terça-feira, 25 de novembro de 2008

Esporte Clube Novo Hamburgo

A história do Esporte Clube Novo Hamburgo é uma das mais belas páginas do futebol gaúcho e brasileiro, sempre escrita por pioneiros e abnegados. Esta trajetória inicia no dia 1º de maio de 1911, quando um grupo de funcionários da extinta fábrica de calçados Adams fundou a agremiação. Sempre no Dia do Trabalhador havia um churrasco de confraternização entre funcionários e diretoria no qual, ao final, o futebol encerrava as comemorações. Naquela época, o esporte começava a se preparar para virar preferência nacional e dezenas de clubes se formaram em todo o Brasil. Na mesma noite daquele ano, o grupo, tendo à frente Manoel Lopes Mattos, José Scherer, Aloys Auschild, Manoel Outeiro, João Tamujo e Adão Steigleder decidiu-se pela criação do Anilado, como também é conhecido o ECNH em virtude de suas cores - o azul anil e o branco.

Por muito pouco o clube não se chamou Adams Futebol Clube, mas a corrente vencedora sempre buscou levar o nome da cidade em sua camiseta. Era fundado, então, o Sport Club Novo Hamburgo, que depois viria a ser Esporte Clube Novo Hamburgo. Sua primeira sede ficava na Avenida Pedro Adams Filho, no bairro Pátria Nova, onde hoje se encontra uma madeireira. Este período foi muito curto, segundo os conselheiros mais antigos. Logo depois o alvianil se mudou para o Estádio dos Taquarais, no Centro da cidade, na Rua Major Bender, permanecendo lá até 1953. Lá, em amistosos ou em jogos oficiais, eram as rivalidades que falavam mais alto, suplantando a técnica ou qualquer esquema de jogo, sobretudo quando o confronto era com o Esperança, quando a rivalidade era, não raro, extra-campo.

Em 1942, o Sport Club Novo Hamburgo tinha uma dimensão relevante, a ponto de ter se tornado o vice-campeão do estado do Rio Grande do Sul. Contudo, a pressão exercida pelo Estado Novo naquele período de intensa repressão a representações que remetessem à nação alemã fez-se sentir.Durante a guerra, quem falava alemão não era bem visto pelas autoridades, que impuseram a mudança do nome dos clubes e escolas, além da proibição do uso e do ensino da língua alemã em todas as atividades públicas e, mesmo, privadas.Essa onda de mudança e de aportuguesamento dos nomes chegou mesmo a ameaçar a cidade, que quase mudou de nome para Marechal Floriano Peixoto, em uma homenagem forçada ao Marechal Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro, o segundo Presidente da República do Brasil e um militar de linha dura. O time de futebol, porém, não resistiu à pressão política e houve a transformação do Sport Club Novo Hamburgo em Floriano.

Essa pressão pela mudança de nome pode ser compreendida como uma das manifestações da influência das idéias fascistas no Brasil, especialmente no que se refere a sua perspectiva de uniformização da cultura nacional. Esse nome permaneceria no clube até o final da década de 60, quando o clube retornou às origens, aportuguesando seu nome para o atual Esporte Clube Novo Hamburgo – ECNH.

Em 1947, o Novo Hamburgo conseguiu chegar até a final do Campeonato Gaúcho, quando foi derrotado pelo Internacional. Alguns afirmam que a arbitragem favoreceu a equipe mais tradicional, já que no primeiro jogo o Inter venceu por 1 a 0, com gol de pênalti. Torcedores do time do interior reclamam que a marcação do árbitro foi equivocada, mas isto não impediu o Novo Hamburgo de perder o campeonato. Depois de uma vitória por 2 a 1 no jogo de volta, foi derrotado na prorrogação.

Daqueles anos dourados, restou a lembrança de times recheados de craques, muitos pretendidos pela dupla Gre-Nal e equipes do centro do país. O melhor time deste período - para muitos o melhor time da história - foi montado em 1952 e realizou inesquecíveis apresentações. Neste ano, para se ter idéia, o Renner, de Porto Alegre, foi Campeão Gaúcho, quebrando a hegemonia de Grêmio e Internacional no cenário esportivo do Rio Grande do Sul, mas o Novo Hamburgo, como Floriano, figurou entre as primeiras posições. Após a decisão do título, em um quadrangular histórico, formado por Grêmio, Inter, Pelotas e o Anilado, o ECNH acabou na primeira colocação, um feito fantástico relembrado até hoje pelos saudosistas. O time base de 52 contava com Paulinho; Zulfe, Mirão, Heitor e Crespo; Casquinha, Pitia e Soligo; Niquinho, Martins e Raul Klein. O técnico era Carlos Froner. Em casa ou atuando como visitante, não era tarefa fácil dobrar a equipe formada por craques reconhecidos po r seus adversários. Entre eles, destacava-se Raul Klein, ponteiro-esquerdo habilidoso que fez história pelo país afora depois de vestir a camisa anilada e encantar torcidas de todo o país. Raul chegou à Seleção Brasileira, tendo disputado, juntamente com o goleiro Paulinho, o Panamericano de 1956. O Brasil foi campeão com uma equipe formada, em sua base, por atletas gaúchos, entre eles, nossos craques. Raul disputou várias partidas. Já Paulinho não teve a mesma sorte: foi reserva durante toda a competição. Outros jogadores que por aqui estiveram também vestiram a camisa canarinho, como Josimar, lateral direito polêmico por sua vida desregrada, titular durante a Copa de 1986, no México, com o técnico Telê Santana. Na década de 50, quando a sede dos Taquarais foi vendida, uma área de terra localizada na Vila Rosa foi adquirida. A nova sede, logo batizada de Estádio Santa Rosa, foi inaugurada em 1953 e abrigaria o Novo Hamburgo até os dias de hoje.

O Novo Hamburgo nunca ganhou um Campeonato Gaúcho, mas chegou a vencer algumas competições estaduais disputadas apenas por clubes do interior, sem a presença dos poderosos Grêmio e Internacional. Em 1972, a equipe ganhou o Título do Interior. Nove anos depois, conseguiu chegar perto da principal taça estadual, mas mais uma vez não superou o Inter.

Em 1989, o Novo Hamburgo foi campeão da segunda divisão do Campeonato Gaúcho. Mas sua permanência na elite estadual não durou muito. Foi apenas em 2000, depois de quase uma década sem disputar a primeira divisão gaúcha, que o time venceu mais uma vez a Divisão de Acesso e voltou ao escalão principal. Apenas para cair novamente no ano seguinte.

Finalmente, o Novo Hamburgo foi vice da Divisão de Acesso em 2003 e retornou à elite gaúcha. Desta vez, não voltou a cair, pelo contrário: fez boas campanhas e conseguiu classificação para a Série C do Campeonato Brasileiro, voltando a uma competição nacional depois de 19 anos. E ainda fez bonito neste campeonato, conseguindo chegar no quadrangular final, mas sem subir para a segunda divisão.

Em 2005, o time disputou a Copa do Brasil pela primeira vez, conseguindo classificação por meio da posição final no Campeonato Gaúcho do ano anterior. Na mesma temporada, venceu a Copa Emídio Peroni, considerada uma extensão do Estadual, o que deu uma vaga para o time na Copa do Brasil de 2006.

Nos últimos anos, o Novo Hamburgo segue com boas campanhas do Campeonato Gaúcho. A equipe também está prestes a abandonar seu antigo estádio e se mudar para uma nova casa, acompanhando o processo de modernização instituído pela diretoria da agremiação.

Títulos

Campeão Gaúcho - 2ª Divisão: 2 vezes (1996 e 2000).
Copa FGF: 2005.
Copa Emídio Perondi: 2005.
Campeão Gaúcho do Interior: 1961,1965 e 1972

Hino

Música: Pedro Araújo
Letra: Juracy Araújo

Entoando o hino de glória e amor
Do Esporte Clube Novo Hamburgo
A voz febril da mocidade
Enaltece o seu nome glorioso
Na maior fraternidade

Nos jogos os teus times
Quantas vitóri
as conquistaram
Entre aplausos retumbantes,

Rei dos campos te aclamaram
À luz do sol, vitorioso e radiante

Nos campos do nosso Estado,
Aos beijos rubros da glória,
Sobre as asas da vitória

O nosso clube, nossa terra elevou
E muitas glórias conquistou.

Sobre os fortes defensores,
Que lutam com bravura e todo afinco,
Estenda-se o
céu mais azul,

Mas claro o sol, resplandeça,
Brilhe o Cruzeiro do Sul.


Lutar! Lutar! É o teu lema,
Sempre para a glória.
Jogar! Jogar! E conquistar os louros da vitória.
Vencer! Vencer! É o teu lema
Tão sublime.
E proclamar nosso pendão, é alvi-azul
E sempre há de brilhar, flutuar, viril
Pra grandeza e glória do Brasil.

Estádio

O Estádio Santa Rosa está localizado no Bairro Vila Rosa, em Novo Hamburgo, na Rua Avaí, 119. Os acessos principais são pela BR-116, para quem vem de Porto Alegre, dobrando-se à direita na Rua 11 de Junho, ou para quem está no município, pela Avenida Nações Unidas. Tem capacidade para 17 mil torcedores, dispõe de pavilhão social coberto, campos de futebol sete e de areia, sala de musculação, pista atlética e espaço para departamentos amadores e veteranos. As dimensões do gramado são de 110m x 75m. Dispõe, ainda, de concentração com 10 cômodos para o grupo de jogadores, vestiários (totalmente reformulados), espaço para oito cabines de rádio e dois camarotes.

Em junho de 2001, para evitar que o Santa Rosa fosse à leilão para pagar dívidas trabalhistas recebendo um valor muito abaixo de seu valor de mercado, a atual direção precisou tomar uma medida corajosa: buscou um comprador para o estádio. Essa medida dura, porém necessária para salvar o clube, precisou ser tomada e enfrentada por aqueles que têm no ECNH uma de suas maiores paixões. Demonstrando compromisso com a comunidade, a Aspeur, entidade mantenedora do Centro Universitário Feevale, adquiriu a área por um valor expressivo, garantindo assim a continuidade do clube e de uma história de mais de 90 anos.

Pelos termos do contrato, até 2006 o clube pode utilizar o estádio para treinos e jogos. A partir dessa data e até 2011, o Novo Hamburgo poderá utilizá-lo em partidas oficiais, podendo, se precisar, conforme já expressado pela Aspeur, utilizá-lo por mais um período. O compromisso de encontrar uma nova área e iniciar a construção de nossa nova casa não foi esquecido pela diretoria, que já definiu e adquiriu o local para o novo estádio moderno e funcional que o Nóia terá. O terreno de 5 hectares fica no bairro Liberdade, situado entre as ruas Santa Tereza e Simões Lopes, e será, em breve, a nova casa anilada, tendo já recebido inclusive os primeiros trabalhos de terraplanagem. Para organizar e conduzir esta importante empreitada anilada, uma comissão de empresários e dirigentes foi formada, e conduz todo o planejamento a fim de tornar o projeto viável e sólido para receber toda a ajuda possível da comunidade.

Mascote
Nóia


Site

http://www.ecnh.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Vilhena Esporte Clube

O Vilhena Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Vilhena, no Estado de Rondônia. Suas cores são vermelho e branco.Fundado em 03 de junho de 1991.

O Vilhena participou da Copa do Brasil de 2006, estreando contra o Fortaleza. O clube, jogando em seus domínios, perdeu para os cearenses por 3x1 e foi eliminado no 1° jogo.

Para 2009, disputará a Copa do Brasil, como vice-campeão, já que a Ulbra foi campeã, mas acabou com seu time de futebol.

O diretor do VEC, José Natal Pimenta Jacob, revelou que existe grande possibilidade de uma fusão entre as duas equipes da cidade de Vilhena. Os primeiros entendimentos entre dirigentes do VEC e do CAR já começaram e a idéia e formar uma grande equipe para as próximas competições estaduais.

Segundo Natal, a equipe do CAR teria que obrigatoriamente participar no próximo ano da segunda divisão para não correr o risco de ter que se desfiliar da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia), mas os dirigentes entendem que em Vilhena não há estrutura para poder manter duas equipes no campeonato profissional.

O CAR que é uma empresa privada ligada a uma transportadora e dirigida pelo desportista João Delfino tem uma grande estrutura, principalmente com escolinhas de futebol. A idéia seria usar a popularidade que a equipe do VEC tem com a estrutura do CAR e fazer disso uma grande equipe.

Para o dirigente do VEC a equipe ainda tem algumas pendengas financeiras para acertar em relação à última participação no campeonato estadual de futebol profissional, mas a quitação é uma questão de tempo.

José Natal acha que esse problema não deve interferir na negociação. A fusão das duas equipes está sendo vista com bons olhos pelos dirigentes das duas equipes e também pela torcida que cobra a três anos o segundo título estadual. Já a prefeitura municipal de Vilhena que tem sido a principal parceira continuará oferecendo suporte financeiro para as próximas competições.

Fonte: Hoje Rodônia!

A diretoria do VEC confirmou nesta terça-feira a parceria com o empresário Diógenes Santini, dono do Centro de Treinamentos do Parque Embratel para mais uma temporada.

A estrutura existente no CT utilizado pelo VEC nos dois últimos anos conta com diversos campos de treinamentos, refeitório, piscina e alojamentos e ao contrário de anos anteriores, com exceção dos atletas que moram em Vilhena, os demais ficarão alojado no CT Embratel, incluindo a Comissão Técnica.

Por outro lado, a diretoria espera poder se reunir com o prefeito eleito José Rover na próxima semana para definir alguns detalhes já com vistas a participação do VEC na Copa Brasil.

Na pauta a construção de seis novas cabines de Rádio e TV na parte nova das arquibancadas do Estádio Portal da Amazônia; reforma dos sanitários e do gramado que neste ano deverá começar um mês antes para poder deixar o Estádio em condições ideais para a estréia na Copa Brasil que deve ocorrer na metade do mês de fevereiro.

Os cartolas do VEC vão solicitar ao prefeito a disponibilidade de um micro-ônibus para o clube durante o período de treinos e o transporte para a realização de vários amistosos como parte da preparação da equipe para a Copa Brasil.

Títulos

Campeão Rondoniense: 2005.

Vice-Campeão Rondoniense: 2006 e 2008

Estádio

O Estádio Municipal de Vilhena “Arnaldo Lopes Martins”, mais conhecido como Portal da Amazônia.Capacidade 5000 lugares.


Hino

composiç
ão: José CechinelQuando surge o Vilhena imponente.
A torcida vai dando o recado.
Sabe bem o que vem pela frente.
Se a vitória não for o resultado.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.
Quero forte um grito de GOL.
Ecoando de punho cerrado.
Não aceito como torcedor.
Se a vitória não for o resultado.
Quando visto a camisa me encanto.
Quá alegria que sente este povo.
Com o time lutando em campo.
E a vitória chegando de novo.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.
Guerreiro que vesta a camisa.
O orgulho que lhe corre nas veias.
Que o respeito no campo precisa.
Quá torcida que o jogo incendeia.
Com o Vilhe
na me sinto feliz.
Nas partidas em todo lugar.
É o time que eu sempre quis.
Pra chegar em primeiro lugar.
Ó Campeão minha luta vale a pena.
É uma missão, torcer pro meu Vilhena.

Apelidos: VEC, Lobo do Cerrado

Mascote: Lobo

Site
http://www.vilhenaesporteclube.com.br/

sábado, 22 de novembro de 2008

Ceilândia Esporte Clube

Ceilândia Esporte Clube surgiu a partir do Dom Bosco Esporte Clube. O Dom Bosco Esporte Clube foi fundado em 1963 por Francisco da Silva, o "Seu Chicão", na Vila do IAPI, onde hoje estão as quadras 3 e 5 do Setor de Mansões do Park Way.
Em 1971, o governador do Distrito Federal, Hélio Prates da Silveira criou a Companhia de Erradicação de Invasões, com o propósito de retirar os invasores da região nobre de Brasília. Dizem que o governador sentia-se deprimido ao ver aquelas favelas tão próximas do circulo do poder. Como o novo povoado foi organizado pela CEI (Companhia de Erradicação de Invasões), estava criada a CEI-lândia.
O Dom Bosco rapidamente firmou-se como um dos maiores times da Cidade, disputando a hegemonia com o Juventude Atlético Clube, Grêmio, Brasília e Juventus.
O futebol do Distrito Federal começou a se profissionalizar. O Campineira foi a base do Sobradinho, o Pioneira deu origem ao Taguatinga, mas Ceilândia continuava de fora.
Em 1977 surgiram as primeiras tentativas no sentido de profissionalizar o Dom Bosco.
Finalmente, em 27 de março de 1978, o Dom Bosco foi registrado. Até então o time existia apenas de fato.
Por sugestão da atual Deputada Maria de Lourdes Abadia, sugeriu-se que o nome do time mudasse, guardando as cores preto e branco do Dom Bosco, mas trocando o escudo por uma imagem estilizada da caixa d´água da cidade.
Foi assim que, em 23 de agosto de 1979, o estatuto do time foi alterado mudando o nome de Dom Bosco Esporte Clube para Ceilândia Esporte Clube.
A primeira partida profissional do Ceilândia foi disputada ainda em 1979, diante do então clube mais importante do Distrito Federal: o Brasília. O Ceilândia perdeu a partida por 2x1, sendo Risadinha o autor do primeiro gol da história do Ceilândia.

Títulos
Campeonato Brasiliense - 2ª Divisão: 1998.
Vice-Campeonato Brasiliense: 2005.

Estádio

O Estádio Abadião é um estádio de futebol localizado na cidade de Ceilândia no Distrito Federal - Brasil. O nome é uma homenagem a Maria de Lourdes Abadia , ex-administradora de Ceilândia.

Com capacidade para 5000 espectadores, o clube de futebol Ceilândia Esporte Clube e a Sociedade Esportiva Ceilandense mandam seus jogos no estádio.

Hino

Ceilândia agora está em festa
Com a maior animação

Comemorando mais uma vitória

Dessa vez será campeão (bis)

Mais um, Ceilândia, mais um!

Mais um gol para firmar sua liderança

Vais demonstrando a tua garra

Aumentando nossa fé e confiança

Mais um, Ceilândia, mais um!

Explode tua torcida de emoção
vais conquistando mais um título
Está na hora de mais uma decisão.

Mascote

Gato Preto

Incansável batalhador pelo futebol do Distrito Federal, Marcelo Ramos, “O Narrador do Povão”, deu ao Ceilândia um mascote que representa fielmente a história de luta pela sobrevivência do time: o gato preto.



Site

http://www.ceilandiaec.com.br

Associação Atlética Coruripe

A Associação Atlética Coruripe foi fundada no dia 01 de março de 2003, após a participação da seleção local no campeonato amador da Associação dos Municipios de Alagoas.

O grande número de público que acompanhava os jogos, fez com que algumas autoridades entedessem que era ora de fundar um clube para as disputas profissionais.

Por este motivo foi criado o Coruripe que acabou estreando no campeonato alagoano da segunda divisão no ano de 2003. Seu primeiro jogo como clube profissional foi pelo Grupo A, contra a equipe do Bandeirante de Maceió (venceu por 2 a 0), no dia 15 de junho de 2003. Dois meses depois, em 17 de agosto, fazia a final da segundinha contra a equipe do Sete de Setembro, e venceu por 3 a 1, conquistando título e o acesso a principal divisão do estado.

Nos anos de 2004 e 2005 ficou com o vice-campeonato alagoano, perdendo as finais para o Corinthians e Asa de Arapiraca, respectivamente.

A glória para o futebol coruripense veio em 2006 com a conquista da principal divisão do estado; na final bateu o CSA nas penalidades por 6 a 5. Em 2007, sagrou-se Bicampeão Alagoano ao vencer na casa do adversário o Corinthians por 2 x 0, o alviverde conquistou o título estadual com duas rodadas de antecipaçao sem a necessidade de haver uma final, isto porque o Coruripe venceu os dois turnos do Campeonato Alagoano.

A Associação Atletica Coruripe passou a ser conhecida, a nivel nacional, após a participação na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro da Série C.

Títulos

Campeão Alagoano: 2 vezes (2006 e 2007).
Campeão Alagoano - 2ª Divisão: 2003.

Estádio

Estádio Municipal Gerson Amaral

O estádio construído em 1993 recebeu em 2003 arquibancadas metálicas para a disputa da 2ª divisão logo após a conquista passou por reformas onde final do mesmo ano iniciou a construção da arquibancada lateral, em concreto, como também vestiários.

02 vestiários;
03 módulos de banheiros femininos e masculinos para torcedores;
10 cabines de radio e um amplo espaço para as emissoras de televisão. As obras de ampliação do estádio Gérson Amaral continuam, ao final do campeonato alagoano de 2006, e o mesmo terá capacidade para 10.000 torcedores.
Hino

ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU
SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

NA SEGUNDONA EM 2003, O CORURIPE FOI A GRANDE SENSAÇÃO.
POIS JOGANDO O FINO DA BOLA, FOI FAZENDO ESCOLA,
VAI SER
NOSSO CAMPEÃO...

(REFRÃO) ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

COM BIRA E BELTRÃO NO COMANDO, E O AÇUCAR

CORURIPE NO CORAÇÃO,
A SELEÇÃO ALVI VERDE VAI GANHAR O PASSAPORTE PRA PRIMEIRA DIVISÃO.
ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.

(REFRÃO) ALVI VERDE EU SOU, COM TODO O MEU AMOR
CORURIPE EU SOU, POR QUE ELE RETRIBUI O MEU AMOR.


OBS: PRIMEIRO HINO DO CORURIPE. EM 2003 QUANDO ACESSOU A PRIMEIRA DIVISÃO DO FUTEBOL ALAGOANO.

Mascote

Também conhecido como “Verdão Praiano”, a mascote da Associação Atlética Coruripe é o personagem Hulk.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Clube Atlético Bragantino

Em 8 de janeiro de 1928 , formadores do Bragança Futebol Clube, fundam o Clube Atlético Bragantino.
Em 1944 o maior rival do Bragantino no futebol era a equipe amadora do Bragança Futebol Clube. Neste ano o time chegou a contratar alguns atletas importantes da capital para poder derrotar seu "inimigo" número um.

Mesmo com uma equipe teoricamente inferior, o Bragantino derrotou o Bragança e como forma de homenagear o clube, Cícero Marques, então presidente do Bragantino, mandou fazer um quadro com a figura do Leão. Desde então o animal virou a mascote do clube.

Iniciou sua trajetória como equipe profissional na Segunda Divisão do Paulista de 1949. Depois de 15 anos de tentativa de acesso, o Bragantino foi o campeão da Segundona em 1965. Em 1966 ,na primeira participação na Primeira Divisão, ocupa o último lugar e é rebaixado. Após 22 anos, em 1988, é campeão paulista da Segunda Divisão. No ano seguinte, foi campeão brasileiro da Segunda Divisão, conquistando vaga na elite nacional.

Naquela fase de sucesso, no início da década de 90, o Bragantino, de Bragança Paulista, terra com tradição na indústria de lingüiças, ganhou o apelido de “Lingüiça Mecânica”, paródia da “Laranja Mecânica” (nome do filme que deu origem ao apelido da famosa seleção da Holanda, na Copa do Mundo de 1974, também chamada de carrossel holandês). Os técnicos Vanderlei Luxemburgo e Carlos Alberto Parreira fazem parte da história do Bragantino, que tem a família Chedid em sua história, desde Hafiz Abi Chedid como seu primeiro presidente.

Outro curiosidade é a camisa “carijó”. O atual presidente, Marcos Antonio Nassif Abi Chedid, filho de Nabi, queria algo novo para o Campeonato Brasileiro, depois de o time ter conquistado o título do Paulista de 1990, com Luxemburgo. A camisa, de toda branca, foi desenhada então com desenhos em losangos e trapézios, para um efeito tridimensional, com a cor prata, além do preto e branco. O apelido da camisa, de “carijó”, apareceu com o tempo. No ano de 2007, acima da estrela do distintivo foi colocada a frase Eternamente Nabi”, em homenagem a Nabi Abi Chedid, que faleceu em 2006.

Em 1990 o Braga estreava na Elite do Futebol Nacional, terminando na honrosa oitava colocação dos 20 Clubes que disputaram essa edição. No entando isso não foi o melhor do ano; no Campeonato Paulista, a equipe comandada pela até então revelação dos Técnicos, Wanderley Luxemburgo e por uma constelação de craques como Lateral Direito Gil Baiano e o Volante, futuramente Campeão Mundial na Copa de 1994 pela Seleção Brasileira, Mauro Silva, enfrentaria o Novorizontino na "final caipira" jogando por dois resultados iguais, e foi o que aconteceu: 0x0 no primeiro jogo e 1x1 no segundo - e como foi dito, esses dois resultados sagraram o Clube Atlético Bragantino como Campeão Paulista da 1ª divisão de 1990 - se tornando o segundo time do Interior a conquistar o certame, seguindo a Internacional de Limeira que fora campeã em 1986.

No ano de 1991 o Braga tinha perdido seu principal destaque, o treinador Wanderley Luxemburgo, no entando a peça de reposição foi à altura; o clube de Bragança Paulista contratou ninguém menos que Carlos Alberto Parreira para o cargo de treinador - o elenco foi preservado e esse planejamento deu resultado; após terminar em terceiro lugar na primeira fase do Brasileirão de 1991 o time se classifica para as Semifinais do nacional daquele ano; enfrentando o Fluminense do Rio de Janeiro, que havia se classificado no quarto lugar após uma virada de mesa ganhando pontos de um jogo interrompido e passando o Corinthians na classificação.

O Massa Bruta enfrentou e eliminou o Tricolor Carioca no Maracanã e classificou para a Grande final, ficando frente a frente contra o Tricolor Paulista; o São Paulo - que eliminara o Altético Mineiro - em dois jogos; o primeiro no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi que terminou 1 a 0 para o time da capital, gol de Mário Tilico. O segundo e decisivo jogo foi em Bragança Paulista, no Estádio Marcelo Stéfani, onde o Braga precisando da Vitória saiu para o jogo, acuando o São Paulo na defesa durante os 90 minutos, no entando o Alvinegro não conseguiu furar a zaga adversária e acaba empatando em 0 a 0 e deixa o título na Mão do São Paulo.

No ano de 1992 o Bragantino continuou com apresentações boa, terminando o Campeonato Brasileiro na fase de classificação em 3ª, indo assim para a segunda fase da época; onde foram criados dois grupos de quatro clubes cada. No grupo do Massa Bruta estavam também Botafogo, Cruzeiro e Corinthians, segundo o regulamento apenas o Campeão da Cada grupo se classificaria para a final, e deste grupo o primeiro foi o Botafogo. Reza a lenda que se o Campeonato Brasileiro de 1992 fosse pelo sistema de Pontos Corridos o grande campeão seria o Bragantino.(Fonte; Placar)

Neste mesmo ano o clube faz sua estréia em Competições internacionais, jogando a Copa CONMEBOL; empatando os dois jogos contra o Grêmio e sendo desclassificado nas Penalidades máximas alternadas por 6 a 7. Nos anos de 1993 e 1994 o Bragantino continua com campanhas regulares; nos Brasileiros termina em 19º em 93, fruto do confuso regulamento desta edição, e em oitavo no ano de 1994. E acaba sendo desclassificado novamente na primeira fase da Copa CONMEBOL, pelo Botafogo no primeiro ano citado.

Já o ano de 1995 está dividido, pois no Campeonato Brasileiro pode se enquadrar nos "Anos Dourados de Bragança" já que clube termina na boa sexta posição, mas ao mesmo tempo o time cai para a segunda divisão do Campeonato Paulista. Abre-se um parenteses nesse periódo de tempo para a participação do Bragantino pela terceira vez na Copa CONMEBOL, onde o clube consegue eliminar o Palmeiras de 1996, o dos cem gols, goleando por 5 a 1 na primeira partida. Já na segunda fase o Braga é eliminado por detalhes pelo Independiente Santa Fé com um resultado adverso de 1 a 0 na Colômbia.

Em 1995 o Bragantino faz campanha pífia no Campeonato Paulista e acaba sendo rebaixado para a Série A2 do futebol estadual, inciando assim a decadência do clube no futebol paulista. No Campeonato Brasileiro, no entanto, a equipe conquistou um surpreendente 6o. lugar na classificação final, atrás apenas de Botafogo (o campeão daquele ano), Santos, Fluminense, Atlético-MG e Palmeiras. Nesse campeonato, o Braga teve como principal destaque o meia Kelly.

No ano seguinte, 1996 o Braga termina em último no Campeonato Brasileiro, sendo assim teoricamente rebaixado para a Série B junto com o Fluminense, no entanto surge um suposto esquema de favorecimento de arbitragens nesta edição do certame nacional. Numa manobra já costumeira de proteger os clubes grandes, a CBF, antes mesmo de se tirar alguma conclusão concreta sobre o caso, anula o Rebaixamento do Tricolor Carioca, e consequentemente também do Bragantino.

Em 1997 o Bragantino por meio dessa manobra disputa novamente o Campeonato Brasileiro da Série A, terminando em 22º, escapando do rebaixamento pelos critérios de desempate, pois o Bahia que terminara em 23º tinha o mesmo número pontos que o Alvi-negro. No entanto em 1998 o inevitável acontece; o time termina em penúltimo, apenas a frente do América-RN e cai para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Com a penúltima colocação o Bragantino volta depois de 8 participações consecutivas na 1ª divisão para a série B do Campeonato Brasileiro; amargando as consequências da má administração e também da Lei Pelé, a "assassina dos pequenos".

Na "estréia" em 1999 o Braga termina na 12º colocação, bem no meio da tabela de 22 clubes. Apesar disso, a equipe manteve reais chances de classificação até a penúltima rodada, quando, precisando da vitória para se manter com chances de classificação para a fase decisiva, o Bragantino foi humilhado pelo Sampaio Corrêa, um dos últimos colocados na tabela de classificação, por 5x0, em pleno Marcelão. Na última rodada ainda venceu o Paysandu por 1x0 em Belém, mas o resultado não foi suficiente para classificar a equipe.

Em 2000 com a Copa João Havelange as divisões são anuladas e o clube passa a pertencer ao módulo amarelo. Como não havia rebaixamento, o clube fez uma péssima camapanha e terminou em 30º deste módulo. Em 2001 a campanha de 1999 é repetida, o time fica novamente no meio da tabela, em 16º de 28 clubes, com uma campanha irregular - a equipe vencia a maioria dos jogos em casa, mas era facilmente derrotada como visitante - tendo como exemplo derrotas para o Joinville por 4 a 0 e para o União São João de Araras por 5x2. Este foi o último campeonato em que alguns dos antigos ídolos do clube jogaram juntos: Mazinho, Sílvio, Alberto, João Santos, Gil Baiano e Pintado, sob o comando técnico do ex-zagueiro e capitão Nei. A desclassificação marcou o fim da vitoriosa geração.

No ano de 2002 o time dá o último suspiro; disputa a série B do Brasileiro pela última vez. Terminando em último lugar, com 17 pontos de 75 disputados. E aí a "morte" do clube de Bragança Paulista parecia ter sido decretada.

Com a queda da Série B de 2002 o Bragantino garante classificação automática para a série C de 2003; o que seria a "última" chance do time, pois os critérios de classificação para o Campeonato brasileiro são as posições nos Campeonatos Estaduais da primeira divisão, e devemos lembrar que o Braga ainda amargava os grupos inferiores do Futebol Paulista.

O time começa bem, campeão de seu grupo na primeira fase, vai passando as próximas fases com boas apresentações até chegar à quinta fase - uma espécie de semifinal, pois sairiam os quatro classificados para a última fase - onde enfretaria o Santo André, com um confronto épico, na primeira partida no ABC o Santo André acaba goleando o Braga por 4x1; mas na volta em Bragança o Massa Bruta faz 3 a 1 e quase reverte o resultado ruim da primeira partida e termina em 6º de 93 clubes na classificação geral.

No entanto esta fora a última chance na época, pois o acesso a série A1 do Paulista, onde poderia novamente lutar pela Série C do Brasileiro estava muito distante.

2005 - Consegue o retorno a primeira divisão paulista.

2006 - Mantém-se na primeira divisão, terminando em 14º lugar.

2007 - A volta por cima, disputa as semifinais do campeonato paulista, sendo eliminado por dois 0 X 0, pelo campeão Santos. No segundo semestre, sagra-se campeão brasileiro da Série C.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série B: 1989.
Campeonato Brasileiro - Série C: 2007.
Campeonato Paulista: 1990.
Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1965 e 1988).
Campeonato Paulista Segunda Divisão B2: 1979.

Estádio

O Estádio Marcelo Stéfani foi construído no local que abrigava uma plantação de batatas. Inicialmente, não dispunha lugar para mais de 1.500 pessoas e, hoje, tem capacidade para 25 mil. Sob o gramado foram compactadas aproximadamente 80 centímetros de terra e mais um colchão de cerca de um metro e 15 centímetros de espessura de palha de café. Da troca de idéias de Nabi Abi Chedid, quando da construção do estádio, com um plantador de batatas foi tomada a decisão – na época polêmica – pela palha, já que a terra era boa, fertilizada, mas com drenagem difícil. A grama nunca precisou ser replantada. E nunca o campo do Bragantino chegou a ser interditado por causa de chuva.
Atulamente passa por uma reforma estrutural, com a construção de um novo saguão, bares e restaurantes, instalação de rede WI-FI( 1º estádio do Brasil ), novos camarotes, novas instalações paras os profissionais da imprensa, novos banheiros, sem falar na cobertura parcial da arquibancada e do reforço da sustentação do estádio. Presente de aniversário de 80 anos do Bragantino para sua torcida.

Hino
(Sapo e Renato Silva)

Braga é campeão
É o alvinegro em ação
Bragança toda se inflama
Massa Bruta, campeão
Na força de uma raça
Na luta já vencida
Ergamos sempre uma taça
Avante, fiel torcida
Bragantino, o melhor
Primeiro em emoção
No campo é o maior
Arrebenta coração
Defesa be
m guardada
A arte dentro do campo
Velocidade no ataque
E a bola entrando no canto
Olê, olê, olê, olá
A Massa Bruta só joga pra ganhar
Vamos lá, rapaz
Vamos lá, menino
Venham, vamos todos
Futebol é Bragantino.


Mascote


Leão






Site
http://www.urbo.com.br/bragantino

Criciúma Esporte Clube

A história do Criciúma começou em 13 de maio de 1947, com a fundação do Comerciário Esporte Clube por um grupo de jovens comerciantes moradores da cidade, pois no município não havia uma agremiação voltada à prática do esporte.

O Comerciário Esporte Clube foi fundado em 13 de maio de 1947, na Praça Nereu Ramos, por um grupo de rapazes, na maioria com 18 anos, moradores do centro da cidade. Esta foi a primeira vez que o centro possuía um time de futebol.

No dia 15 de maio, do mesmo ano, aconteceu a primeira partida do recém fundado clube. O adversário foi o já tradicional São Paulo Futebol Clube, da Vila Operária. O jogo aconteceu no estádio do Ouro Preto e o placar não poderia ter sido outro, a jovem equipe foi derrotada por 4 a 0.

A primeira bola do time foi comprada por 17 contos e 500 réis e o primeiro terno, listrado de azul e branco, adquirido após uma coleta no comércio. No dia 8 de junho, as duas equipes voltaram a se defrontar no mesmo local. O time do São Paulo voltou a aplicar outra goleada, 4 a 1, sendo que o zagueiro, Carlitos, foi o autor do primeiro gol do time do centro.

A primeira vitória só aconteceu na terceira partida, também diante do São Paulo, o Comerciário venceu pelo placar foi 3 a 2. A primeira viagem foi para Siderópolis, onde o time enfrentou o Grêmio Esportivo Macedo Soares. A equipe de Criciúma conquistou um honroso empate fora de casa.

O primeiro título do Comerciário foi conquistado em Siderópolis, em 8 de fevereiro de 1948. O time era considerado a zebra do torneio, por ser o caçula da região. Em 1949 aconteceu a primeira grande vitória do time do centro, a equipe azul e branca derrotou o Atlético Operário em duas oportunidades, por 3 a 1 e 6 a 1, conquistando assim o seu primeiro título da Larm (Liga Atlética da Região Mineira). O esquadrão campeão era formado por: Mário; Colombi, Vante, Muricy e Zoile; Ary, Carlitos e Eraldo; Detefon, Aníbal e Bigode.

Em 49, repetindo a mesma base, tornou-se novamente campeão, derrotando de novo o Atlético Operário. O tricampeonato foi conseguido em 1951. Com uma campanha invejável, o Comerciário venceu 20 partidas das 28 disputadas, empatou 4 e perdeu 4. Em 1955, o clube inaugurava o estádio Heriberto Hülse. O Comerciário voltaria a conquistar o campeonato da Larm nos anos de 57, 58 e 60.

A principal façanha do time do centro foi a conquista do primeiro título estadual, que aconteceu no ano de 1968. Naquele tempo, estava despontando para o futebol nacional o ponteiro direito Valdomiro Vaz Franco, que depois foi um dos grandes ídolos do Internacional de Porto Alegre. O título foi ganho em uma partida extra, contra o Caxias de Joinville, no estádio Adolfo Konder, em Florianópolis. O time campeão era este: Batista; Alemão, Lili, Conti e Toco; Bita, Ivanzinho e Sado; Valdomiro, Chiquinho e Bossinha. O Caxias foi derrotado por 2 a 0 e a vitória ratificou o título dos Comercialinos.

Em 1970, atingido por uma séria crise financeira, o Comeciário Esporte Clube foi obrigado a encerrar as atividades no departamento de futebol profissional, só retornando a disputar o campeonato catarinense em 1977.

No ano de 1978, o Comerciário começou a passar por uma profunda transformação. No dia 17 de março aconteceu a mudança do nome, passando a se chamar Criciúma Esporte Clube. A primeira partida como Criciúma foi no dia 2 de abril de 1978, contra o Marcílio Dias, no estádio Heriberto Hülse. O jogo terminou empatado em 0 a 0. O primeiro gol do Criciúma foi assinalado por Laerte, no empate em 1 a 1 diante do mesmo Marcílio Dias, dois dias após a primeira partida. No dia 16 de abril aconteceu a primeira vitória do novo clube, contra o Concordense, por 2 a 0, no Heriberto Hülse, sendo os dois gols assinalados por Ademir.

Em 13 de maio de 1984, o Criciúma estreiou o seu novo uniforme, nas cores amarelo, branco e preto, num jogo contra o Joinville que terminou empatado em 2 a 2. Na ocasião, também foi mostrado o novo distintivo do clube. A torcida do novo Criciúma Esporte Clube só pôde soltar o primeiro grito de campeão no ano de 1986. A campanha no estadual foi excelente, com 20 vitórias, 11 empates e 7 derrotas. O time campeão tinha: Luis Henrique; Chiquinho (Sarandi), Sílvio Laguna, Solis e Itá; Jairo, Rached e Carlos Alberto; Vanderlei, Edmilson e Jorge Veras.

Em 1989 o time volta a ser campeão estadual, em 90 conquista o bi e em 91, o tri-campeonato estadual. No mesmo 1991, o clube ainda conseguiu o seu principal título em toda a sua história, a Copa do Brasil, contra o Grêmio Porto Alegrense. Na primeira partida, em Porto Alegre, aconteceu um empate em 1 a 1, com o gol do Tigre sendo assinalado por Vilmar. Na partida de volta, no Heriberto Hülse, ocorreu outro empate, só que desta vez em 0 a 0. A vantagem do gol fora de casa deu ao Tigre o tão sonhado campeonato e a vaga para disputar a Taça Libertadores da América 1992 .O grupo base tinha: Alexandre; Sarandi (Jairo Santos), Vilmar, Altair (Wilson) e Itá; Roberto Cavalo, Gélson e Grizzo; Zé Roberto (Vanderlei), Soares e Jairo Lenzi. Técnico: Luiz Felipe Scolari. Esse mesmo grupo voltaria a realizar uma excelente campanha na Taça Libertadores, sendo desclassificado nas quartas-de-finais, pelo São Paulo Futebol Clube. Nos anos de 93, 95 e 98, o Criciúma Esporte Clube conquistou o Campeonato Catarinense.

No ano de 2002, o clube é campeão do Campeonato Brasileiro da Série B e garante o seu retorno, após cinco anos, à elite do futebol brasileiro, em uma final disputada contra o Fortaleza e na primeira partida, realizado na casa do adversário, o Fortaleza venceu por 2 a 0. Na volta, no Heriberto Hülse, o Criciúma venceu por 4 a 1, gols assinalados por Paulo Baier (3) e Dejair. O time que jogou a final foi: Fabiano; Paulo Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Sandro); Cléber Gaúcho, Cléber (Edinho), Juca, Dejair; Delmer, Anderson Lobão (Tico). Técnico: Edson Gaúcho.

Em 2003, o clube fez uma boa campanha na Série A, conseguindo manter-se na elite, mas caiu, em 2004, para a Série B e em 2005, para a Série C.

Em 2006, o clube conquistou o título do campeonato brasileiro da Série C, garantindo seu retorno à Série B em um jogo contra o Vitória. O Tigre não tomou conhecimento do adversário e ganhou por 6 a 0. Com gols marcados por Leandro Guerreiro, Alexsandro, Beto Cachoeira (2), Fernandinho e Zé Carlos. O time que jogou esta partida tinha: Zé Carlos; Silvio Criciúma, Rodrigo e Claudio Luiz; Bosco, Leandro Guerreiro, Marcelo Rosa, Douglas e Fernandinho; Dejair e Beto Cachoeira. Técnico: Guilherme Macuglia.

No ano de 2007, o Tigre chegou à final do catarinense, perdendo para a Chapecoense, no estádio Heriberto Hülse. Também em 2007, o clube buscava alcançar o título e o acesso à série A de 2008, vencendo a Série B. O Criciúma começou de uma forma animadora, arrasando, chegando a terminar o primeiro turno na primeira colocação. No returno, a situação começa a piorar e após algumas rodadas, o Tigre começa a despencar na tabela fazendo uma campanha nada igual a do primeiro turno, terminando o campeonato em sétimo.


Títulos


  • CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 1991
    CAMPEÃO BRASILEIRO DA 2ª DIVISÃO 1986,2002
    CAMPEÃO BRASILEIRO DA 3ª DIVISÃO 2006
    CAMPEÃO CATARINENSE 1968 (Como Comerciário E. C.) 1986 1989 1990 1991 1993 1995 1998 2005

    Hino

    Letra e Música: Carlos Ernesto Lacombe

    Lembrando os heróis do passado
    Que escreveram seus nomes na história
    Oh! Tricolor predestinado
    A um presente e futuro de glórias

    Salve o Criciúma
    No esporte nacional
    Salve o Criciúma
    De patrimônio imortal
    Na hora da decisão
    Numa só voz grita feliz
    O meu povão

    Criciúma, Criciúma!
    Nosso clube de amor
    Alma, garra e coração...

    Criciúma, Criciúma!
    Nosso clube de amor
    Alma, garra e coração...

    Vibrando estaremos contigo
    Desfraldando o teu pavilhão
    Onde estiver o mais querido
    Dos campeões - o nosso campeão

    Estádio

    Estádio Heriberto Hülse, um dos principais do estado de Santa Catarina, já abrigou competições de nível internacional como a Copa Libertadores da América, epóca na qual foi completamente adaptado para competição, destaque entre os principais estádios do estado, é o uníco completamente coberto. O estádio atualmente tem capacidade para 19.900 torcedores, pois a capacidade foi adequada para cumprir as normas do estatuto do torcedor. O maior publico registrado foi em 6 de agosto de 1995 no jogo Criciúma 1 X 0 Chapecoense-SC pelo campeonato catarinense. O jogo teve um público de 31.123 pessoas e uma renda de R$115.815,00.

    Inauguração 16 de Outubro de 1955
    Primeira partida - 16/10/1955 (Comerciário 0x1 Imbituba).
    Primeiro gol - Valdo (Imbituba)

    Mascote

    A mascote do Criciúma é um tigre vestido com o uniforme do clube. O felino foi escolhido por ser símbolo de força e garra, características necessárias para superar obstáculos e vencer.








    Site

    http://www.criciumaesporteclube.com.br/

    quarta-feira, 19 de novembro de 2008

    Vitória Futebol Clube

    Reuniram-se em um sobrado da rua São Francisco, pertencente à viúva Constança Espíndula, mãe de Constâncio e Taciano Espíndula, dois dos amigos que, até então, disputavam as suas peladas na rua Sete e no Alto do São Francisco.

    João Pereira Neto presidiu os trabalhos, que resultaram na fundação do primeiro clube de futebol do Estado. Concordaram em dar ao clube o nome da cidade que lhe serviria de sede. Nascia ali, portanto, o Foot-ball Club Victoria.


    A ata daquela reunião acabou perdida em épocas futuras, mas podemos citar alguns nomes dos pioneiros presentes àquela reunião do dia 1º de outubro de 1912: João Pereira Neto, João Nascimento, Armando Ayres, Graciano e Edgar dos Santos Neves, Névio Costa, Edgard e Pedro O’Reilly de Souza, Constâncio e Taciano Espíndula. Pereira Neto foi eleito o primeiro presidente; Nascimento e Costa, os dois tesoureiros; e Edgard O’Reilly, diretor de esportes.

    Uma decisão importante ainda ficaria por se tomar, e não o seria sem debate: era preciso escolher as cores oficiais do clube. Consta que Armando Ayres, saldanhista, sugeriu que o vermelho e o branco fossem escolhidos. No entanto, os sócios que torciam pelo Álvares não concordaram. Acabou prevalecendo a sugestão de se adotar o azul e o branco, cores que representariam o céu de Vitória.

    Durante muitos anos, o clube não possuiu sede e nem patrimônio. As reuniões dos jogadores eram realizadas em espaços cedidos, como o galpão de Antenor Guimarães. Jogos de camisa, bolas, material de treinamento e outros pertences ficavam guardados de favor em residências de jogadores ou dirigentes.

    Assim foi até o início da década de 1950, quando iniciativas mais concretas foram tomadas no sentido de dar ao clube uma sede definitiva, e um estádio próprio. Em 1951, o presidente Arnaldo Andrade adquiriu a área em Jardim América onde hoje se encontra o Estádio Engenheiro Araripe. Como a área era toda formada por alagados, o clube nunca a utilizou. Outro terreno comprado pelo Vitória acabou sendo tomado pelo governo do Estado, que prometeu conceder outro em troca. Foi assim que o Vitória recebeu o terreno que atualmente ocupa, em Bento Ferreira.

    As obras de construção do estádio do Vitória começaram em 1962, quando os torcedores Aílson Lima Cabral e Aprígio Vieira Gomes conseguiram fazer com que uma draga utilizada em um aterro nos arredores despejasse areia também ali. Assim, o terreno em Bento Ferreira pôde finalmente ser utilizado para a construção do tão sonhado estádio.

    Neste ponto, vale destacar atuação do presidente Salvador Venâncio da Costa, que se valeu de todos os recursos e sacrifícios para ver a obra concluída. E assim aconteceu. O estádio, inaugurado em 1967, recebeu o seu nome, com toda justiça.

    Foi sempre assim a história do Alvianil. Cheia de percalços e de luta, dentro e fora dos campos. Acima de tudo, porém, sempre repleta de amor ao esporte e ao Vitória Futebol Clube. É isso que nos move.

    Apesar das muitas dificuldades voltamos a conquistar novos e importantes títulos, estamos seguros de que aqueles jovens pioneiros de 1912 ficariam orgulhosos de saber que a sua iniciativa permanece viva e forte, tanto tempo depois. E que o clube que fizeram nascer chega aos seus noventa e seis anos como umas das grandes forças do futebol profissional do Estado do Espírito Santo.

    Títulos

    9 vezes Campeão Capixaba – 1920, 1932/33 (bicampeão), 1943, 1950, 1952, 1956, 1976 e 2006.

    8 vezes Campeão da Taça Cidade de Vitória – 1920, 1932/33 (bicampeão), 1943, 1950, 1952, 1956, 1972.

    Estádio

    Estádio Salvador Costa. O Ninho das Águias. Seja como for que o torcedor alvianil queira se referir ao seu estádio, o fato é que a nossa casa, em Bento Ferreira, só nos enche de orgulho.

    Batizado numa justa homenagem a nosso ex-presidente (e atual presidente de nosso Conselho Deliberativo), o Estádio Salvador Costa é o nosso grande espaço de convivência, onde a família alvianil pode vibrar com o seu time com conforto e segurança.

    Hino

    Autor: Carlos Bona ( 1993 )

    Vamos juntos, Vitória
    Juntos vamos jogar
    Visto a sua camisa
    Por me orgulhar
    O meu sangue é azul
    Carrego a paz no meu peito
    Meu Deus, me dê o direito
    De sempre com você ficar

    Vitória, Vitória, Vitória
    Clube de minha devoção
    Águia azul sobrevoa
    Meu sonho, minha emoção
    Vitória, Vitória, Vitória
    Campeão, sempre, sempre campeão
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração

    Mil, novecentos e doze
    Um ano de esplendor
    Nasceu com força e garra
    A águia bicolor
    Erguendo esta bandeira
    Me sinto mais feliz
    Torcer por esse time
    Foi o que eu sempre quis

    Avante, alvianil
    Pra mim você é o maior do Brasil
    Avante, alvianil
    Pra mim você é o maior do Brasil

    Vitória, Vitória, Vitória
    Clube de minha devoção
    Águia azul sobrevoa
    Meu sonho, minha emoção
    Vitória, Vitória, Vitória
    Campeão, sempre, sempre campeão
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração

    Mascote
    Águia Azul








    Site

    http://www.vitoriafc.com.br/


    terça-feira, 18 de novembro de 2008

    Atlético Acreano

    O Atlético Acreano foi fundado no dia 27 de abril de 1952, com o nome de "Beiruth", por comerciantes sírio-libaneses. Entre eles, estão Augusto Hidalgo de Lima, Foch Jardim, Roberto Sanches Mubárac, Lourival Pinho, Ildemar Pereira de lima (Tarzan), Goldwasser Pereira Santos, Sílvio Ferrante, Mário D’Avila Maciel, Rufino Farias Vieira, Fenando Andrade Pessoa, entre outros.

    Várias outras famílias tiveram passagem importante e que fazem parte da história do clube, como os Diógenes, Pinho, Ribeiro, Frota e Patriota.

    Com ótimo valores, o Atlético começou a dominar o Segundo Distrito - que era para ser a verdadeira capital acreana, não fossem os estraves administrativos (troca de Penápolis por Rio Branco e vice-versa). Pela paixão que o time azul e branco causou, logo recebeu o slogan “glória de um povo, orgulho uma cidade”.

    O Atlético Acreano, o time alve celeste do Segundo Distrito, por muitos anos a foi bancada pelo prefeito e mais tarde deputado Adauto Frota, o homem que comprou a área e construiu o “Estádio Adauto Frota”. Depois que ele morreu, o grupo Yunes passou a ajudar o time e conquistou alguns títulos.

    Títulos

    Campeão Acreano: 6 vezes (1952, 1953, 1962, 1968, 1987 e 1991).

    Estádio

    Nome Estádio: Adauto Brito da Frota
    Capacidade: 4.000 espectadores
    Inauguração: 1970
    Medidas: -
    Endereço: Rua 17 de Novembro, s/n
    Proprietário: Atlético Acreano
    Algumas partidas do campeonato acreano que contam com o Atlético. Manda seus jogos também no estádio José de Melo.

    Apelido Galo Carijó

    Mascote
    Galo

    segunda-feira, 17 de novembro de 2008

    Vila Nova Futebol Clube

    Um clube vitorioso com o Vila Nova Futebol Clube só poderia ter uma história rica e fascinante. Portanto, temos o prazer de contar um pouco mais da nossa trajetória de lutas e, principalmente, de conquistas. Tudo começou quando, em 1938,quando o padre José Balestiere fundou a Associação Mariana, um clube amador com o objetivo de incentivar o congraçamento das comunidades católicas e propiciar entretenimento à população.

    Entusiastas do então clube amador Associação Mariana aceitaram o desafio de fundar um time para representar o bairro conhecido como a vila mais famosa, a Vila Nova, entre eles os pioneiros Francisco Ferraz de Lima, Boaventura Moreira de Andrade, Luiz Rasmussen, Pedro Cavalvante, Garibalde Teixeira, José Balduino, além do próprio Pe. José Balestiere e muitos outros.

    A fundação oficial do clube veio no ano de 1943, quando pelas mãos do coronel Francisco Ferraz Lima, com a água benta do Pe. Giuseppe Balestiere e a benção de Gercina Borges, mulher de Pedro Ludovico Teixeira, conhecida como a “mãe dos pobres”, nasce o clube que, em breve, seria o mais popular do Centro-Oeste. Nesse mesmo ano, o Vila Nova foi inscrito na Federação Goiana de Desporto (FGD), inclusive participando de competições no mês de Julho.

    Entre 1950 e 1955, o clube disputou torneios de várzea e, em 1958, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, alcançou a terceira colocação no Campeonato Estadual, resultado dos investimentos no departamento de futebol.

    O primeiro título veio no ano de 1961 e, daí em diante, o tigrão não parou mais. No dia 13 de Março, o Vila Nova sagrou-se campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de Maio, conquistou a Taça Cidade Goiânia e comemorou o título de campeão goiano no dia 17 de Dezembro.

    Durante mais de 60 anos de história, foram conquistados mais de 140 troféus de campeão, 58 taças de vice, além de 10 terceiros lugares em competições regionais, estaduais e nacionais. Uma história gloriosa, uma torcida apaixonada e um futuro vitorioso são marcas do Vila Nova Futebol Clube.

    Devido a uma crise financeira, em 1946 o clube teve que mudar de nome e passou a se chamar Operário Futebol Clube.

    Em 1949, ocorre nova mudança com o clube passando a se chamar Araguaia. Em 1950 o nome do clube passa a ser Fênix Futebol Clube, denominação que dura até 1955, quando o clube volta a ter o nome de Vila Nova Futebol Clube.

    Entre os anos de 1950 a 1955 o clube disputou torneios de várzea. Algum tempo depois, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, o clube começou a investir no Departamento de futebol e obteve a terceira colocação no estadual de 1958. Nos anos de 1959 e 1960 o time ficou em quarto lugar na competição.

    O primeiro título do Vila Nova Futebol Clube chegou no dia 13 de março de 1961. O clube foi campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de maio, conquistou a Taça Cidade de Goiânia, e no dia 8 de outubro foi campeão do 1º turno do estadual. O título do campeonato Estadual daquele ano chegou no dia 17 de dezembro.

    No dia 15 de abril de 1962, o clube conquistou o bicampeonato da Taça Cidade de Goiânia, e no dia 22 de julho tornou-se bicampeão do Torneio Octogonal Goiânia/Anápolis.

    Durante os 60 anos de História, o Vila Nova já conquistou 139 troféus de campeão incluindo campeonatos, torneios e taças, 58 taças de vice campeão e 10 de terceiro lugar em competições em âmbito regional, estadual e nacional.

    Em termos nacionais, as maiores conquistas do Vila Nova foram o Campeonato Brasileiro Série C em 1996 (invicto) e a classificação para a Copa Conmebol em 1999.

    Títulos

    Campeão Brasileiro Terceira Divisão 1996
    Campeão Goiano 1961/62/63, 1969, 1973,1977/78/79/80, 1982, 1984, 1993,1995, 2001 e 2005
    Campeão da Segunda Divisão Goiana - 2000

    Hino

    Salve o Vila
    Nova
    Tricampeão

    Salve o Vila Nova

    Orgulho da nossa região.

    O Vila Nova não pode parar
    O tigre da vila famosa tem que triunfar
    Sua torcida é fenomenal
    Êta esquadrão legal!

    Estádio

    Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga
    Apelidado de OBA por causa das iniciais do nome . O Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga homenageia com seu nome o ex-jogador e ex-dirigente do Vila Nova Futebol Clube, grande responsável pela ascensão da agremiação ao futebol profissional. Localizado no Setor Universitário, apresenta capacidade para oito mil torcedores. Embora o Vila mande a maioria dos seus jogos no Estádio Serra Dourada, pois costuma levar aos estádios públicos maiores que a capacidade de seu estádio.

    Mascote

    Tigrão







    Site

    http://www.vilanova.esp.br/

    domingo, 16 de novembro de 2008

    Horizonte Futebol Clube

    O Horizonte Futebol Clube nasceu em 1933 por iniciativa dos irmãos Horácio Domingos de Sousa, Joaquim Domingos Neto e de vários amigos na pequena localidade de Olho D’água do Venâncio, hoje município de Horizonte.

    No início, suas atividades se resumiam a partidas amistosas em campos de várzea desafiando as equipes das localidades vizinhas. As primeiras partidas eram realizadas em campos de areia.

    A partir de 1989, com a instalação oficial do Município de Horizonte, passou-se a realizar o Campeonato Horizontino de Futebol. Logo o Horizonte Futebol Clube se destacou, sagrando-se tri-campeão nos anos 1989, 1990 e 1991, vencendo ainda os campeonatos de 1993, 1998, 2001, 2002 e 2004.

    Em 2001 e 2002, o Horizonte Futebol Clube foi também vice-campeão em certame promovido pela AFAC entre municípios cearenses.

    Em 2004, ao conquistar o título de vice-campeão do Torneio Início da 3ª Divisão do Campeonato Cearense, promovido pela Federação Cearense de Futebol, chegou a disputar o quadrangular final que classificava duas equipes para a 2ª divisão. No ano seguinte, assegurou vaga na 2ª Divisão do Campeonato Cearense de Futebol. Em 2006, obteve a terceira colocação geral da competição.

    Em 2007, a partir da adoção de uma postura profissional e contando com o forte apoio da Prefeitura Municipal de Horizonte e dos patrocinadores Pureza e Big Gyn, o Horizonte Futebol Clube conquistou o título de campeão da 2ª Divisão, ascendendo à elite do futebol cearense.

    Em 2008, o Horizonte Futebol Clube tinha como objetivo disputar a fase final do Campeonato Cearense de Futebol e ficar entre os quatro melhores da competição. Para alcançar esse objetivo, os trabalhos foram iniciados na primeira quinzena de novembro de 2007. E sob o comando de Argeu dos Santos, o Horizonte Futebol Clube conquistou o seu objetivo e terminou o campeonato como o terceiro colocado, conquistando também a vaga para disputar o Campeonato Brasileiro Série C, onde foi eliminado ainda na primeira fase.

    Hino
    Letra e música: Zilmar do Horizonte e Nanan Lima

    Horizonte Futebol Clube
    És para sempre o meu time honrado
    São tantos anos de tua história
    De honra e glória nas caminhadas

    Grandes atletas por ti passaram

    Realizando grandes jogadas

    Horizonte Futebol Clube

    És para sempre o meu time honrado

    Tens na história grandes capítulos

    E vários títulos de campeão

    Salve Horizonte, time de fama

    Que o povo ama de coração

    Tu és o galo horizontino

    Tens o destino de vencedor

    És sempre alegre, cheio de vida

    Tua torcida te tem amor

    Tu tens a marca de time honrado

    Rei do gramado, diz o torcedor



    Estádio
    Por enquanto, manda seus jogos no Estádio Francisco Clenilson dos Santos (Clenilsão). Capacidade 5000 lugares.

    Estádio Horácio Domingos de Sousa

    Um sonho antigo está prestes a se realizar, o Estádio Domingão será um dos melhores do Ceará, com uma capacidade de 10,400 pessoas, o Horizonte não terá mais necessidade de ir jogar em Fortaleza as decisões o que pode ter influenciado as derrotas nas semi-finais. Isso se comprova porque todos os jogos no Estádio Clenilsão(Horizonte) só empato uma e ganho o restante. O Prefeito da cidade Chico César, promete entregar dia 28/12/2008 o estádio Domingão para o Horizonte e sua torcida fazerem bonito no Estadual 2009.

    Títulos
    Campeão Segunda Divisão 2007

    Mascote
    Galo do Tabuleiro

    Site
    http://www.horizontefutebolclube.com.br



    Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão

    No dia primeiro de janeiro de 2003 foi fundada a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão, que até então disputava competições amadoras. Um grupo de apaixonados resolveu investir em um clube que pudesse representar a cidade. Em 2003, no primeiro ano desua fundação, o AEREB foi campeão da 41ª TAÇA PARANÁ. Esta competição é a que mais reúne clubes em todo o Estado do Paraná. Após esta incrível conquista, idealizou-se a possibilidade de vôos mais altos, como o futebol profissional. Tendo isso como meta, a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão se estruturou e conseguiu uma rápida ascensão em apenas um ano de história.

    Em abril de 2004 começava a Série Prata, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Lá eram disputadas duas vagas para a elite e tinha como um dos estreantes o Engenheiro Beltrão, sem nenhuma tradição no profissional, mas contendo na bagagem uma série de títulos amadores.

    Em uma ótima campanha, o Engenheiro Beltrão coroou sua curta e brilhante trajetória com o título de campeão da Série Prata do Paranaense. Sob o comando do experiente técnico Itamar Belasalmas, que acumulava passagens por outros clubes de pequeno porte, apostou em peças como o lateral-direito Elvis, o meia Tita e o atacante Tota para bater seus adversários.

    A campanha do primeiro título do time como profissional foi de seis vitórias, três empates e apenas uma derrota. Após o último jogo, um empate por 1 a 1 com o Império Toledo foi o suficiente para a pequena cidade de Engenheiro Beltrão festejar muito o título.

    Por esta rápida trajetória, o clube ganhou o apelido de Caçula do Interior, mas a equipe já aprontou algumas contra os times grandes quando esteve presente na primeira divisão em 2005 e 2007.

    Em 2008, termina o Campeonato Paranaense na quinta posição, garantindo vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. É a primeira competição nacional disputada pela equipe, ficando no Grupo 15 com o Inter de Santa Maria, Marcilio Dias e Toledo. Termina na quarta posição do Grupo.

    Títulos

    Campeonato Paranaense - Série Prata: 2004.

    Estádio

    Estádio Municipal João Cavalcanti de Menezes
    Capacidade: 5 mil pessoas
    Propriedade: Prefeitura de Engenheiro Beltrão

    Site

    http://www.aereb.com.br

    sexta-feira, 14 de novembro de 2008

    Uberaba Sport Club

    O USC foi fundado em 15 de julho de 1917. Desde então, o amor pelo clube de todos aqueles que um dia se dedicaram a ele, nos deu uma história de muitas conquistas, marcada sempre pela união entre dirigentes e torcedores. Esse foi o fator principal para o crescimento do Uberaba Sport Club ao longo dos anos. Foram anos de dedicação e glórias à comunidade uberabense. Quem não sente saudades daquelas épocas, principalmente quando nosso time era um dos mais respeitados do Brasil. Algumas partidas ficaram marcadas nessa nossa história. No Maracanã, pelas Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro, quando o Uberaba ganhava do Flamengo por 2 a 0, e à base de muita pressão, o clube carioca conseguiu virar o jogo. No jogo anterior, no Uberabão, com mais de 26 mil pessoas, um empate em 1 a 1 (segundo a Revista Placar, o empate foi um bom resultado). Também devemos lembrar outra partida, acontecida no Uberabão, contra o Santos. Com a "casa cheia", vitória do Uberaba por 4 a 1.

    Assim como essas, dezenas de outras importantes atuações desta equipe de futebol profissional contribuíram para elevar o nome de Uberaba no cenário nacional. Atualmente, o Uberaba é o 73º colocado no Ranking de Clubes Brasileiros (CBF) e 5º do estado de Minas Gerais neste ranking, com o total de 159 pontos .
    No dia 25 de dezembro de 1917, foi realizada a primeira partida do USC de que se têm notícia. O jogo, contra o Araguary (com y, respeitando a época), foi assim descrito pelo cronista Fernando Terra, o primeiro a escrever sobre esporte no saudoso “Lavoura e Comércio”: “Com um grande match de foot-ball, o USC inaugura no dia de Natal, a sua esplêndida praça de esportes” (nos terrenos da Santa Casa de Misericórdia). “Os foot-ballers de Araguary acederam em jogar com o primeiro team do clube local. A novel associação inicia assim suas lutas esportivas, com um renhido embate inter-municipal. O Dr. Tancredo Martins, em palavras de vibrante entusiasmo, em nome da diretoria do clube, fez entrega da belíssima taça, oferecida pela artista “La maruxa” à equipe vencedora. Conquistou assim o Uberaba Sport os seus primeiros louros”. “O juiz da partida foi o “referee” Ricardo Fonseca, que juntamente com os bandeirinhas, estavam de paletó e gravata, impondo mais respeito... O Uberaba jogou com Aladino, Gama e Macário; Waldemar Junqueira, Satyro de Oliveira e Antonio; Targino, Aristides Cunha Campos, Olavo Junqueira, José Ribeiro e Mário Junqueira. O Araguary contou com Ernesto, Pinho e Machado; Aristides, Celso e Dante; Djalma, Luiz, Jeovah, Mário e Alderico. O “placard” foi um triunfo sensacional do USC por 3 a 0 (pesquisas recentes apontam que o jogo poderia ter sido 3 a 1), com gols de Aristides Cunha Campos que fez o primeiro, José Ribeiro ampliou para 2 a 0 e Targino completou a goleada”.
    Na década de 30, o USC recebeu e venceu em seu Estádio no Bairro Mercês, acertadamente batizado de Boulanger Pucci, um dos maiores beneméritos do clube, grandes e memoráveis equipes do futebol brasileiro e mundial. Naquele gramado, desfilaram muitos dos maiores jogadores da época, em equipes como o Paulistano e o Peñarol do Uruguai, entre outros.
    Nos anos 40, o famoso São Paulo Futebol Clube, de Leônidas da Silva, e o Atlético Mineiro, campeão na Europa, proporcionaram grandes embates com o Colorado no Boulanger Pucci. Em um inesquecível jogo contra o Galo, de Kafunga, brilhou a estrela de um uberabense que fez história: Wilson Frade, o “Ticrila”, que ao lado de Otacílio, Gabardinho, Djalma e Nelsinho, foi quebrada a invencibilidade atleticana por 3 a 2.
    Nos anos 50 o USC ganhou seguidamente o Campeonato do Triângulo, até voltar a disputar o Campeonato Mineiro, onde foi bi-campeão do interior. O time marcou época nos anais do clube: Vilmontes, Loli, Cazeca, Tam, Tiago, Lanza, Fausto, Paulinho, Zé Luis, Tati e Oliveira.
    Em 1976, em sua primeira participação em campeonatos brasileiros, o Uberaba venceu seu primeiro jogo. Em jogo válido pela terceira rodada, em 12 de setembro de 1976, o Uberaba derrotou a Portuguesa de Desportos, com um gol do lateral Alfinete. O povo de Uberaba saiu às ruas para comemorar, em carreata, a boa vitória do Colorado de BP.
    No campeonato brasileiro de 1977 ocorreu uma das mais vibrantes vitórias do Uberaba Sport em todos os tempos. Com dois gols de Naim e dois de Paulo Luciano, o USC destruiu o Santos de Cejas, Ailton Lira e Juary, que aliás fez o gol santista. Uberaba 4x1 Santos, que vitória. Foi em 27 de novembro de 1977.
    Aconteceu na Taça de Ouro 1981. Ainda no Aeroporto de Uberaba, o saudoso João Saldanha chama nosso time de “Galinha Morta”. Rapidamente muda de idéia. Surpreendido pelo fantástico time que tínhamos naquela época e por um empate conseguido graças a um gol irregular de Nunes, Saldanha teve que reconhecer que o Colorado dominou o Flamengo de Zico e companhia e poderia ter vencido. Uberabão superlotado. Uberaba 1X1 Flamengo.

    Flamengo 4 x 2 Uberaba - Maracanã - 01/04/1981

    Uberaba: Diron, Celso, Rafael e Tim; Aldeir, Vandinho, Joãozinho, Paulo Luciano e Ilton; Serginho e Ney.
    Flamengo: Raul, Carlos Alberto, Luís Pereira, Marinho e Júnior; Vitor, Adílio, Zico e Tita; Nunes e Carlos Henrique


    Em 6 de março de 1983, o que parecia impossível transformou-se em uma impressionante jornada do Colorado. Após ser goleado pelo Guarani de Sobral e precisando vencer por três gols de diferença para avançar na Taça de Prata, nem o mais otimista dos torcedores imaginava o que estava por acontecer naquele domingo no Uberabão. Com uma goleada histórica por 5 a 0, o Uberaba esnobou a Taça de Prata, destruiu o poderoso Santa Cruz de Recife e avançou direto para a Taça de Ouro. O último gol, do ponteiro esquerdo Simões, é inesquecível: Em um contra ataque, Simões dominou a bola no meio do campo e avançava rapidamente até o gol do Santa, empurrado pela torcida, completamente de pé, e pela voz de Moura Miranda, nas centenas de radinhos de pilha espalhados pelo estádio. Ao chegar de frente para o gol, Simões pareceu mais tropeçar do que chutar a bola, que bateu no goleiro e voltou, caprichosamente, de encontro aos seus pés, e dessa vez ele não errou. Gol. Uberaba na Taça de Ouro.
    O Uberaba Sport revelou muitos jogadores juniores em 1986 sob a supervisão do treinador Zezinho e que tiveram grande destaque em Minas Gerais e São Paulo, como o ponta direta Silvio de Uberaba que foi jogar e marcar muitos gols defendendo o Palmeiras e depois no Japão e virou Dentista, o goleador atacante com apelido de "Pancho" vindo de Miguelópolis-SP e tendo o nome real de Nagib Miguel que nos Juniores foi sempre o destaque na artilharia marcando muitos gols, estilo ofensivo parecido com o de Palhinha (ex-Cruzeiro e ex-Corinthians) e foi atuar profissionalmente em Batatais, Santa Fé do Sul, Igarapavense e Ituveravense, teve ainda Zé Rock que jogava muito bem no meio-de-campo, líder pela garra e que depois foi atuar no Grupo pop de Rock- Nós, Cássio lateral-direito muito vigoroso,aguerrido, determinado, Batatinha,se jogasse hoje poderia ser chamado de Robinho de Minas dado a sua técnica invejável, Júnior,que parecia um Cléber zagueiro só que de técnica muita mais apurada que depois foi atuar em equipes interioranas, Chocolate grande goleiro que era conhecido entre os amigos como o aranha-voadora.
    Nos anos seguintes o Uberaba só não teve muito sucesso porque não manteve esta base que foi uma das melhores do Estado em 1986, que foi desvalorizada e os garotos transferiram para outras equipes com melhores condições, outros pararam por falta de condições financeiras, nesta época Uberaba era administrada por Luciano Rangel, estes juniores fizeram parte de uma das melhores histórias do Uberaba Sport Club com muitas conquistas de torneios expressivos em Uberaba,em Uberlândia, Belo Horizonte e no Estado, sendo a campeã de Juniores em 1986 em Belo Horizonte contra o Cruzeiro numa virada memóravel por 3 a 1, preliminar do jogão entre Cruzeiro e Atlético-MG, gols de Zé Rock, Silvio e Pancho.Parabéns ao técnico da época Zezinho que formou uma tremenda equipe que merecia disputar os campeonatos dos anos seguintes com esta base maravilhosa que foi uma geração de ouro nos juniores.
    O Uberaba derrotou o Uberlândia, seu principal rival, dentro do Estádio Sábia com 4 a 1 com gols de Júnior, 2 de Pancho e 1 de Sílvio, venceu o América por 3 a 0 gols de Zé Rock, Cássio e Batatinha, detonou o Atlético-MG por 4 a 2 com 02 gols do Pancho, 01 do Batatinha e 01 de Odair e assim Uberaba foi mostrando a equipe, pena que no seu comando não tinha os ex-jogadores para orientarem e darem prosseguimento como os craques Toinzinho, Paulo Luciano, Zanata e muitos outros que não tinham espaço para orientarem, seria melhor investir nos garotos do que contratarem como fizeram buscando Beto Fuscão, Edu Bala (ex-Palmeiras).Tinha bons jogadores nos profissionais como Zé Humberto (hoje treinador) jogava muito,Pepe e Odair, depois ainda teve a saída de Joãozinho Maradona para o Batatais.

    Em 2008, o Uberaba Sport Club voltou a disputar a elite do campeonato mineiro pela primeira vez após o rebaixamento de 2004. Terminou o campeonato mineiro na nona colocação, em um campanha final surpreendente, vencendo os dois últimos jogos contra os Democratas (3 a 0 em Sete Lagoas e 2 a 1 contra o Demo-GV no Uberabão). No dia 26 de agosto o USC vai enfrentar o América-MG na sua estréia na Taça Minas Gerais.

    Títulos

    Campeonato Mineiro da Segunda Divisão:2003
    Taça Minas Gerais: 1980
    Torneio de Acesso ao Campeonato Brasileiro: 1986
    Torneio Santos Dumont: 1974
    Campeão Mineiro do Interior 1966
    Campeão Mineiro do Interior 1967
    Campeão Mineiro do Interior 1973
    Campeão Mineiro do Interior 1980
    Campeão Mineiro do Interior 1981
    Campeão Mineiro do Interior 1982

    Estádio

    O Estádio Municipal Engenheiro João Guido, mais conhecido como Uberabão, é um estádio multi-uso localizado na cidade de Uberaba, Minas Gerais, Brasil. Tem capacidade de 25.000 pessoas. O inicio da sua construção pela iniciativa privada remonta a 1961, quando o loteamento do bairro onde se insere foi lançado com o slogan "o estádio monumental é prá valer". A cava em pedra com o formato inclusive do fosso ficou anos sem investimento. Seu projeto estima que o estádio teria a capacidade de 45 mil pessoas e seria todo coberto. As obras foram retomadas após negociação com a Prefeitura Municipal de Uberaba, proprietária do estádio, e foi inaugurado em 1972. O seu nome é uma homenagem posterior à inauguração e ao mandato do Engenheiro João Guido, em cujo mandato tornou o imóvel público e retomou a construção.

    O estádio pertence a prefeitura; mas o Uberaba Sport Club é considerado a equipe mandante do estádio.

    Hino
    Composto por Lourival Balduíno do Carmo

    Tenho fulgente história.
    Até os deuses já cantam minha glória!
    Sou o valente campeão
    Que de Uberaba possuo o coração.
    Sempre leal e forte,
    Sou o denodado Uberaba Sport,
    O astro rei, brilhante sol,
    A potestade mor do futebol.
    Meus jogadores lutam sempre com afeição
    Em prol do belo alvi-rubro pavilhão
    Nada os retém em seu fervor
    Acometendo com ardi
    l e valor.
    Em campo altivos, briosos, viris,
    Sempre triunfam nas pugnas febris.
    Seus peitos tremem de santo ardor
    E a glória os beija num lance de amor…
    Nobre e liberal,
    Meu time não tem rival!
    É vencer a sua divisa ideal.
    Tem vitórias mil:
    É a glória do Brasil!
    Ah! Valente Sport
    Tão alvejado e sempre forte!
    Aleguá!…guá!…guá…Urrah!…Urrah!
    Salve! Ó campeão
    Da Princesa do
    Sertão!

    Mascote

    A cidade mineira de Uberaba é conhecida como a Capital Mundial do Zebu, devido ao grande número de animais desta espécie criados no município. A região também promove todo ano a Expozebu, considerada a maior exposição de gado zebu do mundo. Por conta disso, a mascote do time não poderia ser outro, a não ser o animal símbolo da cidade. A mascote escolhida é um zebu forte, segurando uma bola na “mão” esquerda e vestindo o uniforme alvirrubro da equipe.



    quinta-feira, 13 de novembro de 2008

    Clube Atlético Cristal

    O Clube Atlético Cristal foi fundado no dia 15 de Novembro de 1969, tendo como principal motivador os membros da família figueira, moradores do bairro de Santa Rita e que precisavam de um clube para se contrapor ao prestigio que Oratório Recreativo Clube vinha consolidando no bairro.

    Logo em seguida o clube pediu e obteve a sua filiação à Federação Amapaense de Desportos e, com isso, ganhou o direito de disputar as competições promovidas pela FAD.
    As cores vermelho e branco renderam ao Clube Atlético Crista do cognome de alvi-rubro do bairro de, Santa Rita e as primeiras competições organizadas pela FAD das quais participou, não teve muito sucesso e permanecia na Segunda Divisão do Futebol Amapaense, sendo que somente em 1988, chegou à primeira divisão, depois de vencer, em jogo inesquecível, a Lagoa Esporte Clube, na decisão do campeonato da segunda divisão pelo placar de 5 x 0, com os cinco gols sendo marcados pelo hoje nome especial na galeria dos grandes atletas do clube, o mundinho. Nessa oportunidade o Clube Atlético Cristal se juntava ao Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube, Independente Esporte Clube, Sociedade Esportiva e Recreativa São José e ao seu maior rival, Oratório Recreativo Clube.

    Aquele momento especial de ascensão à primeira divisão do futebol amador do Amapá, teve o comando do presidente de honra do clube, Raimundo Figueira.
    Ainda no amador, agora na primeira divisão, e na transição do amadorismo para o profissionalismo, o cristal marcou a sua participação quando conquistou o vice-campeonato de futebol, em uma fase decisiva da qual participaram, além do Cristal, o Amapá clube e o Trem Desportivo Clube. O Amapá Clube ficou com o titulo daquele ano.

    Em 1991, com a implantação do Futebol profissional, o Cristal começa a escrever uma nova história. Até hoje é o único clube a disputar todos os campeonatos profissionais organizados pela Federação Amapaense de Futebol, sucedânea da FAD, chegando à decisão em 1995, quando em final memorável foi derrotado pelo Independente por 1 x 0, ficando com o vice-campeonato. Naquela campanha o presidente do clube era José Ferreira da Costa.
    Em 1997 o Cristal participou da fase decisiva, ficando em terceiro lugar, sendo o Ypiranga Clube o campeão Estadual naquele ano.

    Em competições nacionais o Cristal contabiliza duas participações na Copa do Brasil, em 1995 e 1996. Em ambas as oportunidades não passaram da primeira fase, sendo em 1995 eliminado pelo Nacional de Manaus, depois de um empate em Macapá 1 x 1 e uma derrota em Manaus por 2 x 1. Em 1996 o adversário foi o Santa Cruz de Recife, de novo um empate em casas e uma derrota fora, definiram a eliminação do Cristal, zero a zero a três a um foram os resultados.
    Outra competição oficial organizada pela CBF, da qual participou o Clube Atlético Cristal, foi o Torneio da Integração da Amazônia quando, juntamente com o Trem Desportivo Clube representou o Amapá. Ainda participaram daquela competição, dois times de Roraima, dois times de Rondônia e dois times do Acre. O titulo ficou com o CFA de Rondônia que venceu o Trem Desportivo Clube do Amapá nas duas partidas.

    Na galeria dos craques que passaram pelo clube estão imortalizados: José Carlos Jacaré, Valério, Mundinho (autor dos cinco gols na decisão de 98), Manoel Figueira (atual Presidente do Clube), Dirceu, Romeu, Valdinei, Jardel, entre outros. Na presidência são inesquecíveis José Alberto Guedes Figueira, Manoel Brito, Laércio Aires e Ernesto Cavalcante.

    Cristal é campeão Amapaense 2008

    Nos penais, Cristal conquista título inédito
    O jogo ocorreu no estádio Glicério Marques e terminou 0 a 0 no tempo normal. Nos penais, 4 a 2 para os alvi-rubros.
    Embalado pela participação no Campeonato Brasileiro da Série C, o Clube Atlético Cristal derrotou o São José na tarde de ontem e conquistou o título de campeão do futebol profissional pela primeira vez. O jogo terminou nos penaltis e a conquista foi por 4 a 2. Um dos mais emocionados jogadores do time cristalino era o meia Mário Bocão, que conquistou o título da temporada em 2005 pelo São José e foi dispensado logo em seguida. “No Cristal criamos uma grande família que cresceu e chegou ao topo do futebol amapaense. Quero dedicar este título aos torcedores que acreditaram em nosso trabalho desde cedo e comemoraram conosco cada vitória”, finalizou.


    Títulos


    Campeonato Amapaense: 2008
    Campeonato Amapaense - 2ª Divisão: 2 vezes (1988 e 2005).
    Estádio

    O Estádio Milton Corrêa, também conhecido como Zerão é um estádio esportivo localizado em Macapá, Brasil. É normalmente usado para sediar partidas de futebol, principalmente dos times Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube e Ypiranga Clube. Sua capacidade máxima é de 5000 pessoas e sua inauguração ocorreu em 1990. O apelido do estádio (e sua fama) vieram do fato de que a linha de meio-de-campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério.

    Hino
    http://www.mp3tube.net/br/musics/Cristal-Atletico-Clube-Hino-do-CristalAP/186646/

    Mascote

    Dragão

    Site: fora do ar
    http://www.atleticocristal.com.br