sábado, 8 de novembro de 2008

Holanda Esporte Clube

Até bem pouco tempo atrás, o Holanda era um clube amador em Manaus. Fundado em 1984, foi batizado para homenagear o empresário que cedeu o primeiro campo de treinamento, Raimundo Holanda, e também uma equipe que fez história no futebol mundial. "Sempre admirei o 'carrossel holandês' e achei que dar o nome de Holanda ao time seria unir o útil ao agradável", explica Leão Braúna, fundador do clube e atual vice-presidente.

O nome inspirou-se na seleção holandesa que ficou conhecida como laranja mecânica, na década de 1970.Disputou por muitos anos o campeonato de futebol da liga do Aleixo. Em 1984 foi oficialmente registrado na Federação Amazonense de Futebol (FAF). O clube foi profissionalizado em outubro de 2007, na administração do atual Presidente, Paulo Radín, e passou a adotar o uniforme laranjado em referência ao time holandês e à cidade de Rio Preto da Eva (maior produtor amazonense de laranja) . O município, a 80 quilômetros de Manaus, construiu até um estádio para abrigar o time. A população embarcou na idéia de ter por quem torcer e foi determinante na conquista da segunda divisão amazonense, a primeira competição disputada pelo Holanda como clube profissional.

Estréia profissional

Em 21 de outubro de 2007 o Holanda Esporte Clube iniciou sua caminhada como clube profissional.

O primeiro jogo foi marcado para a cidade de Itacoatiara, localizada a 260 km de Manaus e a 180 km de Rio Preto da Eva.

A viagem foi marcada por fatos inusitados, que ilustram as dificuldades de quem faz esporte no Brasil, e particularmente no Amazonas, entre os quais dois ônibus com problemas mecânicos ficando na estrada, com os atletas chegando ao Estádio Floro Mendonça acomodados na carroceria de um caminhão.

Superadas todas as dificuldades, o jogo foi difícil como se esperava, mas com um gol do atacante amazonense André Tavares (19 anos) o Holanda Esporte Clube venceu por um tento a zero.

Campeão da Segunda Divisão amazonense em dois meses de futebol profissional.

No dia 24, ganhou o Troféu Cidade de Manaus, derrotando o Nacional B por 2 a 0 no Vivaldão.

Na primeira divisão

Em 2008, já na elite do Futebol Amazonense, conquistou o torneio início, evento promovido pela Associação de Cronistas e Locutores Esportivos do Amazonas - ACLEA.

No campeonato amazonense da série A, sagrou-se campeão do segundo turno, erguendo a Taça Cidade de Manaus. Disputou as partidas finais com o campeão do primeiro turno, o Nacional Fast Clube, que jogava por dois resultados iguais.

No primeiro jogo (30/04/2008), o Holanda empatou sem gols com o Fast.

Na partida decisiva (03/05/2008), o Holanda, estreante na primeira divisão do Campeonato Amazonense, superou as próprias expectativas e acabou campeão do Estado, ao vencer o Fast Club por 1 a 0, no Estádio Vivaldo Lima, em Manaus. O único gol da partida saiu aos dez minutos de jogo, com Deurick, que decretou o fim das esperanças do Fast, que jogava por um empate para por fim a um jejum de 37 anos sem vencer o Estadual.

Em Competição Nacional

O time atualmente disputa a Série C do Campeonato Brasileiro de Futebol. Na classificação geral da primeira fase, fica em sexto lugar, mas é eliminado na segunda fase, não conseguindo garantir a vaga na Série C do próximo ano.

Títulos

Campeão Amazonense 2008

Campeão Amazonense - Segunda Divisão 2007

Estádio

O Estádio Francisco Garcia fica localizado em Rio Preto da Eva no estado do Amazonas. Foi inaugurado em 25/11/07, na partida entre CEPE/Iranduba e Holanda/Rio Preto da Eva, valida pela Série B do Campeonato Amazonense. O CEPE venceu por 1 a 0, com um gol do atacante Charles.

Capacidade:4.000

HINO:

Autor da letra e da música> Daniel Sales

BIS Vamos vibrar nação alaranjada
Batava camisa de valor
No futebol és a mais bela
No Amazonas sua força conquistou

1984
De Manaus ao Rio Preto da Eva
Em cada prélio uma história pra contar
Pela vitória a Laranja vai lutar
Na comunhão em busca da esperança
Nascestes da raça e do amor
Nos gramados marcas tua glória
E tua torcida te saúda com calor

BIS
Holanda campeão
Holanda do meu coração
Chegou a hora desse grito enaltecer
A cor laranja no Brasil prevalecer

Tremula no alto a bandeira
Simbolizando a tradição
A bola rola pelos campos desse chão
E tua presença é o nosso galardão
Holanda o futuro chegou
O futebol dessa terra ti abraçou
De gol em gol tua fama é crescente
Eternizando o sentido de valor

BIS
Holanda campeão
Holanda do meu coração
Chegou a hora desse grito enaltecer
A cor laranja no Brasil prevalecer


http://holandaclube.blogspot.com/

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Operário Futebol Clube Ltda

Há exatos 58 anos, após o Bispo Bom Antônio Aragão presentear com um jogo de camisas, uma equipe formada com os melhores jogadores de Várzea Grade, nascia o Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV). O jogo de estréia foi contra a equipe do Palmeiras, quando foi usado um uniforme nas cores vermelha,branca e verde. A partida foi disputada no antigo Círculo Operário, na Rua da Independência, centro de Várzea Grande (no local funciona hoje, a Conferência da Igreja Nossa Senhora do Carmo). Os heróis do jogo foram: Benedito “Sapateiro”, Assis, Ciro, Rubens dos Santos, Caetano, Boava (autor do gol), Simão (Cháfia), Alberto (Gonçalo), Lindolfo e Nono “Sapateiro”. O nome surgiu por causa do dia da fundação, dia 1° de maio. Daí, o nome Operário.

O primeiro presidente do Operário foi o Sr. Luís Vitor da Silva que ainda hoje vive na lendária Av. Couto Magalhães, centro de Várzea Grade. Luís tinha na retaguarda Joaquim Santana Rodrigues, Lamartine Pompeo de Campos, Oldemar Pereira, Mestre Dario, Manuel Mendes de Oliveira e Manuel Santana.

Na época, as partidas eram disputadas nos estádios Gonçalo Botelho de Campos e Presidente Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. O futebol não profissionalizado, sendo disputado apenas na categoria amador. Foi uma fase de ouro, com o “Chicote da Fronteira” conquistando o tricampeonato de forma invicta nos anos 1953, 1954 e 1955.

Uma curiosidade foi o campeonato de 1955, o tricolor chegou ao titulo reforçando seu elenco com três jogadores contratados junto ao seu maior rival da época, o Industrial Esporte Clube Porto; Tatu, Tidinho e Bastilo. O Operário foi apelidado de “Pequeno Davi” pelo radialista Jota Alves, após empate heróico contra o poderoso Clube Atlético Mato-Grossense, gol marcado por Isaac Nassarden, em cobrança de pênalti.

Em 1955, depois de participar da função do Operário e ainda jogar no meio-de-campo do time, Rubens dos Santos assumiu a presidência do “Chicote da Fronteira”. Era uma época difícil, nos dois anos seguintes, o campeonato amador ficou paralisado e o “Velho Guerreiro” teve que levar o time a disputar vários amistosos com times locais e de outras cidades.

Em 1958, aconteceu um fato que mudaria para sempre a história do Operário. O clube se filiou a FMD (Federação Mato-Grossense de Desportos), passando a disputar com as equipes consideradas ponta em Mato Grosso, fato que creditou Rubens dos Santos a ser considerado um ícone na história do clube, colocando o Operário no seleto das equipes profissionais do Estado. Craques revelados em Mato Grosso e contratados junto à equipe de Várzea Grande passaram a “ditar as regras” do futebol mato-grossense por muitos anos.

Em 1967, o Operário conquistou o seu primeiro título de campeão mato-grossense de futebol profissional, repetindo a proeza no ano seguinte, conquistando o primeiro bicampeonato.

Em 1972/73 sob o comando de Rubens dos Santos e Ingo José Klein, respectivamente, novamente o time de Várzea Grade levou o bicampeonato. Foram os únicos títulos conquistados pelo Operário antes da divisão de Mato Grosso.

Era o ano de 1974 e Rubens dos Santos havia assumido novamente a presidência do clube e conseqüentemente, contratado os mais diversos atletas para disputar o campeonato do ano seguinte. Paulo Vítor, goleiro que aprendeu com o mestre Carlos Pedra, antigo goleiro e atual treinador da posição do tricolor, e que obteve a consagração no Fluminense do Rio de Janeiro, sendo tricampeão carioca (1983-84-85) e brasileiro em 1984, além de disputar a Copa do Mundo em 1986 no México, como reserva de Carlos Gallo (Corinthians) e João Carlos uma espécie de coringa do time. Apesar de formar grandes equipes e de ter boas participações, o primeiro título do Operário depois da divisão de Mato Grosso só veio acontecer em 1983, juntamente em cima di Mixto Esporte Clube, quem em 1981 e 1982, havia derrotado o tricolor na final. A presidência do tricolor era ocupada por Branco de Barros. Entre os craques, estavam: Mão de Onça, Caruzo, Laércio, Juarez, Panzarillo, Manfrini, Bife, Adalberto, Mosca, Ivanildo, Malaquias.

Dois anos depois, veio a inédita conquista do tricampeonato em 1985/86 e 87 com o radialista e jornalista Edvaldo Ribeiro. Todas as finais foram disputadas contra o arqui-rival Mixto, que até hoje lamenta a perda de três títulos consecutivos para o Operário. O “Chicote da Fronteira” ainda conquistaria os títulos estaduais de 1994, 1995, 1997, 2002 e 2006.

Mesmo sendo campeão mato-grossense por oito vezes até então, a década de 80 marcou o início do declínio do Operário, que hoje vive uma situação ainda muito pior. A história mostra que após Rubens dos Santos ter deixado a presidência, o clube não obteve nenhum progresso. Pra se ter uma idéia, na época foi adquirida uma grade área nas proximidades onde hoje se encontra a ponte Sergio Motta, e que seria usada para construção da tão sonhada Vila e a Sede Social no centro de Várzea Grade, onde encontra-se praticamente em ruínas. Um clube que tinha total estrutura, hoje nem mesmo um campo próprio para treinar.

Devido as dívidas, em 1994, o Clube Esportivo Operário Varzea-grandense, altera o nome para Esporte Clube Operário, ganhando três títulos.Porém após oito anos, o clube voltou a ativa após o licenciamento para ocupar novamente a sede da rua Benedito Leite e é favorito ao título. O clube havia decretado o seu fim que devido às inúmeras dívidas e abrindo espaço para o surgimento do Esporte Clube Operário. Ganha o título de 2002, e em 2005, muda novamente o nome para Operário Futebol Clube Ltda.

Um jogo do Operário tomava as dependências do Dutrinha e no estádio Governador José Fragelli, o Verdão, era raro quando não se levava 30 mil apaixonados torcedores de Várzea Grande, Cuiabá e até outras cidades, que vinham para a capital em caravanas de ônibus e carros próprios. Hoje, para alcançar a marca de 15 mil torcedores, só mesmo o tricolor chegando a uma final de estadual ou disputando alguma partida com uma equipe do eixo Rio-São Paulo pela Copa do Brasil.

Títulos

Campeonato Mato-Grossense: 14 vezes (1964, 1967, 1968, 1972, 1973, 1983, 1985, 1986, 1987, 1994, 1995, 1997, 2002 e 2006).

Copa Governador de Mato Grosso: 2005.

Hino

Reparem como é bonita
essa camisa vermelha, branca e verde.
Vermelho representa nossa garra,
o branco nossa paz e nossa sorte,
o verde simbolizando nossa esperança
na grandeza do esporte.

O nosso time é mesmo bom bola
e torcida se inflama quando vê o tricolor.
O nosso time é a verdadeira escola,
verdadeiro campeão com seu rolo compressor

Operário várzea-grandense,
time do meu coração
Operário, Operário
Tem vibra, tem valentia,
tem tudo de campeão.

Estádio

Estádio José Fragelli, ou Verdão, é um estádio de futebol de Cuiabá (Mato Grosso), que atende a vários times do Estado.

Iniciado em 1973, e com capacidade prevista para 50 mil pessoas e projeto arquitetônico de Silvano Wendel, o Verdão foi motivo de duras críticas à administração de Fragelli. Orçado em Cr$ 1.200.000,00, moeda da época, a obra que foi iniciada no Governo José Fragelli, seria finalmente concluída em 1976, já na administração José Garcia Neto.

No dia 12 de março de 1975, a equipe do Fluminense e a Seleção de Cuiabá se enfrentaram na partida que comemorava a conclusão parcial das obras, quando na oportunidade a equipe de Cuiabá entrou para a história balançando pela primeira vez as redes do “Verdão”. No ano seguinte, 8 de abril, o estádio era finamente concluído com a presença do Flamengo e um quadrangular entre os clubes da capital, Mixto, Operário e Dom Bosco, assistido por mais de 44 mil torcedores.

Mascote

Chicote da Fronteira





Site - fora do ar

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sport Club Santa Cruz

O Sport Club Santa Cruz é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santa Cruz, no estado do Rio Grande do Norte. Foi fundado no dia 30 de novembro de 2003. Suas cores são verde, vermelho e branco. O clube não possui nenhuma ligação com o Santa Cruz de Natal, campeão estadual potiguar em 1943.

Tem como sede o estádio Iberezão e suas cores oficiais são verde, vermelho e branco.

Apesar de ter apenas 04 (quatro) anos de existência, o Sport Clube Santa Cruz vem se destacando entre os melhores times do Rio Grande do Norte, conquistando milhares de torcedores em todo o estado.

Passou para a primeira divisão do Campeonato Estadual do RN em 2004, ao ser campeão da 2ª Divisão e vem se mantendo na elite do futebol potiguar durante todos.

O Sport Club Santa Cruz em 2005 terminou o Campeonato Estadual do RN em um honroso 3º lugar, mas em 2006 findou em 7º, devido não ter vencido em casa seus adversários, das 7 partidas no seu estádio Iberezão venceu apenas 2 partidas, empatou 3 e perdeu 2. Já nos seis jogos na casa do adversário venceu 2, empatou 2 e perdeu 2 jogos.

O tricolor do Agreste foi vice-campeão da Copa RN ou 1º turno do Estadual 2008 e com isso conseguiu uma das duas vagas para Série C do Brasileirão 2008.

O Sport Club Santa Cruz estreou no campeonato brasileiro da série C 2008, com apenas 5 anos de sua fundação, considerado um dos caçulas do campeonato, não tivemos uma exibição de gala, mas pra quem ainda está apenas dando seus primeiros passos no gigantesco universo do futebol, essa proeza já foi de bom tamanho.

Não passamos da primeira fase, pois, não fizemos bons resultados dentro e nem fora casa, ficamos em um humilde terceiro lugar no grupo 6, tínhamos como adversários times de porte médio do futebol nordestino,
como: Salgueiro-PE, Treze-PB e o Icasa-CE.

Para alguns foi um desastre pra outros um bom começo, na verdade não temos uma noção certa do que isso proporcionou ao clube e a própria cidade de Santa Cruz-RN.

Títulos

2004 Campeão Estadual da Segunda Divisão

Estádio

O Estádio Iberê Ferreira de Souza, mais conhecido como Iberezão, é o unico estádio de futebol da cidade de Santa Cruz. Capacidade 4500

Mascote

Gavião

http://www.sportclubsantacruz.com.br

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Clube Atlético Metropolitano

O Clube Atlético Metropolitano nasceu em 22 de janeiro de 2002, a partir da união de pessoas e idéias com o fim de resgatar o futebol blumenauense, afastado das principais competições oficiais desde 1998. Em seu nome, por sugestão do empresário Altair Carlos Pimpão, uma referência à Região Metropolitana de Blumenau. O presidente eleito para o primeiro biênio é Alfonso Santos Rogério.

Os fundadores do clube são: Altair Carlos Pimpão, Alfonso Santos Rogério, Ericson Luef, Haroldo Paz, Roni Busnardo, Ocimar Roberto Zimmermann, Érico Valter Neumitz, Luís Augusto Bachmann, Evaristo Martins, Edi Carlos da Silva Andrade, Eduardo Márcio Neumitz, Carlos Roberto Seara Filho, José Antônio Roncaglio, Rogério Domingues Schlossmacher, Romeu Hertel e Valdecir Roters.

De seu embrião, gerado após sucessivos encontros entre pessoas ligadas a clubes amadores e empresários locais, surgiram os planos para seleção de atletas. Paralelamente, foram lançados em abril do mesmo ano o escudo, uniforme e as cores verde e branca.

Durante todo o primeiro semestre foram recrutados jogadores na região para a formação de seu elenco, que estrearia em agosto na sua primeira competição oficial, o Campeonato Catarinense da 2ª Divisão.

Em 4 de agosto, diante de um público aproximado de 800 pessoas no estádio do Sesi, o Metropolitano empatava em 0-0 com o Brusque, clube este já consolidado no futebol profissional estadual. O time blumenauense, dirigido pelo treinador Francis, entrou em campo com a seguinte escalação titular: Fabiano; Vando, Zeca, Márcio e Canhoto; Paulo, Luizinho, Ilson e Marquinhos; Polegar e Carioca.

Foi no segundo jogo pela competição, uma vitória de virada sobre o Caxias (2-1), que o Metropolitano marcou seu primeiro gol oficial, por intermédio do zagueiro Márcio.

A campanha na 2ª Divisão catarinense, que ao final apontou o Metropolitano em 5º lugar, foi tida como satisfatória, pois o clube, formado do zero, encerrava o ano com suas finanças em dia, passava a conquistar torcedores e se permitir iniciar o ano seguinte com sonhos mais altos para seu futuro.

Assim, 2003 trouxe muitas novidades. Além de alterações significativas no escudo e no uniforme do clube, o departamento de futebol passou a contar com a parceria da Kuniy & W, que comandou uma série de amistosos e testes durante todo o primeiro semestre, com vistas à formação do elenco para a disputa da 2ª Divisão estadual a partir de agosto.

A campanha, que iniciou com uma derrota em Timbó para o União, foi marcada na memória de sua torcida, que cada vez se tornava mais apaixonada, por dois episódios: duas vitórias diante do Blumenau Esporte Clube (BEC), tradicional clube da cidade, que havia se afastado do futebol profissional em 1998, retornando em 2003.

A primeira delas, em 31 de agosto, diante de um Sesi lotado, não poderia ter sido melhor: uma goleada de 6-1, com destaque ao atacante Régis, autor de 3 gols no primeiro tempo. E a segunda vitória foi no estádio Aderbal Ramos da Silva, casa do adversário, onde o Metropolitano, mesmo saindo atrás no placar, virou a partida com gols do lateral Decarlos e do volante Júnior.

Ao final da competição, o clube alcançou o 4º lugar, lhe dando direito de participar no ano seguinte da recém criada Série A2 do Catarinense, que apontaria os clubes que disputariam a tão sonhada 1ª Divisão, para 2005.

Ainda em 2003, na disputa da modalidade de futebol nos Jogos Abertos de Santa Catarina, o time júnior do Metropolitano sagra-se campeão representando a cidade de Blumenau. Dentre os destaques do time, dirigido pelo treinador César Paulista, o meia Sidinei, que subiria para o time profissional no ano seguinte.

O ano de 2004 inicia com a posse do novo presidente do clube, Robert von der Heyde. O grande objetivo do ano é muito claro: o acesso à elite do futebol catarinense para 2005. Alcançar esta meta significa ficar entre os 8 primeiros colocados dentre os 12 que disputariam o Catarinense da Série A2. Na competição, equipes já tradicionais do futebol estadual, como Chapecoense, Marcílio Dias, Tubarão e Atlético de Ibirama.

Mesmo sabendo das dificuldades financeiras que sempre atravessam os participantes das competições de acesso à 1ª Divisão, o Metropolitano resolve ousar e contrata o experiente e consagrado goleiro Ronaldo, ex-goleiro do Corinthians e da Seleção Brasileira.

No entanto, é outra contratação, menos impactante, que acaba revelando o grande primeiro ídolo do clube: o atacante Diego Viana. Diego, gaúcho com passagens em Juventude e Avaí, torna-se artilheiro da equipe na Série A2, havendo, inclusive, marcado o 100º gol oficial do Metropolitano.

A classificação dos oito clubes que subiriam à 1ª Divisão de 2005 seria definida pelos pontos corridos, somando-se o turno e o returno. Faltando cinco rodadas para o término da competição, o Metropolitano tinha ainda apenas dois jogos em casa.

Para que não tivesse que depender dos dois últimos jogos da tabela, justamente contra o líder (Lages) e o vice-líder da competição (Atlético de Ibirama), diretoria, comissão técnica e atletas fazem um pacto de obter a classificação o quanto antes, ainda que se tivesse que buscar pontos fora de Blumenau.

Foi assim que no dia 26 de setembro, no estádio Hercílio Luz em Itajaí, o Metropolitano bateu o Marcílio Dias por 2-0 (gols de Alex Marcelino e Decarlos), assegurando matematicamente seu acesso à 1ª Divisão Catarinense de 2005.

Após 6 anos ausente, Blumenau volta a ter um representante seu na principal competição estadual. Pelas mãos do Metropolitano, com apenas dois anos de fundação, o caçula do futebol blumenauense.

O ano de 2005 inicia de forma empolgante. Pelo Campeonato Catarinense, a estréia do Verdão - como já passava a ser chamado por sua torcida, cada vez mais numerosa - é contra o Joinville, clube de vários títulos estaduais, justamente no 1º jogo oficial da recém inaugurada Arena. O uniforme do clube volta ao modelo original, num verde mais escuro.

Com transmissão ao vivo em rede aberta, o Metropolitano faz bonito e empata com o favorito Joinville, apesar de ter merecido até mesmo um resultado melhor - conforme a própria imprensa joinvilense. O primeiro gol do clube no Catarinense é anotado pelo artilheiro Diego Viana.

A competição segue e a equipe comandada por César Paulista passa pela 1ª fase em 2º lugar de seu grupo, à frente de clubes como Marcílio Dias, Criciúma e Tubarão, vencendo o até então invicto Joinville por 1-0 (novamente Diego Viana deixando seu gol) em um Sesi completamente lotado, como há muitos anos não se via. O público estimado para aquela ensolarada tarde de domingo apontava para cerca de 10 mil pessoas.

Na segunda fase, porém, o clube sentiu a competição contra adversários tradicionais e acabou não conseguindo a vaga para as semifinais. Este período marca a contratação de Richardson, meia com passagem vitoriosa no elenco do Vasco em 1998, que chega a Blumenau para fazer história nos anos seguintes.

Apesar da desclassificação, a mobilização e a participação de todos surtiram numa comovedora ligação entre time e torcida. Dali em diante o Metropolitano não era mais o mesmo.

No segundo semestre o calendário novamente apontava a disputa da Série A2, onde o clube acabou por garantir sua presença na 1ª Divisão de 2006. Com a saída do artilheiro Diego Viana para o futebol europeu, Richardson começa a ganhar destaque na campanha do segundo semestre. Através de suas jogadas e seus gols, o meia começa a conquistar o torcedor alviverde.

Em 2006 Jaime de Andrade assume a presidência do Metropolitano. O departamento de futebol passa a ser comandado pela AFA, de Criciúma, administrada pelo empresário Alvaro Arns.

A equipe, comandada pelo treinador Mauro Ovelha, faz boa campanha na 1ª fase, classificando com certa tranqüilidade para a etapa seguinte. No time, os grandes destaques são Richardson, já ídolo consolidado do torcedor, e recordista de gols marcados pelo clube até hoje, e o lateral-direito João Rodrigo.

A grande lembrança do torcedor está eternizada no jogo de estréia na 2ª fase. Tendo do outro lado o Brusque, grande sensação da competição até então, e um Sesi sempre lotado ao seu lado, o Metropolitano faz uma exibição de gala. Goleia o adversário por 4-2 com direito a gol de placa de Richardson. O meia se livra de quatro adversários antes de tocar para o gol, na saída do goleiro.

A vaga para as semifinais não vem por detalhe. No penúltimo jogo da 2ª fase, jogando em casa, uma vitória garantia o clube entre os quatro melhores do Estado. Porém, desfalcado de quatro titulares, sendo três deles na defesa, e outros que seriam os reservas imediatos, o Metropolitano acaba sendo derrotado por 1-2, adiando seu sonho de disputar a etapa decisiva.

A competição seguinte no calendário de 2006 apontava a Divisão Especial, que nada mais era do que a Série A2 dos outros anos, mas com outro nome. O destaque da equipe na competição, como já vinha ocorrendo, era Richardson. Ao término do Catarinense da 1ª Divisão daquele ano, o meia havia igualado a marca de Diego Viana, de 19 gols em jogos oficiais pelo clube. Com isso, ambos dividiam a artilharia absoluta da história.

No dia 30 de abril, no empate em 2-2 com o Atlético de Ibirama no Sesi, Richardson se isolou na artilharia ao marcar seu 20º gol com a camisa do Metropolitano. Na mesma competição ainda marcou mais 8 gols - 4 deles numa só partida, na goleada de 5-0 sobre o Guarani da Palhoça.

Encerrada a participação na Divisão Especial, garantindo sua participação na 1ª Divisão de 2007, a diretoria do clube, assim como vários outros clubes, abre mão da disputa da Copa Santa Catarina, preferindo investir todas as atenções e recursos especialmente para a formação do elenco para o ano seguinte. Encerra-se também a gestão do futebol profissional com a AFA e retorna a parceria com a Kuniy & W.

O ano de 2007 começa com um grupo de jogadores jovens, com a equipe sob o comando do treinador uruguaio Sérgio Ramirez. A grande ausência é de Richardson, que havia assinado com o Avaí. Buscando substituir o ídolo por outro nome de referência, a diretoria traz o meia Cairo, destaque no Atlético-MG nos anos anteriores. Porém, devido a uma lesão ainda durante a pré-temporada, Cairo acaba atuando apenas no Returno. Mas ainda a tempo de mostrar um futebol técnico e refinado.

A campanha foi abaixo dos anos anteriores. Após um 7º lugar em 2005, 6º lugar em 2006, em 2007 o Metropolitano não vai além da 8ª colocação. A competição acabou ficando marcada pelas trocas de treinadores. Além de Ramirez, comandaram a equipe durante o Catarinense: Cláudio Adão, Gérson Andriotti e Lio Evaristo. Foi com este último, o paranaense Lio Evaristo, que o time parece ter encontrado um melhor padrão de jogo.

Encerrada a participação no Catarinense, e já garantido na edição de 2008, o clube acaba surpreendendo a muitos ao anunciar uma excursão à Europa. Convidado a disputar na Áustria o Torneio Internacional Centenário do FC Lustenau, o Metropolitano, que até então nunca havia disputado um jogo oficial fora de Santa Catarina, de repente se vê em gramados internacionais.

O elenco foi formado por vários atletas que haviam já disputado o Catarinense, reforçado por outros nomes que vieram por empréstimo. Para a viagem, um uniforme é especialmente confeccionado. O titular, com listras horizontais verdes e brancas. O reserva, uma inovação: listras verticais em vermelho e branco. Uma alusão à bandeira blumenauense.

Assim, em 15 de junho o Metropolitano estréia na competição enfrentando justamente os anfitriões: a equipe austríaca do FC Lustenau. O Verdão blumenauense se mostra um visitante indigesto e bate os donos da casa, em sua própria cidade e país, por 2-0 (gols de Eric e Flávio Guilherme).

Conquistada a vaga na final, coube ao Metropolitano encarar o St. Gallen, 5º lugar no Campeonato Suíço da 1ª Divisão. Como o adversário também era alviverde, coube aos blumenauenses jogarem com o uniforme reserva, vermelho e branco: as cores da bandeira de Blumenau.

Com um futebol envolvente, o Metropolitano não deu chances ao St. Gallen e conquistou o título vencendo, e convencendo, por 4-2 (gols de Eric 2, Flávio Guilherme e Leandrinho). A escalação titular de Lio Evaristo para a final: Cristiano; Arlan, Rafael, Cris e Márcio Silveira; Viton, Fabrício, Eric e Cairo; Flávio Guilherme e Leandro.

Os torcedores em Blumenau, que acompanharam o jogo via internet, festejaram muito, saindo em carreata pela cidade. O Metropolitano chegava ao seu 1º título profissional, e internacional, o que é um privilégio para poucos. Na chegada em Blumenau, outra festa em frente à Prefeitura.
Estádio
Estádio do Sesi, pertence ao SESI de Blumenau .
Capacidade 12500

Hino

Música e letra: Banda Nafarra (Fábio Demarchi Inocenti, Rafael Dalagnolo e Rodrigo de Faveri)

Quero verde eu sou paixão,
Quero no me
u coração, Metropolitano

Símbolo para o esporte
Um sinal de que ele é forte
Esse clube que eu amo

Vou com ele até o fim
Dentro do meu coração
Blumenau é toda assim: Meu Verdão!

Quero verde eu sou paixão,
Quero no meu coração, Metropolitano

Muita raça e muito amor
Vou com ele aonde for
Ano após ano

Vou com ele até o fim
Dentro
do meu coração
Blumenau é toda assim: Meu Verdão!

Mascote

Apesar de ser um clube jovem, o Metropolitando já escolheu sua mascote. O animal que simboliza a equipe é um Crocodilo.






site: http://www.metropolitano.net

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Macaé Esporte Futebol Clube

Equipe de maior popularidade do município, o Macaé Esporte Futebol Clube foi fundado no dia 17 de julho de 1990 com o nome de Botafogo Futebol Clube. O primeiro presidente foi o desportista e atual vice-presidente de futebol profissional, Cláudio Carvalho Barros Silva, o Claudinho. E os primeiros títulos vieram na metade dos anos 90, quando o clube conquistou o bicampeonato Amador Macaense (1994 e 1995).


Mas foi a partir de 1998 que o clube começou a mostrar a sua “cara” para o Estado do Rio, quando ocorreu a profissionalização. E logo na sua primeira temporada, o então Botafogo, já presidido por Teodomiro Bittencourt Filho, o Mirinho, conquistou, de forma invicta, o Campeonato Estadual da Terceira Divisão. Neste mesmo ano, o time dirigido pelo técnico Jeová Ferreira e tendo como maestro o meia atacante Fernando Macaé acabou sendo vice-campeão da Copa Rio do Interior e um dos semifinalistas da Copa Rio da Capital, sendo eliminado pelo Fluminense.

Em 1999, já usando o nome fantasia Macaé Sports, o clube disputou o Estadual da Segunda Divisão e acabou ficando com o vice-campeonato. Em 2000, o clube fez a sua segunda mudança estatutária e, definitivamente, passou a se chamar Macaé Esporte Futebol Clube. Em 2002, o alvianil esteve próximo de chegar à elite do futebol carioca, porém novamente ficou com o vice-campeonato da Segundona, fato que se repetiu em 2006. Mas foi em 2003 que o clube entrou para o cenário nacional, ao disputar pela primeira vez o Campeonato Brasileiro da Série C.

Em 2005, o clube contratou jogadores conhecidos do futebol brasileiro – como Donizete, Marquinhos, Sorato e Brener – e ficou com o vice-campeonato da Copa Rio. Em 2006, além da Segundona, o clube ficou em segundo lugar na Seletiva para a Primeira Divisão, que acabou invalidada pela Justiça.

Mas o capítulo mais importante da história do Macaé Esporte foi escrito no ano de 2007, quando o clube conseguiu a tão sonhada vaga para a Primeira Divisão. Sob o comando do técnico Tita, o alvianil - mesmo tendo ficado na terceira colocação no geral - foi o time que somou mais pontos. Em 28 jogos, foram 19 vitórias, três empates e seis derrotas. O aproveitamento foi de 71,4%.

A equipe macaense teve ainda o melhor ataque (56 gols) e a melhor defesa (21 gols) do campeonato. Além disso, foi a que mais venceu na Segundona (19 vezes). O atacante Roberto, com 15 gols, foi o vice-artilheiro da Segundona.

Em 2008, a equipe - comandada, pelo ex-jogador Tita e contando com jogadores experientes como Zada e Geraldo e emprestados do Flamengo (como Bruno Mezenga) e o Goleiro Cássio ex-Vasco da Gama - conquistou a oitava posição no Campeonato Carioca, sendo a melhor das cinco que tinham subido no ano anterior e a quarta melhor das consideradas "pequenas" do estado. Como a Cabofriense, que já tinha vaga pelo vice-campeonato da Copa Rio assegurada, ficou em sétimo; a equipe obteve o direito de disputar a Série C em 2008.

Títulos

Campeão Invicto da Terceira Divisão de Profissionais do Estado do Rio 1998
Vice-campeão da Segunda Divisão de Profissionais do Estado do Rio 1999,2002 e 2006

Estádio
Estádio Municipal Cláudio Moacir de Azevedo
Capacidade 2000
Em processo de remodelação e ampliação para 14000 lugares.

Hino
Letra/música: José Carlos “Macaé” (Pato Roco)

Vamos cantar, numa só voz
Macaé Esporte é campeão
Com muita raça
Perseverança
Macaé Esporte é garra e emoção
Somos guerreiros
Não tem fronteiras
Macaé é a nação brasileira

Desde 1990
Esse clube tantas glórias conquistou
Dando alegria a essa torcida organizada
Com muita luta, muita raça e muito amor

Nós vamos dar olé
Eu vou gritar: é gol!
Macaé tá botando pra quebrar

Nós vamos dar olé
Eu vou gritar: é gol!
Macaé, ninguém vai te segurar.

Mascote









site : http://www.macaeesporte.com.br/

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Paysandu Sport Club

O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914 após um desentendimento com diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball (atual Federação Paraense de Futebol). A briga foi ocasionada pela não-anulação da partida Norte Club 1 x 1 Guarany, realizada em 15 de novembro de 1913, cujo resultado deu ao Grupo do Remo (atual Clube do Remo) o título de campeão paraense de futebol.

Naquele ano, o Norte Club realizava uma boa campanha e precisava vencer o Guarany para forçar uma partida extra com o Grupo do Remo. Após o empate em 1 a 1, os integrantes do Norte Club, inconformados, solicitaram à Liga Paraense de Foot-Ball a anulação da partida, devido a diversas irregularidades. Porém, a diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball julgou improcedente o recurso.

A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram então criar um movimento, sob a liderança de Hugo Manoel de Abreu Leão, para a fundação de uma nova agremiação, mais forte, para poder enfrentar em igualdade de condições os seus adversários. Este movimento não agradava aos integrantes do Grupo do Remo, os quais tentaram persuadir Hugo Manoel a abandonar a idéia.

No dia 1º de fevereiro de 1914, o jornal "O Estado do Pará" fez a convocação para a reunião da fundação do novo clube. A convocação feita pelo jornal surtiu efeito, fazendo com que comparecessem à reunião 42 desportistas, muitos dos quais eram integrantes do Norte Club, além de outros de agremiações diferentes, como, por exemplo, do Internacional Sport Club, ou Recreativa.

A reunião foi iniciada às 20:15 horas de uma segunda-feira, 2 de fevereiro de 1914, na residência de Abelardo Leão Conduru, localizada à rua do Pariquis, n.º 22, entre as travessas Apinagés e São Matheus (atual Padre Eutíquio).

Por unanimidade, a assembléia escolheu Hugo Leão para presidir os trabalhos. Como líder do movimento, ele propôs a denominação de Paysandu Foot-Ball Club para a nova agremiação. O nome foi escolhido "como homenagem ao feito glorioso e heróico da Marinha de Guerra Brasileira ao transpor o Passo do Paysandú, na guerra contra o Paraguai".

A sugestão de Hugo Leão foi motivo de acirrado debates na assembléia, que logo se dividiu em duas alas: uma a favor e outra contrária, a qual propunha o nome de Team Negra Foot-Ball para a nova agremiação. Feita a votação, registrou-se a vitória da denominação de Paysandu Foot-Ball Club.

Escolhido o nome, a assembléia elegeu o primeiro presidente, Deodoro de Mendonça, que encabeçou a diretoria durante o ano de 1914. Foi escolhida ainda a comissão destinada a redigir os Estatutos do Clube, recaindo a escolha nos nomes de Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Morais.

Na terceira reunião, dia 19 de fevereiro de 1914, que o Paysandu, de "FOOT-BALL CLUB" passou para “SPORT CLUB”. Ao ser lido, para a assembléia, um ofício pedindo a filiação do Paysandu à liga Paraense de Futebol, surgiu a idéia da mudança, que, após acirrados debates, posta em votação, foi aprovada por maioria de votos. E assim surgiu o nosso muito querido Paysandu Sport Club: Que foi “FOOT-BALL CLUB” por 17 dias.

O primeiro campo do Paysandu foi ao lado do Instituto LAURO SODRÉ, bairro do Souza. Era para treinos, mas nele foram feitos jogos amistosos.

Depois teve um atráz da sede da travessa São Matheus 170, com a rua Caripunas, a travessa Apinagés e o quintal de uma residência fechando o retângulo . Este campo foi fruto do trabalho da comissão desginada na reunião de 19 de fevereiro de 1914. A arquibancada foi inaugurada a 16 de abril de 1916, um domingo, com caprichada programação esportiva.

O atual campo do Paysandu, na Almirante Barroso (antes Tito Franco), era da Firma Ferreira & Comandita, que construiu e inaugurou a 14 de junho de 1914. O Campo também é chamado "Vovô da Cidade" e da "Curuzú". É do Paysandu graças a Leônidas Sodré de Castro, grande Alvi-Azul, cujo nome, muito justamente, foi dado ao campo. Leônidas teve também grande influência na compra da atual sede. Presidiu o Paysandu de 2 de fevereiro de 1930 à 2 de fevereiro de 1931 e participou de outras diretorias. Sem dúvida, Leônidas Sodré de Castro foi um dos artifícies do nosso Paysandu.

Domingo, 14 de junho de 1914, 16 horas, inauguração do campo da firma Ferreira & Comandita que, hoje, totalmente diferente, pertence ao Paysandu Sport Club. Muita gente, campo superlotado. A madrinha Mille Isolina Coutinho, batizou o campo com champane. Depois, campeonato de 1914, o primeiro Paysandu x Remo da história do futebol paraense. O Dr. Deodoro de Mendonça, representando o Independente de Belém, deu o ponta-pé inicial. Graças a um pênalti marcado no finalzinho do jogo, muito duvidoso, deu Remo, 2x1. O juiz foi o Dr. Guilherme Paiva.

A Copa dos Campeões

Campeão brasileiro da Segunda Divisão em 2001, o Paysandu ganhou no ano seguinte a Copa dos Campeões, competição que reunia os melhores colocados nos torneios regionais. Nas finais, o Paysandu passou pelo Cruzeiro.

A conquista classificou o Paysandu para a Taça Libertadores da América de 2003.

Na Copa Libertadores da América 2003

Graças ao inédito título da Copa dos Campeões em 2002, o bicolor paraense disputou o mais importante torneio de futebol das Américas, envolvendo os melhores clubes, da temporada anterior, de países como Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia e Paraguai.

O Brasil, nesta edição, estava representado, além do Paysandu, por Santos (campeão brasileiro de 2002), Corinthians (campeão da Copa do Brasil de 2002) e Grêmio (terceiro colocado no campeonato brasileiro de 2002, recebendo a vaga que seria do vice-campeão, o Corinthians, por este já ter se classificado com o título da Copa do Brasil).

O bicolor do Pará era treinado por Darío Pereyra, e tinha, em seu elenco, jogadores como o atacante Róbson "Robgol", Iarley, Lecheva, e Vélber, dentre outros.

O Paysandu participou na primeira fase figurando no grupo 2, ao lado de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Universidad Católica. Após 4 vitórias e 2 empates, o "Papão" terminou na liderança do grupo, com 14 pontos. Teve a terceira melhor campanha nesta fase, atrás apenas de Corinthians (15 pontos) e Santos (também com 14 pontos, mas com saldo de gols superior).

Na segunda fase, também conhecida por "oitavas-de-final" (participação dos 16 melhores clubes da primeira fase), enfrentou o Boca Juniors, tradicional clube argentino, que hoje-em-dia é dono de 6 títulos na Libertadores, e que terminou a primeira fase na segunda colocação do grupo 7, com 11 pontos.

Na primeira partida, realizada na Argentina (Estádio La Bombonera, Buenos Aires), o "Papão" surpreendeu mais uma vez, vencendo por 1 X 0 (gol de Iarley). Porém, o ótimo resultado desta partida foi revertido pelos experientes argentinos, que venceram a partida de volta, realizada em Belém do Pará, por 4 X 2.

Com apenas 1 derrota, o Paysandu encerrou aquela que é, até hoje, sua única participação neste torneio. Na classificação final, ficou com a 9a. colocação (à frente do Corinthians, o décimo, também eliminado nas oitavas-de-final). O atacante Róbson "Robgol" foi o terceiro maior goleador da competição, com 7 gols.

E o clube responsável por esta derrota e pela eliminação do "Papão", o Boca Juniors, acabou sagrando-se campeão da Libertadores naquele ano, eliminando, no decorrer do torneio, Cobreloa (quartas-de-final), América de Cali (semi-final) e Santos (final).

A Queda Livre - Paysandu, da Série A à C:

Após terminar na 14a. colocação na série A do Brasileirão (dentre 24 equipes) em 2004, o "Papão" acabou rebaixado, em 2005, para a série B do Campeonato Brasileiro, mesmo após ótimo desempenho do atacante Robgol, que perdeu a artilharia da série A, para Romário (Vasco), por apenas 1 gol. Dentre 22 participantes, terminou na 21a. posição (à frente apenas do Brasiliense, com 41 pontos conquistados (12 vitórias, 5 empates e 25 derrotas) (40 pontos a menos do que o vencedor do torneio, o Corinthians, e 10 pontos a menos do que o último clube que se manteve na Série A, a Ponte Preta).

Em 2006, era um dos times esperados a brilhar na série B e favorito a ficar com uma das 4 vagas de retorno à série A. Porém, formou uma equipe muito instável (não pôde contar com o total desempenho do atacante Robgol, candidato vitorioso a deputado estadual no Pará, como um dos problemas) e, ao final do campeonato, amargou o rebaixamento à série C do futebol brasileiro ao ficar em 17° lugar entre 20 equipes. Sua campanha: 38 jogos, 12 vitórias, 8 empates e 18 derrotas; 51 gols marcados e 70 sofridos; 44 pontos, 27 pontos a menos do que o vencedor deste torneio, o Atlético-MG (que também havia sido rebaixado à série B em 2005).

Em 2007, sua participação na série C foi curta e desastrosa: em 6 jogos, somou apenas 1 ponto, fruto de um empate com o Ananindeua (clube também do PA) em 3 X 3, em seu próprio estádio, o que ocasionou a vergonhosa desclassificação ainda na Primeira Fase.

Ao começar sua participação no Campeonato Brasileiro de Futebol 2008 - Série C, o Paysandu tinha como objetivo inicicial alcançar a terceira fase da competição, o que lhe daria a classificação automática à Série C de 2009 (que será disputada com 20 clubes como as séries A e B, ficando assim, livre de participar da Campeonato Brasileiro de Futebol de 2009 - Série D)

Após terminar entre os 2 primeiros, obteve a vaga, considerada obrigatória pela torcida e pela tradição que o clube possui no cenário futebolístico nacional. Porém seria eliminado na terceira fase, ficando na terceira colocação, um ponto atrás do Águia de Marabá, tirando o direito de disputar o octagonal final.

Fatos que marcaram a história do Papão
O gol mais rápido do mundo até o momento foi marcado por um atleta do Paysandu. Após apenas 2 segundos do primeiro tempo, Vital Filho marcou o gol contra o Santa Rosa, pelo Campeonato Paraense, no dia 4 de julho de 1997. Apesar da súmula oficial do jogo constar dois segundos, a televisão mostrou que o gol foi realizado aos 4 segundos.

A maior vitória em clássicos no Pará foi uma goleada sobre o rival Remo por 7 a 0, em 1945.

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947, no maior feito de sua história de participante do certame. O "Esquadrão de Aço" realizou explêndida campanha, sagrando-se campeão invicto e por antecipação, ao derrotar o Clube do Remo por 2x0 em seu penúltimo compromisso na tabela, na data de 21 de dezembro de 1947.

Participou da Taça Brasil em 60, 62, 63, 64, 66, 67, 68.

Participou do campeonato brasileiro em 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 81, 82, 83, 85, 86, 92, 93, 94, 95, 2002, 2003.

1º clube do Norte do Brasil a participar da Taça Toyota Libertadores da América.

Vitória histórica: Boca Juniors 0 x 1 Paysandu (Gol: Iarley). Somente três clubes brasileiros conseguiram vencer o Boca Juniors da Argentina em pleno La Bombonera. O Santos de Pelé em 62, o Cruzeiro em 94 e o Paysandu Sport Club em 2003. Um detalhe, o Paysandu foi o único clube a vencer os argentinos com um jogador a menos.

Re X Pa

É o maior clássico do norte brasileiro. Clube do Remo x Paysandu fazem um clássico do azul (escuro) versus o azul (celeste). Reis dentro de um estado com apenas 4 campeões em toda sua história, o RePa é o clássico que faz Belém parar. Até a chuva típica da região literalmente para. Quem vence, assume o comando do estado.

Até 2004, foram disputadas 656 partidas. O Clube do Remo venceu 238, o Payssandú venceu 201 e houveram 217 empates. O saldo de gols é favoral ao Leão – 896 gols contra 856 do Papão.

1914 – O primeiro jogo

O clássico RexPa, ocorrido em 10.06.1914 foi travado no modesto campo típico de “peladas”. Atualmente, o terreno foi ocupado por um conjunto habitacional no bairro de São Brás. O jogo era válido pelo campeonato Paraense de 1914. O Remo venceu por 2x1.

1926 – O primeiro grande chocolate do Leão: 7x0.

Apesar de termos poucas informações, foi a primeira grande vitória do Remo sobre o Paysandu (então Nort Club). 7x0. Mas como a vingança é um prato que se come frio, no final da II Guerra, o Paysandu daria o troco.

1945 – Paysandu 7x0 Remo – Uma surra pra entrar pra história.

Vencer um clássico nunca é fácil. Mas, para muitos, foi a maior vitória alcançada pelo Paysandu em toda sua história! 7x0 sobre o Clube do Remo. Realmente, vencer um clássico como o Paysandu x Remo por um placar tão grande, em jogo de Campeonato não deixa de ser um fato significante, ainda mais se levarmos em conta a grande rivalidade existente entre os dois grandes clubes paraenses. A vitória de 7 x 0 do Paysandu sobre o Clube do Remo ainda hoje é lembrada por todos como se tivesse acontecido ontem e já são passados mais de 50 anos daquela partida, sem que se repita outro placar igual entre as duas equipes.

O jornal Vanguarda assim relatou na época: “Quem apreciou a peleja de ontem desde os seus primeiros minutos há de ter notado o fracasso absoluto, total, decepcionante, que constituiu a esquadra do Remo no segundo período, após ter realizado um promissor primeiro tempo, dando sérios trabalhos a defesa do Paysandu para com a ausência de um só elemento, entregar-se de maneira envergonhante, humilhando-se frente ao seu adversário de todos os tempos , o Paysandu.”

1947 – Paysandu: Pentacampeão Invicto

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947, no maior feito de sua história, dentro do campeonato paraense. O jogo decisivo, não poderia ser outro senão o REXPA. 2x0 para o Papão da Curuzu, o penúltimo jogo do Paysandu no campeonato de 1947. Num campeonato ainda pequeno, foram 7 vitórias e 1 empate, marcando 27 gols e sofrendo apenas 7. O grande centroavante Hélio foi o artilheiro do Paysandu e do campeonato com 11 gols. Sóia fez 4, Rivas, 4, Dengoso, 2, Hosana, 2, Brias, Guimarães, Adimar e Conde (zagueiro da Tuna), contra, 1 gol cada. Só por curiosidade, o último jogo foi uma goleada de 9x1 no Transviário.

Clássicos com W.O. !

Pode até parecer brincadeira ou mentira, mas já aconteceram 5 W.O (vitória declarada pela ausência, em tempo hábil de uma das equipes). O Remo venceu em 1919, 1923 e 1988, enquanto que o Papão levou a melhor em 1920 e 1976.

1996 – Enfim, uma goleada !

A década de 90, marcaria a supremacia do Remo sobre o Paysandu (vide abaixo). O sofrimento do time da Curuzu era torturante, enquanto que a alegria do Leão Azul parecia não ter fim. Tanto, que o Remo aplicou a maior goleada da década: 4x0 que deu o campeonato de 96.

1997 – O Tabu

O maior TABU da história do parazão foi o que o Clube do Remo aplicou no Paysandu, de Dezembro de 1992 à Junho de 1997 : (33 jogos), 4 anos e 6 meses, sem conhecer o que é derrota, e ao Paysandu sem sentir o gosto da vitória sobre seu rival. Pra aumentar o sofrimento dos azuis-celestes, o Remo teve a melhor performace na última década: Foram 77 partidas, com 34 vitórias azulinas, 28 empates e 15 vitórias bicolores. O Leão é o único clube que conseguiu ser Penta campeão. Além disso, o Remo foi 8 vezes campeão contra 2 do rival.

Títulos

Copa dos Campeões: 2002.
Campeonato Brasileiro - Série B: 2 vezes (1991 e 2001).
Regionais Copa Norte: 2002.
Estaduais Campeonato Paraense: 42 vezes (1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928, 1929, 1931, 1932, 1934, 1939, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947, 1956, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966, 1967, 1969, 1971, 1972, 1976, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987, 1992, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005 e 2006).

Estádio

Popularmente conhecido como Curuzú, devido a rua ao lado possuir o mesmo nome, o estádio Leônidas Castro é um dos maiores patrimônios do clube. Com dimensões oficiais da FIFA a curuzú é um dos melhores campos de futebol do Pará.

Também é conhecido como "Vovô da Cidade", por ser o estádio mais antigo do estado do Pará.

A maioria dos jogos do Paysandu são realizados no estádio da Curuzu.

Data de aquisição: Julho de 1918
Capacidade: 15.000

Hino

De vitórias e louros coroado, Altivo, o Paysandu jamais temeu... Tem um belo, honradíssimo passado, São nobres as batalhas que venceu;BIS Cada um de nós guarda no peito, Valor e orgulho extraordinários; Das nossas cores têm respeito Os mais punjantes adversários. "Lutar"! eis a divisa que trazemos! "Vencer"! eis a esperança que nos guia! Leses e destemidos seguiremos A glória que o futuro nos confia! BIS Cada um de nos guarda no peito... Somos jovens e ousados paladinos, E sempre achar-nos-hão de gladio nú, Elevando nos prélios mais ferinos Com honra o pantilhão do Paysandu BIS Cada um de nós guarda no peito... Amamos os cambates! e na luta, Como antigos heróis nos comportamos, Por isso a vez do público se escuta, Saudar o Paysandu com aclamos BIS Cada um de nós guarda no peito...

Mascote

O mascote do Paysandu Sport Club foi criado em 1948 pelo jornalista Everardo Guilhon com o codinome de "bicho-papão". A inspiração do jornalista baseou-se no temor que o esquadrão de aço, como era conhecido o time do Paysandu naquela época, passava aos seus adversários no campo de jogo. No decorrer do tempo, ficou conhecido como o famoso "Papão da Curuzu", o maior papão de títulos de futebol do Norte do País.



Sites

http://www.papao.net

http://www.nacaobicolor.com

domingo, 2 de novembro de 2008

Clube Esportivo Nova Esperança

A história do CENE - Clube Esportivo Nova Esperança - começou em 1996 no município de Jardim, distante 220 km de Campo Grande, na região sudoeste do Mato Grosso do Sul. Era um grupo de funcionários de uma fazenda que gostavam de jogar futebol. Todos os finais de semana eles se reuniam. Um certo dia, os chamados "peladeiros de botinas" observaram a necessidade de disputar os campeonatos amadores de Jardim e dos municípios vizinhos, como Bonito, Guia Lopes da Laguna, Bela Vista e outros.

Em busca de concretizar o sonho, todos saíam nos finais de semana, procurando reforços nas fazendas vizinhas. O projeto deu certo. Em pouco tempo os comerciantes e fazendeiros da região já os auxiliavam na criação da equipe. Surgiu o Nova Esperança. Foi um sucesso, pois o time de amigos e trabalhadores rurais conquistava todos os títulos dos campeonatos da região nos três anos de amadorismo.

Diante do sucesso no futebol amador, começaram a surgir investimentos. Com o apoio do empresário e religioso Sun Myung Moon, proprietário da fazenda onde o clube nasceu, os amigos "peladeiros de botinas" passaram a sonhar mais alto. O projeto era profissionalizar o time. No dia 15 de dezembro de 1999, a idéia foi concretizada. Nascia Clube Esportivo Nova Esperança, um clube que em pouco tempo tornou-se um dos maiores do futebol sul-mato-grossense.

O objetivo da diretoria era investir nas categorias de base e ter o esporte, acima de tudo, como alternativa de formar cidadãos, lazer e de promover a paz entre as pessoas.

Quando o Clube Esportivo Nova Esperança se transferiu para Campo Grande em 2002, logo adquiriram um terreno na região do Jardim Los Angeles, cerca de 17 quilômetros do centro. Em 2004, a diretoria do CENE que eram homens com uma grande visão administrativa, determinou a construção de um centro de treinamento para o clube.

Toda diretoria se lançou nesse desafio com confiança e determinação, contando com o apoio de uma competente comissão de obras. A maior parte do dinheiro que viabilizou a construção veio de contribuições mensais do Empresário e Missionário Reverendo Moon.

O CT do CENE foi inaugurado em 2005 Após muita dedicação e trabalho de todos que ajudaram, o sonho se tornou realidade.
Hoje, o Centro de Treinamento do CENE se tornou uma referência de modernidade e de espaço para o trabalho dos profissionais do futebol no Mato Grosso do Sul.

Após a sua fundação, em 1999, o Cene foi crescendo, participou da disputa da Série C do Campeonato Brasileiro e conquistou seu primeiro Campeonato Estadual em 2002. No ano seguinte, a equipe alcançou o vice-campeonato.

Em 2004 e 2005, o clube se firmou de vez como potência de Mato Grosso do Sul com o bicampeonato estadual de forma avassaladora. Após a dupla conquista, o time não foi tão bem em 2006, mas em 2007 foi melhor e quase obteve outro título Estadual.

Entretanto, esbarrou na surpresa do campeonato, o Esporte Clube Águia Negra, e terminou na segunda colocação.

Títulos
Campeão Sul-Mato-Grossense: 3 vezes (2002, 2004 e 2005).

Estádio
O estádio Pedro Pedrossian, ou Morenão, como é chamado, é um estádio de futebol localizado na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O estádio está situado na zona sul da cidade de Campo Grande, dentro do campus da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É o maior estádio de futebol de Mato Grosso do Sul. O estádio tem esse nome em homenagem ao então governador de Mato Grosso do Sul, Pedro Pedrossian, na época da fundação da UFMS.
Capacidade: 45000

É o maior estádio universitário da América Latina
Tem o apelido de Morenão em referência à cidade de Campo Grande, conhecida como Cidade Morena devido à cor avermelhada de seu solo.
A maior lotação do estádio foi de 38.122 torcedores em 23 de Fevereiro de 1978, quando o Operário venceu o Palmeiras por 2-0.

Hino

LETRA E MÚSICA: José Rodrigues dos Santos
ARRANJO: Maestro Edmílson Amorin

Nós somos do CENE avante
Com muito amor e paixão
Na luta buscando conquistas
Demonstramos nossa união

Vencer, CENE vencer CENE
Vencer é a nossa missão
Vencer, CENE vencer CENE
Com garra e determinação

Nascemos em um lindo bosque
De natureza sem igual
Dos rios de águas cristalinas
Ligando-nos ao Pantanal

Nós temos em nossas planícies
Flora e fauna que nunca se viu
Na beleza de nossas campinas
Lugar mais belo do Brasil

Vencer, CENE vencer CENE...

Nossa cidade tem história
Dos valores do bom futebol
Que abriram o caminho da glória
Nos dando um lugar ao sol

Nossa força vem do princípio
Da justiça e perseverança
Harmonia de corpo e de mente
O esporte da nova esperança

Vencer, CENE vencer CENE
Vencer é a nossa missão
Vencer CENE vencer CENE
Com garra e determinação

Mascote

A mascote do Centro Esportiva Nova Esperança é um Pégasus, símbolo de vôos altos, e a mascote acompanha essa simbologia do clube.

site : http://www.cenems.com.br/


Sociedade Esportiva de Picos

A Sociedade Esportiva de Picos, foi fundada em 08 de fevereiro de 1976, através da iniciativa de um grupo de amigos que resolveram criar um time pra representar a cidade de Picos no futebol profissional no estado do Piauí.

A fundação do time, foi feita por: Warton Santos, Messias, Waldemar Moura Santos, Dimas Leles, José Cercio de Macedo, Expedito de Sousa Lima, José Cussiona, Raimundo Nogueira e Rená Costa. O primeiro presidente da Sociedade Esportiva de Picos foi o Sr Francisco Messias Oliveira.

A Sociedade Esportiva de Picos é tetra campeã piauiense, os títulos vieram em 19991, 1994, 1997 e 1998. Suas principais participações no futebol brasileiro foram em 1992 na Copa do Brasil, diante do Fluminense-RJ, 1998 contra o Vasco da Gama-RJ e 1999 contra o Ypiranga do Amapá.

Estádio

Jogando no Estádio Helvídio Nunes, que tem capacidade de 10 mil torcedores, o SEP vem se tornando quase que imbatível, um dos pontos positivos é sua fiel torcida que sempre comparece em massa para empurrar o time em seus jogos.

Títulos

Campeão Piauiense: 4 vezes (1991, 1994, 1997 e 1998).

Campeão Piauiense - 2ª Divisão: 2007.

Mascote

Zangão do Piauí, nada mais apropriado para o time da Capital do Mel.




sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Iraty Sport Club

Fundado na cidade de Irati, em 1914, por um grupo de esportistas liderados por Antônio Xavier da Silveira, o Iraty Sport Club é um dos mais antigos do Paraná. Fez seu primeiro jogo no mesmo ano, vencendo o Imbituvense por 3x0.

Apesar de muito velho no futebol brasileiro, o Iraty começou a participar de competições oficias somente na década de 60. De 1960 à abril de 1962 participou da divisão extra de profissionais. Sua melhor campanha foi em 1961, quando decidiu com o C.A. Ferroviário, de Curitiba, o título de campeão da região sul do Paraná;

Em 1964, o Iraty passou por um momento muito difícil. Após terminar o Campeonato Paranaense em sétimo, o clube ficou durante três décadas afastado da elite do futebol paranaense. Isso porque a equipe se afastou do esporte profissional e só voltou a jogar uma partida oficial em 1992.

Nesse ano, o Azulão disputou a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Porém, o clube não conseguiu o acesso, ficando com a quinta colocação.

Em 1993, a equipe finalmente conseguiu seu retorno para a elite do futebol do Paraná. O time fez uma boa campanha na divisão de acesso e conquistou o título no fim do campeonato e o direito de jogar a primeira divisão em 1994.

No retorno à elite, o time de Irati não fez feio. O Azulão fez uma excelente primeira fase e se classificou para a segunda etapa como líder do grupo B. Mas, na parte seguinte do torneio, a equipe foi eliminada no saldo de gols, após empatar com o Londrina em número de pontos.

No ano de 1995, o desempenho do time não foi muito bom. O clube ficou em penúltimo lugar com 13 pontos, nove a menos que o último classificado, o Batel. Na temporada seguinte, em 1996, a equipe não jogou nenhum torneio, pois ficou licenciada.

Uma campanha muito boa marcou 1997, quando o Iraty se classificou, invicto, no grupo B da primeira etapa, com 18 pontos. Apesar disso, o clube não teve um bom desempenho na fase final e ficou com a quinta colocação, muito longe do campeão Paraná.

No ano seguinte, o Azulão teve um campeonato de destaque novamente. Ficou em quarto da classificação geral na primeira fase e garantiu o direito de disputar a etapa final. Porém, teve pela frente Atlético-PR, Coritiba e Paraná, os grandes clubes do estado e se contentou com o quarto lugar e o título de melhor time do interior.

Em 1999, o Iraty voltou a tropeçar e ir muito mal no Campeonato Paranaense. A campanha ruim acarretou ao clube o rebaixamento. O retorno aconteceu em 2000 com o vice-campeonato da segunda divisão.

A temporada de 2001 foi boa e o Azulão saiu como o terceiro melhor ataque da competição, em sexto colocado e com o vice-artilheiro, Itamar, com 14 gols.

Em 2002, a torcida do Iraty viu o clube conquistar o maior título de sua história. Após 88 anos de caminhada, o Azulão finalmente levantou a taça do Campeonato Paranaense.

Com um torneio sem as grandes equipes, que estavam na Copa Sul-Minas, o time foi em busca da conquista e conseguiu com 35 pontos, sete a mais que o vice-campeão Grêmio Maringá. Ainda nesse ano, o Iraty ficou com o título de campeão paranaense de juniores.

Nos anos seguintes, o time não voltou a figurar como uma das principais equipes do Paraná e somente obteve destaque em 2007 com seu time de juniores, que foi até às semifinais da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Azulão foi derrotado pelo Cruzeiro, clube campeão do torneio.
Em 2008, o Iraty Sport Club inicia a construção de um CT em Londrina, para onde vai transferir suas categorias de base.

A já alardeada parceria do “Azulão” com o técnico Vanderlei Luxemburgo e o empresário de jogadores Juan Figer estaria por trás do investimento, que visa transformar o local em um CT de nível internacional. O londrinense Val de Mello, que por várias vezes treinou o time profissional do Iraty – inclusive na conquista do título estadual de 2002 –, será o gerente de futebol do projeto.

A intenção é brigar para que o local hospede alguma seleção que possa vir a ficar no Paraná durante a Copa do Mundo de 2014. Na estrutura do clube em Irati, permanecerá apenas o time profissional.


Títulos

Campeão da Divisão Intermediária (1993)

Campeão do Interior (1998)

Campeão paranaense (2002)

Estádio

Estádio Coronel Emílio Gomes
O Iraty Sport Club possui seu próprio Estádio Cel. Emílio Gomes, sito à Rua Vicente Machado, 966 - Iraty/PR, inaugurado em 21de abril de 1950, com capacidade de 8.000 espectadores sentados .

Hino

Sou azulão de coração
Sou Iraty até morrer
Vai azulão que a multid
ão
Veste a camisa com
você
Do interior a força azul
Que orgulha a pérola do sul

Solta seu grito com emoção
Tinge de azul meu coração
Em campo a história a tradição
Meu Irat
y meu azulão

Iraty Sport Club essa bandeira
Eu sem
pre quero desfraldar
E a torcida sua fiel companheira

Vai a vitória lhe levar

Pões s
ua força, sua garra, sua luta
Põe no gramado o seu talento em ação


Escudos Antigos





Mascote
: Gralha Azul
Apelido:Azulão








site:www.iraty.com.br/

Linhares Futebol Clube

Em sua história, o Linhares Futebol Clube, fundado no dia 16 de agosto de 2001, com o nome de Centro de Futebol Linhares esteve muito ligado às categorias de base, com jogadores jovens sendo revelados e posteriormente encaminhados para grandes clubes do Brasil e agremiações do exterior. Essa importância dada aos talentos mirins deve-se ao fato de que o time nasceu de uma escolinha de futebol, a Escolinha de Futebol Companhia de Craques, fundada por Adauto Menegussi.

O ex-jogador, empresário e atual presidente do Linhares, Adauto Menegussi, sempre esteve ligado ao futebol. Campeão capixaba como atleta (Guarapari F.C.), técnico (Linhares E.C.) e presidente (Linhares F.C.), conseguiu por meio de seus contatos (por ter feito mestrado na Europa conheceu diversas pessoas influentes no futebol), de seu espírito empreendedor e da ajuda de patrocinadores, transformar em 2001 a pequena escolinha em um clube registrado na Federação Capixaba de Futebol, na CBF e na Fifa.

Em 2004, a história profissional da equipe do interior do Espírito Santo ganhou um capítulo importante, já que nesse ano o time disputou pela primeira vez a segunda divisão do Campeonato Capixaba, vestindo um uniforme verde claro com faixas negras na lateral, homenageando as cores da escolinha que o originou.

Em 2005, o presidente mudou o nome para Linhares Futebol Clube e as cores para azul e branco, simbolizando a bandeira da cidade. Com o novo uniforme, o Linhares conquistou a vaga para a elite do futebol capixaba, batendo o Rio Branco na final.

Durante sua primeira temporada entre os grandes do estado, a agremiação participou da final do primeiro turno, porém foi derrotada pelo Estrela do Norte por 2 a 1 nas duas partidas decisivas. Já no segundo turno ficou atrás do Jaguaré na fase de grupos e não conseguiu classificar-se para a disputa do título. Contudo, o ano seguinte trouxe a glória para a cidade de Linhares.

Com uma fraca campanha no primeiro turno, terminando em último no Grupo A, vencido pelo Jaguaré, o ano parecia perdido e o rebaixamento iminente. Entretanto, com uma grande reviravolta, o clube faturou returno, batendo a Colatinense. Na grande final, decidida em duas partidas, ganhou do Jaguaré em casa por 1 a 0 com um gol de Diego e empatou por 0 a 0 na partida de volta, conquistando o primeiro título de expressão. Na Serie C de 2007, disputou a 2° fase, clubes como o Tradicional Bahia estava entre os confrontos e na Copa do Brasil de 2008 disputou com o Juventude-RS.

Com uma curta, porém vitoriosa história de vida, o Linhares Futebol Clube vem conquistando novos fãs e ocupando com honra o lugar nos corações dos habitantes da cidade, antes ocupado pelo Linhares Esporte Clube (quatro vezes campeão estadual), extinto clube vitorioso na década de 90, apesar da semelhança nos nomes, o nascimento de uma agremiação nada tem a ver com a falência da outra.

Títulos
Campeão Capixaba 2007
Campeão Capixaba - Segunda Divisão 2004

Estádio
Estádio Joaquim Calmon
Capacidade 3000

Hino

Um grande time brasileiro;
Que representa um povo forte e guerreiro;
Azul e branco são suas cores;
E impulsiona esses vencedores.

Coragem para lutar;
força para vencer;
Esse é o nosso lema;
Não podemos esquecer.

Com nossa união;
E vontade de torcer;
Linhares onde for;
Estaremos com você.

Suas conquistas e vitórias;
Fortalecem a suas glórias;
Linhares erga a taça para o alto;
Para imortalizar na história;

Quando Linhares entra em campo;
É forte a emoção;
Vamos nessa campeão;
Somos um só coração.


Mascote

A mascote do Linhares Futebol Clube é a coruja, pois o animal é bastante comum na cidade de Linhares. Além disso, durante a construção do Centro de Treinamento, esta ave costumava visitar as obras e até hoje é constantemente vista nos muros e até no gramado do CT.



site: http://linharesfc.com/

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Kaburé Esporte Clube

O Kaburé Esporte Clube é um clube de futebol de Colinas do Tocantins. Foi fundado em 5 de janeiro de 1985. É detentor de três títulos da Copa Tocantins (1993, 1994 e 1996).
Bi-campeão amador, em 1989 e 1991, nunca foi campeão profissional. Chegou ao vice-campeonato em 1996. Deixa de disputar o campeonato em 1998, dando espaço para o surgimento do Colinas Esporte Clube em 2001, que chegou a ser campeão estadual em 2005.
Em 2007,após dez anos, retornou a disputa do campeonato tocantinense, devido a suspensão do Colinas EC, por não comparecer no último jogo contra o Tocantinopólis em 17/06/2006.

Na Copa do Brasil
Quatro anos após sua fundação, o Estado de Tocantins ingressa na Copa do Brasil. Seu representante na primeira participação, o Kaburé, não fez feio. Eliminou o América-MG ,ganhando a partida de ida em Colinas por 2 x 0 , e perdeu a volta por 1 x 0 no Estádio Independência e foi à Segunda Fase. Porém, foi eliminado com duas derrotas por 2 x 0 contra o Comercial-MS.
No mês de março de 95, a equipe do Kaburé estreou na Copa do Brasil jogando contra o Flamengo, em Colinas, no estádio Bigodão. A equipe tocantinense perdeu por 1 x 0. Já no jogo de volta disputado no Rio de Janeiro, o Kaburé foi goleado pelo placar de 8 x 0.
Em 1997, jogando contra o vice-campeão Brasileiro de 1996, a Portuguesa de Desportos. No jogo de ida houve empate por 1 x 1, no estádio Bigodão, em Colinas. Na partida de volta disputada no estádio do Canindé, em São Paulo, a Portuguesa venceu por 8 x 0.

Títulos

Campeão Tocantinense (Amador) - 1989 e 1991
Campeão Copa Tocantins 1993/94/96

Estádio
ESTÁDIO JOSÉ WILSON ALVES FERREIRA
O estádio "Bigodão"tem capacidade para 5.000 torcedores e a cidade de "Colinas"tem aproximadamente 30.000 habitantes.

Hino
O jogo começa agora
E eu vou ficar de pé,
O time que está jogando
É meu time Kaburé.
Não vou ficar sentado
Eu vou ficar de pé,
O time que joga agora
É meu time Kaburé.

(refrão 2 Vezes)
Kaburé, Kaburé, Kaburé,
Kaburé,Kaburé, Kaburé,
O time que joga agora
É meu time Kaburé

Vou aplaudir meu time
Com grande satisfação,
Com chuva ou com sol
Quem manda é meu coração.
Não vou ficar sentado
E eu vou ficar de pé,
O time que jogo agora
É meu time Kaburé.

(refrão 2 Vezes)
Kaburé, Kaburé, Kaburé,
Kaburé,Kaburé, Kaburé,
O time que joga agora
É meu time Kaburé

O vermelho mostra garra
O branco só tráz a paz.
É o time que joga bola
E um golzinho sempre faz.
O time que joga agora
É meu time Kaburé

Mascote









Site

http://www.kabureesporteclube.com