Mostrando postagens com marcador Santa Catarina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santa Catarina. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de outubro de 2015

Sport Club Litoral

O Sport Club Litoral é uma agremiação da Cidade da Penha, litoral norte do estado de Santa Catarina. Fundado no dia 10 de Maio de 2015 por um grupo de amigos, empresários da cidade de Penha, com o propósito de incluir as cidades do litoral Norte de Santa Catarina (Penha, Navegantes, Balneário Piçarras, Barra Velha e Itajaí) no cenário futebolístico regional e a longo prazo no cenário nacional.

É um Clube Empresa que tem como objetivo a formação de atletas e descobertas de novos talentos. É uma agremiação associada à Federação Catarinense de Futebol.

Este ano disputará a terceira divisão de futebol, nas categorias profissional e de base, sub-20, sub-17 e campeonatos paralelos a sua filiação. Além do projeto do futebol, o clube visa dar ênfase ao projeto sócio-cultural esportivo e beneficente, ampliando suas áreas, departamentos e participações.

sábado, 29 de agosto de 2015

Clube Atlético Juventus

Clube Atlético Juventus, mais conhecido como Juventus, é um clube com sede em Seara, no estado de Santa Catarina. Fundado em 20 de outubro de 1962, o Juventus tem como cores o grená, preto e o dourado.

É uma entidade de direito privado sem fins lucrativos, caracterizando-se como entidade de caráter social, esportivo, filantrópico, cultural, recreativo e cívico.
Mascote Besouro
Os fundadores foram: Alvo Dallago, Deolindo Zílio, Agenor Francisco Zílio, Evilasio Provenci, Dorvalino Canalle, Reinaldo Rossari, Caetano de Marco, Luiz Biffi, Domingos Sfredo, Ernesto Rossari, Urbano Edgar Finger, Adolfo Schonell, Antônio Osmar Paludo, Dorvalino José Rech, Artêmio Paludo, Waldecir Paludo, Victório Pierozan, Francisco Mafessoni, Fiorelo Trentini, Benjamin Provensi, Arlindo Zolett, Walter Rossari, Waldemar Zonta, Wilmar Garcia, Rodolfo Delugokinski, Rosalino Nardi, Hilário Canalle, Fiorelo Nardi, Agostinho Machado, Ivo Provensi e Vitório Sabadin.
Com estádio próprio, (doado por Victório Pierozan) o clube sempre esteve presente em disputas amadoras, conquistando o grande título de Campeão Estadual Amador em 1981. Da década de 80 até 2013, o Juventus também conquistou títulos com as categorias de base em Santa Catarina e no Sul do Brasil.
A partir de 2013 a nova história do clube começou a ser planejada. Com a iniciativa do presidente da Rede Schumann (rede de lojas que nasceu em Seara), André Schumann, o clube passou de amador para profissional e em 2014 começou a figurar nas competições oficiais promovidas pela Federação Catarinense de Futebol.
Alcunhas Fúria do Oeste

Site

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Blumenau Esporte Clube

O nome BEC quando lido, ouvido, ou falado em uma roda de amigos, sempre traz uma sentimento de nostalgia e saudades de um passado recheado de boas lembranças e grandes momentos. Como o mundo, a economia e o futebol vivem em constante transformação, esses bons momentos não voltam mais. Porém, novos tempos estão de volta e a história do time mais querido de Blumenau será reescrita com novas glórias e conquistas.

Do amor ao futebol, da necessidade de ter um time que representasse toda a tradição da cidade e do sonho de ter novamente um time campeão estadual, surgiu a ideia de despertar o BEC, um nome que sempre esteve vivo na
cabeça e no coração dos blumenauenses. Em 2004, com o mesmo nome e a mesma vontade de sempre, após vários jogos oficiais com times locais e o emocionante título do Campeonato Integração, vieram amistosos com os grandes do estado e a certeza de que o Blumenau nasceu para estar entre eles.

Convicta e determinada a honrar o seu nome e as suas cores, em 2005 a equipe foi mais longe e ingressou na Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense. No ano seguinte, o time alcançou a sua maior conquista nos últimos 13 anos do futebol profissional da cidade, sagrando-se campeão do returno da Divisão de Acesso e terminando o campeonato na terceira colocação. Emocionada, a torcida invadiu o gramado e fez a maior festa já vista no Estádio Monumental do SESI.
Em 2013 o Blumenau Esporte Clube participou da Divisão de Acesso (3ªdivisão) de Santa Catarina ficando com o vice campeonato da competição, perdendo a final para o Inter de Lages.


Estádio

Complexo Esportivo Bernardo Werner, mais conhecido como Estádio Monumental do SESI. Palco de grandes eventos esportivos na região.

Site

domingo, 1 de junho de 2014

Associação Maga Esporte Clube

O clube foi fundado em 12 de maio de 1993. Em 2009 estreou na terceira divisão do Campeonato Catarinense, terminando na última posição.
O Maga passou a ser conhecido como o pior time do Brasil em 2011  , já com as cores azul, branco e preto, quando protagonizou uma matéria do Blog do site Globoesporte.com, o Pombo Sem Asa, tendo sido transmitido no programa "Redação Sportv". Na ocasião, o clube ainda não havia vencido sequer uma partida em sua história, desde 2009, ano em que estreou na terceira divisão catarinense. O clube tinha no elenco um jogador que atuava como goleiro e também como atacante em algumas partidas. 
Na temporada de 2011, ganhou sua primeira partida, por W.O., do Pinheiros, que não providenciou a documentação de seu estádio para a partida  . Mas, pouco tempo depois, perdeu os pontos, ao ser punido no TJD.  Em 29 de setembro de 2012, venceu pela primeira vez na história dentro de campo, ao bater o Navegantes por 2 a 1, em Indaial, no estádio Gigante do Vale.
Ao fim da temporada 2012, o Maga somava 34 partidas em sua história, com uma vitória em campo, uma vitória por W.O., 32 derrotas, 11 gols pró (só oito com bola rolando) e 143 gols sofridos.

Estádio
A Maga manda sua partidas no Estádio Gigante do Vale em Indaial. As categorias de base jogam no estádio Hermann Weege, em Pomerode.
Site

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Esporte Clube Internacional

Esporte Clube Internacional, conhecido como Internacional de Lages ou apenas Inter de Lages, é um clube de futebol profissional brasileiro da cidade de Lages, em Santa Catarina. Em 2014, o Inter disputará a Série B (antiga Divisão Especial), torneio que corresponde à segunda divisão do Campeonato Catarinense de Futebol . O clube ficou licenciado das competições em 2009 .
O Internacional foi fundado no dia 13 de junho de 1949 por 12 jovens lageanos, alguns deles torcedores do Sport Club Internacional, de Porto Alegre, o que ajuda a explicar o nome e as cores usadas pelo clube de Lages . O Leão da Serra é um dos mais tradicionais e longevos do futebol de Santa Catarina ainda em atividade. No total, já incluindo a participação na divisão de acesso de 2010, a equipe disputou o campeonato catarinense em 43 temporadas (foram 40, se desconsiderados os anos de participação do SER Internacional, ou 45, se forem consideradas as temporadas de 1959 e 1960 , quando o clube disputou a fase regional do campeonato catarinense). Na primeira divisão, foram 32 temporadas (30, se, mais uma vez, não forem somados os anos de SER Internacional, ou 34, se considerada a disputa da etapa preliminar nas temporadas de 1959 e 1960). Na primeira divisão, esteve presente entre os anos de 1964 e 1988 e, depois, de 1991 a 1995. Em 1989 e 1990, o Internacional de Lages disputou a segunda divisão do campeonato catarinense - em 1989, o Inter ficou com o vice-campeonato da segunda divisão, mas teve o artilheiro do torneio, Weber, com 13 gols . O crescimento de sua dívida o fez afastar-se das competições oficiais, mas o clube retornou a elas, também pela segunda divisão do campeonato catarinense, em 2004 .
Quinze anos após sua fundação, o Inter de Lages chegou à fase decisiva do campeonato catarinense pela primeira vez. Na final, o time perdeu o título para o Olímpico, de Blumenau. O resultado da partida, realizada em Blumenau no dia 25 de abril de 1965, foi de 3 x 1 para o adversário. Inter e Hercílio Luz, de Tubarão, terminaram o campeonato empatados, mas o Colorado lageano ficou com a segunda colocação por ter tido melhor campanha.
A maior conquista do Inter de Lages foi o campeonato catarinense de 1965. O título foi obtido contra o Esporte Clube Metropol, de Criciúma , considerado a principal equipe do futebol de Santa Catarina na década de 60 . O Internacional venceu a partida final, realizada em 27 de março de 1966, por 2 x 1, com dois gols de Anacleto . O jogador Nenê fez o gol do adversário .
O resultado do campeonato catarinense de 1974 até hoje é contestado pelos colorados lageanos. A decisão contra o Figueirense, de Florianópolis, seria feita em uma série de jogos até que um time chegasse a quatro pontos. A primeira partida, realizada em Lages, acabou com empate por 0 x 0. A segunda, no campo do adversário, o Figueirense ganhou por 2 x 0 com pênalti contestado pelos colorados. Depois, segundo uma das versões sobre a decisão, o sorteio para a escolha do local do terceiro jogo teria sido manipulado para favorecer a equipe da capital catarinense: em um dos papéis do sorteio estava escrito "Florianópolis"; no outro, "capital". O Figueirense ganhou o terceiro jogo, realizado em 3 de fevereiro de 1975, por 4 x 2.
Em 1991 , o Internacional manteve a base da equipe que, no ano anterior, conquistou o campeonato da segunda divisão e levou o clube novamente para a divisão principal do futebol catarinense. À estratégia somou-se a contratação de Andrade, ex-jogador do Flamengo. Apenas dois anos antes ele havia sido campeão brasileiro com o Vasco da Gama e, ao chegar ao Inter de Lages, retornava ao Brasil após uma temporada no Roma, da Itália. O Inter foi eliminado na fase decisiva do torneio, mas, ainda assim, acabou o campeonato com um ponto a mais que o campeão daquele ano, o Criciúma.
Em novembro de 1999, ex-dirigentes do Inter de Lages, então afastado havia quatro anos de competições oficiais em virtude de problemas financeiros, fundaram o "Sociedade Esportiva e Recreativa Internacional", ou "SER Internacional" . A nova equipe, que tinha as mesmas cores de seu antecessor, venceu o estadual catarinense da segunda divisão em 2000 e ficou na quinta colocação do torneio da primeira divisão de 2001 . Entretanto, já no ano seguinte, o acúmulo de dívidas atrapalhou o "novo Inter" - chamado por críticos e adversários, ironicamente, de "Inter genérico" -, que acabou encerrando suas atividades .

Em 2013 , uma temporada em que bateu recordes de público na Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense , o Inter de Lages conquistou o título - e conseguiu deixar a terceira divisão do estadual depois de quatro anos de tentativas. Na final, em uma partida que teve 90 minutos regulamentares e mais 30 de prorrogação, o Inter de Lages derrotou o Blumenau por 3 a 1. O título garantiu ao clube lageano uma vaga na Série B do Campeonato Catarinense em 2014 .

Títulos
Campeonato Catarinense : 1965
Campeonato Catarinense Série B 19902000
Campeonato Catarinense Série C 2013

Estádio
Estádio Vidal Ramos Júnior é um estádio de futebol localizado na cidade de Lages, no estado de Santa Catarina, é de propriedade da prefeitura municipal e tem capacidade para 11.800 torcedores. É sede dos jogos do time profissional de futebol da cidade, o Internacional, e também recebe os jogos dos torneios amadores da cidade. Foi sede ainda dos jogos do Clube Atlético Lages, extinto em 2006, e do Grêmio Pinheiros, que disputou em 2007 a segunda divisão do Campeonato Catarinense. Em 2010, o Inter de Lages disputa a divisão de acesso (ou terceira divisão) do Campeonato Catarinense , depois de ter ficado o ano de 2009 afastado das competições .
Apelidos Colorado Lageano ; Vermelhão do Copacabana
Mascote Leão da Serra, Leão Baio
Site


domingo, 16 de maio de 2010

Clube Esportivo Paysandu

O Clube Esportivo Paysandu é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Brusque em Santa Catarina. Foi fundado em 30 de dezembro de 1918.
O Paysandú nasceu com a finalidade de propor mais desenvolvimento ao esporte em Brusque. Um grupo de esportistas vendo a necessidade de maior incremento do esporte em nossa cidade, resolveu fundar uma agremiação, que nos campos esportivos, rivalizasse com o Sport Club Brusquense.
Quanto ao nome escolhido, “Paysandú”, os amigos decidiram fazer uma homenagem aos defensores da fortaleza de Leandro Gomes e a bravura dos soldados brasileiros neste período da história, quando o Brasil, em 1864, interviu militarmente no Uruguai, em razão da revolução entre “Blancos” e “Colorados”.
Até a sua fundação, todas as reuniões eram feitas em residências particulares, o que pode-se deduzir nas casas dos fundadores e demais pessoas que tinham interesse na criação do Paysandú. Após o início efetivo do clube muitas arrecadações contribuíram para a construção da sede do clube, que foi um marco na história do Paysandú.

Em meados de março de 1922 com a nova diretoria do clube, tendo como presidente Carlos Luiz Gevaerd, decidiram que o Paysandú deveria possuir um campo de futebol próprio.
Neste período o clube vivia de arrecadações sociais, o que tornava um valor insuficiente para a compra do terreno escolhido. Com a ajuda do proprietário das terras a serem adquiridas, Antônio Maluche, grande parte foi doada por ele, e o restante do valor a ser pago foi facilitado pelo mesmo.
A comunidade simpatizante do Paysandú, bem como seus atletas e sócios revezaram-se durante um bom tempo para retirada do aterro e construção do campo, que foi inaugurado em 15 de junho de 1924.
Atualmente licenciado, o clube cedeu sua vaga na primeira divisão em 1987 para o Brusque Futebol Clube, que acabara de nascer e obter força na cidade. O clube chegou a conquistar o Segunda Divisão Catarinense em 1986.
 
Quando questionado se o Clube Esportivo Paysandú pretende voltar a jogar na categoria profissional, o secretário executivo do clube, Célio de Souza argumenta que existe essa possibilidade, porém, por escolha da diretoria, a prioridade no momento é de restaurar todo o clube.

Atividades - Mesmo não tendo participação estadual nos campeonatos, o Paysandú em toda a sua trajetória jamais deixou de ter o seu lado social.
Hoje, o clube oferece para cerca de 120 meninos a famosa “Escolinha de Futebol”, em cinco categorias: fraldinha, pré-mirim, mirim, infantil e juvenil.

Estádio:

Cônsul Carlos Renaux - 8.000

quarta-feira, 24 de março de 2010

CIP Football Club

O CIP Futebol Clube é um extinto clube de futebol de Itajaí, cidade do litoral do estado brasileiro de Santa Catarina. Foi campeão do Campeonato Catarinense em 1938 e pertencia à Companhia Itajaiense de Phosphoros.
Na época, a palavra "fósforo" era escrita com "ph" no lugar do "f". Daí o porquê da sigla "CIP".
O CIP tinha como cores o vermelho e o preto. Fundado em 27 de outubro de 1936, foi desativado em 1944.
O CIP é um dos três clubes de Itajaí que já conquistaram o Campeonato Catarinense. Os outros dois são o Marcílio Dias e o Lauro Müller.


Títulos
1 Campeonato Catarinense - 1938
1 Campeonato do Vale do Itajaí- 1938

Campeonato catarinense de 1938

Para chegar à final do Campeonato Catarinense de 1938, o CIP foi campeão da fase regional do Vale do Itajaí e, na etapa estadual, eliminou o Avaí, de Florianópolis, na semifinal. Venceu a primeira partida por 4-0, depois perdeu por 2-3 e, no jogo-desempate, ganhou por 3-2.
A decisão, disputada em 16 de abril de 1939, foi contra o Atlético, de São Francisco do Sul, vencida pelo CIP por 2-0. O time campeão tinha: Geninho; Lico e Humaitá; Fateco, Humberto e Souto; Vitório, Coceira, Pavan, Nanga e Armando.
A edição de 1938 do Campeonato Catarinense foi a única que o CIP disputou em sua história.

domingo, 21 de março de 2010

Associação Esportiva e Cultural Ferroviário Capivariense

A Associação Esportiva Cultural Ferroviário Capivariense é um clube de futebol da cidade de Capivari de Baixo, no estado de Santa Catarina.
A Associação Esportiva Cultural Ferroviário Capivariense não disputa mais edição a 2007 do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional da Divisão de Acesso.

A equipe foi punida pela 4ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva no processo nº 313/07, por não comparecer à partida válida pela categoria Júnior, vinculada à categoria profissional, conforme especifica o art. 7º do Código Desportivo da Federação Catarinense de Futebol e foi excluída pelo TJD da competição.
O Departamento Técnico da FCF executou a decisão da TJD e excluiu a equipe da competição, anulando sua participação no returno, com o cancelamento dos jogos e retificando o quadro de classificação. As equipes que somaram pontos diante do Ferroviário Capivariense no returno perderam os pontos conquistados.

Estádio

Lírio Búrigo, com capacidade para 3.000 pessoas.


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Paula Ramos Esporte Clube

O Paula Ramos foi fundado no dia 15 de dezembro de 1937, nas areias da Praia de Fora (atual Beira-Mar Norte). O clube fora inicialmente criado para a prática da natação. Seus fundadores foram: Porfírio Almeida Gonçalves, João Cristakis, Moacir Schtell, Júlio Ferreira Lobo, Arnoldo Sabino, Adolfo Monteiro Pinto, Rubens Sabino, Abelardo Rupp, Jonas de Oliveira, Dionísio Freitas, Osval Pereira Baixo, Olímpio Monteiro Pinto, Bruno Boos, Adolfo Boos, João José Cunha e Antônio Araújo Figueiredo.

O nome do clube foi sugerido por Dionísio Freitas, em homenagem ao local em que os fundadores da agremiação realizavam suas reuniões, o trapiche Vitorino Paula Ramos. O primeiro presidente do Paula Ramos foi Porfírio Gonçalves, tendo Francisco Melo como vice.
No futebol, entre 1937 e 1943, o Paula Ramos participou apenas de competições amadoras. Profissionalizou-se em 1944. Tornou-se bicampeão citadino de Florianópolis em 1947 e 1948, e vice-campeão estadual em 1948.
Em 1959, obteve a maior conquista de sua história: o Campeonato Catarinense de 1959.
Mas, o sucesso do time de 1959 marcaria o início da sua derrocada. Com o prestígio obtido após o campeonato, os jogadores acabaram se transferindo para outros clubes. Ainda assim, o clube manteria sua trajetória vitoriosa conquistando o Campeonato da Cidade nos anos de 1961, 1962 e 1964. De acordo com o ex-presidente Alexandre Carioni (1966/1967), a diretoria do clube chegou à constatação que manter um time dentro das competições era algo inviável. “Quase acabamos com o nosso time de 67”. “Quando assumi a presidência do clube, pegava a Kombi do meu pai e apanhava os jogadores de porta em porta para levá-los aos jogos. Depois de ter feito isso três vezes, na quarta eles mesmos se dirigiam ao campo de ônibus – num claro sinal de reconhecimento”, comentou o ex-presidente Joel Gomes Mendonça. Em 1969, o clube abandonou o futebol.



Títulos


Campeonato Catarinense: 1959.
 
Site
 
http://www.paularamos.com/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Joaçaba Atlético Clube

Fundado em 27 de fevereiro de 1997. Disputa atualmente a Divisão Especial de SC, a segunda divisão estadual. Manda seus jogos no estádio Oscar Rodrigues Da Nova, com capacidade para 7.000 pessoas. Veste as cores azul, amarela e branca, cores do município de Joaçaba, e seu mascote é o Leão.

O clube surgiu em 1997, após a dissolução da Associação Desportiva Joaçaba. Muitas vezes confundido com ele e com o JEC (Joaçaba Esporte Clube), fundado na década de 70, apesar de serem três clubes diferentes. Disputou a segundona em 97, 99, 2000 e 2001. Sendo que no ano de 2000 bateu na trave duas vezes, uma ao ser vice campeão perdendo para o Internacional o titulo, após dois empates por 1x1; outra ao ficar em 5o lugar na seletiva que ocorreu no mesmo ano e classificava 4 equipes para a elite. Após o ano de 2001 a equipe se licenciou dos gramados e só retornou em 2007, disputando a divisão de acesso e mais uma vez chegando perto, ao perder o returno e a vaga na elite para o Atlético Cidade Azul de Tubarão. Na segundona de 2009, o time fez uma péssima campanha no primeiro turno, com duas vitórias e um empate em nove jogos,mas no segundo turno veio uma inesperada recuperação: o time conseguiu 17 de 27 pontos possíveis e ficou com a vice liderança do returno, o que não foi o suficiente para classificar a equipe, que ficou a um ponto da tão sonhada classificação para o quadrangular final. Em 2010 a equipe estará mais uma vez tentando o retorno do futebol profissional joaçabense a elite de SC. Disputará a divisão especial, equivalente a segundona.

Estádio

O Estádio Da Nova (Oscar Rodrigues da Nova) é um estádio de futebol localizado na cidade de Joaçaba, no estado de Santa Catarina, pertence ao JAC (Joaçaba Atlético Clube) e tem capacidade para cerca de 7.000 pessoas.

Alcunhas

Fúria do Leão
JAC Tricolor
Leão do Vale

Site

http://www.jac.blog.br/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Clube Atlético Camponovense

O Clube Atlético Camponovense é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Campos Novos em Santa Catarina. O clube até julho de 2000 chamava-se LC Sutil Esporte Clube.

Se profissionalizou em 2001 e disputa pela terceira o campeonato da Segunda Divisão estadual. Em 2001, no ano seguinte foi penúltimo colocado do seu grupo, e só não foi o pior porque o Real de Blumenau estava na competição. O Real Sport Arte Clube tomou 25 gols nos 10 jogos e fez 9. Nada mau pra um clube que treinava em um parque aquático.

O CAC (de Campos Novos) se licenciou do futebol em 2004 após uma campanha humilhante na segunda divisão. Fez 5 pontos, e tomou 53 gols. Incluindo goleadas como 6x1 para o Marcílio Dias e 7x1 para o Atlético de Ibirama. No dia 1º de setembro o clube desistiu da competição.




Estádio

Cid César de Almeida Pedroso - 4000

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Futebol Clube do Porto

O Futebol Clube do Porto é um clube de futebol brasileiro, fundado em 1999, sediado na cidade de Porto União, Santa Catarina, mas joga no estádio Municipal Antiocho Pereira na cidade vizinha, União da Vitória, no Paraná pois sua cidade natal não dispõe de uma estrutura cabível. O Porto disputou a Segunda Divisão em 1999 onde não obteve boa campanha. Após oito anos de licença, disputou a Divisão de Acesso do campeonato catarinense aonde foi campeão. Atualmente joga a Campeonato Catarinense da Divisão Especial.

Alcunhas: Azulão da Fronteira

Títulos

Campeão Catarinense - Divisão de Acesso - 2008

Estádio:
Antiocho Pereira - União da Vitória / Paraná.
Capacidade 12.000




Site

http://www.fcporto.com.br/

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Hercílio Luz Futebol Clube


Fundado em 22 de dezembro de 1918, foi o primeiro clube catarinense na elite do futebol brasileiro (1959), primeiro campeão catarinense do sul e mais vezes campeão do "Sul do Estado".
1918 - Em 22 de dezembro é fundado o Hercílio Luz Foot-Ball Club, em homenagem ao governador do estado na época. O primeiro jogo foi dia 12 de fevereiro: Hercílio Luz 1x2 Francisco Matinelli de Florianópolis.

1939 - Participa pela primeira vez o estadual
1941 - Inaugurado o Estádio Aníbal Costa em 2 de fevereiro em jogo contra o Clube Atlético Catarinense
1958 - Conquista o Bicampeonato Catarinense
1959 - Estréia na Taça Brasil, contra o Atlético-PR. O primeiro clube catarinense a participar do campeonato.
1974 - Na madrugada de 23 de março, as águas destroem boa parte da cidade na maior enchente da história na região Sul. Destruindo parte do estádio. Para continuar no Catarinense, passa a jogar no campo do Nacional de Capivari, mas decide sair das disputas do Estadual
1985 - Em 13 de setembro, o estádio é reinaugurado em confronto com o Joinville. O Hercílio Luz despachou o visitante por 2 a 1 no jogo que marcou sua volta ao estadual
1991 - Cercado por dívidas trabalhistas o clube não suportou a pressão e despencou à Segunda Divisão
1994 - Torna-se Vice Campeão da Segunda Divisão, perdendo a final para o Avaí
1995 - O dia não foi fácil para os hercilistas. Em 20 de setembro, o clube paralisa suas atividades e licencia-se das competições. No mesmo ano, cede o Estádio Aníbal Costa ao Tubarão.

O clube uniu-se com o Tubarão Futebol Clube em 1995, pois na época o Hercílio passava por uma séria crise financeira.

Retornou às atividades em 2005, com mudança da diretoria, disputando os campeonatos amadores da Liga Tubaronense de Futebol. No início de 2008 fechou parceria com a Estrela Real de Viamão, rescindida no início de abril. A partir de julho disputará o campeonato catarinense da Divisão Especial (2ª divisão).

Mascote : Leão


Títulos : 2 Campeonatos Estaduais (1957 e 1958 ).


Estádio

O Estádio Aníbal Torres Costa, ou simplesmente Aníbal Costa é um estádio de futebol localizado na cidade de Tubarão, no estado de Santa Catarina.

Pertencente à Prefeitura Municipal, o estádio foi utilizado pelo Hercílio Luz Futebol Clube no futebol profissional até 1995, ano que o clube licenciou-se dessas atividades. Nesse ano, o Tubarão Futebol Clube passou a mandar seus jogos nesse estádio.
Em 2005, duas semanas após o Tubarão anunciar o seu licenciamento, o Hercílio Luz quase perdeu o estádio, seu maior patrimônio, que foi a leilão para saldar dívidas.
Em 2008, com o retorno do clube tubaronense ao futebol profissional, o estádio voltou a ser utilizado por esse. Em 2009, foi emprestado ao Atlético Tubarão, que não podia usar o Estádio Domingos Silveira Gonzales, onde mandou os jogos na Divisão Principal do Catarinense.


Hino

Hercilistas é nossa vitória,

Hey avante, Hey avante eia sus, (Leão do sul)
Trabalhemos com a fã pela glória,
Nesse intrépido Hercílio Luz.
Descendentes de nobre guerreira,
Não tememos lutar pela vida,
Somos fortes e a nossa bandeira,
Há de ser respeitada e querida.
Hercilistas é nossa vitória,
Hey avante, Hey avante eia sus, (Leão do sul)
Trabalhemos com a fã pela glória,
Nesse intrépido Hercílio Luz. (bis)
A energia do corpo se funde,
Pelo esporte nossa alma risonha,
E queremos que o clube se inunde,
De alegria como a glória que sonha.
Hercilistas é nossa vitória,
Hey avante, Hey avante eia sus, (Leão do sul)
Trabalhemos com a fã pela glória,
Nesse intrépido Hercílio Luz. (bis)
É no jogo com raça e destreza,
Que dá louros ao branco encarnado,
Invencível com grande surpresa,
Qualquer seja o rival combinado.
Hey! Hey!
Hey! Hey!
Hercilistas é nossa vitória,
Hey avante, Hey avante eia sus, (Leão do sul)
Trabalhemos com a fã pela glória,
Nesse intrépido Hercílio Luz. (bis)
Este clube possui torcedoras,
Que nos deram até o coração,
Sempre lindas e tão sedutoras,
Que nos fazer ganhar, perder não!
Hercilistas é nossa vitória,
Hey avante, Hey avante eia sus, (Leão do sul)
Trabalhemos com a fã pela glória
Nesse intrépido Hercílio Luz. (bis)


Site

http://vamossubirleao.blogspot.com/
http://herciloucos.blogspot.com/

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sociedade Esportiva Perdigão


Em 1964 após algumas conversas entre fanáticos por futebol que freqüentavam o antigo Café Alvorada. Estas conversas e a vontade de ter um time representando Videira no estadual ganharam força quando os diretores da agroindústria Perdigão decidiram investir no projeto. A intenção destes diretores, Flávio e Fioro Brandalise, a princípio era divulgar a marca da indústria no território catarinense, uma vez que ela era mais conhecida apenas em âmbito regional.


O então prefeito de Videira, Waldemar Kleinümbing e o presidente da liga de futebol videirense, Aristides Stradioto, também acolheram a idéia. O clube adotou as cores da empresa - vermelho e branco -, e partiu para as contratações de atletas. Foram trazidos jogadores do Rio Grande do Sul, de Florianópolis, mas a base acabou sendo atletas da região. Todos eram registrados como funcionários da Perdigão e ganhavam dispensa para treinar e jogar.

A estréia da equipe vermelha e branca, cores da empresa, aconteceu na temporada de 1965 e conseguiu chegar na quinta posição entre os 46 participantes. Uma classificação que anunciava a força do clube.

Um fato curioso nesta temporada. No turno do hexagonal decisivo, a Perdigão - que viajava em duas Kombi dirigidas pelos próprios atletas - levou de 9 a 0 do Metropol, em Criciúma.
No jogo de volta, penúltima rodada do estadual, o time criciumense precisava vencer para conquistar o título estadual. A Perdigão venceu por 2 a 1 e adiou a festa do Metropol, que também perdeu o último jogo em Lages para o Internacional e ficou com o vice-campeonato. O “desaforo” dos 9 a 0 estava devolvido.

Em 1966 o estadual teve 27 equipes divididas em dois grupos. A Perdigão fez boa campanha e na fase final surpreendeu os favoritos Comercial, Barroso e Metropol. Tornou-se a primeira equipe do oeste do Estado a conquistar o título estadual.

O time base campeão: Odenir, Valter, Nilson, Pelé e Galego, Osvaldo, Caubi, Zinho, Righetti e Barros e Carioca (Serramalte). No elenco ainda tinha Melão, Torrado, Arrepio, Adi, Gilberto, Cigano e Luizinho.

Apesar das adversidades - não existia uma única ligação de estradas asfaltadas de Videira para o restante do estado - a equipe foi no campeonato de 1966 somando pontos e acumulando vitórias, até chegar ao quadrangular final. Desta fase participaram as equipes do Almirante Barroso de Itajaí, Metropol de Criciúma e do Comercial de Joaçaba.

Com o triunfo, a Perdigão representou Santa Catarina na Taça Brasil de 1967. Enfrentou Grêmio de Porto Alegre e Ferroviário de Curitiba, mas não foi além da primeira fase.

A Perdigão esteve presente em mais três estaduais (1967, 1968 e 1969). A última partida oficial, antes de fechar o departamento profissional, ocorreu no dia 1º de junho em Joaçaba. Vitória de 3 a 1 sobre o Comercial.


Fundado em 1965 o clube logo no seu segundo ano de vida conquistava o estadual, inclusive com o direito de ser o representante catarinense na Taça Basil. Os próprios ex-dirigentes e jogadores reconhecem que o clube começou sua decadência, com a sua participação na Taça Brasil. Isto se deve ao grande investimento que a equipe fez, com a contratação de vários jogadores de todo o estado catarinenses e de outros estados brasileiros, o que tornou insustentável a manutenção de uma equipe profissional. Em 1969, a equipe fechava as portas do futebol profissional.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Clube Atlético Tupi


Desde 3 de janeiro de 1942 o Clube Atlético Tupi faz parte da história de Gaspar. Patrimônio histórico-cultural, não há como falar de Gaspar sem lembrar do Clube onde parte da comunidade gasparense já fez parte de sua história, seja como atleta, dirigente, torcedor ou colaborador.
1959 - Participa pela primeira vez do Campeonato Catarinense

1987 - Com um clube profissional disputa a Segundona Catarinense
1995 - O clube é convidado pela federação á participar do estadual, pedindo licenciamento á logo depois da competição.
2001 - Volta como Clube Atlético Tupi, sem o "y" na grafia. Desativa o futebol profissional novamente.
Hoje, o Tupi disputa campeonatos amadores, e vê em sua escolinha de futebol um berço para a formação de atletas e cidadãos. A escolinha conta em média com 400 crianças e adolescentes entre 05 e 17 anos.



Estádio:
Carlos Barbosa Fontes
Conhecido também como Estádio dos Eucaliptos, o Estádio Carlos Barbosa Fontes leva o nome de um de seus fundadores e ex-atleta do clube, e acomoda aproximadamente 2.000 mil pessoas, sendo que 500 em sua arquibancada coberta. A arquibancada recebeu o nome de "Arquibancada Orlando dos Anjos", o popular Nego Lando, que foi também ex-atleta do índio.



Mascote: Índio

Site
http://www.clubeatleticotupi.com.br/

domingo, 18 de outubro de 2009

Tubarão Futebol Clube

O Tubarão Futebol Clube surgiu da dissolução do Esporte Clube Ferroviário, com o objetivo de criar um timecommaior apelo popular e brigar por títulos. Isto teve início no dia 25 de maio de 1992. Manteve-se os sócios patrimoniais do extinto Ferroviário e teve admissão de novos sócios patrimoniais ao Tubarão Futebol Clube. O Conselho Deliberativo ficou formado por cem sócios.Foi definido que Antônio Olívio Benedet seria o presidente da equipe.
No final do ano de 1995 diretores do Hercílio Luz e do Tubarão assinaram um contrato de união. Dessa forma, o Tubarão passou a ser uma grande força no esporte catarinense sendo o primeiro clube a ter dois estádios e um ginásio. A equipe possuía o estádio Anibal Torres Costa do Hercílio Luz para mandar seus jogos profissionais, e o estádio Olimpico Domingos Silveira Gonzáles e o Ginásio José Warmuth Teixeira para suas categorias de base e lazer dos associados.
O número de torcedores nos jogos aumentou coisa nunca vista na cidade de Tubarão. O clube disputou campeonatos brasileiros, Copas Sul e Copas Sul-Minas e conquistou várias taças ao longo de suas disputas, entre eles torneios amistosos disputados na Europa.
Em 1998, o Tubarão disputou a final do Campeonato Catarinense, contra o Criciúma Esporte Clube. A partida foi apitada por Luiz Orlando de Souza, o qual entrou em uma polêmica após anular um gol da equipe de Tubarão aos 44 minutos do segundo tempo. A partida ficou empatada sem gols, dando o título ao Criciúma no Heriberto Hülse. As duas equipes se encontraram de novo em uma final no semestre seguinte, pela Copa Santa Catarina. O Tubarão jogou com os juniores e venceu a equipe de Criciúma por 2x1.
Em 2001, o Tubarão Futebol Clube conseguiu sua melhor posição em um Campeonato Brasileiro. Ficou em sexto lugar, posição esta que nenhum clube de Santa Catarina tinha chegado. Disputou pela primeira vez a Copa Sul-Minas em 2003 e terminou em quinto lugar.
Em abril de 2005, após o Campeonato Catarinense, o Tubarão Futebol Clube decidiu se licenciar do futebol profissional por questões financeiras, deixando de disputar a 1ª divisão do Campeonato Catarinense nos anos seguintes.


Mascote: Índio, Peixe


Estádio: Domingos Silveira Gonzales
Capacidade: 10.000 pessoas


Títulos



Campeão do Torneio Seletivo do Catarinense (2000)
Campeão da Copa Santa Catarina (1998)



Hino



Oh, Tubarão
Tu és a glória
Tu és o maior
No esporte és tradição
Oh, Tubarão Clube do meu coração
Nos gramados do Sul
Tua fibra estará presente
Honrando as cores tricolores
Orgulho de nossa gente

É nosso imenso prazer
Te ver sempre vencer
E ser o campeão

Tu és garra
Tu és raça
Tu és emoção
Tocando a bola com o coração
Levantando a galera
Com o grito de gol
É GOL
Tremulando as bandeiras

Tubarão és feito de amor!


Site


terça-feira, 22 de setembro de 2009

Blumenau Esporte Clube

O Blumenau Esporte Clube foi fundado em 19 de julho de 1919, chamava-se Brasil Football Club, nome que prevaleceu até 1936, ano em que mudou-se a razão social do clube para Recreativo Brasil Esporte Clube.
Ensejando ao clube começar vida nova. Mesmo com outra denominação o alviverde manteve a mesma postura e continuou pertencendo às massas e vencendo campeonatos, como os de 1941 e 1942.
Por causa da segunda guerra mundial, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, assinou decreto lei determinando que clubes esportivos não mais poderiam ostentar nomes do País, estados e cidades. Em Blumenau algumas agremiações tiveram que trocar de nome. O Recreativo Brasil passou a ser Palmeiras Esporte Clube, e o Blumenauense virou Grêmio Esportivo Olímpico.
O Palmeiras continuou conquistando títulos e sendo campeão de Blumenau nos anos de 1944, 1945, 1946, 1947, 1948, 1955, 1959, 1960 e 1962. A partir de 1963 não houve mais campeonato regional. A Federação Catarinense instituiu o campeonato direto, reunindo o campeão e vice de cada liga.
Em 19 de julho de 1980 mudou-se o nome Blumenau Esporte Clube e foram adotadas as cores verde, branca e vermelha.

Após uma longa jornada de 62 anos, o Palmeiras Esporte Clube, deu lugar ao Blumenau Esporte Clube, fruto da união de um grupo de empresários, encabeçados pelo então secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, que passaram a investir alto no futebol blumenauense, com a finalidade de também no futebol profissional elevar o nome da cidade, pólo industrial de uma vasta e rica região do Vale do Itajaí.
A idéia de se formar um clube com o nome da cidade não é nova. O ex-presidente, Melchior Barbieri, em meados de 1975, já pensava do mesmo modo. Mas a idéia exigia uma grande dose de audácia, para suplantar as raízes de tão longa data, fixadas.
O então presidente Ivan Carlos Rizetto, jovem voluntarioso e audacioso, ao assumir o cargo em março, com a demissão de Altair Carlos Pimpão, sentiu que se não houvesse uma transformação total, em termos de estrutura financeira, com o apoio de toda a comunidade, especialmente dos empresários, fatalmente o futebol blumenauense definharia e fatalmente atingiria o ponto de se tornar insustentável.

Finalmente, depois de vários encontros longe da presença da imprensa, um grupo de trinta empresários, encabeçado pelo industrial e Secretário do Planejamento do Governo Estadual, Norberto Ingo Zadrozny, com o presidente Ivan Carlos Rizetto, se reuniram no Restaurante Chinês, na noite do dia 12 de julho de 1980, quando o presidente do então Palmeiras apresentou o seu projeto.


Desde que a dupla Olímpico-Palmeiras desativou o futebol profissional, criou-se uma expectativa entusiasmadora sobre o BEC, tal qual ocorrera em Joinville com seu arqui-rival JEC. Com o planejamento elaborado pela sua diretoria até que o time foi relativamente bem em alguns campeonatos. Em um deles (81) chegou às semifinais e, em (88), foi vice numa final histórica contra o Avaí na Ressacada. "


Porém em 98, tolhidos pela grave crise financeira que afetou a estrutura da maioria dos clubes catarinenses, os cardeais do BEC jogaram a toalha, e o clube só encontrou uma alternativa: desativar o futebol profissional.
Meses depois o patrimônio do Clube foi arrematado em leilão - ninguém mais poderia imaginar que o clube pudesse resgatar suas glórias e tradições. Barbieri, então, foi torpedeado, mas como mestre em ciências jurídicas - preferiu o caminho da coerência. Foi à justiça e ao Ministério da Previdência contestar a legitimidade do leilão e, com uma argumentação bem embasada, o BEC conseguiu reaver seu patrimônio.

Anos mais tarde, em 2003, o BEC retornou via-Estadual da 2ª Divisão. Os articuladores desta empreitada foram o advogado José Daílton Barbieri e o empresário José Alencar Farias, não por coincidência dois ex-presidentes do Blumenau - e que, comprovadamente, carregaram pesado fardo (com desembolso das suas próprias economias) para manter o BEC de pé. Foram dois idealistas que conheciam o ônus da posição que assumiram: presidente de clubes sem estrutura econômica perde o cheque nobre e hipoteca a própria casa para salvar sua agremiação e ainda sai com fama de ladrão.
Barbieri e Alencar trabalhavam em duas frentes. Barbieri no campo jurídico e futebolístico (lutava na justiça pelos interesses do clube, além de incentivar a garotada que representava o BEC no Estadual Juvenil) - e Alencar assumiu a parte técnica e burocrática.
A justiça então autorizou que através da administradora no processo de insolvência a Associação Beneficente União do Vale o clube podesse voltar, e a associação ficou responsável por gerir e administrar o futebol profissional do BEC. A Associação explorava a marca BEC e administrava a receita e dividas do clube. De toda receita gerada pelo BEC 5% eram destinadas aos pagamentos de dívidas anteriores do clube.
Depois de ressarcirem os bens do Clube, começaram a operacionalizar a segunda etapa do projeto: reaparelhamento das instalações do "velho Aderbal" e investimentos nas divisões de base. Todo este trabalho, sempre centrado na velha filosofia do "futebol pés no chão.

Mesmo depois de 5 anos, a torcida compareceu em peso para prestigiar o Tricolor
Na disputa da Segundona de 2003, o BEC fez uma campanha relativamente boa e bastante proveitosa no aspecto motivacional, sendo eliminado pelo Concórdia nas quartas de finais do Returno.
O clube fechava o ano com a "casa enxuta", e finalmente a política "futebol pés no chão" implementada pela diretoria parecia começar a mostrar resultados.

Porém em 2004 o Blumenau inicia o ano com grandes dificuldades para conseguir patrocinadores e sem dinheiro para colocar o time em campo. Os dirigentes do Tricolor não tiveram outra alternativa senão apelar para que o poder público fizesse a sua parte e ajudasse o clube, que afinal representava o nome da cidade, do contrário não haveriam meios para quitar as despesas com salários, alimentação, viagens e material esportivo.
Havia também o risco de que o patrimônio do clube a qualquer momento fosse novamente arrematado em um novo leilão, e a única forma de tentar evitar que isso acontecesse seria a renovação de um pedido de Utilidade Pública para o terreno onde estava edificado o Estádio Aderbal Ramos da Silva.
Através de um interlocutor, o então prefeito na época, Décio Lima, pressionou para que a diretoria do BEC renunciasse e o Gabinete indicasse um nome de sua confiança para que assumisse a Associação Beneficente União do Vale.
José Daílton Barbieri e os demais membros da diretoria atenderam a exigência do então Prefeito Municipal.

O Gabinete indicou a nova diretoria, que em 23 de abril de 2004 tomou posse, tendo Paulo Sérgio Chaves como novo presidente, Fábio Eduardo como diretor de futebol, Josias da Silva como diretor de marketing, Jalmir Compagnani como tesoureiro e Mauricio Pacheco sendo o vice-presidente do BEC.
Paulo Sérgio toma posse

A FMD fez então o repasse de 5 mil Reais a Associação Beneficente União do Vale, gestora do BEC, e o dinheiro foi utilizado para a inscrição dos jogadores na Federação Catarinense de Futebol.
O Blumenau fez uma excelente campanha durante o Turno da competição, alternando-se na liderança e perdendo sua invencibilidade na última rodada.
Chega o segundo turno da competição, e toda uma série de problemas extra campo começam a vir ao conhecimento público. Jogadores com salários atrasados, escândalos como por exemplo o da rifa de um automóvel, onde tramita no fórum de Blumenau um processo judicial contra o então presidente Paulo Sérgio, acusação de furto de patrimônios do clube tais como fios de cobre pelo ex presidente, e dívidas em nome da Associação gestora do Blumenau.
Todos estes problemas acabaram por afetar o rendimento da equipe dentro de campo, que acabou por não repetir a mesma campanha durante o Returno da competição, terminando na sexta colocação.

Diante de tal situação, a justiça optou por suspender a Associação Beneficente União do Vale como gestora do Blumenau Esporte Clube e nomeou o advogado André Jenichen como administrador do processo de insolvência do Clube, e consequentemente as atividades esportivas foram suspensas por tempo indeterminado.
Interessado em investir no futebol do BEC, representantes do empresário Carlos Massa, o "Ratinho", ainda tentam apresentar proposta de patrocínio ao clube para o advogado André Jenichen, porém a proposta é vetada. Ao empresário, restou tão somente investir em outro clube, o Tiradentes de Tijucas, que consequentemente fez boa campanha no Campeonato Catarinense da Primeira Divisão no ano posterior.

Daí por diante o patrimônio do clube passa por um estado de verdadeiro abandono. Em 2005 o então presidente do Sport Club Madureira, Eduardo Corsini, entra com um pedido junto a justiça para que cedesse o campo do BEC para a prática de futebol do Madureira, e a justiça autoriza com a seguinte condição: "O Estádio não deveria ser utilizado para jogos oficiais, apenas treinos". Eduardo Corsini promove então a limpeza e reforma do imóvel.
Ao final de 2005 o advogado André Jenichen revoga a permissão para a prática de futebol, e o patrimônio volta ao estado anterior de abandono, e desta vez passa também a ser alvo de atos de vandalismo e de furtos. E por achar que uma pequena parte do muro do Estádio Aderbal Ramos da Silva (fundos do estádio) na Rua Alwin Schrader oferecia riscos à população que trafegava pelo local, a secretaria de obras do município determina que a parte do muro que apresentava rachaduras fosse demolida. Segundo testemunhas, o advogado André Jenichen teria pedido para que operadores de máquinas promovessem a derrubada não somente da parte afetada, mais sim de todo o muro na extensão da Rua Alwin Schrader. Houve também a suspeita por parte de alguns torcedores de que tudo não passasse de um esquema para a depredação do imóvel e consequentemente de transforma-lo em uma espécie de "Nova Gaitas Hering" e assim se conseguisse desapropriar e vender mais facilmente.

Logo após o ocorrido, o advogado deu declarações à imprensa afirmando que teria recebido materiais de construção e que promoveria a reconstrução do muro. A comunidade espera pelos materiais até hoje.

E quando tudo parecia acabado e a história de glórias do passado do Clube esquecidas, as Torcidas Organizadas do BEC formam uma comissão que passa então a lutar pelos interesses do BEC e de sua torcida. Antes que qualquer atitude fosse tomada por esta comissão, várias partes ligadas ao Blumenau Esporte Clube foram procuradas e entrevistadas, entre elas estavam ex dirigentes, ex atletas, o próprio administrador do processo de insolvência do Clube e a promotora que cuida do caso.
A primeira ação desta comissão foi promover o apelo para que fosse realizado um mutirão para limpeza e reforma do Estádio Aderbal Ramos da Silva, a comunidade atendeu o apelo e compareceu em grande número para colaborar, e em janeiro de 2006 começaram os trabalhos.
Em fevereiro de 2006 o dirigente de futebol Eduardo Corsini, em uma tentativa de resgatar a tradição do BEC e de sua torcida, adota a razão social de Blumenau Sport Club e ingressa no Campeonato Catarinense Divisão de Acesso. O Projeto era baseado no clube Napoli da Itália, e tinha o objetivo de futuramente adquirir a marca: Blumenau Esporte Clube (BEC).

Em 15 de março o Estádio Aderbal Ramos da Silva é arrematado em leilão pelo empresário Aílton Borba, de Curitiba pelo valor de 1,305 milhões de Reais. O empresário deu declarações à imprensa blumenauense garantindo que arrematou o Estádio com o interesse em investir em futebol, porém meses mais tarde tentava revender o imóvel em classificados de um jornal de Curitiba por cerca de 8 milhões de Reais.
O Blumenau não recebe o devido apoio por parte do Poder Público, que porém oferecia todo o apoio logístico ao outro clube da cidade, o Metropolitano, disponibilizando até mesmo psicólogos para os atletas. Comentava-se nos bastidores que existia uma certa influência da AFA Licenciamentos, (gestora de futebol do Clube Atlético Metropolitano na época) para que o prefeito João Paulo Kleinubing não oferecesse apoio logístico a outro clube, pois acreditava que a volta de uma equipe com o nome "Blumenau" agregado espantaria a sua torcida.
Eduardo Corsini permaneceu firme, e mesmo arcando com estas despesas de seu próprio bolso fez invejável campanha, conquistando o Returno e conduzindo a equipe até as Semi-Finais da competição.

Em 2007, ainda sem o apoio do poder público municipal que continuava priorizando seu apoio apenas ao outro clube da cidade, e já cansado da perseguição sofrida por alguns segmentos da imprensa blumenauense, o presidente Eduardo Corsini não teve outra alternativa senão pedir licença à Federação Catarinense de Futebol, afinal era impossível que continuasse fazendo futebol de seu próprio bolso e ainda por cima sendo caluniado por alguns jornalistas.
Se já não bastassem todos os problemas o nome do BEC passou também a ser boicotado por alguns segmentos da mídia blumenauense, a suspeita era de que tudo não passava de uma tentativa muito bem articulada por forças da Cidade, que buscavam expor o nome do Clube ao ridículo e fazer com que toda a sua tradição caísse no esquecimento.
Ao serem indagados, alguns jornalistas chegaram a confessar a torcedores de que eram "podados" por seus diretores quando tentavam vincular notícias relacionadas ao BEC.
Era notório de que não se tratava de toda a imprensa da cidade, mais sim de alguns segmentos dela.
A suspeita era pertinente, pois caso o nome do BEC realmente caísse no esquecimento ninguém mais se importaria com o futuro que teria o Estádio, bem como havia um interesse grande por parte de alguns representantes do outro clube da cidade em fidelizar os torcedores do BEC ao seu clube.

No mesmo ano, um grupo de empresários, liderado por Edson Pedro da Silva, conhecido popularmente como "Pingo", passou a se reunir com o objetivo de resgatar a tradição do Tricolor. Não por acaso, pois Pingo era ex-presidente do BEC, e comandou o Clube durante os anos de maiores glórias do Tricolor.
Foram estudadas 3 possibilidades: A 1ª era a de resgatar o Verdadeiro Blumenau Esporte Clube, essa porém logo foi descartada devido aos entraves judiciais. A 2ª era de assumir o Blumenau Sport Club, houve até uma conversa com o presidente Eduardo Corsini sobre a possibilidade, porém ficou nisso mesmo. A 3ª era a de se criar um novo BEC.
Era para ser tudo planejado no mais absoluto sigilo, porém um órgão de imprensa descobriu e então "vazou" a notícia.
Não deu outra, começaram as pressões por parte de dirigentes do outro clube da cidade e da mídia para que o grupo esquecesse do BEC e investisse no Metropolitano, o dirigente Sandro Glatz ofereceu até mesmo renunciar ao seu cargo para que o grupo assumisse o seu clube, pois do contrário o clube poderia sucumbir.
E por ironia do destino, ex-dirigentes de seu clube rival, que sempre era tido por eles como um exemplo que jamais deveria ser seguido, sinônimo de incompetência, etc, foram os responsáveis pela salvação de seu clube.

E diante da suspeita de que o empresário Ailton Borba pretendia por abaixo o Estádio Aderbal Ramos da Silva, representantes da torcida articularam um projeto na tentativa de declarar o Estádio como Patrimônio Histórico e portanto de Utilidade Pública, fazendo com que o mesmo fosse então restaurado e preservado.
O pedido era muito bem fundamentado e embasado, afinal ocorrera já com vários estádios espalhados pelo Brasil, sendo que alguns deles até com menor idade que o velho Deba.
A torcida entra então com o processo junto à praça do cidadão na Prefeitura de Blumenau, dias após é formada uma comissão julgadora para o caso, entre ela estavam alguns vereadores, representantes de setores da prefeitura relacionados ao caso e até mesmo o advogado André Jenichen. Resultado da votação: TODOS votaram contra.
E para surpresa, alguns vereadores discursavam contra o BEC, quando na verdade o assunto em pauta era apenas o futuro do Estádio. E ao invés de que fosse apresentado o projeto original de Tombamento Histórico articulado pela torcida, fotos no telão retratavam apenas o estado de total abandono do Estádio.
A torcida recorre da decisão, porém antes que o novo pedido da torcida fosse novamente julgado, ocorre um "atraso" no trâmite do processo na Praça do Cidadão e consequentemente é cedido o Alvará "às pressas" para que o empresário Ailton Borba promovesse a derrubada do imóvel. O diretor da Praça do Cidadão na ocasião era o atual vereador: Fábio Fiedler.
A derrubada acontece misteriosamente "na calada da noite", ao amanhecer de sábado para domingo do dia 23 setembro de 2007.

Logo após, a empreiteira paranaense apresenta um projeto para edificação de edifícios com apartamentos no local.
E sabendo de que todo o processo desde o arremate no leilão até a derrubado do imóvel era ilícito, pois parte do terreno pertence ao Estado e foi cedido em regime de comodato apenas para práticas esportivas, a Torcida faz denúncia a Corregedoria da Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina, que passa então a atuar no caso e instaura processo judicial contra os responsáveis. O processo encontra-se em andamento.
Após enchurrada de 2008, a prefeitura transforma o terreno do velho Deba em um depósito de entulhos.

Em 2008 o ex-presidente do Blumenau, Alencar Farias, faz uma nova tentativa para tentar trazer o BEC novamente aos gramados, e desta vez colocando-se em prática um projeto elaborado no ano de 1998 por ele e por José Dailton Barbieri, era o Blumenau Entretenimentos Comunitários (BEC).
Na noite de 18 de junho na cede do CTG Fogo de Chão Alencar promove uma grande festa para a apresentação do treinador e dos jogadores que defenderiam o tricolor na Divisão de Acesso daquele ano.
O time era comandado pelo ex-jogador Chicão, ídolo do BEC nos anos 80. O treinador montou a equipe, que contava com vários atletas do Paraná Clube, graças a uma parceria ratificada. O grupo começou a treinar dia 1º de julho em sua cede, batizada como: Toca do Urso, situada no Paraíso dos Pôneis na divisa Blumenau/Gaspar.
Já no início dos trabalhos o clube sofre uma tentativa de sabotagem, um e-mail com o remetente fictício de "Tadeu Omar" é enviado à diretoria do Paraná Clube fazendo duras críticas ao novo projeto do Blumenau, era uma tentativa de prejudicar a parceria entre BEC x Paraná. Alencar Farias afirmou se tratar de alguém ligado ao Metropolitano.
O BEC chegou a realizar 2 amistosos, o 1º foi no dia 18 de julho contra o XV de Outubro em Indaial, terminando em 4 x 0 para os Blumenauenses. O 2º aconteceu no dia 30 de julho no Monumental do Sesi contra o Paraná Clube; placar da partida: 4 x 2 para os Paranaenses.

A Direção do Blumenau enfrentava problemas para encontrar um estádio para mandar os jogos. Em diversos programas de radio e TV, Farias dizia que o time não teria condições de pagar o valor exigido pelo Sesi, que segundo ele era de R$ 7 mil. A direção tentou então utilizar o estádio do Tupi, em Gaspar, onde não houve acerto. Por fim, os cartolas tricolores tentaram utilizar o campo do Clube Canto do Rio, no bairro Progresso. O local chegou a ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros e PM, mas não houve acerto com conselheiros do clube.
Em 18 de agosto a diretoria do Paraná Clube publica uma nota informando o fim da parceria entre os 2 clubes, e com isso o clube paranaense solicitou o retorno dos atletas e profissionais para a Vila Olímpica do Boqueirão, em Curitiba, sendo que entre os atletas que retornaram estava o jogador Pimpão, ídolo da torcida que saiu do BEC para ir vestir a camisa do Vasco da Gama.
O motivo da quebra de contrato teria sido o não cumprimento de diversos itens do acordo, tanto por parte do Blumenau Entretenimentos Comunitários quanto por parte do Paraná Clube.
E mais uma vez o sonho da torcida tricolor de rever o time entrando em campo para disputar um jogo válido por uma competição oficial era adiado.



HINO

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Da Blumenau querida do Vale do Itajaí,O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra todos unir. O pavilhão verde, vermelho e branco,Veio pra ficar e vencer.

O verde da esperança,O vermelho da emoção,O branco da pureza,São as cores do nosso coração.

Meu Blumenau guerreiro do Vale do Itajaí,Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Com disciplina, bravura e talento,Rolando a bola no chão, Com disciplina, bravura e talento,Veio pra ser campeão.

Lá lá lá lá lá láLá lá lá láLá ...



sábado, 5 de setembro de 2009

Clube Atlético Tubarão

Fundado em 14 de abril de 2005 como Associação Cultural, Recreativa e Esportiva Cidade – Cidade Azul é o nome fantasia junto à Federação Catarinense de Futebol –, o clube começou bem a sua história no cenário catarinense. Assim como São Caetano, Brasiliense, Paraná Clube e outros clubes que em pouco tempo de fundação já figuravam na elite, o Cidade Azul cresceu rapidamente. Logo em sua primeira competição, a Série B1 do Campeonato Catarinense 2005 – uma espécie de terceira divisão –, venceu bem o primeiro turno. Foram oito vitórias e apenas uma derrota em nove jogos.
Os 24 pontos deram uma vaga nas quartas-de-final contra a Camboriuense. Na final, bateu o Operários Mafrenses e o título veio junto com uma vaga na semifinal geral do campeonato. No segundo turno, o time não repetiu a boa campanha do primeiro e terminou na sexta colocação. Mesmo assim se classificou para as quartas-de-final.

O Cidade Azul parou na semifinal do returno. No entanto, isso não foi um problema, já que o time estava automaticamente classificado para a semifinal geral do campeonato contra o Figueirense B. O Figueira venceu os dois jogos e foi para a final. Mas como a Federação não permite o acesso de times reservas, ou os chamados “times B”, a vaga para a Série A2 caiu no colo do Cidade Azul.


A Série A2 de 2006, que depois passou a ser chamada de Divisão Especial, reunia os clubes que não estavam no Campeonato Brasileiro da Série A (Figueirense) e B (Avaí) mais os dois primeiros colocados da Série B1 de 2005 (Cidade Azul e Próspera), totalizando 12 equipes. Nesta competição ou o time subia para a elite ou caía para a Segundona – a chamada Divisão de Acesso.

A pressão de encarar times de tradição como Criciúma e Joinville foi grande e o Cidade Azul não resistiu. Somou apenas nove pontos em 11 jogos e ficou no 11º lugar, o penúltimo da competição – o Cidade Azul caiu para a segunda divisão de 2007 apenas por ter sofrido mais gols que o Brusque.


2007 chegou e as coisas mudaram no Peixe. Rotina para os times pequenos, devido ao calendário, o clube entrou em campo apenas no segundo semestre, em julho. A batalha na Divisão de Acesso começou no dia 8 de julho: vitória por 1 a 0 sobre o Ferroviário. O restante da 1ª fase foi razoável, o bastante para se classificar e vencer o primeiro turno, que dava direito a uma vaga na final do campeonato.

No segundo turno, a história se repetiu e o time de Tubarão levantou a taça. Mais. Ao vencer os dois turnos sagrou-se campeão da Divisão de Acesso 2007 e conquistou a tão sonhada vaga na elite do futebol catarinense em 2008.


O tão esperado sonho de chegar à elite do Campeonato Catarinense se concretizou e o Cidade Azul pôde começar o primeiro semestre com o calendário definido. Em menos de três anos, o clube estreava no Catarinão. A primeira partida foi fora de casa, contra o Marcílio Dias, em Itajaí. A derrota por 1 a 0 era só o começo, já que muitos reforços ainda estavam se entrosando. Entre eles o meia Arílson, aquele mesmo que abandonou a seleção brasileira em pleno Pré-Olímpico de 1996, na Argentina.

Mas, antes do início do Campeonato Catarinense, a torcida decidiu protestar. Não aceitava mais o nome Cidade Azul. Torcedores se identificavam mais com o nome ligado à cidade. Com isso, a diretoria se mexeu e deu início ao processo para a mudança do nome do clube para Clube Atlético Tubarão, que nada tem a ver com o extinto Tubarão Futebol Clube, vice-campeão estadual em 1998 e 1999.

No entanto, para conseguir a certidão negativa junto à FCF e mudar o nome, o clube deve quitar débitos com INSS e Receita Federal. E o dinheiro? O diretor André Barcelos explica: “Foi feita uma rifa, onde inclusive arrecadamos mais do que o esperado, que era R$ 3 mil, e o pessoal deve quitar os débitos.” Mas para a Federação Catarinense, o clube ainda é Cidade Azul – mesmo assim, o clube já tem um novo distintivo e se auto denomina Clube Atlético Tubarão. Ainda segundo o dirigente, a mudança de nome já foi aprovada pelo conselho deliberativo e consta em ata, que está para ser registrada em cartório.No último dia 10 de janeiro, uma nova diretoria tomou posse do clube. O novo presidente é Pedro Almeida, que presidiu o Tubarão Futebol Clube nos anos em que o clube foi vice-campeão catarinense. Bom sinal para Clube Atlético Tubarão, que tem como técnico Alexandre Pandóssio, ex-goleiro e ídolo do Criciúma na década de 1990.O tão falado “Cidade Azul ou Atlético Tubarão”, como a imprensa denomina o time em dias de jogo, ainda vai durar muito. Atualmente, pelo menos até o começo do 2º turno do Campeonato Catarinense 2008, o Cidade Azul ou Atlético Tubarão – viu? – está na última colocação, com nenhuma vitória, e é sério candidato ao rebaixamento, que neste ano, pela primeira vez, terá três times.


Títulos


Campeonato Catarinense da Divisão de Acesso (2007)


Estádio

O Estádio Domingos Silveira Gonzales é um estádio de futebol situado na cidade de Tubarão, estado de Santa Catarina, tem capacidade para 3.500 pessoas e é de propriedade do Tubarão Futebol Clube. Mas o clube foi expulso de seu patrimônio por questões políticas, na gestão do ex-prefeito Carlos Stüpp. O clube tem ações contra o seu ex-vice prefeito o Sr. Angelo Zabot. Depois de denúcias feitas pelo clube ao procurador da República, logo o estádio voltará para o Tubarão Futebol Clube.


Hino

O futebol se uniu a natureza
Formando a grande força do Sul
O Furacão tricolor, tricolor
O Atlético Cidade Azul
Agora, ninguém segura o Furacão
Devastando a defesa inimiga
Segurando o ataque adversário
Vibrando com a sua torcida
Arrasa Furacão, arrasa Furacão
Vibra com toda emoção
Arrasa Furacão, Arrasa Furacão
Esse é o nosso campeão
Amantes de um bom futebol
Nasceste deste povo guerreiro
A tua missão nessa luta é vencer
E ser para sempre o primeiro