quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Criciúma Esporte Clube

A história do Criciúma começou em 13 de maio de 1947, com a fundação do Comerciário Esporte Clube por um grupo de jovens comerciantes moradores da cidade, pois no município não havia uma agremiação voltada à prática do esporte.

O Comerciário Esporte Clube foi fundado em 13 de maio de 1947, na Praça Nereu Ramos, por um grupo de rapazes, na maioria com 18 anos, moradores do centro da cidade. Esta foi a primeira vez que o centro possuía um time de futebol.

No dia 15 de maio, do mesmo ano, aconteceu a primeira partida do recém fundado clube. O adversário foi o já tradicional São Paulo Futebol Clube, da Vila Operária. O jogo aconteceu no estádio do Ouro Preto e o placar não poderia ter sido outro, a jovem equipe foi derrotada por 4 a 0.

A primeira bola do time foi comprada por 17 contos e 500 réis e o primeiro terno, listrado de azul e branco, adquirido após uma coleta no comércio. No dia 8 de junho, as duas equipes voltaram a se defrontar no mesmo local. O time do São Paulo voltou a aplicar outra goleada, 4 a 1, sendo que o zagueiro, Carlitos, foi o autor do primeiro gol do time do centro.

A primeira vitória só aconteceu na terceira partida, também diante do São Paulo, o Comerciário venceu pelo placar foi 3 a 2. A primeira viagem foi para Siderópolis, onde o time enfrentou o Grêmio Esportivo Macedo Soares. A equipe de Criciúma conquistou um honroso empate fora de casa.

O primeiro título do Comerciário foi conquistado em Siderópolis, em 8 de fevereiro de 1948. O time era considerado a zebra do torneio, por ser o caçula da região. Em 1949 aconteceu a primeira grande vitória do time do centro, a equipe azul e branca derrotou o Atlético Operário em duas oportunidades, por 3 a 1 e 6 a 1, conquistando assim o seu primeiro título da Larm (Liga Atlética da Região Mineira). O esquadrão campeão era formado por: Mário; Colombi, Vante, Muricy e Zoile; Ary, Carlitos e Eraldo; Detefon, Aníbal e Bigode.

Em 49, repetindo a mesma base, tornou-se novamente campeão, derrotando de novo o Atlético Operário. O tricampeonato foi conseguido em 1951. Com uma campanha invejável, o Comerciário venceu 20 partidas das 28 disputadas, empatou 4 e perdeu 4. Em 1955, o clube inaugurava o estádio Heriberto Hülse. O Comerciário voltaria a conquistar o campeonato da Larm nos anos de 57, 58 e 60.

A principal façanha do time do centro foi a conquista do primeiro título estadual, que aconteceu no ano de 1968. Naquele tempo, estava despontando para o futebol nacional o ponteiro direito Valdomiro Vaz Franco, que depois foi um dos grandes ídolos do Internacional de Porto Alegre. O título foi ganho em uma partida extra, contra o Caxias de Joinville, no estádio Adolfo Konder, em Florianópolis. O time campeão era este: Batista; Alemão, Lili, Conti e Toco; Bita, Ivanzinho e Sado; Valdomiro, Chiquinho e Bossinha. O Caxias foi derrotado por 2 a 0 e a vitória ratificou o título dos Comercialinos.

Em 1970, atingido por uma séria crise financeira, o Comeciário Esporte Clube foi obrigado a encerrar as atividades no departamento de futebol profissional, só retornando a disputar o campeonato catarinense em 1977.

No ano de 1978, o Comerciário começou a passar por uma profunda transformação. No dia 17 de março aconteceu a mudança do nome, passando a se chamar Criciúma Esporte Clube. A primeira partida como Criciúma foi no dia 2 de abril de 1978, contra o Marcílio Dias, no estádio Heriberto Hülse. O jogo terminou empatado em 0 a 0. O primeiro gol do Criciúma foi assinalado por Laerte, no empate em 1 a 1 diante do mesmo Marcílio Dias, dois dias após a primeira partida. No dia 16 de abril aconteceu a primeira vitória do novo clube, contra o Concordense, por 2 a 0, no Heriberto Hülse, sendo os dois gols assinalados por Ademir.

Em 13 de maio de 1984, o Criciúma estreiou o seu novo uniforme, nas cores amarelo, branco e preto, num jogo contra o Joinville que terminou empatado em 2 a 2. Na ocasião, também foi mostrado o novo distintivo do clube. A torcida do novo Criciúma Esporte Clube só pôde soltar o primeiro grito de campeão no ano de 1986. A campanha no estadual foi excelente, com 20 vitórias, 11 empates e 7 derrotas. O time campeão tinha: Luis Henrique; Chiquinho (Sarandi), Sílvio Laguna, Solis e Itá; Jairo, Rached e Carlos Alberto; Vanderlei, Edmilson e Jorge Veras.

Em 1989 o time volta a ser campeão estadual, em 90 conquista o bi e em 91, o tri-campeonato estadual. No mesmo 1991, o clube ainda conseguiu o seu principal título em toda a sua história, a Copa do Brasil, contra o Grêmio Porto Alegrense. Na primeira partida, em Porto Alegre, aconteceu um empate em 1 a 1, com o gol do Tigre sendo assinalado por Vilmar. Na partida de volta, no Heriberto Hülse, ocorreu outro empate, só que desta vez em 0 a 0. A vantagem do gol fora de casa deu ao Tigre o tão sonhado campeonato e a vaga para disputar a Taça Libertadores da América 1992 .O grupo base tinha: Alexandre; Sarandi (Jairo Santos), Vilmar, Altair (Wilson) e Itá; Roberto Cavalo, Gélson e Grizzo; Zé Roberto (Vanderlei), Soares e Jairo Lenzi. Técnico: Luiz Felipe Scolari. Esse mesmo grupo voltaria a realizar uma excelente campanha na Taça Libertadores, sendo desclassificado nas quartas-de-finais, pelo São Paulo Futebol Clube. Nos anos de 93, 95 e 98, o Criciúma Esporte Clube conquistou o Campeonato Catarinense.

No ano de 2002, o clube é campeão do Campeonato Brasileiro da Série B e garante o seu retorno, após cinco anos, à elite do futebol brasileiro, em uma final disputada contra o Fortaleza e na primeira partida, realizado na casa do adversário, o Fortaleza venceu por 2 a 0. Na volta, no Heriberto Hülse, o Criciúma venceu por 4 a 1, gols assinalados por Paulo Baier (3) e Dejair. O time que jogou a final foi: Fabiano; Paulo Baier, Cametá, Luciano, Luciano Almeida (Sandro); Cléber Gaúcho, Cléber (Edinho), Juca, Dejair; Delmer, Anderson Lobão (Tico). Técnico: Edson Gaúcho.

Em 2003, o clube fez uma boa campanha na Série A, conseguindo manter-se na elite, mas caiu, em 2004, para a Série B e em 2005, para a Série C.

Em 2006, o clube conquistou o título do campeonato brasileiro da Série C, garantindo seu retorno à Série B em um jogo contra o Vitória. O Tigre não tomou conhecimento do adversário e ganhou por 6 a 0. Com gols marcados por Leandro Guerreiro, Alexsandro, Beto Cachoeira (2), Fernandinho e Zé Carlos. O time que jogou esta partida tinha: Zé Carlos; Silvio Criciúma, Rodrigo e Claudio Luiz; Bosco, Leandro Guerreiro, Marcelo Rosa, Douglas e Fernandinho; Dejair e Beto Cachoeira. Técnico: Guilherme Macuglia.

No ano de 2007, o Tigre chegou à final do catarinense, perdendo para a Chapecoense, no estádio Heriberto Hülse. Também em 2007, o clube buscava alcançar o título e o acesso à série A de 2008, vencendo a Série B. O Criciúma começou de uma forma animadora, arrasando, chegando a terminar o primeiro turno na primeira colocação. No returno, a situação começa a piorar e após algumas rodadas, o Tigre começa a despencar na tabela fazendo uma campanha nada igual a do primeiro turno, terminando o campeonato em sétimo.


Títulos


  • CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 1991
    CAMPEÃO BRASILEIRO DA 2ª DIVISÃO 1986,2002
    CAMPEÃO BRASILEIRO DA 3ª DIVISÃO 2006
    CAMPEÃO CATARINENSE 1968 (Como Comerciário E. C.) 1986 1989 1990 1991 1993 1995 1998 2005

    Hino

    Letra e Música: Carlos Ernesto Lacombe

    Lembrando os heróis do passado
    Que escreveram seus nomes na história
    Oh! Tricolor predestinado
    A um presente e futuro de glórias

    Salve o Criciúma
    No esporte nacional
    Salve o Criciúma
    De patrimônio imortal
    Na hora da decisão
    Numa só voz grita feliz
    O meu povão

    Criciúma, Criciúma!
    Nosso clube de amor
    Alma, garra e coração...

    Criciúma, Criciúma!
    Nosso clube de amor
    Alma, garra e coração...

    Vibrando estaremos contigo
    Desfraldando o teu pavilhão
    Onde estiver o mais querido
    Dos campeões - o nosso campeão

    Estádio

    Estádio Heriberto Hülse, um dos principais do estado de Santa Catarina, já abrigou competições de nível internacional como a Copa Libertadores da América, epóca na qual foi completamente adaptado para competição, destaque entre os principais estádios do estado, é o uníco completamente coberto. O estádio atualmente tem capacidade para 19.900 torcedores, pois a capacidade foi adequada para cumprir as normas do estatuto do torcedor. O maior publico registrado foi em 6 de agosto de 1995 no jogo Criciúma 1 X 0 Chapecoense-SC pelo campeonato catarinense. O jogo teve um público de 31.123 pessoas e uma renda de R$115.815,00.

    Inauguração 16 de Outubro de 1955
    Primeira partida - 16/10/1955 (Comerciário 0x1 Imbituba).
    Primeiro gol - Valdo (Imbituba)

    Mascote

    A mascote do Criciúma é um tigre vestido com o uniforme do clube. O felino foi escolhido por ser símbolo de força e garra, características necessárias para superar obstáculos e vencer.








    Site

    http://www.criciumaesporteclube.com.br/

    quarta-feira, 19 de novembro de 2008

    Vitória Futebol Clube

    Reuniram-se em um sobrado da rua São Francisco, pertencente à viúva Constança Espíndula, mãe de Constâncio e Taciano Espíndula, dois dos amigos que, até então, disputavam as suas peladas na rua Sete e no Alto do São Francisco.

    João Pereira Neto presidiu os trabalhos, que resultaram na fundação do primeiro clube de futebol do Estado. Concordaram em dar ao clube o nome da cidade que lhe serviria de sede. Nascia ali, portanto, o Foot-ball Club Victoria.


    A ata daquela reunião acabou perdida em épocas futuras, mas podemos citar alguns nomes dos pioneiros presentes àquela reunião do dia 1º de outubro de 1912: João Pereira Neto, João Nascimento, Armando Ayres, Graciano e Edgar dos Santos Neves, Névio Costa, Edgard e Pedro O’Reilly de Souza, Constâncio e Taciano Espíndula. Pereira Neto foi eleito o primeiro presidente; Nascimento e Costa, os dois tesoureiros; e Edgard O’Reilly, diretor de esportes.

    Uma decisão importante ainda ficaria por se tomar, e não o seria sem debate: era preciso escolher as cores oficiais do clube. Consta que Armando Ayres, saldanhista, sugeriu que o vermelho e o branco fossem escolhidos. No entanto, os sócios que torciam pelo Álvares não concordaram. Acabou prevalecendo a sugestão de se adotar o azul e o branco, cores que representariam o céu de Vitória.

    Durante muitos anos, o clube não possuiu sede e nem patrimônio. As reuniões dos jogadores eram realizadas em espaços cedidos, como o galpão de Antenor Guimarães. Jogos de camisa, bolas, material de treinamento e outros pertences ficavam guardados de favor em residências de jogadores ou dirigentes.

    Assim foi até o início da década de 1950, quando iniciativas mais concretas foram tomadas no sentido de dar ao clube uma sede definitiva, e um estádio próprio. Em 1951, o presidente Arnaldo Andrade adquiriu a área em Jardim América onde hoje se encontra o Estádio Engenheiro Araripe. Como a área era toda formada por alagados, o clube nunca a utilizou. Outro terreno comprado pelo Vitória acabou sendo tomado pelo governo do Estado, que prometeu conceder outro em troca. Foi assim que o Vitória recebeu o terreno que atualmente ocupa, em Bento Ferreira.

    As obras de construção do estádio do Vitória começaram em 1962, quando os torcedores Aílson Lima Cabral e Aprígio Vieira Gomes conseguiram fazer com que uma draga utilizada em um aterro nos arredores despejasse areia também ali. Assim, o terreno em Bento Ferreira pôde finalmente ser utilizado para a construção do tão sonhado estádio.

    Neste ponto, vale destacar atuação do presidente Salvador Venâncio da Costa, que se valeu de todos os recursos e sacrifícios para ver a obra concluída. E assim aconteceu. O estádio, inaugurado em 1967, recebeu o seu nome, com toda justiça.

    Foi sempre assim a história do Alvianil. Cheia de percalços e de luta, dentro e fora dos campos. Acima de tudo, porém, sempre repleta de amor ao esporte e ao Vitória Futebol Clube. É isso que nos move.

    Apesar das muitas dificuldades voltamos a conquistar novos e importantes títulos, estamos seguros de que aqueles jovens pioneiros de 1912 ficariam orgulhosos de saber que a sua iniciativa permanece viva e forte, tanto tempo depois. E que o clube que fizeram nascer chega aos seus noventa e seis anos como umas das grandes forças do futebol profissional do Estado do Espírito Santo.

    Títulos

    9 vezes Campeão Capixaba – 1920, 1932/33 (bicampeão), 1943, 1950, 1952, 1956, 1976 e 2006.

    8 vezes Campeão da Taça Cidade de Vitória – 1920, 1932/33 (bicampeão), 1943, 1950, 1952, 1956, 1972.

    Estádio

    Estádio Salvador Costa. O Ninho das Águias. Seja como for que o torcedor alvianil queira se referir ao seu estádio, o fato é que a nossa casa, em Bento Ferreira, só nos enche de orgulho.

    Batizado numa justa homenagem a nosso ex-presidente (e atual presidente de nosso Conselho Deliberativo), o Estádio Salvador Costa é o nosso grande espaço de convivência, onde a família alvianil pode vibrar com o seu time com conforto e segurança.

    Hino

    Autor: Carlos Bona ( 1993 )

    Vamos juntos, Vitória
    Juntos vamos jogar
    Visto a sua camisa
    Por me orgulhar
    O meu sangue é azul
    Carrego a paz no meu peito
    Meu Deus, me dê o direito
    De sempre com você ficar

    Vitória, Vitória, Vitória
    Clube de minha devoção
    Águia azul sobrevoa
    Meu sonho, minha emoção
    Vitória, Vitória, Vitória
    Campeão, sempre, sempre campeão
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração

    Mil, novecentos e doze
    Um ano de esplendor
    Nasceu com força e garra
    A águia bicolor
    Erguendo esta bandeira
    Me sinto mais feliz
    Torcer por esse time
    Foi o que eu sempre quis

    Avante, alvianil
    Pra mim você é o maior do Brasil
    Avante, alvianil
    Pra mim você é o maior do Brasil

    Vitória, Vitória, Vitória
    Clube de minha devoção
    Águia azul sobrevoa
    Meu sonho, minha emoção
    Vitória, Vitória, Vitória
    Campeão, sempre, sempre campeão
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração
    Suas cores, no céu elas moram
    E você vive em meu coração

    Mascote
    Águia Azul








    Site

    http://www.vitoriafc.com.br/


    terça-feira, 18 de novembro de 2008

    Atlético Acreano

    O Atlético Acreano foi fundado no dia 27 de abril de 1952, com o nome de "Beiruth", por comerciantes sírio-libaneses. Entre eles, estão Augusto Hidalgo de Lima, Foch Jardim, Roberto Sanches Mubárac, Lourival Pinho, Ildemar Pereira de lima (Tarzan), Goldwasser Pereira Santos, Sílvio Ferrante, Mário D’Avila Maciel, Rufino Farias Vieira, Fenando Andrade Pessoa, entre outros.

    Várias outras famílias tiveram passagem importante e que fazem parte da história do clube, como os Diógenes, Pinho, Ribeiro, Frota e Patriota.

    Com ótimo valores, o Atlético começou a dominar o Segundo Distrito - que era para ser a verdadeira capital acreana, não fossem os estraves administrativos (troca de Penápolis por Rio Branco e vice-versa). Pela paixão que o time azul e branco causou, logo recebeu o slogan “glória de um povo, orgulho uma cidade”.

    O Atlético Acreano, o time alve celeste do Segundo Distrito, por muitos anos a foi bancada pelo prefeito e mais tarde deputado Adauto Frota, o homem que comprou a área e construiu o “Estádio Adauto Frota”. Depois que ele morreu, o grupo Yunes passou a ajudar o time e conquistou alguns títulos.

    Títulos

    Campeão Acreano: 6 vezes (1952, 1953, 1962, 1968, 1987 e 1991).

    Estádio

    Nome Estádio: Adauto Brito da Frota
    Capacidade: 4.000 espectadores
    Inauguração: 1970
    Medidas: -
    Endereço: Rua 17 de Novembro, s/n
    Proprietário: Atlético Acreano
    Algumas partidas do campeonato acreano que contam com o Atlético. Manda seus jogos também no estádio José de Melo.

    Apelido Galo Carijó

    Mascote
    Galo

    segunda-feira, 17 de novembro de 2008

    Vila Nova Futebol Clube

    Um clube vitorioso com o Vila Nova Futebol Clube só poderia ter uma história rica e fascinante. Portanto, temos o prazer de contar um pouco mais da nossa trajetória de lutas e, principalmente, de conquistas. Tudo começou quando, em 1938,quando o padre José Balestiere fundou a Associação Mariana, um clube amador com o objetivo de incentivar o congraçamento das comunidades católicas e propiciar entretenimento à população.

    Entusiastas do então clube amador Associação Mariana aceitaram o desafio de fundar um time para representar o bairro conhecido como a vila mais famosa, a Vila Nova, entre eles os pioneiros Francisco Ferraz de Lima, Boaventura Moreira de Andrade, Luiz Rasmussen, Pedro Cavalvante, Garibalde Teixeira, José Balduino, além do próprio Pe. José Balestiere e muitos outros.

    A fundação oficial do clube veio no ano de 1943, quando pelas mãos do coronel Francisco Ferraz Lima, com a água benta do Pe. Giuseppe Balestiere e a benção de Gercina Borges, mulher de Pedro Ludovico Teixeira, conhecida como a “mãe dos pobres”, nasce o clube que, em breve, seria o mais popular do Centro-Oeste. Nesse mesmo ano, o Vila Nova foi inscrito na Federação Goiana de Desporto (FGD), inclusive participando de competições no mês de Julho.

    Entre 1950 e 1955, o clube disputou torneios de várzea e, em 1958, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, alcançou a terceira colocação no Campeonato Estadual, resultado dos investimentos no departamento de futebol.

    O primeiro título veio no ano de 1961 e, daí em diante, o tigrão não parou mais. No dia 13 de Março, o Vila Nova sagrou-se campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de Maio, conquistou a Taça Cidade Goiânia e comemorou o título de campeão goiano no dia 17 de Dezembro.

    Durante mais de 60 anos de história, foram conquistados mais de 140 troféus de campeão, 58 taças de vice, além de 10 terceiros lugares em competições regionais, estaduais e nacionais. Uma história gloriosa, uma torcida apaixonada e um futuro vitorioso são marcas do Vila Nova Futebol Clube.

    Devido a uma crise financeira, em 1946 o clube teve que mudar de nome e passou a se chamar Operário Futebol Clube.

    Em 1949, ocorre nova mudança com o clube passando a se chamar Araguaia. Em 1950 o nome do clube passa a ser Fênix Futebol Clube, denominação que dura até 1955, quando o clube volta a ter o nome de Vila Nova Futebol Clube.

    Entre os anos de 1950 a 1955 o clube disputou torneios de várzea. Algum tempo depois, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, o clube começou a investir no Departamento de futebol e obteve a terceira colocação no estadual de 1958. Nos anos de 1959 e 1960 o time ficou em quarto lugar na competição.

    O primeiro título do Vila Nova Futebol Clube chegou no dia 13 de março de 1961. O clube foi campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de maio, conquistou a Taça Cidade de Goiânia, e no dia 8 de outubro foi campeão do 1º turno do estadual. O título do campeonato Estadual daquele ano chegou no dia 17 de dezembro.

    No dia 15 de abril de 1962, o clube conquistou o bicampeonato da Taça Cidade de Goiânia, e no dia 22 de julho tornou-se bicampeão do Torneio Octogonal Goiânia/Anápolis.

    Durante os 60 anos de História, o Vila Nova já conquistou 139 troféus de campeão incluindo campeonatos, torneios e taças, 58 taças de vice campeão e 10 de terceiro lugar em competições em âmbito regional, estadual e nacional.

    Em termos nacionais, as maiores conquistas do Vila Nova foram o Campeonato Brasileiro Série C em 1996 (invicto) e a classificação para a Copa Conmebol em 1999.

    Títulos

    Campeão Brasileiro Terceira Divisão 1996
    Campeão Goiano 1961/62/63, 1969, 1973,1977/78/79/80, 1982, 1984, 1993,1995, 2001 e 2005
    Campeão da Segunda Divisão Goiana - 2000

    Hino

    Salve o Vila
    Nova
    Tricampeão

    Salve o Vila Nova

    Orgulho da nossa região.

    O Vila Nova não pode parar
    O tigre da vila famosa tem que triunfar
    Sua torcida é fenomenal
    Êta esquadrão legal!

    Estádio

    Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga
    Apelidado de OBA por causa das iniciais do nome . O Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga homenageia com seu nome o ex-jogador e ex-dirigente do Vila Nova Futebol Clube, grande responsável pela ascensão da agremiação ao futebol profissional. Localizado no Setor Universitário, apresenta capacidade para oito mil torcedores. Embora o Vila mande a maioria dos seus jogos no Estádio Serra Dourada, pois costuma levar aos estádios públicos maiores que a capacidade de seu estádio.

    Mascote

    Tigrão







    Site

    http://www.vilanova.esp.br/

    domingo, 16 de novembro de 2008

    Horizonte Futebol Clube

    O Horizonte Futebol Clube nasceu em 1933 por iniciativa dos irmãos Horácio Domingos de Sousa, Joaquim Domingos Neto e de vários amigos na pequena localidade de Olho D’água do Venâncio, hoje município de Horizonte.

    No início, suas atividades se resumiam a partidas amistosas em campos de várzea desafiando as equipes das localidades vizinhas. As primeiras partidas eram realizadas em campos de areia.

    A partir de 1989, com a instalação oficial do Município de Horizonte, passou-se a realizar o Campeonato Horizontino de Futebol. Logo o Horizonte Futebol Clube se destacou, sagrando-se tri-campeão nos anos 1989, 1990 e 1991, vencendo ainda os campeonatos de 1993, 1998, 2001, 2002 e 2004.

    Em 2001 e 2002, o Horizonte Futebol Clube foi também vice-campeão em certame promovido pela AFAC entre municípios cearenses.

    Em 2004, ao conquistar o título de vice-campeão do Torneio Início da 3ª Divisão do Campeonato Cearense, promovido pela Federação Cearense de Futebol, chegou a disputar o quadrangular final que classificava duas equipes para a 2ª divisão. No ano seguinte, assegurou vaga na 2ª Divisão do Campeonato Cearense de Futebol. Em 2006, obteve a terceira colocação geral da competição.

    Em 2007, a partir da adoção de uma postura profissional e contando com o forte apoio da Prefeitura Municipal de Horizonte e dos patrocinadores Pureza e Big Gyn, o Horizonte Futebol Clube conquistou o título de campeão da 2ª Divisão, ascendendo à elite do futebol cearense.

    Em 2008, o Horizonte Futebol Clube tinha como objetivo disputar a fase final do Campeonato Cearense de Futebol e ficar entre os quatro melhores da competição. Para alcançar esse objetivo, os trabalhos foram iniciados na primeira quinzena de novembro de 2007. E sob o comando de Argeu dos Santos, o Horizonte Futebol Clube conquistou o seu objetivo e terminou o campeonato como o terceiro colocado, conquistando também a vaga para disputar o Campeonato Brasileiro Série C, onde foi eliminado ainda na primeira fase.

    Hino
    Letra e música: Zilmar do Horizonte e Nanan Lima

    Horizonte Futebol Clube
    És para sempre o meu time honrado
    São tantos anos de tua história
    De honra e glória nas caminhadas

    Grandes atletas por ti passaram

    Realizando grandes jogadas

    Horizonte Futebol Clube

    És para sempre o meu time honrado

    Tens na história grandes capítulos

    E vários títulos de campeão

    Salve Horizonte, time de fama

    Que o povo ama de coração

    Tu és o galo horizontino

    Tens o destino de vencedor

    És sempre alegre, cheio de vida

    Tua torcida te tem amor

    Tu tens a marca de time honrado

    Rei do gramado, diz o torcedor



    Estádio
    Por enquanto, manda seus jogos no Estádio Francisco Clenilson dos Santos (Clenilsão). Capacidade 5000 lugares.

    Estádio Horácio Domingos de Sousa

    Um sonho antigo está prestes a se realizar, o Estádio Domingão será um dos melhores do Ceará, com uma capacidade de 10,400 pessoas, o Horizonte não terá mais necessidade de ir jogar em Fortaleza as decisões o que pode ter influenciado as derrotas nas semi-finais. Isso se comprova porque todos os jogos no Estádio Clenilsão(Horizonte) só empato uma e ganho o restante. O Prefeito da cidade Chico César, promete entregar dia 28/12/2008 o estádio Domingão para o Horizonte e sua torcida fazerem bonito no Estadual 2009.

    Títulos
    Campeão Segunda Divisão 2007

    Mascote
    Galo do Tabuleiro

    Site
    http://www.horizontefutebolclube.com.br



    Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão

    No dia primeiro de janeiro de 2003 foi fundada a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão, que até então disputava competições amadoras. Um grupo de apaixonados resolveu investir em um clube que pudesse representar a cidade. Em 2003, no primeiro ano desua fundação, o AEREB foi campeão da 41ª TAÇA PARANÁ. Esta competição é a que mais reúne clubes em todo o Estado do Paraná. Após esta incrível conquista, idealizou-se a possibilidade de vôos mais altos, como o futebol profissional. Tendo isso como meta, a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão se estruturou e conseguiu uma rápida ascensão em apenas um ano de história.

    Em abril de 2004 começava a Série Prata, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Lá eram disputadas duas vagas para a elite e tinha como um dos estreantes o Engenheiro Beltrão, sem nenhuma tradição no profissional, mas contendo na bagagem uma série de títulos amadores.

    Em uma ótima campanha, o Engenheiro Beltrão coroou sua curta e brilhante trajetória com o título de campeão da Série Prata do Paranaense. Sob o comando do experiente técnico Itamar Belasalmas, que acumulava passagens por outros clubes de pequeno porte, apostou em peças como o lateral-direito Elvis, o meia Tita e o atacante Tota para bater seus adversários.

    A campanha do primeiro título do time como profissional foi de seis vitórias, três empates e apenas uma derrota. Após o último jogo, um empate por 1 a 1 com o Império Toledo foi o suficiente para a pequena cidade de Engenheiro Beltrão festejar muito o título.

    Por esta rápida trajetória, o clube ganhou o apelido de Caçula do Interior, mas a equipe já aprontou algumas contra os times grandes quando esteve presente na primeira divisão em 2005 e 2007.

    Em 2008, termina o Campeonato Paranaense na quinta posição, garantindo vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. É a primeira competição nacional disputada pela equipe, ficando no Grupo 15 com o Inter de Santa Maria, Marcilio Dias e Toledo. Termina na quarta posição do Grupo.

    Títulos

    Campeonato Paranaense - Série Prata: 2004.

    Estádio

    Estádio Municipal João Cavalcanti de Menezes
    Capacidade: 5 mil pessoas
    Propriedade: Prefeitura de Engenheiro Beltrão

    Site

    http://www.aereb.com.br

    sexta-feira, 14 de novembro de 2008

    Uberaba Sport Club

    O USC foi fundado em 15 de julho de 1917. Desde então, o amor pelo clube de todos aqueles que um dia se dedicaram a ele, nos deu uma história de muitas conquistas, marcada sempre pela união entre dirigentes e torcedores. Esse foi o fator principal para o crescimento do Uberaba Sport Club ao longo dos anos. Foram anos de dedicação e glórias à comunidade uberabense. Quem não sente saudades daquelas épocas, principalmente quando nosso time era um dos mais respeitados do Brasil. Algumas partidas ficaram marcadas nessa nossa história. No Maracanã, pelas Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro, quando o Uberaba ganhava do Flamengo por 2 a 0, e à base de muita pressão, o clube carioca conseguiu virar o jogo. No jogo anterior, no Uberabão, com mais de 26 mil pessoas, um empate em 1 a 1 (segundo a Revista Placar, o empate foi um bom resultado). Também devemos lembrar outra partida, acontecida no Uberabão, contra o Santos. Com a "casa cheia", vitória do Uberaba por 4 a 1.

    Assim como essas, dezenas de outras importantes atuações desta equipe de futebol profissional contribuíram para elevar o nome de Uberaba no cenário nacional. Atualmente, o Uberaba é o 73º colocado no Ranking de Clubes Brasileiros (CBF) e 5º do estado de Minas Gerais neste ranking, com o total de 159 pontos .
    No dia 25 de dezembro de 1917, foi realizada a primeira partida do USC de que se têm notícia. O jogo, contra o Araguary (com y, respeitando a época), foi assim descrito pelo cronista Fernando Terra, o primeiro a escrever sobre esporte no saudoso “Lavoura e Comércio”: “Com um grande match de foot-ball, o USC inaugura no dia de Natal, a sua esplêndida praça de esportes” (nos terrenos da Santa Casa de Misericórdia). “Os foot-ballers de Araguary acederam em jogar com o primeiro team do clube local. A novel associação inicia assim suas lutas esportivas, com um renhido embate inter-municipal. O Dr. Tancredo Martins, em palavras de vibrante entusiasmo, em nome da diretoria do clube, fez entrega da belíssima taça, oferecida pela artista “La maruxa” à equipe vencedora. Conquistou assim o Uberaba Sport os seus primeiros louros”. “O juiz da partida foi o “referee” Ricardo Fonseca, que juntamente com os bandeirinhas, estavam de paletó e gravata, impondo mais respeito... O Uberaba jogou com Aladino, Gama e Macário; Waldemar Junqueira, Satyro de Oliveira e Antonio; Targino, Aristides Cunha Campos, Olavo Junqueira, José Ribeiro e Mário Junqueira. O Araguary contou com Ernesto, Pinho e Machado; Aristides, Celso e Dante; Djalma, Luiz, Jeovah, Mário e Alderico. O “placard” foi um triunfo sensacional do USC por 3 a 0 (pesquisas recentes apontam que o jogo poderia ter sido 3 a 1), com gols de Aristides Cunha Campos que fez o primeiro, José Ribeiro ampliou para 2 a 0 e Targino completou a goleada”.
    Na década de 30, o USC recebeu e venceu em seu Estádio no Bairro Mercês, acertadamente batizado de Boulanger Pucci, um dos maiores beneméritos do clube, grandes e memoráveis equipes do futebol brasileiro e mundial. Naquele gramado, desfilaram muitos dos maiores jogadores da época, em equipes como o Paulistano e o Peñarol do Uruguai, entre outros.
    Nos anos 40, o famoso São Paulo Futebol Clube, de Leônidas da Silva, e o Atlético Mineiro, campeão na Europa, proporcionaram grandes embates com o Colorado no Boulanger Pucci. Em um inesquecível jogo contra o Galo, de Kafunga, brilhou a estrela de um uberabense que fez história: Wilson Frade, o “Ticrila”, que ao lado de Otacílio, Gabardinho, Djalma e Nelsinho, foi quebrada a invencibilidade atleticana por 3 a 2.
    Nos anos 50 o USC ganhou seguidamente o Campeonato do Triângulo, até voltar a disputar o Campeonato Mineiro, onde foi bi-campeão do interior. O time marcou época nos anais do clube: Vilmontes, Loli, Cazeca, Tam, Tiago, Lanza, Fausto, Paulinho, Zé Luis, Tati e Oliveira.
    Em 1976, em sua primeira participação em campeonatos brasileiros, o Uberaba venceu seu primeiro jogo. Em jogo válido pela terceira rodada, em 12 de setembro de 1976, o Uberaba derrotou a Portuguesa de Desportos, com um gol do lateral Alfinete. O povo de Uberaba saiu às ruas para comemorar, em carreata, a boa vitória do Colorado de BP.
    No campeonato brasileiro de 1977 ocorreu uma das mais vibrantes vitórias do Uberaba Sport em todos os tempos. Com dois gols de Naim e dois de Paulo Luciano, o USC destruiu o Santos de Cejas, Ailton Lira e Juary, que aliás fez o gol santista. Uberaba 4x1 Santos, que vitória. Foi em 27 de novembro de 1977.
    Aconteceu na Taça de Ouro 1981. Ainda no Aeroporto de Uberaba, o saudoso João Saldanha chama nosso time de “Galinha Morta”. Rapidamente muda de idéia. Surpreendido pelo fantástico time que tínhamos naquela época e por um empate conseguido graças a um gol irregular de Nunes, Saldanha teve que reconhecer que o Colorado dominou o Flamengo de Zico e companhia e poderia ter vencido. Uberabão superlotado. Uberaba 1X1 Flamengo.

    Flamengo 4 x 2 Uberaba - Maracanã - 01/04/1981

    Uberaba: Diron, Celso, Rafael e Tim; Aldeir, Vandinho, Joãozinho, Paulo Luciano e Ilton; Serginho e Ney.
    Flamengo: Raul, Carlos Alberto, Luís Pereira, Marinho e Júnior; Vitor, Adílio, Zico e Tita; Nunes e Carlos Henrique


    Em 6 de março de 1983, o que parecia impossível transformou-se em uma impressionante jornada do Colorado. Após ser goleado pelo Guarani de Sobral e precisando vencer por três gols de diferença para avançar na Taça de Prata, nem o mais otimista dos torcedores imaginava o que estava por acontecer naquele domingo no Uberabão. Com uma goleada histórica por 5 a 0, o Uberaba esnobou a Taça de Prata, destruiu o poderoso Santa Cruz de Recife e avançou direto para a Taça de Ouro. O último gol, do ponteiro esquerdo Simões, é inesquecível: Em um contra ataque, Simões dominou a bola no meio do campo e avançava rapidamente até o gol do Santa, empurrado pela torcida, completamente de pé, e pela voz de Moura Miranda, nas centenas de radinhos de pilha espalhados pelo estádio. Ao chegar de frente para o gol, Simões pareceu mais tropeçar do que chutar a bola, que bateu no goleiro e voltou, caprichosamente, de encontro aos seus pés, e dessa vez ele não errou. Gol. Uberaba na Taça de Ouro.
    O Uberaba Sport revelou muitos jogadores juniores em 1986 sob a supervisão do treinador Zezinho e que tiveram grande destaque em Minas Gerais e São Paulo, como o ponta direta Silvio de Uberaba que foi jogar e marcar muitos gols defendendo o Palmeiras e depois no Japão e virou Dentista, o goleador atacante com apelido de "Pancho" vindo de Miguelópolis-SP e tendo o nome real de Nagib Miguel que nos Juniores foi sempre o destaque na artilharia marcando muitos gols, estilo ofensivo parecido com o de Palhinha (ex-Cruzeiro e ex-Corinthians) e foi atuar profissionalmente em Batatais, Santa Fé do Sul, Igarapavense e Ituveravense, teve ainda Zé Rock que jogava muito bem no meio-de-campo, líder pela garra e que depois foi atuar no Grupo pop de Rock- Nós, Cássio lateral-direito muito vigoroso,aguerrido, determinado, Batatinha,se jogasse hoje poderia ser chamado de Robinho de Minas dado a sua técnica invejável, Júnior,que parecia um Cléber zagueiro só que de técnica muita mais apurada que depois foi atuar em equipes interioranas, Chocolate grande goleiro que era conhecido entre os amigos como o aranha-voadora.
    Nos anos seguintes o Uberaba só não teve muito sucesso porque não manteve esta base que foi uma das melhores do Estado em 1986, que foi desvalorizada e os garotos transferiram para outras equipes com melhores condições, outros pararam por falta de condições financeiras, nesta época Uberaba era administrada por Luciano Rangel, estes juniores fizeram parte de uma das melhores histórias do Uberaba Sport Club com muitas conquistas de torneios expressivos em Uberaba,em Uberlândia, Belo Horizonte e no Estado, sendo a campeã de Juniores em 1986 em Belo Horizonte contra o Cruzeiro numa virada memóravel por 3 a 1, preliminar do jogão entre Cruzeiro e Atlético-MG, gols de Zé Rock, Silvio e Pancho.Parabéns ao técnico da época Zezinho que formou uma tremenda equipe que merecia disputar os campeonatos dos anos seguintes com esta base maravilhosa que foi uma geração de ouro nos juniores.
    O Uberaba derrotou o Uberlândia, seu principal rival, dentro do Estádio Sábia com 4 a 1 com gols de Júnior, 2 de Pancho e 1 de Sílvio, venceu o América por 3 a 0 gols de Zé Rock, Cássio e Batatinha, detonou o Atlético-MG por 4 a 2 com 02 gols do Pancho, 01 do Batatinha e 01 de Odair e assim Uberaba foi mostrando a equipe, pena que no seu comando não tinha os ex-jogadores para orientarem e darem prosseguimento como os craques Toinzinho, Paulo Luciano, Zanata e muitos outros que não tinham espaço para orientarem, seria melhor investir nos garotos do que contratarem como fizeram buscando Beto Fuscão, Edu Bala (ex-Palmeiras).Tinha bons jogadores nos profissionais como Zé Humberto (hoje treinador) jogava muito,Pepe e Odair, depois ainda teve a saída de Joãozinho Maradona para o Batatais.

    Em 2008, o Uberaba Sport Club voltou a disputar a elite do campeonato mineiro pela primeira vez após o rebaixamento de 2004. Terminou o campeonato mineiro na nona colocação, em um campanha final surpreendente, vencendo os dois últimos jogos contra os Democratas (3 a 0 em Sete Lagoas e 2 a 1 contra o Demo-GV no Uberabão). No dia 26 de agosto o USC vai enfrentar o América-MG na sua estréia na Taça Minas Gerais.

    Títulos

    Campeonato Mineiro da Segunda Divisão:2003
    Taça Minas Gerais: 1980
    Torneio de Acesso ao Campeonato Brasileiro: 1986
    Torneio Santos Dumont: 1974
    Campeão Mineiro do Interior 1966
    Campeão Mineiro do Interior 1967
    Campeão Mineiro do Interior 1973
    Campeão Mineiro do Interior 1980
    Campeão Mineiro do Interior 1981
    Campeão Mineiro do Interior 1982

    Estádio

    O Estádio Municipal Engenheiro João Guido, mais conhecido como Uberabão, é um estádio multi-uso localizado na cidade de Uberaba, Minas Gerais, Brasil. Tem capacidade de 25.000 pessoas. O inicio da sua construção pela iniciativa privada remonta a 1961, quando o loteamento do bairro onde se insere foi lançado com o slogan "o estádio monumental é prá valer". A cava em pedra com o formato inclusive do fosso ficou anos sem investimento. Seu projeto estima que o estádio teria a capacidade de 45 mil pessoas e seria todo coberto. As obras foram retomadas após negociação com a Prefeitura Municipal de Uberaba, proprietária do estádio, e foi inaugurado em 1972. O seu nome é uma homenagem posterior à inauguração e ao mandato do Engenheiro João Guido, em cujo mandato tornou o imóvel público e retomou a construção.

    O estádio pertence a prefeitura; mas o Uberaba Sport Club é considerado a equipe mandante do estádio.

    Hino
    Composto por Lourival Balduíno do Carmo

    Tenho fulgente história.
    Até os deuses já cantam minha glória!
    Sou o valente campeão
    Que de Uberaba possuo o coração.
    Sempre leal e forte,
    Sou o denodado Uberaba Sport,
    O astro rei, brilhante sol,
    A potestade mor do futebol.
    Meus jogadores lutam sempre com afeição
    Em prol do belo alvi-rubro pavilhão
    Nada os retém em seu fervor
    Acometendo com ardi
    l e valor.
    Em campo altivos, briosos, viris,
    Sempre triunfam nas pugnas febris.
    Seus peitos tremem de santo ardor
    E a glória os beija num lance de amor…
    Nobre e liberal,
    Meu time não tem rival!
    É vencer a sua divisa ideal.
    Tem vitórias mil:
    É a glória do Brasil!
    Ah! Valente Sport
    Tão alvejado e sempre forte!
    Aleguá!…guá!…guá…Urrah!…Urrah!
    Salve! Ó campeão
    Da Princesa do
    Sertão!

    Mascote

    A cidade mineira de Uberaba é conhecida como a Capital Mundial do Zebu, devido ao grande número de animais desta espécie criados no município. A região também promove todo ano a Expozebu, considerada a maior exposição de gado zebu do mundo. Por conta disso, a mascote do time não poderia ser outro, a não ser o animal símbolo da cidade. A mascote escolhida é um zebu forte, segurando uma bola na “mão” esquerda e vestindo o uniforme alvirrubro da equipe.



    quinta-feira, 13 de novembro de 2008

    Clube Atlético Cristal

    O Clube Atlético Cristal foi fundado no dia 15 de Novembro de 1969, tendo como principal motivador os membros da família figueira, moradores do bairro de Santa Rita e que precisavam de um clube para se contrapor ao prestigio que Oratório Recreativo Clube vinha consolidando no bairro.

    Logo em seguida o clube pediu e obteve a sua filiação à Federação Amapaense de Desportos e, com isso, ganhou o direito de disputar as competições promovidas pela FAD.
    As cores vermelho e branco renderam ao Clube Atlético Crista do cognome de alvi-rubro do bairro de, Santa Rita e as primeiras competições organizadas pela FAD das quais participou, não teve muito sucesso e permanecia na Segunda Divisão do Futebol Amapaense, sendo que somente em 1988, chegou à primeira divisão, depois de vencer, em jogo inesquecível, a Lagoa Esporte Clube, na decisão do campeonato da segunda divisão pelo placar de 5 x 0, com os cinco gols sendo marcados pelo hoje nome especial na galeria dos grandes atletas do clube, o mundinho. Nessa oportunidade o Clube Atlético Cristal se juntava ao Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube, Independente Esporte Clube, Sociedade Esportiva e Recreativa São José e ao seu maior rival, Oratório Recreativo Clube.

    Aquele momento especial de ascensão à primeira divisão do futebol amador do Amapá, teve o comando do presidente de honra do clube, Raimundo Figueira.
    Ainda no amador, agora na primeira divisão, e na transição do amadorismo para o profissionalismo, o cristal marcou a sua participação quando conquistou o vice-campeonato de futebol, em uma fase decisiva da qual participaram, além do Cristal, o Amapá clube e o Trem Desportivo Clube. O Amapá Clube ficou com o titulo daquele ano.

    Em 1991, com a implantação do Futebol profissional, o Cristal começa a escrever uma nova história. Até hoje é o único clube a disputar todos os campeonatos profissionais organizados pela Federação Amapaense de Futebol, sucedânea da FAD, chegando à decisão em 1995, quando em final memorável foi derrotado pelo Independente por 1 x 0, ficando com o vice-campeonato. Naquela campanha o presidente do clube era José Ferreira da Costa.
    Em 1997 o Cristal participou da fase decisiva, ficando em terceiro lugar, sendo o Ypiranga Clube o campeão Estadual naquele ano.

    Em competições nacionais o Cristal contabiliza duas participações na Copa do Brasil, em 1995 e 1996. Em ambas as oportunidades não passaram da primeira fase, sendo em 1995 eliminado pelo Nacional de Manaus, depois de um empate em Macapá 1 x 1 e uma derrota em Manaus por 2 x 1. Em 1996 o adversário foi o Santa Cruz de Recife, de novo um empate em casas e uma derrota fora, definiram a eliminação do Cristal, zero a zero a três a um foram os resultados.
    Outra competição oficial organizada pela CBF, da qual participou o Clube Atlético Cristal, foi o Torneio da Integração da Amazônia quando, juntamente com o Trem Desportivo Clube representou o Amapá. Ainda participaram daquela competição, dois times de Roraima, dois times de Rondônia e dois times do Acre. O titulo ficou com o CFA de Rondônia que venceu o Trem Desportivo Clube do Amapá nas duas partidas.

    Na galeria dos craques que passaram pelo clube estão imortalizados: José Carlos Jacaré, Valério, Mundinho (autor dos cinco gols na decisão de 98), Manoel Figueira (atual Presidente do Clube), Dirceu, Romeu, Valdinei, Jardel, entre outros. Na presidência são inesquecíveis José Alberto Guedes Figueira, Manoel Brito, Laércio Aires e Ernesto Cavalcante.

    Cristal é campeão Amapaense 2008

    Nos penais, Cristal conquista título inédito
    O jogo ocorreu no estádio Glicério Marques e terminou 0 a 0 no tempo normal. Nos penais, 4 a 2 para os alvi-rubros.
    Embalado pela participação no Campeonato Brasileiro da Série C, o Clube Atlético Cristal derrotou o São José na tarde de ontem e conquistou o título de campeão do futebol profissional pela primeira vez. O jogo terminou nos penaltis e a conquista foi por 4 a 2. Um dos mais emocionados jogadores do time cristalino era o meia Mário Bocão, que conquistou o título da temporada em 2005 pelo São José e foi dispensado logo em seguida. “No Cristal criamos uma grande família que cresceu e chegou ao topo do futebol amapaense. Quero dedicar este título aos torcedores que acreditaram em nosso trabalho desde cedo e comemoraram conosco cada vitória”, finalizou.


    Títulos


    Campeonato Amapaense: 2008
    Campeonato Amapaense - 2ª Divisão: 2 vezes (1988 e 2005).
    Estádio

    O Estádio Milton Corrêa, também conhecido como Zerão é um estádio esportivo localizado em Macapá, Brasil. É normalmente usado para sediar partidas de futebol, principalmente dos times Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube e Ypiranga Clube. Sua capacidade máxima é de 5000 pessoas e sua inauguração ocorreu em 1990. O apelido do estádio (e sua fama) vieram do fato de que a linha de meio-de-campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério.

    Hino
    http://www.mp3tube.net/br/musics/Cristal-Atletico-Clube-Hino-do-CristalAP/186646/

    Mascote

    Dragão

    Site: fora do ar
    http://www.atleticocristal.com.br

    quarta-feira, 12 de novembro de 2008

    Legião Futebol Clube

    O Legião Futebol Clube foi fundado em 11/05/2006. É originário do projeto social “Legião de Craques” (Associação Esportiva Cultural Legião de Craques), criado em 2001, visando dar oportunidade e cidadania a crianças e jovens de baixa renda. O nome Legião é uma homenagem ao grupo Legião Urbana, no qual Renato Russo cantava.
    Desde o início, o Legião Futebol Clube se destacou como formador de novos talentos no futebol, tendo sempre participação expressiva em todos os campeonatos (Profissional, Juvenil, Mirim de Infantil) de que participou, no Distrito Federal.

    A marca do Legião FC, além de se fixar na Capital Federal vem conquistando milhares de torcedores e admiradores locais e de outros estados brasileiros. Sua imagem está aliada à organização, qualidade, transparência e sucesso institucional além do respeito aos seus torcedores, colaboradores, sócios, parceiros e patrocinadores.

    Desde a sua fundação, o Legião FC conta com a admiração, apoio, incentivo e entusiasmo da família de Renato Russo, em especial Dona Carminha, sua mãe, e Giuliano Manfredini, seu filho, Madrinha e Presidente de Honra do Legião FC, respectivamente. Mais do que a admiração, o Clube tem o apoio institucional da Legião Urbana Produções Artísticas Ltda., detentor do direitos autorais e de imagem.

    O estreito vínculo com o ídolo Renato Russo e a harmonia com sua obra, fazem do Legião FC mais do que um time de futebol, mas um mix completo de entretenimento, com muito futebol, poesia, energia e vibração.

    A receita não é complicada. O montante necessário para manter o time foi dividido em quotas chamadas de Prata e Platinum. A primeira gira em torno de R$ 6.600,00 e a segunda, R$ 10.600,00, que serão pagas por 46 empresas, em dez parcelas. Em contrapartida, as empresas recebem de 20 ou 40 camisetas-ingresso a cada jogo, pra serem distribuídas para amigos, funcionários, fornecedores ou clientes. Várias empresas importantes do DF já aderiram ao projeto. Com isso o Legião tem conquistado uma torcida de classe média, que gosta de futebol e não ia aos estádios por temer por sua segurança e pela falta de conforto.

    Nos dias de jogos do Legião, os convidados pelos sócios-empresa podem usufruir do serviço de manobristas, open bar com cerveja, refrigerante e pipoca para as crianças e, ainda, cadeiras higienizadas com toalhas descartáveis na cor da camisa do time. A nova paixão de Brasília também garante ao torcedor cinco telões, onde são transmitidas a partida e cenas de shows e clipes do Legião Urbana, em uma parceria com a Renato Russo Produções Artísticas.

    E os planos do Legião são ambiciosos. Um centro de treinamento, de 80 mil metros quadrados, entre as cidades satélites de Ceilândia e Sobradinho, está sendo construído e com inauguração prevista ainda para 2008, quando o Legião espera estar disputando a primeira divisão candanga. O planejamento da equipe prevê, ainda, a disputa do título mundial, em Tóquio, até o ano de 2017.

    Evolução

    2001 - Inicia-se como um projeto social a ‘Associação Desportiva e Cultural Legião de Craques’, de caráter filantrópico e beneficente com o objetivo de inserir jovens de renda baixa por meio do incentivo ao esporte: o futebol.
    2002 - Tem participação expressiva na categoria de base do Distrito Federal, o Time Infantil é vice campeão no ‘Campeonato Brasiliense da FBF’, em Brasília/DF e no campeonato ‘Pinda Cup International’, em Pindamonhangaba/SP.
    2003 - O ótimo desempenho do Time Infantil durante o ano rendeu-lhe excelentes classificações na ‘Copa Bom Motivo Infantil’ no qual foi campeão e vice campeão no ‘Infantil da Copa AGA’.
    2004 - O Time Infantil continuou mostrando sua habilidade que consagrou-se ‘Time Revelação’ na participação do ‘Campeonato Brasiliense da FBF’ e a colocação de vice campeão na ‘Copa Kapo/Coca-Cola’.
    2005 - A estréia do Time Juvenil é marcada com o título de vice campeão no ‘Campeonato Brasiliense da FMF’.
    2006 - Torna-se o mais novo Time Profissional de Brasília/DF e consolida-se como o mais moderno clube empresa pronto para alcançar grandes vôos no cenário nacional e internacional. O Time Profissional estréia na ‘3° Divisão do Campeonato Brasiliense’ e consagra-se campeão.
    2007 - O Time Profissional, sempre avante, alcança a ‘2ª Divisão do Campeonato Brasiliense’ e se classifica para a ‘1ª divisão’.
    2008 - Com muita garra, o Time Profissional participa da temporada da ‘1ª Divisão do Campeonato Brasiliense’ classificando-se em 6° lugar. Porém com a desistência dos times Ceilândia e Braslândia em participar da Série C do Campeonato Brasileiro, a vaga é passada para o Legião FC representar a capital federal.

    Título

    Campeão do ‘Campeonato Brasiliense 3ª Divisão’, em 2006

    Hino

    (Letra: GUSTAVO LEÃO; Música: IURI BITTAR)

    Avante Legião,
    Ao seu destino de glória,
    Soldados Laranjas,
    Reiventando a sua história,
    Centuriões Laranjas,
    Cujo lema é a vitória!
    Avante legião!

    REFRÃO 2X
    Solte o grito da garganta,
    Para sempre campeão,
    Sou braço forte,
    Sou legião!

    Vencer com sua marca,
    É lutar com lealdade,
    Em todos os gramados,
    De todos o mais amado,
    Sou filho da esperança,
    Tenho sangue de Leão,
    Sou feliz desde criança,
    Até a morte Legião!

    Mascote
    Leão







    Site


    http://www.legiaofc.com.br

    Nacional Atlético Clube

    O Nacional Atlético Clube foi fundado em 23 de dezembro de 1961 ,da união dos funcionários federais de Patos. O nome, inclusive, foi tirado das repartições pois, todas elas, eram assim identificadas: Correios, DNER, Rede Ferroviária, DNOCS, etc. Sendo repartição federal trazia a palavra Nacional no nome e a fórmula unificou o Nacional das repartições com Nacional do clube. As primeiras cores da entidade – verde e amarela - foram baseadas na bandeira do Brasil, mas devido a uma Lei Federal que proibia clubes de imitarem as cores do símbolo máximo da nação, logo foram modificadas para as atuais e definitivas – verde e branco.

    Os primeiros times do Nacional foram amadores e compostos por funcionários federais, sob a liderança de José Geraldo Dinoá Medeiros, considerado seu fundador e que foi seu primeiro Presidente; depois houve a abertura para atletas não funcionários, embora amadores. Profissionais só começaram a ter vez quando surgiu a possibilidade do clube de ingressar no Campeonato Paraibano. Os atletas, embora sem registro, passaram a receber salários e cumprir programação sistemática de treinamento.

    A partir daí surgiram os jogadores "de fora"juntos à "prata da casa", iniciaram o processo de mudanças do "doméstico" para o "regional". A melhor prova dessa mistura é a dupla mais famosa do nosso futebol: Dissôr / Lulu, que marcava gols e chamava público. Outros craques de casa (Zito, Mário Moura...) e outros "cobras" de fora (Oliveira, Gonzaga...), também marcaram época.

    Os primeiros jogos do Nacional foram realizados no velho campo do Colégio Estadual. Logo, passou a jogar no Estádio "Zé Cavalcanti", que registrou, em sua inauguração em 1964, a vitória do Nacional sobre o Esporte de Patos pelo placar de 2 a 1.

    Embora mais novo, é bem mais famoso do que o Esporte. Conquistou nome e fama através dos amistosos que disputou em mais cidades do Nordeste e, principalmente, pelas campanhas mais produtivas no Camponato Paraibano. Por muitos anos seguidos o Nacional ficou entre os quatro primeiros times da Paraíba e colocado bem à frente do rival. Até os alvi-rubros reconhecem!...

    O time aderiu ao profissionalismo e, em 1965, afiliou-se à FPF (Federação Paraibana de Futebol), passando a disputar o Campeonato Paraibano. Em 1970, houve um entrevero entre diretoria e FPF, e o Nacional abandonou a competição estadual durante sua disputa. A atitude rendeu uma multa e a suspensão de um ano em competições oficiais ao alviverde. Voltou em 1972, com um plantel caseiro, barato e homogêneo: foi o tempo dos famosos "moleques da Rua da Baixa".

    Não foi mole fazer a mudança. A maioria não aceitava um time pequeno e até dirigentes lendários abandonaram o barco. Disfarçado de Guarany e jogando amistosos por aí, o time foi ganhando corpo e impondo a transformação indispensável. A "meninada" tinha nomes esquisitos (Côco, Cocó, Tripa, Gato, Grilo, Mucuim), mas jogava o fino da bola. Foi daí que o Nacional ganhou o mais glorioso de todos os seus muitos apelidos: "Academia de Futebol". Embora tenha sido sempre um time de toques, futebol técnico, rasteiro e vistoso (futebol romântico), somente teve o reconhecimento definitivo da crítica, após mostrar o balé dos irreverentes peladeiros; um time que "jogava por música".

    O melhor resultado veio em 1978, com a conquista do vice-campeonato paraibano. A boa campanha não trouxe muitas modificações no clube, que voltou a ter uma posição de destaque no cenário estadual em 1979 e 1981, quando, mais uma vez, sagrou-se vice-campeão.

    Ainda em 1989, o clube disputou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro da Série B. Com uma edição inchada e dividida em várias fases, o time não passou da primeira fase e acabou eliminado.

    A agremiação conseguiu manter o bom nível de suas apresentações e, em 1990,92 e 93 , voltou a encerrar sua participação no Campeonato Paraibano na segunda colocação, firmando-se como uma das maiores forças do Estado.

    Apesar das boas campanhas, o Nacional não alcançava o sonhado título estadual. Em 2005, a equipe chegou perto do feito inédito, mas, mais uma vez, não obteve sucesso, sendo novamente vice-campeão paraibano.

    Com uma equipe mesclada de jogadores experientes e jovens revelações, o time de Patos finalmente chegou a tão desejada conquista em 2007. Após uma campanha razoável na primeira fase, o time eliminou na semifinal o seu maior rival, o Esporte, e garantiu o título do primeiro turno da competição, depois de bater o Sousa, na final.

    No segundo turno, o clube acabou perdendo na semifinal e conheceu seu adversário na grande decisão estadual, o Atlético Cajazeirense, que derrotou o Treze de Campina Grande.

    No primeiro jogo da decisão, o Nacional perdeu, fora de casa, por 2 a 1. Na segunda partida, vitória indiscutível por 3 a 0, com gols de Wescley, Ribinha e Lamar, que deram o primeiro título da história do clube do Verdão.

    O título garantiu ao time uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C em 2007 e o clube não fez feio. A equipe, principalmente em casa, obteve bons resultados e chegou ao octogonal final da competição, mas encerrou sua participação na última colocação da fase, terminando na oitava colocação geral entre 64 agremiações.

    Em 2008 , é o campeão da 1ªCopa Paraíba, conquistando vaga na Copa do Brasil 2009

    Títulos

    • Campeonato Paraibano: 2007.
    • Vice-Campeonato Paraibano: 5 vezes (1978, 1989, 1990, 1991 e 2005).
    • Copa Paraíba: 2008
    • Torneio Incentivo: 5 vezes (1977, 1978, 1979, 1980 e 1981).
    Estádio

    O Estádio José Cavalcanti é um estádio de futebol, localizado na cidade de Patos, estado da Paraíba, Brasil. Tem acomodações para receber até 7.563 torcedores e 6 cabines de mídia. É a casa do Nacional Atlético Clube e do Esporte Clube de Patos. Inaugurado 29 de novembro de 1964 em um jogo entre o Nacional e o Esporte, tendo o Nacional vencendo por 2 x 1.

    Atualmente o estádio está passando por reformas de ampliação, ao final da obra o estádio vai comportar até 15.000 torcedores e 12 cabines. Serão construídos lances de arquibancadas atrás das traves, e assim, poderá receber jogos da Série C do campeonato brasileiro e da Copa do Brasil. A previsão para o termino da reforma, é para o final de 2008.

    Hino

    Olha o verde,
    Da Esperança no gramado.
    Toda galera,
    Já sabe o resultado.
    Sempre, sempre, sempre no final,
    Na cabeça dá Nacional.

    Verdão de fibra,
    Ganha no grito,
    Ganha na raça,
    Ganha bonito.
    E a cada
    gol,
    Que emoção!
    Salve o canarinho do Sertão!
    Nacional, Nacional

    Mascote

    Canarinho do Sertão

    segunda-feira, 10 de novembro de 2008

    Esporte Clube Internacional

    Fundado em 16 de maio de 1928, o Esporte Clube Internacional nasceu como resultado de várias reuniões no extinto Café Guarany entre um grupo de jovens que praticavam o foot-ball. A primeira diretoria, segundo jornais da época era composta por Carlos Peixoto (Presidente Honorário), Romano Franco (Presidente Efetivo), Antonio Lozza (Vice-Presidente), Marcino Castilho (1º Secretário), José Sfredo Sobrinho (2º Secretário), Luiz Cechella (1º Tesoureiro), José B. Lozza (2º Tesoureiro), Francisco Callage (Orador), Victorino Pereira da Silva (Capitão Geral), Miguel Pereira Gomes, Raphael Voto, Cícero M. Fontoura, Olavo Castagna, Paulo Domingues, José Carlos Almeida, Pedro Mothcy, João Fernandes e Santos da Silva Gomes.

    Existem divergências acerca da escolha do nome e da escolha das cores do clube. Segundo Olavo Castagna – um dos fundadores – em entrevista a Candido Otto da Luz, o nome foi escolhido como homenagem ao campeão gaúcho de 1927, o Sport Club Internacional de Porto Alegre. A escolha do vermelho deu-se em homenagem a outro participante da fundação, Antonio Lozza, que como bom maragato sempre usava um lenço “encarnado”.

    Já segundo Nelson Gündel, ex-dirigente e ex-jogador, por sugestão de Érico Weber – um dos fundadores – o clube nasceu com as cores da bandeira alemã – preto, amarelo e vermelho. Com os primeiros sinais da Segunda Guerra Mundial, pressentindo problemas pelas movimentações alemãs, o próprio Érico sugeriu ao então presidente Antonio Lozza que o preto e o amarelo fossem substituídos pelo branco. Dessa forma, o clube assumiu as cores defendidas até hoje. Sobre o nome, Gündel diz que a opção por Internacional se deve à sugestão de Victorino Pereira da Silva, que, à época, almejava fundar um clube que superasse os ferroviários do Riograndense Futebol Clube – o mais forte da cidade até então. Como parte desta aspiração optou por um nome de maior abrangência – Internacional.

    Os primeiro confrontos do Internacional aconteceram em 19 de agosto de 1928. O evento – denominado na época como baptismo colorado – foi marcado por dois jogos entre os 1ºs e 2ºs quadros entre Inter/SM e Militar Foot-Ball Club no campo do adversário. No jogo entre os 2ºs quadros, o Militar venceu por 2 a 1. Já no jogo entre os times principais o Militar venceu por 2 a 0. O plantel, com jogadores que se alternavam entre o primeiro e segundo times, era composto por Almeida, Toaldo, Juvenil, Vitorino, Ladeira, Lozza, Geraldo, Chamy, Tabica, Coelho, Oscar, João, Gomes, Moraes, Borim, Osório, Gavião Montey, Gama, Cícero, Leonardo, Diniz, Luiz e Castagna.

    O primeiro gol marcado pela equipe principal aconteceu no segundo jogo. O Inter perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho Foot-Ball Club em 30 de setembro de 1928 no campo do Prado. No entanto não há registro do autor deste gol. A equipe colorada anunciada pelo Diário do Interior para o jogo era composta por Almeida; Toaldo e Juvenil; Victorino, Ladeira e Lozza; Geraldo, Chaney, Tabica (capitão), Coelho e Oscar. O segundo time – que também perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho – jogou com João; Gomes e Moraes; Borim, Osório e Gavião; Monty, Gama, Cícero (capitão), Leonardo e Diniz.

    O primeiro registro conhecido de um autor de gol pelo time principal do Internacional é apenas do terceiro jogo – o qual marca também a primeira vitória colorada. Jango marcou os 2 primeiros gols no triunfo por 4 a 1 contra o União de Jacuhy (atual cidade de Sobradinho) no dia 25 de novembro de 1928 na casa do adversário. O colorado santa-mariense jogou com João; Nenê e Graxa; Gomes, Monte e Asbu; Gury, Gama, Jango, Ribeiro e Tabica. Os outros gols foram anotados por Monte e Ribeiro.

    O primeiro jogo oficial aconteceu em 13 de maio de 1930, válido pelo Torneio Início. O Inter venceu o 7 de Setembro por 1 a 0 – gol de Tabica – no Estádio dos Eucaliptos. Na mesma data e pela mesma competição, aconteceu o primeiro Rio-Nal. O resultado de empate em 1 a 1 deu início à histórica rivalidade entre Internacional e Riograndense.

    O primeiro troféu conquistado pelo colorado data de 27 de setembro de 1931. Foi em um amistoso nos Eucaliptos contra o Brasil. A vitória de 5 a 2 garantiu a taça ofertada pelos Agentes da Cia. de Seguros Sul América.

    O primeiro campeonato conquistado pelo Inter/SM foi o Citadino de Segundos Quadros de 1934.

    Os anos de 1940 foram os mais gloriosos no início da história colorada. Nesta década veio a primeira vitória em Rio-Nais. Navalha fez o único gol no clássico disputado em 12 de maio de 1940 na campo do Militar. A jogada do gol foi assim descrita pelo Jornal A Razão: “Iam 20 minutos de jogo na segunda fase, quando Cherubim alivia forte e Itaqui emenda para a direita. Navalha recebe e escapa pela ala, assediado por Joãosinho. O ponta colorado fecha e poucos passos além do risco branco, apezar do adversário assediá-lo, despacha o couro quase rasteiro, na esquina contrária a que se encontra Salaberri, deixando o arqueiro dos Eucaliptos completamente fora de chance. Delirou a torcida colorada e o jogo prosseguiu movimentado” (14/05/1940).

    O primeiro título com a equipe principal também veio neste período. Foi o Citadino de 1942. Com a vitória de 2 a 1 sobre o Riograndense no dia 16 de agosto de 1948 no campo do Militar, o colorado quebrou uma seqüência de 7 títulos do principal rival. Os gols do título foram marcados por Ricardo e Semedo. A equipe do Inter/SM jogou com Cilso; Joãosinho e Damião; Barulho, Biga e Otacílio; Tumbia, Semedo, Maidana, Trado e Ricardo.

    Em 1943, o clube começava a projetar o Estádio Presidente Vargas. A inauguração aconteceria em 1947.

    No Rio-Nal de 12 de setembro de 1948 entrou em campo pela primeira vez com a camisa colorada o maior goleador da história do Inter/SM. Tarica foi um dos 5 atacantes no empate em 2 a 2 e, apesar de não marcar gols em seu primeiro jogo, até hoje é reconhecido como o jogador

    Tricampeão citadino (1949, 1950 e 1951), o Internacional disputou o seu primeiro campeonato estadual de profissionais em 1954.

    Após 4 anos de jejum, em 1955, tornou-se mais uma vez Campeão de Santa Maria. Após novo período sem títulos voltou a vencer o Citadino novamente em 1965 e invicto. Em 1966 tornou-se bicampeão da cidade e conquistou também o título de Campeão Regional. Este título foi marcado com a vitória de 5 a 4 nos pênaltis contra o São Paulo de Rio Grande – após empate em 1 a 1 no tempo normal. A partida foi disputada no Estádio Passo D’Areia em Porto Alegre. Dezenas de torcedores foram à capital no denominado Trem da Excursão.

    Em 1968, o Inter/SM voltou a vencer o Citadino tornando-se Tricampeão Invicto (não houve Citadino em 1967). Também neste ano, pela primeira vez, o Colorado Santa-mariense subiu para a Divisão Especial do Campeonato Gaúcho. O título conquistado na Zona B do Ascenso garantiu o clube no Gauchão de 1969. Hélio Alves foi o herói do título ao marcar os dois gols da vitória contra o Grêmio Santanense no dia 06 de outubro em Sant’Anna do Livramento. Em seu primeiro Gauchão na 1ª divisão, o clube fez uma boa campanha, mas não passou da primeira fase.

    No dia 14 de fevereiro de 1971, na derrota por 1 a 0 para o Pelotas na Boca do Lobo, estreou pelo Internacional Luiz Alberto Salenave, o Donga, que viria a se tornar o jogador a mais vezes atuar pelo Colorado Santa-Mariense.

    Em 1973 o Internacional alcançou o 3º lugar na Copa Governador do Estado e em 1974 conquistou o Citadino.

    Em 17 de dezembro de 1979, com a vitória sobre o Estrela por 1 a 0 (gol de Hélio Oliveira na prorrogação) no Presidente Vargas, o Internacional conquistou o título da Copa Governador do Estado.

    Pela primeira vez o Inter/SM classificou-se para disputar uma competição nacional. Com o bom desempenho no Gauchão de 1980 (3º lugar no Hexagonal), a equipe colorada classificou-se à Taça de Prata de 1981, espécie de 2ª divisão do Campeonato Brasileiro. Ainda pelo Gauchão de 1980, em um jogo contra o Guarany de Bagé, Guinga marcou o gol mais rápido da história dos Gauchões, abrindo o placar para o Internacional logo aos 9 segundos de jogo.

    A participação na Taça de Prata foi modesta, ficando de fora ainda na primeira fase em um grupo que também o Palmeiras de São Paulo. No entanto, a participação no Gauchão de 1981 foi excepcional e o clube terminou a competição em terceiro lugar, garantindo assim presença na Taça de Ouro de 1982 (1ª Divisão Nacional). A campanha no Gauchão foi tão boa que, no Hexagonal final, o Colorado conquistou 2 vitórias e 2 empates nos quatro jogos contra a dupla Gre-Nal. O título de Campeão do Interior veio no último jogo com a vitória por 1 a 0 (gol de Valdo) contra o São Borja no Presidente Vargas.

    Na Taça de Ouro de 1982, a equipe ficou em terceiro lugar na primeira fase e classificou-se para a etapa seguinte. Compôs o grupo J juntamente com Operário (MS), América (RJ) e Vasco da Gama (RJ). Jogou no Maracanã em 06 de março, perdendo para o América por 3 a 0. Apesar de não se passar à 3ª fase teve momentos marcantes como a goleada de 3 a 0 (gols de Robson, Toninho e Valdo) contra o Vasco de Mazaropi, Rondineli, Cláudio Adão e Roberto Dinamite em 25 de março.

    Em 1983 o Inter/SM conquistou o Troféu Centenário do Jornal A Razão vencendo o Riograndense por 2 a 0, gols de Chicota. Este jogo marcou a despedida de Donga que, com 579 jogos, ainda é o jogador que mais vezes vestiu a camiseta do Internacional. No mesmo ano, o time feminino Colorado conquistou o Título do Interior.

    Em 1984, após uma seletiva gaúcha, conquistou vaga na Taça CBF (2ª divisão do Campeonato Brasileiro). Chegou às semifinais, quando enfrentou o Remo do Pará. Porém, com um empate e uma derrota acabou ficando em 3º lugar na competição. Neste mesmo ano, pela primeira vez, o Inter/SM venceu o Grêmio no Estádio Olímpico. No dia 03 de setembro, em jogo válido pelo Gauchão, fez 1 a 0 com gol de Rogério aos 46 minutos do segundo tempo.

    O Internacional de Santa Maria teve em sua história uma presidente. Foi Sirlei Dalla Lana, eleita em 26 de março de 1985. Ela foi a primeira mulher a dirigir um clube profissional de futebol no Brasil.

    Em 1987, o clube voltou a conquistar a Copa Governador do Estado, ao vencer por 1 a 0, gol de Bira, o Novo Hamburgo no Estádio Santa Rosa.

    Após ser rebaixado em 1989 e perder injustamente a vaga no Ascenso em 1990, o Inter/SM venceu a Série B em 1991 com grande campanha. Obteve o maior número de pontos ganhos, maior número de vitórias, melhor ataque, defesa menos vazada, goleiro menos vazado e menor número de derrotas. O título veio na Batalha de Sarandi. Após a vitória de 1 a 0 contra o Ipiranga daquela cidade (gol de Cássio), jogadores do adversário transformaram o campo em campo de batalha ao tentar agredir jogadores e comissão técnica santa-marienses.

    Em 1995, o Internacional voltou a vencer o Citadino. Na disputa com o Riograndense foram dois jogos. Empate no primeiro jogo em 1 a 1, com gol colorado marcado por João de Deus – clássico apitado pela árbitra Ivani de Gregori. No segundo jogo – apitado por Sônia Tavares – vitória por 1 a 0, gol de Rogério.

    Entre os anos de 1995 e 1997 o clube disputou a Série B do Gauchão. O ascenso mais um vez foi conseguido com uma vitória por 1 a 0, desta vez com gol do artilheiro Badico contra o São Paulo de Rio Grande na Baixada Melancólica em 05 de abril. Com este resultado o Inter/SM garantiu antecipadamente o seu retorno à elite do futebol gaúcho.

    Em 28 de julho de 1999 estreou no Internacional o atacante Josiel – 1 a 1 contra o Pelotas na Boca do Lobo em jogo válido pela seletiva para o Brasileiro da Série C. Neste ano, o clube conquistou a Taça Santa Maria. O título foi decidido em 4 Rio-Nais. Depois de dois empates (0 a 0 e 1 a 1) e uma vitória para cada lado (2 a 1 para o Internacional e 1 a 0 para o Riograndense), o título foi decidido em cobranças de pênaltis: 4 a 2 para o Inter/SM campeão.

    Entre 2000 e 2007 o clube disputou a Série B do Campeonato Gaúcho. Desde a primeira participação na Divisão Especial do futebol gaúcho – em 1968 – foi o maior período longe do convívio com os grandes do Rio Grande do Sul. Nesse período o clube chegou a trocar de nome – passando a ser chamado de Santa Maria Esporte Clube – mas logo voltou a ser denominado E. C. Internacional.

    O objetivo de retornar à Série A em 2008 – ano dos 80 anos do clube – foi alcançado na última rodada da Série B 2007. Após o segundo lugar na primeira fase e a liderança na segunda, o Colorado começou o Octogonal Final com um empate (1 a 1 com o Ypiranga em Erechim) e duas vitórias (3 a 0 no Rio Grande em casa e 3 a 1 no Grêmio Bagé na cidade da fronteira). No primeiro turno ainda teve duas derrotas (1 a 0 para o Santo Ângelo e 1 a 0 para o Pelotas), um empate (1 a 1 com a Sapucaiense) e uma vitória (2 a 1 no Ipiranga de Sarandi). O segundo turno começaria com uma vitória contra o Ypiranga por 3 a 1 no Presidente Vargas, mas continuaria com 4 resultados negativos: derrota por 2 a 1 para o Rio Grande e empates em casa em 1 a 1 contra Grêmio Bagé e Santo Ângelo. Tais resultados fizeram com que o Inter/SM tivesse que buscar vitórias nos 3 jogos que restavam, sendo 2 fora de casa. E o Colorado o fez. Na 12ª rodada venceu a Sapucaiense por 1 a 0 com gol de Marcelo em Sapucaia do Sul. Na rodada seguinte foi a Sarandi e venceu o time da casa também por 1 a 0, gol desta vez marcado por Fabinho. Tornava-se necessária então apenas uma vitória simples para o retorno à Série A.

    No dia 29 de setembro de 2007, em um Presidente Vargas lotado, Inter/SM e Pelotas alinharam-se para determinar quem subiria à elite do futebol gaúcho no ano seguinte. O Internacional, treinado por Bebeto Rosa, entrou em campo com Luciano; Aládio, Alex e Cirilo; Rangel, Polaco, Paulo César, Chiquinho e Fabinho; Marcelo e Alê Menezes – Alexandre Veiga, Edinho e Flaviano entrariam mais tarde. O primeiro gol da partida foi marcado por Cirilo, após cobrança de escanteio de Chiquinho logo aos 10 minutos da primeira etapa. No início do segundo tempo, em mais uma bola parada, Chiquinho, novamente, cruzou e Alê Menezes (goleador da equipe na competição) cabeceou para o fundo das redes. O Pelotas ainda descontou com Michel, mas, apesar da pressão do adversário, o Internacional conseguiu efetivar a vitória que garantiu o cumprimento do principal objetivo da temporada.

    A reestréia no Gauchão Série A aconteceu em uma tarde quente de verão contra o badalado Internacional de Porto Alegre. Em um Presidente Vargas totalmente renovado e lotado, o resultado foi empate: 2 a 2 em um jogo movimentado que teve como artilheiros pelo lado santa-mariense Alê Menezes e Jean Michel.

    Após a estréia, o Inter/SM alcançou e manteve a liderança por várias rodadas, perdendo a invencibilidade apenas na primeira rodada do segundo turno, na derrota por 1 a 0 para o São José em Porto Alegre. Ao final da primeira fase, ficou em segundo lugar com 26 pontos em 14 jogos (7 vitórias, 5 empates e 2 duas derrotas).

    Nas quartas-de-final enfrentou a Sapucaiense em dois jogos. Após perder em São Leopoldo pelo placar de 2 a 1 (com Anderson Bill descontando aos 49 do segundo tempo), o colorado venceu a equipe metropolitana pelo placar de 2 a 0 (gols de Anderson Bill novamente e Alê Menezes).

    Nas semifinais foi a Caxias do Sul e venceu o Juventude em pleno Alfredo Jaconi. João Paulo fez o único gol em uma partida que teve como grande destaque o goleiro Goico. Apesar de poder até empatar no jogo de volta, o Inter/SM acabou derrotado no Presidente Vargas por 4 a 2 (com Chiquinho e Jean Michel marcando para o colorado). Apesar da eliminação, o saldo foi positivo com a torcida incentivando do início ao fim, aplaudindo os jogadores ao final do jogo e a vaga à Série C do Campeonato Brasileiro 2008 garantida.

    Títulos

    • Campeão da Copa Governador do Estado em 1979 e 1987.

    • Campeão do Interior em 1981.

    • Campeão Regional em 1966.

    • Campeão da Série B do Campeonato Gaúcho em 1968 e 1991.

    • Campeão Citadino em 1942, 1944, 1945, 1946, 1949, 1950, 1951, 1955, 1965, 1966, 1968, 1969, 1974 e 1995.

    Hino

    De autoria de Marli Pillar.

    Sempre avante, unidos, iremos

    Mil vitórias, união e alegria

    Com valor e fibra tu és

    O orgulho de Santa Maria

    Avante Internacional!

    Para nós és o maior

    Contigo sempre estaremos

    Vencerás e serás o melhor

    Estádio

    No ano de 1943, o Esporte Clube Internacional iniciou a projeção de seu estádio. Após algumas reuniões com a Prefeitura Municipal ficou definida a doação do terreno atual. No mesmo ano várias comissões foram designadas com o objetivo de angariar materiais para a construção do estádio, o qual seria denominado Presidente Vargas em homenagem ao sexto aniversário da instituição do Estado Novo pelo então Presidente Getúlio Dorneles Vargas.No dia 12 de dezembro ocorreu o lançamento da Pedra Fundamental da nova casa colorada, a qual teria sua concepção apoiada por várias doações de empresários e torcedores.

    A inauguração ocorreu em um Rio-Nal no dia 21 de setembro de 1947. Na preliminar, vitória do Riograndense por 2 a 1. O primeiro gol do estádio foi marcado por João Abelin do Internacional. Na partida entre as equipes principais, outra vitória do Riograndense.

    Desde a sua inauguração, o Presidente Vargas (também conhecido como Baixada Melancólica - apelido atribuído pelo Jornal A Razão em 1947) passou por várias reformas e melhorias. A iluminação, por exemplo, foi inaugurada em 1959 e, assim como a construção do estádio, foi apoiada por empresários locais.

    A última grande melhoria do Presidente Vargas aconteceu entre o final de 2007 e o início de 2008. Em um esforço realizado pela diretoria, o gramado foi totalmente reformulado, as arquibancadas foram repintadas e outras obras estruturais foram realizadas visando a adequação do estádio às exigências da Brigada Militar, do Corpo de Bombeiros e da Federação Gaúcha de Futebol.

    Atualmente o estádio tem capacidade para cerca de 6.500 torcedores sentados. O público e a renda recorde aconteceram no jogo contra o Grêmio Porto-Alegrense pelo Gauchão de 1982. No dia 12 de agosto, 9.168 pagantes e 2.214 não-pagantes - totalizando 11.382 torcedores - assistiram a vitória do clube da capital por 1 a 0. A renda foi de Cr$ 4.732.054,00.

    Site

    http://www.intersm.net