domingo, 19 de outubro de 2008

Ferroviário Atlético Clube

Em 1933, a Rede de Viação Cearense (RVC) começou a fazer serviços extraordinários no turno da noite, para consertar locomotivas, carros e vagões na oficina do Urubu. Os operários mais jovens que moravam longe dali, escolheram o futebol como passatempo entre os dois turnos da alienante jornada de trabalho. Formaram então dois times com os nomes das plantas que foram retiradas na preparação do campo de futebol: "matapasto" e "jurubeba". Da junção dos dois times, foi fundado em 9 de maio de 1933, o Ferroviário Atlético Clube é a maior expressão esportiva de raízes operárias do Brasil. Símbolo da democratização do futebol nacional e precursor do futebol profissional no estado do Ceará.Recebeu, na pia batismal, o nome de Ferroviário Footbal Clube, mas, na confirmação da crisma, foi substituído o Football por Atlético.Valdemar Cabral Caracas, nascido na cidade de Pacoti em 1907, foi o fundador do Ferroviário. Foi também o primeiro comentarista de futebol do estado, trabalhando na Ceará Rádio Clube, pioneira da radiofusão cearense.

Ao longo de mais de sete décadas de história, o Ferroviário sabe muito bem o que é ter uma extensa galeria de ídolos: Popó, Pepê, Manoelzinho, Nozinho, Fernando, Aldo, Macaco, Pacoti, Zé de Melo, Edmar, Coca Cola, Amilton Melo, Paulo Veloso, Simplício, Celso Gavião, Jacinto, Betinho, Jorge Veras, Luisinho das Arábias, Mazinho, Marcelo Veiga, Batistinha, Acássio, entre tantos outros. São 9 títulos estaduais e 21 vice-campeonatos. Recentemente, o Portal Oficial do Ferroviário resgatou e disponibizou toda a relação gloriosa de títulos corais, que vão desde torneios-início a competições interestaduais e até internacionais.

Apontado por historiadores como o clube de origem ferroviária mais vitorioso de todo o país, o Tubarão da Barra é ainda um dos poucos times em atividade remanescentes das representações de classe, muito tradicionais nas primeiras décadas do século passado. Foram muitos alegrias, conquistas e percalços, naturais a toda gloriosa existência. O clube tem um patrimônio invejável e recentemente tem sofrido uma renovação em sua safra de dirigentes que promete dias de muitas alegrias para o Ferrão.

O clube ostenta em sua galeria de grandes resultados três vitórias históricas contra o Fluminense-RJ (2x0 em 1949, 3x2 em 1966 e 4x1 em 1981), Bahia (4x2 em 1940, 4x2 em 1941, 7x2 em 2006), Santos-SP (0x0 em 1968), Santa Cruz-PE (5x2 em 1941), Paysandu-PA (3x2 em 1946 e 2x1 em 1955) e SãoPaulo-SP (2x2 em 1957), entre outras.

Ao todo são mais de 3200 jogos e mais de 1600 atletas utilizados ao longo de 75 anos de existência. Todos esses detalhes estão sendo minuciosamente resgatados em uma série de pesquisas históricas que, no futuro próximo, gerarão um livro e um almanaque, tornando o Ferroviário o único clube do futebol nordestino a conhecer profundamente simplesmente todos os dados da sua história.

O Ferroviário tem o privilégio de conviver com o Sr. Valdemar Caracas, fundador do clube, que chegou recentemente lúcido aos 100 anos de idade. O velho Caracol continua antenado nos noticiários do clube nas rádios cearenses e, principalmente, é um ouvinte assíduo da Rádio Ferrão de todos os domingos.

Títulos

Campeonato Cearense: 9 vezes (1945, 1950, 1952, 1968, 1970, 1979, 1988, 1994 e 1995). Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 1937.
Torneio Pentagonal de Fortaleza: 1955.
Copa Cinquentenário do Ceará Sporting Club: 1964.
Copa Estado do Ceará: 1969.

Estádio

O Estádio Elzir Cabral foi inaugurado em 19 de Março de 1989, com o jogo Ferroviário 6 x 0 Guarani de Juazeiro, tornando-se o primeiro estádio particular do estado a ser reconhecida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como apta a sediar jogos de competições oficiais.

O maior público pagante já registrado foi o do jogo inaugural, oficialmente 4.679 torcedores. Porém, visualmente, a partida que mais atraiu torcedores foi mesmo Ferroviário 2 x 1 Confiança (SE) no dia 19 de outubro de 1997, válida pelo Campeonato Brasileiro Série C, quando a carga de ingressos colocados à venda, 3.500, esgotou. Contudo, supõe-se que mais de 5.000 torcedores se fizeram presentes.

Hino
Autor: Zezé do Vale

Salve, Salve FAC
É o time dos maiorais
E é FERROVIÁRIO ATLÉTICO CLUBE
O dono das iniciais

Somos companheiros inseparáveis
Na alegria e na tristeza
Com esse vermelho, preto e branco
Que traz o símbolo da beleza

Vamos marchar para a luta
Continuar nossa jornada
Não enxergamos sacrifício
Enfrentamos qualquer parada

O FERRÃO foi e será
O maior do Ceará

Mascote
O Ferroviário já teve como mascotes "não-oficiais" o trem e a cobra coral, mas, desde a compra do terreno e, consequentemente, a construção do campo na Barra do Rio Ceará, foi oficializado o mascote que permanece até os dias de hoje, o Tubarão.





site: http://www.ferrao.com.br

Baré Esporte Clube

O Baré foi fundado no dia 26 de outubro de 1946, por Aquilino da Mota Duarte (ex-membro do Atlético Roraima), o qual foi também o primeiro presidente do clube. Era o segundo clube do então Território Federal do Rio Branco, atual estado de Roraima, formado três anos após o Atlético Roraima Clube, seu maior rival.

Comandado posteriormente por Claudeonor Freire, Mário Abdala, Hitler de Lucena, Adamor Menezes, Simão Souza, Francisco Galvão Soares, Francisco das Chagas Duarte, Alcides da Conceição Lima Filho, Ruben da Silva Bento, José Maria Menezes Filho e Luciano Tavares de Araújo, a equipe futebolística do Baré acumulou ao longo de sua história dois títulos do Torneio Integração da Amazônia e oito campeonatos estaduais (quatro na fase amadoraa, até 1994, e outros quatro na fase profissional), além de diversas outras conquistas em outras modalidades esportivas.

O primeiro título do clube foi conquistado em 1982, o Campeonato Roraimense daquele ano. Ainda na fase amadora o feito fora repetido em 1984, 1986 e 1988.

No ano seguinte, em 1983, o time conquistou o Torneio de Integração da Amazônia, conhecido por Copão da Amazônia, composto por clubes dos estados brasileiros amazônicos do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, vencendo o Independência na final, na cidade de Rio Branco (Acre), a capital do Acre.Em 1985 o título fora re-conquistado, dividindo o título com o Trem, do Amapá.

Em 1995, recém-profissionalizado, disputou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro Série C, sendo, contudo, eliminado precocemente, na primeira fase pelo também roraimense Progresso, de Mucajaí. No Campeonato Roraimense de Futebol de 1996, após derrotar o Grêmio Atlético Sampaio (GAS) na final, consagrou-se penta-campeão estadual.No mesmo ano disputou novamente a Série C do Brasileirão, onde foi eliminado na segunda fase para o rondoniano Ji-Paraná, da cidade homônima.

Voltaria a disputar a terceira divisão brasileira nos anos seguintes, em 1997 e 1998, sendo eliminado na primeira fase de ambos os campeonatos.

Em 2000 disputara a Copa João Havelange, nome dado ao Brasileirão naquele ano, participando do módulo verde — equivalente a Série C —, repetindo os resultados das últimas participações com a eliminação novamente na primeira fase.

Após anos sem conquistas, o clube voltou a ser campeão em 2006 com o campeonato estadual, sobre seu rival Atlético Roraima, na final realizada no estádio Flamarion Vasconcelos, na capital Boa Vista. Em 2007 participou da Copa do Brasil, enfrentando inicialmente o clube da primeira divisão brasileira América (RN). Em casa, venceu-o no Canarinho por 1 × 0, contudo fora eliminado no jogo de volta, em Mossoró, Rio Grande do Norte, após perder por 2 × 0 para o clube natalense.

No Campeonato Roraimense daquele ano, sob o comando do técnico Rômulo “Querido” Bonates, ocorrido poucos meses após sua eliminação na Copa do Brasil, o clube consagrou-se vice-campeão após uma ótima campanha. Derrotado pelo Roraima nos primeiro e segundo turnos, viu perder o nonicampeonato estadual e a vaga para a Copa do Brasil de 2008.

O confronto travado entre Baré e seu rival Atlético Roraima é o mais importante e popular do estado. Este clássico é conhecido como Bareima — uma contração por aglutinação do nome dos times envolvidos.

Estádio
Flamarion Vasconcelos (Canarinho)
Capacidade 10000

Títulos
Torneio Integração da Amazônia: 2 vezes (1983 e 1985).
Campeonato Roraimense: 8 vezes (1982, 1984, 1986, 1988, 1996, 1997, 1999 e 2006).

Hino
sem letra

Mascote

Seu mascote é o índio, figura típica da região. Por esta razão é chamado carinhosamente de Índio da Consolata (Consolata é um dos nomes da rua em que encontra-se sua sede), tendo ainda outros apelidos como Colorado da Consolata e O Mais Querido.




sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Villa Nova Atlético Clube

Fundado em 28 de junho de 1908 por trabalhadores da Saint John Del Rey Mining Company Limited, o Villa Nova Atlético Clube é o segundo clube mais antigo de Minas Gerais em atividade, sendo superado apenas pelo Atlético que nasceu em 25 de março de 1908. Uma diferença de apenas três meses, portanto, separa o Leão do Bonfim do mais antigo.

Nos primórdios da sua história, o município de Nova Lima chamava-se Villa Nova de Lima e os fundadores resolveram homenagear o antigo topônimo e mantiveram, inclusive, a grafia de Villa com dois "l". Logo no início da sua bela trajetória, o Villa Nova consolidou-se como um dos mais tradicionais e aguerridos times de Minas Gerais e os títulos não demoraram a ser conquistados.

Na década de 1930, época que marcou o fim do amadorismo e o início do profissionalismo, o Leão do Bonfim começou a rugir alto e em 1932 a equipe ganhou o Campeonato Mineiro promovido pela Associação Mineira de Esportes Geraes (AMEG) e fez o artilheiro do certame, Canhoto, com 12 gols. Havia uma cisão no futebol mineiro e dois torneios foram organizados por duas entidades distintas, sendo que a Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT) também promoveu uma disputa. Em 1933, aconteceu a unificação do futebol em Minas e, sob o manto do profissionalismo, o Villa Nova (foto) arrancou para a conquista do seu tricampeonato.

Supercampeão em 1951

Os títulos de 1933/34/35 se inscreveram como um marco histórico, pois foi o primeiro tricampeonato da era profissional conquistado por um time mineiro. O Villa Nova voltaria a ser campeão em 1951 (foto), numa célebre Final disputada contra o Atlético em três emocionantes jogos. Os dois primeiros terminaram empatados e no terceiro o Villa venceu por 1 x 0, no Estádio Independência, gol marcado por Vaduca, tornando-se Supercampeão Mineiro. Além de ser o quinto Campeonato Mineiro do time, a conquista de 1951, cuja partida final aconteceu em janeiro de 1952, impediu que o Atlético se sagrasse tricampeão mineiro, sequência que o alvinegro perseguia desde a sua fundação.

A conquista do Brasil

Depois de muitas decisões no âmbito de Minas Gerais, além dos títulos de 1932, 33, 34, 35 e 51, o Villa Nova foi vice-campeão mineiro em 1937, 45, 46, 47, 53 e 97, o time partiu para conquistas regionais e nacionais. Em 1968, o Leão foi campeão da Zona Centro do Torneio Centro-Sul promovido pela Confederação Brasileira de futebol, CBD. Em 1974, sagrou-se campeão da Copa Centro, torneio da Federação Mineira de Futebol.

Mas, a maior proeza do Villa Nova foi ter sido o primeiro campeão do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão em 1971, competição que equivale hoje à Série B. Note-se que o futebol mineiro venceu as duas primeiras edições do Campeonato Brasileiro com o Villa Nova levando a Primeira Divisão (Série B) e o Atlético ficando com a Divisão Extra (Série A).

O Leão do Bonfim enfrentou na Final o Remo de Belém do Pará. Perdeu a primeira partida na capital do Pará e venceu os dois jogos (3 x 0 e 2 x 1) realizados no Estádio Independência, em Belo Horizonte, já que o Estádio Castor Cifuentes não havia sido reformado e não foi liberado pela antiga CBD para a realização de jogos da competição. O detalhe curioso é que na última partida os dois gols do Villa foram marcados pelo lateral esquerdo Mário Lourenço em cobranças de pênaltis. Em outras etapas do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão, o Villa Nova eliminou equipes tradicionais do futebol brasileiro como a Ponte Preta, por exemplo. Anos depois da conquista do Campeonato Brasileiro, o Leão acrescentou duas estrelas sobre o distintivo para simbolizar os seus feitos. As estrelas, uma verde e outra amarela, têm as cores da bandeira do Brasil e simbolizam o Campeonato Brasileiro e o tricampeonato mineiro nos anos 1930, respectivamente.

Novas conquistas em Minas Gerais

Em 1976 e 1987, o Villa Nova conquistou o Torneio Incentivo, promovido pela Federação Mineira de Futebol, FMF. Em 1977, numa decisão memorável contra o América, o Leão do Bonfim ganhou a Taça Minas Gerais jogando no Mineirão e vencendo por 1x0, com o gol marcado por Jurandi, na prorrogação. Em 2006, voltou a repetir a façanha e ganhou a Taça Minas Gerais novamente, vencendo o Uberaba por 3x1 na decisão em Nova Lima.
O Vil
la Nova voltou a brilhar na década de 1990 e sagrou-se Tetracampeão Mineiro do Interior em 1996, 1997, 1998 e 1999. Antes, havia conquistado o Campeonato Mineiro do Módulo II em 1995 (foto). No jogo derradeiro desse certame, o Villa Nova goleou o Araxá em Nova Lima por 4 x 0, partida que marcou a despedida do zagueiro Luizinho dos gramados. Ele foi o autor do quarto gol do Villa nessa partida, cobrando penalidade máxima. Em 1997 e 1998, o Villa foi bicampeão mineiro de juniores.
Depois de eliminar o Atlético nas Quartas-de-Final e o Social de Cel. Fabriciano nas Semifinais, o Villa Nova decidiu o Campeonato Mineiro de 1997 contra o Cruzeiro. Venceu em Nova Lima por 2x1 e perdeu no Mineirão por 1x0, tornando-se Vice-Campeão. Nesse jogo, o Mineirão registrou o maior público da sua história: 135 mil espectadores foram ver o Leão do Bonfim brilhar e resgatar sua tradição e glória gestadas em 28 de junho de 1908.


Títu
los
1932 - Campeão da Liga Mineira de Futebol
1933/1934/1935 - Tricampeão Mineiro
1937/1945/1946/1947/1953/1997 - Vice-campeão Mineiro
1951 - Supercampeão Mineiro
1968 - Copa Centro Sul do Brasil
1971 - Campeão Brasileiro da Segunda Divisão
1974 - Campeão da Copa Centro de Minas Gerais
1976 - Campeão do Torneio de Incentivo/Federação Mineira de Futebol
1977/2006 - Bicampeão da Taça Minas Gerais
1987 - Campeão do Torneio de Incentivo
1996/1997/1998/1999 - Tetracampeão Mineiro do Interior


Hino Oficial

Autor: Prof. Luiz Lacerda (1916)

A equipe gloriosa
Que se empenha valorosa
Na luta rival não tem
E ao Alvi-rubro sustem

O nome do campeão
Honrando seu pavilhão
Pois enfrenta combinada
Qualquer outra bem treinada

Estribilho
Alterta Jovens valentes
Jogai, jogai, contentes
Para num futuro de glória(bis)
Iluminar a nossa História

Eis o farol da glória
Que ilumina nossa história
Conservamos o brasão
D
o alvi-rubro pendão

Estribilho
Alterta Jovens valentes
Jogai, jogai, contentes
Para num futuro de glória(bis)
Iluminar a nossa História

Saudamos aos torcedores
Que entre risos e flores
Ao campo nos vão levar
As forças para lutar.

Se o passado, a lembrança
Força nos dá esperança
Unidos sempre sejamos
Para que nunca percamos

Os louros já conquistados
Lutemos como soldados
Ao campo para jogar
E qualquer clube enfrentar

Estribilho
Alterta Jovens valentes
Jogai, jogai, contentes
Para num futuro de glória(bis)
Iluminar a nossa História

Se a pugna é destemida
Entremos na luta renida
Queremos nos animar
Avante! Ouvimos bradar

Em Minas quem poderá
Afirmar que vencerá
O Villa Nova querido
Sempre forte destemido

Eis o farol da glória
Que ilumina nossa história
Conservamos o brasão
Do alvi-rubro pendão.

Hino da Torcida

Aquele clube que existe em Nova Lima,
Amado por todos e por mim.

Villa Nova, Villa Nova,
Tú és o Leão do Bonfim.

Villa Nova tantas vezes campeão,
Tú vives dentro do meu coração.

Tua raça que te faz tão grande assim,
Villa Nova, Leão do Bonfim.

Villa Nova da Terra do Ouro,
Tú és de Nova
Lima um tesouro.

Não existe outro time para mim,
Eu adoro este Leão do Bonfim.


Estádio
Estádio Castor Cifuentes, na Rua Major Felizardo. Aliás, o nome do Estádio é uma homenagem a um grande benfeitor villa-novense e ex-presidente da agremiação durante a conquista do tricampeonato em 33/34/35. Atualmente, o Estádio Castor Cifuentes tem capacidade para 10 mil torcedores, fruto das melhorias que foram implementadas no decorrer da história, embora o Ministério Público tenha limitado a carga total de ingressos a três mil em fevereiro de 2007.

Mascote
O epíteto de "Leão do Bonfim" foi incorporado à equipe na década de 40 pelo chargista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, do extinto jornal Folha da Manhã, de Belo Horizonte. Ele gostava de associar bichos que simbolizassem a alma dos times mineiros e dessa forma nasceram o Galo, a Raposa e o Coelho para designar, respectivamente, o Atlético, o Cruzeiro, e América.

Ao Villa Nova, Mangabeira reservou um bravo Leão, símbolo da potência do time, da raça dos seus jogadores e do destemor dos torcedores alvirrubros. O animal escolhido serviu, também, para lembrar a ascendência que os ingleses da Mineradora tiveram sobre o clube nos seus primórdios. O símbolo da Inglaterra é um leão que, inclusive, serve como distintivo para a Seleção Inglesa. Já o "Bonfim"do apelido é uma referência ao Bairro de Nova Lima onde está sediado o lendário Estádio Castor Cifuentes

site: http://www.villanovamg.com.br

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

América Futebol Clube

Falar da história do América Futebol Clube é falar da vida do Sr. Durval Feitosa, um dos fundadores do "tricolor da ribeirinha" e também campeão em 1966. O Sr. Durval nasceu no dia vinte e quatro de agostode 1914. Passou sua infância, sua juventude na sua querida Propriá, sua cidade natal. Passou a enfrentar o trabalho logo cedo sendo balconista e depois despachante do Estado. Durval contou, em entrevista ao Jornal da Cidade, que "comercialmente Propriá era uma das cidades mais desenvolvidas do Estado, parou por um determinado tempo, volta agora aos seu ritmo normal". O exemplo de seus pais passou para seus quatro filhos: Luiz Carlos Feitosa, Joaquim Prado Feitosa, João Prado Feitosa e José Prado Feitosa.

Iniciou no esporte no antigo Propriá Esporte Clube. Não gostava de jogar mas apreciava bastante o futebol. Não perdia uma partida do Propriá qua antes era chamado de Sergipe Futebol Clube. Torcedor apaixonado deste clube, logo chega a ocupar um cargo na sua diretoria, inciando assim sua vida de dirigente de time. "Ocupava o cargo de secretário, mas depois houve uma cisão e daí resultou em fundarmos o América". Durval passou três anos trabalhando para o time do Sergipe de Propriá. Quando da filiação do time do Sergipe de Propriá na Federação Sergipana de Desportos, foi necessária a troca de nome pelo fato da existência do Clube Sportivo Sergipe de Aracaju. "A mudança de nome provocou uma rachadura da diretoria do time. Eu não aceitava o nome de Propriá futebol clube e apresentei o nome de Serigy Futebol Clube que não foi aceito. Parti então para a fundação do América Futebol Clube, abandonando a idéia do nome Serigy que não tinha vingado".

No dia 08 de agosto de 1942, tendo como um dos fundadores o Sr. Durval Feitosa, é fundado o América Futebol Clube. Além de Durval foram fundadores os Srs. Pedro Cardoso, Gerdiel Graça, José Rodrigues, Miguel Apolônio, José Graça Leite, Eugênio Amaral, Normando Lima e José Coutinho. A primeira providência foi a confecção do estatuto do clube que foi aprovado em sessão de Assembléia Geral extraordinária realizada em 07 de janeiro de 1943 e publicado no diário oficial do estadoem partes, durante todo o mês de março do mesmo ano.

Nos primeiros momentos do América , o espírito empreendedor de Durval era o ar que fazia o clube respirar. "Logo chegamos a construir um campo de futebol, contando como o poio de torcedores. Foi um trabalho de mutirão. Trabalhávamos aos domingos e feriados. Arrendamos um terreno, fizemos o seu nivelamento e iniciamos a construção de um muro. Pagávamos uma cachacinha para a turma, tinha a charanga e a obra andava". O estádio foi construído e até hoje o dono do terreno parece que vestiu a camisa do clube e deixou o tempo passar.

Enfrentou muita poeira, muitas paradas por problemas mecânicos e muitos buracos. "Iniciamos com o time montado num caminhão. Ia na frente e os jogadores junto com os torcedores mais fanáticos iam na carroceria. Depois de muito tempo é que fomos pegar ônibus. Eram fracos e quebravam demais. Fazíamos viagens perigosas e cansativas sem hora de chegada. Uma vez jogamos contra o Confiança, quando vencemos por 3 a 1 e voltamos tarde da noite. Enfrentamos uma estradaque não tinha asfalto e, nesse dia, pegamos um motorista decidido. A viagem foi feita em duas horas e meia. Tínhamos de suportar."

"Na minha passagem pelo esporte, sempre mantive um bom relacionamento com a imprensa esportiva. Todos foram meus amigos. Nunca sofri críticas. Considero José Eugênio de Jesus o grande expoente da imprensa esportiva e destaco Carlos Magalhâes e Wellington Elias além da turma nova como o Roberto Silva e Pingo de Leite." Durval Feitosa deixou Propriá vindo morar em Aracaju onde continuou a exercer as suas atividades de dirigente esportivo, atuando como representante do América junto à Federação Sergipana "Tive um grande orgulho por ter vencido o Confiança duas vezes e conseguir o título de campeão do Estado em 1966". O título do América foi conquistado em quatro jogos e o time tricolor perdeu um por 2 a 1, em pleno estádio José Neto em Propriá, empatou outro e ganhou duas por 1 a zero, sendo a do título em pleno estádio de Aracaju, hoje estádio Lourival Batista.

Entretanto, a alegria durou pouco e nos anos 1980, com a criação da segunda divisão, o América deixou de participar da elite do futebol sergipano, voltando apenas no ano de 1993. Porém, mal organizado, caiu novamente no ano seguinte e enfrentou seu pior momento na história, deixando de participar de qualquer competição organizada pela federação e voltando ao amadorismo.

Somente em 1998, graças a ajuda do prefeito da cidade na época, Renato Brandão, do ex-diretor Gileno Nunes e do presidente da Federação Sergipana de Futebol, José Carivaldo de Souza, o clube voltou a disputar a segunda divisão do estado.

O time subiu para a elite em 2004, caiu novamente em 2005 e se manteve na séria A até 2006, quando conseguiu mais um acesso. Depois dos altos e baixos a recompensa veio para a equipe do interior de Sergipe.

Com uma ótima campanha em 2007, terminando em segundo na primeira fase e em primeiro no quadrangular final, o Tricolor da Ribeirinha trouxe o segundo título do estado para sua sala de troféus, conquistando a vaga para disputar a Copa do Brasil de 2008 e estabilizou-se na elite do futebol sergipano.

Títulos

Campeão Sergipano 1966 e 2007

Copa Banese de Campeões: 2007

Estádio

O Estádio José Neto pertencente ao clube América Futebol Clube (SE).

Está localizado na cidade de Propriá, atualmente é o principal estádio da cidade e usado pelas duas equipes da cidade. Possui capacidade de no máximo 3000 pessoas, porém há projetos para sua ampliação.

Hino

De passo a passo na vida esportiva
O tricolor sempre vencerá
Trabalhando o corpo e a alma
Seremos fortes um clube de valor
Na vitória lutar por lealdade
Será sempre nosso ideal
Honraremos a nossa bandeira
Suas cores e suas tradições

América eu sou. Sou tricolor (2x)

Com garra e talento seremos campeões
Com a força da bandeira em nossos corações,
Somos ribeirinhos, um povo lutador
Trazemos no peito amor ao tricolor,

América eu sou. Sou tricolor(4x)

Mascote - Cavalo Alado






site: http://www.americafcse.xpg.com.br

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Cacerense Esporte Clube Ltda.

O Cacerense Esporte Clube Ltda foi fundado em 10 de julho de 1996 e arrendado por um grupo de empresários mato-grossenses, substituindo o extinto Cáceres Futebol Clube e dando continuidade à paixão pelo futebol na cidade homônima.

Com pouca notoriedade e escassos recursos financeiros, “A Fera da Fronteira”, apelido dado por seus torcedores, em seus primeiros anos de existência disputava apenas campeonato amadores.

O time estreou em campeonatos profissionais da elite em 2005, quando pela primeira vez participou da Copa Governador do Mato Grosso, torneio secundário do Estado, mas que classifica o campeão para a Série C do Campeonato Brasileiro.

Sua primeira participação na competição não foi das melhores e o time acabou eliminado ainda na primeira fase, após terminar na última posição em seu grupo, tendo vencido apenas um jogo e perdendo os sete restantes.

No ano seguinte, em 2006, o “Crocodilo do Pantanal” conquistou seu primeiro título. Após encerrar a primeira fase da Copa do Governador na primeira colocação e de forma invicta, o time também venceu o quadrangular final da competição, se classificando para a decisão.

O adversário na grande final foi o Vila Aurora. Na primeira partida, empate por 1 a 1, na casa do rival. Jogando em casa o segundo jogo, vitória do time azul e branco por 2 a 0 e o primeiro caneco da instituição.

No ano seguinte, o time venceu pela primeira vez o Campeonato Mato-Grossense, um feito inédito em sua curta história de vida. O confronto na decisão foi contra o Grêmio Jaciara. Na primeira partida, vitória do Cacerense por 1 a 0, fora de casa. No segundo jogo, outro resultado positivo, dessa vez por 2 a 0.

Um dos heróis do título foi o atacante Leandro, autor do gol da vitória no primeiro duelo e que também anotou na partida decisiva. O jogador encerrou o certame com sete gols e foi uma das peças fundamentais na conquista.

Neste mesmo ano, a equipe também se sagrou vice-campeã da Copa do Governador, após ser derrotado na grande final para o Luverdense. Empate por 0 a 0 no primeiro jogo e derrota por 1 a 0 no segundo.

Com o título no Campeonato Estadual, o Cacerense obteve uma vaga na Copa do Brasil de 2008, onde fará sua estréia e também no Brasileirão da Série C. No Campeonato Brasileiro da terceira divisão de 2007, o time não passou da primeira fase e encerrou sua participação na última colocação do Grupo 9, terminando na classificação geral em 43º lugar entre 64 equipes.

Títulos

Campeão Matogrossense 2007

Estádio

Estádio Geraldão em Caceres
Recém-reformado capacidade hoje para 5 mil torcedores.

Hino

Uh! Cacerense! Uh! Cacerense! Uh! Cacerense!
Eu vou gritar. Eu vou pular. Quando eu ver a rede balançar
Sou Cacerense de coração
A Fera da Fronteira que manda no Geraldão
Que coisa linda, não tem igual
Sou Cacerense a Fera do Pantanal
Canta galera, com emoção
O Cacerense é a alegria do povão

Eu Sou Cacerense, com muito orgulho, com muito amor.
Eu Sou Cacerense, com muito orgulho, com muito amor.

Eu vou gritar. Eu vou pular. Quando eu ver a rede balançar
Sou Cacerense de coração
A Fera da Fronteira que manda no Geraldão
Que coisa linda, não tem igual
Sou Cacerense a Fera do Pantanal
Canta galera, com emoção
O Cacerense é a alegria do povão.

Uh! Cacerense! Uh! Cacerense! Uh! Cacerense!
Uh! Cacerense! Uh! Cacerense! Uh! Cacerense!

Apelidos: Crocodilo do Pantanal e Fera da Fronteira

Mascote: Jacaré

site: http://www.cacerenseesporteclube.com.br/

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Cianorte Futebol Clube

O Cianorte Futebol Clube tem uma história recente, sendo fundado apenas em 2003, mas a cidade já teve dois representantes antes dele.
Cianorte começou a sonhar com a primeira divisão do nosso futebol em 1958, exatamente no dia 21 de abril, quando foi fundado o C.A.F.E.–Cianorte Associação Física Educativa.
Um grupo de sonhadores, e capitaneados pelo jornalista Amândio Matias, na era do futebol romântico, achou que Cianorte deveria buscar o seu espaço na elite do Paraná. Não sabiam eles que o caminho a percorrer seria longo e espinhoso. No entanto, os abnegados desportistas da época sonharam e acreditaram no sonho e, 11 anos depois da fundação, em 1969, o C.A.F.E. chegava a primeira divisão. Que conquista histórica foi aquela! O cidadão Cianortense batendo no peito, com orgulho, gritando: "estamos na primeira divisão!"

O Brasil já era bicampeão mundial de futebol; Pelé, com sua genialidade, já havia conquistado o mundo; e Neil Armstrong já havia pisado na lua. Por que não Cianorte, uma cidade pequenina cravada no arenito caiuá do noroeste deste estado gigante, ocupar um lugar entre os grandes do nosso futebol? Em 1.969, uma boa campanha, nono lugar; em 1970, o ano do tricampeonato da melhor seleção que o mundo já conheceu, o representante Cianortense ficou em décimo terceiro lugar. Ficou fora em 1971, retornando em 1972, quando fez uma campanha ruim; a sede do clube foi incendiada e o lendário C.A.F.E foi extinto sepultando assim o sonho de muita gente. Durante muitos anos, Cianorte ficou sem futebol profissional...
Mas eis que, em 1.980, o sonho reacende e outro grupo de sonhadores, desta vez no comando do João Vilela ( "João Bola" ), de saudosa memória, inicia uma nova caminhada para chegar a primeira divisão: surge o Cianorte Esporte Clube ( O LEÃO DO VALE ) de 1980 á 2001, alternando no amador, terceira e Segunda divisão e sem que o guerreiro, João vilela tivesse tempo de passar o bastão para o seu sucessor, a morte o pegou de surpresa, e novamente o sonho de cada torcedor estava sendo sepultado junto com aquele que ao lado de ALBINO TURBAY, se transformara em uma das figuras mais importantes do nosso futebol. Com o João Bola foi enterrado o Cianorte Esporte Clube.
A partir daquele momento nem mesmo o torcedor mais otimista acreditava que um dia seria possível levar o tão querido Leão do Vale do Ivaí ao campeonato dos grandes clubes do Paraná.

No dia 02 de fevereiro de 2002, é fundado o Cianorte Futebol Clube; o legado do João Bola não foi esquecido e o Leão do vale não foi abandonado.
Marco Franzato, Luiz Carlos Bersani E Carlos Roberto Marcato, ao lado de outros amigos, fizeram um planejamento: dentro de 2 anos, colocar novamente Cianorte entre os grandes clubes do nosso estado.
Em 2002, a falta de experiência prejudicou o trabalho, mas valeu o esforço: o clube fez uma campanha regular, não deu vexame, foi apenas discreto. No final daquela temporada, a diretoria se reuniu e tomou uma decisão importante: não repetir os erros de 2002, e fazer de 2003, o ano do Leão.

No segundo ano de sua existência, o clube alcançou o vice-campeonato da segunda divisão do Campeonato Paranaense. A vaga para a elite ocorreu de forma emocionante, quando aos 48min do segundo tempo Barbieri bateu a falta e selou a vitória sobre o time Dois Vizinhos.

Em 2004, o clube resolveu contratar o técnico Caio Júnior, um profissional competente, mas que não tinha feito boa campanha pelo Paraná Clube. O treinador levou o Cianorte, em sua estréia na primeira divisão, ao surpreendente terceiro lugar, ficando atrás apenas do Coritiba e do AtléticoPR e sendo declarado Campeão do Interior naquele ano.

Outra partida memorável na história do clube ocorreu em 9 de março de 2005, em Maringá. O Cianorte bateu o poderoso Corinthians de Tévez, Carlos Albertos, Roger, Gustavo Nery e do treinador argentino Daniel Passarela por 3 a 0, pela Copa do Brasil. No jogo de volta, porém, o Timão mostrou sua superioridade e ganhou pelo placar de 5 a 1.

Estádio

Albino Turbay Inaugurado em abril de 1958, o Albino Turbay (foto) tinha até 2003 capacidade para três mil torcedores. O nome do estádio homenageia o falecido contador, dono de escolinha de futebol e presidente da Liga da Cianorte. A lotação máxima foi extrapolada na vitória do Cianorte sobre o Dois Vizinhos, por 1 x 0, jogo que deu ao Leão do Vale a vaga na primeira divisão estadual. Naquela tarde de 7 de setembro de 2003, cinco mil pessoas foram ao Albino Turbay. Para o Campeonato Paranaense de 2004, a prefeitura, proprietária do estádio, providencia uma arquibancada de estrutura metálica. Com ela, o Albino Turbay poderá comportar sete mil torcedores.

Olímpico Albino Turbay

Endereço: praça Olímpica, s/nº - CEP 872000-000 - Cianorte-PR

Propriedade: Prefeitura Municipal de Cianorte

Inauguração: abril de 1958

Capacidade: 7 mil lugares

Recorde: 5 mil torcedores (Cianorte 1x0 Dois Vizinhos, em 7.9.2003)

Hino

Bate bate coração
Vamos todos alegrar
É aqui no gramado
Que as "estelas" vão brilhar

Rola bola pra lá
Rola bola pra cá
Leão do Vale tá botando pra quebrá
Rola bola pra lá
Rola bola pra cá
Leão do Vale que só joga pra ganhar

Leão do Vale é valente
Tem futebol que agrada nossa gente
Com sua garra de leão
É o time do nosso coração

Corre muito, pé na bola bate forte
Esse é o futebol de Cianorte.

Mascote

Fazendo jus ao apelido do time, "Leão do Vale", a mascote escolhida para representar o Cianorte foi o animal homônimo.







site : http://www.leaodovale.com.br

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Atlético Clube Juventus

O Juventus foi fundado em 1º de março de 1966. Seus fundadores foram Elias Mansour Simão Filho, José Aníbal Tinôco, padre Antônio Aneri, Dinah Gadelha Dias, Valter Félix de Souza e dona Iolanda Souza e Silva. O padre italiano Antônio Aneri foi o primeiro presidente e também responsável por dar nome ao clube, inspirado no time de seu país natal, a Juventus de Turim.

O Juventus foi campeão estadual logo em seu primeiro ano de existência. O time campeão estava assim escalado: Zé Augusto; Carlos Mendes, Pedro Louro, Júlio D’Anzicourt e Estevão; Carreon e Romeu; Elízio, Touca, Airton e Ernani.

O clube teve seu grande momento nas décadas de 70 e 80, quando conquistou 8 campeonatos estaduais. Após o título de 1996, o Juventus fechou seu departamento de futebol, licenciando-se do profissionalismo. A partir daí, passou a disputar apenas campeonatos das categorias de base.

No ano de 2003, o Juventus retornou ao profissionalismo. Na sua volta, ainda conseguiu chegar à final do estadual de 2004, perdendo o título para o Rio Branco. Entretanto, em 2007, devido à dívidas pendentes, o clube viu-se forçado a efetuar um novo pedido de afastamento dos gramados junto à Federação de Futebol do Acre, não disputando o estadual do mesmo ano.Retorna em 2008, sendo vice-campeão.

Títulos
13 Vezes Campeão Acreano 1966, 1969, 1975/76, 1978, 1980/81/82, 1984, 1989/90 e 1995/96

Estádio

Localização: Avenida Ceará, 1356 - Rio Branco, AC
Propriedade: Rio Branco FC
Capacidade atual: 8.000 pessoas
Inauguração: 1935
Recorde de público: 5476 Pessoas - RBFC 0-3 Corinthians - 11/04/1995
Homenageado: José de Melo foi jogador do Rio Branco. O terreno onde o estádio foi construído foi doado por ele

Mascote
Águia

domingo, 12 de outubro de 2008

Guaratinguetá Futebol LTDA

Com o nome de Guaratinguetá Esporte Clube, o time foi fundado, em primeiro de outubro de 1998. O objetivo inicial era fazer renascer o espírito esportivo, que vigorou na época áurea da Associação Esportiva Guaratinguetá. Clube que no passado trouxe muito e orgulho ao município.
Em quatro de novembro de 1999, um ano após a fundação, o clube deu um passo importante para sua estruturação, com a criação do “Consórcio Guaratinguetá”, quando foi assinado um contrato de co-gestão com a C.S.R Futebol e Marketing, grupo do empresário Carlos Arini, o Carlito, com os jogadores César Sampaio e Rivaldo.
O respaldo financeiro, técnico e administrativo, proporcionado com a parceria, impulsionou a equipe do Tricolor do Vale e possibilitou a filiação junto a Federação Paulista de Futebol, no dia 26 de novembro de 1999.
A parceria também possibilitou a equipe de profissionais fazer bonito em 2000, quando encerrou a sua primeira participação na temporada da série B2 do Campeonato Paulista na terceira posição. Colocação esta repetida em 2001, quando, foi alcançado o acesso à série B1.
Em 2002, com o fim do consórcio com a C.S.R Futebol e Markentig, o Guaratinguetá passa a contar com o apoio financeiro dos empresários Odário Mardegan Durães e Elmiro Aparecido de Faria. Nessa fase o time obteve mais um acesso, desta vez, rumo à série A3, em uma final disputada contra a equipe de Rio Claro Esporte Clube. No mesmo ano a equipe de Juniores sagrou-se vice-campeã da categoria.
A partir do ano de 2004 o empresário Sony Alberto Douer chega ao clube, com uma nova filosofia de trabalho e logo no primeiro Campeonato a frente da gestão do Guaratinguetá obteve o Acesso para a série A-2 do Campeonato Paulista.
Em fins de 2005, Sony Alberto Douer, em conjunto com Carlos Arini (Carlito), criou a Sony Sports. A empresa passou a gerenciar o Clube, com o apoio dos empresários Clementino Bolan Filho e Gustavo Gazzolla. Com o fôlego renovado, o Guaratinguetá evitou o rebaixamento da equipe.
O passo seguinte dos novos dirigentes foi promover a reestruturação, culminando na transformação para clube empresa, o Guaratinguetá Futebol Ltda. O sistema administrativo, adotado por times europeus e com características típicas da iniciativa privada, possibilitou dinamizar a gestão, agilizar as decisões e facilitar o planejamento de metas.
Como conseqüência desta inovação, o saneado e reestruturado Guaratinguetá conquistou o tão desejado acesso a série A-1 do Campeonato Paulista 2006/2007. A cidade de Guaratinguetá, depois de 45 anos, novamente pôde ter o seu nome na elite do futebol Paulista.

2007 - É Campeão do Interior!!!!

O Guaratinguetá se preparou e muito para disputar a Série A-1 do Paulistão, o técnico Carlos Rabello começou o trabalho ainda em novembro de 2006, depois veio Toninho Cecílio e o Guará terminou a competição com Márcio Araújo. Alguns jogadores do acesso ficaram e reforços foram contratados. Como todos sabem, esse grupo de atletas entrou para história do futebol valeparaibano ao vencer o Noroeste em Bauru e conquistar o título de Campeão Paulista do Interior. Um momento mágico na história do Guaratinguetá.


Estádio

Professor Dário Rodrigues Leite
Capacidade 15.769
Inaugurado em 07 de setembro de 1965
Primeiro Jogo Associação Esportiva Guaratinguetá 0 x 0 Esporte Clube Taubaté
Foi uma homenagem a um professor da cidade que se dedicou muito ao esporte.

Hino
(Cláudio Braga e Marcelo Betti)

Vamos todos abraçar o nosso clube campeão.
Guaratinguetá do coração.

O azul, vermelho e branco faz vibrar nossa torcida
Orgulho desta terra tão querida.

Guaratinguetá, sua glória...
É luta, é garra, é vitória.

Vamos torcer, cantar pra valer...
Sou Guaratinguetá até morrer...

A emoção é mais forte na hora do gol...
Tu és um time vencedor...

Guaratinguetá é raça, é amor, é grito de paixão...
A alegria do torcedor!

Mascote
Em 2007, Guaratinguetá entrou em campo com um novo desenho de sua mascote.
O artista Renato Guimarães deu os toques finais a Garça estampada na camisa azul, branco e vermelho do Guará. A ave, símbolo da equipe, surgiu em homenagem ao nome da cidade, pois Guaratinguetá, na língua dos índios tupi –guaranis significa “abundância de garças brancas”.


site: http://www.guarafutebol.com.br

sábado, 11 de outubro de 2008

Sousa Esporte Clube

Fundado em 10 de julho de 1991 (mesmo dia de aniversário da cidade de Sousa), o Sousa Esporte Clube começou a competir profissionalmente na Série B estadual do mesmo ano, sagrando-se campeão do certame. Com o apoio do empresário Valdeci Oliveira e outros abnegados do futebol sousense,o clube já nasceu profissionalizado com o objetivo de recolocar a cidade de Sousa no cenário esportivo paraibano.

Ficou por 2 anos com participações razoáveis na Série A. Esteve prestes a não disputar o Campeonato Paraibano de Futebol de 94. Conseguiu se arrumar na última hora e foi recompensado com o título do ano, tornando-se a primeira equipe do sertão a conquistar o Paraibano, fora da ligação João Pessoa-Campina Grande. Em 1995, foi vice-campeão paraibano, perdendo para o Santa Cruz Recreativo Esporte Clube da cidade de Santa Rita, na região metropolitana de JP, time esse que viria a se tornar bicampeão em 1996. O Sousa ainda disputou a Copa do Brasil de 95, sendo eliminado (mas com dignidade) pelo Flamengo-RJ. Perdeu os dois jogos por 1 a 0. Na Série C do Brasileirão, o Dinossauro teve uma participação razoável em 96, mas em 97 ficou em sexto lugar na competição, fazendo assim sua melhor classificação em torneios de porte nacional na história.

Ainda conseguiu competir em pé de igualdade com times como Campinense Clube, Treze Futebol Clube e Auto Esporte Clube, sendo vice-campeão do 1º turno do estadual de 2003, após enfrentar o Atlético Cajazeirense de Desportos. Empatou por 0 x 0 em Cajazeiras e no jogo em casa, por mais incrível que possa parecer, perdeu por 2 x 0. O "Trovão Azul", alcunha do Atlético de Cajazeiras, veio a se sagrar campeão estadual alguns meses mais tarde.

Depois disso, o Sousa amargou disputas para fugir do rebaixamento. Na primeirona, o time chegou ao "fundo do poço" em 2005, quando venceu apenas 3 partidas de 14 disputadas. No ano seguinte melhorou um pouco: venceu 5 partidas de 16 disputadas.

A partir de 2007 o Sousa fez as pazes com as grandes campanhas, chegando à final do 1º turno e à semifinal do 2º, garantindo o 3º lugar.

Em 2008 disputou a Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Vitória/BA pelo placar de 4 a 1 em casa.

Ficou em terceiro mais uma vez no estadual, chegando às finais dos dois turnos e perdendo para Treze e Campinense. Venceu os dois clássicos contra o Atlético de Cajazeiras: 3 a 1 em Cajazeiras e 1 a 0 em Sousa. Fez um primeiro turno impecável, com 8 vitórias, 4 empates e apenas 1 derrota. No segundo turno, apareceram 2 derrotas, mas nada que impedisse o avanço da equipe. Na somatória geral, foram 26 partidas, com 15 vitórias, 6 empates e 5 derrotas. Em 2009, se for campeão paraibano ou vice, disputará a Série C do Brasileirão.


Sousa Esporte Clube

Endereço : Rua Capitão Manoel Gadelha Filho 57 1. Andar
CEP 58800-000 Sousa/PB
Presidente : Aldeone Abrantes
Estádio : Antônio Mariz (Marizão)
Capacidade : 12.000 Torcedores
Mascote : Dinossauro


Títulos :
1 Campeonato Paraibano 1994.
1 Copa
Jornal da Paraíba 2001

Estádio
Governador Antônio Mariz (O Marizão), situado na Rua Sinfronio Nazaré, 42 - Sousa/PB. Capacidade para 15.000 espectadores.

Hino

Nós somos o Sousa Esporte Clube,
nós somos o eterno campeão,
nós somos o Sousa Esporte Clube,
somos
o dinossauro do sertão

Hoje, a cidade sorriso
é berço de harmonia e de alegria,
e o toque de bola no gramado,
de futebol com classe e categoria

No bico da chuteira
leva o coração,
batendo forte
nós somos campeões!!

No p
eito e na raça, com a bola no pé,
já tendo a certeza de um grande olé,
no peito e na raça, com a bola no pé,
já tendo a certeza de olé

O Sousa Esporte Clube expressa alegria,
seu futebol é raça, é arte e magia
nossa camisa é sangue, explode coração
nosso grito de guerra é pura emoção!!

Sou, sou dinossauro eu sou, a gente vai ganhar
e ninguém vai nos segurar Sousa!! Sousa!!
sou, sou dinossauro eu sou, a gente vai ganhar
e ningu
ém vai nos segurar Sousa!! Sousa!!

Mascote

A cidade de Sousa, no interior da Paraíba, é muito conhecida pelos fósseis de dinossauros que foram encontrados na região no final do século 19, início do século 20. Grandes sítios arqueológicos e rotas turísticas existem na cidade e, por causa disso, tudo que vem do município acaba sendo relacionado aos dinossauros. Seguindo essa toada, o Sousa Esporte Clube adotou, em 1994, o mascote Dinossauro Verde.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Esporte Clube Águia Negra

O Esporte Clube Águia Negra surgiu no dia 31 de maio de 1971 e nasceu como um dos principais times da região de Dourados, Mato Grosso do Sul. Atualmente, a agremiação é sediada na cidade de Rio Brilhante.

A primeira pessoa a ser presidente do Águia foi Athaíde Nogueira e o clube começou a chamar a atenção dos torcedores nos clássicos regionais contra o Ubiratan e o Operário-MS. Ainda como equipe amadora, a agremiação mandava suas partidas no estádio Ninho da Águia, que tem uma capacidade modesta de pouco menos que dez mil pessoas.

A profissionalização do time demorou a acontecer. Isso ocorreu 15 anos depois de sua fundação. A iniciativa foi do presidente na época, Joaldo Moreira Simões, que começou a juntar a documentação para o processo. No ano seguinte, o clube se tornaria profissional sob o comando de um novo mandatário: Oduvaldo M. Dalavia.

No gramado, o Águia Negra conquistou o primeiro título somente em 2002. O campeonato vencido foi o do Mato Grosso do Sul da segunda divisão. A decisão da competição foi contra o Coxin, na cidade de Sidrolândia.

Na temporada seguinte, a equipe se envolveu em uma confusão com a Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul (FFMS). A agremiação dependeu de uma liminar do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) que garantiu sua participação no campeonato daquele ano. Os clubes União e Ladário também tiveram o mesmo problema.

O motivo que levou os times a dependerem de uma liminar foi que a FFMS excluiu as equipes da competição por eles não terem enviado todos os documentos necessários para a participação. Como argumento de defesa, o Águia Negra afirmou que a federação não havia comunicado sobre a reunião que definiria o regulamento do torneio.

A estréia na elite sul-matogrossense foi animadora para seus torcedores. O clube se classificou na primeira fase em primeiro do grupo D, com 15 pontos, e, na parte seguinte, como segundo com cinco pontos. Porém, nas quartas-de-final sucumbiu diante do Comercial após perder as duas partidas.

Em 2007, o Águia conseguiu a maior glória de sua caminhada no futebol. O time se tornou campeão do Campeonato do Mato Grosso do Sul. Uma campanha regular na primeira fase garantiu a equipe nas semifinais e dois empates com o Operário deram ao clube o direito de decidir o torneio contra o Cene.

Na final, os jogos foram equilibrados e o título veio após vencer o primeiro jogo por 3 a 1 e perder o segundo pelo mesmo resultado. A melhor campanha no início do campeonato garantiu a conquista.

Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense: 2007
Campeonato Sul-Mato-Grossense Série B: 2001.

Estádio

Estádio-Ninho da Águia
Capacidade para 8.000 pessoas

Mascote
Águia










site: http://www.aguianegra.net

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Brusque Futebol Clube

O Brusque Futebol Clube foi fundado a 12 de outubro de 1987, através da assembléia de fusão de patrimônios do Clube Esportivo Paysandu e do Clube Atlético Carlos Renaux. O clube passou a assumir a vaga na primeira divisão do futebol de Santa Catarina do Alviverde da Rua Pedro Werner, enquanto mandaria os seus jogos no Estádio Augusto Bauer, na Avenida Lauro Muller. O primeiro presidente foi Ciro Marcial Roza.

Em seu primeiro ano no profissionalismo, o time foi treinado por Lauro Búrigo. A primeira partida do clube aconteceu no dia 24 de janeiro de 1988, no Estádio Augusto Bauer, com uma vitória de 3 x 1 sobre o Hercílio Luz de Tubarão. Touchê, ponta-direita vindo do Rio de Janeiro, foi o autor do primeiro gol da história do Brusque F.C. Neste ano, o Brusque classificou-se para o hexagonal final do campeonato, terminando o campeonato na quarta colocação. No segundo semestre, o Brusque ainda participou do Brasileiro da Série C, onde foi eliminado na segunda fase, tendo este mesmo desempenho em 1989.

No ano de 1990, o Brusque ficou com o vice-campeonato da Copa Santa Catarina, competição disputada no segundo semestre, paralela ao campeonato brasileiro, que não possuía catarinenses na disputa. O Figueirense sagrou-se campeão, ao vencer os dois confrontos por 1 x 0 e 2 x 1.

1992 foi o ano mais importante da história do Brusque. O empresário Amílcar Wehmuth, o Chico, era o presidente que trouxe duas importantes conquistas: no primeiro semestre, a conquista da Copa Santa Catarina, que dava ao campeão um ponto no Campeonato Catarinense daquele ano. Na fase de classificação, o Brusque ficou na segunda colocação. Na fase eliminatória, passou pela Chapecoense, empatando por 3 x 3 no oeste catarinense e vencendo por 2 x 0 no Augusto Bauer. Na fase semifinal, o time bateu o Marcílio Dias de Itajaí por 1 x 0 fora de casa no jogo de ida. Na partida de volta, a derrota pelo mesmo placar levou a decisão para a prorrogação, que terminou em 0 a 0 classificando o Brusque para a final contra o Avaí.

No dia 09/12/1992, no jogo de ida em Florianópolis, o Avaí venceu por 1 a 0, com um gol marcado nos momentos finais da partida. O Brusque teria que vencer o jogo de volta e empatar na prorrogação para sagrar-se campeão.

O jogo mais importante da história do Brusque Futebol Clube aconteceu no dia 13 de dezembro de 1992. Cerca de seis mil pessoas lotaram o Estádio Augusto Bauer e viram o Brusque vencer o Avaí por 2 x 1 no tempo normal, gols de Jair Bala e Washington. Na prorrogação, Cláudio Freitas fez um lindo gol sobre o goleiro Carlão, iniciando a festa em todo o município.

1993 marcou a ida do Brusque para a Copa do Brasil. O time foi eliminado na primeira fase pelo União Bandeirante, vice-campeão paranaense, com um empate em 2x2 no Paraná e derrota por 1 x 0 no Augusto Bauer. Neste ano, um fato insólito: Brusque e Avaí, campeão e vice de 1992, foram os times rebaixados para a segunda divisão de 1994, vindo o time retornar para a primeira divisão em 1995.

Em 1996, o Brusque foi novamente rebaixado para a Segunda Divisão, retornando em 1998 para a divisão de elite, após conquistar o troféu de campeão da segundona de 1997, vencendo o time do Biguaçu no dia 16 de novembro. Neste ano, a presidência do clube era do advogado e desportista Ricardo Vianna Hoffmann.

No ano de 1998, de volta à Primeira Divisão, o técnico era Gassém Salim Youssef, que conduziu o Brusque à terceira colocação no estadual, com uma campanha valorosa, destaque para a goleada em cima do Figueirense por 4 x 2 em pleno Estádio Orlando Scarpelli, no dia 15 de fevereiro.

Em 2000, o Brusque precisou disputar um torneio seletivo. A Rede Brasil Sul (RBS) havia comprado os direitos do estadual, e exigiu que apenas oito equipes integrassem a divisão de elite em 2001, sendo que Avaí, Figueirense, Criciúma e Joinville estavam previamente classificados sem a necessidade de seletiva. O Brusque ficou na sexta colocação, e voltou para a segundona.

Em 2001 a presidência do clube passou para o médico ortopedista André Karnikovsky, num ano que o Brusque teve uma atuação discreta, sem almejar o título. No ano de 2002, o empresário João Beuting tornou-se presidente, para a disputa da Segunda Divisão daquele ano.

O time teve um início muito turbulento, com a seqüência de resultados insatisfatórios do time, treinado por Luiz Freire. No segundo turno, José Antônio Martins foi contratado, e ele implantou uma nova filosofia no clube, que não poderia perder nenhum jogo correndo o risco de eliminação. O time acabou desclassificado no dia 17 de novembro, goleado pelo Kindermann de Caçador. O Brusque estava bastante desfalcado, pois a confusão no jogo de ida, resultou na expulsão de vários titulares.

No ano de 2003 o Clube Atlético Carlos Renaux e o Clube Esportivo Paysandu, através de ações jurídicas, recuperaram a posse dos Estádios Augusto Bauer e Cônsul Carlos Renaux. Como o "vovô" fez uma proposta fora da realidade à época, a diretoria resolveu não participar de campeonatos profissionais naquele ano, voltando em 2004.

No ano seguinte, o Brusque disputou o Campeonato Catarinense da Série B1, e estreou no dia 25 de abril, vencendo o rival Carlos Renaux por 1 a 0. No clássico seguinte, nova vitória, pelo placar de 2 a 1, em 25 de julho. O time sagrou-se campeão do segundo turno do campeonato, ao vencer o Juventus em Jaraguá do Sul na prorrogação, em 7 de novembro. O mesmo Juventus seria o adversário do Brusque na final do campeonato. O time de Jaraguá sagrou-se campeão, mas o Brusque havia alcançado o seu objetivo de subir para a Série A2 no ano de 2005, como vice-campeão.

Três anos e dois acessos depois, o time do interior de Santa Catarina voltou à primeira divisão do Catarinense em 2007. Infelizmente o clube não foi bem no Campeonato Catarinense de 2008, foi rebaixado ao lado do Guarani e Juventus. No segundo semestre, o Brusque dá a volta por cima, sagrando-se campeão da Divisão Especial e da Copa Santa Catarina.

Títulos

Campeonato Catarinense: 1992
Copa Santa Catarina: 1992 e 2008
Campeonato Catarinense Divisão de Acesso: 1997 e 2008

Estádio

O estádio Augusto Bauer, pertencente ao Carlos Renaux, foi inaugurado em 7/6/1931 em amistoso contra o Marcílio Dias (0x1). Entre 1950 e 1960, foram construídos arquibancadas, aterro, ampliado o campo, alambrado e sistema de refletores. Foi o primeiro estádio catarinense a possuir alambrado e iluminação em seu estádio próprio.
Capacidade: 8000

Hino
Utiliza o Hino do Município

Foi aqui, neste vale tranqüilo,
Entre os montes e o rio escondido,
Que, ha cem anos atras, um pugilo
De emigrantes surgiu destemido.

Dos heróis palmilhando o roteiro,
Sobre o solo, que audaz desbravou
Esse grupo invulgar, pioneiro,
A semente de Brusque plantou

Sôbre as áreas fecundas da terra,
Que ao vigor do trabalho se rendem,
Pela várzea do rio, pela serra,
Pouco a pouco as lavouras se estendem.
E do chão brota a casa modesta,
Construída de palha e de lenho,
Conquistada vai sendo a floresta
Enche os ares o canto do engenho.

Salve Brusque imortal! No recesso
Dos teus vales, ressoa nos ares
O cantar triunfal do progresso
Pela voz singular dos teares.
Salve Brusque imortal.

Do trabalho sem par do imigrante,
Com bravura e andar soberanos,
Surge Brusque viril e gigante,
Já passados que foram cem anos.
Terra minha! Só tens ocupado
Posição de relêvo, altaneira,
E teu nome, entre mil, é citado
Como Exemplo à Nação Brasileira



Mascote
Marreco


site: http://www.brusquefc.com.br

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Trem Desportivo Clube

Fundado por Bellarmino Paraense de Barros, Benedito Malcher, os irmãos Osmar e Arthur Marinho, Walter e José Banhos, além de outros, num dos mais importantes bairros de Macapá, o Trem Desportivo Clube já foi por duas vezes campeão amapaense. Possui um invejável histórico no velho Copão da Amazônia. Foi pentacampeão de 1985 a 1989.

O diferenciado nome do clube nada mais é do que uma homenagem ao bairro onde foi fundado. Este, por sua vez , recebeu o nome no início do século XIX. Naquela época, foram encontrados na Avenida Feliciano Coelho de Carvalho vestígios de alguns trilhos de trem, que possivelmente serviram como meio de transporte do material para a construção da cidade.

Com o profissionalismo, o Trem passou a enfrentar diversas dificuldades. Afastado do futebol profissional desde 1999, Trem Desportivo ensaiou a possibilidade do seu retorno ao futebol profissional em 2001, mas preferiu esperar um pouco mais e continuar trabalhando no seu projeto de restauração do clube. Dentro dessa proposta a locomotiva realizou neste domingo as novas eleições, escolhendo o advogado e professor universitário,Osmar Marinho Filho, para comandar o clube nos próximos três anos.

O Trem enfrentou grandes dificuldades financeiras nos últimos anos, em conseqüência de desastrosas administrações, mas pretende agora dar um mergulho por mares mais saudáveis e executar um projeto, visando resolver as pendências ainda existentes, com modificações e modernização do seu patrimônio.

O rubro-negro amapaense enfrentou nos últimos 10 anos mais de 400 processos judiciais em várias frentes (promotoria de defesa do consumidor, justiça comum, justiça do trabalho e juizado especial de pequenas causas), todos reclamando dívidas, os quais orçavam aproximadamente 450 mil reais, tendo pago mais da metade, e ainda com pendências em torno de 220 mil reais.

O novo projeto do Trem prevê uma parceria com empresas amapaenses, com a finalidade de construir no local onde está a atual sede social da Av. Feliciano Coelho, um edifício de 3 ou 4 pavimentos, dos quais um andar inteiro será do clube para funcionar os departamentos administrativos, o quadro social e movimentar o complexo esportivo, e a nova sede do clube. Desse negócio, espécie de venda com permuta, sobrará um saldo em dinheiro, que será destinado ao pagamento dos débitos remanescentes e o restante, aplicado na sede campestre (malocão da rodovia JK).

Em 2003, o time chegou a final da Taça da Integração, mas acabou perdendo para o CFA (RO) na decisão. No ano seguinte, conquistou a Seletiva do Amapá e garantiu vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. Em 2007, veio a glória mais recente: o time conquistou, após 23 anos, seu terceiro título estadual.

Títulos

Campeão Amapaense 1952 , 1984 e 2007

Hino

Letra e música não disponíveis

Estádio

O Zerão, principal estádio do Amapá, tem este nome devido a sua localização. Ele está situado exatamente no mesmo local onde passa a linha imaginária do Equador, ou seja, o Marco Zero. Segundo alguns afirmam, metade do campo fica no hemisfério sul e a outra no hemisfério norte. O nome oficial do Estádio é Milton de Souza Corrêa e foi inaugurado em 17 de outubro de 1990.

Mascote

A mascote do Trem é inspirada em uma locomotiva, que também dá o apelido pelo qual a torcida chama o time. Um torcedor do Rubro-Negro, em cima de uma locomotiva, forma a imagem da mascote do clube.





Site

http://trem-minhapaixao.com.br/

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Duque de Caxias Futebol Clube

Se comparado aos principais clubes de futebol do país, cujas fundações datam do início do século passado, o Duque de Caxias Futebol Clube pode ser considerado um time jovem. Criado em 22 de fevereiro de 1957, no município de Duque de Caxias, localizado na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, o primeiro nome escolhido para a entidade foi Tamoio Futebol Clube.

Ainda com suas três primeiras cores (branco, azul e vermelho) e com o nome de Tamoio, o time caxiense começou a dar seus primeiros passos no cenário do futebol. Em constantes acessos e descensos, o clube passou a maior parte de sua história disputando a segunda e a terceira divisões do Estadual do Rio.

Porém, em 2005, após uma parceria com a prefeitura da cidade, o clube mudou de nome, passando a se chamar Duque de Caxias Futebol Clube. Em virtude da aliança, a agremiação trocou também a cor vermelha pela laranja, continuando a ser tricolor, mas com uma pequena modificação.

Fundado em 08 de março de 2005, o Duque de Caxias Futebol Clube, também conhecido como "Gigante Tricolor da Baixada", tem como cores oficiais laranja, azul e branco.

Em seus poucos anos de vida, o clube teve uma ascensão meteórica. Já no ano de sua fundação sagrou-se campeão invícto da seletiva de acesso a segunda divisão de profissionais (2006) do estado do Rio de Janeiro.

Em 2006, o Gigante Tricolor da Baixada disputou pela primeira vez a segunda divisão do estadual, ficando de cara com a expressiva 6º colocação na classificação geral.

Em 2007, o clube disputou novamente a segunda divisão do campeonato carioca, e obteve maior sucesso, conseguindo a 5º colocação geral e conquistando a última vaga de acesso a Elite do futebol carioca (1ª Divisão - 2008).

Em 2008, o Duque de Caxias estará debutando na primeira divisão do campeonato estadual, esperando fazer uma boa campanha para se manter na elite e quem sabe até brigar por uma vaga na série "C" do brasileiro.

Estádio

O Duque de Caxias FC manda os seus jogos atualmente no estádio Romário de Souza Farias, localizado dentro do Centro Esportivo Romário de Souza Farias, o popular Marrentão, em Xerém, distrito da cidade de Duque de Caxias (no lugar do antigo Tamoio).

Em dezembro do ano passado, o clube inaugurou o Estádio Romário de Souza Farias, o Marrentão, num amistoso com uma equipe mista do Vasco que terminou empatado em 1 a 1. O centroavante dos mil gols, contudo, nunca compareceu ao estádio.

Hino

Tu és a alegria do povo,

O grande Tricolor da Baixada,

Espírito guerreiro de Campeão.

Pra sempre no nosso coração.

Majestoso Duque de Caxias,

Tuas cores são de explendor,

É Duque de Caxias Campeão.

É raça! É luta! É fibra! sempre a tua tradição.

É DUQUE! É DUQUE! É DUQUE CAMPEÃO.

No grito da galera, no tom da emoção,

Orgulho da imensa nação.

Mascote

Em virtude da torcida organizada Dragões de Caxias, a mascote do clube é uma referência ao símbolo criado pelos torcedores, sendo então escolhido um dragão para representar o Tricolor da Baixada.

site: http://www.duquedecaxiasfc.com.br

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Sociedade Imperatriz de Desportos


Fundado em 4 de fevereiro de 1962, a Sociedade Imperatriz de Desportos inicialmente chamou-se Sociedade Atlética Imperatriz. Foram mais de 38 anos com o mesmo nome, até que em 18 de fevereiro de 2000 o clube passou a ser Sociedade Esportiva Imperatriz. A denominação atual do Cavalo de Aço, como é conhecida a agremiação, veio em 2001 e, com isso, uma maior representatividade no futebol maranhense.

O clube nunca teve muito destaque no cenário futebolístico brasileiro, contando apenas com discretas participações no Campeonato Brasileiro da Série C em 1987 e 1995.

Em 2002, uma nova administração passou a tomar conta do time e, assim, a Imperatriz passou a disputar as fases finais das competições no Maranhão. Apostando em uma equipe jovem, o Cavalo de Aço começou a incomodar Sampaio Correia, Moto Clube e Maranhão Atlético Clube, os grandes do estado. Nos anos seguintes, a base foi mantida e apenas alguns reforços chegaram para trazer experiência ao elenco.

A fórmula deu certo em 2005, quando o alvirrubro conquistou o Campeonato Maranhense de futebol, na final contra o Moto Clube. O Cavalo de Aço venceu o segundo turno e conquistou o direito de disputar o título contra o vencedor do primeiro turno, o Moto Clube. Na final, o primeiro jogo terminou 4 a 2 para a Imperatriz e, na segunda partida, nova vitória, desta vez por 3 a 2.

Após essa conquista, o time pôde disputar a Copa do Brasil em 2006, fato que se repetiu em 2007 e 2008. Já na Série C, o alvirrubro participou em 2002, 2003, 2006 e 2007. A evolução da equipe se manteve, principalmente em 2007, quando chegou ao vice-campeonatos maranhense e da Taça de São Luís.

O grande rival da Imperatriz é o Tocantins. O jogo tem tanta importância para ambas as equipes que já tem nome próprio, assim como o Fla-Flu, Grenal ou Bavi. Na região, o confronto é chamado de “Tocantriz”.

Títulos

Campeonato Maranhense 2005

Estádio

Seu estádio é o Frei Epifânio D'Abadia, mais conhecido como Abadião, com capacidade para dez mil espectadores. Seu jogo mais importante foi a primeira partida da final do Campeonato Maranhense de 2005, contra o Moto Clube. Nesse confronto, o estádio recebeu sua capacidade máxima de torcedores.

Hino

Imperatriz, teu nome é uma bandeira
Exaltai o vosso altivo pavilhão
Tu és o mais forte no esporte
Um clube muitas vezes campeão
Em tuas cores, ouro lembrou
Em campo tua garra faz vibrar o torcedor
E a galera, num grito de guerra
Buscando a vitória, aplaude os heróis
Tua torcida, num grito de guerra
No campo aplaude teus onze heróis
Cavalo de Aço, Cavalo de Aço
No teu passado, não há fracasso
O teu presente, orgulha a gente
No peito o escudo que inflama
E busca a fama, com muito ardor
Be
m alto eu aclamo com orgulho
Sou alvirrubro, com muito amor

Mascote

Cavalo de Aço

domingo, 5 de outubro de 2008

Clube Recreativo e Atlético Catalano

O Clube Recreativo e Atlético Catalano - CRAC, foi fundado em 13 de julho de 1931 para representar o município nas competições esportivas regional, estadual e nacional. No início disputava apenas torneios da cidade e alguns regionais, principalmente envolvendo as cidades de Araguari, Uberlândia e Uberaba.

Em 1965 foi campeão da Segunda Divisão, invicto, com a seguinte formação: Nego, Pereco, Lázaro, Luiz Carlos, Silvio Salomão, Macaúba, Edir, Dezoito, Zé Tavares, Hosana e Zinho. O técnico era o Marambaia.

Para manter este time profissional a diretoria pedia auxílio à comunidade. Algo muito difícil na época, pois a cidade ainda não tinha aquela paixão fortalecida. Criaram uma loteria (semelhante a esportiva) com 5 jogos e quem fizesse mais pontos passava na “Construtora” do diretor Osires Pimentel Ulhôa e levava para casa o prêmio.

Algumas histórias são contadas pelos mais antigos, como a de que o time de 1965 era tão bom que na preleção, o técnico Marambaia não passava orientação técnica alguma, apenas dizia: “Meninos, hoje o jogo é duro. Nossa Senhora Aparecida que os proteja. Vamos lá!!!”

Ou como dizia o ex-auxiliar da tesouraria, João Cardoso de Carvalho, que chegava até o Hotel Matriz, na Praça da Velha Matriz, bem cedinho, no domingo, dia do jogo, para conversar com o árbitro, pedindo que ele fosse imparcial. Mas, que poderia ser parcial se quisesse: “Os mais bravos eram os mais baratos”, dizia João Cardoso.

Em 1967, dois anos após entrar na divisão de elite goiana e um ano após o primeiro título do Goiás EC, o CRAC sagrou-se campeão goiano da primeira divisão.
Foi no dia 25 de novembro de 1967 em pleno estádio Antônio Accioly. Um sábado à tarde, com a maior renda já vista até então num jogo de futebol no estado de Goiás. A diretoria do CRAC tentou de toda maneira transferir o jogo para o Estádio Olímpico, mas o Atlético não aceitou.O CRAC entrou em campo e venceu com Nego, Silvio Salomão, Gato, Dema e Luiz Carlos. Lázaro e Dezoite. Claudinho, Toró, Toninho Índio e Wagner. Além desses atletas, outros como: Recife e Bira tiveram boas atuações.
O gol foi marcado pelo ponta esquerda Wagner aos 18 minutos. Daí pra frente houve muita pressão do time Atleticano, mas o Leão do Sul manteve o placar. O técnico que comandou o CRAC nessa vitória importante foi o Odair Tito.
O time campeão de 1965 (Segunda Divisão) e o de 1967 (Primeira Divisão) foi praticamente mantido durante 5 anos.

Um acontecimento marcante se deu num jogo entre CRAC 1 x 0 Atlético Goianiense (Campeonato de 1968), quando o juiz da partida autorizou a saída de bola e o atleta Claudão (Cláudio Vitor) chutou diretamente ao gol, fazendo talvez (naquela época não havia filmagens para poder cronometrar corretamente o lance) o gol mais rápido do mundo. O goleiro do Atlético estava fazendo aquecimento na linha da grande área e não deu tempo de voltar para a meta. Foram apenas 2 toques e na súmula, o tempo de 6 segundos. Acredita-se, pelas dimensões do “Genervino” e pela rapidez, que o tempo gasto seria de no máximo 6 segundos.

Foram 18 jogos, sendo 9 vitórias, 6 empates e apenas 3 derrotas. Toninho Índio foi artilheiro do campeonato no ano de 1967 com 17 gols.
Terminado o jogo a cidade de Catalão ficou toda empolgada. As pessoas se abraçavam, corriam pelas ruas e quando finalmente a equipe campeã chegou à cidade houve uma comemoração tão vibrante como nunca se viu até então. Nem mesmo o famoso torcedor atleticano “respeita as cores vagabundo”, conseguiu segurar a força do CRAC em pleno estádio Antônio Accioly.
Campeão Goiano 2004

O CRAC conquistou o Campeonato Goiano ao vencer, em 17 de abril de 2004, o Vila Nova por 3 a 0 no tempo normal e por 5 a 4 nos pênaltis. Após 12 anos, o título volta para o interior – o último campeão interiorano havia sido o Goiatuba em 1992. Equipe mais antiga do Estado, o Crac chegou ao seu 2º título e, com isso, ganhou o direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série C, em 2004, e a Copa do Brasil, em 2005.

Títulos

campeão goiano da 1ª Divisão: 1697 e 2004.
campeão goiano da 2ª Divisão : 1965, 1986, 2001, 2003

Hino
http://mais.uol.com.br/view/83334

Letra não disponível


Estádio
O Estádio Genervino Evangelista da Fonseca (homenagem ao ex-deputado federal que doou o terreno para a construção do estádio), localiza-se na cidade de Catalão, no interior do Estado de Goiás, Brasil. Pertence ao Clube Recreativo e Atlético Catalano - CRAC, é um dos estádios mais antigos ou o mais antigo do Estado de Goiás e o primeiro a ter o campo de jogo totalmente gramado. É o único do interior goiano com placar eletrônico e, além do Goiás Esporte Clube, é o único do Centro-Oeste que possui carro-maca para transporte de jogadores contundidos ou lesionados. Apesar de pertencer ao CRAC, atualmente o estádio é administrado pela Prefeitura Municipal de Catalão através de um contrato de comodato.
Inauguração 1960
Capacidade 10.000

Mascote - Leão













site : http://www.cracnet.com.br/