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sábado, 8 de agosto de 2015

Costa Rica Esporte Clube

Costa Rica Esporte Clube, também conhecido como CREC, é um clube brasileiro de futebol da cidade de Costa Rica, no estado de Mato Grosso do Sul. Fundado no dia 2 de dezembro de 2004, é um dos clubes mais jovens do estado. Suas cores do uniforme são azul e branco.

Subiu para a primeira divisão do estadual em 2007. A melhor colocação do clube foi um terceiro lugar.


Estádio 

Municipal Laerte Paes Coelho, ou Laertão, como é chamado, é um estádio de futebol localizado na cidade de Costa Rica, no estado de Mato Grosso do Sul. O estádio está situado na zona norte da cidade de Costa Rica, no bairro Vila Santana. O estádio tem esse nome em homenagem ao então ex-prefeito de Costa Rica, Laerte Paes Coelho. 
Capacidade 5.000

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Sociedade Esportiva Sidrolândia

Foi fundado em 30 de janeiro de 2008, e disputa o Campeonato Sul-Mato-Grossense - Série B.
O SESI disputou a Série B em 2008, 2010, 2011 e 2012, sendo que em duas edições ficou próximo do acesso à Série A. Em 2013 desistiu da participação do Campeonato Sul-mato-grossense da Série B  devido à impossibilidade de mandar-os  jogos em casa, o que eleva as  despesas consideravelmente, já que o SESI não tem patrocínio para disputar a Série B, já que Estádio Municipal Sotero Zárate, que não possui laudo e por isso está impedido de sediar partidas oficiais.


Estádio

Estádio Municipal Sotero Zárate Ribeiro é um estádio de futebol localizado na cidade de Sidrolândia, no estado de Mato Grosso do Sul. Tem capacidade para 4.000 pessoas

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Sociedade Esportiva Naviraiense

A Sociedade Esportiva Naviraiense, disputou pela primeira vez um Campeonato Estadual de Profissionais no ano de 1.987 – tendo como Presidente o Advogado Mário Sérgio Rosa, Vice Teobaldo Karlinc e Diretor de Futebol Manoel Pulquério Garcia (Mane João). O time teve uma campanha invicta, até ás oitavas de final realizada no principio de Dezembro de 87. Em dois jogos inesquecíveis a SEN eliminou o CAP ( Clube Atlético Paranaibense). A CBF decidiu pela suspensão do Campeonato que entraria no período de festejos natalinos a fora. A federação adiou para o inicio de 88, a semi-final da Competição e o adversário era o Gianini de Costa Rica.
Houve muita polêmica, atraso na reapresentação e o campeonato voltou em Fevereiro. A SEN perdeu por 1 x 0 em Costa Rica e voltou a perder por igual placar, numa tarde chuvosa e que se transformou num clima “Fúnebre” – Gol de Luis Yamashita, no Segundo Tempo em um chute rasteiro de fora da área. Foi se o sonho do time comandado pelo Técnico Scarpelini chegar a primeira divisão.
No mesmo ano, já no segundo semestre, começou nova batalha. A Diretoria corrigindo erros da primeira incursão, substituiu a Comissão Técnica – Vieram o Técnico Carlos Sidreira (Copeu) velho conhecedor do Futebol Sul-Mato-Grossense e a maioria dos jogadores do Estado. Com ele o Preparador Físico Valdecir Roberto “Mandalho”. O time de Marcão, Paulinho, Mauri, Mauro, Sielmo, Serginho Gaúcho, Edílson, Siri, Jadilson, Reinaldo, Verde, Naldinho e Cia, sagrou se campeão invicto. A temporada de 89 foi conturbada com troca de Presidente no meio da disputa. Uma revolta de Jogadores e com apoio da Imprensa Esportiva (Soares e Silva Jr da Rádio Cultura) Teobaldo Karlinc foi elevado a função de Presidente com a renuncia de Mário Sérgio Rosa. A Semi final foi emocionante contra o Cassilandense (2 x 0 em casa e 2 x 1 fora) e a Final, já assegurada a vaga para a primeirona , disputada e vencida sem atropelos contra o Sidrolandia.
Em 90 com o Técnico Milton Buzetto, o time de Naviraí debutava na série principal do Sul-Mato-Grossense. A Campanha foi irreparável, o time praticamente não venceu nenhum jogo com mais de 2 gols de diferença. A única excessão foi o jogo contra o EASA de Ladário no Virotão por 3 x 0 (Um dos bandeiras foi Severino Ramos Florêncio 0 “Paraíba”). A velha tática da retranca que consagrara Buzetto desde os tempos de EC Corinthians prevalecia por aqui. Estréia contra o time que representava as cidades de Angélica e Ivinhema (ANGIVI) final 1 x 0 para SEN, gol do Tatuzinho Daniel aos 43 do 1º tempo. O time jogou com Bertosa, Luis Dias, Mauri, mauro e Tiquinho; Corina, Edílson (Sérgio Gaúcho) e Jadilson; Daniel, donizete e Marquinhos (Vicente). E já no primeiro ano chegou a final do campeonato, decidindo o título com o Ubiratan. A equipe tinha a melhor campanha, jogava por dois empates. Perdeu em Dourados por 1 x 0 e não saiu do 0 x 0 em casa. Esse jogo ficou na memória da torcida, pelo aparato de segurança trazido para Naviraí pela direção do Leão. Culparam o árbitro Marcos Augusto dos Santos, mas para mim ele foi perfeito. Teve atacante da SEN que errou gol em baixo da trave com o arqueiro Marola batido, um mês depois o referido centroavante já atuava pelo time de Dourados. Sem falar no volante qur jogava com tênis de Suíço (lembram) também amarelou. Perdemos um título que todos consideravam certo.
No ano seguinte, problemas políticos e também financeiros provocaram troca de diretoria. Saiu o grupo de Teobaldo karlinc, assumiu o pessoal da Administração Municipal. O presidente passou a ser o Secretário de Finanças da época João Alberto Giusfred. O time tinha Milton Brancaleão como diretor de Futebol. Foi uma das mais caras estruturas da história do Clube. De novo uma ótima campanha, com vitórias expressivas dentro e fora de casa. Os jogos mais marcantes para mi, foram 2 x 1 contra o Operário no Virotão com roubo e tudo praticado pelo Árbitro que home é meu amigo, por isso foi relevar e não repetir seu nome. Mesmo assim seu Antônio, o ponta Dário cobrou uma falta na gaveta de Paulão e não deu. O outro jogo foi em Paranaíba, ainda chamuscada pela rivalidade entre os times desde a segundona de 87, a SEN ganhou de 1 x 0 gol do ótimo ponta Cido. Com o Técnico João Paulo chegou a final com o Operário de Campo Grande. Uma final que não teve o jogo de volta em casa. Uma invasão de campo fez com que o Virotão fosse interditado. Entre os invasores estava o Pardal com uma cobra jararaca na mão. No Primeiro jogo derrota por 2 x 1 no Morenão e na volta nova derrota por 1 x 0 no Frédis Saldivar “Douradão”. Foi a segunda derrota seguida em final, talvez com um pouco de tristeza a menos porque infelizmente o futebol se misturava com paixões políticas e tinha muitos torcendo contra. Daquela campanha outra grandee lembrança foi a expressão, “ E ai meu Rei” deixada por Edson Moita o Zagueirão indicado pelo competente Médico Dr. Carlos Henrique.
Em 92, nova troca de Presidência. Mane João se torna politicamente ligado a Onevam e postula a Vice na chapa (Para Prefeito) do ex Presidente João Alberto Giusfred (Cabeça branca). Integrante da Assessoria de Imprensa de Onevam, Soares Filho é eleito Presidente e tinha como diretor de Futebol Antônio Marcelino (Gerente do Bamerindus). Como Técnico o consagrado Jogador Paquito (Manoel Martins Manso)e Manoelito como Preparador Físico. Com poucos recursos o time não passou da segunda fase. O resultado da eleição também colaborou. Era o inicio as fase pobre do futebol da SEM. 93 sem recursos o time se licencia do Estadual, para suprir a ausência o Dpto de Jornalismo e Esportes da Karandá promete a 1ª edição da Copa Karandá FM, repetida com sucesso no ano posterior.
No ano seguinte (94) na gestão Lukenczuk, novo Presidente – Elias Construtor, tendo Jaimir José da Silva como Vice e Carlos Talão Domingues (Diretor). Na diretoria ainda Elpidio Bressa como Tesoureiro, Soares Filho Supervisor e Paulo Sampaio, Secretário. A equipe começou com Minuca como técnico, Soares Filho foi interino após a demissão de Minuca, Almeida foi contratado e ficou só um mês e também foi demitido. Soares acabou o certame a frente do time, que a esta altura já não tinha mais presidente nem Vice. Diretores sem apoio abandonaram o Projeto. O Prefeito não cumpriu com o compromisso de apoio. Soares, Bressa e Paulo Sampaio conduziram o time em toda a segunda fase, sem dinheiro e com pouco apoio do comércio. O Futebol Profissional “Agonizava”. Desclassificado com a decepção do grupo trazido por Minuca de Xanxerê, o Naviraiense terminava no final de 2003, sua primeira etapa na história futebolística Sul-Mato-Grossense.
Em 2006, 12 anos depois o futebol voltou a ser motivo da alegria para a fanática massa local. Graças a insistência de Desportistas como Macedo, Zé Roberto e os ex craques Jadilson e Marcão. Apoiados pelo grande entusiasta o Vice Prefeito Ronaldo Botelho, fizeram ressurgir a emoção nas tardes de Domingo nos altos da Av. Dourados, estádio Virotão. O CEN vem até aqui, substituindo com toda galhardia a nossa inesquecível Sociedade Esportiva Naviraiense (SEN).

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Novoperário Futebol Clube

O Novoperário Futebol Clube nasceu em 11 de outubro de 2010, fruto da paixão de torcedores e entusiastas do futebol sul-mato-grossense, ansiosos por ver novamente o nosso esporte se destacando no cenário nacional.

A ideia de um clube novo foi sendo rapidamente disseminada entre os apaixonados pelo futebol, fazendo surgir um grupo sólido e disposto a transformar estes anseios em algo concreto. Os sócios-fundadores reuniram-se por diversas ocasiões, e após vários debates, o clube começou a tomar forma: foi escolhido o nome Novoperário Futebol Clube, assim como as cores que o simbolizam : preto, branco e dourado. Posteriormente, também foi definido o escudo, com referências ao estado de Mato Grosso do Sul, à cidade de Campo Grande e às origens do clube.

No começo de 2011, já com toda a documentação regularizada, o Novoperário pôde iniciar suas atividades. Os diretores reuniram-se com empresários, representantes de outras entidades e potenciais parceiros, conseguindo apoio para dar os primeiros passos do clube.
Conquistou o título sul-mato-grossense da Série B em 2012 . É o primeiro troféu como profissional, levantado exatamente no dia em que o clube de Campo Grande completa dois anos de existência.

Título Campeonato Sul-Mato-Grossense - Série B: 2012


Estádio Morenão capacidade 4.500

Site

http://www.novoperario.com.br/

sábado, 6 de março de 2010

Ivinhema Futebol Clube

O Ivinhema Futebol Clube tem como principal conquista o Campeonato Estadual 2008 e a Copa Karandá FM, em 3 anos de fundação ( fundado em 1 de Janeiro de 2006). Disputou em 2008 pela primeira vez a Série A do estadual Sul-Matogrossense, e já se consagrou campeão, conquistando uma vaga para a Copa do Brasil 2009. Vice-campeão em 2009, disputa a Copa do Brasil em 2010, sendo eliminado pelo Naútico.
Estádio

Luiz Saraiva Vieira (Saraivão)
Capacidade 5000



Títulos:

Campeão Estadual 2008.

Alcunhas Azulão do Vale


Mascote Peixe

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Coxim Atlético Clube


Fundação 10 Janeiro 2002.
Mesmo com pouco tempo de fundação, o Coxim já se destaca no futebol local. Em 2002, ano de sua primeira participação na primeira divisão do Campeonato Sul-Mato-Grossense, o clube fez boa campanha, e no ano seguinte chegou às quartas-de-final, com 5 vitórias em 10 jogos. Em 2004, ficou em penúltimo lugar na tábua de classificação e foi rebaixado com apenas 7 pontos em 18 jogos. Em 2006, de volta à primeira divisão estadual, o Coxim Atlético Clube sagrou-se campeão Sul-Mato-Grossense com 41 pontos em 22 jogos, com duas goleadas por 9 a 0, sobre o Pantanal e o Maracaju, ambas em casa, no Estádio Municipal André Borges.O tricolor sul-mato-grossense tem camisa vermelha, com listras branca e azul em horizontal.





O Coxim Atlético Clube (CAC) não vai participar da edição 2010 da série A do Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol. A desistência do clube se deve a falta de patrocínio, inclusive para fazer a inscrição no certame

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense: 2006.

Estádio

André Borges - Caldeirão do Borjão

Capacidade 3.500 pessoas


Mascote

O Jaú, um peixe forte e traiçoeiro, que exige muita paciência. Por ser conhecedor das correntezas locais, o Jaú exige muita paciência do pescador, que muitas vezes tem de trabalhar por mais de uma hora para que a linha não arrebente e o peixe escape levando a isca por água abaixo.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Clube Esportivo Guaicurus

Fundado em 4 de março de 2002, disputa o Campeonato Sul-Mato-Grossense de Futebol., o Clube Esportivo Guaicurus, presidido por Acir Magalhães, cresceu participando de competições amadoras das categorias de base organizados pela entidade. Com a profissionalização do Guaicurus, Campo Grande passou a contar com cinco equipes na primeira divisão do futebol. Guaicurus teve boa atuação na Série B e nas categorias de base.
5º colocado Série B 2009 (substituindo a desistência do Coxim A.C. e, na sequência, a não participação do Glória de Dourados E.C. – 4º colocado Série B 2009), participa pela primeira vez da divisão principal.


Estádio
O estádio Pedro Pedrossian, ou Morenão, como é chamado, é um estádio de futebol localizado na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O estádio está situado na zona sul da cidade de Campo Grande, dentro do campus da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É o maior estádio de futebol de Mato Grosso do Sul. O estádio tem esse nome em homenagem ao então governador de Mato Grosso, Pedro Pedrossian, na época da fundação da UFMS (UEMT-1971).
Capacidade 45.000 pessoas

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pantanal Futebol Clube


Fundado em 13 de dezembro de 1987 (inicialmente como Ladário FC mudou de nome em 2003 para Ladário Pantanal FC e em 2004 para o atual). O clube praticamente abandonou a cidade natal e agora se assumiu como um clube corumbaense.
O visual busca valorizar e identificar o time com a região. Camisa, calção e meião terão, de uma maneira harmônica a representação das nossas riquezas naturais, destacou. O verde faz referência à vegetação do santuário ecológico do Pantanal. O branco lembra o solo calcário da "Cidade Branca". O grená e o preto representam as reservas minerais de manganês e ferro, respectivamente. O distintivo do clube também foi modificado. Agora traz o tuiuiú, ave símbolo do Pantanal, com uma bola de futebol; com a representação do céu pantaneiro ao fundo.


Estádio

Estádio Vicente Fortunato

Capacidade 3.500

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Misto Esporte Clube


De brincadeira de criança a Equipe Profissional assim é a história do Misto Esporte Clube: No dia 1º de Maio de 1987 reuniu-se um grupo de garotos liderados por José Aparecido Rodrigues de Oliveira (Cidinho). Foram participar de um torneio na vila carioca e na hora da inscrição o time não tinha nome. Então foi sugerido pela moça que fazia as inscrições que fosse dado o nome do bairro que residiam , cidinho disse que era impossível porque aqui é cada um de um bairro e é uma mistura , foi quando a moça disse : ”Põe o nome de misto ! “ . Foi ai que nasceu o MISTO ESPORTE CLUBE.
O estatuto foi feito no ano de 1991 como clube amador , disputando também os campeonatos amadores do município . O ano mais vitorioso do Misto Esporte Clube foi em 1998 quando foi Campeão Varzeano invicto, Campeão Amador , Bi-Campeão do Campeonato de Futebol de Areia realizado pelo TLC ( Três Lagoas Clube). Em 1999 o clube foi novamente Bi-Campeão do Futebol de Areia , organizado pelo Comercial . No mesmo ano o Misto foi convidado a participar de um campeonato amador estadual pela Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) . Quando já estava preparado para o Campeonato Estadual de Amadores , com promessa de o Campeão ser Profissionalizado , houve um problema com a que estava a cargo SRº Marcos Antonio Tavares que era Vice – Presidente e não foi realizado a competição e os diretores do Misto (Miro , Heri , Dito e Amauri ) foram até a Federação e negociaram com o Presidente , Francisco Cezário , a Profissionalização do Misto para o ano de 2000. Profissionalizado no dia 20 de Dezembro de 1999, participou do seu 1º Campeonato Estadual Profissional em 2000 alcançando a 7ª colocação entre 17 Times.
Para tentar não repetir a crise dos últimos dois campeonatos, quando o time teve de abandonar a cidade para competir por outros municípios. A ajuda tem de vir até abril, quando começa o Campeonato Estadual Profissional da Série B.

Em 2000, o time contou com apoio da prefeitura, no outro ano teve auxílio da Federação de Futebol e de uma emissora de TV. Em 2002, Governo do Estado e federação bancaram as despesas. Já em 2003, os dirigentes não conseguiram quem os apoiasse, por conta disso o time não participou do Estadual, o que fez com que caísse para Segunda Divisão.

Em 2002 e 2003, o Misto representou duas cidades em competições no Estado: Aquidauana e Campo Grande. Segundo o presidente do Clube, Jamiro Rodrigues de Oliveira, a medida foi tomada, contra seu gosto, mas aconteceu para manter o nome do time na Primeira Divisão do Campeonato Estadual. “Nós não tivemos apoio em Três Lagoas por isso recorremos a patrocinadores de outras cidades”, lembra.

Referência em Três Lagoas e região, tendo em pouco tempo de existência se comparado aos principais times do Estado, ficando em boas colocações em competições importantes, o Misto Futebol Clube busca patrocínio e condições para continuar a defender o nome do município e conseguir voltar para Primeira Divisão.Em 2005 , por não ter participado do Campeonato Estadual Profissional Série A por 2 anos , foi rebaixado para a Série B, na qual com o apoio do Governo Estadual e da Prefeitura Municipal , chegou a Semi-Final, perdendo nos pênaltis para o Clube Desportivo 7 de Setembro de Dourados-MS, saindo do Campeonato invicto sem perder nem um jogo em tempo normal.



Em 2008 voltou a Série A e foi Vice-Campeão Sul-Mato-Grossense.
Em 2009, o Misto Esporte Clube participou pela 1ª vez de um campeonato nacional, a Copa do Brasil de Futebol.Na primeira fase, enfrentou o Campinense da Paraíba, derrotando-o apenas na disputa por pênaltis.
Na 2ª fase, enfrentou o poderoso Corinthians de São Paulo, onde perdeu por 2 a 0, mas a passagem para a segunda fase trouxe bastante orgulho tanto para o povo três-lagoense, tanto para os sul-mato-grossenses.


Estádio
Manda seus jogos no estádio Estádio Benedito Soares Mota (Madrugadão), com capacidade para 10 mil espectadores.


Site
http://www.mistodetreslagoas.com.br/

domingo, 27 de setembro de 2009

Esporte Clube Taveirópolis

A faixa de terra que abrange hoje os quartéis da Base Aérea de Campo Grande, inclusive o Aeroporto Internacional, pertencia, na década de 30, ao fazendeiro Sebastião Taveira. Tendo a propriedade indenizada, o fazendeiro loteou o resto de suas terras, surgindo daí um lindo bairro que, numa justa homenagem à família Taveira, foi batizado com o nome de Taveirópolis.Em 1938, os rapazes do bairro, em busca de lazer, limparam um terreno baldio, utilizando machado, foice e enxada, em frente onde hoje é oEstádio Elias Gadia e o transformou no primeiro campo de futebol do lugar.
Foi assim que surgiu o Esporte Clube Taveirópolis, em 30 de julho de 1938. Os fundadores do clube foram Osmundo de Arruda (funcionário da EGL, órgão militar que fornecia gêneros alimentícios para a 9ª Região Militar), Tácito Garcia (taifeiro da Base Aérea), Israel Pinto da Silva (tenente do exército), Rubens Amarante (motorista da Base Aérea) e José Domingues, o Domingão, também taifeiro da Base Aérea. Todos jogavam no primeiro time formado.A primeira partida do Taveirópolis ocorreu em 1939, contra o Bandeirantes F.C., time de rapazes que moravam na Avenida Bandeirantes, onde hoje é a habitada Vila Jacy. Quem ganhasse a peleja levaria um enorme cacho de bananas (o troféu do jogo). No final, o placar apontou a vitória da equipe taveirense. Os ganhadores desfilaram com o famoso “troféu”, com os aplausos dos torcedores do bairro.

Da fundação até o ano de 1942, o time não tinha cores definidas. Com a chegada do militar Expedito Luciano da Silva, também jogador, o clube tomou novo impulso, passou a ter uma diretoria e logo se organizou para disputar e ser, anos depois, o melhor e mais popular quadro do campeonato de várzea de Campo Grande. Como a maioria dos jogadores era militar e advinda do interior paulista, mais precisamente de Piracicaba (SP), foram adotadas as cores do XV de Novembro daquela cidade, isto é, preto e branco, em listas largas verticais horizontais, calção e meios brancos.Expedito passou a ser a alma do time, como diretor, jogador, treinador e até roupeiro nas horas vagas. O futebol varzeano deve muito a esse pernambucano que chegou em Campo Grande em 1942.

Em 1944 seguiu como expedicionário para a Itália, quando os pracinhas campograndenses engrossaram as fileiras dos bravos soldados brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial. Terminada a guerra retornou para Campo Grande, jogando pelo Taveirópolis até o ano de 1956. Depois passou a ser técnico do clube da Vila Formosa, como era chamado o campinho do bairro Taveirópolis.A primeira diretoria oficial do Taveirópolis só foi organizada e eleita em 1956, com os seguintes membros: Sebastião Ribeiro de Oliveira (Presidente), Expedito Luciano da Silva (Tesoureiro), Antônio Paulo de Andrade (Secretário)e Mário Monteiro (Diretor de Esportes).O bairro inteiro torcia pelo time. A vitória era comemorada na Casa Taveirópolis, mercearia de propriedade do Sr. Inácio Taveira.

O E. C. Taveirópolis, desde a sua fundação até a chegada do profissionalismo, em 1972, no sul de Mato Grosso, nunca quis participar dos campeonatos organizados pela LEMC (Liga Esportiva Municipal de Campo Grande).Inúmeros títulos de campeão varzeano, troféus e medalhas foram acumulados através dos anos até a profissionalização da equipe, em 1979. A melhor campanha no Campeonato Estadual de Profissionais de Mato Grosso do Sul foi obtida no ano de 2003, quando ficou em terceiro lugar num certame para 14 clubes. Foram 12 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas; 21 gols a favor e 14 contra.Ainda disputou o campeonato de 2004, quando chegou na quarta colocação. Em sua última participação na primeira divisão do campeonato matogrossense, no dia 3 de julho de 2004, empatou com o Operário, de Campo Grande, em 2 x 2.Logo depois, o clube licenciou-se, por falta de apoio e patrocínio.Voltou a disputar uma competição em 2006, quando foi terceiro colocado no campeonato da Segunda Divisão. Seu último jogo aconteceu em 18 de junho de 2006, com vitória de 4 x 2 sobre a Pontaporanense.Deste ano, até hoje, não mais participou de nenhuma competição oficial, encerrando suas atividades por tempo indeterminado. As únicas atividades que ocorrem no momento são Escolinhas de Futebol para crianças e adolescentes.


Estádio

Elias Gadia - Capacidade 2.500


Fonte: Futebol, Uma Fantástica Paixão. A História do Futebol Campo-grandense, de Reginaldo Alves de Araújo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Clube Atlético Douradense

Já há mais de 10 anos sem atividades o Clube Atlético Douradense foi um dos clubes mais expressivos de Dourados nos anos 80, colocando o futebol da cidade em evidência no Estado.


Dário, o Dadá Maravilha depediu-se do futebol em 1986 vestindo a camisa do Douradense.



Estádio
Estádio Frédis Saldivar
Inauguração 14/09/1986

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Esporte Clube Comercial

O Esporte Clube Comercial, um dos clubes mais tradicionais do Estado de Mato Grosso do Sul, foi fundado no dia 15 de março de 1943.pelo esportista Etheócles Ferreira. Teve como primeiro jogadores estudantes do Colégio Dom Bosco, permaneceu no amadorismo durante 29 anos, o registro profissional veio em 1972.

A partir desta data, especialmente na década de 80, conquistou sete títulos de campeão do estado de MS. O clube já foi campeão em dois estados diferentes: no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, que tornaram-se dois estados em 1979.



Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense: 7 vezes (1982, 1985, 1987, 1993, 1994, 2000 e 2001).
Campeonato Mato-Grossense: 1975.

Estádio

Universitário Pedro Pedrossian (Morenão) - Capacidade 45.000

Hino

O Comercial é o maior
A torcida já consagrou
Nossa torcida é a melhor
Salve o nosso torcedor !
Quando o Comercial entra em campo
Ele precisa de você !
A torcida é alma do time
Com boa torcida é mais fácil vencer
Salve o Comercial !
Salve o nosso torcedor !
Salve o brado da torcida
Que presta para o time o seu grande valor !


Apelido
Colorado, Saci da Vila

Mascote

Gavião









Site

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Itaporã Futebol Clube

Fundado em 5 de março de 2008 como um time amador, o Itaporã começou a ganhar destaque ao disputar o Campeonato Sul-Mato-Grossense da Série C, também chamada pela FFMS de Campeonato Estadual Amador, chegando às finais e vencendo numa acirrada disputa o time de Miranda nos pênaltis.

Com a vitória, em setembro de 2008, o time de Itaporã se profissionalizou e ganhou o direito de disputar o Campeonato Sul-Mato-Grossense da Série B, que se iniciaria em outubro do mesmo ano.

Fazendo uma campanha singular, com cinco vitórias e apenas uma derrota, o Itaporã sagrou-se Campeão da segunda divisão do Estadual vencendo por 4 a 0 o time de Campo Grande.

Atualmente o ITAPORÃ FUTEBOL CLUBE é o caçula na disputa a Série A, e fez uma excelente campanha chegando bem perto da inédita final da competição. Não decepcionou sua torcida, pois não perdeu nenhum jogo em seu Estádio conhecido como Chavinha na cidade de Itaporã.

Na primeira fase chamou a atenção da imprensa estadual e nacional pela campanha arrasadora, conquistando 36 pontos em 16 jogos. Obteve 11 vitórias, 02 empates e apenas 02 derrotas. Teve o melhor ataque com 40 gols marcados, uma média de mais de 02 por partida, sofreu apenas 13 e teve um saldo de 27 positivos. Aplicou duas das maiores goleadas da competição, vencendo o Rio Verde por 6 x 0 e o tradicional Operário por 5 x 0 jogando em Campo Grande.

Na 2ª fase ficou na 4° colocação garantindo vaga no quadrangular final, deixando de fora equipes consideradas favoritas como o Cene de Campo Grande, o Misto de Três Lagoas e o Costa Rica. Fez 16 pontos em 10 jogos, com 05 vitórias, 01 empate e 04 derrotas. Fez 14 gols e teve a defesa menos vazada sofrendo apenas 07 gols.

Na 3ª fase disputou até o último minuto com o Ivinhema a segunda vaga para a final, mas jogando na casa do adversário e com a pressão da torcida, perdeu de virada a partida e o sonho de disputar um título inédito. • Somou 07 pontos em 06 jogos, venceu 01, empatou 04 e perdeu apenas a última e decisiva partida. Marcou 05 gols e teve a melhor defesa sofrendo apenas 04.

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense da Série B: 2008.
Campeonato Sul-Matogrossense da Série C - Amador: 2008.

Fonte
http://itaporafutebolclube.blogspot.com/

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Clube Esportivo Naviraiense

Foi fundado no dia 25 de novembro de 2005. Marca o retorno da cidade ao futebol , depois da S.E. Naviraiense. Volta a primeira divisão após cinco anos em 2008. Em 2009, sagra-se campeão estadual pela primeira vez, derrotando seu vizinho e maior rival, o Ivinhema.



Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense 2009
Campeonato Sul-Mato-Grossense - Série B: 2007.

Estádio

Estádio Municipal Antônio Augusto dos Santos (Virotão)
Capacidade 5000


Mascote : Jacaré

Site

http://www.naviraiense.com.br/

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Sociedade Esportiva e Recreativa Chapadão

SERC, Sociedade Esportiva e Recreativa Chapadão nasceu antes mesmo do município de Chapadão do Sul.
Um grupo de amigos, amantes do esporte e do futebol reuniu-se e fundou o clube no dia 28 de agosto de 1981. Naquela época o povoado onde hoje existe a cidade de Chapadão do Sul, emancipada em 1987, era chamado de Chapadão dos Gaúchos.
Entre os fundadores havia colorados e gremistas. Para conciliar as cores do Internacional, vermelha e do Grêmio, azul, o uniforme recebeu as cores vermelha, azul e mais uma para apaziguar os torcedores gaúchos, a branca. Esse é o motivo do uniforme tricolor da SERC, com as cores vermelha, azul e branca.
No início o time da futura cidade de Chapadão do Sul participava apenas de campeonatos regionais. Pelo seu excelente desempenho e organização o Clube recebeu um convite especial para disputar a primeira divisão profissional do estado no ano de 1.991.
Participou, sem passar pela segunda divisão. Para quem estréia saiu-se até bem. Ficou em 7º lugar. Voltou ao campeonato em 1.993. Melhor estruturado ficou em 4º lugar. Continuou em 1.994 e chegou em 3º. Aproveitou a experiência dos anos anteriores e montou um time para ser campeão em 1.995. Conquistou o seu primeiro campeonato estadual naquele ano.

Retornou somente em 1.998. Foi vice-campeã do estado.
Voltou a participar em 2002. Ficou em 3º lugar.

Neste ano, 2003, entrou no campeonato estadual com o espírito de 1.995. Nas semifinais até o treinador da época, o experiente Valter Ferreira foi trazido pelo abnegado presidente do clube, Ijair Irael Tomquelski.
Disputou a final do campeonato com o temido time do CENE, campeão estadual em 2002.
Ganhou o primeiro jogo em pleno Morenão por 1 a zero. Empatou a segunda e terceira partida no seu estádio em Chapadão do Sul.
Apesar de existir numa distante e pequena cidade do nordeste do estado, a SERC organiza-se como time grande de uma capital. Tem estrutura poliesportiva que causa admiração aos visitantes. O estádio sempre muito bem limpo e cuidado tem um gramado permanentemente verde e macio, mesmo em época seca do ano.

Vice-campeão em 1998 , 2004 e 2006

Terceiro colocado em 2002 , 2005 e 2007, desistiu de disputar o campeonato em 2008, por não concordar com o aumento para 18 equipes participantes.

Estádio

Estádio da SERC
Capacidade: 6200 pessoas

Recorde de Público: 6.480 (SERC 1 x 2 Internacional-RS - 02/02/2005)

Títulos

Campeão Sul-Matogrossense 1995 e 2003

Mascote:

Pica-pau

sábado, 11 de abril de 2009

Corumbaense Futebol Clube

O clube da Avenida General Rondon, fundado na ressaca do 1º de janeiro de 1914, foi, por muitos anos, a base da seleção amadora de Mato Grosso. Época de ouro e craques do quilate de Matateu, Rutênio, Tota, Ramão, Delgado, Garrafinha, Edson Duarte, Cuiabano, Aires, Cavassa, Negão, Tiquira, Carlinhos, Ênio, entre outros.

O Corumbaense sempre se destacou pela qualidade de seus jogadores e pelo incentivo de uma torcida fanática. Revelou grandes craques, entre eles o goleador Dionísio, que jogou no Flamengo. Antes do profissionalismo, que surgiu em 1972 em Campo Grande, Corumbaense, Marítimos e Riachuelo se consagraram nos campeonatos amadores do Mato Grosso uno. O Corumbaense foi tricampeão estadual de 1970 a 1972.

Em 1984 foi campeão pelo estado de Mato Grosso do Sul. No ano seguinte participou da primeira divisão do Campeonato Brasileiro e é rebaixado, ficando em 41º lugar na tabela. Participou ainda da Taça de Bronze de 1981 e da terceira divisão do Campeonato Brasileiro de 1987.

Em 2005, após 8 anos inativo, o clube voltou ao futebol profissional, disputando a série B do campeonato estadual, depois da desistência do Clube Atlético Kapital. Em 2007 o time subiu para a 1ª divisão do campeonato estadual.

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense: 1984.
Campeonato Sul-Matogrossense da Segunda Divisão: 2006.

Estádio

O Artur Marinho é um estádio de futebol localizado na cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul. É o maior estádio de futebol pantaneiro e representante da cidade para os principais eventos futebolísticos da cidade, do estado e do Brasil. O campo é oficial como determina a FIFA, tendo capacidade para 15 mil pessoas.

O estádio Arthur Marinho foi inaugurado em 4 de julho de 1941. Em 1961 recebeu as torres de iluminação. Reforma realizada em 1964 construiu arquibancadas de concreto – no lado das cabines de imprensa – para substituir as de madeira, que existiam no local. A última grande intervenção aconteceu em 1981, quando foram construídos túneis, vestiários e o segundo lance de arquibancadas.

Mascote

Galo Carijó

Site

http://www.corumbaense.com.br/ - em construção

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Clube de Esportes União

O Clube de Esportes União surgiu de um antigo sonho de Gil Edson Mariano e Maurio Martins Pereira (o Maroka) que juntos organizavam os Campeonatos amadores na Chácara do Gil.
Após sucesso em vários campeonatos amadores, surgiu então a idéia de profissionalizar uma equipe para disputar o Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol.

Na eleição de Francisco Cesário para presidente da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), em 1998, pediram para colocar um time, que seria feito a partir da união de todos os times amadores da capital, que por sua vez participavam dos eventos promovidos na Chácara do Gil.

Inicialmente o clube seria chamado de Estrela Vermelha, mais o Sr. Cesário deu a Idéia de CEU, ou seja, Clube de Esportes União.Com o nome já certo de que seria União, Gil e Maroka fizeram um convite a todos os dirigentes do futebol Amador, para fundação da equipe. A reunião foi um sucesso, onde compareceu: Zé Buião, Elias Moraes, José Plínio, Walter Alves, Helio Correia, Adalto Lopes, Santos, César Gayoso, Ademir Mariano, José Aparecido, Maria Berenice, Milton Santos, Hernandes Cardoso, José Antônio, além é claro dos Idealizadores.

Em 18 de Janeiro de 1998 reuniu-se em Assembléia geral, às 20h00, na avenida das Bandeiras, em Campo Grande, os interessados na fundação do Clube de Esportes União. Na reunião, foi eleito por unanimidade José Plínio de Oliveira como presidente. No dia seguinte foi fundado oficialmente o C.E.União.

As cores adotadas pele equipe foram às mesmas do CEU. O primeiro uniforme do clube foi camisa azul, calção azul e meias azuis, sendo assim a cor que prospera até os dias atuais.

O primeiro jogo oficial do União aconteceu no dia 22 de Março de 1998, no estádio Elias Gadia, em Campo Grande. O União venceu por 3 a 0 a equipe do Esporte Clube Rio Pardo e deu inicio a gloriosa era União.

1998 e 1999 - "Melhores campanhas e revelações"

Os dois primeiro anos a equipe se tornou muito importante para todos que acompanhavam o futebol sul-mato-grossense, assim como a FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) que começou a olhar a nova equipe como uma das potências para o futebol da capital. Sempre demonstrando dentro de campo sua força, o União começou a ganhar novos torcedores, a maior parte concentrada no Bairro Tiradentes, em Campo Grande.Foi em 1998 e 1999 que o CEU revelou grandes craques para o futebol nacional. Jogadores como Edmilson Dubinha (Palmeiras) , Jorge Henrique (ex-Vitória-BA) e Tainha, os dois primeiros foram profissionalizados pelo União.

No inicio do século XV, o CEU apostou suas fichas na inserção das categorias de base, por sinal foi uma das melhores no Mato Grosso do Sul, conquistando vários títulos. Porém, enquanto a base se destacava no cenário estadual, a equipe profissional caiu de rendimento. Nos anos de 2000 a 2001, o União não passou da primeira fase no estadual, decepcionando grande parte da torcida que esperava mais do time. Em 2002 com a contratação de vários jogadores renomados o União voltou ao topo do futebol sul-mato-grossense, no entanto não conseguiu a tão sonhada faixa de campeão.

Em 2003, a falta de recursos financeiros e a esperança de conquistar o estadual levaram o clube a buscar ajuda no interior. A solução foi sair da Capital e seguir rumo ao Município de Bandeirantes, a 75 km da capital. No entanto, o clube só conseguiu participar do Campeonato Sul-Mato-Grossense graças a uma decisão do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva), que concedeu liminar em que determina a inclusão do Clube de Esportes União, Ladário e Esporte Clube Águia Negra. A Federação havia excluído os clubes, alegando que eles não haviam enviado todos os documentos necessários. Os três clubes contra-atacaram, afirmando que não foram comunicados pela FFMS para reunião que definiu a tabela e o regulamento do Estadual, no dia 20 de dezembro de 2002. Para o certame a diretoria conseguiu manter a base de 2002 e fez um campeonato regular.

No ano seguinte, o estopim parecia estar próximo. O convênio com a Prefeitura de Bandeirantes não seguiu bons rumos e o CEU foi obrigado a buscar novas parcerias.

O destino foi o Município de Jaraguarí, a 50 km mais ou menos, a Nordeste de Campo Grande. Á princípio o clube parecia estar novamente entrando nos eixos, porém a má administração do Presidente José Plínio de Oliveira, acabou resultando no rebaixamento do CEU para a segunda divisão do campeonato estadual.

Em 2005, o ex-goleiro do União (de 2002 à 2004), Adailton Roberto Teixeira no ato de perseverança e heroísmo foi atrás do então Presidente José Plínio de Oliveira, com esperanças de resgatar o belo futebol do Azulão imposto no final da década de 90. Teixeira marcou várias reuniões com Plínio, o intuito do ex-goleiro era liderar os novos rumos do time celeste e como em 2005 haveria uma reunião para escolher o novo presidente, Roberto Teixeira logo se dispôs ao cargo. No ato da eleição, Roberto Teixeira assumiu a presidência sem concorrente, foi eleito.

Em 2005, com Roberto Teixeira liderando o clube a equipe voltou para Campo Grande, e mesmo sem muitos recursos disputou o estadual daquele ano. No entanto, os resultados dentro de campo passaram em branco e o CEU acabou na 10ª colocação na segunda divisão.

No ano seguinte, com mais tempo para planejamento a diretoria acertou com fortes parcerias e contou com apoio de pessoas fortes ligado ao futebol da capital; como Sr. Luis Carlos, Capitão Centurião, Ilário da Capital Rolamentos, e Alexandre Esquivel. O elenco tinha jogadores experientes e de renome, não era à toa que foi considerado um forte candidato para a série A, em 2007.

Dentro de campo, a equipe mostrava um futebol lindo de se ver e os resultados fluíam constantemente, porém, na partida mais importante do clube, ainda na fase inicial, onde uma vitória colocaria o CEU na fase seguinte do certame, veio o empate, em 1x1, diante do Comercial, e os sonhos do acesso rapidamente acabou.

Em 2007, o Presidente Roberto Teixeira decidiu por um basta na segundona e queria a qualquer modo o acesso da equipe. Porém, os resultados financeiros em Campo Grande ficavam difíceis para manter uma equipe forte. A única solução foi buscar novos investidores para a disputa do estadual 2007.
Na cidade de Inocência, à 320 km de Campo Grande, surgiu novos parceiros e o time foi muito bem acolhido pela população. Em campo, estádio lotado e contratações de peso. Na primeira fase o time celeste foi imbatível, venceu 8 partidas consecutivas. Na semi-final a equipe empatou a primeira e no jogo decisivo acabou derrotado. O União terminou o Campeonato na terceira colocação. O resultado não desanimou a equipe, nem a diretoria, pois os quatro primeiros colocados conseguiram o acesso para a divisão principal e o CEU voltou para o lugar onde sempre mereceu SÉRIE A.

A nova era para o União em 2008 começou cercado de indecisões. A parceria diante da Prefeitura de Inocência não evoluía e a estréia tinha data para o dia 13 de Janeiro, contra o Cene, em casa. Roberto Teixeira, sempre disposto em busca do melhor para o União, conseguiu uma forte e autêntica parceria com a Prefeitura de Camapuã. E logo que foi concretizada a parceria, o União mudou-se para a cidade de Camapuã, atual sede do clube e lugar esse que o clube pretende ficar por muito tempo. Não é à toa que o clube atualmente se chama União Camapuanense. No certame de 2008, uma reformulação no elenco foi refeita. O União conseguiu a classificação para todos as fases, menos a chance de estar entre os quatro primeiros.
Em 2009, a parceira novamente foi acertada, o União de Camapuã conseguiu o apoio do prefeito Marcelo Duailibi e deve começar o ano pensando no título inédito do estadual.

Estádio

Municipal Joaquim Faustino Rosa (Carecão)
Capacidade 3500

Mascote

A Águia é o mascote oficial do C.E.União desde sua fundação em 19/01/1998 tanto é que no escudo do clube o mascote aparece, cendo um simbolo de alegria para torcedores que acompanham o time. O escudo do C.E.União é considerado um dos mais bonitos do estado de Mato Grosso do Sul.




Site

http://www.uniaoms.com

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Clube Desportivo Sete de Setembro

Nascido do sonho do desportista Manoel Coca de Oliveira, o 7 de Setembro se originou de um projeto, que tinha por objetivo a criação de uma escolinha de futebol, para atender garotos de Dourados e região.

Este sonho começou a se tornar realidade, a partir do ano de 1994, com a abertura da escolinha, denominada 7 de Setembro, em razão das conversas sobre o projeto terem sido iniciadas no dia 07 de setembro daquele ano.

Após alguns anos, a escolinha ganhou apoio de alguns empresários, que passaram a administrar os trabalhos, oferecendo melhor estrutura para os garotos e, no dia 04 de agosto de 2000, foi fundado de forma oficial, com registro na FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) o Clube Desportivo 7 de Setembro.

A primeira partida oficial, da equipe no futebol profissional do Mato Grosso do Sul, aconteceu no dia 03 de abril de 2005, partida válida pelo Campeonato Estadual da Série B, que terminou com a vitória dos douradenses por 2 a 0, sobre a equipe do Porto, da cidade de Porto Murtinho MS, com gols marcados pelos jogadores Cristian e Michel.

Naquela data começava a ser construída uma história de sucesso e conquistas, iniciada com o primeiro título do clube, que valeu o acesso à Série A do futebol do Mato Grosso do Sul.

Na primeira partida da final em Dourados o 7 de Setembro venceu o Coxim por 1 a 0, gol marcado por Márcio Assis. No segundo jogo, na cidade de Coxim MS, a partida terminou empatada em 0 x 0 e o Clube Desportivo 7 de Setembro conquistava seu primeiro título profissional em Mato Grosso do Sul.

O Clube vem sendo dirigido por um grupo de empresários de vários segmentos da cidade que vêem o esporte como uma das maneiras de ajudar o desenvolvimento sócio-econômico e turístico de Dourados.

Esta é a Diretoria que está empenhada em fazer voltar a alegria e a tradição do futebol em Dourados, revivendo os momentos de glória proporcionados pela rivalidade entre Operário e Ubiratan, principalmente as memoráveis conquistas que encheram de orgulho toda a nossa gente.

O sucesso do Clube Desportivo 7 de Setembro, dentro de campo, é um reflexo do trabalho desenvolvido nos bastidores e para isto o clube sempre mostrou preocupação em oferecer aos seus atletas, uma infra-estrutura ideal, com todas as condições de trabalho e acomodações confortáveis e suficientes para o desenvolvimento de todas as categorias.

O CT – Centro de Treinamento está localizado em uma área de 40 mil metros quadrados, cuidadosamente planejados para nossa realidade esportiva, no CT são realizados os trabalhos da Escolinha (centro de formação de talentos) e o treinamento das equipes profissionais.

O CT do Clube Desportivo 7 de Setembro possui 04 campos oficiais, construídos dentro dos mais modernos métodos de áreas esportivas do país, possuí ainda, área para trabalhos físicos, como a conhecida caixa de areia, área de treinos de fundamento, onde os atletas tem à disposição espaço para treinamento de cobranças de falta, treinamento de goleiros e finalizações.

O CT do 7 de Setembro oferece ainda um alojamento, com capacidade para 25 atletas, utilizado por garotos vindos de outras cidades da região. Neste alojamento os atletas podem usufruir de toda uma estrutura, com quartos, serviços de higiene, refeições e área de lazer.

Estádio

O Fredis Saldivar, conhecido também como Douradão, é um estádio localizado em Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. O Douradão é administrado pelo governo do estado e pela prefeitura de Dourados. Seu nome é uma homenagem à Fredis Saldivar, que doou o terreno onde o estadio foi construído. Atualmente é o maior estádio do interior de MS e o 2º maior só atrás do Morenão, em Campo Grande.

Inaugurado em 1986, o jogo inaugural foi em 12 de abril desse mesmo ano, quando o Ubiratan de Dourados venceu o Mixto de Cuiabá por 4X2. O primeiro gol foi marcado por Ademir Patrício do Ubiratan.

A maior lotação do estádio, que tem capacidade para 30.000,00 pessoas, está atualmente em 18.780 pagantes, em um jogo ocorrido em 17 de julho de 1988 quando Ubiratan e Operário de Campo Grande empataram em 1-1.

O Estádio está localizado à Rua Coronel Ponciano S/N, Bairro Parque Nova Dourados em Dourados-MS.

Outro estádio utilizado pelo clube em algumas partidas ou competições é o Estádio Napoleão Francisco de Souza, pertencente à Leda (Liga Esportiva Douradense de Amadores), que tem capaciadade para 8 mil pessoas, localizado na avenida Weimar Gonçalves Torres, 605 no centro. O Estádio é o mais antigo da cidade de Dourados-MS.

Títulos

Campeão Estadual da Série B de 2005

Hino do Clube

O 7 de Setembro de Dourados,
é o orgulho do povo douradense.

Clube empresa, nasceu líder, nasceu grande, vencedor, polivalente.

O 7 de Setembro de Dourados, vermelho, azul e branco é sua cor
Time joga inteligente, joga pra frente e com muito amor

Sete, sete, Sete de Setembro, Sete, sete, Sete de Setembro,
Vista a camisa e pegue esta bandeira!!!

O 7 de Setembro de Dourados,
é o orgulho do povo douradense.

Clube empresa, nasceu líder, nasceu grande, vencedor, polivalente.

O 7 de Setembro de Dourados, vermelho, azul e branco é sua cor
Time joga inteligente, joga pra frente e com muito amor

Sete, sete, Sete de Setembro, Sete, sete, Sete de Setembro,
Vista a camisa e pegue esta bandeira!!!

Site
http://www.setesetembro.com.br

domingo, 2 de novembro de 2008

Clube Esportivo Nova Esperança

A história do CENE - Clube Esportivo Nova Esperança - começou em 1996 no município de Jardim, distante 220 km de Campo Grande, na região sudoeste do Mato Grosso do Sul. Era um grupo de funcionários de uma fazenda que gostavam de jogar futebol. Todos os finais de semana eles se reuniam. Um certo dia, os chamados "peladeiros de botinas" observaram a necessidade de disputar os campeonatos amadores de Jardim e dos municípios vizinhos, como Bonito, Guia Lopes da Laguna, Bela Vista e outros.

Em busca de concretizar o sonho, todos saíam nos finais de semana, procurando reforços nas fazendas vizinhas. O projeto deu certo. Em pouco tempo os comerciantes e fazendeiros da região já os auxiliavam na criação da equipe. Surgiu o Nova Esperança. Foi um sucesso, pois o time de amigos e trabalhadores rurais conquistava todos os títulos dos campeonatos da região nos três anos de amadorismo.

Diante do sucesso no futebol amador, começaram a surgir investimentos. Com o apoio do empresário e religioso Sun Myung Moon, proprietário da fazenda onde o clube nasceu, os amigos "peladeiros de botinas" passaram a sonhar mais alto. O projeto era profissionalizar o time. No dia 15 de dezembro de 1999, a idéia foi concretizada. Nascia Clube Esportivo Nova Esperança, um clube que em pouco tempo tornou-se um dos maiores do futebol sul-mato-grossense.

O objetivo da diretoria era investir nas categorias de base e ter o esporte, acima de tudo, como alternativa de formar cidadãos, lazer e de promover a paz entre as pessoas.

Quando o Clube Esportivo Nova Esperança se transferiu para Campo Grande em 2002, logo adquiriram um terreno na região do Jardim Los Angeles, cerca de 17 quilômetros do centro. Em 2004, a diretoria do CENE que eram homens com uma grande visão administrativa, determinou a construção de um centro de treinamento para o clube.

Toda diretoria se lançou nesse desafio com confiança e determinação, contando com o apoio de uma competente comissão de obras. A maior parte do dinheiro que viabilizou a construção veio de contribuições mensais do Empresário e Missionário Reverendo Moon.

O CT do CENE foi inaugurado em 2005 Após muita dedicação e trabalho de todos que ajudaram, o sonho se tornou realidade.
Hoje, o Centro de Treinamento do CENE se tornou uma referência de modernidade e de espaço para o trabalho dos profissionais do futebol no Mato Grosso do Sul.

Após a sua fundação, em 1999, o Cene foi crescendo, participou da disputa da Série C do Campeonato Brasileiro e conquistou seu primeiro Campeonato Estadual em 2002. No ano seguinte, a equipe alcançou o vice-campeonato.

Em 2004 e 2005, o clube se firmou de vez como potência de Mato Grosso do Sul com o bicampeonato estadual de forma avassaladora. Após a dupla conquista, o time não foi tão bem em 2006, mas em 2007 foi melhor e quase obteve outro título Estadual.

Entretanto, esbarrou na surpresa do campeonato, o Esporte Clube Águia Negra, e terminou na segunda colocação.

Títulos
Campeão Sul-Mato-Grossense: 3 vezes (2002, 2004 e 2005).

Estádio
O estádio Pedro Pedrossian, ou Morenão, como é chamado, é um estádio de futebol localizado na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O estádio está situado na zona sul da cidade de Campo Grande, dentro do campus da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É o maior estádio de futebol de Mato Grosso do Sul. O estádio tem esse nome em homenagem ao então governador de Mato Grosso do Sul, Pedro Pedrossian, na época da fundação da UFMS.
Capacidade: 45000

É o maior estádio universitário da América Latina
Tem o apelido de Morenão em referência à cidade de Campo Grande, conhecida como Cidade Morena devido à cor avermelhada de seu solo.
A maior lotação do estádio foi de 38.122 torcedores em 23 de Fevereiro de 1978, quando o Operário venceu o Palmeiras por 2-0.

Hino

LETRA E MÚSICA: José Rodrigues dos Santos
ARRANJO: Maestro Edmílson Amorin

Nós somos do CENE avante
Com muito amor e paixão
Na luta buscando conquistas
Demonstramos nossa união

Vencer, CENE vencer CENE
Vencer é a nossa missão
Vencer, CENE vencer CENE
Com garra e determinação

Nascemos em um lindo bosque
De natureza sem igual
Dos rios de águas cristalinas
Ligando-nos ao Pantanal

Nós temos em nossas planícies
Flora e fauna que nunca se viu
Na beleza de nossas campinas
Lugar mais belo do Brasil

Vencer, CENE vencer CENE...

Nossa cidade tem história
Dos valores do bom futebol
Que abriram o caminho da glória
Nos dando um lugar ao sol

Nossa força vem do princípio
Da justiça e perseverança
Harmonia de corpo e de mente
O esporte da nova esperança

Vencer, CENE vencer CENE
Vencer é a nossa missão
Vencer CENE vencer CENE
Com garra e determinação

Mascote

A mascote do Centro Esportiva Nova Esperança é um Pégasus, símbolo de vôos altos, e a mascote acompanha essa simbologia do clube.

site : http://www.cenems.com.br/


sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Esporte Clube Águia Negra

O Esporte Clube Águia Negra surgiu no dia 31 de maio de 1971 e nasceu como um dos principais times da região de Dourados, Mato Grosso do Sul. Atualmente, a agremiação é sediada na cidade de Rio Brilhante.

A primeira pessoa a ser presidente do Águia foi Athaíde Nogueira e o clube começou a chamar a atenção dos torcedores nos clássicos regionais contra o Ubiratan e o Operário-MS. Ainda como equipe amadora, a agremiação mandava suas partidas no estádio Ninho da Águia, que tem uma capacidade modesta de pouco menos que dez mil pessoas.

A profissionalização do time demorou a acontecer. Isso ocorreu 15 anos depois de sua fundação. A iniciativa foi do presidente na época, Joaldo Moreira Simões, que começou a juntar a documentação para o processo. No ano seguinte, o clube se tornaria profissional sob o comando de um novo mandatário: Oduvaldo M. Dalavia.

No gramado, o Águia Negra conquistou o primeiro título somente em 2002. O campeonato vencido foi o do Mato Grosso do Sul da segunda divisão. A decisão da competição foi contra o Coxin, na cidade de Sidrolândia.

Na temporada seguinte, a equipe se envolveu em uma confusão com a Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul (FFMS). A agremiação dependeu de uma liminar do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) que garantiu sua participação no campeonato daquele ano. Os clubes União e Ladário também tiveram o mesmo problema.

O motivo que levou os times a dependerem de uma liminar foi que a FFMS excluiu as equipes da competição por eles não terem enviado todos os documentos necessários para a participação. Como argumento de defesa, o Águia Negra afirmou que a federação não havia comunicado sobre a reunião que definiria o regulamento do torneio.

A estréia na elite sul-matogrossense foi animadora para seus torcedores. O clube se classificou na primeira fase em primeiro do grupo D, com 15 pontos, e, na parte seguinte, como segundo com cinco pontos. Porém, nas quartas-de-final sucumbiu diante do Comercial após perder as duas partidas.

Em 2007, o Águia conseguiu a maior glória de sua caminhada no futebol. O time se tornou campeão do Campeonato do Mato Grosso do Sul. Uma campanha regular na primeira fase garantiu a equipe nas semifinais e dois empates com o Operário deram ao clube o direito de decidir o torneio contra o Cene.

Na final, os jogos foram equilibrados e o título veio após vencer o primeiro jogo por 3 a 1 e perder o segundo pelo mesmo resultado. A melhor campanha no início do campeonato garantiu a conquista.

Títulos

Campeonato Sul-Mato-Grossense: 2007
Campeonato Sul-Mato-Grossense Série B: 2001.

Estádio

Estádio-Ninho da Águia
Capacidade para 8.000 pessoas

Mascote
Águia










site: http://www.aguianegra.net