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terça-feira, 9 de junho de 2009

Cardoso Moreira Futebol Clube

Fundado no dia 19 de março de 1935, o Cardoso Moreira Futebol Clube passou mais de 70 anos de sua história disputando apenas campeonatos de futebol amadores. Localizado no Norte Fluminense, na cidade homônima da agremiação, o time obteve sucesso nos torneios regionais do interior do Estado do Rio de Janeiro durante quase toda sua existência.

Somente no ano de 1994, quando a diretoria decidiu profissionalizar a prática do futebol no clube, a equipe conseguiu um título de maior importância. O Marreco, como é chamado por seus torcedores, conquistou a terceira divisão do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, se credenciando para disputar a segunda divisão no ano seguinte.

Porém, por mudanças que ocorreram na prefeitura da cidade, um dos principais incentivadores do clube, o Cardoso Moreira teve que voltar para o amadorismo e se contentar com as competições do interior do Norte Fluminense.

Dez anos depois, a direção do clube resolveu se aventurar novamente no profissionalismo e preparou o elenco para a disputa da terceira divisão do estadual de 2006. Sem muitas pretensões de fazer uma boa campanha, o improvável aconteceu. O Marreco conquistou pela segunda vez o título da terceira divisão e passou a sonhar com a elite do futebol fluminense.

Em 2007, já na segunda divisão do Campeonato Estadual, a equipe tricolor não tinha muitas esperanças de conseguir o acesso para o primeiro escalão do futebol do Rio. Até a competição daquele ano, nenhuma equipe estreante havia conseguido a vaga.

As primeiras rodadas, ainda sob o comando do técnico Rubinho, não foram muito animadoras, e mostravam que o caminho até o sonho de ingressar na elite seria difícil. A solução encontrada foi a troca de treinador. Saiu Rubinho e entrou Mário Marques.

Com a substituição do responsável pela comissão técnica, o time recuperou a confiança e começou a obter melhores resultados. Após um campeonato longo e exaustivo, o Cardoso Moreira terminou na quarta colocação, conseguindo uma das cinco vagas para a primeira divisão do Estadual do Rio. O feito inédito estava concretizado.

Classificação confirmada, os olhares de todos se voltaram para a pequena cidade de Cardoso Moreira, que possui pouco mais de 12 mil habitantes. Um dos fatos mais comentados sobre o clube foi a sua prestação de contas disponibilizada em seu site oficial (www.cmfc.com.br). Na área destinada às finanças da agremiação, todos as despesas são computadas e ficam à disposição dos visitantes.

Infelizmente o Cardoso Moreira não foi bem 2008 e, ao lado do América, acabou caindo. Em 2009 o Cardoso Moreira disputará a segunda divisão do Campeonato Estadual do Rio.

Estádio

O Cardoso Moreira atua no Estádio Antônio Ferreira de Medeiros, o popular Ferreirão, localizado na própria cidade de Cardoso Moreira. O estádio tem capacidade para mil espectadores aproximadamente e sua tribuna de honra chama-se "Tribuna Agnaldo Jacinto da Silva". Suas cores são preto, vermelho e o branco, sendo assim conhecido como o Tricolor Cardosense.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1994 e 2006

Mascote

Devido ao grande número de inundações que a cidade sofreu, em virtude das fortes chuvas que costumam atingir a região, Cardoso Moreira ficou conhecida como a “Cidade das Enchentes“. A mais grave delas aconteceu em 1997, quando mais de 80% de seu território ficou debaixo d’água.

Com o apelido, os moradores das cidades vizinhas passaram a chamar os habitantes da cidade de “Marrecos“. O presidente do clube não encarou o tratamento como gozação e decidiu adotar a figura do animal como mascote do Cardoso Moreira.

Site

http://www.cmfc.com.br/ - fora do ar

domingo, 17 de maio de 2009

Estácio de Sá Futebol Clube

Unindo esporte e educação, num projeto ousado e pioneiro no Rio de Janeiro, nasceu em 20 de julho de 2004 o Estácio de Sá Futebol Clube, que antes se chamava Universidade Estácio de Sá Futebol Clube. Projeto ambicioso com investimento inicial de 60 milhões. A gestão do time, baseado num modelo profissional de administração esportiva, formatou o primeiro clube-empresa de uma universidade carioca para atuar no futebol profissional.

Atualmente sedia seus jogos no estádio do Olaria Atlético Clube. Com a ajuda de seus patrocinadores, o clube conseguiu construir seu próprio estádio: o Estádio Universidade Estácio de Sá, Localizado em Curicica. O seu material esportivo é Kappa. A cor de seu uniforme é laranja.
Foi campeã da 3ª Divisão do Rio de Janeiro, em 2005, e 4ª colocada na segunda divisão do Campeonato Carioca em 2006, logo no primeiro ano em que disputou a competição.



ESTRÉIA
O primeiro grito de gol do clube foi obra do ex-atacante Pablo, no primeiro jogo do clube contra o CFZ do Rio, no campo do CFZ, na Barra da Tijuca. Em 14 de agosto de 2004, aos cinco minutos do segundo tempo, o atacante, encoberto pelo zagueiro do time adversário, marca o início de grandes emoções na história do Estácio de Sá Futebol Clube. No embate, o Estácio acaba sendo derrotado, mas segue rumo a novas conquistas.

Títulos

Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 2005.

Estádio

Rua Bariri - pertence ao Olaria A. C - Capacidade 10.000

Mascote







Com 82 % o nome escolhido para o mascote do Estácio de Sá Futebol Clube foi Tácio.




Site

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Americano Futebol Clube

A trajetória do Americano Futebol Clube, de Campos, começou em 1914. Em uma tarde daquele ano, um combinado de Campos enfrentou o America Football Club, o então campeão carioca. O time da capital venceu por 3 a 1. No dia 1º de junho, inspirados no adversário, foi fundado o Americano Futebol Clube.

Nesta época, o futebol da cidade de Campos já contava com times de peso como o Rio Branco, Goytacaz, Aliança e Luso-Brasileiro. No ano de sua fundação, o Americano conseguiu bater o poderoso da região, o Rio Branco, por 4 a 1. Em 1915, o time ingressou no Campeonato Campista e logo se sagrou campeão. Neste torneio local, a agremiação é a recordista com 27 títulos, sendo que nove destes foram conquistados consecutivamente.

No ano de 1922, com apenas oito anos de existência, o clube já ostentava, em suas fileiras, dois jogadores convocados para a Seleção Brasileira: Soda e Mario Seixas. Em 1930, outro jogador alvinegro foi convocado para disputar a Copa do Mundo do Uruguai: Poli,Policarpo Ribeiro, que inclusive foi homenageado com uma placa no Hall Social do clube. Em termos de título, o que mais orgulha o torcedor do alvinegro campista é o inédito título de êne-campeão campista e do interior do RJ, uma conquista inédita. São nove títulos consecutivos por duas ocasiões.

Entre 1964 e 1975, o time também conseguiu quatro títulos estaduais fluminense. Neste período, a cidade do Rio de Janeiro era o Estado da Guanabara, então grandes times como Botafogo, Vasco, Flamengo, Fluminense e América disputavam outro torneio.

O alvinegro de Campos também foi campeão do torneio do interior entre os anos de 1985 e 1993. Em de 1987, o clube conquistou o Campeonato Brasileiro do Módulo Azul, o que seria hoje a terceira divisão. Isto permitiu uma maior visibilidade nacional à agremiação.

Ainda em 1987, o Americano representou o Estado do Rio de Janeiro e conquistou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em uma final memorável contra os paulistas.

O ano em que o Americano chegou mais perto da vitória do Campeonato Estadual foi em 2002. O time venceu a Taça Guanabara (1° turno da competição), a Taça Rio (2° turno), mas perdeu para o Fluminense em uma conturbada competição. Naquele ano, por causa da Copa do Mundo, a Rede Globo de televisão boicotou o torneio e não houve divulgação televisiva, até porque nos primeiros meses do ano houve a disputa do Torneio Rio São-Paulo.

Em 2005, a oportunidade de ter outra Taça Guanabara escapou na disputa de pênaltis. Na final, o time de Campos enfrentou o Volta Redonda. Após um jogo sem muitas emoções e um empate por 0 a 0, o time do sul fluminense levou a melhor na disputa por pênaltis, derrotando o Americano.

O torcedor mais conhecido do Americano era o ex-presidente da Federação Carioca de Futebol, Eduardo Viana, conhecido também como Caixa D'água. Ele presidiu a Federação por cerca de 20 anos, entre as décadas de 1980, 1990 e 2000.

Neste período, produziu muita polêmica e suspeitas de fraude. O alvinegro de Campos foi acusado muitas vezes de favorecimento durante a sua gestão. Em 2006, Eduardo Viana morreu.

Estádio

O Estádio Godofredo Cruz é um estádio de futebol localizado em Campos dos Goytacazes no estado do Rio de Janeiro. Fundado em 24 de janeiro de 1954, é o maior estádio de futebol não somente da cidade de Campos dos Goytacazes, como também é o segundo maior estádio do interior do estado do Rio de Janeiro. Pertence ao Americano Futebol Clube e sua capacidade prevista, é de 25 mil pagantes.

http://mavalem.sites.uol.com.br/rj/Americano2.jpg

A partida inaugural foi de Bangu x Goytacaz, vencida pelo Bangu numa goleada de 4 a 1. O primeiro gol no estádio foi de Lucas (Bangu).

O recorde de público foi de 22.853 pagantes em 30 de março de 1983, em um jogo entre Americano Futebol Clube e Flamengo. Partida válida pelo Campeonato Brasileiro que terminou empatada em 2 a 2.

Hino

Americano, Americano

Eu me orgulho em ser seu torcedor

A camisa alvi-negra glorifica e no gramado agiganta o jogador

De vitória em vitória, o Americano escreve a sua história

Onde perfilam a fibra na disputa, a honra de vencer

Em cada luta a multidão a torcer, por isso ele cresce a cada

Querido glorioso, meu Americano

Querido glorioso, meu Americano

Mascote

A mascote do Americano é um fantasma, que se veste com a camisa do clube.



Site
http://www.americanofc.com.br/

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Santa Cruz Futebol Clube

Criado como clube-empresa, o Santa Cruz é um dos mais recentes integrantes do profissionalismo no Rio de Janeiro. Filiou-se à FFERJ e disputará em 2009 o Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais.
Já participa do Campeonato Estadual da Terceira Divisão de 2009 da categoria Juniores, hoje obrigatório para quem integra o profissionalismo.


Há muitos anos os aficionados do futebol de Santa Cruz, sonham com a criação de um clube que, além de revelar novos talentos oriundos da nossa região, represente-nos nas competições oficiais do futebol carioca.Finalmente este sonho transformou-se em projeto.


No dia 07/06/2007, o Santa Cruz Futebol Clube, Graças ao esforço de alguns poucos visionários, iniciou a preparação da sua equipe infantil. Para que este primeiro passo fosse dado, houve a necessidade de se contratar profissionais credenciados e de se criar uma infra-estrutura básica para alavancar o projeto.



MISSÃO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
Treinar e preparar crianças, adolescentes e jovens na atividade desportiva do futebol e forjar nestes o caráter de um atleta cidadão.

VISÃO DE FUTURO DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE
O Santa Cruz Futebol Clube quer ser enquanto centro desportivo e clube de projeção, a excelência na preparação de atletas na modalidade desportiva do futebol. Utilizaremos para tal fim, um treinamento multidisciplinar, que levará cada criança, adolescentes e jovens que ingressarem no clube a crescer não somente como jogador de futebol, mas como um cidadão de forma integral na sociedade e assim ser reconhecido por sua relevância.


RELEVÂNCIA SOCIAL
Este trabalho tem sua relevância social, por tratar-se de um projeto social de inclusão que visa alcançar crianças a jovens que vivem nas periferias de Santa Cruz – RJ. Muitas delas com poucas oportunidades de desenvolvimento e cidadania e também tendo envolvimento com o mundo das drogas. Através das atividades desportivas, o incentivo aos estudos e noções de cidadania o Santa Cruz Futebol Clube traz um novo horizonte de vida e esperança para esta juventude.


Mascote














Site


http://www.santacruzfutebolclube.com.br/

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Rio das Ostras Futebol Clube

O Rio das Ostras Futebol Clube (ROFC) surgiu a partir da idéia de 16 jovens que se encontravam para jogar futebol na praia da Vila de Rio das Ostras, até então era o 2º Distrito de Casimiro de Abreu. O ano era 1960, e logo que resolveram montar o ROFC, encontraram um campo de futebol próximo a Rodovia Amaral Peixoto. A estrutura era pequena, assim como a vila. Mas muitos jogos aconteceram naquele campo, que deu origem a história do clube. O primeiro presidente eleito foi Gualberto David Pereira.

Em 1966, a idéia já havia amadurecido na cabeça dos jovens e houve a necessidade de criação de uma estrutura melhor para o clube. Para sede social foi locado um imóvel e para a sede esportiva eles escolheram a área onde permanecem até então. Lá, foi feito o campo de futebol e posteriormente os vestiários, os alambrados e o muro. Mas uma das melhores fases do clube ainda estava a caminho: aconteceu em 1968 e 1969. Nesse período o clube ganhou personalidade jurídica com registro do estatuto em cartório e filiação junto a Federação Fluminense de Futebol do antigo estado do Rio de Janeiro.

Assim, o clube começou a participar de campeonatos oficiais e amadores da federação. O primeiro foi o amador da Liga de São Pedro da Aldeia. No ano seguinte representaram o município de Casimiro de Abreu no campeonato das seleções do Estado do Rio de Janeiro. Durante os três anos que jogaram nesse campeonato foram campeões numa disputa entre oito clubes do estado.

Em 1970, o ROFC começou a ser reconhecido. O presidente Francisco do Nascimento ganhou o troféu desportivo da imprensa conferido pela Federação Estadual do Rio de janeiro.

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da Terceira Divisão do estado do Rio de janeiro, e há vinte anos se tornou um time profissional. Disputou a Segunda Divisão do campeonato estadual.

Em 1973, foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974, foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

O clube estréia no profissionalismo em 1978 na chamada Divisão de Acesso, correspondente à Segunda Divisão do estado do Rio de Janeiro. Volta em 1981 na Terceira Divisão recriada, mas não consegue o acesso. Disputa a mesma divisão em 1984, 1987, 1988 e 1989, quando se sagra campeão e sobe para a Segunda Divisão onde permanece no ano de 1990.

Em 1991, os times mais bem colocados do ano anterior passam a compor o Módulo "B" da Primeira Divisão e o Rio das Ostras passa a integrar a Segunda Divisão, que na verdade seria a Terceira. Participa também em 1992 e 1994. Licencia-se em 1995, só retornando ao profissionalismo em 1998 na Terceira Divisão, quando não consegue passar da primeira fase.

Em 1999, não participa de nenhuma competição. Volta em 2000 e é o terceiro colocado do Campeonato da Terceira Divisão. Em 2001, sagra-se vice-campeão do mesmo certame vencido pelo Clube Esportivo Rio Branco, de Campos.

Em 2002, na Terceira Divisão, é eliminado na fase semifinal e não consegue o acesso. No ano seguinte, perde também na semifinal para o Mesquita Futebol Clube.

Em 2004, se licencia dos campeonatos. Volta apenas em 2006 quando cai na segunda fase.

Em 2007, novamente pede licença do profissionalismo, fato que se repete em 2008, quando sai com a tabela já montada.

Uma história engraçada marcou um jogo dos juniores do Rio das Ostras contra o Vasco em 1989. O presidente do Rio das Ostras, Fernando de Oliveira Ferreira entrou em campo com chinelo e cinto para bater no juiz. O motivo foi porque aos 48 minutos do segundo tempo, marcaram um pênalti para o Vasco, que estava perdendo por 1x0. Após a confusão, o juiz confirmou o pênalti, mas o jogador do Vasco chutou para fora.

Conquistas

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da terceira divisão do estado do Rio de janeiro Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1989, e há 20 anos se tornou um time profissional e disputou a segunda divisão do campeonato estadual.
Em 1973 foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974 foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

Hino

Rio das Ostras minha paixão

Sempre serás um campeão

Tens alegria, tens muito amor.

Na simpatia do nosso torcedor

A tua glória na história vai ficar

E na alegria vou desfraldar

O alvinegro pavilhão

O clube do meu coração

Site

http://www.riodasostrasfutebolclube.com.br/

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Associação Atlética Portuguesa

A fundação da A.A.Portuguesa deve-se à uma feliz iniciativa dos Srs. Constantino Paiva e Joaquim Martins Leal, estabelecidos com o comércio de sacos vazios e usados. Convidando todos os seus colegas e empregados do mesmo ramo, fizeram uma excursão à cidade de Santos, estado de São Paulo, a fim de, com colegas do mesmo ramo naquela cidade, disputarem, num campo de futebol, o valor de duas equipes com as seguintes denominações: Cascões: Representantes (saqueiros) da Cidade do Rio de Janeiro e Cascas: Representantes (saqueiros) da Cidade de Santos.

Assim, justos e contratados, seguiram, devidamente uniformizados para o campo da "Associação Atlética Portuguesa" verificando-se que envergava a camisa da Associação Atlética Portuguesa Santista, o conjunto representativo do Rio de Janeiro. Desenvolvendo-se, admiravelmente de baixo de grande entusiasmo o encontro amigável. Foi juiz da partida, um diretor da Associação Atlética Portuguesa Santista, Sr. Santos Martins. O jogo terminou empatado em 1x1.

De regresso no dia imediato, era tanto o entusiasmo, que se principiou a formar palpites sobre uma organização capaz de receber ainda em condições no ano seguinte, uma embaixada em igualdade de condições a esta e procedente daquela cidade de Santos.

Assim, foi que em 17 DE DEZEMBRO DE 1924, se reuniu à Rua General Pedra, 207, casa esta do Sr. Luiz Souza Gomes, um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados, para em conjunto decidirem sobre a função de um clube e o seu respectivo nome.

Estando presente 30 iniciadores, às 20:30 do dia 17 DE DEZEMBRO DE 1924, o SR. Antônio Gomes Teixeira, um dos mais influentes, abre a sessão e convida para presidir os trabalhos, o Sr. Luiz Souza Gomes, e este, depois de aceitar, convida por sua vez, para secretariar a mesa, os Srs. Adriano Faria e Constantino Gonçalves.

Pelo Sr. Antônio Gomes Teixeira, foi proposto aos representantes que o clube em fundação deveria ter o nome de Associação Atlética Portuguesa, depois de alguns minutos em que ninguém ousou propor outro nome, decide-se por unanimidade de votos, criar o clube com o nome de: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA, sob uma calorosa salva de Palmas.

Na volta ao Rio, resolveram se organizar para um “jogo contra”. Portanto, em 17 de dezembro de 1924, Luiz Souza Gomes e um grupo de negociantes e empregados no ramo de sacos vazios e usados propuseram a criação de um clube também chamado Associação Atlética Portuguesa.

A Portuguesa também teve as suas façanhas internacionais, pois em 1956 fez uma excursão para a União Soviética, onde enfrentou o Dínamo Moscou e o Dínamo Tiblissi, mas a grande façanha foi derrotar o Club Atlético de Madrid por 2 a 1, em Madrid. Outro momento histórico ocorreu em 1976, quando a Portuguesa se sagrou campeã do Torneio Internacional Otávio Pinto Guimarães, ao ganhar do Benfica de Portugal na final realizada no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 3 vezes (1996, 2000 e 2003).

Hino

Salve salva a Portuguesa,
Com certeza,
Portuguesa Carioca
Me fascina, me domina
No peito se coloca,
O rubro verde é minha sina
O rubro verde é minha sina
Quero torcer, torcer
Por este clube quero ver vencer
Vencer, vencer com galhardia,
perder, perder com fidalguia,
Assim conta a sua história,
Não é só com a vitória que vem a satisfação,
Encara a brava raça lusitana,
Portuguesa soberana,
Do meu coração

Estádio

O Estádio Luso-Brasileiro é um estádio de futebol brasileiro pertencente a Portuguesa-RJ, localizado na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro.

O estádio foi inaugurado em 2 de outubro de 1965, na partida Portuguesa 0x2 Vasco, com um público de 8.565 pagantes. Os dois gols do Vasco foram marcados pelo atacante Zezinho, que curiosamente jogava antes na Portuguesa, sendo o primeiro um gol olímpico, talvez ajudado pelo vento que faz o estádio da Lusa ser conhecido como o "Estádio dos Ventos Uivantes".

Antes de se tornar estádio de futebol, o local abrigava o Jockey Club da Guanabara. A arquibancada principal, com sua imponente marquise, ainda é a original dos tempos em que o local sediava provas de turfe.

O Luso-Brasileiro viveu seu momento mais marcante no ano de 2005, quando uma parceria com o Botafogo de Futebol e Regatas, o Clube de Regatas do Flamengo e a Petrobrás colocaram estruturas metálicas tubulares em todo o trecho disponível do estádio, elevando sua capacidade para 30 mil torcedores, na disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, uma vez que o Estádio do Maracanã encontrava-se interditado para reformas visando aos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 e o Estádio Caio Martins desativado pela diretoria botafoguense.

Durante aquele tempo, o estádio foi denominado Arena Petrobras, a partir do direito de naming right. Nele foram instaladas arquibancadas tubulares e suas dependências foram reformadas, tudo numa iniciativa da Petrobras e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. As arquibancadas chegaram a ter capacidade para 30.000 pessoas.

Mascote

Zebra





Site

http://www.portuguesacarioca.com.br/ - fora do ar

domingo, 22 de março de 2009

Frigorífico Atlético Clube

O clube foi fundado em 7 de setembro de 1917 por funcionários da Brazilian Meat Company. A origem do nome está ligada ao surgimento do Frigorífico Anglo que, por sua vez, tem ligação com o ciclo do gado e com a Companhia Paulista de Estradas-de-Ferro. Em 1909 teve início a sua construção, sendo inaugurado em 1913, com a denominação de Cia. Frigorífica e Pastoril. A companhia inglesa West Smithfeld, empresa de sucesso no ramo de carnes, comprou uma antiga cervejaria situada na cidade, transformando-se em Matadouro Frigorífico, constituindo-se a mencionada Brazilian Meat Company.

O primeiro jogo da história do Frigorífico foi realizado a 7 de setembro de 1919 entre os dois quadros do clube, com a finalidade de inaugurar o campo de futebol da Vila Vestey e apresentar a banda de música recém-organizada. Embora a prática do futebol fosse uma atividade sazonal, limitada na época à chamada estação esportiva, o clube desenvolveu uma intensa atuação, chegando mesmo a ser considerado o melhor time do Estado, em virtude de uma série de 27 partidas invictas, só interrompida pelo Fluminense FC, em 1921, com a sua equipe integrada pela maioria dos jogadores que haviam levantado o tricampeonato carioca em 1919.

A realização deste encontro histórico foi uma iniciativa de Henry Welfare, da “Brazilian Meat Co. ” (a razão social °S. A. Frigorífico Anglo (só seria adotada no ano de 1941), e grande jogador do tricolor carioca, do qual foi um dos grandes goleadores. Welfare, que depois se transferiu para o Vasco da Gama, também atuou várias vezes pelo Frigorífico. O Fluminense foi calorosamente recebido com a realização de um banquete na plataforma de embarques do matadouro-frigorífico e o oferecimento de um cartão de prata alusivo à visita, momentos antes do jogo.
O jogo terminou com a vitória do Fluminense por 2x1, e se constituiu num grande evento social e esportivo. Infelizmente, as fotografias que registravam este acontecimento encontravam-se afixadas no vestiário do estádio da Vila Vestey e foram destruídas pela grande enchente de 1945, que danificou enormemente as dependências do clube.


Vista da arquibancada do estádio da vila Vestey no dia do jogo com o Fluminense FC, do
Rio de Janeiro, em 1921.

No dia 18 de abril de 1940, por iniciativa do Prefeito Paulo Fernandes, que já no dia 10 de março havia promovido a realização do “Torneio do Cinqüentenário”, reunindo todos os clubes do municipio, e que foi vencido pelo Central, era fundada a Liga Atlética de Barra do Piraí, que mais tarde passou a se denominar Liga Desportiva de Barra do Piraí, tendo como fundadores os clubes América, Brasil, Central, Fábrica, Frigorífico, Itacolomy (atual Cipec EC), Royal, Santana, Sublime e 1º de Maio.

A fantástica Máquina de fazer gols

78 gols em 18 partidas do campeonato –média de 4,3 por jogo–, 17 vitórias e um empate. Na foto, na festa do título, uma formação que participou da grande conquista. Considerado por muitos o melhor time Frigorífico de todos os tempos e até mesmo do próprio futebol fluminense da época, na semifinal do Campeonato Estadual de Clubes Campeões de 1943, organizado pela Federação Fluminense de Desportos, empatou em Mendes por 3x3 com o Icaraí FC, de Niterói, atuando quase todo o segundo tempo com apenas 10 jogadores. No jogo de volta, no estádio Caio Martins, o Frigorífico vencia o Icaraí por 3x2 na prorrogação (2x2 no tempo normal) quando o jogo foi suspenso por causa de um conflito provocado por dirigentes e torcedores do clube local, que invadiram o gramado inconformados com o terceiro gol alvinegro. Numa decisão arbitária, claramente facciosa, o Tribunal de Justiça Desportiva da FFD deu os pontos da partida para o clube niteroiense.
Após uma jornada exuberante, que compensou todos os esforços e sacrifícios desenvolvidos, o Frigorífico conquistou o ambicionado título de campeão barrense de futebol, com a circunstância honrosa de ter sido o primeiro a conquistá-lo de forma invicta.

O Profissionalismo

Em 1952, a Federação Fluminense de Desportos deu início à implantação do profissionalismo no futebol do Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi muito discutida, pois enquanto uns entendiam que o objetivo era fortalecer o futebol fluminense, outros a denunciavam como manobra centralizadora de poder, destinada a liquidar com as ligas municipais. De qualquer maneira, como se veria pouco depois, a iniciativa - na verdade um semiprofissionalismo – foi altamente nefasta aos clubes, arrastados todos a uma falência irremediável. Além disso, a transmissão de jogos do campeonato carioca pela TV foi altamente prejudicial, pelo processo de evasão de público que provocou nas pequenas cidades. O fato é que foi criado naquele ano o Departamento Estadual de Profissionais, ao qual logo aderiram os principais clubes de Barra Mansa, Nova Iguaçu, Paracambi, Paraíba do Sul, Resende, Três Rios e Volta Redonda. De Barra do Piraí, aderiram inicialmente o Adrianino e o Central. Só em 1953, Frigorífico, Royal e 1º de Maio ingressaram no profissionalismo, juntamente com o Fluminense, de Vassouras, e os clubes de Valença.

No Estadual de 1954 a equipe ficou no grupo da 2ª Zona junto com 1° de Maio de Piraí, Adrianino de Eng° Paulo de Frontin, Brasil Industrial e Tupy de Paracambi e Central e Royal de Barra do Piraí. O alvi-negro não se classificou, passaram de fase apenas Brasil Industrial, Central e Royal
As tradições e glórias do passado do Frigorífico A. C. chegaram ao seu ponto máximo no ano de 1955, quando a equipe conquistou o título da 2ª Zona do Campeonato Fluminense (não foi título estadual, como costuma ser divulgado). O campeonato estadual foi organizado entre os campeões de Niterói, Campos e Vale do Paraíba, sendo esta última região aquela da qual fazia parte o Frigorífico. Veja abaixo a campanha vitoriosa do clube naquele ano, quando enfrentou as seguintes equipes: Coroados (Valença), Royal (Barra do Piraí), 1º de Maio (Piraí), Benfica (Valença), Valenciano (Valença), Barra Mansa (Barra Mansa), Guarani (Volta Redonda) e Comercial (Volta Redonda)

Até chegar ao título máximo, o Frigorífico jogou 19 partidas, venceu 11 (uma por Wx0), empatou 5, e perdeu apenas 4. Marcou 45 gols e sofreu 27. No jogo contra o Royal, em Barra do Piraí, Nenzinho foi autor de 3 gols que deram a vitória ao Frigorífico por 4x3, assegurando a conquista do título. Cirineu, com certeza, se inscreve na história do clube como um dos seus maiores goleadores em todos os tempos.
Mas a difícil luta pelo título de campeão não terminava aí. A apenas duas rodadas do seu encerramento o Superior Tribunal de Justiça da então CBD, determinou a inclusão do A. A. Volta Redonda e 1º. de Maio SC na competição. Essa decisão, inoportuna, com o campeonato praticamente encerrado, provocou uma crise na FFD, apoiada por todos os filiados, que se recusaram a jogar com aquele clube. Esse fato levaria a FFD a proclamar a Volta Redonda campeã, sem disputar uma única partida. Chegou a ser marcado um primeiro jogo entre Volta Redonda x 1º. de Maio, que também não se realizou em face do desinteresse do clube de Santanésia de participar da polêmica questão. O “Jornal dos Sports”, de 18/12/55, noticiava:

“O OUTRO CAMPEÃO – O Frigorífico, primeiro colocado no certame de 1955, já havia garantido o título de campeão quando surgiu o caso da inclusão da A. A. Volta Redonda no certame. Tendo se unido aos demais seis clubes que não concordavam com o ingresso do novo concorrente, o Frigorífico, campeão de direito sacrificará a conquista gloriosa mas não arreda do seu ponto de vista.

Esta solução, entretanto, não chegou a ser adotada. Reuniões foram realizadas em Barra do Piraí e Volta Redonda, além de contatos pessoais do presidente da FFD, em busca de uma fórmula de conciliação. Uma sugestão propunha que Frigorífico e Volta Redonda, que desistiria de sua reclamação, formassem um combinado para representar o Sul do Estado nas eliminatórias que apontariam o representante fluminense na Taça Brasil. Finalmente, decidiu-se pela inclusão da própria Volta Redonda no torneio que apontaria aquele representante, solucionando assim o impasse que ameaçou a própria sobrevivência do Departamento Estadual de Profissionais da FFD.
Dessa forma, os dirigentes do Frigorífico também tiveram que desenvolver um grande esforço para ratificar nos bastidores da entidade um feito glorioso que seus valorosos atletas haviam conquistado galhardamente nos campos onde se legitima os grandes e verdadeiros campeões.
A festa de entrega das faixas aos campeões foi realizada no dia 13 de dezembro, por ocasião de um amistoso contra a Seleção Carioca de Amadores (Departamento Autônomo), que se preparava para excursionar à Europa. O jogo contou com a participação de todos os jogadores que atuaram no campeonato. O resultado final foi um empate de 4x4. Os gols do Frigorífico foram marcados por Ceoca, Nenzinho, Tarrachinha e Cunha.
Na oportunidade, foi prestada uma significativa homenagem ao extraordinário craque Zé Magro, que havia encerrado sua carreira um ano antes, depois de quase 15 anos de participação decisiva na conquista de tantas vitórias e títulos que engrandeceram o clube.

Reconhecimento

O título de 1955 do Frigorífico é sim Estadual, conforme reconhecido pela FFD em 1962.
A confusão aconteceu por causa da recusa de niteroienses e campistas de disputar o campeonato fluminense organizado pelo DEP (Departamento Estadual de Profissionais) a partir de 1953, levando a FFD a reclassificar o DEP em 1954 como campeonato do Vale do Paraíba e instituir o cruzamento entre os campeões do DEP/Campos/Niterói para apontar o “verdadeiro” campeão fluminense.
Esse ato contrariou os clubes sul-fluminenses que continuaram se considerando (com apoio de parte da mídia) disputantes do verdadeiro estadual.
Apenas em 1956 a FFD instituiu de fato o campeonato de zonas, extinguindo o DEP e criando a Divisão Departamental de Profissionais (DDP), mas por vezes chamada também de Divisão Estadual de Profissionais (DEP) criando confusão pela sigla IDÊNTICA à anterior.
Após vários recursos dos clubes sul-fluminenses em 1962 a FFD voltou atrás declarando todos os campeões do DEP de 53 até o seu final (Barra Mansa, Coroados e Frigorífico) campeões fluminenses, chamando os vencedores do cruzamento DEP/Campos/Niterói de supercampeões fluminenses, ou campeões extras em algumas fontes.
Após 56, são as zonas como as conhecemos, e assim fopi até 1977 (o último campeonato da FFD - o campeonato fluminense de 78 foi organizado pela FERJ, sem zonas)…
Campeonato fluminense é essa zona mesmo… No Campeonato Estadual de 1956, o Frigorífico ficou na Zona Sul Fluminense, junto com Adrianino, Barra Mansa, Central, AA Volta Redonda, e Comercial e Guarani também de Volta Redonda. Novamente a equipe de Mendes não passou de fase. Apenas o Central se classificou.
Em 1957, denovo na Zona Sul Fluminense, o Frigorífico não conseguiu ir além jogando contra as esquipes do Adrianino, Guarani, Resende e Riachuelo de Paraíba do Sul.
Em 1959, com outra fraca campanha, a equipe ficou na 1ª, 2ª e 3ª Zonas (Zona da Baixada/Sul Fluminense) junto com Adrianino, Barbará de Barra Mansa, Nacional de Duque de Caxias, Riachuelo e São Pedro de São João de Meriti, novamente a equipe mendense não seguiu adiante.
Em 1991 a equipe conseguiu chegar a Segunda Divisão do Estadual do Rio de Janeiro, junto de equipes conhecidas com Central, Barra Mansa, Entrerriense, Serrano de Petrópolis, Flamengo de Volta Redonta, Tupy de Paracambi. Também não conseguiu grandes resultados e deixou o torneio sem brilho.
Foi a última participação da Equipe mendende em competições estaduais. Depois disso o clube literalmente afundou.

Estádio


Zé Magro

Nome Oficial: Estádio Zé Magro
Capacidade: 1.000
Endereço: Travessa Vila Wesley - Mendes-RJ
Dimensões: 103 x 55 m
Proprietário: Frigorífico Atlético Clube

Homenagem: O nome do estádio é uma homenagem a um dos maiores jogadoresdo Vale do Paraíba e que vestiu a camisa alvinegra do Frigorífico no passado.

*Infelizmente o estádio apresenta-se atualmente em estado de abandono, embora o gramado e as balizas ainda sejam mantidos com algum cuidado, assim como parte das pinturas. As arquibancadas estão em estado muito precário, bem como os bancos de reservas.



Mascote
Inspirado no argentino Lorenzo Mola, que já havia anos fazia grande sucesso no “Jornal dos Sports” com suas caricaturas dos clubes que disputavam o campeonato carioca, Creso Pereira criou em 1946 figuras que simbolizavam os principais clubes da LDBP. A figura do “Marreta”, que a torcida e o clube adotaram carinhosamente, foi sugerida ao desenhista por Elmar Rocha, valendo-se da expressão “marreta”, grito de guerra da torcida do Frigorífico, muito usado principalmente como incentivo à uma jogada mais vigorosa. Coincidência ou não, a figura do “Marreta” tinha uma enorme semelhança com um torcedor muito valente do clube, de nome José Januário, conhecido popularmente como “Zé Macaco” – sobretudo no detalhe da camiseta –, que era quem abatia os bois a golpes de marreta no matadouro-frigorífico. Das figuras criadas por Creso Pereira, apenas o “Marreta”, simbolo do Frigorífico, caiu no gosto das torcidas, incorporando-se à história do clube.

Fonte :http://www.timesdobrasil.hd1.com.br/Rio%20de%20Janeiro/frigorifico.htm

segunda-feira, 9 de março de 2009

Friburguense Atlético Clube

O Friburguense Atlético Clube foi fundado em 14 de março de 1980 resultante da fusão do Fluminense Atlético Clube com o Serrano Futebol Clube, ambos de Nova Friburgo-RJ. O primeiro presidente foi Francisco Mastrângelo. Os principais fundadores foram: Francisco Sampaio, Jorge El-Jaick, Tuffy El-Jaick, João Bizzoto, Ernesto P. Faria e Henrique F. Leal.

Como homenagem especial e em atenção aos relevantes serviços prestados ao Fluminense Atlético Clube, é conferido ao Dr. César Guinle o título de Patrono do clube. O quadro social do Friburguense tem hoje mais de 1.300 sócios proprietários e sua área é de 41.500 m2 e está localizado na Rua Jardel Hotz, S/N – Olaria – Nova Friburgo - RJ, funcionando de terça a domingo.

No mesmo endereço, encontra-se o estádio Eduardo Guinle, com capacidade para 12 mil pessoas, dimensões oficiais de 105 m X 68 m e com iluminação.

A cidade de Nova Friburgo está localizada no centro-norte do Estado do Rio de Janeiro, a 846 m de altitude, com área de 938 Km2, e distante da em 136 km , Nova Friburgo é a cidade que mais se destaca no futebol na região capital serrana.
As cidades limites ao Norte, são os municípios de Sumidouro, Duas Barras, Bom Jardim e Trajano de Moraes; a Leste com o município de Macaé; ao Sul com os municípios de Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu; a Oeste com o município de Teresópolis.

Os principais resultados da equipe profissional de futebol começaram a surgir na década de 90. O clube já disputou 13 campeonatos estaduais e está na elite do Campeonato Carioca desde a conquista de 1997, que permitiu o acesso à primeira divisão. Desde então, o tricolor serrano nunca correu o risco de rebaixamento e já pregou muitas peças nos grandes clubes do Rio. O Friburguense foi 4° colocado no Estadual de 1999, vencendo Botafogo e Fluminense no Maracanã. O time também foi 4° colocado no Carioca de 2002. No ano de 2004 chegou as semifinais da Taça Rio, sendo eliminado pelo Vasco nos pênaltis por 5x4, após empate de 1x1 em pleno Maracanã. O bom desempenho de 2004, premiou o time com a inédita classificação para a Copa do Brasil de 2005.

No campeonato Carioca de 2007, o Friburguense terminou na 6° posição. Com esse desempenho, o Friburguense se qualificou para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C de 2007. Também pelo Carioca, sofreu a maior goleada no campeonato, perdendo de 7x0 para o Botafogo.

Em 2008, o clube iniciou uma reforma no estádio, inaugurando, em 2009, um placar eletrônico, vestiários para árbitros e assistentes e uma cabine para transmissão televisiva, para poder receber em casa jogos contra os quatro grandes times do Rio.

Estádio

O Estádio Eduardo Guinle é um estádio de futebol do Brasil, localizado no bairro do Parque São Clemente, em Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. Pertence ao Friburguense Atlético Clube.

O recorde de público no estádio ocorreu no jogo Friburguense 1x3 Botafogo em 1984, pelo Campeonato Carioca. Estiveram presentes 12.689 pagantes.

O estádio passou por uma reforma em 2008 e agora conta com placar eletrônico, doado pela suderj, que recebeu, como forma de homenagem, o nome de um dos ex-presidentes do clube, Doutor Nilson Homem de Castro, cabines para transmissão pela televisão e vestiário para os árbitros e assistentes.

Títulos

Campeonato Carioca - 2ª Divisão: 1997.

Hino

Friburguense! Friburguense!
Orgulho da nossa terra
Friburguense! Friburguense!
Salve o Tricolor da serra.

O azul do céu te pertence
Vermelho é sangue é ardor
O
branco, a paz de quem vence
Friburguense é vencedor.

Iremos, contigo, a qualquer lugar
Vibrando, cantando, como um torcedor
Que sabe o que é ter o prazer de ganhar
Que sabe o que é ter coração tricolor.

Nos montes, nas fontes, um manto de glória
No peito uma estrela de luz e paixão
Eu sou Friburguense e a sua história
É minha vitória é minha emoção.

Mascote

Seu mascote é o Vovô Chopão, uma referência ao fato de Nova Friburgo ser colonizada inicialmente por suíços e que, a partir de 1824, recebeu também as primeiras levas de colonizadores alemães.



Site

http://www.friburguense.com.br/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Guanabara Esporte Clube

Em 2004, de fato, foi neste ano que começou a história do Guanabara Esporte Clube. Incentivados pelo amor ao esporte, o Presidente Bruce Wolff, juntamente com seu pai, o Vice-Presidente Jan Wolff, deram início ao sonho de construir um clube de futebol.

Buscando homenagear o Brasil e o estado do Rio de Janeiro, o clube acabou por adotar o nome e as cores que mais traduziam esta tentativa. Não à toa, o clube passou a chamar-se Guanabara (referência ao antigo estado da Guanabara, atual Rio de Janeiro) e ter as cores azul, amarela e branca (presentes também na bandeira nacional).

Passada esta etapa, a parte burocrática foi resolvida e no mês de outubro, mas exatamente no dia 05, o Guanabara Esporte Clube passou a pertencer ao quadro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Em 2005, o que mais marcou foi, sem dúvida, a aquisição, através de um leilão, do estádio Mário Castanho, localizado em Araruama, Região dos Lagos / RJ.

A nova casa do Guanabara, agora re-batizada de Arena Guanabara, passou por grandes reformas de reestruturação do gramado, ampliação das arquibancadas e revitalização da fachada, assim como nas áreas externas mais próximas ao estádio, como calçadas e postes.

No período final do ano, já com as obras bem avançadas e já com capacidade para 10.000 pessoas, a Diretoria começou a montar o elenco e comissão técnica para a temporada de 2006.

Em 2006, Guanabara Esporte Clube efetivamente começou suas atividades. Em seu primeiro desafio, o clube da Região dos Lagos encarou uma Seletiva de acesso à Segunda Divisão do Campeonato Carioca que ocorreria no mesmo ano. A classificação veio e, de quebra, o Guanabara conquistou a artilharia da competição.

Com o estádio ainda em obras, o Guanabara começou em abril aquele que até então seria seu maior desafio: a disputa da Segunda Divisão de Profissionais do Rio. Utilizando o estádio Eucy Resende de Mendonça, em Saquarema, também na Região dos Lagos, o Guanabara surpreendeu a todos e tornou-se a grande 'zebra' da competição. Entre 24 clubes participantes, o Guanabara conquistou o impressionante terceiro lugar geral do torneio. E, de novo, teve o artilheiro da competição.

Já no segundo semestre, deu-se início a Seletiva que daria aos quatro melhores clubes o acesso a divisão de elite do futebol carioca no ano seguinte. O torneio, impugnado pela justiça, acabou não valendo nada. O mais marcante desta fase ficou por conta do tão esperado encontro entre o Guanabara Esporte Clube e sua torcida, no dia 02 de setembro, quando o estádio, totalmente reformado, abriu pela primeira vez seus portões ao público.

Em 2008,pela primeira vez em sua história, o clube auri-anil formou os juniores para a disputa do Campeonato Carioca. Com um elenco formado majoritariamente por atletas e profissionais de Araruama, o clube fez uma campanha razoável na competição. O desafio foi superado e a experiência aprovada.

Quando os profissionais entraram em atividade, também sem nenhum tipo de apoio e com escassos recursos, a Diretoria sabia que as pretensões não poderiam ser muitas. Mesmo assim, o clube mostrou sua força e chegou à 2ª fase do Estadual da Segunda Divisão.
Estádio

Adquirido em 2005, o então estádio Mário Castanho, agora re-batizado de Arena Guanabara, passou por obras de expansão em suas arquibancadas, revitalização das dependências e fachada e, por último, por uma grandiosa reforma de seu gramado. Capacidade 10000.

Guanabara, nossa alegria de viver.
Guanabara, nosso time sempre pronto pra vencer.
Guanabara, suas cores reluzidas no brasão...

Azul é o céu,
Amarelo é o sol,
Branco é a paz do futebol!
(2X)

A torcida, a torcida reunida,
Se empolga neste mar de alegria.
Nasceu na terra do Tupinambá,
Fazendo Araruama festejar!

Azul é o céu,
Amarelo é o sol,
Branco é a paz do futebol!
(2X)
Hino

Por Alexandre Martins e Laís Alfradique



Mascote
Leão - o Papão dos Lagos,















Site
http://www.guanabaraesporteclube.com.br/

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Bangu Atlético Clube

A origem do clube de futebol surgiu na Fábrica Bangu, que existia no bairro de mesmo nome na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Alguns britânicos que trabalhavam no local, especialmente o escocês Thomas Donohoe, apresentaram o esporte para os brasileiros, trazendo bolas de futebol ao Brasil , isto ainda no Século XIX, com a primeira partida sendo disputada em 1894 , embora a história "oficial" do início do futebol brasileiro não registre este fato, que conta com farta documentação reunida pelo historiador Carlos Molinari. A versão que indica Charles Miller como introdutor do futebol no Brasil procura desqualificar este momento, dizendo que os jogos realizados antes não o foram em campo com as medidas oficiais, nem com uma organização que previa, entre outras coisas, uniformes às equipes.

Em dezembro de 1903, o inglês Andrew Procter sugeriu a fundação de um “club”, após observar o entusiasmo de seus colegas. A fundação ocorreu em 17 de abril de 1904, quando foi fundado oficialmente o Bangu Atlético Clube.

O primeiro jogo aconteceu no dia 24 de Julho de 1904, contra o Rio Cricket and Athletic Association, clube de origem inglesa de Niterói , com derrota por 5 a 0, mas já no jogo seguinte, o Bangu conquistou a primeira vitória, 6 a 0 contra o Andaraí.

Em 1905, o Bangu foi um dos fundadores da atual Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e desde o início teve seu nome vinculado à classe operária fabril e ao bairro que carrega no nome .

No Campeonato Carioca de 1916 o Bangu terminou empatado com o Botafogo na segunda colocação. O campeão foi o América, com quem o Bangu faz o importante confronto, América versus Bangu .

O Bangu sempre teve tradição de revelar grandes jogadores e no final da década de 1920, lançou Domingos da Guia , lenda do futebol brasileiro conhecido como El Divino Mestre com passagens em outros grandes clubes do Brasil, Argentina e Uruguai e pai de outra grande revelação do Bangu, Ademir da Guia .

Em 1921, três importantes jogadores banguenses, Claudionor Corrêa, Américo Pastor e José de Mattos, foram convocados para defender a Seleção Brasileira no Sul Americano na Argentina, mas como eram operários da Fábrica Bangu, não foram liberados pelos seus chefes para disputar esta competição .

No ano de 1929 o Bangu ganha o curioso apelido de Mulatinhos Rosados . Há duas versões para esta história, sendo que na primeira o apelido levava em conta que o time do Bangu era formado basicamente por mulatos e como ao suarem a camisa desbotava,com as listras vermelhas parecendo rosadas, surgiu este apelido. Na segunda versão, o presidente de então do Bangu, Antônio Pedroso, para responder um dirigente adversário que dissera, "Como tem crioulo neste time", respondeu: "Crioulos não, mulatinhos rosados". A história se passando com o clube brasileiro pioneiro na luta contra o racismo no futebol brasileiro, deve ser entendida de maneira estremamente simpática e singela, se não folclórica .

Em 1933, a superioridade do Bangu na conquista de seu primeiro Campeonato Carioca foi incontestável, pois em 10 jogos venceu 7, empatou 2 e perdeu apenas 1, com 35 gols em 10 jogos, uma média impressionante de 3,5 gols por jogo . Na final Fluminense versus Bangu , vitória sobre o tricolor por 4 a 0 .

Um dos grandes jogadores da história do Bangu foi Zizinho ,tendo liderado o Bangu no final da década de 40 e início da de 50, conquistando o Torneio Início de 1950 , o primeiro título de um clube no Maracanã , o vice-campeonato carioca de 1951 e o Torneio Início do Torneio Rio-São Paulo, também em 1951 , na final carioca contra o América. Em 1959 o Bangu também foi vice-campeão carioca, empatado com o Botafogo, tendo estes dois clubes feito uma partida extra para decidir a segunda vaga carioca para a Taça Brasil. Alguns sites, incorretamente, apontam esta partida como decisão do segundo lugar.

Em 1960, novamente uma conquista pioneira: O Torneio Internacional de Nova York ao enfrentar o Sampdória (Itália), Rapid Wien (Áustria), Sporting Club Lisboa (Portugal), Estrela Vermelha (Iugoslávia), IFK Norrköping (Suécia), e Kilmarnock (Escócia), sob o comando de Élba de Pádua Lima (o "Tim"), talvez o maior estrategista que o futebol brasileiro conheceu, o Bangu vence invicto o primeiro torneio de futebol profissional realizado em terras norte americanas. Mais uma bela campanha, com 5 vitórias e 1 empate, 16 gols a favor e 3 contra (saldo de 13 gols). Também participaram desta competição, embora o Bangu não tenha chegado a os enfrentar, Bayern de Munique (Alemanha), Nice (França), Burnley (Inglaterra), New York Americans (EUA) e Glenavon (Irlanda do Norte), o que, dado o nível e a importância dos clubes envolvidos, é o suficiente para a caracterizar como um autêntico Campeonato Mundial.

Depois dos vice-campeonatos de 1964 e 1965, finalmente o Bangu reconquistaria o título do Campeonato Carioca em 1966, com 15 vitórias e 2 empates em 18 jogos, e com um 3 a 0 na decisão contra o Flamengo, já aos 3 minutos do segundo tempo, fazendo com que o atacante Almir Pernambuquinho, do Flamengo, arrumasse uma enorme briga para acabar com o jogo e não sofrer uma humilhação ainda maior .

Em 1967 o Bangu seria novamente Vice-Campeão no Campeonato Carioca, perdendo o título no último jogo para o Botafogo pelo placar de 2 a 1.

Em 14 de Março de 1970, jogando no Estádio de Moça Bonita , o Bangu empatou com a Seleção Brasileira que seria tricampeã mundial em 1 a 1 .

Em 1984, o Bangu foi Campeão da XIV President's Cup da Coréia do Sul, um torneio internacional de alto nível, em Seul na Coréia do Sul.

O Bangu em 1985 foi Vice-Campeão no Campeonato Carioca e Vice-Campeão no Campeonato Brasileiro , ao perder a final para o Coritiba nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal.

Em 1986, o Bangu participa pela primeira vez da Taça Libertadores da América, porém, seus resultados não foram nada agradáveis empatando 2(1x1 com o Coritiba e 3x3 com o Deportivo Quito) e perdendo 4 jogos(1x0 e 2x1 para o Barcelona de Guayaquil, 3x1 para o Deportivo Quito e 2x0 para o Coritiba).

Além dos títulos conquistados, o Bangu teve também, os artilheiros dos campeonatos cariocas de 1920 (Claudionor, 17 gols), 1922 (Pastor, 10 gols), 1930 (Ladislau da Guia, 20 gols), 1933 (Tião,15 gols), 1935 (Ladislau da Guia, 18 gols), 1963 (Bianchini, 18 gols), 1966 (Paulo Borges, 16 gols), 1967 (Paulo Borges, 13 gols) e 1984 (Cláudio Adão, 12 gols) .

Ladislau da Guia é até hoje o maior artilheiro da história do Bangu, com 215 gols. Irmão de Domingos da Guia e dos também jogadores do Bangu, Médio e Luiz Antônio, além de tio de Ademir da Guia, formam duas gerações de craques que o Bangu revelou para o futebol brasileiro. Outro jogador da época de Ladislau que merece ser lembrado é Fausto dos Santos, um volante de muita técnica e espírito de liderança, que na Copa do Mundo de 1930, ganhou o apelido de a Maravilla Negra da imprensa uruguaia .

No ano de 2001, o Bangu ganhou a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Assembléia Legislativa do estado do Rio de Janeiro, por ter sido o Primeiro Clube Brasileiro a escalar atletas negros em seu time, isto ainda em 1905. Esta foi, é, e será eternamente, a Maior Conquista do Bangu, dentro ou fora de campo.

Mas de 2004 o Bangu viveu um momento negro em sua gloriosa história,rebaixado para Série B do Carioca em 2004 após ser goleado pelo América-RJ,o time não voltou mais para Série A do Campeonato Carioca desde então,em 2005 o time chegou perto mas perdeu a vaga na elite para o Nova Iguaçu,em 2006 uma seletiva o promoveu a disputar a primeirona em 2007,porém com a anulação da seletiva o time foi obrigado a disputar a Série B do estadual novamente em 2007 onde também não conseguiu voltar.

Em 2008 o Bangu conseguiu voltar a elite do futebol carioca ao vencer o Campeonato Carioca da Segunda Divisão onde participou por 4 anos.

Títulos

Campeonato Carioca: 2 vezes (1933 e 1966).
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 3 vezes (1911,1914 e 2008).

Estádio

O Estádio Proletário Guilherme da Silveira ou Estádio de Moça Bonita é um estádio de futebol localizado no bairro de Bangu, Rio de Janeiro - RJ. Foi inaugurado no dia 17 de novembro de 1947, para substituir o antigo Estádio da Rua Ferrer, do Bangu Atlético Clube.

A primeira partida no Estádio Moça Bonita só ocorreu em 12 de dezembro de 1948, na partida vencida pelo Flamengo sobre o Bangu por 4 a 2. O primeiro gol no estádio foi de Joel Resende, do Bangu.

O Estádio de Moça Bonita teve capacidade de 15.000 pessoas, mas ataualmente o número de ingressos é reduzido pelas condições de segurança do público. O recorde de público é de 17.000 espectadores, na partida entre Bangu e Fluminense, no dia 3 de julho de 1949, que terminou empatada em 1 a 1.

Hino
O Bangu tem também a sua história a sua glória,
enchendo seus fãs de alegria.
De lá, pra cá, surgiu Domingos da Guia.

Em Bangu se o clube vence há na certa um feriado.
Comércio fechado, a torcida reunida até parece a do Fla-Flu,
Bangu...Bangu...Bangu.

O Bangu tem também como divisa na camisa,
O vermelho sangue a brilhar,
E faz cartaz, estouram foguetes no ar.

Foi em 1949 que o compositor Lamartine Babo, famoso por suas "marchinhas" de carnaval compôs os hinos dos clubes do Rio de Janeiro. A gravação, porém, só seria comercializada no ano seguinte, aproveitando a realização da Copa do Mundo no Brasil.

Mascote
Em 1981 muitos críticos esportivos diziam que faltava "peso na camisa" ao Bangu para enfrentar os grandes times do país. Talvez por isso, Castor de Andrade tenha colocado um adereço novo no uniforme alvirrubro. Se do lado esquerdo estava o distintivo desenhado em 1904 por José Villas Boas, do lado direito, agora, aparecia a mascote do time, justamente um castor, simbolizado por um simpático roedor preto, de cauda longa e empinada, em belíssima e eterna homenagem ao Grande Benemérito e futuro Patrono do clube.


Site

http://www.bangu.net

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Boavista Sport Club

Em 14 de outubro de 1961, habitantes da cidade de Saquarema fundaram o Esporte Clube Barreira, representante do município nos campeonatos de futebol. Esta agremiação nunca conseguiu grande destaque nos cenários regional ou nacional, mas chegou a ser campeã do Campeonato Estadual da Terceira Divisão em 1991. Suas cores oficiais eram verde, vermelho e branco.

Em 2004, um grupo de empresários comprou o clube e o fundou novamente com um nome diferente. Assim, em 10 de março daquele ano, surgiu o Boavista Sport Club, uma tentativa de dar à cidade de Saquarema um maior destaque no cenário futebolístico estadual. As cores mudaram para verde e branco e o investimento deu certo.

Herdando a posição do antigo Barreira, o Boavista já começou a disputar o Campeonato Estadual em sua segunda divisão. Logo na sua primeira participação, em 2004, ficou em segundo lugar, mas não conseguiu o acesso à elite do Rio de Janeiro. Mas o sonho do acesso não estava longe. Em 2006, a equipe foi campeã e finalmente ganhou o direito de disputar a primeira divisão e entrar em campo contra times mais famosos como Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco.

Em 2007 foi apenas o 11º colocado no Campeonato Carioca, onde venceu apenas 2 jogos, mas continuou na elite do futebol carioca em 2008.

No ano seguinte alcançou a 6ª colocação no Campeonato Carioca, ganhando o direito de participar do Série C do Campeonato Brasileiro. Disputou o Grupo 12 na Primeira Fase, terminando este na 2ª colocação. O clube assegurando a vaga para a fase seguinte com uma vitória de 6 a 0 sobre o Linhares (ES) na última rodada. Na Segunda Fase disputou o Grupo 22, onde foi eliminado na última colocação, encerrando a participação na Série C como apenas o 30º melhor time da competição.

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2006.
Vice-Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 2004.

Estádio

O Estádio Eucy Resende de Mendonça foi construído no municipio de Saquarema para abrigar jogos do antigo Esporte Clube Barreira, hoje o Boavista Sport Club.

Tem capacidade para 12.000 pessoas e é um estadio seguro e bem localizado.

Mascote

A mascote do Boavista é o herói dos quadrinhos Hulk. Naturalmente, a razão é a semelhança entre a cor do personagem e da camisa do clube, já que são ambos verdes.



Site
http://www.boavistasc.com.br/

domingo, 18 de janeiro de 2009

Resende Futebol Clube

Fundado em 1909, o tradicional Resende Futebol Clube é um dos times mais antigos do Brasil, sempre atuante e presente na evolução histórica do município.

Seu estádio começou a ser erguido no ano de 1916, durante os festejos da visita de Santos Dumont, o “Pai da Aviação”, à cidade. Localizado no centro nervoso urbano, hoje cercado de prédios, o Estádio dos Eucaliptos e a sua sede social, além da prática do futebol do time profissional vencedor, agasalhou e ainda recebe atividades sociais, recreativas e educacionais com grande participação na vida dos cidadãos de Resende.

Em agosto de 2006, após anos de paralisação, o Resende Futebol Clube celebrou parceria com a empresa Gol de Placa e iniciou a participação no Campeonato da 3ª. Divisão de Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, classificando-se para o da 2ª. Divisão em 2007.

Em apenas um ano e meio com dois campeonatos disputados, numa ascensão meteórica, o Resende FC foi Campeão da 2ª. Divisão de Profissionais de 2007, credenciando-se a disputar em 2008 a 1ª. Divisão do Campeonato Estadual.

Destaque-se, ainda, que um dos focos principais de nossa agremiação, senão o maior de todos é o Projeto Estrela, que trabalha pela nossa juventude com a massificação esportiva tendo a educação como base, trazendo oportunidade de inclusão social para os menos favorecidos, numa parceria estabelecida com a Prefeitura.

Estádio

Estádio do Trabalhador
Capacidade 10000
Inauguração: 01/10/1992

Títulos

FUTEBOL AMADOR

1981 – Campeão da categoria Dente de Leite, no Torneio Prefeito Noel de Carvalho.
1982 – Campeão do Torneio Juniors da Cidade de Resende.
1983 – Campeão da Categoria Mirim, na Copa da Cidade de Resende.
1983/84 – Bicampeão da Mini Copa Dente de Leite.
1985 – Campeão Amador da Cidade de Resende.
1987 – Campeão da Primeira Fase do Torneio Brasil e USA.
1990 – Campeão de Juniores da Liga Desportiva de Resende.
1991 – Vice Campeão da categoria mirim da cidade de Resende.
2000 – Vice Campeão Juvenil do Troféu Brasil.
2003 – Vice Campeão Infantil da Copa João Queiroz.

FUTEBOL PROFISSIONAL

2007 – CAMPEÃO DA 2ª. DIVISÃO DE PROFISSIONAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Apelido: Gigante do Vale

Site

http://www.resendefc.com.br


quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

América Football Club

Após uma cisão no Clube Atlético da Tijuca seus dissidentes passaram a se encontrar na casa de um deles, Alfredo Mohrstedt, para fundar uma nova agremiação.

A reunião aconteceu no dia 18 de setembro; estavam presentes, afora seu proprietário, Henrique Mohrstedt, Oswaldo Mohrstedt, Gustavo Bruno Mohrstedt, Alfredo Guilherme Koehler, Alberto Koltzbucher e Jayme Pereira Machado.

Surgiram três propostas para o nome do clube: Oswaldo Mohrstedt propôs Rio Football Club , em homenagem à Cidade, Henrique Mohrstedt sugeriu Praia Formosa Football Club, por ser o nome da rua em que o clube estava sendo criado, mas a proposta aceita por todos foi a de Alfredo Koehler: America Football Club, em homenagem ao continente como um todo.

A primeira partida oficial aconteceria no dia 6 de agosto de 1905, num amistoso com o já estabelecido Bangu Atlético Clube (apesar de oficialmente em 17 de abril de 1904, os operários brasileiros e dirigentes ingleses já praticavam esportes nos terrenos e nas dependências da fábrica de tecidos que lhe deu origem desde o final do século XIX).

A primeira partida oficial aconteceria no dia 6 de agosto de 1905, num amistoso contra o Bangu Atlético Clube, os inexperientes americanos foram derrotados por 6x1. Nesse jogo, o jovem estudante de medicina paulista Amilcar Teixeira Pinto se tornou o primeiro jogador a marcar um gol defendendo o America. A escalação do time foi Oswaldo Mohrstedt; Francisco Pinto e Gustavo Bruno; Romeu Maina, Amilcar Teixeira Pinto (capitão) e Nabuco Prado; Alfredo Koehler, Jaime Pina, Durval Medeiros, J.Bermuder e Gustavo Garnett.

O America atuou com seu primeiro uniforme, que perduraria até 1908: camisas e meias pretas, calções e gravata brancos. Uma curiosidade: se observar com cuidado, pode-se constatar que a camisa americana apresentava sete botões: dois no colarinho e cinco na camisa; eles simbolizavam cada um daqueles sete idealistas que, em 1904, fundaram um clube que se tornaria, brevemente, uma das glórias do esporte brasileiro. Posteriormente, o jogador, técnico e dirigente Belfort Duarte adotou o uniforme rubro.

O primeiro jogo oficial foi travado contra o Bangu, perdendo por 6 a 1. O inexperiente time foi facilmente derrotado, mas ali o jovem estudante de medicina paulista Amilcar Teixeira de Castro marcou o primeiro gol da história americana.

O primeiro campo do América foi num terreno baldio, pertencente a Estrada de Ferro Rio D'Ouro, à Rua Pedro Alves. Em 12 de agosto de 1906, houve a transferência para a Rua São Francisco Xavier, 78. Como este campo não tinha as medidas para a disputa de partidas da primeira categoria, precisou-se indicar, em 1908, o campo do Bangu, na Rua Ferrer e em 1910, o do Fluminense, na Rua Guanabara (atual avenida Pinheiro Machado).

Em 1911 o América finalmente conseguiu um bom campo de futebol, na Rua Campos Sales na Tijuca, após a fusão com o Haddock Lobo Football Club, dono do campo. A fusão e a manutenção do nome e das cores do América após a mesma foi conseguida graças à habilidade dos dirigentes do América. Com o Haddock Lobo passando por uma crise financeira, a diretoria americana sugeriu a fusão entre os dois clubes tijucanos. O novo clube, de acordo com a proposta inicial, se chamaria Haddock Lobo-América Football Club.

Aceita a fusão, aos poucos os dirigentes rubros convenceriam os do Haddock Lobo a manter o vermelho e branco americanos nas cores do novo clube (o Haddock Lobo era alvi-marrom), e depois a manter o nome da agremiação como América Football Club. A fusão entre os dois clubes, na prática, acabou sendo apenas uma aquisição dos terrenos do Haddock Lobo e integração dos atletas do Haddock Lobo (entre eles Marcos Carneiro de Mendonça), já que a identidade do América permaneceu inalterada.

Já reforçado pelos atletas do Haddock Lobo, o América ganhou mais jogadores com a extinção do Riachuelo Football Club, em 1911. Além dos atletas, ex-sócios dessa agremiação se integraram ao clube rubro. Assim, o América fortalecia suas bases para em breve figurar entre os maiores clubes do Rio de Janeiro.

No dia 18 de Setembro de 1912 o América realizou a primeira partida internacional de sua história, tendo sido derrotado pela Seleção Chilena de Futebol pelo apertado placar de 3 a 2.

O América começou a se firmar entre os grandes do Rio de Janeiro em 1913, quando conquistou o Campeonato Carioca com 12 vitórias e apenas 3 derrotas, ao derrotar o São Cristóvão em 30 de Novembro por 1 a 0 com gol de Gabriel de Carvalho aos 8 minutos de jogo. Numa partida deste campeonato, o americano Belfort Duarte colocou a mão na bola dentro da área e como o árbitro não viu, ele se acusou e o pênalti foi marcado. Jogador que nunca foi expulso em sua carreira, Belfort Duarte virou nome de prêmio oferecido aos jogadores mais disciplinados, aqueles que nunca fossem expulsos em sua carreira.

Nesta campanha, o América somou mais pontos nos dois turnos e foi o campeão. Uma curiosidade marcou este título: a força dos cartolas americanos.

No segundo turno, o time se recusou a enfrentar o São Cristóvão em terreno público, em um campo sem cercas, na Praça General Deodoro, atual estádio do adversário. A liga aceitou os argumentos e jogo foi transferido para o dia 23 de novembro.

Um simples empate consagraria o Alvirubro, mas o time perdeu por 1 a 0. Os dirigentes americanos conseguiram comprovar que o oponente atuou com um atleta que não estava inscrito, anulando a partida. Finalmente, no dia 30 do mesmo mês, outra disputa é marcada para as Laranjeiras e, finalmente, o América consegue seu primeiro título.

O segundo título americano ocorreu em 1916, quando o clube novamente conseguiu somar mais pontos que seus adversários. O vencedor de 1922 teria o charme de ser conhecido como "o campeão do centenário da independência do Brasil". Neste ano, o América conseguiu o feito, liderado por Osvaldinho, um meio-campo de estilo clássico, cuja elegância dentro e fora de campo lhe renderam o apelido de “Divina Dama”. Até hoje ele é considerado o melhor jogador da história do alvirrubro.

O Divina Dama, ao lado de Pennaforte e Floriano, conquistou em 1928 outro título estadual para o clube. O quinto Campeonato Carioca do América, em 1931, ocorreu em uma competição muito confusa, na qual o Botafogo ameaçou sair. Na rodada final, o Vasco possuía um ponto a mais que os americanos. A vitória só foi confirmada quando a equipe rubra bateu o Bonsucesso e o os cruzmaltinos perderam para o Botafogo por 3 a 0.

Em 1935, houve dois campeões cariocas, o Botafogo e América. O alvinegro pela recém-criada Federação Metropolitana de Desportos, a FMD, e o América pela Liga Carioca de Football,a LCF. Sem Botafogo, Vasco, São Cristóvão e Bangu, o time americano conseguiu seu título batendo Fluminense e Flamengo, mas isso aconteceu de forma surpreendente, pois se encontrava em uma grande crise financeira. A equipe deste ano ficou conhecida como “Tico-Tico no Fubá”.

Um dos feitos lembrados pelos torcedores do América foi o jogo contra o Peñarol, time base da seleção uruguaia campeã da Copa do Mundo de 1950, em 1951. No dia 18 de julho, o estádio Centenário recebeu o alvirrubro em um jogo festivo para comemorar o feito. Os torcedores e jogadores do Peñarol acreditavam em uma vitória fácil, o que não ocorreu. Os cariocas lutaram bravamente e conseguiram vencer por 3 a 1.

Após 15 anos, o América ergueu sua última taça do Campeonato Carioca. A competição desta vez reunia os principais clubes do estado. Após muitos vices, os americanos, liderados pelo jovem técnico Jorge Vieira, 24 anos, puseram fim no longo período de jejum em 1960.

A equipe chegou perto novamente em 1971, quando conseguiu a Taça Guanabara, o título do primeiro turno, e em 1982, quando, liderados por Edu, conquistou a Taça Rio, o segundo turno da competição. Porém, não teve sucesso na final.

Em 12 de junho de 1982, o América conquistou o Torneio dos Campeões, competição organizada pela C.B.F. nos moldes do Campeonato Brasileiro, contando com a presença dos maiores clubes do Brasil, derrotando na final o Guarani(SP), por 2 a 1 [12]. Neste ano, o América conquistou também a Taça Rio, segundo turno do Campeonato Estadual do RJ ao vencer o Fluminense na última rodada por 4 a 2.

Em 1986, o América conquistou a melhor colocação em Campeonatos Brasileiros da 1° Divisão, chegando em quarto lugar.

Até 1986 disputou todas as edições do Campeonato Brasileiro na Série A e era então, segundo o Ranking da CBF daquela época, a 13ª equipe mais bem classificada na história do torneio. Naquele ano, inclusive terminou o Campeonato Brasileiro em 3° lugar, levando 50.502 espectadores pagantes ao Maracanã na semifinal em que empatou de 1 a 1 contra o São Paulo FC.

No ano seguinte foi criado o Clube dos 13 que organizou, com o aval da CBF a Copa União. O América foi excluído da disputa pelos organizadores desta copa e recusou-se a disputar a 2ª Divisão. Manteve-se afastado de competições oficiais por um ano e ao retornar manteve-se longe da tradição histórica, caindo agora no campo para a segunda divisão. Problemas institucionais com a CBF e com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro impediram o América de continuar a sua trajetória como anteriormente.

O processo de recuperação do clube começou em 2000 com a inauguração do Estádio Giulite Coutinho e uma grande reestruturação financeira, fiscal e patrimonial. Este processo refletiu-se no departamento de Futebol, com a classificação para a Copa do Brasil em 2004 e 2005.

Em 2006 o clube voltou a seus tempos de glória, sendo a grande sensação do Campeonato Carioca: teve a melhor campanha nas fases classsificatórias, foi finalista da Taça Guanabara e também semifinalista da Taça Rio. Na final da Taça Guanabara, contra o Botafogo, quando a não marcação de um pênalti a favor do América poderia ter mudado a história desta taça e do próprio campeonato, estiveram presentes cerca de 45 mil espectadores, o maior público do torneio. Além disso teve 4 jogadores e seu treinador eleitos para a seleção deste campeonato, em que terminou na terceira colocação, posição repetida por 14 vezes pelo América na história do Campeonato Carioca. Com esta campanha, garantiu presença na Copa do Brasil de 2007.

Sua boa fase foi confirmada na Taça Guanabara de 2007, sendo semifinalista novamente, vencendo os clássicos contra Vasco (2 a 1), Fluminense (2 a 0) e Botafogo (2 a 1). Agora o América prepara-se para, no Século XXI, retornar a sua trajetória de sucesso.

2008: O pior ano da história do América

Para o ano de 2008 o América apostou no inexperiente técnico Ademir Fonseca, mas após derrota sofrida na estréia para o Duque de Caxias, este técnico foi demitido, sendo substituido interinamente por Jorge Vieira, responsável pelo futebol do clube e que foi o técnico campeão carioca pelo clube rubro em 1960 e posteriormente por Amarildo Tavares da Silveira, ex-jogador da Seleção Brasileira, apelidado de "O Possesso". Ainda na Taça Guanabara foi contratado Gaúcho, para enfim tentar tirar o time da incômoda situação de ter de lutar contra o rebaixamento no Campeonato Carioca, o que apesar da reação da equipe rubra na Taça Rio não adiantou, pois o América foi rebaixado em 5 de abril, o que ocorreu pela primeira vez em sua história, tendo disputado até então, 100 campeonatos cariocas da primeira divisão, atrás apenas de Fluminense e Botafogo em número de presenças nesta competição.

Títulos

Campeonato Carioca: 7 vezes (1913, 1916, 1922, 1928, 1931, 1935 e 1960).

Torneio dos Campeões: 1982.

Estádio

Foi inaugurado em 23 de janeiro de 2000 no jogo America 3 x 1 Seleção Carioca. Tendo o atacante Sorato, do America, feito o primeiro gol no estádio. O campo de jogo mede 105m x 70m.

Com capacidade para 16.000 espectadores, com ampliação já prevista para 32.000; campo de jogo nas dimensões do Maracanã, localizado no município de Mesquita, na região da Baixada Fluminense, entre importantes municípios em PIB do Estado do RJ (Duque de Caxias – R$6 bilhões e Nova Iguaçu- R$3 bilhões). Seu recorde de público foi no jogo América 2 a 2 Flamengo, com 9.009 pagantes, em 5 de março de 2006.

No estado do Rio de Janeiro somente o America e o Vasco têm estádios próprios.

Hino

De autoria de Lamartine Babo

Hei de torcer, torcer, torcer...
Hei de torcer até morrer, morrer, morrer...
Pois a torcida americana é toda assim
A começar por mim
A cor do pavilhão é a cor do nosso coração
Em nossos dias de emoção
Toda torcida cantará esta canção
Tra-la-la-la-la-la
Tra-la-la-la-la-la
Tra-la-la-la-la
Campeões de 13, 16 e 22
Tra-la-la
Temos muitas glórias
E surgirão outras depois
Tra-la-la
Campeões com a pelota nos pés
Fabricamos aos montes, aos dez
Nós ainda queremos muito mais

América unido vencerás!

Mascote

A mascote do América é um diabo por causa da cor vermelha adotada pelo clube em 1908.


Site
http://www.america-rj.com.br