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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Esporte Clube XV de Novembro de Caraguatatuba

O XV foi criado em 18 de fevereiro de 1934. Foi o segundo clube de futebol da cidade. O primeiro clube de Caraguá foi o Anhimbu Futebol Clube, criado pelos funcionários da empresa de madeiras J. Charvolins, mais tarde conhecida como Fazenda dos Ingleses. Durante os anos de 1940 e 1947, o XV esteve inativo por conta da 2ª guerra mundial.

Após a guerra, o XV esteve focado nas atividades amadoras e foi um dos mais fortes do esporte amador do Litoral e Vale do Paraíba. O clube foi reformulado e ganhou uma nova sede social. O clube adota as cores verde e branco em homenagem ao Palmeiras.

No futebol amador, partidas envolvendo adversários de São Sebastião eram consideradas “clássicos regionais”, com casa cheia e muitas discussões. Clássicos locais, envolvendo o EC Indaiá, também movimentavam a cidade e, principalmente, o meio futebolístico local.

Em 1967, ocorreu uma grande tempestade em Caraguatatuba, causando avalanche de pedras, árvores e lama dos morros Cruzeiro. Jaraguá, Jaraguazinho, próximos a cidade, sepultando vários habitantes e danificando fortemente o estádio do XV.

Vinte anos depois desse acidente, em 1987, diretoria do clube reformou e reestruturou seu patrimônio, conseguindo inscrever o XV no futebol profissional no ano seguinte, para a disputa da 4ª divisão do Paulista. Em 1990, o clube sobe para a Terceira Divisão do Paulista, permanecendo lá até 1992, quando se afastou do profissional. Sua volta foi em 1995, na Quarta Divisão. Em 1996, o Leão quase subiu de divisão, mas no ano seguinte o acesso veio a Caraguatatuba, com uma campanha muito boa dentro de campo. Porém, o XV não pôde disputar a Série A3 de 1998 devido o seu estádio não ter capacidade para receber 10 mil pessoas. Por isso, permaneceu na Quarta Divisão.

Após isso, o XV não conseguiu emplacar uma boa campanha novamente, e ficou no profissional até 2005, onde o clube não aguentou os problemas financeiros e a falta de apoio na região e resolveu dar um tempo com o futebol.


Alcunhas Leão do Litoral
Mascote Leão


Estádio 

XV de Novembro "Toca do Leão"
Capacidade 7.000

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Associação Atlética Votuporanguense

Associação Atlética Votuporanguense foi um clube brasileiro de futebol, localizado na cidade de Votuporanga, interior do estado de São Paulo. Fundada em 23 de dezembro de 1956, suas cores eram preta e branca. Teve 36 participações no Campeonato Paulista de Futebol.

A Associação Atlética Votuporanguense foi, ao lado do Fernandópolis Futebol Clube, seu maior rival, a agremiação mais tradicional de sua região. Todavia, o "FFC" não teve a quantidade de participações na divisão de acesso que teve a Votuporanguense. Habitual participante desta divisão, entre os anos de 1961 e 1993, neste período a equipe de Votuporanga frequentou por 29 vezes a Segunda Divisão (atual A2).

A Associação Atlética Votuporanguense foi um clube paulista fundado em 23 de dezembro de 1956, na cidade de Votuporanga, região de São José do Rio Preto/SP. Sua primeira aparição no futebol profissional foi em 1960, na Quarta Divisão (atual Segunda Divisão). Justamente em seu ano de estreia no futebol, o clube se consagrou campeão.

Em 1961, a Alvinegra jogou a Segunda Divisão do futebol paulista, disputando a mesma ininterruptamente até 1967. No ano seguinte, o clube não jogou nenhuma competição, mas retornou em 1969 na mesma divisão. 1970, mais uma vez, o clube ficou de fora, voltando apenas no ano seguinte. A Votuporanguense jogou até 1976. Em 1977 e 1978 disputou a Terceira Divisão Paulista, sendo que na segunda participação se sagrou campeã da divisão.

Novamente na Segunda Divisão, a AAV esteve disputando até 1993, quando caiu para a Terceira Divisão. Porém, como houve a reformulação nas divisões do futebol paulista no ano seguinte, a Alvinegra acabou caindo para a Série B1 (quarta divisão), onde esteve até 1996. Em uma crise financeira, o clube só retornou em 2000 para disputar a extinta Série B2 (quinta divisão), após isso nunca mais voltando para o profissional, fechando as portas por definitivo.

Estádio 

Municipal Plínio Marin foi um estádio de futebol localizado na cidade de Votuporanga, no estado de São Paulo, com capacidade para 7.464 Lugares. Foi demolido em julho de 2015, depois de quase 60 anos de história.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Grêmio Esportivo Catanduvense

Grêmio Esportivo Catanduvense foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Catanduva, no estado de São Paulo, fundado em 5 de fevereiro de 1970.

O time adotou inicialmente as cores azul e branco no uniforme. Foram 19 anos disputando a Segunda Divisão (a atual Série A2), até que, em 1988, o time conquistaria o acesso à Primeira Divisão do futebol paulista, e imediatamente mudaria a cor de seu uniforme. Adotaria as cores da primeira equipe da cidade, o vermelho e branco do Catanduva Esporte Clube. Foi o auge do futebol de Catanduva na história. O Grêmio Esportivo Catanduvense chegou à elite ao ser vice-campeão da Segundona de 1988, ganhando do Rio Preto com gol de Roberto Carlos (atacante), ficando atrás do Bragantino de Vanderlei Luxemburgo. Antes disso, fora campeão da mesma categoria em 1974, mas não havia promoção à elite.

Na primeira temporada entre os grandes, o Catanduvense não foi tão mal: terminou o Paulistão de 89 em 17º lugar (entre 22). Foram sete vitórias, quatro empates e 10 derrotas. Aliás, 1989 pode ser considerado o melhor ano da história do clube. Foi nessa temporada que o clube colheu dois de seus resultados mais significativos: 2 a 1 sobre o Corinthians, em Catanduva, e sobre o Santos, na Vila Belmiro. Foi também em 1989 que o Grêmio disputou o Campeonato Brasileiro Série B, ao lado do Botafogo de Ribeirão Preto e América de São José do Rio Preto.

Em 1989, a cidade vivia o clima de festa, mas as dívidas foram se acumulando com os altos valores para se manter uma equipe numa competição tão acirrada, como é a elite do futebol de São Paulo. Em 1990 foi o último colocado do Campeonato Paulista. Em 1993, atolado em dívidas, o Grêmio Esportivo Catanduvense foi extinto.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Esporte Clube XV de Novembro

O Esporte Clube XV de Novembro de Jaú foi fundado no dia 15 de novembro de 1924, como homenagem à Proclamação da República. As cores que o clube ostenta, verde e amarela, também fazem alusão às cores da Bandeira Brasileira. Em 1931, o clube recebeu o apelido de “Galo da Comarca” e o animal continua como mascote.

Inicialmente, XV de Jaú passou duas décadas disputando torneios amadores pelo interior do Estado e apenas em 1948 resolveu se profissionalizar, quando participou de sua primeira competição profissional: o Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Disputou a competição até 1951, quando foi campeão ao derrotar na final o Jabaquara, obtendo o acesso à Primeira Divisão.

Dois anos mais tarde, mais precisamente no dia 10 de setembro de 1953, o “Galo” realizou um amistoso contra o Clube de Regatas Flamengo (RJ), no estádio do Maracanã, conseguindo um empate por 4 a 4. No ano seguinte, em 26 de setembro de 1954, o XV de Jaú venceu o Palmeiras por 4 a 2, conquistando a Taça das Goleadas, oferecida à equipe com o melhor ataque nos jogos contra times da capital e da Baixada Santista.

O clube conseguiu manter-se na elite do futebol estadual por oito anos, mas em 1959 acabou rebaixado à Segunda Divisão. O XV de Jaú participou de nove edições da Segundona e, em 1968, resolveu fazer uma pausa no futebol profissional, retornando apenas em 1975, no Campeonato Paulista da Primeira Divisão, equivalente à atual Série A2.

Durante o tempo em que ficou inativo, o clube aproveitou para inaugurar seu estádio, o Zezinho Magalhães, que tem capacidade para 18 mil pessoas. Em jogo contra o Juventus, no dia 15 de agosto de 1973, o XV de Jaú não estreou com vitória em seus domínios e foi derrotado por 2 a 1. O gol do time da casa foi de Dejair Godoy, o primeiro da história do estádio.

Em 1976, o XV de Jaú chegou a mais uma conquista: foi campeão paulista da Primeira Divisão, conseguindo acesso à Série Especial (equivalente à atual Série A1), competição que disputou por quase duas décadas, até 1993, quando foi rebaixado à Série A2. Nesse meio tempo, em 1977, o estádio Zezinho Magalhães registrou recorde de público: 24.533 pessoas para assistir à partida entre XV de Jaú e Corinthians, pelo Campeonato Paulista.

Após disputar a Série A2 do Estadual nos anos de 1994 e 1995, o clube conseguiu voltar à A1 em 1996, mas logo no ano seguinte foi rebaixado. Em 1998, o XV de Jaú não fez boa campanha e amargou mais um rebaixamento, para a Série A3. Já em 2006, o clube foi vice-campeão desta divisão, conseguindo retornar à A2. Mas três anos depois voltou à A3 do Campeonato Paulista. 
Em 2012, o XV não fez boa campanha durante o Campeonato Paulista, e chegou à última rodada do certame precisando da vitória. O jogo foi no estádio Zezinho Magalhães contra o lanterna da tabela, o Taboão da Serra. O XV não conseguiu a vitória, ficando no 2 a 2 e amargando o rebaixamento para a série B1 (quarta divisão do futebol paulista).
Com sérias dificuldades financeiras em decorrência das más administrações anteriores, o XV de Jaú não consegue disputar a "quarta divisão" do paulista em 2015, e suspende suas atividades esportivas.
Estádio 

Zezinho Magalhães, conhecido por Jauzão, localizado na cidade de Jaú,  pertence ao Esporte Clube XV de Novembro (Jaú) e tem atualmente capacidade para 20.000 pessoas.
O estádio foi construído em homenagem a José Maria Magalhães de Almeida Prado, que foi presidente do clube e prefeito da cidade na década de 1950, e substituiu o antigo estádio Artur Simões que havia sido construído em tempo recorde de 10 dias no ano de 1951.

Alcunhas Galo da Comarca

Mascote
Sete anos após sua fundação, no ano de 1931, uma reunião entre alguns clubes da região de Jaú acabou definindo o nome da mascote do XV. Manoel do Porto, representante do clube na ocasião, tentava defender o XV na formação das equipes participantes no campeonato da região. O presidente do clube, chamado Bocaina F.C., não gostou da postura do representante do XV afirmando que o clube estava se portando como um galo, levantando a crista. A resposta do dirigente do XV foi imediata: “então o senhor quer dizer que o XV é o galo da comarca?”. Nascia assim a mascote do XV de Jaú.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense

Em agosto de 1910, Miguel Ângelo Brandoleze, Miguel Ferrari e Amadeu Rocco lançaram a idéia da fundação de um clube que promovesse o ciclismo na cidade de Rio Claro. No dia 28 de agosto de 1910, na residência de Miguel Ângelo, foi realizada a assembléia oficial da fundação do Velo Clube.

O nome do Velo Clube está diretamente ligado à prática do ciclismo. No início do século XX o Brasil sofria grande influência da França. Em francês uma das palavras utilizadas para se designar “bicicleta” évélo, daí surgiram os termos Velo Clube – designação genérica de agremiações voltadas para a prática ciclística – e velódromo – local destinado a estas práticas.

Durante dez anos o Velo Clube dedicou-se exclusivamente ao ciclismo, transformando Rio Claro em um pólo do esporte no interior paulista e atraindo desportistas de diversas localidades do estado.

Em 1920, por iniciativa de um grupo liderado por Felício Castellano e Aldino Tebaldi, o futebol começou a fazer parte da história da equipe de Rio Claro. Naquele ano, no dia 16 de maio, ocorreu a fusão entre o Velo Clube com o Comercial Futebol Clube, passando a nova equipe a denominar-se Associação Esportiva Velo Clube Rio-clarense. A data de fundação, no entanto, permaneceu a do clube de ciclismo: 28 de agosto de 1910.

Para receber as partidas de futebol, o Velo Clube, que já era dono do velódromo de Rio Claro, construíram um campo de futebol com uma pequena arquibancada de madeira em um terreno entre a Vila da Caridade São Vicente de Paula e a Santa Casa de Misericórdia. Atualmente, o local abriga o estádio Benito Agnelo Castellano.

O primeiro título foi conquistado em 1925, quando o clube foi Campeão do Interior. Na época este era o torneio de maior prestígio que uma equipe de fora da capital ou de Santos podia conquistar. Como Campeão do Interior o Velo Clube ganhou o direito de disputar a Taça Competência, contra o campeão do estado naquele ano – no caso o São Bento da capital. O jogo ocorreu no estádio Parque Antártica, atual Palestra Itália, e o São Bento venceu o Velo Clube por 2 a 0, ficando com o troféu.

A participação em campeonatos profissionais da Federação Paulista de Futebol começou em 1948, quando o clube foi alocado na Segunda Divisão (atual Série A2) do Paulistão. Oito anos mais tarde o clube acabou sendo rebaixado para a Terceira Divisão (Série A3), onde ficou até 1975, quando conquistou o vice-campeonato e o acesso para a Primeira Divisão (Série A2). Foi um dos períodos mais vitoriosos do clube, já que em 1978 o Velo chegou ao vice-campeonato da Divisão Intermediária (Série A2), ganhando o direito de disputar uma vaga na Divisão Especial (Série A1), contra o Paulista.

Para a definição da vaga foram disputadas três partidas, em que o Velo Clube ganhou duas e empatou uma. Mais de 10 mil torcedores invadiram o estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas. Uma carreata de mais de 40 km ocupou a Rodovia Anhanguera na volta à cidade.

No dia 1º de setembro de 1979, o Velo Clube estreava na Divisão Especial contra o Juventus, na Rua Javari. Mas os 20 dias de preparação para enfrentar a maratona de 38 jogos da competição não foram suficientes para garantir a permanência na elite do futebol profissional do paulista. O clube ficou em último lugar no torneio com 22 derrotas, 11 empates e apenas cinco vitórias, sendo rebaixado para a Segunda Divisão (A2) em 1980.

Em 1991, o Velo Clube foi vice-campeão da Segunda Divisão (Série A3), subindo para a Divisão Intermediaria (Série A2) com o São Caetano. Mas como o estádio Benitão não comportava 15 mil torcedores, o Velo seguiu na Segunda Divisão. No ano seguinte, novamente a capacidade do estádio prejudicou a equipe e, apesar de se classificar entre os 16 clubes que teriam direito a disputar a Série A3 de 1993, o Velo Clube teve de se conformar em ficar na Série B1 (Atual Segunda Divisão).

Em 1996, o clube conquistou o acesso para a Série B1-A, mantendo a invencibilidade em 27 partidas. Dois anos depois, disputou a Copa São Paulo de Juniores. Depois de se licenciar de competições profissionais por um ano, o Velo Clube fez sua última disputa em 2005, no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. No ano seguinte, garantiu o título na disputa do Sub- 17. Voltou aos campeonatos profissionais em 2007, para a Segunda Divisão.

Em 2010 começou a sequência de acessos. Somando a experiência de disputas anteriores e a contratação do técnico João Valim, o Velo Clube conquistou o vice-campeonato no estadual da Segunda Divisão, equivalente ao quarto escalão paulista, e consequentemente o acesso à Série A3. A campanha do time rubro-verde foi de 19 vitórias, sete empates e seis derrotas, inclusive as duas para o Taboão da Serra, na final do torneio.

No ano seguinte, na Série A3 de São Paulo, o Velo Clube conquistou seu segundo acesso seguido no futebol paulista. Após conquistar a segunda colocação do Grupo 02 do torneio, o time de Rio Claro passou para o quadrangular semifinal, onde dividiu o Grupo 03 com Penapolense, Taubaté e XV de Jaú. Ao término das seis rodadas da chave, a equipe de João Valim conquistou mais uma vez a segunda posição e carimbou sua vaga na Série A2 do Campeonato Paulista.

Já disputando o segundo escalão estadual, o Velo Clube demonstrou sua força e fez uma campanha respeitável. Após 19 rodadas da primeira fase, o time de Rio Claro somou 27 pontos (oito vitórias, três empates e oito derrotas) e conquistou o novo lugar. Ficando de fora da segunda fase do torneio.

Após a Copa Paulista de 2012, quando foi semifinalista, o ciclo de João Valim na equipe rioclarense se encerrou. Já sem o treinador, a equipe disputou a Série A2 de 2013 e com uma campanha razoável terminou na 12ª colocação.

Estádio


Benitão

O Estádio Benito Agnelo Castellano, conhecido por Benitão, localizado na cidade de Rio Claro, pertence à Prefeitura de Rio Claro e sedia jogos da Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense.
O estádio era de propriedade do Velo Clube, mas em 2008, foi adquirido pela Prefeitura de Rio Claro.
Capacidade 8.136 pessoas


Mascote

O galo é, com certeza, a mascote mais utilizada no Estado de São Paulo. Nas décadas de 1930 , 40 e 50 havia uma atividade muito popular no País: as “brigas de galo”. Sua importância era tamanha que o conceito de “galo”, ou seja, aquele time que ganha de todos e espera desafios, acabou se enraizando no futebol de maneira muito forte. Nas rinhas de galo (locais de competição), o galo vermelho, ou “galo índio”, era geralmente considerado o mais bravo e vencedor. Assim, devido às conquistas na cidade e à suas cores, o Velo Clube acabou recebendo a mesma denominação: “Galo Vermelho”. A histórica rivalidade de quase 100 anos com o Rio Claro F.C. também contribuiu para fortalecer o apelido e a mascote, tanto é que a equipe rival é chamada, igualmente pelas suas cores, de “Galo Azul”.

Site

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Clube Atlético Votuporanguense Ltda

Associação Atlética Votuporanguense foi um clube brasileiro de futebol, localizado na cidade de Votuporanga, interior do estado de São Paulo. Fundada em 23 de dezembro de 1956, suas cores eram preta e branca. Teve 36 participações no Campeonato Paulista de Futebol.

A Associação Atlética Votuporanguense foi, ao lado do Fernandópolis Futebol Clube, seu maior rival, a agremiação mais tradicional de sua região. Todavia, o "FFC" não teve a quantidade de participações na divisão de acesso que teve a Votuporanguense. Habitual participante desta divisão, entre os anos de 1961 e 1993, neste período a equipe de Votuporanga frequentou por 29 vezes a Segunda Divisão (atual A2).
Viveu seu ápice durante os anos de 1970. Graças a uma divida com a Federação Paulista de Futebol e a falta de parcerias, o time teve sua última participação no Campeonato Paulista de Futebol do ano de 2000 e fechou definitivamente as portas.

Um ano depois, fundou-se a Sociedade Esportiva Votuporanga, a SEV, um clube empresa, que em três anos subiu do extinto Paulista B-2, correspondente a Quinta Divisão, até a Série A-3. O uniforme era branco, azul e amarelo. Em 2005, a SEV trocou Votuporanga por Hortolândia. O nome mudou para Social Esportiva Vitória, a SEV/Hortolândia, que desativou o futebol profissional em 2011.

Após alguns anos sem futebol profissional na cidade, surgiu no final de 2009 o Clube Atlético Votuporanguense trazendo de volta toda a emoção para a torcida Alvinegra.
Em apenas três anos disputando competições oficiais, o CAV em pouco tempo, conquistou o acesso para a série A3 e sagrou-se campeão da Segunda Divisão de 2012.

Estádio
História Clube Atlético VotuporanguenseEstádio Municipal Plínio Marin é o local onde o Clube Atlético Votuporanguense comanda suas partidas.

Plínio Marin foi um dos pioneiros de Votuporanga. Sua família chegou aqui no dia da fundação da cidade. Gostaram da região e compraram 160 alqueires, dos quais,anos mais tarde foram doados: uma área para construção da praça S. Bento, outras para abertura de ruas, o terreno onde se construiu o Centro Espírita e o terreno para construção do Estádio Plínio Marin”. Foi  proprietário do 1º cartório de registro de imóveis de Votuporanga . Foi presidente da Comissão de Dirigentes constituída no ano de 1957 para a concretização da união do América F. Clube com o Votuporanga Esporte Clube ( unidades esportivas de Votuporanga) que em consequência deram origem à Associação Atlética Votuporanguense  . Plínio Marin foi  o  1º presidente Associação Atlética Votuporanguense (AAV), que aos 19 dias de fevereiro de 1961, recebeu  o título de campeões da 3ª divisão de profissionais, o que lhe deu o direito de ingressar na 1ª divisão, sendo a única representante nesta categoria desde a cidade de S. J. do Rio Preto, até as barrancas do Rio Paraná.
Mascote
Após alguns anos sem futebol profissional na cidade, surgiu no final de 2009 o Clube Atlético Votuporanguense trazendo de volta toda a emoção para a torcida Alvinegra.
Em apenas três anos disputando competições oficiais, o CAV em pouco tempo, conquistou o acesso para a série A3 e sagrou-se campeão da Segunda Divisão de 2012.
O clube adotou a “Pantera Alvinegra” como mascote, pois com garra, determinação e principalmente a rapidez de uma pantera, conquistou resultados rapidamente dentro dos gramados do Estado de São Paulo

Site
http://www.cavotuporanguense.com.br/

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Grêmio Catanduvense de Futebol

A cidade de Catanduva tem uma longa tradição no futebol, que começou ainda na década de 1950, com o Catanduva Esporte Clube, que só se profissionalizou em 1955, disputando por 14 anos os campeonatos profissionais de São Paulo. De 1955 à 1963, a equipe disputou a Terceira Divisão, correspondente à Série B3 ou Sexta Divisão do futebol paulista, hoje extinta. No ano de 1963, o clube sagrou-se campeão desta divisão, subindo para a Segunda Divisão, que disputou até 1968, quando resolveu fechar as portas e foi extinto.
Catanduva ficou apenas dois anos sem ter um clube para torcer, já que em 5 de fevereiro de 1970 foi fundado o Grêmio Esportivo Catanduvense, que herdou a vaga do Catanduva Esporte Clube. Foram 18 anos disputando a Segunda Divisão, até que, em 1988, o time conquistou o acesso à Primeira Divisão (atual Série A2) do futebol paulista. Nesta época, a cidade de Catanduva teve seu auge no futebol, disputando o acesso para a Série Especial (atual Série A1) do Campeonato Paulista. Ainda naquele ano, o Grêmio Esportivo Catanduvense participou do Campeonato Brasileiro da Série B. No entanto, em 1993, com uma série de dívidas, o Grêmio não conseguiu formar uma boa equipe e acabou rebaixado. Junto com o rebaixamento veio mais uma mudança de nome, quando surgiu o Catanduva Esporte Clube, extinto dois anos mais tarde.
Para suprir a carência da cidade no futebol, foi fundado o Clube Atlético Catanduvense, em 8 de março de 1999. Por ter se ausentado por muito tempo de uma competição oficial, o Clube Atlético Catanduvense passou a disputar a Série B2 do Campeonato Paulista. Mais três anos se passaram sem que o clube tivesse uma conquista. Assim, em 2001, a equipe acabou abandonando o campeonato, tendo suas partidas canceladas.

Mesmo afastado do profissionalismo, o Clube Atlético Catanduvense só cedeu seu lugar na competição em 2004, quando o novo Grêmio Catanduvense de Futebol passou a representar a cidade. Embora naquele ano o time tenha jogado bem, acabou sendo eliminado na terceira fase da Segunda Divisão,  competição que disputou até 2006, quando conquistou o acesso à Série A3.

Logo no ano seguinte, em 2007, o clube conseguiu ainda mais uma conquista: o acesso à Série A2, que disputou em 2008, 2009 e 2010, sem, no entanto, conseguir retornar à elite do futebol paulista.

Passados três anos disputando o Campeonato Paulista da Série A2, o de 2011 foi muito especial ao time de Catanduva. Fazendo uma campanha irretocável, somando 12 vitórias, oito empates e quadro derrotas, o Grêmio Catanduvense finalmente conquistou o tão esperado retorno ao Paulistão Chevrolet. Na classificação geral, o time presidido por Valmor Peruzzo, terminou na terceira colocação, atrás somente de XV de Piracicaba e Guarani.

E o tão esperado ano de 2012 chegou. Fazendo parte do seleto grupo dos 20 melhores clubes do estado de São Paulo, o Grêmio Catanduvense não conseguiu repetir o bom primeiro semestre de 2011 e fez uma campanha fraca, sendo rebaixado logo no seu retorno à elite. Apesar do descenso, o time do técnico Roberval Davino, que comandou a equipe durante as 19 rodadas da primeira fase, conseguiu fazer boas partidas contra Palmeiras, que empatou por 1 a 1 após sair na frente, Corinthians, que perdeu por 2 a 1 de virada, e Portuguesa, que também terminou com um empate sem gols. Durante a fase de classificação do Paulistão Chevrolet 2012, o Catanduvense somou duas vitórias, sete empates e dez derrotas.

Em 2013, o clube disputou novamente a Série A2. Após conseguir a sétima colocação na primeira fase, a equipe de Catanduva acabou falhando na tentativa de voltar para a primeira divisão.

Estádio


E. M. Silvio Salles
Capacidade 16.444 Lugares

Mascote

Conhecida como a 'cidade feitiço', Catanduva é a casa do Grêmio Catanduvense de Futebol. Todos os que vêm morar aqui são “enfeitiçados e não saem nunca mais”. Seguindo a tradição da cidade, o Grêmio tem como sua mascote a bruxa com uma função especial: enfeitiçar seus adversários fora de casa e principalmente em seu caldeirão, o Estádio Municipal Silvio Salles, levando a equipe às glórias e vitórias.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Batatais Futebol Clube

Fundado a partir de uma dissidência do Riachuelo, o Batatais – na época grafava-se “Batataes” – surgiu no dia 18 de setembro de 1919. Sua fundação deve muito aos esforços do coronel Olvídeo Tristão de Lima, que teve importante papel nos primeiros anos do clube e hoje é considerado seu patrono e presidente de honra. Tristão também foi responsável pela doação do terreno onde foi construído o primeiro campo do Batatais, e que hoje abriga o estádio Doutor Osvaldo Scatena.

O início da equipe foi melhor do que esperavam seus fundadores. O clube estreou dia 25 de outubro de 1919 com uma vitória diante da Associação Atlética Olímpica, então tradicional equipe de Jordanópolis. Quinze dias depois a vítima foi o Altinópolis; goleada por 7 a 0.

Na década seguinte o clube ganhou o apelido de “Fantasma da Mogiana”, devido ao temor que provocava nos adversários da região. Entre 1934 e 37, o Batatais disputou mais de cem partidas, sendo derrotado em apenas três oportunidades. Em 1945, o clube alcançou seu maior feito, o título de campeão paulista do interior. Na época esta era a maior honra que um time de fora da capital podia alcançar.

Mas ainda era pouco para o Batatais. O clube juntou forças com a Ponte Preta e o XV de Piracicaba – outras potências do futebol interiorano na época – e pleiteou junto a Federação Paulista o direito de disputar campeonatos profissionais. A pressão deu certo e em 1947 foi criada a Lei do Acesso. Com isso formou-se a Segunda Divisão Paulista, que passou a contar com clubes de fora da capital.

Entre 1947 e 1949, o Batatais disputou a competição que ajudara a fundar chegando bem perto do acesso em 1949. Naquele ano o time chegou às finais contra o Guarani, mas acabou perdendo por 2 a 1 em jogo disputado na Rua Javari, em São Paulo. Insatisfeita com a arbitragem, a diretoria retirou o clube das competições profissionais, retornando somente em 1956.

Entre 1956 e 1967, o clube retornou ao profissionalismo, contando com grandes atletas que fizeram renascer o “Fantasma da Mogiana” na disputa da Segundona. Apesar das boas campanhas no período, o clube nunca conseguiu chegar à elite do futebol paulista.

Em de 1968 houve uma nova paralisação. O Batatais deixou de investir em seu departamento de futebol para construir seu estádio, o Doutor Oswaldo Scatena. Com a inauguração do novo campo, em 1971, o Fantasma voltou aos gramados na então Primeira Divisão (Série A2), competição que disputou até 1976, quando foi rebaixado para o terceiro nível do futebol Paulista, que aquele ano mudou de nome para a Primeira Divisão (a então Primeira passou a ser Intermediária).

O clube disputou a Primeira Divisão (A3) até 1981, quando conseguiu o acesso para a Segunda Divisão (A2). Sua participação no torneio duraria cinco temporadas, até 1986, quando o time foi rebaixado e voltou ao terceiro nível do Paulistão (à época Segunda Divisão, equivalente a atual Série A3).

Em 1993, o Batatais sofreu um novo rebaixamento, desta vez para a Série B1 (atual Segunda Divisão). O time amargaria 15 anos nesta divisão até conseguir o acesso para a A3, em 2008. Em 2009, na reestreia na A3, o Batatais ficou na 13º posição, garantido uma vaga na Copa Paulista onde não foi bem, sendo eliminado na primeira fase.

Desde então, gradativamente, o clube melhorou sua participação no estadual. Em 2010, lutou contra o rebaixamento, em 2011 lutou por uma vaga na segunda fase, o que foi conquistado em 2012, quando acabou eliminado e não conseguiu o acesso. Em 2013, porém, o clube conseguiu o tão sonhado acesso à Série A2 após fazer a terceira melhor campanha na primeira fase e liderar a sua chave no quadrangular semifinal.

Estádio


Estádio Dr. Osvaldo Scatena
Capacidade 15.000 Lugares

Mascote 
Ye, Caty e Pavão, Lulu, Orlandão e Neca, Netto, Coelho, Chiquinho, Zé Lopes e Bicicleta. Essa era a formação de 1934 do “Batataes FC”, como se grafava à época. Com esta equipe, o Batatais formou a primeira fase áurea do esporte local. O “Quadro de Ouro” venceu tudo e a todos na região, ganhando o apelido de “Fantasma da Mogiana”. O nome se deve à Estrada de Ferro Mogiana, que nascia em Campinas e passava por Ribeirão Preto, Batatais e outras cidades do norte do Estado em direção ao Triângulo Mineiro. Daí surgiu o “fantasminha”, mascote do clube.


Site

terça-feira, 22 de julho de 2014

São Carlos Futebol Clube

É um clube empresa e foi fundado em 25 de novembro de 2004 e em 2005 foi campeão da Segunda divisão (Série B) do Campeonato Paulista. Atualmente disputa a Série A2 do Campeonato Paulista e a Copa Paulista.
Fundado em 25 de novembro de 2004 pelo empresário são-carlense Júlio César Bianchini, o São Carlos Futebol Clube escreve uma nova página na história do futebol profissional de São Carlos. O clube suirgiu já com uma infra-estrutura na bagagem, através do Centro de Treinamento um espaço próprio com campos, piscina, salas de musculação e fisioterapia, alojamento e refeitório, tudo distribuido em pouco mais de 18 mil m². Recebeu de pronto, por meio do Poder Público, o direito de uso do estádio municipal "Luís Augusto de Oliveira", o Luisão; palco de grandes jogos no passado e que voltou a dar muitas alegrias para o torcedor são-carlense. Afinal, antes de completar 1 ano de vida, o São Carlos fez uma campanha invejável e consagrou-se Campeão Paulista da Segunda Divisão.
Sob o comando do técnico Nei Silva, o grupo campeão acumulou pontos em 27 jogos. Foram 18 vitórias, 5 empates e 4 derrotas, com 62 gols feitos e 30 tomados. Entre 2006 até 2010, os objetivos foram o Campeonato Paulista da série A-3, para tentar conseguir o tão esperado acesso, mas com campanha medianas, o clube não conseguia o acesso a Série A-2 do Campeonato Paulista e também participou de algumas edições da Copa Federação Paulista de Futebol, atualmente a Copa Paulista de Futebol. Com um trabalho, o São Carlos tem escrito numa nova página no futebol são-carlense, paulista e brasileiro, mostrando que um clube administrado de uma maneira correta, chega a resultados positivos e, principalmente, dá chance ao torcedor e às famílias de poderem prestigiar o esporte mais popular e amado do Brasil e do mundo. Mas seu melhor momento foi em 2011, mais precisamente no dia 4 de maio, quando conseguiu o acesso a Série A2 quando conseguiu um empate com o Grêmio Osasco.
Escudo Antigo
Em 29 de julho de 2013, o clube lançou seu novo projeto de gerenciamento do futebol, novo escudo inspirado no futebol europeu e com detalhes que lembram particularidades da cidade e do clube, novo website e também na nova diretoria. Depois de 9 anos o clube passa a ter um novo presidente.
Estádio 
Municipal Professor Luís Augusto de Oliveira, também conhecido como Luís Augusto de Oliveira, ou Luisão, é um estádio de futebol localizado na rua Desembargador Júlio de Faria nº 800 (Boa Vista) no município de São Carlos, no Estadode São Paulo. Seu nome é uma homenagem ao ex-prefeito da cidade de São Carlos, Profº Luís Augusto de Oliveira, que era conhecido como "Luisão".
Foi usado principalmente pelo Sãocarlense durante quase trinta anos, e hoje é usado pelo São Carlos Futebol Clube
Capacidade 10.000 pessoas


Alcunhas Águia da Central ; Sanca

Mascote Águia

Site

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Clube Atlético Paulistinha

Fundado em 3 de agosto de 1958, o CAP, foi dirigido por muitos anos por Marivaldo Carlos Degan, um "ícone" na história do futebol infanto-juvenil na cidade e muito respeitado nacional e internacionalmente, conquistando muitos títulos em todas as categorias por vários países. Suas cores são vermelho, preto e branco, seu escudo tinha um desenho do tio patinhas, mas a Disney exigiu a retirada do mesmo alegando uso não autorizada do desenho, o clube passou mais de 50 anos trabalhando nas categorias de base.
O Paulistinha permaneceu até no anonimato paulista até o ano de 2008, quando passou a disputar os campeonatos da divisão de base organizados pela Federação Paulista.Em 2010 entrou no profissional e disputou o“Campeonato Paulista da Segunda Divisão”, no qual participou novamente em 2013 e classificou-se para as finais.
Neste ano,  as diretorias de Clube Atlético Paulistinha e São Carlos Futebol Clube selaram parceria inédita. A negociação durou cerca de cinco semanas, e irá alterar consideravelmente o calendário dos clubes sãocarlenses. O tempo de duração da sociedade não foi divulgado.
Pelo lado do São Carlos, as atividades profissionais continuarão normalmente, e nas categorias de base acontece a grande mudança. A equipe, que jogava apenas o Campeonato Paulista Sub-20 da Primeira Divisão, passa a jogar também o Sub-15 e Sub-17, sendo o único representante da cidade nas três categorias. Além disso, as três categorias utilizarão o Recanto do Tio Patinhas, sede do CAP.
“A parceria agrega espaço para desenvolver o trabalho de base, porque além de treinar, o jogador vai se alimentar no centro de treinamento”, explicou Paulo Mayeda, coordenador de futebol do São Carlos FC.
Chegou a ser cogitado a possibilidade das partidas do campeonato estadual das categorias menores serem realizadas na cidade de Ibaté. “A gente está procurando manter os jogos em São Carlos. Com a Prefeitura ajudando, não vejo necessidade de nos deslocarmos para outras cidades para mandar nossas partidas”, comentou Mayeda.
Ainda sobre a sociedade São Carlos/Paulistinha, o coordenador do São Carlos FC disse também que o exemplo deveria ser seguido por outras cidades que tem mais de um clube profissional. “Haverá espaço para o Paulistinha desenvolver suas atividades no Sub-11 e Sub-13, e o poder público não precisa mais alimentar duas situações. Estamos unindo esforços para a cidade de São Carlos ser referência na base”, completa.

Já o Paulistinha, que além do profissional em 2013, disputou o estadual nas categorias Sub-15 e Sub-17, cederá seus atletas para o São Carlos FC, para seguir com os projetos sociais, incluindo a Escolinha CAP, para crianças a partir de 7 anos, além de disputar o Campeonato Paulista Sub-11 e Sub-13.
O presidente do CAP, Vilmar Rodrigues, tem um discurso semelhante ao de Paulo Mayeda, e garante que o objetivo é colocar o nome da cidade de São Carlos em evidência no futebol de base do estado de São Paulo. “Daqui alguns anos, o objetivo é usar os atletas que hoje estão na base na equipe profissional. Queremos dar oportunidade para os garotos da cidade, e por isso vamos fazer algumas peneiras. Mas também há a opção de trazer jogadores de fora”, salientou.
Um dos motivos para que as conversas entre os clubes começassem, foi porque dirigentes do Paulistinha afirmaram publicamente que estavam em busca de colaboradores para manter o futebol profissional do clube ativo no ano da Copa do Mundo. Como o prazo estipulado pela Federação Paulista de Futebol para inscrição no Campeonato Paulista da Segunda Divisão se encerrou no final de janeiro, e a parceria com o São Carlos foi selada após a data limite proposta pela entidade, o CAP não jogará o estadual em 2014 – único torneio profissional disputado pelo Tio Patinhas.
Espera-se que, em 2015, os jogadores formados pela equipe sub-20 que não forem utilizados no elenco profissional do São Carlos, disputem a Série B pelo Paulistinha, reativando assim a equipe profissional que chegou na última fase do estadual em 2013.


Alcunhas Paulistinha de São Carlos

Mascote Tio Patinhas

http://www.capaulistinha.com.br/

domingo, 20 de julho de 2014

Grêmio Esportivo Sãocarlense

Grêmio Esportivo Sãocarlense conhecido como Grêmio Sãocarlense ou Sãocarlense, foi um clube brasileiro de futebol, da cidade de São Carlos, no Estado de São Paulo.
O clube era tricolor, e suas cores eram vermelhoazul e branco.
Sãocarlense foi fundado em 19 de março de 1976. Foi o sucessor do Madrugada Esporte Clube, fundado em 17 de janeiro de 1974, que disputou a terceira divisão em 1975.
Mandava seus jogos no Estádio Luisão, mas por algumas interdições de campo, por algumas vezes mandou jogos no Estádio do Paulista.
No mesmo ano em que foi criado, entrou no futebol profissional disputando o Campeonato Paulista da segunda divisão. Por problemas administrativos e financeiros, o clube foi presumivelmente "extinto" em 2005, mas na Federação Paulista de futebol consta como licenciado até 2006.
Em 2008 o clube filiou-se a Liga Sãocarlense de Futebol, para disputar o campeonato amador da cidade, como Grêmio Sãocarlense Futebol Clube  .
Pela Liga Sãocarlense de Futebol, foi campeão amador da série B (varzeano) de 2011 e subiu para o amador da série A (amador), onde foi 3º colocado no torneio.

Histórico em competições oficiais

Terceira divisão 1988 e 1989 - (1989 campeão da terceira e voltou para a segunda), 2004 - (2004 caiu para a quarta)
Segunda divisão 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987 - (1987 caiu para a terceira), 1990 - (1990 subiu para a primeira), 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 - (2003 caiu para a terceira)
Primeira divisão 1991, 1992 e 1993 - (1993 caiu para a segunda)
Copa 90 anos de Futebol 1992 - (Vice-campeão)
Copa do Interior Paulista - (1999 e 2001)
Taça do Estado de São Paulo - (1985)
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B (Classificatória para 1994)
Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C (1996)

Títulos

Campeonato Paulista - Série A3: 1989

sábado, 19 de julho de 2014

Madrugada Esporte Clube

Madrugada Esporte Clube foi uma agremiação esportiva da cidade de São Carlos, no Estado de São Paulo. Fundada a 17 de janeiro de 1974, suas cores eram o preto e o branco.
Em 1973, o futebol de São Carlos estava restrito ao amadorismo. Havia apenas uma equipe, o Estrela da Bela Vista, que retornaria ao futebol profissional naquele ano para disputar o Campeonato Paulista de Futebol, uma vez que já havia participado, em 1957, mas não caia no gosto dos torcedores da cidade pelo simples fato de ela representar apenas um bairro.
Antes desse período difícil, São Carlos teve alguns representantes, mas não conseguiam prosseguir na jornada do profissionalismo. Representaram a cidade as equipes do Expresso São Carlos Esporte Clube (com uma única apresentação, em 1957, juntamente com o Estrela da Bela Vista); o São Carlos Clube (entre 1965 e 1969) e o Clube Atlético Bandeirantes, que mais tempo permaneceu (entre 1956 e 1964).
Segundo o historiador do futebol Júlio Bovi Diogo, o objetivo dos torcedores era fundar uma alternativa ao Estrela da Bela Vista. Assim, a cidade se organizou em torno de uma equipe que representasse melhor sua torcida, ávida em se destacar no cenário futebolístico paulista. Então, em janeiro de 1974, foi criado o time do Madrugada Esporte Clube. Houve muitas resistências ao nome, assim com a sua alcunha, "MEC", que parecia outra coisa, como a sigla do Ministério da Educação e Cultura.
Passada essa fase crítica do início, o clube consegue inscrever-se na Federação Paulista de Futebol e disputa o Campeonato Paulista de Futebol da Segunda Divisão (atual A-2), em 1975, mas acabou ficando em último lugar em seu grupo, sendo desclassificado logo na primeira fase do certame, certame esse; que não foi decidido.
Por não ter cumprido os objetivos de seus fundadores e vendo que a agremiação não caia definitivamente no gosto da população, seus dirigentes reuniram-se e decidiram refundá-lo em 19 de março de 1976 com o nome de Sãocarlense.

Alcunhas MEC

Mascote Coruja

sexta-feira, 18 de julho de 2014

São Carlos Clube

São Carlos Clube é um clube social, recreativo e esportivo da cidade de São Carlos, interior do Estado de São Paulo. Fundado em 9 de janeiro de 1944 da união entre o São Carlos Tênis Clube (fundado em 1920) e o Clube Comercial (fundado em 1936), dando origem ao atual São Carlos Clube. Suas cores são azul e branco.
Entrou no futebol profissional em 1965 e tinha “personalidade” dentro e fora de campo, disputou cinco campeonatos sucessivos na terceira e segunda divisões. Mandava seus jogos no “Estádio Paulista”, de sua propriedade e já remodelado. Em 1966 o clube inaugurou o sistema de iluminação para jogos noturnos e subiu para a segunda divisão, fez uma grande reforma no estádio com a ajuda da população da cidade, elevando a capacidade para 8 mil pessoas, em 1967 para disputar a segunda divisão aumentou 10 mil pessoas, mas em 1970 o clube saiu do futebol profissional não conseguindo colocar a cidade na primeira divisão, deixando saudade em toda a população e um “vácuo no tempo” sem que a cidade tivesse participação no futebol profissional, apesar das várias investidas do Estrela da Bela Vista EC em alcançar exito para conseguir tomar o espaço deixado, mas infelizmente sem sucesso.

Estádio 

Paulista Esporte Clube, também conhecido como Estádio do Paulista, ou simplesmente Paulista, é um estádio de futebol localizado na rua Episcopal, no município de São Carlos, no Estado de São Paulo, é propriedade do São Carlos Clube. Seu nome é originário do "extinto" Paulista Esporte Clube, que em 21 de março de 1951 foi incorporado oficialmente pelo São Carlos Clube.
Hoje o estádio tem capacidade para aproximadamente 4.000 espectadores, pois foram demolidas mais da metade das arquibancadas, para construção de outros campos menores de futebol para uso dos sócios, ficaram somente a arquibancada coberta e a arquibancada da curva sul.


Alcunhas Águia da Paulista ; Majestoso

Mascote Águia