domingo, 5 de outubro de 2008

Grêmio Esportivo Brasil


A história do G.E.Brasil teve início depois de uma divergência entre dirigentes e jogadores do Sport Club Cruzeiro do Sul, que era mantido e dirigido por funcionários da Cervejaria Haertel. O campo do S.C. Cruzeiro do Sul situava-se num terreno ao lado da Cervejaria Haertel. Certo dia, colaboradoes do clube, que estavam colocando uma cerca ao redor do campo, viram chegar no local alguns rapazes, jogadores do S.C.Cruzeiro do Sul, os quais de imediato foram treinar. Este fato irritou aqueles que estavam trabalhando na referida cerca. Mandaram que os outros parassem com o jogo e fossem ajudá-los. Frustados os rapazes foram embora. Por ironia do destino, dois daqueles rapazes inconformados com o ocorrido caminharam até um terreno próximo ao local onde hoje está situado o estádio do G.E.Brasil, ficaram ali sentados na grama pensando e discutindo a idéia de fundar um time de futebol, eram eles os saudosos Breno Corrêa da Silva e Salustiano Brito.

Resolveram eles marcar uma reunião de fundação do clube que teve como lugar o prédio de nº56 da rua Santa Cruz, em Pelotas, residência do Sr. José Moreira de Brito, pai de Salustiano. Ficando a sua primeira diretoria assim constituida: Dario Feijó, presidente; Silvio Corrêa da Silva, vice; Walter da Rocha Pereira, 1º secretário; Raymundo Pinto do Rego, tesoureiro; Breno Corrêa, adjunto; Manoel Joaquim Machado, Ulysses Dias Carneiro, Manoel Ribeiro de Souza, Nicolau Nunes, Paulinho Dias de Castro e Mário Reis, diretores; E estava fundado o G.E.Brasil em 7 de setembro de 1911, extamente na data comemorativa a Independência do Brasil.

Alusivo a este fato, foi decidido que as cores da camiseta seriam verde e amarela. Possivelmente, as cores inicialmente adotadas no fardamento do G.E.Brasil, seja o primeiro fato histórico da rivalidade com o E.C.Pelotas. Naquela época houve muita polêmica porque o fardamento dos dois clubes eram parecidos. Como o E.C.Pelotas inspirou-se nas cores do Clube Caixeral (azul e amarelo) para seu fardamento, o G.E.Brasil resolveu adotar as cores do Clube Diamantinos (vermelho e preto), mudando então as cores do fardamento.

Em 1919, o Brasil de Pelotas se consagrou o primeiro campeão gaúcho. Para chegar à final da competição, o clube venceu o campeonato da Segunda Região e o campeonato de Pelotas. Após os triunfos, a equipe disputou a final com o campeão do torneio da Primeira Região.

Na disputa, o Brasil levou a melhor e venceu o Apad, por 5 a 1, com gols de Proença (3), Alvariza e Ignácio. O duelo foi disputado em Porto Alegre, no estádio da Baixada, com aproximadamente três mil espectadores. No retorno a Pelotas, os heróis do título foram recebidos com queima de fogos e uma passeata até a Praça Osório, onde os campeões foram devidamente homenageados.

Em 1920, o Grêmio Esportivo Brasil cedeu o primeiro jogador gaúcho para a seleção brasileira de futebol. Alvariza foi convocado para a disputa do Sul-Americano daquele ano e entrou para a história com o chamado.

Em 1950, outro feito entrou para a história do Grêmio Esportivo Brasil. A equipe fez uma excursão para o Uruguai, onde enfrentou a seleção celeste em um amistoso. Se preparava para a disputa da Copa do Mundo daquele ano, quando se consagrou campeã mundial em pleno Maracanã. No duelo contra o Brasil de Pelotas, vitória da equipe Xavante por 2 a 1, com gols de Darci e Mortosa.

Em 1985, o Brasil de Pelotas realizou a sua melhor campanha no Campeonato Brasileiro da primeira divisão. Treinada por Walmir Louruz, a equipe chegou à semifinal da competição, mas acabou sendo eliminada pelo Bangu, que terminou com o vice-campeonato ao ser derrotado pelo Coritiba na final.

Em 1995 o Brasil foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Gaúcho de Futebol. Em 1996, o time conseguiu voltar à primeira divisão estadual. Logo no primeiro jogo, o Brasil ganhou por 1 a 0 do Internacional, no Bento Freitas. Naquele ano, a torcida Xavante ganhou o prêmio de "Melhor Torcida Do Campeonato Gaúcho de 1996", e em 1997, repetiu o feito.

No campeonato de 1997, o Brasil chegou às semifinais, sendo obrigado a disputar a primeira partida no Estádio Aldo Dapuzzo, em Rio Grande, devido ao seu estádio ter ficado interditado. O adversário foi o Grêmio e a partida terminou empatada em 1 a 1. No jogo de volta, um empate em 2 x 2 no Olímpico levou invadiu a decisão da vaga para os pênaltis, onde, após 12 cobranças, o Brasil foi desclassificado. Mas a resposta do Brasil não tardaria e no Campeonato Gaúcho de 1998 o elimina em dois jogos muito empolgantes. No primeiro jogo, acabou empatando em 0 x 0 no Bento Freitas e na partida de volta no Olímpico Monumental, vence por 2 x 1 empurrados pela torcida e também pelas declarações infelizes do técnico do Grêmio Sebastião Lazaroni em que acusava os jogadores do Brasil de doping.

Em 2008, apesar da não muito boa campanha no Campeonato Gaúcho, o Brasil faz ótima campanha na Série C de 2008. A meta inicial era se classificar para a nova Série C de 2009 para depois pensar na vaga na Série B. O Xavante passou da Primeira Fase e da Segunda e da Terceira Fase também, e agora vai disputar a Final já sabendo que vai estar garantido na nova Série C 2009 e buscando subir para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Estádio

Estádio Bento Freitas (Baixada)
Inauguração: 23 de maio de 1943
Primeiro gol: Birilão (Brasil)
Capacidade: 18.000
Recorde de público: 20.115
(G.E.Brasil 1x0 Flamengo - 21 de março de 1984

Logo após a sua fundação o Brasil não tinha seu próprio estádio, até que o Dr. Augusto Simões Lopes cedeu um campo de sua propriedade localizado perto da Estação Férrea. Ali foram travadas partidas memoráveis, atraindo cada vez mais torcedores aos jogos do Brasil.

Em 1939, o Brasil comprou um terreno à rua 13 de Maio, atual Princesa Isabel para construir ali o seu novo estádio. O novo estádio foi inaugurado em 1943, num jogo amistoso do Brasil com o Força e Luz, de Porto Alegre.

Títulos
Campeonato Gaúcho: 1919
Campeonato Gaúcho 2ª Divisão: 2 vezes (1961 e 2004)
Campeonato Citadino de Pelotas: 27 vezes (1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927, 1929, 1931, 1937, 1941, 1942, 1946, 1948, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1961, 1962, 1963, 1964, 1970, 1976, 2004 e 2006).

Hino
Compositor: José Costa

Brasil, Brasil, Brasil
As tuas cores são nosso sangue nossa raça
Brasil, Brasil, Brasil
Forç
a e vontade cheio de graça
Brasil, Brasil, Brasil
Nós este ano, vamos vencer
Salve o Brasil
O campeão do bem-querer
Avante com todo esquadrão
Torcida do nosso campeão
Ele tem seu passado de glória
Tem o seu nome gravado na história

Lá no estrangeiro
Mostraste ser bem brasileiro
Com os louros da vitória
Trouxeste para nós mais outra glória


Mascote
A figura do Índio Xavante foi adotada pelos torcedores do Grêmio Esportivo Brasil, em 1946, quando a equipe venceu o rival Esporte Clube Pelotas, com um homem a menos em campo, pelo placar de 5 a 3, em partida válida pelo Campeonato da Cidade daquele ano. Após o fim do jogo, a torcida do Grêmio Esportivo Brasil invadiu o campo e derrubou um alambrado do estádio para conseguir comemorar a vitória heróica dentro do gramado. Como as cores dos índios Xavantes também são vermelho e preto, o clube ficou conhecido como Xavante por todos.

site: http://www.brasildepelotas.com

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Atlético Clipper Clube


No dia Primeiro de junho de 1952 foi fundado o Atlético Clipper Clube. A equipe durante 43 anos foi amadora (disputando o campeonato amador da FADA(até 1964) e depois da FAF (a partir de 1965)) até 1995 quando adentrou no ano seguinte no campeonato de profissionais com o apoio de um grande empresário de Manaus - Janjão.


Em 1963 o Sr. Monteiro, que trabalhava como dirigente do London Bank "pegou" de Aristóbulo e Aristóteles (irmãos) o comando do Time preto e amarelo que tem uma "águia" desenhada em seu escudo e por isso mesmo sendo a "mascote" do time. Na verdade o Clipper já era uma equipe bem organizada, para os padrões da época.

Monteiro soube dignificar o Clube mantendo-o nos campeonatos amadores, nas escolinhas de futebol, nos juvenis e juniores com primazia, apesar das dificuldades diversas.

O Clipper foi fundado na Rua Visconde de Porto Alegre no Bairro da Praça 14 de janeiro (Zona sul de Manaus), próximo de onde é hoje o "Oratório" de São José, Colégio Domingos Sávio. Nesta mesma rua, trocou duas vezes de endereço.

Segundo o antigo massagista "Santinho, 80 anos" , ex- profissional do Fast Clube e irmão do ex- craque "Tapioca", antigo lateral do Time Tricolor, este nome, que hoje chega bem próximo, etnologicamente e foneticamnte falando, do Programa de Computador CLIPPER ou de CLIP, ou ainda de ECLIPSE, foi feito assim simplesmente para diferenciar pelo nome, na época, 1952, de tudo que havia de nomes de times Em Manaus, pois haviam nomes muito próximos, como é o caso do Nacional e do Nacional Fast Clube por exemplo. Era para ser batizado algo como já disse, de "ECLIPSE", que às vezes faz com que o sol seja "escondido" pela lua e coisa assim...ou seja, um nome para Diferenciar mesmo.

O Clipper chegou a ser vice-campeão amazonense em 1996 e 2002. Em 1996 foi patrocinado pelo empresário e político Janjão que ajudou a montar a equipe e inclusive, fez no primeiro jogo na estréia do campeonato, uma grande e tentadora promoção - O Sorteio de um carro 0 km, para quem comprasse ingresso. O Clipper chegou a levar mais de 5 mil torcedores para o Vivaldo Lima, causando na época, certo impacto, pois alí havia uma ousadia para um clube que estava estreando no Profissionalismo e também num tempo de "vacas magras" no futebol do estado, quando o público nos estádios ea sempre reduzido.

A equipe do Clipper treinava no Centro Social Urbano do Parque 10 (Zona centro-sul), bairro aristocrático de Manaus e por isso mesmo é vizinho do América Futebol Clube. Quando jogam, há um "novo clássico" - "O CLÁSSICO DO PARQUE 10", que só tempo batizará.

Em 1999, o jovem empresário e treinador carioca, Oscar Conrado chegou para o Clipper atiçando sua estrutura e inaugurando um pequeno hotel para os jogadores, localizado na Zona Norte de Manaus, no populoso bairro da Cidade Nova.

Nesse ano de 99 o Clipper fez uma excelente campanha, brigando até as últimas rodadas pelo título, ficando na quarta posição, na final, abaixo somente de São Raimundo (campeão), Rio negro e Nacional. Nesse ano, Oscar, misto de treinador e empresário mandou buscar mais de 15 jogadores no sul- sudeste do Brasil, pagando aos mesmos, razoáveis salários, estadia, alimentação e assistência médica.

As categorias de base do "Águia dourada" treinam no CSU e também no campo do "Buracão" na fronteira do Parque 10 com o popular bairro da "UNIÃO". Lá, os técnicos GESSERALDO e BETO formam os futuros craques do time preto e amarelo.

Em 2002 a "Águia Dourada" fez convênio com o Município de Itacoatiara, transferindo sua estrutura profissional inteira para a cidade de 80 mil habitantes, situada a 170 KM à Leste de Manaus, onde chega-se de carro em média por 2 horas e meia de viagem. Nesse mesmo ano, mesmo com dificuldades, chegou ao vice - campeonato, perdendo na final para o Nacional por 3 x 2. Nesse mesmo ano conseguiu seu primeiro Título profissional - CAMPEÃO DA TAÇA AMAZONAS 2002 disputando com 6 equipes a Seletiva para o Amazonão de 2002.

Em 2003, 5ºcolocado, 2004 10º(última) colocação, 2005 5º, 2006 10º(última) colocação novamente.Devido às dificuldades financeiras, não disputou os campeonatos em 2007 e 2008(Licenciado).

Estádio
Em Itacoatiara

O Estádio Floro de Mendonça é um estádio localizado em Itacoatiara, no estado do Amazonas. Na época de sua inauguração,na década de 1960 chegou a receber jogos de grandes equipes como o Flamengo e o Vasco da Gama. O Estádio Municipal de Itacoatiara é acanhado. Com capacidade para cinco mil pessoas, de acordo com a inspeção feita pelo Corpo de Bombeiros, o Floro Mendonça está localizado na parte central do município de Itacoatiara. O gramado mede 105x68m, entretanto as áreas laterais e de fundo são menores.
Capacidade:5.000 pessoas

Hino

Letra: Daniel Salles

“Surge o velo de ouro à brilhar
Com a águia dourada a voar
Sobre a estrada do vulto futebol
Centenário de valor
Combinado à paixão
Clipper Clube
Tu és a esperança
Também és juventude
Clube do coração
Defesa que se agiganta
Quando o inimigo se levanta
Meio-campo estrategista
E o ataque que conquista
Nos cordéis adversários
Sua marca a deixar
Mostra meu time querido (bis)
Tua devoção para ganhar (bis)
E fazer uma nova era
A explosão dessa galera
A alegria a extasiar
Preto e amarelo
São as cores dessa garra
Dessa águia que congraça
A magia nesse dia
Voa sobre os campos do Amazonas (refrão)
Clipper clube para a vitória alcançar”


Mascote
Águia

fonte:http://www.geocities.com/futeboldoamazonas/cliper.html

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Vilavelhense Futebol Clube

Inicio conturbado

Rogério Pedrini, presidente do Esporte Clube Tupy, não está nada satisfeito com os dirigentes do Vilavelhense, que vai representar Vila Velha no campeonato da Primeira Divisão capixaba. em 2002. Quem está inscrito na Federação é o seu Tupy e que Vilavelhense é um nome fantasia. Garante que qualquer documento oficial tem de ter a sua assinatura porque tudo tem de ser em nome do Tupy.
Mas, a bronca maior do Rogério é porque o Vilavelhense indicou o Estádio do Sesi de Araçás para os seus jogos no campeonato, tirando-os do campo do Tupy, no bairro da Toca, onde teve o mando de campo na segundona.

Segundo ele, os dirigentes do Vilavelhense reclamaram bastante das condições do campo do Tupy. Rogério considera isto outra injustiça e argumenta: "O Vilavelhense jogou cinco partidas em nosso campo, ganhou quatro e empatou uma e só perdeu quando jogou fora. Então não podem usar o argumento de que o nosso campo é ruim. Ruim devem ser os campos onde perderam".
Rogério não sabe precisar até quando esta parceria curiosa vai durar. Mas, enquanto durar, ele deseja que seja harmoniosa. Para isto acontecer ele acha muito simples: basta os responsáveis pelo Vilavelhense não esquecerem que o Vilavelhense é o Tupy.


Depois do fim do Estadual 2002, os dirigentes do Tupy e do Vilavelhense romperam relações e o Tupy ficou com a vaga na Primeira Divisão. Ao Vilavelhense restou apenas voltar a disputar a Segunda Divisão Capixaba desta vez com inscrição própria.

O Vilavelhense foi fundado em 26 de agosto de 2002, e profissionalizado em reunião de Diretoria da CBF – Confederação Brasileira de Futebol, em 13 de março de 2003.

Em seu 1º ano como profissional, disputou o Campeonato Estadual de Futebol da 2ª Divisão em 2003, enfrentando a Desportiva Capixaba nas finais, sagrando-se Campeão da Segunda Divisão, tendo feito a melhor campanha durante todo o campeonato.

Credenciou-se, assim, a disputar a 1ª Divisão do Campeonato Capixaba de Futebol Profissional.

No Campeonato de 2004, apesar das inúmeras dificuldades ficou em 6º lugar.

No Campeonato de 2005 e 2006 ficou em sétimo lugar.
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Na segunda participação sagrou-se Campeão da Copa Espírito Santo 2006, garantindo assim o direito de disputar a Copa do Brasil no ano de 2007.
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No ano de 2007 sagrou-se Campeão Estadual na categoria Juniores

Títulos

1 Campeonato da Segunda Divisão ( 2003 ) e 1 Copa ES ( 2006 ).

Estádio

Estádio do SESI, Mas manda seus jogos oficiais no Engenheiro Araripe, Estádio da Desportiva Capixaba

Hino

Meu coração amanheceu, iluminou.
A claridade fez folia em meu olhar.
O azul mais forte que eu já vi no céu brilhou.
Da cor dessa camisa, uma força brotou.
Essa paixão vermelha é raça e muito mais.
Essa bandeira nasce no branco da paz.
Vilavelhense, essa semente, grande tuas glórias imortais.

Meu coração amanheceu, iluminou.
A claridade fez folia em meu olhar.
O azul mais forte que eu já vi no céu brilhou.
Da cor dessa camisa, uma força brotou.
Essa paixão vermelha é raça e muito mais.
Essa bandeira nasce no branco da paz.
Vilavelhense, essa semente, grande tuas glórias imortais.

Vilavelhense. A vida explode enquanto o Vila entra em campo.
Vilavelhense, o amor sacode a euforia no meu pranto.
Vila, Vila, Vila. Vila em primeiro lugar.
Vila é seleção, bate coração, é campeão.

Meu coração amanheceu, iluminou.
A claridade fez folia em meu olhar.
O azul mais forte que eu já vi no céu brilhou.
Da cor dessa camisa, uma força brotou.
Essa paixão vermelha é raça e muito mais.
Essa bandeira nasce no branco da paz.
Vilavelhense, essa semente, grande tuas glórias imortais. (bis)

Vilavelhense. A vida explode enquanto o Vila entra em campo.
Vilavelhense, o amor sacode a euforia no meu pranto.
Vila, Vila, Vila. Vila em primeiro lugar.
Vila é seleção, bate coração, é campeão.

Mascote
Não tem

site : http://www.vilavelhense.com.br/

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Associação Desportiva Confiança

Fundado em 1º de maio de 1936, a Associação Desportiva Confiança, nasceu após uma competição de Voleibol, no bairro Industrial, onde, na época, os idealizadores Joaquim Sabino Ribeiro Chaves, Epaminondas Vital e Isnard Cantalice lançaram o desafio de fundar um clube de Basquete e Voleibol. Somados e unidos pelo mesmo sonho, os jovens idealistas deram o pontapé inicial para uma história de vitórias e realizações do "Gigante Operário".

Somente em 1949, a ADC cria seu time de Futebol, realizando diversos amistosos. Em 1950, o time disputa o Estadual, mas devido a antiga Lei do Estágio, acabou perdendo os pontos conquistados e, por isso, saiu do campeonato para realizar amistosos preparatórios. Em 1951, com todos jogadores regularizados, conquistou o estadual com certa facilidade, massacrando o Passagem de Neópolis por 7x1 na final.

Em 1º de maio de 1955, o Confiança, através do seu padrinho, o Dr. Joaquim Sabino Ribeiro Chaves, realizou o sonho de todo time de futebol, construir o seu estádio de futebol, o estádio Sabino Ribeiro. No primeiro clássico no estádio, o Confiança arrasou o Sergipe ao vencer por 6x1. E na decisão do campeonato, depois de vencer o Sergipe por 3x1 no antigo estádio Adolpho Rollemberg, a FSD(atual Federação Sergipana de Futebol), marcou a 2ª partida da final novamente no Adolpho. Não concordando com a decisão, o Confiança desfiliou-se da FSD e, depois do amistoso contra o Olímpico, fechou as portas.

Indignada com a atitude tomara pelo patrono do Confiança, a torcida proletária realizou uma grande passeata que praticamente cruzou a cidade até as proximidades da sede do clube. Envolvido com o tal movimento, o sr. Joaquim Ribeiro foi até a multidão e, em um palanque improvisado, disse para a multidão: "Como é para o bem de todos e felicidade maior do Confiança, o Confiança fica e a Fábrica sai, porque o Confiança não pertence mais à Fábrica, o Confiança agora é do povo".

Em 17 de fevereiro de 1957, o Confiança realiza um amistoso que marca o seu retorno ao futebol. E não poderia ter sido em momento tão oportuno. O Confiança venceu o [Bonsucesso Futebol Clube|Bonsucesso/RJ] por 3x1, realizando um feito não só seu mas também do futebol sergipano, sendo a primeira vitória de um time sergipano sobre times cariocas.

Na década de 60, o Confiança montou seu primeiro grande time, que para muitos foi o maior de todos os tempos. Formado por grandes craques que chegaram a brilhar no futebol nacional e no exterior, esse time conquistou o bicampeonato em 1962/63; sagrou-se vice-campeão da Zona Nordeste da Taça Brasil em 1964; campeão estadual e da Taça São Francisco em 1965 e campeão invicto em 1968. Vale destacar as brilhantes campanhas nas Taças Brasil de 63 e 64 e também as vitórias sobre os principais times do nordeste e até Bangu, na época campeão carioca.

Na década de 70, o Confiança teve outro grande time de sua história. Este time sagrou-se novamente bicampeão estadual 1976/77. Em 77, o time realizou a melhor campanha de um time sergipano em nacionais, chegando a decidir a liderança do grupo contra o Flamengo em pleno Maracanã. Desse time, vários destaques acabaram jogando nos principais clubes do futebol nacional.

Na década de 80, com mudanças no Campeonato Brasileiro, diversos times acabaram sofrendo com a falta de visibilidade. E com o Confiança não foi diferente. Ainda disputou um Campeonato Brasileiro, mas sem o mesmo brilho. No restante da década, quando disputou algum torneio nacional foi a Segunda Divisão, com campanhas medianas.

Na década de 90, enfrentou o pior jejum de toda história. Foram 10 anos sem títulos. Mesmo assim, chegou perto de voltar ao Campeonato Brasileiro em 1992, onde a CBF realizou uma virada de mesa e acabou subindo vários times. A partir de 1997, começou a fazer boas campanhas na Série C, mas nunca conseguindo chegar no objetivo principal.

Em 2000, o fim do jejum de títulos esteve bastante próximo. Depois de um começo de ano ruim, o time cresceu na reta final do estadual e, vencendo o Hexagonal, iria decidir com o Sergipe. E, após golear o Sergipe por 4x1 no João Hora de Oliveira, viu a história de 55 se repetir. Desta vez, a Polícia Militar vetou o estádio Sabino Ribeiro (que já tinha recebido mais de 20 jogos somente naquela temporada). Mesmo assim, o Confiança entrou em campo sem a presença do rival. A FSF, presidida interinamente por Ari Resende, remarcou a partida para um estádio neutro, e dessa vez o Confiança não compareceu. E até hoje essa briga está na justiça desportiva, com o Sergipe vencendo no TJD e o Confiança vencendo no STJD.

No ano seguinte, finalmente o jejum chegou ao fim. O rival venceu a primeira fase e o Confiança a 2ª fase, indo para as finais com vantagem. E em 3 jogos eletrizantes, o Confiança sagrou-se campeão sergipano. Em 2002, o time conquistou o bicampeonato de forma invicta, repetindo o feito de 1968. E ainda por cima realizou a melhor campanha de um time sergipano em Copa do Brasil. Em 2004, o último título estadual com uma campanha praticamente impecável.
Títulos

Campeonato Sergipano: 17 vezes (1951, 1954, 1962, 1963, 1965, 1968, 1976, 1977, 1983, 1986, 1988, 1990, 2000, 2001, 2002, 2004, 2008)

Copa Governador João Alves: 3 vezes ,(2003, 2005) e 2008.
Estádio

O estádio proletário Sabino Ribeiro, construído no coração do bairro industrial, palco de memoráveis jogos, após um recesso de anos, e então servidno só para treinos da equipe azulina, em 01/05/93, voltou a ser palco de competições oficais, isso coltou com o clássico ConfiançaxVasco, válido pelo primeiro turno do sergipano de 1993.

Naquele dia, velhos e novos proletários estavam vibrando com o novo confiança, revivendo o passado e trocando idéas sobre o que deveria acontecer foi o reencontro da grande nação azulina que doravante voltou a prestigiar a exeplo do que aconteceu no passado.

A verdade, é que o estádio Sabino Ribeiro, inaugurado no dia 1° de maio de 1955, com o clássico, Confiança 2x0 Passagem, de Neópolis, a exemplo do que aconteceu naquele dia, recebeu um grande público.

O estádio Sabino Ribeiro localiza-se na Zona Norte da cidade, conforme aconteceu com o Confiança, foi outra iniciativa do seu imortal patrono, o empresário Joaquim Sabino Ribeiro Chaves. Para tornar esse sonho realidade, ele contou com a abnegação com o presidente da época, JoséGomes de Figueiredo Monte e Epaminondas Vital.

Hino
Autor: José Silva

Quem é
o campeão dos campeões,
que no gramado mantém sua glória,
é a Desportiva Confiança,
dos operários tem o nome a vitória,
sua bandeira com alvi-anil,
sou Confiança em todo Brasil,
Sua luta continuará,
outras taças,
Iremos conquistar,
essa é a realidade,
quem foi rei sempre é majestade.

Mascote: Dragão


Apelidos: proletário, azulino, dragão





site: http://www.confiancase.hpg.com.br/


terça-feira, 30 de setembro de 2008

Brasília Futebol Clube

Em 1969, a Associação Comercial do DF (ACDF) planejava fundar um time de futebol. Como, pouco depois, surgira o Ceub, dentro de uma faculdade e logo aderindo ao futebol profissional, a entidade preferiu esperar. Como a iniciativa ceubense dera certo, no dia 2/6/1975, liderados por José da Silva Neto e Vicente de Paula Rodrigues, os empresários se reuniram na sede da ACDF, aprovaram o estatuto e elegeram Silva Neto o presidente do Brasília Esporte Clube, cuja cor vermelha foi sugestão do dentista Mário Trigo, invocando o América-RJ.

Fundado o clube, o treinador Cláudio Garcia, ex-jogador do Fluminense, e o preparador físico Caranambu Bessa, fizeram uma peneira que atraiu 600 candidatos e selecionou 15, entre eles os zagueiros Jonas Foca, que ganharia oito títulos pelo clube, e Luis Carlos Teixeira (foto), futuro astro do Cruzeiro e do Vasco. Em seguida, as primeiras contratações (o goleiro Norberto "Mão-de-Onça", ex-Botafogo de Ribeirão Preto; o lateral-direito Terezo, ex-América-RJ; o armador Erci, que estava no futebol português; e o atacante Lenílson, ex-Madureira) e os primeiros amistosos contra times amadores. No mesmo ano, o Brasília venceu o Torneio Incentivo, paralelo ao Campeonato Nacional, disputado contra Campineira e Humaitá, do qual o capitão e zagueiro Pedro Pradera (ex-Ceub, ABC de Natal e Portuguesa-SP), levantou o troféu entregue pelo governador do DF, Elmo Serejo Farias.

Taça na prateleira, o Brasília fez o seu primeiro amistoso interestadual, vencendo o Fluminense de Araguari, no Estádio Mané Garrincha, por 3 x 1, e, pouco depois o seu primeiro grande jogo, perdendo, por 1 x 0 do Flamengo. O ato seguinte foi o Torneio Imprensa, em 1976, contra Ceub, Taguatinga, Gama, Grêmio Brasiliense e Humaitá, ficando em terceiro lugar, atrás de Grêmio e Taguatinga. Nessa disputa, esperava-se que surgisse o futuro grande clássico candango, Brasília x Ceub, mas quando os dois se pegaram, não saíram do 0 x 0.

Iniciado o Campeonato Brasiliense de 76, o título valeria vaga no Campeonato Nacional. O Ceub ganhou o primeiro turno (Taça Brasília) e o segundo foi interrompido para se disputar um quadrangular que indicaria o representante do DF na disputa. Mas o que pintou foram liminares de todos os lados, culminando com o Ceub abandonando o futebol profissional. O Grêmio também se esfacelou, o Taguatinga emprestou o grande ídolo da torcida brasiliense, Banana, ao Vasco, e tudo ficou favorável ao Brasília, que terminou campeão, numa final contra o Humaitá. Treinado por Velha, o time do título foi Norberto; Terezo, Luis Carlos Teixeira, Sousa (ex-Cruzeiro) e Odair Galetti; Well, Raimundinho "Baianinho" e Rogério Bayer; Humberto "Banga", Roberto (ex-Clube do Remo) e Duda.

Fundado em 1975, é o clube profissional mais antigo em atividade no Distrito Federal. O Brasília Esporte Clube era bancado pela Associação Comercial do Distrito Federal e deteve a hegemonia no futebol candango, com oito títulos entre 1976 e 1987, um recorde igualado somente em 2000 pelo Gama. Em 1999, já em crise, aproveitando a Lei Pelé, tornou-se o primeiro clube-empresa totalmente privado do Brasil. Comandado pelo médico veterinário aposentado Ênio Marques, um grupo de oito sócios fundou a empresa Brasília Promoções e Participações Desportivas S/A e comprou, por preço simbólico, o departamento de futebol do Brasília Esporte Clube mudando seu nome para Brasília Futebol Clube passando a deter os direitos sobre a marca Brasília para clube de futebol. Os planos eram ambiciosos. Entre outros pontos, queriam fazer intercâmbio com clubes brasileiros e estrangeiros (incluindo-se aí até pré-temporada na Europa); e a construção de um centro de treinamento atrás do Mané Garrincha. As cores tradicionais vermelha e branca foram trocadas pelo verde, amarelo e azul, para ter uma identidade maior com o Brasil. A idéia era, a longo prazo, vender a imagem do clube no exterior. Em 2000, foi formada uma supercomissão técnica, com nove pessoas e o clube passou a treinar na UnB. Toda essa estrutura deixou o clube com uma folha de pagamento em torno de R$ 50 mil por mês. Para segurar um folha tão alta, os dirigentes contavam com o acerto de parcerias, o que não aconteceu. Com uma receita baseada apenas na cota de cerca de R$ 10 mil mensais repassados pela FM, fruto de um convênio com o GDF, os planos mirabolantes caíram por terra. A dura realidade bateu as portas do clube em forma de dívidas com a UnB, jogadores e comissão técnica. Em 2001, a situação piorou. O clube disputou o estadual com uma equipe modesta esperando meramente não ser rebaixado. Não conseguiu.

Assim, pela primeira vez, em mais de 20 anos, o Brasília, um dos clubes mais tradicionais do Distrito Federal, oito vezes campeão brasiliense disputava a Segunda Divisão Estadual. Transformado em clube-empresa em dezembro de 1999, sob a responsabilidade de oito sócios, estava praticamente abandonado à própria sorte. Com a corda no pescoço, os cartolas resolveram cortar despesas. O clube passou a ser um time de aluguel, com toda a estrutura bancada pelo Gama. O elenco na Segunda Divisão foi formado por juniores do Gama, em preparação para a Copa São Paulo de Futebol Junior 2002. O presidente do Gama Wagner Marques, ex-presidente do próprio Brasíia assumiu todos os custos e inclusive trocou as cores do clube. Sumiram o azul e amarelo do novo e fracassado Brasília e ressurgiram o vermelho e o branco do Brasília dos tempos aúreos. A parceria surtiu efeito e o clube conseguiu reerguer-se e conquistar a Segunda Divisão estadual. Porém, fica em 9ºlugar e é rebaixado novamente. Disputa a segunda divisão em 2003 e 2004, chegando as semifinais nos dois anos. Em 2005, não disputa nenhum campeonato, retornando em 2006, na terceira divisão. É vice-campeão, mas não sobe, e novamente vice em 2007, subindo para segunda divisão em 2008, onde disputa a final, e já conquistou o acesso, estando de volta a primeira divisão após sete anos.

Títulos

Campeonato Brasiliense: 8 vezes (1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987).
Campeonato Brasiliense 2ª Divisão: 2001.

Hino

Autor: José Wilson Costa Dias

Avante, Brasília, avante
Todos gritam por você
Como um Sol irradiante
Hei de vê-lo até morrer

Sua garra exuberante
Num magnífico esplendor
Me deixa muito contente
Colorado, meu grande amor

Brasília, Brasília,
Você é o maior em tradição
Brasília, Brasília
Sempre será o eterno campeão

Brasília, Brasília,
Eu sempre lhe amei
Brasília, Brasília,
Colorado sempre sei

Estádio

Utiliza o Estádio Mané Garrincha

Mascote

Calango do Cerrado

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Associação Atlética Iguaçu

Em 1971, abnegados do futebol, encabeçados pelo então Coronel Ricardo Gianordolli, comandante na época do 5º Batalhão de Engenharia de Combate em Porto União-SC, cidade irmã de União da Vitória, reuniram-se naquele Batalhão e decidiram fundar uma equipe profissional que representasse as duas cidades vizinhas, enfim estava fundada a Associação Atlética Iguaçu mais precisamente em 15 de agosto de 1971, a associação tendo como primeiro presidente o Coronel Gianordolli.
Formada a equipe, surge a primeira dúvida: qual Campeonato disputar, Paranaense ou Catarinense? Sem muita demora, a primeira opção foi escolhida. Sendo assim, apenas quatro meses após a entidade despontar para o mundo do futebol, o Iguaçu estreou no torneio Estadual do Paraná.

O primeiro Campeonato disputado teve seu início antecipado para o mês de novembro de 1971. E no dia 14 de novembro de 1971, a A.A.Iguaçu fazia sua estréia em competições oficiais no Campeonato Paranaense. A ficha técnica da primeira partida:

Estádio Enéas Muniz de Queiroz, em União da Vitória

Associação Atlética Iguaçu x Pinheiros

Nessa mesma estréia da Pantera do Vale também foi a estréia do Pinheiros, antes chamava-se Água Verde.

Final de jogo: A.A.Iguaçu 2 x 2 Pinheiros (gols do Iguaçu, Duda e Bugrão, gols do Pinheiros Madureira e Nei). A arbitragem foi de Plinio Buenas.

A A.A.Iguaçu atuou nessa partida com: Jorge, Ronaldo (Jorginho), Zé Maria, Niri, Santos, Dito Cola, Indio, Gentil, Bugrão, Duda e Chila.

Após a estréia Iguaçuana em competições oficiais, a equipe permaneceu na primeira divisão de 1971 até 1980. Em 1980, é rebaixada para segunda divisão, ficando até 1987. Nesse ano, o Pantera do Vale é conquista o título de Campeão da Segunda Divisão do Paraná e volta para a Primeira Divisão. A partida decisiva foi contra o Operário de Ponta Grossa no dia 13 de setembro em Ponta Grossa, terminou em 3 a 1 pro Iguaçu gols do Mica, Josemar e Biro-Biro e Nilson para o Operário de P. Grossa.

Em 1988, a equipe de União da Vitória participou da Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, na época o módulo AZUL, não tendo boa classificação. 1993, marca um novo rebaixamento da equipe da segunda divisão paranaense.

Após um recesso nas suas atividades a partir do final de 1997,a equipe retornou ao futebol profissional em 2005 ,disputando a Divisão de Acesso e conquista o título com uma rodada de antecipação, subindo novamente para a Primeira Divisão em 2006. Mas com denúncias de outros clubes a A.A.Iguaçu acusava de utilizar jogador irregular em uma partida, perde 6 pontos e fica em terceira colocada perdendo o título e a vaga da Primeira Divisão.

Mas com a fusão de ADAP/Galo Maringá e a desistência do União Bandeirantes na Primeira Divisão abre uma vaga para a inclusão do Iguaçu no Campeonato Paranaense da Primeira Divisão/2007.

Títulos

Campeonato Paranaense Série Prata: 3 vezes (1987, 1996 e 2006)

Estádio
O clube manda seus jogos no Estádio Municipal Antiocho Pereira, construído em 1987, com capacidade para 12 mil pessoas, que substituiu o antigo Estádio Enéas Muniz de Queiroz, demolido pela Rede Ferroviária Federal. O Antiocho Pereira foi construído com material recolhido na antiga Arena da Baixada (hoje Kyocera Arena, estádio do Atlético-PR), como traves, sistema de iluminação e arquibancadas — o jornal Gazeta do Povo não cota as traves da antiga Arena da Baixada como parte do material usado em União da Vitória.

Hino

Já está entrando em campo
Vai começar a emoção
O azul e o amarelo
Arrepia o coração

Com garra e amor à camisa
Muita determinação
Não pode ser esquecido
Esse é o time querido
Da nossa população

Iguaçu, Iguaçu!
Conquistou as suas glórias
Iguaçu, Iguaçu!
Orgulho de União da Vitória

Mascote






site:http://www.aaiguacu.com

sábado, 27 de setembro de 2008

Grêmio Recreativo Barueri

Em 1989, visando promover integração social e educação por meio do esporte, nasce o Grêmio Recreativo Barueri. Desde então, a Organização Social tem promovido um amplo trabalho social, afastando crianças, adolescentes e jovens da ociosidade e de atividades ilícitas, formando atletas e cidadãos.

Para tal, o Grêmio Barueri trabalha em duas vertentes diferentes. O Futebol Profissional e os Núcleos de Formação Esportiva.

Os Núcleos de Formação Esportiva foram as primeira atividades desenvolvidas pelo Grêmio. Atualmente são centenas de crianças atendidas no projeto em diversas modalidades, como: futebol, futsal, vôlei, basquete, judô, karatê, ginástica artística, atletismo, skate e tênis.

Além da instrução esportiva e das atividades física e mental, as crianças têm a oportunidade de viver uma vida mais saudável desenvolvendo atributos importantes como: trabalho em equipe, superação, garra, força, desafios, vitórias e conquistas.

Como conseqüência deste trabalho, talentos são descobertos e crianças descobrem no esporte um caminho para se tornarem melhores cidadãos.

Outra vertente desenvolvida pelo Grêmio Barueri é o Futebol Profissional.

Sua trajetória começou no ano de 2000, em parceria com a iniciativa privada. O Grêmio Barueri disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão - categoria Juniores - tendo sagrado-se vice-campeão da competição, com a equipe denominada Roma/Barueri.

No ano de 2001, convidado para participar da tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior o Roma/Barueri fez uma excelente campanha chegando à final num jogo memorável contra o São Paulo Futebol Clube, cujo placar foi de 4 a 4. Na decisão por pênaltis o Barueri levou a melhor e se sagrou campeão do torneio logo em sua primeira participação nesta competição.

Com a performance da Copa São Paulo de Junior, o ingresso no futebol profissional se tornou inevitável. Em 2001, Barueri ingressa no futebol profissional, disputando o Campeonato Paulista da Segunda Divisão - Série B/3.

Em apenas seis anos de futebol profissional Barueri alcançou seis acessos consecutivos, sendo cinco deles no futebol paulista e um no Campeonato Brasileiro em sua primeira participação nesta competição.

Em 2007 Barueri estreou no Paulistão e na série B do Campeonato Brasileiro. Os ótimos resultados do futebol profissional em Barueri tem atraído muitas pessoas, imprensa e turistas. Esta grande exposição na mídia tem proporcionado receitas para a cidade, aquecimento do comércio, geração de novos negócios e de novos empregos formais e informais, além de grande notoriedade para o município com a conseqüente satisfação e orgulho do munícipe.

Para Walter Sanches, presidente e fundador da agremiação "não há segredos para o sucesso do Grêmio Barueri. É um somatório de planejamento, organização, seriedade, trabalho em equipe e trabalho sério, desenvolvido e executado por profissionais comprometidos e apaixonados por esporte e por causas sociais".

A partir de 2007 o futebol profissional de Barueri passa a ser totalmente auto-sustentável. Os recursos municipais serão destinados exclusivamente para a manutenção dos trabalhos sociais realizados pelas escolinhas de esporte.

Como resultado deste planejamento, em 2008 o Grêmio Barueri se sagrou Campeão Paulista do Interior।

Principais conquistas do Futebol Profissional: - 6 (seis) acessos conquistados em apenas 6 anos de existência do futebol profissional - 5 (cinco) acessos consecutivos no Campeonato Paulista de Futebol, consagrando os cinco artilheiros। - Campeão da série A3, em 2005 - Campeão da série A2 ,em 2006. Acesso inédito para a série B do Campeonato Brasileiro ao disputar uma vaga dentre as 64 equipes participantes da série C/2006, chegando em 4º lugar. 6º Lugar no Campeonato Paulista Profissional de Futebol 2008. Campeão Paulista do Interior de Futebol Profissional 2008.

Estádio

Arena Barueri é o novo estádio municipal da cidade de Barueri, propriedade da Prefeitura Municipal da cidade, sendo administrado a título de comodato pelo Grêmio Recreativo Barueri. O estádio antigo chamado Dr. Orlando Batista Novelli foi totalmente demolido, e a obra para este novo estádio é totalmente nova. Apesar de poder ter sido construído de uma só vez, a Prefeitura de Barueri está erguendo a nova arena por etapas para não prejudicar os diversos investimentos na área social. Embora seja inaugurado com instalações ainda modestas, o novo estádio já está em conformidade e dentro das exigências das entidades federativas e dos demais órgãos e leis competentes. Na prática, ele será uma arena multiuso e auto-sustentável, podendo servir ao Grêmio Barueri, a outros clubes, a empresas, instituições religiosas, não governamentais, concertos e outro eventos.

A primeira etapa da obra inaugurada parcialmente é um "L" com capacidade para quinze mil pessoas. Dentro de sessenta dias a Arena terá capacidade para vinte mil pessoas. O projeto é de que entre 2008/2009 toda a obra esteja pronta, com capacidade total para quarenta mil pessoas. Até o final de 2010 todas as obras adicionais de estacionamento e acesso também estarão finalizadas. (Estas datas, bem como as perspectivas ilustrativas poderão sofrer alterações). O novo estádio está sendo construído de acordo com os critérios da FIFA, e ao final da obra será uma arena multiuso das mais modernas do Brasil, podendo receber os jogos de uma possível Copa do Mundo de 2014 no Brasil. A Prefeitura de Barueri está respondendo o caderno de encargos estabelecido pela FIFA

Hino

União, suor e raça

Para sempre campeão

É o Barueri que arrasa

Com a mente e o corpo são

Barueri

Com seus atletas nossos heróis

Somos todos vencedores

Cantando a uma só voz

Barueri

Com seus atletas nossos heróis

Somos todos vencedores

Cantando a uma só voz

Sou Barueri

Seja no campo ou na quadra

No tatami ou na pista

Onde a vitória me aguarda

Barueri

Educando pelo esporte

Promovendo Integração

Formando atletas cidadãos

Barueri

Com seus atletas nossos heróis

Somos todos vencedores

Cantando a uma só voz

Mascote

O Mascote do clube é uma abelha. A idéia da abelha é expressar simplicidade, trabalho em equipe, força em conjunto e produção de riqueza. Uma abelha sozinha parece ser pequena e fácil de ser dominada. Porém, várias abelhas quando atuam em grupo tornam-se fortes, capazes de surpreender e de derrubar um grande animal, até mesmo um homem. Além disso a abelha produz mel, um produto altamente saudável e de grande valor econômico. A abelha se defende por um ferrão e sua picada pode incomodar muito. Várias picadas podem levar o adversário à nocaute. A feliz idéia do mascote, bem como a ilustração do mesmo é de autoria do jovem e promissor publicitário Felipe Nani, profissional que integra a equipe de Marketing do Grêmio Recreativo Barueri.


site:http://www.grbarueri.com.br

Itabuna Esporte Clube

Apesar de fundado oficialmente em 23 de maio de 1967, pode-se dizer que a história do Itabuna Esporte Clube começou em 3 de maio de 1929, com a fundação do Itabuna Futebol Clube.

O Itabuna Esporte Clube provém do Itabuna Futebol Clube, time amador da cidade de Itabuna que, com a mudança de seus estatuto para sair do amadorismo e passar a ser considerado um time profissional, mudou o seu nome.

Inicialmente, o Itabuna Esporte Clube adotou as cores amarelo e preto como oficiais, mudando somente décadas mais tarde para o azul e branco, como forma de homenagear a seleção da cidade de Itabuna, octacampeã de futebol amador do estado da Bahia, que foi a base do primeiro time profissional do clube.

No ano de 1970, sob a presidência de Gabriel Nunes, o Itabuna foi vice-campeão baiano numa brilhante campanha. Poderia ter sido campeão, não fosse a parcialidade do Sr. Cícero Bahia Dantas, então interventor da Federação Baiana, que, após o Itabuna haver empatado com o Bahia, na Capital, resolveu suspender o campeonato, sob a infantil alegação de que o Bahia ia disputar a Copa Brasil. Nesse ínterim, enquanto o Bahia enfrentava as melhores equipes nacionais o Itabuna para não ficar parado, enfrentava equipes interiores sem expressão.

Na disputa final, o Itabuna foi derrotado e o Bahia sagrou-se campeão baiano. Uma particularidade que não passou despercebida: O Sr. Cícero Bahia Dantas foi quase que eternamente Chefe do Departamento Jurídico do Bahia.

Nas últimas décadas, o Itabuna se alternou entre as primeira e segunda divisões do futebol baiano, conseguindo vários acessos, mas amargando inúmeros rebaixamentos também.

Voltou à primeira divisão do futebol baiano em 2002 após vencer a final da 2ª Divisão contra o Jacuipense diante de 24 mil torcedores no Luiz Viana Filho. Após isso, tem alternado boas e más participações nos campeonatos em que participou. Em 2003, chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Vitória, num disptado confronto de duas partidas, apesar de ter perdido em Itabuna por 1X0 e em Salvador por 2X0.

No ano seguinte, 2004, classificou-se em primeiro lugar no seu grupo, mas acabou sendo elminado pela modesta equipe do Poções, após sofrer uma inesperada derrota dentro de seu estádio. No Campeonato do interior deste mesmo ano, que valia vaga para a Terceira divisão do Campeonato Nacional, chegou as semifinais, sendo eliminada pela forte equipe da Catuense.

Em 2005, foi eliminado na primeira fase, porém no Campeonato do Interior, classificou-se em primeiro no seu grupo, sendo eliminado nas quartas de final pelo time B do Bahia, após sofrer uma derrota em casa nos últimos minutos do jogo.

No ano de 2006 o Campeonato Baiano foi disputado em dois turnos, pois o Bahia e o Vitória disputariam neste ano a Série C do Campeonato Brasileiro. Em ambos os turnos a equipe do Itabuna foi eliminado na fase de Quartas-de-finais, no 1º turno o carrasco do azulino o Ipitanga e no 2º turno foi a vez do Bahia eliminar o Itabuna.

Em 2007 o Campeonato Baiano foi disputado em um sistema de todos-contra-todos em ida-e-volta classificando-se os quatro primeiros colocados para um quadrangular que decidiria o campeão, o Itabuna fez uma péssima campanha ficando na 9ª Colocação.

Já em 2008 foi o ano do volta do Itabuna a ser protagonista, no Campeonato Baiano - que foi disputado nos mesmos moldes do ano anterior - teve um início irregular, quando chegou a ocupar a 9ª Colocação, mas com a chegado do Técnico Ferreira, a equipe conseguiu uma arrancada espetacular, alcançando a classificação para o Quadrangular Final com uma rodada de antecedência. No Quadrangular a equipe iniciou com 3 derrotas, obteve 2 vitórias consecultivas, chegando a última rodada sonhando com o tão almejado título, mas no confronto final contra o Vitória no Estádio do Barradão a equipe não se encontrou no 2º Tempo levando uma goleado por 5 a 1, finalizando o Campeonato Baiano na 4ª Colocação. Posição esta, que o garantiu disputar a Série C Campeonato Brasileiro neste mesmo ano, encerrando um jejum de disputas nacionais desde 1984, quando disputou a Taça de Prata (2ª Divisão do Campeonato Brasileiro).

Estádio

Estádio Municipal Luiz Viana Filho é um estádio de futebol de Itabuna (Bahia), que atende ao Itabuna Esporte Clube e ao Grapiúna Atlético Clube.

Sua capacidade é de 20 mil pessoas. O Itabunão, como é conhecido o estádio, foi inaugurado em 28 de julho de 1973, no jogo entre o Itabuna e o Vitória com placar final de 2 a 2. O primeiro gol do estádio é do jogador do Itabuna Dery.

O maior público do Estádio ocorreu do jogo entre o Flamengo-RJ e o Vasco da Gama-RJ no dia 20 de março de 1977 com um público de 28.213 pessoas, com placar de 2 a 1 para a equipe do Flamengo.

Hino

Vamos lá, Itabuna
Toca essa bola para frente
Só mais uma vitória
Para os amigos, para a gente

Faz a galera viver
Em volta da emoção
Conquiste, meu time de fé
Títulos de campeão

Faz a galera viver
Em volta da emoção
Conquiste, meu time de fé
Títulos de campeão

Avante, dragão do sul
A chama não deve apagar
Esquadrão azul e branco
Tem garra para ganhar

Toda nação no gramado
És a força maior
Na luta pela conquista
Nos campos de futebol

Toda nação no gramado
És a força maior
Na luta pela conquista
Nos campos de futebol

Mais um, mais um
Mais um, Itabuna
Mais um, mais um
Mais um tento do Filó

Mais um, mais um
Mais um, Itabuna
Mostre que és o melhor

Mascote - Azulão Grapiúna






site:http://www.itabunaesporteclube.com.br

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Tuna Luso Brasileira

A Tuna Luso Brasileira foi fundada em 1º de janeiro de 1903. Foi com a visita do cruzador português Dom Carlos à cidade de Belém, que um grupo de portugueses , liderados por Manuel Nunes da Silva, decidiu fundar um grupo musical para perpetuar as músicas da terra distante, Portugal. Assim, nascia a Tuna Luso, que significa conjunto musical (Tuna) português (Luso). Inicialmente, a equipe se chamou Tuna Luso Caixeral, visto que seus fundadores era vendedores viajantes conhecidos como caixeiros.

O futebol só passou a fazer parte da história da Águia em 1915, por iniciativa de Francisco Vazquez. Era um time caseiro e não era filiado à Liga. Por ser bastante competitivo, o time participava de vários jogos com outros times, principalmente em datas históricas. E é nos festejos de 5 de outubro que a colônia portuguesa promoveu um jogo entre a Tuna Luso e o Grêmio Luzitano. Com uma simples vitória, 1x0, a Tuna Luso ganhou o seu primeiro troféu futebolístico. A partir deste feito, começaram os trabalhos para a Tuna participar da liga profissional de futebol, sob o comando do grande Francisco Vasquez, como a inauguração do Estádio Cruzmaltino, em 1.935.

Em 1926, veio a primeira mudança de nome da equipe. A Tuna Luso Caixeiral passou a se chamar Tuna Luso Comercial, ainda em alusão à profissão de seus fundadores. Por fim, em 1968, tornou-se a Tuna Luso Brasileira.

Após alguns anos participando apenas de jogos comemorativos, a agremiação passou a disputar o Campeonato Paraense em 1931. A primeira conquista da competição, no entanto, viria apenas seis anos depois.

1937 - O primeiro campeonato paraense invicto
Após 04 anos do início de sua participação no campeonato paraense, a Tuna Luso, agora Comercial, montou um time poderoso para ganhar o seu primeiro campeonato. Contando com craques como Aldomário, Jango, Mattos, Pitota e o goleiro Licínio, a Tuna Luso jogou 08 partidas , sendo 06 vitórias e 02 empates. Marcou 37 golos e sofreu apenas 12. Com goleadas sobre os extintos Júlio César (8x1 e 8x0) e Nacional (6x0), a Tuna Luso decidiu o campeonato com o Paysandu, ganhando com o placar de 2x1, com os golos de Jango. O time sagrou campeão com Licinio, Setenta, Cinco, Aldemário, Pellado, Setenta e Sete, Lulu, Conega, Jango, Pitota e Patesko.

1938 - O Bi-campeonato

Para este ano, a Tuna Luso Comercial manteve o time base da conquista anterior, e ganhou o título por antecipação. Assim, não jogou as partidas finais com o Clube do Remo e o Paysandu. Fez 07 partidas, ganhando 06 e perdendo apenas uma. Fez 30 golos e sofreu apenas 12. Foram várias vitórias com goleadas, sobre o Júlio César (7x1), Clube do Remo (5x3), Transviário (4x0). Nesta época o Paysandu tinha o Quarenta, mas o placar foi 3x2 para o time cruzmaltino. Com a vitória sobre o Nacional (3x2) a Tuna Luso sagrou-se campeã por antecipação, jogando com Bubu, Setenta, Cinco, Aldomário, Pio, Marcelo, Lulu, Conega, Pinhegas, Pitota e Mattos.

Em 1941, com a mesma base de 1937 e 1938, o time se sagrou campeão novamente de forma invicta. Depois do título, ainda conquistou o Paraense em 1948, 1951, 1955 e 1958. No entanto, após essa fase vitoriosa, a Tuna ficou 12 anos sem título, voltando a conquistas o campeonato apenas em 1970.

Depois dessa conquista, novo jejum de títulos. Outra conquista só voltou a acontecer em 1983, quando a equipe abocanhou mais um Paraense. Dois anos depois, veio o título mais importante da Tuna, a Série B. Após uma ótima campanha, o time se sagrou campeão, com o Goytacaz, do Rio de Janeiro, ficando em segundo.

Para provar que a década de 80 era mesmo boa para a Tuna, a equipe se sagrou campeã paraense novamente em 1988.

Após quatro anos sem título, veio a conquista da Série C de 1992, em um time que tinha o meio-campista Giovanni, que depois jogou pelo Santos e defendeu a seleção brasileira. Entretanto, depois desse ano a torcida não viu mais títulos. De consolo, o fato de o clube sempre disputar a Série C do Campeonato Brasileiro.

Títulos


Campeonato Brasileiro Série B: 1985.
Campeonato Brasileiro Série C: 1992.
Campeonato Paraense: 10 vezes (1937, 1938, 1941, 1948, 1951, 1955, 1958, 1970, 1983 e 1988).

Estádio


O estádio próprio da Tuna Luso chama-se Francisco Vasques, popularmente conhecido como "Souza", com capacidade para 5.000 torcedores. Contudo, os jogos de maior porte da equipe são disputados no Estádio Olímpico do Pará, com capacidade para 46.000 pessoas.

Hino

Nós estamos empunhando a bandeira
Comemorando a nossa vitória,
Tuna, Tuna, Tuna
É mais um time
Que entra na história.
Tuna Luso Brasileira,
O teu passado é de glória
Lutando na terra e no mar
E conquistando sempre as vitórias.
Nós estamos empunhando a bandeira
Comemorando a nossa vitória
Tuna, Tuna, Tuna
É mais um time que
Que entra na história.
Verde, branco e a cruz de malta,
Que mora no meu coração
Tu és a águia do Souza
E serás sempre em toda geração
Nós estamos empunhando a bandeira
Comemorando a nossa vitória
Tuna, Tuna, Tuna
É mais um time que entra na história.

Mascote

A mascote da Tuna Luso é a águia. O animal foi escolhido como um dos símbolos do clube por ser considerada a ave mais forte, bonita e corajosa do mundo animal. Além disso, a águia também tem um grande poder de renovação, do qual os torcedores do Tuna têm que se orgulhar.



site: http://www.tunaluso.net/

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Associação Chapecoense de Futebol

A Associação Chapecoense de Futebol, Fundada em 10 de maio de 1973. Também chamada, Furacão do Oeste ou simplesmente Verdão.

A Associação Chapecoense de Futebol - a partir de 1973 caminhada inicial -, traz consigo um resultado importante de suas campanhas realizadas em nível nacional, estadual e regional. Hoje, é reconhecida pela sua posição alcançada, fruto de suas vitórias, do desempenho de centenas de atletas, pelo investimento da iniciativa privada e oficial, da presença de sócios e colaboradores, da capacidade de seus dirigentes, de sua torcida, do apoio da imprensa e outros.

A Associação Chapecoense e Futebol, nasce no momento em que, na cidade de Chapecó o futebol amador estava adormecido, não havia mais realizações de campeonatos que movimentavam a cidade. Foi um período que Chapecó e sua população não contava mais com as disputas entre os times que existiam na cidade gravados na memória de muitos: o Atlético Clube Chapecó, o Independente Futebol Clube, "os sempre rivais" Grêmio Esportivo Comercial, Guairacá Futebol Clube e Operário entre outros.

A cidade de Chapecó não contava mais com a presença de times de futebol, foi motivo de analises, de comentarios e as especulações a respeito dessa realidade. Todos os argumentos serviam, também, para provar que o futebol na cidade era importante.

No dia 10 de maior de 1973 mais uma vez amigos e desportistas chapecoenses se encontram no almoxarifado da 8ª Res. DER e na porta da loja de confecções de propriedade do Pelisser, localizada na esquina da Avenida Getulio Vargas, no Edifício Jarbas Mendes, de propriedade do desportista Heitor Pasqualotto. Pasqualotto, também foi participante de muitos bate papos a respeito daquele momento e da situação que o futebol se encontrava na cidade.

No dia em que nasceu a Chapecoense, o grupo de desportistas era formado de Alvadir Pelisser e Altair Zanella indepedentinos roxos, e Lorário Immich e Vicente Delai, Ferrenhos defensores do Atlético Chapecó. O encontro não foi casual, era a continuidade de outros tantos, neles as conversas sempre giravam em torno da reativação do futebol na cidade. Assim foi que, depois de muita conversa e "tratativas", resolvem propor a fusão dos remanescentes do Atlético Chapecó e do Independente, mas só de nome porque patrimônio imóvel nenhum dos clubes dispunha.

A sugestão agradou, ganhou espaço e apoio na cidade de suas lideranças, e demais segmentos. Adesões e ajudas começam a aparecer. Ernesto de Marco, proprietário das Casas Vitórias deu um jogo de camisas o qual foi uma "glória para nós" diz Pelisser. Em ato continuo entrou a presença de centenas de chapecoenses. Impossível anotar o nome de todos, mas devemos lemvrar do importante apoio de Heitor Pasqualotto, Avelino Biondo, Moacir Fredo, Arthur Badalotti, Gentil Galli que com outros tantos, pagavam para ver o novo time crescer. Nesses anota-se o Plínio de Nês, que, como líder empresarial e político regional, depositou seu apoio incondicional à Chapecoense, ajudando-a de diversas formas.

Desse marco inicial da Chapecoense, lembramos a primeira composição do time que nascia. Temos, assim o seguintes nomes: Martinelli, o Alemão(motorista da SAIC), o Zeca (funcionário da Prefeitura de Chapecó, apelidado de "calceteiro", responsável pela montagem das calçadas e ruas da cidade), o Miguel (cabo da PM/SC), o Boca, o Vilmar Grando, o Caibi (Celso Ferronato), o Pacassa (João Maria) o Orlandinho, o Tarzan, o Ubirajara (PM/SC), o Beiço, o Airton, o Agenor, o Plínio (era de Seara), o Jair, o Raul, o Xaxim, o Casquinha funcionário do Besc. Nilson Ducatti, acompanhava o grupo em todos os momentos, mais os dirigentes nas tardes esportivas.

Anota-se do depoimento de Pelisser, mesmo não lembrando os nomes, mas, poucos eram os jogadores que tinham salário, como foi o Moacir Fredo e tantos outros, baluartes da Chapecoense, sem venimento nenhum. Ainda, da organização do time da Chapecoense, para Pelisser "muitos não recebiam nada, jogavam vestindo a camisa, iam ao campo com vontade e garra, uma vez que a arrecadação da Chapecoense era pequena".

Depois, dessa primeira composição de jogadores da Chapecoense, surge o primeiro time profissional, formado, pelos seguintes atletas: Putti treinador, Beiço Schú, Zé Taglian, Bonassi, Pacasso, Minga, Vicente Delai Diretor de Futebol, Casquinha, Albertinho, Caibí, Eneas, Zé.

Beto, recorda do primeiro jogo do time profissional: "foi contra o São José de Porto Alegre, no campo do Colégio São Francisco, Chapecoense 1x0 São José, o segundo foi contra o Novo Hamburgo, jogo realizado na cidade de Xaxim".

Ainda, no ano de 1973, pela primeira vez na história do futebol de Chapecó, a Chapecoense jogou em Florianópolis cujo resultado foi um empate de dois a dois. Para Pelisser, "empatar com o Avaí na capital foi a maior glória para a Chapecoense".

O treinador Gomercindo Luiz Putti, mandado buscar por Pasqualoto em Concórdia. "a mando do Pasqualoto fui buscar o Putti para trabalhar no futebol de Chapecó".

Temos então outro momento da "viagem da Chapecoense". Esse, representado da necessidade dos dirigentes de provar a capacidade da organização, uma vez que time adquiriu condições de participar de competições futuras. Não só a população da cidade de Chapecó, como a região oestina, acreditaram na "boa nova do futebol catarinense".

Um novo momento da viagem, encetada pela Associação Chapecoense de Futebol, foi o ano de 1977 passo decisivo. Ano que a Chapecoense ficou campeã. Com esse titulo, a oportunidade de disputar o Campeonato Nacional. Novos momentos da viagem, agora, a campanha objetivando a construção do Estádio Municipal, desafio assumido concretizado pela administração municipal que num prazo de 150 dias concluiu as obras, sendo Prefeito de Chapecó Milton Sander. Concluído o estádio, a Chapecoense em campo, fez parte da Loteria Esportiva.

No entanto, depois disso, somente em 1996 o clube ergueria uma nova taça de campeão do estadual. Dez anos depois, venceu a Copa Santa Catarina e, em 2007, outro título estadual.

Títulos

3 Campeonatos Catarinenses - 1977, 1996 e 2007

Campeã Taça Santa Catarina 1979

Campeã Taça Plinio Arlindo De Nez 1995

Campeã Copa Santa Catarina 2006

Hino

(Letra: Luiz A. Maier )

Ó Glorioso verde que se expande
entre os estados tu és sempre um esplendor
nas alegrias e nas horas mais difíceis
meu furacão tu és sempre um vencedor

São tantos títulos outrora conquistados
com bravura, muita raça e fervor
leva consigo o coração de uma cidade
meu furacão
tu és sempre um vencedor

Sempre honrando nosso escudo com sua raça
és alegria nos estádios nunca só
na imensidão e vastidão de nosso estado
Chapecoense tu és sempre Chapecó
A força imensa de sua fiel torcida
que nos estádios tudo é lindo e nos fascina
a nossa massa meu verdão mexe contigo
tu és querido em toda Santa Catarina

Estádio

Estádio Regional Índio Condá

Endereço: Rua Clevelândia, Chapecó-SC
Inauguração: 24 de janeiro de 1976.
Capacidade: 15.000 (segundo a FCF) 10.000
Recorde de público: 15.000 (Final de 1977)

Mascote - índio






site : http://www.chapecoense.net

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Uberlândia Esporte Clube

Na década de 20, Uberlândia ainda era São Pedro de Uberabinha e vivia sob o comando de dois grupos político-sociais que se rivalizavam em tudo. Devido às freqüentes brigas nos campos de futebol, eles haviam decidido que, em cada partida, haveria um revezamento de suas bandas de música, muito comuns na época. Certa data, durante um clássico no campo da Associação Esportiva Uberabinha, os grupos se desentenderam. O Partido Republicano Municipal - "Cocão" -, dono do campo, queria que a sua banda tocasse, mas como a vez era dos "Coiós" - Partido Republicano Mineiro -, o desentendimento foi generalizado. Indignados, os membros do partido dos "Coiós" decidiram fundar um novo clube. Liderados por Agenor Bino e Gil Alves dos Santos eles se reuniram na Vila Operária em 1922, para fundar o Uberabinha Sport Club, com as cores verde e branca. Gil Alves, poderoso empresário e político cedeu o terreno onde hoje está construído o estádio Juca Ribeiro. Com o intuito de apaziguar o clima de guerra, o partido dos "Coiós" resolveu convidar para ser o primeiro presidente, o Sr. Tito Teixeira, que apesar de pertencer ao grupo rival, era pessoa alheia as paixões políticas. Desta forma, foi fundado oficialmente no dia 1º de Novembro de 1922, o Uberabinha Sport Clube, que anos depois mudaria seu nome juntamente com a cidade para Uberlândia E.C.

Uberlândia Esporte é o melhor do interior
O ranking da CBF demonstra que o UEC é a melhor equipe do interior de Minas Gerais, ocupando a 66ª colocação com 231 pontos, à frente não só do Ipatinga, Vila Nova, Ituiutaba, Valério e Uberaba, como também do Brasiliense, do Distrifo Federal. A principal arrancada do Uberlândia para a sua pontuação no ranking da CBF foi a participação da equipe pela primeira vez na história na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, no ano de 1978. Na época a diretoria trouxe uma série de jogadores de fora, como Odair, Rubinho, Gilmar e Geraldo, do Corinthians, Dick, do Cruzeiro, além de contar com pratas-da-casa, inclusive com revelações da época, como Maurinho e Gil, este chegando à Seleção Brasileira posteriormente. Antes da participação no Campeonato Nacional o Uberlândia realizou amistosos com Corinthians, Vasco da Gama, Botafogo e Internacional, tendo públicos recordes de 15 a 20 mil pagantes, o que deu suporte ao Verdão de participar do Campeonato Nacional. Técnicos de renome estiveram à frente da equipe, como Gerson dos Santos e Aderbal Lana. A diretoria naquele momento tinha como presidente o advogado José Aparecido Martins e como diretores Sebastião Lintz, Mário Borges de Oliveira, José Gomes de Fátima, Luiz Rangel e Paulo José Alves. O UEC fez uma boa participação no campeonato, terminando numa colocação intermediária. Feitos como esse devem ser sempre lembrados. As glórias de uma equipe de futebol são a somatória de feitos, e a sinergia necessária para a realização de uma boa temporada leva necessariamente tempos históricos também.

JOGOS MEMORÁVEIS

Uberlândia x Seleção da União Soviética
Em 09 de Fevereiro de 1966, quando ainda não existia o Estádio João Havelange, o Uberlândia Esporte jogou contra a Selação da antiga União Soviética, no Estádio Juca Ribeiro, para quem perdeu de 2 a 0, inaugurando as arquibancadas de cimento, construídas na gestão de Renato de Freitas.

Uberlândia goleou o Santos no Parque
Outro jogo que está marcado na história foi a goleada do Uberlândia Esporte Clube sobre o Santos Futebol Clube por 4 a 0, no dia 6 de junho de 1982, fazendo parte também dos festejos de inauguração daquela praça esportiva. O primeiro gol do UEC no Parque foi marcado por Mauro Eli da Silva (Maurinho), aos 8 minutos do primeiro tempo. Luiz Carlos, Nenê Ramos e Brazinha completaram a goleada alviverde. A renda foi de CR $ 5.251.600,00, com público de 14.160 torcedores. Os times: Uberlândia - Moacir, Brazinha, Batista, Zecão e Paulo José; Chiquinho, Nenê Ramos, Périclhes e Maurinho; Luiz Carlos e Mairon César (Vivinho). Santos - Evandro, Léo (Joãozinho), Gilmar (Nilson Dias ), Mauro (Gilberto) e Celso; Batistone, Neto, Palhinha e Zé Carlos; Carlos Silva e Inácio.

UEC empatou com a Seleção de Novos
A Seleção Brasileira de Novos, em amistoso de preparação para o Torneio de Toulon, na França, jogou contra o Uberlândia Esporte Clube, no Estádio João Havelange, empatando em 1 a 1, no dia 18 de maio de 1983. A renda foi de CR$ 6.980.000,00, com público de 13.653 pessoas no estádio. A Seleçao jogou com Abelha, Betão, Wilson Gotardo (Leiz), Júlio César e Geraldo (J. Maria); Douglas, Nelsinho, Luvanor e Mirandinha (Paulo César); Paulo Sérgio (Ernane ) e Márcio Fernandes (Paulinho).

Uberlândia Esporte, campeão da Taça CBF
O ano de 1984 marca na história o principal feito pelo Uberlândia Esporte Clube em toda a sua história, quando foi campeão da Taça CBF, o mais importante título conquistado pelo Verdão uberlandense. A decisão do título foi em duas partidas contra o Clube do Remo, de Belém do Pará. O primeiro confronto aconteceu no Parque do Sabiá, no dia 28 de março de 1984, quando o UEC venceu por 1 a 0, com renda de CR$ 22.249.500,00 e público de 21.694 pessoas. O UEC jogou com Moacir, Luizinho, Batista, Zecão e Batata: Chiquinho, Eduardo, Carlos Roberto e Zé Carlos; Geraldo Touro e Vivinho. Reservas: Santos, Tairone, Clayton , Eder e Cristiano. Maurinho, um dos heróis do título, não aparece na lista porque cumpria suspensão. O segundo jogo foi em Belém do Pará, onde o UEC garantiu o título com um empate de 0 a 0 e ganhou o mais rico troféu de sua galeria. O Clube do Remo jogou com Bracali, Rui Curaça, Nazareno, Darinta e Chicão; Pedrinho, Paulinho, Raulinho e Dadinho; Roque e Amaury. Reservas: Nunes, Gallotte, Léo, Ivo Carioca e Nildo.

Uberlândia ganha Taça Minas Gerais e disputa Copa do Brasil
Em 2003, o Uberlândia Esporte foi campeão da Taça Minas Gerais ao ganhar do Araxá no Estádio João Havelange. Com o título, o Verdão pode disputar a Copa do Brasil em 2004.
Porém, foi eliminado no primeiro e único jogo, ao perder no Parque do Sabiá do Juventude-RS por 3 x 0 .

Títulos
Campeão da Segunda Divisão (Módulo II) 1999, Campeão da Segunda Divisão Mineira 1963, Campeão Brasileiro da Segunda Divisão (Taça CBF) 1984 e Campeão Mineiro do Interior 1970 e 1987 e da Taça Minas Gerais 2003

Estádio
Juca Ribeiro (capacidade para 15 mil pessoas)
João Havelange (Parque do Sabiá) ( capacidade para 55000 pessoas)

Hino
Para a glória, com os louros da vitória,
Uberlândia! Uberlândia! Uberlândia!
O Periquito, o mais querido e forte!
Furacão, Uberlândia Esporte! (bis)
Como ontem, a luta é a mesma agora,
Pendão Alvi-Verde desfraldado!
Com mais ardor, mais vitórias,
Honrando as glórias do passado. (bis)
Nossa torcida é vibrante:
A velha guarda e a mocidade...
Vê no brasão que é tão amado,
O amor, o sangue e o valor da cidade.
Nossa torcida venera
Velhas batalhas e seus troféus
De companheiros de outrora,
Que nos ajudam lá do céu.

Mascote - Periquito








site: http://www.uberlandiaec.com.br

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mixto Esporte Clube

O que chamamos hoje em dia de Mixto Esporte Clube foi outrora o Clube Esportivo Feminino, dedicado a discussões e saraus sobre a literatura mato-grossense, brasileira e européia.

Então líder do clube, Zulmira Canavarros, decidiu em 1934 extrapolar o limite explícito ao nome da agremiação. Em 20 de maio do mesmo ano, o grupo restrito ampliou-se assumindo uma face “meio homem, meio mulher”. Zulmira foi a primeira e única presidenta em toda a história da equipe.

O coração mixtense nasceu na rua 7 de setembro, quase em frente da igreja Senhor dos Passos, no centro da capital. Especificamente, na saudosa Livraria Pepe – um casarão construído em estilo colonial e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O preto e branco da bandeira, do uniforme e dos inúmeros adereços foram determinados pela diretoria inicial. O hino tem letra e melodia do acadêmico Ulisses Cuiabano e é apresentada pela primeira vez por Zulmira, ao piano.

O nome “Mixto” tem a ver com mistura. O “x” no lugar do “s” fica como capricho gramatical, pois na década de 30 o idioma português ainda era muito influenciado pelo latim.

Sob novo pensamento, o Mixto amplia seu universo de atividades, incluindo o esporte e mantendo a cultura. O vôlei e o basquete são as modalidades mais disputadas. E os dias de carnaval, o período de maior intensidade de “recreação dançante” (termo utilizado na época).

Futebol mesmo, só em 1940. Na primeira partida, derrota inesquecível de 3 a 1 para um grupo de tipógrafos, formado em cima da hora. Local do vexame: o campo do colégio estadual Liceu Cuiabano, situado na avenida Getúlio Vargas.

Na era do futebol amador, o Mixto é o maior. Venceu os certames cuiabanos de 1947, 1948, 1949, 1951, 1952, 1953, 1954, 1959, 1961 e 1962 e 65. São tempos em que antes do prélio (ou seja, do jogo), a fila de atletas era puxada pela rainha do clube - com a bandeira em punho - e o mascote.

A grandeza deste clube não tem parâmetros, pois desde a sua fundação sagrou-se campeão em 24 campeonatos estaduais, tanto no período amador, quanto no profissional como 1979/80/81/82/84/88/89/96, antes e após a divisão do Estado. Um dos seus grandes feitos foi sagrar-se Campeão do Centro-Oeste em 1976.
O Mixto Esporte Clube é alvi-negro (preto e branco), e em sua camisa destaca-se uma faixa diagonal descendo da esquerda para a direita, lembrando o uniforme do Vasco da Gama, e é chamado de "Tigre da Vargas" devido à garra dos seus jogadores e à fidelidade da sua torcida. Clube de maior tradição, maior e mais fanática torcida de Mato Grosso, o Mixto é destaque no cenário esportivo nacional, tendo participado do Campeonato Nacional hoje Brasileiro em 11 edições (1976 à 1986).

Em sua história o Mixto revelou e projetou grandes valores para o futebol Brasileiro e Internacional. No cenário internacional, o primeiro deles foi Traçáia, jogador que atuou na Europa, mais precisamente na Áustria. O segundo foi Bife, que defendeu as cores do Futebol Clube do Porto, em Portugal. Destacaram-se também Gonçalves, Miro, Luis Carlos Beleza, Ruíter, Tostão, Vanderlei, Humberto, Elias, Gaguinho, Pastoril, dentre outros.

Títulos

Campeonato Mato-Grossense: 24 vezes (1943, 1945, 1947, 1948, 1949, 1951, 1952, 1953, 1954, 1959, 1961, 1962, 1965, 1969, 1970, 1979, 1980, 1981 1982, 1984, 1988, 1989, 1996 e 2008).
Torneio Início: 1969.
Copa Integração Presidente Médici: 1973.
Copa Centro-Oeste: 1976.

Estádio

Estádio José Fragelli, ou Verdão, é um estádio de futebol de Cuiabá (Mato Grosso), que atende a vários times do Estado.
No dia 12 de março de 1975, a equipe do Fluminense e a Seleção de Cuiabá se enfrentaram na partida que comemorava a conclusão parcial das obras, quando na oportunidade a equipe de Cuiabá entrou para a história balançando pela primeira vez as redes do “Verdão”. No ano seguinte, 8 de abril, o estádio era finamente concluído com a presença do Flamengo e um quadrangular entre os clubes da capital, Mixto, Operário e Dom Bosco, assistido por mais de 44 mil torcedores.
Capacidade 45000

Hino
(Marcha de Zulmira D'Andrade Canavarros e Ulisses Cuiabano)

O Mixto Esporte Clube
Agora se apresenta
E pelo branco e negro,
As cores que ostenta
No seu pavilhão,
Seremos sempre unidos
E sempre destemidos
Havemos de lutar
E também trabalhar
De todo coração.
Hurra!... Hurra!...
Mixto Esporte Clube, será
o lema
Desta nossa sociedade.
A união e também a lealdade.
Debaixo do nosso céu de anil,
Tremula altaneira
Nossa gentil bandeira
E pelo esporte, em nossa Cuiabá,
Teremos por fanal,
lutar, lutar, lutar
Por nosso ideal.

Apelido - Alvinegro da Getúlio Vargas - Tigre da Vargas

Mascote











site :
http://www.mixtoesporteclube.com.br/