de campeão da segunda divisão estadual. Na elite, o clube permaneceu entre os anos de 2002 e 2005, quando foi rebaixado, conseguindo o retorno após boa aparição na disputa do segundo escalão em 2007.

Em 2008, altera o nome para Petrolina Social FutebolL Clube S/C LTDA, e disputa pela primeira vez uma competição nacional, a Série C.

Hino

Quando surge a fera sertaneja
Nasce forte como é forte o sertão,

Petrolina heróico Petrolina,

És o clube do meu Coração


Suas cores representa a cidade

Amarelo e verde rubro dessa terra,

Quando surge o escrete no gramado,

A torcida ped
e o seu grito de guerra
É Fera é Fera é Fera é Fera é Fera.

Títulos

Campeonato Pernambucano de Futebol da 2ª Divisão: 2001.

Estádio

O Petrolina realiza seus jogos no Estádio Paulo de Souza Coelho, mais conhecido como “Paulo Coelho”, em Petrolina, PE, com capacidade para 5.000 Pessoas.

Mascote
Tigre









Site
http://ferasertaneja.blogspot.com