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sábado, 8 de agosto de 2009

Nacional Atlético Clube

O Nacional Atlético Clube de Muriaé foi fundado no final da década de 20 e de lá pra cá o clube viveu intensas emoções, dentro e fora de campo.
O clube é o único da cidade filiado a Federação Mineira de Futebol.
A sua maior glória dentro do campo aconteceu em 1969, quando o time foi Campeão Mineiro da 2ª divisão. E graças a esta conquista o clube desfilou por vários anos pela 1ª divisão do estadual.
Até que em 1986 o Paulistano, seu maior rival, perde seu campo. Começa então a decadência do futebol da cidade.
Mesmo assim o Nacional continuou sua jornada pelos gramados da região. Disputou torneios regionais e campeonatos da cidade. O clube voltou a disputar o Mineiro na tentativa de retornar a elite do futebol estadual, mas não foi muito adiante.
Sua última tentativa aconteceu em 2005, quando o time disputou a 3ª divisão, até que em um jogo dramático o clube deixou escapar a classificação. Precisando apenas de um empate em Teófilo Otoni, contra o América, para dar sequência ao sonho, o time ganhando de 1 a zero, acaba vendo o adversário virar e encerrar a partida em 3 a 1.
A partir de então a diretoria repensa no futuro do clube e decide vender o estádio Soares de Azevedo.
Surge então as lembranças de um passado recente. O medo de que o fim do NAC fosse o mesmo de seu maior rival,… ficar sem estádio.
A medida, considerada radical por muitos, gerou muita polêmica.
Após uma longa negociação, inclusive com intervenção do Ministério Público, metade do estádio foi vendido em junho de 2008 para uma rede de supermercados.
A partir de então uma comissão de obras foi formada por sócios, conselheiros e diretoria para a construção de uma casa para o clube. Sempre acompanhada de perto pelo Ministério Público.
Com o dinheiro da venda do antigo Soares de Azevedo, um novo terreno foi comprado às margens da BR356 (principal acesso de Muriaé ao estado do RJ). O serviço de terraplanagem já foi concluído e a obra já começa sua fase de construção.
Mais que um novo campo, o projeto é ousado. O novo Soares de Azevedo é um estádio com arquitetura moderna que atende a todas as exigências do estatuto do torcedor, com capacidade entre 10 e 15 mil torcedores.
Além do estádio também será construído um Centro de Treinamento com dois campos e Sede Administrativa.
A previsão de conclusão da obra é para 2011.
A diretoria pretende aproveitar a metade do terreno do antigo estádio, como imóvel ou estacionamento, para arrecadar fundos para a manutenção do novo estádio.
Enquanto a nova casa do NAC não fica pronta, o torcedor nacionalino sonha com o retorno de seu time a elite do futebol, do lugar de onde nunca deveria ter saído… entre os grandes.

Títulos

Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1969.

Estádio

Estádio Soares de Azevedo, com capacidade para 8.000 pessoas.

Mascote
Águia





Site

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Guarani Esporte Clube

O Guarani Esporte Clube foi fundado no dia 20 de setembro de 1930 na cidade de Divinópolis e é um dos maiores representantes do município no estado. O time é um dos mais tradicionais do interior mineiro e sempre revelou bons jogadores para o futebol estadual e nacional.

Nas primeiras décadas de existência, o clube disputava apenas campeonatos amadores e regionais pelo interior do Estado. A equipe é uma das maiores vencedoras da região centro-oeste de Minas Gerais, com 26 títulos de campeonato de juniores.
Em 1961, 31 após a fundação, a equipe fez sua melhor campanha em estaduais, terminando a competição na segunda colocação.

Neste campeonato , o time de Divinópolis perdeu o título, que seria o mais importante de sua história, nas últimas rodadas. O certame era disputado em pontos corridos e na antepenúltima jornada a equipe foi derrotada por 2 a 1 para o Atlético-MG, com uma atuação polêmica do árbitro da partida, que validou os dois gols do Galo convertidos de maneira duvidosa.
Três anos após o vice, o clube venceu o Atlético-MG na final e conquistou pela primeira e única vez o Torneio Início de Minas Gerais, em 1964. A competição antecede o Campeonato Mineiro e é disputado pelas equipes da elite do futebol estadual.

No Estadual de Minas Gerais de 1979, a agremiação mais uma vez deixou seu nome na história do futebol mineiro e fez do atacante Fernando Roberto o artilheiro da competição. Com 15 gols naquele torneio, ele até hoje é lembrado pelo seu feito.
Dois anos depois, em 1981, o Guarani fez sua melhor campanha em campeonatos nacionais. O time terminou a Taça Bronze, equivalente a Série C do Campeonato Brasileiro, na quarta colocação. Como o regulamento na época era diferente e passou por muitas mudanças, o Tamanduá não obteve o acesso à Série B.
Entre os inícios das décadas de 80 e 90, o time amargou dez anos na segunda divisão mineira, devido a uma confusa parceria com o Atlético-MG. O acordo entre as partes envolvia o intercâmbio de jogadores entre as duas equipes, mas o Galo “passou a perna” no alvirrubro, ficando com os melhores atletas revelados pelo Bugre e vendendo os outros. O time não recebeu nenhum centavo e, por falta de recursos financeiros, entrou em crise, caindo para a terceira divisão do Estado.
O clube deu a volta por cima em 1994, quando se sagrou campeão da Terceira Divisão do Campeonato Mineiro, ascendendo ao segundo escalão do futebol estadual. A equipe venceu o hexagonal final da competição e ergueu o caneco. Era o começo da caminhada rumo a divisão principal do futebol do estado.Para este campeonato, foram inscritas 10 equipes de todo o estado, muitas delas de história e tradição no futebol estadual.

O Guarani continuou se reerguendo e fazendo boas campanhas, até que em 2000 foi vice-campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro e retornou à elite do futebol no Estado, após muitos anos nas divisões inferiores.
Em 2001, no seu retorno à Série A do futebol Mineiro, o alvirrubro não foi bem e conquistou apenas quatro pontos em 11 jogos, encerrando o certame na última colocação. Com a péssima campanha, o Tamanduá caiu de divisão mais uma vez.
No ano seguinte, o Bugre voltou a jogar bem e conquistou a segunda divisão Mineira. A equipe fez excelente campanha na primeira fase e assegurou o título no hexagonal final.
No ano de 2003, o Guarani disputou mais uma vez a primeira divisão e encerrou o sobe-desce no campeonato estadual. O time terminou a competição na décima colocação e se manteve entre os “grandes” do Estado.
Desde então, o clube de Divinópolis permanece na elite do futebol mineiro, mas sempre lutando contra o rebaixamento. Em 2009, realiza péssima campanha, e é rebaixado.

TÍTULOS


1 Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 2002.
1 Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 1994

ESTÁDIO

Farião

Nome oficial: Waldemar Teixeira de Farias
Capacidade: 4.500 espectadores
Inauguração: 20 de setembro de 1996
Recorde de Público: 6.200 (Guarani 0 x 3 Cruzeiro - 11/02/2006)

HINO

Autor: Itamar de Oliveira

Pinta em cores de vermelho e branco
a bandeira do tamanduá
bolas de ouro alvirubro do meu Guará
E lá se vão nossos heróis
buscar vitórias para servir,
meu sentimento meu alimento
coração de Guarani.
Pelo prazer, de te querer
o teu nome é imortal.

MASCOTE

O mascote do Guarani é um tamanduá. O animal foi escolhido por ser o predador da formiga, nome de um time rival, da cidade homônima, vizinha a Divinópolis. Por causa dessa rivalidade, o mamífero foi eleito símbolo do clube

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Olympic Club

O Olympic Club, foi fundado em 25 de julho de 1915, na cidade de Barbacena, Minas Gerais. O nome foi sugerido pelo Sr. Aristides de Souza Marques, e foi inspirado na marca de uma bola de fabricação inglesa, a “Olympic”.

Seu primeiro presidente foi o coronel do exército Antônio de Queiroz que, como professor do Colégio Militar de Barbacena, conseguiu que a equipe utilizasse as dependências esportivas daquela Instituição. O primeiro jogo ocorreu em 10 de Agosto de 1915, uma vitória por 4x1 sobre a Seleção do Colégio Militar.

Em 1921, o clube começou a utilizar o campo de Santa Tereza, alugado do Sr. Orlando Piergentille, que foi finalmente adquirido entre 1929 e 1930, em uma compra parcelada.

Na década de 20, teve como atacante o ilustre barbacenense José Bonifácio Lafayette Andrada, o Dr. Zezinho, avô do deputado Antônio Carlos Andrada. Em 1928, o Clube Atlético Mineiro se reforçou com alguns jogadores do Olympic: Jairo, Said e Mário de Castro. Na mesma época brilharam craques como Francisco de Almeida Dutra (Francisquinho Dutra), os irmãos Edson e Rosalvo.

Na década de 40, o time se profissionalizou e disputou a 2ª divisão do campeonato mineiro. Em 1957, o Olympic sagrou-se Campeão Regional da Liga de Juiz de Fora, ao derrotar o Tupi na grande decisão, em emlhor de três partidas.

Depois de longa espera, o Olimpic retornou aos gramados das disputas profissionais em 2003, funcionando em parceria com o Centro Universitário da UFMG, em Belo Horizonte. Já em 2004 foi o clube foi campeão da 2ª Divisão do Campeonato Mineiro (correspondente à terceira), mas não conseguiu se manter no Módulo II, sendo rebaixado no ano seguinte. O insucesso desanimou os dirigentes, que solicitaram o licenciamento junto à Federação Mineira.

O “Furacão da Colina” tem as cores azul e branca e seu grande rival na cidade sempre foi o Villa do Carmo. Atualmente, o clube conta com uma sede social no centro de Barbacena, uma grande sede campestre na BR 040 e o Estádio Santa Tereza, situado no bairro de mesmo nome.

Títulos:

• Campeão Mineiro da 3ª divisão, 2004

Estádio

Estádio Santa Tereza, situado no bairro de mesmo nome com capacidade para 5000 torcedores.

Fonte

http://blog.soccerlogos.com.br/2007/12/27/olympic-club-de-barbacena-o-furacao-da-colina/

http://www.barbacenaonline.com.br/olympic/historia.php

sábado, 4 de julho de 2009

Democrata Futebol Clube

O Democrata Futebol Clube foi fundado em 14 de junho de 1914, na cidade mineira de Sete Lagoas. A iniciativa da criação de um clube na cidade foi tomada apenas cinco dias antes de sua fundação. No dia 9 de junho daquele mesmo ano, alguns amantes do esporte se reuniram no bar mais famoso da cidade, o Bar Chique.

As reuniões aconteceram no local até o dia 13 de junho, quando os mentores da idéia conseguiram angariar uma grande quantidade de simpatizantes à causa. No dia seguinte os fundadores decidiram não fazer mais a reunião no bar.

Foi aí que apareceu a figura de Bernardo Figueiredo, conhecido como Paizinho, maestro de uma banda da cidade conhecida como União dos Artistas, que ofereceu a sala de sua casa para que os homens se reunissem.

Naquele 14 de junho de 1914, 21 homens participaram da reunião de fundação do Democrata Futebol Clube. Entre eles estava o primeiro presidente do clube, Francisco Wanderlei Azeredo. O nome da agremiação foi escolhido pelo fato de os próprios fundadores se considerarem democratas.

Logo após a reunião de fundação do clube, Modestino Andrade arrecadou fundos para comprar o primeiro jogo de camisas. A arrecadação foi rápida e Andrade já fez a encomenda, por telegrama, em uma loja especializada do Rio de Janeiro, no mesmo dia. No dia 25 de junho de 1914 as camisas chegaram a Sete Lagoas. Já naquela época o uniforme era listrado em branco e vermelho.

A fase mais brilhante da história do Democrata ocorreu do ano de 1955 até 1963. Em 1955, após uma campanha brilhante no Campeonato Mineiro daquele ano, o clube da cidade de Sete Lagoas chegou à final, mas foi derrotado pelo Atlético-MG.

Dois anos depois, em 1957, o Democrata chegou novamente à final e, mais uma vez, contra um clube da capital Belo Horizonte. O adversário era o América, e o Jacaré acabou perdendo para o Coelho e ficando com o vice mais uma vez.

Em 1963, o Democrata disputou mais uma decisão estadual. Novamente o rival era o Atlético-MG, que acabou saindo com a vitória e com o título daquele ano, deixando o Democrata com o vice pela terceira vez.

A partir daí o clube passou a se revezar entre o Módulo 1 e o Módulo 2 do Campeonato Mineiro. E foi na segunda divisão da competição que o Democrata conquistou seu primeiro título. Em 1982, o time de Sete Lagoas venceu o Módulo 2 do Campeonato Mineiro de forma invicta.

Nos últimos anos, o Democrata alternou entre a primeira e segunda divisão do Campeonato Mineiro. O último acesso conquistado pelo Jacaré foi em 2004.

Infelizmente o Democrata não foi bem no Campeonato Mineiro de 2008 e, ao lado do Ipatinga, foi rebaixado e disputará a segunda divisão do Mineiro em 2009.

Estádio

O Estádio Joaquim Henrique Nogueira (ou Nogueirão),também chamado de Arena do Jacaré, é um estádio em Sete Lagoas, Minas Gerais com capacidade para vinte mil espectadores, desses vinte mil, dois mil sentados(cadeiras). O estádio recebeu esse nome pois foi o fazendeiro e membro e umas das mais tradicinais famílias Joaquim Henrique Nogueira doou o terreno onde o estádio foi contruído. Possui quarenta e quatro banheiros, seis vestiários e dezenove cabines para imprensa.

Antigamente o Democrata usava o estádio José Duarte de Paiva com capacidade para 2mil pessoas. Com a posse de Humberto Timo em 2003, o antigo sonho se tornou realidade.Hoje, o Democrata tem um dos melhores estádio do estado de Minas Gerais.

Foi inaugurado em 28 de janeiro de 2006 na vitória de 3x0 sobre o Atlético Mineiro.O primeiro gol foi marcado pelo jogador do Democrata, Paulo Cesar aos 15 minutos do primeiro tempo desde jogo. O Jogo com maior público foi Democrata Futebol Clube X Clube Atlético Mineiro, válido pela 1ª rodada do Campeonato Mineiro de 2008 , o resultado deste jogo foi 1x0(Gol de Tuta) para o Democrata. O público foi de 20.500 pessoas.

Hino

Nosso estandarte alvi-rubro é um show Tremula uma bandeira em cada esquina Explode o coração a cada grito de gol Que o brilho do sucesso ilumina De olho no gramado vendo o time jogar Um grito de vitória pelo ar Delira meu povo, sorrindo de novo É o Jacaré fazendo a rede balançar Tocou de primeira, jogando um bolão Em cada lance o jogo tem sabor de decisão Levanta galera, vem participar É nosso Democrata que chegou pra abalar Tocou de primeira, jogando um bolão É o grande Democrata, muita raça e tradição Molhando a camisa, com todo suor Buscando a cada dia um futuro melhor

Mascote

A mascote do Democrata de Sete Lagoas é o jacaré. O animal foi escolhido como símbolo do clube por sua agilidade característica e também por ser visto freqüentemente nas lagoas da cidade natal do Democrata Futebol Clube.



quinta-feira, 25 de junho de 2009

Funorte Esporte Clube

O Funorte Esporte Clube foi criado em 2002 logo após a criação do curso de Educação Física na Funorte – Faculdades Unidas do Norte de Minas. Em 2003, com a chegada do professor Paulo César Neves, que trabalhou em diversas equipes no Brasil, inclusive sendo campeão brasileiro no América mineiro, em 1997, como preparador físico, e com o apoio de vários acadêmicos de Educação Física. Foi montado o time de futebol para a disputa dos Jogos universitários de Montes Claros.

Participaram da montagem do time, ao lado do professor Paulo César Neves, vários acadêmicos de Educação Física, dentre eles José Queiroz, Nego, Heberth Halley, Andrey Souza, Daniel Candango, Cássio Maia, Dinha Luis, Fabinho, Magal, Lantony, João Paulo Melo e os professores como Jeibson Moura, Walter Moura, Jaime Tolentino, Flávio, Jomar Almeida, entre outros.

A equipe conquista o título na modalidade, e com o bom resultado, se inscreve, em 2004, na segunda divisão do campeonato amador de Montes Claros.
A partir daí, o Funorte, apoiado pela empresa mantenedora Soebras - Sociedade Educativa do Brasil, disputa várias competições. Em 2004, o time sub-17 comandado pelo treinador Paulo César Neves é campeão dos Jimis - Jogos do Interior de Minas com a participação de mais de 100 cidades.

O time conquista o tetra campeonato universitário em 2004, 2005 e 2006. No ano de 2006, a equipe fica com o vice-campeonato dos Jum-s - Jogos Universitários de Mineiros na cidade de Divinópolis. Em 2007, em Montes Claros, classifica-se em quarto lugar.
Com o bom desempenho da equipe, o presidente de honra do Funorte, que já havia sido vereador em Montes Claros, Ruy Muniz, nota a carência dos torcedores montes-clarenses de terem uma equipe profissional na cidade.
A última teria sido o Montes Claros Futebol Clube em 2004. O persistente Ruy Muniz tinha o objetivo de montar a equipe profissional. As coisas foram fluindo e acontecendo. Começa a ser montado o Centro de Treinamento do Funorte, na antiga fábrica Aymorés, em Montes Claros.

Em 04 de maio de 2007, ano do sesquicentenário de Montes Claros, no campus JK na Funorte, é lançado oficialmente o Funorte Esporte Clube. Houve desfile de modelos e atletas que apresentaram o uniforme da equipe, e que contou com a presença de mais de mil pessoas entre desportistas, esportistas, jornalistas e torcedores.
O time ganha o apelido de Formigão, referência ao Arraial das Formigas, antes de virar a cidade de Montes Claros.
A equipe se inscreve na disputa do Campeonato Mineiro da segunda divisão. Contrata vários atletas experientes, o principal deles o atacante Ditinho, duas vezes artilheiro do campeonato mineiro da primeira divisão. O objetivo agora era vencer e subir para o módulo II do Mineiro e, em seguida, subir para o grupo de elite do Campeonato Mineiro para enfrentar equipes como Cruzeiro e Atlético em Montes Claros, o sonho dos montes-clarenses.

Estádio
Estádio: José Maria de Melo
Capacidade: 5.000 espectadores

Títulos
Campeonato Mineiro Segunda Divisão – 2008

Mascote: Formiga (Formigão)

Site

sábado, 20 de junho de 2009

Esporte Clube Renascença

O Esporte Clube Renascença foi fundado por funcionários e pela diretoria da Fábrica de Tecidos Renascença 15/10/1941. Seu uniforme era camisa e meias brancas e calção preto. O escudo em forma de engrenagem tinha um R ao centro. O estádio do clube que ficava no bairro tinha o nome de Cristiano Guimarães, mas era conhecido como "Eucaliptos". Era chamado de "time dos tecelões". Sua sede era na rua Botucatu, 177.


Começou disputando as competições do futebol amador promovidas pela Federação Mineira de Futebol. Em 1947 construiu seu estádio e pediu inscrição no Campeonato da Cidade de 1948. O ingresso no certame era complicado, pois dependia da aprovação dos clubes . A inscrição do Renascença não foi aceita, pois temiam que os seus jogos causassem déficit nas arrecadações. Em 1958 a Federação Mineira de Futebol aceitou a inscrição de diversos clubes, dentre eles o Renascença. Devido ao grande número de inscritos, houve a necessidade de se organizar um torneio eliminatório para definir as equipes que iriam disputar o Estadual. O Renascença perdeu a 8a vaga para o Cruzeiro e ficou fora do certame. Em 1959, voltou a disputar o Torneio Classificatório e conseguiu uma das vagas para o Campeonato.


Disputou os Campeonatos Mineiros de 1959 (9º); 1960 (10º); 1961 (11º); 1962 (10º); 1963 (11º); 1964 (11º); 1965 (11º) e 1966 (12º), quando foi rebaixado para a 2a Divisão.

Seu maior momento de glória ocorreu em 25 de maio de 1961. Naquele dia, o Renascença, comandado pelo ex-zagueiro Gérson dos Santos, conquistou a terceira edição da Copa Belo Horizonte, ao vencer o Atlético por 2 a 0, no Estádio do Barro Preto (o Galo fora campeão em 1959 e o Cruzeiro, em 1960). A equipe foi campeã sem levar gol em nenhum dos cinco jogos, contra Cruzeiro, Atlético, América, Sete de Setembro e uma seleção do Departamento de Futebol Amador da Federação Mineira de Futebol.

Subitamente, o modesto clube fez com que o populoso Bairro da Renascença passasse a ser alvo das atenções e simpatias de todo o público esportivo de Belo Horizonte. Mas, em quase uma década, não conseguiu sucesso no Campeonato Mineiro, sempre com campanhas apagadas, com exceção de 1963, quando conquistou o Torneio Início, disputado no Estádio da Alameda após vencer, sempre nos pênaltis, Cruzeiro, Siderúrgica e Atlético. No mesmo ano, comandado por Mário Celso de Abreu, conseguiu terminar em 3° lugar o campeonato mineiro.

Um fato curioso ocorreu em 1965. No Torneio Início, disputado no Estádio Independência, o clube chegou à final contra o Siderúrgica mas o jogo, que seria disputado em 90 minutos, não chegou ao fim, pois o Renascença teve nove jogadores expulsos. O título ficou com o time de Sabará.

O maior orgulho do clube foi ter revelado para o futebol brasileiro o goleiro Tonho e o meiocampo Piazza, que se tornou ídolo nacional com a camisa do Cruzeiro e da Seleção Brasileira.

Em 1966 ficou em último lugar e caiu para a Segunda Divisão, o que levou a Companhia Renascença Industrial a extinguir o departamento de futebol, em 1967. A indústria ainda resistiu até 1996 quando, sem conseguir acompanhar os avanços tecnológicos, sucumbiu à concorrência com produtos importados, deixando inúmeras pessoas desempregadas e uma grande incerteza para o bairro. No local da fábrica, encontra-se hoje instalada uma universidade particular.

Estádio: Cristiano Guimarães (Eucaliptos)

Mascote: Urubu

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Atlético Clube Três Corações

Em atividade desde 1.913, quando um grupo de apaixonados pelo futebol reuniu-se na casa do Sr. Miguel Ainda e elegeu sua primeira diretoria, tendo como Presidente o Sr. Valério Ludgero de Resende. Inicialmente adotaram a cor vermelha e as iniciais do América do Rio de Janeiro (AFC), optando pelo nome de Atlético Futebol Clube. Tempos depois foi proposta uma nova denominação, e por todos aceita. Atlético Clube Três Corações.

A eterna rivalidade esportiva com a vizinha cidade de Varginha é tão antiga quanto o próprio Atlético, pois já na primeira partida, em 20 de janeiro de 1.914, houve muita confusão e pancadaria, mas a vitória foi nossa: 2 X 0 .

Em 1.927, devido a grandes desavenças entre as diretorias do Atlético e da Associação Esporte Clube, o agente executivo (Prefeito) Cornélio Andrade Pereira foi obrigado a intervir, promovendo a extinção dos dois clubes. Esta decisão duraria até o ano de 1.938, quando o médico Dr. Daniel volta do Rio de Janeiro e juntamente com outros companheiros, conseguem reerguer o Atlético. Em 1.941, a Liga Esportiva Tricordiana (LET), reunindo jogadores do Atlético, Raul Chaves (Canto do Rio) e Colégio Estadual conquista a Taça Guaraína, a mais importante competição do sul-Mineira. Naquele time jogava Dondinho, pai do maior jogador de futebol de todos os tempos: Pele.

De 1.941 até 1.966, mesmo no amadorismo, o Atlético formou grandes times e viu despontar inúmeros craques. Em 1.960, conquista o difícil e decantado Torneio sul-mineiro. Em 1.966, inaugura a sua sede social e , em 1.967, forma o primeiro time profissional. Em 1.970, disputa o campeonato mineiro da primeira divisão, com jogadores trazidos do Cruzeiro de Belo Horizonte, onde se destaca o ponta direita Roberto Batata. Em 1.971, além de formar talvez a sua melhor equipe, ficando atrás apenas dos três grandes da capital: Atlético, Cruzeiro e América, viu o craque Vanderley Paiva, oriundo de suas fileiras ( e filho da terra) sagrar-se Campeão Brasileiro, defendendo o Atlético de Belo Horizonte. Depois de um longo período de altos e baixos, o Atlético volta a se destacar em 1.986, ano em que se sagra Campeão Mineiro da Segunda Divisão, fato que se repetiria em 1.992.

Agora, tão próximo da marca histórica em que irá completar os seus noventa e três anos de existência, temos a obrigação de manter o ATLÉTICO vivo e vibrante, para que nos dê ainda mais alegrias e glórias.

Em 2007 , o Atlético de Três Corações foi punido com suspensão de dois anos, se não me engano, por ter abandonado as disputas do Campeonato Mineiro do Módulo II de 2007. Aí, com a conivência da Federação Mineira, alterou o nome para Clube Atlético Tricordiano , para poder participar da Segunda Divisão (Terceirona)de 2008.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Mineira 1986 e 1992

Hino

Ouvir cantar o nosso hino tradicional Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Anunciando nossa existência O nosso quadro não tem rival Jogando em qualquer parte Estando abaixo deste céu azul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul O nosso clube é sempre forte Tem muita garra , é o galo do sul Dizem que preto é luto Branco é desprezo, encarnado é guerra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Os onze atleticanos quando entram em campo Fazem tremer a terra Atirei o barco n’agua Alcei as velas e deixei rolar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar Se por acaso ele for ao fundo Sou atleticano, eu posso salvar


Estádio

Estádio: Elias Arbex
Capacidade: 7.000 pessoas




Mascote: Galo



Site
http://www.atleticotc.com.br

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Fabril Esporte Clube

O Fabril Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Lavras, no estado de Minas Gerais.

Fundado em 2 de setembro de 1932, manda seus jogos no Estádio Juventido Dias, o Municipal, com capacidade para 6.000 pessoas (ou no estádio da UFLA, que tem capacidade para 30.000 pessoas).

Atualmente disputa a Terceira divisão do campeonato mineiro.

Títulos

Campeonato Mineiro - Segunda Divisão: 1984.

Campeão do Interior: 1988.

Estádio:
Cel. Juventino Dias (5.000)

Estádio da UFLA (30.000)



Mascote:

Falcão

Site
http://www.fabrilec.blogspot.com/

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Esporte Clube Democrata

Nascido como uma dissidência do extinto Flamengo Football Club, o Democrata dedicou-se nas suas primeiras décadas de vida a competições amadoras em Governador Valadares (chamada de "Figueira do Rio Doce" até 1938) e região, mas ocasionalmente enfrentava em amistosos grandes equipes do futebol nacional, como por exemplo o Botafogo de Mané Garrincha. Nos anos 40, o Democrata formou uma equipe memorável, que excursou pelas cidades vizinhas do Vale do Rio Doce conquistando bons resultados e um longo período de invencibilidade; esta equipe ficou conhecida como "Expresso do Vale".

Neste período, o Democrata desenvolveu uma acirrada rivalidade com outra equipe de Governador Valadares, o Clube Atlético Pastoril. Ambas as equipes flertaram com o profissionalismo durante a década de 1960, mas somente o Democrata conseguiu prosperar após o fim do amadorismo.

Primeiras Participações no Campeonato Mineiro

O clube estreou na primeira divisão do Campeonato Mineiro em 1969, a convite da Federação Estadual. A partida que marcou a estreia do Democrata na elite do futebol mineiro foi contra a Usipa, de Ipatinga, no dia 26/01/1969, no Mamudão, e terminou em empate por 0 a 0. Ao final do campeonato, o Democrata foi apenas o 13º colocado. Mas foi a partir dos anos 80 que o Democrata tornou-se freqüentador assíduo da elite do futebol mineiro, participando de todas as edições do campeonato, exceto após ter sido rebaixado em duas ocasiões: em 1987 e 2001, quando disputou, por curtos períodos, a segunda divisão.

Em 1980 e 1982, o Democrata chegou à fase final do Campeonato Mineiro, que contava com 8 equipes. No segundo turno do Campeonato de 1984, o Democrata foi o 4º colocado e enfrentou o Atlético pela semifinal do segundo turno, sendo eliminado com duas derrotas, em Governador Valadares e no Mineirão.

O primeiro título oficial do Democrata em competições estaduais foi a Taça Minas Gerais de 1981, quando, na final, derrotou o Uberlândia. Na época, a Taça Minas Gerais correspondia a uma das fases do Campeonato Mineiro.

Tetra-Campeão do Interior e Vice-Campeão Estadual

O período de maior sucesso do Democrata no Campeonato Mineiro foi entre 1991 e 1994, quando foi o melhor time do interior mineiro (excluindo os clubes de Belo Horizonte: Atlético, Cruzeiro e América) por 4 anos consecutivos, conquistando o título de "Tetra-Campeão do Interior". Foi neste mesmo período que o Democrata conquistou o vice-campeonato mineiro de 1991, ficando atrás apenas do campeão Atlético e à frente de Cruzeiro e América. O vice-campeonato rompeu um longo período de hegemonia dos times da Capital, que monopolizavam as duas primeiras posições do Campeonato desde 1964 - portanto, desde antes da construção do Mineirão.

Naquele ano, a fase final do Campeonato foi disputada por seis equipes: Democrata-GV, Atlético, Cruzeiro, América, Rio Branco de Andradas e o Esportivo de Passos. O Democrata fez boa campanha, vencendo 4 dos 5 confrontos disputados no Mamudão, inclusive diante dos poderosos Cruzeiro (2 a 0) e América (3 a 0), mas na última rodada sucumbiu ao Atlético no Mineirão, sendo derrotado por 2 a 0 e dando adeus ao sonho do título estadual. Além do vice-campeonato, o Democrata consagrou o artilheiro do campeonato: Gilmar, com 14 gols.

O time-base do Democrata vice-campeão de 1991 era: Sílvio; Borges, Parreira, Walmir e Baiano; Toninho, Marcelo Alves (Coqui), Amando (Quirino) e Edinho (Páscoa); Gilmar Estevam e Élder. O técnico era Zé Maria Pena.

Em 1993, o Democrata classificou-se novamente para a fase decisiva do Campeonato Mineiro, desta vez disputada por 4 equipes: os três grandes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), além do Democrata. Porém, o time de Governador Valadares não conseguiu repetir a façanha de dois anos antes e terminou o quadrangular em último lugar, atrás dos três grandes. A partida que decidiu o Campeonato daquele ano foi disputada, pela primeira vez na História, no Mamudão, entre Democrata e América. O Democrata já não tinha mais chances e foi batido pelo América, que assim quebrou um longo jejum de títulos que vinha desde 1971.

Ganhando Projeção Nacional: Série B e Copa do Brasil

Após a conquista do vice-campeonato estadual em 1991, o Democrata garantiu participação na Copa do Brasil do ano seguinte, figurando pela primeira vez em sua história em uma competição nacional. Porém, o Democrata caiu logo na primeira fase, com um empate em casa e uma derrota em Curitiba contra o Paraná Clube.

O Democrata voltou a participar de uma competição nacional em 1994, quando substituiu o América-MG na Série B do Campeonato Brasileiro. Naquele ano, o América-MG estava cumprindo uma suspensão imposta pela CBF, e o Democrata, na condição de principal força do interior mineiro, ficou com a vaga do Coelho na competição. Porém, o time já não conseguiu repetir o mesmo sucesso do Campeonato Mineiro jogando contra equipes de outros Estados.

A primeira fase Série B era composta por 4 grupos de 6 times separados por critérios geográficos, de forma a diminuir despesas com viagens. Mesmo com esta divisão, o Democrata teve que arcar com longas viagens para o Nordeste do Brasil, que pesaram nas finanças do clube. Os resultados, por outro lado, foram magros: O Democrata jamais passou da 1ª fase da competição. Somando as duas participações (1994 e 1995), o Democrata fez 20 partidas pela Série B e venceu apenas 2 vezes, curiosamente sobre o mesmo time - o Santa Cruz de Recife - a primeira fora de casa, em 1994, a segunda no Mamudão, no ano seguinte. Mesmo vencendo apenas uma vez em 1994, o Democrata se salvou do rebaixamento à Série C, naquele ano, graças a nada menos que 7 empates conquistados nas outras 9 partidas.

O Democrata participou também da Copa do Brasil de 1995, a convite da CBF. Novamente, o time de Governador Valadares se beneficiou com a suspensão imposta ao América-MG, candidato natural à vaga graças à 3ª posição no Campeonato Mineiro do ano anterior. Na fase preliminar, o Democrata eliminou o Goiás com uma vitória por 2 a 0 no Mamudão e uma derrota por 1 a 0 em Goiânia. O confronto seguinte foi contra o Vitória, e o Democrata mais uma vez surpreendeu os visitantes com um 3 a 2 no Mamudão. Esta vitória foi particularmente marcante, já que o Vitória havia sido recentemente vice-campeão brasileiro, em 1993. Porém, na partida de volta o Democrata foi batido por 2 a 0 no Barradão, em Salvador, e deu adeus à Copa do Brasil.

Crise financeira e decepções em 1998 e 1999

Apesar dos sucessos dentro de campo e do expressivo crescimento da torcida - intitulada "A Maior do Interior" - o Democrata sofria com a falta de apoio do poder público e dos empresários de Governador Valadares. Assim, o clube foi acumulando dívidas ao mesmo tempo em que progredia no futebol. A partir de 1995 a situação financeira passou a influenciar negativamente o desempenho da equipe, que só escapou do rebaixamento no Campeonato Mineiro na última rodada, ao golear o Rio Branco de Andradas por 5 a 0 em Governador Valadares.

No Brasileiro da Série B daquele ano, o Democrata fez uma campanha sofrível, com direito a uma derrota por 4 a 0 em pleno Mamudão diante do modesto Central de Caruaru (PE), somando apenas 5 pontos em 10 partidas e sendo rebaixado à Série C como o pior dos 24 participantes da Série B.

No início de 1996, o Democrata ameaçou desistir do Campeonato Mineiro se não conseguisse patrocínios junto ao empresariado de Governador Valadares. A situação foi contornada a tempo, mas a campanha do Democrata foi apenas mediana, insuficiente para chegar à fase final (disputada por seis equipes) mas livre do rebaixamento ao Módulo II. Porém, para evitar despesas com viagens, o Democrata abriu mão de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, onde tinha lugar garantido por ter sido rebaixado da Série B do ano anterior.

Depois de outra campanha medíocre no Estadual de 97, o Democrata voltou a empolgar sua torcida no campeonato seguinte, ao firmar uma parceria com uma empresa de loterias da região. O time terminou a primeira fase em 3º lugar, sem perder nenhuma partida em casa. Nas quartas-de-final, enfrentou o América, que havia sido o 6º colocado na primeira fase. Mais uma vez, o Democrata deu adeus ao sonho do título com uma derrota por 1 a 0 no Independência e um empate no Mamudão por 1 a 1, numa partida em que arbitragem foi bastante contestada. Após a eliminação, a parceria com a empresa de loterias foi rompida, e o clube voltou à situação de penúria financeira.

O Campeonato de 1999 apresentou uma mudança na forma de disputa: os três clubes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), juntamente com o Villa Nova, entrariam apenas na segunda fase. A primeira fase seria disputada apenas pelas 8 equipes restantes do interior, sendo as 4 melhores promovidas para a segunda fase, e a campeã recebendo o título da Taça Minas Gerais e uma cobiçada vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Mesmo com uma equipe mais modesta em relação à de 1998, o Democrata despontou como favorito para a conquista da Taça, fazendo uma campanha invicta até faltarem 3 rodadas para o fim. No entanto, o Democrata fez o que parecia impossível: foi derrotado nas 3 últimas partidas, a última delas para a URT em pleno Mamudão por 2 a 1, quando bastava o empate. A URT descontou uma diferença de 8 pontos nas 3 últimas rodadas, ficando com a Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil. Com o vice-campeonato na Taça, o Democrata garantiu participação na segunda fase do Campeonato, onde fez uma campanha irregular e terminou em 5º.

Declínio e Rebaixamento ao Módulo II

A mesma forma de disputa foi mantida para 2000, porém desta vez a URT ganhou com folgas o título da Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil; o Democrata limitou-se a garantir a classificação para a segunda fase do campeonato. Na segunda fase, livre dos riscos de rebaixamento, o Democrata somou aos seus problemas uma epidemia de Dengue que assolou vários jogadores do elenco. Com o time "dengoso", o Democrata perdeu 11 das 14 partidas e terminou em último lugar dentre os 8 participantes da segunda fase - um mau prenúncio para o ano seguinte.

Depois de tantos altos e baixos, com os cofres praticamente vazios e as rendas de bilheteria sendo freqüentemente penhoradas para o pagamento de dívidas, o Democrata teve seu inevitável encontro com o rebaixamento no Campeonato de 2001, ao terminar a primeira fase como o penúltimo colocado dentre os 12 participantes. A partida que selou o destino do Democrata rumo ao Módulo II aconteceu em 7 de Abril de 2001, no Mamudão, em que o Democrata foi batido pelo América por 1 a 0.

Retorno ao Módulo I e Participação na Série C

Em 2003, o clube sagrou-se campeão mineiro de juniores.

Em 2005, ao vencer o Campeonato Mineiro de Futebol - Módulo II - equivalente à segunda divisão estadual - conseguiu retornar ao Módulo I da primeira divisão, quatro anos após o rebaixamento.

Em 2007, o clube fez uma ótima campanha no Campeonato Mineiro, graças a uma parceria com o Clube Atlético Mineiro, ficando em 3º lugar e garantindo a sua participação no Campeonato Brasileiro da Série C daquele mesmo ano e na Copa do Brasil do ano seguinte.

O grupo do Democrata na primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C contou com Villa Nova (MG), Juventus (SP) e Madureira (RJ). Para a segunda fase, classificaram-se Villa Nova (MG) e Democrata. O Democrata foi eliminado na segunda fase, num grupo que contava com Roma (PR), Bragantino (SP) e Esportivo (RS).

O Bragantino (SP), que se classificou para a fase seguinte, juntamente com o Esportivo (RS), acabou sendo o campeão da Série C. Importante destacar que nos confrontos com o Bragantino (SP), o Democrata perdeu em Bragança Paulista por 1x0, com um gol no último minuto do jogo e em Governador Valadares, fez sua mais espetacular partida. Após estar perdendo por 3x0, o Democrata virou o jogo e venceu por 5x3.

Estádio

O Estádio José Mammoud Abbas, ou Mamudão, localiza-se em Governador Valadares, Minas Gerais e pertence ao Esporte Clube Democrata. O estádio tem capacidade para 5.700 pessoas.

Com a inauguração feita em 1964 teve como seu primeiro jogo Democrata-GV 0 x 2 Botafogo-RJ, em um campeonato realizado entre o E.C. Democrata e clubes importantes do Rio de Janeiro.


Títulos

Campeão da Taça Minas Gerais (1981), Vice-Campeão Mineiro (1991), Penta-Campeão do Interior de Minas (1991, 1992, 1993, 1994 e 2007), Campeão Mineiro do Módulo II (2005) e Campeão Mineiro de Juniores (2003).

Hino

Letra e música de Rosenberg Pettersen

Esporte Clube Democrata
És uma equipe de grande tradição
Pantera de sangue alvinegro
A tua força faz tremer qualquer leão

Democrata sinônimo de luta
Força, coragem e esplendor
Pantera, teu lema é a vitória
Teus dias são de glória, de raça e amor

És o orgulho do Vale do Rio Doce
Tua camisa é a imagem do poder
O teu passado reflete no presente
Um futuro que haveremos de vencer

Se acaso a derrota acontecer
Não vai ser nada, iremos prosseguir
O que importa é a nossa união
Porque unidos a vitória há de vir

Esporte Clube Democrata
O teu nome exprime liberdade
És a esperança de tantos corações
Alvinegros que te amam de verdade

Democrata és o grito de um povo
Uma união cujo lema é vencer
Vamos, Pantera, nada temos a temer
Nós somos brasileiros, Democrata até morrer.

Mascote



Nasce a Pantera, o mascote do Democrata

A escolha de uma pantera para ser o símbolo do Esporte Clube Democrata aconteceu em 1969, quando foi lançada a pedra fundamental da sede olímpica do ECD, que seria construída na área do Estádio Mammoud Abbas que fica de frente para a Rua Afonso Pena. À época, a diretoria do Democrata lançou uma campanha publicitária com o slogan “Democrata é preto no branco”. Para ilustrar a campanha, pensou-se na necessidade de um mascote, que poderia ser adotado definitivamente como mascote oficial do clube.

A sede olímpica jamais foi construída, mas o mascote nasceu identifica o Democrata no cenário esportivo brasileiro. O mascote do ECD é uma pantera. O jornalista Marcondes Tedesco (já falecido) foi o criador da pantera. Em entrevista ao jornalista Tim Filho, em 1995, Tedesco contou que durante o processo de criação, vários animais foram lembrados para simbolizar a raça democratense, mas a pantera foi escolhida por ser um felino e de cor negra, cor predominante no uniforme do Democrata. “Os felinos são vencedores, não se acovardam e reinam soberanos na selva”, disse o jornalista. O primeiro desenho da pantera foi feito pelo artista plástico Epaminondas Bassi, em 1969.

Site

http://www.democratagv.com.br

terça-feira, 7 de abril de 2009

Araxá Esporte Clube

O Araxá Esporte Clube foi fundado em 20 de setembro de 1958 e nasceu com o objetivo de representar a cidade de Araxá entre os clubes profissionais do futebol mineiro. O primeira disputa do Campeonato Mineiro de Futebol foi em 1965, sagrando-se campeão pela primeira vez, dois anos mais tarde, em 1967.

Desde então, o clube somou várias vitórias e a paixão pelo time alvinegro da “terra de Beja” ganhou muitos torcedores e hoje é tetracampeão da Segunda Divisão do Campeonato Mineiro de Futebol.

Quando fundado, as cores escolhidas para a equipe do Araxá Esporte, foram o preto e branco, nascendo assim, o “alvinegro mais querido!



A primeira camisa do Araxá Esporte Clube tinha em seu design os formatos quadriculados. Mais tarde esse design foi modificado por uma camisa com listras verticais mantendo as cores alvinegras.


Os Títulos

A equipe alvinegra da “terra de Beja” participou com destaque do Campeonato Mineiro de Futebol entre os anos de 1965 e 1980. O Araxá Esporte foi quatro vezes Campeão Mineiro da Segunda Divisão. O time araxaense levantou a taça de primeiro colocado nos anos de 1967, 1977, 1990 e 2007, chegando ao Tetra Campeonato Mineiro.

Cronologia dos títulos

1967 - O Araxá Esporte foi campeão ao vencer a Usipa de Ipatinga na grande final com um gol de pênalti do zagueiro Ganso, o placar do jogo no Estádio Fausto Alvim foi 2 a 1 para o alvinegro.

1977 – A grande final foi contra o Fluminense de Araguari onde um gol de Felpa, em grande jogada do meiocampista Manga, deu o título ao Araxá Esporte o com placar do jogo no Estádio Uberabão de 1 a 0.

1990 – Vitória do Araxá Esporte em cima do Clube Atlético Patrocinense de Patrocínio na grande final com um gol de Ricardo Coração de Leão sendo o placar do jogo no Estádio Fausto Alvim foi 1 a 0 para o alvinegro.

2007 – Desta vez o jogo foi contra o Esporte Clube Itaúna de Itaúna em uma grande final no Estádio Fausto Alvim, onde o único gol da partida do atacante Yan, deu o título de Campeão de 2007 para o Araxá Esporte.

A equipe que conquistou o primeiro título para o Araxá Esporte em 1967 tinha como formação base: Gutemberg, Délcio, Ganso, Santos e Cariri; Franklin e Agnaldo; Vítor, Germano, Nato e Geraldino. O técnico era Amilton Frad.

A formação da equipe que conquistou o mais recente título para o Araxá Esporte em 2007 foi: Fernando, Edinho, André Alves, Odair e Ivan; Cafu, Indinho, Dedé e Rogério Sá, Yan e Euller. O técnico foi Luís Eduardo.

Estádio

O Estádio Municipal Fausto Alvim foi inaugurado em 1943 pelo então prefeito Fausto Alvim o qual deu seu nome ao local.

O “Majestoso da Avenida Imbiara” como é carinhosamente conhecido por seu público, o Estádio Fausto Alvim é considerado um dos melhores o interior de Minas e está em local privilegiado da cidade,sendo de fácil acesso.


O estádio municipal recebeu o seu primeiro sistema de iluminação em 1967, através do prefeito Paulo Márcio Ferreira. A construção das arquibancadas cobertas assim como da ampliação das descobertas foi obra executada em 1981 pelo prefeito da época Aracely de Paula.

Com capacidade para receber até 8 mil torcedores, o estádio tem um gramado com dimensões oficiais que medem 70m X 105m.

Hino

Rangel Drummond Afonso Ribeiro
Salve o alvi-negro
O mais querido do interior

Em todas as partidas
mostra sua garra e o seu valor
Ganso forte e genial


Em campo toca e controla a bola

A sua raça engrandece a nossa história
Cantando e vivendo sua glória

Araxá Esporte Clube

Balança coração

Em todas as jornadas

Bate forte a emoção

No pavilhão as cores "da glória"
O vento faz tremular
A flâmula alvi-negra
Do mais querido de Araxá


Vai em busca da vitória

Com toda garra de campeão
Mostrando com amor à camisa

Vai mantendo sempre sua tradição


Araxá Esporte Clube

Balança coração
Em todas as jornadas

Bate forte a emoção


Mascote – Ganso



A partir de 1967, após a conquista do primeiro título da história do Araxá Esporte Clube o time ganhou um mascote, o Ganso.

Assim como o Atlético Mineiro já tinha como mascote o Galo, o Cruzeiro tinha na raposa o seu símbolo e o América o Coelho, o cartunista Mangabeira do Jornal Estado de Minas criou o Ganso para simbolizar o Araxá Esporte Clube.

Na época Mangabeira afirmou que se inspirou no apelido do zagueiro Nilton Germano da Silva que cobrou o pênalti e marcou o gol que deu o primeiro título de Campeão Mineiro para o Araxá Esporte Clube.

Nilton era conhecido como Ganso e desde então o “alvinegro mais querido” passou a ter a figura deste animal como o seu mascote oficial.


Site
http://www.araxaesporteclube.com.br

sábado, 14 de março de 2009

União Recreativa dos Trabalhadores

A URT foi fundada em 09/07/1939, a URT surgiu numa reunião de amigos, onde teve como primeiro presidente Júlio Fernandes eleito no dia 09/07/1939 e empossado no dia 05 de Agosto do mesmo ano. Iniciava uma nova história nos corações, crescia a emoção, crescia o amor pelas cores e crescia sempre a esperança de um dia ver esta agremiação no mais alto pódio da vida.

A URT conseguiu suas principais conquistas nos anos de 1999 e 2000: o bicampeonato da Taça Minas Gerais. Com isso, assegurou sua participação nas edições de 2000 e 2001 da Copa do Brasil. Em 2000, estreou contra uma grande equipe: o Fluminense, do Rio de Janeiro, e só perdeu no Maracanã, tendo conseguido um empate no Zama Maciel por 1 x 1, gol de Ditinho. Em 2001, a URT foi eliminada pelo Mixto de Cuiabá, logo na 1ª fase.

Em 2005 foi a 3ª colocada no Campeonato Mineiro, ficando atrás apenas do Ipatinga e do Cruzeiro.

Em 2006, o clube novamente participou da Copa do Brasil, após a grande campanha no Campeonato Mineiro de 2005. Na estréia, jogou contra o Londrina e classificou-se a 2ª fase, vencendo os paranaenses no primeiro jogo por 3 x 2 no Estádio Zama Maciel e empatando no Estádio do Café. Na 2ª fase, o clube jogou contra outro time grande, o Santos Futebol Clube, dentro de casa, e perdeu por 3 x 1, sendo eliminado. O autor do gol da equipe foi Ditinho.
Rebaixado em 2007, disputa atualmente o Módulo II do campeonato mineiro.

Títulos

Campeonato Mineiro da Segunda Divisão: 1994.
Taça Minas Gerais: 2 vezes (1999 e 2000).

Hino

É União Recreativa dos Trabalhadores
Azul e Branco são as suas cores, time de garra e de tradição
Velha Mangueira, com mil bandeiras sempre a tremular
E a galera sempre a vibrar, com as conquistas do seu campeão
URT, tu és o símbolo de união, tu és a glória do esporte rei.
É o mais querido da região.
Salve a celeste, esquadra azul do gigante forte.
É nos gramados desde o sul ao norte
Mostrando raça e exibição
Luta
r, vencer, é este o lema que lhe deu as glórias
Grandes conquistas faz a sua história
Salve a celeste, salve o campeão
URT, tu és o símbolo de união, tu és a glória do esporte rei.
É o mais querido da região.

Estádio Zama Maciel

Entrada da agência midiaproativa

Os primeiros toques de bola da URT foram dados no campo (que a Sociedade Patense Sportiva - SPS) onde hoje situa-se a Casa de Saúde Imaculada Conceição. Logo depois, é que foi para o MANGUEIRÃO, graças ao projeto do Vereador Zama Maciel, pedindo o terreno no trilho de terra que se transformaria mais tarde na Avenida Brasil. "Foi um terreno doado por Rosa Batista"

Por varias vezes o Estádio "Zama Maciel" tornou-se pequeno para abrigar a multidão ávida pelo futebol da "veterana". A diretoria teve que alugar uma arquibancada metálica para aumentar um pouco mais a capacidade do "Mangueirão". O jogo contra o Cruzeiro, no dia 23 de maio de 1999, vai ficar na história. Naquele dia, aconteceu a quebra do recorde de público na cidade. Foram 9.317 pagantes, mais 394 não-pagantes, totalizando 9.659 presentes.

Só o placar não agradou à nação "celeste", pois o Cruzeiro venceu por 4x1, com gols de Djair, Marcelo Ramos, Paulo Isidoro e Muller e o gol solitário da URT marcado por Pael. Mas ficou o exemplo do torcedor uerretense, o golaço de Pael e, principalmente, mais uma festa pacífica da "galera" no Estádio "Zama Maciel".

Um projeto foi criado para aumentar a capacidade do Estádio Zama Maciel de 8.000 lugares para 15.000, um projeto audacioso para deixar o mangueirão com conforto e segurança para todos os torcedores.

Mascote

O Pato Mascote da URT, foi batizado com o nome de PATUREBA, depois de pesquisa feita nos sites da CLUBE e da URT e no programa Bola na Rede.

Site

http://www.urt.com.br

sábado, 7 de março de 2009

Esporte Clube Itaúna

O Esporte Clube Itaúna, a agremiação mais tradicional do esporte itaunense, teve como embrião um pequeno time de futebol criado em 1914 que, por sinal, foi o primeiro na história do município. Era o Itaúna Foot-Ball Club, presidido por Josaphat Santiago, e tendo na diretoria os senhores Sólon Mello, José Santiago e Abelardo Lima, jovens entusiastas do esporte, ligados ao Clube Literário local.

O clube esportivo contava também com a colaboração de Mário Lima, Dr. Juju, Candico, Oscar Gonçalves, entre outros jogadores. Sob o comando técnico de Abelardo Lima, eles treinavam e jogavam num campinho de gramado ralo e irregular, situado no retiro São João - local onde, anos depois, seria construído o Estádio "José Flávio de Carvalho".

Cerca de 15 anos se passaram para que o clube viesse a receber a nomenclatura de Esporte Clube Itaúna (ECI). Sua fundação ocorreu no dia 29 de junho de 1929, através de uma sociedade composta de número ilimitado de sócios, sem distinção de nacionalidade, culto ou sexo. A maior finalidade do clube, era proporcionar socialmente a difusão do civismo e da cultura física, sobretudo, o futebol O ECI poderia ainda praticar e competir em outras modalidades esportivas amadoras especializadas e realizar promoções de caráter social e cultural.

Nessa fase, o Esporte Clube Itaúna teve como um de seus primeiros presidentes e ilustre colaborador social, benemérito senhor José Bustamante.

Em fins da década de 30 foi realizado o primeiro jogo com o time profissional. A partida se deu contra o América Futebol Clube de Belo Horizonte, que foi vencido por 2x1. Com o passar do tempo o clube itaunense sentia a necessidade de possuir um estádio maior. E graças ao auxílio do Sr. Lincoln Nogueira Machado e do Sr. José Flávio de Carvalho fizeram do pequeno campinho o Estádio “José Flávio de Carvalho”, que passou a ser utilizado pelo Esporte Clube Itaúna.

A partir de então o Esporte Clube Itaúna iniciou sua participação em campeonatos diversos, passando a necessitar do apoio de empresas da região para custear suas viagens e demais despesas geradas pelas competições estaduais. O apoio, era recebido de itaunenses ilustres, gente do comércio e indústria da época. Apoio este, era vindo das mais variadas formas, seja em permuta por algum bem material necessário, seja financeiro, para o custeio de materiais esportivos, uniformes e viagens.

Anos de ouro

Nos anos 40 foi montada uma gloriosa equipe, composta de verdadeiros craques a nível nacional. Com todo o gás, delegação itaunense viajou de avião até Piumhi/MG e derrotou o forte Atlético daquela cidade por 2 x1.


O autor dos dois gols do Esporte Itaúna, foi o atacante Afonso, que era considerado um dos maiores ‘matadores’ da época e depois jogou no Atlético Mineiro.

Enquanto existiu como clube de futebol, o Esporte Clube Itaúna não pôde contar com profissionais graduados na área de Educação Física, senão somente com o esforço dos então, verdadeiros profissionais existentes, que eram tão somente técnicos auxiliares, os quais mantiveram conhecimento multidisciplinar através de experiências práticas com o esporte.

Na virada da década de 40 para 50 o Esporte Itaúna recebeu a importante adesão do dirigente e técnico Miranda, que passou a residir em Itaúna a partir de 1947. Mais que técnico, Miranda foi um grande coordenador dentro do clube, articulando pessoas dentro e fora de campo para que tudo saísse dentro dos padrões programados.

Através de Miranda vieram também outros técnicos, atletas e até dirigentes de outras cidades que fizeram história no futebol de Itaúna. Entre eles, se encontrava o conhecido e já falecido Mário Preto, que foi trazido de Belo Horizonte por Miranda para treinar uma das divisões de base do Esporte.

Fixando residência em Itaúna e dono de grande carisma, Mário se tornou uma típica figura do Campo do Esporte, onde residia numa humilde casa na beira do rio, em local situado em frente a entrada do ginásio da Universidade de Itaúna, exatamente onde passa a avenida São João.


Dentre os gratos destaques revelados pelo Esporte Clube Itaúna ao futebol nacional, sem dúvida, o goleiro Paulo Monteiro levou o nome de sua cidade nos mais altos patamares do futebol profissional brasileiro.

Monteiro foi goleiro do Esporte Clube Itaúna, Clube Atlético Mineiro, do Santos, ao lado de Pelé, dentre outras equipes brasileiras. No ano de 2005, Paulo Monteiro foi merecidamente homenageado em Itaúna pelo Clube Atlético Ponte de Itaúna.

Divisões de Base

Além de reunir sempre os melhores atletas da cidade que disputaram o campeonato mineiro profissional, o Esporte Clube Itaúna motivou também a criação de outras agremiações bairristas e legou valiosos craques ao futebol amador da cidade. Por muitas temporadas o clube disputou as divisões de base do futebol mineiro, obtendo considerável rendimento em campanhas disputadas em categorias infantil, juvenil e juniores.


Quando, a partir de meados dos anos 60 o Esporte Itaúna já tinha seu campo de treino, o “Campo do Esporte” (atual centro esportivo universitário da UI). O clube passou então a investir sistematicamente na formação das categorias de base. Com isso, todos os garotos que se destacam nos colégios Estadual e Santana (e depois Polivalente) sabiam que teriam lugar no Esporte Clube Itaúna e com isso, poderia vir a disputar o campeonato mineiro em uma das divisões de base.

O Esporte sempre montou equipes competitivas e cumpriu boas campanhas nos certames infantil, infanto-juvenil e juvenil que participou pela FMF na época. Graças ao trabalho desenvolvido no Esporte Itaúna, diversos atletas itaunenses puderam viajar a distintas cidades do interior mineiro, ter contato com clubes do futebol profissional além de adquirirem técnicas esportivas. Muitos de nossos atletas puderam, posteriormente, jogar em alguns dos maiores clubes de Minas Gerais e de várias cidades do Brasil. Nesta fase, o clube contava com apoio da Companhia Industrial Itaunense, sobretudo, dos irmãos beneméritos Srs. Zezé e Joãozinho Lima.

Entretanto, o Esporte Clube Itaúna viria sofrer sua mais forte queda, quando, em 20 de abril de 1972, o então prefeito municipal de Itaúna Sr. Jadir Marinho de Faria, autorizou a doação do terreno municipal onde situava-se o campo do Esporte (na chamada Vargem) à Fundação Universidade de Itaúna - local em que foi construído o centro esportivo universitário. O terreno com área aproximada de 83.750m² havia sido doado ao Esporte Clube Itaúna em 1955 e depois fora revertido ao patrimônio municipal.


Apesar disso, naquelas anos 70, a Universidade de Itaúna ainda permitia a prática livre do futebol na área que então nem era cercada e abrigava mais três campos de futebol de várzea, ao lado do principal - incluindo o histórico "Vassourão". Diversas equipes amadoras utilizaram por longos anos destes campos para seus treinamentos.

Ainda contando com pequeno apoio da Universidade de Itaúna e de alguns diretores da Companhia Industrial Itaunense o Esporte de Itaúna continuou utilizando-se do campo da universidade e disputando as divisões de base do campeonato mineiro.

Decadência

Porém, após o ano de 1980, o Esporte Clube Itaúna, contraiu várias dívidas, sobretudo, por tentar formar uma equipe composta de jogadores em sua maioria, de fora. Além da contratação do ex-técnico infantil do Atlético Mineiro, Joy e preparadores físicos de Belo Horizonte, a equipe itaunense trouxe também vários jogadores de outras cidades mineiras, como Lagoa da Prata e Divinópolis. Ao negar os talentos de Itaúna e convocar pessoas de fora para integrarem o grupo, os custos de viagens, estadia e alimentação foram exorbitantes. Ficaram bem acima do que arrecadava o clube com parcas doações. Estas medidas acabaram por levar o clube à falência. Devido a isso, não pôde mais competir nas categorias, infantil, júnior e juvenil, como havia fazendo de forma já tradicional naqueles últimos anos.

A última participação do Esporte Clube Itaúna no campeonato mineiro se deu no ano de 1980, através da categoria infantil, na época chamada de "Dente de Leite". O comando técnico esteve a cargo de Zé Faxineiro. Alguns dos atletas formados nesta última geração do Esporte Clube Itaúna chegaram a integrar clubes profissionais nos Estados de Minas, Rio, São Paulo e outros.


Na fase em que podemos chamar de "o apagar das luzes acesas em 1914", devemos destacar que, uma pessoa ainda tentou levar adiante a divisão infantil do Esporte Itaúna. Trata-se do técnico já falecido Vilmar Visgüêta, que já havia treinado diversos times infantis na cidade. Em 1981, ele obteve autorização da Universidade de Itaúna para utilizar os campos externos e o material que restou do Esporte Itaúna e assim, continuar treinando as crianças. E o fez por cerca de 2 anos, passando posteriormente a custear as bolas e materiais do próprio bolso.

O time treinado por Visgüêta e ainda chamado por ele de Esporte Clube Itaúna não chegou a disputar o campeonato mineiro e foi dissolvido pouco tempo depois.

Ponte de Itaúna

Por sua vez, o Clube Atlético Ponte de Itaúna surgiria em meados dos anos 90, nascendo da amizade sincera de alguns praticantes da chamada “peladinha de fim de semana”. O grupo jogava sempre aos domingos pela manhã e após as partidas se reunia no Bar do Kenderson, na rua Santana (bairro das Graças, Itaúna), para tomar aquela cerveja e conversar sobre os assuntos mais polêmicos da semana.


Num certo dia, entre cervejas e um bom papo de bar, um dos amigos perguntou: por que não se fundar um time para disputar os campeonatos da cidade? Imediatamente o José Hailton disse: ”se vocês conseguirem 50% do uniforme, o resto eu dou!”. No mesmo instante o Fabrício disse: “Pode deixar a sua metade que o resto eu consigo!”. Realmente conseguiu, fazendo uma rifa de uma caixa de cerveja. No domingo seguinte, já com o uniforme garantido, o José Hailton e o Edval sugeriram e foi de pronto aprovado o nome CLUBE ATLÉTICO PONTE DE ITAÚNA.

A primeira partida da equipe foi realizada no dia 24/06/1995, dia de São João, comemorado como Dia da Fundação do Clube Atlético da Ponte. O adversário foi uma seleção do SAAE de Itaúna. O Atlético da Ponte venceu por 7 X 2. Em 1996 a equipe participou do campeonato da 2ª divisão da LIF e ficou em 6º lugar.


Em dezembro de 1998, por idéia do jogador Neném, os amigos se uniram para estudarem a possibilidade de voltar a disputar o campeonato itaunense. Por aclamação elegeram o José Hailton Antunes Mendes como presidente e o desportista viabilizou o projeto de reestruturação do grupo, colocando a equipe na 1ª divisão do Campeonato de Itaúna.

Inicialmente traçaram-se planos de ser pelo menos 4º colado nas categorias juniores e adultos. A equipe de juniores superou a expectativa, sendo vice-campeã, numa disputa acirrada com o Real Madrid, que venceu a primeira partida por 1X0. Nos outros jogos da final, dois empates, 1X1 e 0X0.

A equipe adulta esteve disputando o play off da final pelo campeonato municipal de Itaúna, contra o Vila Nova do bairro Irmãos Auler. No primeiro jogo a equipe faturou o adversário por 2 a 1, com gols de Jardel e Sídney, contra um de To, da equipe adversária.

Em 2005 e 2006 o Ponte participou de importantes competições estaduais na categoria juniores, entre elas, a Taça BH de Juniores e a Copa Itatiaia e Diário da Tarde, detendo elevado rendimento nessas competições.

Fusão Ponte/Esporte Clube Itaúna
Para o Esporte Clube Itaúna, o destino marcaria o dia 23/11/2006 no calendário do esporte itaunense, como o dia de sua ressurreição. Nessa data foi realizada uma reunião extraordinária da diretoria do Clube Atlético Ponte de Itaúna (CAPI), onde foi votada a mudança da nomenclatura dessa agremiação para Esporte Clube Itaúna (ECI), criando uma fusão histórica das duas agremiações. A histórica reunião aconteceu no Restaurante Flamingos, no Tropical Tênis Clube, em Itaúna-MG, reunindo diversos amantes do futebol.


Os itaunenses voltariam a disputar o campeonato mineiro profissional somente, 43 anos depois, quando, em 2007 conseguiu acesso da segunda divisão ao módulo II da primeira divisão, ao ser o segundo colocado da competição.

É importante ressaltar que, após ficar mais de 40 anos sem participar de competições com sua equipe principal, o Itaúna tem obtido neste módulo II (2008) um dos rendimentos mais destacados da competição. Com uma equipe e um plantel montados em tempo recorde, os itaunenses têm enfrentado de igual para igual, algumas das maiores e mais tradicionais equipes do futebol mineiro, as quais estão, já por décadas, entre os módulos I e II do campeonato estadual.


Estádio


O Estádio Municipal José Flávio de Carvalho é um estádio de futebol brasileiro localizado em Itaúna.
Com capacidade para 6.000 pessoas, sua construção foi iniciada na década de 1930, por causa da necessidade de um estádio onde o time local, o EC Itaúna (que na época era Itaúna Foot-Ball Club), pudesse mandar os jogos do Campeonato Mineiro de Futebol e da Liga Itaunense de Futebol.


Hino


ESPORTE, ESPORTE, ESPORTE.
TU ÉS MAIS FORTE COM A FUSÃO.
ESPORTE, ESPORTE, ESPORTE.
TRICOLOR DO CORAÇÃO.

RENASCEU
PRA REVIVER SUA HISTÓRIA.
DÉCADAS DE GLÓRIAS.
NOS GRAMADOS DE MINAS GERAIS.

Ó, TRICOLOR,
SEU BRANCO SIMBOLIZA A PAZ
O VERMELHO É PAIXÃO
O PRETO É RAÇA E UNIÃO!

Ó, TRICOLOR.
ESPORTE CLUBE DE TRADIÇÃO.
NOSSO MASCOTE TEM PEDIGREE...
E
PINTA DE CAMPEÃO.

Mascote
Cachorrão












Site


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Sete de Setembro Futebol Clube

O Sete de Setembro foi fundado no dia 7 de setembro de 1913. Seus primeiros jogos aconteceram no campo da Chácara Negrão, na rua Itajubá, em Belo Horizonte. Hoje em dia, a casa do Sete de Setembro é o Estádio Raimundo Sampaio, também conhecido como Estádio Independência. Raimundo Sampaio é um ex-presidente do clube.

Originalmente o estádio pertencia ao Governo do estado de Minas Gerais, mas com a inauguração do Mineirão em 1965, passou a ser propriedade do clube Sete de Setembro (motivo do estádio ser popularmente conhecido como Independência, em função da data histórica), mas com a extinção deste clube, em 1999 o América arrendou o estádio, mantendo-o sob sua administração por um período de 30 anos, num regime de comodato.

Foi vice-campeão citadino em 1919 e 1920. Em 1944, passou a se chamar Sete de Setembro Futebol e Regatas, quando foi criada a Federação Mineira de Remo. Em setembro de 1948, voltou a atender por Sete de Setembro Futebol Clube.

Títulos

Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 1997.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Associação Atlética Caldense

O futebol, introduzido no Brasil no final do século XIX por um grupo de ingleses residentes em São Paulo, chegou a Poços de Caldas em 1904, com a fundação do Foot-ball Club. Consta que um de seus fundadores, Paulino de Souza, naquela ocasião estudante de medicina da capital paulista, havia trazido uma bola de futebol, objeto desconhecido na vila.

Várias outras agremiações nasceriam no princípio do século XX. Mas alguns desses clubes desapareceram em seguida. Caso do Internacional F.C, que encerrou suas atividades no mês de fevereiro de 1925. Alguns remanescentes destas equipes se uniram naquele ano, formando a Associação Atlética Caldense, clube que hoje é o maior centro esportivo da cidade.

No dia 16 de novembro de 1925, alguns jovens esportistas, chefiados por João de Moura Gavião, reuniram-se na Photografia Selecta, sede provisória do time, situada na avenida Francisco Salles, perto do Hotel Lafaiete, para eleger a primeira diretoria, assim constituída:

Após algumas vitórias, em dezembro de 1925 o novo esquadrão enfrentou o Cruz Vermelha, campeão local. Mas, apesar de bem preparado, devido a uma chuva impertinente que caiu antes do jogo, foi derrotado por 3x2.

Esse revés não desanimou os valentes jogadores e, no ano seguinte, vários encontros amistosos com times de cidades vizinhas consagraram a Veterana nos meios esportivos regionais.

Fora criado o time, porém o grêmio social esportivo denominado Associação Atlética Caldense passou a existir após uma reunião realizada no dia 3 de abril de 1926, com a fusão da Caldense e o Gambrinus F.C. A primeira diretoria eleita foi constituída por: capitão Afonso Junqueira - presidente honorário, Fosco Pardini - presidente efetivo, Ulpiano César Mine - vice-presidente, João de Moura Galvão – tesoureiro, Cherubim Borelli - 1º secretário, Lourenço Batiston - 2º secretário, Hugo Sarmento - orador oficial e Arthur Cherchiai - colaborador. Dois dias depois houve uma reunião de trabalho a fim de colocar em prática o funcionamento da associação.

No início de sua existência, o clube não possuía nem sede social e nem campo próprio. Existia apenas na cidade o campo do Internacional F.C., no atual jardim fonte luminosa, não havendo arquibancada nem gramado. Os torcedores ficavam em pé e os jogadores tinham que se contentar com um campo pelado e negro.

Antes mesmo da fundação do time, os jovens desportistas já tinham escolhido o terreno do “Chalé Procópio” para as atividades futebolísticas dos domingos. A partir de 1926, a Caldense começou a dar os primeiros passos para conseguir a área do coronel Christiano Osório de Oliveira, que naquela ocasião era um enorme brejo, onde a meninada ia caçar rãs.

Em 1929 uma comissão chefiada pelo prefeito Carlos Pinheiros foi a São João da Boa Vista pedir ao coronel Osório a cessão do imóvel.

O terreno, cedido a título precário, foi drenado e cercado de madeira. A partir dos anos 30, foi composta uma arquibancada rústica. Em 1947, a diretoria do presidente José Anacleto Pereira conseguiu da família de Christiano Osório um comando de uso, com o prazo de 20 anos, para as instalações do clube.

A sede inicial e provisória do time da Caldense foi a Photographia Selecta, em 1925. Em seguida vários outros endereços: Palacete Cobra, na praça Pedro Sanches, antigo Cassino Gibimba, de 1938 a 1942, no Polietema, na avenida Francisco Salles até 1959, edifício Imperial até 1962 e, finalmente, em 1962 junto ao estádio Christiano Osório, a partir de dezembro de 1962, na gestão do presidente Antônio Megale. A sede social foi obtida no mesmo ano, com a doação oficial da família Osório. Com a posse do imóvel, vários melhoramentos foram realizados pelas diretorias subseqüentes, como a construção da piscina.
Entre 1960 e 1961 o futebol da Veterana ficou famoso nos meios esportistas pela campanha das 57 partidas invictas, o que proporcionou uma onda de entusiasmo entre associados e moradores de Poços de Caldas.

Durante a presidência do Dr. Antonio Megale, em 1962, a Caldense se tornou proprietária do terreno que compreendia o campo de futebol e as demais dependências esportivas, devido à doação definitiva feita por Cristiano Osório de Oliveira Filho, grande desportista e amigo de Poços de Caldas. Essa transação foi realizada graças ao empenho do prefeito David Benedicto Ottoni que, com a aprovação da Câmara Municipal, se comprometeu em troca a proceder o arruamento da chácara Osório pela prefeitura.

Desde os primeiros anos, a Caldense foi um clube voltado principalmente para os esportes especializados, tendo conquistado diversos títulos no vôlei, basquete, futsal, natação e outras modalidades.

Em 1968, o time de futebol jogou pela primeira vez em Belo Horizonte. Foi no dia 22 de novembro no Independência, contra o misto do Cruzeiro, que venceu por 3 a 0. Durante muito tempo, a Caldense disputou a Segunda Divisão do Campeonato Mineiro, e somente em 1972 estreou na elite estadual.

Com a inauguração do Estádio Municipal Ronaldo Junqueira, em 1979, o campo da Associação Atlética Caldense foi desativado e em seu lugar foram construídas duas quadras de tênis, de peteca, um parque infantil, assim como uma nova piscina para atender o número de associados que a cada ano crescia.
No final da década de 1980, o clube adquiriu, na saída da cidade, uma área de treinamento do futebol profissional, denominada Ninho dos Periquitos. Hoje, o local conta com alojamento, três campos de futebol e piscina para a preparação dos jogadores da Veterana.

Em 2002, a Caldense conquistou o maior título de sua história, ao vencer o Campeonato Mineiro. Na partida do título, dia 5 de maio, vitória da "Veterana" sobre o Nacional de Uberaba, com gols de Gustavinho e Carioca. É preciso lembrar, porém, que nesse ano as equipes grandes do Estado: Cruzeiro, Atlético Mineiro e América Mineiro não disputaram o Campeonato Mineiro, mas sim o Torneio Sul-Minas. Os três times só disputaram o Supercampeonato Mineiro, onde a Caldense acabou sendo vice-campeã.

No Campeonato Mineiro (módulo I) de 2007, a Caldense iniciou a disputa como uma das favoritas às semifinais. Chegou a liderar o torneio porém, após forte de rendimento, terminou na décima-primeira colocação e amargou o rebaixamento ao módulo II do futebol mineiro em 2008.

Títulos

Campeão Mineiro 2002
Campeão Segunda Divisão Mineira 1971
Campeão Mineiro do Interior 1975

Hino

É no pé e na raça
Que lutamos pela taça!
Olé,olé,olé!

Onze “cobras” muito nossos
Que, vestindo a cor de Poços
Sabem bater o pé.

Salve, salve a Veterana,
Clube forte e tão bacana,
Que é querido demais

Vitória! Glória ao “Verdão”!
Que vibra no coração,
Da nossa Minas Gerais!

Vitória! Glória ao “Verdão”!
Que vibra no coração,
Da nossa Minas Gerais!

Estádio

Depois de muitos anos mandando os jogos no antigo Christiano Osório, a Caldense, em 1977, recebeu a informação que o governo estadual iria construir um novo estádio em Poços de Caldas. E que, na época, serviria como a casa da Veterana. Com o terreno doado pelo Estado, a prefeitura concedeu todos os materiais para execução da obra. Um ano após o início da construção, o Estádio Municipal Dr. Ronaldo Junqueira, o Ronaldão, foi inaugurado no dia 4 de setembro de 1979.

Para a festa de inauguração um grande jogo. A Caldense enfrentou o Corinthians e perdeu por 3 a 0, com os gols de Basílio - que marcou o primeiro gol do “Ronaldão” - Palhinha e Vaguinho. A festa foi assistida por 11.744 torcedores, que lotaram as arquibancadas do estádio para o grande confronto.

Mascote
Periquitão














Site

http://www.caldense.com.br/