domingo, 7 de setembro de 2008

Agremiação Sportiva Arapiraquense

Em 1951, Arapiraca tinha como prefeito o Dr. Coaracy da Mata Fonseca. A cidade, ainda pequena, começava a trilhar o caminho do progresso. A feira já começava a se destacar em todo o Nordeste brasileiro. A empresa Camilo Colier estava construindo a estrada de ferro (todos na cidade estavam com medo, pois diziam que quando o trem estivesse chegando na então vila Lagoa do Rancho, já seria perigoso atravessar o trilho no centro da cidade - ± 15 Km).

A construção da estrada de ferro exigia o trabalho de muita gente. E essas pessoas buscavam algum meio de diversão nos dias de folga. Como não poderia deixar de ser, o futebol estava em primeiro lugar. E a pedido dos funcionários, a direção da empresa resolveu construir um campo de futebol.

Formou-se o time, que obteve o sugestivo nome de FERROVIÁRIO, com as cores preto e branco. As tardes de domingo da cidade passaram a ser mais movimentadas, pois seus habitantes tinham lugar certo para ir, o campo da estação.

Mas a construção da estrada de ferro foi concluída. O Ferroviário acabou. A diversão das tardes de Domingo acabou. No entanto, empresários e autoridades da cidade não estavam conformados com o vazio provocado pela falta do futebol. Surgiu, assim, no dia 25 de setembro de 1952, a ASSOCIAÇÃO SPORTIVA ARAPIRAQUENSE, era "o" ASA que surgia da força empreendedora do Sr. Antônio Pereira Rocha, o primeiro presidente.

O primeiro campeonato do qual participou foi o de 1953. E começou com o pé direito. Foi Campeão Alagoano logo na sua primeira participação. O regulamento da competição determinava que o campeão da capital decidiria com o campeão do interior. O ASA, bravamente, venceu o campeonato do interior. O campeão da capital, Ferroviário, no entanto, recusou-se a disputar as partidas finais. A Federação Alagoana de Futebol proclamou o ASA campeão alagoano de 1953 em ato publicado nos jornais da época. Em 1954 o Ferroviário também ganhou o campeonato da capital e resolveu cumprir o regulamento e disputar a final com o campeão do interior, o 29 de Setembro de São Miguel dos Campos. Ao vencer a final, o Ferroviário proclamou-se bicampeão alagoano e isso acabou tendo uma maior divulgação. O título alvinegro, apesar de ser do conhecimento dos torcedores que comemoraram a conquista, acabou sendo esquecido pela mídia. Há que ser lembrado que Arapiraca em 1953 era apenas a sexta maior cidade do Estado de Alagoas (hoje é a segunda maior) e não tinha emissoras de rádio ou jornais. E acabou acontecendo a velha máxima de que uma mentira de tanto ser repetida acaba se tornando "verdade". No caso, a mentira era o bicampeonato do Ferroviário da capital, amplamente divulgado.

No entanto, o cidadão arapiraquense Dr. José Pereira Neto, já na década de 90, "resgatou" o título de 1953, ao pesquisar e redescobrir os jornais com o ato homologatório de 1953. Graças a esse primeiro título, o ASA também ficou conhecido como "O TIME QUE JÁ NASCEU CAMPEÃO".

Em 1977 a associação passou a ser AGREMIAÇÃO SPORTIVA ARAPIRAQUENSE, continuando a ser o mesmo ASA. Em 1979 fez excelente campanha no campeonato brasileiro, quando passou a ser chamado de "FANTASMA DAS ALAGOAS".

No ano de 1982, uma infeliz idéia brotou, levando o eterno alvinegro da terra dos Andrés, a incluir a cor verde no uniforme. Mas pouco tempo depois, o "pendão alvinegro", imortalizado no hino pelo Prof. Pedro de França Reys triunfou.

O alvinegro arapiraquense foi vice-campeão alagoano nos anos de 1967, 1970, 1979 e 1991. Em 2000, após quase 47 anos sem ganhar um campeonato, sagrou-se campeão alagoano. Repetiu a dose e conquistou o bicampeonato em 2001. Com isso, ficou consagrado como último campeão do século XX e primeiro campeão do século XXI. Foi campeão alagoano também em 2003 e 2005.

Em 2005 não só venceu o campeonato estadual, quando ganhou os dois turnos (COPA MACEIÓ e COPA ALAGOAS), não possibilitando a mínima chance para os seus adversários, como também conquistou um título interestadual, a COPA ALAGIPE, sendo considerado vencedor da TRÍPLICE COROA.

Com tantas vitórias, o ASA já é o "CAMPEÃO DA DÉCADA", demonstrando que está cada vez mais forte e transforma a vida de uma cidade que ri, chora, se enche de esperança, sem jamais abandonar a sua religião, o seu alimento, a sua vida, o SEU ASA. O GIGANTE ASA DE ARAPIRACA.

E esta cidade, ao ver o ASA campeão, faz esvoaçar sua bandeira com o vento da alegria, prendendo-a com o cravo da tradição e glorificando toda a nação alvinegra da terra de Manoel André.

Escudo utilizado

na década de 80/90

Títulos
Regionais Copa Alagipe: 2005
Estaduais Campeonato Alagoano: 5 vezes (1953, 2000, 2001, 2003 e 2005)

Estádio
Estádio Municipal Coaracy da Mata Fonseca

Capacidade atual: 10.000 pessoas
Inauguração: 25.09.1952 (Reformado na década de 70)
Homenageado: Prefeito de Arapiraca que comprou o terreno e possibilitou a construção do estádio

Hino

Letra: Prof. Pedro de França Reys

Música: Maestro Jovelino José de Lima

Na terra dos marechais, um clube esportivo se destaca. Pelo valor de seus craques, o ASA DE ARAPIRACA

O seu pendão alvi-negro, içai com garbo varonil, conquistando sempre vitórias, sob os céus deste Brasil.

Oh! craques da esportiva, o ASA gigante tornai. Com bravura e galhardia, ide avante. Lutai! Lutai!

Oh! ASA da minha terra, aos píncaros da glória voai, e aos vossos admiradores, os loiros da vitória legai.

Orgulhoso e altaneiro, o ASA sempre de pé, ficará nas páginas da história, da terra de Manoel André.

Mascote - Fantasma







site: http://www.asa-arapiraca.com.br

sábado, 6 de setembro de 2008

São Raimundo Esporte Clube

O São Raimundo Esporte Clube foi fundado oficialmente no dia 18 de novembro de 1918, logo após do fim do "boom" da Borracha em Manaus.

O nome deve-se ao bairro, que por fim deve este nome ao santo, que nasceu em 1204 na Espanha. O bairro em Manaus foi por muito tempo latifúndio da Igreja Católica, no séc XIX, até que migrantes nordestinos viessem lá residir. São Raimundo está localizado à 200 metros do Centro Antigo de Manaus, separado deste por uma Ponte (Fábio Lucena) que só foi inaugurada em 1986.

Voltando à história do Clube. Em 1915 Francisco Rebelo e o Professor Assis fundam o Risópolis Clube Recrativo. Mais tarde, em maio de 1918, mudam o nome para Risofóles, que meses depois acaba; transformando-se finalmente num nome que identificasse o proletário bairro , daí o nome de São Raimundo.

Alguns dos fundadores do São Raimundo: Sr. Belmiro Costa, Sr. Olímpio Carvalho, Sr. Carlos Frederico, Sr. Jo'se Quincas, Sr. Vidal, Sr. Sena, e Sr. Queiróz. O presidente desse novo clube era o "batalhador" Francisco Rebelo.

O maior e mais ferrenho rival do "Tufão"- assim como o clube é conhecido, é o Sul América do bairro vizinho da Glória, que desde 1932 (ano em que foi fundado) acirra as disputas com o time "colinense". A partir de 1956, o sempre inteligente jornalista Irisaldo Godô apelida o São Raimundo de "Tufão" e o Sulamérica de "trem" e começam os tradicionais clássicos "Galo-pretos" (por causa do tradicional despacho de UMBANDA realizado antes dos jogos).

A Primeira sede do São Raimundo localizava-se na mesma "rua da Ponte", rua 5 de setembro. Antes desta data, as reuniões eram em locais aleatórios.

O São Raimundo, ou "Mundico", ou "Tufão", ou ainda, "São Rai" só chegou na Primeira Divisão da antiga FADA (Federação amazonense de desportos atléticos) em 1955, disputando no ano seguinte junto aos "grandes" de Manaus.

Dono de uma torcida apaixonada, que mesmo quando o São Raimundo deixou de participar dos campeonatos amazonenses (de 1980 a 1983), (1994 e 1995) nunca deixou de torcer pelo seu time e em ter esperança de sua volta aos gramados.

O São Raimundo, atuando a apenas 5 anos no profissionalismo arrebatou o Título Amazonense de 1961 o outro título viria 5 anos depois - 1966 (foi o primeiro campeão profissional do Amazonas, que neste campeonato tinha a recém criada FAF (Federação Amazonense de Futebol) esse campeonato só terminou em 1967.

Durante muitos anos, o "Tufão" foi o dono da quarta maior torcida do estado, atrás de Nacional, Rio Negro e Fast Clube. Com a sual definitiva volta aos estádios em 1996, o clube fez com sua torcida quintuplicasse em números e pode-se diser hoje que está no mesmo nível da do Nacional e do Rio Negro, sendo que nos últimos 4 anos, sempre esteva nas primeiras posições em presença nos estádios. Note-se que o Bairro de São Raimundo possui cerca de 10 mil moradores.

Após o titulo estadual de 1966, o clube passou por diversas crises econômicas. Tanto é que nos anos 80, o clube quase vendeu seu estádio e o mesmo quase fecha suas portas.

O São Raimundo a partir de 1996 "renasceu" para o Amazonas. Ivan Guimarães e Maneca, nacionalistas fanáticos - o primeiro, radialista e ex-setorista do Nacional, o segundo, Presidente do Nacional durante 10 anos-, colocaram a idéia para a presidência do Tufão de se criar um Departamento Autônomo dentro do clube. Orlando Saraiva (presidente do São Raimundo)mais os outros diretores acataram e acreditaram na idéia. O que eles iriam perder? a partir daí o São Raimundo rapidamente chamou ninguém mais, ninguém menos que um dos maiores treinadores do Brasil - Aderbal Lana, o mesmo que ganhou o tri-campeonato matogrossense pelo Mixto em 1982, e que levou esse mesmo Mixto-MT a ser uma grata surpresa no campeonato brasileiro de 1985 o mesmo que embalou o sonho e o orgulho em ser nacionalino em 1985-1986-1987, no tempo da "máquina azul", que derrotou Atlético mineiro, Internacional-RS, Santa Cruz, Palmeiras-SP, etc...e a partir daí inscreveram o Tufão no Brasileirão Série C 1996, os resultados foram ruíns naquele primeiro momento, mas dupla continuou seu trabalho incessante, que deu frutos no tri campeonato amazonense (1997/98/99) no terceiro lugar na última Copa Conmebol 99 e vice-brasileiro (Série C) 99, sem falar no Tri-campeonato da Copa Norte. Além disso, veio o reconhecimento nacional para o Clube, disputando a Copa do campeões em 2001, quando já havia sido o campeão da SELETIVA empatando com Sport-PE em Recife e vencendo o Goiás em Manaus.

Ao longo dos sete anos na 2ª divisão,o time apenas brigava contra o descenso, escapando apenas nas últimas rodadas. Em 2006, após seis anos na Série B, com um time muito ruim e em formação ao longo do campeonato, foi rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro, ao ficar na 19º posição, melhor apenas do que o Vila Nova de Goiás, que ficou na lanterna.

Após o rebaixamento à Série C do Campeonato Brasileiro em 2006, o São Raimundo perdeu grande parte de seu elenco. Em 2007, o clube teve base num time de peladas. Fez uma campanha razoável no Campeonato Amazonense e uma péssima campanha na Série C deste ano.
Títulos

Continentais Terceiro Lugar Copa Conmenbol

Nacionais Vice Campeonato Brasileiro Série C

Regionais Copa Norte: 3 vezes (1999, 2000 e 2001).

Estaduais Campeonato Amazonense: 7 vezes (1961, 1966, 1997, 1998, 1999, 2004 e 2006).
Vice-Campeonato Amazonense: 2 vezes (1964 e 2000).
Torneio Início: 4 vezes (1956, 1963, 1998 e 2005).

Estádio
Estádio Ismael Benigno (Estádio da Colina)
Capacidade 15.000
Inauguração 19 de Fevereiro de 1967
São Raimundo 1 X 8 Sport-PE
Primeiro Gol: Mário(Sport-PE)
Público Recorde: Nacional 0 X 0 Rio Negro (1969) - 23500

Hino

"São Raimundo"
(Francisco da Silva, 1997)

(REFRÃO)
Avante ! Avante ! Avante !
Clube do meu coração
Tua torcida é sincera
E cheia de emoção
Vibra com o azul do céu
Lembrando o branco da paz e da harmonia
Gritando Tufão ! Tufão !
Numa explosão de amor e alegria

São Raimundo tu me fascinas
No campo ou em qualquer lugar
Vem do alto da Colina
A força para lutar
Vamos meu clube querido
Pro gramado com muita união
Buscando novas alegrias
Mostrando que és o campeão

Mascote

Tufão, que sopra bem forte no Alto da Colina








site:http://www.saoraimundoec.com.br/ (em manutenção)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sociedade Esportiva do Gama


Início
Fundado por um grupo de desportistas que costumava matar o tempo discutindo o futebol amador que fervilhava na cidade do Gama nos idos anos 70, o Boteco do Zé, no Setor Central do Gama, foi o palco do evento maior do futebol candango: a fundação da Sociedade Esportiva do Gama. Num domingo de sol-nenhum fundador sabe o dia exato-, um dos integrantes do grupo sugeriu a criação de um clube de futebol profissional que representasse a cidade no Campeonato Brasiliense. Os pioneiros, no dia 15 de novembro de 1975, lavraram a ata de fundação da Sociedade Esportiva do Gama, no Centro de Desenvolvimento Social. Entre os pioneiros, constam os nomes de Hermínio Ferreira Neves, Antônio Domingos de Aguiar, Antônio José Gonçalves, Luiz Alberto Brasil de Carvalho, Palmiro Bueno Nogueira Barros, Esmerindo Valeriano da Silva e Otacílio Nascimento de Freitas.

Primeira Assembléia
Por maioria de votos, Hermínio Ferreira Neves foi eleito o primeiro presidente do Gama. Nessa mesma assembléia foram escolhidas as cores oficiais, verde e branca, o escudo, simbolizando duas mãos segurando uma bola e o mascote: o periquito, um fiel amuleto que traz as cores da equipe estampadas em sua plumagem. O Gama começou a disputar o campeonato de profissional em 1976. Faltava dinheiro até para comprar uniforme, bolas e chuteiras. "Vaquinhas" entre os diretores eram a salvação.

Primeiro Campeonato

A situação era de profunda penúria, até que, em 1979, Osvando Pimentel de Lima assumiu a presidência e montou um grande escrete, onde despontavam Hélio, Carlão, Fantato, Manoel Ferreira, Manoel Silva,Zinha Odair, Péricles(artilheiro do campeonato com 10 gols), entre outros. Este time, montado por Almir Vieira, era sustentado com o dinheiro da promoção Gamão Milionário. O Gama foi campeão metropolitano de 1979, desbancando o Brasília e impedindo o bicampeonato do Taguatinga, o melhor time do campeonato naquele ano.

A década de 80 também foi muito difícil. Com o fracasso da promoção Gamão Milionário, as gestões de apenas 2 anos não eram completadas porque vários presidentes desistiram diante das dificuldades. Foi uma década negra, com o clube correndo o risco até de se dissolver.

Anos Dourados
1992 foi o início de uma nova fase, com destaque para uma muito bem-sucedida parceria entre o presidente então de honra do Clube, Wagner Marques, e o presidente executivo, Agrício Braga Filho. O otimismo e a determinação do clube transformaram o Gama no melhor time do Distrito Federal. Neste período, o clube conquistou o bicampeonato (1994 e 1995) e o tricampeonato (1997, 1998 e 1999).

Uma célebre ala direita com Carlinhos e Chaguinha encantava a torcida durante o bi-campeonato e as experiências na terceira divisão. Depois disso, a base formada por jogadores como Wilson Goiano, Gérson, Jairo, Deda, Romualdo e Lindomar ajudou a fortalecer a melhor formação da história do time que seria base da equipe durante os anos na primeira divisão.

A alegria maior do Gama aconteceu em dezembro de 1998, com a conquista do Campeonato Brasileiro Série B, que levou o clube para a elite do futebol brasileiro. Foi um título histórico, que coroou uma gloriosa campanha do time, principalmente na reta final da competição e teve como destaques o meia Rodrigo Beckham e o técnico Vágner Benazzi.

Na fase decisiva, o Gama superou, no quadrangular final, o Londrina, a Desportiva e o Botafogo-SP (venceu duas partidas e empatou quatro). No último jogo, diante de um público estimado em 50 mil pessoas, no Estádio Mané Garrincha, o alviverde goleou o Londrina por 3-0, e conquistou a Série B de 1998.

Títulos

Nacionais
Campeonato Brasileiro Série B: 1998.
Vice-Campeonato Brasileiro Série C: 2004.

Regionais
Torneio Centro-Oeste: 1981.

Metropolitanos
Campeonato Brasiliense: 10 vezes (1979, 1990, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001 e 2003).

Estádio

Estádio Walmir Campelo Bezerra (Bezerrão)
Capacidade : 20000
Inauguração: 09/10/1977 - Gama 1 X 2 Botafogo-RJ
Primeiro Gol: Gil(Botafogo-RJ)
Maior público: 14740 (Guará 2 x 1 Gama) 15/04/1979
Reinauguração marcada para 18/09/2008

Hino

Hino Oficial
Autor: Paulo Farias e Moreira

Gama sempre Gama
Eu sou gamense até morrer
Aguerrido esquadrão de ouro
Tesouro que eu não posso esquecer
Outras vitórias e glórias virão
Dessa pujança que és tu
Tua torcida não se intimida
Porque o lema é vencer
Com lealdade, com galhardia
Gigante do esporte
O mais forte há de ser.

Hino do Clube
Autor: José Vieira e José Braz de Souto

Sociedade Esportiva do Gama
Em Brasília está a brilhar,
No esporte da nossa capital
É o Gama quem pode se orgulhar
Tem a torcida mais vibrante,
Que grita em coro de forma sem igual
Suas cores
Verde-e-branco almejantes
São para nós uma esperança nacional

Foi criada para o Gama enaltecer
Garra é sua tradição
No cenário esportivo do Brasil
Hoje, todos devem conhecer
SEG, esperamos por você
Honra nosso grande Bezerrão
Vai pra cima, nós queremos é vencer
É o desejo deste povo varonil.

Mascote











site: http://www.gamagol.com.br

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Clube Esportivo de Bento Gonçalves

O Esportivo foi fundado em 28 de agosto de 1919. No dia 21 de setembro do mesmo ano, disputou a primeira partida de sua história, no empate em 1 a 1 com o Garibaldi. O Esportivo estava assim escalado: Pasquetti; Holleben e Salton; Cardoso, Turcato e Enricone; Zanoni, Fedullo, Bissaco, Ros e Ponzoni. Em 1949, foi vice-campeão gaúcho de amadores.

Linha do tempo - Fatos Históricos
O Esportivo enfrentou o Grêmio pela primeira vez em 1923, quando perdeu por 6x2, em jogo realizado em Bento Gonçalves.
Em 23 de outubro de 1938, o Internacional vem a Bento pela primeira vez, para enfrentar amistosamente o esportivo. O placar de 4x4 deixou a torcida muito feliz, que invadindo o gramado, saudou os jogadores.
No dia 19 de janeiro de 1958 , O Esportivo realizou seu primeiro Jogo Internacional, com o Gimnasia y Esgrima de La Plata (Argentina) , perdendo por 1x0.

Em 1969, ano da comemoração do cinqüentenário do Clube Esportivo, a direção resolve marcar este acontecimento com a criação de um “hino” que cantasse as glórias e os feitos do Clube.
Com letra da professora Maria Frota e música do maestro Moysés o Hino do Esportivo, tem estes versos: “Na Capital Brasileira do Vinho, honrando o esporte do sul, tem sua sede e nosso carinho, o valoroso Esportivo alvi-azul. Estribilho: Ó Esportivo, tu és cinqüentenário, sabes lutar, sabes vencer. Glórias alcançar, teu povo te aclama: Viva o Esportivo alvi-azul, alvi-azul. Verde como os parreirais, assim é nossa esperança, nos teus grandes valores reais, Esportivo, avante, confiança! Estaremos contigo Esportivo, na montanha ou fora daqui, co’ entusiasmo sempre vivo, aplaudindo ou sofrendo por ti.”

No primeiro teste da loteria Esportiva, do dia 19 de abril de 1970, ninguém chegou aos 13 pontos, porque o Grêmio, jogando com um time reserva, perdeu para o Esportivo, em Bento Gonçalves, por 1x0, gol de Décio. Foi a zebra do jogo 9.
No dia 18 de abril de 1971, aconteceu uma vitória extraordinária. A equipe treinada por Enio Andrade venceu o Grêmio por 5x2, uma goleada que tirou do tricolor, a invencibilidade de 24 partidas.
Em 15 de abril de 1973, ainda sob o comando de Enio Andrade, em pleno gigante do Beira Rio, em Porto Alegre, o Esportivo derrota o Internacional por 2x1, com dois gols de Décio. Foi a primeira vitória do Esportivo diante do Internacional e o primeiro clube do interior a vencer o colorado no seu estádio, desde que foi inaugurado em 1969.
Três atletas destacaram-se no Esportivo, não apenas pela excepcional categoria, mas também pela disciplina: Heitor Martins, Álvaro Carvalho(Garganta) e Décio Frozi, que nunca foram expulsos. Por este motivo fizeram jus ao Belfort Duarte, um troféu cobiçado por muitos, mas dado apenas aqueles que durante a sua trajetória de atleta portaram-se sempre com fidalguia e cavalheirismo dentro das quatro linhas.
Em 30 de maio de 1979 o Esportivo enfrenta o Grêmio na Montanha, num jogo disputado com muita neve, numa temperatura de um grau centígrado, que embelezou a noite de Bento Gonçalves. Muitos que estavam no estádio viram a neve pela primeira vez.
Dia 20 de setembro de 1979, o alvi-zul empata com o Novo Hamburgo no Santa Rosa em 0x0, em jogo noturno. Paralelamente, o Grêmio vencia o Grenal. A combinação dos resultados apontava o Esportivo como Vice-Campeão Estadual de 1979.

Títulos
1932 - Campeão da Taça Perdigueiro
1936 - Campeão da Segunda Região
1942 - Vice-Campeão Estadual de Amadores
1946 - Campeão Citadino de Bento Gonçalves
1949 - Campeão da Primeira Divisão de Aspirantes
1956 - Campeão da Segunda Divisão de Profissionais Zona Centro
1957 - Campeão da Segunda Divisão de Profissionais Zona Planalto
1969 - Campeão Estadual da Segunda Divisão
1970 - Vice-Campeão do Interior do RS - Divisão Especial
1971 - Campeão do Interior do RS - Divisão Especial
1972 - Campeão do Interior do RS - Divisão Especial
1973 - Campeão do Interior do RS - Divisão Especial
1973 - Campeão da Taça “Governador do Estado”
1974 - Campeão do Interior do RS - Divisão Especial
1975 - Campeão Estadual da Segunda Divisão
1976 - Campeão do Interior do RS - Divisão Especial
1977 - Campeão da Taça “Governo do Estado”
1978 - Vice-Campeão da Taça “Governo do Estado”
1978 - Campeão da Taça Rubens Freire hoffmeister
1979 - Vice-Campeão Estadual da Divisão Especial.
1980 - Campeão da “Copa Governador do Estado”
1981 - Vice-Campeão da Segunda Divisão
1982 - Campeão da “Copa Estado do RS”
1982 - Campeão do interior do RS - Divisão Especial
1983 - Campeão da Copa “ACEG”
1987 - Campeão do Interior do RS- Divisão Especial
1998 - Campeão do Interior do RS- Divisão Especial
1999 - Campeão da Segunda Divisão Estadual
2004 - Campeão da Copa Rio Grande do Sul

Estádio

Estádio Parque Esportivo Montanha do Vinhedos
Inauguração 29 de Fevereiro de 2004
A capacidade inicial projeta: 20 mil lugares. A capacidade atual 13.500 lugares. Sendo distribuido em 12 mil nas arquibancadas e 1.500 cadeiras. A administração e sede do clube localizam-se no estádio.
A obra consumiu mais de R$ 10 milhões e foi iniciada em 1979, ano de glória do Esportivo, em que foi vice-campeão gaúcho. Com o nome de “Montanha dos Vinhedos”, o empreendimento está localizado fora da cidade, próximo à RST-470, que liga Bento a Veranópolis. Teve como primeiro jogo oficial, Esportivo x Pelotas.

Hino

Da capital brasileira do vinho,
Honrando o esporte do Sul.
Tem sua sede em nosso carinho,
Valoroso Esportivo, Alvi Azul.

O Esportivo, Tu és Cinqüentenário,
Sabes lutar, sabes vencer.

Glórias alcançar, teu povo te aclama,
Viva Esportivo Alvi Azul, Alvi Azul.

Verde como os parrerais,
Assim é nossa esperança.
Nos seus grandes valores reais,
Esportivo avante confiança.

O Esportivo, Tu és Cinqüentenário,
Sabes lutar, sabes vencer.

Glórias alcançar, teu povo te aclama,
Viva Esportivo Alvi Azul, Alvi Azul.

Estaremos contigo Esportivo,
Na Montanha ou fora daqui,
Com entusiasmo sempre vivo,
Aplaudindo ou sofrendo por Ti.
O Esportivo, Tu és Cinqüentenário,
Sabes lutar, sabes vencer.

Glórias a alcançar, teu povo te aclama,
Viva Esportivo Alvi Azul, Alvi Azul.
Viva Esportivo Alvi Azul, Alvi Azul.

Mascote
Em processo de escolha
Candidatos a Mascote:

Azulão: (pássaro muito comum na região serrana)
Águia: (um pássaro de visão e coragem)
Leão da Montanha: (remetendo ao nome do nosso estádio)
Bacco: (Deus do Vinho, em homenagem à Bento Gonçalves)
Zebra: (Primeiro resultado da loteria a favor do Esportivo)

Divulgação do vencedor: 20 de outubro

site:http://www.clubeesportivo.com.br/

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Associação Cultural e Desportiva Potiguar


O Potiguar foi fundado em 11 de fevereiro de 1945, fruto da fusão do Esporte Clube Potiguar e a Sociedade Desportiva Mossoró. Inicialmente, se chamava Associação Desportiva Potiguar. Só depois é que adotou o nome de Associação Cultural e Desportiva Potiguar.

Com essa fusão, o Tenente Edward Monteiro de Medeiros foi o primeiro presidente da história do Alvirrubro. Desde o princípio até os dias atuais, o clube tem como presidentes de honra, José Fernandes Vieira e Jerônimo Vingt Rosado, ambos já falecidos.

Em 1951, o Potiguar viria a conquistar seu primeiro campeonato municipal. Craques como Dequinha (ex-Flamengo e Seleção Brasileira) e Bira (que jogou no futebol Europeu) entre outros, foram os responsáveis pelas primeiras conquistas do clube.

Em 1974, o clube viria a participar de seu primeiro campeonato estadual. Estreou no dia 11 de agosto, enfrentando a equipe do ‎América e perdeu por 3 a 1. Em sua segunda partida, enfrentou o Alecrim, novamente derrotado, desta vez por 1 a 0, mesmo resultado no jogo contra o Riachuelo. Nesta primeira fase do campeonato estadual o clube viria a perder todos os jogos.

A superação veio no segundo turno: enfrentou e venceu por 3 x 0 Alecrim; 1 x 0 ABC e empatou 1 x 1 Riachuelo, terminando em primeiro na chave, à frente do ABC. Classificou-se para as finais do turno, no qual obteve dois empates por 0 x 0 contra ABC e ‎América, vencendo o Força e Luz por 1 a 0. Como houve empate nos pontos entre Potiguar, ABC e ‎América, foi necessária a disputa de uma decisão extra para se conhecer o campeão do segundo turno. O Potiguar perdeu por 1 x 0 ‎América e empatou 1 x 1 ABC, ficando na terceira posição.

No terceiro turno, a equipe ficou em segundo lugar. Os resultados foram: Potiguar 2x1 Riachuelo; 0x1 ABC, 2x1 ‎América, 0x0 ‎América e 2x1 Força e Luz. Terminou o turno em segundo e, na classificação geral ficou na quarta posição. O ano de 2004 ficou marcado para a Cidade de Mossoró pela conquista do seu primeiro titulo estadual. Um presente ao povo mossoroense dado pelo Potiguar, que ergueu o troféu após uma final história contra o América. No primeiro jogo, em Mossoró, venceu por 4x0. No jogo final, em Natal, perdeu por 1x0, placar suficiente para garantir-lhe a conquista inédita. Neste campeonato, o Time Macho, como é conhecido no cenário futebolístico, teve também no atacante Canindezinho, o artilheiro da competição, com 14 gols.

Em fevereiro de 2005, quando das comemorações do 60º aniversário do Potiguar, o jornalista e radialista Lupércio Luiz de Azevedo escreveu sobre o clube. Com riqueza de detalhes, destacou não só a história de um dos maiores clubes sociais do estado, mas também de um time nascido para vencer. Foi no livro “Potiguar – 60 anos de glórias e conquistas”.

Clássico Potiba

O primeiro clássico envolvendo Potiguar e Baraúnas, hoje conhecido como Potiba, aconteceu no dia 15 de maio de 1960, em partida válida pelo Torneio Início do campeonato local da temporada. No tempo normal de jogo o confronto terminou em 0 a 0 (zero a zero). Na cobrança de tiros livres da marca do pênalti, o time alvirrubro venceu pela contagem de 4 a 3.

Outro detalhe importante na história desse confronto tem sido as goleadas. A maior goleada aplicada pelo Baraúnas no Potiguar foi no dia 31 de maio de 1962, em jogo amistoso no estádio da Rua Benjamim Constant, Baraúnas 7, Potiguar 0. A maior goleada do Potiguar no Baraúnas aconteceu no dia 19 de setembro de 1965, jogo válido pelo campeonato local, Potiguar 7, Baraúnas 0.

O campeonato potiguar de 2006 foi decido em dois Potibas, ambos 0 X 0, ficando o título nas mãos do Baraúnas.

Foi num Poti-Ba ou Potiba, que seria registrado pela primeira vez na história do futebol potiguar um gol de goleiro, de trave a trave. Há quem diga que foi o primeiro gol direto de trave a trave na história do futebol brasileiro. Isto ocorreu no dia 17 de fevereiro de 1963. O autor da façanha foi o arqueiro do Baraúnas, Xavier Oliveira. Na trave oposta encontrava-se o goleiro do Potiguar, Dedeca de Grossos. Placar final da partida: Baraúnas 3 a 0.

Títulos

Regionais
Copa Rio Grande do Norte/Ceará: 1993.

Estaduais
Campeonato Potiguar: 2004.
Vice-Campeonato Potiguar: 2008.
Vice-Campeonato Potiguar: 2006.
Campeonato Potiguar da Segunda Divisão: 1981.
Torneio Inicio: 1979.

Outras Conquistas
Taça Cidade do Natal: 2008
Torneio Natal/Mossoró: 1967
Campeonato Mossoroense: 19 vezes (1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1957, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1985, 1986 e 1987).


Estádio
Estádio Leonardo Nogueira (Nogueirão)
Capacidade 25000
Inauguração 24/06/1967 - Ceará 2 X 0 Seleção de Mossoró
Primeiro Gol: Mozar (Ceará)
Proprietário: LDM (Liga Desportiva de Mossoró)

Hino - Guerreiro Alvirrubro
Autor: José Fernandes Vidal (1976)

Sobre o branco das salinas
Vibra o sangue de um guerreiro
Alvirrubro, cuja sina
É chega
r sempre primeiro

Tradição de gente forte
Sempre pronta pra lutar
Com a nobreza do esporte
És meu Potiguar

A ruidosa charanga
Bandeiras bailam no ar
Uma torcida se inflama
Potiguar, Mossoró, Potiguar.

Cada passo, nova glória
Que a his
tória floriu
Desta jóia que hoje brilha
O Nordeste do Brasil

Mascote
Principe
O Mascote nada tem a ver com o apelido do clube, "Time Macho"








site: http://
www.potiguardemossoro.com.br

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Associação Atlética Francana

A Associação Atlética Francana foi fundada no dia 12 de outubro de 1912 por David Carneiro Ewbank, Homero Pacheco Alves e Beneglides Saraiva.

O terreno onde até hoje funciona a sede social do clube foi doado no final dos anos 1910 pelo Cel. Francisco de Andrade Junqueira, o "Nhô Chico".
O Estádio da Bela Vista foi inaugurado em 1922 e foi onde a Francana sediou as partidas até 1969, quando foi construído o Estádio Municipal, que leva o nome do médico José Lancha Filho, então prefeito de Franca e que em 2005 assumiu a presidência do clube. O estádio "Nhô Chico", como é conhecido o Estádio da Bela Vista, atualmente não é utilizado para comportar partidas de futebol, pois não tem estrutura para suportar tal evento, no entanto, sua fachada faz parte do patrimônio histórico da cidade de Franca e não pode ser modificada.

Em campo, o primeiro título da "Veterana" foi de campeão da Alta Mogiana, em 1923, quando derrotou o Botafogo de Ribeirão Preto em duas vitórias em dois jogos emocionantes: 2 a 1 em Franca e 3 a 2 em pleno Estádio Luís Pereira, na Vila Tibério, em Ribeirão Preto.

Em 1948, a Francana começou a sua trajetória no futebol profissional no primeiro campeonato da Divisão de Acesso da Federação Paulista de Futebol. O time era memorável: Marreco; Antero e Amauri; Tutti, Gonçalves e Eca; Tim, Tidão, Tonho Rosa, Luisinho e Canhotinho. No primeiro campeonato, ficou em terceiro lugar. Quem subiu foi o XV de Piracicaba.

Após várias tentativas, finalmente a Francana obteve o acesso para o Campeonato Paulista. No dia 4 de dezembro de 1977, a Veterana derrotou o Araçatuba por 2 a 0, com gols de Zé Antônio e Antenor. O time esmeraldino era formado por Geninho, Gasparzinho, Boca, Zé Mauro e Eraldo; Renê, Zé Antônio e Marinho; Antenor, Assis e Delém. No dia seguinte à histórica vitória, o então prefeito de Franca, Maurício Sandoval Ribeiro decretou feriado municipal para que a população pudesse fazer a festa nas ruas da cidade.

A Francana disputou os Campeonatos Paulistas de 1978 até 1982, quando foi rebaixada. Neste período, destacam-se vitórias históricas contra o São Paulo (2 a 0), em pleno Pacaembu, em 1978. No ano seguinte, também no Pacaembu, a Veterana venceu o Corinthians por 1 a 0 diante de mais de 40 mil torcedores corintianos atônitos, no dia 22 de agosto de 1979. A última participação na Primeira Divisão foi no dia 8 de dezembro de 1982, na vitória por 3 a 1 contra o Santos em plena Vila Belmiro. Atualmente, a Francana disputa o Campeonato Paulista da Série A-3, depois do rebaixamento em 2005.

A Francana conseguiu o acesso para a série A-1 em 1977, após vitória sobre o Araçatuba por 2 a 0. O clube permaneceu 5 anos na elite do futebol paulista, rebaixando então em 1982. Foi rebaixada em 2005, para a série A-3, onde se situa até hoje. O clube também disputou o Campeonato Brasileiro de 1979, sendo eliminado ainda na primeira fase. Em 1996, caiu na semi-final do Campeonato Brasileiro da Série C, perdendo para o Sampaio Corrêa.

Estádio
Estádio Municipal José Lancha Filho
Endereço: Av
Lázaro Souza Campos – 750
Capacidade 15100
Inauguração 09/07/1969 - Corinthians 2 X 0 Francana


Hino da Associação Atlética Francana
(Emílio Marques)

Não há que ver
É tão querida
Da nossa terra a Associação
Sempre altaneira
E sempre unida
Com o adversário viverá
Em plena união

E com ardor
Defenderemos nosso
Glorioso pavilhão
O verde e o branco sempre traremos
Bem guardados no coração.

Com amor vamos cantar
Um hino cheio de glória
Á Associação vamos levar
Os louros da vitória
Vencedores ou vencidos
Seremos sempre leais
De todos mui queridos
E não tememos nossos rivais

Mascote
A rivalidade entre equipes do interior paulista é tão forte que um simples jogo pode mudar totalmente o rumo de suas histórias. A mascote da Francana surgiu assim, de uma vitória contra o rival Catanduvense, da cidade de Catanduva, conhecida como “Cidade Feitiço”. A vitória marcou tanto para a equipe da cidade de Franca que até a mascote do clube virou uma “Feiticeira”.




site : blogdaveterana.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Palmas Futebol e Regatas


O Palmas Futebol e Regatas surgiu da Sociedade Esportiva Canelas, que cedeu sua documentação, que já estava regularizada junto à Federação Tocantinense de Futebol (FTF). Com isso, o Palmas passou a ser o 1º time profissional na Capital, cuja fundação ocorreu no dia 31 de janeiro de 1997. A reunião, que oficializou a fundação do Palmas, aconteceu nas dependências do Centro de Tradições Gaúchas (CTG), na Capital, e contou com a presença de várias autoridades, empresários, simpatizantes e jogadores. O Governador Siqueira Campos, um dos grandes idealizadores do surgimento do Palmas, foi o primeiro desportista a assinar o livro-ata do clube.

Campo de terra

Quando o Palmas iniciou suas atividades em 1997, a Capital ainda não tinha um campo com capacidade para abrigar jogos do Campeonto Tocantinense. Para treinar os jogadores utilizavam o campo de terra da Arse 72 (706 Sul). As partidas oficiais pelo Campeonato Estadual e Brasileiro da Série C foram disputadas em Porto Nacional, Paraíso e Miranorte. Em 1998, o Palmas começou a mandar seus jogos na Morada do Sol, em Taquaralto e no campo da Arno 43 (407 Norte). Somente com a construção do Estádio Nilton Santos, a partir de 2000, é que o clube passou a ter um local mais adequado para as suas conquistas.Apesar de sua trajetória em fase inicial, o Palmas é o maior clube de Tocantins. O tricolor (azul, amarelo e branco), além do pentacampeonato, foi vice-campeão estadual duas vezes (1998 e 2002); em 2004 chegou às quartas-de-final da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo XV de Novembro, e em 2003 terminou a Série C em sétimo lugar.

1º gol

A proeza de entrar para a história do clube como autor do primeiro gol oficial coube ao ex-atacante e, hoje supervisor de futebol, Belziran José de Souza. O gol aconteceu, no dia 30 de março de 1997, no Estádio General Sampaio, em Porto Nacional (TO), no jogo onde o Palmas foi derrotado pelo Interporto por 2 x 1.

Estádio Nilton Santos.

No dia 23 de agosto de 1997, foi lançado a pedra fundamental do Estádio Nilton Santos. Na ocasião, cerca de 20 mil pessoas estiveram presentes no evento, que contou com as participações do Governador Siqueira Campos, do presidente da Federação Tocantinense de Futebol (FTF) e também Senador do Tocantins, Leomar Quintanilha e do homenageado, o bicampeão mundial, Nilton Santos. O evento foirealizado pela Secretaria de Trabalho e Ação Social (Setas), em parceria com a Federação Tocantinense de Futebol.

Primeiro gol no Nilton Santos

O atacante da Seleção Brasileira Sub-17, Malzone, foi o autor do primeiro gol no Estádio Nilton Santos, no empate de 2 x 2 com a Seleção Tocantinense Sub-20, em amistoso realizado no dia 12 de outubro de 2000, na inauguração do estádio.

Primeiro gol oficial

Já o primeiro gol, valendo por uma competição oficial, foi assinalado pelo meia Wesnalton, na vitória do Palmas 2 x 0 sobre o Gama (DF), pela Copa Centro-Oeste, no dia 18 de janeiro de 2001.

100º Jogo

O centésimo jogo oficial do Palmas aconteceu no dia 21 de fevereiro de 2001, na cidade de Brasília, no Estádio Mané Garrincha. Na ocasião, o Tricolor da Capital perdeu por 1 x 0 para o Gama (DF).

Estádio Nilton Santos

Capacidade 12.000 espectadores
Inauguração 12/10/2000
Seleção do Brasil sub17 2 x 2 Sel.Tocantins sub20
1° gol: Malzone (Brasil)

Titulos
Campeonato Tocantinense 2000, 2001, 2003, 2004, 2007
Campeonato Tocantinense de Juniores 2001 (Sub 21), 2001 (sub 20), 2002 (sub 20)

Mascote - Arara-Azul








site: http://www.palmasfr.com.br/

Luverdense Esporte Clube


História do Clube

Após a iniciativa e o convite da Federação Matogrossense De Futebol, na pessoa do Presidente Dr. Carlos Orione, O Prefeito Municipal, Sr. Otaviano Olavo Pivetta, aceitou o convite da FMF em disputar o Estadual 2004 profissional. Pessoas da sociedade foram convidadas a fazer com que Lucas do Rio Verde, fosse representar sua cidade no cenário futebolístico e assim surgiu a associação denominada Luverdense Esporte Clube, que na verdade é um clube sem fins lucrativos e da sociedade Luverdense.


Dados

Fundado Em 24 de Janeiro de 2004
Endereço: Av. Goiás, S/N
Bairro Centro
Lucas Do Rio Verde – MT
Fone: 65 3549-6522
Estádio Municipal Passo Das Emas
Carinhosamente "Verdão Do Norte"
Capacidade De Público: 6.000 Pessoas.

Títulos : 2 Copa do Governador ( 2004 ) (2007)

Mascote - Espiga de Milho









sábado, 30 de agosto de 2008

Toledo Colônia Work

O Projeto Educação pelo Esporte, surgiu quando duas grandes Empresas de Toledo, resolveram unir forças para realizar um projeto social e esportivo, a Organizações Work Serviços, uma empresa consolidada na terceirização de serviços em todo o Paraná e a outra Cervejaria Colônia (INAB) empresa com pouco anos no mercado Brasileiro que produz um mix completo de bebidas que vão desde água mineral, chopp e cervejas de vários tipos.

A idéia do projeto é do Professor e Técnico Agenor Piccinin que apresentou aos empresários Irineu Picinini (Work) e Jean Paul Brandalise (INAB) e juntos aceitaram viabilizar o projeto social que tinha dois objetivos distintos, o social com escolinhas em cinco bairros do perímetro urbano da cidade e o outro era resgatar o futebol profissional de Toledo com escola de futebol de rendimentos.

E no dia 10 de fevereiro de 2004 no Restaurante Mamma Thereza foi lançada o Projeto Escola Oeste de Futebol do Toledo Colônia Work (TCW), com a presença de varias autoridades.

O projeto é de cunho esportivo, mas voltados para o social e está sendo desenvolvido em etapas, desde a formação de escolinhas de futebol nos bairros da cidade até a presença de uma equipe no âmbito profissional do Estado, todas as categorias são acompanhas por profissionais de cada área necessária para boa formação do atleta e do ser humano.

São Professores de Educação Física, Psicólogos, Nutricionistas, Assistentes Sociais, entre outros profissionais, contratados pelo Toledo Colônia Work e colocados à disposições de cada um dos atletas do projeto.O Toledo Colônia Work, clube de futebol empresa, com poucos anos de vida, possui uma estrutura esportiva das melhores do Paraná.

O projeto social Educação pelo Esporte trabalha também com futebol de rendimento e não está restrito apenas aos ensinamentos teóricos e práticos, mas busca agregar o social e educacional a todos os participantes. Os jogadores participam de palestras, reuniões, treinamentos, cursos e acompanhamentos psicológicos, nutricionais e fisioterapêuticos, para que cada atleta tenha uma formação educacional centrada nas melhores propostas para a formação de um cidadão.

Passado do Futebol Toledano

Cinco anos depois da chegada dos pioneiros, ao mesmo tempo em que a Toledo era reconhecida como município em 1951, um grupo de boleiros locais se organiza para criação de um clube de futebol. Em sua primeira, vitória de virada contra o Cascavel, 2 a 1.

Tratava-se do Esporte Clube Toledo, clube amador que serviu de exemplo para criação de novas equipes na cidade, que conheceu o profissionalismo apenas em 1968. O representante foi o La Salle, uma escola que tinha um time de futebol e que em sua fundação, um ano antes, contava apenas com alunos no elenco. Apesar do esforço, somente em 1979 Toledo teria seu representante na primeira divisão: o Toledo Futebol Clube.

Conhecido pela população como Toledão, a equipe fez campanha tímida, ficando em oitavo lugar, mas conseguindo resultados importantes, vencendo clubes tradicionais como o União Bandeirante e o Londrina, e empatando com o Atlético Paranaense.

Em 1981 o Toledo ganharia fama em um jogo contra o extinto Colorado. Quando perdia por 1 a 0, aos 44 do segundo tempo, o Toledão empataria a partida se não fosse a aparição de Luiz Matter, integrante da comissão técnica do Colorado que invade o campo e salva a equipe da capital. Por fim, o TJD anulou a partida e um novo jogo aconteceu terminando em 0 a 0.

Dois anos depois, o representante da cidade passa a ser o Toledo Esporte Clube, que conta com a presença do goleiro Zetti, que em 92 seria campeão mundial de clubes pelo São Paulo. No entanto, em 86, o Toledo ficou na ponta de baixo da tabela e foi rebaixado.

No ano de 1989, Toledo volta a disputar a primeira divisão, mas na Chave B, o chamado grupo dos discriminados, já que os clubes de maior torcida estavam na A. Ao invés de enfrentar times como Coritiba, Atlético, Colorado, Londrina e Grêmio de Maringá, o Toledo teve que bater de frente contra Pato Branco, Foz do Iguaçu e até mesmo o Pinheiros, da capital. Sem muitas pretensões a equipe fez boa campanha em 93, mas se arrastou até 1996 quando é rebaixada e some da elite do futebol paranaense.
Em 2002, entretanto, o estádio 14 de Dezembro teve novo motivo para ser aberto: o Império Toledo. A nova equipe, fundada nos moldes de uma sociedade civil, surgiu para acolher jogadores empresariados pelo agente Aurélio Almeida, também dono do Grêmio Maringá.
Dois anos depois, o Império terminou a segundona estadual como vice-campeão, atrás apenas do Engenheiro Beltrão.Em janeiro de 2005 , o Império não quis permanecer em Toledo, onde foi fundado há dois anos, alegando falta de apoio da prefeitura e de empresas locais.

Estádio

O Toledo Colônia Work tem a concessão de uso para mandar seus jogos no Estádio Municipal 14 de Dezembro, propriedade da Prefeitura do Município de Toledo. O Estádio é um dos mais modernos estádios do Paraná, com capacidade para 15.000 pessoas, sendo 1.500 em cadeiras cobertas e 13.500 em arquibancadas, situado à Rua da Faculdade, próximo a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOSTE) no jardim La Salle. Inaugurado em 1968.

Hino

No passado conquistamos glórias/nossa história merece respeito
Somos homens de bem e de fé/amantes do esporte bretão
Nossa arte é com a bola nos pés/nosso orgulho e satisfação
É ver o Toledo em campo/sendo mais uma vez campeão

Camisa no corpo/bandeira na mão
Grito na garganta/explode coração
Toledo/Toledo/Toledo
Quero ver-te sempre campeão

Pra cantar/pra torcer/pra vibrar/onde está o Toledo eu estou
Não importa a hora/o lugar/onde for o Toledo eu vou
Só pra ver nossos craques em campo/completar o encanto do show
Só pra ver bandeiras tremulando/e a torcida vibrando com o gol

Camisa no corpo/bandeira na mão
Grito na garganta/explode coração
Toledo/Toledo/Toledo
Quero ver-te sempre campeão

Num toque de classe de bola/deita e rola/no verde da grama
A bela jogada/a magia/aumenta a fogueira em chamas
Com grande amor pelo time/a imensa torcida se inflama
E bate forte no peito/grita mais alto o que ama
Camisa no corpo/bandeira na mão
Grito na garganta/explode coração
Toledo/Toledo/Toledo


Mascote









site:http://www.toledotcw.com.br/

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Esporte Clube Santo André


O Esporte Clube Santo André foi fundado em 18 de setembro de 1967, na época como Santo André Futebol Clube. Na data da fundação, a expectativa era de criar um clube que se rivalizasse com os principais expoentes do futebol interiorano como Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e tantas outras cidades brilhavam com seus representantes. Por que Santo André da milionária Grande ABC não poderia ter vez? A idéia surgiu na Liga de Futebol Amador da Cidade, do presidente da entidade, Wigand Rodrigues dos Santos. Ganhou corpo entre os esportistas, evoluiu, e foi sacramentada com a fundação do clube numa noite chuvosa. Faltou energia elétrica durante a assembléia, realizada no Tiro de guerra, na Praça 18 do Forte. Não seria essa primeira contrariedade do destino que tiraria o que o Santo André tem de mais abundante: tenacidade, persistência, paixão. Sob luzes de velas, fundou-se o clube.

O Santo André saiu do quase nada, da idéia abstrata de representar o futebol profissional do Município, para uma posição de destaque na hierarquia esportiva e institucional. O lançamento oficial como clube profissional, candidato à disputa do Campeonato da Federação Paulista de Futebol, ocorreu em 20 de Janeiro de 1968, no Paço Municipal de Santo André, com muita festa.

Em 22 de março de 1975, o Santo André Futebol Clube passou a chamar-se Esporte Clube Santo André, nome que é utilizado até os dias de hoje. Foram trocadas também as cores do uniforme. O verde e amarelo dava lugar ao azul e branco.

O primeiro grande momento da vida do Santo André aconteceu em 1975 quando conquistou o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão (sem acesso). O feito se repetiu em 1981 quando conquistou o titulo e pela primeira vez subiu para a elite do futebol paulista.

Já em 1984, o clube se destacou também no cenário nacional. Neste ano, o Ramalhão conseguiu o direito de disputar pela primeira vez a primeira divisão do Campeonato Brasileiro e fez bonito, terminando na honrosa 10ª colocação.

A partir de 2003, o clube vive momentos dourados. Logo em janeiro conquistou o título da Copa São Paulo de Juniores, depois ficou na segunda posição do Campeonato Brasileiro da Série C o que lhe rendeu vaga para a Série B de 2004. No final da temporada, o Santo André conquistou o título da Copa Estado de São Paulo e garantiu presença na Copa do Brasil.

Pela primeira vez disputando a Copa do Brasil, segundo título mais importante do país, o clube do ABC surpreendeu a todos e com uma grande campanha conquistou o título, batendo o Flamengo na final, por 2 a 0, em pleno estádio do Maracanã lotado de torcedores.

Com o título, o Ramalhão garantiu a inédita vaga para a disputa da Copa Libertadores da América. Mesmo sendo eliminado na primeira fase, o clube honrou o Brasil no continente e, inclusive, aplicou uma goleada por 6 a 0 sobre o Deportivo Táchira, da Venezuela.


Títulos
Nacionais Copa do Brasil: 2004. Vice-Campeonato Brasileiro Série C: 2003. Estaduais Campeonato Pauli
sta A2: 3 vezes (1975, 1981 e 2008).
Vice-Campeonato Paulista A2: 3 vezes (1974, 1979 e 2001).
Copa FPF: 2003.Vice-Campeonato Copa FPF: 2004. Categorias de Base Copa São Paulo de Futebol Jr.: 2003.

Estádio
Estádio Bruno José Daniel
Inaugurado: 15/11/1969
Capacidade Máxima:18000
Público recorde: Santo André 0 x 0 Corinthians - 09/1983 - 22,000

Hino

"Santo André do Coração"
Letra e Música:
José da Conceição Souza

Santo André do coração
Dentre os clubes o maior

Uma equipe de valor

Pra defender o nosso futebol

Tuas cores nos encantam

Em cada lance a torcida se levanta

Num movimento de bandeiras

Em coro te saúda, vibra e canta


Salve! Salve! ó grandioso

Esporte Clube Santo André

Salve! Salve! ó glorioso

Santo André da minha fé


De João Ramalho a tradição

Pois traz no peito o seu brasão

És lutador, grande guerreiro, és valente

No esporte rei, és campeão, és campeão

Tuas cores nos encantam

Em cada lance a torcida se levanta

Num movimento de bandeiras
Em coro te saúda, vibra e canta


Salve! Salve! ó grandioso

Esporte Clube Santo André

Salve! Salve! ó glorioso

Santo André da minha fé


Mascote

O E.C. Santo André tem como mascote o Ramalhão, em homenagem a J
oão Ramalho, fundador da cidade de Santo André em 8 de abril de 1553. O Ramalhão é o único mascote "histórico" do Estado de São Paulo, já que a maioria dos clubes prefere usar animais como Tigre, Leão, Pantera, Águia e os inúmeros "Galos" existentes no interior paulista, entre outros. site:





site: http://www.ecsantoandre.com.br/

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Campinense Clube


Em 12 de Abril de 1915, a nata da sociedade local, fundaram uma sociedade dançante, o Campinense Clube, que teve como fundadores Elias Montenegro, Dino Belo, Antonio Lima, Sebastião Capiba, João Honório, Horácio Cavalcanti, Manoel Colaço, Luiz Soares, Antonio Cavalcanti, César Ribeiro, Valdemar Candeia, Nhô Campos, Sindô Ribeiro, Severino Capiba, Adauto Belo, Basílio Agostinho de Araújo, José Amorim, Tertuliano Souto, Gumercindo Leite, Martiniano Lins, José Aranha, Alberto Saldanha, Acácio de Figueiredo, Arnaldo Albuquerque, Gilberto Leite, José Câmara, Alexandrino e Adauto Melo.

Como ainda não contava com sede própria, o novo clube passou a funcionar no Colégio Campinense, cujo diretor Gilberto Leite, um dos fundadores.

Detalhe digno de assinalar foi a escolha do nome do novo sodalício. Reuniões e mais reuniões se sucediam e não se chegava a um acordo. Finalmente, o jovem e brilhante advogado Hortênsio Ribeiro, numa “quente” reunião propôs que o clube passaria a se chamar Campinense. Esse nome retratava tudo, inclusive o bairrismo dos seus fundadores. E obteve votação unânime.


O Dr. José Câmara presidiu a diretoria provisória, no entanto, o primeiro presidente eleito no ano seguinte. A posse foi solenizada com um jornal falado, o “Campinense Clube”. A solenidade foi no palco do Cine Teatro Apolo, rua Maciel Pinheiro, onde era a Livraria Pedrosa ( a velha ).

FUTEBOL:
Embora o rubro-negro de Campina Grande tenha começado sua trajetória em 1915, sua torcida precisou esperar até 1960 para poder comemorar a conquista de um título estadual, em virtude de uma norma que estava em vigor desde 1919, que proibia a existência de um departamento de futebol na estrutura administrativa do clube, e só revogada em 1954. em compensação, a vitória abriu a série do hexacampeonato estadual, feito inédito e até hoje não repetido pelos clubes paraibanos.

Em 1961, foi a primeira das grandes equipes do Estado a participar de uma competição nacional, a Taça Brasil. Repetindo o feito em 1971, quando disputou a Série B do Campeonato Brasileiro.
Em 1972, conquistou o vice-campeonato nacional da Segunda Divisão, o maior feito de um clube paraibano na história do futebol brasileiro. Também conseguiu, em 1975, ser a primeira equipe paraibana na Série A do Campeonato Brasileiro.
No ano de
2003 o time chegou na fase final do Campeonato Brasileiro Série C, mas não subiu para a Série B porque nessa época ascendiam apenas dois times.

O Campinense Clube é o maior clube de futebol da Paraíba, possuindo sua social em Campina Grande , no bairro da Bela Vista, onde também está sendo construindo seu centro de treinamento, que por muitos anos funcionou no bairro de José Pinheiro, o tradicional Zepa, no Estádio Municipal Plínio Lemos, que ficou conhecido como “Toca da Raposa”. Único Hexacampeão paraibano o Campinense Clube acumula diversos títulos e sua equipe de futebol é carinhosamente chamada pela imprensa paraibana de “Equipe Cartola”.

CAMPINA GRANDE E O FUTEBOL:
Campina Grande é a segunda maior cidade da Paraíba, superada somente pela capital, tendo uma população de aproximadamente 350mil habitantes, uma cidade serrana, de atividade econômica voltada especialmente para o comércio e indústria. Outra importante fonte de renda para sua população é o turismo de eventos, sendo notáveis as festividades O Maior São João do Mundo, durante todo mês de junho, a Micarande, um carnaval fora de época que ocorre em geral no mês de abril, o Encontro para Nova Consciência, um evento ecumênico e de reflexões, promovido durante o período do Carnaval Nacional, e o Festival de Inverno, um encontro teatral realizado no mês de agosto.

Como em quase todo o Brasil o principal esporte praticado na cidade é o futebol e, neste contexto existe hoje duas equipes profissionais: O Campinense e o Treze, onde de maiores torcidas e tradição, as principais forças do futebol paraibano.

O Campinense e Treze realizam o “Clássico dos Maiorais” que é o maior clássico do futebol da Paraíba, a torcida do Campinense, porém, é sem duvida nenhuma a mais fiel e a mais vibrante da Paraíba, e entusiasticamente chama seu time de “a raposa feroz” e seus torcedores se autodenominam de “raposeiro”, pois a marca e mascote do clube é uma raposa estilizada. A tradição de títulos sempre conquistados com muita raça e dedicação de seus jogadores, tornou sua torcida a maior e mais vibrante do estado, sempre presente aos estádios a cada jogo, apoiando o time em quaisquer circunstâncias.

Títulos
Nacionais
2º lu
gar Campeonato Brasileiro da Série-B: 1972.
4º lugar Campeonato Brasileiro da Série-C: 2003.

Regionais
2º luga
r Campeonato do Nordeste: 1961.
1º lugar Torneio Nordeste: 1962.
2º lugar Campeonato do Nordeste: 1965.

Estaduais

Campeonato Paraibano: 17 vezes (1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1967, 1971, 1972, 1973, 1974, 1979, 1980, 1991, 1993, 2004 e 2008).
Taça Cidade de Campina Grande: 1996.
Torneio I
nício: 7 vezes (1963, 1964, 1972, 1973, 1975, 1977 e 1980).

Estádio
Por muito o tempo o Campinense utilizou o Estádio Municipal Plínio Lemos, situado no bairro do José Pinheiro, como palco de seus jogos e para treinamento.
Em 1975, após a conclusão do Estádio O Amigão, de maior capacidade, o time passou a realizar todos os seus jogos nesta praça esportiva. Após 1996, no entanto, o Campinense deixou de usar o Plínio Lemos, que foi completamente reformulado para se transformar na Vila Olímpica Plínio Lemos, inaugurada em Fevereiro de 2008.
Finalmente, em 2006, o Campinense inaugurou seu próprio estádio, o Renatão. Localizado no alto da Bela Vista, tem capacidade para 3.000 pessoas. É neste estádio que o time faz seus treinamentos.

Estádi
o Gov.Ernani Sátiro ( O Amigão)
Capacid
ade 38000
Propriedade: Governo do Estado da Paraíba


Hino


Letra: Geraldo Cavalcante

Pelos cantos do Brasil
a Raposa a correr

Vitórias, glorias mil
garra e raça pra valer

As cores da Paraíba
e a grande inspiração

Rubro Negro na Camisa
sangue,
nervo e coração

Grande Campeão paraibano
é o Campinense com razão

Títulos, troféus, ano após ano
Salve a Raposa bicho papão

Toda vibrante estremecida

é a charanga a tocar
Entusiasmada toda torcida

seu clube a incentivar

Futebol é bola no barbante,

alegria das multidões

Vamos dar as mãos, Raposa avante

Para maratona dos Campeões.


Mascote
Tradicionalmente conta-se que o nome raposa como mascote do rubro negro, surgiu no inicio dos anos 60 em virtude das sucessivas vitórias do Campinense sobre seu maior rival, o Treze F.C.. Como o símbolo o Treze era um galo e naturalmente quem come o galo é a raposa, então...assim partindo da invenção popular, a raposa passou a ser oficialmente o mascote do clube.

site:
http://www.campinenseclubeoficial.com.br