sábado, 20 de dezembro de 2008

Esporte Clube Bahia

No dia 8/12/1930, dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, os ex-jogadores do Clube Bahiano de Tênis Carlos Koch, Eugênio Walter (Guarany) Fernando Tude e Júlio Almeida; e Waldemar de Azevedo, ex-Associação Atlética da Bahia, num encontro casual no Cabaré do Jokey, em Salvador, discutem a formação de um novo time de futebol.


- O grupo está sem poder praticar o esporte que amam porque as agremiações que defendiam resolveram acabar com os departamentos de futebol no corrente ano.

- No dia 12/12, mais de 70 pessoas, a maioria ex-atletas da AAB e do Bahiano, reúnem-se para definir os rumos do novo clube. A assembléia é presidida por Otávio Carvalho e secretariada por Fernando Tude e Aroldo Maia.

- Naquela reunião, são definidas as cores da Bahia para o novo clube – uniforme com a camisa branca e o calção azul com uma faixa vermelha na cintura. Otávio Carvalho é nomeado presidente provisoriamente.

1931

- O Esporte Clube Bahia é fundado, sob o slogan "Nascido para vencer", no dia 1º de janeiro de 1931, em reunião realizada na casa nº 57 da Rua Carlos Gomes, em Salvador.

- Grupo de fundadores do Bahia é formado em sua maioria por ex-jogadores da Aab e do Bahiano, sem participação na diretoria dos mesmos, considerados integrantes da "pequena-burgresia" soteropolitana da época. Eram profissionais liberais, funcionários públicos, jornalistas, micro-empresários e estudantes. O que confirma a tese de que o Bahia, desde o princípio, não era um time de grã-finos e tinha sim mais afinidade com as camadas populares.

- Baseado no distintivo do Corinthians Paulista e valorizando a bandeira do estado, distintivo do Bahia é desenvolvido por Raimundo Magalhães.

- Estatutos são aprovados e a primeira diretoria oficial é eleita, por aclamação. O médico Waldemar Costa é o primeiro presidente do Bahia.

- Em 16/01 são publicados no Diário Oficial da Bahia os estatutos do Tricolor, que passar a existir legalmente.

- Em 20/02, o Bahia é filiado à Liga Bahiana de Desportos Terrestres, atual Federação Bahiana de Futebol.

- Em 22/02, um domingo, Bahia realiza seu primeiro treino, no Campo da AAB, na Quinta da Barra, em Salvador.

- Em 01/03, Tricolor entra em campo pela primeira vez e confirma slogan "nascido para vencer". A vítima foi o Ypiranga, por 2 a 0, com gols de Bayma e Guarany. O goleiro Teixeira Gomes ainda defende um pênalti cobrado pelo ypiranguense Hipólito. Válida pelo Torneio Início do Estadual, a partida tem apenas 20 minutos de duração.

- Coube a Bayma, aos dois minutos da etapa inicial, a honra de marcar o primeiro gol com a camisa do Bahia. Fato interessante é que o jogador é sobrinho de Zuza Ferreira, que trouxe o futebol para o Estado.

- No primeiro jogo, o Bahia joga com a seguinte formação – Teixeira Gomes; Leônidas e Gueguê; Milton, Canoa e Gia; Bayma, Guarany, Gambarrota e Pega-Pinto. O técnico é João Barbosa e o árbitro, Francelino de Castro.

- No mesmo dia 01/03, o Bahia conquista do primeiro título de sua história, o Torneio Início do Baianão de 1931. A taça vem com uma goleada no segundo jogo do dia, contra o Royal, por 3 a 0. Gols de Guarany (2) e Pega-Pnto.

- Em 22/03, Bahia estréia no Estadual. Com gols de Bayma Guarani e Rubem.

- Em abril, Tricolor faz seu primeiro jogo internacional, mas perde para o Sud América, do Uruguai.

- Em 11/10, o Bahia faz seu primeiro jogo intermunicipal, contra o Vitória de Ilhéus e vence por 5 a 4.

- Em 24/10, no primeiro jogo fora do estado, o Tricolor bate o Sergipe por 2 a 0. Um dia depois, 5 a 0 no Guarany/SE. Os dois jogos são em Aracaju.

- Em 25/10, mesmo longe de Salvador e sem precisar entrar em campo, o Bahia conquista o primeiro título de Campeão Baiano. A taça vem com a derrota do Botafogo para o Ypiranga, por 2 a 0, que impossibilita o
"fogão" de ultrapassar o Tricolor. Clube comemora o título com duas rodadas de antecedência para o fim do Estadual.

- Delegação faz a festa em Aracaju mesmo e é acompanhada pela população da cidade, que varou a madrugada contagiada pela alegria tricolor.

- Em 15/11, Bahia entra em campo contra o Ypiranga. Com o título garantido, a motivação é não perder no Campo da Graça para sagrar-se Campeão Invicto. Tricolor consegue empate em 2 a 2 aos 33 minutos, com
o gol de Milton Bahia e mantém invencibilidade.

1946

· Em março deste ano, um grupo de torcedores, liderados por Amado Bahia Monteiro, queria uma música para animar a torcida numa partida contra o rival Vitória-BA. No dia 14, eles procuraram Adroaldo Ribeiro Costa, que no dia seguinte sentou-se ao piano uma canção que se transformou no hino do clube, que sofreria diversas modificações até chegar ao que é hoje.

1951

· É inaugurada a Fonte Nova, ainda sem a estrutura que tem hoje (viria a passar por uma grande ampliação) mas, mesmo assim, um dos maiores estádios da época. Antes, o principal estádio de Salvador era o estádio da Graça.

1954

· Osório Vilas Boas assume a presidência do clube pela primeira vez. Osório viria a ser um dos maiores símbolos humanos do Bahia. Falece em 1999, aos 83 anos.

1957

· Considerado pelo Conselho Nacional de Desportos (CND) o único clube brasileiro em condições de excursionar ao exterior, o Bahia arrumou as malas e foi à Europa. Depois de desembarcar em Londres, onde jogou a primeira partida, o Tricolor passou pela França, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Holanda, Suíça, Rússia e Tchecoslováquia.

1959

· Pela primeira vez é disputado um torneio reunindo clubes de todo o país e o Bahia conquista seu primeiro título nacional: a Taça Brasil. Na final, venceu o Santos, que jogou sem Pelé, contundido, por 3 a 1. Nesse jogo, o Tricolor ainda teve a honra de ser a primeira equipe nordestino a pisar no Maracanã. Além disso, o clube teve o artilheiro da competição: Léo, com oito gols.

· Pelo inédito título, o Esquadrão de Aço é o pioneiro, entre os clubes brasileiros, a disputar a Taça Libertadores da América. Não vai muito longe, porém.

1961

· Dois anos depois de ser campeão da Taça Brasil, o Tricolor chega novamente na final, desta vez invicto. Mais uma vez decidiu com o Santos, que terminou ficando com o título após um empate na Fonte Nova e uma goleada de 5 a 1 em território paulista.

1963

· Bahia e Santos fazem a final da Taça Brasil pela terceira vez em 5 anos. Invicto até então, o Tricolor não consegue superar o Peixe, que fica com o título após vencer as duas partidas finais.

1969

· Na véspera do embarque para o exílio em Londres, Caetano Veloso e Gilberto Gil fazem um show no Teatro Castro Alves. No encerramento, cantam o hino do Bahia. Toda a platéia canta junta, em pé.

1971

· Acontece o primeiro Campeonato Brasileiro. O Atlético Mineiro vence e o Bahia fica em 13º.

1972

· Paulo Maracajá assume o cargo de diretor de futebol. Era o início de uma era que durou 25 anos. Nesse intervalo de tempo o Bahia conquista 17 títulos baianos e 1 brasileiro.

1973-1979

· Nesse intervalo de tempo o Bahia conquista todos os Campeonatos Baianos. Foram sete consecutivos. Um recorde jamais alcançado. Os jogadores deste período são considerados os melhores que já passaram pelo clube. São eles: Douglas, Fito, Roberto Rebouças, Baiaco, Thirson, Jesum, Navarro, Jorge Campos, Gibira, entre outros..

1979

· Após 3 anos de construção, é inaugurado, na gestão de Paulo Maracajá, o Centro de Treinamento Osório Villas Boas. Construído por Antônio Pithon, o Fazendão, concentração e centro de treinamento do Bahia, era um dos mais modernos e completos da época.

1982

· O Bahia passa 52 jogos sem perder e quebra o recorde nacional de invencibilidade.

1988

· Mais de 120 mil pessoas lotam a Fonte Nova para ver Bahia 2x1 Fluminense, semifinal da Copa União, nome dado ao Brasileirão daquele ano. Um recorde de público que jamais seria alcançado.

· Em seguida, bate o Internacional e conquista o torneio de futebol mais importante do país. Além disso, o Tricolor é o primeiro time nordestino a sagrar-se Campeão Brasileiro. Sob o comando do técnico Evaristo de Macedo, Bobô, Paulo Rodrigues e Charles comandam o time que assusta e encanta toda uma nação. Foram 29 partidas, das quais venceram 13, empataram 11 e perderam cinco.

1990

· Charles, jogando pelo Bahia, se consagra artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 11 gols. O Tricolor termina em quarto. 1994

· Aos 46 minutos do 2º tempo, Raudinei marca um dos gols mais festejados pela Nação Tricolor em todos os tempos, dando o título de Campeão Baiano para o Tricolor, em cima do Vitória-BA.

· No segundo semestre, faz uma excelente campanha no Brasileirão, perdendo para o Palmeiras, campeão daquele ano. Foi o 6º colocado.

1998

· Amparado pela Lei Pelé, o Bahia, em parceria com o Banco Opportunity, é o primeiro clube do Brasil a colocar ações no mercado, tornando-se uma empresa, o Bahia S.A.

· Depois de três anos sem conquistar um título estadual, o Esquadrão de Aço volta a vencer o Campeonato Baiano, impedindo um inédio tetra do arqui-rival e dando início ao bicampeonato, que veio no ano seguinte. · Nem só de triunfos vive o Bahia. Pela primeira vez na sua história, o Tricolor disputa a segunda divisão do Campeonato Brasileiro por ter realizado uma péssima campanha em 97. Foram 25 jogos, 6 triunfos, 8 empates e 11 derrotas, ficando na 23ª colocação com 26 pontos somados.

2000

· O Campeonato Brasileiro passa a ser organizado pelo Clube dos 13 e o Bahia volta à primeira divisão através de sua força política.

2001

· O Tricolor conquista o I Campeonato do Nordeste, enfrentando o Sport-PE na final.

· Em seguida, é Campeão Baiano, vencendo o título contra o Juazeiro. Nada menos que o 43º título estadual.

· Disputa a Copa dos Campeões e sai logo na primeira fase. Já no Brasileirão, faz uma boa campanha, classificando-se para às Oitavas-de-Final. Após empate dramático, é eliminado por ter feito menos pontos que o São Caetano. 2002

· O Tricolor faz boa campanha na Copa do Brasil, ficando entre os 8 melhores do país. Por um gol, o Bahia não passou pelo Atlético-MG. Em BH, perdeu por 2 a 1. Já no jogo de volta, na Fonte Nova, venceu por 4 a 3.

· Em seguida, conquista novamente o Campeonato do Nordeste, desbancando o Vitória-BA em pleno Barradão. O marco histórico é que este foi o 1º título de Bobô como técnico de futebol. Ademais, foi também o Bicampeonato tricolor na competição - a 6º conquista regional do clube.

· O Bahia ainda comemorava, quando teve que entrar no chamado "SuperCampeonato Baiano". Surpreendentemente, a equipe caiu bastante de produção e terminou o estadual com uma campanha decepcionante, em 3º lugar.

· Após a Copa do Mundo, o Esquadrão de Aço disputa a Copa dos Campeões. Na Primeira Fase, em Teresina, classifica-se em 2º lugar. Mas o sonho de voltar para Libertadores não dura muito. Nas Quartas-de-Final, em Belém, perde por 2 a 1 para o Paysandu e acaba eliminado.

· Começa o Brasileirão e com ele o sonho do TRI. Mas por muito pouco não acontece o pior. Com apenas um triunfo em 6 rodadas, o técnico Bobô é substituído por Candinho, que vai com o time até o final. Para se ter idéia da vexatória campanha, somente na última rodada é que escapamos do fantasma do rebaixamento. 2003

· A má fase continuou no início de 2003, quando o Tricolor "conseguiu o feito" de terminar o Estadual em 9º lugar. Candinho não resiste às sucessivas derrotas e o comando técnico da equipe fica interinamente com o auxiliar Gil Sergipano.

· Em seguida, a diretoria resolve apostar novamente no inexperiente Bobô, que leva o Bahia às Oitavas-de-Final da Copa do Brasil e é demitido logo na 6ª rodada do Campeonato Brasileiro.

· O velho Evaristo de Macedo chega e o time esboça uma reação. Depois de um tempo, porém, volta a decepcionar, sendo a goleada de 6 a 0 do Flamengo a gota d'água para a sua saída. Ainda passam pelo Esquadrão dois treinadores - Lula Pereira e Edinho Nazareth - e o fracasso que estava anunciado desde janeiro se concretiza com o humilhante rebaixamento da equipe.

Em 2004 montou um time muito bom para a segunda divisão, indo à última fase da competição como grande favorito, mas mais uma vez a má organização e desinteresse da diretoria evitaram a ascenção à elite do futebol brasileiro.

Em 2005 o Bahia foi juntamente com seu arqui-rival Vitória rebaixado a terceira divisao e tentou em 2006 reerguer sua história vencedora, sem sucesso.

Em 2007, finalmente o Bahia consegue subir mais um degrau rumo a primeira divisão, sendo vice-campeão e conquistando uma vaga para o acesso a Série B do Campeonato Brasileiro.

Títulos

Campeão Brasileiro
1988

Campeão da Taça Brasil
1959

Campeão Baiano 43 vezes
1931, 1933 e 1934 (Bicampeão), 1936, 1938, 1940, 1944 e 1945 (Bicampeão), 1947, 1948, 1949 e 1950 (Tetracampeão), 1952, 1954, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962 (Pentacampeão), 1967, 1970, 1971 (Bicampeão), 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978 e 1979 (Hepta-Campeão), 1981, 1982, 1983 e 1984 (Tetracampeão), 1986, 1987 e 1988 (Tricampeão), 1991, 1993 e 1994 (Bicampeão), 1998 e 1999 (Bicampeão), 2001.

Campeão do Norte-Nordeste
1948, 1959, 1961 e 1963

Bicampeão do Nordeste
2001 e 2002

Hino


Arranjo: Agenor Gomes
Autor: Adroaldo Ribeiro Costa

Somos da Turma Tricolor,
Somos a voz do campeão,
Somos do povo o clamor,
Ninguém nos vence em vibração!

Vamos, avante, esquadrão!
Vamos, serás o vencedor!
Vamos, conquista mais um tento!
Bahia, Bahia, Bahia!
Ouve esta voz que é teu alento!
Bahia, Bahia, Bahia!

Mais um! Mais um, Bahia!
Mais um, mais um título de glória
!
Mais um! Mais um, Bahia!
É assim que se resume a tua história!

Alcunhas

Tricolor de Aço
Baêa
Esquadrão de Aço
Espanta Tabu
Tricolor da Boa Terra
Campeão dos Campeões
Bahiaço

Mascote

Super-Homem Tricolor. Criado em 1979 pelo cartunista Ziraldo a partir da expressão “Esquadrão de Aço”.

Site

http://www.esporteclubebahia.com.br

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Atlético Rio Negro Clube

Shinda Uchôa, com apenas 14 anos, teve a idéia e insistiu com os companheiros para que criassem um clube. A insistência foi tanta, que no dia 13 de novembro de 1913, às 16h, os rapazes se reuniram no endereço de sempre, residência de um deles, Manuel Afonso do Nascimento. Os meninos fizeram a ata de fundação e no meio da leitura do documento, o momento histórico foi brindado com vinho do porto, saboreado em autênticas taças francesas de cristal bacará. Na mesma ocasião, foi realizada uma eleição e o primeiro presidente foi Edgar Lobão. Shinda ficou como secretário, mas recebeu o título de presidente de honra.

O brinde deu nome ao “Porto de Honra”, solenidade em que, até hoje, o momento da fundação é repetido como aquele de 1913. Das doze taças de cristal, seis foram recuperadas pelo diretor cultural do clube, Abrahim Baze, que criou um museu para guardar a história do Rio Negro. Três delas são usadas no brinde atual pelo presidente e por mais duas autoridades escolhidas por ele durante o evento.Na casa onde o clube foi fundado, hoje funciona o Banco da Mulher, mas, de acordo com Baze, o prédio ainda conserva a mesma arquitetura do início do século.O Atlético Rio Negro Clube é o rival número um do time do Nacional. O clássico entre Rio Negro e Nacional (Rio-Nal) é o maior do estado do Amazonas.

O clube possui também algumas participações na Copa do Brasil tendo também uma importante conquista internacional, a Taça Guiana Inglesa, disputada na capital Georgetown. O Rio Negro também foi campeão da Taça Amazônica de 1928 disputada entre times do Amazonas e Pará, foi campeão da Copa Norte-Nordeste de 1975, além do título da Taça Norte de 1986.

Na sede do clube é possível ver a sala de troféus onde estão todos os títulos do clube "barriga preta", além de quadros e medalhas das grandes equipes de futebol e futsal do clube. A torcida do Atlético Rio Negro Clube é a segunda maior torcida do Amazonas com muitos torcedores também no interior do estado.

O clube amazonense tem como um dos seus maiores artilheiros o atacante Roberto Almeida Jorge Elias, amazonense, que jogou futebol pelo clube na brilhante década de 60 onde marcou muitos gols. O atacante Roberto tinha um chute forte e preciso, popularmente é conhecido como "Berdana", deu muitas alegrias a torcida do "galo" sendo o primeiro atacante na hitória do futebol mundial a marcar gols chutando a bola de bico no ar (sem deixar a bola cair no chão), feito inédito na história do futebol. Roberto por ter atuado pelo clube durante muitos anos recebeu o título de sócio benemérito no dia 13 de Novembro de 1975 e não é o único de sua família a brilhar no futebol, seu irmão Ronaldo também jogou futebol nas décadas de 60 e 70 por outro clube tradicional do Amazonas, o Olympico Clube atuando muitas partidas como zagueiro também marcando seus gols. Pelo seu empenho e dedicação ao glorioso "clube dos cinco aros" como é conhecido o Olympico Ronaldo também ganhou o merecido título de sócio benemérito do clube. Jogador técnico e disciplinado atuou pelo clube durante dezessete anos, raramente era punido com cartão amarelo e jamais lhe foi aplicado cartão vermelho. Ronaldo Elias certamente é um exemplo para todos os atletas e principalmente para aqueles que recebem o prêmio Belfort Duart que é concedido aos jogadores de futebol mais disciplinados.

Após o título estadual de 2001, o Rio Negro passou por uma grave crise financeira, que deixou o clube sem títulos, resultando num rebaixamento a Série B do Estadual em 2008. Após o rebaixamento, no primeiro semestre, ao disputar a Segunda Divisão, no segundo semestre, ganhou os dois turnos, sagrando-se campeão amazonense da Série B por antecipação, e dando fim ao jejum de 7 anos sem titulos.

Títulos

Campeonato Amazonense: 16 vezes (1921, 1927, 1931, 1932, 1938, 1940, 1943, 1962, 1965, 1975, 1982, 1987, 1988, 1989, 1990 e 2001).

Campeonato Amazonense - 2ª Divisão: 1 vez (2008)

Hino

Letra: Manuel Bastos Lira

I (Refrão)
Em qualquer esporte

O Rio Negro é o mais forte
E traz bem justo o seu quadro

Não temer o rival

No Amazonas não tem igual.

II

Brasileiros, cultivemos o esporte

Nossa raça é a mais forte
Vamos nós a juventude preparar

Que o Brasil vai se orgulhar.

III (BIS)

No campo jogando

O Rio Negro vai abafando

É grande a combinação

Mas é o ouro

Vitória certa ao terminar.


Estádio

O Estádio Vivaldo Lima, também conhecido como Vivaldão, é o maior estádio de futebol de Manaus, Amazonas, e, juntamente com o Estádio Ismael Benigno, atende a vários times do estado.

O Vivaldão tem capacidade para 52.000 pessoas. O estádio faz parte do setor esportivo de Manaus, que engloba a moderna Vila Olímpica, a Arena Poliesportiva e o Sambódromo.

Possui sistema de som importado da Bélgica, catracas eletrônicas e o gramado tem sistema de irrigação automático com drenagens verticais e horizontais. Ganhou um novo placar eletrônico em dezembro de 2006, que foi oficialmente inaugurado em 14 de fevereiro de 2007, no jogo entre Fast e Vasco da Gama, válido pela Copa do Brasil; custou R$ 30 mil ao governo do estado.

Inauguração do estádio em 5 de abril de 1970, com a realização de dois jogos de futebol. Inicialmente entre as seleções B (reservas) do Brasil e do Amazonas, e logo a seguir entre as seleções A (titulares). Nos dois jogos a Seleção Brasileira venceu por 4 a 1. Este evento foi presenciado pelo presidente da FIFA, Stanley Rous, e pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, João Havelange. Os quatro gols da seleção B do Brasil foram marcados por Dadá Maravilha.

Público recorde 56.950 (9 de março de 1980)
Fast 0 x 0 Cosmos

Apelido: Barriga Preta e Galo da Praça da Saudade

Mascote

Galo Carijó







Site

www.geocities.com/pentagon/bunker/6610/rionegro.html

Esporte Clube Pelotas

O Esporte Clube Pelotas começou a surgir na noite de 13 de setembro de 1908, quando, numa reunião na casa do Dr. Joaquim Luiz Osório, na Rua 15 de Novembro, 471, foi acertada a fusão de dois clubes: Club Sportivo Internacional e Foot-ball Club.

Participaram da reunião os senhores: Joaquim Luiz Osório, Leopoldo de Souza Soares, Francisco Rheingantz
e João Frederico Nebel. Os dois primeiros eram presidentes do Internacional e do Foot-ball Club, respectivamente.

O objetivo era fundar, na época, uma associação desportiva que estivesse à altura do progresso que Pelotas vinha experimentando. Caso a fusão fosse concretizada, o novo clube, em homenagem à cidade, levaria o seu nome e as suas cores seriam o azul e o amarelo.

As negociações foram crescendo e, no dia 11 de outubro de 1908, nos salões do Club Caixeral, os sócios
dos dois clubes aceitaram a proposta e criaram o SPORT CLUB PELOTAS.

O primeiro grande triunfo futebolístico do E. C. Pelotas ocorreu no dia 24 de outubro de 1909 quando, jogando em seu estádio (A Boca do Lobo), derrotou o Sport Club Rio Grande (clube de futebol mais antigo do país), que desde a sua fundação nunca havia perdido uma pa
rtida.

Seguiram-se ainda outros feitos memoráveis dentro do futebol:

- organização do primeiro torneio intermunicipal de futebol do RS em 1910;

- jogo co
ntra o "scratch" uruguaio em 1911 (primeira partida disputada pela seleção uruguaia no país);

- disputa de inúmeras partidas contra clubes e seleções argentinas, gaúchas, cariocas e paulistas;

- realização, em 1918, do Congresso Rio Grandense de Futebol, que resultou na criação da Federação Gaúcha de Futebol, por iniciativa do E. C. Pelotas; além de outras realizações.

Pelo seu pioneirismo e tradição em competições, o E. C. Pelotas sempre foi e sempre será considerado um dos principais clubes esportivos do estado, colecionando ao longo de sua história inúmeros títulos, não só no futebol mas também em outros esportes: futsal, tênis, basq
uete, hóquei, remo, natação e atletismo, entre outros.

Títulos

- Campeão Gaúcho em 1930
- Campeão Gaúcho Divisão de Acesso: 1983
- Campeão Gaúcho Divisão de Honra de Profissionais (1958)
- Campeão Gaúcho Divisão de Honra de Profissionais Zona Litoral (1956)
- Copa Lupi Martins 2008

Hino

"Orgulho-me de ser Áureo-Cerúleo
Pela g
randeza do ideal
Ufano-me de ser Áureo-Cerúleo
Pelo que tem de emocional

Exulto ao ver as cores gloriosas
Que lembram toda uma tradição
Azul e amarelo são as cores
Que moram no meu coração
(2x)

Refrão:
Salve Pelotas, Salve Glorioso
Quem não te ama nunca sentiu emoção
Salve Pelotas, vitorioso
É a vitória o teu maior galardão."

Autor: José Walter de Oliveira (Valmúrio)


Estádio

O Esporte Clube Pelotas é proprietário do Estádio Boca do Lobo, localizado na principal avenida da cidade de Pelotas. Atualmente, a capacidade do estádio está sendo ampliada de 21 para 25 mil pessoas.
Internamente, o estádio conta com sistema de iluminação, sala e cabines de imprensa, Salão Nobre, galeria de troféus, galeria de ex-presidentes, cozinha, refeitório, amplos e modernos vestiários, sala para comissão técnica, rouparia e depto. médico.
O campo de jogo da Boca do Lobo está à altura dos melhores estádios do País, com gramado de alta qualidade e alambrado de segurança, ambos renovados ao final de 2002.
Para atender ao torcedor, são 3 arquibancadas e 3 copas, além do pavilhão social e cadeiras cativas, com serviço de copa exclusivo. Enfim, são todas as dependências necessárias à participação de um clube em qualquer campeonato oficial.
Capacidade: 18.000 torcedores

Mascote










Site


http://www.ecpelotas.com.br

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Santos Futebol Clube


Fundação: 11 de Maio de 1973

Endereço: Av Pedro Baião, 2030

CEP 69900-250 Macapá/AP Tel. (96) 9711342, 2235231 e 2225809

Estádio: Milton Rodrigues(Zerão) - 5000 -

Uniforme: Camisa branca, calção branco e meias brancas


Títulos: Campeão Amapaense 2000


Sport Club Corinthians Alagoano

O Sport Club Corinthians Alagoano é uma entidade desportiva que surgiu como clube profissional em 1991 na cidade de Maceió, Estado de Alagoas, sendo as suas cores oficiais o branco, preto e vermelho.


O objetivo principal desde a sua fundação é a descoberta de jogadores jovens e talentosos, projetando-os em seguida para o futebol nacional e internacional. O exemplo disso é que desde 1991 suas equipes junior e juvenil mantêm a hegemonia no futebol estadual, com o primeiro sendo hepta campeão, e o segundo buscando este ano o oitavo título, algo jamais visto nas categorias de base do futebol alagoano. Formando atletas desde a sua Escolinha, no CT Eurico Beltrão, o tricolor realiza um trabalho sério de base com uma comissão técnica de nível aperfeiçoando as qualidades de cada jogador.


Em 1995 o clube participou do Campeonato Alagoano da 2ª Divisão, onde acabou como campeão invicto, mas abriu mão da sua participação na 1ª Divisão de profissionais. Em 1997, mais uma vez, foi campeão invicto da 2ª Divisão de profissionais, disputando até hoje a 1ª Divisão em Alagoas. Além de ter ter sido o o primeiro time do Estado a disputar uma competição internaçional, sendo o campeão do I Torneio de Inverno, disputado em Yatsushiro e Kumanoto (Japão). Em 1992 participou do Campeonato Brasileiro da Série C quatro vezes : 2000, 2001, 2003 e 2004.

O Corinthians Alagoano iniciou sua participação na Copa São Paulo de Futebol Junior em 2000 e em 2004 chegou às Oitavas de Final da competição, posição inédita entre os clubes de Alagoas. Participa anualmente, com a mesma categoria da Copa Alagoas, reunindo grandes clubes do Nordeste e de outras regiões.

Títulos Profissionais

O ano de 2002 também foi proveitoso no âmbito profissional, quando conseguiu conquistar o primeiro turno do campeonato alagoano da 1ª divisão, assegurando sua participação no Brasileiro de 2003 (Série C) e na Copa do Brasil. Disputando o Torneio Seletivo do Nordeste, o Corinthians Alagoano conquistou seu primeiro título profissional na 1ª Divisão, passando a integrar o grupo de equipes de destaque na Região Nordeste como o mais novo integrante do Campeonato do Nordeste. A partir daí a competição não mais aconteceu.

Em 2004, iniciando uma grande rivalidade com o Coruripe, da cidade do mesmo nome, o Corinthians fez uma campanha impecável, sendo pela 1ª. vez campeão estadual da 1ª divisão, passando a ter um adversário de alto nível para os demais adversários, entrando na lista do times que também lutam pelos títulos do futebol profissional.

O Corinthians sagrou-se vice-campeão da Copa Maceió, o primeiro turno do Campeonato Alagoano, e da Copa Alagoas, referente ao Segundo Turno. Nas duas etapas o rival Coruripe tomou o primeiro lugar e encerrou a campanha com 64 pontos contra 47 do Corinthians, que ficou também com o vice-campeonato geral.

Hino

Letra e Música - Antônio Guimarães

Em Alagoas surge um clube tricolor. Corinthians,
Corinthians, Corinthians meu novo amor.

Do Quilombo dos Palmares ao azul dos nossos
mares, nasceu a força de um novo canto, sou
Corinthians, sou vermelho, preto e branco.

Sou tricolor, oh, oh... sou tricolor, oh, oh...
eu sou Corinthians, sou vermelho, preto e branco.

E toda sua história será de glória, eu não me
engano salvo o Corinthians Alagoano.

Sou tricolor, oh, oh... sou tricolor, oh, oh...
eu sou Corinthians, sou vermelho, preto e branco.

Estádio

Nelson Peixoto Feijó ("Feijozão"), com capacidade para 10.000 espectadores.

Títulos

  • Campeão Alagoano 2004;
  • Campeão Alagoano da Segunda Divisão 1995 e 1997;
  • Campeão do Torneio Seletivo para a Liga do Nordeste 2003 (disputado em 2002).
  • Vice-campeão alagoano da 1ª. Divisão em 2007
Site

http://www.corinthiansalagoano.com.br

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Paraná Clube


Tudo começou em junho de 1.988, na agência de publicidade do colorado Zeno José Otto, que cuidava da conta de propaganda da firma do pinheirense Waldomiro Perini. Informalmente, o futebol era a pauta das conversas. Até que surgiu a idéia de promover uma pesquisa de mercado, com o objetivo de descobrir o potencial de desenvolvimento da torcida do Pinheiros. A diretoria do clube gostou da sugestão, encomendou o trabalho e, ao receber o resultado, repensou a instituição como um todo. Entre outros dados, a pesquisa revelou que apesar de ter sido finalista dos últimos campeonatos, e de ter ganhado dois deles, o Pinheiros só conseguira reunir um contingente de torcida expressivo dali a 15 ou 20 anos. A partir daquele momento, pinheirenses e colorados começaram a estudar sigilosamente a possibilidade de fusão entre os clubes.

Passaram-se alguns dias até que outro publicitário, Ernani Buchmann, então vice-presidente do Colorado, conseguiu realizar a primeira reunião no escritório de Zeno, na avenida Vicente Machado, bairro do Batel. Da parte do Colorado estiveram presentes Darci Piana, do Conselho Deliberativo, Ernani Buchmann e o ex-presidente Dely Macedo. Do lado pinheirense foram os presidentes dos conselhos Deliberativo e Diretor, respectivamente Jorge Celestino Buso e Antonio Carlos Mello Pacheco, acompanhados dos conselheiros Erondy Silvério e Waldomiro Perini. Darci Piana recorda o primeiro encontro. “Diversas questões foram colocadas em discussão, com simplicidade e objetividade. Foi muito interessante”, lembra.

O deputado Erondy Silvério também gostou da conversa. “Tudo correu bem e nada ficou decidido. Só um ano e muitas reuniões depois é que as coisas ganharam corpo”, conta.

Entusiasmado com a projeção dos acontecimentos, Zeno Otto promoveu uma reunião, algum tempo depois, em uma casa no Parque Barigüi. Reuniu-se o mesmo grupo do primeiro encontro, reforçado de outros influentes personagens, como os colorados Raul e Renato Trombini, além dos pinheirenses Aramis Tissot e Ocimar Bolicenho. Foi a reunião dos 12: seis de cada lado – e Zeno apresentou um estudo inicial com as cores, os símbolos e a camisa do novo clube. O nome Paraná sempre foi unanimidade, já que o Água Verde, antes de tornar-se Pinheiros, e também o Colorado, algum tempo antes, cogitaram utilizar o mesmo nome. Era, portanto, algo comum às duas correntes.

A primeira sugestão, a de uma bandeira verde e branca, com as cores do Estado, foi logo descartada, pela semelhança com as cores do Coritiba Fott Ball Club. Mas Zeno e Ernani haviam trabalhados juntos e caprichado na segunda alternativa: cores azul do Pinheiros, vermelho do Colorado e branca comum a ambos; camisa dividida ao meio em azul e vermelho e uma águia dourada no distintivo. Resultado: causou, de imediato, boa impressão a todos. O pinheirense Jorge Celestino Buso gostou da águia. “A águia americana é poderosa, esperta, sagaz, dominadora”, ressalta. Mas, depois do célebre almoço que selou a fusão, acabaram por optar pela gralha-azul, para concretizar a idéia paranista do novo clube, que tem também a Araucária no emblema e o nome Paraná Clube.

O famoso almoço aconteceu em setembro de 1.988, no restaurante Veneza, no bairro de Santa Felicidade. Compareceram três representantes de cada facção: Darci Piana, Dely Macedo e Raul Trombini do Colorado, e Jorge Celestino Buso, Aramis Tissot e Ocimar Bolicenho do Pinheiros. Ali foram aprovados o nome, as cores, a camisa, os símbolos e a distribuição patrimonial. Raul Trombini teve que sair antes do final da reunião que se resumiu no histórico guardanapo de papel, o primeiro documento escrito do novo clube.

No hino, foram mantidos os slogans dos dois clubes. Nas obras, o brado do Pinheiros: O Poder da Realização; e no futebol, o grito do Colorado: A Alegria do Povo. Para mobilizar a torcida boca-negra ficou definido como local oficial dos jogos o estádio Durival Britto e Silva, e a sede oficial na Avenida Kennedy. E partiu-se daí, para a oficialização do processo.

O primeiro teste de aceitação da idéia foi a realização de um jantar no qual foram convidados 50 conselheiros do Colorado e outros 50 do Pinheiros – os mais influentes dos dois lados. Darci Piana e Antonio Carlos Mello Pacheco fizeram uso da palavra e Jorge Celestino Buso, presidente do Conselho Deliberativo do Pinheiros, como anfitrião do encontro, puxou os sentimentos históricos das duas alas e encerrou a reunião em alto astral.

Dali em diante, Piana e Buso passaram a reunir-se periodicamente para discussão de todos os detalhes da fusão, e foi criada uma Comissão de Estudos para o estatuto do novo clube. A escritura pública da ata de fusão é de 19 de dezembro de 1.989. Foram mantidos os 49 conselheiros vitalícios do Ferroviário, Britânia e Palestra, oriundos da fusão que deu origem ao Colorado, entre os novos 200 conselheiros do Colorado no ato da fusão com o Pinheiros. Este, que não possuía os vitalícios, criou 46, que somados aos demais 154 nomes, completaram o grande conselho do Paraná Clube com 400 membros.

Após seis meses de estudos para a montagem dos estatutos foi escolhida a data da Emancipação Política do Estado do Paraná, para a realização das duas assembléias gerais que decidiram o surgimento oficial do Paraná Clube. Na Vila Capanema, de aproximadamente 600 colorados, apenas dois votaram contrariamente a fusão, enquanto que na sede da Kennedy, de 2.800 pinheirenses, apenas 81 manifestaram-se contra a união.

Uma comissão do Colorado, liderada por Darci Piana, presidente do Conselho Deliberativo, deslocou-se da Vila Capanema para a avenida Kennedy, onde foram recebidos pelos pinheirenses no final da assembléia. Mello Pacheco, em gesto de amizade, passou a presidência do Conselho para Piana e verificou-se a ovação de todos, confirmando-se a seguir o nome de Aramis Tissot como primeiro do Conselho Diretor do Paraná Clube. Ficou registrado também, que o Paraná Clube teria dois patronos: Orestes Thá e Durival Britto e Silva.

Origens do Paraná Clube

O PARANÁ CLUBE foi fundado em 1989 pela fusão de dois dos principais times do estado do Paraná: Esporte Clube Pinheiros e Colorado Esporte Clube. Mas estes dois times também têm uma história própria, igualmente nasceram de fusões de outros times, que dominavam o futebol paranaense da época.




SAVÓIA FUTEBOL CLUBE

Em 14 de julho de 1914, um grupo de desportistas do bairro do Água Verde, em Curitiba, adquiriu um vasto terreno na Vila Guaíra e fundou o Savóia, clube voltado para os jovens da região. A agremiação permaneceu ativa até 1942, quando, devido à II Guerra Mundial, alterou seu nome e escudo, passando a chamar-se EC Brasil.



ESPORTE CLUBE BRASIL

Mal o E.C. Brasil surgiu e já começaram os problemas: o clube sofreu pressões do Conselho Nacional de Esportes para mudar o nome novamente. A razão era que muitos clubes utilizavam o mesmo nome. Dois anos mais tarde, outra mudança: surgiu o EC Água Verde.


ESPORTE CLUBE ÁGUA VERDE

Com o nome do bairro onde se situava sua sede, nasceu em 1944 o Água Verde que veio a se tornar um dos mais tradicionais clubes do estado, sagrando-se campeão estadual em 1967. Seu patrimônio crescia, ao mesmo tempo em que revelava inúmeros jogadores. Em 1971, pretendendo uma maior projeção nacional, mudou seu nome para Esporte Clube Pinheiros.



ESPORTE CLUBE PINHEIROS

A origem do Pinheiros está no longínquo ano de 1914, quando foi fundado no dia 14 de julho, na região do Borghetto, no bairro da Água Verde, o Savóia Futebol Clube. Os fundadores, descendentes de italianos, resolveram homenagear a família real italiana - Casa de Savóia - com o nome do clube. As cores do clube eram, obviamente, a da bandeira da Itália (verde, vermelho e branco). O primeiro presidente foi Traquino Todeschini, tendo como fundadores Luiz Perolla, Antonio Cavichiolo, Alexandre Gutierrez, Felizberto Passos, os Turin, entre outros. No mesmo ano de 1914 e no mesmo bairro, foi fundado o Esporte Clube Água Verde, no dia 17 de dezembro. O Água Verde adotou como cores o verde e o branco.
Doze anos mais tarde, em 1926, os dois clubes do mesmo bairro uniram-se, sob o nome Savóia-Água Verde. Durante a II Guerra Mundial, no dia 3 de março de 1942, o então Savóia-Água Verde foi obrigado pelo governo federal brasileiro a mudar seu nome para Esporte Clube Brasil, já que o país havia declarado guerra à Itália, e o nome "Savóia" era uma clara homenagem àquela nação. O Brasil tinha uniforme branco, com as cores brasileiras no escudo, que continha o mapa do Brasil.
Dois anos depois, em abril de 1944, o governo proibiu a utilização do nome "Brasil", e o clube então passou a se chamar novamente Esporte Clube Água Verde, com as cores verde e branca. No dia 15 de agosto de 1953 o Água Verde inaugura o Estádio Orestes Thá, na Vila Guaíra. Nos idos de 1960, o Água Verde, sabedor de que suas cores eram iguais às do Coritiba Foot Ball Club, passou a jogar com camisas azuis e brancas.
Finalmente, em 12 de agosto de 1971, por plebiscito, modificou-se o nome do clube para Esporte Clube Pinheiros. O Pinheiros inaugura, no dia 7 de setembro, a Vila Olímpica do Boqueirão, em jogo contra o Coritiba, válido pelo Campeonato Paranaense. O Pinheiros vence por 1 a 0, com um gol de cobrança de falta de Toninho Vieira.
O Pinheiros, chamado de "O Leão da Vila Guaíra", também soube se impor nos campos de futebol. Consagrou-se campeão paranaense em 1984 e 1987. Disputou o campeonato brasileiro de 1986, chegando em 57º lugar, dentre 80 clubes.


COLORADO ESPORTE CLUBE

O Colorado também se originou da uma junção: no dia 29 de junho de 1971, três clubes fundiram-se, e daí nasceu o Colorado. Na época, o "Tricolor da Vila Capanema" jogou várias vezes nos campeonatos paranaenses e consagrou-se Campeão Paranaense em 80. Também andou aparecendo nos campeonatos brasileiros: de 1978, onde ficou em 47º lugar dentre 74 clubes; de 1979 - 31º lugar dentre 94 clubes (recorde de equipes disputando um campeonato brasileiro); de 1980, chegando em 19º lugar, em uma disputa que teve 44 equipes; de 1981, em 20º lugar; e de 1983, onde ficou na 15º posição.

Os times que originaram o Colorado aparecem aí:



C
LUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO

Foi fundado em 1930. Tornou-se um dos mais populares clubes do estado. Foi Octacampeão paranaense, nos anos de 37, 38, 44, 48, 50, 53, 65 e 66. Dominou o futebol paranaense por mais de 20 anos, possível razão de sua popularidade. Em 67 foi o primeiro representante paranaense em uma competição nacional, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa.


BRITÂNIA SPORT CLUB

Nasceu em 1914 no bairro do Guabirotuba, em Curitiba, da fusão entre o Leão Futebol Clube e o Tigre Futebol Clube. Entre 1918 e 1923 foi seis vezes campeão paranaense. Em 1928, conquistou seu último campeonato. Depois disso, carente de futebol e de bons resultados, fundiu-se com outros dois clubes para preservar seus feitos.



PALESTRA ITÁLIA

Foi fundado em 1921 por imigrantes italianos. Dominou o futebol do Paraná na década de 20, ao lado do Britânia. Foi campeão paranaense nos anos de 1924, 26 e 32.

A história do Pinheiros e do Colorado termina no dia 19 de dezembro de 1989, quando esses clubes se uniram, dando origem ao PARANÁ CLUBE.


Primeira equipe

Rubens Minelli, tricampeão brasileiro – 75 e 76 pelo Internacional e 77 pelo São Paulo, foi o primeiro técnico contratado para dirigir o Paraná Clube. Nome bastante respeitado no cenário nacional, trouxe consigo uma qualificada comissão técnica.

Com Minelli, veio o auxiliar e treinador de goleiros Valdir de Moraes, famoso goleiro do Palmeiras na década de 60, com diversas passagens pela Seleção Brasileira, tanto como atleta como membro de comissões técnicas. Luiz Carlos Neves foi o responsável pela preparação física do elenco, Francisco Vicente dos Santos como médico, e Moacir Medeiros como massagista. Francisco José Pires, o Chiquinho, era o supervisor. Joaquim Cirino dos Santos foi vice-presidente do departamento de futebol profissional nos dois primeiros anos, enquanto Emerson de Andrade, o Paulista, o diretor de futebol.

Rubens Minelli recorda do trabalho inicial de preparação da equipe para seu primeiro campeonato, em 1990. “Foi um momento ao mesmo tempo difícil e gratificante, pois sabíamos do potencial do clube e tratamos de dar o melhor para equacionar o problema de seu elenco. Recebemos cerca de 50 jogadores, vindos do Colorado e do Pinheiros, mesclados entre atletas mais experientes e garotos revelados nas categorias de base”, conta. Em sua primeira tentativa, pelas dificuldades naturais de formar um time competitivo em pouco tempo, Minelli não conseguiu levar o Paraná Clube ao título, mas retornou quatro anos depois para ajudar o tricolor na conquista do bicampeonato. “É, o futebol tem dessas coisas. Fui convidado praticamente para terminar a campanha e encontrei o elenco um tanto desajustado, mas convencido de sua capacidade técnica. Conversamos, acertamos as peças e os resultados apareceram rapidamente, culminando com o título de campeão naquela final com o Londrina, na Vila Olímpica”, relembra o treinador.

Em 1991, o Paraná conquistou o primeiro título de sua história, com menos de dois anos de existência. Sob o comando de Otacílio Gonçalves, a equipe precisava apenas de um empate para se sagrar campeã paranaense e conseguiu o feito, após uma partida dramática contra o rival Coritiba. O alviverde saiu na frente com um gol de Norberto, mas os paranistas conseguiram a igualdade aos 19 min do segundo tempo, com um gol do lateral-esquerdo Ednelson e ergueram o caneco.

A primeira conquista do time em campeonatos nacionais aconteceu no ano seguinte, em 1992. A diretoria do Tricolor manteve a base campeã estadual no ano anterior e esse foi um dos principais trunfos da equipe, que fez uma boa campanha na Série B e garantiu o título brasileiro, ficando na frente de clubes como o Vitória e o Santa Cruz.

A sina de campeão não deixou o time, em 1993, mais uma vez o clube venceu o Paranaense e colocou mais um troféu em sua galeria. O feito se repetiria por mais quatro vezes – 94, 95, 96 e 97 - levando o Paraná ao Pentacampeonato estadual e consagrando o recém-criado time de futebol.

Nos cinco anos de êxitos consecutivos, o rival Coritiba foi batido por duas vezes, ambas por 1 a 0, em 95 e 96. Nas outras finais, o Tricolor bateu o Matsubara, Londrina e União Bandeirante, respectivamente.

O time ia bem nas competições regionais, mas no âmbito nacional a situação não era a mesma. A equipe nunca se estabilizou entre os “grandes” do país e por conta disso, sempre lutou contra o rebaixamento. Em 1999, o fantasma do descenso assombrou os paranaenses e se instalou na Vila Capanema, resultando na queda do Paraná para o segundo escalão brasileiro.

No ano seguinte, com a criação da Copa João Havelange e seus módulos caracterizados por cores, o Paraná voltou à elite, após vencer o Módulo Amarelo, equivalente a segunda divisão. Na final da competição, os paranaense bateram o São Caetano por 4 a 2, na soma dos dois jogos (1 a 1 no primeiro jogo em Curitiba e 3 a 1 na segunda partida no Palestra Itália).

O Paraná em toda sua história disputou quatro vezes torneios continentais. O primeiro foi em 1999, mas o time desprestigiou a competição e utilizou apenas jovens jogadores, acabando eliminado na segunda fase.

Os paranaenses participaram por duas vezes da Copa Sul-Americana, segunda competição mais importante do continente. Em ambas as ocasiões, em 2004 e 2006, foi eliminado ainda na primeira fase. Na primeira vez, o Tricolor perdeu para o Santos e na segunda acabou derrotado pelo rival Atlético Paranaense.

Apesar da má campanha na competição internacional, o ano de 2006 foi um dos melhores da história do Paraná. No campeonato estadual, a equipe voltou a conquistar o certame após empatar por 1 a 1, com o ADAP na final, onde podia perder por até 2 a 0.

No Campeonato Brasileiro do mesmo ano, a equipe terminou sua participação na quinta colocação, obtendo, pela primeira vez, uma vaga para a Copa Libertadores da América de 2007.

O ano de 2007 parecia que entraria para a história do tricolor, mas será lembrado negativamente por torcedores e dirigentes do clube. Na Copa Libertadores, alcançou as oitavas de finais do torneio, mas acabou eliminado pelo Libertad, do Paraguai, após perder em casa por 2 a 1 e empatar o segundo jogo por 1 a 1, em Assunção.

O pior estava reservado para o Campeonato Nacional. Mesmo fazendo de Josiel o artilheiro da competição com 20 gols, o time não conseguiu se manter na elite do futebol brasileiro e acabou rebaixado para Série B, após encerrar sua participação na penúltima colocação com 41 pontos, em 38 jogos, sendo 11 vitórias, oito empates e 19 derrotas.

Estádio

Durival Britto e Silva ( Vila Capanema)

O Estádio Durival Britto e Silva, também conhecido como Vila Capanema é um estádio de futebol brasileiro localizado em Curitiba e pertencente ao Paraná Clube.

Inaugurado em 23 de janeiro de 1947, o estádio tem capacidade para 20.083 torcedores e mede 110 m por 70 m. O maior público já registrado foi na partida CA Paranaense 3, Santos FC 2, em 8 de setembro de 1968.

Erton Coelho de Queiroz (Vila Olímpica do Boqueirão)

Atualmente o Estádio Érton Coelho de Queiroz, mais conhecido como Vila Olímpica, é utilizado pelas categorias de Base do Paraná Clube, único time Brasileiro a ter um estádio exclusivo para as categorias de base.

Com capacidade para 15.000 pessoas, o estádio foi palco dos Títulos Estaduais de 1994 e 1997. No título de 1997, a torcida do Paraná estabeleceu o recorde de público deste estádio, 18.245 torcedores, no jogo Paraná 3x0 União Bandeirante.

Títulos

Campeão Brasileiro da Segunda Divisão em 1.992 e em 2.000 (Copa João Havelange – Módulo Amarelo).

Campeão Paranaense em 1.991, 1.993/94/95/96/97, 2.006.

Hino

Autores: João Arnaldo e Sebastião Lima

Paraná já nasceste gigante És o fruto de luta e união
Tens a força, o arrojo, a imponência
E o poder da realização

Nas três cores do teu estandarte
Tão altiva está a gralha azul
Que plantou neste solo tão fértil
Esta grande potência do sul

Meu Paraná... meu tricolor
Teu pavilhão simboliza
Em cores tão vivas
A garra e o amor

Meu Paraná... meu tricolor
Eu sou a camisa doze
Que tanto te ama
Sou teu torcedor

Tua origem coberta de glória
É que faz teu imenso valor
Teu destino é vitória, vitória
Salve o meu esquadrão tricolor

Paraná és guerreiro valente
E do esporte a maior razão
Verdadeira alegria do povo
Paraná clube do coração

Meu Paraná... meu tricolor
Teu pavilhão simboliza
Em cores tão vivas
A garra e o amor

Meu Paraná... meu tricolor
Eu sou a camisa doze
Que tanto te ama
Sou teu torcedor


Mascote

A mascote do Paraná é uma imponente gralha azul, ave muito comum na região sul do país, devido ao grande número de araucárias, ou Pinheiro-do-paraná, arvore típica do Estado e habitat do animal.

Site

http://www.paranaclube.com.br

Esporte Clube Flamengo

O Esporte Clube Flamengo foi fundado em 08 de dezembro de 1937 por Raimundo de Arêa Leão, que mais tarde se tornaria Senador da República. O clube foi obviamente inspirado no Clube de Regatas do Flamengo, já uma grande equipe na então capital federal Rio de Janeiro, do qual Leão era torcedor fanático.

Quatro dias depois o Flamengo fazia sua estréia, diante do Militar, utilizando um jogo de uniformes que fora enviado pelo próprio rubro-negro carioca. Resultado? Derrota de 11x0. Leão ficou tão enfurecido que pôs fogo na camisa do clube, e teve que solicitar um novo jogo de uniformes ao Flamengo "original" dias depois.

Um campeão na era do Amadorismo
O Flamengo conqustou os Campeonatos Piauienses de 1942, 1943, 1944 e 1947, intercalando as conquistas com mais um homônimo de clube grande, o Botafogo Esporte Clube de Teresina, capital do estado. O título de 1947 acabou sendo o último antes de um grande jejum: 17 anos sem conquistas. A seca do Flamengo só foi quebrada em 1964 com seu título estadual, seguido do bicampeonato em 1965. O grande responsável deste jejum rubro-negro foi o seu rival tricolor, o Ríver. Fundado em 1946, o Ríver ganhou seu primeiro título em 1948 e entre 1950 e 1963, conquistou 13 dos 14 Campeonatos Piauienses realizados. O Flamengo ganhava um rival e o clássico passou a se chamar "Rivengo".

Óbvio que o Ríver se tornou a grande pedra no caminho do Flamengo por todos esses anos anos, e o responsável pelo bicampeonato e recuperação rubro-negros não poderia ter sido outro: Jesus! O presidente Jesus Elias Tajra assumiu o clube em 1963 e arquitetou a equipe que conquistou os títulos de 64 e 65, e também não permitiu que novos jejuns fossem estabelecidos: os títulos do Flamengo voltaram a acontecer ao longo da década seguinte: 1970, 1971, 1976 e 1979.

As conquistas permitiram ao Flamengo ganhar projeção nacional, participando da extinta Taça Brasil em 1965 e 1966 e dos Campeonatos Brasileiros em 1976, 1977 e 1978. Para muitos, Jesus Tajra e o Flamengo, quebrando a hegemonia do Ríver, deram também uma nova cara ao futebol piauiense.

A decadência
As décadas de 1980 se seguiram, com títulos intercalados em 1984 e o segundo tri-campeonato da história do clube, em 1986/87/88, além de participações nos Campeonatos Brasileiros de 1980 e 1985. O Flamengo nunca passou do 36º posto na competição nacional - este, por sinal, foi conquistado justamente em 1985, derradeira participação do clube no Campeonato. A fórmula de disputa da competição mudou e os campeonatos estaduais deixaram de ser o critério de classificação - e, mesmo que fossem... o Flamengo voltou a amargar novo jejum. Nada de títulos por toda a década de 1990, dando início à decadência de um dos mais tradicionais clubes do Piauí. O Piauiense de 1988 foi o último que o Flamengo conquistou em mais um longo período de escassez: 15 anos em branco. Nesse período, o rubro-negro viu seu rival Ríver ganhar novos adversários, como o Parnahyba Sport Club, a Sociedade Esportiva Picos, o 4 de Julho Esporte Clube e a Associação Atlética Cori-Sabbá.

Em 2003 o Flamengo conquistou seu último título estadual, saindo do jejum de 15 anos. Também foi o último alento de vida do rubro-negro.

Em 2007, foi rebaixado para a segunda divisão estadual. Através de uma manobra inédita, o certame da segunda divisão foi disputado no mesmo ano. Porém, o clube, detentor de 15 títulos estaduais, permaneceu na segundona estadual devido a uma campanha irregular na competição.
Em 2008, conquista o retorno à divisão principal do futebol piauiense, o título da Copa Piauí e a conquista da vaga como representante do Piauí na Copa do Brasil 2009.

Estádio

Gov. Alberto Silva (Albertão) - 60.000 - pessoas e Lindolfo Monteiro - 8.000 pessoas.

Títulos


Campeão piauiense 1939, 1942, 1944,1945,1946, 1964,1965, 1970,1971, 1976, 1979, 1984, 1986, 1987, 1988 e 2003.

Hino
Flamengo, a tua glória é lutar.
Flamengo é o campeão dos campeões

Flamengo é o mais querido da cidade

Flamengo vive em nossos corações

Flamengo é o mais querido da cidade

Flamengo vive em nossos corações.


Eu sou Flamengo

Sou rubro-negro com amor

Eu sou Flamengo

Em qualquer lugar eu sou

Que
m é Flamengo pode dizer
Vencer, vencer, vencer

Juro por Deu
s que sou
Flamengo até morrer.


Salve 8 de dezembro de 37

Foi nessa data que o Flamengo nasceu

Salve a fiel, salve o povão

Salve o Mais Querido do nosso torrão

Salve a fiel, salve o povão

Salve o Mais Querido do nosso torrão.

Flamengo tem mania de ganhar

Flamengo é raça, arte e emoção

Vermelho e preto são as cores mais queridas

Mengo tu és meu e eu sou teu por toda a vida.

Mascote








Raposa


site


http://www.flamengopi.tk/


sábado, 13 de dezembro de 2008

Botafogo Futebol Clube

Seis garotos - Beraldo de Oliveira, Manoel Feitosa, Livonete Pessoa, José de Melo, Edson de Moura Machado e Enoc - foram os fundadores do mais querido clube da Paraíba: o Botafogo. Depois de uma Assembléia de muitos palpites, a 28 de setembro de 1931, eles se decidiram por este nome e fizeram então, a primeira diretoria que foi composta pelos seguintes membros - presidente: Beraldo de Oliveira, vice-presidente: Manoel Feitosa, 1o secretário: Livonete Pessoa, 2o secretário: José de Melo, tesoureiro: Edson de Moura Machado e orador: Enoch Lins.

O palco de tão importante acontecimento foi uma modesta casa, a de no 45, da rua Borges da Fonseca, no bairro do Roger. Hoje, são passados 67 anos. E se o Botafogo cresceu, se ele representa tantas tradições, deve-se muito a uma colaboradora anônima: a senhora Sebastiana de Oliveira, mãe do então fundador e primeiro presidente do clube, Beraldo de Oliveira, que, com amor e carinho, cuidava do filho, do clube e de seus amigos, chegando a utilizar suas poucas economias para ajudar os meninos na compra de material esportivo e com outras despesas.

Mas se o Botafogo perdia, dona Sebastiana de Oliveira sentia mais que os garotos. Foi ela, portanto, a primeira grande torcedora, primeira grande sacrificada pelo clube. Seu exemplo foi seguido, sabendo-se que muitos outros sacrifícios não deixaram apagar a chama de Beraldo de Oliveira.

A caminhada do Botafogo começou no ano seguinte à fundação, quando o clube ingressava na extinta Liga Suburbana. Seu primeiro jogo foi contra o São Bento, de Bayeux, que tornara-se o seu mais terrível adversário. O jogo entre ambos acabou registrando um empate em 2x2, na decisão do Campeonato Suburbano. Este resultado deu o primeiro título ao Botafogo.

O resultado deu mais ânimo ao clube e meses depois dava entrada de um ofício pedindo filiação à extinta Liga Desportiva Paraibana, cujo presidente na época era o Dr. João Santa Cruz. Depois da filiação, o Botafogo passou a pensar na formação de uma boa equipe e como primeiroreforço contratou o goleiro Pagé, que tornou-se uma lenda do nosso futebol.

Além de Pagé, ou saudoso Pagé, o Botafogo trouxe do Palmeiras, Miguel, Nilo, Euclides, Juarez e Humberto Sorrentino. Também chegava para o Botafogo, Tonico - Antônio de Abreu e Lima, que mais tarde seria presidente do clube. Além de Tonico, o Botafogo trouxe do Vasco os atletas Hélio Falcão, Ireno Abreu de Figueiredo e José Laurentino. Mesmo com o time já formado, com a contratação de jogadores do Palmeiras e Vasco da Gama, o Botafogo queria muito mais e conseguiu dois jogadores da região - Júlio Milanez e Misael Barbosa, do Vencedor, um dos rivais do clube botafoguense na época. Com este elenco, o Botafogo formou um timaço e tornou-se uma agremiação respeitada, principalmente porque passou a ser uma equipe mais prestigiada e que seus torcedores passaram a cobrar vitórias, isso em razão da qualidade de cada jogador.

De lá para cá, o Botafogo já viveu momentos de glórias, como também de decepções, amargando fases de declínio técnico e financeiro. Graças aos garotos da época, Beraldo de Oliveira, Manoel Feitosa, Livonete Pessoa, José de Melo, Edson de Moura Machado, e Enock Lins, além dos abnegados de hoje, que o Botafogo está vivo. É um time que possui oitenta por cento dos torcedores da Capital e, porque não dizê-lo, que é o clube mais querido da Paraíba.

A caminhada do Botafogo começou no ano seguinte à fundação, em 1932, quando o clube ingressava na extinta Liga Suburbana. Seu primeiro jogo foi contra o São Bento, de Bayeux, que tornara-se o seu mais terrível adversário. O jogo entre ambos acabou registrando um empate em 2 x 2, na decisão do Campeonato Suburbano. Este resultado deu o primeiro título ao Botafogo.

O título deu mais ânimo ao clube e meses depois dava entrada de um ofício pedindo filiação à extinta Liga Desportiva Paraibana. Depois da filiação, o Botafogo passou a pensar na formação de uma boa equipe e como primeiro reforço contratou o goleiro Pagé, que tornou-se uma lenda do futebol paraibano.

Além de Pagé, o Botafogo trouxe do Palmeiras, Miguel, Nilo, Euclides, Juarez e Humberto Sorrentino. Também chegava para o Botafogo, Tonico - Antônio de Abreu e Lima, que mais tarde seria presidente do clube. Além de Tonico, o Botafogo trouxe do Vasco os atletas Hélio Falcão, Ireno Abreu de Figueiredo e José Laurentino. Mesmo com o time já formado, com a contratação de jogadores do Palmeiras e Vasco da Gama, o Botafogo queria muito mais e conseguiu dois jogadores da região - Júlio Milanez e Misael Barbosa, do Vencedor, um dos rivais do clube botafoguense na época. Com este elenco, o Botafogo tornou-se uma agremiação respeitada, principalmente porque seus torcedores passaram a cobrar vitórias, isso em razão da qualidade de cada jogador.

Nos anos 70, o industrial paulista José Flávio Pinheiro Lima mudou-se para João Pessoa e em pouco tempo assumiu a presidência do Botafogo. São-paulino fanático, acrescentou o vermelho nos estatutos, bandeiras e uniformes, para que o time paraibano ficasse mais parecido com o São Paulo.

CURIOSIDADE

Matador de Tri-campeões

Em 1982, o Botafogo-PB foi apelidado pela revista Placar, como o "Matador de Tricampeões". Essa denominação surgiu devido as vitórias sobre o Flamengo-RJ e o Internacional-RS no Campeonato Brasileiro da Série A. Esses dois clubes, no mesmo ano, tornaram-se tricampeões de seus estados e foram derrotados por um dos melhores elencos da história do Botinha.

De onde saiu o apelido "BELO"

A expressão Belo, apelido pelo qual o clube é carinhosamente chamado por sua torcida, nasceu da vibração de um gol. Ao presenciar um golaço do Botafogo, Antônio de Abreu e Lima (conhecido por Tonico), na época conselheiro do clube, gritou com tanta intensidade e vibração o adjetivo, que levou os torcedores a se unirem e gritarem juntos.

Milésimo Gol de Pelé foi em João Pessoa

Segundo uma reportagem do Jornal Folha de São Paulo, publicada em maio de 1995, houve um erro na contagem do Gol 1000 de Pelé. Ele teria acontecido no amistoso contra o Botafogo - PB, em 14 de novembro de 1969, e não contra o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. É que eles encontraram um gol a mais de Pelé pelo sulamericano Militar de 1959 contra o Paraguai.

Títulos

CAMPEONATOS ESTADUAIS - 1936, 1937 (invicto), 1938, 1944, 1945, 1947, 1948, 1949 (invicto), 1953 (invicto), 1954, 1955, 1957 (invicto),1968, 1969, 1970 (invicto), 1975, 1976 (invicto),1977,1978, 1984, 1986, 1988, 1998, 1999, 2002 e 2003.

Hino

Botafogo Paraibano,

Você é o mais belo e glorioso
que enche de alegria o seu povo
Com tantas glórias e tantas vitórias

Branca, preta e vermelha

Do tricolor do contorno são as cores

Que vibram nas mãos dos torcedores

Em forma de lindas bandeiras
Vamos ganhar o jogo, sim

Vamos dar um olé

Encher os olhos desse povo tod
o
Que está lotando o Almeidão
O nosso tricolor é sempre Campeão

Porque nosso timão tem muito mais vigor.


Estádio


Estádio:

Governador José Américo de Almeida Filho

Nome Popular:

O Almeidão

Local:

João Pessoa-PB

Capacidade:

40.000

Inaugurado em:

09 de março de 1975

Confronto oficial:

Botafogo-PB 0 x 2 Botafogo-RJ

Primeiro gol:

Tiquinho (Bot-RJ). Aos 15 minutos


Mascote

Xerife




ou



Cachorro Xerife







Site


http://www.botafogopb.net

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Figueirense Futebol Clube

A história do alvinegro está associada aos sonhos de um jovem desportista e seu grupo de amigos, que além de entusiastas do remo e do futebol, são motivados pelo desejo comum de criar um novo clube de futebol para a capital. No início do século XX esse jovem ousado, passou a propagar entre seus amigos e demais simpatizantes do futebol, a idéia de criação de um novo clube de futebol na capital dos catarinenses, justamente no momento em que o futebol de Florianópolis e região apresentava-se em declínio com o desaparecimento de algumas agremiações.

Foi da determinação e ideal de Jorge Albino Ramos que nasceu a idéia de fundar o Figueirense Futebol Clube. A única coisa que ele não previa na época, é que o recém fundado, mais tarde pudesse se tornar o mais vezes campeão do estado e uma das forças do futebol brasileiro. Seu primeiro passo foi conquistar a simpatia de seus conterrâneos e igualmente admiradores do futebol, que naquela época já contava com vários clubes no País, especialmente nas capitais dos principais estados. Os parceiros iniciais que formaram um seleto grupo, que tinha em comum, a paixão pelo futebol, foram: Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis.

Com dia e hora marcada para o encontro, em maio de 1921, o grupo que se reunia para as costumeiras conversas sobre futebol, agora eram focadas na criação do novo clube de futebol para capital. Com o cenário da Praça XV de Novembro, os bate-papos do dia-a-dia regados ao delicioso cafezinho dos tradicionais bares do centro de Florianópolis, tinham na sua pauta decisões importantes como a escolha do nome para futura agremiação, suas cores,sede, nomes e cargos da primeira diretoria.

Já no início do mês de junho, João Savas Siridakis, mais conhecido como Janga, defendia a idéia de que o clube deveria chamar-se Figueirense. Defendia tal nome porque muitos dos encontros que tratavam da criação da nova agremiação, aconteciam na localidade da Figueira, situada nas imediações das ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências, local onde persistiu por muito tempo uma bela e robusta figueira que certamente também colaborou para a inspiração de Janga. Os parceiros da idéia definiram o dia 12 de junho como a data que marcaria a fundação da nova sociedade esportiva. Com a data da fundação, o próximo passo foi dado pelo Senhor Ulisses Carlos Tolentino, amigo dos idealizadores, que ofereceu sua residência localizada na rua Padre Roma, 27 para a realização do tão esperado encontro. Com data e local, o grupo logo tratou de ultimar os preparativos para a solenidade e cada um acabou ganhando sua função na histórica reunião, que tomaria as providências necessárias para a criação da nova agremiação.

O livro onde seria redigida a ata de fundação foi prontamente providenciado por Balbino Felisbino da Silva, cabendo a Jorge Ramos, Domingos Veloso e Janga convidarem os demais participantes do encontro além de, em conjunto com o anfitrião Ulisses Tolentino, estabelecer o horário das 19 horas para o início da reunião.

A formação da primeira diretoria aconteceu antecipadamente, com uma reunião preparatória no dia 11 de junho, na barbearia de Jorge Ramos, então situada na esquina das ruas Pedro Ivo com Conselheiro Mafra. Foi nessa mesma reunião, que aconteceu a adesão de João dos Passos Xavier ao grupo. Xavier, que após tomar conhecimento do movimento para fundação de uma equipe de futebol e das pessoas que lideravam tal intento, prontamente acolheu a idéia. O recém chegado João dos Passos Xavier, logo foi convidado pelo grupo para assumir uma posição de destaque, já que segundo decisão do grupo o cargo de presidente estava reservado a ele. Feito o convite a resposta foi afirmativa: " Aceito, porque nenhum figueirense pode deixar de acompanhar seus colegas em ocasiões precisas".

Depois de definidas as atribuições e de nomeado o futuro presidente, chega o tão esperado dia da reunião na residência de Ulisses Tolentino, que daria início a fundação do glorioso clube alvinegro. Com muita motivação e na hora marcada, por volta das 18h30min, os primeiros participantes chegam a reunião que contou com a presença dos Senhores: João dos Passos Xavier, Ulisses Carlos Tolentino, Heleodoro Ventura, Higino Ludovico da Silva, Jorge Albino Ramos, Balbino Felisbino da Silva, Domingos Felisbino da Silva, Bruno Ventura, Jorge Araújo Figueiredo, Domingos Joaquim Veloso, João Savas Siridakis, Carlito Honório Silveira da Silva, Leopoldo Silva, Raimundo Nascimento, Pedro Xavier, João S. Manoel Xavier, Alberto Moritz, Delgídio Dutra Filho, Agenor Póvoas, Joaquim Manoel Fraga, Pedro Francisco Neves e Walfredo Silva.

O domingo de outono do dia 12 de junho, fica então marcado na história do Figueirense, pelo acontecimento da reunião que deu início à fundação da sociedade que tomou o nome de FIGUEIRENSE FOOT BOOL CLUB.

Depois de empossada a diretoria, o presidente eleito pelo grupo João dos Passos Xavier, fez o uso da palavra, ressaltando a dedicação do Senhor Jorge Albino Ramos em liderar o movimento para a fundação do Figueirense F.C., no momento em que o futebol em Florianópolis apresentava-se em decadência com o desaparecimento do Grêmio Anita Garibaldi. Na oportunidade, agradeceu ao Senhor Ulisses Carlos Tolentino por ter liberado as dependências de sua residência, enaltecendo a presença de numeroso grupo de simpatizantes.

Os anos 30 foram os mais gloriosos da história do Furacão e ficou marcado pelo maior número de conquistas estaduais em uma única década, cinco. O primeiro título conquistado pelo clube veio em 1932 e foram seguidos por outros quatro triunfos - 1935, 1936, 1937 e 1939 -, elevando o alvinegro a um dos principais times do Estado logo nos seus primeiros anos de existência.

A década de 1940, apesar de registrar apenas um título estadual em 1941, marcou as primeiras obras de infra-estrutura, visando melhorias no clube. A sede administrativa foi definitivamente instalada no centro de Florianópolis e começou a construção do estádio da Máquina do Estreito, o Orlando Scarpelli, em homenagem a um antigo presidente homônimo.

As décadas seguintes marcaram um período sem títulos estaduais, com apenas conquistas em campeonatos amadores e da cidade, devido à falta de recursos, por conta das obras de ampliação do patrimônio alvinegro e de sua praça de esportes.

No entanto, nos anos 70 o Figueira voltou a brilhar no cenário estadual e deu os primeiros passos no âmbito nacional. Em 1972 a equipe conquistou novamente o título do Campeonato Catarinense. Em 1973 foram concluídas as obras do estádio alvinegro e este ano entrou para a história do Figueira por registrar a estréia do time no Campeonato Brasileiro, se tornando o primeiro clube catarinense a disputar a primeira divisão do país.

No ano seguinte, em 1974, mais uma conquista regional e, em 1975, o time fez sua primeira boa campanha na elite do futebol brasileiro, terminando a competição na 21ª posição entre 42 equipes participantes.

Com o período de vacas magras na década de 80 e no começo de 90, o clube voltou a conquistar títulos apenas em 1995, mas em grande estilo. Nesta temporada, o alvinegro venceu sua primeira competição internacional, a Copa Mercosul, ainda em fase de aprimoramento, com apenas nove equipes participantes. Na final, o time bateu o Joinville e ergueu a taça.

No início do século 21, o Figueirense voltou a ser soberano no cenário catarinense e retomou o domínio regional, após vencer o estadual de 2002, 2003 e 2004, repetindo o tricampeonato da década de 30. Em 2006, mais um título em Santa Catarina, mas este foi especial tanto para dirigentes, torcedores e jogadores, pois fez do clube o maior campeão do Estado com 14 conquistas. Em 2008, o Figueira conquistou o seu 15º título estadual ao derrotar o Criciúma na grande final.

Em âmbito nacional o Figueira também fez boas campanhas e em 2001 foi vice-campeão brasileiro da Série B, garantindo uma vaga na elite do futebol do país em 2002. Dois anos depois, em 2004, outro feito entrou para história do clube. Após o bom desempenho no Brasileirão de 2003, onde terminou na 11ª posição, os catarinenses conquistaram uma das vagas na Copa Sul-Americana e, no ano seguinte, voltaram a participar de competições internacionais.

Em 2007, o alvinegro catarinense esteve perto de ganhar seu primeiro título nacional, mas acabou derrotado pelo Fluminense por 2 a 1 na combinação dos dois jogos da decisão da Copa do Brasil (1 a 0 para os cariocas na primeira partida e 1 a 1 na segunda). Com a derrota, o Figueira perdeu também a oportunidade de disputar pela primeira vez em sua história a Copa Libertadores da América, o mais importante torneio de clubes do continente.

Depois de seis anos na Série A, em 2008 é rebaixado para Série B em 2009.

Estádio

O Estádio Orlando Scarpelli, próprio do Figueirense Futebol Clube, está localizado no bairro mais populoso e de fácil acesso da região metropolitana de Florianópolis, considerada a capital brasileira com melhor qualidade de vida. Os bairros adjacentes ao estádio, na região continental da capital (Abraão, Bom Abrigo, Capoeiras, Coqueiros, Estreito e Itaguaçú) perfazem sozinhos cerca de 12% da população metropolitana. Somados à população da região central e demais bairros da Ilha de Santa Catarina, asseguram uma população circunvizinha equivalente a 35% da região metropolitana.

O Estádio encontra-se localizado a apenas 1 km do Corpo de Bombeiros, Batalhão da Polícia Militar e do Hospital Florianópolis. Desde 1999 vem sendo constantemente reformado e novas instalações foram agregadas ao patrimônio do Clube. Novos vestiários para as divisões de base, alambrados renovados, implantação de catracas eletrônicas com cartões indutivos de acesso, novos banheiros, reforma dos bares, modernização do sistema de iluminação, novas casamatas, colocação de 20 mil cadeiras numeradas em todos os setores, novo gramado com sistema automatizado de irrigação e drenagem, são algumas das obras efetuadas.

Títulos

Campeonato Catarinense: 15 vezes (1932, 1935, 1936, 1937, 1939, 1941, 1972, 1974, 1994, 1999, 2002, 2003, 2004, 2006 e 2008).

Copa Santa Catarina: 2 vezes (1990 e 1996).

Torneio Mercosul (BRA): 1995.

Copa São Paulo de Futebol Jr.: 2008.


Hino Oficial Figueirense Futebol Clube

Avante FIGUEIRENSE
Pra frente Furacão
S'embora esquadrão de aço

És tesouro do meu coração
Tua torcida é garra, é empolgação

Vejo em ti pujança

De um grande esquadrão
Por ti torcemos

Por isso somos alvinegros

A força do Scarpellão
Por ti torcemos

Por ti vibramos

FIGUEIRENSE
És o nosso campeão

Hino Torcida Figueirense Futebol Clube
Vencer ... vencer ... vencer ....
Figueira ... Figueira ...

A tua glória é lutar

E a tua vitória

Tanta alegria nos dá
Tu és o mais querido

És um colosso, é forte de fato ...

Vamos, meu Figueirense

Vencer este campeonato
Tua bandeira quero ver tremular

Com as cores preto e branco sempre a triunfar

E a tua força, mostre no gramado

Meu FIGUEIRENSE adorado
Teu patrimônio é um mundo de riquezas

Com obras de emérito valor

Tens a torcida mais fiel do nosso Estado

Figueira, eu te amo com fervor

Mascote

A mascote do time catarinense é o Figueirinha. Escolhido em 2002, o personagem tem tudo a ver com o nome e o símbolo do clube, a Figueira, presente no centro do escudo da agremiação.


Mascote do Figueirense

A figura faz enorme sucesso com os torcedores mais jovens do time e está presente em campanhas voltadas para esse tipo de público, além de iniciativas de conscientização e meio ambiente.

Site

http://www.figueirense.com.br