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domingo, 11 de outubro de 2015

Tapajós Futebol Clube

O Tapajós Futebol Clube é um clube da cidade de Santarém, no estado do Pará. É a mais nova agremiação profissional do estado, fundada em 2012.
O Tapajós Futebol Clube é o terceiro time profissional de Santarém. A cidade já conta com o São Francisco e o São Raimundo – o primeiro disputa a etapa principal do estadual e o segundo foi Campeão Brasileiro da série D em 2009 e atualmente disputa a primeira fase ou seletiva do Parazão.

Em 2014, logo após ter sua filiação à Federação Paraense de Futebol aceita, disputou a Segunda Divisão do Campeonato Paraense de 2014, onde no término da coompetição, acabou conquistando o acesso para Primeira Divisão do Campeonato Paraense de 2015. O clube, que tem como presidente Sandicley Monte, possui como mascote o boto, e as cores oficiais são o verde e o branco.

Apesar dos problemas na pré-temporada, o Tapajós começou o Campeonato Paraense 2015 em grande estilo. Atuando em casa diante do Paysandu, a equipe venceu por 2 a 1, surpreendendo o adversário! Diante do Paragominas, fora de casa, o Tapajós começou vencendo e levou o empate, o que deixou o time no segundo lugar da chave.

A vitória sobre o Cametá, também fora de Santarém, resultou na divisão da liderança entre os dois clubes, ambos com sete pontos, o que praticamente classificou o Tapajós. A vaga nas semifinais do primeiro turno veio na última rodada, a quarta, mesmo com derrota para o Gavião Kyikatejê, em casa – o Tapajós foi líder do Grupo A.

Nas semifinais, o Tapajós encarou a grande surpresa da competição, o Independente de Tucuruí, sendo derrotado por 2 a 1 em casa, no estádio Colosso dos Tapajós. Com a eliminação, o Tapajós voltou às contratações para o segundo turno do estadual…

Vieram cinco novos jogadores e uma saída, a do atacante Patric, artilheiro do time na competição, que foi para o Interporto (Tocantins). Nos embates diante dos adversários do outro grupo, o Tapajós colecionou bons resultados, como os 5 a 5 com o Remo, em Belém.

Porém, após três das cinco rodadas, o Tapajós só somava um ponto, o que o deixou praticamente fora das semifinais. A vitória diante do Paraupebas pareceu importante, mas o Tapajós foi superado pelo rebaixado Castanhal, em casa (3 a 2), sendo eliminado do Campeonato Paraense 2015 com quatro pontos (1v, 1e, 3d).

Apesar da saída do estadual, o Tapajós tem muito a comemorar na temporada de estreia na elite do Pará. A equipe debutante alcançou as semifinais do primeiro turno e não perdeu para Paysandu e Remo durante o torneio.


Alcunhas Boto da Amazônia
Mascote Boto

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Paragominas Futebol Clube

Paragominas Futebol Clube é uma agremiação poliesportiva, da cidade de Paragominas, no estado do Pará. É também conhecido como "Jacaré do Norte" e seu estádio é a Arena do Município Verde.
Em seu primeiro ano de atividades profissionais no meio futebolístico, o PFC, conseguiu a conquista da segunda divisão paraense, ao vencer o também estreante Santa Cruz de Cuiarana nos pênaltis por 4 a 3, ao perder a primeira partida em casa por 2 a 1, e vencer em Cuiarana também por 2 a 1.

O clube foi fundado em 6 de março de 2012,segundo o presidente do clube, Jorge Coqueiro, pois ele não queria que o recém-inaugurado estádio da cidade, Arena do Município Verde, que havia sido inaugurado em janeiro, ficasse "abandonado" devido a falta de um clube na região para representá-lo.

No mesmo ano em que foi fundado, a equipe ganhou campeonato paraense da segunda divisão e chance de disputar a primeira divisão do Campeonato Paraense.

Em 2013, na sua primeira participação na fase principal do Campeonato Paraense, o Paragominas conseguiu se classificar em quarto lugar no primeiro turno do torneio, ganhando o direito de disputar as semi-finais deste turno. Contra um Remo embalado pela ótima campanha na fase classificatória, o Paragominas foi eliminado depois de um empate em 2x2 no primeiro jogo na Arena Verde e de uma derrota por 2x0 no Mangueirão.

Já no segundo turno da competição, a equipe que contara com menos de um ano de vida, surpreendeu a todos a fazer uma excelente campanha na fase classificatória. Desbancando os favoritos da capital, o Paragominas conseguiu se classificar em primeiro e ganhou, além do direito de jogar as semi-finais, a vantagem de decidir em casa e de jogar por dois resultados iguais contra os seus adversários nesta fase final.

Depois de uma heróica classificação para a final contra a Tuna, depois de um 0x0 em Belém e um 2x1 em Paragominas, o Jacaré conseguia fazer história ao alcançar, em apenas um ano de vida, uma inédita classificação para a Copa do Brasil de 2014.

Mas a torcida de Paragominas queria mais, e assim, teve pela frente na grande final do segundo turno, novamente, o respeitável time do Remo. Jogando com a vantagem de dois resultados iguais, o Paragominas sucumbiu no primeiro jogo em Belém por 1x0, resultado que ainda mantinha as esperanças dos torcedores do município verde pela conquista da taça.

Assim, no dia 05/05/2013, o Jacaré do Norte conseguiu em um jogo memorável, a vitória por 3x1 e a histórica classificação do time não apenas à final do Campeonato Paraense, mas também à Série D do Campeonato Brasileiro, desbancando assim o tradicional time do Remo, e realizando um feito que dificilmente será repetido por algum outro time com tão pouco tempo de vida.

Estádio 

Arena do Município Verde é um estádio de futebol localizado na cidade de Paragominas. Tem capacidade para 12 mil pessoas. Atualmente abriga os jogos do Paragominas Futebol Clube.

Apelidos Jacaré do Norte ; Time Verde ; Verdão do Norte ; Alvi-Verde ; Verdão

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Gavião Kyikatejê Futebol Clube

Gavião Kyikatejê Futebol Clube é um clube profissional de futebol brasileiro. Tem como característica marcante sua raiz indígena - anteriormente formado totalmente por indígenas, hoje um time misto - e destaque em ser o primeiro time de um povo tradicional a disputar a divisão principal de um estadual, no ano de 2014.
Embora seja original da cidade de Bom Jesus do Tocantins, faz parte da liga futebolística de Marabá, cidade onde inclusive manda suas partidas, no Estádio Municipal Zinho de Oliveira.
Seu antigo treinador, Zeca Gavião, além de ser presidente do time, tornou-se ainda o primeiro indígena a comandar um clube do país.
O time Gavião Kyikatejê é original da antiga equipe da liga marabaense Castanheira Esporte Clube. Fundada na década de 1980, era uma equipe tradicional do futebol local, tendo disputado cinco finais do campeonato marabaense (disputado por equipes não só de Marabá), ganhando três destas.
Em 2007 o povo Kyikatejê-gavião adquiriu os direitos do Castanheira para ter direito a disputar a primeira divisão do certame municipal. Como a liga marabasense não permite a menção do nome do povo indígena no título da agremiação, o Gavião continuou a disputar o campeonato com o nome de Castanheira EC. Neste mesmo ano que passou a disputar a primeira divisão ficou com o vice-campeonato e em 2008 sagrou-se campeão da liga local.
Com os bons resultados na liga municipal, o povo Gavião decide profissionalizar o time em 2009 junto a Federação Paraense, adotando o nome de Gavião Kyikatejê Futebol Clube.
No ano de 2009 disputa a segunda divisão do Campeonato Paraense, entretanto não passa da fase de grupos.
Em 2010 disputa novamente a segunda divisão, ficando com um surpreendente terceiro lugar, mas não avançando para a divisão principal (somente os dois primeiros avançam).
Em 2011 e 2012 volta a disputar a segunda divisão, contudo não avançando em nenhuma das oportunidades, ficando na 7ª e 6ª colocação respectivamente.
Em 2013 o time alcançou ótimos resultados; primeiramente na segunda divisão, onde terminou em 2º colocado avançando para divisão da acesso, e; na divisão de acesso da primeira divisão, desqualificando equipes tradicionais do estado, disputará as fases principais da primeira divisão do campeonato estadual de 2014.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cametá Sport Club

Em meados de 2007, um grupo de empresários cametaenses liderado por Fernando Camarinha, Orlando Peixoto e Antônio Sassim, interessados em fundar um clube de futebol na cidade, promovem uma reunião. Sem experiência no ramo e também sem o dinheiro necessário para regularizar uma equipe profissional, o grupo fecha um acordo com o Clube Atlético Vila Rica, de Belém, criando o Vila Rica/Cametá. Apesar de utilizar o nome do Cachorro doido, os jogadores e a comissão técnica eram todos novos, e o time se mudou para a Cidade do Carnaval.

A parceria começou a render frutos imediatamente. No mesmo ano, a equipe comandada por Fran Costa já foi campeão da segunda divisão estadual, vencendo cinco dos seis jogos disputados. Em 2008, venceram também a primeira fase do Parazão, o chamado torneio de acesso à fase principal, de forma invicta, com seis vitórias e dois empates. Ficou na frente de clubes favoritos, como Águia de Marabá, São Raimundo e Castanhal. Na elite do futebol paraense, o Vila Rica/Cametá não fez feio e, por pouco, não se classificou para as semifinais. Terminou o primeiro turno na 5º colocação empatado em pontos com o Águia, mas ficando atrás nos critérios de desempate. Não conseguiu manter o mesmo nível no segundo turno e terminou a competição em 6º lugar no quadro geral.

Ao término do Parazão 2008, o Cametá conseguiu sua independência. O clube encerrou sua parceira com o Vila Rica e, no dia 27 de junho de 2008, Cametá tinha, oficialmente, seu primeiro clube de futebol profissional, que adotou as cores da bandeira do munícipio para o novo uniforme. Seu primeiro presidente foi Fernando Camarinha. Fran Costa, que era técnico do Vila Rica/Cametá, foi contratado para dar continuidade ao trabalho. Junto com ele, vieram cerca de 10 jogadores – entre eles Américo, Tonhão, Sousa, Jaílson e Soares.

Porém, no ano seguinte, como era um novo clube, teve que começar do zero: disputou novamente a segundinha. Apesar de ter terminado na 3º colocação (só os dois primeiros sobem), a sorte estava do lado do Cametá. O Santa Rosa, vice-campeão, desistiu de disputar a primeira divisão, entregando a vaga ao Mapará.

Em 2010, o Cametá começou com tudo. Foi, de cara, campeão invicto da seletiva para a divisão de elite do Estado; ganhou seis e empatou três dos nove jogos que disputou. Na segunda fase, conseguiu se classificar para a semifinal do segundo turno, mas foi eliminado pelo Águia de Marabá. No geral, terminou o torneio em 4º lugar e garantiu classificação para a série D do ano. Porém, foi eliminado ainda na primeira fase.
Ainda em crescente evolução, o Mapará não estava para brincadeiras em 2011. O clube manteve a base do ano anterior e contratou o meia Robinho e o atacante Leandro Cearense, peças chaves no excelente desempenho do time durante o Parazão. Chegou à final dos dois turnos, mas não conseguiu levar para casa nenhuma das taças – perdeu as duas finais para Paysandu e Independente. Mas teve o artilheiro da competição, o atacante Leandro Cearense, com 21 gols.

O ano de 2012 foi o ano da confirmação do Cametá como uma das forças futebolísticas do Pará. Sem o técnico Fran Costa, que foi para o Independente, a direção apostou suas fichas no inexperiente Cacaio. O ex-jogador, aos poucos, foi mostrando que também leva jeito fora dos gramados. Manteve-se no topo durante todo o primeiro turno, revezando a liderança do Parazão com Clube do Remo e Águia de Marabá. Nas finais, a equipe despachou  Tuna Luso após uma virada impressionante – perdeu o jogo de ida por 4 a 1, mas conseguiu a classificação após vencer, em casa, por 3 a 0. Na final, o time atropelou o Águia no primeiro jogo, fazendo 4 a 1 nos marabaenses. No jogo de volta, quase viu o troféu escapando pelas mãos após ver o azulão abrir 3 a 0 no estádio Zinho de Oliveira. Porém, o meia Ratinho fez o gol, um golaço, diga-se, salvador que garantiu o troféu mais importante da história do Mapará até então. Os números são impressionantes: desde que chegou a primeira divisão, em 2010, o clube acumula três finais de turno consecutivas.

Em 2012, quando o Cametá conquistou o título do Campeonato Paraense em cima do Clube do Remo, começa a se formar grande rivalidade entre os clubes, com jogos bem disputados e grandes exibições, como na goleada do Cametá sobre o Remo em 2011 nas semifinais do Primeiro turno com o jogo terminado 4 a 1 no Parque do Bacurau ,Além dos jogos das finais de 2012,a reposta veio em 2014 nas semifinais do primeiro turno onde o Remo com grandes nomes goleia o Cametá pelo mesmo placar de 4 a 1 em pleno Mangueirão.
Na Copa do Brasil 2013, foi eliminado em partida única, após derrota por 7 x 0 contra o Atlético Goianiense, disputada no Parque do Bacurau.

Títulos

Campeão Paraense 2012

Estádio

Estádio Orfelino Martins Valente mais conhecido como Parque do Bacurau é um estádio de futebol de Cametá (Pará) que atende ao Cametá Sport Club. Sua capacidade é de 5 mil pessoas.

Hino

Cametá, nosso timaço
Minha eterna paixão
Nunca vou te abandonar
Tudo por ti eu faço (2X)
A minha terra tem orgulho de ti
Teu torcedor vibra contigo até o fim
Vou te apoiar toda hora
Time querido
Me leva mais uma vitória
É o tricolor de Cametá
É a glória dos campos do Pará
Nasceu no parque um vebcedor
Um grito de raça traz alegria e muito amor
A minha terra tem orgulho de ti
Teu torcedor vibra contigo até o fim
Vou te apoiar toda hora
Time querido
Me leva mais uma vitória
É o tricolor de Cametá
É a glória dos Campos do Pará
Nasceu no parque um vencedor
Um grito de raça traz alegria e muito amor
É o tricolor de Cametá
É a glória dos campos do Pará
Nasceu no parque um vencedorUm grito de raça traz alegria e muito amor.

Site

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pinheirense Esporte Clube

Pinheirense Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, do Distrito de Icoaraci, pertencente à cidade de Belém, capital do estado do Pará
Esse denominação deriva-se do primeiro Clube de Futebol de Icoaraci, bem como, do primeiro nome dado à Vila Sorriso, São João do Pinheiro.
O Pinheirense foi o vice-campeão da segunda divisão do torneio em 2007. Passaram pelo “General”  o zagueiro Totti (Ex-Tuna), a jovem revelação Jabá e o atacante Albertinho(Ex-Paysandu, Guarani e Tuna), famoso por ter vestido a estátua do leão azul presente no estádio do Clube do Remo com a blusa do Paysandu, ao comemorar um gol em um Re x Pa.
Fundado em 8 de dezembro de 1925, manda seus jogos no Estádio Abelardo Conduru, com capacidade para 5.000 espectadores. As suas cores são azul e branco.
Alcunhas
General da Vila

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Independente Atlético Clube

O Independente Atlético Clube foi fundado no dia 28/11/1972 e registrado na Federação Paraense de Futebol no dia 06/10/1981, o clube foi um ideal do seu fundador e patrono, Francisco Marques Bastos, o qual sempre administrou clubes de futebol, entre eles o Izabelense e a agremiação de nome Internacional, que era conhecido como a Seleção Paraense, devido possuir vários atletas profissionais do Clube do Remo, Paysandú Sporte Clube e Tuna Luso Brasileira.
O Francisco Bastos resolveu oficializar a criação de uma agremiação, fundando o Independente Atlético Clube, adotando as cores verde, branco e azul com a cruz de malta vermelha em homenagem ao Clube de Regatas Vasco da Gama, tendo o galo como símbolo, transformando-se em uma agremiação de família, e, a partir de 1983, passou a adotar, também, a prática do Futebol Feminino, onde já passaram várias atletas da Seleção Brasileira de Futebol Feminino, como cebola, formiga e outras, inclusive chegando a conquista do Brasileiro de Futebol Feminino no ano de 1990 na cidade de Águas de Lindóia.
Trocou a sede de Marambaia para Tucuruí em 2009


O dinheiro de prefeituras também entra em cena no futebol do Pará. Cinco das oito equipes da primeira divisão são financiadas pelo poder municipal. Um desses casos é o Independente, sustentado pela prefeitura de Tucuruí. Após vários anos longe da elite paraense, o clube retornou em 2010 e chegou até as semifinais do primeiro turno.


O Independente conquistou  o título de Campeão Paraense da Segunda Divisão 2009. O título veio após o empate em 3 a 3 com o Santa Rosa no estádio Navegantão em Tucuruí-PA.
Pela primeira vez, com apoio da Prefeitura Municipal, Tucuruí tem um time profissional com vários atletas do município, compondo seu elenco.

Títulos


Campeonato Paraense - 2ª Divisão: 2009.
 
Estádio: Navegantão
Capacidade: 5.000 lugares
 
Alcunhas Galo Elétrico


Mascote Galo

terça-feira, 9 de março de 2010

Vênus Atlético Clube

O Vênus Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Abaetetuba, no estado do Pará. Suas cores são azul e branco.
Disputa a segunda divisão em 2010.




Estádio

Manda seus jogos no Estádio Humberto Parente, que pertence ao Abaeté Futebol Clube, seu maior rival.
Capacidade 8.000

Títulos


Campeonato Paraense da Segunda Divisão: 2005.

terça-feira, 2 de março de 2010

Associação Atlética Tiradentes

Fundação 21 do Abril de 1973 em Belém.
É o clube da Polícia Militar. Em 1996, mudou de sede para Barcarena. Em 1997, mudou para Salinópolis. Em 2001, voltou para Belém.

Títulos


Campeonato Paraense da Segunda Divisão: 2006.

Estádio

Laurival Cunha
Capacidade 5 mil pessoas

Mascote

Tigre, Clube da Polícia Militar

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Parauapebas Futebol Clube

Parauapebas Futebol Clube nasceu há 20 anos atrás, quando em 1989 era fundada a Liga Esportiva de Parauapebas, afirmou Roque Dutra, que agora passa a acumular duas presidências, a da Liga e a do Clube.


Muita emoção e descontração marcou a noite histórica no município, pois a realização desse sonho vem de encontro a um antigo anseio da sociedade, que ultimamente vinha adotando o Águia de Marabá para acolher e torcer. Segundo informou Roque Dutra, nesta semana a direção do clube vai trabalhar na regularização da entidade para que o time, ainda neste ano possa atuar e mostrar o verdadeiro futebol do município.

As Cores do Clube fazem alusão a riqueza da região, o Verde predominante no uniforme principal representam a Floresta de Carajás, o Amarelo e Marrom representam nosso minério.

Os coordenadores explicaram que a escolha do nome do time, foi fruto de muita discussão, outros nomes apareceram mas nenhum estava mais próximo do objetivo, que é fazer reconhecer nossa cidade e sua gente em todo o estado, para que todas as vezes que o nome do time for mencionado teremos orgulho de sermos Parauapebenses. Por isso Parauapebas Futebol Clube. O evento foi encerrado com um jantar em clima de festa e confraternização.
 
Estádio
 
O Estádio Municipal Rosenão, localizado no bairro Liberdade em Parauapebas, ganhou na tarde desta última quinta-feira (29) o reforço de mais arquibancadas, aumentando a sua capacidade para receber torcedores. Com o reforço, a capacidade do Rosenão passa de cinco mil, para 10 mil torcedores.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Clube Municipal Ananindeua


Fundado no dia 3 de janeiro de 1978, manda seus jogos no Estádio da Curuzu. O uniforme é composto de camisa azul com detalhes brancos nas mangas, calção azul e meias azuis. Seu mascote (e apelido) é a tartaruga.
O Clube Municipal Ananindeua só tem 31 anos de fundação, mas já provoca uma pontinha de ciúmes em torcedores de Remo e Paysandu, clubes mais tradicionais do Estado. A Tartaruga dispõe de Centro de Treinamento particular, academia própria e parte agora para adquirir uma sede social, além de um ônibus - sem falar que até o final deste ano, com a parceria do Ministério dos Esportes e a Prefeitura de Ananindeua, será concluído o estádio em que poderá mandar seus jogos. A capacidade é de 20 mil lugares.

Segundo o supervisor do clube e gerente de Futebol André Pinho, a diretoria trabalha com um planejamento definido e que prevê a manutenção do clube disputando e ganhando títulos, o que fará crescer paulatinamente o número de torcedores. Pinho lembra que, em razão da boa estrutura, a agremiação chega pela segunda vez à final de um turno do Paraense, tendo ficado com o vice-campeonato em 2006.


Títulos


Vice-Campeonato Paraense: 2006.
Campeonato Paraense - 2ª Divisão: 1996.
Vice-Campeonato Paraense 2ª Divisão: 2001.


Estádio

Francisco Vargas - Capacidade 5000

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Atlético Clube Izabelense


O Atlético Clube Izabelense é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Santa Isabel do Pará, no estado do Pará.
Fundado em 26 de abril de 1924, manda seus jogos no Estádio Edilson Abreu, com capacidade para 2.000 espectadores. Suas cores são vermelho e branco. Seu uniforme consiste de camisa vermelha, calção branco e meias brancas. Seu maior feito foi o vice-campeonato da Segundona estadual em 2005.Atualmente disputa a Segunda Divisão do Campeonato Paraense de Futebol, 4ºcolocado em 2009.


Mascote: Frango


Estádio
Edílson Abreu
Capacidade: 3000 pessoas

Uniforme: Camisa vermelha, calção branco e meias brancas

domingo, 4 de outubro de 2009

União Esportiva

Foi fundado no dia 15 de agosto de 1906, na Praça Justo Chermont, onde funcionava a Associação Recreativa “Ernesto Matoso”. Naquele período no estado do Pará existiam somente a Associação Desportiva Recreativa e Beneficente e o Esporte Clube do Pará. Foi o primeiro vencedor do campeonato estadual de futebol em 1908 e também o primeiro bicampeão consecutivo em 1908 e 1910, no ano de 1909 não houve disputa. Também conquistou o Torneio Província do Pará e a Taça O Estado do Pará, além do Torneio Início de 1924 e 1927. O clube deixou de existir no ano de 1967, ao entrar numa grave crise financeira.

O clube sempre se fez presente nas disputas do campeonato Paraense, até os idos da década de 60, quando sucumbiu e fechou as suas portas.Seu maior astro foi Euclides Pessoa do nascimento o famoso “Marituba”.

Em 2008 o União Esportiva disputou a Copa do Centenário do Campeonato Paraense representado pelo Clube Municipal Ananindeua, terminando a disputa em segundo lugar, perdendo no saldo de gols para a Tuna Luso.


Títulos

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Yamada Clube de Belém

O Yamada Clube de Belém é um clube de futebol brasileiro da cidade de Belém, capital do estado do Pará. No Campeonato Paraense de 1987, alcançou a 7ª colocação. 
Nunca conquistou resultados de cunho expressivo nas competições que disputou, estando licenciado de qualquer campeonato promovido pela Federação Paraense de Futebol durante vários anos.
Suas cores são vermelho e preto.

domingo, 2 de agosto de 2009

Bragantino Clube do Pará

Fundação 06 de Março de 1975
O Bragantino Clube do Pará é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Bragança, no estado do Pará.
Seu uniforme consiste de camisa com losangos brancos, azuis e vermelhos, calção azul e meias brancas.

Estádio

São Benedito (Diogão) - Capacidade 10000
O principal empecilho para o time, além da falta de estrutura e da inexperiência de muitos dos jogadores, é não ter mais o Diogão para mandar seus jogos. O estádio é particular e, desde o ano passado, não está cedido ao Tubarão.

Títulos

Campeonato Paraense da Segunda Divisão: 2002.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Time Negra Carajás Club

Remover formatação da seleçãoFoi fundado em 27/06/1997 com o nome de Carajás Esporte Clube e com as cores laranja, violeta, azul e branco. Em 2007, assinou uma parceria com o Paysandu, recebendo jogadores da base do papão para ganharem experiência. Em troca, mudou seu nome para Time Negra Carajás Clube.
Em 2007, como o Paysandu deixou precocemente a terceira divisão do Nacional, e não tem nenhuma competição oficial a disputar até o fim do ano, o presidente Miguel Pinho decidiu criar uma equipe B, o Time Negra Carajás Clube [em parceria, o Carajás cede a estrutura para treinamentos], para jogar amistosos e a divisão de acesso do Campeonato Paraense. A competição estadual tem início previsto para novembro, e poder preparar jovens atletas para reforçarem o clube de Belém em 2008.
O mais curioso do projeto, inovador no Pará, é o nome adotado para esse time alternativo. Time Negra era o apelido do Norte Club, que após divergências com a diretoria da Liga Paraense de Futebol, deu origem ao Paysandu no início de 1914.
Em 2008, o Time Negra Carajás continuará suas atividades independentemente do Paysandu, embora não possa atuar na mesma divisão de seu parceiro.

O mais novo caçula do futebol paraense, o Time Negra, uma espécie de equipe B do Paysandu, chega para disputar a primeira fase do Parazão 2009 com o pensamento de se consolidar como a melhor equipe entre as intermediárias. Vice-campeã do Torneio de Acesso, a equipe criada no ano passado por meio da parceria entre Paysandu e Carajás, para dar oportunidade aos atletas recém-saídos das divisões de base do Papão, quer ir ainda mais longe e disputar a fase principal do torneio, em janeiro, contra Remo, Paysandu, Águia e Ananindeua.

Estádio

ESTÁDIO LEÔNIDAS CASTRO (CURUZÚ)
LOCAL: BELÉM - PARÁ
LOTAÇÃO: 15.115

domingo, 24 de maio de 2009

Castanhal Esporte Clube

Surgiu pouco depois da fundação de Castanhal. Um grupo de desportistas locais se reuniu e formou o clube. Entre os fundadores, Jota Vicente, Orvácio Batista, Lauro Cardoso, Ubirajara Marques, Dadá Pismel, Quincas Nascimento, Pedro Ribeiro, Munidcão, Pacamon e Casimiro Guimarães. Nâo tendo campo próprio, acabou circulando pelos campos dos clubes da cidade como o Paysandu e o Riachuelo. Acabou finalmente se fixando numa área próxima da onde se encontra hoje a feira da Ceasa. Foi profissionalizado em 1975. Se licenciou em 1978. Voltou ao profissionalismo em 1998. Surpreendeu a todos com a conquista em 2000 do Vice-Campeonato Estadual.

Terceiro colocado em 2004, quarto em 2006, atualmente está na primeira divisão paraense.

Mascote


Tem o apelido de Japiim, um pássaro de plumagem amarela e preta, muito comum na região.





Estádio
Maximino Porpino Filho - municipal, 8000 -

Título
Vice-Campeão Estadual 2000 e Estadual da Segunda Divisão 2003

Site
http://castanhal--esporte--clube.blogspot.com

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sport Club de Belém

Fundado no dia 1º de dezembro de 1965, chegou a ser considerado em alguns anos, a quarta força do futebol paraense, atrás apenas de Remo, Paysandu e Tuna Luso. Disputou a Série B em 1971, terminando na 20ª colocação.

Sport Belém é campeão da Divisão de Acesso 2008, a segunda divisão Paraense, o clube da capital chegou na última rodada numa briga direta com o Abaeté pelo acesso já que o Time Negra estava praticamente garantido. O time de Abaetetuba precisava golear o Independente e torcer por uma vitória do Time Negra contra o Sport, a goleada até aconteceu (7x1), mas o Sport Belém venceu por 3x2 e garantiu o título.

Atual campeão do Torneio de Acesso, a Segunda Divisão do futebol paraense, o Sport Belém tentará uma vaga na elite do futebol estadual pela primeira vez desde 2003. O time, conhecido como o Dragão da Maracangalha, passou os últimos seis anos longe da fase principal do Parazão.

Estádio

Jornalista Edgard Proença (Mangueirão)
Capacidade 50000

Apelido Dragão da Maracangalha

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

São Raimundo Esporte Clube

São Raimundo Esporte Clube teve sua fundação em 9 de janeiro de 1944, num amistoso contra o selecionado de uma comunidade localizada as margens da rodovia Everaldo Martins. No momento de sua inscrição, um de seus sócio-fundador, o Sr. David Natanael ao invés de escrever o time como "São Brás" inconscientemente escrevera como São Raimundo.

O equívoco trouxera sorte ao clube pois a equipe começaria a trilha de glórias com vitória em cima do time local. Na época o uniforme oficial era todo branco.

Neste mesmo ano, o São Raimundo enfrentaria pela primeira vez o seu principal rival, o São Francisco, no campo "O Poeirão" onde hoje se localiza o Colégio Batista. No Confronto, o time azulino levou a melhor, com o placar de 5 a 3. O esquadro do pantera que participou do primeiro clássico RaiFran ( São Raimundo e São Francisco, de maior tradição do futebol santareno) da história foi:Gerson; Valdomiro e Nezinho; Valdemarinho, Moacir e Francisco Nascimento; Manezinho, Tapioca, Domingos Rock; David Natanel e Ceci Nascimento.

A partir de 1950, o São Raimundo ficaria conhecido como o "Pantera Negra", pois passaria a utilizar o seu tradicional uniforme alvinegro.

Hino

Letra e Música: Wilson Fonseca (1969)

Neste canto vibrante de fé,
Vamos todos com alma sincera
Levantar nosso brado, de pé,
Ao valente e altivo “PANTERA”.

Os teus feitos te envolvem de glórias
Conquistadas por bravos, por fortes.
Em tuas lutas se buscas vitórias,
Tens por mira elevar os esportes.

Estribilho

“São Raimundo” de raça, querido
Alvinegro que o povo quer bem,
Nos gramados tu és sempre aplaudido
Pois teu nome traduz Santarém.

Estádio

O Estádio Jader Barbalho, mais conhecido por Barbalhão ou Colosso do Tapajós, é um estádio de futebol da cidade de Santarém, no Pará.

Estadio Barbalhao

Tem capacidade para 20 mil pessoas. É o único estádio de grande porte da região de Santarém.

Mascote

Pantera Negra

A partir de 1950, o São Raimundo ficaria conhecido como o "Pantera Negra", pois passaria a utilizar o seu tradicional uniforme alvinegro.

Site

http://www.saoraimundotapajos.com.br

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Clube do Remo

No início do séc. XIX, o remo era o principal esporte praticado no Brasil, tanto que grandes clubes existentes hoje em dia no futebol nacional são oriundos de grupos formados em prol da regata. No Pará as competições eram realizadas às margens da baia do Guajará, sempre atraindo grandes públicos para as principais competições. Entre as melhores equipes de regata estava o Sport Club do Pará, sempre vencendo etapas e lançando atletas para o cenário esportivo. Apresentando algumas discordâncias da organização do Sport Club do Pará, alguns atletas decidiram se separar e enfrentar a fundação de um novo clube; Nascia ali o Grupo do Remo. O basta foi dado momentos antes de uma regata, quando os atletas formavam as guarnições onde estava presente Victor Engelhard, Raul Engelhard, Eduardo Cruz e José Henrique Danin. A eles se juntaram Vasco Abreu, Eugênio Soares, Narciso Borges e Jean Marechal.

O nome foi sugestão de Raul Engelhard que estudava na Europa, no entanto foi contrariado, já que na época, remo lembrava logo a “catraia”, pequena embarcação a remo ou à vela tripulada por um só homem. Raul explicou a sugestão aos demais companheiros se lembrando de um clube da Inglaterra denominado de Rowing Club, e assim ficou Grupo do Remo.

Extinção e Reorganização

O desembargador Alfredo Barradas determinou através de assembléia geral no dia 14 de fevereiro de 1908 que o Remo seria extinto devido alguns associados estarem acordados com o Sport Club do Pará. Estes associados não foram citados o que abriu procedente para um recurso.

Foi quando em 15 de agosto de 1911 Antonio Silva, Cândido Jucá, Carl Schumann, Elzaman Magalhães, Geraldo Motta, Jayme Lima, Norton Corllet, Oscar Saltão, Otto Bartels e Palmério Pinto se movimentaram para uma reestruturação, promovendo o ressurgimento do Clube do Remo, que viria se torna brevemente em monumento esportivo do Estado e um patrimônio do esporte brasileiro.

Com a ajuda da Liga Marítima, os atletas transportaram as embarcações para a sede do Clube, onde posteriormente se organizou uma grande festa. No dia 16 de novembro deste mesmo ano o Clube do Remo conquistaria seu primeiro título estadual na regata.

1913 - O futebol para o Clube do Remo

O futebol ainda não era paixão nacional, na verdade o esporte acabara de chegar no estado e os atletas davam preferência para as provas náuticas. No entanto com o passar do tempo e o aprimoramento das técnicas, o Clube do Remo conseguiu formar sua equipe, claro que não era nada de encher os olhos, mas logo mostrou competência para conseguir bons resultados no esporte. A primeira partida disputada foi também à primeira vitória no dia 14/07/1913, contra a União Esportiva, o placar terminou 4x1 para os azulinos. O primeiro RexPa realizado foi no dia 10/06/1914 no estádio da firma Ferreira & Comandita e deu Leão 2x1.

E logo que ganhou o seu jogo inaugural, o Remo começou a sua seqüência de títulos, vencendo o Campeonato Paranaense sete vezes seguidas (de 1913 a 1919) logo em seus primeiros anos de futebol. Até hoje, o recorde do heptacampeonato nunca foi batido no Pará.

O Remo continuou se destacando no futebol paraense, mas o clube azulino queria mais. E esse desejo foi realizado em 1961, quando o time se tornou conhecido no país todo por disputar a Taça Brasil, feito que repetiu em 1965.

Na conquista do Campeonato do Norte de 1968, o Remo disputou a final numa decisão de três jogos com o Piauí, sendo a primeira partida realizada em 2 de fevereiro de 1969 em Teresina, vencendo o Piauí com o placar de 5x1. O segundo jogo aconteceu em Belém, no dia 12 de fevereiro de 1969, no Baenão, com o Remo vencendo pelo placar de 4x1, voltando a vencê-lo em 14 de fevereiro de 1969, em jogo também realizado em Belém, no referido estádio, por 2x1. O time era formado por: François; China, Alemão, Casemiro e Edilson; Siroteau e Carlitinho; Birungueta, Amoroso (Valtinho), Rubilota e Adinamar. O técnico era Danilo Alvin.

O bicampeonato veio também em 1969, em uma competição onde além do Remo, incluiu também Tuna Luso e Paysandu, pelo Pará; Nacional, Fast Club e Olímpico, pelo Amazonas; Moto Clube e Ferroviário, pelo Maranhão; e Piauí e Flamengo, pelo Piauí. O título foi decidido com o Nacional do Amazonas, em partida realizada em Manaus, no dia 10 de dezembro de 1969, num empate de 2x2, resultado que garantiu ao Remo o título, em decorrência de sua exuberante campanha. A onzena campeã do Remo era formada por: François; Mesquita, Carvalhão (Edilson), Nagel e Lúcio; Ângelo e Carlitinho; Birungueta, Íris (Omar), Zequinha e Neves. O time era novamente treinado por Danilo Alvin.

O tricampeonato do Norte foi vencido em uma final, com jogos de ida e volta, sendo seu adversário o Rodoviária do Amazonas. Na primeira partida, em Manaus, no dia 25 de novembro de 1971, o Remo venceu com um placar de 1x0. Em Belém, no jogo da volta o placar foi de 4x2 no Baenão, em 28 de novembro de 1971, sagrando-se dessa forma tricampeão do norte. O time vencedor do Remo foi: Dico; Mendonça, Edair, Valdemar (Mesquita) e Edilson; Tito e Carlitinho; Ernani, Rubilota (Jeremias), Alcino e Neves.

O ano de 1971 evidenciou uma das mais preponderantes conquistas do clube, que sagrou-se campeão do Norte e Nordeste. Após a conquista do tricampeonato do Norte, o Remo acabou enfrentando posteriormente o Itabaiana de Sergipe, que era campeão do Nordeste, em partidas de ida e volta, onde o Remo sagrou-se campeão do Torneio Norte-Nordeste.

O clube continuou com seu domínio no Pará até entrar de vez para o cenário nacional nos anos 90. De lá para cá, o Remo se tornou o time que mais vezes disputou a Copa do Brasil. Naquela década, o time conseguiu ficar 33 partidas (de 1993 a 1997) sem perder para o seu maior rival, o Paysandu. Nos anos 90, também se sagrou pentacampeão paraense, de 1993 a 1997, mostrando que foram realmente dois anos gloriosos para o Filho da Glória e do Triunfo.

Com o início do novo milênio veio também a terceira colocação no Módulo Amarelo da Copa João Havelange, melhor posição da equipe em nacionais desde 2000. Cinco anos depois, veio o único título nacional da agremiação. Em 2005, o Clube do Remo se sagrou campeão da Série C do Brasileirão.

Desde 2005, o clube conta com uma Associação de Torcedores, a ATAR, fundada com o objetivo de apoiar o Remo na área patrimonial e financeira. O mais recente título do clube foi o Campeonato Paraense de 2008, quando venceu o Águia na final, conquistando assim seu 42º troféu estadual. Mas como a história dos clubes não é feita somente de alegrias o Remo sofreu em 2007 o segundo rebaixamento para Série C em pouco mais de 3 anos, atolado em dívidas, jogadores e funcionários do clube insatisfeitos com os atrasos de salários constantes e a possibilidade de vender sua sede para sanar suas dívidas, foram algumas das razões que culminaram com o rebaixamento do time que foi sacramentado com uma derrota de 2 a 1 o Ituano no Estádio Novelli Júnior. Agora o Clube do Remo foi desclassificado da Série C do Brasileiro de 2008, sendo derrotado pelo Rio Branco do Acre, e tenta "convencer" a CBF para os Clubes que foram desclassificados até então da Série C não caiam respectivamente para a Série D.

Títulos

Campeonato Brasileiro - Série C 2005.

Copa Norte-Nordeste: 1971.

Campeonato Paraense: 42 vezes (1913, 1914, 1915, 1916, 1917, 1918, 1919, 1924, 1925, 1926, 1930, 1933, 1936, 1940, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1960, 1964, 1968, 1973, 1974, 1975, 1977, 1978, 1979, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2003, 2004, 2007 e 2008).

Estádio

Estádio Evandro Almeida

A paixão pela bola aconteceu de forma repentina por parte dos brasileiros. Os clubes existentes na época se dedicavam basicamente aos esportes náuticos, mas com a chegada do esporte no país os grandes clubes logo trataram de formar suas equipes, sendo assim também com o Remo. Os jogos eram realizados em campos comuns, parecidos com os de pelada hoje em dia.

Só em 1917, mais precisamente no dia 15 de agosto o Remo inaugurou seu ´´estádio`` de futebol. Medindo 110m de comprimento por 70m de largura e tendo ao seu redor uma arquibancada com capacidade para 2.500 pessoas. Existia ainda um pavilhão superior de 12m de comprimento por 6m de largura para associados e familiares. Com o desenvolvimento do esporte as acomodações já não suportavam grandes públicos em dia de jogo. Até que em 14/07/1935 o Remo reestruturou o seu estádio com arquibancadas bem maiores oferecendo uma boa acomodação para os torcedores. Em 1940 o estádio recebeu 8 torres, cada uma com 4 refletores. A partir daí o Remo poderia mandar seus jogos à noite. O nome oficial do estádio é Evandro Almeida, em homenagem ao grande atleta que depois virou dirigente do clube e faleceu no dia 21/05/1964.

O que se vê hoje é resultado de 3 anos de obras que foram concluídas em 1962. Foi ai que o estádio Evandro Almeida ganhou a forma que hoje se apresenta, sendo o primeiro no estado a ter vestiário com túneis para duas equipes e mais o dos árbitros. A inauguração do novo Baenão aconteceu diante da equipe do Ceará Sporting, 1x1 foi o resultado final.

Atualmente o estádio tem capacidade para 18 mil torcedores, estes lugares são divididos entre as arquibancadas, as cadeiras cativas e as cadeiras vips. O Baenão oferece aos torcedores 5 locais para a entrada, sendo dois para as arquibancadas, um para as cadeiras cativas, outro para as cadeiras vips com acesso pela trav. das Mercedes e um para o local destinado aos sócios do Clube ou torcedores visitantes, que fica bem em baixo das cabines de imprensa. E por falar nas cabines no total são 16, sendo uma exclusiva para a Federação Paraense de Futebol em homenagem ao Dr. João Costa, uma para a imprensa escrita, quatro para as emissoras visitantes e dez para a imprensa local divididas entre rádios e tvs.

O Baenão comporta ainda uma estrutura que garante o desenvolvimento do futebol profissional assim como as categorias de base. Pelo lado da Av Almirante Barroso funciona o gerenciamento destas categorias e também a administração da escolinha de futebol do clube. Por lá, existe alojamento para 15 atletas, vestiário, refeitório comandado pela Dona Iná e mais o departamento administrativo. Já pelo lado da Avenida 25 de Setembro funciona o departamento de futebol profissional, com centro médico e fisioterápico, sala de jogos e Internet, refeitório, rouparia, sala para Educação Física e Fisiologia, sala de imprensa, vestiário com trinta armários individuais e a toca do leão, um espaço construído para a concentração dos jogadores na véspera dos jogos. A área externa do estádio apresenta ainda um estacionamento para os jogadores e uma arena onde é realizado o treino da escolinha de futebol do clube.

Hino

O hino oficial do Clube do Remo foi lançado em 1941. O poeta Antônio Tavernard adaptou a marcha carnavalesca de Emílio Albim para representar o Clube do Remo em um hino que seria executado nas grandes vitórias do clube. O bloco carnavalesco era os “cadetes Azulinos”, formado por atletas, associados, dirigentes e torcedores que percorriam as principais ruas da cidade com destino a Praça da República.

Atletas azulinos somos nós
E cumpriremos o nosso dever

Um dia quando unidos para a luta,
O pavilhão sabemos defender
Enquanto a azul bandeira tremuleja,
O vento a beija, como a sonhar,
Honrando essa bandeira que paneja,

Nós todos saberemos com amor lutar

E nós atletas temos vigor
A nossa turma é toda de valor (bis)


Nós todos no vigor da mocidade
Vamos gozando nessa quadra jovial

E nós, os azulinos da cidade,
Erguemos vivas ao nosso ideal.
Em cada um de nós mora a esperança,
Nossa pujança, nosso ideal,
E porque somos do CLUBE DO REMO
Numa só voz diremos que não tem igual


E nós atletas temos vigor

A nossa turma é toda de valor (bis)


Mascote
A mascote do Remo é o leão. O animal foi escolhido como um dos símbolos do clube por causa da história mitológica do leão azul, que foi petrificado por Medusa. Pela força do animal, ele virou um símbolo do clube. Não é à toa que o Remo é considerado o ´´Rei da Amazônia``.

Site
http://www.clubedoremo.com.br/

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Paysandu Sport Club

O Paysandu foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914 após um desentendimento com diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball (atual Federação Paraense de Futebol). A briga foi ocasionada pela não-anulação da partida Norte Club 1 x 1 Guarany, realizada em 15 de novembro de 1913, cujo resultado deu ao Grupo do Remo (atual Clube do Remo) o título de campeão paraense de futebol.

Naquele ano, o Norte Club realizava uma boa campanha e precisava vencer o Guarany para forçar uma partida extra com o Grupo do Remo. Após o empate em 1 a 1, os integrantes do Norte Club, inconformados, solicitaram à Liga Paraense de Foot-Ball a anulação da partida, devido a diversas irregularidades. Porém, a diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball julgou improcedente o recurso.

A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram então criar um movimento, sob a liderança de Hugo Manoel de Abreu Leão, para a fundação de uma nova agremiação, mais forte, para poder enfrentar em igualdade de condições os seus adversários. Este movimento não agradava aos integrantes do Grupo do Remo, os quais tentaram persuadir Hugo Manoel a abandonar a idéia.

No dia 1º de fevereiro de 1914, o jornal "O Estado do Pará" fez a convocação para a reunião da fundação do novo clube. A convocação feita pelo jornal surtiu efeito, fazendo com que comparecessem à reunião 42 desportistas, muitos dos quais eram integrantes do Norte Club, além de outros de agremiações diferentes, como, por exemplo, do Internacional Sport Club, ou Recreativa.

A reunião foi iniciada às 20:15 horas de uma segunda-feira, 2 de fevereiro de 1914, na residência de Abelardo Leão Conduru, localizada à rua do Pariquis, n.º 22, entre as travessas Apinagés e São Matheus (atual Padre Eutíquio).

Por unanimidade, a assembléia escolheu Hugo Leão para presidir os trabalhos. Como líder do movimento, ele propôs a denominação de Paysandu Foot-Ball Club para a nova agremiação. O nome foi escolhido "como homenagem ao feito glorioso e heróico da Marinha de Guerra Brasileira ao transpor o Passo do Paysandú, na guerra contra o Paraguai".

A sugestão de Hugo Leão foi motivo de acirrado debates na assembléia, que logo se dividiu em duas alas: uma a favor e outra contrária, a qual propunha o nome de Team Negra Foot-Ball para a nova agremiação. Feita a votação, registrou-se a vitória da denominação de Paysandu Foot-Ball Club.

Escolhido o nome, a assembléia elegeu o primeiro presidente, Deodoro de Mendonça, que encabeçou a diretoria durante o ano de 1914. Foi escolhida ainda a comissão destinada a redigir os Estatutos do Clube, recaindo a escolha nos nomes de Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Morais.

Na terceira reunião, dia 19 de fevereiro de 1914, que o Paysandu, de "FOOT-BALL CLUB" passou para “SPORT CLUB”. Ao ser lido, para a assembléia, um ofício pedindo a filiação do Paysandu à liga Paraense de Futebol, surgiu a idéia da mudança, que, após acirrados debates, posta em votação, foi aprovada por maioria de votos. E assim surgiu o nosso muito querido Paysandu Sport Club: Que foi “FOOT-BALL CLUB” por 17 dias.

O primeiro campo do Paysandu foi ao lado do Instituto LAURO SODRÉ, bairro do Souza. Era para treinos, mas nele foram feitos jogos amistosos.

Depois teve um atráz da sede da travessa São Matheus 170, com a rua Caripunas, a travessa Apinagés e o quintal de uma residência fechando o retângulo . Este campo foi fruto do trabalho da comissão desginada na reunião de 19 de fevereiro de 1914. A arquibancada foi inaugurada a 16 de abril de 1916, um domingo, com caprichada programação esportiva.

O atual campo do Paysandu, na Almirante Barroso (antes Tito Franco), era da Firma Ferreira & Comandita, que construiu e inaugurou a 14 de junho de 1914. O Campo também é chamado "Vovô da Cidade" e da "Curuzú". É do Paysandu graças a Leônidas Sodré de Castro, grande Alvi-Azul, cujo nome, muito justamente, foi dado ao campo. Leônidas teve também grande influência na compra da atual sede. Presidiu o Paysandu de 2 de fevereiro de 1930 à 2 de fevereiro de 1931 e participou de outras diretorias. Sem dúvida, Leônidas Sodré de Castro foi um dos artifícies do nosso Paysandu.

Domingo, 14 de junho de 1914, 16 horas, inauguração do campo da firma Ferreira & Comandita que, hoje, totalmente diferente, pertence ao Paysandu Sport Club. Muita gente, campo superlotado. A madrinha Mille Isolina Coutinho, batizou o campo com champane. Depois, campeonato de 1914, o primeiro Paysandu x Remo da história do futebol paraense. O Dr. Deodoro de Mendonça, representando o Independente de Belém, deu o ponta-pé inicial. Graças a um pênalti marcado no finalzinho do jogo, muito duvidoso, deu Remo, 2x1. O juiz foi o Dr. Guilherme Paiva.

A Copa dos Campeões

Campeão brasileiro da Segunda Divisão em 2001, o Paysandu ganhou no ano seguinte a Copa dos Campeões, competição que reunia os melhores colocados nos torneios regionais. Nas finais, o Paysandu passou pelo Cruzeiro.

A conquista classificou o Paysandu para a Taça Libertadores da América de 2003.

Na Copa Libertadores da América 2003

Graças ao inédito título da Copa dos Campeões em 2002, o bicolor paraense disputou o mais importante torneio de futebol das Américas, envolvendo os melhores clubes, da temporada anterior, de países como Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia e Paraguai.

O Brasil, nesta edição, estava representado, além do Paysandu, por Santos (campeão brasileiro de 2002), Corinthians (campeão da Copa do Brasil de 2002) e Grêmio (terceiro colocado no campeonato brasileiro de 2002, recebendo a vaga que seria do vice-campeão, o Corinthians, por este já ter se classificado com o título da Copa do Brasil).

O bicolor do Pará era treinado por Darío Pereyra, e tinha, em seu elenco, jogadores como o atacante Róbson "Robgol", Iarley, Lecheva, e Vélber, dentre outros.

O Paysandu participou na primeira fase figurando no grupo 2, ao lado de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Universidad Católica. Após 4 vitórias e 2 empates, o "Papão" terminou na liderança do grupo, com 14 pontos. Teve a terceira melhor campanha nesta fase, atrás apenas de Corinthians (15 pontos) e Santos (também com 14 pontos, mas com saldo de gols superior).

Na segunda fase, também conhecida por "oitavas-de-final" (participação dos 16 melhores clubes da primeira fase), enfrentou o Boca Juniors, tradicional clube argentino, que hoje-em-dia é dono de 6 títulos na Libertadores, e que terminou a primeira fase na segunda colocação do grupo 7, com 11 pontos.

Na primeira partida, realizada na Argentina (Estádio La Bombonera, Buenos Aires), o "Papão" surpreendeu mais uma vez, vencendo por 1 X 0 (gol de Iarley). Porém, o ótimo resultado desta partida foi revertido pelos experientes argentinos, que venceram a partida de volta, realizada em Belém do Pará, por 4 X 2.

Com apenas 1 derrota, o Paysandu encerrou aquela que é, até hoje, sua única participação neste torneio. Na classificação final, ficou com a 9a. colocação (à frente do Corinthians, o décimo, também eliminado nas oitavas-de-final). O atacante Róbson "Robgol" foi o terceiro maior goleador da competição, com 7 gols.

E o clube responsável por esta derrota e pela eliminação do "Papão", o Boca Juniors, acabou sagrando-se campeão da Libertadores naquele ano, eliminando, no decorrer do torneio, Cobreloa (quartas-de-final), América de Cali (semi-final) e Santos (final).

A Queda Livre - Paysandu, da Série A à C:

Após terminar na 14a. colocação na série A do Brasileirão (dentre 24 equipes) em 2004, o "Papão" acabou rebaixado, em 2005, para a série B do Campeonato Brasileiro, mesmo após ótimo desempenho do atacante Robgol, que perdeu a artilharia da série A, para Romário (Vasco), por apenas 1 gol. Dentre 22 participantes, terminou na 21a. posição (à frente apenas do Brasiliense, com 41 pontos conquistados (12 vitórias, 5 empates e 25 derrotas) (40 pontos a menos do que o vencedor do torneio, o Corinthians, e 10 pontos a menos do que o último clube que se manteve na Série A, a Ponte Preta).

Em 2006, era um dos times esperados a brilhar na série B e favorito a ficar com uma das 4 vagas de retorno à série A. Porém, formou uma equipe muito instável (não pôde contar com o total desempenho do atacante Robgol, candidato vitorioso a deputado estadual no Pará, como um dos problemas) e, ao final do campeonato, amargou o rebaixamento à série C do futebol brasileiro ao ficar em 17° lugar entre 20 equipes. Sua campanha: 38 jogos, 12 vitórias, 8 empates e 18 derrotas; 51 gols marcados e 70 sofridos; 44 pontos, 27 pontos a menos do que o vencedor deste torneio, o Atlético-MG (que também havia sido rebaixado à série B em 2005).

Em 2007, sua participação na série C foi curta e desastrosa: em 6 jogos, somou apenas 1 ponto, fruto de um empate com o Ananindeua (clube também do PA) em 3 X 3, em seu próprio estádio, o que ocasionou a vergonhosa desclassificação ainda na Primeira Fase.

Ao começar sua participação no Campeonato Brasileiro de Futebol 2008 - Série C, o Paysandu tinha como objetivo inicicial alcançar a terceira fase da competição, o que lhe daria a classificação automática à Série C de 2009 (que será disputada com 20 clubes como as séries A e B, ficando assim, livre de participar da Campeonato Brasileiro de Futebol de 2009 - Série D)

Após terminar entre os 2 primeiros, obteve a vaga, considerada obrigatória pela torcida e pela tradição que o clube possui no cenário futebolístico nacional. Porém seria eliminado na terceira fase, ficando na terceira colocação, um ponto atrás do Águia de Marabá, tirando o direito de disputar o octagonal final.

Fatos que marcaram a história do Papão
O gol mais rápido do mundo até o momento foi marcado por um atleta do Paysandu. Após apenas 2 segundos do primeiro tempo, Vital Filho marcou o gol contra o Santa Rosa, pelo Campeonato Paraense, no dia 4 de julho de 1997. Apesar da súmula oficial do jogo constar dois segundos, a televisão mostrou que o gol foi realizado aos 4 segundos.

A maior vitória em clássicos no Pará foi uma goleada sobre o rival Remo por 7 a 0, em 1945.

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947, no maior feito de sua história de participante do certame. O "Esquadrão de Aço" realizou explêndida campanha, sagrando-se campeão invicto e por antecipação, ao derrotar o Clube do Remo por 2x0 em seu penúltimo compromisso na tabela, na data de 21 de dezembro de 1947.

Participou da Taça Brasil em 60, 62, 63, 64, 66, 67, 68.

Participou do campeonato brasileiro em 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 81, 82, 83, 85, 86, 92, 93, 94, 95, 2002, 2003.

1º clube do Norte do Brasil a participar da Taça Toyota Libertadores da América.

Vitória histórica: Boca Juniors 0 x 1 Paysandu (Gol: Iarley). Somente três clubes brasileiros conseguiram vencer o Boca Juniors da Argentina em pleno La Bombonera. O Santos de Pelé em 62, o Cruzeiro em 94 e o Paysandu Sport Club em 2003. Um detalhe, o Paysandu foi o único clube a vencer os argentinos com um jogador a menos.

Re X Pa

É o maior clássico do norte brasileiro. Clube do Remo x Paysandu fazem um clássico do azul (escuro) versus o azul (celeste). Reis dentro de um estado com apenas 4 campeões em toda sua história, o RePa é o clássico que faz Belém parar. Até a chuva típica da região literalmente para. Quem vence, assume o comando do estado.

Até 2004, foram disputadas 656 partidas. O Clube do Remo venceu 238, o Payssandú venceu 201 e houveram 217 empates. O saldo de gols é favoral ao Leão – 896 gols contra 856 do Papão.

1914 – O primeiro jogo

O clássico RexPa, ocorrido em 10.06.1914 foi travado no modesto campo típico de “peladas”. Atualmente, o terreno foi ocupado por um conjunto habitacional no bairro de São Brás. O jogo era válido pelo campeonato Paraense de 1914. O Remo venceu por 2x1.

1926 – O primeiro grande chocolate do Leão: 7x0.

Apesar de termos poucas informações, foi a primeira grande vitória do Remo sobre o Paysandu (então Nort Club). 7x0. Mas como a vingança é um prato que se come frio, no final da II Guerra, o Paysandu daria o troco.

1945 – Paysandu 7x0 Remo – Uma surra pra entrar pra história.

Vencer um clássico nunca é fácil. Mas, para muitos, foi a maior vitória alcançada pelo Paysandu em toda sua história! 7x0 sobre o Clube do Remo. Realmente, vencer um clássico como o Paysandu x Remo por um placar tão grande, em jogo de Campeonato não deixa de ser um fato significante, ainda mais se levarmos em conta a grande rivalidade existente entre os dois grandes clubes paraenses. A vitória de 7 x 0 do Paysandu sobre o Clube do Remo ainda hoje é lembrada por todos como se tivesse acontecido ontem e já são passados mais de 50 anos daquela partida, sem que se repita outro placar igual entre as duas equipes.

O jornal Vanguarda assim relatou na época: “Quem apreciou a peleja de ontem desde os seus primeiros minutos há de ter notado o fracasso absoluto, total, decepcionante, que constituiu a esquadra do Remo no segundo período, após ter realizado um promissor primeiro tempo, dando sérios trabalhos a defesa do Paysandu para com a ausência de um só elemento, entregar-se de maneira envergonhante, humilhando-se frente ao seu adversário de todos os tempos , o Paysandu.”

1947 – Paysandu: Pentacampeão Invicto

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947, no maior feito de sua história, dentro do campeonato paraense. O jogo decisivo, não poderia ser outro senão o REXPA. 2x0 para o Papão da Curuzu, o penúltimo jogo do Paysandu no campeonato de 1947. Num campeonato ainda pequeno, foram 7 vitórias e 1 empate, marcando 27 gols e sofrendo apenas 7. O grande centroavante Hélio foi o artilheiro do Paysandu e do campeonato com 11 gols. Sóia fez 4, Rivas, 4, Dengoso, 2, Hosana, 2, Brias, Guimarães, Adimar e Conde (zagueiro da Tuna), contra, 1 gol cada. Só por curiosidade, o último jogo foi uma goleada de 9x1 no Transviário.

Clássicos com W.O. !

Pode até parecer brincadeira ou mentira, mas já aconteceram 5 W.O (vitória declarada pela ausência, em tempo hábil de uma das equipes). O Remo venceu em 1919, 1923 e 1988, enquanto que o Papão levou a melhor em 1920 e 1976.

1996 – Enfim, uma goleada !

A década de 90, marcaria a supremacia do Remo sobre o Paysandu (vide abaixo). O sofrimento do time da Curuzu era torturante, enquanto que a alegria do Leão Azul parecia não ter fim. Tanto, que o Remo aplicou a maior goleada da década: 4x0 que deu o campeonato de 96.

1997 – O Tabu

O maior TABU da história do parazão foi o que o Clube do Remo aplicou no Paysandu, de Dezembro de 1992 à Junho de 1997 : (33 jogos), 4 anos e 6 meses, sem conhecer o que é derrota, e ao Paysandu sem sentir o gosto da vitória sobre seu rival. Pra aumentar o sofrimento dos azuis-celestes, o Remo teve a melhor performace na última década: Foram 77 partidas, com 34 vitórias azulinas, 28 empates e 15 vitórias bicolores. O Leão é o único clube que conseguiu ser Penta campeão. Além disso, o Remo foi 8 vezes campeão contra 2 do rival.

Títulos

Copa dos Campeões: 2002.
Campeonato Brasileiro - Série B: 2 vezes (1991 e 2001).
Regionais Copa Norte: 2002.
Estaduais Campeonato Paraense: 42 vezes (1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928, 1929, 1931, 1932, 1934, 1939, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947, 1956, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966, 1967, 1969, 1971, 1972, 1976, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987, 1992, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005 e 2006).

Estádio

Popularmente conhecido como Curuzú, devido a rua ao lado possuir o mesmo nome, o estádio Leônidas Castro é um dos maiores patrimônios do clube. Com dimensões oficiais da FIFA a curuzú é um dos melhores campos de futebol do Pará.

Também é conhecido como "Vovô da Cidade", por ser o estádio mais antigo do estado do Pará.

A maioria dos jogos do Paysandu são realizados no estádio da Curuzu.

Data de aquisição: Julho de 1918
Capacidade: 15.000

Hino

De vitórias e louros coroado, Altivo, o Paysandu jamais temeu... Tem um belo, honradíssimo passado, São nobres as batalhas que venceu;BIS Cada um de nós guarda no peito, Valor e orgulho extraordinários; Das nossas cores têm respeito Os mais punjantes adversários. "Lutar"! eis a divisa que trazemos! "Vencer"! eis a esperança que nos guia! Leses e destemidos seguiremos A glória que o futuro nos confia! BIS Cada um de nos guarda no peito... Somos jovens e ousados paladinos, E sempre achar-nos-hão de gladio nú, Elevando nos prélios mais ferinos Com honra o pantilhão do Paysandu BIS Cada um de nós guarda no peito... Amamos os cambates! e na luta, Como antigos heróis nos comportamos, Por isso a vez do público se escuta, Saudar o Paysandu com aclamos BIS Cada um de nós guarda no peito...

Mascote

O mascote do Paysandu Sport Club foi criado em 1948 pelo jornalista Everardo Guilhon com o codinome de "bicho-papão". A inspiração do jornalista baseou-se no temor que o esquadrão de aço, como era conhecido o time do Paysandu naquela época, passava aos seus adversários no campo de jogo. No decorrer do tempo, ficou conhecido como o famoso "Papão da Curuzu", o maior papão de títulos de futebol do Norte do País.



Sites

http://www.papao.net

http://www.nacaobicolor.com