segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Vila Nova Futebol Clube

Um clube vitorioso com o Vila Nova Futebol Clube só poderia ter uma história rica e fascinante. Portanto, temos o prazer de contar um pouco mais da nossa trajetória de lutas e, principalmente, de conquistas. Tudo começou quando, em 1938,quando o padre José Balestiere fundou a Associação Mariana, um clube amador com o objetivo de incentivar o congraçamento das comunidades católicas e propiciar entretenimento à população.

Entusiastas do então clube amador Associação Mariana aceitaram o desafio de fundar um time para representar o bairro conhecido como a vila mais famosa, a Vila Nova, entre eles os pioneiros Francisco Ferraz de Lima, Boaventura Moreira de Andrade, Luiz Rasmussen, Pedro Cavalvante, Garibalde Teixeira, José Balduino, além do próprio Pe. José Balestiere e muitos outros.

A fundação oficial do clube veio no ano de 1943, quando pelas mãos do coronel Francisco Ferraz Lima, com a água benta do Pe. Giuseppe Balestiere e a benção de Gercina Borges, mulher de Pedro Ludovico Teixeira, conhecida como a “mãe dos pobres”, nasce o clube que, em breve, seria o mais popular do Centro-Oeste. Nesse mesmo ano, o Vila Nova foi inscrito na Federação Goiana de Desporto (FGD), inclusive participando de competições no mês de Julho.

Entre 1950 e 1955, o clube disputou torneios de várzea e, em 1958, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, alcançou a terceira colocação no Campeonato Estadual, resultado dos investimentos no departamento de futebol.

O primeiro título veio no ano de 1961 e, daí em diante, o tigrão não parou mais. No dia 13 de Março, o Vila Nova sagrou-se campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de Maio, conquistou a Taça Cidade Goiânia e comemorou o título de campeão goiano no dia 17 de Dezembro.

Durante mais de 60 anos de história, foram conquistados mais de 140 troféus de campeão, 58 taças de vice, além de 10 terceiros lugares em competições regionais, estaduais e nacionais. Uma história gloriosa, uma torcida apaixonada e um futuro vitorioso são marcas do Vila Nova Futebol Clube.

Devido a uma crise financeira, em 1946 o clube teve que mudar de nome e passou a se chamar Operário Futebol Clube.

Em 1949, ocorre nova mudança com o clube passando a se chamar Araguaia. Em 1950 o nome do clube passa a ser Fênix Futebol Clube, denominação que dura até 1955, quando o clube volta a ter o nome de Vila Nova Futebol Clube.

Entre os anos de 1950 a 1955 o clube disputou torneios de várzea. Algum tempo depois, sob o comando de Onésio Brasileiro Alvarenga e Teodorico José da Silva, o clube começou a investir no Departamento de futebol e obteve a terceira colocação no estadual de 1958. Nos anos de 1959 e 1960 o time ficou em quarto lugar na competição.

O primeiro título do Vila Nova Futebol Clube chegou no dia 13 de março de 1961. O clube foi campeão do octogonal Goiânia/Anápolis. Já no dia 21 de maio, conquistou a Taça Cidade de Goiânia, e no dia 8 de outubro foi campeão do 1º turno do estadual. O título do campeonato Estadual daquele ano chegou no dia 17 de dezembro.

No dia 15 de abril de 1962, o clube conquistou o bicampeonato da Taça Cidade de Goiânia, e no dia 22 de julho tornou-se bicampeão do Torneio Octogonal Goiânia/Anápolis.

Durante os 60 anos de História, o Vila Nova já conquistou 139 troféus de campeão incluindo campeonatos, torneios e taças, 58 taças de vice campeão e 10 de terceiro lugar em competições em âmbito regional, estadual e nacional.

Em termos nacionais, as maiores conquistas do Vila Nova foram o Campeonato Brasileiro Série C em 1996 (invicto) e a classificação para a Copa Conmebol em 1999.

Títulos

Campeão Brasileiro Terceira Divisão 1996
Campeão Goiano 1961/62/63, 1969, 1973,1977/78/79/80, 1982, 1984, 1993,1995, 2001 e 2005
Campeão da Segunda Divisão Goiana - 2000

Hino

Salve o Vila
Nova
Tricampeão

Salve o Vila Nova

Orgulho da nossa região.

O Vila Nova não pode parar
O tigre da vila famosa tem que triunfar
Sua torcida é fenomenal
Êta esquadrão legal!

Estádio

Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga
Apelidado de OBA por causa das iniciais do nome . O Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga homenageia com seu nome o ex-jogador e ex-dirigente do Vila Nova Futebol Clube, grande responsável pela ascensão da agremiação ao futebol profissional. Localizado no Setor Universitário, apresenta capacidade para oito mil torcedores. Embora o Vila mande a maioria dos seus jogos no Estádio Serra Dourada, pois costuma levar aos estádios públicos maiores que a capacidade de seu estádio.

Mascote

Tigrão







Site

http://www.vilanova.esp.br/

domingo, 16 de novembro de 2008

Horizonte Futebol Clube

O Horizonte Futebol Clube nasceu em 1933 por iniciativa dos irmãos Horácio Domingos de Sousa, Joaquim Domingos Neto e de vários amigos na pequena localidade de Olho D’água do Venâncio, hoje município de Horizonte.

No início, suas atividades se resumiam a partidas amistosas em campos de várzea desafiando as equipes das localidades vizinhas. As primeiras partidas eram realizadas em campos de areia.

A partir de 1989, com a instalação oficial do Município de Horizonte, passou-se a realizar o Campeonato Horizontino de Futebol. Logo o Horizonte Futebol Clube se destacou, sagrando-se tri-campeão nos anos 1989, 1990 e 1991, vencendo ainda os campeonatos de 1993, 1998, 2001, 2002 e 2004.

Em 2001 e 2002, o Horizonte Futebol Clube foi também vice-campeão em certame promovido pela AFAC entre municípios cearenses.

Em 2004, ao conquistar o título de vice-campeão do Torneio Início da 3ª Divisão do Campeonato Cearense, promovido pela Federação Cearense de Futebol, chegou a disputar o quadrangular final que classificava duas equipes para a 2ª divisão. No ano seguinte, assegurou vaga na 2ª Divisão do Campeonato Cearense de Futebol. Em 2006, obteve a terceira colocação geral da competição.

Em 2007, a partir da adoção de uma postura profissional e contando com o forte apoio da Prefeitura Municipal de Horizonte e dos patrocinadores Pureza e Big Gyn, o Horizonte Futebol Clube conquistou o título de campeão da 2ª Divisão, ascendendo à elite do futebol cearense.

Em 2008, o Horizonte Futebol Clube tinha como objetivo disputar a fase final do Campeonato Cearense de Futebol e ficar entre os quatro melhores da competição. Para alcançar esse objetivo, os trabalhos foram iniciados na primeira quinzena de novembro de 2007. E sob o comando de Argeu dos Santos, o Horizonte Futebol Clube conquistou o seu objetivo e terminou o campeonato como o terceiro colocado, conquistando também a vaga para disputar o Campeonato Brasileiro Série C, onde foi eliminado ainda na primeira fase.

Hino
Letra e música: Zilmar do Horizonte e Nanan Lima

Horizonte Futebol Clube
És para sempre o meu time honrado
São tantos anos de tua história
De honra e glória nas caminhadas

Grandes atletas por ti passaram

Realizando grandes jogadas

Horizonte Futebol Clube

És para sempre o meu time honrado

Tens na história grandes capítulos

E vários títulos de campeão

Salve Horizonte, time de fama

Que o povo ama de coração

Tu és o galo horizontino

Tens o destino de vencedor

És sempre alegre, cheio de vida

Tua torcida te tem amor

Tu tens a marca de time honrado

Rei do gramado, diz o torcedor



Estádio
Por enquanto, manda seus jogos no Estádio Francisco Clenilson dos Santos (Clenilsão). Capacidade 5000 lugares.

Estádio Horácio Domingos de Sousa

Um sonho antigo está prestes a se realizar, o Estádio Domingão será um dos melhores do Ceará, com uma capacidade de 10,400 pessoas, o Horizonte não terá mais necessidade de ir jogar em Fortaleza as decisões o que pode ter influenciado as derrotas nas semi-finais. Isso se comprova porque todos os jogos no Estádio Clenilsão(Horizonte) só empato uma e ganho o restante. O Prefeito da cidade Chico César, promete entregar dia 28/12/2008 o estádio Domingão para o Horizonte e sua torcida fazerem bonito no Estadual 2009.

Títulos
Campeão Segunda Divisão 2007

Mascote
Galo do Tabuleiro

Site
http://www.horizontefutebolclube.com.br



Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão

No dia primeiro de janeiro de 2003 foi fundada a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão, que até então disputava competições amadoras. Um grupo de apaixonados resolveu investir em um clube que pudesse representar a cidade. Em 2003, no primeiro ano desua fundação, o AEREB foi campeão da 41ª TAÇA PARANÁ. Esta competição é a que mais reúne clubes em todo o Estado do Paraná. Após esta incrível conquista, idealizou-se a possibilidade de vôos mais altos, como o futebol profissional. Tendo isso como meta, a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão se estruturou e conseguiu uma rápida ascensão em apenas um ano de história.

Em abril de 2004 começava a Série Prata, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Lá eram disputadas duas vagas para a elite e tinha como um dos estreantes o Engenheiro Beltrão, sem nenhuma tradição no profissional, mas contendo na bagagem uma série de títulos amadores.

Em uma ótima campanha, o Engenheiro Beltrão coroou sua curta e brilhante trajetória com o título de campeão da Série Prata do Paranaense. Sob o comando do experiente técnico Itamar Belasalmas, que acumulava passagens por outros clubes de pequeno porte, apostou em peças como o lateral-direito Elvis, o meia Tita e o atacante Tota para bater seus adversários.

A campanha do primeiro título do time como profissional foi de seis vitórias, três empates e apenas uma derrota. Após o último jogo, um empate por 1 a 1 com o Império Toledo foi o suficiente para a pequena cidade de Engenheiro Beltrão festejar muito o título.

Por esta rápida trajetória, o clube ganhou o apelido de Caçula do Interior, mas a equipe já aprontou algumas contra os times grandes quando esteve presente na primeira divisão em 2005 e 2007.

Em 2008, termina o Campeonato Paranaense na quinta posição, garantindo vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. É a primeira competição nacional disputada pela equipe, ficando no Grupo 15 com o Inter de Santa Maria, Marcilio Dias e Toledo. Termina na quarta posição do Grupo.

Títulos

Campeonato Paranaense - Série Prata: 2004.

Estádio

Estádio Municipal João Cavalcanti de Menezes
Capacidade: 5 mil pessoas
Propriedade: Prefeitura de Engenheiro Beltrão

Site

http://www.aereb.com.br

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Uberaba Sport Club

O USC foi fundado em 15 de julho de 1917. Desde então, o amor pelo clube de todos aqueles que um dia se dedicaram a ele, nos deu uma história de muitas conquistas, marcada sempre pela união entre dirigentes e torcedores. Esse foi o fator principal para o crescimento do Uberaba Sport Club ao longo dos anos. Foram anos de dedicação e glórias à comunidade uberabense. Quem não sente saudades daquelas épocas, principalmente quando nosso time era um dos mais respeitados do Brasil. Algumas partidas ficaram marcadas nessa nossa história. No Maracanã, pelas Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro, quando o Uberaba ganhava do Flamengo por 2 a 0, e à base de muita pressão, o clube carioca conseguiu virar o jogo. No jogo anterior, no Uberabão, com mais de 26 mil pessoas, um empate em 1 a 1 (segundo a Revista Placar, o empate foi um bom resultado). Também devemos lembrar outra partida, acontecida no Uberabão, contra o Santos. Com a "casa cheia", vitória do Uberaba por 4 a 1.

Assim como essas, dezenas de outras importantes atuações desta equipe de futebol profissional contribuíram para elevar o nome de Uberaba no cenário nacional. Atualmente, o Uberaba é o 73º colocado no Ranking de Clubes Brasileiros (CBF) e 5º do estado de Minas Gerais neste ranking, com o total de 159 pontos .
No dia 25 de dezembro de 1917, foi realizada a primeira partida do USC de que se têm notícia. O jogo, contra o Araguary (com y, respeitando a época), foi assim descrito pelo cronista Fernando Terra, o primeiro a escrever sobre esporte no saudoso “Lavoura e Comércio”: “Com um grande match de foot-ball, o USC inaugura no dia de Natal, a sua esplêndida praça de esportes” (nos terrenos da Santa Casa de Misericórdia). “Os foot-ballers de Araguary acederam em jogar com o primeiro team do clube local. A novel associação inicia assim suas lutas esportivas, com um renhido embate inter-municipal. O Dr. Tancredo Martins, em palavras de vibrante entusiasmo, em nome da diretoria do clube, fez entrega da belíssima taça, oferecida pela artista “La maruxa” à equipe vencedora. Conquistou assim o Uberaba Sport os seus primeiros louros”. “O juiz da partida foi o “referee” Ricardo Fonseca, que juntamente com os bandeirinhas, estavam de paletó e gravata, impondo mais respeito... O Uberaba jogou com Aladino, Gama e Macário; Waldemar Junqueira, Satyro de Oliveira e Antonio; Targino, Aristides Cunha Campos, Olavo Junqueira, José Ribeiro e Mário Junqueira. O Araguary contou com Ernesto, Pinho e Machado; Aristides, Celso e Dante; Djalma, Luiz, Jeovah, Mário e Alderico. O “placard” foi um triunfo sensacional do USC por 3 a 0 (pesquisas recentes apontam que o jogo poderia ter sido 3 a 1), com gols de Aristides Cunha Campos que fez o primeiro, José Ribeiro ampliou para 2 a 0 e Targino completou a goleada”.
Na década de 30, o USC recebeu e venceu em seu Estádio no Bairro Mercês, acertadamente batizado de Boulanger Pucci, um dos maiores beneméritos do clube, grandes e memoráveis equipes do futebol brasileiro e mundial. Naquele gramado, desfilaram muitos dos maiores jogadores da época, em equipes como o Paulistano e o Peñarol do Uruguai, entre outros.
Nos anos 40, o famoso São Paulo Futebol Clube, de Leônidas da Silva, e o Atlético Mineiro, campeão na Europa, proporcionaram grandes embates com o Colorado no Boulanger Pucci. Em um inesquecível jogo contra o Galo, de Kafunga, brilhou a estrela de um uberabense que fez história: Wilson Frade, o “Ticrila”, que ao lado de Otacílio, Gabardinho, Djalma e Nelsinho, foi quebrada a invencibilidade atleticana por 3 a 2.
Nos anos 50 o USC ganhou seguidamente o Campeonato do Triângulo, até voltar a disputar o Campeonato Mineiro, onde foi bi-campeão do interior. O time marcou época nos anais do clube: Vilmontes, Loli, Cazeca, Tam, Tiago, Lanza, Fausto, Paulinho, Zé Luis, Tati e Oliveira.
Em 1976, em sua primeira participação em campeonatos brasileiros, o Uberaba venceu seu primeiro jogo. Em jogo válido pela terceira rodada, em 12 de setembro de 1976, o Uberaba derrotou a Portuguesa de Desportos, com um gol do lateral Alfinete. O povo de Uberaba saiu às ruas para comemorar, em carreata, a boa vitória do Colorado de BP.
No campeonato brasileiro de 1977 ocorreu uma das mais vibrantes vitórias do Uberaba Sport em todos os tempos. Com dois gols de Naim e dois de Paulo Luciano, o USC destruiu o Santos de Cejas, Ailton Lira e Juary, que aliás fez o gol santista. Uberaba 4x1 Santos, que vitória. Foi em 27 de novembro de 1977.
Aconteceu na Taça de Ouro 1981. Ainda no Aeroporto de Uberaba, o saudoso João Saldanha chama nosso time de “Galinha Morta”. Rapidamente muda de idéia. Surpreendido pelo fantástico time que tínhamos naquela época e por um empate conseguido graças a um gol irregular de Nunes, Saldanha teve que reconhecer que o Colorado dominou o Flamengo de Zico e companhia e poderia ter vencido. Uberabão superlotado. Uberaba 1X1 Flamengo.

Flamengo 4 x 2 Uberaba - Maracanã - 01/04/1981

Uberaba: Diron, Celso, Rafael e Tim; Aldeir, Vandinho, Joãozinho, Paulo Luciano e Ilton; Serginho e Ney.
Flamengo: Raul, Carlos Alberto, Luís Pereira, Marinho e Júnior; Vitor, Adílio, Zico e Tita; Nunes e Carlos Henrique


Em 6 de março de 1983, o que parecia impossível transformou-se em uma impressionante jornada do Colorado. Após ser goleado pelo Guarani de Sobral e precisando vencer por três gols de diferença para avançar na Taça de Prata, nem o mais otimista dos torcedores imaginava o que estava por acontecer naquele domingo no Uberabão. Com uma goleada histórica por 5 a 0, o Uberaba esnobou a Taça de Prata, destruiu o poderoso Santa Cruz de Recife e avançou direto para a Taça de Ouro. O último gol, do ponteiro esquerdo Simões, é inesquecível: Em um contra ataque, Simões dominou a bola no meio do campo e avançava rapidamente até o gol do Santa, empurrado pela torcida, completamente de pé, e pela voz de Moura Miranda, nas centenas de radinhos de pilha espalhados pelo estádio. Ao chegar de frente para o gol, Simões pareceu mais tropeçar do que chutar a bola, que bateu no goleiro e voltou, caprichosamente, de encontro aos seus pés, e dessa vez ele não errou. Gol. Uberaba na Taça de Ouro.
O Uberaba Sport revelou muitos jogadores juniores em 1986 sob a supervisão do treinador Zezinho e que tiveram grande destaque em Minas Gerais e São Paulo, como o ponta direta Silvio de Uberaba que foi jogar e marcar muitos gols defendendo o Palmeiras e depois no Japão e virou Dentista, o goleador atacante com apelido de "Pancho" vindo de Miguelópolis-SP e tendo o nome real de Nagib Miguel que nos Juniores foi sempre o destaque na artilharia marcando muitos gols, estilo ofensivo parecido com o de Palhinha (ex-Cruzeiro e ex-Corinthians) e foi atuar profissionalmente em Batatais, Santa Fé do Sul, Igarapavense e Ituveravense, teve ainda Zé Rock que jogava muito bem no meio-de-campo, líder pela garra e que depois foi atuar no Grupo pop de Rock- Nós, Cássio lateral-direito muito vigoroso,aguerrido, determinado, Batatinha,se jogasse hoje poderia ser chamado de Robinho de Minas dado a sua técnica invejável, Júnior,que parecia um Cléber zagueiro só que de técnica muita mais apurada que depois foi atuar em equipes interioranas, Chocolate grande goleiro que era conhecido entre os amigos como o aranha-voadora.
Nos anos seguintes o Uberaba só não teve muito sucesso porque não manteve esta base que foi uma das melhores do Estado em 1986, que foi desvalorizada e os garotos transferiram para outras equipes com melhores condições, outros pararam por falta de condições financeiras, nesta época Uberaba era administrada por Luciano Rangel, estes juniores fizeram parte de uma das melhores histórias do Uberaba Sport Club com muitas conquistas de torneios expressivos em Uberaba,em Uberlândia, Belo Horizonte e no Estado, sendo a campeã de Juniores em 1986 em Belo Horizonte contra o Cruzeiro numa virada memóravel por 3 a 1, preliminar do jogão entre Cruzeiro e Atlético-MG, gols de Zé Rock, Silvio e Pancho.Parabéns ao técnico da época Zezinho que formou uma tremenda equipe que merecia disputar os campeonatos dos anos seguintes com esta base maravilhosa que foi uma geração de ouro nos juniores.
O Uberaba derrotou o Uberlândia, seu principal rival, dentro do Estádio Sábia com 4 a 1 com gols de Júnior, 2 de Pancho e 1 de Sílvio, venceu o América por 3 a 0 gols de Zé Rock, Cássio e Batatinha, detonou o Atlético-MG por 4 a 2 com 02 gols do Pancho, 01 do Batatinha e 01 de Odair e assim Uberaba foi mostrando a equipe, pena que no seu comando não tinha os ex-jogadores para orientarem e darem prosseguimento como os craques Toinzinho, Paulo Luciano, Zanata e muitos outros que não tinham espaço para orientarem, seria melhor investir nos garotos do que contratarem como fizeram buscando Beto Fuscão, Edu Bala (ex-Palmeiras).Tinha bons jogadores nos profissionais como Zé Humberto (hoje treinador) jogava muito,Pepe e Odair, depois ainda teve a saída de Joãozinho Maradona para o Batatais.

Em 2008, o Uberaba Sport Club voltou a disputar a elite do campeonato mineiro pela primeira vez após o rebaixamento de 2004. Terminou o campeonato mineiro na nona colocação, em um campanha final surpreendente, vencendo os dois últimos jogos contra os Democratas (3 a 0 em Sete Lagoas e 2 a 1 contra o Demo-GV no Uberabão). No dia 26 de agosto o USC vai enfrentar o América-MG na sua estréia na Taça Minas Gerais.

Títulos

Campeonato Mineiro da Segunda Divisão:2003
Taça Minas Gerais: 1980
Torneio de Acesso ao Campeonato Brasileiro: 1986
Torneio Santos Dumont: 1974
Campeão Mineiro do Interior 1966
Campeão Mineiro do Interior 1967
Campeão Mineiro do Interior 1973
Campeão Mineiro do Interior 1980
Campeão Mineiro do Interior 1981
Campeão Mineiro do Interior 1982

Estádio

O Estádio Municipal Engenheiro João Guido, mais conhecido como Uberabão, é um estádio multi-uso localizado na cidade de Uberaba, Minas Gerais, Brasil. Tem capacidade de 25.000 pessoas. O inicio da sua construção pela iniciativa privada remonta a 1961, quando o loteamento do bairro onde se insere foi lançado com o slogan "o estádio monumental é prá valer". A cava em pedra com o formato inclusive do fosso ficou anos sem investimento. Seu projeto estima que o estádio teria a capacidade de 45 mil pessoas e seria todo coberto. As obras foram retomadas após negociação com a Prefeitura Municipal de Uberaba, proprietária do estádio, e foi inaugurado em 1972. O seu nome é uma homenagem posterior à inauguração e ao mandato do Engenheiro João Guido, em cujo mandato tornou o imóvel público e retomou a construção.

O estádio pertence a prefeitura; mas o Uberaba Sport Club é considerado a equipe mandante do estádio.

Hino
Composto por Lourival Balduíno do Carmo

Tenho fulgente história.
Até os deuses já cantam minha glória!
Sou o valente campeão
Que de Uberaba possuo o coração.
Sempre leal e forte,
Sou o denodado Uberaba Sport,
O astro rei, brilhante sol,
A potestade mor do futebol.
Meus jogadores lutam sempre com afeição
Em prol do belo alvi-rubro pavilhão
Nada os retém em seu fervor
Acometendo com ardi
l e valor.
Em campo altivos, briosos, viris,
Sempre triunfam nas pugnas febris.
Seus peitos tremem de santo ardor
E a glória os beija num lance de amor…
Nobre e liberal,
Meu time não tem rival!
É vencer a sua divisa ideal.
Tem vitórias mil:
É a glória do Brasil!
Ah! Valente Sport
Tão alvejado e sempre forte!
Aleguá!…guá!…guá…Urrah!…Urrah!
Salve! Ó campeão
Da Princesa do
Sertão!

Mascote

A cidade mineira de Uberaba é conhecida como a Capital Mundial do Zebu, devido ao grande número de animais desta espécie criados no município. A região também promove todo ano a Expozebu, considerada a maior exposição de gado zebu do mundo. Por conta disso, a mascote do time não poderia ser outro, a não ser o animal símbolo da cidade. A mascote escolhida é um zebu forte, segurando uma bola na “mão” esquerda e vestindo o uniforme alvirrubro da equipe.



quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Clube Atlético Cristal

O Clube Atlético Cristal foi fundado no dia 15 de Novembro de 1969, tendo como principal motivador os membros da família figueira, moradores do bairro de Santa Rita e que precisavam de um clube para se contrapor ao prestigio que Oratório Recreativo Clube vinha consolidando no bairro.

Logo em seguida o clube pediu e obteve a sua filiação à Federação Amapaense de Desportos e, com isso, ganhou o direito de disputar as competições promovidas pela FAD.
As cores vermelho e branco renderam ao Clube Atlético Crista do cognome de alvi-rubro do bairro de, Santa Rita e as primeiras competições organizadas pela FAD das quais participou, não teve muito sucesso e permanecia na Segunda Divisão do Futebol Amapaense, sendo que somente em 1988, chegou à primeira divisão, depois de vencer, em jogo inesquecível, a Lagoa Esporte Clube, na decisão do campeonato da segunda divisão pelo placar de 5 x 0, com os cinco gols sendo marcados pelo hoje nome especial na galeria dos grandes atletas do clube, o mundinho. Nessa oportunidade o Clube Atlético Cristal se juntava ao Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube, Independente Esporte Clube, Sociedade Esportiva e Recreativa São José e ao seu maior rival, Oratório Recreativo Clube.

Aquele momento especial de ascensão à primeira divisão do futebol amador do Amapá, teve o comando do presidente de honra do clube, Raimundo Figueira.
Ainda no amador, agora na primeira divisão, e na transição do amadorismo para o profissionalismo, o cristal marcou a sua participação quando conquistou o vice-campeonato de futebol, em uma fase decisiva da qual participaram, além do Cristal, o Amapá clube e o Trem Desportivo Clube. O Amapá Clube ficou com o titulo daquele ano.

Em 1991, com a implantação do Futebol profissional, o Cristal começa a escrever uma nova história. Até hoje é o único clube a disputar todos os campeonatos profissionais organizados pela Federação Amapaense de Futebol, sucedânea da FAD, chegando à decisão em 1995, quando em final memorável foi derrotado pelo Independente por 1 x 0, ficando com o vice-campeonato. Naquela campanha o presidente do clube era José Ferreira da Costa.
Em 1997 o Cristal participou da fase decisiva, ficando em terceiro lugar, sendo o Ypiranga Clube o campeão Estadual naquele ano.

Em competições nacionais o Cristal contabiliza duas participações na Copa do Brasil, em 1995 e 1996. Em ambas as oportunidades não passaram da primeira fase, sendo em 1995 eliminado pelo Nacional de Manaus, depois de um empate em Macapá 1 x 1 e uma derrota em Manaus por 2 x 1. Em 1996 o adversário foi o Santa Cruz de Recife, de novo um empate em casas e uma derrota fora, definiram a eliminação do Cristal, zero a zero a três a um foram os resultados.
Outra competição oficial organizada pela CBF, da qual participou o Clube Atlético Cristal, foi o Torneio da Integração da Amazônia quando, juntamente com o Trem Desportivo Clube representou o Amapá. Ainda participaram daquela competição, dois times de Roraima, dois times de Rondônia e dois times do Acre. O titulo ficou com o CFA de Rondônia que venceu o Trem Desportivo Clube do Amapá nas duas partidas.

Na galeria dos craques que passaram pelo clube estão imortalizados: José Carlos Jacaré, Valério, Mundinho (autor dos cinco gols na decisão de 98), Manoel Figueira (atual Presidente do Clube), Dirceu, Romeu, Valdinei, Jardel, entre outros. Na presidência são inesquecíveis José Alberto Guedes Figueira, Manoel Brito, Laércio Aires e Ernesto Cavalcante.

Cristal é campeão Amapaense 2008

Nos penais, Cristal conquista título inédito
O jogo ocorreu no estádio Glicério Marques e terminou 0 a 0 no tempo normal. Nos penais, 4 a 2 para os alvi-rubros.
Embalado pela participação no Campeonato Brasileiro da Série C, o Clube Atlético Cristal derrotou o São José na tarde de ontem e conquistou o título de campeão do futebol profissional pela primeira vez. O jogo terminou nos penaltis e a conquista foi por 4 a 2. Um dos mais emocionados jogadores do time cristalino era o meia Mário Bocão, que conquistou o título da temporada em 2005 pelo São José e foi dispensado logo em seguida. “No Cristal criamos uma grande família que cresceu e chegou ao topo do futebol amapaense. Quero dedicar este título aos torcedores que acreditaram em nosso trabalho desde cedo e comemoraram conosco cada vitória”, finalizou.


Títulos


Campeonato Amapaense: 2008
Campeonato Amapaense - 2ª Divisão: 2 vezes (1988 e 2005).
Estádio

O Estádio Milton Corrêa, também conhecido como Zerão é um estádio esportivo localizado em Macapá, Brasil. É normalmente usado para sediar partidas de futebol, principalmente dos times Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube e Ypiranga Clube. Sua capacidade máxima é de 5000 pessoas e sua inauguração ocorreu em 1990. O apelido do estádio (e sua fama) vieram do fato de que a linha de meio-de-campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério.

Hino
http://www.mp3tube.net/br/musics/Cristal-Atletico-Clube-Hino-do-CristalAP/186646/

Mascote

Dragão

Site: fora do ar
http://www.atleticocristal.com.br

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Legião Futebol Clube

O Legião Futebol Clube foi fundado em 11/05/2006. É originário do projeto social “Legião de Craques” (Associação Esportiva Cultural Legião de Craques), criado em 2001, visando dar oportunidade e cidadania a crianças e jovens de baixa renda. O nome Legião é uma homenagem ao grupo Legião Urbana, no qual Renato Russo cantava.
Desde o início, o Legião Futebol Clube se destacou como formador de novos talentos no futebol, tendo sempre participação expressiva em todos os campeonatos (Profissional, Juvenil, Mirim de Infantil) de que participou, no Distrito Federal.

A marca do Legião FC, além de se fixar na Capital Federal vem conquistando milhares de torcedores e admiradores locais e de outros estados brasileiros. Sua imagem está aliada à organização, qualidade, transparência e sucesso institucional além do respeito aos seus torcedores, colaboradores, sócios, parceiros e patrocinadores.

Desde a sua fundação, o Legião FC conta com a admiração, apoio, incentivo e entusiasmo da família de Renato Russo, em especial Dona Carminha, sua mãe, e Giuliano Manfredini, seu filho, Madrinha e Presidente de Honra do Legião FC, respectivamente. Mais do que a admiração, o Clube tem o apoio institucional da Legião Urbana Produções Artísticas Ltda., detentor do direitos autorais e de imagem.

O estreito vínculo com o ídolo Renato Russo e a harmonia com sua obra, fazem do Legião FC mais do que um time de futebol, mas um mix completo de entretenimento, com muito futebol, poesia, energia e vibração.

A receita não é complicada. O montante necessário para manter o time foi dividido em quotas chamadas de Prata e Platinum. A primeira gira em torno de R$ 6.600,00 e a segunda, R$ 10.600,00, que serão pagas por 46 empresas, em dez parcelas. Em contrapartida, as empresas recebem de 20 ou 40 camisetas-ingresso a cada jogo, pra serem distribuídas para amigos, funcionários, fornecedores ou clientes. Várias empresas importantes do DF já aderiram ao projeto. Com isso o Legião tem conquistado uma torcida de classe média, que gosta de futebol e não ia aos estádios por temer por sua segurança e pela falta de conforto.

Nos dias de jogos do Legião, os convidados pelos sócios-empresa podem usufruir do serviço de manobristas, open bar com cerveja, refrigerante e pipoca para as crianças e, ainda, cadeiras higienizadas com toalhas descartáveis na cor da camisa do time. A nova paixão de Brasília também garante ao torcedor cinco telões, onde são transmitidas a partida e cenas de shows e clipes do Legião Urbana, em uma parceria com a Renato Russo Produções Artísticas.

E os planos do Legião são ambiciosos. Um centro de treinamento, de 80 mil metros quadrados, entre as cidades satélites de Ceilândia e Sobradinho, está sendo construído e com inauguração prevista ainda para 2008, quando o Legião espera estar disputando a primeira divisão candanga. O planejamento da equipe prevê, ainda, a disputa do título mundial, em Tóquio, até o ano de 2017.

Evolução

2001 - Inicia-se como um projeto social a ‘Associação Desportiva e Cultural Legião de Craques’, de caráter filantrópico e beneficente com o objetivo de inserir jovens de renda baixa por meio do incentivo ao esporte: o futebol.
2002 - Tem participação expressiva na categoria de base do Distrito Federal, o Time Infantil é vice campeão no ‘Campeonato Brasiliense da FBF’, em Brasília/DF e no campeonato ‘Pinda Cup International’, em Pindamonhangaba/SP.
2003 - O ótimo desempenho do Time Infantil durante o ano rendeu-lhe excelentes classificações na ‘Copa Bom Motivo Infantil’ no qual foi campeão e vice campeão no ‘Infantil da Copa AGA’.
2004 - O Time Infantil continuou mostrando sua habilidade que consagrou-se ‘Time Revelação’ na participação do ‘Campeonato Brasiliense da FBF’ e a colocação de vice campeão na ‘Copa Kapo/Coca-Cola’.
2005 - A estréia do Time Juvenil é marcada com o título de vice campeão no ‘Campeonato Brasiliense da FMF’.
2006 - Torna-se o mais novo Time Profissional de Brasília/DF e consolida-se como o mais moderno clube empresa pronto para alcançar grandes vôos no cenário nacional e internacional. O Time Profissional estréia na ‘3° Divisão do Campeonato Brasiliense’ e consagra-se campeão.
2007 - O Time Profissional, sempre avante, alcança a ‘2ª Divisão do Campeonato Brasiliense’ e se classifica para a ‘1ª divisão’.
2008 - Com muita garra, o Time Profissional participa da temporada da ‘1ª Divisão do Campeonato Brasiliense’ classificando-se em 6° lugar. Porém com a desistência dos times Ceilândia e Braslândia em participar da Série C do Campeonato Brasileiro, a vaga é passada para o Legião FC representar a capital federal.

Título

Campeão do ‘Campeonato Brasiliense 3ª Divisão’, em 2006

Hino

(Letra: GUSTAVO LEÃO; Música: IURI BITTAR)

Avante Legião,
Ao seu destino de glória,
Soldados Laranjas,
Reiventando a sua história,
Centuriões Laranjas,
Cujo lema é a vitória!
Avante legião!

REFRÃO 2X
Solte o grito da garganta,
Para sempre campeão,
Sou braço forte,
Sou legião!

Vencer com sua marca,
É lutar com lealdade,
Em todos os gramados,
De todos o mais amado,
Sou filho da esperança,
Tenho sangue de Leão,
Sou feliz desde criança,
Até a morte Legião!

Mascote
Leão







Site


http://www.legiaofc.com.br

Nacional Atlético Clube

O Nacional Atlético Clube foi fundado em 23 de dezembro de 1961 ,da união dos funcionários federais de Patos. O nome, inclusive, foi tirado das repartições pois, todas elas, eram assim identificadas: Correios, DNER, Rede Ferroviária, DNOCS, etc. Sendo repartição federal trazia a palavra Nacional no nome e a fórmula unificou o Nacional das repartições com Nacional do clube. As primeiras cores da entidade – verde e amarela - foram baseadas na bandeira do Brasil, mas devido a uma Lei Federal que proibia clubes de imitarem as cores do símbolo máximo da nação, logo foram modificadas para as atuais e definitivas – verde e branco.

Os primeiros times do Nacional foram amadores e compostos por funcionários federais, sob a liderança de José Geraldo Dinoá Medeiros, considerado seu fundador e que foi seu primeiro Presidente; depois houve a abertura para atletas não funcionários, embora amadores. Profissionais só começaram a ter vez quando surgiu a possibilidade do clube de ingressar no Campeonato Paraibano. Os atletas, embora sem registro, passaram a receber salários e cumprir programação sistemática de treinamento.

A partir daí surgiram os jogadores "de fora"juntos à "prata da casa", iniciaram o processo de mudanças do "doméstico" para o "regional". A melhor prova dessa mistura é a dupla mais famosa do nosso futebol: Dissôr / Lulu, que marcava gols e chamava público. Outros craques de casa (Zito, Mário Moura...) e outros "cobras" de fora (Oliveira, Gonzaga...), também marcaram época.

Os primeiros jogos do Nacional foram realizados no velho campo do Colégio Estadual. Logo, passou a jogar no Estádio "Zé Cavalcanti", que registrou, em sua inauguração em 1964, a vitória do Nacional sobre o Esporte de Patos pelo placar de 2 a 1.

Embora mais novo, é bem mais famoso do que o Esporte. Conquistou nome e fama através dos amistosos que disputou em mais cidades do Nordeste e, principalmente, pelas campanhas mais produtivas no Camponato Paraibano. Por muitos anos seguidos o Nacional ficou entre os quatro primeiros times da Paraíba e colocado bem à frente do rival. Até os alvi-rubros reconhecem!...

O time aderiu ao profissionalismo e, em 1965, afiliou-se à FPF (Federação Paraibana de Futebol), passando a disputar o Campeonato Paraibano. Em 1970, houve um entrevero entre diretoria e FPF, e o Nacional abandonou a competição estadual durante sua disputa. A atitude rendeu uma multa e a suspensão de um ano em competições oficiais ao alviverde. Voltou em 1972, com um plantel caseiro, barato e homogêneo: foi o tempo dos famosos "moleques da Rua da Baixa".

Não foi mole fazer a mudança. A maioria não aceitava um time pequeno e até dirigentes lendários abandonaram o barco. Disfarçado de Guarany e jogando amistosos por aí, o time foi ganhando corpo e impondo a transformação indispensável. A "meninada" tinha nomes esquisitos (Côco, Cocó, Tripa, Gato, Grilo, Mucuim), mas jogava o fino da bola. Foi daí que o Nacional ganhou o mais glorioso de todos os seus muitos apelidos: "Academia de Futebol". Embora tenha sido sempre um time de toques, futebol técnico, rasteiro e vistoso (futebol romântico), somente teve o reconhecimento definitivo da crítica, após mostrar o balé dos irreverentes peladeiros; um time que "jogava por música".

O melhor resultado veio em 1978, com a conquista do vice-campeonato paraibano. A boa campanha não trouxe muitas modificações no clube, que voltou a ter uma posição de destaque no cenário estadual em 1979 e 1981, quando, mais uma vez, sagrou-se vice-campeão.

Ainda em 1989, o clube disputou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro da Série B. Com uma edição inchada e dividida em várias fases, o time não passou da primeira fase e acabou eliminado.

A agremiação conseguiu manter o bom nível de suas apresentações e, em 1990,92 e 93 , voltou a encerrar sua participação no Campeonato Paraibano na segunda colocação, firmando-se como uma das maiores forças do Estado.

Apesar das boas campanhas, o Nacional não alcançava o sonhado título estadual. Em 2005, a equipe chegou perto do feito inédito, mas, mais uma vez, não obteve sucesso, sendo novamente vice-campeão paraibano.

Com uma equipe mesclada de jogadores experientes e jovens revelações, o time de Patos finalmente chegou a tão desejada conquista em 2007. Após uma campanha razoável na primeira fase, o time eliminou na semifinal o seu maior rival, o Esporte, e garantiu o título do primeiro turno da competição, depois de bater o Sousa, na final.

No segundo turno, o clube acabou perdendo na semifinal e conheceu seu adversário na grande decisão estadual, o Atlético Cajazeirense, que derrotou o Treze de Campina Grande.

No primeiro jogo da decisão, o Nacional perdeu, fora de casa, por 2 a 1. Na segunda partida, vitória indiscutível por 3 a 0, com gols de Wescley, Ribinha e Lamar, que deram o primeiro título da história do clube do Verdão.

O título garantiu ao time uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C em 2007 e o clube não fez feio. A equipe, principalmente em casa, obteve bons resultados e chegou ao octogonal final da competição, mas encerrou sua participação na última colocação da fase, terminando na oitava colocação geral entre 64 agremiações.

Em 2008 , é o campeão da 1ªCopa Paraíba, conquistando vaga na Copa do Brasil 2009

Títulos

  • Campeonato Paraibano: 2007.
  • Vice-Campeonato Paraibano: 5 vezes (1978, 1989, 1990, 1991 e 2005).
  • Copa Paraíba: 2008
  • Torneio Incentivo: 5 vezes (1977, 1978, 1979, 1980 e 1981).
Estádio

O Estádio José Cavalcanti é um estádio de futebol, localizado na cidade de Patos, estado da Paraíba, Brasil. Tem acomodações para receber até 7.563 torcedores e 6 cabines de mídia. É a casa do Nacional Atlético Clube e do Esporte Clube de Patos. Inaugurado 29 de novembro de 1964 em um jogo entre o Nacional e o Esporte, tendo o Nacional vencendo por 2 x 1.

Atualmente o estádio está passando por reformas de ampliação, ao final da obra o estádio vai comportar até 15.000 torcedores e 12 cabines. Serão construídos lances de arquibancadas atrás das traves, e assim, poderá receber jogos da Série C do campeonato brasileiro e da Copa do Brasil. A previsão para o termino da reforma, é para o final de 2008.

Hino

Olha o verde,
Da Esperança no gramado.
Toda galera,
Já sabe o resultado.
Sempre, sempre, sempre no final,
Na cabeça dá Nacional.

Verdão de fibra,
Ganha no grito,
Ganha na raça,
Ganha bonito.
E a cada
gol,
Que emoção!
Salve o canarinho do Sertão!
Nacional, Nacional

Mascote

Canarinho do Sertão

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Esporte Clube Internacional

Fundado em 16 de maio de 1928, o Esporte Clube Internacional nasceu como resultado de várias reuniões no extinto Café Guarany entre um grupo de jovens que praticavam o foot-ball. A primeira diretoria, segundo jornais da época era composta por Carlos Peixoto (Presidente Honorário), Romano Franco (Presidente Efetivo), Antonio Lozza (Vice-Presidente), Marcino Castilho (1º Secretário), José Sfredo Sobrinho (2º Secretário), Luiz Cechella (1º Tesoureiro), José B. Lozza (2º Tesoureiro), Francisco Callage (Orador), Victorino Pereira da Silva (Capitão Geral), Miguel Pereira Gomes, Raphael Voto, Cícero M. Fontoura, Olavo Castagna, Paulo Domingues, José Carlos Almeida, Pedro Mothcy, João Fernandes e Santos da Silva Gomes.

Existem divergências acerca da escolha do nome e da escolha das cores do clube. Segundo Olavo Castagna – um dos fundadores – em entrevista a Candido Otto da Luz, o nome foi escolhido como homenagem ao campeão gaúcho de 1927, o Sport Club Internacional de Porto Alegre. A escolha do vermelho deu-se em homenagem a outro participante da fundação, Antonio Lozza, que como bom maragato sempre usava um lenço “encarnado”.

Já segundo Nelson Gündel, ex-dirigente e ex-jogador, por sugestão de Érico Weber – um dos fundadores – o clube nasceu com as cores da bandeira alemã – preto, amarelo e vermelho. Com os primeiros sinais da Segunda Guerra Mundial, pressentindo problemas pelas movimentações alemãs, o próprio Érico sugeriu ao então presidente Antonio Lozza que o preto e o amarelo fossem substituídos pelo branco. Dessa forma, o clube assumiu as cores defendidas até hoje. Sobre o nome, Gündel diz que a opção por Internacional se deve à sugestão de Victorino Pereira da Silva, que, à época, almejava fundar um clube que superasse os ferroviários do Riograndense Futebol Clube – o mais forte da cidade até então. Como parte desta aspiração optou por um nome de maior abrangência – Internacional.

Os primeiro confrontos do Internacional aconteceram em 19 de agosto de 1928. O evento – denominado na época como baptismo colorado – foi marcado por dois jogos entre os 1ºs e 2ºs quadros entre Inter/SM e Militar Foot-Ball Club no campo do adversário. No jogo entre os 2ºs quadros, o Militar venceu por 2 a 1. Já no jogo entre os times principais o Militar venceu por 2 a 0. O plantel, com jogadores que se alternavam entre o primeiro e segundo times, era composto por Almeida, Toaldo, Juvenil, Vitorino, Ladeira, Lozza, Geraldo, Chamy, Tabica, Coelho, Oscar, João, Gomes, Moraes, Borim, Osório, Gavião Montey, Gama, Cícero, Leonardo, Diniz, Luiz e Castagna.

O primeiro gol marcado pela equipe principal aconteceu no segundo jogo. O Inter perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho Foot-Ball Club em 30 de setembro de 1928 no campo do Prado. No entanto não há registro do autor deste gol. A equipe colorada anunciada pelo Diário do Interior para o jogo era composta por Almeida; Toaldo e Juvenil; Victorino, Ladeira e Lozza; Geraldo, Chaney, Tabica (capitão), Coelho e Oscar. O segundo time – que também perdeu por 2 a 1 para o Gaúcho – jogou com João; Gomes e Moraes; Borim, Osório e Gavião; Monty, Gama, Cícero (capitão), Leonardo e Diniz.

O primeiro registro conhecido de um autor de gol pelo time principal do Internacional é apenas do terceiro jogo – o qual marca também a primeira vitória colorada. Jango marcou os 2 primeiros gols no triunfo por 4 a 1 contra o União de Jacuhy (atual cidade de Sobradinho) no dia 25 de novembro de 1928 na casa do adversário. O colorado santa-mariense jogou com João; Nenê e Graxa; Gomes, Monte e Asbu; Gury, Gama, Jango, Ribeiro e Tabica. Os outros gols foram anotados por Monte e Ribeiro.

O primeiro jogo oficial aconteceu em 13 de maio de 1930, válido pelo Torneio Início. O Inter venceu o 7 de Setembro por 1 a 0 – gol de Tabica – no Estádio dos Eucaliptos. Na mesma data e pela mesma competição, aconteceu o primeiro Rio-Nal. O resultado de empate em 1 a 1 deu início à histórica rivalidade entre Internacional e Riograndense.

O primeiro troféu conquistado pelo colorado data de 27 de setembro de 1931. Foi em um amistoso nos Eucaliptos contra o Brasil. A vitória de 5 a 2 garantiu a taça ofertada pelos Agentes da Cia. de Seguros Sul América.

O primeiro campeonato conquistado pelo Inter/SM foi o Citadino de Segundos Quadros de 1934.

Os anos de 1940 foram os mais gloriosos no início da história colorada. Nesta década veio a primeira vitória em Rio-Nais. Navalha fez o único gol no clássico disputado em 12 de maio de 1940 na campo do Militar. A jogada do gol foi assim descrita pelo Jornal A Razão: “Iam 20 minutos de jogo na segunda fase, quando Cherubim alivia forte e Itaqui emenda para a direita. Navalha recebe e escapa pela ala, assediado por Joãosinho. O ponta colorado fecha e poucos passos além do risco branco, apezar do adversário assediá-lo, despacha o couro quase rasteiro, na esquina contrária a que se encontra Salaberri, deixando o arqueiro dos Eucaliptos completamente fora de chance. Delirou a torcida colorada e o jogo prosseguiu movimentado” (14/05/1940).

O primeiro título com a equipe principal também veio neste período. Foi o Citadino de 1942. Com a vitória de 2 a 1 sobre o Riograndense no dia 16 de agosto de 1948 no campo do Militar, o colorado quebrou uma seqüência de 7 títulos do principal rival. Os gols do título foram marcados por Ricardo e Semedo. A equipe do Inter/SM jogou com Cilso; Joãosinho e Damião; Barulho, Biga e Otacílio; Tumbia, Semedo, Maidana, Trado e Ricardo.

Em 1943, o clube começava a projetar o Estádio Presidente Vargas. A inauguração aconteceria em 1947.

No Rio-Nal de 12 de setembro de 1948 entrou em campo pela primeira vez com a camisa colorada o maior goleador da história do Inter/SM. Tarica foi um dos 5 atacantes no empate em 2 a 2 e, apesar de não marcar gols em seu primeiro jogo, até hoje é reconhecido como o jogador

Tricampeão citadino (1949, 1950 e 1951), o Internacional disputou o seu primeiro campeonato estadual de profissionais em 1954.

Após 4 anos de jejum, em 1955, tornou-se mais uma vez Campeão de Santa Maria. Após novo período sem títulos voltou a vencer o Citadino novamente em 1965 e invicto. Em 1966 tornou-se bicampeão da cidade e conquistou também o título de Campeão Regional. Este título foi marcado com a vitória de 5 a 4 nos pênaltis contra o São Paulo de Rio Grande – após empate em 1 a 1 no tempo normal. A partida foi disputada no Estádio Passo D’Areia em Porto Alegre. Dezenas de torcedores foram à capital no denominado Trem da Excursão.

Em 1968, o Inter/SM voltou a vencer o Citadino tornando-se Tricampeão Invicto (não houve Citadino em 1967). Também neste ano, pela primeira vez, o Colorado Santa-mariense subiu para a Divisão Especial do Campeonato Gaúcho. O título conquistado na Zona B do Ascenso garantiu o clube no Gauchão de 1969. Hélio Alves foi o herói do título ao marcar os dois gols da vitória contra o Grêmio Santanense no dia 06 de outubro em Sant’Anna do Livramento. Em seu primeiro Gauchão na 1ª divisão, o clube fez uma boa campanha, mas não passou da primeira fase.

No dia 14 de fevereiro de 1971, na derrota por 1 a 0 para o Pelotas na Boca do Lobo, estreou pelo Internacional Luiz Alberto Salenave, o Donga, que viria a se tornar o jogador a mais vezes atuar pelo Colorado Santa-Mariense.

Em 1973 o Internacional alcançou o 3º lugar na Copa Governador do Estado e em 1974 conquistou o Citadino.

Em 17 de dezembro de 1979, com a vitória sobre o Estrela por 1 a 0 (gol de Hélio Oliveira na prorrogação) no Presidente Vargas, o Internacional conquistou o título da Copa Governador do Estado.

Pela primeira vez o Inter/SM classificou-se para disputar uma competição nacional. Com o bom desempenho no Gauchão de 1980 (3º lugar no Hexagonal), a equipe colorada classificou-se à Taça de Prata de 1981, espécie de 2ª divisão do Campeonato Brasileiro. Ainda pelo Gauchão de 1980, em um jogo contra o Guarany de Bagé, Guinga marcou o gol mais rápido da história dos Gauchões, abrindo o placar para o Internacional logo aos 9 segundos de jogo.

A participação na Taça de Prata foi modesta, ficando de fora ainda na primeira fase em um grupo que também o Palmeiras de São Paulo. No entanto, a participação no Gauchão de 1981 foi excepcional e o clube terminou a competição em terceiro lugar, garantindo assim presença na Taça de Ouro de 1982 (1ª Divisão Nacional). A campanha no Gauchão foi tão boa que, no Hexagonal final, o Colorado conquistou 2 vitórias e 2 empates nos quatro jogos contra a dupla Gre-Nal. O título de Campeão do Interior veio no último jogo com a vitória por 1 a 0 (gol de Valdo) contra o São Borja no Presidente Vargas.

Na Taça de Ouro de 1982, a equipe ficou em terceiro lugar na primeira fase e classificou-se para a etapa seguinte. Compôs o grupo J juntamente com Operário (MS), América (RJ) e Vasco da Gama (RJ). Jogou no Maracanã em 06 de março, perdendo para o América por 3 a 0. Apesar de não se passar à 3ª fase teve momentos marcantes como a goleada de 3 a 0 (gols de Robson, Toninho e Valdo) contra o Vasco de Mazaropi, Rondineli, Cláudio Adão e Roberto Dinamite em 25 de março.

Em 1983 o Inter/SM conquistou o Troféu Centenário do Jornal A Razão vencendo o Riograndense por 2 a 0, gols de Chicota. Este jogo marcou a despedida de Donga que, com 579 jogos, ainda é o jogador que mais vezes vestiu a camiseta do Internacional. No mesmo ano, o time feminino Colorado conquistou o Título do Interior.

Em 1984, após uma seletiva gaúcha, conquistou vaga na Taça CBF (2ª divisão do Campeonato Brasileiro). Chegou às semifinais, quando enfrentou o Remo do Pará. Porém, com um empate e uma derrota acabou ficando em 3º lugar na competição. Neste mesmo ano, pela primeira vez, o Inter/SM venceu o Grêmio no Estádio Olímpico. No dia 03 de setembro, em jogo válido pelo Gauchão, fez 1 a 0 com gol de Rogério aos 46 minutos do segundo tempo.

O Internacional de Santa Maria teve em sua história uma presidente. Foi Sirlei Dalla Lana, eleita em 26 de março de 1985. Ela foi a primeira mulher a dirigir um clube profissional de futebol no Brasil.

Em 1987, o clube voltou a conquistar a Copa Governador do Estado, ao vencer por 1 a 0, gol de Bira, o Novo Hamburgo no Estádio Santa Rosa.

Após ser rebaixado em 1989 e perder injustamente a vaga no Ascenso em 1990, o Inter/SM venceu a Série B em 1991 com grande campanha. Obteve o maior número de pontos ganhos, maior número de vitórias, melhor ataque, defesa menos vazada, goleiro menos vazado e menor número de derrotas. O título veio na Batalha de Sarandi. Após a vitória de 1 a 0 contra o Ipiranga daquela cidade (gol de Cássio), jogadores do adversário transformaram o campo em campo de batalha ao tentar agredir jogadores e comissão técnica santa-marienses.

Em 1995, o Internacional voltou a vencer o Citadino. Na disputa com o Riograndense foram dois jogos. Empate no primeiro jogo em 1 a 1, com gol colorado marcado por João de Deus – clássico apitado pela árbitra Ivani de Gregori. No segundo jogo – apitado por Sônia Tavares – vitória por 1 a 0, gol de Rogério.

Entre os anos de 1995 e 1997 o clube disputou a Série B do Gauchão. O ascenso mais um vez foi conseguido com uma vitória por 1 a 0, desta vez com gol do artilheiro Badico contra o São Paulo de Rio Grande na Baixada Melancólica em 05 de abril. Com este resultado o Inter/SM garantiu antecipadamente o seu retorno à elite do futebol gaúcho.

Em 28 de julho de 1999 estreou no Internacional o atacante Josiel – 1 a 1 contra o Pelotas na Boca do Lobo em jogo válido pela seletiva para o Brasileiro da Série C. Neste ano, o clube conquistou a Taça Santa Maria. O título foi decidido em 4 Rio-Nais. Depois de dois empates (0 a 0 e 1 a 1) e uma vitória para cada lado (2 a 1 para o Internacional e 1 a 0 para o Riograndense), o título foi decidido em cobranças de pênaltis: 4 a 2 para o Inter/SM campeão.

Entre 2000 e 2007 o clube disputou a Série B do Campeonato Gaúcho. Desde a primeira participação na Divisão Especial do futebol gaúcho – em 1968 – foi o maior período longe do convívio com os grandes do Rio Grande do Sul. Nesse período o clube chegou a trocar de nome – passando a ser chamado de Santa Maria Esporte Clube – mas logo voltou a ser denominado E. C. Internacional.

O objetivo de retornar à Série A em 2008 – ano dos 80 anos do clube – foi alcançado na última rodada da Série B 2007. Após o segundo lugar na primeira fase e a liderança na segunda, o Colorado começou o Octogonal Final com um empate (1 a 1 com o Ypiranga em Erechim) e duas vitórias (3 a 0 no Rio Grande em casa e 3 a 1 no Grêmio Bagé na cidade da fronteira). No primeiro turno ainda teve duas derrotas (1 a 0 para o Santo Ângelo e 1 a 0 para o Pelotas), um empate (1 a 1 com a Sapucaiense) e uma vitória (2 a 1 no Ipiranga de Sarandi). O segundo turno começaria com uma vitória contra o Ypiranga por 3 a 1 no Presidente Vargas, mas continuaria com 4 resultados negativos: derrota por 2 a 1 para o Rio Grande e empates em casa em 1 a 1 contra Grêmio Bagé e Santo Ângelo. Tais resultados fizeram com que o Inter/SM tivesse que buscar vitórias nos 3 jogos que restavam, sendo 2 fora de casa. E o Colorado o fez. Na 12ª rodada venceu a Sapucaiense por 1 a 0 com gol de Marcelo em Sapucaia do Sul. Na rodada seguinte foi a Sarandi e venceu o time da casa também por 1 a 0, gol desta vez marcado por Fabinho. Tornava-se necessária então apenas uma vitória simples para o retorno à Série A.

No dia 29 de setembro de 2007, em um Presidente Vargas lotado, Inter/SM e Pelotas alinharam-se para determinar quem subiria à elite do futebol gaúcho no ano seguinte. O Internacional, treinado por Bebeto Rosa, entrou em campo com Luciano; Aládio, Alex e Cirilo; Rangel, Polaco, Paulo César, Chiquinho e Fabinho; Marcelo e Alê Menezes – Alexandre Veiga, Edinho e Flaviano entrariam mais tarde. O primeiro gol da partida foi marcado por Cirilo, após cobrança de escanteio de Chiquinho logo aos 10 minutos da primeira etapa. No início do segundo tempo, em mais uma bola parada, Chiquinho, novamente, cruzou e Alê Menezes (goleador da equipe na competição) cabeceou para o fundo das redes. O Pelotas ainda descontou com Michel, mas, apesar da pressão do adversário, o Internacional conseguiu efetivar a vitória que garantiu o cumprimento do principal objetivo da temporada.

A reestréia no Gauchão Série A aconteceu em uma tarde quente de verão contra o badalado Internacional de Porto Alegre. Em um Presidente Vargas totalmente renovado e lotado, o resultado foi empate: 2 a 2 em um jogo movimentado que teve como artilheiros pelo lado santa-mariense Alê Menezes e Jean Michel.

Após a estréia, o Inter/SM alcançou e manteve a liderança por várias rodadas, perdendo a invencibilidade apenas na primeira rodada do segundo turno, na derrota por 1 a 0 para o São José em Porto Alegre. Ao final da primeira fase, ficou em segundo lugar com 26 pontos em 14 jogos (7 vitórias, 5 empates e 2 duas derrotas).

Nas quartas-de-final enfrentou a Sapucaiense em dois jogos. Após perder em São Leopoldo pelo placar de 2 a 1 (com Anderson Bill descontando aos 49 do segundo tempo), o colorado venceu a equipe metropolitana pelo placar de 2 a 0 (gols de Anderson Bill novamente e Alê Menezes).

Nas semifinais foi a Caxias do Sul e venceu o Juventude em pleno Alfredo Jaconi. João Paulo fez o único gol em uma partida que teve como grande destaque o goleiro Goico. Apesar de poder até empatar no jogo de volta, o Inter/SM acabou derrotado no Presidente Vargas por 4 a 2 (com Chiquinho e Jean Michel marcando para o colorado). Apesar da eliminação, o saldo foi positivo com a torcida incentivando do início ao fim, aplaudindo os jogadores ao final do jogo e a vaga à Série C do Campeonato Brasileiro 2008 garantida.

Títulos

• Campeão da Copa Governador do Estado em 1979 e 1987.

• Campeão do Interior em 1981.

• Campeão Regional em 1966.

• Campeão da Série B do Campeonato Gaúcho em 1968 e 1991.

• Campeão Citadino em 1942, 1944, 1945, 1946, 1949, 1950, 1951, 1955, 1965, 1966, 1968, 1969, 1974 e 1995.

Hino

De autoria de Marli Pillar.

Sempre avante, unidos, iremos

Mil vitórias, união e alegria

Com valor e fibra tu és

O orgulho de Santa Maria

Avante Internacional!

Para nós és o maior

Contigo sempre estaremos

Vencerás e serás o melhor

Estádio

No ano de 1943, o Esporte Clube Internacional iniciou a projeção de seu estádio. Após algumas reuniões com a Prefeitura Municipal ficou definida a doação do terreno atual. No mesmo ano várias comissões foram designadas com o objetivo de angariar materiais para a construção do estádio, o qual seria denominado Presidente Vargas em homenagem ao sexto aniversário da instituição do Estado Novo pelo então Presidente Getúlio Dorneles Vargas.No dia 12 de dezembro ocorreu o lançamento da Pedra Fundamental da nova casa colorada, a qual teria sua concepção apoiada por várias doações de empresários e torcedores.

A inauguração ocorreu em um Rio-Nal no dia 21 de setembro de 1947. Na preliminar, vitória do Riograndense por 2 a 1. O primeiro gol do estádio foi marcado por João Abelin do Internacional. Na partida entre as equipes principais, outra vitória do Riograndense.

Desde a sua inauguração, o Presidente Vargas (também conhecido como Baixada Melancólica - apelido atribuído pelo Jornal A Razão em 1947) passou por várias reformas e melhorias. A iluminação, por exemplo, foi inaugurada em 1959 e, assim como a construção do estádio, foi apoiada por empresários locais.

A última grande melhoria do Presidente Vargas aconteceu entre o final de 2007 e o início de 2008. Em um esforço realizado pela diretoria, o gramado foi totalmente reformulado, as arquibancadas foram repintadas e outras obras estruturais foram realizadas visando a adequação do estádio às exigências da Brigada Militar, do Corpo de Bombeiros e da Federação Gaúcha de Futebol.

Atualmente o estádio tem capacidade para cerca de 6.500 torcedores sentados. O público e a renda recorde aconteceram no jogo contra o Grêmio Porto-Alegrense pelo Gauchão de 1982. No dia 12 de agosto, 9.168 pagantes e 2.214 não-pagantes - totalizando 11.382 torcedores - assistiram a vitória do clube da capital por 1 a 0. A renda foi de Cr$ 4.732.054,00.

Site

http://www.intersm.net

domingo, 9 de novembro de 2008

Paulista Futebol Clube

O Paulista Futebol Clube foi fundado no dia 17 de maio de 1909, por funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Como entidade esportiva ele na verdade sucedeu ao Jundiahy Foot Ball Club, fundado em 1903 pelo escocês Thomas Scott, principal contramestre das oficinas. Esse primeiro clube atendeu aos funcionários da ferrovia entre 1903 e 1908.

Nos primeiros anos de sua existência, por não haver competições organizadas na cidade, a atividade futebolística do Paulista se limitava a disputas internas entre os associados e esporádicos jogos amistosos contra outras equipes. Em seus primeiros tempos, o clube utilizou um campo na atual Vila Rio Branco, e em 1913 mudou-se para instalações em um terreno na Vila Leme.

Em 1919, o Paulista filia-se a A.P.E.A (Associação Paulista de Esportes Athléticos) e passa a disputar o Campeonato do Interior, tendo como adversários Ponte Preta, Guarani, Rio Claro, XV de Piracicaba, Comercial, Taubaté e Corinthians Jundiaiense, entre outros. Logo em seu primeiro ano na competição, o Paulista sagra-se campeão da fase.

A decisão do título Estadual aconteceu em São Paulo, contra o Club Athlético Paulistano, campeão da capital, que derrotou o Paulista por 5 a 4, tendo o gol decisivo marcado pelo célebre Arthur Friedenreich.

Em 1928 foi inaugurada a iluminação do campo da Vila Leme, graças a contribuições financeiras da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, com um amistoso contra a Ponte Preta que terminou empatado por 2 a 2. Nesse mesmo ano o Paulista transferiu-se da A.P.E.A. para a L.A.F. (Liga de Amadores de Futebol). Em 1930 a Liga foi desfeita e o Paulista voltou a disputar os campeonatos da A.P.E.A., o que fez até 1933, quando ingressou na recém-criada Federação Paulista de Futebol.

No início dos anos 40, a direção do Paulista passou a estudar a construção de um novo estádio na Vila Leme, para oferecer mais opções de lazer aos associados e maior conforto aos atletas e à torcida. Em 19 de agosto de 1944 o presidente Sidney John Normanton anunciou o lançamento da pedra fundamental do estádio "Engenheiro Jayme Pinheiro de Ulhoa Cintra", nome que homenagearia um dos principais incentivadores do clube, mas as obras não foram à frente devido à retração econômica, que impediu o clube de reunir os recursos necessários.

Em 1948 a Federação Paulista de Futebol criou a "Lei do Acesso", abrindo vagas para a 2ª Divisão de Profissionais, ou Divisão Intermediária, como foi chamada por muito tempo. Onze clubes, sendo oito da capital e três de Santos, disputavam a 1ª Divisão; e o objetivo da "Lei do Acesso" era completar 12 times na divisão principal.

O Paulista passou a disputar a "Divisão Intermediária" tão logo esta foi criada, iniciando, assim, sua fase profissional. O time, até então associado basicamente aos ferroviários, assumiu o papel de representante de toda a cidade.

Nesse meio tempo, por enfrentar dificuldades para construir o "Jayme Cintra" na Vila Leme, o Paulista passa a procurar um outro local para seu estádio, e identifica uma área no Jardim Pacaembu. O novo estádio foi inaugurado em 1957, com um amistoso em que o Paulista venceu o Palmeiras por 3 a 1.

O primeiro acesso do Paulista à divisão principal ocorreu em 1968, após uma seletiva final em que enfrentou Francana, Ferroviário de Araçatuba, Ponte Preta, Bragantino e Barretos. Dez anos depois o clube foi rebaixado, mas retornou em 1984 após golear o Vocem de Assis por 7 a 1, em São Paulo, no estádio do Parque Antarctica. Foi durante a gestão da diretoria comandada pelo Sr Josep Pfulg, que durou de maio de 1980 a dezembro de 1985. É de se reconhecer que o ilustre presidente Pfulg, com sua determinação e alto espírito de cidadania, impediu o sepultamento deste clube que, na época, estava fadado a virar cinzas, mergulhado em dívidas e problemas insolúveis.

Além de realizar várias obras no estádio, saneou as finanças do clube com aporte de recursos publicitários de sua empresa (Vulcabrás), além de recursos próprios, restaurando a credibilidade do clube e equacionando graves problemas fiscais e trabalhistas, preservando o patrimônio do clube (estádio).

Rebaixado novamente em 1986, o Paulista passa a ver na associação com empresas a alternativa mais factível para estruturar-se, ganhar competitividade, retornar à Primeira Divisão e nela permanecer em condições de estabilidade.

A primeira experiência nesse sentido foi com o grupo coreano Magnata, que não teve conseqüências relevantes. Em 1995 o Paulista junta-se à Lousano, em um dos primeiros contratos de co-gestão do futebol brasileiro. Logo no primeiro ano, a parceria produz bons resultados, com o clube subindo da Série A3 para a Série A2 do futebol paulista. Com essa parceria, muitos craques consagrados vestiram a camisa do clube como Casagrande e Toninho Cerezo.

Outro efeito marcante da parceria com a Lousano foi o investimento na formação de jogadores pelas categorias de base, que produziu um resultado espetacular no início de 1997: o Paulista venceu a concorrida e altamente prestigiada Copa São Paulo de Juniores, principal torneio brasileiro de divisões de base.

Desfeita a parceria com a Lousano em 1998, o Paulista se associa à Parmalat, que altera o nome do clube para Etti Jundiaí. A mudança desagradou a parcela expressiva da torcida, mas trouxe resultados imediatos em campo, com o time vencendo o Campeonato Paulista da Serie A2 e o Brasileiro da Série C, ambos em 2001.

Em 2002 a Parmalat anunciou a retirada de seus investimentos em futebol e o time passou por uma curta fase de transição, durante a qual se denominou Jundiaí Futebol Clube. Finalmente, um plebiscito entre os torcedores devolveu-lhe, por expressiva maioria, o nome de Paulista Futebol Clube.

Deixando de contar com uma parceria empresarial de peso, o clube passou a subsistir, não sem alguma dificuldade, com as receitas de bilheteria, patrocínios esparsos, direitos de transmissão e transferência de jogadores. Contudo, o orçamento mais modesto não o impediu de se manter competitivo e, no Campeonato Paulista 2004 – Séria A1, depois de uma belíssima campanha, na qual derrubou times como Ponte Preta e Palmeiras, conquistou o vice-campeonato, sendo superado apenas pelo São Caetano na final.

Mas ainda faltava um título de expressão, que com muito orgulho chegou em 2005. Depois de uma boa campanha pelo Campeonato Paulista 2005, ficando na 6º colocação, o Brasil se encantou com o Galo da Japí quando se consagrou CAMPEÃO da COPA DO BRASIL após vencer times da elite do futebol brasileiro, como Juventude/RS, Botafogo/RJ, Internacional/RS, Figueirense/SC, Cruzeiro/MG e Fluminense/RJ.

A vitória na Copa do Brasil qualificou o Paulista a disputar sua primeira competição internacional, a Copa Libertadores, em 2006. O clube foi eliminado ainda na primeira fase, mas não sem conseguir um resultado expressivo, ao derrotar o River Plate da Argentina por 2 a 1 no estádio Jayme Cintra. Ainda em 2006, o Galo disputou a Série B com chances de acesso até a última rodada. Paulista foi o destaque da Série B de 2006 quando aplicou uma bela goleada no Paysandu por 9 a 0 no estádio Dr. Jayme Cintra, em Jundiaí.
Porém, o Galo não conquistou o acesso à Série A, pois o América de Natal, empatado em número de pontos, tinha um melhor saldo de gols.

Em janeiro de 2007 o Paulista passou a fazer parte do projeto Campus Pelé que é um ambicioso e inovador projeto de estímulo aos jovens jogadores brasileiro. O Paulista é um dos pilares do projeto, sendo os outros: construção do Campus Pelé (Jundiaí), utilização da marca Pelé, parceria com um clube europeu, o FC Lausanne Sport (Suíça) e incorporação do Litoral Futebol Clube (Santos).

Fazendo parte deste complexo e bem–estruturado projeto, o Paulista tem uma perspectiva futura muito boa para se tornar referência na formação de atletas e para se consolidar como uma equipe forte e consistente já nos próximos anos.

Títulos

Copa do Brasil: 2005
Campeonato Brasileiro - Série C: 2001.
Campeonato Paulista do Interior: 2 vezes (1919 e 1921).
Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1968 e 2001).
Copa FPF: 1999.

Estádio

No início dos anos 50, moradores das proximidades do estádio da Vila Leme passaram a reivindicar a abertura de uma rua, que teria sido fechada pelo Paulista quando da construção do estádio.Dados os problemas, o presidente do Paulista, o engenheiro Odil Campos Sales, começa a estudar locais para a construção de um novo estádio.

O novo estádio tricolor foi apresentado à torcida no dia 30 de maio de 1957, com um amistoso contra o Palmeiras. O Paulista venceu o jogo por 3 a 1 e coube a Belmiro, atacante tricolor, a honra de marcar o primeiro gol no Jayme Cintra.O Paulista transferiu-se oficialmente da Vila Leme para o Jardim Pacaembu em 29 de fevereiro de 1958.

Capacidade 15500

Hino

Letra: Rubens Décio Echenberger

"Tricolor, meu time amado,
Teu caminho é o da glória,
Segue avante no gramado,
Traz os louros da vitória,
Mas se a lu
ta te enfraquece,
A poder dos desenganos,
A história não te esquece,
Tu és Paulista, dos veteranos,
Paulista, Paulista, Paulista,
É o jundiaense que quer ver-te campeão,
Paulista, Paulista, Paulista,
Tu és o club e mais querido torrão,
Paulista, Paulista, Paulista,
Tua bandeira gloriosa quer por ti,
Guardar silente a alegria da conquista,
Tu és Paulista, de Jundiai".

Mascote

Existem inúmeras versões para a escolha do Galo como mascote do Paulista. As principais, no entanto, envolvem a rivalidade existente nos campeonatos amadores da cidade, sobretudo entre Paulista e o Comercial, nos anos 40. Conta a história que, em um jogo disputado no estádio da Vila Leme, a torcida do Paulista atirou um galo ao campo. Como estavam perdendo o jogo, os jogadores comercialinos trataram logo de iniciar uma verdadeira caça a ave, proporcionando cenas dignas de uma comédia pastelão. Os torcedores do Paulista, é claro, passaram a torcer pelo Galo.


Site

http://www.paulistafutebol.com.br

sábado, 8 de novembro de 2008

Holanda Esporte Clube

Até bem pouco tempo atrás, o Holanda era um clube amador em Manaus. Fundado em 1984, foi batizado para homenagear o empresário que cedeu o primeiro campo de treinamento, Raimundo Holanda, e também uma equipe que fez história no futebol mundial. "Sempre admirei o 'carrossel holandês' e achei que dar o nome de Holanda ao time seria unir o útil ao agradável", explica Leão Braúna, fundador do clube e atual vice-presidente.

O nome inspirou-se na seleção holandesa que ficou conhecida como laranja mecânica, na década de 1970.Disputou por muitos anos o campeonato de futebol da liga do Aleixo. Em 1984 foi oficialmente registrado na Federação Amazonense de Futebol (FAF). O clube foi profissionalizado em outubro de 2007, na administração do atual Presidente, Paulo Radín, e passou a adotar o uniforme laranjado em referência ao time holandês e à cidade de Rio Preto da Eva (maior produtor amazonense de laranja) . O município, a 80 quilômetros de Manaus, construiu até um estádio para abrigar o time. A população embarcou na idéia de ter por quem torcer e foi determinante na conquista da segunda divisão amazonense, a primeira competição disputada pelo Holanda como clube profissional.

Estréia profissional

Em 21 de outubro de 2007 o Holanda Esporte Clube iniciou sua caminhada como clube profissional.

O primeiro jogo foi marcado para a cidade de Itacoatiara, localizada a 260 km de Manaus e a 180 km de Rio Preto da Eva.

A viagem foi marcada por fatos inusitados, que ilustram as dificuldades de quem faz esporte no Brasil, e particularmente no Amazonas, entre os quais dois ônibus com problemas mecânicos ficando na estrada, com os atletas chegando ao Estádio Floro Mendonça acomodados na carroceria de um caminhão.

Superadas todas as dificuldades, o jogo foi difícil como se esperava, mas com um gol do atacante amazonense André Tavares (19 anos) o Holanda Esporte Clube venceu por um tento a zero.

Campeão da Segunda Divisão amazonense em dois meses de futebol profissional.

No dia 24, ganhou o Troféu Cidade de Manaus, derrotando o Nacional B por 2 a 0 no Vivaldão.

Na primeira divisão

Em 2008, já na elite do Futebol Amazonense, conquistou o torneio início, evento promovido pela Associação de Cronistas e Locutores Esportivos do Amazonas - ACLEA.

No campeonato amazonense da série A, sagrou-se campeão do segundo turno, erguendo a Taça Cidade de Manaus. Disputou as partidas finais com o campeão do primeiro turno, o Nacional Fast Clube, que jogava por dois resultados iguais.

No primeiro jogo (30/04/2008), o Holanda empatou sem gols com o Fast.

Na partida decisiva (03/05/2008), o Holanda, estreante na primeira divisão do Campeonato Amazonense, superou as próprias expectativas e acabou campeão do Estado, ao vencer o Fast Club por 1 a 0, no Estádio Vivaldo Lima, em Manaus. O único gol da partida saiu aos dez minutos de jogo, com Deurick, que decretou o fim das esperanças do Fast, que jogava por um empate para por fim a um jejum de 37 anos sem vencer o Estadual.

Em Competição Nacional

O time atualmente disputa a Série C do Campeonato Brasileiro de Futebol. Na classificação geral da primeira fase, fica em sexto lugar, mas é eliminado na segunda fase, não conseguindo garantir a vaga na Série C do próximo ano.

Títulos

Campeão Amazonense 2008

Campeão Amazonense - Segunda Divisão 2007

Estádio

O Estádio Francisco Garcia fica localizado em Rio Preto da Eva no estado do Amazonas. Foi inaugurado em 25/11/07, na partida entre CEPE/Iranduba e Holanda/Rio Preto da Eva, valida pela Série B do Campeonato Amazonense. O CEPE venceu por 1 a 0, com um gol do atacante Charles.

Capacidade:4.000

HINO:

Autor da letra e da música> Daniel Sales

BIS Vamos vibrar nação alaranjada
Batava camisa de valor
No futebol és a mais bela
No Amazonas sua força conquistou

1984
De Manaus ao Rio Preto da Eva
Em cada prélio uma história pra contar
Pela vitória a Laranja vai lutar
Na comunhão em busca da esperança
Nascestes da raça e do amor
Nos gramados marcas tua glória
E tua torcida te saúda com calor

BIS
Holanda campeão
Holanda do meu coração
Chegou a hora desse grito enaltecer
A cor laranja no Brasil prevalecer

Tremula no alto a bandeira
Simbolizando a tradição
A bola rola pelos campos desse chão
E tua presença é o nosso galardão
Holanda o futuro chegou
O futebol dessa terra ti abraçou
De gol em gol tua fama é crescente
Eternizando o sentido de valor

BIS
Holanda campeão
Holanda do meu coração
Chegou a hora desse grito enaltecer
A cor laranja no Brasil prevalecer


http://holandaclube.blogspot.com/