quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Marília Atlético Clube

Anos 40 - O Surgimento do clube
O MAC nasceu com o nome de E.C. Comercial, em 12 de abril de 1942, mas o time não foi feliz com o nome de batismo. Perambulou por campeonatos amadores regionais, sem campo e sem sede.
Com o passar do tempo, o então presidente Benedito Alves Delfino, não conseguiu estruturar o clube. O povão não gostava muito do nome Comercial e uma Assembléia Geral, realizada em 11 de julho de 1947, mudou o nome de Comercial para Marília Atlético Clube, elegendo para presidente o farmacêutico Antonio Lourenço, um homem destemido e batalhador, mas que não obteve sucesso. Muitos presidentes o sucederam, sem grandes destaques.
Anos 50 - Crises e a desativação do MAC. Volta o São Bento.
Crise sobre crise, no dia 19 de abril de 1954, o Marília licenciou-se de suas atividades oficiais. Foi quando a velha guarda do São Bento (outro clube da cidade que estava desativado), aproveitando-se do espaço deixado pelo MAC, reingressou nos campos oficiais da Federação Paulista de Futebol. Passou dez anos jogando e perdendo, mas cumpriu brilhantemente a sua missão social ao oferecer entretenimento e algumas emoções à torcida.

Anos 60 - Desativação do São Bento e volta do MAC.
Em 1968, o São Bento desativou-se novamente e se transformou num clube de carteado.
No dia 07 de julho de 1969, alguns amigos se reuniram e deliberaram recolocar o Marília Atlético Clube nos estádios. Foi eleito para presidente Pedro Sola. Um concurso público deu ao MAC o tigre como símbolo.

Anos 70 - Glória e títulos para o MAC.
Em 1971 Pedro Sola conduziu o MAC à Divisão Especial. O time foi Campeão da 1ª Divisão, sendo promovido à divisão de elite do futebol paulista. A cidade fez sete dias de festas e gente que nunca havia se interessado pelo futebol, começou a ir ao estádio.

O MAC entrou no Paulistinha. José Ribamar Motta sucedeu Pedro Sola na presidência. O Paulistinha era uma peneira fina, difícil, que filtrava seis clubes para jogarem contra os times grandes. O MAC não passou em 1972 e 1973 por esses agudos vestibulares.

Em 1974, Pedro Pavão assumiu a presidência e, no primeiro ano de mandato, ganhou o Paulistinha e conquistou o direito de disputar ao lado das grandes potências o Campeonato de 1975.

Em 1974, a federação instituiu o troféu José Ermírio de Morais Filho, destinado a dar atividade aos clubes da Divisão Especial desclassificados e o Marília ganhou esse torneio.
Em janeiro de 79, o MAC sagrou-se campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, vencendo o Fluminense do Rio na final.

Em março, Pedro Márcio Góes Monteiro assumiu a presidência do MAC. No mesmo ano, Pedro Márcio deixou a presidência. Assumiu Alcides Mattiuzo, que ficou até o final do triênio.

Anos 80 - Novos desafios
Nos anos de 1980 e 1981 o MAC passou por dificuldades financeiras. Em maio de 1982, Pedro Pavão assumiu a presidência pela segunda vez, procurando reestruturar o clube. Em 1984 passou o cargo para João Fernandes More e, em dezembro de 1988, Hely Bíscaro assumiu a presidência. Anos 90 - Enfrentando dificuldades Em 1990, o MAC conseguiu subir para a Primeira Divisão para jogar no grupo B (atual A2). Em 1992 o time subiu para disputar o grupo A (atual A1), ao lado dos grandes paulistas. A partir de 1993, sob o comando de Fausto Jorge o time não conseguiu se manter no grupo A ( atual A1) e foi rebaixado para o Grupo B (atual A2). Em 1994, foi rebaixado para a Terceira Divisão (atual A3).

Em 1996, novamente sob o comando de Hely Bíscaro, o time foi rebaixado e disputou a Quarta Divisão (B1-A). Se dentro de campo o time não ia bem, fora dele algumas mudanças foram notáveis, como a ampliação do gramado, cobertura das arquibancadas e a cidade de Marília sendo incluída como sede da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Em 1999 o time conseguiu subir de divisão (para a A3).

Século XXI - Vida nova.
Em 2000, com um bom time, quase o MAC conseguiu o segundo acesso consecutivo, sendo eliminado na semifinal do campeonato. Em 2001, a empresa American Sport assumiu o comando administrativo do clube. José Roberto Duarte de Mayo assumiu a presidência no meio do campeonato, onde o time conseguiu terminar o torneio em 5º lugar, garantindo o acesso à Segunda Divisão em 2002, por causa da criação da Liga Rio - São Paulo.

Na Série A-2 de 2002, o MAC conseguiu sua maior façanha de todos os tempos: a conquista o título Paulista desta divisão, realizando a primeira final de um Campeonato em seus domínios. É o Tigrão voltando à divisão maior do futebol paulista.

No segundo semestre de 2002, após muito tempo o time volta disputar a série C do Brasileirão. Com uma campanha invejável, o time consegue o histórico acesso à Série B do campeonato, ao conquistar o vice-campeonato dentre os 61 participantes, o que credencia o time como uma potência do interior de São Paulo e um time de destaque no cenário nacional.

Depois de 10 anos fora da primeira divisão do Campeonato Paulista, o MAC volta a enfrentar os grandes do Estado em 2003. Após uma fraca campanha na 1ª fase da competição, o time se recupera no rebolo final (para definir os rebaixados) e termina o torneio em 11º lugar, dentre os 21 participantes.

No segundo semestre de 2003, em sua primeira participação no Campeonato Brasileiro da Série B, o Marília ficou em 4º lugar, em um campeonato que contava com 24 equipes. O time ficou atrás somente de Palmeiras, Botafogo-RJ e Sport. Os dois primeiros conseguiram o acesso à Série A de 2004. Foi uma super estréia na competição, a cidade parava nos dias dos jogos e a torcida comparecia em massa no Abreuzão.

Em 2004, o time fez uma modesta participação no Campeonato Paulista, terminando na 9ª posição. Já o Brasileiro da Série B, o time terminou em 6º na primeira fase, mas não conseguiu o tão almejado acesso à elite. Em 2005, foi 13º colocado no geral; em 2006 terminou em 16º, conquistando duas posições acima no Paulistão de 2007. Na série B do Campeonato Brasileiro, em 2005, termina na 5º posição, 9º em 2006, em 2007, termina em 6º, onde perdeu seis pontos por escalação irregular de um jogador, caso contrário, terminaria com a mesma pontuação do Vitória, 4ºcolocado, que subiu para a Série A. Em 2008, após várias campanhas regulares, termina na 17º posição , sendo rebaixado para Série C em 2009.

Títulos
Campeão Paulista de Futebol Profissional da Série A-2 de 2002.
Campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1979.
Campeão Paulista de Futebol Profissional da Primeira Divisão - 1971

Hino
Letra: Douglas Guillen e Ocimar
E... e... o...
É o MAC que chegou
Com raça e tradição
MAC MAC Campeão (bis)

Marília, sua força e sua raça
Toque de bola que alegra essa massa
Alvi-celeste que balança o Abreuzão
Salve, Salve o Tigrão

Azul e branco, a cor da nossa nação
Marília, é você a minha paixão
Essa torcida a ti declara o seu amor
Marília, sempre, sempre vencedor
Estádio
Nome: Estádio Municipal Bento de Abreu - ABREUZÃO.
Dimensões: 108 X 72 metros
Capacidade: 19.500 pessoas
Localização: Av. Vicente Ferreira, nº 152, Bairro Tangará - CEP: 17509-180

Mascote
A luta e raça existentes na figura do Tigre no mundo animal fez o Marília adotá-lo como símbolo do clube. Assim como o animal feroz que ensina o foco, a paciência e a surpresa, o MAC percorreu os caminhos no futebol brasileiro com a mesma disposição.






Site

http://www.mariliaac.com.br/

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Associação Portuguesa de Desportos

No dia 14 de agosto de 1385, as tropas portuguesas, lideradas por D. João, mestre de Avis, derrotaram as tropas de D. João I de Castela em Aljubarrota. A batalha de Aljubarrota é um dos acontecimentos mais importantes da história de Portugal e marcou o início da dinastia de Avis, que permaneceria no poder até 1580.

Quase cinco séculos mais tarde, no dia 14 de agosto de 1920, o jornal "O Estado de São Paulo" anunciava em sua página esportiva:

"No salão nobre da Câmara Portuguesa de Commercio, à rua de São Bento, 29-B, deve realizar-se hoje às 20 e 1/2 horas a eleição e tomada de posse da diretoria da novel Associação Portuguesa de Esportes..."

Em 14 de agosto de 1920, surgia a ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESPORTES, através da fusão de cinco clubes já existentes: Luzíadas Futebol Club, Associação 5 de Outubro, Esporte Club Lusitano, Associação Atlética Marquês de Pombal e Portugal Marinhense.

O pedido de filiação da Portuguesa à Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA) foi deferido no dia 2 de setembro de 1920, mas como não havia mais tempo para a inscrição no campeonato daquele ano, a Portuguesa fundiu-se ao Mackenzie, já inscrito, e participaram juntos do campeonato de 1920.

A Associação Atlética Mackenzie foi o primeiro clube de futebol brasileiro. Fundada em 1898 por estudantes do Mackenzie College, era formada apenas por alunos do colégio. A Portuguesa-Mackenzie disputou os certames pela APEA até 1922.

Em 1923, a Associação Portuguesa de Esportes desligou-se do parceiro e passou a disputar jogos com sua nova denominação. Foi em 1940 que o clube recebeu o atual nome ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DESPORTOS, com sede da Rua Cesário Ramalho.

Quando da sua fundação, a Portuguesa herdou a sede da Rua Domingos Paiva (sede do 5 de Outubro e do Lusíadas) e o campo da Rua Conselheiro Lafayette, Brás, que eram ambos alugados.

Em outubro de 20, a Câmara Portuguesa de Comércio cedeu o 3º andar da Rua São Bento, nº 29-B, para que servisse como sede social. Em 1921, o Campo da Companhia Predial Álvares Penteado, situado na Rua 25 de março, foi reformado e passou a ser utilizado para os treinos da equipe de futebol. Durante as obras de terraplenagem, os jogadores da Portuguesa treinavam às quartas-feiras e aos sábados no antigo campo do Corinthians, na Ponte Grande. Aliás, nesse ano de 1921, os jogadores da Portuguesa eram convocados por anúncios nos jornais, e o clube pagava as passagens de bonde.

Em 1922, a Portuguesa adquiriu o campo de futebol da União Artística e Recreativa Cambuci, situado na Rua Cesário Ramalho, nº 25, Lavapés, e que havia sido construído em terreno da prefeitura. No local já havia muros, pavilhões, cercas, campo gramado e arquibancada, mas foi apenas em 1925 que a APEA oficializou o estádio, permitindo o uso público.

Na inauguração, em 25 de janeiro de 1925, houve dois jogos: Corinthians 4 a 0 no Brás Atlética e a derrota da Portuguesa para o Germânia por 5 a 0.

Em agosto de 1929, foi comprado um terreno na Avenida Teresa Cristina, Ipiranga, que teve sua área ampliada ao longo dos anos. Em 1938, foram adquiridos 11 mil m² em volta do terreno original.

Em 1933, a sede social transferiu-se para o Edifício Martinelli, na Rua São Bento, 8º andar, onde permaneceu até 35, quando mudou-se para a Rua XV de Novembro, nº 18, 2º andar. A sede social mudou-se ainda para a Rua Onze de Agosto, nº 29, no ano de 1938. Esta foi a última sede social da Portuguesa de Esportes.

Em 1940, mudou-se para a Rua do Carmo, 177, 2º andar. O 1º andar do prédio era alugado e contribuia para o orçamento do clube. Nesse mesmo ano começaram as obras de construção do Estádio Municipal do Pacaembu e o lançamento da pedra fundamental do futuro Estádio Dr. Ricardo Severo, que seria construído no terreno da Avenida Teresa Cristina. O nome do estádio seria uma homenagem ao português Ricardo Severo, sócio do arquiteto Ramos de Azevedo. A "Gazeta Esportiva", na sua edição de 10 de junho de 1940, noticiou o fato:

"No bairro da colina histórica, a Associação Portuguesa de Esportes registrou ontem um acontecimento histórico para seu progresso e seu futuro, ao lança, em bela cerimônia, a pedra fundamental do Estádio Ricardo Severo, que ali se erguerá concretizando o máximo ideal do clube representativo da laboriosa colônia lusa de São Paulo"

Entretanto, o estádio nunca seria construído. A Portuguesa passou a disputar suas partidas no Pacaembu e a treinar no Parque do Ibirapuera. No ano de 1942, aconteceu outra mudança de sede social, agora para o Largo de São Bento, nº 25, 1º andar. Foi ainda no ano de 1942 que a Portuguesa vendeu o terreno do Ipiranga por 800 mil réis.

A equipe da Portuguesa de 1935 e 1936 ficou marcada por ter sido bi-campeã paulista, em 1935, a Portuguesa tinha quinze anos de história e venceu o campeonato paulista daquele ano com certa facilidade, foi líder absoluta durante toda a competição, e só não foi campeã invicta daquele ano pois tropeçou no último jogo da competição contra o Ypiranga na rua dos Ituanos.Por causa de seu tropeço a Portuguesa voltou a enfrentar a equipe do Ypiranga numa melhor de três pontos e no primeiro jogo empatou com o a equipe do Ypiranga por 2 a 2, mas na segunda partida impôs uma goleada por 5 a 2 e se tornou campeã paulista de 1935 que aliás foi seu primeiro título. No ano seguinte veio o bi-campeonato estadual, que aliás veio com facilidade, a Portuguesa chegou na final contra o mesmo Ypiranga que enfrentou no ano anterior, só que desta vez não foi preciso uma melhor de três pois a Lusa goleou a equipe do bairro do Ipiranga por 6 a 1. Escalação:Rossetti, Fiorotti e Oswaldo; Duílio, Barros e Mandico; Arnaldo, Frederico, Paschoallino, Carioca e Adolpho.

Em 1951, o então presidente, Dr. Mário Augusto Isaias, comandou o clube a uma excursão internacional, e acabou trazendo da Europa a sua primeira Fita Azul, título concedido a clubes que conseguiam mais de 10 jogos invictos no exterior. E equipe detentora de tamanho prestigio tinha como técnico Oswaldo Brandão e era composta pelos jogadores Nininho, Manduco, Brandãozinho, Paulo Jacob, Muca, Djalma Santos, Pinga, Ceci, Julinho, Aldo, Simão, Leopoldo, Renato, Nino, Carlos e Rubens. Os jogos: Portuguesa 3x1 Fenerbahce, 4x2 e 3x1 Galatasaray, 4x1 Besiktas, 4x1 Seleção de Ankara, ambos na Turquia; 4x3 Atletico Madrid e 1x1 Valencia na Espanha; 5x3 Halsinberg Club, 1x0 Sandra, 3x1 Gotemborg e 3x2 Norkoping, todos da Suécia.

A Portuguesa de 1973 sempre será lembrada por seu título estadual polêmico, que foi dividido com o Santos Futebol Clube, após um erro do árbitro Armando Marques na contagem dos penaltis. A Portuguesa de 73 era um time jovem que jogava de maneira insegura mas com muita qualidade tanto na defesa, quanto no ataque que tinha o centro-avante Cabinho.

Além do Campeoneto Paulista de 1973, a lusa daquele ano conquistou a Taça São Paulo. Escalação: Zecão, Izidoro,Pescuma, Badeco, Calegari, Cardoso, Xaxá, Enéas, Wilsinho, Cabinho e Basílio.

A Lusa manteve a base nos anos seguintes, sagrando-se vice-campeã paulista em 1975, vindo a perder o título nos penaltis Para o São Paulo, após uma vitória de 1 a 0 para cada um dos oponentes nos dois jogos decisivos.

A Portuguesa no Brasileirão 1996

A melhor campanha da Lusa foi o vice-campeonato de 1996, que tinha como time base Clêmer; Walmir, Cesar Augusto, Marcelo e Zé Roberto; Roque, Capitão, Gallo e Caio; Rodrigo Fabri e Alex Alves. O técnico era José Cândido Sotto maior, o Candinho.
Na primeira fase, a Lusa disputou 23 partidas, venceu 11, empatou 3 e perdeu 9. Fez 32 gols e sofreu 29, totalizando 36 pontos e se classificou para as quartas de final na oitava colocação. Nesta fase enfrentou o Cruzeiro/MG (3x0 e 0x1). Na semifinal, jogou contra o Atletico/MG e venceu a primeira partida por 1x0, empatando a segunda por 2x2, classificando-se para a final.

A Primeira partida foi em São Paulo e a Lusa desperdiçou várias chances de gol. Mesmo assim a equipe saiu vencedora por 2x0, o que lhe dava a vantagem de perder até por um gol de diferença.

A segunda partida foi realizada no Estádio Olimpico (Porto Alegre/RS) em 15 de dezembro. Com publico superior a 40.000 pagantes, a Lusa segurou o resultado adverso de 1 a 0 , mas que lhe assegurava o titulo até os 38 minutos do segundo periodo, quando Aílton, fez o segundo gol da equipe gremista.

Títulos

Campeão Paulista: 1935, 1936 e 1973
Campeão Paulista Série A2: 2007
Torneio Rio-São Paulo: 1952 e 1955

Estádio

Apenas em 1956, a Portuguesa adquiriria o terreno do Canindé. Comprado do São Paulo, no local havia apenas uma pequena infra-estrutura, que incluía: um campo para treinos, o restaurante com um salão, vestiários e outras pequenas depedências. Para que pudessem ser realizados jogos no Canindé, atendendo às exigências da Federação Paulista de Futebol, foram construídos um alambrado, um campo oficial e uma arquibancada provisória de madeira, que acabou conferindo ao estádio o apelido de "Ilha da Madeira".

A inauguração aconteceu em 11 de janeiro de 1956, numa partida entre Portuguesa e um combinado Palmeiras-São Paulo. O time do Canindé venceu por 3 a 2, de virada, e o primeiro gol da Portuguesa foi marcado por Nelsinho.

Na gestão de Oswaldo Teixeira Duarte, no dia 9 de janeiro de 1972, foi inaugurado o primeiro anel do Canindé, com capacidade para 10 mil pessoas. O jogo inaugural foi um amistoso entre Portuguesa e Benfica, de Portugal. A Lusa perdeu por 3 a 1, o português Vítor Batista foi o autor do primeiro gol no estádio e Marinho Peres marcou o primeiro gol da Portuguesa. Devido à forte chuva, o árbitro encerrou a partida antes do período regulamentar.

Em 1973, iniciaram-se as obras para a construção do segundo anel, que abrigaria as cabines de imprensa e as cadeiras numeradas.

O estádio foi batizado como "Estádio Independência" e apenas em 1984, por decisão do Conselho Deliberativo, passou a chamar-se "Dr. Oswaldo Teixeira Duarte", em homenagem ao presidente que o havia inaugurado.

Os refletores foram inaugurados em 11 de janeiro de 1981, com a realização do Torneio do Refletores, em parceria com o Banco Itaú. O torneio contava com a participação de Corinthians, Fluminense e Sporting. Na primeira rodada, a Portuguesa venceu o Fluminense nos pênaltis por 4 a 3, após empate de 1 a 1 no tempo normal e o Sporting venceu o Corinthians por 1 a 0. Na final, realizada no dia 15 de janeiro, a Portuguesa venceu o Sporting por 2 a 0, com gols de Caio e Beca.

O recorde de público aconteceu em 8 de dezembro de 1988, na partida Portuguesa x Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, com 19.633 pagantes. As dimensões do campo são de 70,5 x 103,4 metros.

Apesar de ter capacidade para 27.500 pessoas, por determinação da Federação Paulista de Futebol, atendendo exigência da FIFA, o Canindé teve sua capacidade reduzida para 19.717 lugares.

Hino

HINO RUBRO-VERDE (hino antigo)
Letra e música: Archimedes Messina e Carlos Leite Guerra

Você faz parte de uma grande família
Que muito pode se orgulhar.
É a família unida e muito amiga
Da Portuguesa querida.
Muitas obras vai realizar
Pelo esporte brasileiro
Rubro-Verde espetacular.
Esportivo recreativo,
Clube de tradição
É o clube da amizade,
Orgulho da cidade.
Oclube do coração!
Viva a Lusa! Viva a Lusa!
Clube esportivo e social
Portuguesa de Desportos
Orgulho do esporte nacional!


CAMPEÕES (hino atual)
Letra e música: Roberto Leal e Márcia Lúcia

Vamos à luta, ó campeões.
Hão de vibrar os nossos corações.
Da tua glória, toda a certeza.
Que tu és grande, ó Portuguesa.
Vamos à luta, ó campeões,
Há de brilhar a cruz de teus brasões,
E tua bandeira verde-encarnada,
Que é a luz de tua jornada.
Vitória é a certeza
Da tua força e tradição.
Em campo, ó Portuguesa,
Pra nós, és sempre o time campeão.

Mascote

A Severa, primeira mascote da Portuguesa

A Severa é a mais antiga e tradicional mascote do clube. É uma homenagem à fadista portuguesa Dima Tereza que fez grande sucesso na década de trinta e que era conhecida como "A Severa". Em função disso, a Portuguesa bicampeã paulista de 35 e 36 também era conhecida pelos seus adversários como "A Severa".


O Leão, atual mascote da Portuguesa

No final de 1994, a Portuguesa mudou a mascote, que passou a ser o leão vestido com o uniforme do clube. Contudo, para os torcedores mais antigos, esta foi uma escolha infeliz. Segundo levantamento da revista Placar, o leão é a mascote que mais se repete entre os clubes brasileiros. Isto significa que se perdeu um símbolo original e autêntico do clube em função de uma estratégia de marketing, que não tornou o clube mais respeitado ou vitorioso.


Site

http://www.portuguesa.com.br

Clube de Regatas Brasil

O CLUBE DE REGATAS BRASIL é um dos clubes que leva mais torcedores para os estádios. Um torcedor alegre, ansioso por grandes emoções e bons espetáculos. No ano de 1911, fundou-se em Maceió, o Clube Alagoano de Regatas. Uma agremiação cheia das melhores intenções, mas totalmente vazia de meios para cumprir o seu destino. A jóia era de mil réis e a mensalidade de quinhentos mil réis. Sua sede ficava situada na Rua do Comércio, 138. Apesar de se chamar Clube Alagoano de Regatas, não haviam yoles, nem baleeiras, nem remadores. Possuía um punhado de bravos rapazes que desejavam criar um clube esportivo em Alagoas. Entretanto, o novo clube não podia ir a frente, face a pequena receita com jóias e mensalidades. Entre os seus fundadores estavam os jovens Lafaiete Pacheco, Antônio Bessa, Celso Coelho e Alexandre Nobre. O primeiro, procurou junto aos companheiros um aumento nas mensalidades, mas a idéia não foi aceita pela maioria. Desse mal entendido, nasceu o CLUBE DE REGATAS BRASIL.

E foi Lafaiete Pacheco quem procurou Antônio Vianna e explicou sua idéia de criar um clube de regatas na Pajuçara. Aceita a idéia, foram convidados outros sete rapazes para fundar um novo clube em Alagoas. Na Rua Jasmim, na Pajuçara, no dia 20 de Setembro de 1912, foi fundado o CLUBE DE REGATAS BRASIL. Além de Lafaite Pacheco e Antônio Vianna, assinaram a ata de fundação os seguintes desportistas: João Luiz Albuquerque, Waldomiro, Pedro Cláudio Duarte, Tenente Julião, Agostinho Monteiro, Francisco Azevedo Bahia e João Viana de Souza. Os primeiros passos do clube foram dados na regata. Assim, através de Lafaiete Pacheco o CRB comprou, em Santos, sua primeira yole. Duzentos mil réis foi o valor da yole. Os sócios contribuíram com 100 mil réis e os outros 100 foram tomados emprestados. O dinheiro foi remetido através do Banco de Pernambuco e a yole chegou no navio Itapetinga. A primeira garagem foi no quintal da casa de Antônio Vianna, um dos fundadores.

A chegada da yole foi uma festa. Era um barco bonito, moderno, um oito remos com patrão. Os treinos começaram e como existiam somente oito remadores, Lafaiete Pacheco solicitou do Tenente Julião um marinheiro para completar a tripulação da yole. Os treinamentos foram realizados no trajeto marítimo da Ponta Verde para Pajuçara. A compra do oito com patrão sensibilizou os desportistas maceioenses e logo conseguiram novos associados como Domingos Souza, Francisco Quintela, Pedro Lima, Homero Viegas, Eduardo Silveira e mais alguns, que aos poucos, foram formando a grandeza do clube. Os dirigentes do Clube de Regatas Brasil tinham mais um problema: conseguir um local para a construção de uma garagem. O terreno foi logo encontrado. O mesmo onde hoje se situa a sede social do clube. O dono do terreno era Domingos Melo, que a princípio se negava a cedê-los ao clube. Várias tentativas para tentar convencer Domingos Melo foram feitas sem nenhum resultado prático. Até que Lafaiete Pacheco, com sua habilidade, conseguiu convencer o proprietário do terreno, assinando um contrato no qual o Clube de Regatas Brasil seria obrigado a liberar o terreno caso Domingos Melo assim desejasse vendê-lo. O terreno era aberto e foi necessário que novamente os fundadores do clube conseguissem dinheiro para comprar tábuas, cujo gasto foi de 3 mil réis. Assim, o terreno estava fechado e guardava a yole oito remos com patrão, que mais tarde se juntaria a outros barcos.


Estádio da Pajuçara

O Estádio da Pajuçara surgiu na história do Clube de Regatas Brasil de maneira interessante. Quando os irmãos Godim mais Lauro Bahia, José Leite, Abelardo Duarte e outros ingressaram no clube da pajuçara, começou a aparecer o futebol. E tudo iniciou com os "rachas" no meio das ruas da Pajuçara. Como muitas vidraças foram quebradas, a turma sentiu a necessidade de se encontrar um local onde o Clube de Regatas Brasil pudesse jogar futebol, um esporte que começava a mexer com os rapazes alvirrubros. O local escolhido é o mesmo onde hoje se encontra o Estádio Severiano Gomes Filho, o Estádio da Pajuçara. O terreno pertencia à Dona Maria Torres, que arrendou o terreno para o clube por 300 mil réis. Foi preciso muito trabalho para se nivelar o terreno que era cheio de altos e baixos. Mas, todos estavam entusiasmados com o futebol e, aos domingos e feriados, dirigentes junto aos seus atletas, familiares e mais simpatizantes trabalhavam forte para preparar o local para um campo de futebol. Isso aconteceu em 1916. Um ano depois, na gestão de Pedro Lima, começaram as obras para a construção de um Estádio verdadeiro. Antes era somente o campo de futebol.

Na época, havia chegado da Inglaterra, Haroldo Zagalo, pai do famoso Mário Jorge Lobo Zagalo ex-jogador e técnico da seleção brasileira. Ele era considerado um "cobra" e, entusiasmado com o trabalho dos rapazes do Clube de Regatas Brasil, começou a passar seus conhecimentos para os atletas alvirrubros. Também estava em Maceió um alemão chamado Peter, que tinha muita habilidade com a bola e, juntando-se à turma melhorou consideravelmente o futebol no clube da Pajuçara. Estava plantada a semente que mais tarde daria bons frutos.

O primeiro jogo interestadual aconteceu no dia 02 de maio de 1920. O CRB trouxe a Maceió a equipe do Flamengo de Recife. Na época, o rubro-negro pernambucano era uma das melhores equipes daquele estado. Somente no dia 21 de fevereiro de 1921 é que foi lavrada a escritura de aforamento do terreno que até aquela data continuava arrendado. Enquanto isso, os trabalhadores no estádio continuavam. Para alegria de todos, no dia 09 de setembro de 1921, foi inaugurado o primeiro lance de arquibancadas num jogo festivo contra o Centro Sportivo de Peres também de Recife. Na época, as arquibancadas eram de madeira. As grandes arquibancadas de cimento armado somente iniciaram sua construção em 1954. São as mesmas que ainda hoje se encontram no estádio.

Vitórias trazem alegrias, abraços e prêmios. Derrotas trazem dissabores, apenas isso. A maioria dos torcedores e dos críticos são volúveis e ingratos. Hoje, sucesso e aplausos. Amanhã, apuros e esquecimento. Todos os dramas, os sucessos, as vitórias, as derrotas, os títulos, enfim, tudo que o futebol continua nos oferecendo, o velho e simpático estádio da pajuçara sentiu através dos anos. Quantos jogos sensacionais foram ali realizados? Quantas decisões foram disputadas? Quantas emoções foram vividas?

Durante o decorrer dos anos, a torcida ficou acostumada aos desconfortos, aos apertos, às dificuldades para se observar um lance de sensação. É nesse momento que todos se levantam e a visão fica prejudicada para muitos. Mas era gostoso torcer na pajuçara. Era bom sentir seus ídolos de perto, conversar com eles. Quarenta ou Cinqüenta anos atrás, nos intervalos dos jogos, os atletas podiam ir às arquibancadas conversar com seus amigos e namoradas. O jogador sentia o calor do torcedor mais de perto. Para xingar, reclamar, aplaudir e incentivar, a galera ficava junto ao alambrado e os jogadores ouviam os palavrões ou o incentivo mais claramente.

Na Pajuçara os muros eram baixos, havia facilidade para se pular. Muitos, entretanto, preferiam ficar em cima do muro, ou mesmo nos galhos das árvores que ficar perto do campo. E lá, num tremendo esforço para não cair, torciam por seus clubes com o mesmo entusiasmo daqueles que estavam nas arquibancadas. Para conseguir um lugar no muro ou nos galhos das árvores era preciso muita malícia e agilidade.

Um dos dias que o Estádio da Pajuçara mais recebeu público foi quando o Santos de Pelé nos visitou pela primeira vez, em 1965. Já pelas dez da manhã, o estádio começara a receber torcedores. Ninguém queria deixar de ver o Rei do Futebol. Mesmo assim, muita gente ficou de fora. Mas o estádio ficou colorido, cheio de vida, de vibração, de entusiasmo. E todos tinham suas atenções voltadas para o campo de jogo, onde os jogadores corriam para alcançar a bola, giravam no balanço do drible, saltavam para cabecear e os goleiros voavam como pássaros nas bolas altas. Até parecia que todos dançavam ao ritmo dos gritos dos torcedores.

O Clube de Regatas Brasil comemorou intensamente as conquistas dos títulos de 1964 e 1969 em seu estádio, logo contra seu velho e tradicional rival, o Centro Sportivo Alagoano. Foram conquistas memoráveis com vitórias inesquecíveis. Depois, em 1970, surgiu o colosso do Trapichão. Grande, confortável, cheio de vida. O transporte melhorou, os caronas os mesmos, as emoções e os espetáculos, nada mudou. Apenas o conforto levou novos torcedores para o Trapichão. E o Estádio da Pajuçara foi abandonado. Atualmente ele vem sendo reformado, ganhou a mesma grama do Trapichão, está melhorando suas arquibancadas. Tudo para que não se apague da história do futebol alagoano, um dos seus mais importantes cenários.

Títulos

Campeão Alagoano em 1927, 30, 37, 38, 39, 40, 50, 51, 61, 64, 69, 70, 72, 73, 76, 77, 78, 79, 83, 86, 87, 92, 93, 95 e 2002.

Estádio
Severiano Gomes Filho (próprio) - capacidade para 10.000 pessoas

Estádio Rei Pelé com capacidade para 30.000 pessoas.

Hino

Musica : Tavares Figueredo
Letra : Jaime D'Altavila

Ao remo pois nosso norte
De glórias traçado está

Façamos o peito forte

Que a pátria forte será

Argonautas da esperança

Vamos bem longe embalar

Nosso sonho de bonança

Ao mar! Ao mar!

Amemos a natureza

O mar verde e o céu de anil

Avante! Pela grandeza

Do nosso caro Brasil

Nos momentos mais extremos

A pátria em nós terá fé

E o futuro venceremos

Alegres, firmes, de pé

Em nossas veias ardentes

De marujo o sangue corre

Mocidade para a frente

Que a mocidade não morre


Mascote


O mascote adotado pelo clube é o belo pássaro galo-da-campina.







Site
www.crb-net.com.br/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Ipatinga Futebol Clube

O Ipatinga foi fundado em 21 de maio de 1998, pelo empresário Itair Machado. O fundador decidiu criar um time para a cidade pelo fato de Ipatinga possuir o terceiro maior estádio de Minas Gerais, o Ipatingão, mas não ter nenhuma equipe para aproveitar a boa estrutura.

Machado tinha na cabeça o projeto do Ipatinga Futebol Clube, mas não tinha meios de levar à frente a sua idéia. Então o empresário, ex-atleta de Atlético-MG e Cruzeiro, saiu do time que patrocinava, o Social Futebol Clube, de Coronel Fabriciano, cidade vizinha a Ipatinga, e foi em busca de parceiros que pudessem ajudar na fundação da agremiação.

O principal colaborador do projeto foi o presidente do Novo Cruzeiro Futebol Clube, Gercy Mathias, time de futebol amador da cidade de Ipatinga. Além dele, Itair Machado ainda contou com o apoio de Cosme Mattos, um antigo esportista de Ipatinga, Dr. Rinaldo Campos Soares, presidente do Sistema Usiminas, Dr. Ronaldo Monteiro de Souza, presidente do Usisaúde, e Francisco Carlos Delfino, prefeito de Ipatinga.

Para finalmente dar vida ao projeto Ipatinga Futebol Clube, Itair Machado conseguiu registrar o Novo Cruzeiro Futebol Clube na Federação Mineira de Futebol com o nome de Ipatinga Futebol Clube. Em 21 de maio de 1998, nascia então o Tigre do Vale do Aço, que passou a defender as cores da cidade, vermelho, azul, verde e branco.

O clube apresentou um crescimento rápido e já em 2005, sete anos após sua fundação, conquistou o título de Campeão Mineiro superando os tradicionais clubes mineiros: Cruzeiro e Atlético.

Para confirmar que seu aparecimento não era efêmero, quase repetiu o título em 2006, ficando com o vice-campeonato.

A força do Clube voltaria a ser sentida na Copa do Brasil, o segundo título mais importante do país. Ainda no ano de 2006 o Ipatinga chegou às semifinais do campeonato depois de superar as equipes do Botafogo e do Santos (equipes que se sagraram campeãs dos dois torneios estaduais mais importantes do país naquele ano: Carioca e Paulista).

Já era um grande feito para um time recém-criado, mas a equipe do Ipatinga só foi eliminada por um empate e uma vitória do Flamengo, time que, contra o Vasco, se tornou campeão.

Após as belas campanhas no primeiro semestre, o Ipatinga se credenciou como um dos favoritos ao título do Campeonato Brasileiro Série C, torneio que concedeu ao Tigre o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro.

No ano em que disputou a série B pela primeira vez, o Ipatinga garantiu uma vaga na elite do futebol brasileiro. O Tigre fez uma bela campanha e conquistou o vice-campeonato. Com atuações de encher os olhos, o Ipatinga encantou a todos e conseguiu um grande feito: Venceu seis partida seguidas na competição e ainda fez com que o atacante Alessandro fosse o artilheiro da segunda divisão, com 25 gols.

Infelizmente o Ipatinga não foi bem no Campeonato Mineiro de 2008 e, ao lado do Democrata, foi rebaixado e disputará a segunda divisão do Campeonato Mineiro em 2009. No segundo semestre, continuando com seu ano fatídico, terminou na última colocação do Campeonato Brasileiro e foi rebaixado também para Série B em 2009.


Títulos

2000
Campeão Mineiro do Interior

2004
Campeão da Taça Minas Gerais

2005
Campeão Mineiro do Interior
Campeão Mineiro

2006
Campeão Mineiro do Interior
Vice-Campeão Mineiro
Semifinalista e Terceiro Colocado da Copa do Brasil 2007
Vice-campeão Brasileiro da série B

Estádio

Para sediar seus jogos, o Ipatinga conta com o estádio Epaminondas Mendes Brito, mais conhecido como Ipatingão. O estádio é o terceiro maior do estado de Minas Gerais.

Com sua infra-estrutura, o Ipatingão atrai a atenção de outros grandes clubes mineiros, que têm transferido para Ipatinga, alguns de seus jogos em competições nacionais e internacionais. O estádio já sediou clássicos de campeonatos como o Mineiro, Copa Sul Minas, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, Copa Mercosul e Libertadores da América, com transmissão ao vivo por redes de rádio e televisão.

Nome: Estádio Municipal Epaminondas Mendes Brito ( Ipatingão )
Inauguração: 13 de Novembro de 1982
Capacidade de público: 24.500 pessoas

Hino

Com muita raça e glória,
jogando com emoção,
estou falando do Ipatinga,
o time do
meu coração.
Um Tigre com garras de aço,
pronto pra atacar,
representando o Vale do Aço,
em território nacional.

O Ipatinga é fruto desse chão,
o Ipatinga, orgulho dessa nação,
com muita garra e pronta pra vencer,
com a força de tigre,
nunca vamos morrer.

Eu sou Ipatinga com raça e muito amor, onde o Ipatinga for, com muito orgulho eu vou. Em busca de novas vitórias, histórias pra contar, Posso bater no meu peito, Por ter motivos de me orgulhar.

Mascote

A mascote do Ipatinga é o tigre. O animal foi definido como um dos símbolos do clube após uma votação feita na cidade em 1º de junho de 1998. O tigre venceu a votação com mais de 50% dos votos, deixando a águia, segunda colocada, com apenas 25% da preferência.


Site

http://www.ipatingafc.com.br

domingo, 30 de novembro de 2008

River Atlético Clube

O dia 1º de março de 1946 é considerado pelo River é como a oficial de fundação do clube. Um grupo de estudantes do "Ginásio Leão XIII", à época dirigido pelo professor Antilhon Ribeiro Soares, se reuniu, para tratar da fundação de uma sociedade desportiva que tomaria o nome de River Atlético Clube.

Todavia, o projeto não foi posto em prática, haja vista que não ocorreu a sua legalização nos órgãos desportivos competentes, como também não existe registro de qualquer atividade nos anos de 1946 e 1947. O primeiro registro histórico data de 15 de fevereiro de 1948. Nesse dia foi disputado o primeiro jogo foi disputado do River contra o Amarantino. O primeiro gol do River foi marcado, nesse jogo, por Antônio Freire (Freirinho). O jogo foi realizado na cidade de Amarante-PI e o River ganhou por 4x3. Quase um mês depois, em 12 de março de 1948, houve a chamada 'reogarnização' do clube, liderada por Afrânio Messias Alves Nunes (Presidente mais vitorioso do River - 11 títulos). Em 15 de março de 1948, o River já havia sido admitido na Federação Piauiense de Desportos. No mesmo ano, disputou o campeonato da temporada, do qual sagrou-se campeão.

O ano de 1952, era considerado o centenário de Teresina, foi marcado por um torneio que reuniu os times do River e Botafogo (ambos de Teresina), Comercial (de Campo Maior), Ferroviário (de Parnaíba) e Sampaio Corrêa-MA. O River conquistou o titulo ao vencer o Botafogo por 3-2.

Em 1967 o River Atlético Clube inaugura sua sede própria no Bairro dos Noivos, área nobre da Capital Piauiense. Afrânio Nunes, mais uma vez, foi o mentor do projeto da sede.

Em 1973, o River estava há 10 anos sem ganhar um título piauiense. Naquele ano, Afrânio Nunes montou um time mais forte que o Flamengo e Tiradentes, que estavam no auge na época. A decisão foi numa quarta feira à noite, no Estádio Lindolfo Monteiro.

A final foi entre River e Tiradentes que terminou em 0-0 no tempo normal e na prorrogação. A decisão foi para as grandes penalidades e na quinta cobrança Derivaldo marcou o gol que deu titulo ao River. A torcida invadiu o campo e arrancou as traves e levou para sede. Os jogadores do time campeão foram: Nilson, Bruno, Nelson, Osíris e Luizinho; Gerson Andreoti, Chubinho e Derivaldo; Botelho, Cesar e Batistinha.

Por todas as adversidades daquele ano, esse foi considerado o maior time do River de todos os tempos.

Em 1977, foi realizado o maior campeonato piauiense de todos os tempos, quebrando recorde de público e renda, levarando 100 mil pessoas ao Albertão. Na terceira foram 40 mil e o clássico terminou empatado em 2-2. O gol do título foi marcado por Derivaldo.

Títulos

Campeão Piauiense: 27 vezes (1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1973, 1975, 1977, 1978, 1980, 1981, 1989, 1996, 1999, 2000, 2001, 2002 e 2007).
Copa Piauí: 2006.
O campeonato de 1975 foi dividido com a Sociedade Esportiva Tiradentes.

Estádio

O Estádio Governador Alberto Tavares Silva, ou simplesmente Albertão, é um dos dez maiores estádios de futebol do Brasil. Inaugurado em 1973, localiza-se na cidade de Teresina-PI. Tem capacidade para 60.000 torcedores. Possui uma infra-estrutura completa para futebol, atletismo e transmissão de jogos por rádio e TV.

O Estádio Albertão tem imensa importância no futebol do estado do Piauí por ser o único estádio de grande porte do estado. É no Albertão onde geralmente ocorre o maior clássico do futebol do estado, o Rivengo (disputa entre River-PI e Flamengo-PI). Desde a convocação do Barras-PI a enfrentar o Corinthians-SP pela primeira rodada da Copa do Brasil no Albertão o Estádio foi interditado pela CBF e está fechado desde o dia 13/02/2008.

Desde então, vem utilizando o Estádio Municipal Lindolfo Monteiro, também conhecido por Lindolfinho, foi inaugurado no ano de 1944. De lá para cá, o estádio passou apenas por uma reforma em 1964. Com a reforma, o estádio ganhará 1868 assentos plásticos nas arquibancadas, além de 768 cadeiras, dentro dos padrões dos melhores estádios brasileiros. Um placar eletrônico de 15 metros quadrados também será instalado no estádio que passará a oferecer boas acomodações para 6.000 torcedores.

Hino

Avante! Riverino
Com a bandeira

De glória na mão

Lutemos com ardor

Pela vitória do tricolor
Levemos a nossa sede
Que é o orgulho

Do nosso torrão

A taça conquistada

Com heroísmo

A nossa meta

É certa a seguir

É defender o Piauí

Com o nome do tricolor

Em qualquer lugar

Gritando gol!

E ainda Proporcionamos

Um meio social,
Sem igual.

Mascote - Galo










Site

http://www.riverac.com.br/
-
fora do ar

sábado, 29 de novembro de 2008

Gurupi Esporte Clube

O Gurupi Esporte Clube, foi fundado em 13 de junho de 1988, sendo daí em diante, uma das principais equipes de futebol profissional do estado do Tocantins.
Seu primeiro presidente foi Orlando Matos, que ficou no cargo até quinze de março de 1989, passando o comando para Antônio Carlos de Paula Silveira Melo, que presidiu até 04 de fevereiro de 1995, quando tomou posse Josimar de Figueiredo. Posteriormente assumiu o ex-vereador Júlio Kenner, sendo seu sucessor Francisco Idejair Viana Macedo. Também já exerceu o cargo de presidente Carlos Café, Carlos Barcelos e Valnir Soares, entre outros.
Atualmente, o presidente é o desportista e presidente da Liga Esportiiva Tocantins Araguaia – LETA, de Gurupi, Wilson Castilho, que foi eleito em 12 de agosto de 2006. O Gurupi Esporte Clube trabalha hoje com equipes nas categorias do sub-13, 15, 17, 20 e profissional. Recentemente, conquistou o vice-campeonato estadual na categoria sub-20. Foi campeão em 2004 , conquistando o direito de ser convidado para a disputa da Copa São Paulo, realizada em janeiro de 2006, ficando sediado na cidade de Santa Bárbara. Em janeiro de 2004 foi campeão da V Taça Internacional de Futebol do Interior Paulista, realizado na cidade de São João da Boa Vista,na categoria sub-18. Com a categoria sub-17, foi vice-campeão em 2004 do Brazil Cup
de Futebol, realizado na cidade de Poços de Caldas, perdendo a decisão nos pênaltis, em 1º de
agosto de 2004. Em 2007, venceu a Copa Sul e o Interestadual, sub-17 e sub-15, além de ter participado da Copa do Brasl de Futebol Feminino, recém-criada pela CBF.
O Gurupi Esporte Clube é também conhecido como “Camaleão do Sul” e é dono dos títulos estaduais de futebol profissional nos anos de 1996 e 1997 vencendo nas finais o Kaburé e o Interporto respectivamente , sendo também vice-campeão no ano de 1995 e 2003.
Atualmente o Gurupi Esporte Clube conta também com o trabalho dos estagiários da Fundação e Faculdade Unirg, instituição de educação superior municipal, que tem dado um forte incentivo ao
Gurupi e aos clubes da cidade. O Gurupi conta também com uma legião de torcedores, exigentes, mas fiéis, que sempre prestigiam o clube nas partidas fora e, principalmente dentro de casa.
O Gurupi Esporte Clube manda seus jogos no estádio Gilberto Resende Rocha, Resendão, com capacidade para três mil torcedores e que já foi palco de grandes vitórias esportivas. O próprio Rei Pelé, quando era ministro, participou do lançamento de um projeto esportivo em Gurupi .
Atualmente, o estádio é administrado pela Fundação Unirg, bem como o ginásio de esportes da cidade.

Evolução dos escudos
Este escudo de 1956 é do primeiro clube de Gurupi que também se chamava Gurupi EC. Em 1988, quando uma dissidência do Olaria de Gurupi resolveu fundar um novo clube, optou pelo mesmo nome: Gurupi.

Títulos

Bicampeão Tocantinense 1996/97

Vice Campeão em 1993/1995/2003/2008

Estádio

Gilberto Resende Rocha (Resendão) - municipal, 6000

Hino

Autor: Adão Ferreira

Meu Gurupi Esporte Clube,
Eu te amo de coração.

Quero ver-te pra frente,
Time pé quente, campeão.
Em Gu
rupi tua brilhante história
Tem muita luta, tem garra, tem glória.
Tua torcida é mais um jogador,
Corrente amor que te leva à vitória.
Meu Gurupi Esporte Clube...(refrão)
Do coração nasce a arma de guerra.
Esbanjas brio com força e vigor.
És verde e branco, és valente, querido,
Time aguerrido, tu és vencedor!

Mascote

Camaleão

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Clube Desportivo Sete de Setembro

Nascido do sonho do desportista Manoel Coca de Oliveira, o 7 de Setembro se originou de um projeto, que tinha por objetivo a criação de uma escolinha de futebol, para atender garotos de Dourados e região.

Este sonho começou a se tornar realidade, a partir do ano de 1994, com a abertura da escolinha, denominada 7 de Setembro, em razão das conversas sobre o projeto terem sido iniciadas no dia 07 de setembro daquele ano.

Após alguns anos, a escolinha ganhou apoio de alguns empresários, que passaram a administrar os trabalhos, oferecendo melhor estrutura para os garotos e, no dia 04 de agosto de 2000, foi fundado de forma oficial, com registro na FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) o Clube Desportivo 7 de Setembro.

A primeira partida oficial, da equipe no futebol profissional do Mato Grosso do Sul, aconteceu no dia 03 de abril de 2005, partida válida pelo Campeonato Estadual da Série B, que terminou com a vitória dos douradenses por 2 a 0, sobre a equipe do Porto, da cidade de Porto Murtinho MS, com gols marcados pelos jogadores Cristian e Michel.

Naquela data começava a ser construída uma história de sucesso e conquistas, iniciada com o primeiro título do clube, que valeu o acesso à Série A do futebol do Mato Grosso do Sul.

Na primeira partida da final em Dourados o 7 de Setembro venceu o Coxim por 1 a 0, gol marcado por Márcio Assis. No segundo jogo, na cidade de Coxim MS, a partida terminou empatada em 0 x 0 e o Clube Desportivo 7 de Setembro conquistava seu primeiro título profissional em Mato Grosso do Sul.

O Clube vem sendo dirigido por um grupo de empresários de vários segmentos da cidade que vêem o esporte como uma das maneiras de ajudar o desenvolvimento sócio-econômico e turístico de Dourados.

Esta é a Diretoria que está empenhada em fazer voltar a alegria e a tradição do futebol em Dourados, revivendo os momentos de glória proporcionados pela rivalidade entre Operário e Ubiratan, principalmente as memoráveis conquistas que encheram de orgulho toda a nossa gente.

O sucesso do Clube Desportivo 7 de Setembro, dentro de campo, é um reflexo do trabalho desenvolvido nos bastidores e para isto o clube sempre mostrou preocupação em oferecer aos seus atletas, uma infra-estrutura ideal, com todas as condições de trabalho e acomodações confortáveis e suficientes para o desenvolvimento de todas as categorias.

O CT – Centro de Treinamento está localizado em uma área de 40 mil metros quadrados, cuidadosamente planejados para nossa realidade esportiva, no CT são realizados os trabalhos da Escolinha (centro de formação de talentos) e o treinamento das equipes profissionais.

O CT do Clube Desportivo 7 de Setembro possui 04 campos oficiais, construídos dentro dos mais modernos métodos de áreas esportivas do país, possuí ainda, área para trabalhos físicos, como a conhecida caixa de areia, área de treinos de fundamento, onde os atletas tem à disposição espaço para treinamento de cobranças de falta, treinamento de goleiros e finalizações.

O CT do 7 de Setembro oferece ainda um alojamento, com capacidade para 25 atletas, utilizado por garotos vindos de outras cidades da região. Neste alojamento os atletas podem usufruir de toda uma estrutura, com quartos, serviços de higiene, refeições e área de lazer.

Estádio

O Fredis Saldivar, conhecido também como Douradão, é um estádio localizado em Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. O Douradão é administrado pelo governo do estado e pela prefeitura de Dourados. Seu nome é uma homenagem à Fredis Saldivar, que doou o terreno onde o estadio foi construído. Atualmente é o maior estádio do interior de MS e o 2º maior só atrás do Morenão, em Campo Grande.

Inaugurado em 1986, o jogo inaugural foi em 12 de abril desse mesmo ano, quando o Ubiratan de Dourados venceu o Mixto de Cuiabá por 4X2. O primeiro gol foi marcado por Ademir Patrício do Ubiratan.

A maior lotação do estádio, que tem capacidade para 30.000,00 pessoas, está atualmente em 18.780 pagantes, em um jogo ocorrido em 17 de julho de 1988 quando Ubiratan e Operário de Campo Grande empataram em 1-1.

O Estádio está localizado à Rua Coronel Ponciano S/N, Bairro Parque Nova Dourados em Dourados-MS.

Outro estádio utilizado pelo clube em algumas partidas ou competições é o Estádio Napoleão Francisco de Souza, pertencente à Leda (Liga Esportiva Douradense de Amadores), que tem capaciadade para 8 mil pessoas, localizado na avenida Weimar Gonçalves Torres, 605 no centro. O Estádio é o mais antigo da cidade de Dourados-MS.

Títulos

Campeão Estadual da Série B de 2005

Hino do Clube

O 7 de Setembro de Dourados,
é o orgulho do povo douradense.

Clube empresa, nasceu líder, nasceu grande, vencedor, polivalente.

O 7 de Setembro de Dourados, vermelho, azul e branco é sua cor
Time joga inteligente, joga pra frente e com muito amor

Sete, sete, Sete de Setembro, Sete, sete, Sete de Setembro,
Vista a camisa e pegue esta bandeira!!!

O 7 de Setembro de Dourados,
é o orgulho do povo douradense.

Clube empresa, nasceu líder, nasceu grande, vencedor, polivalente.

O 7 de Setembro de Dourados, vermelho, azul e branco é sua cor
Time joga inteligente, joga pra frente e com muito amor

Sete, sete, Sete de Setembro, Sete, sete, Sete de Setembro,
Vista a camisa e pegue esta bandeira!!!

Site
http://www.setesetembro.com.br

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Clube Atlético do Porto

No dia 23 de Julho de 1983 , surge o Futebol Clube do Porto, nas cores branco e vermelho, na Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto, em Caruaru (Pernambuco), o clube tinha inicialmente o simples intuito de participar das competições amadoras da Liga Desportiva Caruaruense.O nome do clube, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não faz referência ao seu xará de Portugal, mas sim ao nome de rua onde foi fundado, a Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto.

Assim, nos primeiros 10 anos, o clube teve como filosofia o célebre conceito do Barão de Coubertin : O importante é participar.

Antecipando-se à modernização por que passa o futebol brasileiro desde a aprovação da Lei Pelé, assumiu a presidência do clube o empresário José Porfírio de Oliveira, um apaixonado pelo futebol, que decidiu implantar um ousado projeto: transformar a agremiação, já conhecida como Gavião do Agreste, numa força do desporto pernambucano.

Para tanto, traçou-se como meta inicial a conquista dos títulos em disputa na Liga Desportiva Caruaruense, objetivo este alcançado já no primeiro ano de seu mandato, com a conquista dos títulos de futebol em todas as categorias (adulto e juniores).

Em janeiro de 1994, se profissionalizou com o nome Clube Atlético do Porto, filiando-se à Federação Pernambucana de Futebol. Expressivos resultados e vários títulos foram conquistados já no início da história profissional do clube, fruto de participações brilhantes nos Campeonatos Estaduais e Nacionais.
Na verdade o Clube herdou as cores do antigo também clube da cidade o Atlético Clube Caruaru, pois as suas cores originais eram vermelho e branco.

A primeira partida oficial como profissional foi realizada contra o Ferroviário do Recife, pela segunda divisão do Campeonato Pernambucano de 1994 e foi vencida pelo Tricolor do Agreste por sonoros 6 a 0. Três anos após a primeira partida, o Porto conquistou o vice-campeonato, perdendo para o Sport na final e, no ano seguinte, o feito se repetiu, sendo novamente derrotado pelo Leão da capital.

Em janeiro de 1998 assume a presidência do clube o conceituado empresário Cadmo Matos Barros, um jovem e dinâmico empreendedor com grande trânsito no futebol nacional e internacional, que decide implantar uma filosofia vencedora no Clube Atlético do Porto e transformá-lo em uma fábrica de craques.

Investimentos são feitos na aquisição de equipamentos e na modernização das instalações existentes, ao mesmo tempo que são contratados profissionais de renome no cenário pernambucano e nacional...

Acreditando na juventude, as categorias juvenil e juniores passam a ter tratamento prioritário, tornando o clube um atrativo para jovens de todo nordeste que procuram a agremiação no intuito de mostrar o seu valor.

A partir dai, o Clube Atlético do Porto passa a fazer parte do seleto grupo dos Grandes Clubes do Futebol Pernambucano, sendo os seus confrontos com os demais considerados, pela crônica regional, um clássico do futebol pernambucano.

Atualmente, o Clube Atlético do Porto possui o mais moderno centro de treinamento do futebol pernambucano, que ocupa uma área de aproximadamente 20 hectares, compreendendo.

Títulos
Campeonato Estadual da Segunda Divisão - 2003.
Copa Pernambuco - 1999.

Estádio
Antônio Inácio de Souza, com capacidade para 6000 pessoas, está situado na Rua Heleno Feijó, 50 - São Francisco.

Os times Porto e Central fecharam um acordo de parceria. A partir do Campeonato Pernambucano do próximo ano, o Gavião vai passar a jogar na casa da Patativa. Em troca de ceder o estádio, o alvinegro vai treinar no nino do Gavião, próximo a BR-232. Adiretoria do Porto reclamava do pouco espaço no Antonio Inácio e também discordava do preço cobrado pela Liga Desportiva de Caruaru. O contato terá vaidade de três anos.

Hino

Sou do Clube Atlético do Porto
Clube do meu coração
Suando a camisa
na força da torcida
Somos uma só nação (tricolor)
Sou do Clube Atlético do porto
Meu Gavião (tricolor)
O preto, azul e branco é a nossa bandeira
Cores do meu coração

Meu Gavião do Agreste, mais uma vitória
No teu destino de glória, meu grito de gol (Gol)
Quem é do Porto fica, quem vem não quer voltar
Porto pra sempre será.

No vôo do gavião uma nova história
Bola no pé a jogada é fazer mais um gol (Gol)
Da rua preta és filho, orgulho e tradição
Porto do meu co
ração
Da rua preta és filho, orgulho e tradição
Meu tricolor gavião

Mascote
Gavião

Site
http://www.clubedoporto.com/

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Esporte Clube Tigres do Brasil

O Esporte Clube Poland do Brasil, como foi fundado, teve seu início no dia 19 de janeiro de 2004. O Clube surgiu a partir da parceria junto a Poland Química , empresa de reconhecido sucesso no ramo de produtos químicos para Exploração e Produção de Petróleo, que através desta parceria visa dar vazão as suas ambições esportivas, além da motivação social do projeto no qual estreita a relação da empresa com a comunidade local.
Uma estrutura foi montada no Campo do Piauí, em Xerém, para que pudesse atender algumas necessidades básicas como rouparia, departamento médico e fisioterápico, escritório, reforma da quadra de futsal, entre outras.
Logo nos primeiros meses de fundação um processo seletivo teve início, alcançando no primeiro semestre, a marca de cinco mil atletas inscritos, para que fossem avaliados. Com isso, os idealizadores formaram um grupo de trabalho e começaram a selecionar os atletas.

A idéia surgiu como um grande empreendimento, pois a maior preocupação foi a formação das categorias de base. Cinco categorias foram formadas: pré-mirim (atletas de 7 a 9 anos); mirim (atletas de 10 a 12 anos); infantil (atletas de 13 a 15 anos); juvenil (atletas de 16 a 17 anos); e juniores (atletas de 18 a 20 anos).
Após a seleção dos garotos, deu-se início aos exames médicos com os atletas de todas as categorias, além do acompanhamento nutricional e psicológico. A partir desta estrutura os dirigentes do Clube começaram a pensar em disputar as competições.

Entre março e agosto de 2004, o Clube participou com as categorias pré-mirim e mirim do Campeonato Petropolitano. O pré-mirim sagrou-se vice-campeão da competição, o que lhe rendeu o melhor atleta do torneio. O mirim foi o 3º colocado do campeonato na sua categoria. A obtenção destes resultados incentivou a diretoria a participar de dois torneios internacionais no mês de julho. O primeiro foi a Copa Sul Americana da Paz, em Pereiras, com a categoria infantil. Os meninos retornaram ao Rio com o vice-campeonato e o prêmio de goleiro menos vazado. No segundo torneio realizado também em São Paulo foi a vez do juvenil que ficou com a 4ª colocação da Copa da Paz. A meta, após as competições, era classificar as duas categorias para a Primeira Divisão do Campeonato Carioca. A Seletiva começou em agosto e a preparação deveria ser intensiva, pois somente o campeão e o vice, estariam classificados em uma competição com doze clubes.
A categoria de juniores participou, em maio de 2004, de sua primeira competição, estreando na Copa Rio, contra a equipe do Fluminense, no Vale das Laranjeiras. Para a surpresa de todos, o Poland do Brasil derrubou a escrita de que os tricolores nunca haviam perdido em sua casa, além de quebrar a invencibilidade do Fluminense. Nesta competição, o clube conseguiu chegar entre os oito primeiros, e logo em seguida, participaram da Taça OPG (Otávio Pinto Guimarães), onde não lograram êxito.
Voltando as categorias infantil e juvenil na Seletiva para o Carioca de 2005, chegaram às finais da competição, fazendo os jogos decisivos contra a equipe do Duquecaxiense, que foi a base do Clube Bréscia da Itália, que tem filial no Rio de Janeiro. O Clube conquistou as vitórias nos dois jogos, tornando-se campeão com as duas categorias. Este foi um fato inédito na história do futebol carioca, um clube com nove meses de existência, sendo campeão com duas categorias na mesma competição.
Já em 2005, o infantil fez um bom Carioca chegando até as quartas-de-final. A equipe de juniores teve destaque com a conquista do Torneio Sub-20 de Petrópolis. Invicto na competição, o time fez 17 gols em cinco jogos e teve como artilheiro o até então lateral-esquerdo Éder, que marcou seis vezes. Com a formação do profissional e as pretensões no Estadual da Terceirona as atenções se voltaram para o time principal, que fez uma boa campanha chegando as semifinais do campeonato e terminando na quarta colocação com 27 pontos em 17 jogos. Dezenove gols foram marcados.
No mês de dezembro, o profissional fechou o ano com chave de ouro ao conquistar a Copa Rio 2005. O seu primeiro título com menos de um ano de formação da categoria. Em 12 partidas, foram oito vitórias, três empates e uma derrota, totalizando 27 pontos. O time marcou 20 gols na competição.

Inicialmente foi registrado junto a FERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) como Esporte Clube Poland do Brasil, devido a sua relação de parceria com a empresa. Porém, no final de 2004, em reunião da Diretoria, resolveu-se mudar o nome para Tigres do Brasil. A idéia é fazer com que esta marca se torne uma potência no mercado futebolístico.
Hoje, o Tigres do Brasil tornou-se uma realidade e um dos frutos desse trabalho foi o título da Copa Rio, pois depois do quarto lugar no Campeonato Carioca da Terceira Divisão, a equipe comandada pelo treinador Flávio Silva conquistou o primeiro título profissional do clube com apenas 11 meses de formação. Em 2006 chegou à Segunda Divisão graças a classificação na seletiva realizada de 11 de fevereiro a 29 de março. Na última rodada, já com a vaga assegurada, os tigres venceram o Artsul por 2 a 0, terminando a competição na liderança do Grupo B e ficando em terceiro lugar no ranking geral.

Em 2008, o Tigres ficou em segundo lugar no Campeonato Carioca da Segunda Divisão e vai pela primeira vez participar da Primeira Divisão em 2009.
Com direito a uma atuação de gala, o Tigres do Brasil goleou o Olaria por 4 a 0 em seu CT, em Xerém, e garantiu o inédito acesso à Primeira Divisão Carioca. O clube, que tem apenas quatro anos de existência, chegou à última rodada ainda com chances de título, mas terminou a competição em segundo lugar porque, no mesmo horário, em Moça Bonita, o líder Bangu despachou o Aperibeense com vitória por 2 a 0 e se sagrou campeão.

Títulos

Copa Rio: 2005.
Vice-Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2008.

Hino
Tigres... Tigres.... Só Campeão

Já nasceste sob sinal de ganhador
As tuas garras são um sonho de campeão Da garganta... Seja de um...Seja de milhões são os gritos de um campeão

Tigres somos poucos? Somos muitos onde quer
A camisa verde e branca... Mostarda e preta São as cores das garras de um campeão Vivam uns, vivam todos...Unidos na paixão

Nos campos, nas pistas... Nas águas...
Vejo as tuas garras e os teus gritos se impondo Ao vento e sol... Como não ser o campeão com esta alma cheia de amor...

Seja na chuva,seja no sol ou com a lua
Qualquer campo é uma batalha; uma competição. Somos tigres de alma guerreira, temos sangue de campeão... Nosso destino é muito forte... Quem poderá impedir nossa ilusão de ser campeão

O Grito soa... A luz é forte... Não pode nenhum guerreiro com esta alma se deixar vencer...
Sou tigre forte... Sou tigre até morrer Levante-se e seja muito forte O amanhã por ti chegou Quantas vitórias em tuas garras estão marcadas pela paixão... Tigres tu és o Campeão.

Site
http://www.tigres.com.br

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Esporte Clube Novo Hamburgo

A história do Esporte Clube Novo Hamburgo é uma das mais belas páginas do futebol gaúcho e brasileiro, sempre escrita por pioneiros e abnegados. Esta trajetória inicia no dia 1º de maio de 1911, quando um grupo de funcionários da extinta fábrica de calçados Adams fundou a agremiação. Sempre no Dia do Trabalhador havia um churrasco de confraternização entre funcionários e diretoria no qual, ao final, o futebol encerrava as comemorações. Naquela época, o esporte começava a se preparar para virar preferência nacional e dezenas de clubes se formaram em todo o Brasil. Na mesma noite daquele ano, o grupo, tendo à frente Manoel Lopes Mattos, José Scherer, Aloys Auschild, Manoel Outeiro, João Tamujo e Adão Steigleder decidiu-se pela criação do Anilado, como também é conhecido o ECNH em virtude de suas cores - o azul anil e o branco.

Por muito pouco o clube não se chamou Adams Futebol Clube, mas a corrente vencedora sempre buscou levar o nome da cidade em sua camiseta. Era fundado, então, o Sport Club Novo Hamburgo, que depois viria a ser Esporte Clube Novo Hamburgo. Sua primeira sede ficava na Avenida Pedro Adams Filho, no bairro Pátria Nova, onde hoje se encontra uma madeireira. Este período foi muito curto, segundo os conselheiros mais antigos. Logo depois o alvianil se mudou para o Estádio dos Taquarais, no Centro da cidade, na Rua Major Bender, permanecendo lá até 1953. Lá, em amistosos ou em jogos oficiais, eram as rivalidades que falavam mais alto, suplantando a técnica ou qualquer esquema de jogo, sobretudo quando o confronto era com o Esperança, quando a rivalidade era, não raro, extra-campo.

Em 1942, o Sport Club Novo Hamburgo tinha uma dimensão relevante, a ponto de ter se tornado o vice-campeão do estado do Rio Grande do Sul. Contudo, a pressão exercida pelo Estado Novo naquele período de intensa repressão a representações que remetessem à nação alemã fez-se sentir.Durante a guerra, quem falava alemão não era bem visto pelas autoridades, que impuseram a mudança do nome dos clubes e escolas, além da proibição do uso e do ensino da língua alemã em todas as atividades públicas e, mesmo, privadas.Essa onda de mudança e de aportuguesamento dos nomes chegou mesmo a ameaçar a cidade, que quase mudou de nome para Marechal Floriano Peixoto, em uma homenagem forçada ao Marechal Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro, o segundo Presidente da República do Brasil e um militar de linha dura. O time de futebol, porém, não resistiu à pressão política e houve a transformação do Sport Club Novo Hamburgo em Floriano.

Essa pressão pela mudança de nome pode ser compreendida como uma das manifestações da influência das idéias fascistas no Brasil, especialmente no que se refere a sua perspectiva de uniformização da cultura nacional. Esse nome permaneceria no clube até o final da década de 60, quando o clube retornou às origens, aportuguesando seu nome para o atual Esporte Clube Novo Hamburgo – ECNH.

Em 1947, o Novo Hamburgo conseguiu chegar até a final do Campeonato Gaúcho, quando foi derrotado pelo Internacional. Alguns afirmam que a arbitragem favoreceu a equipe mais tradicional, já que no primeiro jogo o Inter venceu por 1 a 0, com gol de pênalti. Torcedores do time do interior reclamam que a marcação do árbitro foi equivocada, mas isto não impediu o Novo Hamburgo de perder o campeonato. Depois de uma vitória por 2 a 1 no jogo de volta, foi derrotado na prorrogação.

Daqueles anos dourados, restou a lembrança de times recheados de craques, muitos pretendidos pela dupla Gre-Nal e equipes do centro do país. O melhor time deste período - para muitos o melhor time da história - foi montado em 1952 e realizou inesquecíveis apresentações. Neste ano, para se ter idéia, o Renner, de Porto Alegre, foi Campeão Gaúcho, quebrando a hegemonia de Grêmio e Internacional no cenário esportivo do Rio Grande do Sul, mas o Novo Hamburgo, como Floriano, figurou entre as primeiras posições. Após a decisão do título, em um quadrangular histórico, formado por Grêmio, Inter, Pelotas e o Anilado, o ECNH acabou na primeira colocação, um feito fantástico relembrado até hoje pelos saudosistas. O time base de 52 contava com Paulinho; Zulfe, Mirão, Heitor e Crespo; Casquinha, Pitia e Soligo; Niquinho, Martins e Raul Klein. O técnico era Carlos Froner. Em casa ou atuando como visitante, não era tarefa fácil dobrar a equipe formada por craques reconhecidos po r seus adversários. Entre eles, destacava-se Raul Klein, ponteiro-esquerdo habilidoso que fez história pelo país afora depois de vestir a camisa anilada e encantar torcidas de todo o país. Raul chegou à Seleção Brasileira, tendo disputado, juntamente com o goleiro Paulinho, o Panamericano de 1956. O Brasil foi campeão com uma equipe formada, em sua base, por atletas gaúchos, entre eles, nossos craques. Raul disputou várias partidas. Já Paulinho não teve a mesma sorte: foi reserva durante toda a competição. Outros jogadores que por aqui estiveram também vestiram a camisa canarinho, como Josimar, lateral direito polêmico por sua vida desregrada, titular durante a Copa de 1986, no México, com o técnico Telê Santana. Na década de 50, quando a sede dos Taquarais foi vendida, uma área de terra localizada na Vila Rosa foi adquirida. A nova sede, logo batizada de Estádio Santa Rosa, foi inaugurada em 1953 e abrigaria o Novo Hamburgo até os dias de hoje.

O Novo Hamburgo nunca ganhou um Campeonato Gaúcho, mas chegou a vencer algumas competições estaduais disputadas apenas por clubes do interior, sem a presença dos poderosos Grêmio e Internacional. Em 1972, a equipe ganhou o Título do Interior. Nove anos depois, conseguiu chegar perto da principal taça estadual, mas mais uma vez não superou o Inter.

Em 1989, o Novo Hamburgo foi campeão da segunda divisão do Campeonato Gaúcho. Mas sua permanência na elite estadual não durou muito. Foi apenas em 2000, depois de quase uma década sem disputar a primeira divisão gaúcha, que o time venceu mais uma vez a Divisão de Acesso e voltou ao escalão principal. Apenas para cair novamente no ano seguinte.

Finalmente, o Novo Hamburgo foi vice da Divisão de Acesso em 2003 e retornou à elite gaúcha. Desta vez, não voltou a cair, pelo contrário: fez boas campanhas e conseguiu classificação para a Série C do Campeonato Brasileiro, voltando a uma competição nacional depois de 19 anos. E ainda fez bonito neste campeonato, conseguindo chegar no quadrangular final, mas sem subir para a segunda divisão.

Em 2005, o time disputou a Copa do Brasil pela primeira vez, conseguindo classificação por meio da posição final no Campeonato Gaúcho do ano anterior. Na mesma temporada, venceu a Copa Emídio Peroni, considerada uma extensão do Estadual, o que deu uma vaga para o time na Copa do Brasil de 2006.

Nos últimos anos, o Novo Hamburgo segue com boas campanhas do Campeonato Gaúcho. A equipe também está prestes a abandonar seu antigo estádio e se mudar para uma nova casa, acompanhando o processo de modernização instituído pela diretoria da agremiação.

Títulos

Campeão Gaúcho - 2ª Divisão: 2 vezes (1996 e 2000).
Copa FGF: 2005.
Copa Emídio Perondi: 2005.
Campeão Gaúcho do Interior: 1961,1965 e 1972

Hino

Música: Pedro Araújo
Letra: Juracy Araújo

Entoando o hino de glória e amor
Do Esporte Clube Novo Hamburgo
A voz febril da mocidade
Enaltece o seu nome glorioso
Na maior fraternidade

Nos jogos os teus times
Quantas vitóri
as conquistaram
Entre aplausos retumbantes,

Rei dos campos te aclamaram
À luz do sol, vitorioso e radiante

Nos campos do nosso Estado,
Aos beijos rubros da glória,
Sobre as asas da vitória

O nosso clube, nossa terra elevou
E muitas glórias conquistou.

Sobre os fortes defensores,
Que lutam com bravura e todo afinco,
Estenda-se o
céu mais azul,

Mas claro o sol, resplandeça,
Brilhe o Cruzeiro do Sul.


Lutar! Lutar! É o teu lema,
Sempre para a glória.
Jogar! Jogar! E conquistar os louros da vitória.
Vencer! Vencer! É o teu lema
Tão sublime.
E proclamar nosso pendão, é alvi-azul
E sempre há de brilhar, flutuar, viril
Pra grandeza e glória do Brasil.

Estádio

O Estádio Santa Rosa está localizado no Bairro Vila Rosa, em Novo Hamburgo, na Rua Avaí, 119. Os acessos principais são pela BR-116, para quem vem de Porto Alegre, dobrando-se à direita na Rua 11 de Junho, ou para quem está no município, pela Avenida Nações Unidas. Tem capacidade para 17 mil torcedores, dispõe de pavilhão social coberto, campos de futebol sete e de areia, sala de musculação, pista atlética e espaço para departamentos amadores e veteranos. As dimensões do gramado são de 110m x 75m. Dispõe, ainda, de concentração com 10 cômodos para o grupo de jogadores, vestiários (totalmente reformulados), espaço para oito cabines de rádio e dois camarotes.

Em junho de 2001, para evitar que o Santa Rosa fosse à leilão para pagar dívidas trabalhistas recebendo um valor muito abaixo de seu valor de mercado, a atual direção precisou tomar uma medida corajosa: buscou um comprador para o estádio. Essa medida dura, porém necessária para salvar o clube, precisou ser tomada e enfrentada por aqueles que têm no ECNH uma de suas maiores paixões. Demonstrando compromisso com a comunidade, a Aspeur, entidade mantenedora do Centro Universitário Feevale, adquiriu a área por um valor expressivo, garantindo assim a continuidade do clube e de uma história de mais de 90 anos.

Pelos termos do contrato, até 2006 o clube pode utilizar o estádio para treinos e jogos. A partir dessa data e até 2011, o Novo Hamburgo poderá utilizá-lo em partidas oficiais, podendo, se precisar, conforme já expressado pela Aspeur, utilizá-lo por mais um período. O compromisso de encontrar uma nova área e iniciar a construção de nossa nova casa não foi esquecido pela diretoria, que já definiu e adquiriu o local para o novo estádio moderno e funcional que o Nóia terá. O terreno de 5 hectares fica no bairro Liberdade, situado entre as ruas Santa Tereza e Simões Lopes, e será, em breve, a nova casa anilada, tendo já recebido inclusive os primeiros trabalhos de terraplanagem. Para organizar e conduzir esta importante empreitada anilada, uma comissão de empresários e dirigentes foi formada, e conduz todo o planejamento a fim de tornar o projeto viável e sólido para receber toda a ajuda possível da comunidade.

Mascote
Nóia


Site

http://www.ecnh.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Vilhena Esporte Clube

O Vilhena Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Vilhena, no Estado de Rondônia. Suas cores são vermelho e branco.Fundado em 03 de junho de 1991.

O Vilhena participou da Copa do Brasil de 2006, estreando contra o Fortaleza. O clube, jogando em seus domínios, perdeu para os cearenses por 3x1 e foi eliminado no 1° jogo.

Para 2009, disputará a Copa do Brasil, como vice-campeão, já que a Ulbra foi campeã, mas acabou com seu time de futebol.

O diretor do VEC, José Natal Pimenta Jacob, revelou que existe grande possibilidade de uma fusão entre as duas equipes da cidade de Vilhena. Os primeiros entendimentos entre dirigentes do VEC e do CAR já começaram e a idéia e formar uma grande equipe para as próximas competições estaduais.

Segundo Natal, a equipe do CAR teria que obrigatoriamente participar no próximo ano da segunda divisão para não correr o risco de ter que se desfiliar da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia), mas os dirigentes entendem que em Vilhena não há estrutura para poder manter duas equipes no campeonato profissional.

O CAR que é uma empresa privada ligada a uma transportadora e dirigida pelo desportista João Delfino tem uma grande estrutura, principalmente com escolinhas de futebol. A idéia seria usar a popularidade que a equipe do VEC tem com a estrutura do CAR e fazer disso uma grande equipe.

Para o dirigente do VEC a equipe ainda tem algumas pendengas financeiras para acertar em relação à última participação no campeonato estadual de futebol profissional, mas a quitação é uma questão de tempo.

José Natal acha que esse problema não deve interferir na negociação. A fusão das duas equipes está sendo vista com bons olhos pelos dirigentes das duas equipes e também pela torcida que cobra a três anos o segundo título estadual. Já a prefeitura municipal de Vilhena que tem sido a principal parceira continuará oferecendo suporte financeiro para as próximas competições.

Fonte: Hoje Rodônia!

A diretoria do VEC confirmou nesta terça-feira a parceria com o empresário Diógenes Santini, dono do Centro de Treinamentos do Parque Embratel para mais uma temporada.

A estrutura existente no CT utilizado pelo VEC nos dois últimos anos conta com diversos campos de treinamentos, refeitório, piscina e alojamentos e ao contrário de anos anteriores, com exceção dos atletas que moram em Vilhena, os demais ficarão alojado no CT Embratel, incluindo a Comissão Técnica.

Por outro lado, a diretoria espera poder se reunir com o prefeito eleito José Rover na próxima semana para definir alguns detalhes já com vistas a participação do VEC na Copa Brasil.

Na pauta a construção de seis novas cabines de Rádio e TV na parte nova das arquibancadas do Estádio Portal da Amazônia; reforma dos sanitários e do gramado que neste ano deverá começar um mês antes para poder deixar o Estádio em condições ideais para a estréia na Copa Brasil que deve ocorrer na metade do mês de fevereiro.

Os cartolas do VEC vão solicitar ao prefeito a disponibilidade de um micro-ônibus para o clube durante o período de treinos e o transporte para a realização de vários amistosos como parte da preparação da equipe para a Copa Brasil.

Títulos

Campeão Rondoniense: 2005.

Vice-Campeão Rondoniense: 2006 e 2008

Estádio

O Estádio Municipal de Vilhena “Arnaldo Lopes Martins”, mais conhecido como Portal da Amazônia.Capacidade 5000 lugares.


Hino

composiç
ão: José CechinelQuando surge o Vilhena imponente.
A torcida vai dando o recado.
Sabe bem o que vem pela frente.
Se a vitória não for o resultado.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.
Quero forte um grito de GOL.
Ecoando de punho cerrado.
Não aceito como torcedor.
Se a vitória não for o resultado.
Quando visto a camisa me encanto.
Quá alegria que sente este povo.
Com o time lutando em campo.
E a vitória chegando de novo.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.
Guerreiro que vesta a camisa.
O orgulho que lhe corre nas veias.
Que o respeito no campo precisa.
Quá torcida que o jogo incendeia.
Com o Vilhe
na me sinto feliz.
Nas partidas em todo lugar.
É o time que eu sempre quis.
Pra chegar em primeiro lugar.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.

Apelidos: VEC, Lobo do Cerrado

Mascote: Lobo

Site
http://www.vilhenaesporteclube.com.br/