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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Nacional Futebol Clube

Nacional Futebol Clube é um clube de futebol da cidade de Pombal, estado da Paraíba.

Em sua história, disputou por três vezes a Segunda Divisão do Campeonato Paraibano de Futebol (1992, 1993 e 1994), tendo paralisado suas atividades profissionais a partir de 1995.Em 2014, o clube se inscreveu novamente para a disputa da Segunda Divisão.

Manda seus jogos no estádio Pereirão. As cores oficiais da equipe são o verde e o branco.


Alcunhas Sensação do Sertão, Alviverde e Camaleão Sertanejo
Mascote Camaleão

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Lucena Sport Clube

A equipe do município de Lucena vai disputar a segunda divisão do certame paraibano, e já planeja acesso. uma agremiação esportiva do município de Lucena , cidade do litoral norte da Paraíba, localizada a 35 km da capital João Pessoa.
No dia 10 de fevereiro de 2008, reuniu-se na praça de esporte de Fagundes em Lucena, um grupo de desportistas para a criação e fundação do LUCENA SPORT CLUBE, cuja reunião contou com o apoio e a presença de pessoas amantes do futebol.
Presidiram os trabalhos o Severino da Costa Ramos, carinhosamente conhecido como “Fofão” por todos os desportistas da cidade. Na ocasião ele sugeriu que fosse criada uma diretoria, Mas só em 2014, o projeto de profissionalização do Lucena, foi concretizado.
A equipe já está escrita no Campeonato Paraibano 2014, Segunda Divisão.

Alcunhas: Lucenão , Tubarão do Norte. 
Mascote: Tubarão 

Estádio
Antonio Toscano de Brito, “Toscanão” Capacidade: 5.000 pessoas  

http://lucenasportclube.blogspot.com.br/

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Spartax João Pessoa Futebol Clube

Uma das novidades da segunda divisão do Campeonato Paraibano é o Spartax de João Pessoa, que pela primeira vez vai disputar um campeonato profissional. A equipe, que foi fundada no ano passado como clube amador, não ficou muito tempo no anonimato e já em seu segundo ano de atividade resolveu tentar o acesso à elite estadual.
Confirmado para as disputas da segundona de 2014, o Spartax quer subir de divisão logo na primeira tentativa. O intuito do clube é fazer o elenco com muitos jogadores jovens e alguns com mais experiência. O projeto principal, no entanto, é de fazer do Spartax um formador de atletas.
Spartax quando entrar em campo vai lembrar um clube tradicional de João Pessoa. O time pessoense acabou escolhendo o branco e vermelho como cores oficiais, igual ao Auto Esporte, o quarto maior vencedor do futebol paraibano que ainda segue em atividade. A escolha das cores, segundo o presidente José Morais, não é para homenagear o Auto Esporte, mas sim as cores da bandeira de João Pessoa.
Em relação ao nome da equipe, o fato é curioso. A intenção inicial era colocar o nome Sparta, igual ao de Roterdã, da Holanda. Mas segundo Weider Cavalcante, a marca já era patenteada e, por isso, aleatoriamente, entrou a letra “x” no fim do nome Sparta, se tornando Spartax. O nome da cidade também foi incorporado na nomenclatura oficial e a equipe é denominada Spartax João Pessoa Futebol Clube.
Estádio
A equipe vai mandar seus jogos no estádio da Graça, no bairro de Cruz das Armas, na capital.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Esporte Clube Flamengo Paraibano

Esporte Clube Flamengo Paraibano é um clube de futebol da cidade de João Pessoa, capital do estado da Paraíba.
Fundado em 2008, só se profissionalizou em 2011, se inscrevendo para a disputa do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão.
Em 2011 , foi Vice-Campeão e Promovido no Campeonato Paraibano - 2ª divisão. Em 2012, foi lanterna e rebaixado na primeira divisão;
Seu uniforme, assim como seu homônimo mais famoso, constitui-se de camisa com listras horizontais vermelhas e pretas, calção preto e meias pretas.
A Federação Paraibana de Futebol decidiu excluir o Esporte Clube de Patos e o Flamengo Paraibano do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão de 2013 pelo fato destes clubes não cumprirem as determinações do Edital da competição.

Alcunhas Rubro-negro Mascote Urubu

Estádio

Estádio Leonardo Vinagre da Silveira, também conhecido como Estádio da Graça,2 é um estádio de futebol brasileirolocalizado em João Pessoa, capital do estado da Paraíba.

O Estádio da Graça foi fundado no dia 9 de janeiro de 1944, no bairro Cruz das Armas, durante uma partida amistosa entreDolaport e Santa Cruz do Recife, que terminou empatada em quatro gols. O primeiro gol do estádio foi marcado por Odilon, do Dolaport, aos 17 minutos do primeiro tempo.

Na partida do dia 14 de abril de 2002, entre Botafogo e Sport do Recife, válida pela Copa do Nordeste, o Estádio da Graça alcançou seu recorde de público: aproximadamente 7 mil pessoas estiveram presentes.

Em 7 de julho de 2008, teve início à maior reforma que o estádio já fora submetido até então, visando torná-lo adequado às determinações da FIFA e do Estatuto do Torcedor.1 A área do estádio foi ampliada, passando de 1.419 m² para 2.118 m². A obra foi concluída em 27 de março de 2010 e teve um custo estimado em R$ 3,5 milhões.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Santa Cruz Recreativo Esporte Clube

Santa Cruz Recreativo Esporte Clube é uma agremiação esportiva de Santa Rita, no estado da Paraíba, fundada a 15 de abril de 1939.
O clube tem como grande revelação Mazinho, campeão mundial pela Seleção Brasileira na Copa de 1994.
Bicampeão paraibano em 1995 e 1996, mas ficou 10 anos fora da elite do futebol estadual, voltando em 2014.
Estádio
Manda as suas partidas no Estádio Virgínio Veloso Borges, o "Teixeirão", com capacidade para 5.000 espectadores.

Títulos

 Campeonato Paraibano: 1995 e 1996
Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 1994 e 2000

Alcunhas: Time de Santa Rita

Mascote: Cobra Coral

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sport Club Campina Grande

O Sport Club Campina Grande é uma agremiação esportiva da cidade de Campina Grande, no estado da Paraíba. A equipe começou como uma escolinha de futebol, atuando nas categorias sub-15, sub-17 e sub-21, tornando-se um clube profissional no ano de 2010.
Existente há mais de 20 anos como projeto social, o Sport Club Campina Grande se profissionalizou em 2012 e participou das duas últimas edições da Segunda Divisão do Paraibano. Em 12 jogos, perdeu todos, com 48 gols sofridos e apenas quatro marcados – na edição de 2013 do torneio, nenhum jogador do time conseguiu empurrar a bola para a rede dos adversários.
Com esse retrospecto, como chegou à Primeira Divisão? Na verdade, era uma das poucas soluções para o torneio acontecer. Por regulamento, a Federação Paraibana de Futebol precisa organizar o Estadual com pelo menos dez clubes. Nacional e Esporte (campeão da Segundona em 2013) desistiram de jogar o campeonato deste ano. Sport Campina e Queimadense foram as opções que restaram para preencher as vagas. As agremiações toparam e tiveram as participações aprovadas em assembleia, no fim de novembro.

O Sport Campina foi rebaixado no Campeonato Paraibano 2014. O Carneiro somou apenas um ponto, em catorze rodadas disputadas na primeira divisão do estadual. O time de Campina Grande protagonizou também a maior goleada do campeonato, quando perdeu por 9 a 0 para o CSP. Fez 10 gols e levou 54 .

Estádio Amigão Capacidade 35.000

Mascote Carneiro

terça-feira, 27 de abril de 2010

Miramar Esporte Clube

O Miramar Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Cabedelo, no estado da Paraíba. Irá disputar o campeonato paraibano da segunda divisão em 2010.
Fundado em março de 1923. Na história recente do clube foi campeão da segunda divisão do campeonato paraibano em 2001, passando quatro anos na primeira divisão. Já esteve à frente de times como Treze e Campinense no campeonato paraibano de 2003. Em 2004 foi vice-campeão da Copa Paraíba.

Estádio

Manda seus jogos no Estádio Francisco Figueredo.
Capacidade 2000
  
Títulos

Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2001.

domingo, 28 de março de 2010

Paraíba Esporte Clube

O Paraíba Sport Clube é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Cajazeiras, no estado da Paraíba.Fundado em 13/07/2008
Atualmente disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paraibano.
Em 2010 , tem mais uma grande oportunidade de chegar pela primeira vez à principal divisão do futebol paraibano, pois apenas cinco clubs estão aptos a participarem desta competição e destes dois na elite do paraibano em 2011.


Estádio

Perpétuo Corrêa Lima
Capacidade 15.000


Alcunhas Cobra Coral do Sertão

Site

http://www.paraibaesporteclube.com.br/

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cruzeiro Esporte Clube

O Cruzeiro Esporte Clube é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade de Itaporanga, no estado da Paraíba. Fundado em 28 de outubro de 1969, no Sítio Cantinho, joga no estádio José Barros Sobrinho, o Zezão, com capacidade para 3.000 pessoas.
A participação do Cruzeiro na Primeira Divisão em 2008 , é um feito inédito para o time fundado na década de 50 pelos irmãos Manoel e Ivanó Araújo. 2007 também consagra o itaporanguense Edmundo que, aos 37 anos, conseguiu em um mesmo ano ser o artilheiro de duas competições diferentes: a Primeira e a Segunda Divisão. Nesta última marcou 11 vezes, mas teve um dos seus gols atribuído, equivocadamente pela arbitragem, a outro atleta cruzeirense.

Alcunhas Raposa do Sertão - Azulão do vale

Estádio

José Barros Sobrinho (Zezão)

Capacidade 3.000 pessoas

Site
http://cruzeiroita.blogspot.com/

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Confiança Esporte Clube

O Confiança Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Sapé, no estado da Paraíba. Manda jogos no Estádio Luiz Ribeiro Coutinho, popularmente chamado de "Ribeirão".
O Confiança foi fundado no dia 22 de abril de 1953. O clube levou 43 anos para chegar à primeira divisão do futebol paraibano, fato ocorrido em 1996.
No ano seguinte, o Confiança consagrou-se campeão paraibano de futebol. O grupo campeão contava com o goleiro Lúcio, além dos jogadores Warlei, Careca, Betinho, Cícero, Glauco, Wilian, entre outros. O presidente da época era João Máximo.


Títulos

Campeão Paraibano 1997

Estádio
O Estádio Municipal Luiz Ribeiro Coutinho, também conhecido como O Ribeirão, localiza-se na cidade de Sapé, no estado brasileiro da Paraíba. Possui acomodações para até 2.500 pessoas.


Alcunhas Bicho-Papão


Mascote Taz

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Estrela do Mar Esporte Clube

Fundação 6 de maio de 1953 Cidade: João Pessoa/PB
Participou da Taça Brasil 1960

Títulos


Campeonato Paraibano: 1959.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Sociedade Esportiva Queimadense


Diferente dos demais, a nomenclatura da equipe chama a atenção, mas traduz a intenção do fundador. O título Sociedade Esportiva Queimadense foi criado para dar uma dimensão maior para instituir outras modalidades esportivas e ainda trabalhar com a sociedade como um todo.
Com o sonho de ter em sua cidade um time que estivesse presente em competições oficiais, o desportista Saulo Ernesto fundou em 15 de novembro de 2003 a Sociedade Esportiva Queimadense. No entanto, apenas no segundo semestre de 2007 o clube passou a existir para a Federação Paraibana de Futebol e para a Confederação Brasileira.
Foi neste ano, que a Queimadense uniu-se ao Treze e se inscreveu para as disputas do Campeonato Paraibano da segunda divisão. Até um mês antes de começar a competir não tinha sequer um grupo de jogadores.
Foi visando a formação do elenco e ter um local para realização dos jogos que a parceria foi firmada e a Queimadense acabou campeã da Série B daquele ano. O ano de 2007 foi escolhido aproveitando a ausência dos clubes de Campina Grande em competições oficiais, a exemplo da Copa do Brasil e do
Campeonato Brasileiro, o que deu a equipe de Queimadas a torcida de Campina Grande, cuja distancia é de 19 km.
A estréia da Queimadense nos gramados aconteceu no dia 12 agosto, quando enfrentou o Leonel e venceu pelo placar de 1 a 0, numa partida que mexeu com os ânimos de todos e terminou com distribuição de 12 cartões amarelos e seis vermelhos.
2007 - Campeão - 2ª. Divisão

2008 – 6º. Colocado
2009 -  5° Colocado


Títulos
Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2007.
 
Estádio
 
Presidente Vargas
Capacidade 10.000

Mascote Carcará

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Esporte Clube de Patos


O Esporte foi fundado no dia 7 de julho de 1953, por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Patos, sob o comando do sr. Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte. A reunião de fundação do clube ocorreu na sede do Tiro de Guerra patoense. Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirubro recifense na época.


O Esporte disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, chegando a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte. Em 1964, o clube deu início à profissionalização, passando a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965, permanecendo até 1974. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995.

Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.

Hino

Esporte, Esporte, Esporte,
O Alvirrubro do meu coração. Bis
Esporte, Esporte, Esporte,
É o Patinho terror do sertão.
Quando ele arranca

Todos sabem como é
É mais um gol
E a turma segue dando olé
Desde Inocêncio
Muita Glória, Muito Amor
Esse Patinho é mesmo o Terror.

Estádio: José Cavalcanti - Capacidade para 15000 torcedores


Uniforme: Camisa vermelha e branca, calção branco e meias brancas

Título: Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2005
 
Alcunhas Alvirrubro ; O Terror do Sertão

Mascote Pato Donald

sábado, 1 de agosto de 2009

Internacional Esporte Clube


Fundado em 1959, tendo como sede a Rua Guibaldo Leal de Menezes, 233, bairro dos Ipês, em João Pessoa, Paraíba, o Internacional não passava de um time de futebol, disputando os campeonatos das categorias de bases promovidos pela Federação Paraibana de Futebol.

O clube acabou se profissionalizando este ano depois que foi celebrada uma parceria entre sua diretoria e um grupo de empresários polonês. Com isso, o Internacional teve condição de entrar na Segunda Divisão do futebol paraibano e contratar jogadores de renove do futebol da Região.

Os treinos do Internacional, do elenco profissional e juvenil, estão sendo realizados, no Centro de Treinamentos Oceania, considerado o melhor complexo da Paraíba, na estrada de Cabedelo.
A atual sede da equipe localiza-se no município de Santa Rita, próximo a João Pessoa.

Campeão Paraibano da 2ª Divisão em 2008, disputa a divisão principal em 2009, mas termina na última colocação e é rebaixado.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Esporte Clube Cabo Branco

Impulsionados pelo amor ao futebol, um grupo de jovens pessoenses resolverem oficializar suas peladas dominicais fundando um clube. Assim, reunidos num domingo do ano de 1915, no altiplano do cabo branco lançaram os alicerces do que hoje é o maior complexo sócio-cultural esportivo paraibano: o Esporte Clube Cabo Branco.

Sempre voltados para o futebol aqueles jovens foram fortalecendo o time, realizando partidas interestaduais, vencendo jogos e campeonatos importantes, tendo participado vitoriosamente do primeiro jogo promovido pela Liga Desportiva Paraibano, em 1919.

A popularidade conseguida com o futebol, aliada a uma estrutura social, administrativa e financeira exemplar, possibilitaram ao clube transferir-se o hipódromo do bairro de Jaguaribe.
Em 1942 o futebol adulto do clube foi extinto, dando lugar às categorias de base.
A parti dos anos 30 novas modalidades esportivas foram introduzidas como basquete, vôlei, tênis de mesa, futebol de salão, natação, ginástica, handebol e aeróbica.
A parte social foi inicialmente marcada por bailes carnavalescos no hipódromo de Jaguaribe. Pouco tempo depois o clube adquiriu a sede central da Rua Duque de Caxias, onde festas carnavalescas e desfiles de fantasias rivalizavam com outros clubes e influenciavam no comportamento social da cidade.
A sede do hipódromo de Jaguaribe foi desativada com grande baile de carnaval. Da mesma forma, foram inaugurada, 1958, a atual sede Fo bairro de Miramar.
Com a chegada dos anos 80 os bailes carnavalescos começam a perder a força e, na sede do Miramar dá-se inicio a uma extensa programação social, com festa típicas, bailes de debutantes, concursos de misses, shows com artistas renomados, eventos que mantêm o clube vivo até hoje. Nessa mesma época ocorre também o crescimento esportivo do Cabo Branco, que revelou atletas de nível nacional em diversas modalidades.

Títulos

Campeonato Paraibano: 10 vezes (1915, 1918, 1920, 1924, 1926, 1927, 1929, 1931, 1932 e 1934).

Fonte
http://www.clubecabobranco.com/historia.htm

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Associação Desportiva Perilima


O Perilima foi fundado no dia 8 de setembro de 1992 e pertence a uma fábrica de sordas, bolachas de trigo e rapadura. Amante do futebol, o desportista e empresário Pedro Ribeiro decidiu em 1995, criar uma equipe de futebol para o lazer dos operários da sua fábrica, foi assim que a industria alimentícia Perilima, produtora de Sordas (tipo de iguaria), ingressou no esporte como à Associação Desportiva Perilima. Nos anos de 1996 e 1997, o clube se limitou às competições amadoras nos bairros de Campina Grande, porém em 1998. Pedro Ribeiro decidiu profissionalizar o time da fabrica e inscreveu a equipe no Campeonato Paraibano da Série B, com o elenco inicialmente formado pelos funcionários da empresa, incluindo seu dono, Pedro Ribeiro Lima, (técnico e atacante da equipe).

No primeiro turno do campeonato da Segunda Divisão paraibana, o time ficou na lanterna, somando apenas 1 ponto. O que não abateu a equipe, que, no dia 27 de setembro, conseguiu sobre o Serrano de Serra Redonda a primeira vitória de sua história, com o placar de 2x0. Conseguindo uma recuperação épica, a equipe se classificou para a grande final do quadrangular, depois de vencer o Cruzeiro de Itaporanga com o placar de 1x0. Gol marcado pelo meia Beto, e novamente tendo no seu caminho o Serrano. Desta vez, o Perilima foi superado, ficando apenas com o vice-campeonato, o que valeu a promoção para a Primeira Divisão estadual. Os Atletas do Perilima eram: Dissa, Fernando, Ricardo, Júnior, Fofão, Dinho, Tuta, Nego Pai, Renato Batista, Nonato, Naldo, Pedro Ribeiro, Lito, Neto, Emiliano e Beto.

A estréia do Perilima no Campeonato Paraibano da Primeira Divisão foi um tanto desastrosa, sendo goleado pelo Nacional de Patos por 5x0, fora de casa. A equipe amargurou a ultima posição de seu grupo, regressando para a Segunda Divisão estadual em 2000. Novamente conquistou um vice-campeonato da competição, porém sem direito a ter acesso à elite desta vez, permanecendo na divisão inferior por mais uma temporada.


Em 2001, desta vez com o nome de Esporte Clube Perilima, conquistou novamente um acesso e um vice-campeonato da Segunda Divisão estadual, o que fez a Águia de Campina Grande voltar a elite estadual no ano de 2002, ano em que o time conseguiu seu melhor desempenho em estaduais da Primeira Divisão paraibana, até então. O Perilima ficou na 12ª posição num campeonato de 15 equipes, e se mantendo de forma inédita por mais de um ano consecutivo na Primeira Divisão.

No ano de 2003, novamente com a nomenclatura de Associação Desportiva Perilima, ironicamente a equipe voltou a ter um mau desempenho no campeonato, ficando na lanterna, apesar do grande desempenho da sua dupla de atacantes formadas por Nego Pai e Edmar, que foi autor de 12 gols na edição.
Desde então, a equipe vem acumulando acessos e rebaixamentos, conseguindo mais dois vice-campeonatos da segundona estadual (nomeada agora como Troféu Chico Bala) em 2004 e 2006.
Em 2007, voltou a participar da Primeira Divisão estadual sem, contudo, obter sucesso. Acabou sofrendo goleadas históricas e retornando à Segunda Divisão do Campeonato Paraibano.

Em 2009, surge uma iniciativa em prol do futebol. Mais de cem pessoas, fanáticas pelo esporte, decidiram ajudar um time sem torcida, mas famoso por outros motivos, a participar de mais uma competição oficial. Integrantes da comunidade “Futebol Alternativo”, que troca informações através de um site de relacionamento, farão doações em dinheiro para ajudar a Perilima a disputar a Série B do Campeonato Paraibano 2009.
Tudo começou após a divulgação por parte da imprensa das dificuldades econômicas que vive Pedro Ribeiro, dono do clube. Em reportagens, Peri afirmou que poderia não competir por não poder pagar valores referentes às taxas e viagens. Mais de R$ 1.500 já foram disponibilizados pelos integrantes da comunidade que entraram em contato com a diretoria da equipe afim de que a doação se concretize. Os dirigentes do auriceleste, por sua vez, já garantiram doação de camisas para sorteio e ainda a realização de um amistoso com data e local ainda a ser marcados.


Seu Peri Lima e o gol 1

A utopia do atleta Pedro Ribeiro Lima, o Perí (foto), considerado o atleta profissional mais velho em atividade no mundo em busca do primeiro gol de sua carreira como jogador profissional finalmente se concretizou, na partida realizada nesta quarta-feira 28, pela segunda rodada do re
turno do Campeonato Paraibano de Futebol, no confronto que apesar da derrota do seu clube, tornou-se histórico para a Desportiva Perilima.
O atleta de 58 anos, é proprietário de uma fabrica alimentícia que tem como principal iguaria a produção de Sordas. Pedro Ribeiro profissiona
lizou-se em 1998 para as disputas do Campeonato Paraibano da Série B daquele ano, e ao longo de quase dez anos, atuando pelo clube jamais conseguiu marcar um gol numa competição oficial. Na partida diante do Campinense Clube, o atleta finalmente "desencantou" e emocionado conseguiu balança as redes do goleiro Jailson do rubro-negro.
O atleta de futebol mais velho em atividade, comemorou o tento ao lado de seus atletas e não conseguiu esconder a satisfação de alcançar seu feito. Pedro Ribeiro tornou-se destaque na mídia não somente pela idade, mas também pela contradição com o atacante Romário ídolo do futebol mundial e que luta pela concretização do seu milésimo gol.
O Gol de Perí ocorreu aos 35 minutos, após uma jogada individual de Nego Pai na área rubro-negra. O atleta da Perilima acabou derrubado e o árbitro Laurismar Alves acabou marcando penalidade máxima. A cobrança ficaria a cargo do atacante Edmar, porém praticamente todos os torcedores no Estádio Ernani Sátiro pediram para Pedro cobrar.

Mesmo aparentando estar nervoso, o veterano não perdoou, e concluiu com precisão nenhuma chance de defesa para o goleiro do Campinense que ainda tentou evitar o feito. O gol marcado por Pedro Ribeiro arrancou aplausos calorosos dos torcedores dos dois clubes que gritaram seu nome no estádio.
Ribeiro tentou conter as lágrimas e mesmo sem ter o mesmo assédiosignificante, dado pela impressa brasileira quanto à expectativa do milésimo gol de Romário. Correu feito uma criança em busca do assédio de amigos e atletas.

Estádio







O Amigão - Capacidade para 34.000 torcedores




Mascote

Águia

domingo, 5 de abril de 2009

Auto Esporte Clube

O Auto Esporte Clube foi fundado no dia 7 de Setembro de 1936, por um grupo de motoristas de praça na cidade de João Pessoa na Paraíba.

Em 1939, o Auto Esporte sagrou-se Campeão Paraibano invicto, pelo campeonato organizado pela LDP (Liga Desportiva Paraibana). No primeiro compromisso, o Auto Esporte venceu ao Treze por 3x2; em seguida derrotou o Esporte Clube União por 2x1; Palmeiras por 2x1, para, 8 dias depois, empatar em 1x1 como Botafogo e, finalmente, encerrar a temporada, aplicando a goleada de 7x1 ao Filipéia. Quadro campeão, com os jogadores que revezaram durante a temporada: Terceiro (Lins), Biu (Lucena), Zé Novo, Henrique, Gerson, Aluízio, Neco de Cabedelo e Formiga (Pé de Aço); Pitôta, Pedrinho e Misael.

O Campeonato Estadual de 1956, conquistado pelo Auto Esporte, só foi decidido dois anos depois, numa série em “melhor de três”, entre Auto e Botafogo. O alvirrubro venceu o primeiro jogo pelo escore de 2x1, no Estádio Olímpico. O placar foi inaugurado aos 21 minutos do primeiro tempo, por intermédio de China, marcando para o Auto Esporte. Pedro Negrinho empatou aos 36 ainda na fase inicial. No segundo tempo coube a Delgado marcar a tento que deu a primeira vitória ao quadro automobilista.

Na semana seguinte, foi decidido o campeonato com o Auto vencendo mais uma vez por 2x1, escore que lhe deu o título de Campeão Paraibano de 1956, com a seguinte equipe: Freire, Calado e Lucas; Xavier, Américo e Croinha; Pitada, China, Delgado, Massangana e Alfredinho.

No dia 21 de dezembro de 1958, no Estádio Leonardo da Silveira, Auto Esporte e Íbis se empenharam na luta pelo título estadual, que acabou sendo conquistado pelo quadro automobilista pelo placar de 3x1, marcando para os vencedores Piau (2) e Alfredinho, cabendo a Moacir descontar para o Íbis. O time campeão atuou com: Agostinho; Wilson e Américo; Élcio, Joca e Croinha; Tito, China, Macau, Alfredinho e Piau.

Em 2 de novembro de 1987, perante um público de 15 mil espectadores, o Auto Esporte conseguiu, ao empatar com o Botafogo, quebrar um tabu que já vinha durando 29 anos sem conquistas do Campeonato Paraibano. O árbitro deste jogo foi José de Assis Aragão, que pertencia à Federação Paulista de Futebol e deixou de validar um gol do Botafogo, marcado pelo lateral-direito Santana Filho, quando o jogo estava zero a zero. Os assistentes foram José do Egito e Marcos Nunes Teobaldo, ambos da Paraíba.

Para desespero da torcida motorizada, o Botafogo partiu na frente. Mas o Auto Esporte teve forças para empatar com Bona, aos 44 minutos da etapa final. A equipe esteve formada assim: Adailton; Walter, Neurilene, Marconi e Carlito; Farias, Dagoberto (Dentinho) e Tola; Zé Carlos, Isaias e Anchieta (Bona). O Auto Esporte, na ocasião era treinado por Victor Hugo e presidido por João Máximo Malheiros.

Durante o Campeonato Paraibano de 1990, era inegável que, mesmo antes de terminar o campeonato, o Auto tinha o melhor time. A confiança excessiva da torcida e da diretoria, acabou provocando um clima de guerra para o jogo contra o seu principal rival. O Botafogo bem que tentou dificultar os passos do quadro volante. Porém, isso nada valeu, pois Neto Surubim recebeu uma bola cruzada e bateu forte para o gol, sem chances de defesa para o goleiro Marola, do Botafogo. O 1 a 0 garantiu o título ao Auto Esporte, sob comando do treinador Mineiro, com a seguinte escalação: Jorge Pinheiro; Santana, Carlinhos Paraíba, Gilvan e Mano; Farias Álvaro e Neto Surubim (Adriano); Cao (Gilmar), Isaias e Betinho.

No Estadual de 1992, os alvirrubros fizeram a festa do título em pleno Estádio “Amigão“, diante dos torcedores trezeanos, que eram a maioria. Após a derrota no tempo normal de jogo, o Auto esteve impecável taticamente na prorrogação. Mais ativo na partida, indo para o tudo ou nada, haja visto que o empate interessava unicamente ao Treze, o Auto fez o gol da vitória na prorrogação, aos 5 minutos, com Cristiano marcando o tento alvirrubro. O Auto Esporte jogou com: Zenóbio; Gilmar (Cao), Salerno, Carlinhos Paraíba e Adriano; Deoclécio, Nilo e Betinho; Walber (Everton), Isaias e Cristiano. Técnico: Carlos “Carlão”. Ainda neste mesmo ano, o Auto Esporte terminou na terceira colocação do Campeonato Brasileiro da Série C.

O Auto Esporte é o único clube paraibano a fazer excursão à Europa, em 1999. Em 2004, o Auto Esporte foi rebaixado para a Segunda Divisão paraibana, retornando, no ano de 2006, à elite do futebol paraibano. Rebaixado novamente em 2007, permanece na 2ªdivisão.

Títulos

Campeonato Paraibano: 6 vezes (1939, 1956, 1958, 1987, 1990 e 1992).

Campeonato Paraibano - 2ª Divisão: 2006.

Estádio

Seu estádio é o Estádio Evandro Lélis, mais conhecido como "Mangabeirão", por ser localizado no bairro de Mangabeira, ou Colosso Alvi Rubro. Capacidade: 3.000

Inauguração: 3 de setembro de 2005 - Auto Esporte 1x2 Desportiva Guarabira

Hino

Agitam-se bandeiras no estádio a explodir
Porque o auto Esporte de repente vai surgir
A multidão exulta a cada instante
Esperando confiante, a vitória conseguir.

A luta contra tudo e contra todos começou
E o Auto Esporte vai mostrar o seu valor
Sem ódio e sem rancor
Sem nada a temer
Sabendo que a disputa é pra valer
Um brado então se ouviu
Em todas os rincões
Incendiando os nossos corações

DA-LHE AUTO
DA-LHE AUTO
OLÊ! OLÊ! OLÊ!
Se competir é importante como dizem
Ao Auto Esporte bem melhor será vencer! (Bis)


Mascote

quarta-feira, 4 de março de 2009

Treze Futebol Clube

07 de Setembro de 1925, nasce o mais querido da Paraíba

(...)02 de Setembro daquele mesmo ano, em uma quinta-feira, à noite ocorreu uma reunião no clube dos comerciários, onde hoje está localizado o prédio da Associação Comercial, na avenida Floriano Peixoto. Naquela data Antonio Fernandes Bióca, que ficara entusiasmado com o grande número de interessados na proposta, marcara uma reunião formal para o dia 07 de Setembro, com o propósito de oficializar a criação de uma agremiação esportiva em Campina Grande.

Assim, no dia 07 de Setembro de 1925, às nove horas da manhã, compareceram à residência de Bióca, que ficava vizinho ao antigo cine Babilônia, José de Castro, José Eloy Junior, Amélio Leite, Plácido Véras, José Sodré, Zacarias Ribeiro, José Rodolfo, Olívio Barreto, José Casado, Alberto Santos, Osmindo Lima e Luiz Gomes. O anfitrião ficou desanimado com o baixo número de pessoas presentes, diante do público que vira na reunião anterior e pensou até em desistir da empreitada, mas mesmo com o reduzido número de participantes à reunião, a idéia de desistência não prosperou e passou-se a escolher o nome da nova agremiação esportiva, vários nomes surgiram, mais não se chegou a nenhum consenso, pois o intuito era criar algo novo e original, então essa escolha ficou para a próxima reunião, conforme ficou registrado na ata número 07, do Treze Futebol Clube, de 07/09/1925.

Entusiasmados diante da receptividade do público quanto à noticia de que um novo clube de futebol estava surgindo na cidade, os futuros atletas alvinegros marcaram uma segunda reunião, sob a coordenação de Bióca, que fora escolhido como presidente interino, sendo o assunto da pauta a escolha do nome da agremiação. Mais uma vez as idéias foram surgindo, mais nenhuma original, essa agremiação deveria ter um nome diferente de todas as outras já existentes.
Os pontos positivos deste encontro foram o acordo de que o nome do novo clube deveria ser algo original e a definição das cores, que também deveriam ser diferentes dos demais clubes, então Plácido sugeriu o preto-e-branco que para sua surpresa foi logo aceito por todos, quanto ao nome não se chegou a nenhum consenso novamente.

No dia 20 de outubro de 1925, novamente os treze desportistas estavam reunidos na casa de Bióca, discutindo um nome para o clube, que até então era apenas rotulado como uma “sociedade desportiva”, conforme observa a ata de número 03. Em certo instante José Casado levanta-se e conta o número de presentes à reunião e observou que eram treze componentes desde a primeira reunião, então sugeriu duas opções Treze SPORT CLUBE ou TREZE FUTEBOL CLUBE e como a atividade a ser desenvolvida seria o futebol, ficaram com a segunda opção. Nascia ali o mais querido da Paraíba.
Na manhã seguinte, quando a noticia se espalhou pela cidade à população ficou surpresa com a escolha do interessante nome para a agremiação que surgia, mas embora tendo nome exótico nome, o destino do “Galo da Borborema” (expressão de autoria do poeta Murilo Buarque, fazendo alusão ao número 13 no “jogo do bicho”) seria o de voar alto como as águias. Daí no primeiro jogo,o novo clube já contara com torcida junto ao campo de areia.

A História do Treze Futebol Clube – Cronologia

O Treze Futebol Clube surgiu do carinho e da paixão pelo futebol de treze desportistas. Alberto Santos, Osmindo Lima, Olívio Barreto, Zacarias Ribeiro, José Casado, Plácido Véras, José de Castro, José Eloy, José Rodolpho, José Sodré, Amélio Leite, Luiz Gomes e Antônio Bióca reuniram-se naquele dia, na residência do último, com o propósito de fundar uma sociedade esportiva.

O nome foi uma proposição de José Casado, fundamentada no número de sócios que haviam assinado a primeira ata. Já as cores foram propostas por Plácido Véras.
A história do Treze é grandiosa, não podendo ser resumida em poucas palavras. De modo detalhado, em 2006 lançamos o livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história". Contudo, neste espaço, para que o internauta tenha apenas uma idéia da importância do "Galo da Borborema" no cenário esportivo do Estado, faremos abaixo uma "Linha do Tempo", capaz de transmitir a magnitude da sua história:

•1925: No dia Sete de setembro, é fundada, na residência de Antônio Bióca, uma sociedade desportiva. O nome "Treze Futebol Clube", proposta de José Casado, somente foi adotado em 20 de outubro daquele ano.
•1926: no dia 1º de maio, o Treze faz o seu primeiro jogo, sendo o adversário o Palmeiras, desta cidade. Sai vencedor por 1 x 0, gol marcado por Plácido Véras, apelidado de "Guiné". Ainda este ano, já aparece na "Revista Fon Fon", de circulação nacional, no mês de setembro.
•1926 a 1929: Sagra-se tetracampeão do "Campeonato da Cidade".
•1930 a 1936: O Treze passa por uma crise interna. A diretoria, escolhida em 1930, resolve suspender as atividades do clube.
•1937: Tendo Bióca como líder, o Treze é reativado.
•1938: Início da construção do Estádio Presidente Vargas.
•1939: Participa, pela primeira vez, do "Campeonato da Capital" (atual Campeonato Estadual). Fica com o segundo lugar. Conquista o "Campeonato da Cidade"
•1940: Sagra-se campeão do Estado. O "Presidente Vargas" é inaugurado. Bicampeão da cidade.
•1941: Conquista o bicampeonato estadual. Outra vez é campeão da cidade
•1942 e 1943: sagra-se tetracampeão do "Campeonato da Cidade".
•1945: Conquista mais um "Campeonato da Cidade".
•1947: Campeão do "Torneio Quadrangular Capitão Renato Ribeiro de Moraes", em João Pessoa. Bicampeão do "Campeonato da Cidade".
•1948 e 1949: Tretacampeão do Campeonato da Cidade. É o primeiro clube paraibano a realizar uma viagem aérea para jogar em outro Estado. São construídas as primeiras arquibancadas do PV.
•1950: Implanta o profissionalismo. Sagra-se Campeão Estadual.
•1951: realiza o seu primeiro amistoso internacional, enfrentando o Vélez Sarsfield, da Argentina, quando perde por 3 x 2.
•1952: Lança a revista comemorativa do 27º aniversário, fato pioneiro no futebol paraibano. Concede o título de sócio-honorário ao compositor Ari Barroso.
•1953: Os atletas alvinegros, Marinho, Hercílio e Ruivo recebem o prêmio "Belfort Duarte", concedido aos atletas que disputassem 80 partidas sem receber qualquer punição.
•1954: Faz excursões por Bahia, Sergipe, Alagoas e Ceará.
•1955: Enfrenta diversos clubes cariocas, entre eles o Flamengo, quando perde por 1x0. É realizado o primeiro Treze x Campinense, posteriormente denominado de "Clássico dos Maiorais". Inaugura o Estádio Plínio Lemos, enfrentando o Bahia.
•1956: realiza outra excursão, desta vez para jogos no Piauí e no Ceará.
•1957: realiza amistosos contra clubes cariocas. É, mais uma vez, Campeão da Cidade.
•1958: É campeão do "Torneio JK". O Estádio Presidente Vargas recebe iluminação para jogos noturnos.
•1959: enfrenta clubes do Rio de Janeiro. Destaque para a vitória sobre o Bangu por 2 x 1. Tem início a construção da arquibancada geral do PV. É campeão do I Campeonato Misto de Profissionais.
•1960: outros amistosos contra times cariocas. Destaque para o empate contra o Vasco da Gama em 1 x 1.
•1961: Realiza o segundo amistoso internacional da sua história, empatando em 1 x 1 com o Dínamo de Bucarest. Conquista o "Torneio Pernambuco-Paraiba". Excursão pelos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas.
•1962: Inaugura as cabines de imprensa no Estádio Presidente Vargas, sendo obra pioneira nos estádios da Paraíba. Faz a excursão mais longa da sua história. Durante quase dois meses, atuou pelos estados do Amazonas, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí e Ceará, vencendo 14 jogos, empatando 01 e perdendo 07. Depois de quatro anos, perde uma partida contra um clube da capital do Estado.
•1964: É o primeiro clube paraibano a jogar em Brasília, de onde regressou invicto.
•1966: Sagra-se campeão estadual, de forma invicta.
•1967: Disputa a "Taça Brasil". O atleta alvinegro Chicletes foi o artilheiro da competição, superando inclusive Pelé, aquela altura já o maior jogador do mundo.
•1968: Realiza vários amistosos internacionais. Inicialmente, contra a Argentina; depois, contra a Seleção da Romênia e, mais tarde, o Rampla Juniors do Uruguai. Contra a Romênia, o bicampeão mundial Garrincha atuou pelo Treze.
•1969: Nilton Santos, também bicampeão mundial, atua pelo Treze contra o Campo Grande do Rio de Janeiro.
•1970: o Treze recusou-se a disputar o campeonato estadual. Disputa vários amistosos interestaduais.
•1971: Empreende excursão pelo Ceará, Piauí e Maranhão, onde conquista o Torneio "Cidade de São Luís".
•1972: Ampliação do Estádio Presidente Vargas.
•1973: Grave acidente com a delegação do Treze, quando da volta de um jogo em Pernambuco. O atleta Josa perdeu as pernas, numa tragédia que chocou a Paraíba.
•1974: outro amistoso internacional, desta vez contra a seleção da Tanzânia.
•1975: Cinqüentenário do alvinegro. Amistoso contra o Internacional de Porto Alegre. O Treze inaugura os refletores do Estádio Amigão. O jogador João Paulo marca o primeiro gol noturno naquele estádio. Conquista do campeonato paraibano, dividido com o Botafogo.
•1976: Participação no Campeonato Nacional. Apresenta índice de público superior a cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. É campeão da Taça "Cidade de Campina Grande" (antigo "Campeonato da Cidade").
•1977: Nova participação no Campeonato Nacional, após seletiva com o Campinense. Destaque para o empate contra S.E. Palmeiras em 1 x 1. O nome do Treze passa, semanalmente, a ser citado pelo personagem "Meinha", de Chico Anísio, em programa da Rede Globo ("Tem nada não! Deixa eu ser contratado pelo Treze!"). É novamente campeão da Taça "Cidade de Campina Grande".
•1978: Recusa-se a disputar o campeonato estadual. Tricampeão da Taça "Cidade de Campina Grande". Sob o protesto da torcida, tem o seu nome mudado para Treze Athlético Paraibano. A canção "Galo da Borborema", de João Martinhs, é "adotada" como hino do clube. Tricampeão da Taça "Cidade de Campina Grande" .
•1979: Adelino, atleta alvinegro, iguala feito de Pelé, ao marcar oito gols em uma partida oficial, contra o Nacional de Cabedelo, que perde por 13 x 0 ! Conquista o tetracampeonato da Taça "Cidade de Campina Grande" e o Torneio Pentagonal "Cleto Marques"
•1980: Conquista o "Torneio Paraíba-Rio Grande do Norte".
•1981 a 1983: Tricampeão Paraibano. Em 1982 e 1983, conquista a Copa Paraíba. Em 1982, estabelece o recorde oficial do Estádio Amigão ao jogar contra o Flamengo: 41.149 pagantes. Neste mesmo ano, venceu o Botafogo do Rio em pleno estádio Caio Martins, por 3 x 1
•1984: nova participação no Campeonato Nacional. Empates contra o Corinthians Paulista, tanto em C. Grande quanto em São Paulo.
•1985: A FPF proclama Treze e Botafogo campeões estaduais, decisão até hoje discutida.
•1986: O Treze conquista o Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF, correspondente à atual Segunda Divisão. Vitórias sobre o Santos, em plena Vila Belmiro, e São Paulo, ambas por 1 x 0.
•1987: Bióca, um dos fundadores do alvinegro, é homenageado pela URSS.
•1988 e 1989: Bicampeão da Taça "Cidade de Campina Grande". Em 1989, conquista do Supercampeonato Estadual. Um temporal destrói as torres de iluminação do PV.
•1990 a 1994: O alvinegro passa por grave crise interna, culminando no seu rebaixamento à segunda divisão do campeonato estadual em 1994.
•1995: Disputa a segunda divisão do Campeonato Estadual. Ainda assim, apresenta média de público superior aos jogos da primeira divisão estadual.
•1996: Retorna à primeira divisão. Bióca e "Guiné" , sócios-fundadores remanescentes, partem para à eternidade.
•1997: começam os trabalhos para que o PV volte a ter iluminação para jogos noturnos.
•1998: Inauguração dos novos refletores do PV.
•1999: O Treze é a primeira equipe paraibana a passar para a segunda fase da Copa Brasil, após derrotar o Santa Cruz do Recife em pleno estádio do Arruda. Empata, por duas vezes, com o Corinthians Paulista, então campeão brasileiro, sendo eliminado somente nos pênaltis.
•2.000: Sagra-se campeão estadual, sendo o último do milênio.
•2001: conquista o bicampeonato paraibano.
•2002: Disputa a Copa do Brasil, sendo destaque a vitória sobre o São Paulo por 1 x 0.
•2004: Realiza boa campanha pela Série C.
•2005: Campeão paraibano. Alcança o 5º lugar na Copa do Brasil, eliminando equipes como o Coritiba e São Caetano.
•2006: Bicampeão estadual. Tem sua história contada no livro "Treze Futebol Clube: 80 anos de história".
•2007: Passa a segunda fase da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Corinthians Paulista, que pela primeira vez consegue derrotá-lo durante o tempo normal de jogo.

Títulos

Campeão Paraibano
1940 / 1941 / 1950 / 1966 (Invicto) / 1975 / 1981 / 1982 / 1983 / 1985 / 1989 / 2000 / 2001 / 2005 / 2006.

Campeão do Módulo Amarelo do Torneio Paralelo da CBF (equivalente à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro) (1986)

Estádio

Estádio Presidente Vargas

Fundado em 17 de março de 1940 o Estádio Presidente Vargas é um dos orgulhos do torcedor Trezeano e um dos maiores patrimônios de um clube de Futebol da Paraiba.

Localizado no Bairro de São José, bairro próximo ao centro de Campina Grande, o Estádio abriga a maioria dos jogos do Treze Futebol Clube no campeonato paraibano e alguns jogos da série C do Campeonato Brasileiro.

Vem sofrendo manutenção constante e reformas em sua infra-estrutura para adequar melhor as instalações a nossa torcida, funcionários, imprensa e todos que ali estejam. A ampliação do número de espaços na arquibancada geral se faz necessário para que possamos ampliar os espaços e a receita com arrecadações com jogos. A Diretoria já iniciou estudos para a ampliação da arquibancada geral, em breve será lançada uma campanha para o erguimento desses espaços.

Capacidade do Estádio: 10.000 pessoas.

HINO OFICIAL DO TREZE FUTEBOL CLUBE
(João Martins e Naldo Aguiar)

Somos campeões
Da Paraíba somos o melhor
Somos campeões
Treze querido tu és o maior

Sua torcida é uma legião
E a cada dia sempre cresce mais
Somos campeões dos campeões
Dos campeonatos paraibanos e regionais

Treze, Treze
Tu és a alegria do povo
Treze, Treze
Tu és campeão de novo

És alvinegro o Galo da Borborema
De tantas glórias e tradições
Treze, Treze
Sou trezeano de coração

Mascote

O Treze Futebol Clube como todos conhecem é popularmente chamado de GALO DA BORBOREMA.
O mascote do Treze é representado por um galo, devido ao nome coincidir com o mesmo número do animal no "jogo do bicho", o 13. E BORBOREMA devido à localização geográfica de sua origem.

O mascote do maior adversário do Treze, o Campinense, é a raposa... esta charge mostra a rivalidade entre o Treze X Campinense, entre o GALO e a raposa, entre o "Clássico dos Maiorais".

Site

http://www.trezefc.com.br/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Centro Sportivo Paraibano

A fundação do CSP foi em 8 de maio de 1996, porém, o trabalho esportivo se iniciou antes. O objetivo inicial era trabalhar em parceria com a UFPB, através do Projeto "Futebol Arte e Profissão", da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários - PRAC/UFPB, projeto este que até hoje, conforme Severino Ferreira, o time ainda está agrupado. A Universidade, por sua vez, cedia o espaço físico e todo apoio didático. "A gente revelava os atletas através deste projeto e os mesmos não tinham vínculo algum conosco. Clubes paraibanos e de outros Estados se aproveitavam do nosso trabalho e se apossavam dos jogadores. Aí foi necessário à fundação do CSP e sua filiação à Federação Paraibana de Futebol", afirmou Ferreira.

A experiência vivida pelo "caça-talentos" no Matsubara, do Paraná, no período de 1999 a 2000 e três meses no Fluminense do Rio de Janeiro, foram fundamentais para Severino Ferreira no intercâmbio de equipes do Sul e Sudeste do país para o envio de jogadores.

O time é um dos seis a disputar este ano à Segunda Divisão do Estadual, tentando uma vaga para a elite do Campeonato Paraibano em 2010. Se isto acontecer, este ainda pequeno clube poderá se tornar uma das maiores referências no Estado, já que além de integrar a Primeira Divisão, terá como certa a importância de R$ 100 mil oriundos do Programa Gol de Placa, instituído pelo Governo do Estado para incentivar o futebol paraibano.

Em evidência no Brasil e em outros países, mais de 50 jogadores atuam em grandes clubes, todos oriundos do CSP, cujo centro de treinamento é o "Vicentão", localizado no conjunto Funcionários II, em João Pessoa. Do "poeirão", já que a praça de esportes não possui gramado, saíram grandes nomes do futebol nacional, com destaques para Ricardinho e Bobô, que já integraram a Seleção Brasileira em competições mundiais.

"Bobô foi campeão brasileiro pelo Corinthians de São Paulo e hoje joga na Turquia. Ricardinho foi campeão brasileiro da Segunda Divisão pelo Palmeiras, estando atuando hoje na Grécia", diz com muito orgulho professor Ferreira. "Os dois foram crias minha. Tudo teve início no CSP. Hoje, esses jogadores nunca esquecem suas origens", completa.

O mais novo jogador a fazer história no País, na atualidade, que também saiu do CSP, é o atacante Paulo Henrique, do Atlético-MG. Artilheiro das categorias de base do time mineiro, onde está há mais de um ano, por intermédio do professor Ferreira, o paraibano tem seu passe avaliado em mais de R$ 3 milhões. Este valor foi estipulado pelo clube depois do belíssimo gol marcado por ele, na vitória do Atlético diante do São Paulo, no Morumbi, na quinta rodada da Séria A do Campeonato Brasileiro, quando o Atlético venceu por 1x0.

"Muitas equipes cresceram o olho em cima de Paulo Henrique. Ele é hoje o xodó da torcida do time mineiro", afirmou Ferreira, que na semana passada esteve em Minas Gerais visitando o paraibano. Paulo Henrique tem convites para jogar em vários clubes do mundo. Além de Paulo Henrique, no Atlético; Ricardinho, na Grécia, e Bobô, no futebol da Turquia, a relação de talentos oriundos do Centro Sportivo Paraibano é extensa.

No futebol da Turquia, outro que faz sucesso é Gil Bala, também paraibano. Em Portugal, o jogador Robertan também é celebridade. Em times brasileiros, são muitos os paraibanos revelados pelo CSP e levados a estes clubes graças a influência de Ferreira. Josevaldo está na Portuguesa-SP; Felipe, Atlético-MG; Anikson, Coritiba-PR; Carlinhos Tibiri, Vasco-RJ; Radson, futebol paulista; Leandro, futebol cearense.

"Nesses 11 anos de Centro Sportivo Paraibano, já revelamos mais de 50 jogadores, todos com passagem em grandes clubes do cenário esportivo brasileiro. Aqui na Paraíba, tem sido grande a quantidade de atletas que cedemos para equipes como Botafogo, Campinense, dentre outros", disse Severino Ferreira.

A receita para todo este sucesso é a persistência. "A participação em competições de base fora da Paraíba, o bom relacionamento que tenho com dirigentes de clubes de outros Estados, bem como a colaboração dos pais desses jovens garotos, têm contribuído para a revelação de tantos jogadores para outros centros do País e do mundo. O trabalho é muito difícil, principalmente por não termos condições adequadas, porém, continuamos acreditando no esporte, pois, através dele estamos contribuindo na formação de cidadãos", alegou Ferreira.

Profissionalizar o Centro Sportivo Paraibano sempre foi um sonho dos que integram a diretoria do clube. Em 2006, o time ainda chegou a se inscrever para as disputas da Segunda Divisão do Estadual, porém, a não profissionalização inviabilizou que a equipe participasse do campeonato, apesar de, nas categorias de base, estar sempre entre as quatro melhores do Estado.

O sonho dos diretores foi concretizado há menos de um mês, através do empresário Josivaldo Alves dos Santos, natural de Pilõezinho, interior da Paraíba. Em uma parceria com Severino Ferreira, ele assumiu a presidência do CSP e pagou a importância de R$ 30 mil junto a Federação Paraibana de Futebol para profissionalizar a agremiação.

"Sou um desportista nato. Desde criança que durmo e acordo com o esporte. Sempre acreditei no trabalho do professor Ferreira. Juntos pretendemos levar o Centro Sportivo Paraibano à 1ª Divisão do Campeonato Paraibano de Futebol Profissional", justifica Josivaldo.

Estádio
Evandro Lélis (Mangabeirão)
Capacidade 3000



sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Atlético Cajazeirense de Desportos

Em 03 de julho de 1948, no Bar Cova da Onça, um grupo de abnegados desportistas de Cajazeiras, se reuniu com o objetivo principal de fundar mais um Clube de Futebol na cidade.

Os trabalhos eram dirigidos pelo Sr. Higino Pires Ferreira, que além de ser um grande líder da região, também era um dos idealizadores do projeto e naquela mesma data, foi criado o nome Atlético Cajazeirense de Desportos, nascido de uma fusão do Botafogo de Emi Maciel e do Oratório Festivo do Selesiano.

Sob a presidência de Higino Pires Ferreira, o Atlético Cajazeirense de Desportos foi fundado em 21 de julho de 1948, com os seguintes sócios fundadores: Higino Pires Ferreira, Heraldo Alves Costa, Geraldo Maurício Sobreira, Abdon Cipriano Rocha, Guilherme de Oliveira, Francisco de Assis, José Gonçalves Moreira, Waldemar Pires Ferreira, Lindolfo Pires Ferreira e Francisco Anastácio.

Neste mesmo ano, o Atlético participou do Campeonato Municipal de Cajazeiras, ficando na segunda colocação, ou seja, foi vice-campeão, repetindo o feito em 1949. Em 1955, o Atlético conquistou o título de Campeão do Matutão, competição com participação de clubes amadores do Estado da Paraíba e em 1959, se sagrou pela primeira vez, Campeão Municipal de Futebol.

Em 1984, o então governador da Paraíba Wilson Braga, alugou à Cajazeiras o Nacional Atlético Clube de Cabedelo com o objetivo de recolocar a cidade no cenário futebolístico do Estado. Nesta época vários jogadores do Atlético conseguiram ingressar no elenco do Nacional. Em 1990 com o fim do contrato, os diretores do alvi-celeste decidiram profissionalizar a equipe para a disputa da Copa Integração.

Em 1991, foi vice-campeão da Copa da Integração, sendo que desta forma, assegurou o direito de participar da Primeira Divisão do Futebol Profissional do Estado da Paraíba.

No dia 15 de julho de 1992, em reunião de Diretoria, a Confederação Brasileira de Futebol, homologa e reconhece o Atlético Cajazeirense de Desportos como seu afiliado e o consagra um clube de futebol profissional.

Ao longo de sua trajetória no campeonato Paraibano, o clube detém o título de 2002 e os vice-campeonatos de 1994/01 e 2003.

Em 2008, ano do seu 60º aniversário de fundação, o clube cajazeirense não fez uma boa campanha no campeonato estadual e acabou sendo rebaixado para a Segunda Divisão. Mesmo assim, os seus torcedores o abraçam e torcem para que em 2010, a bandeira alviazulina volte a desfraldar na elite do futebol paraibano.

Títulos

Campeão Paraibano 2002.

Estádio
O Estádio Perpétuo Corrêa Lima (Perpetão) é um estádio de futebol localizado em Cajazeiras, Paraíba. Recebe jogos do Atlético Cajazeirense de Desportos. Tem capacidade para 1.800 espectadores sentados.

Hino

Letra: Deoberto Lopes Ferreira e Roberto Lacerda

Atlético o clube cazajeirense
Orgulha a gente o teu pendão
És e serás sempre assim
Fadado a glórias
Muitas hão de vir
Teu branco nos lembra a paz
E o azul do céu a grandeza nos trás
Te amamos de coração
Trovão azul do sertão.
Trovão azul do sertão.

1948, um ano iluminado
O Hegino P
ires com a torcida uma festa
Um palco consagrado.

Mascote
Trovão Azul