sábado, 20 de setembro de 2008

Salgueiro Atlético Clube

O clube foi fundado em 23 de março de 1972 com o nome de Atlético de Salgueiro. O time era apenas amador.
Em 2005 veio a profissionalização com o time disputando o Campeonato Pernambucano da série A2 ficando em 3º lugar e subindo para a 1ª divisão do futebol pernambucano. Logo no seu primeiro ano de existência o Salgueiro surpreendeu os adversários e ficou com o título da Copa de Pernambuco. Na mesma temporada, ele conquistou também o Torneio Integração Paraíba, Ceará e Pernambuco. A equipe perdeu somente o primeiro jogo para o Icasa, no Ceará, mas depois venceu os outros quatro das últimas cinco partidas.
Em 2006, ano da sua primeira participação no Campeonato pernambucano da 1ª divisão, o time não resistiu e acabou sendo rebaixado. Em 2007 o Salgueiro deu a volta por cima e conquistou o título do Campeonato Pernambucano da série A2 retornando para a 1ª divisão do futebol pernambucano.
Em 2008 o time fez uma brilhante participação no pernambucano, terminando em 4º lugar, e garantindo uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C.
O Carcará do Sertão tem como um dos principais patrocinadores, a banda de forró Limão com Mel. E conta com a torcida em praticamente todos os jogos no Salgueirão, do seu diretor Ailton Souza e do músico Batista Lima.

Estádio
O Salgueiro Atlético Clube - O Carcará do Sertão manda seus jogos no Estádio Municipal Cornélio de Barros (Salgueirão) com capacidade para 5.000 torcedores.

Hino
É Branco, verde e vermelho
As cores do meu coração
Salgueiro Atlético Clube
É o Tricolor do Sertão

É força, é garra, é magia
O sonho não acabou
Se tem bola na rede começa a folia
Na garganta o grito de gol

Futebol é a minha alegria
Tem festa no interior
No toque da bola tem muita harmonia
Na garganta o grito de gol

É paixão no meu coração
Emoção meu time é campeão
É paixão, emoção
Salgueiro Atlético Clube
É! É! É!
É o Carcará do Sertão!

Carcará, pega, mata e come
Carcará, não vai morrer de fome
Carcará, mais coragem do que homem
Carcará, pega, mata e come!

Mascote - Carcará
A mascote do Salgueiro é o carcará, que é uma ave com fisionomia brava e com penas pretas. A ave é considerada a águia do Sertão e é encontrada, muitas vezes, ao longo de estradas e em torno de áreas de queimadas.







site:http://www.salgueiroac.com.br/

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Rio Branco Sport Club

Na tarde ensolarada, a brisa que soprava do Rio Itiberê amenizava o típico calor parnanguara. Era 12 de outubro de 1913. Dia comemorativo do descobrimento da América. Manuel Victor da Costa, Aníbal José de Lima, Euclides de Oliveira, José de Oliveira, Jarbas Nery Chichorro e Antônio Gomes de Miranda, amigos, apreciadores do futebol, encontravam-se na calçada da rua Marechal Deodoro num alegre bate-papo a respeito do desporto. Durante a conversa, aproximou-se do grupo o Sr. Raul da Costa Pinto, funcionário da Alfândega, que foi colocado a par do que se discutia e solicitaram sua opinião a respeito da criação de um clube desportivo. Combinaram, então, promover uma outra reunião no dia seguinte, 13, na residência da Família Lima, na mesma rua, casa n°12. Nesta reunião muitas discussões foram encenadas, pois alguns desejavam a fundação de uma sociedade recreativa/esportiva, enquanto outros defendiam a tese de um clube de futebol. Foi Jarbas Nery Chichorro, que através de argumentos seguros e coerentes, manifestando o desejo da maioria ali presente disse ser um clube de futebol a razão maior. Estava criado um clube de futebol! Jarbas Nery Chichorro propôs o nome de RIO BRANCO para o novo clube – uma homenagem ao ilustre brasileiro José Maria da Silva Paranhos, o Barão do Rio Branco, hábil e culto diplomata que resolveu inúmeras questões com países da América do Sul e Europa. A proposta foi aceita por unanimidade.

A primeira partida

A primeira partida do Rio Branco aconteceu no dia 23 de novembro de 1913, e foi realizada no ground do Campo Grande (Praça Pires Pardinho), contra a equipe do Brasil FC, de Paranaguá. A partida terminou com a vitória do Brasil FC por 1 x 0. A equipe titular do Rio Braço atuou com Colombino, Mathias e Nagib; Eugênio, Itaborahi e Raul; Rocha, Romeu, Cezário, Braga e Flota.

1915 – Liga Desportiva Paranaense – Primeiro campeonato oficial

Quando os desportistas paranaenses, notadamente os da capital do estado, resolveram fundar uma Liga Esportiva, para comandar os destinos do futebol e realizar um Campeonato Oficial, convidaram as equipes de Ponta Grossa e do Litoral. O Rio Branco Sport Club se fez presente na reunião realizada no dia 12 de fevereiro de 1915, na sede do Jockey Club, em Curitiba, e foi incluído entre aqueles que faziam parte da divisão de honra do esporte bretão, participando junto com Coritiba, Internacional, América, Paraná SC e Paranaguá SC, do primeiro Campeonato Oficial realizado no Estado do Paraná.

O novo estádio

Eleito Presidente do Rio Branco SC, (desde 1922), Nelson Medrado Dias, que desempenhava altas funções no Lloyd Brasileiro, em Paranaguá, resolveu encetar uma luta para construir um novo estádio para o seu clube, utilizando para tanto o seu prestígio no comércio e na política. Logo os trabalhos estavam em andamento. Medrado Dias mandou aparelhar o terreno para o campo de futebol. Transcorria o ano de 1925 e a construção das arquibancadas também teve início. Quando as obras foram concluídas, os diretores da agremiação, numa atitude digna, resolveram dar o nome ao novo estádio de NELSON MEDRADO DIAS. Fizeram justiça àquele que tanto lutou para que o empreendimento fosse realizado. No dia 04 de junho de 1927, a Prefeitura Municipal, através de seu órgão responsável pelas edificações fez a vistoria e aprovou as instalações do Estádio do Rio Branco SC. A partida de inauguração foi entre Rio Branco SC e Clube Atlético Paranaense. O Atlético venceu a partida por 5x1.

1948: Rio Branco - campeão do interior

No ano de 1948 ,o Rio Branco Sport Club, então campeão da Liga de Futebol do Litoral do Paraná, também tornou-se Campeão do Interior. As disputas foram contra o Operário Ferroviário, de Ponta Grossa.

Após dois empates, o Rio Branco venceu a terceira partida por 3X2, conquistando o título.

Equipe Campeã: Duia, Chiquinho e Jaci Maciel; Odemar, Tião e Chico Preto;Julinho, Antoninho, Guito, Chico Porco e Jaci.

1954: Rio Branco – campeão do interior novamente

Como campeão da Liga Regional de Futebol de Paranaguá, em 1954, o Rio Branco SC adquiriu o direito de disputar o II TORNEIO DO INTERIOR – competição entre os campeões das ligas interioranas. Após vencer o Internacional, de Campo Largo e o Ferroviário, de União da Vitória, o Rio Branco SC qualificou-se para a disputa da finalíssima contra o Guarani, de Arapoti. No primeiro jogo, lá em Arapoti, o Rio Branco fez uma ótima partida e sagrou-se vencedor por 3x1. Os gols foram marcados por Celso, Nico e Zangado. A segunda partida foi realizada em Paranaguá. Foi uma tarde de glória essa do dia 1° de maio. Está gravada com letras maiúsculas na História do Leão do Litoral. Jogando um futebol de alta qualidade, o alvirrubro impôs uma sonora goleada no Guarani de Arapoti. 8x0 foi o placar. Celso Marques e Zangado foram os grandes heróis da jornada. Cada um marcou 4 gols. A torcida do Rio Branco compareceu em massa lotando asa dependências do alvirrubro. Durante os 90 minutos de jogo fez a maior festa no Estádio Nelson Medrado Dias. Com o termino da partida, tomou as ruas de Paranaguá numa grande carreata, com buzinaço e foguetório pintou a cidade de vermelho e branco, comemorando até altas horas a conquista do título de CAMPEÃO DO INTERIOR.

1956 – O Rio Branco SC no futebol profissional do Paraná

Depois de muito, o Rio Branco Sport Club, uma das mais tradicionais agremiações esportivas do futebol paranaense, voltou a fazer parte da DIVISÃO ESPECIAL DO FUTEBOL DO PARANÁ. Algumas complicações, a principio, pareciam tolher o desejo da gente riobranquista em disputar o Campeonato da Divisão Principal do Paraná. Primeiro foi a Federação Paranaense de Futebol, depois foi o CND que demorou em dar uma resposta ao pedido do Rio Branco SC. Muitas ações administrativas e políticas foram empreendidas pelos dirigentes leoninos. Por fim, o CND respondeu que só o Conselho Arbitral da Federação é que poderia decidir sobre o ingresso do Rio Branco no futebol profissional do Paraná.

No dia 16 de maio de 1956, por unanimidade, os clubes profissionais do Estado do Paraná, reunidos na sede da FPF, concordaram com a participação do Rio Branco SC no Campeonato Paranaense de Futebol. A torcida leonina e a cidade de Paranaguá festejaram com muita intensidade a conquista.

A partida de estréia do Rio Branco SC no profissionalismo aconteceu no dia 23 de junho de 1956 contra o Água Verde e terminou com a vitória do Leão por 3x2.

1970 – Voltando para a Primeira Divisão

O Rio Branco SC fez uma ótima campanha no ano de 1970, na 2° Divisão. Dos 10 jogos disputados no turno de classificação obteve 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas.. Com esses resultados o Rio Branco SC ficou classificado em 1° lugar juntamente com o Cascavel e o Guarani de Ponta Grossa.Foi necessária uma decisão entre os três. Em turno e returno houve um quadrangular. O Leão do Litoral conseguiu 1 vitória, 2 empates e 1 derrota. Acabou em 2° lugar, conquistando o direito de voltar para a 1° Divisão do Futebol Paranaense.

1977 – O Apito não deixou o Rio Branco Disputar as Finais

O Rio Branco SC fez uma ótima campanha na REPESCAGEM. Chegou até as finais, sendo CAMPEÃO da Zona Sul ao abater o Pinheiros, em Paranaguá por 1x0 e depois consolidar o título no empate em 1x1, na Vila Capanema. Nesse jogo final, em 06 de agosto, a torcida do Rio Branco mais uma vez fez a diferença. Mais de 1.500 torcedores lotaram automóveis e ônibus e foram para Curitiba levar o seu incentivo à equipe alvirrubra. A crônica esportiva da capital ficou boquiaberta quando presenciou a enorme massa litorânea que se instalou nas arquibancadas do Durival Brito e Silva.

Quando o árbitro trilou o apito encerrando a partida, os leoninos invadiram o gramado para comemorar, junto com jogadores e diretores o extraordinário feito.

Com essa conquista, qualificou-se para decidir a vaga para as disputas da finalíssima (que seria contra o Coritiba) enfrentando o Grêmio Maringá, campeão da chave norte.

No jogo do dia 21 de agosto, aos 41 minutos da etapa final, Ivan fez o 2° gol do Rio Branco seria o da vitória – e conseqüentemente faria com que houvesse uma prorrogação. Durante os noventa minutos de jogo o Rio Branco foi superior. O Grêmio agüentava-se numa retranca e torcia para que o tempo corresse o mais rápido possível. O árbitro Rubens Maranho, que andou prejudicando o Rio Branco com a marcação de faltas não existentes e cartões amarelos dados sem critério, não se sabe o porque, anulou o gol alvirrubro – que foi legítimo. Todos os jogadores partiram para tiram satisfações com o apitador. Este rodeado por policiais, ao ser questionado porquê fizera tamanha safadeza, disse: Vocês são timinho do interior, como é que querem disputar título?

Na classificação geral o Rio Branco ficou em 11° lugar.

A partir do descenso acontecido no início dos anos 80, o Rio Branco SC lutou contra todas as dificuldades inerentes aos clubes que disputam a segunda divisão.

Os dirigentes ficam sozinhos. A torcida, chateada, deixa de comparecer ao estádio e, o incentivo, que é tão importante, deixa de existir. Os jogadores sentem-se até desmotivados. Tudo isso contribuiu para que, durante tanto tempo, o Leão da Estradinha sentisse o gosto amargo do fracasso.

Mesmo diante de tantos problemas, a gente riobranquista trabalhava sonhando com o dia do retorno à elite do futebol paranaense. Os dirigentes – Mário Marcondes Lobo Filho, José Carlos Possas, José Manoel Chaves, Rui Câmara (Piro), Alceu Silva, Nivaldo Domanski, Mauro Portilho Marques, Francisco Lopes de Araújo, Erwin Aal Jr, o Vivi – assumiram o clube e montaram uma equipe com condições de disputar a vaga do acesso.Já estavam fora a tantos anos. Estava na hora de voltar!

O Campeonato de 1993, da 2° divisão foi muito difícil. Renhidamente disputado. Viagens longas e cansativas para o Oeste, Sudoeste e Norte do Estado. Tudo era superado tendo em vista o ferrenho desejo de voltar a Primeira Divisão. Ao final, o Leão conseguiu o seu intento. Os desportistas de Paranaguá teriam condição de ver, novamente, as grandes equipes se apresentando no estádio Nelson Medrado Dias e, estas, sentiriam, mais uma vez, que na Estradinha o Leão é uma equipe difícil de ser batida. Méritos à diretoria comandada por Mário Marcondes Lobo Filho.

Na classificação final o Rio Branco ficou em 5° lugar, obtendo o direito de voltar para a 1° divisão.

1995 – Rio Branco Campeão

Na fase de classificação, o Rio Branco ficou em 1° lugar na sua chave. Foi uma bela campanha.Finalmente as pretensões estavam concretizadas. Como campeão do Grupo B e, por conseguinte, CAMPEÃO DA 2° DIVISÃO, o Leão adquiriu o direito de disputar a Primeira Divisão no ano de 1996, bem como o Octogonal da Divisão de Elite ainda no ano de 1995.

Rio Branco SC – Campeão do Interior em 2000.

Foi com muita dedicação que a coletividade alvirrubra se preparou para o Campeonato Paranaense de 2000. Os jogadores se desdobraram em campo para honrar as cores do Leão. Tal esforço foi recompensado com a bela campanha, que culminou com a conquista de CAMPEÃO DO INTERIOR. Graças a essa condição o Rio Branco SC foi disputar o quadrangular final, tendo como adversário o Coritiba FC. Os dirigentes do time coxa fizeram de tudo para que o Rio Branco disputasse a partida no seu estádio. Alegavam a falta de capacidade para o público, conforme o regulamento. Os dirigentes riobranquistas agiram com firmeza e, montando uma arquibancada de estrutura metálica, conseguiram ampliar a capacidade para o público – que superlotou asa dependências do Estádio Nelson Medrado Dias. No campo as ações não foram favoráveis e o Rio Branco perdeu o jogo. Porém, depois de muito tempo, as cores vermelha e Branca do Leão da Estradinha tremularam no alto do mastro da vitória.

Estádio

Estádio Fernando Charbub Farah – “Gigante do Itiberê”
Capacidade 20000
Inauguração 29/09/2004 - Paraná 2 x 1 Vasco da Gama
Primeiro gol: Petkovic(Vasco)
Já foi apelidado pelos parnanguaras como "Caranguejão", fruto do mar cuja origem é do mangue e onde aquela obra foi realizada, onde no passado a beira do Rio Itiberê era um grande manguezal.

Estádio: Nelson Medrado Dias - “Estradinha”
Capacidade: 11000
Propriedade: SC Rio Branco

Hino Rio Branco Sport Club. Leão da Estradinha
Meu querido esquadrão
Leão da Estradinha
Serás eterno em meu coração

Torcer por suas cores é sensacional
Rio Branco querido não existe outro igual
A bandeira alvi-rubra, a mais linda que há
Orgulho maior de Paranaguá

Mascote

A mascote do clube é o Leão. Tal alcunha foi dada pelo fato de o Rio Branco ser um time bastante guerreiro e vindo do interior do estado e pela região da estradinha. O clube é, então, chamado carinhosamente pela torcida de ‘Leão da estradinha’.


site: http://www.leaodaestradinha.com.br

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Desportiva Capixaba S.A.

Até o início da década de 60, a companhia Vale do Rio Doce tinha pelo menos de seis agremiações esportivas a ela ligadas. Algumas disputavam os campeonatos de futebol profissional com os outros clubes e, como o esforço da empresa precisava ser dividido por todas, terminavam sendo equipes pequenas.
Já em 1960 a vontade de transformar todas as seis agremiações em uma única era muito forte entre os dirigentes de fundir tudo, isso acabou sendo feito no dia 17 de julho de 1963, quando foi oficialmente fundado o clube Desportiva Ferro
viária com a fusão de A.A. Vale do Rio Doce, Ferroviário S.C., Cauê, E.C. Guarany, A.E. Valeriodoce e Cruzeiro F.C..
Antes, porém da data de fundação do novo clube, um longo e exaustivo trabalho precisou ser feito para que os associados e dirigentes dos antigos aceitassem a existência da Desportiva Ferroviária ao preço do fim de suas agremiações. O ponto principal da questão a ser discutida era a manutenção dos direitos dos associados dos seis clubes no que seria criado.
O Engenheiro Eliezer Batista da Silva, então Superintendente do Departamento da Estrada da CVRD, resolveu por intermédio da portaria interna número 19/59, de 18 de setembro de 1959, nomear uma comissão constituída por João Linhares ( engenheiro), Arthur Dias Pimenta ( advogado), José Ribeiro Martins ( engenheiro), Pérsio Nascimento ( chefe do serviço) e José Vicente Farias ( economista) para estudar a fórmula capaz de atender aos interesses de todos “sem quaisquer prejuízos aos direitos das agremiações e de seus associados”, como explicava o documento, e criar o clube que uniria todos.
Em 07 de novembro de 1959 a comissão, cumprindo determinações recebidas da Superin
tendência encaminhava a ela a conclusão de seus estudos, dizendo que o clube único poderia ser criado “sem criar posições privilegiadas”, através da manutenção de um tratamento igualitário para todos os na época existentes.
Mas entre a conclusão dos trabalhos, datada de 07 de novembro de 1959, e a efetiva fundação da Desportiva Ferroviária ainda se passaria quatro anos. Apesar das conclusões otimistas que a comissão tivera e do desejo da maioria de criar um novo clube, as áreas de atrito continuavam existindo, porque alguns setores não concordavam em abrir mão de bandeira, hinos, a tradição, enfim.
Só mesmo no dia 02 de janeiro de 1963, através de carta interna de código SP 70.5 – F11, a Superintendência da CVRD nomeou, como ela mesma dizia em seu documento, “o Sr. Lino dos Santos Gomes para, dentro do espírito da semente lançada, continuar como coordenador da pretendida fusão, concedendo poderes àquele senhor para manter entendimentos com os respon
sáveis pelos seis clubes, visando encontrar um denominador comum”.
Efetivamente, esse denominador comum foi encontrado, e na noite de 17 de junho de 1963, seis meses depois, deixavam de existir as seis agremiações filiadas à CVRD, e era criado oficialmente a Desportiva Ferroviária.
A reunião que marcou o surgimento da Desportiva, e que os ferroviários chamam de “histórica”, acontec
eu no auditório do Sindicato dos Ferroviários da Vale, sob a presidência do advogado José Leal Pessoa, também indicado pela empresa para cuidar do caso. Representantes de muitos clubes compareceram à reunião.
Embora solene, o encontro que decidiu a criação da Desportiva não foi dos mais calmos. Segundo o pessoal que o acompanhou, as discussões atingiram a madrugada, e o voto decisivo de um clube suburbano dos seis existentes decidiu a questão. A reunião já havia sido suspensa duas vezes por causa de discussões mais acaloradas, até que o presidente do Ferroviário, Waldomiro Pereira Lima, trouxe o desempate. Estava encerrado o primeiro capítulo da vida do clube dos ferroviários.

Mas isso não foi tudo. Todo o patrimônio dos extintos clubes teve de ser retirado das antigas sedes. Um caminhão da Vale foi fazendo essa retirada, ajudado por outros veículos. Houve de tudo. Até mesmo cenas de choro de dirigentes e torcedores, inconformados como fato de ver suas agremiações deixarem de existir. O Cauê, por exemplo, o charmoso clube localizado na Praia de Santa Helena, era o “filet mignon”entre os demais.
A vida da Desportiva, daí para frente, foi marcada por um crescimento vertiginoso. Ela, logo de início, possuía 20 mil funcionários da CVRD lotados em Vitória e nos municípios vizinhos pagando contrib
uições na qualidade de associados, além de 50 mil dependentes. Isso tudo, contando também as pessoas que trabalhavam ao longo do serviço de apoio à estrada de Ferro Vitória a Minas.
De saída o clube foi ganhando títulos. Passou a ser, no primeiro ano de existência, um adversário duro para o Rio Branco e o Vitória, o que serviu para dar mais calor às disputas regionais.E ajudado pela CVRD, que o dirigia do Edifício Fábio Ruschi, ao lado da Praça Pio XII, o clube conse
guiu construir em Jardim América inicialmente uma sede social e, posteriormente, um estádio que, mesmo sendo de porte apenas médio, conseguiu ser o maior do Estado quando foi, enfim, terminado. Esse estádio, bem como toda a área ocupada com a sede social e esportiva da Desportiva, era pertencente à Vale. A Desportiva o utiliza em regime de comodato. Somente em 1977, com a privatização da empresa, tudo foi passado para o nome da agremiação esportiva, no dia em que ela completava 34 anos.
A primeira diretoria da Desportiva Ferroviária foi formada por João Carlos F. Linhares, presidente de honra; José Coradini, presidente executivo; Ludgero César Sarcinelli Garcia, vice-presidente; Lino Santos Gomes, assessor; além de mais 33 pessoas, todas estas com funções subalte
rnas.

Criação da Desportiva Capixaba S/A

A história do clube começou a mudar quando a Vale do Rio Doce foi privatizada em 1996 e resolveu não apenas retirar todo o apoio como cobrar pelo estádio. Foi uma longa disputa, que envolveu mobilização de lideranças políticas, até que a empresa resolveu doar definitivamente o Engenheiro Araripe para a Desportiva.
Em janeiro de 1999 iniciou negociação com a empresa Villa-Forte & Oliveira Empreendimentos Ltda., com objetivo de firmar sociedade, atendendo assim a legislação recém criada lei 1621 que previa no artigo XX a transformação dos clubes em clube empresa.
Foram diversas reuniões, sendo que a Desportiva Ferroviária criou uma comissão para negociar a criação da nova sociedade, composta de cinco representante, Edvaldo Rocha Leite, Jordenir de Paula, Galileu Viana, Theotonio Barcellos e João Marcos. Por parte da Villa-Forte & Oliveira, participaram Marcelo Villa-Forte Oliveira e Orlando Dias.
Decidiu-se pela criação de uma nova empresa que recebeu a denominação de Desportiva Capixaba S/A, recebendo como patrimônio o Estádio Engenheiro Alencar de Araripe e a denominação esportiva “Desportiva”.
No dia 19 de maio de 1999 foi assinado o contrato social da Desportiva Capixaba S/A, passando o futebol a existir nesse novo clube.
Foi criado novo escudo e novo hino, em virtude do desejo da Desportiva Ferroviária em manter seu escudo e hino no seu clube social.
A primeira diretoria da Desportiva Capixaba foi formada por Marcelo Villa-Forte de Oliveira – Presidente, Edvaldo Rocha Leite – Vice Presidente e Orlando Dias – Vice Presidente.

Mas os problemas começaram quando a Frannel saiu e o grupo Villa-Forte assumiu. O clube foi campeão estadual em 2000, mas sofreu dois rebaixamentos na Série B do Brasileiro.

Contudo nos últimos anos o time entrou em decadência, mas seu retorno ao futebol (após 2 anos afastado) foi em 2007, quando venceu a segunda divisão, numa final contra o time do Rio Bananal (Interior do ES) diante de 15 mil pessoas em seu estádio.

Títulos

Estaduais
Campeonato Capixaba: 16 vezes (1964, 1965, 1967, 1972, 1974, 1977, 1979, 1980, 1981, 1984, 1986, 1989, 1992, 1994, 1996, 2000).
Campeonato Capixaba 2ª Divisão: 2007.
Torneio Início: 1967.

Estádio
O Estádio Engenheiro Alencar Araripe, ou simplesmente Engenheiro Araripe, como é mais conhecido, ou ainda, Estádio do Jardim, é o principal estádio de futebol do estado do Espírito Santo, com capacidade atual estimada para 20 mil pessoas.Fica localizado no bairro Jardim América, no município de Cariacica, que se conurba com Vitória (o estádio encontra-se a apenas 10 quilômetros do centro de Vitória). É de posse da Desportiva Capixaba.
Apesar da capacidade do Estádio Kleber Andrade, no mesmo município, de posse do Rio Branco Atlético Clube, ser maior (estimada em 45 mil), as intermináveis obras no mesmo inviabilizam eventos de grande porte.
O Engenheiro Araripe foi palco da única apresentação oficial da seleção brasileira de futebol no estado do Espírito Santo, em 26 de junho de 1996, quando o Brasil derrotou a Polônia por 3 a 1.

Hino Desportiva Capixaba

Grená grená grená
Meu coração é grená
Sou Desportiva
Oh chama viva é meu maior prazer te amar
Sou campeão levanto a taça
Essa camisa é pura raça
Tiva tiva
Meu coração é grená

Não importa onde é o jogo
Eu vou correndo pra te ver
Solto o grito com a galera
E entro em campo com você
Faça chuva faça sol
Eu vou eu chego lá
Vou sem medo e seu Deus quiser
Vai dar TIVA TIVA

Hino Desportiva Ferroviária
(Eduardo Ribeiro)

Pra frente Desportiva
Pra frente é o seu destino
Quem fica não conquista
Grandes marcas em sua vida
O seu passado já mostrava suas glórias
De triunfos que ornamentam sua história
Vencer, vencer, vencer!
É o grito da torcida que desperta
O suor grená de suas lutas
Parece sangue que corre em nossas veias
É o clube que sabe fazer amigos
Desportiva, Desportiva!

Mascote
Desportiva Capixaba - Maquinista









Desportiva Ferroviária - Locomotiva






site:http://www.desportivacapixaba.com.br

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Sampaio Corrêa Futebol Clube


Sampaio Corrêa Futebol Clube, fundado no dia 25 de março do ano de 1923 (84 anos completos) na residência de Inácio Coxo, localizada em uma das ruas do Bairro do Lira, que dão acesso à Rua do Passeio (Bairro São Pantaleão ), quando um grupo de jovens peladeiros resolveram criar a Associação Sampaio Corrêa Futebol Clube, sendo escolhida e composta a sua primeira Diretoria pelos desportistas, oriundos do antigo Remo F. Club (1920), formado por operários e jovens de pés descalços, sendo escolhido para ser o seu presidente o desportista Abrahão Andrade. Como vice, o escolhido foi Luis Vasconcelos e João Almeida e Plasco Moraes Rego, na primeira e segunda secretarias. Valdemar Zacarias de Almeida como tesoureiro, Almir Vasconcelos como Diretor de Esportes e mais Manoel Brasil como auxiliar das diretorias, foram os demais membros da primeira diretoria boliviana.

O nome Sampaio Corrêa surgiu em homenagem ao hidroavião Sampaio Corrêa II, que aportou em São Luís no dia 12 de dezembro de 1922, sob o comando do piloto brasileiro Pinto Martins e do americano Walter Hinton. O avião tinha sido doado - e por isso levava o nome - pelo senador carioca José Mattoso de Sampaio Corrêa, presidente do Aeroclube Brasileiro. Aliás, foram dois os aviões doados pelo senador: Sampaio Corrêa I e Sampaio Corrêa II, sendo que o primeiro pegou fogo, antes do segundo ser doado.
Os dois pilotos tentavam realizar a primeira ligação aérea entre as Américas, levantando vôo dos Estados Unidos para o Brasil.
O uniforme oficial do clube foi inspirado na camisa do Fluminense do Rio de Janeiro, e estilizado por Gervásio Sapateiro, nas cores amarelas, verde e vermelha. Os calções eram de cor cáqui e meiões cinza, baseados nos macacões e polainas dos pilotos Walter Hinpton e Pinto Martins, que usavam também camisas verde/amarela e vermelha I branca inspiração das bandeiras brasileira e norte-americana.

O primeiro jogo oficial e o primeiro gol

Em pouco tempo, o Sampaio tornou-se "Campeão Suberbano" ao bater pequenos clubes da periferia e desafiar o grande Luso Brasileiro, à época o campeão maranhanense e maior potência do estado. O primeiro compromisso oficial entre os dois clubes ocorreu em 26 de abril de 1923, sendo que o Luso vinha de uma longa invencibilidade. A partida aconteceu no campo da Rua do Passeio, com arbitragem de Antero Novais, e terminou com a vitória da Bolívia Querida por 1 x 0, com gol de Lobo, feito aos quatro minutos do primeiro tempo. A primeira equipe do Sampaio era a seguinte: Rato; Zé Novais e João Ferreira; Roi Bride, Chico Bola e Raiol; Turrubinga, Mundiquinho, Zezico, Lobo e João Macaco.

O Sampaio Corrêa teve o recordista de gols em uma só partida. Foi ele o atacante Mascote, que bateu o recorde brasileiro de gols numa única partida. Aconteceu em 20 de setembro de 1934, quando o Tricolor venceu o Santos Dumont por 20 x 0. Mascote fez 13 gols, decretanto a extinção do chamado time "Aviador".

Copa Conmebol 1998

O Sampaio é o único clube do Maranhão a participar de um torneio internacional. Foi a Copa Conmebol de 1998, na qual terminou como terceiro colocado, atrás do Santos e do Rosário Central - ARG.
No jogo da semifinal da Copa Conmebol de 1998, entre Sampaio e Santos, foi quebrado o recorde de público do Estádio Castelão, dia 24.09.1998. O total de público divulgado foi de 97.720 torcedores.

Títulos

Ao longo dos seus 85 anos, o Sampaio Correa conquistou vários títulos , dentre eles:

  • 29 Campeonatos Maranhense com destaque ao Pentacampeonato nos anos de 1984/85/86/87/88;
  • Campeonato Brasileiro da 2ª Divisão 1972
  • Campeonato Brasileiro 3ª Divisão/1997;
  • Campeão da Copa Norte e Nordeste 1998;
  • Campeão da Taça Cidade de São Luis - 2007
Estádio

Estádio Governador João Castelo
O estádio é de propriedade do Governo Estadual do Maranhão, e é o principal estádio dos jogos do Sampaio Corrêa e do Moto. Seu nome é em homenagem a João Castelo Ribeiro Gonçalves, governador do Maranhão de 1979 a 1982.
Inauguração:05/02/1982 (Brasil 3 x 1 Portugal) - 05/02/1982
Primeiro gol: Júnior (Brasil)
Maior público: Sampaio Corrêa 1 x 5 Santos - 24/09/1998 - 100.250 (97.720 pagantes)
Capacidade 70000

Estádio Municipal Nhozinho Santos
O estádio é de propriedade da Prefeitura Municipal de São Luís do Maranhão. Seu nome é em homenagem a Joaquim Moreira Alves dos Santos, pelas mãos do qual ocorreu o nascimento das atividades esportivas em Maranhão.
Inauguração : 01/10/1950 (Sampaio Corrêa 2 x 1 Paysandu)
Primeiro gol: Hélio (Paysandu)
Maior público: Maranhão 0 x 0 Vasco da Gama - 26/03/1980 - 24.865 pessoas
Capacidade 22000


Hino
O célebre hino do Sampaio foi composto por Agostinho Reis (1920-1966), e sua gravação original foi interpretada pelo cantor Alcides Gerardi, sob o acompanhamento da Banda da Polícia.

Sampaio Corrêa,
a bolívia querida
de
maior torcida
desse Maranhão,

Sampaio Corrêa,

do nosso esporte

o mais antigo esquadrão
Sua camisa encarnada
verde e amarelo
Veste o gigante
do esporte

em constante duelo

Sa
mpaio Corrêa,
time de escol,

maior torcida
tradição
e futebol


Clássicos

Superclássico: Sampaio e Moto
Samará : Sampaio e Maranhão

Mascote








site :http://www.sampaiocorreafc.com.br

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ji-Paraná Futebol Clube

Há muito tempo...
Uma bola de capotão e um pequeno espaço próximo onde hoje é o teatro Dominguinhos, surgiu o primeiro campinho de futebol de Ji-Paraná que, na época, nem se chamava ainda vila de Rondônia. Isto aconteceu na década de 50. João Padeiro, que trabalhava com o Velho Sergipe, que ainda está vivo e mora duas casa abaixo do hotel Amiguinho, coordenou a primeira competição de futebol. Era o auge do garimpo de diamante no rio Machado.

As duas equipes eram formadas por garimpeiros, seringueiros e o pessoal que trabalha na central de rádio-telex onde hoje é o Museu das Comunicações Marechal Rondon.

Vila Nova e Vera Cruz
Anos mais tarde, já no final da década de 60, Vila de Rondônia tomava forma de lugarejo e as peladas – partidas de futebol aos finais de semana, eram constantes.

Copão da Amazônia
Na década de 70, Vila Nova e Vera Cruz eram, o que podemos chamar, de uma equipe de futebol. Jogo de camisa, local para treinar e até uns trocados pela participação de alguns jogadores na equipe. O sonho era poder participar do Copão da Amazônia – uma grande competição de futebol amador que reunia os estados da região Norte.

Rivais
Moto Clube, Ferroviário, Flamengo e Botafogo eram os clubes da capital. Nascia aí uma rivalidade com Ji-Paraná que também, durante muito tempo, teve uma rivalidade infernal com o futebol de Ouro Preto. Lá haviam equipes como o Bangu, Industrial e Aciop.

Futebol profissional
Na década de 80 foi o auge do Copão da Amazônia, que deixou de ser algo importante com a chegada do futebol profissional.

O Ji-Paraná foi fundado no dia 22 de abril de 1991. Logo em seus dois primeiros anos de existência, o Ji-Paraná conquistou 2 títulos do Campeonato Rondoniense. Arapongas, Joélson, Cezar, Jaú, Oliveira, Cebola, Anísio, Lindomar, Ademirzinho, Gersinho, Fábio, Da Costa e Itamar são jogadores que fizeram parte da primeira e segunda conquistas. Os técnicos da primeira conquista foram Toninho Pastor e Toninho Funari, que assumiu na fase final do primeiro estadual.

O golpe maior veio de dentro da própria cidade de Ji-Paraná, em 2005: sob os moldes do Sport Club Ulbra de Canoas, no Rio Grande do Sul, clube da Universidade Luterana do Brasil, era criado o S.C. Ulbra de Rondônia. Sem tradição ou torcida, a idéia era fazer com que o trabalho sério e alguma parceria inicial com o co-irmão citadino trouxesse resultados rápidos e, estes, investimentos. Foi um sucesso: em 2005, título da Segunda Divisão do Estado; em 2006 e 2007, bicampeonato rondoniense.

Enquanto, até por ajuda sua, com o empréstimo de jogadores, o pretenso rival tomava o trono que um dia fora seu, o Ji-Paraná decaía. Mais do que conquistar novos investimentos, a Ulbra também quebrou o monopólio do Jipa em conseguir o apoio da cidade, dividindo as coisas e criando uma situação fatal ao outrora único clube dali. Em dificuldades frente à nova realidade, o Ji-Paraná Futebol Clube chegou a um ponto impensável no ano passado: venceu apenas um jogo em 12 rodadas do Campeonato Rondoniense, acabou na lanterna, e foi rebaixado à segundona.

Em 2008, o Ji-Paraná disputa a segunda divisão e o Ulbra anuncia o fim do departamento de futebol.

Títulos

Estaduais: 1991/92/95/96/97/98/99 e 2001
Taça Rondônia Eucatur de Futebol: 2001.

Estádio

O Estádio Municipal José de Abreu Bianco, mais conhecido como Biancão. Foi construído na gestão do governador José de Abreu Bianco (1999-2002), e oficialmente inaugurado em 22 de junho de 2002. Capacidade 7.000

Hino:

"Nasceu azul da cor do céu,
nos orgulhamos antes de crescer
trazendo títulos e tantas batalhas,
ó meu jipão amo você no coração;
do estado de Rondônia é o grande campeão
sempre enchendo os nossos olhos;
acelerando nosso coração,
e com orgulho os jiparanaenses
cantam forte este refrão:
Jipa Jipa Jipa Jipa,
Eu te amo meu Jipão!
É o Galo de Rondônia
glorioso eterno vencedor humilde,
valente e guerreiro, orgulho do interior
Jipa Jipa Jipa Jipa,
Eu te amo meu Jipão!
Jipa Jipa Jipa Jipa,
Ji-Paraná é campeão".

Apelidos Galo da BR

Mascote Galo







site: http://www.baraketu.com/asp/jiparana/index.asp

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Ubiratan Esporte Clube


Ubiratan Esporte Clube foi um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Fundado em 5 de Fevereiro de 1947. Seu uniforme era composto de camisa preta e amarela, calção preto e meias amarelas. Mandava seus jogos no estádio Fredis Salvidar com capacidade para trinta mil pessoas.

O Clube Ubiratan, um dos mais tradicionais do futebol de Mato Grosso do Sul, que completou 61 anos no mês de fevereiro deste ano e que já foi campeão estadual em 1.998 e bi-campeão em 1.999, e já disputou o campeonato brasileiro e Copa do Brasil inicia o sonho de resgate de sua história através da construção de uma nova sede, que inclusive fica ao lado da sede antiga, de 13.000 metros quadrados que por muito tempo ficou parada em função de uma dívida com a Receita Federal no valor de R$ 496.000,00. Nesse período o prédio antigo havia sido confiscado pela União, mas o Ubiratan recorreu da sentença e acabou reavendo o patrimônio. Porém a reativação da sede antiga é inviável no momento, bem como o valor da dívida, que é muito alto, o que levou a diretoria a decidir pelo investimento em parte do terreno que restou. O Ubiratan é conhecido como o time que revelou o zagueiro Antônio Carlos, que já defendeu a seleção brasileira, hoje joga no Santos Futebol Clube, mas já atuou no São Paulo, Palmeiras, Corinthians e vários outros clubes do exterior.

São mais de dois mil sócios proprietários que ficaram sem usufruir do Clube por mais de quatro anos. A piscina foi consumida pelo tempo. A sauna e os alojamentos também foram sendo destruídos por vândalos, bem como o salão de festas. Hoje o local é freqüentado por mendigos.

Para ele as obras significam muito para os douradenses. “Todo esse esforço tem um significado muito grande não só em termos de estrutura física, acho que o principal significado aí é o resgate da história deste clube que já deu tantas glórias ao torcedor douradense”, disse Joaquim.

Indagado sobre a possibilidade do Ubiratan se preparar para disputar novamente o campeonato estadual o presidente afirma que esta possibilidade por enquanto não existe. “Futebol profissional novamente só se houver interesse de grandes empresas em nos patrocinar, o nosso pensamento, no momento é oferecer algo para os sócios e investir nas categorias de base”, afirmou.

A diretoria não descarta a possibilidade de pedir ajuda a Antônio Carlos para que o Ubiratan possa renascer no cenário do futebol Sul-matogrossense.

Em 2008, vai disputar 4ª Taça Integração de Futebol Amador, promovida pela LEDA (Liga Esportiva Douradense de Amadores), uma das mais importantes competições do esporte amador, disputada por equipe de Dourados, distritos e cidades vizinhas como Fátima do Sul e Douradina.

Títulos
Campeão Sul-matogrossense: 1990-1998-1999.

Estádio

O Fredis Saldivar, conhecido também como Douradão, é um estádio localizado em Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. Douradão é administrado pelo governo do estado e pela prefeitura de Dourados. Seu nome é uma homenagem á Fredis Saldivar, que doou o terreno onde o estadio foi construído. Atualmente é o maior estádio do interior de MS e o 2º maior só atrás do Morenão, em Campo Grande.

Inaugurado em 1986, o jogo inaugural foi em 12 de abril desse mesmo ano, quando o Ubiratan de Dourados venceu o Mixto de Cuiabá por 4-2. O primeiro gol foi marcado por Ademir Patrício do Ubiratan. A maior lotação do estádio está atualmente em 18.780, em um jogo ocorrido em 17 de julho de 1988 quando Ubiratan e Operário de Campo Grande empataram em 1-1.

Hino

Ubiratan imortal e brilhante
De Dourados és o leão forte e gigante

Não, não tem comparação
Tem união e amizade
A bola rolando tremulando a bandeira
Ubiratan hoje é realidade

Só muita gente feliz
Só glória e tradição
E para completar a nossa alegria
Ubiratan hoje é o campeão.

Mascote

Leão da Fronteira

site: http://www.ledaesportes.com.br/ubiratan.htm

domingo, 14 de setembro de 2008

Sport Club Gaúcho

A história do S.C. Gaúcho remonta ao distante dia 12 de maio de 1918, quando no varandão da antiga “Casa Barão”, foi fundado aquele que viria a se tornar o mais querido clube da cidade. Os fundadores foram os desportistas Augusto Schell Loureiro, dona Carlota Bordallo Rico e os filhos do casal, Alfredo e Gil Rico Loureiro, mais os amigos Victor Loureiro Issler, Antônio Junqueira da Rocha, João e Aníbal Colavin e Antônio Pimpão Loureiro.

O nome foi sugerido por Gil Loureiro, que afirmou na ocasião: “Gaúcho, pois somos gaúchos, povo guerreiro, determinado, batalhador, forte, e o nosso clube, além do nome, terá a alma gaúcha. Aparteando seu irmão, Alfredo recomendou as cores verde e branca". O trecho é do livro “O mais querido da cidade”, de autoria do escritor Marco Antonio Damian, que conta a trajetória do clube de 1918 até 2000.

Foi no Estádio Wolmar Salton - construído em 1957 - que o Gaúcho conheceu seus melhores momentos, especialmente aos tempos dos famosos irmãos Pontes e dos inesquecíveis clássicos contra o rival 14 de Julho (hoje Passo Fundo). Em 1986, Gaúcho e 14 fizeram a fusão, dando origem ao Esporte Clube Passo Fundo.

O Clube 14 de Julho que disputava a segunda divisão não tinha feito um bom campeonato e ameaçava pedir licença. O Sport Clube Gaúcho havia sido rebaixado para a segunda divisão. Com a crise instalada nos dois clubes iniciou-se um movimento com o apoio do Poder Público, através do Prefeito Fernando Machado Carrion, para tratar da fusão como única maneira do futebol continuar em Passo Fundo. No dia 10 de janeiro, com a presença de dirigentes do 14 de Julho e do Gaúcho, no plenário da Câmara de Vereadores foi fundado o Esporte Clube Passo Fundo. A fusão entre as duas agremiações acontecia na parte do futebol, não envolvendo o patrimônio do 14 de Julho e nem do Gaúcho.

A equipe formada pela direção do Esporte Clube Passo Fundo, para disputar o campeonato da Segunda divisão teve como primeiro técnico Raul Tagliari, que deixou o clube ainda na primeira fase, foi substituído por Altino Nascimento e depois Paulo Sérgio Poletto. Na equipe formada, um jogador se transformaria em grande ídolo da torcida do Passo Fundo. Cláudio Freitas, goleador do campeonato e jogador decisivo na campanha comandada por Poletto que classificou o Passo Fundo para a primeira divisão, num empate em zero a zero com o São José em Porto Alegre. Do grupo campeão, fizeram parte os seguintes jogadores: Mazaropi, Donizete, Betão, Ximbica, Darcy Munique (capitão), Zé Ricardo, José, Sérgio Roth, Rebechi, Walmor, Doval, Castor, Flávio, Volmir, Cláudio Freitas, Zé Carlos, Valduíno, Alfredo, Leonel, Anchieta e Almir.

Em 1998, o Gaúcho desistiu da fusão e voltou ao profissionalismo. Passo Fundo passou então a contar com apoio apenas do 14 de Julho. Em 2004, decidiu retirar do uniforme o verde do Gaúcho e passou a ser apenas vermelho como nos tempos do 14 de Julho.

E quem não lembra dos duros jogos contra Grêmio e Internacional, que suavam sangue para sair de lá com um bom resultado? O que dizer dos valentes e folclóricos irmãos Pontes que ganharam fama de jogadores mais violentos da história do futebol brasileiro? O currículo não desmente: Daison Pontes foi punido por tudo que é imaginável, até doping.

Sua maior proeza aconteceu em 1974, em Passo Fundo. O juiz José Luis Barreto teve a coragem de marcar um pênalti contra o Gaúcho, em pleno Estádio Wolmar Salton. Indignado, Daison chamou o árbitro de crioulo. E Barreto teria retrucado: “Se te pego fora de Passo Fundo, te expulso”. E Daison não deixou por menos: “Se me expulsar te quebro a cara”. Dito e feito, semanas depois os dois se encontraram num jogo em Santa Maria. E promessas cumpridas. Barreto expulsou Daison e este deu um soco na cara do juiz e um pontapé na barriga. Foi suspenso por 18 meses. Retornou em 1976 somente para encerrar a carreira.

João Pontes foi o companheiro ideal da furiosa zaga, igualmente mestre de indisciplina e a exemplo do irmão Daison foi punido por tudo, de doping a agressão, num total de 18 punições. Apenas como curiosidade, publico as expulsões dos irmãos Pontes.

Jogar em Passo Fundo na época dos irmãos Pontes era um verdadeiro teste de coragem. Daison garantia que um time para botar faixa de campeão precisava passar por Passo Fundo. O ex-zagueiro, 68 anos, hoje funcionário municipal aposentado não acha que tenha sido um jogador violento, apenas não admitia desrespeito.

O jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre, publicou uma série intitulada “O tempo em que havia guerra”, contando a história do futebol gaúcho. Num trecho do excelente texto: “No futebol de Passo Fundo, Ele era a lei”, de Mário Marcos de Souza, está explicado o que era desrespeito, no mundo dos irmãos Pontes: podia ser um olhar, um sorriso na hora errada, firulas ou uma cuspida, como o atacante Nestor Scotta ousou dar em um jogo Grêmio e Gaúcho. Argentino, habituado a batalhas em seu país, Scotta entendeu no fim do jogo que complicado mesmo era jogar em Passo Fundo.

Pode ser até lenda. Mas me contaram e juraram que é verdade, que o pai dos irmãos Pontes costumava assistir os jogos do Gaúcho, sentado em cima do muro do Wolmar Salton. E se o juiz ousasse marcar um pênalti contra o seu time, o revólver aparecia rápido em suas mãos e uma pergunta ecoava por todo o estádio: “Tu marcou foi falta contra eles, não é mesmo?”.

Mas não é só dos irmãos Pontes, que o Gaúcho tem histórias para contar. Bebeto, o “canhão da serra”, um dos mais importantes jogadores do futebol gaúcho em todos os tempos, um dia vestiu e honrou a camisa verde e branca. Em 1965, estreou no 14 de Julho, de Passo Fundo. Dois anos depois foi para o Gaúcho, onde se consagrou e conquistou títulos. Foi por duas vezes artilheiro do Gauchão, defendendo o Gaúcho, 1973 e 1975, ambas com 13 gols. Em 1984 foi artilheiro do Campeonato Gaúcho da Série B, com 19 gols.

Títulos

O S.C. Gaúcho em seus 90 anos conquistou alguns títulos expressivos: Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão, 3 vezes (1966, 1977 e 1984); Vice-Campeonato Gaúcho 2ª Divisão, 2 vezes (1965 e 2005); Campeonato Gaúcho 3ª Divisão (2000); Vice-Campeonato da Copa FGF (2004); Campeonato Citadino de Passo Fundo, 15 vezes (1926, 1927, 1928, 1938, 1939, 1948, 1949, 1950, 1954, 1961, 1963, 1964, 1965, 1966 e 1967); Copa Everaldo Marques da Silva (1970).

Decadência

Após quase 90 anos de história (completados em 12/05/2008), no ano passado, a cidade de Passo Fundo viu sucumbir um dos mais tradicionais clubes da região, o Sport Club Gaúcho. O acúmulo de dívidas levou o patrimônio do clube a leilão. Os bens foram arrematados pelo advogado da família de um jovem, que se afogou na piscina do clube em 1996 e ficou tetraplégico e necessitando de tratamento caro.

Como o S.C. Gaúcho não pagou as prestações acertadas, a sede foi adquirida por R$ 1,1 milhão, quantia baixíssima se comparada às estimativas que apontavam para um valor cinco vezes maior. Os bens móveis que lá estavam foram levados a depósito judicial, permanecendo em poder do clube apenas troféus e documentos. A ação movida pela família era de R$ 1,3 milhão. Após a realização do leilão, a intenção era de colocar a área à venda, o que ainda não aconteceu.

Nesse meio tempo o município conseguiu o tombamento provisório do campo e das arquibancadas do estádio. A estrutura do clube, localizada na rua Moron, bairro Boqueirão, foi totalmente destruída. O prédio da secretaria, as piscinas, tudo foi posto abaixo e abandonado.

O portão principal foi lacrado e ninguém mais, além dos proprietários foi autorizado a entrar no local. Na semana passada, porém, após receber informações de que o antigo clube estaria tomado por moradores de rua, a equipe de “O Nacional” foi até o Gaúcho. Apesar da intensa movimentação, o portão principal encontrava-se arrombado.

Nos fundos a reportagem avistou uma parede toda queimada, o que segundo vizinhos aconteceu após mendigos acenderem fogueiras para se aquecerem do frio. Instantes após a chegada da reportagem, ainda no portão foi possível avistar pelo menos dois homens, sentados ao redor de uma mesa improvisada, próxima a muito lixo. Ao perceberem a presença de pessoas estranhas, os "habitantes", que dormem em salas que resistiram à destruição, estranharam a situação e a equipe foi obrigada a deixar o espaço. Segundo testemunhas, chega a cinco o número de moradores de rua que ficam lá à noite.

Lesado em seu patrimônio e abandonado pela maioria da sua torcida, o Sport Club Gaúcho, se eterniza apenas na memória de seus poucos verdadeiros torcedores. A escolinha de futebol do clube mantem-se ativa com cerca de quarenta meninos, e de certa forma mantém vivo o futebol do alvi-verde do Boqueirão, e assim como nós espera por dias melhores.

Estádio
Estádio Wolmar Salton
Capacidade 6000

Mascote: Periquito do Boqueirão

Fonte: http://futeboldepassofundo.futblog.com.br e http://nilodiasreporter.blogspot.com

sábado, 13 de setembro de 2008

Tupi Foot Ball Club


O Tupi Foot Ball Club foi fundado em 26 de maio de 1912 por diversos célebres nomes da cidade, tendo como seu principal fundador, o sereno, Antônio Maria Júnior, conhecido como “o carijó”. Na sua fundação o nome do clube era Tupy Foot-Ball Club que foi utilizado por 30 anos até se tornar Tupi Foot Ball Club.
Em 1931 o até então Tupy inaugurava o seu estádio próprio, o Salles Oliveira, homenageando e eternizando um ilustre carijó, o Dr. Francisco de Salles Oliveira. O estádio com capacidade para 5.000 pessoas era um marco em sua época, sendo o maior e o mais moderno estádio da Zona da Mata.
O Tupi disputou a primeira divisão do Campeonato Mineiro, até 1965, quando o time terminou a competição na última colocação e acabou rebaixado. No ano seguinte, no entanto, o Tupi ficou conhecido por todo o Brasil como o fantasma do Mineirão.

Fantasma do Mineirão

No final do ano de 1965, o Cruzeiro conquistou o título do Campeonato Mineiro, e o Tupi teve uma de suas piores campanhas, ficando em último lugar no Campeonato de Juiz de Fora. Em janeiro de 1966, o Tupi convidou o Cruzeiro para um jogo em Juiz de Fora e, com seu time renovado, venceu o jogo por 3 a 2, derrotando a famosa equipe de Tostão, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Piazza, Natal, dentre outros craques.

O Tupi foi então convidado a jogar com o Atlético, no Mineirão, vencendo novamente um time da capital. Desta vez, por 2 a 1 sobre o Atlético, que era dirigido por Paulo Amaral.

Um novo desafio foi feito pelo América Mineiro, dirigido por Yustrick. Mas uma nova vitória do Tupi por dois a um foi o que aconteceu. O Cruzeiro pediu uma revanche do jogo realizado, afirmando que, no Mineirão, iria arrasar com o Tupi. Nova vitória do Tupi por 2 a 1 fez todo o Brasil falar naquela equipe, que acabou sendo convidada para treinar com a Seleção Brasileira de Pelé e Garrincha em Caxambu, quando empatou em um a um. O técnico do Tupi, Geraldo Magela Tavares, lembra a escalação do time responsável por grandes façanhas em 1966: Waldir, Manoel, Murilo e Walter, França e Mauro, João Pires, Toledo, Vicente, e Eurico.

Ao longo de sua história o Tupi Foot Ball Club conquistou diversos títulos da cidade, muito deles de forma invicta, foi quatro vezes campeão do interior de Minas Gerais nos anos de 1975, 1985, 1987 e 2003 e campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro em 2001.
Após cair para o Módulo II do Campeonato Mineiro em 2004, o Tupi conseguiu subir novamente para a Primeira Divisão mineira em 2006. Gerido pela Organização Panorama de Comunicação (OP.COM) o clube conseguiu se firmar no decorrer do campeonato. Nesse ano, no campeonato do Módulo II, o Tupi terminou como vice-campeão, conseguindo o acesso à Primeira Divisão (Módulo I) em 2007 juntamente ao campeão, o Rio Branco (Andradas).

O time não teve uma boa participação na Taça MG daquele ano, mas um fato chamou a atenção: a quase-contratação do atacante Romário, que não pôde se concretizar graças à uma lei da FIFA.

Em 2007, o Tupi obteve a quarta colocação do Campeonato Mineiro, conquistando o direito de participar da Série C do campeonato nacional. Recentemente, foi vice-campeão da Taça Minas Gerais, perdendo a final para o Ituiutaba. Após o campeonato mineiro, a Organização Panorama de Comunicação (OP.COM) deixou a gerência do clube. Em 2008, O Tupi obteve a terceira colocação do Campeonato Mineiro e foi o "Campeão Mineiro do Interior".Na Série C o time foi eliminado na 1ª Fase com 39% de aproveitamento, terminando o campeonato na 45ª Colocação (63 equipes participaram).

Estádio

O Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, localizado no Bairro Dom Orione, foi inaugurado em outubro de 1988, cumprindo as exigências da FIFA. Capacidade 35000.

O Estádio Municipal possui um amplo espaço para o monitoramento, que são as salas da administração, imprensa, Polícias Civil e Militar, Liga de Futebol, ouvidoria e depósito, todas separadas com infra-estrutura adequada, dando maior conforto para a realização dos trabalhos. Conta com sistema de alto falante no interior e exterior do Estádio.

Moderno e dentro dos padrões nacionais o Estádio Radialista Mario Helênio recebe não só os jogos do Tupi mas dos principais times da Série A do Brasil.

Em seus gramados já pisaram diversos craques, entre eles o Zico, que fez sua despedia do Futebol no dia 02 de dezembro de 1989 jogando pelo Flamengo.

Hino
Autores: Geraldo Santana , Messias Rocha e Carlos Odilon

Vão desfilar as emoções,
Vão repetir-se as tradições,
É o Tupi, é o galo, o índio, é o coração
Batendo, batendo forte
Em compassada vibração.

Tupi, Tupi é união!
Dos campeões, o campeão!
É força viva,
É muito mais que uma paixão.
É a jogada,
É o silêncio de um instante.
É a repentina explosão dos carijós.

Ao tremular do alvinegro pavilhão,
Vibra a torcida,
Ganha o time inspiração.
Surge na luta a chama viva da esperança,
E o galo forte carijó não tem rivais...
Grandes vitórias sempre alcança,
E vive a glória dos imortais

Mascote

A mascote do Tupi Foot Ball Club é o galo carijó. A escolha do animal como um dos símbolos do clube ocorreu como forma de homenagear o principal fundador da equipe, Antonio Maria Junior, que tinha o apelido de Carijó.




site: http://www.tupijf.com.br

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Associação Olímpica de Itabaiana


Data da década de 20 o ponto de partida do futebol em Itabaiana com o Santa Cruz e o Brasil. Em 10 de julho de 1938 era fundado o Botafogo Sport Clube que seria mais tarde, na década de 50, transformado em Itabaiana Esporte Clube. O seu primeiro titulo veio em 1953 ainda como amador. Em 1960, o profissionalismo chega ao futebol sergipano, ocasião em que se consolidavam definitivamente os grandes clubes; Itabaiana, Sergipe e Confiança. O primeiro titulo de campeão sergipano de profissionais viria no ano de 1969 no antigo estádio Etelvino Mendonça. Esse momento da historia do time foi de fundamental importância, por ter provocado uma “febre” de auto-estima e orgulho nos itabaianenses, marcando para sempre o inicio de uma paixão clube/torcida.

A conquista mais importante do futebol sergipano viria em 1971, quando o Itabaiana conquistaria o titulo de campeão do Nordeste e vice do Norte-Nordeste, feito este que promoveu um aumento no quadro social do clube para 1150 associados, que na época era um número bastante relevante. Ainda em 1971, mais precisamente no dia 5 de março, era inaugurado o estádio Presidente Médici com a partida entre Itabaiana e Grêmio de Futebol Porto Alegrense que empataram nessa ocasião por 0x0, tornando assim este estádio definitivamente a casa do time e da torcida tricolor. Disputas memoráveis ocorreram posteriormente, envolvendo os clubes da capital, Sergipe e Confiança, e o nosso itabaiana, aumentando assim cada vez mais antigas rivalidades interior/capital.

O segundo titulo estadual seria conquistado no ano de 1973, em pleno estádio Lourival Batista, na capital. Mas foi entre o final da década de 70 e inicio da década de 80 (1978, 79, 80, 81 e 82) que o Itabaiana consolidaria sua hegemonia no futebol do Estado, conquistando um inédito pentacampeonato, tendo como responsável direto por tal feito histórico o Sr. Jose Queiroz da Costa, eterno patrono da equipe, que não medira esforços para obter tais conquistas. Um jejum de 15 anos ocorreu até o próximo titulo em 1997, quando o Itabaiana derrotou o Confiança, mais uma vez no Batistão. Em casa, no estádio Presidente Médici, o primeiro titulo de campeão sergipano seria conquistado em 2005, numa vitória sobre o rival do interior, a Lagartense, momento esse que coroaria um trabalho de renovação, realizado pelo presidente Alberto Nogueira, que, juntamente com sua renovada e atuante diretoria, conquistou ainda a Copa Governador do Estado de 2006 e 2007.

Títulos
Estaduais
Campeão -1969, 1973, 1978, 79, 80, 81, 82 (titulo dividido com o Sergipe), 1997 e 2005.

Copa Governador do Estado
Campeão -
2006,2007

Regionais
Campeão do Nordeste e vice do Norte-Nordeste 1971-Principal conquista do futebol sergipano.

Estádio
O estádio Presidente Médici com capacidade de quatorze mil pessoas é onde o Itabaiana manda seus jogos. Foi inaugurado em 7 de março de 1971 num jogo contra o Grêmio.( 0 X 0) Uma curiosidade digna de nota é que o Itabaiana conseguiu ganhar apenas um titulo dentro dessa praça desportiva, exatamente o título estadual do ano de 2005.

Hino
Autores: Alberto Carvalho e José Osvaldo Carvalho

Descendo a serra

jogando uma bola

com alma e paixão

três cores na faixa

alegria do povo

é o seu campeão

em casa ou distante

o ator é o mesmo

no campo de ação

na vitória ou derrota

a disputa com luta

e o abraço do irmão

somos Itabaiana

Cidade celeiro

que vibra no esporte

com o seu Tremendão

Mascote

A Cebola, devido a grande produção local e o Tremendão da Serra que foi criado por um radialista local inspirado no cantor Erasmo Carlos.








site: http://www.aoitabaiana.com.br

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Rio Branco Futebol Clube


O ex-jogador do RBFC, Euclicles Barbosa da Costa, o Pedro Sepetiba, insiste que a bola rolou inicialmente em Rio Branco nos pastos do seringal Catuaba. Jogavam com bolas de seringa. O juiz aposentado Romeu César Leite, por sua vez, com base em antigo jornal, revela que o engenheiro José Alberto Masô, autor do primeiro mapa geral do Acre, escreveu que no final do século 19 os índios da região praticavam futebol, “com todo mundo da tribo chutando uma bola de borracha, durante dias inteiros’.

Fomos privilegiados, em 1978, com doação de documentos de valor inestimável, apontamentos sobre o RBFC cedidos pelo fundador e atleta do primeiro time, o falecido delegado e espírita Francisco Lima e Silva (vinha a ser parente do Duque de Caxias). Os papéis, amarelados, a maior parte roídos pelas traças, manuscritos muitos, datilografados alguns, registram os jogos, de 1919 a 1921, do Rio Branco Football Club, os escores, os nomes dos fundadores e presidentes, as madrinhas do clube, a letra do Hino do Rio Branco F.C
.
Os apontamentos sobre o Rio Branco F.C., são referidos como “desde o dia
8 de junho de 1919, data de sua fundação até o ano de 1930”. infelizmente, Chiquinho Lima e Silva cedeu-nos os papéis relativos até 1922. Não sabia, disse-nos, o destino dos preciosos restantes registros até 1930, ano em que, por causa do seu time foi transferido punição mesmo para ser delegado de Vila Castelo, no Purus, atualmente Município de Manuel Urbano, Aliás, o delegado ficou no exílio forçado 22 anos.

Graças ao escriba-mor do RBFC, que segurou a barra anotando tudo que se relacionasse ao clube jogos realizados, times, adversários, escores, madrinhas recuperou-se até a letra do Hino do Rio Branco, escrita pelo poeta Grijalva Antony e música de Adolfo Silva e José Trindade.

Recentemente, após o clube ser informatizado, na gestão do empresário e advogado Sebastião Meio de Alencar, recuperou-se a relação dos presidentes do RBFC desde a primeira diretoria, da provisória de 8 de junho de 1919 à eleita dia 12 de junho, quatro dias após a fundação. Mas pelos registros de Chiquinho Lima e Silva, “O primeiro presidente foi o Dr. Nathaniel de Albuquerque, falecido em 1921.O segundo, o Dr. Conrado Fleury e o terceiro o Dr. José Francisco de Melo”. A dúvida, porém, é dirigida pela “Ata de fundação do Rio Branco Football Club”, documento preservado pelo clube e guardado o livro de Actas no cofre da sede social.

O Rio Branco Football Club não nasceu, como na maioria dos times (não clubes) de futebol do Acre antigo, de um grupo de rapazes que se reunia para as clássicas peladas. O clube da estrela rubra, já nasceu grande e importante, afinal surgiu de reunião convocada pelo advogado amazonense Luiz Mestrinho Filho, no Eden Cine Theatro (no local do Cine Teatro Recreio), na noite de 8 de junho de 1919, na Rua
17 de Novembro no 2° Distrito da cidade. Estiveram presentes à reunião, 16 notáveis, que assinaram a primeira ata naquele mesmo dia.

O próprio Dr. Luiz Mestrinho que idealizou o RBFC ofereceu o nome em louvor à cidade e ao Barão do Rio Branco, sugeriu as cores vermelho e branco e conseguiu a doação de área de terra em Penápolis, 1º Distrito, generosamente concedida pelo prefeito Augusto Monteiro, até que o novo clube, mercê de terras oferecidas pelo fundador e chefe de Polícia, José Francisco de Melo e sua mulher Isaura Parente de Melo, construísse o Stadium do Rio Branco Football Club, inaugurado a 8 de junho de 1929 pelo governador Hugo Ribeiro Carneiro, erguido através de subscrição pública e apoio oficial. Uma curiosidade: nem Luiz. Mestrinho nem José de Melo assinaram a primeira ata. O político cedeu um terreno de mata nativa que se transformou em um campo de terra batida, a primeira sede do time da capital acreana.

O RBFC é, portanto, o primeiro clube organizado, com estatutos, regimento interno, campo de futebol, equipes de primeira e segunda categoria, madrinhas (a primeira foi a senhorinha Berta Cravo Bandeira), hino e projeção sócio-política cultural-esportiva.

Não é possível dizer em poucas palavras o quanto já fez e continua fazendo pelo futebol do Acre o glorioso Rio Branco Football Club, nascido em 8 de junho de 1919 por iniciativa de Luiz Mestrinho, um amazonense que também jogou futebol. Como advogado, viajara até Rio Branco para presidir a um inquérito nos Correios (desvio de verbas) e acabou cooperando, também para o maior desenvolvimento do esporte acreano, onde o Estrelão é um dos principais cartazes.

Com todos os detalhes estruturais definidos, faltava apenas o time entrar em campo, o que aconteceu no dia 14 de julho de 1919, contra o Militar Foot-Ball Club. No mesmo ano, a equipe disputou nove amistosos sem perder nenhum deles, mas a participação em competições oficiais iniciou apenas dois anos após a primeira partida. Logo no primeiro campeonato, a primeira taça foi erguida.

Em 1921, a Liga Acreana de Esportes Terrestres foi formada pelo Rio Branco e outros dois clubes, o Ypiranga e o Acreano. Com a criação da liga, as competições começaram a ser organizadas e o Estrelão levantou o caneco, goleando seus adversários e não tomando nenhum gol. A primeira formação campeã contava com Alfredo; Zé Bezerra e Olavo; Nobre, Bandeira e Joca; Fortenelle, Gaston, Mello, Jacob e Carlos.

O estádio José de Melo foi inaugurado no dia 8 de junho de 1929 e, nas décadas seguintes, o Rio Branco dominou o cenário estadual, conquistando 13 títulos seguidos entre 1935 e 1947, sendo o último já organizado pela Federação de Futebol do Estado do Acre, que substituiu a Liga Acreana de Esportes Terrestres.

Um grande jejum assombrou a equipe entre os anos de 1964 e 1970, quando nenhum título foi conquistado.

A conquista da Copa Norte

O ano de 1997 ficou marcado como o ano da principal conquista da história do clube: a Copa Norte. Após estrear na competição com um empate sem gols com o Ji-Paraná-RO, o Rio Branco passou por Baré-RR (1x0), Independência (1x0) e goleou o Nacional-AM (4x1), garantindo o primeiro lugar em seu grupo e, conseqüentemente, a vaga para a final.

O adversário da decisão foi o Clube do Remo. No primeiro jogo, no José de Melo, um empate sem gols. Na decisão em Belém, o Rio Branco não tomou conhecimentos do time mandante e venceu o Remo em pleno Estádio Mangueirão pelo placar de 2 a 1, com gols de Palmiro e Vinícius. A conquista permitiu que o Rio Branco fosse a primeira equipe do Acre a disputar uma competição sul-americana: a Copa Conmebol. Também em 1997, o clube conquistaria o Campeonato Acreano e terminaria na décima primeira colocação na classificação geral da Copa do Brasil.

Títulos:
3 Torneios Integração da Amazônia
1 Taça Carlos Alberto
1 Liga Torneio Initium
25 vezes Campeão Acreano.
Campeão do Norte em 1997.

Estádio
José de Melo (Cerca de 8.000 espectadores)
Localidade: Avenida Ceará, N°:1356
Proprietário: Rio Branco Football Club

*Atualmente o Rio Branco utiliza para competições nacionais o estádio:
Arena da Floresta (Cerca de 18.000 espectadores) – Totalmente encadeirado
Localidade: Antigo aeroporto Presidente Médici no Segundo Distrito da cidade.
Proprietário: Governo do Estado do Acre

Hino Oficial do Rio Branco FC

O Rio Branco é o primeiro
Clube forte e varonil
O seu time é altaneiro
Nesses longes do Brasil

Já tão cheio de vitórias
O Alvi-rubro pavilhão
Rio Branco entre glórias
Serás sempre o campeão


Mascote

A mascote do clube é o Estrelão. A estrela sempre fez parte da vida da agremiação, que em seu primeiro uniforme estampava solitária em cor vermelha a camisa toda branca do Rio Branco. O símbolo também é encontrado no distintivo da equipe, além de dar origem ao apelido do time, conhecido como Estrelão.



site: http://www.riobrancofc.com.br/


quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Associação Atlética Anapolina

Desde o início do futebol em Anápolis, até 1957, tivemos os seguintes times: Bahia, Cruzeiro do Sul (não organizados), Anápolis Sport Club (o primeiro a se organizar), União Sportiva Operária, Associação Atlética Anapolina, Anápolis Futebol Clube (antiga União Esportiva Operária), Ipiranga, São Francisco, e possivelmente outros times menores.

O Anápolis Futebol Clube, que é o antigo "União Esportiva Operária" e a "Associação Atlética Anapolina", formada pela quase totalidade dos jogadores e torcedores do extinto e pioneiro "Anápolis Sport Club", são os quadros de futebol mais antigos de Anápolis, e continuam aí, firmes, lutando pelo engrandecimento esportivo de nossa terra.

No início da década de trinta, o futebol de Anápolis vivia em séria crise financeira. Sendo assim, o Anápolis Sport (equipe que deu origem a Anapolina), volta e meia entrava de licença, voltava, tinha o campo leiloado, parava novamente, etc.; vivendo em um regime de semi-profissionalismo, trazendo jogadores de fora que jogavam em troca de pensão, comida e roupa lavada.

No início da década de 40, o Anápolis Sport chegou a manter uma equipe famosa, na qual apenas Arnaldo, Raul e Zeca eram da cidade. Em 1944, quando o clube atingiu sua época de maior prestígio, foi obrigado a liberar os passes dos jogadores de fora, pois não poderia mais arcar com as despesas. As dívidas, no entanto, avolumavam-se mesmo chegando ao vice-campeonato de 1946, aproveitando jogadores exclusivos da cidade. A crise apresentava-se, em 1947, como insolúvel. Dirigia o Anápolis Sport, José Maria do Nascimento Júnior, que havia injetado dinheiro no clube, assim como os seus antecedentes.

Os ânimos foram acirrando-se. O presidente, de posse dos livros e estatutos do clube, mantinha-se irredutível. A situação atinge um clímax, com jogadores e antigos dirigentes optando pela criação de uma nova agremiação.
Morre o Pantera, nasce a XATA.

Após sucessivas reuniões, de que participavam os Puglisi, José Elias, Odir da Costa Ferreira, José Abdalla, Edson Hermano, João Asmar e outros, decidiu-se que as cores do novo clube seriam as mesmas do antigo Anápolis Sport, calções brancos e camisas vermelhas, e elegeu-se a seguinte diretoria, que tomou posse a 1º de fevereiro de 1948: Presidente: Gisberto Ferraresi; Vice-Presidente: José Elias Isaac; 2º Vice: Moisés Roriz Filho; Secretário: João Pedro Neto; 2º Secretário: Ângelo Carnielo; Diretor de futebol: Edson Ermano.

No dia 18 de Abril de 1948, estreou a Associação Atlética Anapolina contra o Ferroviário Esporte Clube de Araguari. A RUBRA venceu a primeira partida de sua história pela contagem de 3 x 2, com gols de Júlio, Leônidas e Picum. A primeira escalação da Anapolina foi esta: Juca, Petrônio e Tatu; Arnaldo, Iberê e Zê Lemes; Alípio (Luizinho), Júlio, Juvenal, Picum e Leônidas.

Em 1949, a Anapolina sagrou-se a primeira campeã do certame anapolino, e repetiu o feito por mais três vezes consecutivas. Em 1951, a Anapolina tinha o melhor e mais forte elenco da cidade, e possivelmente do Estado; era um time imbatível no Centro-Oeste.

A Copa do Mundo de 1966, realizada na Inglaterra, foi um dos maiores fiascos do futebol brasileiro. Na falta de um melhor futebol, uma faixa no meio da torcida acabou chamando a atenção dos cronistas esportivos brasileiros: "A Rubra é Xata!", chata com "X" mesmo! ... Mas o que significava essa frase?
A curiosidade geral foi satisfeita pelos cronistas goianos, que já conheciam a tradição e as HISTÓRIAS da Associação Atlética Anapolina, clube de futebol sediado na cidade de Anápolis-GO carinhosamente denominado "Rubra" ou "Xata". "Rubra" é a denominação originada pelo uniforme do time nas cores vermelha e branca, em homenagem ao primeiro time de futebol de Anápolis, o Bahia Futebol Clube, que utilizava as mesmas cores. Existe também a versão de que a escolha foi uma homenagem prestada ao América-RJ. "Xata" é uma denominação que vem desde a época do amadorismo, quando o clube montava equipes fracas, que sofriam freqüentes derrotas, porém se reabilitava com vitórias surpreendentes contra adversários mais bem preparados.

Com o advento do profissionalismo no futebol goiano, o clube acabou sendo afastado por vários anos das disputas oficiais. No final da década de 1970 e início dos anos 80, a equipe foi reestruturada e obteve grande destaque na mídia nacional, conquistando dois vice-campeonatos goianos em 1981 e 1983, o vice-campeonato da antiga 2ª divisão do Campeonato Brasileiro, atual Série B, TAÇA DE PRATA - 1981, além de participar em quatro campeonatos brasileiros da 1ª divisão, em 1978, 1979, 1982 e 1984, com especial destaque para a grande campanha na TAÇA DE OURO - 1982. Mais recentemente, os melhores resultados alcançados foram o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro da Série C de 1998, e o Vice-Campeonato Goiano de 2000.

O escudo da Rubra, com as três letras "A" entrelaçadas, é uma característica marcante do clube desde a época do amadorismo. Ao longo dos anos, vários formatos foram adotados para o escudo, utilizando-se as três letras destacadas por círculos, losangos e até triângulos, juntas ou separadas. Na fase profissional, acabou sendo adota da a forma mais moderna e atual, com as três letras "A" inseridas dentro de um círculo. Em 1981, quando a Anapolina perdeu o título para o Goiás no tapetão, a diretoria resolveu adotar uma estrela, que simbolizava o título de "campeão moral".

Títulos

Nacionais
Vice-Campeonato Brasileiro da Série B: 1981.
Estaduais
Vice-Campeonato Goiano: 3 vezes (1981, 1983 e 2000).
Campeonato Citadino de Anápolis: 5 vezes (1949, 1950, 1951, 1952 e 1960).


Estádio

Estádio Municipal Jonas Duarte
Capacidade 15000

Sua construção foi iniciada em 1964, e o estádio foi inaugurado em 10 de abril de 1965, com apenas um lance de arquibancadas cobertas. O primeiro jogo foi entre o São Paulo e uma seleção de Anápolis. O tricolor paulista venceu por 4 x 1, sendo o primeiro gol do estádio anotado pelo jogador Rodarte, do São Paulo. Posteriormente, foram construídas as arquibancadas descobertas, além de um anel unindo as duas arquibancadas opostas. Na reforma efetuada, foi construída também uma geral, que elevava a capacidade do estádio para 20.000 lugares. Recentemente, por questões de segurança, a geral foi interditada, e diversas melhorias foram introduzidas no estádio visando aumentar a segurança do público, reduzindo a capacidade total para 15.000 lugares.

Hino
Autor: Pedro Cavaco

Avante, querida Rubra
Nós acreditamos em você
Torcendo, sempre a seu lado
Seu fã sempre hei de ser!

Ser da Rubra é ter orgulho
A nossa Xata é tradição!
Equipe de brio e de raça
Prá frente Anapolina
Do meu coração!

Vamos ver, olé, olá!
Vamos ver nossa Rubra jogar!

Saber perder ou empatar não é derrota
Vitória sim, é consagração!
As cores de sua bandeira
Que representam o seu pavilhão
Traduz uma cidade inteira
Anapolina, time do meu coração!

Vamos ver, olé, olá!
Vamos ver nossa Rubra jogar!


Não sabemos com certeza se este é considerado o hino oficial da Rubra, mas ele fez muito sucesso nos anos de 1981 e 1982, na época da fase de ouro da Rubra.

Mascote

Na fase do Anapolis Sport Club, o mascote do time era a Pantera. Com o advento da Anapolina, o mascote oficial passou a ser a Fênix, aquela ave mitológica que renasce das cinzas. Todavia, a Xata também é representada pela "Madame X", que é uma dama sensual vestida de vermelho. A Fênix também pode ser representada por uma figura feminina alada, podendo ser utilizada também aquela personagem das histórias em quadrinhos, da série "X-Men". Outro mascote cultuado ao longo dos anos é a "Velha", que é uma velhinha mesmo, usando um chale vermelho.


Site : http://arubraexata.vilabol.uol.com.br/