Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de abril de 2014

Cotia Futebol Clube

O Cotia Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol da cidade de Cotia, na Grande São Paulo. Foi fundado em 13 de abril de 2000, na cidade de Campo Limpo, com o nome de Sport Club Campo Limpo Paulista, suas cores são azul, branco e preto. Depois de muitas trocas de sedes, se fixou em Cotia, em 2010 com o nome Sport Club Paulista. O Sport Club Paulista foi o clube que projetou o jogador Grafite para o profissional.
Em 2011, mudou de nome para Cotia Futebol Clube e retornou às atividades profissionais, depois de passar dois anos licenciado da FPF.
No dia 20 de abril de 2011, o Cotia Futebol Clube foi oficialmente apresentado. Na história do município, a Associação Atlética Central Brasileira conquistou dois acessos seguidos em 1988 e 1989, mas encerrou as atividades profissionais em 1993.
O primeiro jogo do Cotia Futebol Clube aconteceu no dia 30 de abril de 2011, na cidade de Sumaré, contra o time da casa, o time cotiano venceu por 3x2, mas o time não fez uma campanha muito boa e foi eliminado na Segunda Fase, com 2 vitórias e 4 derrotas.
Em 2013 , no ano mais díficil da curta história do Cotia FC, o time vive sua maior alegria, o sonhado acesso para a Campeonato Paulista de Futebol de 2014 - Série A3. Mesmo com problemas em seu estádio Euclides de Almeida, tendo que jogar em outras cidades, o time passou tranquilo pela Primeira Fase, com 14 pontos e na segunda colocação. Na temida Segunda Fase para o time cotiano, conseguiu ser um dos quatro melhores terceiros colocado e continuou avançando na competição. Em um grupo muito disputado na Terceira Fase, o time venceu a última partida e chegou na Última Fase ficando em segundo no Grupo 17. O time que começou com dois empates já preocupava a torcida, até que no último jogo do primeiro turno veio a vitória por 2x1, em Assis contra o Assisense, pelo returno, o time conseguiu um empate contra o time de Assis e goleou o time da Inter de Bebedouro por 4x1, selando o histórico acesso para a Série A3 em 2014. Porém ainda tinha o último jogo, contra o Água Santa mas o time perdeu e a classificação não veio, ficando apenas com o acesso.

Estádio Estádio Municipal Euclides de Almeida, conhecido por Euclides de Almeida, é um estádio de futebol localizado na cidade de Cotia, Região Metropolitana deSão Paulo.
O estádio pertence e foi construído em 1985 pela prefeitura municipal de Cotia na altura do quilometro 34 da Rodovia Raposo Tavares e possui um campo de grama natural com dimensões de 106m x 70m.
Apesar de há muitos anos atrás ser a casa da extinta Associação Atlética Central Brasileira, hoje é o Cotia Futebol Clube, equipe que disputa o Campeonato Paulista Série A3 e a IV Copa Ouro pelas categorias Sub-11 e Sub-13, que manda os seus jogos no estádio.
Quando a equipe subiu para a série A3 do Paulistão, a Federação Paulista de Futebol exigiu algumas reformas no estádio, o que mudou sua capacidade máxima para 10.000 torcedores.
Porém, atualmente o estádio encontra-se interditado pela própria Federação Paulista de Futebol desde o dia 29 de abril de 2013 devido a falta do laudo de prevenção e combate de incêndio, além do laudo de segurança.

domingo, 30 de maio de 2010

Brasilis Futebol Clube

O Brasilis Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol da cidade de Águas de Lindóia, no estado de São Paulo. Atualmente disputa a Série B (Quarta divisão) do Campeonato Paulista. Foi fundado em 1 de Janeiro de 2007.

O clube tem como seu fundador e proprietário o ex-zagueiro Oscar Bernardi, que teve grandes passagens por Ponte Preta, São Paulo e Seleção Brasileira, sendo inclusive o capitão da Seleção na Copa de 1982 na Espanha. Tem como seu uniforme número um, camisa verde com detalhes laranja, calção e meias verdes e uniforme número dois camisa laranja com detalhes em verde, calção e meias laranja.
Em 2008, o Brasilis, clube comandado pelo ex-zagueiro Oscar, da Ponte Preta, São Paulo e seleção brasileira, deixou a torcida da cidade de Águas de Lindóia animada com a possibilidade de acesso. Mas na fase decisiva, a equipe pisou na bola e permaneceu na Quarta Divisão, No ano passado, o clube pediu licença e não disputou a competição. Mas, em 2010, novamente sob a direção do técnico Joarez Sobreiro, o time aposta no trabalho feito nas categorias de base para brilhar.
O clube possui umas das melhores estruturas do Brasil, com um centro técnico que é utilizado por grandes equipes em sua pré-temporada, como Corinthians, Palmeiras e muitas equipes do exterior. Manda seus jogos no Estádio Municipal de Águas de Lindóia, o Leonardo Barbieri, com capacidade para 7.329 pessoas.

Alcunhas Laranjada


Mascote Arara


Estádio
 
Leonardo Barbieri
Capacidade 7.329 pessoas

Site
http://www.brasilisfc.com/

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Comercial Futebol Clube

Em 1911, um grupo de comerciantes se reuniu com a finalidade de formar um time de futebol em Ribeirão Preto. Foi na casa Valeriano, uma loja de armarinhos, localizada onde hoje está instalada a fonte luminosa, que no dia 11 de outubro, pouco depois das 21 horas nascia o Commercial Football Club, embora, curiosamente, a data oficial de fundação do clube seja no dia anterior, 10 de outubro de 1911.

Seus fundadores foram os comerciantes: Antonio Maniero, Guilherme Nunes, Francisco Arantes, Adauto de Almeida, Timóteo Grota, Alvino Grota, Argemiro de Oliveira, Djalma Machado e Antídio de Almeida, que foi eleito o primeiro presidente do clube.
Com o investimento que os comerciantes de Ribeirão Preto fizeram no Commercial Football Club, a equipe logo começou ganhar destaque e ascensão no futebol da região.
A primeira grande contratação de um atleta, que não residia em Ribeirão, feita pela diretoria do Commercial, concretizou-se no dia 14 de julho de 1917, quando o clube recebeu o ponta-direita e atacante Belmácio Pousa Godinho (1892-Piracicaba - 1980-Ribeirão Preto), que vinha do XV de Piracicaba (clube ao qual a família de Belmácio participou da fundação em 1913).
Belmácio não era um craque, mas jogava muito bem. Além do mais, as contribuições que Belmácio traria ao alvinegro, não seriam só proveitosas dentro dos gramados, pois ele passaria a lutar pelo Commercial mesmo após abandonar o futebol.

Primeira conquista importante

Em 1919, o Commercial foi o primeiro time de futebol de Ribeirão Preto a disputar um campeonato importante. O torneio disputado pelo alvinegro de Ribeirão foi o CAMPEONATO PAULISTA - DIVISÃO DO INTERIOR da APEA (Associação Paulista de Esportes Athléticos).
No torneio, o Commercial demonstrou muita força, mas na final acabou sendo derrotado pelo EC Taubaté, ficando com o vice-campeonato.
No início dos anos vinte, mais precisamente em abril de 1920, o Commercial é convidado a uma excursão pelo Norte e Nordeste brasileiro, onde realizaria amistosos com os times e seleções estaduais daquela região do país.
A delegação comercialina partiu rumo ao norte e nordeste brasileiro de trem, saindo da Estação de Trem da Mogiana, em Ribeirão Preto, no dia 27 de abril de 1920.
A delegação do Commercial que participou da excursão era formada pelos atletas: Alvino Grota, Antonio Dantes, Lourenço Parera, Timóteo Grota, José Franco, João Palma Guião, Belmácio Pousa Godinho, João Fernandes, Benedito Rodrigues Santos (conhecido como "Zé Macaco"), Joaquim Marques Carvalho (conhecido como "Quinin"), Sebastião Rodrigues Moraes (conhecido como "Zico"), Augusto Achê, Alberto Lorenzon, Orestes Moura Pinto, José Guimarães, mais dirigentes.
O único empate aconteceu apenas no primeiro jogo, contra a Seleção do Estado do Pernambuco, 1 a 1. Depois desse jogo, cada adversário foi sendo batido sem muitos problemas, como o Sport do Recife (2º jogo) e o Náutico (3º jogo).
A vitória mais festejada, porém, foi sobre o Santa Cruz, no 4º jogo da excursão do Commercial. Na ocasião, a equipe pernambucana contava com a ajuda do árbitro, que foi a campo com um revólver, afim de favorecer na marra o time local. Mas não adiantou o revólver, porque o time pernambucano viu o Commercial abrir o placar com um gol incontestável de fora da área. O 1 a 0 a favor dos paulistas irritou a torcida local, mas o placar assim seguiu, até que no minuto final da partida, o juiz deu um pênalti inexistente contra o alvinegro... Mas para desgosto da torcida, e do árbitro, o goleiro comercialino defendeu a cobrança e selou a vitória comercialina.
O apelido de "LEÃO DO NORTE" nasceu no 5º jogo, quando a equipe ribeirãopretana conseguiu sua 4ª vitória, derrotando o Amércia Futebol Clube por 4 a 1. O apelido pertencia na época ao próprio América, que na ocasião era chamado de Leão do Norte por conquistar o título de campeão da Copa Norte por três vezes consecutivas.
Na volta a Ribeirão Preto, a delegação comercialina, agora chamada de "LEÃO DO NORTE", foi saudada com uma imensa festa na cidade, que teve direito a banda marcial, carro alegórico, arcos triunfais.
Da excursão o Commercial trouxe troféus, flâmulas, medalhas, além de ser destaque em importantes jornais das cidades de Ribeirão Preto, São Paulo e Rio de Janeiro.

Primeiro estádio

O primeiro estádio do Commercial estava localizado na Rua Tibiriçá, onde hoje fica a sede centro da Sociedade Recreativa, e tinha o nome de Estádio da Rua Tibiriçá.
Foi um dos primeiros campos com grama do estado de São Paulo, pois os freqüentadores eram ricos e reclamavam da poeira levantada durante os jogos no campo de terra batida. O Commercial o utilizou até 1936.

Ascensão de vez

Após a épica excursão pelo norte e nordeste, o Leão começou a ficar conhecido nacionalmente passando a disputar torneios amistosos, onde enfrentava grandes clubes do futebol brasileiro.
Em 1921, durante um torneio amistoso chamado "Taça Círculo Italiano", o Commercial, que entrou como convidado, derrotou a já poderosa equipe do Palestra Itália de São Paulo, atual Palmeiras, por 5 a 2.

Primeiro jogo internacional

O primeiro jogo internacional do Commercial terminou empatado em 1 a 1, e foi contra a Seleção da Argentina. O jogo aconteceu em 1923, num amistoso realizado no então estádio do clube, na Rua Tibiriça, em Ribeirão Preto.

Torneio Início, um passo da Primeira Divisão

Em 1927 o Commercial faria sua estréia na Primeira Divisão do futebol paulista, tornando-se o primeiro time da região de Ribeirão Preto a jogar a elite do futebol paulista. O clube jogaria o CAMPEONATO PAULISTA - DIVISÃO PRINCIPAL - APEA.
Antes, porém, de começar o Campeonato Paulista - Divisão Principal, a APEA, coordenadora do torneio, sempre realizava entre os clubes que iriam disputar o certame um curto campeonato, conhecido como TORNEIO INÍCIO. Como disputava a Divisão Principal, o Commercial pode jogar também o Torneio Início de 1927, mas acabou perdendo na estréia, de 5 a 2, para o Palestra Itália, e acabou eliminado.

A estréia na Primeira Divisão

O primeiro jogo do Commercial na elite do futebol paulista aconteceu no dia 03 de maio de 1927, e seu adversário era o poderoso Palestra Itália, atual Palmeiras, que terminaria campeão daquele ano. O jogo, que foi em São Paulo, acabou 6 a 2 para o Palestra.
A primeira vitória na primeira divisão aconteceu no dia 21 de agosto de 1927, em jogo realizado em Ribeirão Preto. Na partida, o Commercial venceu por 2 a 1 o AA São Paulo de Alpargatas, tradicional time da capital paulista.

De novo na elite

Mesmo com a má campanha feita pelo Commercial na Divisão Principal de 1927, onde só somou 6 pontos, em 1928, o Leão disputou novamente o Torneio Início e a 1ª Divisão.
No Torneio Início o Leão empatou em 2 a 2 com o Guarani FC, mas no critério de desempate, que era, na época, escanteios, o Commercial acabou eliminado, derrotado com 2 escanteios a 0 para o Bugre de Campinas.
Já no Campeonato Paulista o time terminou em último lugar, depois de abandonar o torneio, mesmo conseguindo bons resultados.

Primeiro jogo no exterior

Ainda em 1928, o Commercial fez seu primeiro jogo fora do país, quando enfrentou, em Montevidéu, o time do Peñarol Universitário, atual Peñarol, e venceu por 2 a 0 com gols de Vespu e Chapa.

Renasce o Leão do Norte

Em 07 de outubro de 1954, um grupo de comercialinos inconformados com o abandono dos gramados, resolveram ressurgir com o Leão do Norte.
Após desfilia-lo da Recreativa, o time passou por uma nova fusão, desta vez com o Paineiras Futebol Clube, fazendo com que ressurgisse o alvinegro.
Com reativação do clube em 1954, o nome da equipe foi atualizado, passando de Commercial Football Club, para COMERCIAL FUTEBOL CLUBE. Apesar da mudança da grafia de seu nome, a equipe do Comercial é a mesma que brilhou nos gramados paulistas de 1911 a 1936, ficando temporariamente afastado do futebol entre 1936 a 1954, e retornando, mais vivo do que nunca em 1954.
O escudo do Comercial, desde então, passou a ser igual ao da Recreativa, mudando apenas dois detalhes: a inscrição na faixa, que no símbolo da Recreativa é "Rib. Preto", e no do Comercial passou a ser "Ribeirão Preto"; e o acréscimo do acrónimo "CFC" (que foi o escudo do Commercial desde a metade da década 10), no lugar da palavra "Recra" (apelido da Recreativa), no espaço acima da faixa.

Campeão da Segunda Divisão

Após ser vice em 1954, ver o rival Botafogo ser vice de 1955 e campeão em 1956, e ainda não conseguir chegar a final de 1957, o Leão pode finalmente, em 1958, soltar o grito de campeão, e comemorar o título da segunda divisão, além do acesso para primeira divisão.
O Comercial Futebol Clube, de Ribeirão Preto, era o novo caçula da Divisão Especial. Uma eufórica torcida promoveu um grande carnaval na cidade para comemorar a conquista.

Melhor fase (anos 60)

O início do anos 60 foi uma época em que o Comercial tinha grandes craques, como o próprio Carlos César, e os potentes chutes de esquerda, que lhe valeram o apelido de "esquerdinha de ouro". Havia também o zagueiro Peter, um jogador de físico privilegiado, que se consagrou como o melhor marcador de Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos, reconhecido pelo próprio Rei do futebol. E foi nessa época que o Comercial viveu um dos melhores momentos de sua história. Com um verdadeiro esquadrão, o bafo era imbatível dentro de sua casa e conseguia grandes resultados fora dela. Em 1962, o clube foi vice-campeão da Taça São Paulo, perdendo apenas a final para o Santos de Pelé.
Em 14 de outubro de 1964, inaugurou seu atual estádio, o Palma Travassos, na derrota de 3 a 2 para o Santos. Paulo Bin, atacante do Comercial marcou o primeiro gol.
Em 1965, venceu a Copa Ribeirão Preto jogando contra Corinthians, Fluminense e Botafogo carioca.

O "fatídico" 1986

Em 1986, para desespero dos comercialinos, o time caiu para a Divisão Intermediária do Campeonato Paulista. Tudo aconteceu depois de uma partida entre América e XV de Jaú, que ficou conhecida como o "jogo da marmelada", onde as duas equipes dependiam de um simples empate para permanecerem no grupo de elite do futebol de São Paulo. Mas não houve futebol em campo, mas uma marmelada para derrubar o Leão. O time ganhou a disputa nos tribunais, porém o presidente do Comercial na época achou melhor não polemizar mais e acatou as ordens da federação paulista e foi para divisão intermediária. O clube já havia passado pela mesma situação em 1967. Num confronto com a Portuguesa de Desportos, no Palma Travassos, aconteceram alguns incidentes. O Leão teve um gol anulado e alguns torcedores invadiram o gramado. A partida foi anulada. No jogo seguinte, o Comercial perdeu por um a zero, mas depois de uma longa briga nos tribunais, ganhou no Conselho Nacional de Desportos (CND) o direito de continuar na Primeira Divisão. A Portuguesa havia entrado em campo com um jogador que não estava inscrito.
Ainda em 1986, no dia 09 de julho, o Comercial conseguiu o feito de ser, até hoje, o último time a ganhar do São Paulo FC, dentro Morumbi, marcando 5 (cinco) gols. O placar do jogo foi São Paulo FC 4 x 5 Comercial.

Conseguiu o acesso, mas não subiu

Com a queda de 1986, o time mergulhou numa profunda crise financeira. Além de alguns equívocos administrativos, jogando numa divisão inferior, as rendas eram pequenas e não davam para manter um elenco capaz de levar o Comercial de volta a Divisão Especial. Foram sete anos de sofrimento para a apaixonada torcida. O Comercial montou um time competitivo em 1993, numa demonstração de que o futuro ainda reservava emoções para o torcedor do Leão. Neste mesmo ano, ficou em segundo lugar na Divisão Intermediária do Campeonato Paulista. Devido a mudanças na estrutura do campeonato, o Comercial disputou a Série A2, onde permanece até os dias de hoje.
Homenagem ao time de 1964

No dia 15 de outubro de 2008 o Comercial fez uma homenagem a todo elenco de 1964, considerado um dos melhores elencos da história do clube.
No Estádio Palma Travassos, o Leão do Norte entrou em campo para enfrentar o Juventus, em partida válida pela 2ª Fase da Copa Paulista de 2008, usando um uniforme novo, cujos detalhes eram inspirados no uniforme utilizado pelo clube em 1964, quando o time viveu uma de suas melhores fases, com grandes jogadores como Paulo Bin, Carlos César, e Piter.
Para completar a festa, dois dos craques daquele time de 1964, Piter e Paulo Bin, foram convidados a entrar em campo com os jogadores do atual elenco comercialino.
A partida terminou empatada em 2 a 2.

A queda e a maior crise

Dia 19 de abril de 2009 foi a data da última partida do Comercial na segunda divisão paulista. O empate em 1 a 1 com a equipe do São José era apenas mais um dos frustrantes resultados que levaram o glorioso Leão do Norte pela primeira vez em toda sua história á terceira divisão do campeonato paulista. A campanha pífia do Bafo, que terminou na 18ª posição do campeonato, somando apenas 16 pontos em 19 jogos (sendo 4 vitórias, 4 empates e 11 derrotas). O então atual presidente em exercicio Eduardo Mauro Baptista não negava a crise que o clube vivia,e não aceitou a ajuda de alguns empresários comercialinos para tentar salvar clube, ajuda essa que por exemplo seria para contratar um determinado tecnico, mas o presidente atual rejeitou a ajuda, culminando assim na queda do Comercial F.C para a série A3 em 2010.
Como se não bastasse o rebaixamento, a rejeição da ajuda, o descaso da cupula comercialina, o Comercial se depara com uma das maiores crises de sua história, onde até a posse de seu estádio, o Palma Travassos, está em jogo.

Na primeira semana após o rebaixamento, alguns diretores encabeçados pelo atual presidente em exercicio Eduardo Mauro Baptista e motivados pelo espirito politico do senhor Luis Joaquim Antunes, fizeram uma espécie de movimento para vender todo o patrimonio do Comercial Futebol Clube. Alegando que esta seria a unica saida para o Comercial renascer, como o clube esta afundado num mar de dividas trabalhistas, muitos de seus diretores resolveram acatar o movimento entitulado " VENDER O LEÃO É A SOLUÇÃO",movimento este que ganhou adptos importantes, como juizes, promotores advogados e afins. Porem quando tudo estava praticamente perdido faltando pouco mais de 3 dias para concretizar-se a venda de todo o patrimonio do comercial. Surgiu uma luz no fim do tunel,o senhor José Fernando de Athayde, um ex presidente respeitadissimo no clube, fez novamente brotar o sangue leonino nas veias daqueles que eram totalmente contra a venda do Estadio Drº Francisco de Palma Travassos, e convocou todos que eram contra a venda à lutar até o ultimo momento para tentar reverter a situação. Houve por parte de varias pessoas uma mobilização para salvar ao menos o estadio e todo este esforço por parte foi válido pois o estadio não fora a leilão.



Títulos
Campeonato Paulista do Interior: 1966.
Campeonato Paulista - Série A2: 1958.
 
Alcunhas: Bafo, Leão do Norte
 
Hino


Salve, Comercial!
Leão do Norte,
tens presença imortal
glória no Brasil,
a enriquecer nossa querida Ribeirão
Gente varonil, que em outra terra foi buscar,
tão destemida
bela conquista
que traduz toda a vida,
fibra de grande campeão.
Teu pavilhão a ver, de alvinegra a cor,
sinto presente em tua glória esse poder.
Porque vibrando
bravamente com amor,
lutando então como
altaneiro vencedor.
Grei Valorosa e forte,
não cai, nem morre não,
que o destino primordial
do Leão do Norte
lutar com alma indomável
sem temer
sempre mais nobre e forte a vencer.

Mascote

O Leão, mascote do Comercial, surgiu em abril de 1920, nove anos após sua fundação, quando o clube fez uma excursão ao Norte e Nordeste do País. Foram oito jogos e uma campanha irreparável, com sete vitórias e um empate. No retorno a Ribeirão Preto, a equipe foi recebida com muita festa e passou a ser chamada carinhosamente de “Leão do Norte”, como o Sport Recife.


Estádio:

Palma Travassos


Capacidade: 27.000 pessoas

Site
http://www.comercial-fc.com.br/

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sport Club Atibaia

Fundado no dia 12 de dezembro de 2005, o Sport Clube Atibaia nasceu desacreditado, mas em pouco tempo foi ganhando a simpatia dos moradores da cidade. A agremiação tinha o objetivo de colocar o município de Atibaia novamente no cenário profissional do futebol paulista, já que o São João Futebol Clube virou clube social (São João Tênis Clube), o Boa Vista Futebol Clube está extinto e o Grêmio Esportivo Atibaiense está licenciado desde o início da década de 1990.


Com o intuito de aproveitar jogadores da própria cidade e da região, a equipe estreou em 2006 no Campeonato Paulista da Segunda Divisão, competição que não passou da primeira fase. Em conjunto com a equipe profissional, iniciou os trabalhos também com as categorias de base, disputando o Campeonato Paulista Sub 15, Sub 17 e Sub 20. O melhor resultado obtido foi neste último, chegando às oitavas-de-final, quando foi eliminado pelo Lemense.

No ano de 2007 o clube novamente participou do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, mas desta vez com mais êxito, passando à terceira fase da competição e ficando muito próximo do acesso à Série A3 Estadual. Suas três categorias de base também estiveram em atividade na temporada, mas tanto a Sub 15 quanto a Sub 17 foram eliminadas precocemente na primeira fase.

No ano de 2008, mais uma vez o acesso esteve perto de acontecer para a equipe da Região Bragantina, sendo eliminada na 2ªfase, isso ocorreu pelo fato de a equipe ter priorizado a competição dos Jogos Regionais. Agora em 2009, com o grande apoio vindo das arquibancadas, com grande numero de torcedores por jogo, e com a presença marcante da Guerreiros do Falcão, organizada que vem dando um verdadeiro show no apoio a equipe, esperasse a chegada do tão esperado acesso.

Estádio

Salvador Russani
Capacidade 3.000


Mascote


A diretoria escolheu para mascote do clube uma ave muito comum na região: o Falcão. Apesar da escolha ainda não ser definitiva, ela reflete os desejos, anseios e sonhos de toda uma comunidade. Assim como o Falcão, que voa alto e soberano, o desejo é de que o Atibaia esteja na busca constante de seus objetivos, ou seja: A ascensão à Série A1 do Futebol Paulista.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Tanabi Esporte Clube

O Tanabi Esporte Clube foi fundado em 28 de dezembro de 1942, em meio à Segunda Guerra Mundial. De sua fundação até 1956, o clube de cores verde e branca viveu a era do semiprofissionalismo. Com a profissionalização naquele ano, o clube passou a disputar a terceira divisão. Logo em sua primeira competição, sagrou-se campeão.

Em 1958, o “Índio da Noroeste” paralisou suas atividades, retornando ao cenário futebolístico em 1964 e se afastando novamente em 1966. A partir de 1973, o clube voltou com tudo, conseguindo o vice-campeonato da terceira divisão em 1980 e o acesso para a segundona do ano seguinte. Cinco anos depois, o clube se torna campeão da primeira fase da segunda divisão, mas sucumbe na fase final frente ao Mogi Mirim e Grêmio Novohorizontino.
Em sua história, o Tanabi Esporte Clube revelou grandes talentos para o futebol nacional, como Teco (XV de Jaú), Rick (Botafogo), Sabino (Vila Nova (GO), Targa (Mogi Mirim, Araçatuba, CRAC de Catalão), Valdo (Anderlech da Bélgica), Damasceno (Cruz Azul do México), Neto (América) e, como maior destaque, o atacante Edílson, o “Capetinha”, que jogaria por Guarani, Palmeiras, Corinthians, Flamengo (RJ) e Seleção Brasileira, participando do elenco campeão mundial em 2002, na Copa da Coréia do Sul e Japão.
Atualmente está licenciado do Campeonato Paulista.

Títulos

Campeonato Paulista - Série A3 - Campeão: 1956

Alcunhas Tecão


Mascote Curumim

Estádio

Alberto Victolo
Capacidade: 11616 pessoas

Hino
 
Sua flâmula, altaneira,

Traz o nome da cidade,
Ela é, pois uma bandeira,
Para nossa mocidade
Verde e branco são as cores
Da camisa bicolor a fazer seus jogadores
Defendê-la com amor
Eia pra frente Tanabi Esporte
Que seu time vença,
De leste a oeste, de sul a norte.
Não importa que a vitória
Venha sempre a te sorrir
Tens também a tua glória
Do saber bem competir
Mas o lema de paulista
A lutar para vencer
Os seus jovens desportistas
Cumprem sempre o seu dever

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sport Club Barueri

O Sport Club Barueri é um clube brasileiro de futebol da cidade de Barueri, no estado de São Paulo. Até o ano de 2010, chamava-se Campinas Futebol Clube, e pertencia a cidade de Campinas. Disputa a Série A3 do Campeonato Paulista, e manda seus jogos na Arena Barueri, que tem capacidade para 26 mil pessoas.
No dia 1 de janeiro de 1998 foi realizada a fundação do Campinas Futebol Clube, por iniciativa dos ex-jogadores Careca e Edmar Bernardes. No começo, o time mandava seus jogos na cidade de Pedreira, cerca de 44 km de Campinas, mas com a reforma em 2003 do Estádio Cerecamp, também conhecido como Estádio da Mogiana, a equipe passou a mandar seus jogos no local, onde o Esporte Clube Mogiana mandava seus jogos nas décadas de 1940 e 1950.
Após boas campanhas realizadas na Série B em anos anteriores, a equipe enfim consegue o acesso da quarta para a terceira divisão do Paulistão em 2008. Estreia no ano seguinte na A3, onde acabou ficando numa posição intermediária na tabela, garantindo assim a permanência na divisão.
No dia 09 de outubro de 2009, o filho do Prefeito de Barueri, Rubens Furlan Júnior, os Secretários Municipais de Barueri, José Roberto Piteri (Obras), Antônio Eustáquio Moisés (Comunicação), José Calil (Esportes) e o Assessor do Prefeito, Sr. Luiz Roberto Correa, além de outros amigos fundaram o Sport Club Barueri.
No dia 24 de janeiro de 2010, com problemas financeiros, o Campinas Futebol Clube é vendido e se transfere para o município de Barueri, somado a falta de apoio da prefeitura de Campinas e ação de empresários, e passa a se chamar Sport Club Barueri, jogando na cidade de mesmo nome e utilizando os CTs e estádio deixados pelo Grêmio Barueri Futebol Ltda., que se transferiu em 2010 para Presidente Prudente.
Em sua primeira partida na nova sede, realizada no dia 31 de janeiro de 2010 pela Série A3 do Paulistão, a equipe ainda utilizava o nome, uniforme, escudo e os jogadores da antiga sede, mas acaba sendo derrotado pelo Penapolense pelo placar de 2x1, em Barueri.
Ainda na primeira participação da Série A3 do Paulista, o Sport Club Barueri não obteve o mesmo êxito que outrora obtivera o Grêmio Barueri (que obteve 7 acessos consecutivos), tendo escapado do rebaixamento apenas na última partida.

Estádio

Arena Barueri
Capacidade 26.000

Site

http://www.scbarueri.com/

terça-feira, 20 de abril de 2010

Atlético Esportivo Araçatuba

No final de 2004, o presidente da Associação Esportiva Araçatuba, Nei Giron, pretendia mudar o nome do clube que representaria a cidade de Araçatuba na Segunda Divisão Paulista (Série A2) em 2005. O novo nome seria o Atlético Esportivo Araçatuba. O clube entraria na vaga da Araçatuba graças a uma manobra jurídica. Oficialmente, o Canário fora dado como licenciado. A Federação Paulista de Futebol permitiria então que um clube da mesma cidade ocupasse a vaga do outro de forma provisória. O novo clube de Araçatuba seria o Atlético Esportivo Araçatuba, fundado em 5 de outubro de 2002, com as mesmas cores do AEA e com o apelido de Tigrão.

Alguns clubes do interior - XV de Piracicaba e São José - indignados com a manobra recorreram da novidade e exigiram a vaga na Segunda Divisão. O presidente Nei Giron confirmou que a mudança seria em razão das enormes dívidas judiciais existentes no clube, orçadas em mais de R$ 4 milhões. Segundo entrevistas para a Folha da Região, Nei Giron confirma que "a troca da Associação Esportiva Araçatuba para Atlético Esportivo Araçatuba é uma maneira jurídica de colocar um time com nome totalmente limpo praça e que não ficará sujeito às penhoras da Fazenda Nacional e a bloqueiros de receita pela Justiça do Trabalho"
Em dezembro de 2003, a Araçatuba foi notificada pela Federação Paulista de Futebol de que não poderá alterar o nome de "Associação Esportiva Araçatuba" para "Atlético Esportivo Araçatuba", conforme pretendia o presidente Nei Giron. Segundo a Federação, para que o time mudasse de nome e permanecesse na Série A-2 do Campeonato Paulista, teria que assumir todas as dívidas contraídas com antigo nome. Com a impossibilidade de mudança, que sanearia as dívidas do clube, Nei renunciou ao cargo. Eleições foram convocadas e o nome presidente manteve o nome e disputou o campeonato com o velho Associação Esportiva Araçatuba. Um mês depois, o Atlético Esportivo Araçatuba decidiu disputar a Quarta Divisão do futebol paulista.
Com o recente rebaixamento da Araçatuba, caso Atlético não consiga o acesso, os clubes poderão se enfrentar pelo Campeonato Paulista da Segunda divisão em 2008, iniciando certamente uma nova rivalidade municipal no futebol do interior paulista.
No ano de 2009 o Tigrão da Noroeste conseguiu o acesso para a série A3 de 2010 com o vice campeonato da Segunda Divisão do Campeonato Paulista de 2009, podendo então voltar a disputar o clássico regional contra o Bandeirante.

Estádio

O Estádio Municipal Adhemar de Barros, conhecido por Ademarzão, é um estádio de futebol localizado na cidade de Araçatuba, no estado de São Paulo, tem capacidade para 5.010 pessoas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Associação Esportiva Araçatuba


O Araçatuba foi fundado em 15 de dezembro de 1972 tendo como 1º presidente Geraldo da Costa e Silva. O Ferroviário do Santana inspirou a criação do Esporte Clube Ferroviário, clube que se tornou profissional nas mãos do comerciante Hélio Protti, dono de selaria, e disputou os quadrangulares finais da antiga Divisão Especial (atual A-2) nos anos de 1967 e 1968. Dirigido pelo folclórico João Avelino, o popular 1971, o time foi eliminado na reta final. Em 1969, o Ferroviário virou o Araçatuba Futebol Clube, que em 1971 se transformou em T-Maia — o time profissional da cidade passou a ter o patrocínio do frigorífico do milionário pecuarista Sebastião Ferreira Maia. Apenas em 1972, quando o então presidente da Federação Paulista, Mendonça Falcão, proibiu que os clubes tivessem nome de empresas, foi criada a AEA.

Atualmente a equipe enfrenta uma grave crise dentro e fora do campo. A equipe venceu pela última vez em 31 de julho de 2005 - a equipe foi rebaixada de divisão nas últimas duas temporadas (da segunda para a quarta divisão do Campeonato Paulista). Devido ao desempenho da equipe (o pior dentre as equipes das três principais divisões do campeonato paulista), a AEA já foi chamada de "Íbis Paulista", numa alusão à equipe pernambucana do Íbis Sport Club.
Atualmente a equipe se encontra licenciada da federação paulista.

Estádio:
 
Ademar de Barros
Capacidade: 18.000 pessoas

Títulos
Campeonato Paulista - Série A2: 3 vezes 1973, 1991 e 1994)

Alcunhas: AEA, Canarinho


Mascote: Canário

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Clube Atlético Paulistano

O Club Athletico Paulistano é um clube poliesportivo brasileiro sediado em São Paulo, fundado em 29 de dezembro de 1900. Sua sede encontra-se no Jardim América, próximo ao centro da cidade. Formou um importante clube de futebol no início do século XX, tendo vencido o Campeonato Paulista onze vezes (1905, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927 e 1929).

Até hoje, o Paulistano, que fechou seu departamento de futebol em 1929, é o único clube a ter sido tetracampeão paulista consecutivamente, em 1916, 1917, 1918 e 1919. Nenhum clube paulista conseguiu igualar tal marca.

Seu uniforme titular era formado por uma camisa e calção brancos com detalhes em vermelho, e meias pretas . O segundo uniforme tinha camisa vermelha, calção branco e meias pretas.

História

Renato Miranda, Olavo de Barros e Sílvio Penteado assistiram, no Colégio Mackenzie, uma partida de futebol deste contra o Internacional, e ficaram estusiasmados. Assim, começou a nascer a ideia de se criar uma nova equipe de futebol que fosse para brasileiros e que representasse a cidade.

No fim de dezembro de 1900, na rua São Bento, nº5, houve a reunião que selou definitivamente a fundação daquele que seria o maior time do país no seu tempo. Como um dos fundadores da Liga Paulista, o Paulistano disputou todos os campeonatos por ela promovidos até 1912.

Em 1913 ocorre a primeira cisão das ligas, e o Paulistano liderava a criação da APEA. Na verdade, a equipe discordava da popularização que o esporte estava sofrendo com o surgimento de clubes como Corinthians e Ypiranga. Em 1915, houve a desapropriação do terreno do Velódromo, o Club Athletico Paulistano ficou sem sua sede esportiva. Foi então decisiva a ação de um dos sócios fundadores, Manuel Carlos Aranha, neto, o Carlito Aranha que, juntamente com um grupo de rapazes, conseguiu que o time do Paulistano não acabasse. Um novo terreno foi adquirido no Jardim América, entretanto o Paulistano não possuía, de imediato, local para seus treinos. Carlito Aranha pediu emprestado os campos do Palestra Itália e do São Bento e, graças à sua iniciativa, a equipe de futebol do Paulistano pôde participar dos campeonatos. Por fim, em 1917, foi inaugurado o novo campo do Paulistano, o Estádio Jardim América. Em 1916, a LPF é extinta e a liga criada pelo Paulistano continuou forte de prestigiada. O Paulistano sagrou-se tetracampeão, em 1919, apesar de toda crise pela qual passava.

Em 1926 o futebol começava a partir para o profissionalismo e o Paulistano, fiel às raízes amadoras do esporte, foi contrário e fundou uma nova liga, a Liga dos Amadores de Futebol (LAF). A liga durou até 1929, quando o time resolveu fechar seu departamento de futebol.

Após ser campeão do último campeonato que disputou, o Paulistão de 1929, O time do Paulistano fez sua derradeira apresentação em 15 de dezembro de 1929. Em seu pequeno campo, o Estádio Jardim América, com bom público no dia, o Alvirubro jogou grande partida, impondo um 6x1 sobre o Antarctica Futebol Clube (que mais tarde teria grande importância para o legado futebolístico do Paulistano), com gols de Mílton (4), Friedenreich e Luizinho para o mandante, e Spitaletti para o time da Moóca. Sua última formação fora Nestor; Clodô; e Bartô; Romeu, Rueda e Abate; Luizinho, Joãozinho, Friedenreich, Milton e Zuanella. Fora o canto do cisne e uma digna e grandiosa despedida para o Gigante no esporte bretão, que legaria com herança ao mundo, em seu lugar, outro grande time.

Quando saiu dos campos, o Paulistano era disparado o melhor time do estado. Tinha onze títulos contra sete do Corinthians e três do Palestra, além de ter contado com Arthur Friedenreich que foi seu artilheiro por seis vezes. É até hoje, 2009, o único tetracampeão consecutivo do Campeonato Paulista (1916 a 1919, sendo que mantém em sua sala de troféus as duas taças oferecidas pela APEA).

Fato memorável do clube foi a excursão da equipe de futebol à Europa em 1925, graças à iniciativa do presidente do clube, Antônio Prado Júnior. A equipe disputou dez partidas na França, Suíça e Portugal, perdeu apenas uma das partidas e logo após o término da primeira, vencida com o placar de 7 a 2 sobre o selecionado francês, os brasileiros foram denominados pela imprensa francesa por "Les Rois du football". Algumas das bolas utilizadas na Europa estão na sala de troféus do clube, além de muitos documentos textuais e iconográficos que permitem conhecer com mais profundidade a riqueza de tal feito futebolístico.

Pode-se considerar que o Paulistano abriu as portas do continente europeu para o futebol brasileiro. Tanto que nos anos trinta alguns brasileiros foram representar o futebol europeu, principalmente na Itália. Houve o famoso Anfilogino Guarisi, Filó, que não só jogou em time italiano, como representou a Itália na Copa de 1934, sagrando-se campeão mundial.

Após o fechamento do departamento de futebol, uma grande parte de seus jogadores e alguns membros da diretoria fundaram o que é hoje o São Paulo Futebol Clube.

Títulos

Campeonato Paulista: 11 vezes 1905, 1908, 1913, 1916, 1917, 1918, 1919, 1921, 1926, 1927 e 1929
Estádio: 
Velódromo da Consolação(de 1900 a 1915) e Jardim América(de 1917 a 1929)
Capacidade: 10.000 (Velódromo) e 15.000 (Jardim América)

Site

http://www.paulistano.org.br/


quarta-feira, 31 de março de 2010

Clube Atlético Penapolense

O futebol surgiu em Penápolis de forma amadora, assim como em muitas outras cidades do interior paulista. Nas décadas de 1920 e 1930, os corações penapolenses dividiam-se entre o Esporte Clube Corinthians, conhecido por “Pendura Saia” e o Penápolis Futebol Clube, o popular “Esmaga Sapo”.

As duas equipes disputavam jogos acirrados até que em 1934, em um clássico entre as duas equipes, uma
confusão generalizada tomou conta do estádio. Como consequência da confusão, uma das arquibancadas de madeira ruiu, ferindo alguns espectadores. A partida foi cancelada, os clubes perderam popularidade e foram extintos.
Em 1944, a prefeitura de Fernandópolis convidou Penápolis para um amistoso. O convite foi aceito e a cidade montou uma “seleção” para enfrentar a cidade vizinha. Este acontecimento deu novo impulso ao futebol penapolense, levando Godofredo Viana, gerente do Banespa na cidade à época e grande figura da sociedade, a investir sua influência na fundação de um novo clube, que representasse Penápolis.
No dia 16 de novembro de 1944 nascia oficialmente o Clube Atlético Penapolense, com Godofredo Viana como seu primeiro presidente. As cores adotadas foram as da bandeira da cidade, já utilizadas pelo combinado que foi a Fernandópolis naquele ano.
Em seus primeiros anos, a Penapolense se dedicou apenas às competições amadoras. Em 1951, a equipe filiou-se à Federação Paulista de Futebol, participando pela primeira vez de um torneio profissional – a Segunda Divisão (atual Série A2). O clube jogou mais um ano o torneio, licenciando-se em 1953.
Em 1956, a equipe voltou, desta vez na Terceira Divisão (atual Série A3), campeonato que disputou até 1959, quando mais uma vez afastou-se do profissionalismo. A volta ocorreria em 1963, na Segunda Divisão, abaixo da Divisão Intermediária e da Divisão Especial. O clube disputou a competição em cinco temporadas nos seis anos seguintes – ficou de fora da edição 1967 –, para de novo licenciar-se em 1969.
Em 1973, o profissionalismo do clube foi reativado durante os 15 anos seguintes, um dos períodos mais regulares de sua história. A equipe permaneceu dois anos no terceiro nível (A3), sendo promovida em 1974. Em 1975 e 1976, o clube jogou a Segunda Divisão (A3), voltando para o terceiro nível em 1977. Voltou para a Segunda Divisão de 1982 a 1986.
Em 1987, por causa de problemas financeiros, a Penapolense não pôde participar da Segundona. Licenciada, a equipe voltou em 1988, na nova Segunda Divisão (A3). Os problemas continuaram. O clube ficou mais uma vez de fora, em 1989, e de novo em 1990.
Em 1991 a equipe disputou a Segunda Divisão (A3), onde permaneceu até 1994. Naquele ano, houve uma grande reestruturação no futebol paulista e a equipe acabou sendo “rebaixada” para a Série B2 (quinto nível, sem equivalência atual). O clube disputou a competição por três anos, mas novamente com problemas financeiros deixou o Paulista, ficando de fora pelo maior período de sua história: oito anos.
A volta ocorreu em 2005. Neste ano, as então Séries B1 e B2 foram unificadas e criou-se a atual Segunda Divisão. Aproveitando a oportunidade, a Penapolense retornou no quarto nível do futebol Paulista, onde ficou por três anos, conquistando o acesso para a Série A3 em 2007. Em 2009, na sua segunda participação no torneio, o clube de Penápolis classificou-se para o quadrangular final da competição, mas não conseguiu o acesso. Em 2010, repete a mesma história, não ficando entre os quatro que sobem.

Estádio

O Estádio Municipal Tenente Carriço, conhecido por Tenentão, é um estádio de futebol localizado na cidade de Penápolis, no estado de São Paulo, pertence ao Clube Atlético Penapolense e tem capacidade para 5.717 pessoas.

Hino

O nosso pantera  Da noroeste...Tu és forte, tu és gigante  Tens historia  Que nos engrandece  Sou capeano  Sou tricolor  Vermelho  Branco  E azul  É a paixão do torcedor ô ô  Sou capeano  Sou tricolor  Vermelho  Branco  E azul É a paixão do torcedor Tu tens grandeza És um feroz Traz alegria
Pra todos nós Tu tens grandeza És um feroz Traz alegria Pra todos nós

Mascote


O Clube Atlético Penapolense é conhecido, há muito tempo, como a “Pantera da Noroeste”. O apelido teve origem popular. Quando a equipe despontou para o futebol profissional, a torcida passou a gritar “Pantera” no estádio e, aos poucos, o próprio clube passou a utilizar o felino como símbolo. A designação “da Noroeste” se deve ao nome da região, herança da época das ferrovias que interligavam o Estado como a Noroeste do Brasil, que saía de Bauru, passava por Penápolis e ia até o Mato Grosso.


 
Site


http://www.capenapolense.com.br/

sábado, 27 de março de 2010

Saad Esporte Clube

Idealizado no final de década de 50 pelo empresário Felício José Saad, o clube que levou seu nome foi um dos pioneiros no incentivo ao futebol profissional no Grande ABC Paulista, e chegou à primeira divisão na década de 70, quando ficou conhecido por reunir craques como Coutinho, Joel Camargo, Leonetti e Arlindo; sempre comandados por treinadores que marcaram época no nosso futebol, como Baltazar, o “Cabecinha de Ouro”, Filpo Nunes, o “Grande Mestre” da inesquecível “Academia” do Palmeiras; e Zé Duarte, que tantos talentos revelou para o nosso futebol e figura de destaque especial para o futebol de Campinas.


Esta combinação entre craques talentosos e comandantes brilhantes, proporcionou vitórias históricas para o Saad, que venceu os inesquecíveis times do São Paulo de Pedro Rocha, o Santos de Pelé e o Palmeiras de Ademir da Guia entre os anos de 74 e 75. Uma média de público superior a nove mil torcedores fez do Saad um dos líderes em arrecadação do futebol paulista, e colocou o então Estádio Lauro Gomes de Almeida (hoje rebatizado de Anacleto Campanella), como um dos principais palcos do futebol bandeirante.

Em 1985, o time abriu as portas para o futebol feminino quando sofreu o preconceito do futebol para mulheres. Em 1989 o Saad encerra as atividades do Futebol Profissional Masculino em São Caetano do Sul, após recusar interferências do poder público na administração, formação e custeio da equipe. No mesmo ano foi fundado a Associação Desportiva São Caetano.
Em 1993 o clube torna-se o primeiro do País a oferecer um piso salarial mínimo de U$ 100,00 para suas atletas e a profissionalizar a estrutura da equipe, com a contratação do técnico Ademar Júnior, que mais tarde assumiria o comando da Seleção Brasileira.


Neste período o clube teve de enfrentar uma forte barreira adicional, já que a Federação Paulista de Futebol, não permitia a inscrição de atletas ou equipes de futebol feminino na entidade, o que impediria o Saad de participar de qualquer competição oficial no País ou no exterior. Foi graças ao apoio da Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul, na época presidida pelo desportista Ari Rodrigues, que o Saad conseguiu vencer tal barreira. Com o aval da FFMS o Saad criou um departamento autônomo com sede em Campo Grande, e pode registrar-se e às suas atletas junto à Confederação Brasileira de Futebol. Em troca, o Saad dividiu com o Estado do Mato Grosso do Sul toda a alegria pela conquista de dois títulos brasileiros e diversos torneios de âmbito regional e internacional.



Já o futebol feminino do Saad está aberto até hoje, sediado no Mato Grosso do Sul, sob o nome de MS/Saad, sendo campeão da Copa do Brasil de Futebol Feminino de 2007. O time de futebol profissional masculino disputou em 2009 a segunda divisão do Campeonato Sul-Mato-Grossense.

Site
http://www.saadec.com.br/

terça-feira, 23 de março de 2010

Sociedade Esportiva Matonense

A Sociedade Esportiva Matonense é um clube de futebol tradicional do interior paulista, mais precisamente da cidade de Matão. Foi fundado no dia 24 de maio de 1976, possui o azul e branco como cores. Ficou conhecido nacionalmente após os vários acessos que conseguiu nos anos 90, porém hoje em dia tenta superar uma fase difícil.

O futebol sempre foi uma atração na pequena cidade do interior paulista, quando em 1976 um grupo de esportistas matonenses, viviam um momento de preocupação, já que a Sociedade Esportiva Bambozzi (Bambozzi é o nome de uma indústria que patrocinava o time) ganhou o campeonato amador de São Paulo e conseguiu vaga na segunda divisão. A empresa se preocupava, pois iria gastar muito com o futebol profissional.
Mas liderados pelo prefeito da cidade, Celso de Barros Perches, os esportistas de Matão não queriam perder essa oportunidade e com uma reunião no Sindicato dos Metalúrgicos decidiram fundar um novo time. Então no dia 24 de maio fundaram a Sociedade Esportiva Matonense, representando a cidade no futebol profissional. O primeiro presidente foi Horácio Caires.

Os jogadores da Matonense eram mais os jogadores da cidade, que trabalhavam nas indústrias. Só recebiam ''bichos'' os jogadores de fora. A prefeitura cedeu o Estádio Hudson Buck Ferreira, com capacidade para 1000 pessoas e ajudava no transporte.
Em 1979 uma vitória marcou a Matonense na quarta divisão, quando venceu o Fernandópolis na casa deles por 2 x 1, sendo que os diretores do FFC tinham comprado foguetes para comemorar, mas depois a direção da SEMA comprou deles os foguetes e os soltou na madrugada do dia 6 de setembro.

Como dito, os jogadores tinham transportes, mas os ônibus eram desconfortáveis. Nessa jogada a diretoria fretou um outro ônibus. Já o motorista da prefeitura e torcedor, Valdir Leonardo Falconi, conhecido como Jim, não concordava com a postura e foi com seu velho ônibus para Ilha Solteira, onde teria jogo da SEMA. No meio do caminho houve problema no ônibus do time da Matonense. Os jogadores estavam desesperados, já que o jogo ocorreria ás 15:00, mas ''Jim'' apareceu lá no posto e levou os jogadores até a partida contra a Ilha Solteira.
Com as mudanças da FPF nas divisões de SP, o Matonense foi para a terceira divisão. Para ganhar torcida teve como aliados o jornal ''A Comarca'' e a rádio local. Sempre divulgando a SEMA, o time começou a ter média de 300, 400 pessoas por jogo em casa.
Em 1985 ficou na lanterna de seu grupo. Nos anos 80 continuava na terceirona fazendo campanhas médias e fracas.
Em 1987 assume o presidente Antonio Aparecido Galli, que era da área de vendas de uma empresa de materiais esportivos, com experiência em Marketing. Na gestão, reestruturou a diretoria, o time passou a treinar em 2 períodos e contratação de jogadores de primeira e segunda divisão de São Paulo. No mesmo ano a SEMA acaba vencendo a terceira divisão de São Paulo e vice do Torneio da Amizade. A cidade ia no ritmo, lotando o então pequeno estádio da cidade.
Com o título, a Matonense teve direito de disputar a segunda divisão de 1988, campeonato muito mais forte. Em 1990 o time conseguiu ser vice do Grupo E, garantindo vaga na divisão intermediária de 1991. O time crescia, mas os gastos também, mas não foi capaz de acabar com a euforia da cidade e diretores.

No ano de 1991 o time foi campeão do Torneio Inicio da Intermediária, realizado em Matão e que contou com equipes como Araçatuba, Botafogo de Ribeirão Preto e Ferroviária de Araraquara. O nome de Matão e de seu time de futebol começava a ser divulgado no Brasil inteiro, com a primeira transmissão de um jogo de futebol, ao vivo pela TV Bandeirantes, diretamente da cidade. A média dos torcedores nos jogos em Matão, agora, já ficava em torno de cinco a seis mil pagantes. A capacidade do Estádio precisou ser ampliada.

Em 1994, o Congresso Nacional aprova a ''Lei Zico'', permitindo a realização de bingos pelos clubes de futebol. Galli aproveitou esse idéia e com o resultado desses bingos a Diretoria pagou dívidas e deu ao time uma estrutura. Construiu a Casa do Atleta com capacidade para alojar 64 jogadores e adquiriu um ônibus para 45 lugares, com o conforto de geladeira, video-cassete e banheiro a bordo. Assumiu o Estádio "Hudson Buck Ferreira", cedido em comodato ao time por 30 anos, ampliando a capacidade de 9 para 15 mil lugares, com recursos próprios. Também investiu em jogadores como Táxi, Daniel, Márcio, Deci, Moisés, etc. A partir daí se iniciava famosa arrancada da Matonense.
Foi campeão da Série B-1 em 1995 e da Série A-3 em 1996, indo para a Série A-2. Em 1996 conseguiu o acesso empatando com o Corinthians de Prudente por 0 x 0, resistindo a pressão das 40 mil pessoas presentes ao Prudentão. O time prudentino também conseguiu o acesso.
Faltando pouco tempo para o início da Série A-2, a SEMA conseguiu patrocínios e o técnico Brida. O time foi avassalador, liderando no seu grupo, vencendo vários duelos, inclusive vencendo o XV de Jaú no Zezinho Magalhães por 3 x 1, que teve transmissão da TV Bandeirantes. O sonho estava virando realidade, o time estava no quadrangular decisivo, juntamente com Santo André, Novorizontino e Ituano.

No dia 20 de julho, a Matonense goleia o Santo André em casa por 4 x 2, com mais de 14 mil pessoas no Hudson Buck Ferreira, fazendo com que o time ascendesse a divisão principal. O clube também foi campeão do torneio, mexendo com a cidade inteira. Um dos fundadores do clube, Álvaro Arroyo sempre dizia que queria ver o time na divisão principal de São Paulo.
A estréia na elite foi contra o Guarani, no Hudson Buck Ferreira, empatando em 1 x 1. Ao final, o time acabou se classificando para a segunda fase e escapando do temido rebaixamento. Não se classificou para as semifinais, porém teve vitórias marcantes em seu estádio contra o São Paulo (2 x 0) e Santos (1 x 0), coroando a boa campanha da equipe. Disputou a Série C do mesmo ano, porém acabou eliminado na primeira fase.
Em 1999 novamente se classificou para a segunda fase, porém ficou na lanterna do grupo.
Em 2000 conquistou um honroso 7° lugar na classificação e em 2001 conseguiu escapar do rebaixamento. O mesmo não conseguiu se evitar em 2002, quando foi o único clube a ser rebaixado na competição. Inciava-se aí o processo de declínio da Matonense, principalmente com a falta de verbas.
Em 2003 foi valente na busca pelo retorno a elite do futebol paulista, mas foi eliminado nas semifinais pelo Oeste de Itápolis, no ano se encerra o ciclo de Antonio Aparecido Galli na presidência do clube.
Resistiu na A-2 até 2005,quando foi rebaixado junto com o Flamengo de Guarulhos.
2006 o time volta a decepcionar, rebaixando para a última divisão de São Paulo, sendo nem de longe o time que encantou o país nos anos 90.


Títulos


Campeonato Paulista - Série A2: 1997.
Campeonato Paulista - Série A3: 1996.
Campeonato Paulista - Série B: 1995.
 
Estádio

Dr. Hudson Buck Ferreira
Capacidade: 15.800 lugares
 
Hino

Adoro a Matonense!

Adoro a Matonense!
Eu juro eu sou fiel a minha Matonense.
(BIS)
Eu amo essa bandeira, não canso de falar.
Matonense tu és grande no esporte igual não há.
Azul e branco são as suas cores
E quem te ama não tem desamores.
(BIS)
Adoro a Matonense!
Adoro a Matonense!
Eu juro eu sou fiel a minha Matonense.
(BIS)
Eu amo essa bandeira, não canso de falar.
Matonense tu és grande no esporte igual não há.
Azul e branco são as suas cores
E quem te ama não tem desamores.
(BIS)

Mascote: Águia


Apelido: Águia Azul


Site

http://www.matonense.esp.br/

sexta-feira, 19 de março de 2010

Grêmio Esportivo Osasco Ltda.

Após o afastamento do ECO (Esporte Clube Osasco) das competições oficiais de futebol do Estado de São Paulo, a cidade de Osasco ficou sem um representante oficial no futebol paulista. Indignados com a situação, cinco moradores da região e ex-torcedores do ECO decidiram fundar um novo clube de futebol para defender a cidade dentro de campo. Após alguns encontros e muita conversa, no dia 17 de dezembro de 2007 foi fundado o Grêmio Esportivo Osasco.

Animada com a iniciativa e empenhada em incentivar o esporte na cidade, a prefeitura de Osasco deu a estrutura necessária para que os “novos dirigentes” desenvolvessem o projeto de expansão do Grêmio Osasco.
Escolher as cores do uniforme do clube foi a primeira iniciativa dos fundadores. Em homenagem ao italiano Antonio Agu, fundador da cidade de Osasco, a agremiação é representada pelas cores da Itália: verde, branca e vermelha.
Dentro de campo, o Grêmio Osasco começou a escrever sua história em 2008, quando disputou pela primeira vez uma competição oficial organizada pela Federação Paulista de Futebol: a Segunda Divisão do Campeonato Paulista.
Surpreendendo até o mais fanático dos seus torcedores, a equipe, treinada na época pelo técnico Toninho Moura, conseguiu o acesso para a Série A3 do Campeonato Paulista juntamente com Campinas, Batatais e PAEC. Em seu segundo ano de existência, o clube de Osasco já começava a escrever um capítulo da sua curta história no futebol de São Paulo.
Em 2009, a disputa da Série A3 já era uma realidade no Grêmio Osasco. No entanto, a equipe entrou na competição com pouquíssimo favoritismo para conquistar uma das vagas na Série A2 de 2010. Na primeira fase, mais uma campanha surpreendente, já que, das 20 equipes participantes, o Grêmio Osasco terminou com a terceira melhor colocação e garantiu-se na segunda fase do torneio, ficando atrás apenas de Votoraty e PAEC.
Embalada pelo ótimo desempenho na primeira etapa da competição, a equipe comandada pelo técnico André de Oliveira entrou para a segunda fase como a grande surpresa da Série A3, e não decepcionou. Após eliminar clubes como XV de Piracicaba e Penapolense, o time de Osasco chegou à final do torneio, disputada no dia 21 de junho, contra o Votoraty.
Na grande final, o Grêmio Osasco foi derrotado por 2 a 0 e ficou com o vice-campeonato. Entretanto, o acesso para a Série A2 já estava garantido.
Em 2010 , tem a pior campanha na Série A2, com seis pontos em dezenove jogos, sendo rebaixado.

Estádio

O Estádio Municipal Prefeito José Liberatti está localizado no município de Osasco, São Paulo, Brasil. Foi inaugurado pelo Prefeito Celso Antonio Giglio em 26 de Dezembro de 1996 e tem capacidade para 15.000 pessoas.

O primeiro gol foi marcado por Sérgio Manoel (Palmeiras) durante o primeiro jogo: Palmeiras 1 X 0 Corinthians
Site
http://gremio-osasco.blogspot.com/

domingo, 7 de março de 2010

Fernandópolis Futebol Clube

O Fernandópolis Futebol Clube foi fundado no dia 15 de novembro de 1961, inicialmente sob o nome de Associação Bancária de Esportes. Recebeu este nome em função do grande número de agências bancárias na cidade de Fernandópolis e foram eles que decidiram fundar um clube de futebol para representar o município em competições estaduais.
A mudança para Fernandópolis Futebol Clube ocorreu em 1965, por decisão dos associados, que também optaram pelo azul e branco como as cores oficiais do clube, além da Águia como mascote. Com a antiga denominação, disputou o Campeonato Paulista da Terceira Divisão e, a partir do novo nome, esteve inscrito na Segunda Divisão, onde permaneceu até 1968.
Nas temporadas de 1969 e 1970, o clube solicitou à FPF seu afastamento, disputando apenas amistosos com o elenco profissional. Entretanto, voltou às competições em 1971 no Campeonato Paulista da Segunda Divisão.
O ano de 1979 foi de muitas alegrias para o clube, com a primeira conquista: Campeão Paulista da Segunda Divisão, vencendo o Jaboticabal. Com o título, o Fernandópolis teve o direito de participar da Divisão Intermediária Estadual no ano seguinte.
Em 1989, o clube esteve muito próximo de chegar à elite do Campeonato Paulista, passando à fase decisiva da Série Especial ao lado de Francana, Ponte Preta e Rio Branco. Entretanto, em um acidente na rodovia SP-320, o jogador Helênio, destaque da equipe, ficou praticamente sem enxergar, desfalcando o time, que não conseguiu o acesso.
Cinco anos depois, em 1994, foi mais uma vez campeão. Desta vez, do Paulista da Série B1A, vencendo o Capivariano e sendo beneficiado por resultados dos adversários. Com o título, o Fernandópolis pôde disputar, em 1995, a Série A3 do Estadual, onde permaneceu por apenas duas temporadas, sendo rebaixado em 1997.
A partir de 1998, voltou a disputar a Série B1A, posteriormente a Série B1 e em 2005, o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, onde permanece até hoje. Em 2007, o Fernandópolis foi eliminado na etapa inicial da competição, mas em 2008 e 2009 chegou à segunda fase.

Títulos


Campeonato Paulista - Série B: 2 vezes (1979 e 1994).
 
Estádio

Estádio Municipal Cláudio Rodante, mais conhecido por Ninho da Águia

Inaugurado em 25 de maio de 1953, com um amistoso entre as equipes do Fernandópolis Esporte Clube e Uchoa Futebol Clube. O Fernandópolis EC venceu por 3x2. Inicialmente o estádio se chamava "Amaral Furlan", nome este que permaneceu até 1963, quando o nome foi trocado para "John Fitzgerald Kennedy" homenageando-se assim o presidente dos Estados Unidos assassinado naquele ano. No começo, existia apenas um lance de arquibancadas, com capacidade para 4.000 pessoas. Do outro lado do campo, era comum as pessoas estacionarem caminhões e colocar cadeiras em cima das carrocerias para assistir os jogos.

Em 1978, houve a construção de mais um lance de arquibancadas, elevando a capacidade do estádio para 10.000 torcedores. Em 1981, houve a inauguração do sistema de iluminação artificial do estádio. Em 1987, acontece a mudança para o atual nome "Estádio Municipal Cláudio Rodante", homenageando o grande esportista fernandopolense, falecido naquele ano. Em 1995, houve mais uma ampliação do estádio para 14.560 lugares que hoje se tornaram 7.785 lugares pelas novas normas de demarcações.

Inauguração : 25/05/1953
Primeiro Jogo : Fernandópolis E.C. 3 X 2 Uchôa/SP.
Homenagem ao ex-dirigente e patrocinador do time nos anos 70/80, e ainda, grande colaborador da comunidade fernandopolense e região.



Hino

(Ludecir Aparecido Stefanin)

De ponta a ponta
De pé em pé
Vai nossa aguia com amor e fé
Tocando a bola com tal vigor
Trita a galera em alto clamor
E a gol que surge que faz vibrar
Iça a bandeira do seu altar
Vai fefecê... Vai fefecê.
Honra vitória por merecer...
Vai fefecê... Vai fefecê..
Honra vitória por merecer
Fefecê.....Águia querida. De antas glorias e tradições
Azul e branco são suas cores.....você
Está em nossos corações

Mascote
 
A águia está presente no escudo do Fernandópolis Futebol Clube desde a sua fundação, em 1961, como Associação Bancária de Esportes. A Bancária ganhou este nome em vista do número de agências e funcionários do setor na cidade.

O time disputou a 4ª Divisão em 1963 e 1964 e, no ano seguinte, mudou seu nome para a denominação atual, mas manteve o escudo e a mascote, que representa força e liderança.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Clube Atlético Taquaritinga

A cidade de Taquaritinga, no interior de São Paulo, recebeu um grande número de imigrantes italianos no começo do século 20. Os italianos tiveram grande influência na cidade e veio deles a ideia de criar, na década de 1940, um clube que ostentasse o nome da cidade.
Dessa iniciativa nasceu, no dia 17 de março de 1942, o Clube Atlético Taquaritinga. As cores da equipe foram escolhidas como uma homenagem à bandeira italiana: branco, verde e vermelho. Mas o ano 1942 não foi dos melhores para a colônia ítalo-brasileira. Em 22 de agosto daquele ano, o Brasil declarou guerra aos países do chamado Eixo (Itália, Japão e Alemanha) e o Taquaritinga foi obrigado, pela Secretaria de Segurança de Estado, a mudar suas cores. O preto, em luto pela afronta a qual tiveram de se submeter, substituiu o branco na camisa do Taquaritinga. Com o fim da Segunda Guerra, em 1945, o uniforme já havia se tornado tradicional, sendo mantido até hoje.
Desde sua fundação, o Taquaritinga disputou campeonatos amadores pelo interior do estado de São Paulo, conquistando boas vitórias e uma respeitável tradição entre os chamados “galos” do amadorismo brasileiro. Vem desta época a escolha de seu mascote, o Leão da Araraquarense, homenagem à força do time na região de Jaboticabal, cortada pela Estrada de Ferro Araraquarense.
As campanhas vitoriosas nos seus primeiros anos fizeram com que a diretoria do clube desse seu primeiro grande passo ao filiar-se à Federação Paulista de Futebol. A estreia no profissionalismo deu-se em 1954, quando o clube disputou a então Terceira Divisão do Campeonato Paulista (equivalente à atual Série A3).
O clube se licenciaria em 1955, voltando em 1956, na Segunda Divisão (atual Série A2). A agremiação disputaria este campeonato pelas próximas três temporadas, conquistando no período a prestigiosa Taça dos Invictos do Interior. O feito ocorreu em 1957, quando ficou 20 partidas sem perder na Segundona. Mas a boa fase terminaria em 1959, quando uma mudança na estrutura da competição fez com que o clube fosse transferido para uma divisão abaixo.
A queda foi um golpe duro para o Taquaritinga e a equipe recusou-se a disputar a nova Segunda Divisão (equivalente à terceira) em 1960. A agremiação só voltou ao profissionalismo em 1961 e na terceira divisão foram quatro temporadas entre 1960 e 1964, quando o clube reconquistou uma vaga na Segundona. Naquele ano, o torneio foi disputado por 43 times, divididos em nove chaves (chamadas séries). O Taquaritinga classificou-se em seu grupo, junto com a Internacional de Limeira. Na segunda fase fez uma campanha irretocável, conquistando oito vitórias e três empates em 14 jogos. Foi campeã e o Piraju, o vice.
Com o acesso, o Taquaritinga voltou para o segundo nível após seis anos de ausência. O clube disputaria a Segundona até 1967, quando, por problemas financeiros, licenciou-se dos campeonatos profissionais, condição em que ficaria até 1973.
O clube voltou na terceira divisão paulista em 1974. Na época, o torneio chamava-se Segunda Divisão e o clube disputou o campeonato por três temporadas, até 1976, quando foi mais uma vez rebaixado, desta vez para a quarta divisão.
Mas desta vez o rebaixamento, ao invés de abalar a equipe, abriu uma das fases mais vencedoras da história do clube. A partir da quarta divisão, o Taquaritinga subiu vertiginosamente, sendo promovido em 1979, 1981 e, finalmente, em 1982. Naquela temporada, o time disputou e venceu a Segunda Divisão, feito mais importante de sua história.
O acesso foi muito comemorado, mas quase não se confirmou. O regulamento da Primeira Divisão exigia que os estádios tivessem uma capacidade mínima, além de proporcionar conforto aos torcedores. Para poder subir, a torcida do Taquaritinga se cotizou e, em tempo recorde, reformou o estádio Adail Nunes da Silva.
A primeira passagem pela Primeira Divisão foi curta – durou apenas duas temporadas, entre 1983 e 1984, mas marcante. Entre os grandes resultados, pode-se ressaltar a vitória por 2 a 0 diante do Corinthians, em 10 de julho de 1983. O time alvinegro foi o campeão daquela temporada. O Taquaritinga terminou o campeonato de 1983 com 11 vitórias, 12 empates e 15 derrotas.
Em 1984, o time teve menos sorte e acabou rebaixado. Foram 38 jogos e apenas sete vitórias. No total, a equipe marcou apenas 27 pontos – na época as vitórias valiam dois – e terminou na penúltima colocação. Nos oito anos seguintes, o clube disputou a segunda divisão, até 1992, quando foi bicampeão do torneio e garantiu mais um acesso.
Em 1993, o Taquaritinga fez sua última participação na primeira divisão. O clube, no entanto, disputou o campeonato no chamado “Grupo B”, espécie de segunda divisão dentro da primeira divisão, e terminou na sétima colocação. Em 1994, o Grupo B foi oficializado como Segunda Divisão, e a segunda divisão da época tornou-se a Terceira Divisão e o Taquaritinga foi “rebaixado” no processo.
A queda iniciaria um período decadente no clube. Em 1995 foi rebaixado para a Série A3. Em 1996 para a Série B-1A (atual Segunda Divisão). A passagem na quarta divisão, no entanto, foi curta: durou apenas um ano. O clube deixou a B-1A com mais um título e subiu para a A3 em 1998. A volta para a A2 deu-se em 2002. Nos anos seguintes, até 2008, a equipe não passou da primeira fase. Em 2009, o time chegou ao quadrangular final da Série A2, mas não conquistou o acesso.

Estádio

Dr. Adail Nunes da Silva

Capacidade : 35.000 espectadores
Inauguração : 01/05/1983


Títulos :

1 Campeonato Paulista da Segunda Divisão (1964).
1 Campeonato Paulista da "Série A" da Segunda Divisão (1974).
1 Campeonato Paulista da "Série B" da Segunda Divisão (1975).
1 Campeonato Paulista da Segunda Divisão (1982).
1 Campeonato Paulista da Divisão Intermediária (1992)
1 Campeonato Paulista da B1-A (1997).


Mascote : Leão

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Associação Prudentina de Esportes Atléticos

A Associação Prudentina de Esportes Atléticos é um clube esportivo e social da cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Fundado no dia 26 de outubro de 1936, a Prudentina sempre foi um tradicional clube da cidade, mas teve alguns bons momentos no futebol, alcançando a elite do futebol paulista nos anos 60.

A Prudentina nasceu de uma idéia surgida na mente de uma plêiade de homens extraordinários.
Cidadãos de coragem e espírito de luta irreprimíveis.
Eles planejaram construir uma associação para a cultura do esporte em todas as suas modalidades. E deu certo. Em 1936 foi fundada a APEA.
O nome de batismo nunca foi mudado: Associação Prudentina de Esportes Atléticos. A gloriosa Apea, que recebeu daqueles notáveis homens do passado, as cores branco, preto e encarnado. As mesmas cores do pássaro jandaia paulista. A última reunião para fundação da Prudentina, foi dia 26 de outubro de 1936, no prédio da Rua Nicolau Maffei, número 8. Ali estavam figuras nobres da sociedade de Presidente Prudente, todas empolgadas com o empreendimento que começava a nascer. E na mesma data, os idealizadores do projeto elegeram a primeira diretoria da Apea. Presidente, Adalberto Goulart; vice-presidente, Arthur Marrafão; primeiro secretário, Dídimo de Jesus; segundo secretário, Francisco de Vivo; tesoureiro, Victório Cornaglia. A APEA sempre teve um time forte no basquete, conquistando vários troféus ao longo dos anos.
Na reunião ocorrida em 18 de junho de 1940 foi discutida a criação de uma seleção de futebol na Prudentina, sem deixar de enfatizar o basquete. Mas para disputar torneios deveria construir um estádio para mandar os jogos. A prefeitura se mobilizou e reservou um local para ser o estádio. Mesmo com dificuldades financeiras a APEA montou um bom time de futebol, só que ainda não tinha um estádio.
Em 1943 diretores da Prudentina se reuniram juntamente com as pessoas da cidade. O que acabaria dando na construção do estádio.
O grande rival da Prudentina era o Corinthians, em que os dois disputavam os ''derbys'' na cidade, levando bons públicos.
Apesar de ter uma equipe profissional, os gastos aumentaram muito para a manutenção do time e a APEA quase foi extinta ainda nos anos 50, mas se manteve de pé para as épocas gloriosas que viriam posteriormente.
Com Félix Ribeiro Marcondes na presidência a equipe foi campeã da Taça Carvalho Pinto em 1960 e no ano de 1961 a maior glória, a conquista da segunda divisão de São Paulo em cima da Ponte Preta, conseguindo o acesso para a divisão principal do estado. O time ganhava destaque na mídia e seus jogadores eram cobiçados por times de ponta como o goleiro Glauco, que quase se transferiu para o Santos.
A APEA sofria ameaça de não participar do campeonato, já que os dirigentes achavam que o time seria humilhado. A estréia do time na elite foi contra o Comercial no dia 8 de julho de 1962 no Estádio Félix Marcondes, onde persistiu o 0 x 0.

O time de Presidente Prudente conseguia se manter na Série A-1, algumas vezes no desespero outras com folga. A melhor campanha da APEA na primeira divisão foi em 1966 quando ficou na oitava posição entre 15 equipes. A equipe também levava a população da cidade ao estádio.
A equipe se manteve na elite graças a recursos doados pela população da cidade, empréstimos, venda de jogadores que o dava o mínimo de dinheiro para permanecer. Porém em 1967 o time não resistiu e acabou rebaixado, para a tristeza da torcida apeana.

O que fez o time declinar foi justamente a falta de capital, muitas vezes terminando o ano mal financeiramente, principalmente que teve de reformar a sede e estádio. Após o rebaixamento o time entrou em crise.
Em janeiro de 1968 a crise se agravou, e a diretoria dizia que o clube não deveria disputar o  campeonato da divisão inferior por não ter retorno financeiro, ficando acertado o pedido de afastamento da Prudentina
por um ano, conforme ofício lido na reunião de 21 de maio de 1968. A licença terminou no dia 30 de abril de 1969, quando a Apea voltaria a disputar o certame. Daí em diante, se daria ênfase ao departamento social e o diretor Antônio Macca não perdia tempo.
O futebol não teve mais vez na Prudentina, já que era considerado trabalhoso e que gastava muito dinheiro, encerrando as atividades da Prudentina no futebol profissional. Após a desativação, o seu estádio foi demolido e usado para a expansão da parte social do clube.

Títulos


Campeonato Paulista - Série A2: 1961.

Campeonato Paulista - Série A3: 1960.


Estádio
Nome: Estádio Félix Ribeiro Marcondes

Local: Presidente Prudente/SP
Capacidade: 15000 pessoas
Inauguração: 1946
Demolição: provavelmente em 1969/1970. Foi usado para a expansão social da APEA.
Propriedade: Associação Prudentina de Esportes Atléticos

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Associação Atlética Internacional

A Associação Atlética Internacional de Limeira foi fundada no dia 5 de outubro de 1913, originária de um antigo time da cidade, o “Barroquinha”. O nome Internacional foi dado para homenagear imigrantes japoneses, italianos, alemães e portugueses, que, entre outros, foram radicados no município. A primeira partida da Inter aconteceu uma semana após sua fundação, no dia 12 de outubro de 1913, contra o Sport Clube Carioba, da cidade vizinha de Americana.
Na década de 1920, a Internacional recebeu da mídia paulistana o título de “Leão da Paulista”, após ser derrotada pelo Palestra Itália em partida de muita dificuldade disputada em Limeira. Outro fato marcante foi a vitória sobre o Paulistano, clube em que atuava Friedenreich, por 2 a 1, após o time da capital retornar de uma vitoriosa excursão pela Europa.
Na primeira participação da Inter de Limeira em campeonatos oficiais organizados pela Federação Paulista de Futebol, a equipe foi vice-campeã, em 1948. Em 1961 conquistou o título da Série Algodeira, ao vencer a Internacional de Bebedouro por 5 a 0. Cinco anos depois, em 1966, conquistou o título da 2ª Divisão de Profissionais, o que garantiu o acesso à Primeira Divisão. Entretanto, sem ter um estádio com os requisitos mínimos para receber as partidas, a equipe pediu licença à FPF para poder construir um estádio próprio.
Depois deste período, o time de Limeira passou por uma reformulação e reestruturação e voltou ao profissionalismo em 1974. A equipe recebeu o aval da FPF para disputar seus jogos em Araras, cidade vizinha, e a primeira partida foi em 1975, contra o Piracicabana, pela Série B do Campeonato Paulista da Primeira Divisão.
Em 1978, o clube conquistou o título do Campeonato Paulista da 2ª Divisão e obteve o direito de participar da Divisão Especial (principal) no ano seguinte. Logo na estreia, em 1979, a Internacional obteve o nono lugar na classificação final da competição, o que deu direito à equipe de participar do Campeonato Brasileiro. No torneio nacional, o “Leão” chegou às quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Internacional (RS), de Paulo Roberto Falcão.
A década de 1980 foi a mais gloriosa da história da Internacional. Logo no início, chegou ao quadrangular final do Paulistão e conquistou o 4º lugar, sendo desclassificada pelo São Paulo. Com a posição, conseguiu o direito de disputar a Taça de Ouro daquele ano e chegou até as quartas-de-final, perdendo para mais um time gaúcho, desta vez, o Grêmio (RS).
No ano seguinte, disputou pela terceira vez seguida o Campeonato Paulista e, na primeira fase, chegou à segunda colocação final. Entretanto, no octogonal não conseguiu o mesmo desempenho. No segundo turno teve uma performance ainda pior e acabou em 6º lugar. Mesmo assim, teve o direito de disputar a Taça de Ouro de 1982, competição em que não passou da primeira fase.
Em 1985, apesar do nono lugar no Campeonato Paulista, o elenco foi mantido para o ano seguinte. Enfim, em 1986, a equipe conseguiu seu maior triunfo no futebol profissional: sagrou-se campeã paulista ao vencer o Palmeiras na final. Além disso, o artilheiro do campeonato também foi do time de Limeira, o centroavante Kita, com 24 gols. A equipe ainda conquistou a Taça dos Invictos por ficar 17 partidas sem perder.
Dois anos após o título, o time deu continuidade às suas conquistas e foi Campeão Brasileiro da Série Amarela, além de chegar na 5ª posição do Campeonato Paulista. Em 1989, porém, acabou rebaixada nas competições estadual e nacional, mas conseguiu, em 1991, voltar à elite do futebol paulista. No ano seguinte foi novamente rebaixada. O time ficou até 1996 buscando novamente o acesso, quando venceu a Portuguesa Santista por 4 a 0 e voltou à Divisão Principal sob o comando de Pepe.
De 1996 até 2002, o time de Limeira permaneceu realizando campanhas sem ser ameaçada pelo descenso, mas em 2003 caiu para a atual Série A2 do Campeonato Paulista. Depois de cinco anos, em 2008, o clube foi rebaixado para a Série A3 e, em 2009, caiu para a Segunda Divisão do Campeonato Paulista, que disputará em 2010.

Estádio

Estádio Major José Levy Sobrinho
Capacidade 40000
Inauguração : 30-01-1977 ( Internacional 2 x 3 Corinthians)
Recorde Público - 44000 (Inauguração)

Títulos

Campeão Paulista 1986
Campeão Paulista - Série A2: 1978,1996 e 2004
Campeão Paulista - Série A 3: 1966
Campeão Brasileiro - Série B 1986 e 1990

Hino

(Renato Pereira Guimarães/ Mário Tintori)
Eis a equipe altaneira
Do bravo Internacional
que p’ra glória de Limeira
Não teme nenhum rival.
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu
Pé na bola, sem demora
Sacode a juba, meu Leão
Sejas hoje, como outrora
Sempre, sempre, campeão...
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu


Mascote


A grande rivalidade entre clubes do interior paulista fez surgir a mascote do Internacional. Em um jogo disputado contra o Comercial de Ribeirão Preto, o clube de Limeira acabou com uma invencibilidade dos rivais. O Comercial tem como mascote a figura de um Leão. A vitória foi tão expressiva que os torcedores da Inter de Limeira passaram a tratar seu time como o Leão da Paulista.

Site
http://www.interdelimeira.com.br/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Red Bull Brasil

A agremiação foi fundada no dia 19 de novembro de 2007, e é mantido pela companhia multinacional austríaca de bebidas energéticas Red Bull. Em 2008, começa as suas atividades participando do Campeonato Paulista - Série B. Seus principais astros eram: o atacante Maurílio, ex-Palmeiras, e o volante Gilmar Fubá.
A busca por resultados se traduz também pela consultoria que lhe é prestada através da Brunoro Sport Business, de José Carlos Brunoro, um dos responsáveis pela fase de ouro do S.E. Palmeiras na década de 1990, bem como a estrutura disponibilizada pela empresa Red Bull, que contempla a cidade de Vinhedo-SP com investimentos maciços, tanto do ponto de vista econômico, quanto social.

Assim, a equipe está alojada em um hotel da cidade desde fevereiro de 2008, comissão técnica, coordenadoria, rouparia, fisioterapia, e vem montando a equipe sub-20, priorizando vagas aos atletas da cidade e região, em verdadeira iniciativa social propositiva que conta com amplo apoio do poder público municipal, diante ainda dos empregos diretos e indiretos que foram criados e do incremento na economia da cidade.

Em 2008 ,  a equipe do Red Bull Brasil fez sua estréia oficial no Campeonato Paulista - Série B no dia 20 de abril de 2008, contra o Sumaré, com uma vitória de 2x0. Até o final da terceira fase da competição, o Red Bull fez um total de 30 partidas. Em seu primeiro ano venceu 13 jogos, empatou 10 e perdeu 7. Teve 54 gols a favor e 27 contra. O artilheiro foi César com 15 gols. Terminou a competição em 5º lugar.
Em 18 de abril, o time principal recomeçou sua caminhada no Campeonato Paulista Segunda Divisão, mas, ao contrário do ano anterior, perdeu seu jogo de estréia para o SC Atibaia por 3×1, mas recuperou-se nos jogos seguintes. O técnico Ricardo Pinto foi substituído por José Luis Fernandes que deu lugar a Jair Picerni. Com Picerni, a equipe conseguiu o acesso à Série A3 do Campeonato Paulista, e também no dia 22 de novembro, o título inédito de Campeão Paulista da Segunda Divisão.


Títulos

Campeão Paulista da Segunda Divisão  2009


Estádio

A equipe manda seus jogos no estádio Moisés Lucarelli (estádio pertencente à Ponte Preta). Sua sede administrativa fica na Avenida José de Souza Campos, número 1815 - conj. 307, também em Campinas.

Site
http://www.redbullbrasilfc.com.br/

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Barcelona Esportivo Capela Ltda

O Barcelona Esportivo Capela foi criado no dia 20 de janeiro de 2004, no bairro da Capela do Socorro, em São Paulo. A inspiração para seu surgimento, porém, não está apenas no xará famoso da Espanha, e sim em outro clube do bairro, a Sociedade Esportiva Barcelona – esta, sim, fundada em 1999, com base nas cores e no distintivo do clube espanhol.
Na fundação, porém, o novo clube da Capela do Socorro não inspirou seu distintivo no gigante catalão, como fez seu irmão mais velho. Desde sua origem, o clube já utilizava um distintivo cortado por uma faixa branca que continha o nome do time: Barcelona. Abaixo desta faixa, quatro listras verticais vermelhas; acima, uma bola de futebol amarela.
As cores do Barça, entretanto, serviram de inspiração para o clube paulistano, que estreou no futebol profissional com camisas e calções azuis e meias vermelhas. Na camisa e no calção, há uma listra vertical vermelha, colocada ao lado esquerdo do fardamento e limitada por duas finas faixas amarelas. Porém, em sua primeira competição oficial, o clube não repetiu o sucesso do primo rico da Espanha, parando ainda na primeira fase da extinta Série B-2 do Campeonato Paulista.
Com dificuldades financeiras, o clube decidiu deixar o estádio Capelão para jogar em Ibiúna, município vizinho da capital, após uma tentativa frustrada de um acordo com a cidade de Atibaia. Então, em 2005, o clube estreou na reformulada Série B do Paulistão, jogando em uma nova cidade, com uma pequena mudança no distintivo – que passou a contar com o nome da casa nova. A mudança, porém, não trouxe melhor sorte à equipe, lanterna de seu grupo na Segunda Divisão daquele ano.
Nos anos seguintes, o Barcelona chegou a alterar algumas vezes seu uniforme, vestindo-se com uma camisa listrada (semelhante ao do Barcelona catalão) e até mesmo tirando a faixa da camisa. Sem obter sucesso, o clube encerrou a parceria com Ibiúna em 2007, afastando-se de competições em 2008. Retornou em 2009 – agora, com o distintivo reformulado, sem o nome da antiga cidade, mas não passou da primeira fase da Segundona.

Estádio

Aníbal de Freitas, pertencente ao Clube Guapira da Zona Norte da cidade.
Capacidade 7.000

Mascote
Conhecido pelo seu mascote, que é um Elefante, uma homenagem feita a um dos primeiros torcedores do clube, que usava uma camisa listrada com parte da barriga à mostra, o Barcelona disputa desde sua criação o Campeonato Paulista da Segunda Divisão.






Sitehttp://www.becfutebol.com.br/