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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Roma Esporte Apucarana

A equipe do Roma foi fundada no dia 6 de Dezembro de 2000 em Barueri, São Paulo, com os investimentos da empresa Roma Incorporadora através da iniciativa do empresário João Wilson Antonini.

Em sua primeira competição, o time de Barueri conquistou o vice-campeonato Sub-20 da Segunda Divisão em 2000, e na sua primeira Copa São Paulo de Futebol júnior foi campeão.

Logo após a obtenção do título, o Roma transferiu sua equipe futebol para Apucarana, norte do Paraná, para a disputa da Terceira Divisão Estadual no ano de 2001. Foi estabelecida uma parceria com a prefeitura da cidade e a equipe foi montada com uma boa parte dos juniores campeões da Copa São Paulo, obtendo neste ano a vaga para a Segunda Divisão.

No ano de 2002, realizou boa campanha na divisão de acesso do Campeonato Paranaense e conquistou a quarta vaga para a Série Ouro. No ano seguinte, 2003, estreou na 1ª Divisão do Futebol Paranaense se destacando logo no primeiro jogo contra o Paraná Clube vencendo o time da capital por 3 x 1. No entanto, naquele ano conquistou somente o 11º lugar, atendendo as expectativas iniciais de não ser rebaixado.

Observa-se que em poucos anos a Roma apresentou significativa evolução alcançando a primeira divisão do Paranaense. Sendo que, nos dois anos seguintes (2004 e 2005), o time de Apucarana se classificou entre as oito melhores equipes do estado. Com destaque ao ano de 2005, chamando a atenção pelas três vitórias sobre as equipes da capital: vencendo o Paraná Clube duas vezes (1 x 0 e 3 x 1) e o Coritiba, uma (1 x 0) . Nesta temporada, a equipe revelou o atacante Caetano, despertando o interesse do Atlético Paranaense que contratou o jogador.

Em 2006, o Roma não foi além da primeira fase no Campeonato Paranaense, todavia, terminou o ano com expressivos resultados em vista da boa administração e organização da equipe no segundo semestre. Resultando na maior conquista da equipe, o título da Copa dos 100 Anos do Futebol Paranaense, que deu o direito aos Roma de Apucarana participar do Campeonato Brasileiro Série C de 2007 e da Copa do Brasil de 2008, ocasionando grande repercussão em todo Estado dando imensa alegria aos dirigentes, jogadores e torcedores de Apucarana.

No ano, 2007, a equipe não conseguiu repetir a ótima campanha da Copa dos 100 anos no Campeonato Paranaense Série Ouro, e o Roma acabou sofrendo o rebaixamento. Contudo, em sua primeira participação nacional disputando o Campeonato Brasileiro da série C, o Roma apresentou uma boa campanha com destaque à vitória fora de casa sobre o Atlético Paranavaí atual Campeão Paranaense por 4 x 1, não sofrendo nenhuma derrota obtendo a classificação na primeira fase como 1º lugar do grupo. Já na segunda fase a classificação para a terceira escapou por pouco, se classificando em terceiro lugar do grupo com o mesmo número de pontos, porém com menor saldo de gols que o Bragantino-SP, segundo colocado. Terminado sua participação na 17º. colocação na classificação geral dentre os 64 participantes.

Em 2008 participou da Copa do Brasil sendo eliminado na 1ª. Fase pelo Volta Redonda do Rio de Janeiro. Participou do Campeonato Paranaense série Prata, no entanto, não conseguiu ascender para a Série Ouro, obtendo a 5ª. Colocação. Participou com sua equipe de juniores da 49ª. Copa Tribuna do Paraná com excelente participação revelando os jogadores para a equipe profissional e outras equipes brasileiras.

Títulos

Vice-Campeonato Paranaense Série Prata: 2002.

Copa dos 100 Anos da FPF: 2006.

Estádio

Bom Jesus da Lapa
Capacidade: 15 mil lugares


Site
http://www.romaesporteapucarana.com.br

segunda-feira, 30 de março de 2009

Apucarana Atlético Clube

No mês de dezembro de 1975, foi fundado na “Cidade Alta” o Apucarana Atlético Clube (AAC). Dois anos depois, sob o comando do treinador Wander Moreira, que ainda reside no município, à equipe ganhou o Campeonato Paranaense da Segunda Divisão, derrotando o Tabu, de Clevelândia, por 1 a 0. Com o isso, o time garantiu o acesso para o futebol de elite do Estado em 1978.

Em 1980, o “Dragão do Norte”, como era chamado por sua torcida, se licenciou do Estadual da Primeira Divisão e voltou a competir em 1984, quando novamente obteve o título da Segundona, agora sob o comando técnico de Áureo Francisco “Caixote” Silva. Um ano depois, o AAC foi campeão do Torneio da Soja permanecendo na Primeira Divisão até 1996. Em seguida, com muitas dívidas, o clube acabou sendo desativado.

Os principais destaques do AAC foram os jogadores Orlandinho, Zé Carlos, Warta, Canhoto, Clodoaldo, Zé Carlos Amaral, Cafezinho, Gil, Carlão, Roberto Morais, Nilton Pelegrini, Heraldo, Wilson Prudêncio, Milton, Galo, Castro, Carlos Eduardo, Marcão, Cleomir, Júlio e Vidotti.

Destes, o que mais se destacou foi o meio-campista carioca Milton. Ele atuou no Apucarana em 1987 e no ano seguinte foi vendido ao Coritiba. Em 88, fez um excelente Campeonato Brasileiro pelo “Coxa” e acabou sendo convocado para a Seleção Brasileira, a qual disputou os Jogos Olímpicos de Seul, na Coréia do Sul. O Brasil ganhou a medalha de prata, numa equipe que ainda contava com Taffarel, Jorginho, Neto, Bebeto e Romário.

Títulos

Campeonato Paranaense da Segunda Divisão: 2 vezes (1977 e 1984).

Estádio

Bom Jesus da Lapa

Capacidade 12.000
Inauguração: 28/01/1967

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Clube Atlético Monte Alegre

Era fundado em 01 de maio de 1946 na cidade de Monte Alegre (atual Telêmaco Borba), por funcionários e com o apoio da presidência das Indústrias Klabin de Papel e Celulose, o CLUBE ATLÉTICO MONTE ALEGRE. As suas cores oficiais eram o preto e branco.

Durante os seus primeiros anos de vida, a equipe se dedicou ao futebol amador. Em 15 de novembro de 1949 realiza a sua primeira partida contra uma equipe profissional, foi contra o Ferroviário de Curitiba que venceu por 6 a 3.

Em 1951 a equipe solicita a sua inscrição no campeonato paranaense, o que é prontamente aceito pela entidade máxima do estado. A primeira partida oficial da equipe foi em 13 de maio de 1951 contra o Palestra Itália em Curitiba e perdeu por 2 a 1. Nesta sua primeira temporada a equipe ficou no bloco intermediário, vencendo 7 partidas e perdendo 9 partidas, sem empatar nenhum jogo. Marcou e sofreu o mesmo número de gols: 31.

A grande conquista da equipe ocorreu em 1955, com o título paranaense sendo decidido com o Ferroviário de Curitiba em três partidas. Para conquistar o título a equipe disputou 28 partidas, com 18 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Marcou 79 gols e sofreu 41 gols.

Em 1957, alegando dificuldades financeiras para se manter no futebol profissional, a equipe solicitou o seu licenciamento do campeonato. Tentou em 1965 e 1967 retornar aos campeonatos profissionais, mas não obteve permissão da Federação Paranaense de Futebol.

Estádio

Jogava no Estádio Horácio Klabin, com capacidade para 12.000 espectadores.

Títulos

Campeonato Paranaense: 1955.

Após 53 anos da maior conquista esportiva da história, da então Monte Alegre hoje Telêmaco Borba, o título de Campeão Paranaense de Futebol Profissional, o primeiro clube do interior a obter essa façanha, o CAMA – Clube Atlético Monte Alegre apresentou o projeto “O retorno da Pantera Negra ao futebol de campo do Paraná”.

De acordo com o presidente social do clube, Gilson Vieira da Silva, o projeto vem sendo estruturado há mais de um ano pela empresa Scopo Sports – Consultoria de Formação de Equipe Profissional de Futebol.

“Nesta oportunidade deveremos apresentar aos setores públicos e a iniciativa privada o retorno da Pantera Negra ao cenário futebolístico,mas isso só será possível com o apoio de todos”, destaca Gilson.

A empresa fez um estudo sobre os custos para filiação junto a Federação Paranaense de Futebol (FPF), o levantamento sobre os documentos necessários, necessidade da cessão do estádio municipal Péricles Pacheco da Silva (Minicentro Esportivo), desenho e foto dos uniformes.

Os estudos verificam as parcerias com a atual Associação Desportiva de Telêmaco Borba, necessidade de alojamento e local para ser realizado os treinamentos, alimentação, transporte, entre outros fatores necessários para o funcionamento de um clube de futebol.

A priori o CAMA espera participar de competições como Taça Paraná, utilizando basicamente atletas radicados no município, e no futuro ingressar na 3ª Divisão do Paranaense de Futebol.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Nacional Atlético Clube Sociedade Civil

Fundado em 28 de Abril de 1947, o NACIONAL ATLÉTICO CLUBE, de Rolândia, cidade próxima a Londrina, na região norte do Paraná, é um clube que aposta na organização para se tornar grande.
Viveu grande parte da sua história apenas como coadjuvante nas competições estaduais. Nos anos 90, porém, resolveu investir na formação de atletas, criou um centro de treinamento de 69.000 metros quadrados, que conta com três campos de dimensões oficiais, alojamento para 80 pessoas e salão de convenção e reuniões. Com 23 atletas, entre juniores e profissionais em seu departamento de futebol, a equipe começou a colher frutos em 98, quando conquistou o título do paranaense da Série A III.

Sua ultima grande conquista foi o Campeonato Paranaense - série A I de 2008.

Apesar de ter disputado oito vezes o Campeonato Paranaense, o Nacional nunca enfrentou um time de Curitiba. Nos anos 60, o time participou da Zona Norte, da qual o campeão o título com o vencedor da Zona Sul. Em 1997, quando retornou à primeira divisão, o NAC ficou num grupo com outros considerados "pequenos". A sina pode se repetir em 2004, ano de um novo retorno à elite. Se não passar da primeira fase, a equipe de Rolândia mais uma vez não conhecerá a estrada para Curitiba. Em seus únicos títulos estaduais, o Nacional teve o mesmo treinador. Foi com Itamar Bernardes, que o time venceu o Campeonato Paranaense da Série A-2, em 1998, e do da Série A-1, em 2003. Nos anos 70, o bicheiro Carlos Meiss era o mantenedor do Nacional. Além de pagar altos salários para um time do interior, ele dotava a equipe de alguns confortos. Para uma partida em Toledo, os jogadores viajaram de avião, saindo de Londrina. Um luxo na época.

Estádio

O Nacional manda seus jogos no Estádio Municipal Eric George, que tem capacidade para 5.000 pessoas. O recorde de público, que registrou a capacidade total do estádio, ocorreu durante um amistoso da equipe local contra o Atlético Paranaense.

Títulos

Campeonato Paranaense - Série Prata: 1970.
Campeonato Paranaense - Série Prata: 2003.
Campeonato Paranaense - Série Prata: 2008.
Campeonato Paranaense - Série Bronze: 1998.

Hino

O Nacional Atlético Clube No Paraná é um orgulho sem par É forte, é resoluto Também absoluto Porém as suas cores saberemos honrar O trio final É feito de cimento armado Os nossos alfes São todos homens bronzeados A nossa linha É dona de qualquer gramado Diremos Diremos Vitória quase sempre,
Vamos pois vencer.

Mascote
Guerreiro Alemão - Roland

Site
http://www.nacionalclube.com.br/

domingo, 1 de fevereiro de 2009

União Bandeirante Futebol Clube

O União Bandeirante Futebol Clube foi criado em 1964, com o fim exclusivo de participar do Campeonato Paranaense de Futebol profissional. O primeiro nome do clube foi denominado de Usina Bandeirante Futebol Clube, com a idéia de se propagar o nome da indústria dirigida pelos seus fundadores. Com a fusão com o Guarani, foi sugerido o nome de União.

Com a tradição e a garra que hoje identificam o União e a simpatia que cerca o clube já o transformou em um time de âmbito regional. O crescimento do clube deve-se muito a chegada do campeão mundial de 58 Nilton De Sordi, contratado pelo presidente A. Meneghel nos anos 60 para a lateral-direita do União e atraíndo multidões aos dias de jogos. Nas décadas de 60 e 70, o União já mostrava sua força na revelação de jogadores. Os primeiros a se destacarem no futebol paranaense foi a dupla Paquito - atual auxiliar técnico do Coritiba - e Tião Abatiá.

Assim que foi montado o time profissional pelo competente técnico Pupo Gimenez em 1964, num dos últimos coletivos para estreiar no campeonato da 1ª divisão, um determinado repórter da Rádio Cabiúna se aproximou do saudoso Sr. Luis Meneghel que assistia ao treino junto ao alambrado e comentou: - "Seu Luis, o senhor está gostando do time? Ao que nos consta, só falta o entrosamento para que o time fique perfeito!" ... Imediatamente o Sr. Luis respondeu: - "Veja onde é que está esse jogador que vou pedir para o meu filho Antoninho comprá-lo!" ... hehehe! Pelo visto, dinheiro na época não era problema!

Em 1966, o time do norte do estado perdeu o título do Paranaense para o Ferroviário, mas em compensação teve o artilheiro do campeonato Paquito com 13 gols.
Nos anos de 1969 e 1971, o União foi vice-campeão estadual perdendo o título para o Coritba. Tião Abatiá marcou 19 gols no estadual de 71.
Em 1989 o União voltou a disputar a final do Campeonato Paranaense, mas perdeu novamente para o Coritiba, na 1ª partida 0x0 e no último jogo 2x0 para o Coxa no Couto Pereira.
Em 1992, o União nunca esteve tão perto de ser campeão, mas perdeu o título do estadual para o Londrina no Estádio do Café, no 2º jogo vencia por 2 a 0 quando o Tubarão conseguiu o empate e tirou a Taça do time de Bandeirantes.

Na história gloriosa do União da Vila Maria, não podemos deixar de citar o glorioso treinador Pupo Gimenes, que muito contribuiu na formação de talentos. Nos últimos anos, o União tem feito campanhas regulares nos estaduais, batendo na porta de acesso para a Série B do Brasileiro, e disputado com brilhantismo torneios nas categorias inferiores como a Dallas Cup nos EUA, e tem revelado bons jogadores como é o caso do goleiro Fábio que já atuou pelo Cruzeiro, Santos, Atlético/PR e disputou a Copa João Havelange pelo Vasco da Gama, conquistando o título brasileiro de 2000.

Sem qualquer alarde, uma página do futebol paranaense foi encerrada no dia 4 de agosto de 2006. Após 42 anos de ininterrupta participação no Campeonato Paranaense (um recorde no interior), o União Bandeirante encerrou suas atividades, alegando dificuldades financeiras. A FPF (Federação Paranaense de Futebol) só foi comunicada da desistência em dezembro, mas a saída era esperada desde o ano passado. O primeiro sinal veio com o afastamento (por problemas de saúde) do patriarca Serafim Meneghel do comando da Usina Bandeirante, a mantenedora do clube. Meneghel, celebrado por um vasto folclore no interior, fundou o União em 1964 e, desde então, a história de criador e criatura se confundiram. O alvinegro obteve cinco vice-campeonatos estaduais (1966/69/71/89/92) e mostrou sangue na despedida, este ano: venceu o Coritiba, por 1 x 0, no estádio Luís Meneghel. Entre as décadas de 60 e 70, o União revelou a “dupla caipira” Tião Abatiá e Paquito (ídolos também no Coritiba) e alimentou polêmicas envolvendo seu presidente. Reza o anedotário de Bandeirante que, certa vez, Meneghel, com seu inseparável chapelão, invadiu o gramado e “convenceu” o árbitro a trocar o pênalti que favorecia o visitante Seleto de Paranaguá por um tiro de meta para o time da casa. Se a história acima é fato ou lenda pouco importa. O fim do União Bandeirante encerra uma era em que o futebol do interior pertencia à uma cidade, à gente daquela cidade, ao folclore daquela cidade.

Títulos
Campeonato Paranaense da Segunda Divisão: 2 vezes (1988 e 1992).


Hino

Avante União Bandeirante O caçula milionário Que em gramados daqui ou de lá Não teme nenhum adversário Hip! Hurra! União! Que em nossos corações é o primeiro Orgulho do esporte brasileiro!

Estádio

Nome Oficial: Comendador Luis Meneguel
Capacidade: 10 mil pessoas
Endereço: Rua Vicente Inácio Filho, S/Nº, Vila Maria
CEP 86.360-000 - Bandeirantes-PR - Fone: (43) 3542-1579
.


Mascotes
Mascotes do União Bandeirante: O Caçula Milionário: 1º mascote do clube nos anos 60; Bêbado e Caipira:

Caçula Milionário

Bêbado

Caipira
Site
http://www.uniaobandeirante.cjb.net/

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

J Malucelli Futebol S/A

Apesar da data de fundação oficial do J. Malucelli ser 27 de dezembro de 1994, o processo de criação da equipe começou muito antes, em 1980, quando duas tradicionais famílias de Curitiba, os Malucelli e o Trombini, se uniam para realizarem jogos de masters.

No início da década de 90 firmou-se como escolinha de futebol, hoje adaptada para o Projeto Futebol cidadão.

Dessa união que começou como apenas uma diversão e depois virou coisa séria, surgiu o Malutrom, antigo nome do J. Malucelli. No começo, o Malutrom disputava apenas torneios nas divisões de base. Em 1997, com a parceria firmada com a prefeitura de São José dos Pinhais, o clube passou a mandar os seus jogos no estádio Tancredo Neves.

O profissionalismo veio apenas em 1998, quando a equipe disputou a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Logo no primeiro certame disputado, o Malutrom mostrou a que veio e saiu com o título, o que o credenciou a disputar a primeira divisão do Campeonato Paranaense no ano seguinte.

Em 1998, o clube também sofreu outra grande mudança, passando a se chamar Clube Malutrom S/A, o primeiro clube-empresa do Brasil nos termos da Lei Pelé.

Dois anos depois, em 2000, disputou o Campeonato Brasileiro pela primeira vez. Naquele ano, a competição se chamou Copa João Havelange e era disputada em módulos. E mostrou que, apesar de novo, o time devia ser levado em conta.

Liderado por Tcheco e Rodrigo Batata, o Malutrom se sagrou campeão dos módulos verde e branco, o equivalente à terceira divisão do Brasileiro. No ano seguinte, o clube disputou pela primeira vez a Série B do Brasileirão e ficou com a 11ª posição no grupo Sul-Sudeste da competição.

Em 2002, no entanto, preferiu não disputar a competição nacional alegando que a CBF distribuía as rendas de forma injusta.

Em 2005 veio outra mudança na agremiação A família Trombini deixou de ter participação no clube, que passou a se chamar J. Malucelli Futebol S/A, mesmo nome do conglomerado de empresas que passou a dirigir o time.

Em 2007 outra grande vitória do J. Malucelli. O clube finalmente conseguiu construir o seu estádio, o Janguito Malucelli. E não era um estádio qualquer. Sob o apelido de Eco-estádio, o Janguito Malucelli é o primeiro campo nesses moldes do Brasil.

Títulos

- Campeão da 2ª Divisão Profissional em 1998
- Campeão Brasileiro da Copa João Havelange em 2000(Módulo Verde e Branco)
- Campeão Copa Paraná em 2007.

- Campeão Paranaense de Futebol Juniores 2008

Estádio

JMalucelli Futebol resolveu adequar simplicidade e consciência ecológica na construção do estádio Janguito Malucelli, chamado de Eco-estádio, concebido para causar o menor impacto ambiental possível. Tudo é ecologicamente correto: a arquibancada é escavada na terra, a madeira veio de área de reflorestamento e o ferro, de dormentes de ferrovia desativada.

A nova casa do Jotinha, como é conhecido o quarto clube profissional de Curitiba, fica ao lado de um dos principais cartões postais da cidade, o Parque Barigüi. Mas as quase 50 mil pessoas que o visitam aos domingos praticamente não percebem que ali há um estádio de futebol, pois a idéia é manter a harmonia com os quase dois milhões de metros quadrados de área verde da região.

Anteriormente, o lugar era apenas o centro de treinamentos do time, com um enorme barranco. Hoje, acomoda 6.000 torcedores sentados na arquibancada de grama - com assentos plásticos . O projeto que bilheterias, estacionamento, instalações para a imprensa, loja, bares, banheiros e vestiários.

Rústicos, mas funcionais, alguns detalhes do local chamam a atenção, como o placar e os bancos dos reservas, feitos inteiramente de madeira, assim como as escadas de acesso para as arquibancadas e corrimões.

Mascote

A mascote da agremiação é um garoto que veste a camisa do clube. Ele foi escolhido como um dos símbolos da equipe porque o J. Malucelli é um dos times mais novos do Campeonato Paranaense.


Site

http://www.jmalucelli.com.br/
http://www.jmalucellifutebol.com.br/ - em construção

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Paraná Clube


Tudo começou em junho de 1.988, na agência de publicidade do colorado Zeno José Otto, que cuidava da conta de propaganda da firma do pinheirense Waldomiro Perini. Informalmente, o futebol era a pauta das conversas. Até que surgiu a idéia de promover uma pesquisa de mercado, com o objetivo de descobrir o potencial de desenvolvimento da torcida do Pinheiros. A diretoria do clube gostou da sugestão, encomendou o trabalho e, ao receber o resultado, repensou a instituição como um todo. Entre outros dados, a pesquisa revelou que apesar de ter sido finalista dos últimos campeonatos, e de ter ganhado dois deles, o Pinheiros só conseguira reunir um contingente de torcida expressivo dali a 15 ou 20 anos. A partir daquele momento, pinheirenses e colorados começaram a estudar sigilosamente a possibilidade de fusão entre os clubes.

Passaram-se alguns dias até que outro publicitário, Ernani Buchmann, então vice-presidente do Colorado, conseguiu realizar a primeira reunião no escritório de Zeno, na avenida Vicente Machado, bairro do Batel. Da parte do Colorado estiveram presentes Darci Piana, do Conselho Deliberativo, Ernani Buchmann e o ex-presidente Dely Macedo. Do lado pinheirense foram os presidentes dos conselhos Deliberativo e Diretor, respectivamente Jorge Celestino Buso e Antonio Carlos Mello Pacheco, acompanhados dos conselheiros Erondy Silvério e Waldomiro Perini. Darci Piana recorda o primeiro encontro. “Diversas questões foram colocadas em discussão, com simplicidade e objetividade. Foi muito interessante”, lembra.

O deputado Erondy Silvério também gostou da conversa. “Tudo correu bem e nada ficou decidido. Só um ano e muitas reuniões depois é que as coisas ganharam corpo”, conta.

Entusiasmado com a projeção dos acontecimentos, Zeno Otto promoveu uma reunião, algum tempo depois, em uma casa no Parque Barigüi. Reuniu-se o mesmo grupo do primeiro encontro, reforçado de outros influentes personagens, como os colorados Raul e Renato Trombini, além dos pinheirenses Aramis Tissot e Ocimar Bolicenho. Foi a reunião dos 12: seis de cada lado – e Zeno apresentou um estudo inicial com as cores, os símbolos e a camisa do novo clube. O nome Paraná sempre foi unanimidade, já que o Água Verde, antes de tornar-se Pinheiros, e também o Colorado, algum tempo antes, cogitaram utilizar o mesmo nome. Era, portanto, algo comum às duas correntes.

A primeira sugestão, a de uma bandeira verde e branca, com as cores do Estado, foi logo descartada, pela semelhança com as cores do Coritiba Fott Ball Club. Mas Zeno e Ernani haviam trabalhados juntos e caprichado na segunda alternativa: cores azul do Pinheiros, vermelho do Colorado e branca comum a ambos; camisa dividida ao meio em azul e vermelho e uma águia dourada no distintivo. Resultado: causou, de imediato, boa impressão a todos. O pinheirense Jorge Celestino Buso gostou da águia. “A águia americana é poderosa, esperta, sagaz, dominadora”, ressalta. Mas, depois do célebre almoço que selou a fusão, acabaram por optar pela gralha-azul, para concretizar a idéia paranista do novo clube, que tem também a Araucária no emblema e o nome Paraná Clube.

O famoso almoço aconteceu em setembro de 1.988, no restaurante Veneza, no bairro de Santa Felicidade. Compareceram três representantes de cada facção: Darci Piana, Dely Macedo e Raul Trombini do Colorado, e Jorge Celestino Buso, Aramis Tissot e Ocimar Bolicenho do Pinheiros. Ali foram aprovados o nome, as cores, a camisa, os símbolos e a distribuição patrimonial. Raul Trombini teve que sair antes do final da reunião que se resumiu no histórico guardanapo de papel, o primeiro documento escrito do novo clube.

No hino, foram mantidos os slogans dos dois clubes. Nas obras, o brado do Pinheiros: O Poder da Realização; e no futebol, o grito do Colorado: A Alegria do Povo. Para mobilizar a torcida boca-negra ficou definido como local oficial dos jogos o estádio Durival Britto e Silva, e a sede oficial na Avenida Kennedy. E partiu-se daí, para a oficialização do processo.

O primeiro teste de aceitação da idéia foi a realização de um jantar no qual foram convidados 50 conselheiros do Colorado e outros 50 do Pinheiros – os mais influentes dos dois lados. Darci Piana e Antonio Carlos Mello Pacheco fizeram uso da palavra e Jorge Celestino Buso, presidente do Conselho Deliberativo do Pinheiros, como anfitrião do encontro, puxou os sentimentos históricos das duas alas e encerrou a reunião em alto astral.

Dali em diante, Piana e Buso passaram a reunir-se periodicamente para discussão de todos os detalhes da fusão, e foi criada uma Comissão de Estudos para o estatuto do novo clube. A escritura pública da ata de fusão é de 19 de dezembro de 1.989. Foram mantidos os 49 conselheiros vitalícios do Ferroviário, Britânia e Palestra, oriundos da fusão que deu origem ao Colorado, entre os novos 200 conselheiros do Colorado no ato da fusão com o Pinheiros. Este, que não possuía os vitalícios, criou 46, que somados aos demais 154 nomes, completaram o grande conselho do Paraná Clube com 400 membros.

Após seis meses de estudos para a montagem dos estatutos foi escolhida a data da Emancipação Política do Estado do Paraná, para a realização das duas assembléias gerais que decidiram o surgimento oficial do Paraná Clube. Na Vila Capanema, de aproximadamente 600 colorados, apenas dois votaram contrariamente a fusão, enquanto que na sede da Kennedy, de 2.800 pinheirenses, apenas 81 manifestaram-se contra a união.

Uma comissão do Colorado, liderada por Darci Piana, presidente do Conselho Deliberativo, deslocou-se da Vila Capanema para a avenida Kennedy, onde foram recebidos pelos pinheirenses no final da assembléia. Mello Pacheco, em gesto de amizade, passou a presidência do Conselho para Piana e verificou-se a ovação de todos, confirmando-se a seguir o nome de Aramis Tissot como primeiro do Conselho Diretor do Paraná Clube. Ficou registrado também, que o Paraná Clube teria dois patronos: Orestes Thá e Durival Britto e Silva.

Origens do Paraná Clube

O PARANÁ CLUBE foi fundado em 1989 pela fusão de dois dos principais times do estado do Paraná: Esporte Clube Pinheiros e Colorado Esporte Clube. Mas estes dois times também têm uma história própria, igualmente nasceram de fusões de outros times, que dominavam o futebol paranaense da época.




SAVÓIA FUTEBOL CLUBE

Em 14 de julho de 1914, um grupo de desportistas do bairro do Água Verde, em Curitiba, adquiriu um vasto terreno na Vila Guaíra e fundou o Savóia, clube voltado para os jovens da região. A agremiação permaneceu ativa até 1942, quando, devido à II Guerra Mundial, alterou seu nome e escudo, passando a chamar-se EC Brasil.



ESPORTE CLUBE BRASIL

Mal o E.C. Brasil surgiu e já começaram os problemas: o clube sofreu pressões do Conselho Nacional de Esportes para mudar o nome novamente. A razão era que muitos clubes utilizavam o mesmo nome. Dois anos mais tarde, outra mudança: surgiu o EC Água Verde.


ESPORTE CLUBE ÁGUA VERDE

Com o nome do bairro onde se situava sua sede, nasceu em 1944 o Água Verde que veio a se tornar um dos mais tradicionais clubes do estado, sagrando-se campeão estadual em 1967. Seu patrimônio crescia, ao mesmo tempo em que revelava inúmeros jogadores. Em 1971, pretendendo uma maior projeção nacional, mudou seu nome para Esporte Clube Pinheiros.



ESPORTE CLUBE PINHEIROS

A origem do Pinheiros está no longínquo ano de 1914, quando foi fundado no dia 14 de julho, na região do Borghetto, no bairro da Água Verde, o Savóia Futebol Clube. Os fundadores, descendentes de italianos, resolveram homenagear a família real italiana - Casa de Savóia - com o nome do clube. As cores do clube eram, obviamente, a da bandeira da Itália (verde, vermelho e branco). O primeiro presidente foi Traquino Todeschini, tendo como fundadores Luiz Perolla, Antonio Cavichiolo, Alexandre Gutierrez, Felizberto Passos, os Turin, entre outros. No mesmo ano de 1914 e no mesmo bairro, foi fundado o Esporte Clube Água Verde, no dia 17 de dezembro. O Água Verde adotou como cores o verde e o branco.
Doze anos mais tarde, em 1926, os dois clubes do mesmo bairro uniram-se, sob o nome Savóia-Água Verde. Durante a II Guerra Mundial, no dia 3 de março de 1942, o então Savóia-Água Verde foi obrigado pelo governo federal brasileiro a mudar seu nome para Esporte Clube Brasil, já que o país havia declarado guerra à Itália, e o nome "Savóia" era uma clara homenagem àquela nação. O Brasil tinha uniforme branco, com as cores brasileiras no escudo, que continha o mapa do Brasil.
Dois anos depois, em abril de 1944, o governo proibiu a utilização do nome "Brasil", e o clube então passou a se chamar novamente Esporte Clube Água Verde, com as cores verde e branca. No dia 15 de agosto de 1953 o Água Verde inaugura o Estádio Orestes Thá, na Vila Guaíra. Nos idos de 1960, o Água Verde, sabedor de que suas cores eram iguais às do Coritiba Foot Ball Club, passou a jogar com camisas azuis e brancas.
Finalmente, em 12 de agosto de 1971, por plebiscito, modificou-se o nome do clube para Esporte Clube Pinheiros. O Pinheiros inaugura, no dia 7 de setembro, a Vila Olímpica do Boqueirão, em jogo contra o Coritiba, válido pelo Campeonato Paranaense. O Pinheiros vence por 1 a 0, com um gol de cobrança de falta de Toninho Vieira.
O Pinheiros, chamado de "O Leão da Vila Guaíra", também soube se impor nos campos de futebol. Consagrou-se campeão paranaense em 1984 e 1987. Disputou o campeonato brasileiro de 1986, chegando em 57º lugar, dentre 80 clubes.


COLORADO ESPORTE CLUBE

O Colorado também se originou da uma junção: no dia 29 de junho de 1971, três clubes fundiram-se, e daí nasceu o Colorado. Na época, o "Tricolor da Vila Capanema" jogou várias vezes nos campeonatos paranaenses e consagrou-se Campeão Paranaense em 80. Também andou aparecendo nos campeonatos brasileiros: de 1978, onde ficou em 47º lugar dentre 74 clubes; de 1979 - 31º lugar dentre 94 clubes (recorde de equipes disputando um campeonato brasileiro); de 1980, chegando em 19º lugar, em uma disputa que teve 44 equipes; de 1981, em 20º lugar; e de 1983, onde ficou na 15º posição.

Os times que originaram o Colorado aparecem aí:



C
LUBE ATLÉTICO FERROVIÁRIO

Foi fundado em 1930. Tornou-se um dos mais populares clubes do estado. Foi Octacampeão paranaense, nos anos de 37, 38, 44, 48, 50, 53, 65 e 66. Dominou o futebol paranaense por mais de 20 anos, possível razão de sua popularidade. Em 67 foi o primeiro representante paranaense em uma competição nacional, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa.


BRITÂNIA SPORT CLUB

Nasceu em 1914 no bairro do Guabirotuba, em Curitiba, da fusão entre o Leão Futebol Clube e o Tigre Futebol Clube. Entre 1918 e 1923 foi seis vezes campeão paranaense. Em 1928, conquistou seu último campeonato. Depois disso, carente de futebol e de bons resultados, fundiu-se com outros dois clubes para preservar seus feitos.



PALESTRA ITÁLIA

Foi fundado em 1921 por imigrantes italianos. Dominou o futebol do Paraná na década de 20, ao lado do Britânia. Foi campeão paranaense nos anos de 1924, 26 e 32.

A história do Pinheiros e do Colorado termina no dia 19 de dezembro de 1989, quando esses clubes se uniram, dando origem ao PARANÁ CLUBE.


Primeira equipe

Rubens Minelli, tricampeão brasileiro – 75 e 76 pelo Internacional e 77 pelo São Paulo, foi o primeiro técnico contratado para dirigir o Paraná Clube. Nome bastante respeitado no cenário nacional, trouxe consigo uma qualificada comissão técnica.

Com Minelli, veio o auxiliar e treinador de goleiros Valdir de Moraes, famoso goleiro do Palmeiras na década de 60, com diversas passagens pela Seleção Brasileira, tanto como atleta como membro de comissões técnicas. Luiz Carlos Neves foi o responsável pela preparação física do elenco, Francisco Vicente dos Santos como médico, e Moacir Medeiros como massagista. Francisco José Pires, o Chiquinho, era o supervisor. Joaquim Cirino dos Santos foi vice-presidente do departamento de futebol profissional nos dois primeiros anos, enquanto Emerson de Andrade, o Paulista, o diretor de futebol.

Rubens Minelli recorda do trabalho inicial de preparação da equipe para seu primeiro campeonato, em 1990. “Foi um momento ao mesmo tempo difícil e gratificante, pois sabíamos do potencial do clube e tratamos de dar o melhor para equacionar o problema de seu elenco. Recebemos cerca de 50 jogadores, vindos do Colorado e do Pinheiros, mesclados entre atletas mais experientes e garotos revelados nas categorias de base”, conta. Em sua primeira tentativa, pelas dificuldades naturais de formar um time competitivo em pouco tempo, Minelli não conseguiu levar o Paraná Clube ao título, mas retornou quatro anos depois para ajudar o tricolor na conquista do bicampeonato. “É, o futebol tem dessas coisas. Fui convidado praticamente para terminar a campanha e encontrei o elenco um tanto desajustado, mas convencido de sua capacidade técnica. Conversamos, acertamos as peças e os resultados apareceram rapidamente, culminando com o título de campeão naquela final com o Londrina, na Vila Olímpica”, relembra o treinador.

Em 1991, o Paraná conquistou o primeiro título de sua história, com menos de dois anos de existência. Sob o comando de Otacílio Gonçalves, a equipe precisava apenas de um empate para se sagrar campeã paranaense e conseguiu o feito, após uma partida dramática contra o rival Coritiba. O alviverde saiu na frente com um gol de Norberto, mas os paranistas conseguiram a igualdade aos 19 min do segundo tempo, com um gol do lateral-esquerdo Ednelson e ergueram o caneco.

A primeira conquista do time em campeonatos nacionais aconteceu no ano seguinte, em 1992. A diretoria do Tricolor manteve a base campeã estadual no ano anterior e esse foi um dos principais trunfos da equipe, que fez uma boa campanha na Série B e garantiu o título brasileiro, ficando na frente de clubes como o Vitória e o Santa Cruz.

A sina de campeão não deixou o time, em 1993, mais uma vez o clube venceu o Paranaense e colocou mais um troféu em sua galeria. O feito se repetiria por mais quatro vezes – 94, 95, 96 e 97 - levando o Paraná ao Pentacampeonato estadual e consagrando o recém-criado time de futebol.

Nos cinco anos de êxitos consecutivos, o rival Coritiba foi batido por duas vezes, ambas por 1 a 0, em 95 e 96. Nas outras finais, o Tricolor bateu o Matsubara, Londrina e União Bandeirante, respectivamente.

O time ia bem nas competições regionais, mas no âmbito nacional a situação não era a mesma. A equipe nunca se estabilizou entre os “grandes” do país e por conta disso, sempre lutou contra o rebaixamento. Em 1999, o fantasma do descenso assombrou os paranaenses e se instalou na Vila Capanema, resultando na queda do Paraná para o segundo escalão brasileiro.

No ano seguinte, com a criação da Copa João Havelange e seus módulos caracterizados por cores, o Paraná voltou à elite, após vencer o Módulo Amarelo, equivalente a segunda divisão. Na final da competição, os paranaense bateram o São Caetano por 4 a 2, na soma dos dois jogos (1 a 1 no primeiro jogo em Curitiba e 3 a 1 na segunda partida no Palestra Itália).

O Paraná em toda sua história disputou quatro vezes torneios continentais. O primeiro foi em 1999, mas o time desprestigiou a competição e utilizou apenas jovens jogadores, acabando eliminado na segunda fase.

Os paranaenses participaram por duas vezes da Copa Sul-Americana, segunda competição mais importante do continente. Em ambas as ocasiões, em 2004 e 2006, foi eliminado ainda na primeira fase. Na primeira vez, o Tricolor perdeu para o Santos e na segunda acabou derrotado pelo rival Atlético Paranaense.

Apesar da má campanha na competição internacional, o ano de 2006 foi um dos melhores da história do Paraná. No campeonato estadual, a equipe voltou a conquistar o certame após empatar por 1 a 1, com o ADAP na final, onde podia perder por até 2 a 0.

No Campeonato Brasileiro do mesmo ano, a equipe terminou sua participação na quinta colocação, obtendo, pela primeira vez, uma vaga para a Copa Libertadores da América de 2007.

O ano de 2007 parecia que entraria para a história do tricolor, mas será lembrado negativamente por torcedores e dirigentes do clube. Na Copa Libertadores, alcançou as oitavas de finais do torneio, mas acabou eliminado pelo Libertad, do Paraguai, após perder em casa por 2 a 1 e empatar o segundo jogo por 1 a 1, em Assunção.

O pior estava reservado para o Campeonato Nacional. Mesmo fazendo de Josiel o artilheiro da competição com 20 gols, o time não conseguiu se manter na elite do futebol brasileiro e acabou rebaixado para Série B, após encerrar sua participação na penúltima colocação com 41 pontos, em 38 jogos, sendo 11 vitórias, oito empates e 19 derrotas.

Estádio

Durival Britto e Silva ( Vila Capanema)

O Estádio Durival Britto e Silva, também conhecido como Vila Capanema é um estádio de futebol brasileiro localizado em Curitiba e pertencente ao Paraná Clube.

Inaugurado em 23 de janeiro de 1947, o estádio tem capacidade para 20.083 torcedores e mede 110 m por 70 m. O maior público já registrado foi na partida CA Paranaense 3, Santos FC 2, em 8 de setembro de 1968.

Erton Coelho de Queiroz (Vila Olímpica do Boqueirão)

Atualmente o Estádio Érton Coelho de Queiroz, mais conhecido como Vila Olímpica, é utilizado pelas categorias de Base do Paraná Clube, único time Brasileiro a ter um estádio exclusivo para as categorias de base.

Com capacidade para 15.000 pessoas, o estádio foi palco dos Títulos Estaduais de 1994 e 1997. No título de 1997, a torcida do Paraná estabeleceu o recorde de público deste estádio, 18.245 torcedores, no jogo Paraná 3x0 União Bandeirante.

Títulos

Campeão Brasileiro da Segunda Divisão em 1.992 e em 2.000 (Copa João Havelange – Módulo Amarelo).

Campeão Paranaense em 1.991, 1.993/94/95/96/97, 2.006.

Hino

Autores: João Arnaldo e Sebastião Lima

Paraná já nasceste gigante És o fruto de luta e união
Tens a força, o arrojo, a imponência
E o poder da realização

Nas três cores do teu estandarte
Tão altiva está a gralha azul
Que plantou neste solo tão fértil
Esta grande potência do sul

Meu Paraná... meu tricolor
Teu pavilhão simboliza
Em cores tão vivas
A garra e o amor

Meu Paraná... meu tricolor
Eu sou a camisa doze
Que tanto te ama
Sou teu torcedor

Tua origem coberta de glória
É que faz teu imenso valor
Teu destino é vitória, vitória
Salve o meu esquadrão tricolor

Paraná és guerreiro valente
E do esporte a maior razão
Verdadeira alegria do povo
Paraná clube do coração

Meu Paraná... meu tricolor
Teu pavilhão simboliza
Em cores tão vivas
A garra e o amor

Meu Paraná... meu tricolor
Eu sou a camisa doze
Que tanto te ama
Sou teu torcedor


Mascote

A mascote do Paraná é uma imponente gralha azul, ave muito comum na região sul do país, devido ao grande número de araucárias, ou Pinheiro-do-paraná, arvore típica do Estado e habitat do animal.

Site

http://www.paranaclube.com.br

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Atlético Clube Paranavaí

O Atlético Clube Paranavaí, foi fundado em 14 de Março de 1946. É hoje uma das maiores paixões da cidade e região. Com mais de 50 anos participando das principais competições esportivas, tendo sido CAMPEÃO PARANAENSE DE FUTEBOL 2007, empolga o torcedor, levando aos estádios grandes públicos.

Desfruta de um dos principais patrimônios no interior do Estado: Estádio Waldemiro Wagner - O Felipão, de propriedade do município de Paranavaí - Paraná e com capacidade para 25 mil pessoas.
A arquitetura do estádio é uma réplica do Coliseum, de Los Angeles, e foi inaugurado pela Seleção Brasileira, em 1992, quando o Brasil derrotou a Costa Rica por 4x2.

Em 2003, o time fez jus à grandeza do estádio. Com um time que teve como base jogadores rodados no interior paranaense, como o meia Júlio e os atacantes Neizinho e Aléssio, o ACP foi o vice-campeão paranaense, perdendo apenas um jogo durante toda a campanha: o último, por 2 x 0, para o Coritiba, no Couto Pereira.
No dia seguinte à derrota na capital, Paranavaí recebeu o Vermelhinho como se a equipe tivesse erguido o troféu, como reconhecimento pela heróica campanha.

Em 2007 sua grande conquista: CAMPEÃO PARANANENSE DE FUTEBOL 2007. Conquistou o primeiro título estadual da primeira divisão, sem perder uma única partida no campeonato jogando contra os times da capital. Jogando contra os times da capital em 2007, o Vermelhinho (como é chamado carinhosamente pelos torcedores) tornou-se o primeiro time do interior a derrotar o “trio-de-ferro” composto por Atlético, Coritiba e Paraná, cinco vezes em uma só temporada, esta façanha inédita, não é superada por nenhum outro time do interior. Após empatar sem gols com o Paraná Clube, na Vila Capanema. Esse título foi o primeiro de uma equipe do interior do estado sobre uma equipe da capital desde que o extinto Grêmio Maringá sagrou-se campeão, em 1977, sobre o Coritiba.
O jogo final foi também o que teve o maior público do Campeonato. Neste jogo, o Paranavaí deu a volta olímpica, na Vila Capanema, diante de 23.775 pagantes

Números da campanha do campeão paranaense de 2007:
Jogos: 25
Vitórias: 10
Empates: 11
Derrotas: 4
Gols-pró: 42
Gols contra: 33
Campanha contra os times da capital:
1.ª fase
2 x 1 - Atlético Paranaense(casa)
3 x 2 - Paraná Clube (c)
2 x 2 - Coritiba (c)
2.ª fase
1 x 0 - Atlético Paranaense (c)
1 x 1 - Atlético Paranaense (fora)
Semifinal
3 x 2 - Coritiba (c)
1 x 1 - Coritiba (f)
Final
1 x 0 - Paraná Clube (c)
0 x 0 - Paraná Clube (f)
Retrospecto: 14 gols pró; 9 gols contra

Ao todo foram 9 jogos, sendo 5 vitórias e 4 empates estabelecendo varios recordes:
o vermelhinho tornou-se o primeiro do interior a derrotar o "trio-de-ferro" composto por Atlético, Coritiba e Paraná cinco vezes numa só temporada, e ainda nao perder nenhum jogo sequer, esta façanha inédita, não é superada por nenhum outro time do interior.

Estádio Waldemiro Wagner na Final 1º Jogo em Paranavaí – Público 23.677
ACP 01 x PARANÁ CLUBE 0

Vila Capanema – Curitiba – Paraná – Jogo da Final 2º jogo – Público 22.170
PARANÁ CLUBE 0 x ACP 0

Títulos

Campeonato Paranaense: 2007.
Vice-Campeonato Paranaense: 2003.
Campeonato Paranaense - Série Prata: 3 vezes (1967, 1983 e 1992).
Estádio

Estádio: Waldemiro Wagner (Felipão)
Endereço: Avenida Tancredo Neves, s/nº, Paranavaí-PR. CEP: 87.702-180.
Propriedade*: Prefeitura de Paranavaí
Inauguração: 23 de setembro de 1992
Capacidade: 25.000 mil lugares
Recorde: 24.825 (Paranavaí 1x0 Parana), 1º Jogo da Final em 29 de abril de 2007.

O Paranavaí pode não ter muitas conquistas na história, mas desfruta de um dos principais patrimônios no interior do Estado: o estádio Waldomiro Vagner - o Felipão, em homenagem ao antigo prefeito Rubens Felipe -, de propriedade do município e com capacidade para 25 mil pessoas. A arquitetura do estádio é uma réplica do Coliseum, de Los Angeles, e foi inaugurado pela Seleção Brasileira, em 1992, quando o Brasil derrotou a Costa Rica por 4x2.

Até hoje a Prefeitura de Paranavaí espera a oportunidade de entregar uma placa comemorativa ao ex-jogador Raí, por ele ter sido o autor do primeiro gol marcado no Felipão? Foi no amistoso em que a seleção do Brasil derrotou a da Costa Rica por 4 x 2, no dia 23 de setembro de 1992. O presente segue guardado na sede do governo municipal e é um troféu.

Hino

Rever sua camisa vermelha
é renovar a emoção
que vem do seu passado de conquistas
de sangue, suor e coração

E mostrar que dentro do meu peito
bate forte uma paixão
que vai pulsando vermelho, vermelho
ACP meu campeão.

Oh vermelhinho, vim só pra te ver
Oh vermelhinho gosto de você
por onde vais tu és porta bandeira
da nossa Paranavaí.

Sangue, sangue, pra vencer... vencer
sempre, sempre, vermelhinho eu hei de ser
A sua glória
irá resplandecer
sempre ...sempre, viva o nosso ACP.

Oh vermelhinho, vim só pra te ver
Oh vermelhinho gosto de você
por onde vais tu és porta bandeira
da nossa Paranavaí.

Sangue, sangue, pra vencer... vencer
sempre, sempre, vermelhinho eu hei de ser
A sua glória irá resplandecer
sempre ...sempre, viva o nosso ACP.

Mascote

Cayuazinho, mascote oficial do Atlético Clube Paranavaí , o nosso A.C.P., pode ser considerado um personagem genuinamente original de Paranavaí.

Idealizado em outubro de 2001 pelo cartunista e professor Paulo Bittencourt, morador desta cidade a mais de 30 anos, Cayuazinho exalta as duas maiores fontes de renda para a região provindas da agricultura, tanto no passado quanto no presente : o mascote é uma laranja que usa uma folha de café como pena. O solo predominante da região, o Arenito Cayua, é o responsavel pelo nome do personagem. Com a pintura vermelha no rosto e a bola sempre no pé, Cayuazinho demonstra o amor incomensurável que ele tem pelo esporte e pelo nosso querido Vermelhinho do Fim da Linha.

E Cayuazinho já provou que é "pe quente": no ano seguinte em que ele foi criado o A.C.P. subiu novamente para a primeira divisão do futebol paranaense.

Site

http://www.acpclube.com.br/

domingo, 16 de novembro de 2008

Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão

No dia primeiro de janeiro de 2003 foi fundada a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão, que até então disputava competições amadoras. Um grupo de apaixonados resolveu investir em um clube que pudesse representar a cidade. Em 2003, no primeiro ano desua fundação, o AEREB foi campeão da 41ª TAÇA PARANÁ. Esta competição é a que mais reúne clubes em todo o Estado do Paraná. Após esta incrível conquista, idealizou-se a possibilidade de vôos mais altos, como o futebol profissional. Tendo isso como meta, a Associação Esportiva Recreativa Engenheiro Beltrão se estruturou e conseguiu uma rápida ascensão em apenas um ano de história.

Em abril de 2004 começava a Série Prata, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Lá eram disputadas duas vagas para a elite e tinha como um dos estreantes o Engenheiro Beltrão, sem nenhuma tradição no profissional, mas contendo na bagagem uma série de títulos amadores.

Em uma ótima campanha, o Engenheiro Beltrão coroou sua curta e brilhante trajetória com o título de campeão da Série Prata do Paranaense. Sob o comando do experiente técnico Itamar Belasalmas, que acumulava passagens por outros clubes de pequeno porte, apostou em peças como o lateral-direito Elvis, o meia Tita e o atacante Tota para bater seus adversários.

A campanha do primeiro título do time como profissional foi de seis vitórias, três empates e apenas uma derrota. Após o último jogo, um empate por 1 a 1 com o Império Toledo foi o suficiente para a pequena cidade de Engenheiro Beltrão festejar muito o título.

Por esta rápida trajetória, o clube ganhou o apelido de Caçula do Interior, mas a equipe já aprontou algumas contra os times grandes quando esteve presente na primeira divisão em 2005 e 2007.

Em 2008, termina o Campeonato Paranaense na quinta posição, garantindo vaga na Série C do Campeonato Brasileiro. É a primeira competição nacional disputada pela equipe, ficando no Grupo 15 com o Inter de Santa Maria, Marcilio Dias e Toledo. Termina na quarta posição do Grupo.

Títulos

Campeonato Paranaense - Série Prata: 2004.

Estádio

Estádio Municipal João Cavalcanti de Menezes
Capacidade: 5 mil pessoas
Propriedade: Prefeitura de Engenheiro Beltrão

Site

http://www.aereb.com.br

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Iraty Sport Club

Fundado na cidade de Irati, em 1914, por um grupo de esportistas liderados por Antônio Xavier da Silveira, o Iraty Sport Club é um dos mais antigos do Paraná. Fez seu primeiro jogo no mesmo ano, vencendo o Imbituvense por 3x0.

Apesar de muito velho no futebol brasileiro, o Iraty começou a participar de competições oficias somente na década de 60. De 1960 à abril de 1962 participou da divisão extra de profissionais. Sua melhor campanha foi em 1961, quando decidiu com o C.A. Ferroviário, de Curitiba, o título de campeão da região sul do Paraná;

Em 1964, o Iraty passou por um momento muito difícil. Após terminar o Campeonato Paranaense em sétimo, o clube ficou durante três décadas afastado da elite do futebol paranaense. Isso porque a equipe se afastou do esporte profissional e só voltou a jogar uma partida oficial em 1992.

Nesse ano, o Azulão disputou a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Porém, o clube não conseguiu o acesso, ficando com a quinta colocação.

Em 1993, a equipe finalmente conseguiu seu retorno para a elite do futebol do Paraná. O time fez uma boa campanha na divisão de acesso e conquistou o título no fim do campeonato e o direito de jogar a primeira divisão em 1994.

No retorno à elite, o time de Irati não fez feio. O Azulão fez uma excelente primeira fase e se classificou para a segunda etapa como líder do grupo B. Mas, na parte seguinte do torneio, a equipe foi eliminada no saldo de gols, após empatar com o Londrina em número de pontos.

No ano de 1995, o desempenho do time não foi muito bom. O clube ficou em penúltimo lugar com 13 pontos, nove a menos que o último classificado, o Batel. Na temporada seguinte, em 1996, a equipe não jogou nenhum torneio, pois ficou licenciada.

Uma campanha muito boa marcou 1997, quando o Iraty se classificou, invicto, no grupo B da primeira etapa, com 18 pontos. Apesar disso, o clube não teve um bom desempenho na fase final e ficou com a quinta colocação, muito longe do campeão Paraná.

No ano seguinte, o Azulão teve um campeonato de destaque novamente. Ficou em quarto da classificação geral na primeira fase e garantiu o direito de disputar a etapa final. Porém, teve pela frente Atlético-PR, Coritiba e Paraná, os grandes clubes do estado e se contentou com o quarto lugar e o título de melhor time do interior.

Em 1999, o Iraty voltou a tropeçar e ir muito mal no Campeonato Paranaense. A campanha ruim acarretou ao clube o rebaixamento. O retorno aconteceu em 2000 com o vice-campeonato da segunda divisão.

A temporada de 2001 foi boa e o Azulão saiu como o terceiro melhor ataque da competição, em sexto colocado e com o vice-artilheiro, Itamar, com 14 gols.

Em 2002, a torcida do Iraty viu o clube conquistar o maior título de sua história. Após 88 anos de caminhada, o Azulão finalmente levantou a taça do Campeonato Paranaense.

Com um torneio sem as grandes equipes, que estavam na Copa Sul-Minas, o time foi em busca da conquista e conseguiu com 35 pontos, sete a mais que o vice-campeão Grêmio Maringá. Ainda nesse ano, o Iraty ficou com o título de campeão paranaense de juniores.

Nos anos seguintes, o time não voltou a figurar como uma das principais equipes do Paraná e somente obteve destaque em 2007 com seu time de juniores, que foi até às semifinais da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Azulão foi derrotado pelo Cruzeiro, clube campeão do torneio.
Em 2008, o Iraty Sport Club inicia a construção de um CT em Londrina, para onde vai transferir suas categorias de base.

A já alardeada parceria do “Azulão” com o técnico Vanderlei Luxemburgo e o empresário de jogadores Juan Figer estaria por trás do investimento, que visa transformar o local em um CT de nível internacional. O londrinense Val de Mello, que por várias vezes treinou o time profissional do Iraty – inclusive na conquista do título estadual de 2002 –, será o gerente de futebol do projeto.

A intenção é brigar para que o local hospede alguma seleção que possa vir a ficar no Paraná durante a Copa do Mundo de 2014. Na estrutura do clube em Irati, permanecerá apenas o time profissional.


Títulos

Campeão da Divisão Intermediária (1993)

Campeão do Interior (1998)

Campeão paranaense (2002)

Estádio

Estádio Coronel Emílio Gomes
O Iraty Sport Club possui seu próprio Estádio Cel. Emílio Gomes, sito à Rua Vicente Machado, 966 - Iraty/PR, inaugurado em 21de abril de 1950, com capacidade de 8.000 espectadores sentados .

Hino

Sou azulão de coração
Sou Iraty até morrer
Vai azulão que a multid
ão
Veste a camisa com
você
Do interior a força azul
Que orgulha a pérola do sul

Solta seu grito com emoção
Tinge de azul meu coração
Em campo a história a tradição
Meu Irat
y meu azulão

Iraty Sport Club essa bandeira
Eu sem
pre quero desfraldar
E a torcida sua fiel companheira

Vai a vitória lhe levar

Pões s
ua força, sua garra, sua luta
Põe no gramado o seu talento em ação


Escudos Antigos





Mascote
: Gralha Azul
Apelido:Azulão








site:www.iraty.com.br/

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Cianorte Futebol Clube

O Cianorte Futebol Clube tem uma história recente, sendo fundado apenas em 2003, mas a cidade já teve dois representantes antes dele.
Cianorte começou a sonhar com a primeira divisão do nosso futebol em 1958, exatamente no dia 21 de abril, quando foi fundado o C.A.F.E.–Cianorte Associação Física Educativa.
Um grupo de sonhadores, e capitaneados pelo jornalista Amândio Matias, na era do futebol romântico, achou que Cianorte deveria buscar o seu espaço na elite do Paraná. Não sabiam eles que o caminho a percorrer seria longo e espinhoso. No entanto, os abnegados desportistas da época sonharam e acreditaram no sonho e, 11 anos depois da fundação, em 1969, o C.A.F.E. chegava a primeira divisão. Que conquista histórica foi aquela! O cidadão Cianortense batendo no peito, com orgulho, gritando: "estamos na primeira divisão!"

O Brasil já era bicampeão mundial de futebol; Pelé, com sua genialidade, já havia conquistado o mundo; e Neil Armstrong já havia pisado na lua. Por que não Cianorte, uma cidade pequenina cravada no arenito caiuá do noroeste deste estado gigante, ocupar um lugar entre os grandes do nosso futebol? Em 1.969, uma boa campanha, nono lugar; em 1970, o ano do tricampeonato da melhor seleção que o mundo já conheceu, o representante Cianortense ficou em décimo terceiro lugar. Ficou fora em 1971, retornando em 1972, quando fez uma campanha ruim; a sede do clube foi incendiada e o lendário C.A.F.E foi extinto sepultando assim o sonho de muita gente. Durante muitos anos, Cianorte ficou sem futebol profissional...
Mas eis que, em 1.980, o sonho reacende e outro grupo de sonhadores, desta vez no comando do João Vilela ( "João Bola" ), de saudosa memória, inicia uma nova caminhada para chegar a primeira divisão: surge o Cianorte Esporte Clube ( O LEÃO DO VALE ) de 1980 á 2001, alternando no amador, terceira e Segunda divisão e sem que o guerreiro, João vilela tivesse tempo de passar o bastão para o seu sucessor, a morte o pegou de surpresa, e novamente o sonho de cada torcedor estava sendo sepultado junto com aquele que ao lado de ALBINO TURBAY, se transformara em uma das figuras mais importantes do nosso futebol. Com o João Bola foi enterrado o Cianorte Esporte Clube.
A partir daquele momento nem mesmo o torcedor mais otimista acreditava que um dia seria possível levar o tão querido Leão do Vale do Ivaí ao campeonato dos grandes clubes do Paraná.

No dia 02 de fevereiro de 2002, é fundado o Cianorte Futebol Clube; o legado do João Bola não foi esquecido e o Leão do vale não foi abandonado.
Marco Franzato, Luiz Carlos Bersani E Carlos Roberto Marcato, ao lado de outros amigos, fizeram um planejamento: dentro de 2 anos, colocar novamente Cianorte entre os grandes clubes do nosso estado.
Em 2002, a falta de experiência prejudicou o trabalho, mas valeu o esforço: o clube fez uma campanha regular, não deu vexame, foi apenas discreto. No final daquela temporada, a diretoria se reuniu e tomou uma decisão importante: não repetir os erros de 2002, e fazer de 2003, o ano do Leão.

No segundo ano de sua existência, o clube alcançou o vice-campeonato da segunda divisão do Campeonato Paranaense. A vaga para a elite ocorreu de forma emocionante, quando aos 48min do segundo tempo Barbieri bateu a falta e selou a vitória sobre o time Dois Vizinhos.

Em 2004, o clube resolveu contratar o técnico Caio Júnior, um profissional competente, mas que não tinha feito boa campanha pelo Paraná Clube. O treinador levou o Cianorte, em sua estréia na primeira divisão, ao surpreendente terceiro lugar, ficando atrás apenas do Coritiba e do AtléticoPR e sendo declarado Campeão do Interior naquele ano.

Outra partida memorável na história do clube ocorreu em 9 de março de 2005, em Maringá. O Cianorte bateu o poderoso Corinthians de Tévez, Carlos Albertos, Roger, Gustavo Nery e do treinador argentino Daniel Passarela por 3 a 0, pela Copa do Brasil. No jogo de volta, porém, o Timão mostrou sua superioridade e ganhou pelo placar de 5 a 1.

Estádio

Albino Turbay Inaugurado em abril de 1958, o Albino Turbay (foto) tinha até 2003 capacidade para três mil torcedores. O nome do estádio homenageia o falecido contador, dono de escolinha de futebol e presidente da Liga da Cianorte. A lotação máxima foi extrapolada na vitória do Cianorte sobre o Dois Vizinhos, por 1 x 0, jogo que deu ao Leão do Vale a vaga na primeira divisão estadual. Naquela tarde de 7 de setembro de 2003, cinco mil pessoas foram ao Albino Turbay. Para o Campeonato Paranaense de 2004, a prefeitura, proprietária do estádio, providencia uma arquibancada de estrutura metálica. Com ela, o Albino Turbay poderá comportar sete mil torcedores.

Olímpico Albino Turbay

Endereço: praça Olímpica, s/nº - CEP 872000-000 - Cianorte-PR

Propriedade: Prefeitura Municipal de Cianorte

Inauguração: abril de 1958

Capacidade: 7 mil lugares

Recorde: 5 mil torcedores (Cianorte 1x0 Dois Vizinhos, em 7.9.2003)

Hino

Bate bate coração
Vamos todos alegrar
É aqui no gramado
Que as "estelas" vão brilhar

Rola bola pra lá
Rola bola pra cá
Leão do Vale tá botando pra quebrá
Rola bola pra lá
Rola bola pra cá
Leão do Vale que só joga pra ganhar

Leão do Vale é valente
Tem futebol que agrada nossa gente
Com sua garra de leão
É o time do nosso coração

Corre muito, pé na bola bate forte
Esse é o futebol de Cianorte.

Mascote

Fazendo jus ao apelido do time, "Leão do Vale", a mascote escolhida para representar o Cianorte foi o animal homônimo.







site : http://www.leaodovale.com.br

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Associação Atlética Iguaçu

Em 1971, abnegados do futebol, encabeçados pelo então Coronel Ricardo Gianordolli, comandante na época do 5º Batalhão de Engenharia de Combate em Porto União-SC, cidade irmã de União da Vitória, reuniram-se naquele Batalhão e decidiram fundar uma equipe profissional que representasse as duas cidades vizinhas, enfim estava fundada a Associação Atlética Iguaçu mais precisamente em 15 de agosto de 1971, a associação tendo como primeiro presidente o Coronel Gianordolli.
Formada a equipe, surge a primeira dúvida: qual Campeonato disputar, Paranaense ou Catarinense? Sem muita demora, a primeira opção foi escolhida. Sendo assim, apenas quatro meses após a entidade despontar para o mundo do futebol, o Iguaçu estreou no torneio Estadual do Paraná.

O primeiro Campeonato disputado teve seu início antecipado para o mês de novembro de 1971. E no dia 14 de novembro de 1971, a A.A.Iguaçu fazia sua estréia em competições oficiais no Campeonato Paranaense. A ficha técnica da primeira partida:

Estádio Enéas Muniz de Queiroz, em União da Vitória

Associação Atlética Iguaçu x Pinheiros

Nessa mesma estréia da Pantera do Vale também foi a estréia do Pinheiros, antes chamava-se Água Verde.

Final de jogo: A.A.Iguaçu 2 x 2 Pinheiros (gols do Iguaçu, Duda e Bugrão, gols do Pinheiros Madureira e Nei). A arbitragem foi de Plinio Buenas.

A A.A.Iguaçu atuou nessa partida com: Jorge, Ronaldo (Jorginho), Zé Maria, Niri, Santos, Dito Cola, Indio, Gentil, Bugrão, Duda e Chila.

Após a estréia Iguaçuana em competições oficiais, a equipe permaneceu na primeira divisão de 1971 até 1980. Em 1980, é rebaixada para segunda divisão, ficando até 1987. Nesse ano, o Pantera do Vale é conquista o título de Campeão da Segunda Divisão do Paraná e volta para a Primeira Divisão. A partida decisiva foi contra o Operário de Ponta Grossa no dia 13 de setembro em Ponta Grossa, terminou em 3 a 1 pro Iguaçu gols do Mica, Josemar e Biro-Biro e Nilson para o Operário de P. Grossa.

Em 1988, a equipe de União da Vitória participou da Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, na época o módulo AZUL, não tendo boa classificação. 1993, marca um novo rebaixamento da equipe da segunda divisão paranaense.

Após um recesso nas suas atividades a partir do final de 1997,a equipe retornou ao futebol profissional em 2005 ,disputando a Divisão de Acesso e conquista o título com uma rodada de antecipação, subindo novamente para a Primeira Divisão em 2006. Mas com denúncias de outros clubes a A.A.Iguaçu acusava de utilizar jogador irregular em uma partida, perde 6 pontos e fica em terceira colocada perdendo o título e a vaga da Primeira Divisão.

Mas com a fusão de ADAP/Galo Maringá e a desistência do União Bandeirantes na Primeira Divisão abre uma vaga para a inclusão do Iguaçu no Campeonato Paranaense da Primeira Divisão/2007.

Títulos

Campeonato Paranaense Série Prata: 3 vezes (1987, 1996 e 2006)

Estádio
O clube manda seus jogos no Estádio Municipal Antiocho Pereira, construído em 1987, com capacidade para 12 mil pessoas, que substituiu o antigo Estádio Enéas Muniz de Queiroz, demolido pela Rede Ferroviária Federal. O Antiocho Pereira foi construído com material recolhido na antiga Arena da Baixada (hoje Kyocera Arena, estádio do Atlético-PR), como traves, sistema de iluminação e arquibancadas — o jornal Gazeta do Povo não cota as traves da antiga Arena da Baixada como parte do material usado em União da Vitória.

Hino

Já está entrando em campo
Vai começar a emoção
O azul e o amarelo
Arrepia o coração

Com garra e amor à camisa
Muita determinação
Não pode ser esquecido
Esse é o time querido
Da nossa população

Iguaçu, Iguaçu!
Conquistou as suas glórias
Iguaçu, Iguaçu!
Orgulho de União da Vitória

Mascote






site:http://www.aaiguacu.com

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Rio Branco Sport Club

Na tarde ensolarada, a brisa que soprava do Rio Itiberê amenizava o típico calor parnanguara. Era 12 de outubro de 1913. Dia comemorativo do descobrimento da América. Manuel Victor da Costa, Aníbal José de Lima, Euclides de Oliveira, José de Oliveira, Jarbas Nery Chichorro e Antônio Gomes de Miranda, amigos, apreciadores do futebol, encontravam-se na calçada da rua Marechal Deodoro num alegre bate-papo a respeito do desporto. Durante a conversa, aproximou-se do grupo o Sr. Raul da Costa Pinto, funcionário da Alfândega, que foi colocado a par do que se discutia e solicitaram sua opinião a respeito da criação de um clube desportivo. Combinaram, então, promover uma outra reunião no dia seguinte, 13, na residência da Família Lima, na mesma rua, casa n°12. Nesta reunião muitas discussões foram encenadas, pois alguns desejavam a fundação de uma sociedade recreativa/esportiva, enquanto outros defendiam a tese de um clube de futebol. Foi Jarbas Nery Chichorro, que através de argumentos seguros e coerentes, manifestando o desejo da maioria ali presente disse ser um clube de futebol a razão maior. Estava criado um clube de futebol! Jarbas Nery Chichorro propôs o nome de RIO BRANCO para o novo clube – uma homenagem ao ilustre brasileiro José Maria da Silva Paranhos, o Barão do Rio Branco, hábil e culto diplomata que resolveu inúmeras questões com países da América do Sul e Europa. A proposta foi aceita por unanimidade.

A primeira partida

A primeira partida do Rio Branco aconteceu no dia 23 de novembro de 1913, e foi realizada no ground do Campo Grande (Praça Pires Pardinho), contra a equipe do Brasil FC, de Paranaguá. A partida terminou com a vitória do Brasil FC por 1 x 0. A equipe titular do Rio Braço atuou com Colombino, Mathias e Nagib; Eugênio, Itaborahi e Raul; Rocha, Romeu, Cezário, Braga e Flota.

1915 – Liga Desportiva Paranaense – Primeiro campeonato oficial

Quando os desportistas paranaenses, notadamente os da capital do estado, resolveram fundar uma Liga Esportiva, para comandar os destinos do futebol e realizar um Campeonato Oficial, convidaram as equipes de Ponta Grossa e do Litoral. O Rio Branco Sport Club se fez presente na reunião realizada no dia 12 de fevereiro de 1915, na sede do Jockey Club, em Curitiba, e foi incluído entre aqueles que faziam parte da divisão de honra do esporte bretão, participando junto com Coritiba, Internacional, América, Paraná SC e Paranaguá SC, do primeiro Campeonato Oficial realizado no Estado do Paraná.

O novo estádio

Eleito Presidente do Rio Branco SC, (desde 1922), Nelson Medrado Dias, que desempenhava altas funções no Lloyd Brasileiro, em Paranaguá, resolveu encetar uma luta para construir um novo estádio para o seu clube, utilizando para tanto o seu prestígio no comércio e na política. Logo os trabalhos estavam em andamento. Medrado Dias mandou aparelhar o terreno para o campo de futebol. Transcorria o ano de 1925 e a construção das arquibancadas também teve início. Quando as obras foram concluídas, os diretores da agremiação, numa atitude digna, resolveram dar o nome ao novo estádio de NELSON MEDRADO DIAS. Fizeram justiça àquele que tanto lutou para que o empreendimento fosse realizado. No dia 04 de junho de 1927, a Prefeitura Municipal, através de seu órgão responsável pelas edificações fez a vistoria e aprovou as instalações do Estádio do Rio Branco SC. A partida de inauguração foi entre Rio Branco SC e Clube Atlético Paranaense. O Atlético venceu a partida por 5x1.

1948: Rio Branco - campeão do interior

No ano de 1948 ,o Rio Branco Sport Club, então campeão da Liga de Futebol do Litoral do Paraná, também tornou-se Campeão do Interior. As disputas foram contra o Operário Ferroviário, de Ponta Grossa.

Após dois empates, o Rio Branco venceu a terceira partida por 3X2, conquistando o título.

Equipe Campeã: Duia, Chiquinho e Jaci Maciel; Odemar, Tião e Chico Preto;Julinho, Antoninho, Guito, Chico Porco e Jaci.

1954: Rio Branco – campeão do interior novamente

Como campeão da Liga Regional de Futebol de Paranaguá, em 1954, o Rio Branco SC adquiriu o direito de disputar o II TORNEIO DO INTERIOR – competição entre os campeões das ligas interioranas. Após vencer o Internacional, de Campo Largo e o Ferroviário, de União da Vitória, o Rio Branco SC qualificou-se para a disputa da finalíssima contra o Guarani, de Arapoti. No primeiro jogo, lá em Arapoti, o Rio Branco fez uma ótima partida e sagrou-se vencedor por 3x1. Os gols foram marcados por Celso, Nico e Zangado. A segunda partida foi realizada em Paranaguá. Foi uma tarde de glória essa do dia 1° de maio. Está gravada com letras maiúsculas na História do Leão do Litoral. Jogando um futebol de alta qualidade, o alvirrubro impôs uma sonora goleada no Guarani de Arapoti. 8x0 foi o placar. Celso Marques e Zangado foram os grandes heróis da jornada. Cada um marcou 4 gols. A torcida do Rio Branco compareceu em massa lotando asa dependências do alvirrubro. Durante os 90 minutos de jogo fez a maior festa no Estádio Nelson Medrado Dias. Com o termino da partida, tomou as ruas de Paranaguá numa grande carreata, com buzinaço e foguetório pintou a cidade de vermelho e branco, comemorando até altas horas a conquista do título de CAMPEÃO DO INTERIOR.

1956 – O Rio Branco SC no futebol profissional do Paraná

Depois de muito, o Rio Branco Sport Club, uma das mais tradicionais agremiações esportivas do futebol paranaense, voltou a fazer parte da DIVISÃO ESPECIAL DO FUTEBOL DO PARANÁ. Algumas complicações, a principio, pareciam tolher o desejo da gente riobranquista em disputar o Campeonato da Divisão Principal do Paraná. Primeiro foi a Federação Paranaense de Futebol, depois foi o CND que demorou em dar uma resposta ao pedido do Rio Branco SC. Muitas ações administrativas e políticas foram empreendidas pelos dirigentes leoninos. Por fim, o CND respondeu que só o Conselho Arbitral da Federação é que poderia decidir sobre o ingresso do Rio Branco no futebol profissional do Paraná.

No dia 16 de maio de 1956, por unanimidade, os clubes profissionais do Estado do Paraná, reunidos na sede da FPF, concordaram com a participação do Rio Branco SC no Campeonato Paranaense de Futebol. A torcida leonina e a cidade de Paranaguá festejaram com muita intensidade a conquista.

A partida de estréia do Rio Branco SC no profissionalismo aconteceu no dia 23 de junho de 1956 contra o Água Verde e terminou com a vitória do Leão por 3x2.

1970 – Voltando para a Primeira Divisão

O Rio Branco SC fez uma ótima campanha no ano de 1970, na 2° Divisão. Dos 10 jogos disputados no turno de classificação obteve 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas.. Com esses resultados o Rio Branco SC ficou classificado em 1° lugar juntamente com o Cascavel e o Guarani de Ponta Grossa.Foi necessária uma decisão entre os três. Em turno e returno houve um quadrangular. O Leão do Litoral conseguiu 1 vitória, 2 empates e 1 derrota. Acabou em 2° lugar, conquistando o direito de voltar para a 1° Divisão do Futebol Paranaense.

1977 – O Apito não deixou o Rio Branco Disputar as Finais

O Rio Branco SC fez uma ótima campanha na REPESCAGEM. Chegou até as finais, sendo CAMPEÃO da Zona Sul ao abater o Pinheiros, em Paranaguá por 1x0 e depois consolidar o título no empate em 1x1, na Vila Capanema. Nesse jogo final, em 06 de agosto, a torcida do Rio Branco mais uma vez fez a diferença. Mais de 1.500 torcedores lotaram automóveis e ônibus e foram para Curitiba levar o seu incentivo à equipe alvirrubra. A crônica esportiva da capital ficou boquiaberta quando presenciou a enorme massa litorânea que se instalou nas arquibancadas do Durival Brito e Silva.

Quando o árbitro trilou o apito encerrando a partida, os leoninos invadiram o gramado para comemorar, junto com jogadores e diretores o extraordinário feito.

Com essa conquista, qualificou-se para decidir a vaga para as disputas da finalíssima (que seria contra o Coritiba) enfrentando o Grêmio Maringá, campeão da chave norte.

No jogo do dia 21 de agosto, aos 41 minutos da etapa final, Ivan fez o 2° gol do Rio Branco seria o da vitória – e conseqüentemente faria com que houvesse uma prorrogação. Durante os noventa minutos de jogo o Rio Branco foi superior. O Grêmio agüentava-se numa retranca e torcia para que o tempo corresse o mais rápido possível. O árbitro Rubens Maranho, que andou prejudicando o Rio Branco com a marcação de faltas não existentes e cartões amarelos dados sem critério, não se sabe o porque, anulou o gol alvirrubro – que foi legítimo. Todos os jogadores partiram para tiram satisfações com o apitador. Este rodeado por policiais, ao ser questionado porquê fizera tamanha safadeza, disse: Vocês são timinho do interior, como é que querem disputar título?

Na classificação geral o Rio Branco ficou em 11° lugar.

A partir do descenso acontecido no início dos anos 80, o Rio Branco SC lutou contra todas as dificuldades inerentes aos clubes que disputam a segunda divisão.

Os dirigentes ficam sozinhos. A torcida, chateada, deixa de comparecer ao estádio e, o incentivo, que é tão importante, deixa de existir. Os jogadores sentem-se até desmotivados. Tudo isso contribuiu para que, durante tanto tempo, o Leão da Estradinha sentisse o gosto amargo do fracasso.

Mesmo diante de tantos problemas, a gente riobranquista trabalhava sonhando com o dia do retorno à elite do futebol paranaense. Os dirigentes – Mário Marcondes Lobo Filho, José Carlos Possas, José Manoel Chaves, Rui Câmara (Piro), Alceu Silva, Nivaldo Domanski, Mauro Portilho Marques, Francisco Lopes de Araújo, Erwin Aal Jr, o Vivi – assumiram o clube e montaram uma equipe com condições de disputar a vaga do acesso.Já estavam fora a tantos anos. Estava na hora de voltar!

O Campeonato de 1993, da 2° divisão foi muito difícil. Renhidamente disputado. Viagens longas e cansativas para o Oeste, Sudoeste e Norte do Estado. Tudo era superado tendo em vista o ferrenho desejo de voltar a Primeira Divisão. Ao final, o Leão conseguiu o seu intento. Os desportistas de Paranaguá teriam condição de ver, novamente, as grandes equipes se apresentando no estádio Nelson Medrado Dias e, estas, sentiriam, mais uma vez, que na Estradinha o Leão é uma equipe difícil de ser batida. Méritos à diretoria comandada por Mário Marcondes Lobo Filho.

Na classificação final o Rio Branco ficou em 5° lugar, obtendo o direito de voltar para a 1° divisão.

1995 – Rio Branco Campeão

Na fase de classificação, o Rio Branco ficou em 1° lugar na sua chave. Foi uma bela campanha.Finalmente as pretensões estavam concretizadas. Como campeão do Grupo B e, por conseguinte, CAMPEÃO DA 2° DIVISÃO, o Leão adquiriu o direito de disputar a Primeira Divisão no ano de 1996, bem como o Octogonal da Divisão de Elite ainda no ano de 1995.

Rio Branco SC – Campeão do Interior em 2000.

Foi com muita dedicação que a coletividade alvirrubra se preparou para o Campeonato Paranaense de 2000. Os jogadores se desdobraram em campo para honrar as cores do Leão. Tal esforço foi recompensado com a bela campanha, que culminou com a conquista de CAMPEÃO DO INTERIOR. Graças a essa condição o Rio Branco SC foi disputar o quadrangular final, tendo como adversário o Coritiba FC. Os dirigentes do time coxa fizeram de tudo para que o Rio Branco disputasse a partida no seu estádio. Alegavam a falta de capacidade para o público, conforme o regulamento. Os dirigentes riobranquistas agiram com firmeza e, montando uma arquibancada de estrutura metálica, conseguiram ampliar a capacidade para o público – que superlotou asa dependências do Estádio Nelson Medrado Dias. No campo as ações não foram favoráveis e o Rio Branco perdeu o jogo. Porém, depois de muito tempo, as cores vermelha e Branca do Leão da Estradinha tremularam no alto do mastro da vitória.

Estádio

Estádio Fernando Charbub Farah – “Gigante do Itiberê”
Capacidade 20000
Inauguração 29/09/2004 - Paraná 2 x 1 Vasco da Gama
Primeiro gol: Petkovic(Vasco)
Já foi apelidado pelos parnanguaras como "Caranguejão", fruto do mar cuja origem é do mangue e onde aquela obra foi realizada, onde no passado a beira do Rio Itiberê era um grande manguezal.

Estádio: Nelson Medrado Dias - “Estradinha”
Capacidade: 11000
Propriedade: SC Rio Branco

Hino Rio Branco Sport Club. Leão da Estradinha
Meu querido esquadrão
Leão da Estradinha
Serás eterno em meu coração

Torcer por suas cores é sensacional
Rio Branco querido não existe outro igual
A bandeira alvi-rubra, a mais linda que há
Orgulho maior de Paranaguá

Mascote

A mascote do clube é o Leão. Tal alcunha foi dada pelo fato de o Rio Branco ser um time bastante guerreiro e vindo do interior do estado e pela região da estradinha. O clube é, então, chamado carinhosamente pela torcida de ‘Leão da estradinha’.


site: http://www.leaodaestradinha.com.br